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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Apr 2026 23:40:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Reino Unido e nove Estados europeus criam força naval complementar da NATO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Marinha Real britânica anunciou na quarta-feira um acordo para criar uma força naval conjunta com nove países europeus "complementar" da NATO, para dissuadir futuras ameaças da Federação Russa a partir da "fronteira marítima aberta" a norte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Marinha Real britânica anunciou na quarta-feira um acordo para criar uma força naval conjunta com nove países europeus &#8220;complementar&#8221; da NATO, para dissuadir futuras ameaças da Federação Russa a partir da &#8220;fronteira marítima aberta&#8221; a norte.</P><br />
<P>&#8220;Passamos das palavras à ação. Uma Marinha Híbrida. Aliados do Norte. Dissuasão real no Ártico e Atlântico Norte em apoio da NATO. Na semana passada, todos os Estados da Força Expedicionária Conjunta assinaram uma declaração de intenções comprometendo-se a elaborar propostas detalhadas&#8221;, indicou nas suas redes sociais.</P><br />
<P>O chefe da Marinha, o general Gwyn Jenkins, fez mesmo assim o anúncio, em discurso recolhido pelo The Guardian, apesar de o acordo ter sido feito na semana passada. </P><br />
<P>O acordo inclui, além do Reino Unido, a Dinamarca, a Estónia, a Finlândia, a Islândia, a Letónia, a Lituânia, a Suécia, a Noruega e os Países Baixos.</P><br />
<P>Jenkins revelou que as incursões russas nas águas britânicas aumentaram &#8220;quase um terço nos últimos dois anos&#8221;. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756333]]></sapo:autor>
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		<title>Senado brasileiro rejeita indicado de Lula ao Supremo em derrota histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 30 abr 2026 (Lusa) - O Senado rejeitou na quarta-feira o nome do juiz indicado pelo Presidente brasileiro ao Supremo Tribunal Federal, numa derrota histórica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 30 abr 2026 (Lusa) &#8211; O Senado rejeitou na quarta-feira o nome do juiz indicado pelo Presidente brasileiro ao Supremo Tribunal Federal, numa derrota histórica.</P><br />
<P>É a primeira vez que isso acontece em mais de 130 anos.</P><br />
<P>O nome de Jorge Messias, de 46 anos, foi rejeitado por 42 votos a 34 e uma abstenção. </P><br />
<P>O atual chefe da Advocacia-Geral da União trabalhava pela sua aprovação desde novembro do ano passado, quando foi anunciado pelo Presidente brasileiro.</P><br />
<P>No entanto, o presidente do Senado do Brasil, David Alcolumbre, mostrou-se sempre contrário à indicação.</P><br />
<P>Ao longo desta quarta-feira, Jorge Messias passou pela sabatina de mais de oito horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a mais importante da Casa, e fez sinalizações conservadoras como forma de tentar ganhar votos da direita e da extrema-direita. </P><br />
<P>Com a derrota, o Presidente Lula da Silva deverá escolher um novo nome para vaga no Supremo Tribunal Feral, que atualmente conta com dez juizes. </P><br />
<P>O presidente do Senado já sinalizou que, se Lula da Silva indicar uma nova pessoa antes das eleições gerais de outubro, ele não pautará a votação no Congresso. </P><br />
<P>Ao deixar o Congresso Nacional brasileiro na noite de quarta-feira, Jorge Messias disse, em conferência de imprensa, que cumpriu o seu &#8220;desígnio&#8221; e não saiu atirando. </P><br />
<P>Messias declarou que foi recebido pelos 78 senadores nos últimos meses de articulação e que, neste tempo, passou por um processo de desconstrução e declarou que &#8220;sabemos quem fez isso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A vida é assim: tem dias de glórias e de derrotas. O senado é soberano. Temos de aceitar. Faz parte do processo democrático saber ganhar e saber perder&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>&#8220;Eu sou grato aos votos que recebi. Acho que cada um de nós cumpre um propósito e eu estou cumprindo o meu&#8221;, declarou ao lado de ministros e deputados da base governista. </P><br />
<P>MYMA// RBF</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756332]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da Ford sobe 441% para 2,5 MMUSD graças à devolução de taxas alfandegárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ford apresentou na quarta-feira um lucro trimestral de 2,548 mil milhões de dólares, mais 441% homólogos, resultante da devolução de parte das taxas alfandegárias cobradas pelo governo e ao preço mais caro das viaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ford apresentou na quarta-feira um lucro trimestral de 2,548 mil milhões de dólares, mais 441% homólogos, resultante da devolução de parte das taxas alfandegárias cobradas pelo governo e ao preço mais caro das viaturas. </P><br />
<P>A devolução de parte daquelas taxas cobradas pelo governo de Donald Trump, depois da decisão do Supremo Tribunal de as anular, equivaleu a uma receita de 1,3 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>A empresa informou, em comunicado, que as suas receitas totais ascenderam a 43,253 mil milhões entre janeiro e março, mais 6,4% homólogos. </P><br />
<P>Com estes números, a Ford reviu em alta a sua previsão de resultado operacional para 2026 para o intervalo 8,5 mil milhões &#8211; 10,5 mil milhões de dólares. </P><br />
<P>&#8220;Os nossos resultados sólidos do primeiro trimestre e a melhoria das nossas previsões refletem o impulso do plano Ford+&#8221;, disse o presidente e administrador-delegado, Jim Farley.</P><br />
<P>A unidade Ford Blue, que produz veículos com motores de combustão, vendeu 584 mil unidades e faturou 23,9 mil milhões de dólares, mais 14% homólogos. </P><br />
<P>A Ford Model e, que produz veículos eléctricos, vendeu 34 mil unidades e perdeu 777 milhões de dólares, após uma receita de 1,2 mil milhões. </P><br />
<P>A Ford Pro, que vende veículos comerciais e   serviços a empresas, vendeu 316 mil unidades e receitas de 14,7 mil milhões.</P><br />
<P>A diretora financeira, Sherry House, disse que &#8220;o caminho para umas margens mais elevados está claro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A par do incremento das receitas recorrentes procedentes do &#8216;software&#8217; e dos serviços físicos, e com medidas decisivas para melhorar o rendimento dos nossos veículos elétricos, estamos a impulsionar um negócio fundamentalmente mais rentável, afetando o capital com uma disciplina extrema, protegendo o nosso balanço e posicionando a Ford para gerar rendimentos superiores de forma constante&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756331]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Meta apresenta crescimento homólogo do lucro trimestral para 27 mil milhões USD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Meta informou quarta-feira ter registado um lucro de 26,773 mil milhões de dólares, um crescimento homólogo de 61%, graças à publicidade nas suas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Meta informou quarta-feira ter registado um lucro de 26,773 mil milhões de dólares, um crescimento homólogo de 61%, graças à publicidade nas suas redes sociais. </P><br />
<P>A empresa proprietária de Whatsapp, Instagram e Facebook teve um crescimento de 33% da sua faturação, devido também à publicidade. </P><br />
<P>Os seus utilizadores ativos ascenderam a 3,56 mil milhões em março, mais quatro por cento, apesar de a Meta ter reportado uma descida em relação ao trimestre anterior, em resultado das &#8220;interrupções da internet no Irão&#8221; e aos limites no acesso ao Whatsapp na Federação Russa.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos um trimestre recorde, com um forte impulso nas nossas aplicações e o lançamento do nosso primeiro modelo da Meta Superintelligence Labs&#8221;, indicou o fundador e presidente, Mark Zuckerberg, destacando os seus avanços na inteligência artificial (IA). </P><br />
