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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Salão de baile da Casa Branca vai custar 600 milhões de dólares &#8211; Media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 23:15:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O salão de baile que Donald Trump começou a construir na Casa Branca custará até 600 milhões de dólares, metade dos quais financiados com fundos públicos, contrariando o que o Presidente norte-americano alegou, noticiou esta noite o Washington Post.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O salão de baile que Donald Trump começou a construir na Casa Branca custará até 600 milhões de dólares, metade dos quais financiados com fundos públicos, contrariando o que o Presidente norte-americano alegou, noticiou esta noite o Washington Post.</P><br />
<P>Um resumo do projeto, elaborado para o Governo republicano pela empresa responsável pela obra e do qual o jornal obteve uma cópia, estimava o custo em 600 milhões de dólares (517 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) no início de março, com metade a ser paga pelos contribuintes norte-americanos.</P><br />
<P>Os documentos da Clark Construction &#8220;mostram que as estimativas internas de custos eram significativamente mais elevadas do que aquilo que os funcionários do governo reconheceram nas suas declarações públicas ou documentos judiciais&#8221;, destacou o Post.</P><br />
<P>&#8220;Mostram também que, desde o início, o projeto foi concebido para depender fortemente do dinheiro dos contribuintes&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O projeto, um dos mais ambiciosos realizados neste famoso local em mais de um século, tem crescido constantemente. O seu orçamento projetado, financiado principalmente por doações privadas, já tinha aumentado de 200 milhões de dólares para 400 milhões de dólares.</P><br />
<P>Em janeiro passado, Donald Trump chamou ao salão &#8220;presente para os Estados Unidos&#8221; e defendeu-o publicamente de forma consistente.</P><br />
<P>A Casa Branca sublinhou hoje à agência France-Presse (AFP) que a maior parte do projeto está a ser financiada pelo próprio Presidente e por doadores.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente Trump e generosos patriotas americanos estão a contribuir com aproximadamente 400 milhões de dólares para o salão de baile, o que o tornará um local seguro e adequado para os presidentes durante décadas&#8221;, indicou o porta-voz Davis Ingle.</P><br />
<P>A &#8220;potencial ameaça&#8221; frustrada pelo FBI no domingo, durante um evento de Mixed Martial Arts (MMA), &#8220;demonstra perfeitamente porque é que a renovação da Ala Leste é necessária para estes grandes eventos&#8221;, acrescentou, sublinhando que o projeto estava &#8220;inextricavelmente ligado&#8221; a questões de segurança.</P><br />
<P>Donald Trump afirmou que o telhado do salão de baile iria albergar drones e a cave, um hospital.</P><br />
<P>A construção está a ser contestada judicialmente pelo National Trust for Historic Preservation (NTHP, na sigla em inglês), uma organização sem fins lucrativos incumbida pelo Congresso de preservar edifícios históricos.</P><br />
<P>Desde o ataque ocorrido no evento de imprensa em que Donald Trump participou no final de abril, num hotel de Washington, que o Governo tem invocado imperativos de &#8220;segurança nacional&#8221; para remover os obstáculos à sua construção.</P><br />
<P>O Presidente republicano já tinha provocado uma onda de protestos ao ordenar a demolição de uma ala inteira da Casa Branca para a concretização deste projeto. </P><br />
<P>O futuro salão deverá ter capacidade para até mil pessoas em receções e jantares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777205]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela: Repsol assina acordo para exploração de nova área petrolífera no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 22:57:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A petrolífera espanhola Repsol assinou hoje um acordo com o Ministério de Hidrocarbonetos da Venezuela e com a companhia estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) para "analisar" possibilidades de desenvolvimento de uma nova zona" petrolífera na área 'Horcón', naquele país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A petrolífera espanhola Repsol assinou hoje um acordo com o Ministério de Hidrocarbonetos da Venezuela e com a companhia estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) para &#8220;analisar&#8221; possibilidades de desenvolvimento de uma nova zona&#8221; petrolífera na área &#8216;Horcón&#8217;, naquele país. </P><br />
<P>O acordo foi celebrado em Caracas numa reunião entre o CEO da Repsol, Josu Jon Imaz, e o diretor-geral de exploração e produção, Francisco Gea, com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, a ministra de Hidrocarbonetos, Paula Henao, e o presidente da PDVSA, Héctor Obregón, segundo informou a Repsol em comunicado. </P><br />
<P>A área &#8216;Horcón&#8217; situa-se entre os campos de Barúa e Motatán, que já fazem parte da carteira de ativos da Repsol, &#8220;junto com os campos produtores de petróleo da Petroquiriquire e Petrocarabobo, e o ativo de gás de Cardón IV&#8221;, explicou a empresa. </P><br />
<P>&#8220;Com este acordo as partes também manifestam a sua intenção de avançar numa análise de oportunidades de gás na costa, com o objetivo de aprofundar os estudos e dados dos depósitos gasíferos no offshore venezuelano&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Na reunião em que o acordo foi selado, também foram abordados &#8220;avanços operacionais&#8221; dos &#8220;ativos&#8221; da Repsol na Venezuela e os &#8220;investimentos&#8221; já &#8220;comprometidos&#8221; para garantir o &#8220;crescimento da atividade&#8221; e os &#8220;mecanismos de pagamento&#8221; dos acordos vigentes, assim como do petróleo previsto para os próximos meses. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777202]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataques de longo alcance provocam crise de combustível na Rússia &#8211; Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 22:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ataques de longo alcance realizados pela Ucrânia na Rússia danificaram significativamente o setor de refinação de petróleo do país vizinho, divulgou hoje o Exército ucraniano, ao apresentar dados sobre a degradação das capacidades militares e económicas de Moscovo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ataques de longo alcance realizados pela Ucrânia na Rússia danificaram significativamente o setor de refinação de petróleo do país vizinho, divulgou hoje o Exército ucraniano, ao apresentar dados sobre a degradação das capacidades militares e económicas de Moscovo.</P><br />
<P>A análise do Estado-Maior da Ucrânia foi divulgada na rede social Facebook, adiantou a agência de notícias Ukrinform.</P><br />
<P>De acordo com as forças ucranianas, mais de 30% da capacidade de refinação de petróleo da Rússia foi desativada em consequência dos ataques às infraestruturas petrolíferas.</P><br />
<P>As autoridades afirmaram que 16 grandes refinarias e terminais petrolíferos russos foram atingidos e mais de 40 unidades de processamento foram paralisadas.</P><br />
<P>Ainda segundo Kiev, devido às sanções internacionais, a Rússia não consegue restaurar as instalações danificadas, uma vez que a substituição de importações se revelou ineficaz. </P><br />
<P>Como resultado, a produção de petróleo está em declínio devido à capacidade limitada de refinação e exportação, sublinhou o Ukrinform.</P><br />
<P>O Estado-Maior ucraniano citou dados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) que indicam que a produção petrolífera russa caiu para um mínimo anual de cerca de 9.009 milhões de barris por dia.</P><br />
<P>As autoridades militares ucranianas também relataram o que descreveram como uma crise de combustível na Rússia. </P><br />
<P>A produção de gasolina, detalharam, caiu para o nível mais baixo em 16 anos, e o Governo foi forçado a proibir as exportações de combustível, embora a escassez continue.</P><br />
<P>Na Crimeia, território ucraniano ocupado por Moscovo desde 2014, e em partes da região de Lugansk, a gasolina 95 estará a ser racionada através de sistemas de cartões. Nas regiões russas de Kursk, Belgorod e Pskov, a venda de combustível está limitada a 20 litros por veículo, segundo as forças ucranianas.</P><br />
<P>O Estado-Maior apontou ainda no comunicado que a escassez de combustível de aviação está a afetar os principais aeroportos russos, levando a restrições no reabastecimento de aeronaves.</P><br />
