PSI em baixa com Mota-Engil a descer 1,48% e NOS a subir 1,90%

A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com seis empresas do PSI a descerem, lideradas pela Mota-Engil, que se desvalorizava 1,48% para 4,78 euros, e a NOS a subir 1,90% para 5,63 euros.

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com seis empresas do PSI a descerem, lideradas pela Mota-Engil, que se desvalorizava 1,48% para 4,78 euros, e a NOS a subir 1,90% para 5,63 euros.

Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e baixava 0,13% para 9.173,79 pontos, com seis empresas a descer e 10 a subir a cotação.

Às ações da Mota-Engil seguiam-se as da Jerónimo Martins e da Sonae, que também se desvalorizavam, respetivamente 1,16% para 20,38 euros e 1,02% para 1,94 euros.

Mais moderadamente, os CTT, BCP e Teixeira Duarte recuavam 0,92% para 6,43 euros, 0,77% para 0,88 euros e 0,47% para 0,42 euros.

Em sentido contrário, depois da NOS, a Galp, Ibersol e EDP Renováveis subiam 0,93% para 19,52 euros, 0,68% para 11,84 euros e 0,67% para 13,62 euros.

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A Semapa, Altri e Navigator valorizavam-se 0,66% para 22,85 euros, 0,61% para 4,91 euros e 0,59% para 3,39 euros.

As outras três empresas que se valorizavam eram a Corticeira Amorim (0,46% para 6,59 euros), REN (0,40% para 3,74 euros) e a EDP (0,38% para 4,49 euros).

As principais bolsas europeias abriram hoje em terreno negativo, seguindo a tendência de encerramento de quarta-feira e das bolsas asiáticas, influenciadas pela subida do petróleo Brent, cujo barril já supera 103 dólares.

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O euro mantinha-se em 1,1705 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt, o mesmo valor de quarta-feira.

O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em junho, avançava 1,39% para 103,39 dólares.

Os mercados continuam a mover-se ao ritmo ditado pelo petróleo, devido ao bloqueio do estreito de Ormuz.

Portanto, o mais relevante continuará a ser o bloqueio do estreito de Ormuz, pelo consequente impacto, que é cada vez maior, no fornecimento energético, com as consequências na inflação e no crescimento económico.

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, afirmou ao enviado especial da Coreia do Sul, Chang Byung-ha, que “a agressão dos EUA e de Israel é a raiz da insegurança no golfo Pérsico e no estreito de Ormuz”.

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Por outro lado, a Casa Branca informou na noite de quarta-feira que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não fixou qualquer prazo ao Irão para alcançar um acordo que ponha fim à guerra.

Ao contrário das bolsas europeias, que terminaram a vermelho na quarta-feira, nos EUA a sessão foi diferente, com os investidores a aceitar o “cessar-fogo indefinido” declarado por Trump.

Assim, os principais índices bolsistas dos Estados Unidos terminaram na quarta-feira em alta, que foi de 0,69% para o Dow Jones e de 1,64% para o Nasdaq, enquanto a esta hora os futuros apontam para quedas de 0,59% para o primeiro e de 0,37% para o tecnológico.

Na agenda do dia, a consultora S&P Global divulga as leituras preliminares de abril dos índices antecipados de atividade setorial, os PMI manufatureiros e os PMI de serviços na zona euro e nas suas duas principais economias, Alemanha e França, no Reino Unido e nos EUA.

Entretanto, continua a apresentação de resultados empresariais.

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