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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Jun 2026 14:17:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Qatargate: Bélgica emite mandado de captura para antigo comissário europeu e pede levantamento da imunidade parlamentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades judiciais belgas emitiram um mandado de captura contra o antigo comissário europeu para a Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos, no âmbito da investigação ao chamado Qatargate.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades judiciais belgas emitiram um mandado de captura contra o antigo comissário europeu para a Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos, no âmbito da investigação ao chamado Qatargate, o escândalo de alegada corrupção que abalou o Parlamento Europeu no final de 2022. Paralelamente, a justiça da Bélgica solicitou ao Parlamento grego o levantamento da imunidade parlamentar do político, atualmente deputado na Grécia, para permitir a execução da medida judicial.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela Euronews e pelo jornal grego Kathimerini, Avramopoulos é suspeito de ter participado numa organização criminosa relacionada com um alegado esquema de subornos envolvendo interesses do Qatar e de Marrocos junto de instituições europeias.</p>
<p>A acusação sustenta que o antigo comissário terá recebido cerca de 73 mil euros da organização não-governamental Fight Impunity, entidade fundada em 2019 pelo ex-eurodeputado italiano Pier-Antonio Panzeri, considerado uma das figuras centrais do caso.</p>
<p><strong>Justiça belga avança com pedido ao Parlamento grego</strong><br />
Com a emissão do mandado de captura, as autoridades belgas desencadearam o procedimento formal para levantar a imunidade parlamentar de Avramopoulos.</p>
<p>A documentação já foi remetida às autoridades gregas e seguirá agora o percurso institucional previsto pela legislação helénica, passando pela Procuradoria junto do Tribunal de Recurso de Atenas, pela Procuradoria do Areópago e, posteriormente, através do Ministério da Justiça, até ao Parlamento grego, que terá de se pronunciar sobre o pedido.</p>
<p>A eventual retirada da imunidade permitirá às autoridades belgas prosseguir com as diligências judiciais relacionadas com a investigação.</p>
<p><strong>Avramopoulos rejeita qualquer ligação à alegada rede de subornos</strong><br />
O antigo comissário europeu reagiu prontamente às acusações, negando qualquer envolvimento no alegado esquema de corrupção.</p>
<p>Num comunicado, o político da Nova Democracia, partido liderado pelo primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis, afirmou categoricamente: “Nunca tive qualquer relação com este caso”.</p>
<p>Avramopoulos sustentou que toda a sua ligação à Fight Impunity foi legal, transparente e devidamente declarada às autoridades competentes.</p>
<p>“O meu envolvimento com a organização foi completamente legal, auditado, aprovado, declarado e tributado”, garantiu.</p>
<p>O antigo responsável europeu foi ainda mais longe ao classificar como “arbitrária, inaceitável e suspeita” qualquer tentativa de associar o seu nome a atividades ilícitas relacionadas com a organização.</p>
<p>“Qualquer tentativa por parte das autoridades belgas de levantar a questão e implicar o meu nome em qualquer assunto relacionado com a Fight Impunity (&#8230;) é arbitrária, inaceitável, suspeita e receberá o devido tratamento por todos os meios judiciais”, afirmou.</p>
<p><strong>Ex-comissário abdica de invocar imunidade</strong><br />
Apesar de beneficiar da proteção parlamentar enquanto deputado grego, Avramopoulos declarou que não pretende utilizar esse mecanismo para impedir o avanço do processo.</p>
<p>Pelo contrário, anunciou que solicitará que o caso seja investigado em profundidade, insistindo na sua inocência.</p>
<p>Na mesma declaração, o político sublinhou que os montantes recebidos da Fight Impunity foram devidamente incluídos nas suas declarações patrimoniais e fiscais.</p>
<p>Segundo as autoridades belgas, esses pagamentos poderão estar ligados a fundos provenientes de uma alegada rede criminosa. Já Avramopoulos sustenta que todos os valores foram recebidos de forma legítima e devidamente tributados na Grécia.</p>
<p>O que dizia Avramopoulos quando o escândalo surgiu em 2022</p>
<p>Quando o Qatargate rebentou publicamente em dezembro de 2022, Dimitris Avramopoulos já tinha esclarecido a natureza da sua colaboração com a Fight Impunity.</p>
<p>Na altura, afirmou não exercer qualquer função executiva ou de gestão dentro da organização, integrando apenas o denominado Conselho de Honra da ONG juntamente com outras figuras políticas internacionais.</p>
<p>Segundo explicou então, antes de aceitar essa colaboração solicitou autorização formal à Comissão Europeia.</p>
<p>“Para a minha participação e a remuneração que lhe estaria associada pedi a autorização da Comissão Europeia, que me foi concedida por escrito pela presidente Von der Leyen”, afirmou numa declaração divulgada na época.</p>
<p>O ex-comissário acrescentou ainda que a sua participação recebeu igualmente parecer favorável do Comité Independente de Ética da Comissão Europeia em dezembro de 2020.</p>
<p><strong>Remuneração ascendia a 75 mil euros</strong><br />
De acordo com as explicações apresentadas por Avramopoulos em 2022, a remuneração acordada com a Fight Impunity correspondia a 5.000 euros mensais durante um período de um ano, entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022.</p>
<p>No total, recebeu 75 mil euros, montante que, segundo garantiu, foi declarado às autoridades fiscais gregas e sujeito à respetiva tributação.</p>
<p>O antigo comissário explicou ainda que, em fevereiro de 2022, pediu o fim da remuneração devido à redução da atividade da organização.</p>
<p>“A partir de março, a minha participação tinha, na prática, terminado”, afirmou na altura.</p>
<p>Acrescentou igualmente que, assim que tomou conhecimento das investigações relacionadas com a ONG em Bruxelas, apresentou de imediato a sua demissão e solicitou a remoção do seu nome do sítio oficial da organização.</p>
<p>O escândalo que abalou o Parlamento Europeu</p>
<p>O Qatargate tornou-se público em dezembro de 2022, após uma vasta operação das autoridades belgas que resultou na apreensão de mais de um milhão de euros em numerário durante buscas realizadas em Bruxelas.</p>
<p>As operações tiveram como alvo várias figuras ligadas ao Parlamento Europeu, incluindo a então vice-presidente da instituição, a grega Eva Kaili, o seu companheiro e assistente parlamentar Francisco Giorgi e o ex-eurodeputado italiano Pier-Antonio Panzeri.</p>
<p>A investigação levou ainda à acusação de diversas personalidades por suspeitas de corrupção, branqueamento de capitais e participação em organização criminosa.</p>
<p>Entre os visados encontravam-se Panzeri, Kaili, Giorgi, bem como os antigos eurodeputados Niccolò Figà-Talamanca, Marc Tarabella e Andrea Cozzolino.</p>
<p>Segundo os investigadores, a alegada rede terá recebido subornos provenientes do Qatar e de Marrocos em troca da promoção dos interesses desses países junto das instituições da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780339]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público pede entre 4 e 6 anos de prisão para ex-autarca de Gaia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público pediu hoje a condenação do ex-autarca de Gaia Eduardo Vitor Rodrigues a uma pena de prisão de quatro a seis anos, por alegadamente usar dinheiro do município para assistir a jogos do FC Porto fora do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público pediu hoje a condenação do ex-autarca de Gaia Eduardo Vitor Rodrigues a uma pena de prisão de quatro a seis anos, por alegadamente usar dinheiro do município para assistir a jogos do FC Porto fora do país.</P><br />
<P>Na sessão do julgamento destinada às alegações finais, a procuradora do Ministério Publico (MP) pediu também penas de prisão suspensa entre três a quatro anos para ex-vice presidente da autarquia Patrocínio Azevedo, e da, à data, secretária da presidência.</P><br />
<P>Antes do início das alegações finais, o ex-presidente Eduardo Vítor Rodrigues pediu a palavra para reafirmar que as opções tomadas foram &#8220;claras e públicas, respeitando todas as regras e enquadradas no quadro legal daquilo que são as competências de uma câmara&#8221;, assumindo também toda a responsabilidade das opções que tomou.</P><br />
<P>&#8220;Hoje teria feito igual&#8221;, disse, referindo que deixou nos cofres da Câmara de Vila Nova de Gaia &#8220;92 milhões de euros&#8221; e que nos 12 anos em que liderou a autarquia, eleito pelo PS, foi &#8220;vítima de ódios e perseguições&#8221;, e de &#8220;denúncias anónimas&#8221; que levaram a este julgamento.</P><br />
<P>Eduardo Vítor Rodrigues disse que todas as opções que tomou foram &#8220;conscientes&#8221; e que nunca lhe passou cabeça tratar-se de &#8220;atos criminais&#8221;.</P><br />
<P>Também a defesa do ex-autarca considerou que não ficou provada &#8220;intenção danosa&#8221; e que a prova produzida pelo MP não confirmou &#8220;qualquer facto estranho ao direito&#8221; no que se refere a favorecimento pessoal ou em benefício de pessoas que integraram a comitiva que acompanhou o então presidente da Câmara de Gaia nas viagens para assistir a jogos do FC do Porto fora do país.</P><br />
<P>&#8220;Nenhuma testemunha ouvida em audiência de julgamento confirmou a apropriação indevida de dinheiros públicos ou falsificação de documentos&#8221;, disse o advogado do ex-autarca, que criticou o MP por &#8220;fazer tábua rasa&#8221; do que se passou nas audiências do julgamento, nomeadamente do que foi dito pelas testemunhas.</P><br />