<P>Além disso, o Governo da Federação Russa terá autorizado a produção de combustível de qualidade inferior (norma Euro-3), devido à falta de equipamento e aos danos nas infraestruturas de refinação.</P><br />
<P>O Estado-Maior afirmou que cada refinaria ou depósito de combustível danificado gera escassez local, afetando a logística militar russa, reduzindo o fornecimento de munições e as receitas para o esforço de guerra.</P><br />
<P>As autoridades ucranianas anunciaram hoje ter atacado uma importante refinaria de combustíveis de Moscovo, que de manhã estava em chamas, segundo entidades locais, embora sem provocar vítimas.</P><br />
<P>Segundo Kiev, a refinaria atingida processa aproximadamente 11 milhões de toneladas de petróleo anualmente e fornece quase 40% da procura de gasolina em Moscovo e metade da procura de gasóleo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777197]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Papa Leão XIV apela ao diálogo EUA-Irão e eliminação de armas nucleares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 22:34:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV manifestou hoje "esperança" no sucesso do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão, que visa alcançar um acordo de paz, e apelou à eliminação das armas nucleares. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa Leão XIV manifestou hoje &#8220;esperança&#8221; no sucesso do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão, que visa alcançar um acordo de paz, e apelou à eliminação das armas nucleares. </P><br />
<P>&#8220;Graças a Deus, pelo menos este memorando existe, e dizem que será assinado oficialmente na sexta-feira. Ainda haverá vários pontos a serem acordados, mas é sempre melhor fazê-lo através do diálogo e da negociação, e não regressar à guerra. Por isso, espero que seja realmente uma solução, que a guerra tenha realmente terminado e que possamos avançar para o bem de todos&#8221;, disse o pontífice aos jornalistas em Castel Gandolfo.</P><br />
<P>O Papa apelou ainda à eliminação das armas nucleares &#8220;procurando o bem de todos os povos, procurando soluções para os problemas, incluindo os económicos e sociais, que surgiram neste caso&#8221;.</P><br />
<P>O memorando entre o Irão e os Estados Unidos será assinado na sexta-feira na estância alpina de Bürgenstock, perto de Lucerna, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço.</P><br />
<P>A Suíça acolherá a cerimónia oficial após vários dias de negociações e de contactos diplomáticos entre Washington, Teerão e mediadores internacionais, um entendimento que prevê a continuação do cessar-fogo e a abertura de uma nova fase de discussão sobre questões nucleares e de segurança regional, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço, a cerimónia terá lugar num hotel de luxo situado em Bürgenstock, uma montanha com vista para o Lago de Lucerna, no centro da Suíça.</P><br />
<P>As autoridades suíças indicaram que a escolha daquele local se deve ao facto de ser de difícil acesso e, por isso, mais fácil de proteger do ponto de vista da segurança, acrescentando que a sua utilização foi proposta pelos mediadores do Paquistão e do Qatar, bem como pelos próprios Estados Unidos e Irão.</P><br />
<P>O acordo preliminar prolonga por 60 dias o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril e estabelece um quadro negocial para futuras negociações sobre o acordo nuclear.</P><br />
<P>Os compromissos incluem ainda um levantamento progressivo das sanções sobre Teerão.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço informou que ainda não é possível fornecer informações sobre o formato da cerimónia ou outros detalhes relativos à assinatura prevista para sexta-feira.</P><br />
<P>O complexo hoteleiro de Bürgenstock, situado no pequeno cantão de Nidwald, acolheu em junho de 2024 uma conferência internacional de alto nível sobre a paz na Ucrânia, que contou com a participação do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</P><br />
<P>Segundo um alto responsável norte-americano, o quadro do acordo já foi assinado eletronicamente pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo vice-presidente, JD Vance, e pelo presidente do Parlamento iraniano e principal negociador de Teerão, Mohammad Bagher Ghalibaf.</P><br />
<P>De acordo com as autoridades iranianas, Ghalibaf deverá liderar a delegação do seu país na cerimónia de sexta-feira, enquanto Washington deverá ser representado por altos responsáveis da Administração norte-americana.</P><br />
<P>O texto do acordo não foi tornado público e persistem dúvidas sobre alguns dos pontos negociados entre as duas partes após semanas de contactos diplomáticos destinados a pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>Numa entrevista à CNN, JD Vance afirmou que o documento tem cerca de &#8220;uma página e meia&#8221; e é &#8220;muito geral&#8221;, admitindo igualmente a possibilidade de Donald Trump participar na cerimónia de assinatura, depois de concluir a sua participação na cimeira do G7, que decorre em Evian, no leste de França.</P><br />
<P> </P><br />
<P>PDF (RJP) RBF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777196]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha sem rumo mas com novo recorde do Dow Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 22:12:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, mas com recorde do Dow Jones, com os investidores prudentes antes da assinatura do acordo entre EUA e Irão e na expectativa do resultado da reunião da Reserva Federal, que começou hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, mas com recorde do Dow Jones, com os investidores prudentes antes da assinatura do acordo entre EUA e Irão e na expectativa do resultado da reunião da Reserva Federal, que começou hoje. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average avançou 0,64%, estabelecendo novo máximo no fecho da sessão, desta vez em 52.001,64 pontos. </P><br />
<P>Mas o tecnológico Nasdaq recuou 1,15% e o alargado S&amp;P500 perdeu 0,57%.</P><br />
<P>&#8220;Observa-se alguma rotação&#8221; fora do setor tecnológico depois de fortes apreciações, disse Patrick O&#8217;Hare, da Briefing.com, em declarações à AFP.</P><br />
<P>&#8220;É normal que os investidores desejam consolidar os seus ganhos depois de vários dias de progressão&#8221;, apontou Steve Sosnick, da Interactive Brokers. </P><br />
<P>&#8220;Tanto que ainda procuramos compreender exatamente o que contém o acordo&#8221; anunciado entre os EUA e o Irão, acrescentou. </P><br />
<P>Os dois Estados vão assinar na sexta-feira, na Suíça, um protocolo de acordo para acabar com a guerra, iniciada pelos ataques israelo-norte-americanos, ponto de partida de dois meses de negociação, que tem como primeira etapa a reabertura do Estreito de Ormuz, indispensável para o comércio mundial de hidrocarbonetos. </P><br />
<P>Mas muitos operadores continuam prudentes, desde logo devido à questão do nuclear iraniano. </P><br />
<P>&#8220;Partimos do princípio de que as negociações (&#8230;) referentes a um novo acordo nuclear arriscam ser muito movimentadas e, assim, o prolongamento das discussões será posto em questão de forma regular&#8221;, estimou Thu Lan Nguyen, do Commerzbank.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os investidores esperam a decisão de política monetária do banco central dos EUA na quarta-feira. </P><br />
<P>Mas não há qualquer &#8216;suspense&#8217; quanto ao resultado da reunião, uma vez que é largamente esperada a manutenção da taxa de juro de referência, situada no intervalo entre 3,50% e 3,75% desde dezembro.</P><br />
<P>Mas os primeiros passos de Kevin Warsh, o novo presidente da instituição, vão ser seguidos de muito perto. </P><br />
<P>A conferência de imprensa que se vai suceder à reunião &#8220;pode ser muito animada&#8221;, antecipou Steve Sosnick, em particular sobre a transparência do banco central, que vai suscitar &#8220;numerosas questões&#8221;, acrescentou.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777194]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Eduardo Bolsonaro condenado no Brasil a 4 anos e 2 meses de prisão por coação a juízes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eduardo-bolsonaro-condenado-no-brasil-a-4-anos-e-2-meses-de-prisao-por-coacao-a-juizes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 22:04:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro foi condenado hoje a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil por coação aos juízes da Corte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro foi condenado hoje a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil por coação aos juízes da Corte.</P><br />
