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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Saúde continua a pesar no bolso: famílias pagam diretamente mais de 8,8 mil milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 07:34:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pagamentos feitos diretamente pelos utentes continuam acima dos níveis registados antes da pandemia e mantêm Portugal entre os países europeus onde este tipo de encargos tem maior peso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As despesas pagas diretamente pelas famílias portuguesas em bens e serviços de saúde voltaram a aumentar no ano passado, embora a um ritmo mais moderado. Em 2025, os agregados familiares gastaram mais de 8,8 mil milhões de euros em saúde, mantendo este tipo de encargos perto dos 5% da despesa final de consumo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/saude/detalhe/despesa-das-familias-em-saude-abranda-mas-ainda-e-5-dos-gastos" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, os dados da Conta Satélite da Saúde do Instituto Nacional de Estatística mostram que os pagamentos diretos das famílias cresceram 4,4% em 2025. O ritmo representa uma desaceleração face aos 7,3% registados no ano anterior e é o mais baixo desde 2020, ano marcado pelos primeiros confinamentos da pandemia e por uma menor procura de cuidados de saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do abrandamento, o peso destas despesas no orçamento das famílias não recuou. Pelo terceiro ano consecutivo, os gastos diretos em saúde representaram 4,9% da despesa final de consumo, um nível acima da média de 4% registada desde o início do século até ao período anterior à pandemia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>SNS reforça cobertura, mas famílias ainda suportam mais de um quarto da despesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução ocorre num contexto em que a despesa pública em saúde continuou a crescer de forma expressiva. O Serviço Nacional de Saúde e os Serviços Regionais de Saúde reforçaram a sua cobertura, passando a assegurar 55,5% dos gastos totais em saúde no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, mais de um quarto da despesa total com medicamentos, consultas, cuidados, equipamentos e outros serviços de saúde continua a sair diretamente do rendimento disponível das famílias. Em 2025, essa fatia fixou-se em 27,8% da despesa total.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Negócios, Portugal tem-se destacado na União Europeia pelo peso elevado da chamada despesa “out-of-pocket”, isto é, valores pagos diretamente pelos utentes. Em 2023, com uma proporção de 4,9% da despesa final de consumo, Portugal era o quinto país da União Europeia onde estes encargos tinham maior peso nos orçamentos familiares.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proporção da despesa direta em saúde no rendimento disponível bruto das famílias também se tem mantido elevada. Entre 2014 e 2024, esteve sempre acima dos 4%, de acordo com os dados do INE referidos na notícia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Farmácias concentram um quinto dos gastos diretos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mais detalhados disponíveis, relativos a 2024, mostram onde as famílias mais gastam quando pagam saúde do próprio bolso. As farmácias concentram um quinto da despesa direta, sendo a principal rubrica destes encargos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seguem-se os cuidados hospitalares, com 13,9%, outros cuidados especializados, com 13,8%, e os dentistas, com 12,3%. Estas áreas representam uma parte significativa da pressão financeira sentida pelos agregados familiares no acesso a bens e serviços de saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as despesas que mais cresceram em 2024 estiveram os hospitais psiquiátricos, com um aumento de 57,2%, os exames e análises, com uma subida de 12,6%, e os cuidados domiciliários, que avançaram 11,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Seguros, subsistemas e impostos completam financiamento da saúde</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A despesa direta das famílias é apenas uma das componentes do financiamento da saúde. A ela somam-se os bens e serviços assegurados publicamente através de receitas de impostos, bem como os gastos cobertos por seguros de saúde e por subsistemas públicos ou privados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os seguros de saúde, cujos prémios são igualmente pagos pelas famílias, representaram 5,3% do total da despesa em saúde. Já os subsistemas de saúde, dependentes de contribuições, corresponderam a 5,5%, com destaque para a ADSE.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este conjunto de fontes de financiamento mostra que, mesmo quando os pagamentos não são feitos diretamente no momento de acesso aos cuidados, uma parte relevante dos encargos continua a recair sobre os rendimentos das famílias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Fragilidades no SNS transferem encargos para os utentes</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No relatório sobre o desempenho do SNS em 2025, o Conselho das Finanças Públicas alertou para o impacto das dificuldades de acesso e resposta do sistema público. Segundo o organismo, as fragilidades do SNS acabam por transferir encargos para as famílias.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aviso surge num contexto de pressão crescente sobre a despesa em saúde, associada ao envelhecimento da população e ao aumento dos custos com inovação em medicamentos e equipamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Conselho das Finanças Públicas sublinhou ainda que os pagamentos diretos são a componente mais regressiva do financiamento da saúde, por não estarem ligados à capacidade contributiva. Na prática, isto significa que as famílias com rendimentos mais baixos enfrentam maior dificuldade para suportar estes encargos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A análise mais recente da OCDE, citada no texto, mostra que, em 2022, 5,8% das famílias mais pobres em Portugal gastavam em saúde mais de 40% do orçamento disponível para consumo depois de pagarem habitação, alimentação, eletricidade, gás e água.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Saúde continua a pesar nas contas familiares</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O abrandamento do crescimento da despesa direta em saúde não eliminou a pressão sobre os orçamentos familiares. Os pagamentos feitos diretamente pelos utentes continuam acima dos níveis registados antes da pandemia e mantêm Portugal entre os países europeus onde este tipo de encargos tem maior peso.</p>
<p>Com mais de 8,8 mil milhões de euros pagos diretamente pelas famílias em 2025, a saúde permanece como uma das áreas de despesa mais sensíveis para os agregados familiares, sobretudo para os que têm menor rendimento e menor capacidade de absorver custos inesperados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785683]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Caixa penhora reembolsos de IRS de Joe Berardo para recuperar dívida milionária</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/caixa-penhora-reembolsos-de-irs-de-joe-berardo-para-recuperar-divida-milionaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 07:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão judicial representa mais um passo nos processos de execução movidos pela CGD contra o empresário, num caso que envolve várias sociedades e ativos ligados ao universo empresarial de Berardo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Caixa Geral de Depósitos penhorou reembolsos de IRS de Joe Berardo relativos a quatro anos, num valor total de 14.736 euros, no âmbito de processos de execução de dívidas movidos contra o empresário madeirense. A medida junta-se a outras penhoras já realizadas pelo banco público, que ascendem a mais de 28,2 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o artigo publicado pelo <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/caixa-penhora-reembolsos-do-irs-a-joe-berardo" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a penhora dos reembolsos fiscais surge referida num acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, conhecido em junho, que autorizou a Caixa a penhorar e vender bens herdados por Berardo na herança da mulher. O objetivo é ajudar a abater uma dívida ao banco público no valor de 60,27 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Reembolsos de IRS somam quase 15 mil euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os valores penhorados dizem respeito a quatro reembolsos de IRS. Segundo a mesma publicação, o acórdão identifica montantes de 3.276 euros, 3.714 euros, 3.693 euros e 4.053 euros, perfazendo um total de 14.736 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes reembolsos integram o conjunto de bens que a Caixa já conseguiu penhorar a Joe Berardo em dois processos executivos. Embora o valor dos reembolsos seja reduzido face ao total em dívida, a sua inclusão mostra a extensão das diligências judiciais em curso para recuperar verbas reclamadas pelo banco público.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Banco público já penhorou mais de 28 milhões em bens</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos reembolsos fiscais, a CGD penhorou títulos emitidos pela Metalgest, ações da Bacalhoa, créditos sobre a Fundação José Berardo, saldos bancários e valores mobiliários.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maior parte do valor penhorado está concentrada nos títulos da Metalgest, nas ações da Bacalhoa e nos créditos sobre a Fundação José Berardo. Os saldos bancários e valores mobiliários penhorados representam cerca de 32 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">No total, os bens já penhorados pela Caixa nestes processos ultrapassam os 28,2 milhões de euros, ainda longe da dívida de 60,27 milhões de euros que está em causa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Herança da mulher de Berardo também pode ser usada para pagar dívida</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa abriu caminho a que a Caixa possa avançar sobre bens herdados por Joe Berardo na herança da mulher. A decisão permite ao banco público penhorar e vender esses bens para tentar recuperar parte da dívida.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão judicial representa mais um passo nos processos de execução movidos pela CGD contra o empresário, num caso que envolve várias sociedades e ativos ligados ao universo empresarial de Berardo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bancos reclamam 962 milhões à Fundação José Berardo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Paralelamente, há outro processo de execução em que a CGD, o Novo Banco e o BCP avançaram contra a Fundação José Berardo. Nesse processo, os três bancos reclamam o pagamento de uma dívida de 962 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A parte reclamada pela Caixa Geral de Depósitos ascende a 357 milhões de euros. Nesse processo, foram penhorados títulos de participação na Associação Coleção Berardo, entidade proprietária das obras de arte associadas ao empresário.</p>
