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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médio Oriente: EUA estabelecem mecanismo de monitorização do cessar-fogo no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 21:12:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos estabeleceram um mecanismo de monitorização do cessar-fogo no Líbano, para evitar que as violações por parte de Israel e do movimento xiita pró-iraniano Hezbollah prejudiquem as negociações entre os envolvidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos estabeleceram um mecanismo de monitorização do cessar-fogo no Líbano, para evitar que as violações por parte de Israel e do movimento xiita pró-iraniano Hezbollah prejudiquem as negociações entre os envolvidos.</P><br />
<P>Um alto responsável norte-americano referiu hoje aos jornalistas que este mecanismo foi estabelecido depois de o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter conversado por telefone na sexta-feira com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o Presidente libanês, Joseph Aoun.</P><br />
<P>A monitorização está a ser realizada pelo Comando Central dos EUA (Centcom) para obter &#8220;informações precisas e em tempo real sobre os combates no Líbano&#8221;, disse o responsável.</P><br />
<P>As delegações de Israel e do Líbano, países que não mantêm relações diplomáticas, deverão iniciar a quinta ronda de conversações de paz em Washington na terça-feira.</P><br />
<P>O memorando de entendimento assinado na semana passada entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra inclui a cessação de todas as hostilidades, incluindo no Líbano, mas nem Israel nem o Hezbollah são signatários do acordo.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, mantém a posição de que as tropas israelitas não se vão retirar do Líbano, uma condição exigida pelo Irão, aliado do grupo xiita, para que as conversações de paz com os Estados Unidos sejam bem-sucedidas. </P><br />
<P>A ONU assinalou hoje a suspensão dos disparos de mísseis entre Israel e o Hezbollah no sul do Líbano no domingo, pela primeira desde 02 de março.</P><br />
<P>Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, referiu que a ausência de atividade militar também continuou durante a manhã de hoje.</P><br />
<P>Os confrontos entre as forças israelitas e as milícias do Hezbollah prosseguiram na sexta-feira e no sábado, pondo em risco o memorando de entendimento entre Teerão e Washington e a continuação das negociações de paz.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão, em 28 de fevereiro.    </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779960]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Maio foi mês com mais civis mortos e feridos por drones de curto alcance desde 2022 &#8211; ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:51:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio passado foi o mês com mais civis mortos e feridos por drones de curto alcance desde que a guerra na Ucrânia começou, em fevereiro de 2022, segundo dados divulgados hoje pela ONU. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Maio passado foi o mês com mais civis mortos e feridos por drones de curto alcance desde que a guerra na Ucrânia começou, em fevereiro de 2022, segundo dados divulgados hoje pela ONU. </P><br />
<P>Os dados são da Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia e foram hoje divulgados numa reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas pela diretora da divisão de Resposta a Crises do Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), Edem Wosornu.</P><br />
<P>A representante da ONU indicou que, nas últimas duas semanas, os danos e o sofrimento dos civis aumentaram devido à guerra em curso, crescendo o número de famílias &#8220;obrigadas a suportar o padrão já conhecido desta guerra: ataques, destruição, perdas, mais uma noite sem segurança&#8221;.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o Subsecretário-Geral da ONU para a Europa, Ásia Central e Américas, Khaled Khiari, indicou que, no mês passado, pelo menos 274 civis foram mortos e 1.763 ficaram feridos na Ucrânia, sendo o maior número mensal combinado de mortos e feridos desde abril de 2022.</P><br />
<P>Há semanas que a ONU vem alertando para o agravamento da situação na Ucrânia e advertindo que o conflito está a entrar na sua fase mais letal.</P><br />
<P>A 15 de Junho, recordou hoje Edem Wosornu, os ataques em Kiev e Kharkiv danificaram habitações e infraestruturas críticas, deixando mais de 100.000 casas sem energia.</P><br />
<P>Em Kiev, o Mosteiro de Kiev-Petchersk, Património Mundial da UNESCO e &#8220;coração da vida religiosa e cultural da Ucrânia&#8221;, foi atingido e danificado, lamentou a representante do OCHA, frisando que o local transportava séculos de património cultural que deveria ser protegido.</P><br />
<P>Em Kharkiv, as equipas de resgate que respondiam a um ataque anterior foram atingidas quando ocorreu um segundo ataque.</P><br />
<P>&#8220;Isto encaixa-se num padrão documentado. A Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia constatou ataques repetidos contra ambulâncias, equipas de resgate e trabalhadores humanitários &#8212; em alguns casos, atingidos duas vezes, enquanto regressavam para ajudar&#8221;, criticou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779959]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro volta a defender &#8220;palavras do meio&#8221; pela tolerância e convivência entre religiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, voltou hoje a defender a importância das "palavras do meio", pela tolerância, no contexto da celebração do Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-Religioso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, voltou hoje a defender a importância das &#8220;palavras do meio&#8221;, pela tolerância, no contexto da celebração do Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-Religioso.</P><br />
<P>O chefe de Estado assinalou esta data com representantes de confissões religiosas na Sala das Bicas do Palácio de Belém, numa cerimónia em que ouviu o presidente da Comissão para a Liberdade Religiosa, José Vera Jardim, alterar para &#8220;tentativas, pontuais, é certo, mas tentativas de limitação de um exercício pleno de liberdade religiosa&#8221; em Portugal.</P><br />
<P>Na sua intervenção, António José Seguro retomou a ideia de que fazem falta &#8220;as palavras do meio&#8221;, expressão que usou no seu discurso do 10 de Junho, pela tolerância, contra a polarização.</P><br />
<P>&#8220;Hoje estamos perante um excelente exemplo de quão importantes são essas palavras do meio, que ligam diferentes comunidades de fé numa cultura de tolerância, respeito mútuo e convivência democrática&#8221;, considerou.</P><br />
<P>O Presidente da República apontou a Lei da Liberdade Religiosa em Portugal, em vigor há 25 anos, como &#8220;uma lei estruturante do Estado direito democrático&#8221; que &#8220;consolida princípios fundamentais&#8221; consagrados na Constituição: &#8220;o princípio da universalidade, da igualdade, da liberdade de consciência, religião e culto e da não confessionalidade do Estado&#8221;. </P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado, &#8220;Portugal deve orgulhar-se da construção, ao longo das últimas décadas, de um modelo sólido de excelente convivência entre mais de 30 convicções religiosas e 600 confissões radicadas em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este é um espelho da nossa identidade e da nossa cultura. É um reflexo numa sociedade livre, plural e respeitadora da consciência de cada pessoa, mas também da autonomia das comunidades religiosas na sua forma de organização e culto&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A seguir, António José Seguro descreveu Portugal como &#8220;uma sociedade cada vez mais diversa e percorrida por cidadãos do mundo, mas também permeável a muros de pedra ou de silêncio&#8221; que a podem desumanizar.</P><br />
<P>O chefe de Estado enquadrou como responsabilidade do Estado não só &#8220;garantir o quadro jurídico adequado ao exercício pleno da liberdade religiosa, individual e coletiva, mas também as condições necessárias à promoção e dinamização do diálogo inter-religioso&#8221;.</P><br />
<P>No fim da sua intervenção, elogiou Vera Jardim &#8220;pelo papel central que desempenhou, primeiro como impulsionador político da Lei da Liberdade Religiosa&#8221;, de 2001, &#8220;e a partir de 2016 como presidente da Comissão da Liberdade Religiosa&#8221;, e pelo seu empenho na &#8220;defesa dos direitos humanos, da dignidade humana&#8221;.</P><br />
<P>Esta cerimónia juntou membros da Comissão para a Liberdade Religiosa, do Grupo de Trabalho para o Diálogo Inter-Religioso, sob dependência da Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA), e representantes de confissões religiosas radicadas em Portugal. </P><br />