<P>Momentos antes, o STF condenou por unanimidade Eduardo por coação no curso do processo por atuar, nos Estados Unidos, para interferir no julgamento em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>Faltava, no entanto, fixar a dosimetria das penas para o político bolsonarista, que ainda pode recorrer da decisão e apresentar embargos de declaração.</P><br />
<P>Os juízes da Primeira Turma do STF acompanharam o voto do relator Alexandre de Moraes, que defendeu que Eduardo perca o cargo público de escrivão da Polícia Federal e fique inelegível para concorrer às eleições pelo prazo de oito anos.</P><br />
<P>O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também terá de pagar 50 dias de multa, no valor total de 162,1 mil reais, cerca de 27,4 mil euros na cotação atual.</P><br />
<P>No seu voto, Alexandre de Moraes seguiu o entendimento da Procuradoria-Geral da Pública (PGR) do Brasil que entendeu que Eduardo atuou para constranger juízes do STF e interferir no andamento da Justiça.</P><br />
<P>Segundo acusação, Eduardo fez declarações públicas e postagens em redes sociais em que afirma ter colaborado para que o governo Donald Trump, dos Estados Unidos, impusesse sanções a autoridades brasileiras.</P><br />
<P>Ao proferir o seu voto, Moraes declarou que o político bolsonarista, que perdeu o mandato por decisão da Câmara dos Deputados ano passado por faltas, fez lobby nos Estados Unidos.</P><br />
<P> &#8220;Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país. Mesmo que estivesse no exercício do mandato e não licenciado, mesmo que estivesse no exercício, não estaria acobertado pela imunidade parlamentar&#8221;, declarou o relator.</P><br />
<P>Em março de 2025, Eduardo anunciou que iria se licenciar temporariamente do mandato parlamentar para morar nos Estados Unidos e, à época, disse que o afastamento do Brasil seria para &#8220;se dedicar integralmente e buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Alexandre de Moraes indicou que as ameaças de Eduardo &#8220;se concretizaram&#8221;, inclusive contra o próprio Brasil, com o aumento de tarifas pelos EUA a produtos brasileiros, &#8220;no intuito de beneficiar o próprio pai&#8221;.</P></p>
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		<item>
		<title>Sporting vence Benfica no segundo jogo e iguala final da Liga de futsal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sporting goleou hoje o Benfica por 8-2, no segundo jogo da final da Liga de futsal, disputado no pavilhão João Rocha, igualando a série, depois da derrota no pavilhão da Luz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting goleou hoje o Benfica por 8-2, no segundo jogo da final da Liga de futsal, disputado no pavilhão João Rocha, igualando a série, depois da derrota no pavilhão da Luz.</P><br />
<P>O Benfica, campeão em título, até se adiantou no marcador por Arthur, aos cinco minutos, mas, depois, o Sporting tomou conta do marcador, com os golos de Bruno Pinto (nove e 15 minutos), Zicky Te (22), Tomás Paçó (22), Pauleta (31), Wesley França (33), Alex Merlim (34) e Diogo Santos (35), com Jacaré a marcar ainda o segundo &#8216;encarnado (33).</P><br />
<P>Em disputa pelo título nacional pela sétima vez nas últimas oito edições, Benfica e Sporting voltam a encontrar-se no domingo, no reduto do Benfica, enquanto o quarto encontro voltará ao recinto dos &#8216;verdes e brancos&#8217;, no dia 25. Caso seja necessário, um quinto e derradeiro encontro está agendado para o dia 28, no pavilhão do Estádio da Luz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777192]]></sapo:autor>
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		<title>Marinha assume &#8220;falha interna&#8221; na notificação de militares do Mondego mas nega desrespeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:46:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Marinha assumiu hoje uma "falha interna" na notificação de dois militares que recusaram embarcar no navio Mondego e iriam a julgamento na quarta-feira, mas negou qualquer atitude de desrespeito para com o tribunal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Marinha assumiu hoje uma &#8220;falha interna&#8221; na notificação de dois militares que recusaram embarcar no navio Mondego e iriam a julgamento na quarta-feira, mas negou qualquer atitude de desrespeito para com o tribunal.</P><br />
<P>Em causa está o facto de o tribunal de Lisboa ter considerado hoje que o chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) comprometeu os trabalhos do julgamento de três militares acusados de violação de segredo de Estado, condenando o almirante Nobre de Sousa a uma multa de 816 euros.</P><br />
<P>Em resposta a perguntas enviadas pela agência Lusa, o ramo adiantou que &#8220;da averiguação interna preliminar efetuada, confirma-se uma falha interna no procedimento de notificação dos militares&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Essa falha é inteiramente assumida pelo Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, enquanto Comandante da Marinha, mas não configura qualquer desrespeito relativamente ao Tribunal&#8221;, lê-se na resposta.</P><br />
<P>De acordo com o despacho a que a Lusa teve hoje acesso, a segunda sessão de julgamento que estava agendada para quarta-feira foi adiada sem indicação de nova data, uma vez que o Chefe do Estado-Maior da Armada não notificou em tempo útil os dois militares convocados como testemunhas e o tribunal não foi avisado atempadamente de que existiam obstáculos à sua comparência.</P><br />
<P>&#8220;Verifica-se, pois, que não estão tais testemunhas, uma vez mais, notificadas e que não comparecerão neste tribunal&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>Esta conduta da Marinha, considerou o Tribunal Central Criminal de Lisboa, onde decorre o julgamento, &#8220;compromete gravemente o regular funcionamento do serviço deste tribunal, afeta de forma intensa a imagem de eficácia, prontidão e rigor que o cidadão espera de ambas as instituições&#8221; &#8211; tribunal e Forças Armadas.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;configura uma tentativa de comprometimento do dever de acatamento das ordens judiciais e da autoridade dos tribunais&#8221;, lê-se no despacho, que acrescenta que se trata de &#8220;uma censurável e injustificada omissão do dever de colaboração com o tribunal e um entorpecimento igualmente intolerável da ação da justiça&#8221;.</P><br />
<P>Do lado da defesa dos três militares da Marinha, os advogados Paulo Graça e António Garcia Pereira adiantaram à Lusa que vão pedir para que a sanção seja paga pelo próprio Chefe da Marinha, e não pela Marinha, e vão requerer &#8220;a detenção das duas testemunhas para serem conduzidas sob detenção a juíz na nova data que vier a ser designada&#8221;.</P><br />
<P>Esta é já a segunda alteração da segunda sessão, que chegou a estar marcada inicialmente para o dia 06 de maio e foi adiada porque uma das testemunhas se encontrava em missão e, já na altura, o Tribunal de Lisboa apontou para a falta de colaboração da Marinha.</P><br />
<P>A 11 de março de 2023, o NRP Mondego falhou uma missão de acompanhamento de um navio russo a norte da ilha de Porto Santo, na Madeira, após quatro sargentos e nove praças se terem recusado a embarcar, alegando razões de segurança.</P><br />
<P>O episódio deu origem a dois processos judiciais: um que envolve três militares por violação de segredo de Estado, cujo julgamento já começou, e outro que envolve os 13 militares por insubordinação e que está ainda em fase de instrução.</P><br />
<P>Foram também instaurados processos disciplinares, recentemente reabertos pelo ramo depois de o Supremo Tribunal Administrativo ter considerado ilícitas as sanções aplicadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777191]]></sapo:autor>
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		<title>Gaia defende criação de entidade metropolitana para gerir resíduos a sul do Douro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:41:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia defendeu hoje a criação de uma entidade metropolitana para gerir os resíduos urbanos a sul do Douro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia defendeu hoje a criação de uma entidade metropolitana para gerir os resíduos urbanos a sul do Douro. </P><br />
<P>&#8220;Na minha opinião, Vila Nova de Gaia deveria defender a criação de uma entidade metropolitana para gerir os resíduos a sul do Douro, incluindo Aveiro&#8221;, afirmou Firmino Pereira. </P><br />
