PSP elabora processo crime contra organizadores da manifestação anti-confinamento

Foi realizada uma manifestação anti-confinamento no último sábado que juntou 3000 pessoas em Lisboa e a Polícia de Segurança Pública está a fazer uma participação contra os organizadores.

Executive Digest

Foi realizada uma manifestação anti-confinamento no último sábado que juntou 3000 pessoas e a Polícia de Segurança Pública (PSP) está a fazer uma participação contra os organizadores, avança o Expresso.

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“A PSP está a elaborar um processo crime” contra “os promotores ” da manifestação “por não criarem condições de segurança e distanciamento físico” e por “instigação à violação das normas sanitárias e atentado à saúde pública”, adianta uma fonte policial ao semanário.

No último sábado, dia 20, cerca de 3000 pessoas manifestaram-se em Lisboa, no Parque Eduardo VII, Avenida da Liberdade e Rossio, contra a gestão da pandemia. A grande maioria dos manifestantes não usou máscara, nem guardou a distância de segurança.

Os manifestantes traziam cartazes com mensagens de protesto como ‘Covid-1984’, ‘Devolvam a liberdade’, ‘Deixem as crianças viver’, ‘O vírus são os media’, ‘Sabemos pensar e decidir’ ou ‘Costa, Marcelo e DGS: Vemo-nos em Nuremberga’.

Cabe agora ao Ministério Público decidir se avança com os processos crime contra os organizadores da manifestação.

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O protesto foi organizado, entre outros grupos, pelos “Juristas Pela Verdade”, liderada por um juiz, Rui Fonseca e Castro, que está colocado no Tribunal de Odemira. Segundo o Correio da Manhã, a sua atuação vai ser avaliada pelo Conselho Superior da Magistratura.

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