<P>A Superintelligence Labs, que tem por objetivo desenvolver uma IA superior à inteligência humana, é uma das grandes apostas da firma, que contratou Alexandr Wang, da Scale AI, para dirigir a divisão e há pouco lançou o modelo multimodal &#8216;Muse Spark&#8217;.</P><br />
<P>O desenvolvimento da IA é responsável pela maior parte das despesas de capital previstas pela empresa e só no último trimestre ascendeu a 19,84 mil milhões de dólares, mais de metade dos 33,44 mil milhões orçamentados. </P><br />
<P>Para o trimestre em curso, a Meta almeja uma faturação de pelo menos 58 mil milhões e manteve o orçamento de despesas entre 126 mil milhões e 169 mil milhões. </P><br />
<P>A pesar desta manutenção, a parte relativa às despesas de capital aumentou para o intervalo entre 125 mil milhões e 145 mil milhões de dólares, devido à expectativa &#8220;de um preço mais alto dos componentes e, em menor medida, dos custos adicionais de centros de dados&#8221;, conforme o seu comunicado. </P><br />
<P>Publicados depois do encerramento de Wall Street, os números foram mal recebidos, devido à redução dos utilizadores e ao aumento das despesas de capital previstas, o que levou a uma queda do título em seis por cento.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756330]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: EUA reivindicam bloqueio de 42 navios no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou quarta-feira que as suas forças impediram a passagem a 42 navios, no âmbito do bloqueio aos portos iranianos no Estreito de Ormuz, causando "prejuízos" significativos a Teerão. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou quarta-feira que as suas forças impediram a passagem a 42 navios, no âmbito do bloqueio aos portos iranianos no Estreito de Ormuz, causando &#8220;prejuízos&#8221; significativos a Teerão. </P><br />
<P>&#8220;Hoje, as forças norte-americanas alcançaram um marco significativo ao redirecionar com sucesso o 42.º navio comercial que tentava violar o bloqueio&#8221;, informou o almirante Brad Cooper, comandante do Centcom. </P><br />
<P>O oficial acrescentou que o bloqueio naval, que envolve mais de 200 aeronaves e mais de 25 navios, está a reter 41 petroleiros &#8220;com 69 milhões de barris de petróleo que o regime iraniano não pode vender&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Isto representa um prejuízo estimado em seis mil milhões de dólares, dos quais a liderança iraniana não pode beneficiar financeiramente. O bloqueio é altamente eficaz e as forças norte-americanas continuam totalmente empenhadas na sua completa aplicação&#8221;, acrescentou Cooper. </P><br />
<P>Trump ordenou a 28 de fevereiro um ataque ao Irão, em conjunto com Israel, que destruiu grande parte da capacidade militar e da indústria de fabrico de mísseis e &#8216;drones&#8217; de Teerão. </P><br />
<P>A República Islâmica respondeu ao ataque, justificado com a ameaça nuclear iraniana, disparando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os países vizinhos, sobretudo a indústria de petróleo e gás destes, e bloqueando o Estreito de Ormuz, o que levou a uma escalada dos preços dos combustíveis, fortemente penalizadora de países importadores. </P><br />
<P>Depois de Washington ter prorrogado o cessar-fogo acordado com o Irão em 08 de abril, o impasse diplomático tem vindo a arrastar-se, com a falta da confirmação de uma segunda reunião presencial para tentar chegar a um acordo de paz, após um primeiro encontro na capital paquistanesa, Islamabad. </P><br />
<P>As autoridades da República Islâmica exigiram que Washington termine o bloqueio do Estreito de Ormuz como condição para o avanço das negociações sobre o fim do conflito. </P><br />
<P>Trump voltou hoje a criticar o Irão por &#8220;não conseguir organizar-se&#8221; para negociar um acordo de paz.  </P><br />
<P>&#8220;Não sabem como assinar um acordo não nuclear. É melhor que despertem rápido!&#8221;, publicou Trump na rede Truth Social, acompanhando a mensagem de uma ilustração de si próprio de óculos escuros e uma metralhadora na mão em pose ameaçadora. </P><br />
<P>O bloqueio naval aos portos iranianos está em vigor desde 13 de abril e, segundo os EUA, praticamente paralisou o comércio da República Islâmica. </P><br />
<P>O Centcom intercetou na terça-feira um navio comercial no mar Arábico por suspeita de se dirigir para o Irão, embora tenha sido libertado depois de se ter constatado que tinha outro destino. </P><br />
<P>Na segunda-feira, o Centcom informou que um contratorpedeiro da Marinha dos EUA deteve o petroleiro M/T Stream, de bandeira iraniana, somando-se a pelo menos dois navios de carga iranianos apreendidos nas semanas anteriores em operações americanas. </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756329]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Rangel considera que utilização das Lajes pelos EUA tem sido ínfima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, defendeu hoje que a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos no conflito com o Irão tem sido ínfima, em comparação com os recursos dos norte-americanos no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, defendeu hoje que a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos no conflito com o Irão tem sido ínfima, em comparação com os recursos dos norte-americanos no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;A utilização é ínfima, se pensarmos na escala da presença de forças dos EUA e todos os seus recursos na região [do Médio Oriente], estamos a falar de uma presença que não é muito relevante&#8221;, referiu Rangel, no Programa Grande Entrevista da RTP, de Vítor Gonçalves.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia portuguesa lembrou que a autorização portuguesa para a utilização da base nos Açores pelos norte-americanos está condicionada a que o material que passe pela base seja apenas utilizado como resposta a ataques, de forma proporcional e necessária e apenas contra alvos militares.</P><br />
<P>E realçou ainda que o acordo com os EUA sobre a Base das Lajes está consensualizada pelas grandes forças políticas portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Recebemos do PS e do Chega o acordo da condicionalidade que foi posta. Nenhum disse que estava contra nestas condições&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Ainda sobre o uso da infraestrutura pelos EUA para o conflito com o Irão, Rangel considerou que o Governo tem &#8220;todas as condições para acreditar&#8221; que têm sido cumpridas as condicionantes colocadas a Washington.</P><br />
<P>Questionado sobre as críticas do Governo norte-americano liderado por Donald Trump aos aliados da NATO pela falta de ajuda na guerra com o Irão, o ministro dos Negócios Estrangeiros considerou essas posições injustas.</P><br />
<P>&#8220;Esta operação não foi comunicada aos aliados antes de ocorrer, não tiveram oportunidade de criar uma posição previa sobre esta matéria. Parece demasiado estar a pedir que tivessem uma posição totalmente alinhada&#8221;, detalhou Paulo Rangel.</P><br />
<P>Para o chefe da diplomacia portuguesa, apesar das divergências que possam existir entre membros da Aliança Atlântica, a &#8220;questão da fiabilidade dos objetivos e missão da NATO não está em causa&#8221;.</P><br />