<P>Durante a reunião pública do executivo municipal, que hoje liderou, o autarca considerou que Vila Nova de Gaia deve já começar a contactar com os municípios a sul do Douro porque a norte do Douro a Área Metropolitana do Porto tem &#8220;o assunto resolvido&#8221; com a Lipor que trata dos resíduos urbanos produzidos pelos municípios de Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde.</P><br />
<P>Firmino Pereira assinalou que o Governo liderado pelo social-democrata Luís Montenegro está a preparar uma estratégia nacional para o sistema de resíduos sólidos urbanos, portanto, esta questão vai marcar o ciclo político.</P><br />
<P>Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, deve liderar este movimento a sul do Douro para ter uma resposta coordenada e uma solução integrada. </P><br />
<P>&#8220;Há situações dramáticas quanto à deposição de resíduos em alguns concelhos do distrito de Aveiro&#8221;, destacou. </P><br />
<P>Firmino Pereira ressalvou ainda que há diretrizes da União Europeia para que, até 2030, apenas 10% dos resíduos sejam depositados em aterro, motivo pelo qual defendeu a construção de uma incineradora a sul do Douro. </P><br />
<P>&#8220;Onde Gaia e outros municípios possam fazer o tratamento dos seus resíduos como acontece com alguns municípios a norte&#8221;, concluiu. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777190]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Eduardo Bolsonaro condenado por constranger STF no caso da tentativa de golpe de Estado no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:05:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil condenou hoje o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por tentativa de interferir no julgamento da trama golpista de 2022, especialmente para proteger o pai, o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil condenou hoje o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por tentativa de interferir no julgamento da trama golpista de 2022, especialmente para proteger o pai, o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>O juiz Alexandre de Moraes, relator do processo na Primeira Turma do STF, votou pela condenação de Eduardo e foi acompanhado pelos outros três magistrados do colegiado.</P><br />
<P>O Supremo brasileiro ainda não estabeleceu a pena para o político bolsonarista.</P><br />
<P>Moraes seguiu o entendimento da Procuradoria-Geral da Pública (PGR) do Brasil que entendeu que o filho do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro atuou para constranger juízes do Supremo brasileiro e interferir no andamento da Justiça.</P><br />
<P>Segundo acusação, Eduardo fez declarações públicas e postagens em redes sociais em que afirma ter colaborado para que o governo Donald Trump, dos Estados Unidos, impusesse sanções a autoridades brasileiras.</P><br />
<P>Entre essas autoridades, estão juízes do STF, a exemplo do próprio Alexandre de Moraes, bem como medidas económicas ao Brasil.</P><br />
<P>Ao proferir o seu voto, Alexandre de Moraes declarou que o político bolsonarista, que perdeu o mandato por decisão da Câmara dos Deputados ano passado por faltas, fez lobby nos Estados Unidos.</P><br />
<P> &#8220;Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país. Mesmo que estivesse no exercício do mandato e não licenciado, mesmo que estivesse no exercício, não estaria acobertado pela imunidade parlamentar&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Como Eduardo Bolsonaro não constituiu advogado neste processo, a sua defesa é realizada pela Defensoria Pública da União (DPU), que alega, entre outros pontos, que Moraes não poderia atuar no julgamento por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções impostas pelos EUA.</P><br />
<P>Ao apresentar vídeos postados por Eduardo nas redes sociais, Moraes refutou as alegações da DPU de que Eduardo não teria conhecimento do processo.</P><br />
<P>&#8220;O réu faz questão de se evadir da Justiça. O próprio réu diz que não voltaria ao Brasil com medo de ter por parte desse STF uma cautelar apreendendo seu passaporte e ele não pudesse se evadir de novo&#8221;, argumentou Moraes.</P><br />
<P>&#8220;O processo penal não é palhaçada, a aplicação da justiça não é palhaçada. As normas existem para garantir o contraditório, a ampla defesa, dentro da paridade de armas, não para que fraudes e crimes praticados continuem se perpetuando&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Em março de 2025, Eduardo anunciou que iria se licenciar temporariamente do mandato de deputado federal morar nos Estados Unidos e, à época, disse que o afastamento do Brasil seria para &#8220;se dedicar integralmente e buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Alexandre de Moraes declarou ainda que as ações de Eduardo nos EUA não tinham &#8220;nenhuma relação com atividade parlamentar, mas ameaças pretendendo com isso que seu pai não fosse condenado&#8221;.</P><br />
<P>Antes de Moraes apresentar o seu voto, o representante da PGR pediu a condenação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de coação.</P><br />
<P>O subprocurador-geral da República Antônio Edílio Magalhães apresentou várias publicações e mensagens trocadas entre Eduardo e seu pai para sustentar o pedido de condenação.</P><br />
<P>&#8220;A estratégia criminosa culminou em prejuízos concretos a diversos setores produtivos onerados pelas sobretarifas norte-americanas, alcançando, em última instância, trabalhadores vinculados a essas cadeias económicas, completamente alheios aos processos penais atacados&#8221;, argumentou a acusação.</P></p>
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		<title>Mundial2026: França bate Senegal com histórico &#8216;bis&#8217; de Mbappé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A França, campeã mundial em 2018 e 'vice' em 2022, entrou hoje a vencer no Mundial de futebol de 2026, ao bater o Senegal por 3-1, em encontro da primeira jornada do Grupo I.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França, campeã mundial em 2018 e &#8216;vice&#8217; em 2022, entrou hoje a vencer no Mundial de futebol de 2026, ao bater o Senegal por 3-1, em encontro da primeira jornada do Grupo I.</P><br />
<P>Em East Rutherford, Kylian Mbappé, aos 66 e 90+6 minutos, para passar a contar 14 golos em Mundiais e 58 pela França, e o suplente Bradley Barcola, aos 82, marcaram pelos franceses, enquanto Ibrahim Mbaye, aos 90+5, faturou para os senegaleses.</P><br />
<P>Na classificação do Grupo I, os gauleses, também campeões em 1998, seguem, provisoriamente, isolados na liderança, com três pontos, antes do embate entre Noruega e Iraque, que se defrontam em Foxborough.</P></p>
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		<title>Plataforma LiveModeTV que transmite jogos do Mundial2026 obrigada a registo na ERC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:12:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) divulgou hoje que a plataforma LiveModeTV, que transmite jogos do Mundial2026 de futebol em Portugal, está sujeita a registo obrigatório no regulador enquanto órgão de comunicação social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) divulgou hoje que a plataforma LiveModeTV, que transmite jogos do Mundial2026 de futebol em Portugal, está sujeita a registo obrigatório no regulador enquanto órgão de comunicação social.</P><br />
<P>Em comunicado, a ERC referiu que a sua intervenção surge após ter recebido uma comunicação da LiveModeTV a dar conta &#8220;da intenção de interromper o processo de registo enquanto serviço de programas audiovisual que tinha em curso&#8221; na entidade desde o início de maio.</P><br />
<P>&#8220;O prazo legal para a efetivação do registo (60 dias) já terá decorrido, podendo o respetivo incumprimento constituir uma contraordenação&#8221;, assinalou o regulador.</P><br />
<P>A ERC referiu que, de acordo com a sua análise, a plataforma apresenta &#8220;características próprias de um serviço de comunicação social organizado editorialmente, incluindo identidade visual e editorial própria, programação estruturada, responsabilidade editorial sobre os conteúdos, presença de apresentadores e comentadores, bem como exploração económica do serviço&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A difusão regular de conteúdos audiovisuais e a transmissão em direto de eventos de interesse público, com destaque para o Mundial de Futebol de 2026, reforçam este enquadramento legal&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O regulador determinou assim que a atividade desenvolvida pela Livemode Portugal, Unipessoal, Lda., através da LiveModeTV na plataforma YouTube, se &#8220;enquadra no âmbito da Lei da Televisão e dos Serviços Audiovisuais a Pedido (LTSAP) e, como tal, tem obrigatoriamente de ser sujeita a registo na ERC enquanto órgão de comunicação social&#8221;.</P><br />
