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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Presidentes de Taiwan e dos Estados Unidos dispostos a dialogar diretamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 04:13:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os presidentes de Taiwan e Estados Unidos manifestaram disponibilidade para dialogar, um gesto sem precedentes entre líderes em funções de ambos os governos e que poderá pôr em risco a relativa estabilidade das relações entre Washington e Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os presidentes de Taiwan e Estados Unidos manifestaram disponibilidade para dialogar, um gesto sem precedentes entre líderes em funções de ambos os governos e que poderá pôr em risco a relativa estabilidade das relações entre Washington e Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Além de estar comprometido em manter o &#8216;status quo&#8217; estável no estreito de Taiwan, o Presidente [William] Lai também está disposto a iniciar conversações com o Presidente [Donald] Trump&#8221;, indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan num comunicado enviado à agência de notícias EFE.</P><br />
<P>Trump afirmou na quarta-feira que falaria com o Presidente taiwanês, uma semana após a visita a Pequim, na qual disse ter &#8220;falado muito&#8221; sobre a ilha com o homólogo chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>&#8220;Falarei com ele. Falo com toda a gente&#8221;, declarou Trump a jornalistas quando questionado se seria possível dialogar com o dirigente taiwanês, algo que Pequim considera uma linha vermelha.</P><br />
<P>&#8220;Vamos trabalhar nisso, o problema de Taiwan&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Os presidentes dos Estados Unidos e de Taiwan não mantêm comunicações diretas desde que Washington rompeu os laços diplomáticos com Taipé e estabeleceu relações com Pequim em 1979. </P><br />
<P>Trump, que lidera um dos principais aliados militares de Taiwan, advertiu na semana passada os dirigentes da ilha contra qualquer proclamação de independência.</P><br />
<P>&#8220;Não quero que alguém declare a independência e depois esperem que façamos 15 mil quilómetros para ir à guerra&#8221;, disse, segundo um excerto divulgado na sexta-feira pelo canal de televisão Fox News.</P><br />
<P>Em dezembro, o Governo norte-americano aprovou a segunda venda de armas a Taiwan desde o regresso de Trump ao poder, no valor de 11,1 mil milhões de dólares (10,2 mil milhões de euros), mas o Presidente ainda não tomou a decisão sobre as entregas adicionais solicitadas por Taipé.</P><br />
<P>Trump, que visitou oficialmente Pequim na semana passada, adiantou que falou com o Presidente chinês, Xi Jinping, sobre Taiwan &#8220;durante toda a noite&#8221;, incluindo a eventual venda de armas norte-americanas a Taipé.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, Xi terá avisado Trump que a &#8220;má gestão&#8221; da questão pode levar a China e os Estados Unidos a um confronto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765451]]></sapo:autor>
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		<title>Orçamento do Estado retificativo de Timor-Leste com sete medidas prioritárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:40:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de Orçamento do Estado retificativo para 2026 do Governo de Timor-Leste tem sete medidas prioritárias, que totalizam uma despesa de 271 milhões de dólares (cerca de 233 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A proposta de Orçamento do Estado retificativo para 2026 do Governo de Timor-Leste tem sete medidas prioritárias, que totalizam uma despesa de 271 milhões de dólares (cerca de 233 milhões de euros).</P><br />
<P>Daquele total, 79 milhões de dólares (67,98 milhões de euros) correspondem a alterações e realocações já realizadas, enquanto 192 milhões de dólares (165,23 milhões de euros) representam o montante submetido a aprovação parlamentar.</P><br />
<P>Dos 192 milhões de dólares, 90,9 milhões (78,22 milhões de euros) são realocações entre entidades e 101,1 milhões de dólares (87 milhões de euros) são provenientes de fontes adicionais de financiamento.</P><br />
<P>A proposta prevê um aumento ao Orçamento Geral do Estado de 101,1 milhões de dólares, passando de 2.291 milhões de dólares (1,97 mil milhões de euros) para 2.392,1 milhões de dólares (2,06 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A primeira medida prioritária definida pelo Governo e a que terá a maior fatia da nova despesa será a compra de combustível para a Reserva Nacional, no valor de 174,3 milhões de dólares (149,9 milhões de euros), para garantir sete meses de consumo da Empresa de Eletricidade de Timor-Leste.</P><br />
<P>O Governo justifica a medida como um &#8220;imperativo estratégico&#8221; para garantir a &#8220;segurança energética e a continuidade dos serviços públicos críticos em caso de interrupções no fornecimento ou volatilidade de preços nos mercados internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Outra medida prioritária é a dotação de 42 milhões de dólares (36,14 milhões de euros) para subsídios a combustíveis.</P><br />