<P>Nesta ocasião, o Presidente da República quis reiterar &#8220;o compromisso público da sociedade portuguesa para com os valores da tolerância e do respeito pela diversidade e para com a promoção de um diálogo aberto e construtivo entre diferentes tradições religiosas, convicções e visões do mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A liberdade religiosa é um dos pilares do nosso chão comum. Temos a responsabilidade, cada um de nós, todos nós, de a preservar&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779958]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tribunal manda para julgar ex-secretário de Estado por suspeitas nas PPP rodoviárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:57:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Central de Instrução Criminal mandou hoje para julgamento o ex-secretário de Estado Paulo Campos, por suspeita de participação económica em negócio no caso das PPP no setor rodoviário, confirmou fonte da defesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal Central de Instrução Criminal mandou hoje para julgamento o ex-secretário de Estado Paulo Campos, por suspeita de participação económica em negócio no caso das PPP no setor rodoviário, confirmou fonte da defesa.</P><br />
<P>Paulo Campos foi secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e Comunicações entre 2005 e 2011, nos governos de José Sócrates (PS), e foi pronunciado (mandado para julgamento) por cinco dos 10 crimes de participação económica em negócio de que tinha sido acusado, em 2021, pelo Ministério Público, tendo sido ilibado dos restantes.</P><br />
<P>O secretário de Estado do Tesouro e das Finanças no mesmo período, Carlos Costa Pina, foi, por sua vez, ilibado dos cinco crimes de participação económica em negócio de que tinha sido acusado e, por isso, não será julgado, acrescentou a fonte.</P><br />
<P>O processo conta ainda com um terceiro arguido, o antigo dirigente das Estradas de Portugal Rui Manteigas, que será julgado, também por participação económica em negócio.</P><br />
<P>A acusação do Ministério Público foi deduzida em dezembro de 2021, ao fim de quase década de uma investigação, e, segundo a mesma fonte, os cinco crimes que restam estão relacionados com cinco subconcessões contratualizadas no âmbito das Parcerias Público-Privadas (PPP) no setor rodoviário.</P><br />
<P>Em causa estão os &#8220;contratos de subconcessão celebrados, entre 2009 e 2010, pela EP &#8211; Estradas de Portugal, S.A., com as subconcessionárias do Algarve Litoral, Transmontana, do Douro Interior, do Baixo Alentejo e do Litoral Oeste&#8221;, precisou, em 2021, o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), na nota em que anunciou a dedução da acusação.</P><br />
<P>Pelo caminho, ficaram os crimes relacionados com a renegociação, em 2010, das concessões portajadas do Norte e da Grande Lisboa, entre outras.</P><br />
<P>O Ministério Público e o Automóvel Clube de Portugal (ACP), que é assistente no processo e pretendia ver os arguidos julgados por corrupção, podem ainda recorrer da decisão instrutória na parte de não-pronúncia, salientou a fonte da defesa.</P><br />
<P>Em dezembro de 2021, Paulo Campos considerou que a acusação &#8220;tem um contexto claramente político&#8221; e é &#8220;um disparate&#8221;, sustentando que o próprio despacho do Ministério Público &#8220;demonstra que não há intenção e que os acusados não retiram nenhum benefício próprio&#8221; dos atos sob suspeita.</P><br />
<P>A ida a julgamento do ex-secretário de Estado foi noticiada inicialmente pela TVI/CNN Portugal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779957]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Raimundo afirma que luta dos trabalhadores obrigou Chega a fazer o que nunca desejou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP afirmou hoje que a luta dos trabalhadores obrigou o Chega a fazer o que nunca desejou e a "contradizer tudo o que tinha dito" sobre a revisão da lei laboral proposta pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PCP afirmou hoje que a luta dos trabalhadores obrigou o Chega a fazer o que nunca desejou e a &#8220;contradizer tudo o que tinha dito&#8221; sobre a revisão da lei laboral proposta pelo Governo.</P><br />
<P>Paulo Raimundo discursava no final de uma marcha, realizada no centro de Lisboa e convocada pelo PCP, que juntou largas centenas de pessoas para assinalar o chumbo no Parlamento, na passada sexta-feira, da revisão da lei laboral proposta pelo Governo.</P><br />
<P>O líder comunista considerou que a oposição à proposta do executivo &#8220;foi um dos processos mais intenso da luta dos trabalhadores&#8221; e levou ao isolamento dos partidos do Governo (PSD e CDS-PP), bem como da restante direita, nomeadamente a IL e o Chega.</P><br />
<P>Numa referência ao partido liderado por André Ventura, Raimundo defendeu que a mobilização dos trabalhadores foi de tal forma intensa que &#8220;obrigou alguns a decidir fazer o que nunca desejaram alguma vez vir a fazer&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Uma luta com tal impacto que obrigou a que, contradizendo tudo o que tinham dito na véspera, não tivessem outra solução que não votar contra, mesmo quando nas suas propostas convergiam claramente com os ataques do Governo aos trabalhadores&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O secretário-geral do PCP avisou ainda que, perante &#8220;novas vagas&#8221; e &#8220;golpadas&#8221; contra os trabalhadores e os seus direitos, quem trabalha responderá sempre com &#8220;força, organização e unidade&#8221;.</P><br />
<P>Raimundo argumentou também que &#8220;o PCP foi o partido essencial na luta para a derrota do pacote laboral&#8221;, em particular&#8221;na denúncia dos objetivos do grande patronato e dos seus instrumentos, no esclarecimento e mobilização dos trabalhadores, na ampliação na população em geral da consciência da relação dessa luta com a ofensiva mais geral contra as suas próprias vidas e condições de vida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apontamos o caminho da luta, apontamos o caminho da intervenção e da exigência, apontamos a solução e a confiança na vitória. Somos um partido imprescindível, com os seus princípios, a sua ação, intervenção e ligação às massas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, durante a marcha, o líder comunista afirmou que se o Governo insistir na revisão da lei laboral está a &#8220;cavar o seu próprio buraco&#8221; depois de ter começado já a &#8220;cavar a sua derrota social e política&#8221; com a proposta chumbada na sexta-feira.</P><br />
<P>Ao longo da marcha, realizada sob o mote &#8220;Luta, caminho da vitória &#8211; salários, pensões, serviços públicos &#8211; novo rumo para Portugal&#8221;, entoaram-se vários cânticos a celebrar o &#8220;não ao pacote do patrão&#8221;, bem como palavras de ordem contra a subida do custo de vida e pela valorização dos salários.</P><br />
<P>Entre os manifestantes estava João Trigo, reformado de 71 anos, que, à Lusa, defendeu que a atual ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, &#8220;está completamente descredibilizada e derrotada&#8221; depois do resultado da votação da proposta do executivo na Assembleia da República.      </P><br />
<P>Já Sara Romão, investigadora universitária de 29 anos, que se fez acompanhar do filho, disse à Lusa que tem acompanhado as ações do PCP em matéria laboral devido, em particular, às propostas do partido no campo dos direitos parentais.</P><br />
<P>Sobre a insistência já prometida por Palma Ramalho sobre a mudança das leis laborais, Sara Romão deixou um desafio: &#8220;Se a proposta da ministra for mais direitos para os trabalhadores, redução do horário de trabalho, aumento dos dias de férias, se for realmente ao encontro do que os trabalhadores precisam, estamos aqui para levar isso adiante&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779956]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Especialista alerta para risco de mimetismo após homicídios de crianças em contexto de violência doméstica</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:11:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A responsável pelo projeto APAV Hope alertou para o risco de "efeito mimético" dos homicídios de crianças em contexto de violência doméstica, defendendo que a sociedade não pode normalizar um fenómeno que já matou quatro menores este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A responsável pelo projeto APAV Hope alertou para o risco de &#8220;efeito mimético&#8221; dos homicídios de crianças em contexto de violência doméstica, defendendo que a sociedade não pode normalizar um fenómeno que já matou quatro menores este ano.</P><br />
<P>O alerta surge depois de o Jornal de Notícias ter noticiado que, nos primeiros meses de 2026, morreram quatro crianças em contexto de violência doméstica, igualando o número registado em todo o ano de 2022, considerado o mais mortal para menores desde 2019.</P><br />
<P>O caso mais recente ocorreu na madrugada de domingo, em Santarém, quando um homem de 33 anos, com antecedentes por violência doméstica, saltou de um oitavo andar com a filha de 4 anos ao colo, provocando a morte de ambos, dias depois do homicídio de uma menina de 8 anos pela madrasta em Valpaços.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, Carla Ferreira, responsável pelo projeto APAV Hope &#8212; Apoio a Vítimas de Homicídio, Terrorismo e Vitimação em Massa, considerou que cada uma destas mortes deve levar a uma reflexão coletiva sobre as falhas na prevenção da violência: &#8220;Todos nós podemos ter falhado enquanto sociedade&#8221;.</P><br />