<P>A LiveModeTV divulgou em 11 de junho, quando arrancou o Mundial2026 que decorre nos Estados Unidos, no México e no Canadá, que iria transmitir 34 jogos da competição, incluindo todos da seleção portuguesa.</P><br />
<P>Na nota de imprensa, a plataforma destacou que está disponível em Portugal na rede social YouTube e na Prime Video, e que &#8220;além do jogo do dia de cada jornada, terá várias horas de programação dedicada ao Campeonato do Mundo 2026, contando com cerca de 8 horas diárias&#8221;.</P><br />
<P>A LiveModeTV apresentou-se como uma &#8220;plataforma de transmissão digital que combina futebol de alto nível com uma experiência interativa e próxima dos fãs&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777187]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PGR do Brasil pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:53:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) do Brasil pediu hoje a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação durante o processo sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Procuradoria-Geral da República (PGR) do Brasil pediu hoje a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação durante o processo sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022.</P><br />
<P>Segundo a acusação, Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, intercedeu junto de autoridades e parlamentares dos Estados Unidos para pressionar a Casa Branca a adotar medidas contra juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o próprio Brasil, em retaliação pelo processo que corria visando o seu pai, que acabou condenado a uma pena de prisão de 27 anos e três meses.</P><br />
<P>Em março de 2025, Eduardo Bolsonaro anunciou que iria suspender temporariamente o mandato de deputado federal para morar nos Estados Unidos e, à época, disse que o afastamento do Brasil seria para &#8220;se dedicar integralmente e buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, na sessão do julgamento no Supremo Tribunal Federal brasileiro, o representante da PGR apresentou várias publicações e mensagens trocadas entre Eduardo e o seu pai, para sustentar o pedido de condenação contra o ex-deputado.</P><br />
<P>&#8220;Essa é uma situação relativamente simples do ponto de vista penal. Há todo um elemento, um contexto fático e conjunto de provas evidenciando que essa coação efetivamente existiu&#8221;, argumentou o subprocurador-geral da República Antônio Edílio Magalhães, acrescentando que a Justiça brasileira foi atacada pelo bolsonarista.</P><br />
<P>&#8220;A estratégia criminosa culminou em prejuízos concretos a diversos setores produtivos onerados pelas sobretarifas norte-americanas, alcançando, em última instância, trabalhadores vinculados a essas cadeias económicas, completamente alheios aos processos penais atacados&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Eduardo Bolsonaro está a ser julgado na 1.ª Turma do STF, formada por quatro juízes.</P><br />
<P>Os votos serão realizados pelo juiz relator, Alexandre de Moraes, seguido por outros três juízes do Supremo brasileiro.</P><br />
<P>Como não há tempo definido para os juízes apresentarem o seu voto, o julgamento, que começou às 14:00 locais (18:00 em Lisboa), pode durar horas.</P><br />
<P>Ainda assim, são necessários três votos para condenar ou absolver o ex-deputado federal.</P><br />
<P>Como Eduardo Bolsonaro não constituiu advogado neste processo, a sua defesa é realizada pela Defensoria Pública da União, que alega, entre outros pontos, que Moraes não poderia atuar no julgamento por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções impostas pelos EUA.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777186]]></sapo:autor>
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		<title>Carro vandalizado? Saiba o que fazer, que seguro cobre os danos e quando pode ficar sem indemnização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:30:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A primeira ideia a reter é simples: o seguro obrigatório de responsabilidade civil, conhecido como seguro contra terceiros, não paga os prejuízos sofridos pelo próprio veículo em caso de vandalismo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar o carro vandalizado é uma situação inesperada e, muitas vezes, cara. Riscos na pintura, vidros partidos, espelhos danificados, amolgadelas ou peças arrancadas podem representar uma despesa significativa. Mas, como explica o <a href="https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/o-que-saber-sobre-carros/carro-vandalizado-o-seguro-cobre-o-que" target="_blank" rel="noopener">ACP</a>, nem todos os seguros automóvel cobrem este tipo de danos.</p>
<p>A primeira ideia a reter é simples: o seguro obrigatório de responsabilidade civil, conhecido como seguro contra terceiros, não paga os prejuízos sofridos pelo próprio veículo em caso de vandalismo. Para que estes danos possam ser cobertos, é necessário ter uma apólice com danos próprios e uma cobertura específica para atos de vandalismo ou atos maliciosos.</p>
<p><strong>O que cobre o seguro obrigatório?</strong></p>
<p>O seguro de responsabilidade civil automóvel é obrigatório por lei. Garante o pagamento de indemnizações por danos corporais e materiais causados a terceiros e às pessoas transportadas no veículo, com exceção do condutor.</p>
<p>Na prática, este seguro protege os outros em caso de acidente causado pelo veículo segurado. Não protege o próprio carro contra danos provocados por vandalismo.</p>
<p>Assim, se encontrar o carro riscado, com vidros partidos ou com peças arrancadas e tiver apenas seguro contra terceiros, a reparação ficará, em princípio, a seu cargo.</p>
<p><strong>O seguro cobre atos de vandalismo?</strong></p>
<p>Depende das coberturas contratadas. Para ter proteção em caso de vandalismo, o condutor deve ter um seguro de danos próprios, frequentemente conhecido como seguro contra “todos os riscos”, que inclua cobertura para atos de vandalismo ou maliciosos.</p>
<p>Esta cobertura pode aplicar-se quando o veículo é danificado de forma intencional por terceiros, nomeadamente em contextos de tumultos, greves, motins ou alterações da ordem pública.</p>
<p>De forma geral, pode abranger riscos na pintura, vidros e espelhos partidos, amolgadelas ou peças arrancadas. Ainda assim, o ACP recomenda confirmar sempre a apólice, porque as coberturas e exclusões variam de seguro para seguro.</p>
<p>Também é importante verificar se a apólice inclui assistência em viagem. Se o carro tiver de ser transportado para uma oficina, essa cobertura pode evitar mais uma despesa inesperada.</p>
<p><strong>O Fundo de Garantia Automóvel ajuda nestes casos?</strong></p>
<p>Não. O Fundo de Garantia Automóvel, gerido pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, indemniza vítimas de acidentes em situações específicas, como quando o responsável é conhecido mas não tem seguro, quando há danos corporais e o responsável é desconhecido ou não tem seguro válido, ou quando a seguradora do culpado está insolvente.</p>
<p>No caso de vandalismo, estas condições não se aplicam. Por isso, o Fundo de Garantia Automóvel não cobre danos de um carro vandalizado.</p>
<p><strong>O que fazer se encontrar o carro vandalizado?</strong></p>
<p>A primeira coisa a fazer é recolher provas antes de mexer no veículo. Tire fotografias e faça um vídeo em que os danos sejam visíveis. Registe também o dia, a hora e o local onde encontrou o carro.</p>
<p>Se houver testemunhas, tente recolher o nome e um contacto telefónico. Estes elementos podem ser úteis para apresentar queixa às autoridades e fazer a participação ao seguro.</p>
<p>Se o carro tiver sido vandalizado num parque de estacionamento, contacte os vigilantes ou a entidade responsável pela gestão do espaço. O local pode ter seguro próprio que cubra alguns danos ou pode haver imagens de videovigilância relevantes para a investigação.</p>
<p>Depois, deve contactar as autoridades e apresentar queixa, mesmo que não saiba quem causou os danos. Entregue todas as provas recolhidas e descreva o sucedido com o máximo de detalhe possível.</p>
<p>O passo seguinte é comunicar o caso à seguradora o mais rapidamente possível. A participação deve incluir fotografias, vídeos, auto de ocorrência, dados de testemunhas e qualquer outra informação relevante.</p>
<p><strong>Quais são os prazos da seguradora?</strong></p>
<p>Depois de receber a participação, a seguradora tem dois dias úteis para agendar a peritagem. A peritagem deve estar concluída em oito dias úteis, prazo que pode subir para 12 dias úteis se for necessário desmontar o veículo.</p>