<P>Também os advogados do ex-vice presidente da Câmara e da secretária da presidência, à época dos factos, defenderam que não foi produzida prova que permita sustentar qualquer condenação dos seus clientes.</P><br />
<P>Segundo a acusação do MP, Eduardo Vítor Rodrigues autorizou, em duas ocasiões, uma em 2015 e outra em 2016, despesas do município para viagens de terceiros a jogos da Liga dos Campeões, consideradas de caráter lúdico e não institucional.</P><br />
<P>Como consequência desta atuação, o erário público foi lesado num valor superior a 15.800 euros, considerou. </P><br />
<P>O ex-autarca, que liderou o município 12 anos, renunciou ao cargo em junho de 2025, depois ter sido condenado a perda de mandato por peculato, e está a ser julgado por suspeita de ter usado dinheiro do município para comprar bilhetes para assistir a jogos de futebol do FC Porto na Liga dos Campeões, afirmou que &#8220;nunca beneficiou de um cêntimo da câmara&#8221;.</P><br />
<P>A leitura da sentença ficou marcada para as 14:30 do dia 07 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780329]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>INEM regista mais 6.000 chamadas em junho face a 2025 devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O INEM recebeu em junho cerca de 6.000 chamadas a mais do que em 2025, um aumento associado aos efeitos das temperaturas elevadas, ao agravamento de doenças crónicas e situações de doença aguda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O INEM recebeu em junho cerca de 6.000 chamadas a mais do que em 2025, um aumento associado aos efeitos das temperaturas elevadas, ao agravamento de doenças crónicas e situações de doença aguda.</P><br />
<P>Dados avançados à agência Lusa pelo INEM apontam um &#8220;aumento significativo&#8221; da procura dos seus serviços nas últimas semanas, refletido no acréscimo do volume de chamadas recebidas nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).</P><br />
<P>Entre 1 e 21 de junho de 2026, os CODU receberam cerca de 97.900 chamadas, uma média diária superior a 4.660 contactos. No mesmo período de 2025, a média diária situou-se em cerca de 4.377 chamadas, aproximadamente mais 287 por dia (+6,5%).</P><br />
<P>&#8220;Esta tendência é consistente com o aumento de atividade que tem vindo a ser observado desde o final de maio&#8221;, sublinha o Instituto Nacional de Emergência Médica em resposta à Lusa.</P><br />
<P>Segundo o INEM, uma parte relevante das ocorrências está associada ao agravamento de doenças crónicas e a diversas situações de doença aguda.</P><br />
<P>Entre os motivos mais frequentes de contacto, destacam-se as dificuldades respiratórias, o agravamento de patologias cardiovasculares, episódios de desidratação, alterações do estado geral, síncopes e outras situações clínicas que podem ser potenciadas pela exposição prolongada a temperaturas elevadas.</P><br />
<P>O INEM adianta que tem registado um aumento de ocorrências relacionadas com os efeitos das temperaturas elevadas, incluindo situações de desidratação e agravamento de doenças preexistentes. </P><br />
<P>&#8220;Contudo, a caracterização detalhada da gravidade clínica das ocorrências encontra-se em permanente monitorização, sendo mais evidente, nesta fase, o aumento global da procura dos serviços de emergência médica&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>De acordo com o instituto, as pessoas mais vulneráveis aos efeitos do calor intenso continuam a ser os idosos, os doentes crónicos, as crianças mais pequenas e as pessoas com maior exposição ao calor por razões profissionais ou recreativas.</P><br />
<P>Alertou ainda que os doentes com patologias cardiovasculares, respiratórias, renais ou metabólicas requerem &#8220;particular atenção&#8221; durante os períodos de temperaturas extremas.</P><br />
<P>Embora o aumento da procura esteja a ser sentido de forma generalizada em várias regiões do país, o INEM assinala que &#8220;as zonas que registam um acréscimo sazonal significativo da população tendem a exercer maior pressão sobre o Sistema Integrado de Emergência Médica, com destaque para o Algarve&#8221;.</P><br />
<P>A este propósito, recorda o Plano de Reforço Operacional para o verão, em vigor até ao final de setembro, implementado no Algarve, que contempla o reforço dos meios de emergência médica. </P><br />
<P>O INEM assegura que monitoriza continuamente os indicadores operacionais e ajusta os meios disponíveis de forma a minimizar o impacto do aumento da atividade e garantir uma resposta adequada às situações de emergência médica.</P><br />
<P>A resposta é coordenada com bombeiros, delegações da Cruz Vermelha Portuguesa, hospitais públicos, forças de segurança e entidades de proteção civil, no âmbito do Sistema Integrado de Emergência Médica. </P><br />
<P>&#8220;Esta coordenação permite adaptar os dispositivos operacionais às necessidades identificadas e reforçar a capacidade de resposta em períodos de maior pressão assistencial&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>O INEM apela à adoção de medidas preventivas para reduzir os riscos para a saúde associados ao calor, como evitar a exposição solar nas horas de maior calor, reforçar a ingestão de água, utilizar roupa leve, permanecer sempre que possível, em locais frescos e ventilados e evitar esforços físicos intensos nos períodos mais quentes.</P><br />
<P>Aconselha especial atenção a crianças, idosos e pessoas vulneráveis, bem como contacto regular com quem possa necessitar de apoio durante períodos de calor intenso. </P><br />
<P>Deve ser procurada assistência médica perante sinais de desidratação, alterações do estado de consciência, dificuldade respiratória ou golpe de calor.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780328]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Espanha sufoca sob calor histórico: mais de 100 estações meteorológicas ultrapassam os 40 graus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/espanha-sufoca-sob-calor-historico-mais-de-100-estacoes-meteorologicas-ultrapassam-os-40-graus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A vaga de calor que está a afetar a Europa continua a bater recordes e a estabelecer novos marcos climatológicos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de calor que está a afetar a Europa continua a bater recordes e a estabelecer novos marcos climatológicos. Dados divulgados pela Agência Estatal de Meteorologia de Espanha (AEMET) revelam que 101 das 828 estações meteorológicas da sua rede registaram, na segunda-feira, temperaturas iguais ou superiores a 40 graus Celsius, num dos episódios de calor mais intensos alguma vez observados no início do verão.</p>
<p>Entre os valores mais elevados registados encontra-se a cidade de Andújar, na província de Jaén, onde os termómetros ultrapassaram os 45 graus Celsius. O calor extremo fez-se também sentir no nordeste da Península Ibérica, com localidades como Lleida e diversas zonas do vale do Ebro a ultrapassarem os 42 graus.</p>
<p>A dimensão do fenómeno levou a AEMET a destacar a extensão geográfica das temperaturas extremas, que se espalharam por várias regiões do país, refletindo a intensidade da massa de ar quente que permanece sobre a Península.</p>
<p>Além das temperaturas máximas excecionalmente elevadas, as mínimas noturnas também estão a atingir valores raramente observados.</p>
<p>Segundo a AEMET, cerca de três dezenas de estações meteorológicas não registaram temperaturas inferiores a 25 graus durante a madrugada, fenómeno conhecido como &#8220;noite tórrida&#8221;. Estas condições dificultam significativamente o arrefecimento dos edifícios e aumentam os riscos para a saúde, sobretudo entre idosos e pessoas vulneráveis.</p>
<p>Ainda mais impressionante foi o que aconteceu em algumas zonas da costa de Almería. A agência meteorológica espanhola revelou que este foi o terceiro dia consecutivo em que as temperaturas mínimas não desceram dos 30 graus Celsius.</p>
<p>A AEMET sublinhou que, até este ano, nunca tinham sido registadas temperaturas mínimas iguais ou superiores a 30 graus durante o mês de junho na Península Ibérica. Trata-se de um marco sem precedentes nos registos climatológicos disponíveis.</p>
<p><strong>Ondas de calor estão a tornar-se mais frequentes</strong><br />
O porta-voz da AEMET, Rubén del Campo, alertou para uma tendência cada vez mais evidente de antecipação e intensificação das ondas de calor em Espanha.</p>
<p>Segundo o responsável, o país registou ao longo da sua história meteorológica doze ondas de calor durante o mês de junho, mas metade desses episódios ocorreu apenas desde 2015.</p>
<p>&#8220;Há uma evidência de que os episódios de ondas de calor aparecem agora no início do verão com muito mais frequência do que acontecia nas décadas anteriores&#8221;, explicou Rubén del Campo.</p>
<p>O especialista acrescentou que o fenómeno não se limita ao mês de junho. De acordo com os estudos realizados, as ondas de calor estão a tornar-se mais frequentes, mais intensas e mais prolongadas ao longo de toda a estação quente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780317]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Insolvências de empresas sobem 2,7% até maio, indica Allianz Trade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/insolvencias-de-empresas-sobem-27-ate-maio-allianz-trade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal registou 955 insolvências de empresas até maio, uma subida "moderada" de 2,7% face aos 930 processos do mesmo período de 2025, o que exige "prudência" e "acompanhamento atento", segundo uma análise divulgada hoje pela Allianz Trade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal registou 955 insolvências de empresas até maio, uma subida &#8220;moderada&#8221; de 2,7% face aos 930 processos do mesmo período de 2025, o que exige &#8220;prudência&#8221; e &#8220;acompanhamento atento&#8221;, segundo uma análise divulgada hoje pela Allianz Trade.</P><br />