<P>Daqueles 42 milhões, um milhão de dólares (860 mil euros) será transferido para os municípios, para apoio ao custo do combustível dos tratores, e um milhão será atribuído ao Ministério da Saúde para custos de combustível dos serviços essenciais de saúde.</P><br />
<P>A segurança alimentar é outra medida considerada prioritária pelo Governo, que decidiu alocar cinco milhões de dólares (4,30 milhões de euros) para reforçar a reserva de arroz, base alimentar dos timorenses, do Centro Logístico Nacional.</P><br />
<P>&#8220;Esta medida reflete o compromisso do Governo em apoiar a disponibilidade de alimentos e mitigar o impacto das pressões do mercado nos agregados familiares mais vulneráveis&#8221;, salienta o executivo no documento.</P><br />
<P>Outras três medidas prioritárias do executivo timorense são o recrutamento de 400 cadetes para a Polícia Nacional de Timor-Leste, ao qual atribuiu três milhões de dólares (cerca de 2,5 milhões de euros), dois milhões de dólares (1,7 milhões de euros) para despesas da presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e um montante de 3,9 milhões de dólares (3,3 milhões de euros) para a região administrativa de Oecussi.</P><br />
<P>Por último, o Governo vai atribuir 40,9 milhões de dólares (35,20 milhões de euros) para reforçar a Reserva de Contingência, para &#8220;responder a necessidades de despesas imprevistas durante o ano orçamental, que não podem ser acomodadas nas dotações existentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O reforço deste fundo é justificado pelo elevado nível de incerteza em 2026, especialmente no que diz respeito aos preços globais dos combustíveis e alimentos, riscos de fornecimento externo e outras necessidades de despesa de emergência&#8221;, acrescenta o executivo timorense.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765450]]></sapo:autor>
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		<title>Governo timorense revê em baixa crescimento económico em 2026 para 4,3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo de Timor-Leste revê em baixa a perspetiva de crescimento económico em 2026 para 4,3% na proposta de Orçamento do Estado Retificativo, entregue no parlamento e cujas audiências públicas começaram hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Timor-Leste revê em baixa a perspetiva de crescimento económico em 2026 para 4,3% na proposta de Orçamento do Estado Retificativo, entregue no parlamento e cujas audiências públicas começaram hoje.</P><br />
<P>No Orçamento do Estado para 2025, aprovado no final de 2025, o Governo previa um crescimento do produto interno bruto (PIB) de 4,5%.</P><br />
<P>&#8220;Prevê-se que o crescimento modere ligeiramente para 4,3% em 2026, à medida que os preços globais mais elevados dos combustíveis e dos alimentos reduzam os rendimentos reais das famílias, comprimam as margens empresariais e enfraqueçam o investimento&#8221;, pode ler-se na proposta.</P><br />
<P>Dados do executivo timorense indicam também que a inflação média anual em Timor-Leste deverá subir para 2,2% em 2026, um aumento relativamente aos 1,2% registados em 2025, devido a &#8220;novas pressões inflacionistas das importações&#8221;.</P><br />
<P>A alteração proposta pelo Governo aumenta em 101,1 milhões de dólares (cerca de 87 milhões de euros) o Orçamento Geral do Estado, passando de 2,291 mil milhões de dólares (cerca de 1,9 mil milhões de euros) para 2,392 mil milhões de dólares (cerca de 2,06 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O ajustamento, segundo as autoridades, visa mitigar o impacto económico do aumento dos preços internacionais dos combustíveis, num contexto de forte dependência de importações, incluindo produtos alimentares, que afeta diretamente os custos de transporte e a inflação doméstica.</P><br />
<P>O Orçamento de Estado Retificativo pretende também fazer face a custos com a presidência timorense da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e a despesas relacionadas com a região administrativa especial de Oecussi.</P><br />
<P>O aumento da despesa será feito sem necessidade de transferências provenientes do Fundo Petrolífero.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765449]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento timorense inicia audições públicas sobre Orçamento Geral do Estado retificativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:25:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O parlamento de Timor-Leste iniciou hoje as audiências públicas sobre o Orçamento Geral do Estado retificativo para 2026, que prevê um aumento de despesas para garantir, entre outros, a segurança energética e alimentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento de Timor-Leste iniciou hoje as audiências públicas sobre o Orçamento Geral do Estado retificativo para 2026, que prevê um aumento de despesas para garantir, entre outros, a segurança energética e alimentar.</P><br />