<p>Após a peritagem, os relatórios devem ser disponibilizados quatro dias úteis depois. A seguradora tem ainda de comunicar se assume ou não a responsabilidade pelos danos até 30 dias úteis após o primeiro contacto com o segurado.</p>
<p>Estes prazos são importantes para o condutor acompanhar o processo e saber quando deve insistir com a seguradora caso não receba resposta.</p>
<p><strong>Como escolher um seguro que proteja contra vandalismo?</strong></p>
<p>O preço do prémio não deve ser o único critério na escolha do seguro automóvel. O mais importante é perceber o que quer proteger e que riscos está disposto a assumir.</p>
<p>Se o carro for novo, tiver valor elevado ou ficar estacionado frequentemente na rua, pode fazer sentido contratar danos próprios com cobertura de atos de vandalismo. Também pode ser útil incluir assistência em viagem e proteção jurídica.</p>
<p>Antes de assinar, deve confirmar as exclusões. Nem todos os danos estão automaticamente cobertos e algumas situações podem ficar fora da apólice.</p>
<p>Também deve verificar onde é que as coberturas são válidas. Isto é especialmente importante para quem viaja de carro para o estrangeiro.</p>
<p>Outro ponto essencial é a franquia, ou seja, o valor que fica a cargo do segurado em caso de dano. Uma cobertura pode existir, mas implicar uma franquia que torne a reparação menos compensadora.</p>
<p>Por fim, convém perceber como funciona o sistema bónus-malus, que pode fazer o preço do seguro subir ou descer consoante o histórico de sinistros.</p>
<p><strong>O que deve reter?</strong></p>
<p>Se o carro for vandalizado e tiver apenas seguro contra terceiros, o mais provável é ter de pagar a reparação. Para estar protegido, precisa de um seguro de danos próprios com cobertura de atos de vandalismo ou maliciosos.</p>
<p>Em caso de dano, não mova logo o carro, recolha provas, apresente queixa, contacte a seguradora e acompanhe os prazos da peritagem.</p>
<p>A prevenção começa antes do problema acontecer: ler a apólice, conhecer as exclusões e perceber a franquia pode fazer a diferença entre ter a reparação paga ou suportar a despesa do próprio bolso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777106]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento dos Açores aprova recomendação sobre divulgação da informação financeira da SATA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:28:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O parlamento açoriano aprovou hoje por unanimidade um projeto de resolução do Chega que recomenda ao Governo Regional dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) a divulgação integral da informação financeira, operacional e de gestão do grupo SATA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento açoriano aprovou hoje por unanimidade um projeto de resolução do Chega que recomenda ao Governo Regional dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) a divulgação integral da informação financeira, operacional e de gestão do grupo SATA.</P><br />
<P>Na apresentação do projeto de resolução, no primeiro dia do plenário de junho, na Horta, o parlamentar do Chega Francisco Lima disse que estava em causa o direito de os açorianos &#8220;saberem como está a ser gerida uma empresa que lhes pertence e que tem sido sustentada com dinheiro públicos&#8221;.</P><br />
<P>A companhia aérea SATA &#8220;é essencial à mobilidade, à economia, ao turismo e à coesão territorial dos Açores&#8221;, salientou, considerando que a empresa &#8220;não pode continuar rodeada de respostas incompletas, atrasos sucessivos e da invocação permanente do segredo comercial para limitar a fiscalização parlamentar&#8221;.</P><br />
<P>Francisco Lima justificou a apresentação da iniciativa por continuarem &#8220;por esclarecer matérias fundamentais&#8221;, como o custo e o histórico das rotas deficitárias, os critérios para abrir e manter rotas, encargos com aeronaves imobilizadas, o cumprimento do plano de reestruturação e a eventual necessidade de novos apoios da região.</P><br />
<P>Ainda segundo o deputado do Chega, a falta de transparência alimenta dúvidas e, sabendo-se que existe informação comercial sensível, nunca foi defendida a sua divulgação irresponsável.</P><br />
<P>Contudo, acrescentou, &#8220;há uma diferença clara entre divulgar informação ao público e prestá-la ao parlamento que dispõe de mecanismos para consultar documentação confidencial e reservada&#8221;.</P><br />
<P>O parlamentar recordou que em 2025 o grupo SATA apresentou um prejuízo consolidado de 58,4 milhões de euros, defendendo que, embora esse resultado represente uma melhoria face ao ano anterior, &#8220;um prejuízo desta dimensão continua a exigir explicações, responsabilidades e medidas concretas&#8221;.</P><br />
<P>A iniciativa &#8220;não pretende fragilizar&#8221; a SATA e quem defende a empresa &#8220;não deve ter medo dos números&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Pelo PSD, Paulo Simões admitiu que o partido acompanha a preocupação do Chega, mas alertou que &#8220;o ponto fulcral é como garantir transparência sem colocar em risco informação que sendo tornada pública pode prejudicar a SATA perante a sua concorrência num mercado altamente competitivo&#8221;.</P><br />
<P>O social-democrata referiu ainda que a empresa publica todos os anos o relatório de contas e que a administração está sempre disponível para esclarecer dúvidas, existindo também um &#8220;escrutínio muito apertado&#8221; por parte da Comissão Europeia.</P><br />
<P>O socialista Carlos Silva contrapôs que a informação disponibilizada aos parlamentares &#8220;nunca é suficiente&#8221; e é &#8220;relevante&#8221; para a análise da situação da empresa açoriana de aviação, chamando a atenção para um &#8220;padrão de incumprimento&#8221; do Governo Regional quando &#8220;responde tardiamente&#8221; ou, em alguns casos, não responde às perguntas colocadas pelos deputados.</P><br />
<P>A resolução &#8220;representa uma chamada de atenção clara ao Governo Regional e é um alerta para uma mudança de rumo&#8221;, salientou.</P><br />
<P>António Lima (BE) corroborou que aos deputados &#8220;não deve ser negada informação&#8221; sobre a SATA, &#8220;apesar de ela ser confidencial&#8221;, pois existem mecanismos para tal.</P><br />
<P>Relativamente às contas da empresa, o bloquista observou que a administração transmite informação que &#8220;muitas vezes não é totalmente correta&#8221; ou &#8220;utilizando até manobras de marketing para disfarçar problemas que há no grupo SATA&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, Nuno Barata (IL) disse que acompanhava a preocupação do Chega porque a informação divulgada, mesmo ao parlamento, &#8220;é esquiva e insuficiente&#8221;, embora admita que alguma informação é &#8220;sensível&#8221; e são necessárias cautelas no acesso.</P><br />
<P>Por parte do Governo Regional, o secretário das Finanças, Duarte Freitas, explicou que ocorreu um atraso na disponibilização de informações relativamente ao grupo SATA, que já estão na posse dos deputados, e admitiu que a companhia aérea regional &#8220;é o assunto mais escrutinado nos Açores&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, insistiu, há a necessidade de ser respeitado o segredo comercial em relação à divulgação de informação e, por isso, a informação disponibilizada &#8220;nunca parecerá suficiente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777185]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: China avisa que próxima fase das negociações com EUA &#8220;será mais complicada&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:28:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês alertou hoje de que a próxima fase das negociações entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão, para alcançar um acordo para pôr fim ao conflito na região, será "mais complicada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês alertou hoje de que a próxima fase das negociações entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão, para alcançar um acordo para pôr fim ao conflito na região, será &#8220;mais complicada&#8221;.</P><br />
<P>Wang Yi emitiu estas declarações agora, que Washington e Teerão acordaram um memorando de entendimento que será oficialmente assinado na sexta-feira, na Suíça.</P><br />
<P>Durante uma conversa telefónica com o homólogo paquistanês, Ishaq Dar, Wang indicou que &#8220;é possível prever&#8221; que haverá &#8220;mais dificuldades&#8221; após a assinatura e defendeu que o Conselho de Segurança da ONU &#8220;deve desempenhar um maior papel no apoio a estas conversações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O consenso atual está longe de ser o ponto final. Em vez disso, é um novo ponto de partida&#8221;, esclareceu Wang, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.</P><br />