<P>Sobre os casos registados nas últimas semanas, Carla Ferreira alertou para o risco de mimetismo associado à ampla divulgação destes crimes.</P><br />
<P>&#8220;Não é incomum que haja este efeito mimético&#8221;, afirmou, explicando que a exposição mediática dos casos pode funcionar como fator adicional de motivação para pessoas que já tenham intenções violentas.</P><br />
<P>A especialista ressalvou que os crimes devem continuar a ser noticiados, mas defendeu uma abordagem responsável que evite transformar os casos em elementos de identificação para potenciais agressores.</P><br />
<P>Para Carla Ferreira, o principal risco é a sociedade começar a encarar estes homicídios como acontecimentos normais.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos achar que é normal que numa semana tenham morrido duas crianças em contexto de violência doméstica&#8221;, afirmou. &#8220;Não podemos dessensibilizar-nos relativamente a isto&#8221;.</P><br />
<P>A especialista sublinhou que muitos homicídios de crianças em contexto familiar não resultam de atos impulsivos ou exclusivamente associados a problemas de saúde mental, mas antes de comportamentos deliberados e enquadrados nas dinâmicas da violência doméstica.</P><br />
<P>&#8220;Há muita deliberação, muitas vezes há ameaças prévias, muitas vezes há pistas que vão sendo deixadas por quem acaba por praticar estes crimes&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Segundo Carla Ferreira, estes homicídios estão frequentemente associados a relações marcadas pelo poder, controlo e violência, sendo as crianças utilizadas para atingir ou punir o outro progenitor.</P><br />
<P>Apesar de admitir que é difícil apontar responsabilidades concretas sem conhecer os detalhes de cada caso, a responsável da APAV recordou que Portugal regista anualmente cerca de 30 mil denúncias de violência doméstica, uma realidade que exerce forte pressão sobre as autoridades e o sistema judicial.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma carga muito significativa de denúncias todos os anos&#8221;, afirmou, apontando para a escassez de recursos humanos nas forças policiais, Ministério Público, tribunais e serviços de justiça.</P><br />
<P>Na sua perspetiva, essa sobrecarga pode contribuir para atrasos na avaliação de risco e no acompanhamento de situações sinalizadas, embora ressalve que cada caso tem especificidades próprias.</P><br />
<P>Carla Ferreira defendeu que existe margem para melhorar a resposta do sistema, nomeadamente através da recolha mais rápida de prova junto das vítimas.</P><br />
<P>Considerou essencial que as declarações para memória futura sejam realizadas nas primeiras horas após a denúncia, permitindo preservar testemunhos que muitas vezes se revelam decisivos para o processo criminal.</P><br />
<P>A especialista alertou igualmente para a crescente severidade dos episódios de violência doméstica, considerando que, apesar de os números globais se manterem relativamente estáveis, os casos têm revelado níveis mais elevados de gravidade.</P><br />
<P>Na origem desta realidade, apontou fatores como a disseminação de discursos de misoginia e de tolerância à violência, sobretudo através das redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Estamos também com um problema de raiz, que é termos cada vez mais um discurso de tolerância relativamente à violência como forma aceitável de resolver problemas&#8221;, disse.</P><br />
<P>Carla Ferreira destacou que as crianças deixaram há vários anos de ser vistas apenas como testemunhas da violência doméstica, passando a ser reconhecidas legalmente como vítimas, mesmo quando não são alvo direto de agressões.</P><br />
<P>Segundo explicou, crescer num ambiente violento pode provocar consequências profundas ao nível psicológico, emocional, social e até económico, aumentando o risco de problemas de ansiedade, dificuldades relacionais e reprodução futura de comportamentos violentos.</P><br />
<P>&#8220;As crianças vão absorver certos comportamentos como sendo normativos&#8221;, alertou.</P><br />
<P>A responsável da APAV referiu ainda que os casos conhecidos nos últimos anos envolvem frequentemente crianças mais novas e, em vários casos mediáticos, raparigas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779955]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Argentina vence Áustria com &#8216;bis&#8217; de Messi e está nos &#8217;16 avos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A campeã em título Argentina garantiu hoje um lugar nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Áustria por 2-0, graças a dois golos de um histórico Lionel Messi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A campeã em título Argentina garantiu hoje um lugar nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Áustria por 2-0, graças a dois golos de um histórico Lionel Messi.</P><br />
<P>Em Arlington, em encontro da segunda jornada do Grupo J, o capitão da Argentina resolveu o encontro com golos aos 38 e 90+5 minutos, para se isolar como o melhor marcador da história dos Mundiais, com 18 golos, depois de falhar um penálti, aos nove.</P><br />
<P>A formação de Lionel Scaloni, ainda sem a vitória no agrupamento garantida, passou a contar seis pontos, contra três dos austríacos e nenhum de Jordânia e Argélia, que se defrontam hoje em Santa Clara.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779954]]></sapo:autor>
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		<title>Google firma acordo com estúdio de cinema independente A24 que envolve Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:58:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Google efetivou uma "colaboração centrada na investigação", com o estúdio de cinema independente A24, que inclui um investimento de 75 milhões de dólares, para "ajudar os artistas a desenvolver novos fluxos de trabalho e técnicas" com Inteligência Artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Google efetivou uma &#8220;colaboração centrada na investigação&#8221;, com o estúdio de cinema independente A24, que inclui um investimento de 75 milhões de dólares, para &#8220;ajudar os artistas a desenvolver novos fluxos de trabalho e técnicas&#8221; com Inteligência Artificial.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias espanhola EFE, o acordo entre a empresa tecnológica e o estúdio norte-americano, que em euros tem o valor de 65,6 milhões, visa sobretudo o codesenvolvimento de novas ferramentas destinadas à produção e distribuição cinematográfica, permitindo aos criadores experimentarem e darem forma às &#8220;tecnologias do futuro&#8221;.</P><br />
<P>As empresas detalharam que o acordo não concede à Google acesso aos dados da A24, nem ao seu catálogo de filmes e séries de televisão.</P><br />
<P>A A24 é responsável pela produção de filmes de sucesso como &#8220;Marty Supreme&#8221;, de Josh Safdie, &#8220;Tudo em todo o lado ao mesmo tempo&#8221;, de Daniel Kwan e Daniel Scheinert, vencedor do Óscar de Melhor Filme em 2023, e &#8220;Guerra Civil&#8221;, de Alex Garland.</P><br />
<P>Os investigadores da Google DeepMind (laboratório de pesquisa e desenvolvimento de Inteligência Artificial da Google) vão trabalhar diretamente com a equipa de realizadores e artistas do A24, para &#8220;criar funções de IA [Inteligência Artificial] que apoiem a narrativa e preservem o controlo criativo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que a melhor maneira de desenvolver ferramentas que empoderem os artistas é trabalhar diretamente com eles&#8221;, afirmou o cofundador e diretor executivo da Google DeppMind, Demis Hassabis, citado pela EFE.</P><br />
<P>O sócio da A24 responsável pela área de tecnologia e inovação, Scott Belsky, defendeu a integração destes avanços face à desconfiança de Hollywood em relação à IA generativa.</P><br />
<P>O responsável assinalou que as novas ferramentas &#8220;não se assemelharão em nada à IA gerada por comandos [&#8216;prompts&#8217;], com a qual as pessoas se sentem desconfortáveis&#8221;, mas tentarão apoiar a tomada de riscos criativos.</P><br />
<P>A equipa especializada em investigação A24 Labs já está a trabalhar numa aplicação para a criação de guiões gráficos gerados por IA.</P><br />
<P>Esta é a primeira vez que a Google adquire uma participação financeira num estúdio de cinema de Hollywood.</P><br />
<P>No ano passado, os estúdios Disney assinaram um acordo com a OpenAI que, no entanto, terminou abruptamente, quando a empresa tecnológica suspendeu a sua ferramenta de vídeo Sora, em março deste ano.</P><br />
<P>Recentemente, a Netflix adquiriu uma empresa de IA fundada pelo ator Ben Affleck, capaz de alterar cenas, sem necessidade de voltarem a ser filmadas.</P><br />
<P>A IA foi um dos fatores que desencadearam as recentes greves em Hollywood e na indústria dos videojogos. </P><br />
<P>O filme &#8220;O Brutalista&#8221;, de Brady Corbet, foi alvo de muitas críticas depois de o editor Dávid Jancsó ter revelado que recorreu à IA para que os atores Adrien Brody, que venceu um Óscar pelo seu papel, e Felicity Jones soassem mais autênticos quando falavam em húngaro.</P><br />