<p>De acordo com o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa referido na notícia do CM, a Coleção Berardo está avaliada em mais de 1,5 mil milhões de euros, valor que já era do conhecimento público desde 2022.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785678]]></sapo:autor>
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		<title>A Terra vai estar no ponto mais distante do Sol. Então porque é que está tanto calor?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-terra-vai-estar-no-ponto-mais-distante-do-sol-entao-porque-e-que-esta-tanto-calor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 07:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[afélio]]></category>
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		<category><![CDATA[terra]]></category>
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					<description><![CDATA[Órbita da Terra à volta do Sol não é um círculo perfeito, mas uma elipse. Isso significa que, ao longo do ano, há um momento em que o planeta está mais próximo do Sol e outro em que está mais afastado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pleno verão e numa altura em que vários países europeus enfrentam temperaturas muito elevadas, a Terra prepara-se para atingir o ponto mais distante do Sol em toda a sua órbita. O fenómeno chama-se afélio e, em 2026, ocorre esta segunda-feira, 6 de julho, quando o nosso planeta estará a cerca de 152 milhões de quilómetros da estrela.</p>
<p>À primeira vista, a ideia parece contraditória: se a Terra está mais longe do Sol, porque é que o Hemisfério Norte está em pleno verão? A explicação é simples: a distância ao Sol não é a causa das estações do ano. O calor ou o frio dependem sobretudo da inclinação do eixo da Terra e da forma como a luz solar incide em cada hemisfério ao longo do ano.</p>
<p>A órbita da Terra à volta do Sol não é um círculo perfeito, mas uma elipse. Isso significa que, ao longo do ano, há um momento em que o planeta está mais próximo do Sol e outro em que está mais afastado. O ponto mais próximo chama-se periélio e ocorre no início de janeiro; o ponto mais afastado é o afélio e acontece no início de julho.</p>
<p>Em janeiro, no periélio, a Terra fica a cerca de 147 milhões de quilómetros do Sol. Em julho, no afélio, a distância sobe para cerca de 152 milhões de quilómetros. A diferença ronda cinco milhões de quilómetros, mas é pequena à escala astronómica e não é suficiente para determinar o verão ou o inverno no planeta.</p>
<p>A verdadeira razão das estações está na inclinação do eixo terrestre, de cerca de 23,5 graus. Quando o Hemisfério Norte está inclinado na direção do Sol, recebe mais horas de luz e os raios solares chegam com maior intensidade, criando as condições para o verão. Ao mesmo tempo, o Hemisfério Sul recebe menos energia solar direta e atravessa o inverno.</p>
<p>É por isso que o afélio pode ocorrer em pleno verão no Hemisfério Norte sem provocar uma descida das temperaturas. Na prática, Portugal e o resto da Europa continuam sob o efeito da radiação solar intensa, de dias longos e de massas de ar quente, independentemente de a Terra estar ligeiramente mais afastada do Sol.</p>
<p>O fenómeno repete-se todos os anos, embora a data exata varie ligeiramente. Em 2025, o afélio ocorreu a 3 de julho; em 2026, será a 6 de julho. A variação resulta da dinâmica orbital da Terra e das interações gravitacionais no Sistema Solar.</p>
<p>O afélio é, por isso, um lembrete de que as estações do ano não dependem da maior ou menor proximidade ao Sol, mas da inclinação do planeta. Mesmo no ponto mais distante da sua órbita, a Terra continua a receber energia suficiente para manter o verão no Hemisfério Norte — e, quando há ondas de calor, essa distância adicional não chega para aliviar os termómetros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782733]]></sapo:autor>
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		<title>Mulheres recebem menos 244 euros por mês do que os homens em funções equivalentes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mulheres-recebem-menos-244-euros-por-mes-do-que-os-homens-em-funcoes-equivalentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 07:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A desigualdade também se vê na progressão na carreira e na representação feminina nos lugares de topo, nomeadamente nas administrações das empresas, onde os homens continuam a estar em maioria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As mulheres continuam a ganhar menos do que os homens em Portugal, mesmo quando desempenham o mesmo tipo de tarefas. A diferença média é de 244 euros por mês, de acordo com o mais recente barómetro das diferenças remuneratórias entre homens e mulheres da Direção-Geral de Coordenação e Planeamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/mulheres-ganham-menos-244-euros-do-que-os-homens-para-cumprir-as-mesmas-tarefas/18102891" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, o ganho médio mensal ilíquido das mulheres trabalhadoras por conta de outrem a tempo completo foi de 1.439,9 euros em 2024. No caso dos homens, o valor subiu para 1.683,8 euros. A diferença salarial de género situa-se, assim, nos 14,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A desigualdade tem diminuído, mas de forma lenta. No primeiro barómetro, realizado em 2019 com dados relativos a 2017, a diferença era de 18,2%. Nessa altura, as mulheres recebiam em média 1.009,3 euros, enquanto os homens auferiam 1.233,6 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Desigualdade salarial continua a ser estrutural</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para Cristina Trony, presidente da Comissão de Mulheres da União Geral de Trabalhadores, a diferença remuneratória não se explica apenas pelas funções exercidas. A dirigente sindical considera que o problema reflete desigualdades sociais e de género que continuam a penalizar as mulheres no mercado de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A responsável aponta a maternidade, a distribuição desigual das responsabilidades familiares e o peso das tarefas de cuidado como fatores que afetam a progressão profissional das mulheres. Essa penalização acaba por se traduzir em salários mais baixos e menor presença em cargos de decisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Trony sublinha que a desigualdade também se vê na progressão na carreira e na representação feminina nos lugares de topo, nomeadamente nas administrações das empresas, onde os homens continuam a estar em maioria.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Complementos e benefícios escondem parte da diferença</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A disparidade salarial torna-se menos visível quando se olha apenas para a remuneração-base. Em 2024, a diferença entre homens e mulheres baixa para 11,9% quando se considera apenas o salário base, mas sobe quando entram no cálculo outros complementos e benefícios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a presidente da Comissão de Mulheres da UGT, parte das desigualdades está “camuflada” em prestações como subsídios de disponibilidade e outros benefícios que chegam mais frequentemente aos homens do que às mulheres.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Cristina Trony, combater esta realidade é uma questão de justiça social e de direitos fundamentais das mulheres. A dirigente defende mais fiscalização, maior transparência e penalizações para as entidades que não cumpram as regras.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Empresas podem ser chamadas a justificar diferenças salariais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, Cidália Rito, explica que a lei já prevê mecanismos para identificar e corrigir desigualdades remuneratórias. As empresas podem ser obrigadas a disponibilizar dados e a aplicar sistemas de avaliação de funções com base em critérios objetivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando são detetadas diferenças, as entidades empregadoras podem ser notificadas pela Autoridade para as Condições do Trabalho para justificar e corrigir as situações. Trabalhadores e representantes sindicais também podem pedir à CITE um parecer sobre a existência de discriminação remuneratória.</p>
<p class="isSelectedEnd">O incumprimento da apresentação ou aplicação de um plano de avaliação pode constituir contraordenação grave e levar à aplicação de uma sanção pecuniária. Pode ainda haver sanções acessórias, incluindo a impossibilidade de participar em arrematações ou concursos públicos por um período de até dois anos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Atividades artísticas, saúde e educação entre os setores mais penalizados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença salarial entre mulheres e homens varia muito consoante o setor. De acordo com o JN, as atividades artísticas apresentam a maior disparidade, com uma diferença de 46,3% a favor dos homens.</p>