<P>A alteração proposta pelo Governo aumenta em 101,1 milhões de dólares (cerca de 87 milhões de euros) o Orçamento Geral do Estado, passando de 2,291 mil milhões de dólares (cerca de 1,9 mil milhões de euros) para 2,392 mil milhões de dólares (cerca de 2,06 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O aumento do valor do orçamento não prevê transferências do Fundo Petrolífero, mas do reajustamento das fontes de financiamento do Estado, segundo a proposta do Governo timorense.</P><br />
<P>As audiências públicas vão decorrer até segunda-feira e visam analisar os ajustamentos propostos ao Orçamento Geral do Estado, devido ao atual contexto geopolítico internacional, marcado pela instabilidade nos mercados energéticos devido ao conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>As sessões contam com a participação de membros do Governo e dirigentes da Administração Pública para apresentação e esclarecimento das alterações propostas. </P><br />
<P>A proposta de orçamento retificativo foi submetida ao Parlamento Nacional sexta-feira pelo primeiro-ministro, Xanana Gusmão, com pedido de urgência, justificado com a necessidade de assegurar a capacidade de fornecimento contínuo de combustíveis à população, aos serviços públicos essenciais e aos setores produtivos nacionais.</P><br />
<P>A proposta de Orçamento do Estado retificativo para 2026 deverá começar a ser debatida no parlamento timorense no final deste mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765448]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tesla disponibiliza sistema de condução automática na China</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tesla-disponibiliza-sistema-de-conducao-automatica-na-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 03:17:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Tesla anunciou hoje que o sistema avançado de condução automática da empresa norte-americana já está disponível na China, um dos seus principais mercados e palco de intensa concorrência entre fabricantes locais e estrangeiros de veículos elétricos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Tesla anunciou hoje que o sistema avançado de condução automática da empresa norte-americana já está disponível na China, um dos seus principais mercados e palco de intensa concorrência entre fabricantes locais e estrangeiros de veículos elétricos.</P><br />
<P>Na conta oficial da rede X, a Tesla afirmou que o serviço está acessível numa lista de países e territórios que inclui, além da China, Estados Unidos, Canadá, México, Porto Rico, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Países Baixos e Lituânia.</P><br />
<P>O anúncio representa um novo passo nos planos da Tesla para introduzir no mercado chinês a sua tecnologia Full Self-Driving (FSD) de &#8220;condução totalmente autónoma&#8221;, embora, por enquanto, seja apresentada como uma função supervisionada que requer a atenção do condutor.</P><br />
<P>O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, manteve nos últimos anos contactos com as autoridades chinesas para avançar na autorização destas funções, um tema sensível devido às exigências locais em matéria de segurança de dados, mapas e privacidade.</P><br />
<P>Em abril de 2024, durante uma visita surpresa a Pequim, Musk reuniu-se com altos responsáveis chineses, incluindo o primeiro-ministro, Li Qiang, tendo a Tesla alcançado um acordo com a gigante digital Baidu para obter licenças de navegação e mapas, considerado então um passo crucial para o lançamento das funções avançadas de assistência à condução na China.</P><br />
<P>O anúncio surge também uma semana depois de Musk ter estado em Pequim como parte da delegação empresarial que acompanhou o Presidente norte-americano, Donald Trump, na visita de Estado à China e na reunião principal com o Presidente chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>A Tesla procura reforçar a posição na China, após as vendas de veículos fabricados no país asiático terem aumentado em abril 35,96% em termos homólogos, segundo dados da Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros.</P><br />
<P>A empresa enfrenta um mercado cada vez mais competitivo, com fabricantes locais como BYD, Xpeng, Nio e Xiaomi, depois de a BYD ter ultrapassado a Tesla como maior produtora mundial de elétricos e de o setor chinês ter sido arrastado para uma guerra de preços.</P><br />
<P>O lançamento ocorre também num momento de maior escrutínio regulatório sobre a condução autónoma na China. </P><br />
<P>No final de março, mais de uma centena de robotáxis do serviço Apollo Go, da Baidu, ficaram subitamente imobilizados nas ruas de Wuhan, cidade no centro do país, devido a um &#8220;erro de sistema&#8221;, deixando passageiros temporariamente retidos e perturbando o trânsito, embora sem acidentes ou feridos.</P><br />
<P>Segundo a Bloomberg, após esse incidente, as autoridades chinesas suspenderam a concessão de novas licenças para veículos autónomos, medida que impede as empresas do setor de acrescentar novos robotáxis às suas frotas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765447]]></sapo:autor>