<P>No início de maio, a Academia de Hollywood anunciou que atores e argumentos gerados por inteligência artificial não seriam elegíveis para os Óscares.</P><br />
<P>Pouco depois, os Globos de Ouro divulgaram novas regras para o uso de Inteligência Artificial na edição dos prémios em 2027, permitindo que produções incluam estas ferramentas, desde que o envolvimento humano se mantenha predominante e os atores sejam reais, de carne e osso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779953]]></sapo:autor>
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		<title>Lusíadas investe 60 ME em nova unidade em Faro que deverá abrir no final de 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:55:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Lusíadas vai abrir em Faro no final de 2027 uma nova unidade hospitalar, num investimento de 60 milhões de euros, prevendo-se que gere 500 novos postos de trabalho, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Grupo Lusíadas vai abrir em Faro no final de 2027 uma nova unidade hospitalar, num investimento de 60 milhões de euros, prevendo-se que gere 500 novos postos de trabalho, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>O hospital, construído de raiz na zona da Lejana de Baixo, é a quarta unidade do grupo no Algarve e estima-se que, quando estiver em funcionamento, permita anualmente a realização de 400 mil consultas, 7.500 cirurgias e 675 mil exames de diagnóstico.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, à margem do evento, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Lusíadas Saúde, Vasco Antunes Pereira, afirmou que a unidade deverá ser do mais moderno que existe no país, com equipamentos de última geração. </P><br />
<P>&#8220;Vai ser um hospital nativo em inteligência artificial, vai ser nativo na robótica, vai ter os equipamentos de diagnóstico mais avançados que pode haver, de forma a permitir, de facto, nós ajudarmos as pessoas a terem vidas mais saudáveis&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Questionado sobre a dificuldade em captar profissionais do setor da saúde para a região, aquele responsável disse acreditar que a avançada tecnologia do novo hospital servirá &#8220;de catalisador&#8221; para &#8220;captar e reter o melhor talento&#8221; que existe.</P><br />
<P>&#8220;A nossa expectativa é a de que continuemos a agregar valor, continuemos a conseguir captar talento e reter o talento do Algarve. Nós julgamos que o paradigma está a mudar de forma muito acelerada e nós queremos ser um ator principal nessa mudança&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a região do Algarve apresenta uma carência de investimento na área da saúde, necessidade que o Grupo Lusíadas quer agora colmatar com o novo hospital, &#8220;introduzindo uma visão e uma narrativa que pretende claramente mudar o paradigma&#8221; da saúde.</P><br />
<P>&#8220;Vai ser um hospital super otimizado, com sistemas que suportam este nível de diagnóstico muito mais apurado, muito mais fino e que vai permitir de facto nós contribuirmos para o sistema de saúde como um ator de promoção de saúde&#8221;, concluiu Vasco Antunes Pereira.</P><br />
<P>A unidade ocupará cerca de 8.500 metros quadrados, distribuídos por cinco pisos, contando com 35 gabinetes de consulta, cinco salas de bloco operatório, 13 salas de exames e 28 quartos de internamento.</P><br />
<P>O hospital terá, ainda, atendimento permanente para adultos e crianças, uma área de imagiologia, uma unidade de cuidados intensivos e uma unidade de gastrenterologia.</P><br />
<P>Na área cirúrgica, o hospital estará equipado com sistemas de cirurgia robótica e salas híbridas, que conjugam cirurgia e imagiologia no mesmo espaço, permitindo realizar procedimentos de elevada complexidade e menos invasivos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779951]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Criticada mudança de linhas de autocarros em Coimbra que deixam de servir ACAPO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:52:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A reestruturação de várias linhas dos Transportes Urbanos de Coimbra deixou de servir diretamente a sede da delegação da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), denunciou hoje a oposição, criticando a decisão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A reestruturação de várias linhas dos Transportes Urbanos de Coimbra deixou de servir diretamente a sede da delegação da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), denunciou hoje a oposição, criticando a decisão. </P><br />
<P>Na reunião do executivo de hoje, a vereadora da coligação Juntos Somos Coimbra (PSD/CDS-PP/IL/Nós, Cidadãos/PPM/Volt/MPT) Ana Bastos, que teve a pasta da mobilidade no anterior mandato, alertou para a reestruturação dos serviços das linhas 5, 5F, 5T e 33 dos Serviços Municipalizados dos Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC), que deixou a ACAPO sem serviço direto junto à sua delegação, na rua dos Combatentes.</P><br />
<P>A instituição &#8220;deixou de ser diretamente servida pelas paragens da rua dos Combatentes, o que representa um claro retrocesso nas condições de mobilidade dos seus utilizadores&#8221;, alertou, referindo que as alternativas disponíveis &#8212; as linhas 11 e 24 &#8212; apresentam &#8220;frequências reduzidas durante a semana e praticamente inexistentes aos fins de semana&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Acresce que os percursos pedonais necessários para aceder a essas paragens não oferecem, em muitos casos, as condições adequadas para pessoas com deficiência visual&#8221;, disse Ana Bastos, notando que, além desta alteração, a reestruturação dos serviços gerou &#8220;inúmeras reclamações por parte dos utilizadores&#8221;.</P><br />
<P>A vereadora defendeu uma &#8220;reavaliação urgente desta situação&#8221;, assim como &#8220;uma intervenção imediata na eliminação de obstáculos e barreiras existentes nos percursos pedonais&#8221;.</P><br />
<P>Também a vereadora eleita pelo Chega (que se desfiliou do partido em janeiro), Maria Lencastre, chamou a atenção para a eliminação de ligação direta às paragens junto à ACAPO, dando nota de uma comunicação do presidente da delegação de Coimbra daquela instituição, José Caseiro.</P><br />
<P>&#8220;Aquilo que para a generalidade dos cidadãos poderá representar apenas um incómodo, para uma pessoa cega ou com baixa visão traduz-se numa efetiva perda de autonomia, numa maior complexidade das deslocações diárias e num aumento significativo dos riscos associados à mobilidade urbana&#8221;, afirmou, desafiando o executivo a ir ao local para avaliar as dificuldades existentes. </P><br />
<P>Durante o período antes da reunião, Ana Bastos questionou também o executivo, liderado pela coligação Avançar Coimbra (PS/Livre/PAN), sobre o ponto de situação do Plano de Pormenor da Estação Intermodal de Coimbra.</P><br />
<P>&#8220;O tempo continua a escassear e os munícipes têm o direito de saber o que está efetivamente a acontecer&#8221;, disse, recordando que o concurso para o segundo troço da linha de alta velocidade, que abrange a construção da estação, tem previsto para 06 de julho o prazo final de receção de propostas.</P><br />
<P>A vereadora salientou que o anterior executivo, que integrou, deixou o processo &#8220;tecnicamente concluído&#8221;, considerando que &#8220;está na altura de envolver os cidadãos, as instituições, os especialistas e todos os agentes do território numa reflexão séria, ampla prolongada&#8221;.</P><br />
<P>Em resposta, o vice-presidente da Câmara, Miguel Antunes, afirmou que o plano de pormenor &#8220;ainda está a ser discutido com as autoridades&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Irá a discussão pública quando for a altura&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Ainda no período antes da ordem do dia, a vereadora na oposição Ana Cortez Vaz alertou para o lixo acumulado junto a contentores, monos e sujidade, recordando que, apesar de não ser um problema exclusivo de Coimbra ou &#8220;dos últimos meses&#8221;, o atual executivo tinha prometido reorganizar os serviços de higiene urbana. </P><br />
<P>O vereador do executivo Luís Filipe afirmou que o município está a procurar ter mais recursos humanos afetos à limpeza urbana, está a procurar contratar empresas para assegurar parte dessa limpeza e também dotar a autarquia de mais meios técnicos, além de um trabalho de fiscalização para combater o despejo ilegal de lixo e monos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779950]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cometa que passou em dezembro &#8220;perto&#8221; da Terra remonta aos primórdios do Universo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O cometa interestelar 3I/Atlas, que fez em dezembro a sua maior aproximação à Terra, formou-se num sistema planetário dos primórdios do Universo, sugere um estudo hoje divulgado que analisou a sua composição química.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O cometa interestelar 3I/Atlas, que fez em dezembro a sua maior aproximação à Terra, formou-se num sistema planetário dos primórdios do Universo, sugere um estudo hoje divulgado que analisou a sua composição química.</P><br />