<p class="isSelectedEnd">A saúde humana e o apoio social surgem também entre as áreas mais penalizadoras para as mulheres, com uma diferença de 27,8%. Seguem-se a educação, com 21,8%, e a consultoria, com 20,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A UGT alerta ainda para a persistência de segregação profissional. Algumas profissões mais bem pagas continuam a ser maioritariamente ocupadas por homens, o que contribui para manter o fosso salarial.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Aveiro, Coimbra, Leiria e Setúbal com maiores diferenças</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As desigualdades também variam por região. As maiores diferenças remuneratórias desfavoráveis às mulheres registam-se nos distritos de Aveiro e Coimbra, ambos com 18,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Leiria apresenta uma diferença de 18,1%, Setúbal de 17,6% e Lisboa de 15,5%. Em sentido contrário, os distritos onde a disparidade é menor são Vila Real, com 4,8%, Bragança, com 6,7%, e Faro, com 7,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os valores são ajustados tendo em conta variáveis como o setor de atividade, o nível de qualificação e a antiguidade no emprego, fatores que ajudam a explicar parte das diferenças salariais para além do género.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal falhou prazo da diretiva europeia sobre transparência salarial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A CITE tem desenvolvido instrumentos para apoiar a avaliação de postos de trabalho e combater desigualdades remuneratórias. Entre eles estão um Guia de Apoio para a avaliação de funções e a Norma NP 4588:2023, dedicada ao sistema de gestão para a igualdade remuneratória entre mulheres e homens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal falhou, no entanto, o prazo para transpor a Diretiva Europeia sobre Transparência Salarial, que terminou a 7 de junho. Segundo a CITE, o processo está em curso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Está também a ser desenvolvido o projeto Equal PAY Transparency e uma ferramenta de avaliação de postos de trabalho sensível ao género, instrumentos que deverão apoiar a aplicação das novas regras.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Diferença salarial também pesa na reforma</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A desigualdade remuneratória não se limita ao salário mensal. A UGT alerta que a diferença acumulada ao longo da carreira tem impacto direto nas contribuições para a Segurança Social e, por consequência, no valor das pensões.</p>
<p>Como as mulheres tendem a ter carreiras contributivas mais baixas, também poderão vir a receber reformas inferiores no futuro. A central sindical lembra ainda que este problema é agravado pelo facto de as mulheres terem maior longevidade, ficando mais expostas ao risco de pobreza na velhice.</p>
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		<title>Despesa com tratamentos contra o cancro sobe 246% em dez anos nos hospitais</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 07:03:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As doenças oncológicas são a segunda causa de morte em Portugal e foram responsáveis por 28.372 óbitos em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A despesa dos hospitais portugueses com medicamentos oncológicos mais do que triplicou na última década, num contexto marcado pela chegada de novas terapêuticas, pelo aumento do número de doentes tratados e pelo peso crescente da inovação no tratamento do cancro. A oncologia representa atualmente mais de um terço dos gastos totais com medicamentos na área hospitalar.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/06/sociedade/noticia/gastos-medicamentos-oncologicos-hospitais-triplicaram-dez-anos-2180310?ref=hp&amp;cx=manchete_2_destaques_0" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, os dados de monitorização do mercado divulgados pelo Infarmed mostram que, nos primeiros quatro meses deste ano, a despesa hospitalar com medicamentos atingiu 915,1 milhões de euros. A oncologia manteve-se como a principal área de despesa, com 320,1 milhões de euros, o equivalente a 35% do total.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este valor representa uma subida de 7,8% face ao mesmo período de 2025 e mais 80,7 milhões de euros em relação a março deste ano. A tendência confirma o peso crescente dos medicamentos oncológicos nas contas hospitalares e coloca novos desafios à sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Cancro é a segunda causa de morte em Portugal</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução da despesa acompanha também a dimensão do problema oncológico no país. As doenças oncológicas são a segunda causa de morte em Portugal e foram responsáveis por 28.372 óbitos em 2024. Segundo informação da OCDE citada no texto, a incidência estimada de cancro em Portugal deverá aumentar 20% até 2040.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre 2020 e 2025, o Infarmed aprovou para financiamento público 26 medicamentos oncológicos, área que a autoridade nacional do medicamento classifica como prioritária. A chegada de novos tratamentos tem dado esperança a doentes com poucas ou nenhumas alternativas terapêuticas, mas também tem aumentado a pressão financeira sobre os hospitais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isabel Fernandes, diretora do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas, reconheceu ao PÚBLICO que a inovação traz consigo mais medicamentos e mais custos. A responsável destacou que mais de 10% dos doentes foram tratados com quimioterapia e imunoterapia ou com radioterapia, sublinhando que o crescimento da inovação é acompanhado por uma preocupação com a despesa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Gastos passaram de 250 milhões para 864 milhões</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos dez anos, a despesa hospitalar com medicamentos oncológicos passou de 250 milhões de euros, em 2016, para 864,4 milhões de euros no ano passado. Trata-se de um aumento de 246%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O peso destes medicamentos no total da despesa hospitalar com fármacos também subiu de forma expressiva. Em 2016, representavam menos de um quarto do total. Em 2025, já correspondiam a 34,3% da despesa com medicamentos nos hospitais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Infarmed explica que esta evolução resulta de vários fatores em simultâneo. Por um lado, há um aumento da incidência de algumas doenças oncológicas e diagnósticos mais precoces, o que leva a mais doentes tratados. Por outro, a introdução de novas terapêuticas com valor clínico reconhecido permite melhorar a sobrevivência, mas frequentemente com custos superiores aos das opções anteriormente disponíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Contratos são renegociados para controlar impacto no SNS</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A autoridade nacional do medicamento tem identificado a oncologia como a principal área a contribuir para o aumento da despesa hospitalar com medicamentos. Para controlar esse impacto, o financiamento dos novos fármacos é acompanhado por contratos com os laboratórios, que podem incluir mecanismos de monitorização e partilha de risco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Infarmed, estes contratos são normalmente revistos no momento da renovação, ao fim de dois anos. Essa revisão permite reavaliar as condições acordadas à luz da experiência acumulada, da evolução da evidência científica, dos padrões de utilização e do impacto orçamental verificado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sempre que um medicamento é avaliado para uma nova indicação terapêutica, é feita nova análise. Essa avaliação pode levar à revisão das condições contratuais e do financiamento, tendo em conta a população elegível, o benefício clínico esperado e a sustentabilidade do SNS.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pembrolizumab custou mais de 121 milhões num ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos mais relevantes é o pembrolizumab, medicamento utilizado no tratamento de vários tipos de cancro. Em 2025, a despesa com este fármaco ultrapassou os 121 milhões de euros, tornando-o um dos medicamentos com maior impacto nas contas do SNS.</p>
<p class="isSelectedEnd">Atualmente, o pembrolizumab tem 32 indicações terapêuticas aprovadas, das quais 28 receberam decisão positiva de financiamento em Portugal. O primeiro financiamento foi concedido em 2017, para o tratamento do cancro do pulmão. Desde então, o medicamento passou a ser utilizado, em diferentes combinações e fases da doença, em cancros colorretal, do sistema urinário, do útero, da cabeça e pescoço e da mama, entre outros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Só este ano foram aprovadas cinco novas indicações terapêuticas. Esse alargamento aumentou significativamente o número de doentes elegíveis para tratamento com pembrolizumab.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2019, a despesa com este medicamento era de 22,6 milhões de euros e representava 1,7% do total dos gastos hospitalares com medicamentos. No ano passado, o peso aproximou-se dos 5%, com uma despesa superior a 121 milhões de euros. Em 2024, o valor tinha sido de 108,3 milhões.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Infarmed diz que aumento reflete maior acesso à inovação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre janeiro e abril deste ano, o pembrolizumab foi o segundo medicamento com maior aumento de despesa, atingindo 53,3 milhões de euros. O valor representa uma subida de 18,2% face ao período homólogo de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Infarmed sublinha, no entanto, que o crescimento da despesa não resulta de uma subida do preço do medicamento, mas sim da expansão do acesso à inovação. A autoridade explica que, na revisão contratual realizada este ano, a introdução de novas indicações terapêuticas levou à renegociação global do contrato, com o objetivo de reduzir os custos do tratamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa renegociação permitiu obter condições mais custo-efetivas e reduções do preço médio do medicamento, embora o Infarmed não tenha indicado qual foi a dimensão dessas reduções.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Biossimilares só deverão chegar quando terminar proteção de mercado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada de genéricos ou biossimilares é uma das vias para baixar o preço dos medicamentos, mas só pode acontecer quando terminam os direitos de exclusividade dos medicamentos originais.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso do pembrolizumab, o Infarmed explica que a proteção de mercado resulta da conjugação de patentes, certificados complementares de proteção e períodos de exclusividade dos dados e de mercado. Por isso, não existe uma única data de expiração aplicável a todos os mercados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de terem surgido notícias sobre a possibilidade de a patente terminar em 2025, a autoridade nacional do medicamento afirma que as principais proteções de mercado na União Europeia podem prolongar-se para além dessa data através de mecanismos legais. Assim, a entrada de biossimilares só será expectável quando cessarem todos os direitos de exclusividade relevantes.</p>
<p>O Infarmed esclarece ainda que a atribuição de novos financiamentos para diferentes indicações terapêuticas não tem relação com a validade da patente. Ou seja, a decisão de financiar novas utilizações clínicas de um medicamento não prolonga, por si só, a proteção legal do fármaco.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785669]]></sapo:autor>