<P>Ainda sobre o conflito no Médio Oriente, Paulo Rangel adiantou que o Governo português tem realizado um &#8220;trabalho diplomático muito intenso&#8221;, mostrando-se expectante relativamente à atual fase de cessar-fogo, por entender que as duas partes &#8220;perceberam que esta situação [de guerra] não traz vantagem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal foi sempre muito claro, não apoia e não subscreve o conflito, [e] também o ataque que o desencadeou, e apoia esforços diplomáticos. (&#8230;) A nós interessa-nos essencialmente que se possa atingir um cessar-fogo duradouro que leve a criar condições para uma negociação pela paz que as duas partes possam aceitar&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Rangel considerou também que os atuais conflitos deixam o mundo num &#8220;momento desafiante&#8221;, em que é colocado em causa o multilateralismo, o papel da ONU ou do direito internacional, garantindo que Portugal &#8220;não desiste&#8221; destes valores.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756326]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Amazon aumenta lucros e vendas líquidas no 1º trimestre impulsionados pela procura de computação em nuvem</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/amazon-aumenta-lucros-e-vendas-liquidas-no-1o-trimestre-impulsionados-pela-procura-de-computacao-em-nuvem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 22:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[      Nova Iorque 29 abr (Lusa) --- A Amazon anunciou hoje um forte aumento dos seus lucros e vendas líquidas durante o primeiro trimestre fiscal, impulsionado pelo crescimento explosivo da sua unidade de computação em nuvem.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>      Nova Iorque 29 abr (Lusa) &#8212; A Amazon anunciou hoje um forte aumento dos seus lucros e vendas líquidas durante o primeiro trimestre fiscal, impulsionado pelo crescimento explosivo da sua unidade de computação em nuvem.  </P><br />
<P>      A empresa de comércio eletrónico e tecnologia disse que as vendas na sua unidade de computação em nuvem aumentaram 28%, o que significa o crescimento mais rápido em 15 trimestres. </P><br />
<P>      O número superou o crescimento de 24% da Amazon Web Services no quarto trimestre, que seguiu um crescimento de 20% no terceiro trimestre.  </P><br />
<P>      A Amazon reportou lucros de 30,3 mil milhões de dólares (25,9 mil milhões de euros), ou 2,78 dólares por ação, no período de três meses terminado em 31 de março. Um valor que compara com os 17,1 mil milhões de dólares, ou 1,59 dólares por ação, no mesmo período do ano passado.  </P><br />
<P>      As vendas líquidas aumentaram 17%, alcançando 181,5 mil milhões de dólares (155,4 mil milhões de euros) no trimestre, em comparação com os 155,7 mil milhões de dólares registados no trimestre homólogo.  </P><br />
<P>      Os analistas estimavam 1,63 dólares por ação com vendas de 177,28 mil milhões de dólares, segundo os analistas consultados pela FactSet.  </P><br />
<P>      A receita da Amazon Web Services atingiu 37,58 mil milhões de dólares. Os analistas esperavam 36,6 mil milhões de dólares, segundo a FactSet.  </P><br />
<P>      A empresa ofereceu uma perspetiva otimista para vendas do trimestre atual. </P><br />
<P>      A Amazon espera que as vendas líquidas se situem entre 194 mil milhões a 199 mil milhões de dólares. Isto significaria um aumento de entre 16% a 19% em relação ao trimestre do ano anterior. </P><br />
<P>      Os analistas esperavam 188,96 mil milhões de dólares no período atual, segundo a FactSet. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756311]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela: País assina com empresa britânica BP memorando para exploração de gás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 22:32:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Venezuela assinou um memorando com a empresa britânica BP para explorar gás na plataforma Deltana, uma zona marítima a nordeste do país, que se encontra no mar e longe da costa, informou hoje a presidente em exercício, Delcy Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Venezuela assinou um memorando com a empresa britânica BP para explorar gás na plataforma Deltana, uma zona marítima a nordeste do país, que se encontra no mar e longe da costa, informou hoje a presidente em exercício, Delcy Rodríguez. </P><br />
<P>&#8220;Quero felicitar a assinatura deste memorando de entendimento para exploração de gás, costa fora, na plataforma Deltana&#8221;, disse a presidente interina numa transmissão do canal estatal Venezolana de Televisión. </P><br />
<P>O acordo foi assinado no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, pela ministra de Hidrocarbonetos da Venezuela, Paula Henao, e pelo presidente da BP em Trindade e Tobago, David Campbell. </P><br />
<P>O vice-presidente executivo para o gás e energia baixa em carbono da BP, William Lin, sublinhou que a empresa sabe que há &#8220;muito gás&#8221; na plataforma Deltana. </P><br />
<P>&#8220;Temos muitas capacidades de comercialização, não apenas de gás, mas também de hidrocarbonetos, e sabemos que podemos ajudar a Venezuela no desenvolvimento desses campos&#8221;, referiu Lin, segundo interpretação simultânea. </P><br />
<P>Além disso, Lin informou que a BP está a abrir um escritório permanente na capital venezuelana, Caracas, e que já contratou uma gerente na Venezuela. </P><br />
<P>A negociação da Venezuela com a BP soma-se a outras já realizadas com a italiana ENI, a americana Chevron e a espanhola Repsol, depois de os Estados Unidos terem flexibilizado as sanções impostas em 2019 ao mercado petrolífero venezuelano. </P><br />
<P>Na terça-feira, o Governo da Venezuela assinou um novo contrato com a ENI como parte de uma &#8220;das apostas mais importantes&#8221; para aumentar a produção de gás e petróleo no campo Junín-5, localizado na rica faixa petrolífera do Orinoco, no sul do país. </P><br />
<P>A ministra de Hidrocarbonetos e o presidente da PDVSA, Héctor Obregón, assinaram com o diretor de operações e recursos naturais da ENI Venezuela, Guido Brusco, &#8220;um contrato para o desenvolvimento das atividades primárias na área Junín-5&#8221;, segundo descreveu a Venezolana de Televisión (VTV) sem mais detalhes. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756298]]></sapo:autor>
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		<title>Governo dá &#8220;passos largos&#8221; para fábrica da Embraer em Beja de aeronaves Super Tucano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 22:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Beja, 29 abr 2026 (Lusa) &#8212; O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, revelou hoje que o Governo está a dar &#8220;passos largos&#8221; para instalar em Beja uma fábrica da construtora aeronáutica brasileira Embraer para produzir aeronaves militares Super Tucano.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, em Beja, o ministro aludiu à &#8220;possibilidade cada vez mais plausível&#8221; de instalação neste concelho de uma fábrica para produzir os Super Tucano &#8220;de A a Z, numa parceria com a Embraer, que de resto já é antiga no que tem que ver com a produção de aeronaves KC-390&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Teremos em breve um novo conjunto de reuniões com os representantes da empresa no Brasil e estamos a dar passos largos para o que acredito será a concretização desta empresa&#8221;, o que &#8220;também mostra que a Defesa Nacional pode ser um poderoso instrumento de coesão social&#8221;, realçou, à margem de uma deslocação à feira agropecuária Ovibeja.</P><br />
<P>Em 17 de dezembro do ano passado, nas instalações da OGMA &#8211; Indústria Aeronáutica de Portugal, em Alverca, o ministro da Defesa Nacional e o presidente empresa brasileira Embraer assinaram uma carta de intenção para a abertura de uma fábrica de aeronaves Super Tucano em Beja, na cerimónia que assinalou a entrega dos primeiros cinco aviões desta categoria.</P><br />
<P>A cerimónia assinalou a entrega pela Embraer SA à Força Aérea Portuguesa (FAP) das primeiras cinco A-29N Super Tucano de um total de 12, com entrega total prevista durante os próximos dois anos.</P><br />