<P>Segundo o estudo, publicado na revista científica Nature, o cometa ter-se-á formado num sistema planetário gelado há 10 mil milhões a 12 mil milhões de anos (a idade estimada do Universo é 13,8 mil milhões de anos).</P><br />
<P>Cientistas estudaram a composição química do cometa a partir de observações feitas com o telescópio espacial James Webb e o radiotelescópio ALMA, no Chile, quando 3I/Atlas começou a afastar-se do Sol em dezembro.</P><br />
<P>Detetado pela primeira vez em julho do ano passado pelo telescópio ATLAS, no Chile, o cometa 3I/Atlas é o terceiro cometa confirmado com origem fora do Sistema Solar, depois de 1I/Oumuamua, em 2017, e 2I/Borisov, em 2019.</P><br />
<P>De acordo com os cientistas, a água do cometa tem dez vezes mais deutério (isótopo de hidrogénio) que outros cometas, sugerindo que pode ter origem num sistema planetário muito frio.</P><br />
<P>O estudo estima, neste contexto, que o 3I/Atlas se formou numa nuvem gélida de aproximadamente -243ºC.</P><br />
<P>Por outro lado, as proporções de carbono, que ultrapassam os valores observáveis no Sistema Solar, bem como em nuvens interestelares próximas e discos protoplanetários (berços dos planetas), apontam para que o cometa tenha origens muito antigas, possivelmente num sistema planetário dos primórdios do Universo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779949]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Viseu Marca com passivo de 500 mil euros em 2025 promete rigor nas contas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:39:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Viseu Marca apresentou hoje as contas de 2025, com um saldo negativo de 500 mil euros, e anunciou que a Feira de São Mateus terá menos dias e bilhetes mais baratos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Viseu Marca apresentou hoje as contas de 2025, com um saldo negativo de 500 mil euros, e anunciou que a Feira de São Mateus terá menos dias e bilhetes mais baratos.</P><br />
<P>&#8220;As contas de 2025 apresentam um resultado negativo em exercício em cerca de 50 mil euros, em paridades para esse ano na ordem dos 150 mil euros e, para além disso, fizemos uma reserva no relatório da auditoria para o ano de 2026, em mais de 300 mil euros&#8221;, relatou o presidente da Viseu Marca, José Silva Fernandes.</P><br />
<P>Ou seja, &#8220;de forma simples, o passivo identificado ronda os 500 mil euros&#8221; em 2025.</P><br />
<P>&#8220;Estas contas obrigam-nos a um certo rigor e agilidade financeira para encararmos os desafios futuros, mas não serão essas contas que atrapalharão o nosso futuro, nem a Feira de São Mateus, que será cada vez mais forte&#8221;, realçou.</P><br />
<P>O presidente daquela entidade, sem fins lucrativos, resultado de uma cooperação entre o Município de Viseu e a Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), escusou-se a adiantar as contas dos anos anteriores, porque a Viseu Marca &#8220;recorreu a uma ferramenta contabilística para salvaguardar os associados que, com saldos negativos muito grandes ficam impedidos de recorrerem a fundos europeus&#8221; e, &#8220;para os proteger, as restantes contas ficam em reservas de capital&#8221;.</P><br />
<P>A Viseu Marca é responsável pela organização de eventos, designadamente a Feira de São Mateus.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa realizada hoje, José Silva Fernandes sublinhou que a edição deste ano do certame tem menos dias de programação e não conta com o Mateus Fest, que se realizou nos últimos dois anos.</P><br />
<P>&#8220;Em vez de 50 dias, serão menos 16, de 06 de agosto a 06 de setembro, o espaço mantém-se, definitivamente, mas com nova roupagem, uma maior identificação com o que é a Feira de São Mateus e o cartaz tem uma forte aposta na produção local&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Em relação ao cartaz do evento, José Silva Fernandes disse que será apresentado na noite da próxima sexta-feira, dia 26.</P><br />
<P>O responsável assumiu que &#8220;será cada vez mais uma feira franca e de tradições, como antes&#8221; e, após as 634 edições realizadas, defendeu que &#8220;tem de ser mais acessível&#8221; às pessoas.</P><br />
<P>Assim, o bilhete mais caro, este ano, será &#8220;num único dia, no valor de 10 euros, os restantes são a cinco e há bilhetes seniores e pacotes familiares &#8211; uma família com dois filhos, na compra de quatro bilhetes, tem um oferecido&#8221; e até aos 11 anos é gratuito.</P><br />
<P>O presidente da Viseu Marca lembrou que esta direção foi eleita em dezembro de 2025 e prometeu que se &#8220;irá pautar, sempre, por três pilares, como o rigor, a transparência e a proximidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Rigor naquilo que planeamos, no que queremos executar, e transparência para com os nossos associados e para todos os viseenses, e proximidade porque queremos estar próximos das pessoas, porque é para todos eles que trabalhamos&#8221;, justificou.</P><br />
<P>Ainda assim, assumiu que o plano é &#8220;organizar, até 2028, todo o espaço da Feira de São Mateus&#8221;, o que é um &#8220;enorme desafio e exige imaginação e capacidade financeira&#8221;.</P><br />
<P>Tendo em conta que o saldo do ano transato é negativo, José Silva Fernandes disse que uma das formas de trabalhar as edições da feira nos próximos anos é com &#8220;captação de cada vez mais parceiros, ou seja, patrocinadores&#8221; do evento.</P><br />
<P>Aos jornalistas, disse garantir que &#8220;o preço por metro quadrado para os operadores é igual ao do ano passado, e, como são menos dias, há menos custos como com a energia&#8221;, por exemplo.</P><br />
<P>Entre as mudanças para a edição deste ano, adiantou, &#8220;está a abertura das portas após o final dos concertos, e não esperar pela meia-noite, um enquadramento maior do picadeiro com a Sé, portanto o palco terá um melhor enquadramento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Por respeito aos vizinhos, os horários dos concertos vão ser mais respeitados, para acabarem mais cedo e as colunas deixam de emitir até altas horas o som dos operadores e será música ambiente nossa, da Viseu Marca&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779948]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Henrique Rocha e Frederico Silva eliminados na qualificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os portugueses Henrique Rocha e Frederico Silva foram hoje eliminados na fase de qualificação de Wimbledon, terceiro Grand Slam de ténis da temporada, depois de Jaime Faria ter avançado para a segunda ronda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os portugueses Henrique Rocha e Frederico Silva foram hoje eliminados na fase de qualificação de Wimbledon, terceiro Grand Slam de ténis da temporada, depois de Jaime Faria ter avançado para a segunda ronda.</P><br />
<P>Henrique Rocha, 122.º do ranking mundial ATP, foi derrotado pelo colombiano Nicolás Mejía, 168.º do mundo, que se impôs por 2-1, com os parciais de 6-4, 6-7 (6-9) e 6-2, em duas horas e 39 minutos.</P><br />
<P>O portuense apenas por uma vez disputou o quadro principal de um &#8216;major&#8217;, em 2025, em Roland Garros, tendo, no &#8216;major&#8217; francês sido eliminado na terceira ronda pelo cazaque Alexander Bublik, tendo ficado pelo caminho nas duas tentativas em Wimbledon, ambas na segunda ronda do &#8216;qualifying&#8217;.</P><br />
<P>Frederico Silva, 230.º da hierarquia, esteve na frente diante do croata Matej Dodig, 209.º do circuito, com 6-3 no primeiro set, mas concedendo a reviravolta, com dois sets decididos no tie-break, concluídos em 7-6 (7-0) e 7-6 (10-5), em duas horas e 43 minutos.</P><br />
<P>O tenista das Caldas da Rainha disputou pela quinta vez a em Wimbledon, continuando apenas com uma presença em quadros principais de Grand Slams, no Open da Austrália, em 2021.</P><br />
<P>Antes, ao fim da manhã, Jaime Faria, 97.º do ranking, qualificou-se para a segunda ronda da fase de qualificação, ao vencer o francês Hugo Grenier, 224.º, em dois sets</P><br />
<P>O lisboeta precisou de uma hora e 20 minutos para se impor por 6-3 e 6-3 e agora vai encontrar outro gaulês, desta feita Luka Pavlovic (218.º), no que será o primeiro encontro entre ambos.</P><br />
<P>Jaime Faria já passou a qualificação de todos os torneios do Grand Slam e conseguiu esse feito em Wimbledon em 2025, antes de ser eliminado na primeira ronda pelo italiano Lorenzo Sonego.</P><br />
<P>Na competição feminina, Francisca Jorge, 226.ª do ranking WTA, vai iniciar o &#8216;qualifying&#8217; frente à húngara Dalma Galfi, 115.ª.</P><br />
<P>Nuno Borges, 53.º do ranking ATP, tem entrada direta no quatro principal do &#8216;major&#8217; londrino.</P><br />
<P></P><br />
<P>RBA/NFO // JP</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779947]]></sapo:autor>