<P>&#8220;Embora a evolução global permaneça relativamente contida, a leitura dos dados revela um enquadramento que continua a exigir prudência e acompanhamento atento, num contexto em que a capacidade de adaptação, a disciplina financeira e a gestão de liquidez permanecem determinantes para a resiliência das empresas&#8221;, lê-se no relatório.</P><br />
<P>Segundo detalha, a evolução mensal evidencia comportamentos distintos ao longo do período: Após um fevereiro &#8220;particularmente favorável&#8221; (-16,3%), março e abril registaram &#8220;acelerações mais expressivas&#8221; (+22,2% e +21,0%, respetivamente), enquanto maio voltou a apresentar uma evolução mais positiva, com uma redução homóloga de 9,5%.</P><br />
<P>A Allianz Trade explica que &#8220;esta alternância de ritmos sugere que o tecido empresarial continua a enfrentar desafios relevantes, mas sem sinais claros de deterioração transversal&#8221;.</P><br />
<P>Por dimensão, as microempresas continuaram a concentrar a maioria das insolvências, representando 66% do total dos processos registados. </P><br />
<P>Em contrapartida, as pequenas empresas reduziram o número de insolvências em 8,4%, enquanto as médias empresas aumentaram 32,4%, ainda que mantendo um peso relativamente reduzido no universo total analisado.</P><br />
<P>As insolvências continuam concentradas nas empresas com mais de 10 anos de atividade, responsáveis por mais de metade dos processos registados.</P><br />
<P>&#8220;Ainda assim, merece particular atenção o aumento de 26,1% observado nas empresas com idades compreendidas entre os dois e os cinco anos, sinalizando maiores dificuldades numa fase crítica de consolidação dos negócios&#8221;, aponta o relatório.</P><br />
<P>Por setores, os serviços e a construção apresentaram os aumentos mais relevantes de insolvências, com crescimentos homólogos de 14,8% e 9,7%, respetivamente, evidenciando &#8220;a sensibilidade destas atividades ao contexto económico, aos custos operacionais e às condições de financiamento&#8221;.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o retalho registou uma &#8220;redução expressiva&#8221; de 16,8%, enquanto o agroalimentar e os têxteis apresentaram recuos de 5,4% e 0,9%, respetivamente, &#8220;traduzindo uma evolução mais favorável&#8221;. </P><br />
<P>A Allianz Trade destaca ainda o aumento registado nos setores químico, &#8216;commodities&#8217; e tecnologias de informação, mas nota que partem de &#8220;bases estatísticas mais reduzidas, pelo que a sua leitura deve ser feita com prudência&#8221;.</P><br />
<P>Em termos regionais, Porto e Lisboa continuam a concentrar o maior número de insolvências, representando conjuntamente cerca de 44% do total nacional. </P><br />
<P>A evolução homóloga revela, contudo, dinâmicas distintas entre os principais distritos, com Lisboa a registar um aumento de 7,5%, enquanto o Porto apresentou uma queda de 8,9%. </P><br />
<P>Destacam-se ainda Setúbal (+32,6%), Viseu (+16,7%), Braga (+12,2%) e Leiria (+8,3%), com crescimentos acima da média nacional. </P><br />
<P>Em sentido contrário, Coimbra (-40,6%), Santarém (-38,2%) e Castelo Branco (-31,6%) evidenciaram &#8220;reduções expressivas&#8221;. </P><br />
<P>Globalmente, a Allianz Trade considera que os primeiros cinco meses de 2026 &#8220;continuam a transmitir uma imagem globalmente equilibrada do tecido empresarial português&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar da subida moderada das insolvências, os dados não apontam para um agravamento transversal do risco, mas antes para uma evolução diferenciada entre setores, regiões e tipologias de empresas&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>Num ambiente económico que continua marcado pela incerteza, por custos de financiamento ainda exigentes e por desafios de competitividade, a Allianz Trade salienta que &#8220;a proximidade ao mercado e a monitorização contínua dos sinais de risco permanecem essenciais para antecipar tendências e apoiar uma tomada de decisão informada&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780318]]></sapo:autor>
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		<title>Trump inicia quarta-feira celebrações dos 250 anos da Independência dos EUA com comício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, dará na quarta-feira início a uma vasta programação que assinala o 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos (EUA) com um comício na inauguração da "Grande Feira Estadual Americana" em Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, dará na quarta-feira início a uma vasta programação que assinala o 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos (EUA) com um comício na inauguração da &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221; em Washington. </P><br />
<P>&#8220;Quarta-feira, 24 de junho, será o pontapé inicial da nossa celebração de verão em comemoração aos 250 anos da Independência Americana! (&#8230;) Vamos divertir-nos e celebrar a América&#8221;, escreveu Trump na sua rede social Truth Social, ao convocar os norte-americanos a juntarem-se às festividades.</P><br />
<P>Trump irá discursar na abertura da &#8220;The Great American State Fair&#8221; [Grande Feira Estadual Americana, na tradução para português], que, de 25 de junho a 10 de julho, estará aberta ao público no National Mall, um amplo parque no centro da capital federal norte-americana, onde estão localizados monumentos como o Lincoln Memorial ou o Washington Monument.</P><br />
<P>A iniciativa pretende dar destaque à história, cultura e património dos EUA.</P><br />
<P>&#8220;Poderás presenciar impressionantes sobrevoos militares com caças de precisão e bombardeiros furtivos, pilotados pelos nossos pilotos militares americanos, que provaram ser a elite do mundo&#8221;, indicou o Presidente, descrevendo o evento como uma &#8220;homenagem patriótica&#8221; em Washington DC, &#8220;uma das cidades mais seguras do mundo, que está a ser embelezada a níveis nunca antes vistos&#8221;.</P><br />
<P>O evento pretende ser uma montra para todos os estados e territórios norte-americanos. Mas, apenas alguns dias antes do início da Feira, vários estados recusaram-se a participar.</P><br />
<P>Pelo menos sete estados governados por democratas optaram por não enviar representantes oficiais à &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221; e alguns expressaram preocupação com a possibilidade do evento estar a tornar-se mais partidário do que o anunciado. </P><br />
<P>Massachusetts, Carolina do Norte, Washington, Illinois, Oregon e Connecticut alegaram restrições orçamentais como justificação para não participarem, segundo o portal The Hill, que noticiou ainda que as autoridades do turismo do Maine recusaram o convite devido a compromissos de agenda durante a &#8220;alta temporada de verão&#8221;. </P><br />
<P>Já um porta-voz do conselho de turismo da Pensilvânia disse ao The Hill que o estado ainda está a decidir se participará ou não. </P><br />
<P>Contudo, segundo o &#8216;site&#8217; oficial do evento, mais de 150 expositores de todos os &#8220;estados e territórios, empresas, inovadores e organizações cívicas&#8221; estarão presentes na &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221;, que apresentará &#8220;o melhor da América através de pavilhões estaduais, exposições industriais, atrações para toda a família, exibições de filmes, apresentações musicais, conjuntos militares, sobrevoos espetaculares, programação cultural diária e uma icónica roda-gigante&#8221;.</P><br />
<P>A ausência de vários estados não é a única polémica a marcar as festividades dos 250 anos da assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos (1776).</P><br />
<P>Diversos artistas também cancelaram a sua participação nas festividades no National Mall após apontarem ligações do evento com a Casa Branca (presidência norte-americana). </P><br />
<P>Entre os que abandonaram o cartaz estão o cantor de &#8216;rock&#8217; Bret Michaels, vocalista da banda Poison, bem como as bandas Alabama, The Marshall Tucker Band, The Oak Ridge Boys e o músico &#8216;country&#8217; Mark Wills.</P><br />
<P>O grupo &#8220;Freedom 250&#8221;, responsável pela &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221; e respetivos concertos, foi lançado no ano passado pelo Governo de Trump. No entanto, a organização garante que o evento é apartidário.</P><br />
<P>O &#8220;Freedom 250&#8221; é distinto do &#8220;America250&#8221;, uma iniciativa bipartidária estabelecida pelo Congresso em 2016 para planear as comemorações dos 250 anos da Independência.</P><br />
<P>O grupo bipartidário é liderado por membros nomeados por ambos os partidos, Democrata e Republicano, e realizará os seus próprios eventos. Entre eles, estão as comemorações do 04 de Julho em Nova Iorque, Filadélfia e Califórnia, e festas de rua por todo o país.</P><br />
<P>Face à desistência dos artistas, Trump decidiu entrar em cena para liderar o lançamento da Feira através de um comício, já na quarta-feira.</P><br />