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		<title>Pesca de linguado interdita a partir desta segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 07:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[linguado]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal esgotou 80% da quota de linguado e, por isso, as capturas vão ficar interditas, no golfo da biscaia, águas portuguesas e banco dos Açores, a partir de segunda-feira, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal esgotou 80% da quota de linguado e, por isso, as capturas vão ficar interditas, no golfo da biscaia, águas portuguesas e banco dos Açores, a partir desta segunda-feira.</p>
<p>&#8220;Tendo sido atingido 80% de utilização da quota disponível de linguados [&#8230;] informa-se que nas viagens iniciadas a partir das 00:00 horas do dia 06 de julho, é interdita a pesca dirigida a esta unidade populacional nas zonas oito c, oito d, oito e, nove e 10 do CIEM e em águas da União da zona CECAF 34.1.1&#8221;, lê-se numa nota da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).</p>
<p>Estas zonas correspondem ao Golfo da Biscaia Meridional, &#8216;offshore&#8217; (em mar alto), Oeste do Golfo da Biscaia, águas portuguesas e Banco dos Açores.</p>
<p>As descargas deste peixe ficam limitadas a 5% do total descarregado por embarcação, em cada maré de pesca.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785296]]></sapo:autor>
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		<title>Ordem lança campanha para forçar AR a reduzir IVA nos serviços veterinários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Médicos Veterinários lança hoje uma campanha para sensibilizar a população para a importância de reduzir o IVA nos serviços médico-veterinários de 23% para 6% e uma petição para forçar o parlamento a discutir a matéria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Médicos Veterinários lança hoje uma campanha para sensibilizar a população para a importância de reduzir o IVA nos serviços médico-veterinários de 23% para 6% e uma petição para forçar o parlamento a discutir a matéria.</p>
<div class="article-content">
<div id="readspeaker" class="lt-text">
<p class="text-paragraph">Na campanha, a Ordem pretende explicar de forma clara e acessível porque é que a redução do IVA é fundamental para melhorar acesso a cuidados veterinários, reforçar o bem-estar animal, proteger e saúde pública e apoiar famílias e cuidadores de animais de companhia, lembrando que os serviços médico-veterinários de animais de companhia são os únicos serviços de saúde em Portugal sujeitos à taxa de IVA de 23%.</p>
<p class="text-paragraph">Em declarações à Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários (OMV), Pedro Fabrica, explicou que as várias dimensões desta questão devem ser integradas na perspetiva ‘OneHealth’ (uma só saúde), que engloba a saúde humana, ambiental e animal.</p>
<p class="text-paragraph">“Cerca de metade das famílias portuguesas têm animais de companhia e os médicos veterinários (…) acabam por ser a primeira sentinela médica epidemiológica a detetar problemas e a perceber se são doenças que, por exemplo, se transmitem aos humanos. Já fazem esse trabalho de integração ‘One Health’”, explicou.</p>
<p class="text-paragraph">O bastonário considera ainda “perfeitamente injusto” que estes cuidados de saúde sejam cobrados, dando como exemplo a medicina dentária que não tem taxa de IVA.</p>
<p class="text-paragraph">“É verdadeiramente injusto que, nesta abordagem de saúde pública do ‘One Health’, estes cuidados sejam taxados como se fossem um bem de luxo, em vês de um bem de primeira necessidade”, acrescentou Pedro Fabrica.</p>
<p class="text-paragraph">A OMV recorda que, com a redução do IVA nestes cuidados, se protege a saúde pública, previne doenças transmissíveis e promove comunidades mais seguras, além de reduzir o abandono de animais – por falta e capacidade financeira – e apoiar as famílias, aliviando a carga financeira associada a cuidados que são essenciais.</p>
<p class="text-paragraph">Questionado pela Lusa, o bastonário explicou que o impacto financeiro estimado pela OMV para esta medida ronda, numa primeira fase os 20 milhões de euros, mas diz que muitos atos, como internamentos e cirurgias, que atualmente não acontecem por falta de capacidade financeira, ao ocorreram, compensam a perda de receita.</p>
<p class="text-paragraph">“Vai haver mais procedimentos feitos a uma taxa de 6% e, portanto, a médio e longo prazo, esta falta inicial de tributação vai acabar por ser compensada”, acrescenta.</p>
<p class="text-paragraph">Pedro Fabrica diz ainda que, ao mobilizar a sociedade para esta matéria, se quer dar “um sinal inequívoco” a quem tem o poder de decisão no parlamento de que “este e o caminho que temos de seguir”.</p>
<p class="text-paragraph">“Os decisores políticos não podem continuar a ignorar uma questão que é muito relevante para milhões de famílias portuguesas”, insiste o bastonário.</p>
<p class="text-paragraph">Na petição, que está disponível em https://participacao.parlamento.pt/initiatives/6487, a OMV recorda que a atual taxa de 23% de IVA é aplicada a serviços de saúde que são uma necessidade básica para mais de 4,5 milhões de portugueses que têm animais de companhia.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785666]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 360 polícias reforçam a partir de hoje os aeroportos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:54:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 360 polícias reforçam a partir de hoje os aeroportos portugueses como uma das medidas para aumentar a capacidade da PSP no controlo de passageiros e evitar as filas de espera verificadas nos últimos tempos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 360 polícias reforçam a partir de hoje os aeroportos portugueses como uma das medidas para aumentar a capacidade da PSP no controlo de passageiros e evitar as filas de espera verificadas nos últimos tempos.</p>
<div class="article-content">
<div id="readspeaker" class="lt-text">
<p class="text-paragraph">Estes 367 polícias, que fazem parte da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP, acabaram na sexta-feira a componente teórica do curso de controlo de fronteiras aéreas e iniciam hoje um estágio operacional de duas semanas nos postos de fronteira aérea.</p>
<p class="text-paragraph">Fonte da PSP explicou à Lusa que, embora estejam a fazer um estágio de duas semanas, estes polícias reforçam já a partir de hoje o controlo de fronteiras nos aeroportos, desempenhando funções monitorizados por polícias mais velhos.</p>
<p class="text-paragraph">Os 367 polícias vão ser colocados nos aeroportos de Lisboa (170), Porto (78), Faro (69), Funchal (29) e Açores (21), continuando depois do estágio a desempenhar funções nestas fronteiras aeroportuárias.</p>
<p class="text-paragraph">O novo sistema europeu de controlo de fronteiras entrou em funcionamento em outubro de 2025 de forma faseada em Portugal e nos restantes países do espaço Schengen e desde então os tempos de espera nas fronteiras aéreas agravaram-se, principalmente no aeroporto de Lisboa, com os passageiros a terem de esperar, por vezes, várias horas.</p>
<p class="text-paragraph">Com a entrada em funcionamento do sistema a 100% em abril os constrangimentos aumentaram, tendo no fim de maio o Governo reforçado o aeroporto de Lisboa com meios humanos e técnicos no controlo de fronteiras, colocando agora estes 367 agentes para responder ao aumento de passageiros nos aeroportos durante o verão.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785663]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tiago Grila sabe esta segunda-feira se vai a julgamento por atropelamento na Amadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Grila]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão instrutória está marcada para as 13h30, no Tribunal da Amadora]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O influenciador digital Tiago Grila sabe esta segunda-feira se vai ser levado a julgamento no processo relacionado com um atropelamento numa passadeira, ocorrido na Amadora, em janeiro de 2024. A decisão instrutória está marcada para as 13h30, no Tribunal da Amadora.</p>
<p>Tiago Grila foi formalmente acusado pelo Ministério Público em março de três crimes: ofensa à integridade física grave por negligência, omissão de auxílio e condução sem habilitação legal. Em causa está um atropelamento que, segundo a acusação, terá envolvido uma mulher numa passadeira.</p>
<p>A sessão de instrução decorreu na manhã desta quinta-feira, 25 de junho, no Tribunal da Amadora, e serviu para o juiz de instrução criminal avaliar se existem indícios suficientes para pronunciar o arguido e enviar o processo para julgamento.</p>
<p>De acordo com a acusação, o influenciador terá abandonado o local sem prestar assistência à vítima. Tiago Grila nega os factos de que está acusado e saiu do tribunal confiante na sua inocência.</p>
<p>O arguido afirmou ainda que aquilo que contou num podcast sobre o caso “não passou de uma brincadeira”. A decisão desta segunda-feira determinará se o processo avança para julgamento ou se termina nesta fase.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785156]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Telecomunicações mais caras em 2026: três operadoras subiram preços e a portabilidade já é grátis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais operadoras históricas atualizaram os preços em linha com a inflação, enquanto uma entrante de baixo custo manteve os valores. Para o consumidor, mudar nunca foi tão fácil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2026 trouxe novas atualizações de preços às telecomunicações. As três maiores operadoras históricas reviram os tarifários em linha com a inflação prevista, próxima de 2,2%, enquanto uma operadora entrante de baixo custo manteve os preços inalterados. O resultado é um mercado em que o valor que cada família paga depende, cada vez mais, de quando assinou o contrato e de se já alguma vez comparou alternativas.</p>
<p>Os dados públicos do regulador reforçam o ponto. Segundo a ANACOM, no final de 2025 a oferta de baixo custo apresentava a mensalidade mais baixa em nove dos 11 serviços analisados, com o serviço de telemóvel disponível a partir de quatro euros por mês. A distância para os pacotes mais completos é significativa, sobretudo para quem mantém o mesmo contrato há vários anos e foi acumulando atualizações anuais sucessivas.</p>