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		<title>Podcast português &#8220;País de incendiários&#8221; de que &#8220;ninguém sai bem&#8221; premiado em Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O 'podcast' "País de incendiários", da revista portuguesa Divergente, com autoria de Sofia da Palma Rodrigues e Manuel Bivar, recebeu hoje em Madrid um dos Prémios Internacionais Rei de Espanha de Jornalismo 2025/2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O &#8216;podcast&#8217; &#8220;País de incendiários&#8221;, da revista portuguesa Divergente, com autoria de Sofia da Palma Rodrigues e Manuel Bivar, recebeu hoje em Madrid um dos Prémios Internacionais Rei de Espanha de Jornalismo 2025/2026.</P><br />
<P>A revista digital Divergente foi distinguida na categoria Meio Ambiente destes prémios, atribuídos desde 1983, anualmente, a trabalhos de jornalismo dos países ibero-americanos, em língua espanhola e portuguesa.</P><br />
<P>O &#8216;podcast&#8217; &#8220;País de Incendiários&#8221;, segundo os autores, percorreu Portugal, &#8220;o país que mais arde na União Europeia&#8221;, para tentar perceber &#8220;o que leva uma pessoa a sair de casa e, sem explicação aparente, deitar fogo a tudo o que a rodeia&#8221;, realçando que &#8220;a principal causa&#8221; dos fogos no país &#8220;é o incendiarismo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Contamos a história de um país que abandonou grande parte do seu território e da sua população. E fazemos um retrato de onde ninguém sai bem&#8221;, dizem os autores, na apresentação do trabalho.</P><br />
<P>O júri destacou hoje que o &#8216;podcast&#8217; aprofunda de forma rigorosa o tema dos incêndios, num trabalho de &#8220;constante atualidade&#8221;, com um guião e execução &#8220;que prende&#8221; quem o ouve, depois de um percurso por Portugal para tentar fazer um retrato da figura do pirómano e analisar causas estruturais dos fogos, o impacto das alterações climáticas ou problemas de saúde mental, alcoolismo e revolta contra o sistema.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa hoje em Madrid, depois de ter recebido o prémio das mãos do Rei de Espanha, Sofia da Palma Rodrigues sublinhou a importância de um galardão destes para a sustentabilidade e projeção da Divergente, um projeto &#8220;pequeno e de jornalismo independente e jornalismo lento&#8221;, que dedica &#8220;o tempo necessário a ouvir as pessoas&#8221; para contar as histórias que pretende.</P><br />
<P>Com a Divergente, foram distinguidos trabalhos de meios de comunicação internacionais da dimensão e projeção como os jornais El Pais ou The Washington Post. </P><br />
<P>Os Prémios Internacionais Rei de Espanha de Jornalismo são organizados pela agência de notícias espanhola EFE e pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID).</P><br />
<P>O júri da 43.ª edição distinguiu trabalhos em seis categorias e atribuiu a &#8220;País de incendiários&#8221; o prémio de Meio Ambiente, a que se candidataram 60 trabalhos.</P><br />
<P>Outro dos distinguidos este ano foi o &#8216;media&#8217; digital brasileiro &#8220;Aos Factos&#8221;, que venceu na categoria de Meio de Comunicação Ibero-americano.</P><br />
<P>Trata-se de uma plataforma de verificação de factos e foi distinguida por defender a verdade em tempos de manipulação digital, tendo já conseguido que fossem retiradas publicações enganosas da rede social TikTok e vídeos que sexualizavam adolescentes das plataformas da Meta.</P><br />
<P>Os Prémios Internacionais Rei de Espanha de Jornalismo 2025/2026 distinguiram outros quatro trabalhos nas categorias Jornalismo Narrativo; Cooperação Internacional e Ação Humanitária; Cultural e Fotografia.</P><br />
<P>O prémio Jornalismo Narrativo foi para o &#8216;podcast&#8217; da Cadena SER &#8220;Assistolia, a morte desde dentro&#8221;, coordenado pelos jornalistas Aimar Bretos e Víctor Olazábal.</P><br />
<P>A equipa de investigação de El Universal, do México, venceu em Cooperação Internacional e Ação Humanitária com um trabalho sobre as mortes por afogamento de migrantes que tentam alcançar os EUA através do rio Bravo, feito em colaboração com a plataforma de jornalismo Lighthouse Reports e o jornal norte-americano The Washington Post.</P><br />
<P>Na categoria Cultura, venceu a revista Contracultura, das Honduras, que, realçou o júri, deu o salto para o papel &#8220;nos tempos da IA [Inteligência Artificial]&#8221; e com diversidade de temas e expressões artísticas.</P><br />
<P>O prémio na categoria Fotografia foi para Óscar Corral, por uma imagem publicada no jornal espanhol El Pais captada numa localidade de Valência, Espanha, durante as inundações de outubro de 2024, em que morreram mais de 230 pessoas.</P><br />
<P>Os prémios &#8211; que têm uma dotação de 10 mil euros por categoria &#8211; foram entregues hoje pelo Rei de Espanha, Felipe VI, numa cerimónia na Casa América, de Madrid.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779946]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresa defende unidade de biometano em Torres Novas perante contestação de moradores e autarquia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa Gás da Terra defendeu hoje a localização da unidade de biometano projetada para Árgea, em Torres Novas, garantindo que os impactos ambientais estão avaliados e controlados, apesar da contestação de moradores e da oposição manifestada pela autarquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa Gás da Terra defendeu hoje a localização da unidade de biometano projetada para Árgea, em Torres Novas, garantindo que os impactos ambientais estão avaliados e controlados, apesar da contestação de moradores e da oposição manifestada pela autarquia.</P><br />
<P>&#8220;A melhor forma de responder à contestação não é desvalorizar receios, mas explicar o projeto, apresentar os dados técnicos disponíveis e reforçar mecanismos de diálogo e transparência&#8221;, afirmou à Lusa fonte oficial da empresa promotora do investimento naquele município do distrito de Santarém.</P><br />
<P>O projeto, em consulta pública no âmbito do Licenciamento Único Ambiental, tem motivado críticas de moradores de Árgea, na União de Freguesias de Olaia e Paço, que alertam para impactos nos odores, qualidade do ar, tráfego pesado, recursos hídricos e qualidade de vida.</P><br />
<P>Também o presidente da Câmara de Torres Novas já manifestou reservas quanto à localização, considerando que o concelho &#8220;não tem aptidão&#8221; para acolher uma unidade desta natureza naquele local.</P><br />
<P>A Gás da Terra sustenta, contudo, que a unidade foi estudada desde o final de 2023, numa fase preliminar ligada à rede de gás da estação de Asseiceira, tendo o desenvolvimento formal avançado no último trimestre de 2024, após contactos com o município e a contratualização de terrenos.</P><br />
<P>A empresa refere ainda que foram analisadas alternativas em Torres Novas e em concelhos vizinhos, como Tomar e Vila Nova da Barquinha, tendo a localização atual sido considerada a mais adequada face à proximidade de matérias-primas, acessos, ligação à rede de gás e viabilidade técnica e económica.</P><br />
<P>Segundo a promotora, a unidade permitirá valorizar estrumes, chorumes e resíduos agrícolas num raio de 20 a 30 quilómetros, numa lógica de economia circular e produção de energia renovável.</P><br />
<P>&#8220;A valorização de efluentes agropecuários através de digestão anaeróbia é reconhecida na Europa como solução para gestão de resíduos, redução de emissões e devolução de nutrientes aos solos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Sobre as críticas dos moradores, a empresa admite a proximidade a habitações como uma preocupação &#8220;sensível&#8221;, mas considera que não é, por si só, incompatível com este tipo de tecnologia, desde que existam medidas de controlo adequadas.</P><br />
<P>Em matéria de odores, o projeto prevê receção de matérias-primas em edifícios fechados com sistemas de extração e tratamento de ar através de biofiltros, além de modelações de dispersão atmosférica incluídas no Estudo de Impacte Ambiental.</P><br />
<P>Quanto ao tráfego, a empresa estima cerca de 35 veículos pesados por dia em fase de exploração, entre as 08:00 e as 17:00, admitindo disponibilidade para ajustar horários e rotas em articulação com as autarquias.</P><br />
<P>No que respeita aos recursos hídricos, a Gás da Terra confirma que a área se encontra numa zona de proteção alargada associada à captação de Vale Tripeiro, situação avaliada em sede de estudo ambiental.</P><br />
<P>A unidade foi concebida para funcionar em circuito fechado, sem descargas de efluentes, com sistemas de impermeabilização, deteção de fugas e bacias de retenção para proteção de solos e aquíferos.</P><br />
<P>A empresa refere que, com as medidas previstas, o risco de contaminação é reduzido e controlável.</P><br />
<P>Face à contestação, a promotora afirma estar disponível para analisar contributos da consulta pública e ponderar medidas adicionais, embora sublinhe que alterações de fundo terão de ser avaliadas nos planos técnico, ambiental, económico e jurídico.</P><br />
<P>O processo de consulta pública decorre até 25 de junho, estando a decisão ambiental prevista para o último trimestre de 2026.</P><br />
<P>Caso obtenha parecer favorável, a empresa prevê iniciar a construção em 2027.</P><br />