<P>Ainda antes da inauguração da &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221;, Donald Trump comemorou o seu 80.º aniversário na Casa Branca, em 14 de junho, com um evento de artes marciais mistas &#8216;Ultimate Fighting Championship&#8217; (UFC), o qual procurou associar também às comemorações dos 250 anos da Independência.</P><br />
<P>Já para 04 de Julho, Dia da Independência, Donald Trump planeia realizar o comício político &#8220;mais espetacular de sempre&#8221; em Washington.</P><br />
<P>&#8220;Teremos o comício mais espetacular de sempre por TRUMP, uma HOMENAGEM À AMÉRICA&#8221;, declarou Trump, igualmente na Truth Social e recorrendo mais uma vez à escrita em maiúsculas para enfatizar a sua mensagem.</P><br />
<P>Na mesma mensagem, garantiu que fará &#8220;um discurso imperdível&#8221;, numa &#8220;homenagem ao povo, ao espírito, à força, à determinação e aos triunfos&#8221; do país.</P><br />
<P>A celebração do 04 de Julho, marcada por grandes fogos de artifício no coração da capital federal, é tradicionalmente apolítica.</P><br />
<P>O único pedido do grupo &#8220;Freedom 250&#8221; à Pyrotecnico, empresa responsável pela criação do espetáculo de pirotecnia, foi que superasse o recorde das Filipinas de 2016 para a maior queima de fogos de artifício da história, de acordo com o jornal USA Today.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780316]]></sapo:autor>
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		<title>Metro de Lisboa lança projeto-piloto em outubro para antecipar hora de abertura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Metro de Lisboa vai lançar um projeto-piloto em outubro que prevê a antecipação em uma hora do horário de abertura (05:30), para adaptar a oferta às "novas necessidades", anunciou hoje a presidente do conselho de administração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Metro de Lisboa vai lançar um projeto-piloto em outubro que prevê a antecipação em uma hora do horário de abertura (05:30), para adaptar a oferta às &#8220;novas necessidades&#8221;, anunciou hoje a presidente do conselho de administração.</P><br />
<P>O anuncio foi feito por Cristina Vaz Tomé durante uma conferência sobre transportes públicos, realizada no terminal fluvial do Cais do Sodré.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos manter os horários do passado. Temos de dar a resposta ao presente&#8221;, sublinhou a presidente do conselho de administração do Metropolitano de Lisboa, assegurando que existe um alinhamento com o Governo.</P><br />
<P>Cristina Vaz Tomé explicou que o projeto-piloto para antecipar em uma hora o início de funcionamento do serviço do metropolitano, que atualmente é às 06:30, irá arrancar em outubro deste ano.</P><br />
<P>&#8220;Estes testes vão permitir afinar esta modalidade para iniciar em janeiro de 2027&#8221;, acrescentou, ressalvando que ainda não existe um modelo definido, nomeadamente se esta mudança irá incluir os fins de semana.</P><br />
<P>Cristina Vaz Tomé referiu ainda que estas mudanças implicam alterações ao contrato de concessão.</P><br />
<P>O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).</P><br />
<P>Normalmente, o metro funciona entre as 06:30 e as 01:00.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780315]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Viticultores obrigados a apresentar declaração de colheita até 31 de outubro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/viticultores-obrigados-a-apresentar-declaracao-de-colheita-ate-31-de-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo determinou que os viticultores passam a estar obrigados a apresentar uma declaração de colheitas até 31 de outubro de cada ano, cerca de um mês antes do que estava anteriormente estipulado, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo determinou que os viticultores passam a estar obrigados a apresentar uma declaração de colheitas até 31 de outubro de cada ano, cerca de um mês antes do que estava anteriormente estipulado, foi anunciado. </P><br />
<P>A declaração &#8220;deve ser apresentada até 31 de outubro de cada ano&#8221;, lê-se numa portaria assinada pelo ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, publicada em Diário da República. </P><br />
<P>No diploma, o Governo indicou que o prazo de entrega, inicialmente, terminava em 15 de novembro de cada ano, tendo sido, posteriormente, alterado para o dia 30 do mesmo mês por conveniência administrativa. </P><br />
<P>Contudo, justificou um novo ajustamento com a &#8220;atual situação do setor vitivinícola&#8221;, de modo a assegurar a conformidade dos registos obrigatórios, prevenir eventuais manipulações e reforçar a competitividade. </P><br />
<P>Ainda assim, ressalvou, que em casos excecionais poderá haver uma prorrogação. </P><br />
<P>Os viticultores associados a uma ou mais adegas ou agrupamentos e que lhe tenham entregado a totalidade da sua produção de uvas ou de mosto, &#8220;tendo reservado o direito de obter por vinificação uma quantidade inferior a 1.000 litros para consumo do agregado familiar&#8221;, ficam isentos de apresentar a declaração, &#8220;desde que a adega ou agrupamento em causa esteja obrigado a fazê-lo&#8221;. </P><br />
<P>A declaração deve ser submetida através do Sistema de Informação da Vinha e do Vinho (SIVV). </P><br />
<P>A portaria em causa entra em vigor na quarta-feira.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780313]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Onda de calor extrema ameaça rede elétrica europeia com risco de apagões (e estes são os países mais vulneráveis)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A terceira grande onda de calor do ano está a colocar à prova as redes elétricas europeias, numa altura em que várias regiões do continente enfrentam temperaturas excecionalmente elevadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira grande onda de calor do ano está a colocar à prova as redes elétricas europeias, numa altura em que várias regiões do continente enfrentam temperaturas excecionalmente elevadas. As previsões apontam para máximas que poderão atingir os 43 graus Celsius em zonas do Mediterrâneo, enquanto países da Europa Ocidental se preparam para registar valores potencialmente históricos.</p>
<p>Em França, mais de metade dos 96 departamentos do país já foram colocados sob alerta vermelho devido ao risco para a população, com as autoridades a recomendarem vigilância máxima e a evitarem a exposição direta ao sol. No Reino Unido, o serviço meteorológico prevê temperaturas que poderão chegar aos 38 graus no sul de Inglaterra, acompanhadas por noites tropicais, fenómeno que ocorre quando os termómetros não descem abaixo dos 20 graus durante um período de 24 horas.</p>
<p>Também Alemanha, Espanha, Portugal e Suíça enfrentam temperaturas elevadas que já começam a provocar perturbações no quotidiano. Em vários países europeus, centenas de escolas encerraram ou reduziram horários, enquanto algumas ligações ferroviárias foram limitadas para minimizar o risco de avarias causadas pelo calor extremo.</p>
<p>Consumo elétrico dispara devido à procura de refrigeração</p>
<p>Um dos efeitos menos visíveis das ondas de calor é a pressão exercida sobre os sistemas energéticos. À medida que aumentam as temperaturas, cresce igualmente a utilização de equipamentos de refrigeração, como aparelhos de ar condicionado e ventoinhas, elevando significativamente a procura de eletricidade.</p>
<p>A Agência Internacional da Energia (AIE) já tinha alertado anteriormente que as temperaturas extremas estão a impulsionar a procura global de soluções de arrefecimento. Segundo a organização, o aumento da utilização destes equipamentos conduz a picos de consumo elétrico que podem gerar um ciclo vicioso, aumentando a necessidade de produção energética e, consequentemente, as emissões associadas.</p>
<p>Durante a onda de calor do início do verão de 2025, por exemplo, França registou um pico de consumo elétrico ao final da tarde cerca de 25% superior à média habitual da época, apesar de o país apresentar uma taxa relativamente reduzida de utilização de ar condicionado.</p>
<p><strong>Grécia lidera aumento da procura de eletricidade</strong><br />
Um estudo realizado pelo portal especializado Compare the Market analisou 85 países, responsáveis por cerca de 90% do consumo mundial de eletricidade, para avaliar o impacto das temperaturas extremas na procura energética.</p>
<p>Os resultados mostram que a Grécia é o país mais afetado, registando um aumento médio de 38,62% na procura de eletricidade durante os períodos mais quentes do ano. Este acréscimo representa mais 143,08 quilowatts-hora por pessoa e por mês de calor extremo.</p>
<p>Logo atrás surge Montenegro, com uma subida de 22,49%, seguido pela Turquia (21,91%), Croácia (17,76%), Itália (14,22%) e Espanha (8,86%). Estes dados demonstram que os países do sul da Europa estão particularmente expostos ao impacto energético das ondas de calor.</p>
<p><strong>Onde os apagões duram mais tempo</strong><br />
Quando a procura de eletricidade ultrapassa a capacidade disponível de produção ou os limites físicos das redes de transporte e distribuição, existe o risco de diminuição da frequência elétrica do sistema, fenómeno que pode culminar em apagões.</p>
<p>Com base nos cinco anos mais recentes de dados disponíveis, o estudo avaliou também a duração média das interrupções de energia em vários países europeus.</p>
<p>A Hungria lidera a lista, com uma duração média anual de falhas elétricas de 2,92 horas. Seguem-se a Eslovénia, com 2,16 horas, e a Grécia, com 1,63 horas.</p>