<P>&#8220;Alcançar uma paz duradoura no Médio Oriente e no Golfo Pérsico exige esforços substanciais de todos os lados&#8221;, sustentou o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) chinês.  </P><br />
<P>&#8220;Enquanto houver esperança de paz, o esforço vale a pena. Desde o início do conflito, a China tem cooperado com todas as partes, trabalhando ativamente para cessar os combates e promover a paz. Desde o início, a China apoiou firmemente o Paquistão, sublinhando a todas as partes que é um mediador fiável, e também tem cooperado com o Irão e os Estados Unidos, à sua maneira&#8221;, destacou.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia chinesa salientou ainda que Pequim está disposta a trabalhar com o Paquistão para promover a paz.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que as negociações não devem recuar, muito menos voltar ao uso da força&#8221;, vincou, acrescentando que &#8220;a viagem está apenas a meio, e o consenso atual está longe de ser o final&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Médio Oriente sofreu enormemente por causa da guerra, e os seus habitantes merecem paz. A China está disposta a cooperar (&#8230;) para promover incansavelmente a paz e o diálogo, e a continuar a esforçar-se para restaurar a paz, a estabilidade e o desenvolvimento na região o mais rapidamente possível&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Na conversa telefónica, os MNE de Pequim e Islamabad aproveitaram o marco diplomático que constituiu o acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irão para destacar o êxito do seu plano conjunto de cinco pontos para a paz e a estabilidade no Médio Oriente.</P><br />
<P>Ishaq Dar &#8220;reconheceu os importantes contributos de Pequim para a restauração da paz e da estabilidade regionais, especialmente a Iniciativa de Cinco Pontos entre o Paquistão e a China&#8221;, segundo um comunicado divulgado na rede social X.</P><br />
<P>Este plano, apresentado em conjunto pelos próprios Dar e Wang em março, na capital chinesa, instava à entabulação de negociações de paz imediatas para evitar uma escalada do conflito e exigia o restabelecimento da navegação no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O ministro paquistanês elogiou o constante apoio da China aos esforços de Islamabad para facilitar o diálogo e a diplomacia entre o Irão e os Estados Unidos.</P><br />
<P>A estreita coordenação entre ambos foi mantida durante todo o processo negocial, um período fundamental em que o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, também viajou até à China para consolidar a estratégia diplomática.</P><br />
<P>Por seu lado, o ministro chinês também agradeceu &#8220;o dinâmico trabalho diplomático do Paquistão e os seus sólidos esforços de mediação, que contribuíram para criar as condições propícias ao diálogo&#8221;.</P><br />
<P>Ambos destacaram a importância da aplicação dos acordos alcançados entre as partes e da manutenção de contactos contínuos para a resolução pacífica de todas as questões pendentes.</P><br />
<P>Islamabad desempenhou um papel central nas negociações, ao encarregar-se nas últimas semanas de servir de intermediário na troca de propostas de paz entre Washington e Teerão.</P><br />
<P>Desta intensa mediação resultou um memorando que põe fim a três meses e 16 dias de conflito entre os Estados Unidos e o Irão, um acordo que será oficializado na próxima sexta-feira na Suíça, durante uma cerimónia de assinatura presidida por Sharif.</P><br />
<P>A China, o principal aliado e parceiro comercial do Irão, adotou uma postura mais discreta nas negociações, mas reiterou em várias ocasiões a necessidade de resolver o conflito e evitar uma escalada. </P><br />
<P>Por fim, para além do Médio Oriente, os dois ministros aproveitaram a conversa para discutir os resultados da recente visita de Sharif à China e concordaram continuar a trabalhar em conjunto na segunda fase do Corredor Económico China-Paquistão (CPEC 2.0) para reforçar o investimento e a cooperação económica bilateral.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777184]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>I Liga: Casa Pia e Álvaro Pacheco chegam a acordo para cessação do contrato</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:20:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Casa Pia e o treinador Álvaro Pacheco chegaram a acordo para a cessação do contrato que unia as duas partes, confirmou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol, através de um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Casa Pia e o treinador Álvaro Pacheco chegaram a acordo para a cessação do contrato que unia as duas partes, confirmou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol, através de um comunicado.</P><br />
<P>&#8220;O Casa Pia AC vem por este meio informar que chegou a acordo com o treinador Álvaro Pacheco e a sua equipa técnica para a cessação da relação profissional que unia as partes&#8221;, começaram por dizer os &#8216;gansos&#8217;, no sítio oficial na internet.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, os lisboetas explicaram os motivos que levaram à saída de Álvaro Pacheco e da respetiva equipa técnica, na sequência de uma &#8220;reflexão conjunta sobre o futuro do projeto desportivo&#8221; do emblema de Pina Manique.</P><br />
<P>&#8220;Após reflexão conjunta sobre o futuro do projeto desportivo, o clube e a equipa técnica concluíram que não estavam reunidas as condições necessárias para prosseguir o trabalho de forma plenamente alinhada com as expectativas de ambas as partes&#8221;, expressou o conjunto casapiano, que permaneceu na I Liga.</P><br />
<P>Os casapianos colocam fim a um ciclo &#8220;marcado pelo compromisso, dedicação e profissionalismo de todos os envolvidos, durante o qual foram alcançados os objetivos definidos para a época 2025/26&#8221;, agradecendo a toda a equipa técnica.</P><br />
<P>Álvaro Pacheco, de 54 anos, chegou em janeiro e ajudou o Casa Pia a assegurar a permanência na I Liga &#8211; apesar do 16.º e antepenúltimo lugar -, através do play-off, superando o Torreense, terceiro na II Liga e histórico vencedor da Taça de Portugal.</P><br />
<P>O treinador passou antes pelos sauditas do Al-Orobah e pelos brasileiros do Vasco da Gama, já depois de ter representado Vitória de Guimarães, Estoril Praia, Vizela, Fafe e Lixa, tendo sido ainda adjunto nos lituanos do FK Jonava, além de Boavista, Moreirense e Penafiel.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777183]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fação venezuelana alvo de operação policial no Brasil por fornecer armas ao Comando Vermelho</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:02:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Estado de Roraima realizou hoje uma operação contra a Tren de Aragua, organização criminosa da Venezuela que atua no Norte do Brasil, por fornecimento de armas ao Comando Vermelho (CV).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Civil do Estado de Roraima realizou hoje uma operação contra a Tren de Aragua, organização criminosa da Venezuela que atua no Norte do Brasil, por fornecimento de armas ao Comando Vermelho (CV).</P><br />
<P>Segundo a corporação, as autoridades policiais cumpriram 25 mandados de detenção e mais de 30 de busca e apreensão contra suspeitos investigados por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas.</P><br />
<P>Entre o armamento movimentado pelo grupo criminoso estão fuzis, metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, além de equipamentos de alto poder destrutivo utilizados em confrontos. </P><br />
<P>Os investigadores também identificaram elementos que intervinham no abastecimento de armamentos destinados a outras organizações criminosas, incluindo membros do Comando Vermelho com atuação nos estados do Amazonas e do Rio de Janeiro.</P><br />
<P>A operação, batizada de &#8216;Rota do Norte&#8217;, foi realizada em Roraima e Amazonas, na região Norte do Brasil, e nos estados do Sudeste e Sul do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. </P><br />
<P>Durante conferência de imprensa, o coordenador da operação, delegado Wesley Costa de Oliveira, afirmou que os investigados movimentavam grandes quantias provenientes da venda de armamentos pesados.</P><br />
<P>&#8220;Cada vez mais as fações têm agido como empresas&#8221;, declarou, ao explicar que o grupo se tem atualizado quanto às transações financeiras e ao uso de criptomoedas.</P><br />
<P>Segundo o delegado, parte dessas armas tinham origem nos Estados Unidos, na Colômbia e na Venezuela e o grupo criminoso utilizava Roraima como corredor logístico para chegar a outros estados brasileiros.</P><br />