<P>O investimento é estimado em 18 milhões de euros e prevê tratar cerca de 98 mil toneladas anuais de resíduos, produzindo 6,5 milhões de metros cúbicos de biometano.</P><br />
<P>&#8220;A transição energética só faz sentido se for feita com os territórios e com respeito por quem neles vive&#8221;, concluiu a fonte oficial da empresa, defendendo um projeto de energia renovável com responsabilidade ambiental e proximidade às comunidades.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779944]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estoril-Sol volta a adiar apresentação de resultados de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Estoril-Sol voltou a adiar, pela terceira vez, a apresentação dos resultados referentes a 2025, indicando agora que isso acontecerá, "no limite", até 20 de julho, segundo um comunicado publicado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Estoril-Sol voltou a adiar, pela terceira vez, a apresentação dos resultados referentes a 2025, indicando agora que isso acontecerá, &#8220;no limite&#8221;, até 20 de julho, segundo um comunicado publicado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>&#8220;Na sequência dos comunicados publicados no passado dia 29 de abril e 18 de maio&#8221;, a empresa veio assim informar o mercado de que, &#8220;apesar dos esforços desenvolvidos pela administração da sociedade, e pelos demais envolvidos, não foi ainda possível encerrar o processo de aprovação e divulgação das demonstrações financeiras consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025&#8221;.</P><br />
<P>A Estoril-Sol disse ainda que &#8220;o Conselho de Administração procederá à divulgação dessa informação tão brevemente quanto possível, antecipando que isso ocorrerá, no limite, até ao dia 20 de julho&#8221;.</P><br />
<P>A empresa disse, em 29 de abril, que não conseguiria cumprir o prazo legal para a apresentação das contas consolidadas de 2025, apontando então para uma conclusão nas três semanas seguintes.</P><br />
<P>No entanto, em maio, num novo comunicado, a empresa voltou a adiar a apresentação, estimando nessa altura que o processo estivesse concluído até hoje.</P><br />
<P>Segundo a Estoril-Sol, nessa altura, o atraso resultava, sobretudo, de dois fatores: &#8220;da complexidade associada aos efeitos resultantes do termo da Concessão do Casino da Póvoa&#8221; e do &#8220;reconhecimento atualizado do valor de imparidade referente às concessões de jogo no Estoril e em Lisboa&#8221;, detidas pela subsidiária Estoril Sol (III) &#8211; Turismo, Animação e Jogo.</P><br />
<P>Em 2024, os resultados líquidos consolidados da Estoril Sol degradaram-se, passando de um lucro de 13,4 milhões de euros em 2023 para um prejuízo de 4,8 milhões de euros.</P><br />
<P>Já as receitas de jogo totais do grupo Estoril Sol (jogo territorial e &#8216;online&#8217;) ascenderam a 211,6 milhões de euros em 2024, tendo registado um decréscimo global de 2%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779943]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump ameaça com 10 anos de prisão quem vandalizar espelho de água do Lincoln Memorial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Lincoln Memorial]]></category>
		<category><![CDATA[Washington]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações surgem depois de o espelho de água, localizado aos pés do Lincoln Memorial, ter adquirido uma tonalidade verde-escura devido à proliferação de algas. A estrutura tinha sido recentemente renovada, num projeto em cerca de 13,1 milhões de euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump ameaçou com penas de até 10 anos de prisão qualquer pessoa que danifique o espelho de água do Lincoln Memorial, em Washington, depois de a água do monumento ter ficado verde poucos dias após uma intervenção de renovação. Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, o presidente americano acusa vândalos de terem sabotado a estrutura, uma das obras preparadas para as comemorações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos.</p>
<p>“Lembrem-se de que há uma pena de prisão de 10 anos para a destruição — ou mesmo tentativa de destruição — dessas estruturas, e essa pena será aplicada com todo o rigor”, escreveu Trump na sua rede Truth Social.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116785296448420208/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>As declarações surgem depois de o espelho de água, localizado aos pés do Lincoln Memorial, ter adquirido uma tonalidade verde-escura devido à proliferação de algas. A estrutura tinha sido recentemente renovada, num projeto orçado em 14,2 milhões de dólares, cerca de 13,1 milhões de euros.</p>
<p>Ao longo do fim de semana, Trump publicou várias mensagens sobre o tema, afirmando que o espelho de água tinha sido vandalizado depois de ter sido limpo, restaurado e reparado. O presidente americano disse que estavam a ser tomadas medidas “com a máxima urgência”.</p>
<p>Trump atribui os problemas a atos de sabotagem. Segundo escreveu, teriam sido despejados produtos químicos ilegalmente na água e destruído relvado novo junto ao monumento. As autoridades trabalham agora para remover as algas e recuperar a cor azul do espelho de água antes das comemorações do Dia da Independência, em 4 de julho.</p>
<p>De acordo com a imprensa americana, pelo menos cinco pessoas foram detidas por alegado vandalismo relacionado com o espelho de água. Um responsável da administração indicou ainda que outras cinco receberam citações federais e que foram registados 14 relatórios policiais ligados ao caso.</p>
<p>A National Park Service tem estado a tentar controlar a proliferação de algas, incluindo através de trabalhos de limpeza no fundo do espelho de água. A ABC News mostrou funcionários a removerem algas da estrutura, que tinha sido recentemente selada e pintada após a intervenção promovida pela administração Trump.</p>
<p>O episódio transformou uma obra de renovação urbana num novo foco de tensão política. Trump apresentou a degradação do espaço como um ato deliberado contra um projeto simbólico, enquanto os problemas visíveis no espelho de água — algas, revestimento danificado e nova intervenção de limpeza — alimentaram críticas sobre o custo e a execução da obra.</p>
<p>O Guardian noticiou que persistem dúvidas sobre alguns detalhes das detenções e sobre a extensão exata dos atos de vandalismo, incluindo o caso de um antigo atleta olímpico que disse ter apenas tocado numa parte solta do revestimento antes de ser detido por uma infração menor.</p>
<p>A imagem do espelho de água verde ganhou peso simbólico por surgir a poucos dias das comemorações do 4 de Julho. O local é um dos pontos mais fotografados de Washington e liga visualmente o Lincoln Memorial ao Washington Monument, fazendo parte do eixo monumental da capital americana.</p>
<p>Para Trump, a mensagem é de tolerância zero. Para as autoridades, o desafio imediato é mais prático: limpar o espelho de água, reparar os danos e evitar novos incidentes antes da celebração dos 250 anos da independência americana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779925]]></sapo:autor>
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		<title>Lusíadas Saúde investe 60 milhões de euros para abrir novo hospital no Algarve e criar 500 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:00:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lusíadas Saúde vai avançar com a construção do Hospital Lusíadas Faro, um investimento de 60 milhões de euros que deverá estar concluído no final de 2027 e que promete reforçar de forma significativa a oferta de saúde privada no Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lusíadas Saúde vai avançar com a construção do Hospital Lusíadas Faro, um investimento de 60 milhões de euros que deverá estar concluído no final de 2027 e que promete reforçar de forma significativa a oferta de saúde privada no Algarve.</p>
<p>Com cerca de 8.500 m² distribuídos por cinco pisos, a nova unidade, apresentada hoje no Palácio Fialho, em Faro, vai nascer na zona da Lejana de Baixo e será a mais avançada do grupo na região.</p>
<p>Um dos pontos centrais do projeto é a criação de emprego qualificado. Estão previstos cerca de 500 novos postos de trabalho, sobretudo nas áreas clínica, de enfermagem e técnica, num esforço assumido de retenção e atração de talento para uma região marcada pela sazonalidade e pela saída de profissionais para outros pontos do país.</p>
<p>Em termos assistenciais, o hospital deverá realizar mais de 400 mil consultas e cerca de 7.500 cirurgias por ano quando estiver em pleno funcionamento. A capacidade instalada inclui 35 gabinetes de consulta, cinco blocos operatórios, 28 quartos de internamento, unidade de cuidados intensivos, atendimento permanente para adultos e crianças, 13 salas de exames e uma área de imagiologia de última geração. A saúde oral ficará a cargo da HeyDoc, marca do grupo.</p>
<p>Do ponto de vista tecnológico, a unidade vai integrar soluções de inteligência artificial no apoio ao diagnóstico e à decisão clínica, além de cirurgia robótica e salas híbridas que permitem combinar cirurgia e imagiologia no mesmo espaço. A ideia é apostar em procedimentos menos invasivos, com tempos de recuperação mais curtos e maior precisão clínica.</p>