<p>Os investigadores destacam ainda que, embora a duração média das interrupções em Itália seja inferior à registada na Grécia, o elevado número de agregados familiares faz com que o impacto económico seja superior. Estima-se que os apagões custem anualmente às famílias italianas cerca de 154,7 milhões de euros, valor ligeiramente acima dos 152,1 milhões de euros registados na Polónia.</p>
<p>Estas estimativas incluem prejuízos associados à deterioração de alimentos, perda de climatização, interrupções de Internet e outros inconvenientes decorrentes da falta de eletricidade.</p>
<p><strong>Energia solar ajuda a evitar colapso da rede</strong><br />
Apesar dos riscos crescentes, as energias renováveis estão a desempenhar um papel cada vez mais importante na estabilização dos sistemas elétricos europeus.</p>
<p>Durante as ondas de calor registadas em junho e julho do ano passado, quando algumas regiões da Europa atingiram os 40 graus Celsius, a procura diária de eletricidade aumentou até 14%. Simultaneamente, várias centrais térmicas registaram problemas operacionais, o que provocou uma subida significativa dos preços da eletricidade.</p>
<p>No entanto, segundo o centro de estudos energético Ember, a produção recorde de energia solar na União Europeia ajudou a evitar perturbações mais graves. Nos dias mais críticos, os painéis solares chegaram a fornecer até 50 gigawatts de potência apenas na Alemanha, representando entre 33% e 39% de toda a eletricidade consumida no país.</p>
<p>O reforço das capacidades de armazenamento também teve um papel determinante. A Alemanha dispõe atualmente de cerca de 14 gigawatts de armazenamento em baterias e de 10 gigawatts através de centrais hidroelétricas reversíveis, permitindo guardar parte da energia solar produzida durante o dia para utilização após o pôr do sol.</p>
<p>Com novas ondas de calor a tornarem-se mais frequentes e intensas, os especialistas alertam que a capacidade das redes elétricas será cada vez mais colocada à prova. O crescimento da utilização de sistemas de refrigeração, aliado à eletrificação crescente da economia, está a transformar o fornecimento de energia num dos principais desafios para os países europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780309]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/CDS propõe dois anos de residência legal para acesso de imigrantes à PSU</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-cds-propoe-dois-anos-de-residencia-legal-para-acesso-de-imigrantes-a-psu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 23 jun 2026 (Lusa) -- PSD e CDS entregaram hoje alterações à proposta do Governo que cria a prestação social única (PSU), estabelecendo um período mínimo de dois anos de residência legal entre as condições de acesso requeridas a cidadãos extracomunitários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> PSD e CDS entregaram hoje alterações à proposta do Governo que cria a prestação social única (PSU), estabelecendo um período mínimo de dois anos de residência legal entre as condições de acesso requeridas a cidadãos extracomunitários.</P><br />
<P>Esta é uma das principais alterações hoje apresentadas pelo PSD e CDS à proposta de autorização legislativa do Governo e que, no plano político, se destina a aproximar posições em relação às exigências do Chega.</P><br />
<P>Nas condições gerais de acesso à PSU, PSD e CDS propõem que na proposta do Governo passe a estar previsto &#8220;um período mínimo de residência legal e efetiva em território nacional de dois anos para nacionais de Estados que não integrem a União Europeia ou o Espaço Económico Europeu&#8221;.</P><br />
<P>Um requisito que se aplica também a cidadãos de países que &#8220;não tenham celebrado acordo de livre circulação com a União Europeia&#8221;.</P><br />
<P>A seguir, porém, ressalva-se que se poderá aplicar um prazo inferior ou a atribuição de proteção transitória &#8220;quando tal se revele indispensável à proteção de crianças, grávidas, pessoas com deficiência ou incapacidade, vítimas de violência doméstica ou de tráfico de seres humanos, ou à garantia dos meios necessários a uma existência condigna&#8221;.</P><br />
<P>Momentos antes de ser conhecida esta alteração apresentada pelas bancadas dos partidos que suportam o Governo, o presidente do Chega, André Ventura, em declarações aos jornalistas, em Lisboa, ameaçou rejeitar a proposta de criação da PSU se o Governo não aceitar condicionar o acesso a apoios para os imigrantes sem descontos. O Chega tem exigido cinco anos de período mínimo contributivo por parte dos imigrantes.</P><br />
<P>Porém, na semana passada, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afastou esse prazo de cinco anos exigido pelo Chega, mas admitiu aumentar o período temporal exigido aos imigrantes para terem acesso PSU.</P><br />
<P>No passado dia 18, a proposta do Governo que visa autorizar o executivo a criar a PSU baixou a especialidade sem votação na generalidade, com votos contra de BE, PCP e do ex-líder do PS Pedro Nuno Santos.</P><br />
<P>Segundo a proposta original, a PSU vai agregar 13 apoios: o Rendimento Social de Inserção (RSI), seis subsídios sociais de parentalidade (parental inicial, por risco clínico durante a gravidez, interrupção da gravidez, riscos específicos, adoção, e necessidade de deslocação a unidade hospitalar localizada fora da ilha de residência da grávida), a pensão social de velhice, a pensão social do regime especial de proteção na invalidez, o complemento extraordinário de solidariedade, a pensão de viuvez, a pensão de orfandade e o subsídio social de desemprego.</P><br />
<P>Uma das principais medidas é o condicionamento da atribuição da PSU à disponibilidade do requerente ou membros do seu agregado em idade ativa que não se encontrem a trabalhar para, salvo em situações excecionais previstas na lei, prestar &#8220;atividades de solidariedade social&#8221; até um máximo de 15 horas por semana.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780310]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Turistas trocam capitais europeias por trilhos, aves e aldeias: será esta a solução para cidades sobrelotadas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante anos, a viagem clássica à Europa passou por capitais cheias, museus, filas, hotéis urbanos e circuitos rápidos entre cidades. Mas uma nova tendência está a ganhar força]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a viagem clássica à Europa passou por capitais cheias, museus, filas, hotéis urbanos e circuitos rápidos entre cidades. Mas uma nova tendência está a ganhar força entre turistas americanos: trocar os centros históricos saturados por caminhos rurais, aldeias, observação de aves, natureza e caminhadas autoguiadas. O &#8216;El Economista&#8217;, a partir de dados e relatos recolhidos pela &#8216;Bloomberg&#8217;, aponta esta mudança como uma possível resposta ao excesso de turismo nas grandes cidades europeias.</p>
<p>A tendência começou por ganhar visibilidade no turismo interno, mas está a tornar-se internacional. Cada vez mais viajantes procuram experiências ao ar livre, contacto com a natureza, rotas históricas, percursos religiosos, caminhadas e viagens mais lentas. A procura por destinos rurais está também ligada a mudanças de estilo de vida, com maior atenção ao bem-estar, à atividade física, à redução do consumo de álcool e à preferência por espaços abertos.</p>
<p>A &#8216;Bloomberg&#8217; descreve o fenómeno como uma nova vaga de férias de trilhos autoguiados, durante muito tempo pouco explorada pelos turistas americanos. A lógica é simples: fugir das multidões, caminhar por paisagens menos saturadas, dormir em alojamentos locais e descobrir a Europa através de pequenas localidades em vez de grandes avenidas turísticas.</p>
<p>Em Espanha, esta tendência já é visível em zonas como Doñana, Monfragüe ou pequenas localidades da Extremadura, junto à fronteira com Portugal. San Vicente de Alcántara e Valencia de Alcántara, durante décadas afastadas das grandes rotas internacionais, começam a receber visitantes estrangeiros interessados em observação de aves, sobretudo espécies como a águia-imperial-ibérica, a águia-real, o abutre-preto e o grifo.</p>
<p>O fenómeno está a dar nova vida a territórios rurais que pareciam condenados à perda de população e atividade económica. Hotéis, alojamentos rurais e serviços ligados à natureza estão a ganhar procura, enquanto alguns estrangeiros começam mesmo a interessar-se por propriedades nestas zonas.</p>
<p>A grande mudança é que este turismo não se limita a Espanha. Em toda a Europa, rotas históricas e naturais estão a registar aumentos expressivos. A Via Francigena, com cerca de 2.000 quilómetros entre Canterbury, em Inglaterra, e Roma, ou o percurso de 270 quilómetros pelos Alpes Julianos, na Eslovénia, têm visto o número de caminhantes multiplicar-se na última década.</p>
<p>O Caminho de Santiago é um dos exemplos mais fortes. A rede de itinerários prepara-se para um dos verões mais movimentados dos seus 1.200 anos de história. Nas últimas cinco décadas, o número de peregrinos passou de cerca de 70 por ano para mais de 347 mil antes da pandemia. Desde 2022, o Caminho tem batido recordes sucessivos.</p>
<p>Grande parte desta nova procura vem dos Estados Unidos. Operadores turísticos relatam um interesse crescente de viajantes americanos que querem escapar ao turismo de massas e viver uma experiência mais espontânea, flexível e próxima da natureza. No caso do Caminho de Santiago, o número de credenciais de peregrino emitidas a americanos duplicou entre 2018 e 2025.</p>