<p>Mudou, entretanto, uma regra que alimentava a inércia. Desde o final de 2025, mudar de operador mantendo o mesmo número deixou de ter qualquer custo de portabilidade. O principal travão psicológico à mudança, o receio de perder o número ou de pagar por isso, desapareceu, e com ele um dos argumentos mais usados para adiar a comparação.</p>
<p>Segundo Jorge Rebelo, responsável de Telecomunicações do ComparaJá, o momento é favorável a quem se der ao trabalho de comparar. «As atualizações anuais de preço passam muitas vezes despercebidas na fatura, mas somam-se ano após ano. Rever o pacote de televisão, internet e voz e confirmar se as condições continuam competitivas é dos exercícios que mais rapidamente se traduz em poupança», afirma. A comparação de ofertas e o processo de <a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener">mudar de tarifário</a> podem ser feitos em poucos minutos.</p>
<p>A tendência de fundo é, aliás, favorável ao consumidor atento. Apesar das subidas nos contratos das operadoras históricas, o preço médio das telecomunicações em Portugal recuou ligeiramente face ao ano anterior, impulsionado pela concorrência. Quem nunca comparou os pacotes de <a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener">televisão, internet e voz</a> é, muito provavelmente, quem mais tem a ganhar com uma revisão.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784371]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Moçambique trocou mais 25,4 ME de dívida vencida no sétimo leilão do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moçambique fechou na primeira semana de julho a sétima emissão de Obrigações do Tesouro deste ano, colocando 1.857 milhões de meticais (25,4 milhões de euros) para trocar dívida vencida, segundo informação oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique fechou na primeira semana de julho a sétima emissão de Obrigações do Tesouro deste ano, colocando 1.857 milhões de meticais (25,4 milhões de euros) para trocar dívida vencida, segundo informação oficial.</P><br />
<P>De acordo com informação da Bolsa de Valores de Moçambique, a operação, com data de 01 de julho, visou passivos vencidos apurados até 15 de junho de 2026, de dívida bilateral, tendo maturidade a 30 de junho de 2031.</P><br />
<P>Pela emissão de 1.857.536.800 meticais, o Estado vai pagar uma taxa de juro de 13,25%, segundo a mesma informação da operação, denominada OT-2026-S7.</P><br />
<P>De acordo com o histórico compilado desde o início do ano pela Lusa, essas trocas de Obrigações do Tesouro (OT) já ascendem a 37.924 milhões de meticais (518,9 milhões de euros) em 2026.</P><br />
<P>Estes leilões, todos via bolsa, têm permitido ao Estado moçambicano trocar dívida que vencia este ano por nova dívida, com maturidade até cinco anos, pagando juros de pouco mais de 13%.</P><br />
<P>Moçambique prevê 18 emissões de Obrigações do Tesouro em 2026, totalizando 34,2 mil milhões de meticais (467,9 milhões de euros), e nove operações de troca de emissões que vencem este ano, no montante de 45,7 mil milhões de meticais (625,2 milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com um diploma do Ministério das Finanças, noticiado anteriormente pela Lusa, as emissões de &#8220;Obrigações do Tesouro &#8212; 2026&#8221; serão feitas através da Bolsa de Valores de Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;Ao abrigo do presente diploma, o emitente poderá executar operações neutras, ou seja, de gestão do seu passivo em Obrigações do Tesouro por via de leilões de troca ou transações de recompra, sem acarretar o desgaste do limite de emissões fixado, sem prejuízo do Calendário de Emissões&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>No documento acrescenta-se que, &#8220;para permitir flexibilidade na gestão da carteira das OT, poderão ser introduzidos leilões de reabertura, sem prejuízo do Calendário de Emissões&#8221; definido.</P><br />
<P>Já no calendário de leilões de troca de &#8220;Obrigações do Tesouro 2026&#8221; inclui-se quatro emissões de 2021, quatro de 2022 e uma de 2023, todas com vencimento previsto para este ano.</P><br />
<P>A ministra das Finanças de Moçambique, Carla Loveira, afirmou em 29 de outubro que a sustentabilidade da dívida pública é &#8220;um dos maiores desafios&#8221; da economia moçambicana, estando em curso &#8220;reformas&#8221; para a sua gestão sustentável.</P><br />
<P>O Governo moçambicano contratou a norte-americana Alvarez &amp; Marsal para &#8220;apoiar na elaboração do plano de reestruturação da dívida pública&#8221; e para &#8220;prestar apoio na elaboração da Estratégia da Dívida Pública 2026-2029&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785660]]></sapo:autor>
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		<title>Número de mortos por Ébola na RDCongo ultrapassa a barreira dos 500 óbitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na República Democrática do Congo (RDCongo) devido ao atual surto de Ébola no leste do país ascende já a 506, confirmou hoje o Governo congolês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na República Democrática do Congo (RDCongo) devido ao atual surto de Ébola no leste do país ascende já a 506, confirmou hoje o Governo congolês.</P><br />
<P>De acordo com o último boletim do Ministério da Comunicação e dos Meios de Comunicação Social da RDCongo, com dados recolhidos até 04 de julho, foram igualmente registados 1.561 casos confirmados e a taxa de letalidade situa-se agora nos 32,4%.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;628 doentes encontram-se em isolamento ou hospitalização&#8221;, e outras 253 pessoas conseguiram recuperar da doença. </P><br />
<P>O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio na província de Ituri, que faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul e constitui o epicentro da epidemia, mas alastrou também às províncias congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul.</P><br />
<P>A epidemia propagou-se igualmente ao Uganda, onde foram confirmados 20 casos de infeção, incluindo 15 considerados importados da RDCongo, entre os quais se registaram duas mortes.</P><br />
<P>Entretanto, o Governo francês confirmou ter identificado o primeiro caso positivo de doença provocada pelo vírus do Ébola no país, correspondente a um médico que regressava de uma missão na RDCongo que, entretanto, recuperou e está fora de perigo de vida.</P><br />
<P>O surto corresponde à estirpe Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera &#8220;elevado&#8221; o risco de propagação da epidemia na África Subsaariana e &#8220;baixo&#8221; à escala mundial.</P><br />
<P>A OMS estima que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração oficial do surto e classificou a epidemia, a 17 de maio, como uma &#8220;emergência de saúde pública de âmbito internacional&#8221;.</P><br />
<P>Esta é a terceira pior epidemia de Ébola de que há registo.</P><br />
<P>O atual surto é apenas ultrapassado pela epidemia que afetou a África Ocidental entre 2014 e 2016, causando cerca de 11 mil mortos e 28 mil infeções, e pela que atingiu o leste da RD Congo entre 2018 e 2020, provocando 2.299 mortes e 3.481 casos.</P><br />
<P>O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785659]]></sapo:autor>
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		<title>Novos Certificados do Tesouro chegam esta segunda-feira: o que muda na nova aposta do Estado para atrair poupanças das famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Certificados do Tesouro]]></category>
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		<category><![CDATA[Poupanças]]></category>
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					<description><![CDATA[Certificados de Aforro continuam a bater recordes de procura e os atuais Certificados do Tesouro perderam atratividade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado vai voltar a tentar captar as poupanças das famílias com uma nova série de Certificados do Tesouro. O lançamento dos Certificados do Tesouro Série 5 está previsto para segunda-feira, depois de aprovação em Conselho de Ministros e publicação das respetivas condições, num momento em que os Certificados de Aforro continuam a bater recordes de procura e os atuais Certificados do Tesouro perderam atratividade.</p>
<p>A nova aplicação terá maturidade de 10 anos, investimento mínimo inicial de 1.000 euros e remuneração fixa crescente ao longo do prazo. O Governo preparava a aprovação de um novo instrumento de dívida pública para pequenos aforradores, seguindo o modelo dos atuais Certificados do Tesouro Poupança Valor, mas com duas alterações centrais: o prazo passa de sete para 10 anos e desaparece o prémio de remuneração associado ao crescimento do Produto Interno Bruto.</p>
<p>A remuneração deverá começar nos 2,35% no primeiro ano e subir gradualmente até 3,35% no décimo ano. Feitas as contas, a taxa média bruta ao longo dos 10 anos será de 2,71% ao ano, antes de impostos. Trata-se de uma remuneração mais elevada do que a oferecida pela atual série dos Certificados do Tesouro Poupança Valor, que paga entre 0,70% no primeiro ano e 1,60% no sétimo, a que pode acrescer um prémio de remuneração.</p>
<p><strong>Juros conhecidos, mas sem capitalização</strong></p>
<p>Ao contrário dos Certificados de Aforro, os novos Certificados do Tesouro não capitalizam juros. Isto significa que o rendimento será pago anualmente ao aforrador e não será automaticamente incorporado no capital aplicado. A retenção na fonte de IRS será de 28%, como acontece com os restantes produtos de poupança do Estado e com os depósitos bancários.</p>
<p>O resgate antecipado será possível apenas a partir do final do primeiro ano. Se o investidor levantar o dinheiro antes do pagamento anual dos juros, perde os juros corridos desde o último vencimento. No caso de resgate parcial, o montante remanescente não poderá ficar abaixo de 1.000 euros, mantendo-se assim o mínimo exigido para a aplicação.</p>
<p><strong>Como compara com os Certificados de Aforro?</strong></p>
<p>A comparação mais imediata é com os Certificados de Aforro, que continuam a ser o produto de dívida pública mais procurado pelas famílias. A taxa bruta da Série F para novas subscrições em julho foi fixada em 2,356%, praticamente em linha com a taxa inicial prevista para os novos Certificados do Tesouro.</p>
<p>A diferença está no funcionamento. Os Certificados de Aforro têm maior liquidez: permitem resgate ao fim de três meses e exigem apenas 100 euros na primeira subscrição, com reforços mínimos de 10 euros. Além disso, os juros são capitalizados trimestralmente e há prémios de permanência ao longo do tempo. Já os Certificados do Tesouro exigem um compromisso mais longo e só começam a oferecer taxas acima de 3% nos anos finais da aplicação.</p>