<P>Nas declarações prestadas aos jornalistas hoje à noite na Ovibeja, tendo ao seu lado o presidente da Câmara de Beja, Nuno Palma Ferro (eleito pelo PCD/CDS-PP/IL), ministro lembrou que a Embraer é uma empresa com &#8220;tecnologia de ponta&#8221; e que a fábrica irá criar &#8220;empregos particularmente qualificados, melhor pagos, fixando jovens no interior, ajudando na criação e reforço de um cluster que é cada vez mais fixado também em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta empresa tem um centro de engenharia em Lisboa, tem uma participação na OGMA, como referi o KC-390 é fabricado em grande parte em Portugal&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Mas Beja, insistiu, &#8220;poderá e deverá ser o destino desta empresa que produzirá de A a Z aviões militares em Portugal. E eu não me recordo de há muitos anos, na verdade não me recordo no passado, de alguma vez isto ter acontecido em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o possível cronograma deste investimento, Nuno Melo disse que &#8220;a expectativa será a da concretização do projeto já para o final do ano, partindo-se daí para a realização de obras infraestruturais, nomeadamente no edifício já identificado na base militar de Beja, para que se parta para a linha de produção&#8221;.</P><br />
<P>Instado pela agência Lusa a explicar se a fábrica poderá ficar dentro da Base Aérea N.º 11 (BA11) de Beja ou em terrenos contíguos, no terminal civil, ou seja, no aeroporto de Beja, Nuno Melo escusou-se a especificar: &#8220;Eu deixaria isso para um momento posterior, porque não quero adiantar aquilo que também tem a ver com situações de natureza técnica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ficará no perímetro da Base de Beja, junto àquilo que já foram em tempos também instalações pensadas para a produção de aeronaves, que nunca aconteceu&#8221;, limitou-se a referir.</P><br />
<P>Nuno Melo revelou também que o investimento, se revelar valores, será &#8220;&#8216;business oriented&#8217;&#8221;, ou seja, &#8220;é um projeto que será sustentável por si&#8221;, o que &#8220;implica necessariamente um investimento mínimo na adaptação das infraestruturas&#8221; e, &#8220;a partir daí, rentável e sem necessidade de particulares apoios europeus&#8221;.</P><br />
<P>Os Super Tucano são também &#8220;uma tipologia de aeronave que é cada vez mais desejada em ambientes disputados, inclusivamente com tecnologias incorporadas de combate a drones, que hoje fazem cada vez mais sentido&#8221;, realçou, frisando tratar-se de um avião &#8220;versátil&#8221;, que é &#8220;muito atual&#8221; e que tem &#8220;encomendas garantidas no momento em que a fábrica seja instalada&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>RRL/SM // RBF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756293]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alphabet lucra mais de 62 MMD no primeiro trimestre sustentada nas grandes apostas em IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:48:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A transição da Google para a era da inteligência artificial continua a dar frutos para a sua empresa-mãe, a Alphabet, que anunciou hoje mais um trimestre de crescimento expressivo, com lucros de 62,6 mil milhões de dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A transição da Google para a era da inteligência artificial continua a dar frutos para a sua empresa-mãe, a Alphabet, que anunciou hoje mais um trimestre de crescimento expressivo, com lucros de 62,6 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>Os dados divulgados hoje indicam que a Alphabet lucrou 62,6 mil milhões de dólares, ou 5,11 dólares por ação, no período de janeiro a março, um aumento de 81% face ao período homólogo. </P><br />
<P>A receita subiu 22% em termos homólogos, para 109,9 mil milhões de dólares. Ambos os números superaram facilmente as projeções dos analistas que orientam os investidores.</P><br />
<P>As ações da Alphabet subiram mais de 6% na sessão prolongada após a divulgação dos resultados, preparando o terreno para atingirem um novo máximo durante a sessão regular de quinta-feira. </P><br />
<P>O desempenho do último trimestre levou o CEO da Alphabet, Sundar Pichai, a celebrar os grandes investimentos que a empresa tem vindo a fazer em tecnologia de IA nos últimos três anos. </P><br />
<P>Estes investimentos, de acordo com Pichai, &#8220;estão a impulsionar todas as áreas da empresa&#8221;.</P><br />
<P>Como é habitual, os anúncios digitais, impulsionados pelo motor de busca dominante da Google, impulsionaram o crescimento, com a receita destas operações a disparar 16% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.</P><br />
<P>Este foi o quarto trimestre consecutivo em que as vendas de anúncios do Google aumentaram mais de 10% em relação ao ano anterior.</P><br />
<P>A divisão de crescimento mais rápido da Google continua a ser a da &#8216;cloud&#8217;, que tem aproveitado o &#8216;boom&#8217; da IA para vender mais produtos e serviços a clientes empresariais e agências governamentais, como o acordo recentemente fechado com as Forças Armadas dos EUA. </P><br />
<P>A receita do Google Cloud aumentou 63% em relação ao ano passado, atingindo os 20 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>Este crescimento é um sinal de que os investimentos da Alphabet em IA estão a dar frutos até à data, embora os investidores continuem preocupados com o facto de a empresa de Mountain View, na Califórnia, e os seus concorrentes do setor tecnológico estarem a investir muito dinheiro numa tecnologia ainda incipiente e não comprovada.</P><br />
<P>A Alphabet, no entanto, aposta que é melhor investir demasiado em IA do que ser demasiado poupada e correr o risco de ficar para trás.</P><br />
<P>Numa atualização trimestral anterior, divulgada em fevereiro, a Alphabet revelou que está a alocar 175 mil milhões a 185 mil milhões de dólares para despesas de capital este ano, que serão em grande parte dedicadas à construção de centros de dados de IA e outras ferramentas relacionadas com a tecnologia. </P><br />
<P>Isto soma-se aos 91 mil milhões de dólares em despesas de capital do ano passado.</P><br />
<P>&#8220;É realmente entusiasmante ver como os nossos investimentos em IA estão a gerar valor&#8221;, apontou hoje Pichai.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756258]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha sem rumo no dia em que a Fed manteve a taxa de juro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:39:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo definido, com o principal índice, o Dow Jones Industrial Average, a 0,57%, em sessão marcada pela decisão da Reserva Federal (Fed) manter a taxa de juro de referência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo definido, com o principal índice, o Dow Jones Industrial Average, a 0,57%, em sessão marcada pela decisão da Reserva Federal (Fed) manter a taxa de juro de referência. </P><br />
<P>O resultado da sessão indicou ainda que o tecnológico Nasdaq subiu 0,04%, tanto quanto cedeu o alargado S&amp;P500.</P><br />
<P>A reunião da Fed saldou-se com o maior número de votos contra em termos de decisão de política monetária, uma vez que quatro membros com direito de voto do Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) discordaram de decisões do organismo. </P><br />
<P>Na conferência de imprensa posterior, o presidente da Fed, Jerome Powell, que vai sair do cargo em 15 de maio, disse que o debate sobre a orientação da política monetária &#8211; flexibilidade ou neutralidad da taxa de juro &#8211; foi &#8220;vigoroso&#8221; e acrescentou que esta orientação a longo prazo deve ser &#8220;sustentada&#8221; e não criar confusão nos investidores. </P><br />