<p>Portugal surge diretamente nesta mudança. A empresa escocesa Macs Adventure, especializada em viagens a pé e fundada em Glasgow em 2003, afirma que os viajantes americanos estão a impulsionar aumentos expressivos em novos destinos. Entre estes turistas, as reservas para a Madeira cresceram 99% desde 2022, enquanto as reservas para os Açores subiram 360%.</p>
<p>A América do Norte tornou-se um dos motores de crescimento mais dinâmicos da Macs Adventure. Para responder ao aumento da procura, que incluiu uma subida de 236% nas reservas dos Estados Unidos entre 2023 e 2024, a empresa abriu um escritório em Denver e reforçou a equipa americana.</p>
<p>Neil Lapping, presidente executivo da Macs Adventure, acredita que o fenómeno ainda está no início. O responsável considera que muitos americanos estão agora a descobrir como funcionam as caminhadas autoguiadas na Europa, com percursos organizados, alojamento reservado, transporte de bagagem e aplicações GPS que dão autonomia sem retirar segurança.</p>
<p>O apelo está precisamente nesse equilíbrio. Muitos viajantes não querem uma aventura extrema, com mochilas pesadas e noites em cabanas isoladas, mas também não querem uma viagem convencional de autocarro turístico. Procuram caminhar, estar ao ar livre, jantar numa vila, dormir confortavelmente e acordar no dia seguinte com outro percurso à espera.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; destaca também o caso da Pura Aventura, agência especializada com sede em Portugal. A diretora Linda Biggers descreve esta nova procura como uma forma de “independência guiada”: viagens em que os turistas seguem mapas, instruções e aplicações GPS, mas mantêm liberdade para gerir o ritmo, afastar-se das multidões e viver a experiência sem depender de grupos organizados.</p>
<p>Segundo a Pura Aventura, 77% das reservas para Espanha em 2025 foram para roteiros rurais autoguiados, em vez de viagens urbanas ou percursos de carro. Em 2026, essa proporção já subiu para 84%, sinal de que a tendência continua a crescer.</p>
<p>Também os hotéis estão a adaptar-se. Em zonas de trilhos populares, várias unidades começaram a criar pacotes pensados para caminhantes que querem explorar rotas diferentes durante o dia, mas regressar ao mesmo alojamento confortável à noite. Há propostas nas Dolomitas, na Escócia e em Maiorca, onde a Serra de Tramuntana, classificada como Património Mundial da UNESCO, começa a ser vendida como destino de caminhada com conforto.</p>
<p>A observação de aves é outro motor desta mudança. Depois da pandemia, aumentou o interesse por atividades ao ar livre, caminhadas e experiências ligadas ao bem-estar. Ao mesmo tempo, muitos viajantes procuram turismo mais lento, com ligação à gastronomia local, às tradições culturais, à história regional e a pequenos negócios familiares.</p>
<p>Esta nova forma de viajar aparece também como resposta ao excesso de turismo nas grandes cidades. As chegadas internacionais atingiram 1,52 mil milhões de viajantes em 2025, com a Europa a receber mais de metade. Em cidades como Barcelona, Paris ou Veneza, multiplicaram-se protestos contra multidões, pressão sobre a habitação e a transformação dos centros históricos em cenários turísticos.</p>
<p>Os próprios viajantes parecem estar a reagir. Duas pesquisas recentes citadas no texto indicam que 67% dos turistas globais querem visitar destinos menos lotados e 63% planeiam explorar locais fora das rotas tradicionais na próxima viagem.</p>
<p>A diferença pode ser profunda. Mesmo em destinos muito conhecidos, como Cinque Terre, em Itália, caminhar entre aldeias oferece uma experiência diferente da chegada de carro ou comboio a zonas congestionadas. Os trilhos permitem encontrar pequenas explorações agrícolas, vilas discretas e momentos de silêncio poucos minutos antes de regressar a locais cheios de visitantes.</p>
<p>A tendência não elimina o turismo de massas, mas oferece uma alternativa. Para as zonas rurais, pode significar novas receitas, reabertura de alojamentos, procura por guias, restauração e serviços locais. Para as grandes cidades, pode ajudar a aliviar parte da pressão turística. Para os viajantes, abre a possibilidade de descobrir uma Europa menos óbvia, menos apressada e mais próxima do território.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780302]]></sapo:autor>
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		<title>Europastry compra Highland Baking Company para reforçar crescimento nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:08:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A multinacional de massas congeladas Europastry chegou a acordo para a aquisição da Highland Baking Company, uma empresa familiar sediada no estado de Illinois (EUA), com o objetivo de reforçar a sua presença no mercado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A multinacional de massas congeladas Europastry chegou a acordo para a aquisição da Highland Baking Company, uma empresa familiar sediada no estado de Illinois (EUA), com o objetivo de reforçar a sua presença no mercado norte-americano.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado hoje, e citado pela agência EFE, a Europastry, que tem presença industrial em Portugal, indicou que, com esta aquisição &#8212; cuja conclusão está prevista para o final de 2026 &#8212; espera ultrapassar os 2 mil milhões de euros de faturação a nível global.</P><br />
<P>Segundo a empresa, que tem sede em Barcelona, esta operação representa mais um passo na sua estratégia de adquirir, investir e desenvolver empresas de referência, reforçando simultaneamente a sua presença internacional e alargando a sua oferta de produtos.</P><br />
<P>A aquisição integra também um ambicioso plano de investimento nos Estados Unidos, que inclui o aumento da capacidade produtiva e a expansão para novas categorias de produtos naquele mercado.</P><br />
<P>A Highland Baking Company dispõe atualmente de dois centros de produção em Northbrook, no estado de Illinois, e de uma terceira unidade em Spartanburg, na Carolina do Sul.</P><br />
<P>Como parte do acordo, a Highland continuará a operar sob a sua marca atual e manterá a equipa de gestão existente.</P><br />
<P>O presidente da Europastry, Jordi Gallés, afirmou estar convicto de que a Highland &#8220;é a empresa ideal para acelerar&#8221; o crescimento do grupo nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Por sua vez, o presidente executivo da Highland, Stuart Rosen, considerou que a Europastry é &#8220;o parceiro perfeito para dar o próximo passo&#8221; no desenvolvimento da empresa, preservando a sua identidade e cultura empresarial.</P><br />
<P>A Europastry encerrou o ano de 2025 com um aumento de 8% nas vendas, atingindo os 1,63 mil milhões de euros de faturação, em comparação com o ano anterior. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780303]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo em Loulé mobiliza mais de 150 operacionais e obriga ao corte da EN2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio no sítio dos Besteiros, na freguesia do Ameixial, em Loulé, está a mobilizar mais de 150 operacionais e obrigou ao corte da Estrada Nacional (EN) 2, em ambos os sentidos, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio no sítio dos Besteiros, na freguesia do Ameixial, em Loulé, está a mobilizar mais de 150 operacionais e obrigou ao corte da Estrada Nacional (EN) 2, em ambos os sentidos, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve disse, às 13:30, que o incêndio estava a ser combatido por 156 operacionais, apoiados por 46 viaturas e nove meios aéreos.</P><br />
<P>&#8220;O incêndio está a abranger uma área grande porque o vento é muito forte no local, havendo projeções [do fogo] a 500 metros&#8221;, referiu, sublinhando que apesar de haver casas na área de intervenção do incêndio, não houve ainda necessidade de retirar pessoas.</P><br />
<P>De acordo com a mesma fonte, &#8220;não houve reporte para o comando regional da necessidade de evacuar casas&#8221;, nem conhecimento de que tal medida tenha sido determinada pelo comandante das operações no local, sublinhou.</P><br />
<P>O alerta para o incêndio foi dado às 10:49 e o corte da EN2 ao trânsito efetuado às 11:25, como medida preventiva.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780297]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 20% das empresas portuguesas impreparadas para mudanças económicas repentinas, indica estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 22% das empresas portuguesas considera que não está preparada e não tem medidas estabelecidas para enfrentar um agravamento repentino do contexto económico, segundo um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 22% das empresas portuguesas considera que não está preparada e não tem medidas estabelecidas para enfrentar um agravamento repentino do contexto económico, segundo um estudo hoje divulgado.</P><br />
<P>De acordo com o mais recente estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, há &#8220;várias lacunas na gestão da política de risco comercial das empresas&#8221;.</P><br />
<P>O balanço foi feito através de uma consulta junto de cerca de 400 gestores de empresas e regista que 22% não tem &#8220;qualquer tipo de estratégia preparada face a uma mudança negativa no contexto comercial e económico, o que traz vulnerabilidade à gestão de riscos&#8221;.</P><br />
<P>O documento aponta que apenas 6% das empresas portuguesas &#8220;dispõem de planos de contingência para mitigar os efeitos de um súbito agravamento do ambiente económico&#8221;.</P><br />
<P>Já 32% diz ter medidas básicas e 29% que desenvolveram ações específicas para contrariar as mudanças negativas na economia.</P><br />