<p><strong>Previsibilidade contra flexibilidade</strong></p>
<p>Para quem privilegia previsibilidade, a nova série pode ser apelativa. A taxa é fixa e conhecida desde o início, independentemente da evolução da Euribor ou das condições de mercado. Essa característica pode ser interessante num contexto em que os juros de mercado venham a descer, porque o aforrador mantém a remuneração contratada.</p>
<p>Mas há o outro lado da moeda. Se as taxas de mercado subirem de forma significativa nos próximos anos, quem subscrever estes Certificados do Tesouro ficará preso a uma remuneração já definida, a menos que resgate o dinheiro após o primeiro ano e procure uma alternativa mais rentável. Nos Certificados de Aforro, a taxa base acompanha a Euribor a três meses, ainda que sujeita a limites.</p>
<p><strong>Porque avança o Governo agora?</strong></p>
<p>O lançamento surge depois de dois anos de queda acentuada no stock dos Certificados do Tesouro. O montante aplicado nestes produtos caiu mais de 60% desde o verão de 2022, passando de 17,4 mil milhões de euros em junho de 2022 para cerca de 6,75 mil milhões de euros em maio deste ano.</p>
<p>O movimento contrasta com os Certificados de Aforro, que continuam a registar forte procura. A taxa da Série F voltou a subir em julho, para 2,356%, o valor mais alto desde abril do ano passado, e o stock total tem vindo a atingir máximos históricos.</p>
<p><strong>O que ganha o Estado</strong></p>
<p>Para o Estado, a nova série tem uma vantagem clara: permite captar financiamento junto das famílias por um prazo mais longo. Ao alargar a maturidade para 10 anos, o Tesouro reduz a necessidade de refinanciamento no curto prazo e fixa uma parte da dívida nas mãos de aforradores particulares.</p>
<p>A eliminação do prémio associado ao crescimento do PIB também torna o custo deste instrumento mais previsível. Nas séries anteriores, esse prémio podia aumentar a remuneração paga pelo Estado se a economia crescesse acima de determinados níveis. Agora, a lógica é mais simples: taxa fixa crescente, sem variável ligada ao desempenho económico.</p>
<p><strong>Quanto pode render?</strong></p>
<p>Num investimento de 1.000 euros mantido durante os 10 anos, a remuneração média bruta de 2,71% corresponde a 271 euros de juros brutos. Depois da retenção de 28%, o ganho líquido seria de 195,12 euros, elevando o total líquido para 1.195,12 euros.</p>
<p>Para 10.000 euros, os juros brutos ao fim de 10 anos seriam de 2.710 euros. Depois de impostos, o rendimento líquido ficaria em 1.951,20 euros, com um total líquido de 11.951,20 euros. Para 50.000 euros, os juros brutos chegariam a 13.550 euros e o rendimento líquido a 9.756 euros.</p>
<p><strong>Vale a pena subscrever?</strong></p>
<p>A resposta depende menos da taxa máxima de 3,35% e mais do perfil do aforrador. Para quem sabe que pode deixar o dinheiro parado durante vários anos e valoriza capital garantido, taxa fixa e previsibilidade, os novos Certificados do Tesouro podem ser uma opção interessante face à maioria dos depósitos a prazo.</p>
<p>Para quem pode precisar do dinheiro mais cedo, os Certificados de Aforro continuam a oferecer mais flexibilidade. Têm mínimo de entrada mais baixo, permitem resgate ao fim de três meses e capitalizam juros trimestralmente. A desvantagem é que a remuneração depende da Euribor e pode variar ao longo do tempo.</p>
<p><strong>A decisão não deve ser feita só pela taxa máxima</strong></p>
<p>O número mais apelativo é a taxa de 3,35% no décimo ano, mas esse valor só será recebido por quem mantiver a aplicação até ao fim. Para decidir, o aforrador deve olhar para a média anual de 2,71%, para a falta de capitalização dos juros, para o prazo de 10 anos e para a possibilidade de precisar do dinheiro antes.</p>
<p>A nova série dos Certificados do Tesouro chega, assim, como uma alternativa de poupança conservadora, com capital garantido e rendimento conhecido à partida. Não substitui automaticamente os Certificados de Aforro, nem será a melhor solução para todos. Mas aumenta a concorrência entre Estado e bancos pela poupança das famílias — e obriga os aforradores a voltar a fazer contas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784877]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Precisa de abastecer? Semana arranca com combustíveis mais caros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/precisa-de-abastecer-semana-arranca-com-combustiveis-mais-caros-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Evolução das cotações em euros aponta para uma subida de 2 cêntimos por litro no gasóleo e de 3 cêntimos por litro na gasolina]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta segunda-feira, há más notícias para os condutores portugueses. Depois de dias marcados pela discussão sobre a descida do petróleo e a falta de reflexo imediato nas bombas, os combustíveis voltam a subir a partir de hoje, com aumentos previstos tanto na gasolina 95 como no gasóleo.</p>
<p>Segundo fonte de uma das principais petrolíferas nacionais, a evolução das cotações em euros aponta para uma subida de 2 cêntimos por litro no gasóleo e de 3 cêntimos por litro na gasolina. Nos postos junto aos hipermercados, a tendência é semelhante: outra fonte do setor antecipa um aumento de 0,0258 euros na gasolina e de 0,0165 euros no gasóleo.</p>
<p>A subida surge num momento em que os preços do petróleo já aliviaram nos mercados internacionais. O Brent negoceia atualmente na casa dos 71 dólares por barril, abaixo dos 72,48 dólares registados na véspera do início do conflito com o Irão, a 27 de fevereiro. Ainda assim, operadores e DECO PROteste avisam que esta descida não deverá traduzir-se, pelo menos de forma imediata, numa redução equivalente do preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>A explicação está no facto de o preço da gasolina e do gasóleo não depender apenas da cotação do crude, mas também dos produtos refinados, dos custos de refinação, da armazenagem, dos stocks e da evolução dos mercados internacionais. Ou seja, mesmo com o Brent a recuar, a pressão sobre os preços nas bombas pode manter-se.</p>
<p>Desde o início do ano, o gasóleo já valorizou 23 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 22 cêntimos mais cara. Na prática, encher um depósito de 60 litros de gasolina custa agora mais 13,2 euros do que em janeiro. No caso do gasóleo, atestar o mesmo depósito representa mais 13,8 euros face à primeira semana do ano.</p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia mostram que o preço médio do litro de gasolina em Portugal está atualmente nos 1,877 euros, enquanto o gasóleo vale 1,768 euros. Ainda assim, os valores podem variar consoante o posto, já que o preço final tem em conta fatores como a concorrência local, a procura, a oferta e os custos fixos de cada operador.</p>
<p>No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal surge como o sétimo país da União Europeia com a gasolina mais cara, 12 cêntimos acima da média europeia e 44 cêntimos mais cara do que em Espanha. A diferença face ao mercado espanhol resulta sobretudo da carga fiscal, uma vez que, sem impostos, a gasolina 95 seria mais barata em Portugal: 89,9 cêntimos por litro, contra 94,8 cêntimos em Espanha.</p>
<p>A fiscalidade é também um dos pontos destacados pela DECO PROteste. A associação lembra que a discussão sobre os preços não pode ignorar o peso dos impostos, numa altura em que o desconto no ISP tem vindo a ser retirado e em que o Estado recupera receita não só através deste imposto, mas também do IVA aplicado sobre preços mais elevados.</p>
<p>Para os consumidores, a mensagem é pouco animadora: mesmo que o petróleo continue a aliviar nos mercados internacionais, a gasolina e o gasóleo poderão manter-se em níveis elevados durante os próximos meses. A subida prevista para esta segunda-feira reforça essa tendência e volta a colocar pressão direta sobre a fatura das famílias e das empresas.</p>
<p>Ainda assim, apesar da subida prevista para esta segunda-feira, é possível poupar alguns euros na hora de atestar o seu depósito. Consulte a lista dos postos mais baratos do país:</p>
<p><strong>GASOLINA 95</strong></p>
<p>INTERMARCHÉ VILAR FORMOSO — Almeida — 1,699 €</p>
<p>BXPRESS ESTARREJA — Estarreja — 1,719 €</p>
<p>GESTROIL ENERGY &#8211; Barreira (Leiria) — Leiria — 1,749 €</p>
<p>PA Benedita (Carbuiberia P12) — Alcobaça — 1,749 €</p>
<p>PA Fervença (Carbuiberia P19) — Alcobaça — 1,749 €</p>
<p>PA Pinhal Fanheiro (Carbuiberia P04) — Alcobaça — 1,749 €</p>
<p>BXPRESS &#8211; Águeda — 1,749 €</p>
<p>Intermarché &#8211; Marinha da Guia — Pombal — 1,749 €</p>
<p>GESTROIL ENERGY &#8211; Boleiros — Ourém — 1,750 €</p>
<p>PA Ourém &#8211; Casal do Ribeiro (Carbuiberia P29) — Ourém — 1,752 €</p>
<p><strong>GASÓLEO</strong></p>
<p>PA Mendiga (Carbuiberia P26) — Porto de Mós — 1,641 €</p>
<p>PA Benedita (Carbuiberia P12) — Alcobaça — 1,649 €</p>
<p>PA Fervença (Carbuiberia P19) — Alcobaça — 1,649 €</p>
<p>PA Pinhal Fanheiro (Carbuiberia P04) — Alcobaça — 1,649 €</p>
<p>INTERMARCHE VILAR FORMOSO — Almeida — 1,659 €</p>
<p>INTERMARCHÉ DA BENEDITA — Alcobaça — 1,659 €</p>
<p>PA Neomaquina Supermercado Pombal — Pombal — 1,659 €</p>
<p>PA Neomaquina Supermercado Benedita — Alcobaça — 1,659 €</p>
<p>Intermarché Figueiró dos Vinhos — Figueiró dos Vinhos — 1,659 €</p>
<p>Intermarché da Sertã — Sertã — 1,659 €</p>
<p>Intermarché &#8211; Marinha da Guia — Pombal — 1,659 €</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785093]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: GNR já deteve mais de 130 pessoas por crime de incêndio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-gnr-ja-deteve-mais-de-130-pessoas-por-crime-de-incendio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR já deteve este ano 134  pessoas pelo crime de incêndio, anunciou a corporação, que reforçou o patrulhamento em todo o país face ao agravamento do perigo de incêndio rural, mantendo o dispositivo em prontidão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A GNR já deteve este ano 134 pessoas pelo crime de incêndio, anunciou a corporação, que reforçou o patrulhamento em todo o país face ao agravamento do perigo de incêndio rural, mantendo o dispositivo em prontidão.</p>
<p>Em comunicado, a GNR refere que a maioria das detenções está associada a comportamentos desadequados no uso do fogo, nomeadamente o uso negligente.</p>
<p>Durante esta semana, o dispositivo da GNR vai focar-se no cumprimento das medidas de proteção e segurança em todo o território, numa semana em que quase todo o território vai estar em risco máximo, muito elevado ou elevado de incêndio.</p>