<P>Investigadores disseram à Lusa que um dos alvos é um brasileiro responsável por lavar dinheiro para as organizações criminosas, e foi detido hoje no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.</P><br />
<P>Esse homem, cuja identidade não foi revelada, movimentou 300 milhões de reais (50,86 milhões de euros) em criptoativos em 2025, sendo responsável por ser o elo entre membros do CV e da Tren de Aragua.</P><br />
<P>Até ao momento, a Polícia Civil do Estado de Roraima não divulgou um balanço geral sobre bens apreendidos e detenções realizadas.</P><br />
<P>Fundado numa prisão da Venezuela, o grupo criminoso expandiu a sua atuação para diferentes países da América Latina, especializando-se no tráfico de drogas, tráfico humano e garimpo ilegal.</P><br />
<P>Em fevereiro deste ano, os Estados Unidos classificaram a Tren de Aragua como organização terrorista global, o que tem sido rebatido por especialistas que olham para a ação política da Casa Branca como meio para justificar a intervenção dos EUA sobre a Venezuela.</P><br />
<P>Na última sexta-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a morte do líder da Tren de Aragua, Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero.</P><br />
<P>Para Wesley Oliveira, a morte de Niño Guerrero pelos EUA na Venezuela pode gerar um efeito de fuga de criminosos do país vizinho para o Brasil.  </P><br />
<P>&#8220;Provavelmente alguns desses faccionados venezuelanos vão querer utilizar o Brasil como rota de fuga&#8221;, declarou, ao apontar que a extensa faixa de fronteira entre o país e a Venezuela impõe desafios para as forças de segurança.</P><br />
<P>A Venezuela faz fronteira com o Brasil pelos estados do Amazonas e de Roraima, numa extensão territorial de aproximadamente 2,2 mil quilómetros, o equivalente, em linha reta, a sair de Lisboa e chegar praticamente ao centro da Europa, perto de Berlim.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777181]]></sapo:autor>
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		<title>Xiaomi faz o que a Tesla prometeu há dez anos: um braço robótico que carrega carros elétricos sozinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[elétrico]]></category>
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		<category><![CDATA[Xiaomi]]></category>
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					<description><![CDATA[Solução da marca chinesa deverá chegar ao mercado no quarto trimestre deste ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Xiaomi apresentou um braço robótico de carregamento para veículos elétricos que promete ligar e desligar automaticamente o carro da tomada, uma ideia que a Tesla mostrou há cerca de dez anos, mas nunca chegou a industrializar, escreve o &#8216;Motor1&#8217;.</p>
<p>A solução da marca chinesa deverá chegar ao mercado no quarto trimestre deste ano, de acordo com o &#8216;CarNewsChina&#8217; citado pelo &#8216;Motor1&#8217;, e surge como mais um sinal da rapidez com que a Xiaomi está a tentar expandir o seu ecossistema automóvel depois da entrada no mercado dos elétricos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Xiaomi Home Charging Robotic Arm is coming! 🤖⚡️</p>
<p>Expected launch: Q4 2026</p>
<p>This smart robotic charger is designed for effortless, fully hands-free home charging:<br />✅ Automatically plugs in when you park⁰✅ Automatically unplugs &amp; stores the cable when done⁰✅ Works remotely via… <a href="https://t.co/nviiELcpB5">pic.twitter.com/nviiELcpB5</a></p>
<p>&mdash; DriveGreenLiveGreen (@DriveGreen80167) <a href="https://x.com/DriveGreen80167/status/2066414689538412680?ref_src=twsrc%5Etfw">June 15, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O conceito é simples: se o condutor estacionar o carro em casa e se esquecer de ligar o cabo, o braço robótico pode fazê-lo sozinho. Também poderá iniciar o carregamento automaticamente assim que o veículo estiver estacionado, desligar-se quando a bateria atingir o nível definido e permitir ao utilizador começar uma sessão de carregamento à distância.</p>
<p><strong>O robô de carregamento que quer entrar na garagem</strong></p>
<p>O novo braço robótico da Xiaomi tem um desenho compacto, com menos de 15,2 centímetros de largura, o que, segundo a marca, permite a instalação em garagens pequenas ou até em parques de estacionamento públicos.</p>
<p>A Xiaomi apresenta o equipamento como mais uma peça do seu ecossistema doméstico inteligente, ao lado de produtos como aspiradores robóticos ou eletrodomésticos conectados. A diferença é que, neste caso, a automação passa para uma das tarefas mais repetitivas da utilização diária de um carro elétrico: ligar o cabo de carregamento.</p>
<p>Numa apresentação em vídeo com menos de um minuto, a marca afirma que o sistema usa visão computacional com inteligência artificial para conseguir uma precisão submilimétrica ao encaixar o conector na porta de carregamento do automóvel.</p>
<p>O equipamento também consegue comunicar diretamente com o veículo para abrir e fechar a tampa motorizada da porta de carregamento, dispensando qualquer intervenção física do utilizador.</p>
<p><strong>A ideia que a Tesla mostrou e nunca vendeu</strong></p>
<p>A comparação com a Tesla é inevitável. Há dez anos, a marca americana mostrou um braço robótico flexível capaz de se ligar sozinho a um veículo elétrico, mas a solução nunca chegou ao mercado.</p>
<p>A Tesla acabou por direcionar parte da atenção para o carregamento sem fios, sobretudo associado ao futuro Cybercab, enquanto a Xiaomi parece estar mais próxima de transformar o braço robótico num produto comercial.</p>
<p>Ainda assim, a marca chinesa não está sozinha nesta corrida. Hyundai e Star Charge também já apresentaram soluções semelhantes para automatizar o carregamento de veículos elétricos.</p>
<p><strong>O que ainda falta saber</strong></p>
<p>Apesar da apresentação, continuam por esclarecer detalhes importantes. A Xiaomi ainda não revelou o preço do braço robótico, nem confirmou se o equipamento inclui o carregador propriamente dito ou se funcionará apenas como uma extensão ligada a uma estação de carregamento doméstica já existente.</p>
<p>A marca já vende carregadores domésticos com potências entre 7 kW e 11 kW, pelo que a expectativa é que o braço automatizado possa surgir como uma solução completa ou integrada com esses equipamentos.</p>
<p>Se cumprir o prometido, o sistema pode transformar uma tarefa simples, mas repetitiva, num processo totalmente automático. Para os utilizadores de carros elétricos, a vantagem não está apenas no conforto: está também na possibilidade de evitar esquecimentos, gerir carregamentos à distância e aproximar a garagem doméstica da lógica de uma casa inteligente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777000]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Portugal e Arábia Saudita defendem livre circulação no estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chefes da diplomacia de Portugal e Arábia Saudita saudaram hoje em Lisboa o acordo entre Irão e Estados Unidos para pôr fim ao conflito no Médio Oriente e defenderam a livre circulação no estreito de Ormuz, sem taxação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes da diplomacia de Portugal e Arábia Saudita saudaram hoje em Lisboa o acordo entre Irão e Estados Unidos para pôr fim ao conflito no Médio Oriente e defenderam a livre circulação no estreito de Ormuz, sem taxação.</P><br />
<P>&#8220;Abordámos os desenvolvimentos regionais e internacionais e sublinhamos a necessidade de evitar a escalada&#8221;, disse, numa declaração à imprensa, o chefe da diplomacia saudita, Faisal Bin Farham Al Saud, após um encontro com o homólogo português, Paulo Rangel, no Palácio das Necessidades, em Lisboa.</P><br />
<P>Por seu lado, o ministro Paulo Rangel defendeu ser &#8220;fundamental, em primeiro lugar, que este acordo seja assinado na sexta-feira e que essencialmente se olhe também para a questão libanesa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esteja ela dentro ou fora do acordo, ela vai ser sempre essencial para o seu sucesso&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Rangel recordou que estão previstas negociações entre os governos do Líbano e de Israel, em Washington, na próxima segunda-feira, e fez &#8220;um apelo muito grande para que, seja o Hezbollah, que tem estado com uma atividade bastante forte, seja Israel, tenham contenção porque isso tem impacto numa questão de alcance mais geral e global, que é justamente o acordo de paz ou de um cessar-fogo duradouro&#8221;.</P></p>
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