<P>Segundo a Crédito y Caución, uma das principais marcas em seguros de crédito interno e de exportação em Portugal e com uma quota de 22,1%, ter medidas preventivas em vigor &#8220;pode reduzir o risco financeiro entre 30% e 70%, dependendo do tipo de empresa, setor e nível de implementação&#8221;.</P><br />
<P>Os mesmos dados apontam que 69% das empresas não viram mudanças no perfil dos clientes com pagamentos em atraso.</P><br />
<P>No total, 8% apontaram que as mudanças registadas foram em setores que dependem da exportação e/ou importação, e outros 8% de empresas &#8220;estão a perceber um perfil diferente de clientes com atrasos de pagamento indicam que estes estão ligados a setores afetados pela incerteza geopolítica&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780296]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Europa instalou mais 48% de baterias em 2025, indica relatório da SolarPower Europe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[baterias]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[SolarPower Europe]]></category>
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					<description><![CDATA[A Europa aumentou em 48% a instalação de baterias em 2025, atingindo 36 gigawatts-hora (GWh) de nova capacidade, mas continua longe de cobrir as suas necessidades de armazenamento de energia para 2030, indicou hoje a associação SolarPower Europe.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Europa aumentou em 48% a instalação de baterias em 2025, atingindo 36 gigawatts-hora (GWh) de nova capacidade, mas continua longe de cobrir as suas necessidades de armazenamento de energia para 2030, indicou hoje a associação SolarPower Europe.</P><br />
<P>No seu relatório &#8220;Perspetivas do mercado europeu de baterias 2026-2030&#8221;, a associação europeia do setor fotovoltaico assinala que a capacidade operacional acumulada de baterias na União Europeia atingiu os 77 GWh no final de 2025 e prevê que chegue a cerca de 470 GWh em 2030.</P><br />
<P>No entanto, essa estimativa ainda está longe dos 600 GWh que a associação considera necessários para acompanhar os objetivos climáticos, melhorar a segurança energética e conter os preços.</P><br />
<P>O mercado europeu no seu conjunto ultrapassou, pela primeira vez, os 100 GWh de capacidade operacional acumulada, após a instalação de 36 GWh de sistemas de armazenamento com baterias no ano passado, um aumento de 48% em relação a 2024 e o 12.º ano consecutivo de crescimento.</P><br />
<P>Este aumento foi impulsionado sobretudo pelos grandes sistemas ligados à rede, que já representaram mais de metade das novas instalações anuais, em contraste com um mercado residencial que perdeu parte do impulso excecional registado durante a crise energética de 2022.</P><br />
<P>A SolarPower Europe prevê que o mercado europeu entre agora numa fase de forte expansão e que as novas instalações anuais ultrapassem os 50 GWh em 2026 e atinjam os 138 GWh em 2030 no seu cenário médio.</P><br />
<P>No que diz respeito à União Europeia (UE), a associação estima que a capacidade acumulada passe de 77 GWh em 2025 para 470 GWh em 2030, o que significaria multiplicar por mais de seis a capacidade atual, embora ainda longe da meta de 600 GWh.</P><br />
<P>O relatório alerta para o facto de a UE continuar a apresentar uma lacuna de flexibilidade no seu sistema elétrico, com uma relação de oito unidades de potência solar instalada por cada unidade de baterias no final de 2025.</P><br />
<P>Este dado representa uma melhoria em relação à proporção de 10 para um registada em 2024, mas continua a ser insuficiente para absorver o rápido crescimento das energias renováveis, salienta a associação patronal, alertando que a falta de armazenamento contribuiu para a congestão das redes, entre outros problemas.</P><br />
<P>Neste contexto, apela à Comissão Europeia para que elabore um plano específico para baterias que acelere as autorizações e as ligações e que elimine barreiras e tarifas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780286]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MP pede ida a julgamento de presidente da Junta da Estrela na Operação Tutti Frutti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Newton]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Tutti Frutti]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público pediu hoje a ida a julgamento do presidente da Junta de Freguesia da Estrela e do recém-nomeado para a direção da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), no âmbito do processo Tutti Frutti.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público pediu hoje a ida a julgamento do presidente da Junta de Freguesia da Estrela e do recém-nomeado para a direção da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), no âmbito do processo Tutti Frutti.</p>
<p>No debate instrutório que começou hoje no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, a procuradora Andrea Marques dedicou a manhã a nove dos 59 arguidos &#8211; sendo expectável que as suas exposições se prolonguem por mais sessões, uma vez que faltam dezenas de arguidos -, pedindo ao tribunal que os nove acusados sigam para julgamento.</p>
<p>Entre eles está o atual presidente da Junta de Freguesia da Estrela, Luís Newton, acusado de crimes de corrupção passiva e prevaricação, com a procuradora a acrescentar que &#8220;não há qualquer violação do princípio da presunção de inocência&#8221;.</p>
<p>O Ministério Público pediu também a ida a julgamento do antigo presidente da Junta de Freguesia de Santo António e recém-nomeado para diretor de planeamento e produção de eventos da EGEAC, e do irmão de Sérgio Azevedo (ex-deputado social-democrata e também arguido neste processo), Francisco Azevedo, e de Ângelo Pereira, ex-vereador do PSD na Câmara Municipal de Lisboa.</p>
<p>Em causa estão alegados favorecimentos a militantes do PS e do PSD, através de avenças e contratos públicos, e entre os arguidos, além dos já mencionados pelo Ministério Público durante a manhã, está ainda o ex-deputado do PSD Carlos Eduardo Reis, recentemente eleito líder da distrital de Braga do PSD.</p>
<p>O debate instrutório que começou hoje é a última fase da instrução e tem como objetivo ouvir os argumentos do Ministério Público e das defesas dos arguidos para que o juiz de instrução possa avaliar se existem, ou não, indícios suficientes para que o processo siga para julgamento.</p>
<p>A acusação do Ministério Público foi deduzida em 2025 contra 60 arguidos, contando-se neste momento 59 acusados, uma vez que Fernando Braamcamp, antigo presidente da Junta de Freguesia do Areeiro e acusado de 39 crimes de corrupção passiva, morreu em abril deste ano.</p>
<p>O Ministério Público chegou a investigar Fernando Medina, antigo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, mas este não foi acusado, uma vez não ter sido possível deduzir que Fernando Medina tivesse atuado &#8220;com o propósito inequívoco&#8221; de beneficiar outros arguidos.</p>
<p>Na acusação, o Ministério Público pediu ainda que 29 dos arguidos devolvam mais de 580 mil euros ao Estado: por exemplo, a Sérgio Azevedo, antigo deputado e líder da representação do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa entre 2013 e 2017, são reclamados mais de 123 mil euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780287]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O número 22 persegue os discursos de Trump. E ninguém sabe exatamente o porquê desta &#8216;obsessão&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Donald Trump parece ter encontrado um novo número recorrente nos seus discursos: 22]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump parece ter encontrado um novo número recorrente nos seus discursos: 22. Desde que regressou à Casa Branca, o presidente americano tem usado repetidamente essa referência em temas muito diferentes, da guerra no Irão à economia dos Estados Unidos, passando por obras em Washington, D.C., escreve o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Segundo o jornal britânico, Trump afirmou que as Forças Armadas americanas destruíram 22 navios iranianos, disse ter provado que 22 economistas vencedores do Prémio Nobel estavam errados sobre a economia e referiu ter reunido com 22 especialistas médicos durante um exame recente no hospital militar Walter Reed.</p>
<p>Apesar da repetição, não existe uma explicação pública clara para a importância do número. Trump não esclareceu por que motivo o 22 se tornou uma referência tão frequente nas suas intervenções, deixando observadores políticos e utilizadores das redes sociais a especular sobre o significado.</p>
<p>A fixação recente não se limita a grandes temas políticos ou militares. O presidente criticou o &#8216;The New York Times&#8217; por ter colocado uma notícia sobre medicamentos sujeitos a receita na página 22, queixou-se de que uma hipotética viagem à Ásia exigiria 22 horas de voo e recordou uma piscina que disse ter construído há 22 anos.</p>
<p>Nalguns casos, o número terá sido usado de forma incorreta. Trump afirmou, por exemplo, que a capital americana tem 22 fontes, mas Washington, D.C. terá, na realidade, 18.</p>
<p>Num evento de Hanukkah, em dezembro, Trump disse que pilotos americanos envolvidos num ataque ao Irão lhe tinham afirmado: “Estivemos a treinar durante 22 anos.&#8221; Já este domingo, escreveu na rede &#8216;Truth Social&#8217;: “Muitas mortes em Chicago. 22 pessoas baleadas”.</p>
<p>A recorrência levou alguns utilizadores das redes sociais a sugerir que o número poderá estar ligado à 22ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que limita os presidentes a dois mandatos. A hipótese ganhou força porque Trump tem voltado a insinuar a possibilidade de tentar concorrer novamente em 2028, apesar da proibição constitucional.</p>