<p>A GNR recorda que, nestas condições, é proibido fumar, fazer lume ou fogueiras nos espaços florestais e agrícolas, realizar queimas ou queimadas de sobrantes, lançar foguetes e balões de mecha acesa, fumigar desinfestar apiários, exceto se os fumigadores possuírem dispositivos de retenção de faúlhas, e circular com tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor e tapa-chamas nos tubos de escape.</p>
<p>Desde o início do ano, a GNR já realizou 4.680 ações de sensibilização junto das populações e efetuou 8.549 sinalizações, prestando o aconselhamento necessário aos proprietários para mitigar riscos antes da chegada dos meses mais críticos de incêndios.</p>
<p>A atuação do dispositivo visa agora acompanhar o cumprimento das normas de segurança no terreno, reduzindo o risco de ignições rurais e garantindo uma &#8220;resposta robusta&#8221; na prevenção, vigilância e deteção precoce de incêndios rurais e protegendo as populações e o património florestal nacional.</p>
<p>Apesar da total prontidão e capacidade de vigilância do dispositivo, a GNR alerta que o sucesso da prevenção depende do comportamento responsável de cada cidadão e do respeito pelas medidas de proteção em vigor.</p>
<p>Para o esclarecimento de dúvidas ou para a denúncia de infrações rurais e ambientais, a GNR recorda que os cidadãos têm à disposição a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520).</p>
<p>Mais de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 10 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>O IPMA colocou ainda em risco muito elevado e elevado todo o restante território de Portugal continental, à exceção de 19 concelhos do litoral dos distritos de Leira, Lisboa, Coimbra, Aveiro e Porto, numa altura em que Portugal continental enfrenta uma onda de calor.</p>
<p>Por causa do tempo quente, o IPMA pôs os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre sob aviso vermelho (o mais elevado) até às 23:00 de hoje, passando depois a laranja até às 09:00 de quarta-feira.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785658]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Julho continua a ferver: calor intenso mantém-se esta semana em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/julho-continua-a-ferver-calor-intenso-mantem-se-esta-semana-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o IPMA, a onda de calor deverá prolongar-se por oito a dez dias e atingir praticamente todo o país, com exceção de alguns locais do litoral oeste e sul]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra esta segunda-feira numa nova semana marcada pelo calor intenso, depois de um fim de semana que deverá ter concentrado o pico da atual onda de calor em várias regiões do país. A tendência para os próximos dias aponta para temperaturas ainda muito elevadas, noites tropicais e possibilidade de alguma instabilidade localizada, sobretudo no Interior.</p>
<p>De acordo com o IPMA, a onda de calor deverá prolongar-se por oito a dez dias e atingir praticamente todo o país, com exceção de alguns locais do litoral oeste e sul. O Instituto sublinhou que a principal marca deste episódio não está apenas nos valores máximos, mas na duração prolongada do tempo muito quente, com temperaturas elevadas durante vários dias consecutivos.</p>
<p>A situação resulta da ação conjunta de um anticiclone centrado a noroeste da Península Ibérica, prolongado em crista até às ilhas Britânicas, e de uma depressão no norte de África. Esta configuração favorece o transporte de ar muito quente e seco para Portugal continental, mantendo o país sob uma massa de ar de origem africana.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão continuar muito altas na generalidade do território, com valores que podem voltar a situar-se entre 35ºC e 44ºC em várias regiões. As noites também continuarão difíceis, com mínimas acima dos 20ºC em muitos locais e valores entre 25ºC e 28ºC em algumas zonas, incluindo áreas urbanas como a Grande Lisboa.</p>
<p>Segundo a análise do &#8216;Tempo.pt&#8217;, a massa de ar muito quente deverá manter-se sobre Portugal continental até meados da semana, com a atual onda de calor a prolongar-se previsivelmente até aos dias 8 ou 9 de julho. A partir daí, o padrão atmosférico poderá começar a alterar-se, com a instalação de um bloqueio escandinavo que deverá marcar grande parte do restante mês.</p>
<p>Essa mudança não significa necessariamente o fim do calor. A presença de altas pressões no norte e centro da Europa poderá continuar a favorecer temperaturas muito elevadas em várias zonas do continente europeu, incluindo Portugal. Ao mesmo tempo, a passagem temporária de bolsas de ar mais frio em altitude poderá aumentar a instabilidade e abrir a porta a aguaceiros, trovoadas e, pontualmente, granizo em algumas áreas do continente.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta também para um mês de julho tendencialmente muito quente e seco em Portugal continental, com possibilidade de um alívio temporário a meio do mês, mas sem afastar a hipótese de uma nova vaga de calor intensa depois dos dias 18 a 20. A previsão de médio prazo continua, porém, sujeita a incerteza, sobretudo quanto à posição exata das altas pressões e das bolsas de ar mais frio.</p>
<p>O risco de incêndio rural deverá manter-se elevado, num contexto de tempo quente e seco. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil tem um aviso ativo para perigo de incêndio rural, referindo que o IPMA prevê tempo quente e seco nos próximos dias, com agravamento do risco.</p>
<p>A recomendação central mantém-se: acompanhar as atualizações do IPMA e da Proteção Civil, evitar comportamentos de risco e reduzir a exposição ao calor nas horas de maior intensidade.</p>
<p>Nas ilhas, o cenário deverá ser diferente. A Madeira deverá manter tempo estável, seco e quente para a época, sob influência das altas pressões. Nos Açores, a previsão aponta para um padrão mais variável e húmido ao longo do mês, com períodos de maior nebulosidade e possibilidade de alguma precipitação ocasional, embora sem sinal de risco imediato significativo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785143]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Pelo menos nove mortos em ataque russo com mísseis e drones em Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos nove pessoas morreram esta madrugada e outras 43 ficaram feridas num ataque de grande envergadura da Rússia contra Kiev, segundo um balanço provisório publicado pelo Serviço de Emergências da Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos nove pessoas morreram esta madrugada e outras 43 ficaram feridas num ataque de grande envergadura da Rússia contra Kiev, segundo um balanço provisório publicado pelo Serviço de Emergências da Ucrânia.</P><br />
<P>As equipas de emergência continuam a procurar vítimas entre os escombros de alguns dos edifícios atingidos pelo bombardeamento.</P><br />
<P>O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou a ocorrência de danos materiais em três distritos da capital ucraniana, nomeadamente, vários blocos de apartamentos sofreram danos e incêndios devido ao ataque russo em larga escala, através de vagas repetidas, que incluiu a utilização de mísseis balísticos e de cruzeiro, assim como drones. </P><br />
<P>Os serviços de resgate tiveram de retirar dos edifícios afetados vários residentes, entre os quais crianças.</P><br />
<P>Um edifício residencial no distrito de Podilskyi ruiu parcialmente, segundo o chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev, Tymur Tkachenko, numa publicação na plataforma de mensagens Telegram.</P><br />
<P>No distrito de Darnytsia, vários edifícios de vários andares ficaram danificados e acredita-se que haja pessoas presas sob os escombros.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de edifícios residenciais. Locais onde as pessoas dormiam e viviam vidas normais&#8221;, afirmou Tkachenko.</P><br />
<P>O canal da Força Aérea ucraniana tinha informado na Telegram durante a madrugada que drones e mísseis russos se dirigiam para Kiev, onde se ouviram fortes explosões logo às primeiras horas de hoje.</P><br />
<P>No domingo, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou que a Rússia estava a preparar um novo ataque em larga escala contra a Ucrânia, depois de outro bombardeamento deste tipo ter matado 30 pessoas na capital ucraniana na passada quinta-feira.</P><br />
<P>Zelensky sublinhou que este ataque que a Rússia estava a preparar e acabou por levar a cabo esta madrugada acorre antes do início da cimeira anual da NATO, que se realiza na terça e quarta-feira, na Turquia.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano renovou os apelos aos parceiros ocidentais para que reforcem as defesas aéreas da Ucrânia, nomeadamente através do fornecimento de mais mísseis Patriot, afirmando que a falta de reabastecimento apenas encoraja a Rússia a prolongar a guerra de quatro anos, numa publicação no Telegram, na noite de domingo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785657]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Mais de uma centena de concelhos em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 10 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 10 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Santarém, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</p>
<p>O IPMA colocou ainda em risco muito elevado e elevado todo o restante território de Portugal continental, à exceção de 19 concelhos do litoral dos distritos de Leira, Lisboa, Coimbra, Aveiro e Porto, numa altura em que Portugal continental enfrenta uma onda de calor.</p>
<p>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</p>
<p>Por causa do tempo quente, o IPMA pôs os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre sob aviso vermelho até às 23:00 de hoje, passando depois a laranja até às 09:00 de quarta-feira.</p>
<p>O IPMA colocou também os distritos de Viseu, Évora, Faro, Vila Real, Setúbal, Santarém e Beja com aviso laranja até às 09:00 de quarta-feira devido à persistência de valores extremamente elevados, quer da máxima, quer da mínima.</p>
<p>Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo por causa do tempo quente até às 23:00 de hoje.</p>
<p>Também por causa do tempo quente, também as regiões montanhosas da ilha da Madeira estão com aviso laranja até às 11:00 de quarta-feira.</p>
<p>As costas norte e sul da ilha da Madeira e o Porto Santo vão estar sob aviso amarelo devido ao calor até às 11:00 de quarta-feira.</p>
<p>O aviso vermelho é emitido pelo IPMA nos casos de situação meteorológica de risco extremo. Já o aviso laranja indica uma situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</p>