<p>Para o presidente do conselho de administração e CEO da Lusíadas Saúde, Vasco Antunes Pereira, este investimento reforça uma relação já consolidada com o Algarve: “O Hospital Lusíadas Faro traduz esse compromisso de longo prazo com a região”, referiu, sublinhando a importância de responder à procura crescente e de criar condições para fixar profissionais de saúde.</p>
<p>Com esta nova unidade, a Lusíadas Saúde passa a contar com quatro estruturas na região, somando-se ao Hospital Lusíadas Albufeira, ao Hospital Lusíadas Vilamoura e à Clínica Lusíadas Faro. No total, a rede já assegura resposta a cerca de 300 mil pessoas entre residentes e visitantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779797]]></sapo:autor>
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		<title>Veneza quer travar turistas de um dia com aumento de 900% na taxa de entrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[veneza]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade italiana tornou-se, em 2024, a primeira do mundo a cobrar uma taxa de entrada a excursionistas. O valor atual é de cinco euros para quem compra com antecedência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Veneza quer aumentar de forma significativa a taxa cobrada aos turistas que visitam a cidade apenas durante o dia. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, o novo presidente da câmara, Simone Venturini, propôs subir o valor atual, que começa nos cinco euros, para uma taxa que poderá chegar aos 50 euros nos períodos de maior pressão turística.</p>
<p>A cidade italiana tornou-se, em 2024, a primeira do mundo a cobrar uma taxa de entrada a excursionistas. O valor atual é de cinco euros para quem compra com antecedência, mas sobe para 10 euros quando o pagamento é feito nos três dias anteriores à visita.</p>
<p>A proposta agora defendida por Venturini é muito mais pesada. O autarca quer que Veneza possa aplicar valores entre 30 e 50 euros em dias particularmente movimentados, quando determinados limites de reservas forem atingidos.</p>
<p>A medida terá ainda de ser apresentada ao Governo e ao Parlamento italianos. O objetivo, segundo o presidente da câmara, é transformar a taxa num instrumento mais eficaz para dissuadir visitas de um só dia durante os períodos de maior concentração turística.</p>
<p>Venturini defende que a taxa de acesso é atualmente o “único instrumento prático” de que Veneza dispõe para gerir o fluxo diário de visitantes e ajudar a financiar a manutenção e proteção da cidade. O autarca argumenta que os excursionistas criam custos adicionais em limpeza, transportes e segurança pública, mas contribuem menos para a economia local do que os turistas que pernoitam.</p>
<p>Em 2026, a taxa será aplicada durante 60 dias da época alta, contra 54 dias em 2025. A cobrança funciona entre as 08h30 e as 16h00, período em que os visitantes devem apresentar um código QR nos pontos de acesso à cidade.</p>
<p>O pagamento pode ser feito no site Venezia Unica, na estação Venezia Santa Lucia ou em tabacarias. Depois de pagarem, os visitantes recebem um código QR que pode ser verificado à entrada.</p>
<p>Os turistas que reservem alojamento e passem a noite em Veneza ficam isentos da taxa. A lógica da autarquia é favorecer estadias mais longas, que deixam maior impacto económico na cidade, em vez de visitas rápidas que pressionam ruas, transportes e serviços públicos.</p>
<p>A proposta surge num contexto de crescente tensão entre turismo e vida local. Veneza recebe todos os anos milhões de visitantes e tem procurado novas formas de controlar a pressão sobre o centro histórico, classificado como património mundial da UNESCO.</p>
<p>Apesar disso, a taxa continua a dividir opiniões. Defensores consideram que Veneza precisa de instrumentos mais fortes para proteger uma cidade frágil, construída sobre a água e sujeita a custos elevados de manutenção. Críticos dizem que o pagamento não resolveu o excesso de turistas e arrisca transformar a cidade num destino cada vez mais inacessível.</p>
<p>A subida para 50 euros, se avançar, mudaria a escala da experiência lançada em 2024. De uma taxa simbólica, Veneza passaria para uma cobrança com efeito claramente dissuasor, pensada para travar os dias em que a cidade fica mais próxima do limite.</p>
<p>A pergunta que fica é se o preço será suficiente para mudar comportamentos. Veneza quer menos visitas apressadas e mais estadias prolongadas. Mas, para muitos turistas, a cidade dos canais poderá tornar-se também a cidade onde até uma visita de algumas horas começa a exigir planeamento — e orçamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779920]]></sapo:autor>
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		<title>O calor vai desaparecer, mas não vem sozinho: a mudança radical que chega a Portugal esta quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A queda das temperaturas não chegará sozinha. A mesma transição deverá abrir a porta a instabilidade atmosférica, com aguaceiros a partir do meio da manhã e maior probabilidade de fenómenos mais intensos durante a tarde]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias marcados por calor intenso, Portugal continental deverá sentir esta quarta-feira uma viragem brusca no estado do tempo. O &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta para uma mudança “radical”, provocada pela aproximação e entrada de uma depressão de origem atlântica que deverá quebrar o bloqueio que tem mantido o tempo quente no país.</p>
<p>A alteração será sentida sobretudo nas temperaturas máximas. O ar quente dos últimos dias deverá ser gradualmente substituído por ar marítimo, mais fresco e húmido, trazendo uma descida acentuada dos valores ao longo do dia, em especial a partir da tarde e nas regiões Norte e Centro.</p>
<p>Mas a queda das temperaturas não chegará sozinha. A mesma transição deverá abrir a porta a instabilidade atmosférica, com aguaceiros a partir do meio da manhã e maior probabilidade de fenómenos mais intensos durante a tarde.</p>
<p>O risco será mais significativo no interior Norte e Centro, onde o aquecimento acumulado durante o dia poderá fornecer energia para o desenvolvimento de células convectivas mais agressivas. A previsão aponta para aguaceiros localmente intensos, trovoadas frequentes e possibilidade de queda de granizo.</p>
<p>As zonas montanhosas deverão merecer atenção especial. A atividade elétrica poderá ser acompanhada por rajadas de vento fortes e precipitação intensa em curtos períodos de tempo, um cenário típico de instabilidade mais localizada, mas potencialmente forte.</p>
<p>No continente, o céu deverá apresentar-se muito nublado ao longo do dia, temporariamente encoberto na faixa costeira ocidental. As nuvens mais carregadas deverão ganhar expressão sobretudo a partir da tarde, no interior das regiões Norte e Centro.</p>
<p>O vento soprará em geral fraco a moderado, até 30 km/h, do quadrante oeste. A partir do final da manhã, poderá rodar para o quadrante sul no interior, com rajadas fortes nas terras altas, que poderão atingir 45 a 55 km/h.</p>
<p>A mudança marca também o fim do calor extremo em Portugal continental. Ao longo do dia, o ambiente deverá tornar-se mais húmido e mais fresco, num contraste vincado com o episódio quente que afetou o país nos últimos dias.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a tendência de chuva e trovoada deverá manter-se até à madrugada de quinta-feira. A chuva poderá persistir no país até sexta-feira, embora já sem trovoada prevista, e na quinta-feira poderá abranger uma área mais extensa do território.</p>
<p>O arrefecimento deverá ser generalizado a partir de quarta-feira. A previsão citada pelo Tempo.pt indica que só no sábado deverão voltar a surgir valores iguais ou superiores a 30 ºC nas capitais de distrito do interior Centro e Sul.</p>
<p>Nos Açores, o cenário será menos severo. O arquipélago deverá ter períodos de céu muito nublado, com abertas pontuais e possibilidade de aguaceiros fracos, sobretudo nas zonas montanhosas das ilhas do grupo Central. As temperaturas deverão manter-se sem alterações relevantes, com ambiente ameno e alguma sensação de humidade.</p>
<p>Na Madeira, o tempo deverá continuar mais estável. O céu terá períodos de pouca nebulosidade, em especial nas vertentes sul da ilha, onde o efeito orográfico deverá favorecer céu mais limpo. Nas encostas norte e nas zonas montanhosas poderá haver mais nebulosidade, mas sem precipitação relevante prevista.</p>
<p>A radiação ultravioleta continuará, contudo, em níveis muito elevados na Madeira, apesar da ausência de chuva significativa. O vento deverá soprar fraco a moderado do quadrante norte, e a temperatura da água do mar deverá rondar os 22 ºC.</p>
<p>A grande mudança estará, por isso, no continente. Portugal escapa à fase mais severa da onda de calor que continua a afetar outras zonas da Europa, mas troca o ar quente por uma atmosfera mais instável. O calor sai de cena, mas deixa para trás uma quarta-feira de céu carregado, trovoadas e risco de granizo.</p>
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