<P>O comité senatorial da Banca aprovou hoje a candidatura de Kevin Warsh à presidência da Fed e deu luz verde a uma votação em plenário, o que deve ocorrer nos próximos dias. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756247]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ministro da Defesa quer reforço da Europa na NATO mas EUA são &#8220;aliado fundamental&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-da-defesa-quer-reforco-da-europa-na-nato-mas-eua-sao-aliado-fundamental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> </P><br />
<P>Beja, 29 abr 2026 (Lusa) &#8212; O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, reconheceu hoje que &#8220;não há NATO sem Estados Unidos&#8221;, que são um &#8220;aliado fundamental&#8221;, mas defendeu ser necessário &#8220;reforçar o pilar europeu de defesa&#8221; da organização.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos [da América] são um aliado fundamental da NATO. Em boa verdade, não há NATO sem Estados Unidos&#8221;, disse o governante, em declarações aos jornalistas em Beja, hoje à noite, à margem de uma visita à feira agropecuária Ovibeja.</P><br />
<P>Contudo, na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês), é necessário &#8220;reforçar o pilar europeu de defesa&#8221;, argumentou o ministro.</P><br />
<P>O objetivo é &#8220;que possamos depender mais de nós, do que depender apenas daquilo que nos habituámos a ter no passado do outro lado do Atlântico&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>À chegada à 42.ª Ovibeja, o ministro da Defesa Nacional foi questionado pelos jornalistas sobre declarações feitas hoje pelo Presidente da República, António José Seguro, no encerramento do Fórum La Toja &#8212; Vínculo Atlântico, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.</P><br />
<P>Neste fórum, o Chefe de Estado considerou também que &#8220;a defesa europeia não pode continuar a ser uma caminhada lenta, baseada apenas em coligações de vontade&#8221;.</P><br />
<P>E, em termos de política externa, António José Seguro defendeu que &#8220;a relação com os Estados Unidos da América é, e deverá continuar a ser, um dos eixos estruturantes da política europeia&#8221; e que a NATO &#8220;permanece necessária&#8221; perante as ameaças do século XXI, &#8220;ainda que nem todos o compreendam&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas as relações transatlânticas não podem ser apenas uma herança que administramos. Tem de ser uma parceria que renovamos. Uma parceria entre iguais, em que a Europa afirma os seus interesses, contribui com o seu peso e não abdica dos seus valores. Incluindo quando esses valores nos colocam em tensões com posições com Washington&#8221;, ressalvou.</P><br />
<P>De acordo com o ministro Nuno Melo a posição do Presidente da República &#8220;é coincidente com a do Governo naquilo que é uma perspetiva de lucidez em relação a uma aliança, a NATO, que tem assegurado a paz na Europa desde a sua fundação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não invalida que, com a alteração poderosa no contexto geopolítico, não devamos atualizar aquilo que é o papel da NATO em relação ao futuro e, nomeadamente, o papel de Portugal e dos parceiros europeus da NATO nesse contexto&#8221;, admitiu, referindo que é precisamente isso que Portugal e a Europa estão a fazer.</P><br />
<P>O governante lembrou que Portugal atingiu em 2025 &#8220;um investimento de 2% do Produto Interno Bruto na defesa nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando hoje se investe prioritariamente na defesa, quando se traz a defesa nacional para a linha da frente das preocupações da governação, nós estamos a rever muita coisa, estamos a dizer que temos de fazer mais por nós, mas isso não invalida termos noção da importância estratégica decisiva da relação transatlântica&#8221;, reiterou.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756233]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>I Liga: Sporting sofre dois golos nos &#8216;descontos&#8217; e cede empate com Tondela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sporting cedeu hoje um empate 2-2 na receção ao 'aflito' Tondela, ao desperdiçar dois golos de vantagem em tempo de compensação, no jogo em atraso da 26.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting cedeu hoje um empate 2-2 na receção ao &#8216;aflito&#8217; Tondela, ao desperdiçar dois golos de vantagem em tempo de compensação, no jogo em atraso da 26.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.</P><br />
<P>Luis Suárez (62 minutos) e João Silva (78), este na própria baliza, deram aos &#8216;leões&#8217; uma margem que parecia confortável, só que, nos &#8216;descontos&#8217;, já depois de Makan Aïko falhar uma grande penalidade para os beirões, os visitantes conseguiram empatar em apenas dois minutos, com um autogolo de Salvador Blopa (90+2) e um golo de Cícero (90+4).</P><br />
<P>Os bicampeões nacionais, que somaram o terceiro jogo seguido sem vencer na I Liga, estão no terceiro lugar, com 73 pontos, menos dois do que o Benfica (75), segundo classificado, e a nove do líder FC Porto (82), enquanto o Tondela, que tem apenas um triunfo nos últimos 15 encontros, é 17.º e penúltimo, com 22, e continua na luta pela manutenção.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756229]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministra do Trabalho diz que revisão laboral é uma das três reformas essenciais do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:18:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo acredita que a reforma laboral, a par da reforma do Estado e da reforma fiscal, é essencial para "convergir com a Europa aumentando a competitividade da economia e a produtividade das empresas", disse hoje a ministra do Trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo acredita que a reforma laboral, a par da reforma do Estado e da reforma fiscal, é essencial para &#8220;convergir com a Europa aumentando a competitividade da economia e a produtividade das empresas&#8221;, disse hoje a ministra do Trabalho. </P><br />
<P>Falando no jantar comemorativo dos 50 anos da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Rosário Palma Ramalho afirmou que as empresas não conseguem &#8220;pagar aos trabalhadores os salários que eles merecem&#8221; se a reforma da legislação laboral não for feita.</P><br />
<P>Sem essas três reformas, &#8220;dificilmente poderemos superar os indicadores que hoje continuam a colocar Portugal na cauda da Europa, apesar dos sinais muito positivos que temos nos últimos anos&#8221;, acrescentou a governante. </P><br />
<P>A ministra do Trabalho referiu que Portugal é segundo país da OCDE com a legislação laboral mais rígida, com uma produtividade 25% abaixo da média europeia e um salário médio 35% abaixo da média europeia. </P><br />
<P>Além disso, a taxa de desemprego jovem é três vezes superior à taxa de desemprego nacional, o nível de adoção de inteligência artificial pelas empresas é 5% inferior à média europeia, e o &#8216;gap&#8217; salarial entre mulheres e homens é, no mínimo, de 14% em Portugal, segundo afirmou.</P><br />
<P>&#8220;É por estas razões, com base nestes números que indiquei, que o Governo vai prosseguir a reforma fiscal, a reforma do Estado e a reforma laboral&#8221;, avançou a governante.</P><br />
<P>Rosário Palma Ramalho reafirmou ainda que &#8220;com ou sem acordo na Concertação Social, iremos ao parlamento, que ainda é o legislador supremo&#8221;.</P><br />
<P>Como exemplo da reforma fiscal na área do Trabalho, a ministra citou o acordo tripartido de valorização salarial e de crescimento económico, celebrado com os parceiros sociais em 2024, que concede benefícios fiscais às empresas que aumentem salários e atribuam prémios de produtividade de até 6% de rendimento anual do trabalhador.</P><br />
