Em março passado, acelerava então a pandemia do novo coronavírus em Portugal, a Presidência da República gastou 21 mil euros em testes laboratoriais à Covid-19, quando a visita de uma escola de Felgueiras ao Palácio de Belém levou o Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, a colocar-se de quarentena, noticia a ‘RR’.
A situação obrigou à realização de 239 testes, sendo que todos revelariam um resultado negativo.
Não existindo contacto próximo com infetados e apresentação de sintomas, critérios definidos pela Direção Geral da Saúde para testagem, a Presidência avançou com um contrato com um laboratório privado.
Segundo apirou a ‘RR’, o contrato foi celebrado em maio e publicado a 18 de agosto no portal de contratos públicos mas os testes foram decididos em março.
“No quadro das medidas de contingência da Covid-19, foi decidido ainda em março realizar testes a todos os colaboradores da Presidência da República em contacto direto com o titular do Órgão de Soberania”, respondeu a Presidência da República às perguntas enviadas pela Renascença sobre as circunstâncias e as razões para este contrato.