<p>O IPMA prevê para hoje no continente continuação de tempo quente com céu pouco nublado ou limpo e aumento temporário de nebulosidade nas regiões do interior durante a tarde, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada.</p>
<p>A previsão aponta ainda para vento em geral fraco predominando do quadrante oeste, tornando-se fraco a moderado a partir da tarde, possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro em alguns locais do litoral Norte e Centro e descida de temperatura no litoral Norte e Centro, sendo acentuada da máxima.</p>
<p>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 17 graus em Leiria e os 26 em Castelo Branco e Portalegre e as máximas entre os 24 (Aveiro) e os 42 (em Évora).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785656]]></sapo:autor>
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		<title>Trump pressiona Brasil com tarifa de 25%: audiência desta segunda-feira pode ser decisiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação foi conduzida ao abrigo da Secção 301 da Lei do Comércio de 1974, um instrumento usado pelos Estados Unidos para responder a práticas comerciais consideradas injustas ou discriminatórias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos realizam esta segunda-feira uma audiência pública sobre a proposta de aplicação de uma tarifa de 25% a produtos brasileiros, depois de uma investigação comercial ter acusado o Governo do Brasil de práticas consideradas “não razoáveis” e suscetíveis de “onerar ou restringir” o comércio americano.</p>
<p>A medida ainda não está em vigor. A audiência, conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, conhecido pela sigla USTR, serve para ouvir representantes de organizações, empresas e outras entidades antes de qualquer decisão final sobre eventuais sanções ou medidas corretivas contra o Brasil.</p>
<p>A investigação foi conduzida ao abrigo da Secção 301 da Lei do Comércio de 1974, um instrumento usado pelos Estados Unidos para responder a práticas comerciais consideradas injustas ou discriminatórias. O processo foi iniciado em 15 de julho de 2025 por determinação do Presidente americano, Donald Trump.</p>
<p>Durante a fase inicial da investigação, o USTR recolheu depoimentos de mais de 30 testemunhas e recebeu mais de 295 comentários e réplicas antes de emitir o parecer agora conhecido. O prazo legal para a definição e eventual aplicação das medidas corretivas termina a 15 de julho.</p>
<p>A proposta americana prevê uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, mas com exceções para alguns bens considerados sensíveis ou estratégicos. Entre os produtos que ficariam fora da taxação estão algumas carnes, frutas, café, terras-raras e aeronaves.</p>
<p>Do lado americano, a acusação é a de que determinadas práticas do Governo brasileiro prejudicam empresas e trabalhadores dos Estados Unidos. Entre os pontos levantados estão temas ligados ao comércio digital, serviços de pagamento eletrónico, propriedade intelectual, acesso ao mercado do etanol e outras políticas comerciais brasileiras.</p>
<p>O Governo brasileiro rejeita a acusação e considera a proposta sem fundamento. Brasília vê a investigação como uma nova pressão comercial da administração Trump e acompanha a audiência desta segunda-feira como uma etapa decisiva antes da decisão final.</p>
<p>Depois da audiência, caberá ao USTR avaliar os argumentos apresentados e decidir se recomenda a aplicação da tarifa de 25%, se altera o alcance das medidas ou se recua. A decisão terá de ser tomada até 15 de julho, prazo-limite legal para a conclusão do processo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785160]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Fuga da África do Sul expõe transportadores moçambicanos a medo e crise iminente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 04:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Lina Cebola (texto e fotos), Fernando Cumaio (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Lina Cebola (texto e fotos), Fernando Cumaio (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Maputo, 06 jul 2026 (Lusa) &#8211; Por entre o fluxo constante de moçambicanos que escapam a ataques xenófobos na África do Sul, transportadores relatam, em Maputo, fugas marcadas pelo medo e a urgência de resgatar compatriotas, enfrentando a incerteza de perder o sustento.</P><br />
<P>João Zandamela, transportador moçambicano com mais de 20 anos de experiência nas rotas entre Maputo, Joanesburgo e Durban, descreve à Lusa um cenário que se alterou rapidamente nos últimos dias, com o fluxo de passageiros a inverter-se quase por completo, apenas de regresso a Moçambique, entre tensões e incertezas em cada viagem desde o país vizinho.</P><br />
<P>&#8220;Fui ontem a tarde [à África do Sul], cheguei ontem à noite. Carreguei e saí lá para as 22:00, agora estou a chegar, mas na nossa ida para Durban as coisas não estavam bem&#8221;, explica, no meio do movimento intenso na terminal rodoviário da Junta, arredores de Maputo, onde se acumulam passageiros, moçambicanos e malauianos.</P><br />
<P>Todos estão em fuga dos ataques e xenofobia na África do Sul, carregados de bagagens e incerteza, enquanto aguardam por um transporte que os leve para casa.</P><br />
<P>O transportador relata que, durante a última viagem, foram alvo de ameaças de grupos xenófobos, mas a urgência de retirar o maior número possível de moçambicanos e malauianos falou mais alto, levando-os a prosseguir. Descreve que terá sido a sua última viagem de resgate, concluída antes de 30 de junho, data limite imposta por estes grupos anti-imigração sul-africanos para a saída dos estrangeiros, africanos, do país.</P><br />
<P>&#8220;Tínhamos de ir até lá porque os nossos compatriotas são muitos e esses nossos vizinhos malauianos estavam super cheios do outro lado&#8221;, diz, admitindo que o receio o acompanhava ao longo do percurso, pela possibilidade de ser interpelado por esses grupos violentos, num contexto em que pelo menos nove moçambicanos perderam a vida.</P><br />
<P>Para João Zandamela, os próximos dias são de incerteza, à medida que a África do Sul &#8211; a única rota em que trabalha &#8211; se esvazia rapidamente, deixando a certeza da aproximação de uma crise sem precedentes.</P><br />
<P>&#8220;Saímos daqui vazios para Durban, Durban para Maputo, com passageiros. Daqui em diante, há-de haver crise&#8221;, lamenta, admitindo, ainda assim, que não vai abandonar a rota, enquanto der.</P><br />
<P>Também Armindo Machavane, que opera desde 2016 na rota entre a província de Gaza, sul de Moçambique, e Pretória, prevê que o negócio se torne cada vez mais difícil nos próximos dias.</P><br />
<P>&#8220;Não tem clientes que vão para a África do Sul agora, só tem aqueles que estão a abandonar&#8221;, conta, apontando como principal causa o ultimato lançado por manifestantes anti-imigração na África do Sul para a saída de estrangeiros.</P><br />
<P>Acabado de regressar da África do Sul, e enquanto os passageiros rapidamente tentam descer da viatura, o transportador relata que, apesar do atual pico de saídas &#8220;muito bom&#8221;, a rota deverá enfrentar uma quebra na procura nos próximos dias.</P><br />
<P>&#8220;Daqui a nada não teremos trabalho, porque já não tem ninguém lá na África do Sul&#8221;, lamenta Machavane.</P><br />
<P>Na terminal da Junta, passageiros e bagagens amontoam-se, disputando espaço com o movimento constante de viaturas, entre as quais algumas, as últimas, vindas da África do Sul, incluindo carros particulares mobilizados para trazer compatriotas, aumentando a pressão sobre quem procura lugar nas viagens seguintes rumo às províncias, mais a norte de Maputo.</P><br />
<P>Entre essas viaturas particulares está a de Pedro Massango, que desde 2008 assegura o transporte de passageiros entre Maputo e a cidade de Stanger, na África do Sul, num trajeto regular de ida e volta.</P><br />
<P>&#8220;Em Stanger não tem grande problema, o grande problema está na cidade de Durban&#8221;, relata Massango, já de saída do terminal rodoviário para mais uma viagem, acrescentando que, apesar da insegurança, terá de voltar porque &#8220;as pessoas estão mal lá&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o transportador, algumas pessoas vivem agora escondidas no mato, em condições precárias, tentando escapar à violência e à insegurança: &#8220;Mesmo agora, estou a receber muitas chamadas de pessoas que estão no mato (&#8230;), precisam de ajuda&#8221;.</P><br />
<P>Se para os transportadores que fazem a rota entre África do Sul e Moçambique o movimento representa uma corrida para retirar compatriotas, para quem assegura o transporte interno o impacto faz-se sentir na redistribuição desse fluxo pelo país.</P><br />
<P>É o caso de Sérgio Kivi, que opera na rota Maputo-Gaza, e que tem registado um aumento do número de passageiros provenientes da África do Sul, refletindo a chegada de migrantes em regresso do país vizinho.</P><br />
<P>Ainda assim, o motorista evita encarar o fenómeno como positivo, sublinhando que o aumento resulta de dificuldades enfrentadas pelos passageiros. &#8220;Não é para tanto dizer que fico feliz por isso&#8221;.</P><br />
<P>Acrescenta que esse aumento do fluxo intensificou-se há pouco mais de uma semana, não escondendo agora a preocupação com a sustentabilidade da atividade daqui para a frente.</P><br />
<P>Kivi diz que o momento exige cautela, já que o fluxo poderá diminuir rapidamente assim que cessarem os regressos, deixando o setor novamente com pouca procura e sem alternativas claras.</P><br />
<P>Oficialmente, deixaram a África do Sul, retirados pelas autoridades nas últimas semanas, menos de mil moçambicanos.</P><br />
<P>Pelo menos 283 moçambicanos foram agredidos, viram as suas casas incendiadas e bens vandalizados na última vaga de ataques xenófobos na vizinha África do Sul, avançou na quarta-feira o Governo de Moçambique, que tenta assegurar assistência e o repatriamento.</P><br />
<P>O Governo moçambicano admitiu recentemente desafios relativos ao repatriamento e reintegração de cidadãos nacionais vítimas de xenofobia na vizinha África do Sul, quando nove moçambicanos já foram mortos e 738 repatriados devido aos ataques.</P><br />
<P>As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul. Inúmeras comunidades de imigrantes foram repatriadas pelos próprios países, como Moçambique ou a Nigéria, e a África do Sul foi alvo de críticas internacionais por xenofobia.</P><br />
<P>Moçambique tem cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul. A Presidência indicou, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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