<P>Na área da reforma do Estado, Palma Ramalho referiu a transformação digital da Segurança Social que, desde janeiro de 2025, &#8220;tirou 3,5 milhões de pessoas das filas&#8221; dos serviços daquele organismo.</P><br />
<P>&#8220;A Segurança Social faz uma média de 10 milhões de atendimentos por ano, mas 3,5 milhões deixaram de ser presenciais, e isso significa 1,5 mil milhões de euros de poupança para as empresas em custos de contexto&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>À chegada ao jantar comemorativo da CCP, a ministra do Trabalho recusou comentar a notícia do Expresso que indica que o conselho nacional da CGTP terá dado luz verde à marcação para 02 de junho de uma segunda greve geral contra o pacote laboral.</P><br />
<P>O secretário-geral da UGT, Mário Mourão não excluíu a participação numa potencial greve geral, embora tenha acrescentado que não vai tomar qualquer decisão até à próxima reunião da concertação social, marcada para 07 de maio. </P><br />
<P>Na semana passada, o secretariado nacional da UGT rejeitou por unanimidade a última versão da proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo, mas a ministra do Trabalho apelou à central sindical que mostre que quer uma aproximação, e marcou uma reunião de Concertação Social para 07 de maio para encerrar o processo negocial.</P><br />
<P>O anteprojeto de reforma da legislação laboral, intitulado Trabalho XXI, foi apresentado em 24 de julho de 2025 como uma revisão &#8220;profunda&#8221; da legislação laboral, contemplando mais de 100 alterações ao Código do Trabalho.</P><br />
<P> </P><br />
<P>CT (JO/JMF/ALN/SMA) // RBF</P><br />
<P>Lusa/Fim </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo dos Açores procura &#8220;soluções minimizadoras&#8221; dos danos da saída da Ryanair</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A saída da companhia aérea Ryanair dos Açores tem consequências para a região e o presidente do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, prometeu hoje fazer "pressão" para que se encontrem "soluções minimizadoras" dos danos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Ribeira Grande, Açores, 29 abr 2026 (Lusa) &#8211; A saída da companhia aérea Ryanair dos Açores tem consequências para a região e o presidente do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, prometeu hoje fazer &#8220;pressão&#8221; para que se encontrem &#8220;soluções minimizadoras&#8221; dos danos.</P><br />
<P>A companhia aérea de baixo custo Ryanair abandonou a operação nos Açores a 29 de março devido às &#8220;elevadas taxas aeroportuárias&#8221; e à &#8220;inação&#8221; do Governo português.</P><br />
<P>Questionado hoje pela agência Lusa, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, à margem da sessão de encerramento do Encontro dos Conselhos Económicos e Sociais &#8211; 50 anos da Autonomia dos Açores, o presidente do executivo açoriano referiu que não tem &#8220;uma varinha mágica&#8221; para colmatar a saída da companhia aérea de baixo custo da região.</P><br />
<P>&#8220;Não se trata de uma solução administrativa do Governo [Regional]. E, portanto, não gosto de dizer que está fácil, o que está difícil. Esta é uma situação difícil, é uma dificuldade, é penosa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>E prosseguiu: &#8220;Vamos tudo fazer para que o mercado se adapte e que a gente vá fazendo os nossos esforços para garantir que haja reforço, de acordo com as possibilidades, que também a oferta atual que possa assumir e, no caso concreto, as duas companhias de bandeira [que voam para os Açores, a SATA e a TAP]&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, Boleiro salientou que &#8220;esta não é uma solução que o Governo [Regional] tenha na carteira, nem sequer é uma responsabilidade do Governo ter por decreto uma solução&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É, sim, uma responsabilidade que eu assumo de fazermos, empenhados, a pressão para que haja e se encontrem soluções minimizadoras dos danos que a diminuição da oferta, no caso de ligação entre o continente e os Açores, ocorreu com a saída da Ryanair&#8221;, garantiu.</P><br />
<P>Um mês depois de a Ryanair ter deixado de voar para o arquipélago, o chefe do executivo açoriano de coligação também lembrou que &#8220;já houve uma diminuição de intervenção da Ryanair em anos anteriores e as coisas foram sendo adaptadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu já tive a oportunidade de tornar público que para este verão IATA (sigla em inglês da Associação Internacional de Transporte Aéreo), nós vamos ter cerca de 16 companhias aéreas a fazer ligação para os Açores, coisa que não existia dantes. É o recorde de companhias aéreas a terem acesso aos Açores&#8221;, observou, embora admitindo que a ligação entre o continente português e os Açores não é efetuada o mesmo nível.</P><br />
<P>Em janeiro, o presidente executivo da Ryanair, Michael O&#8217;Leary, disse, em entrevista à agência Lusa, que a companhia aérea iria encerrar a base nos Açores no fim de março, rejeitando qualquer possibilidade de recuo, o que efetivamente aconteceu.</P><br />
<P>O Governo Regional dos Açores ainda tentou, sem sucesso, que a companhia mantivesse a operação na região, iniciada em 2015.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756227]]></sapo:autor>
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		<title>Trump garante que Reino Unido o teria ajudado no Irão se dependesse do rei Carlos III</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:37:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que o Reino Unido o teria ajudado na guerra contra o Irão se dependesse do rei Carlos III, com quem se encontrou hoje na Casa Branca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que o Reino Unido o teria ajudado na guerra contra o Irão se dependesse do rei Carlos III, com quem se encontrou hoje na Casa Branca.</P><br />
<P>&#8220;Penso que se a decisão tivesse sido dele, se estivesse nas suas mãos, provavelmente ter-nos-ia ajudado com o Irão&#8221;, frisou Trump aos jornalistas quando questionado sobre a visita de Estado do monarca.</P><br />
<P>O líder norte-americano tem sido bastante crítico em relação ao primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, do Partido Trabalhista, pela sua recusa em envolver-se militarmente na reabertura do Estreito de Ormuz, que o Irão encerrou em retaliação pela ofensiva norte-americana.</P><br />
<P>&#8220;O rei é fantástico. Passámos muito tempo juntos. Tivemos longas conversas. Também falámos sobre esta questão (a falta de apoio do Reino Unido no conflito)&#8221;, revelou.</P><br />
<P>Trump respondeu desta forma quando questionado pelos jornalistas sobre o discurso histórico proferido por Carlos III perante o Congresso dos EUA na terça-feira, no qual apelou à reconciliação no meio das tensões diplomáticas entre os dois governos.</P><br />
<P>&#8220;Acho que é um representante fenomenal para o seu país. Acho que o povo do Reino Unido deve estar orgulhoso. Adorei o seu discurso de ontem [terça-feira]&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo o republicano, Carlos III, que considera um &#8220;grande amigo&#8221;, teria seguido as suas sugestões não só em relação ao Irão, mas também à guerra na Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Ele teria atuado em conformidade. Teria seguido as sugestões que lhe fizemos em relação à Ucrânia, porque, como sabem, temos algumas divergências sobre a Ucrânia&#8221;, defendeu ainda.</P><br />
<P>No entanto, quando questionado se a sua relação de proximidade com o monarca ajuda a aliviar as tensões com Starmer, Trump insistiu que o primeiro-ministro não cooperou com Washington quando este solicitou ajuda na guerra.</P><br />