<p>Em março, o presidente americano disse à &#8216;NBC News&#8217; que “não estava a brincar” quando falava numa nova candidatura, acrescentando que “muitas pessoas” queriam que o fizesse. Também sugeriu que poderiam existir brechas na Constituição, embora não tenha apresentado uma via concreta.</p>
<p>Outros utilizadores online interpretaram a repetição do número como sinal de eventual declínio cognitivo. O &#8216;The Independent&#8217; nota, contudo, que essa leitura circula nas redes sociais e não corresponde a uma explicação oficial ou comprovada.</p>
<p>Esta não é a primeira vez que Trump se prende a um número nos seus discursos. No ano passado, a revista &#8216;The Atlantic&#8217; escreveu que o presidente recorria frequentemente ao número 92. Entre outros exemplos, Trump afirmou ter vencido no condado de Wayne, na Carolina do Norte, por 92%, quando a margem real foi de 16 pontos percentuais, e disse que os Estados Unidos controlavam 92% da costa do Golfo do México, quando a proporção estaria mais próxima dos 46%.</p>
<p>Durante o primeiro mandato, em 2019, a &#8216;Bloomberg&#8217; já tinha assinalado outro número recorrente nos discursos de Trump: 10.000. O presidente usava-o para falar dos pontos que, segundo ele, o índice Dow Jones teria ganho se a Reserva Federal não tivesse subido juros, mas também para estimar o número de pessoas nos seus comícios ou as que ficavam do lado de fora por falta de espaço.</p>
<p>A relação invulgar entre presidentes americanos e números não começou com Trump. Franklin Roosevelt evitava viajar no dia 13 de qualquer mês e recusava jantares com 13 convidados, segundo a Smithsonian Magazine. Woodrow Wilson, pelo contrário, considerava o 13 “o mais sortudo dos números” e chegou a abandonar o nome do meio para que o nome completo tivesse 13 letras.</p>
<p>No caso de Trump, o 22 tornou-se agora mais um elemento de curiosidade política. Pode ser coincidência, hábito retórico ou uma associação deliberada. Para já, a única certeza é que o número aparece com frequência crescente nos seus discursos — e que a Casa Branca ainda não explicou porquê.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780282]]></sapo:autor>
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		<title>Exame Nacional de Matemática A: Veja aqui o enunciado e critérios de correção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a realização do exame, foram disponibilizados o enunciado oficial da prova e os respetivos critérios de correção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 40 mil alunos realizaram, esta terça-feira, a prova de Matemática A, com o código 635, o segundo exame com mais estudantes inscritos nesta temporada.</p>
<p>Veja aqui a <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-matematica-2026-20260623-131455.pdf">prova</a> e os <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/criterios-classificacao-matematica-1-fase-2026-20260623-132029.pdf">critérios de correção</a>. A prova decorreu em todo o país, integrando o calendário nacional de exames do ensino secundário para o presente ano letivo.</p>
<p>Após a realização do exame, foram disponibilizados o enunciado oficial da prova e os respetivos critérios de correção, documentos que permitem aos estudantes, professores e encarregados de educação analisar as perguntas colocadas e compreender de que forma serão avaliadas as respostas apresentadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780267]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura ameaça &#8220;vetar&#8221; Prestação Social Única se não condicionar acesso de imigrantes a apoios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:29:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega ameaçou hoje rejeitar a proposta de criação de uma Prestação Social Única (PSU) se o Governo não aceitar condicionar o acesso a apoios para os imigrantes sem descontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do Chega ameaçou hoje rejeitar a proposta de criação de uma Prestação Social Única (PSU) se o Governo não aceitar condicionar o acesso a apoios para os imigrantes sem descontos.</p>
<p>&#8220;Se querem que qualquer pessoa que chegue a Portugal possa receber subsídios da Segurança Social sem contribuir, não contarão connosco, porque este é um princípio erradíssimo&#8221;, afirmou.</p>
<p>André Ventura falava aos jornalistas à margem de uma visita à Estação do Oriente, em Lisboa.</p>
<p>&#8220;Nesse caso, o Chega não estará ao lado desta proposta e vetará esta proposta. É preciso deixar isto muito claro, este é um erro daqueles que pagamos um preço caro nos próximos anos. Se o país quer continuar a receber pessoas de fora, de qualquer maneira, dando-lhes subsídios sem nunca terem contribuído com nada, e isto é um princípio errado, isso é que vai levar à falência da Segurança Social&#8221;, defendeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780271]]></sapo:autor>
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		<title>Cimpor lança empresa de energia com baterias e sistema de gestão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cimpor]]></category>
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					<description><![CDATA[Negócio começou com a necessidade de reduzir o custo da energia que consome a principal área do grupo, a produção de cimento, experiência que foi positiva e será, por isso, expandida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cimpor lançou um negócio de energia, com soluções nas baterias e um sistema de gestão, prevendo investir 10 milhões de euros este ano e com a meta de atingir um volume de negócios de 50 milhões em três anos.</p>
<p>Segundo explicou hoje Berkan Fidan, diretor técnico e membro do conselho de administração da Cimpor Global, numa apresentação aos jornalistas, este negócio começou com a necessidade de reduzir o custo da energia que consome a principal área do grupo, a produção de cimento, experiência que foi positiva e será, por isso, expandida.</p>
<p>&#8220;Com essa experiência encontrámos falhas na sociedade e oportunidade para fornecer o serviço para outras indústrias semelhantes, como o papel&#8221;, bem como soluções comerciais ou residenciais, disse Sandro Conceição, diretor de Coprocessamento e Energia da Cimpor.</p>
<p>A nova empresa, apelidada de Cimpor Energy, tem em vista atingir, em três anos, 50 milhões de euros de volume de negócios anual e mais de 100 clientes por ano.</p>
<p>O grupo tem parques fotovoltaicos, tendo desenvolvido sistemas com baterias de LFP (fosfato de ferro-lítio), assegurando a operação com um sistema de gestão de energia que otimiza em tempo real a produção, o armazenamento e o consumo.</p>
<p>Neste sentido, nos últimos três anos já foram feitos investimentos de cerca de 20 milhões de euros, nomeadamente na instalação de parques fotovoltaicos e num sistema no qual se aproveita o calor residual do processo das fábricas para produzir energia elétrica.</p>
<p>Na área das baterias, está previsto o investimento este ano de aproximadamente 10 milhões de euros, para instalar 20 Megawatt-hora (MWh) em Souselas, 20 MWh em Alhandra e 5 MWh em Loulé.</p>
<p>Este novo negócio contempla também um sistema de gestão de energia, que é um &#8216;software&#8217; inteligente que &#8220;utiliza a inteligência artificial e modelos preditivos&#8221; para analisar o que vai ser a previsão de produção de solar e com isso decidir a gestão, se vai descarregá-la ou armazená-la em que período, de acordo com os preços de energia do mercado diário, explicou Sandro Conceição.</p>
<p>A nova empresa do grupo apresenta-se como um &#8220;otimizador de processos energéticos&#8221;, com soluções para diferentes segmentos: aplicações residenciais, comerciais e industriais e infraestruturas críticas e projetos de grande escala (&#8216;utility scale&#8217;).</p>
<p>Berkan Fidan esclareceu, no entanto, que o objetivo não é competir com produtores e fornecedores de energia, mas sim cooperar enquanto parceiros, sendo que a Cimpor Energy não vai vender energia, mas sim o serviço de gestão, bem como as baterias.</p>
<p>A Cimpor Energy quer levar este modelo ao nível residencial, onde se pode comprar o projeto ou fazer um contrato de longa duração.</p>
<p>Em cerca de 200 clientes que a empresa já começou a desenvolver no negócio da energia, muitos deles são residenciais, indicou o responsável, apontando que o objetivo é ser um &#8216;player&#8217; no mercado, nomeadamente na gestão das baterias.</p>
<p>O modelo da empresa é oferecer aos clientes uma redução do custo da energia, através da instalação de baterias, que tanto pode assumir a forma de um contrato de longo prazo, por exemplo de cinco ou dez anos, ou apenas a compra das baterias.</p>
<p>A empresa está também interessada em participar em alguns dos leilões que serão lançados pelo Governo, nomeadamente o leilão que foi anunciado para 750 Megavolt-ampere (MVA) de baterias, cujo modelo será apresentado em 29 de junho e incluirá capacidade adicional de geração renovável já disponível no sistema elétrico.</p>
<p>O grupo destaca ainda que esta empresa não parte do zero, tendo já projetos a funcionar nas instalações da Cimpor, contando com uma capacidade de mais de 32 MWh instalados e operacionais e uma presença em 10 países e quatro continentes.</p>
<p>A Cimpor prevê que, até ao final do ano, quase 40% do consumo de energia seja produzido pela própria empresa, um aumento face aos 25% que já assegura atualmente.</p>
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