<P>&#8220;Quando se dá tão bem com o rei de um país, isso provavelmente ajuda na sua relação com o primeiro-ministro. Mas, neste caso, eu disse ao primeiro-ministro: &#8216;Quer enviar alguma ajuda?&#8217; E ele respondeu: &#8216;Não, enviaremos depois de ganharem a guerra&#8217;. Eu disse: &#8216;Isto não está certo'&#8221;, criticou Trump.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756226]]></sapo:autor>
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		<title>Diretor da AIEA admite que mais países possam querer desenvolver armas nucleares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Nações Unidas, 29 abr 2026 (Lusa) - O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, admitiu hoje a possibilidade de mais países considerarem desenvolver armas nucleares devido a fatores geopolíticos como crescentes tensões e desconfiança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, admitiu hoje a possibilidade de mais países considerarem desenvolver armas nucleares devido a fatores geopolíticos como crescentes tensões e desconfiança.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa, em Nova Iorque, Grossi foi questionado sobre o quão preocupado está com a possibilidade de alguns Estados estarem agora a considerar desenvolver armas nucleares porque receiam não conseguir responder às ameaças crescentes.</P><br />
<P>&#8220;Penso que isso é mais uma afirmação do que uma pergunta, e eu concordo. Penso que existe uma grande preocupação de que, devido às crescentes tensões, à desconfiança e às dúvidas sobre a fiabilidade das alianças, os países possam encontrar incentivos para reconsiderar a sua abstenção passada de desenvolver armas nucleares&#8221;, afirmou o chefe da AIEA e candidato a secretário-geral da ONU.</P><br />
<P>O diplomata argentino salientou que há muitas nações que, &#8220;se quisessem&#8221;, teriam a tecnologia e a capacidade para desenvolver armas nucleares muito rapidamente.</P><br />
<P>&#8220;Tenho sido muito claro ao afirmar que um mundo com mais países com armas nucleares não seria um mundo mais seguro. Por isso, temos de reafirmar o nosso compromisso com a norma da não proliferação, sem dúvida&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Até ao dia 22 de maio decorre em Nova Iorque, na sede da ONU, a 11.ª Conferência de Revisão das Partes do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).</P><br />
<P>A Conferência deverá abordar uma série de questões, incluindo a universalidade do Tratado; o desarmamento nuclear, incluindo medidas práticas específicas; a não proliferação nuclear, incluindo a promoção e o fortalecimento das salvaguardas; medidas para promover os usos pacíficos da energia nuclear, incluindo segurança; o desarmamento e a não proliferação regionais, incluindo a implementação da resolução de 1995 sobre o Médio Oriente.</P><br />
<P>Abordará igualmente maneiras de fortalecer o processo de revisão para melhorar a eficácia, eficiência, transparência, responsabilidade, coordenação e continuidade.</P><br />
<P>Na segunda-feira, no arranque do evento, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu que sejam levantadas as bases para a &#8220;evolução do Tratado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, a ameaça nuclear é agravada por novos perigos provenientes de tecnologias em rápida evolução, como a inteligência artificial e a computação quântica. O Tratado não é uma relíquia de uma era passada, congelada no âmbar. Deve lidar com a relação entre as armas nucleares e as novas tecnologias&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Na conferência de imprensa de hoje, Rafael Grossi abordou também a questão do urânio altamente enriquecido do Irão, que poderá estar ainda enterrado nos escombros devido aos ataques norte-americanos e israelitas.</P><br />
<P>Questionado sobre se esse urânio poderia ser recuperado e reutilizado, ou se, por outro lado, está fora de alcance, o diretor da AIEA frisou que essa questão deve ser abordada, &#8220;seja qual for o estado em que [o urânio] se encontre&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma grande quantidade de material nuclear altamente enriquecido, próximo do grau de enriquecimento para armas nucleares, que estávamos a inspecionar até junho de 2025 [antes dos ataques de Washington e Telavive]&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;Há procedimentos específicos nos acordos de salvaguarda de segurança que temos com o Irão, que permitem, em casos de circunstâncias extraordinárias, e se houver um problema no acesso ao material, interagir, tentar encontrar formas de o verificar. (&#8230;) Mas não há paz, há apenas um cessar-fogo, e provavelmente existe essa dificuldade de acesso&#8221;, lembrou, reforçando que a situação só poderá ser verificada quando estiverem garantidas as condições de segurança e acesso aos inspetores.</P><br />
<P>Rafael Grossi recusou renunciar ao cargo na AIEA enquanto concorre à liderança da ONU, contrariando uma resolução da Assembleia-Geral que pedia aos funcionários das Nações Unidas que &#8220;considerassem&#8221; suspender funções durante a campanha, a fim de evitar conflitos de interesse.</P><br />
<P>Hoje, o diplomata argentino avaliou que seria &#8220;irresponsável&#8221; ausentar-se da liderança da AIEA.</P><br />
<P>&#8220;Seria até irresponsável da minha parte deixar o meu emprego e concentrar-me nos esforços da campanha. Estou muito focado no trabalho que estou a fazer. Estou a negociar com a Rússia e estamos a tentar evitar um acidente nuclear. Estamos envolvidos nas negociações com o Irão. Seria realmente uma negligência da minha parte&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Não critico ninguém. Sabe, as pessoas fazem o que fazem em função da sua missão e do trabalho que têm&#8221;, afirmou, após ser confrontado com a posição adotada por Rebeca Grynspan, que suspendeu a sua liderança da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) quando se tornou candidata à sucessão de Guterres.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756225]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mineradora da Austrália compra empresa de terras raras no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 29 de abr 2026 (Lusa) - A multinacional australiana Power Minerals anunciou a compra de uma mineradora de terras raras no Brasil na terça-feira por cerca de 22,5 milhões de dólares australianos (13,7 milhões de euros). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 29 de abr 2026 (Lusa) &#8211; A multinacional australiana Power Minerals anunciou a compra de uma mineradora de terras raras no Brasil na terça-feira por cerca de 22,5 milhões de dólares australianos (13,7 milhões de euros). </P><br />
<P>A transação é a segunda compra envolvendo projetos de terras raras no Brasil por companhias internacionais de mineração em menos de 10 dias. </P><br />
<P>No último dia 21, a mineradora norte-americana USA Rare Earth anunciou um acordo para adquirir a brasileira Serra Verde Group, já em operação, no Estado de Goiás, numa transação avaliada em 2,37 mil milhões de euros.</P><br />
<P>Aquisição feita pelos australianos pela companhia Mineração Terras Raras S.A. (MTR), empresa detentora do projeto de terras raras &#8220;Morro do Ferro&#8221;, em Minas Gerais, está em fase de pesquisa e desenvolvimento.</P><br />
<P>Em comunicado ao mercado, a Power Minerals anunciou resultados de teor extremamente elevado de terras raras no projeto localizado na cidade de Poços de Caldas. </P><br />
<P>A mineralização está associada principalmente a minerais como bastnaesita, cerianita e, em menor escala, monazita, considerados relevantes fontes de elementos usados em ímanes permanentes e tecnologias avançadas.</P><br />
<P>A companhia australiana enxerga o projeto de Morro do Ferro como um dos depósitos de terras raras de maior teor a nível mundial, abrindo caminho para novas campanhas de perfuração do solo e futura estimativa de recursos.</P><br />
<P>Terras raras é um conjunto de 17 elementos químicos encontrados em abundância em vários países, e são utilizados essencialmente para tecnologia de ponta e fundamentais para a transição energética.</P><br />
<P>Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME) do Brasil, o país tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, atrás apenas da China. </P><br />
<P>MYMA// RBF</P><br />
<P>Lusa/fim</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756223]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Professores da NOVA apelam à &#8220;participação responsável&#8221; na eleição do reitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 19:57:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de professores da Universidade Nova de Lisboa (NOVA) apelou hoje à "participação responsável" dos membros do Conselho Geral na eleição do novo reitor na quinta-feira, alegando a necessidade de se respeitar o processo democrático.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de professores da Universidade Nova de Lisboa (NOVA) apelou hoje à &#8220;participação responsável&#8221; dos membros do Conselho Geral na eleição do novo reitor na quinta-feira, alegando a necessidade de se respeitar o processo democrático.</P><br />
<P>&#8220;Os professores abaixo-assinados apelam à participação responsável de todos os membros do Conselho Geral, para que se respeite o processo democrático, se cumpra a decisão judicial e se permita que a universidade escolha&#8221;, salienta a carta, a que a Lusa teve acesso, subscrita por António Correia de Campos, Emília Monteiro, Joana Cunha Leal, João Luís Lisboa, Miguel Seabra e Elsa Peralta.</P><br />
<P>A eleição do reitor da NOVA foi remarcada para quinta-feira, depois de ter sido adiada na semana passada por falta de quórum necessário no Conselho Geral.</P><br />
<P>Este processo eleitoral arrasta-se desde o ano passado, quando a eleição de Paulo Pereira para novo reitor foi contestada. Em março deste ano, o tribunal ordenou a repetição de &#8220;todos os atos do procedimento eleitoral&#8221;, o que deveria ter acontecido na passada sexta-feira.</P><br />
<P>O ato eleitoral da semana passada começou por estar temporariamente suspenso na sequência de uma providência cautelar apresentada por quatro professores catedráticos da NOVA School of Business and Economics (SBE): Maria Antonieta Cunha e Sá, Pedro Santa Clara Gomes, José Ferreira de Machado e António Nogueira Leite.</P><br />
<P>Mas a contra argumentação da Universidade travou a suspensão permitindo que a eleição se realizasse, o que acabou também por não acontecer por &#8220;falta de quórum&#8221; do Conselho Geral da universidade, o órgão que elege o reitor, revelou à Lusa a instituição. </P><br />
<P>Na carta, os seis professores alegam que se tem assistido a uma &#8220;sucessão de iniciativas que visam fragilizar o reitor&#8221;, responsabilizando o &#8220;movimento de professores da NOVA SBE, do qual a própria direção não se demarca&#8221;, a quem acusam de recorrer a &#8220;todos os expedientes para criar ruído e instabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo serve de pretexto, desde a obrigatoriedade legal de designação das unidades orgânicas em português e inglês, em cumprimento de uma decisão judicial, até à crítica sistemática de decisões correntes da equipa reitoral&#8221;, lamentam.</P><br />
<P>A carta realça ainda que a nova tentativa das eleições de quinta-feira constitui um &#8220;momento de responsabilidade institucional&#8221;, alertando que a universidade deve ser um &#8220;espaço de pluralismo, não de bloqueio, de escolha, não de encenação, de liberdade, não de condicionamento&#8221;.</P><br />
<P>Segundo referem, pela primeira vez na história recente da NOVA, o processo de eleição do reitor foi &#8220;genuinamente competitivo&#8221;, uma vez que se apresentaram seis candidatos, um dos quais viria a ser excluído por uma questão estatutária, &#8220;situação à qual todos os outros foram alheios&#8221;.</P><br />
<P>A eleição de quinta-feira conta com seis candidatos: o professor Paulo Pereira, a investigadora e ex-ministra Elvira Fortunato, o professor na NOVA SBE João Amaro de Matos, o docente da faculdade de Ciência e Tecnologia (FCT) José Alferes, a professora de Física e Astronomia na The Catholic University of America Duilia de Mello e o professor Pedro Maló, que impugnou as eleições realizadas em setembro do ano passado.</P><br />
<P>A eleição então realizada, que elegeu Paulo Pereira para o cargo de reitor, foi impugnada por Pedro Maló depois de a sua candidatura ter sido excluída porque os regulamentos da NOVA preveem que apenas possam candidatar-se &#8220;professores catedráticos e investigadores coordenadores com experiência relevante de gestão&#8221;.</P><br />
<P>Na queixa ao tribunal, Pedro Maló, que é professor auxiliar na FCT, alegou que essa limitação viola o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, entendimento partilhado pelo Tribunal Administrativo, que determinou que a candidatura do docente deverá ser admitida.</P><br />
<P>Paulo Pereira, investigador coordenador na NOVA Medical School (NMS), tinha sido eleito em 16 de setembro e tomou posse em outubro para um mandato de quatro anos, sucedendo a João Sàágua.</P><br />
<P></P><br />
<P>PC/MCA (SIM) // ZO</P></p>
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		<title>Gustavo Paulo Duarte substitui Vieira Lopes como presidente da CCP</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 19:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gustavo Paulo Duarte foi hoje eleito presidente da direção da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) para o quadriénio 2026-2026, substituindo João Vieira Lopes, que vai assumir a liderança do Conselho Geral, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Gustavo Paulo Duarte foi hoje eleito presidente da direção da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) para o quadriénio 2026-2026, substituindo João Vieira Lopes, que vai assumir a liderança do Conselho Geral, foi anunciado. </P><br />
<P>&#8220;A CCP elegeu esta quarta-feira Gustavo Paulo Duarte, em representação da Antram [Associação de Transportes de Mercadorias], como presidente da direção para o quadriénio 2026-2029&#8221;, anunciou, em comunicado. </P><br />
<P>Gustavo Paulo Duarte conta com 18 anos de associativismo na Antram, incluindo seis como presidente.</P><br />
<P>&#8220;Assumo esta responsabilidade com sentido institucional e espírito de missão. O meu compromisso é uma CCP próxima das associações, firme na defesa do comércio e dos serviços e empenhada numa economia portuguesa mais competitiva&#8221;, afirmou, citado na mesma nota, o novo presidente da CCP, uma confederação com assento na Concertação Social. </P><br />
<P>O programa apresentado pela candidatura única liderada por Gustavo Paulo Duarte assenta em três prioridades, nomeadamente, reforçar a representatividade da confederação, modernizar a organização e assegurar a manutenção da sustentabilidade financeira da CCP.</P><br />
<P>Gustavo Paulo Duarte é licenciado em Gestão e Engenharia Industrial pelo ISCTE e, desde 2018, é presidente executivo do grupo Paulo Duarte.  </P><br />
<P>Em 2022, foi eleito vice-presidente da CCP.</P><br />
<P>José de Matos (Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção) foi eleito presidente da assembleia-geral da CCP, Carlos Ferreira (Associação Portuguesa das Empresas de Contabilidade e Administração) vai liderar o Conselho Fiscal e João Vieira Lopes vai assumir a presidência do Conselho Geral.  </P><br />
<P>&#8220;Estou certo de que os novos corpos sociais saberão corresponder aos novos desafios que são colocados ao país, à nossa economia e, em particular, aos setores do comércio e serviços&#8221;, assinalou o presidente cessante, Vieira Lopes. </P><br />
<P></P></p>
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