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		<title>Operação internacional deteta 690 ME em fraudes, a maioria em Hong Kong</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/operacao-internacional-deteta-690-me-em-fraudes-a-maioria-em-hong-kong/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 02:31:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hong Kong concentrou grande parte das perdas detetadas por uma operação internacional, realizada em dez jurisdições e que detetou 752 milhões de dólares norte-americanos (690 milhões de euros) em fraudes, noticiou hoje um jornal da região chinesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Hong Kong concentrou grande parte das perdas detetadas por uma operação internacional, realizada em dez jurisdições e que detetou 752 milhões de dólares norte-americanos (690 milhões de euros) em fraudes, noticiou hoje um jornal da região chinesa.</P><br />
<P>Conduzida entre 10 de março e 07 de maio com a participação de 3.200 agentes, a operação investigou 138 mil casos ligados a burlas de investimento, compras online, ofertas falsas de emprego e esquemas telefónicos, tendo realizado 3.018 detenções e intercetado cerca de 161 milhões de dólares em fundos alegadamente ilícitos, de acordo com o jornal South China Morning Post.</P><br />
<P>Em Hong Kong, a polícia deteve 870 pessoas, com idades entre os 13 e 83 anos, e bloqueou 539 milhões de dólares de Hong Kong (68,8 milhões de dólares norte-americanos/63 milhões de euros), referiu o jornal em língua inglesa, que cita dados divulgados pela polícia na quarta-feira.</P><br />
<P>As perdas atribuídas a fraudes cometidas na cidade ascenderam a 319 milhões de dólares norte-americanos (293 milhões de euros), equivalentes a 42% do total identificado na operação.</P><br />
<P>Embora o número de processos tenha sido inferior ao registado na Indonésia ou na Tailândia, a antiga colónia britânica apresentou a perda média por caso mais elevada, com 429.919 dólares norte-americanos (395 mil euros), e conseguiu recuperar cerca de 21% do dinheiro desviado, de acordo com os dados das autoridades policiais.</P><br />
<P>A investigação internacional enquadrou-se na plataforma Frontier+, integrada por Austrália, Brunei, Canadá, Indonésia, Macau, Malásia, Maldivas, Singapura, Coreia do Sul, Tailândia e Hong Kong.</P><br />
<P>No total, os agentes congelaram 101.989 contas bancárias, incluindo mais de 43 mil na Indonésia e cerca de 28 mil na Coreia do Sul. Em Hong Kong, foram analisados 742 processos e bloqueadas 202 contas. </P><br />
<P>O caso de maior dimensão envolveu uma empresa de Singapura que perdeu 36 milhões de dólares (33 milhões de euros) após a invasão de uma conta numa aplicação de mensagens.</P><br />
<P>O dinheiro foi transferido para várias contas em Singapura e Hong Kong, e quase metade convertido em &#8216;stablecoins&#8217;, um tipo de criptomoeda, antes de ser distribuído por múltiplas carteiras virtuais. A ação conjunta permitiu intercetar 20 milhões de dólares (18,4 milhões de euros) nesse caso.</P><br />
<P>As autoridades alertaram ainda para o uso crescente de plataformas de ativos virtuais no branqueamento de capitais e defenderam o reforço da troca de informações entre países, ainda segundo o jornal South China Morning Post.</P><br />
<P>Em paralelo, Hong Kong registou no primeiro trimestre de 2026 um total de 9.427 burlas, menos 0,6% do que no mesmo período do ano passado, mas com perdas 18,6% superiores, atingindo 236,2 milhões de dólares (217 milhões de euros). Houve um aumento de 17% nas fraudes de investimento dirigidas a pessoas idosas.</P><br />
<P>As jurisdições envolvidas na operação conjunta, juntamente com a Austrália, faziam parte da plataforma transfronteiriça de combate a fraudes chamada Frontier+, formada em outubro de 2024.</P><br />
<P>As autoridades sublinharam que a cooperação regional permitiu seguir o rasto do dinheiro com maior rapidez e apontaram que a Frontier+ vai procurar incorporar novos parceiros para aumentar a eficácia das futuras investigações. </P><br />
<P>O objetivo é fechar rotas de fuga transfronteiriça, acelerar a congelamento de ativos e responder à deslocação de fundos criminosos para bancos digitais e mercados de criptomoedas, cada vez mais usados pelas redes de fraude.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765446]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cuba condena acusação de Estados Unidos contra Raúl Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 01:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo de Cuba condenou a acusação dos Estados Unidos contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relativamente ao ataque a duas avionetas pelas forças da ilha que causou quatro mortos há trinta anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Cuba condenou a acusação dos Estados Unidos contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relativamente ao ataque a duas avionetas pelas forças da ilha que causou quatro mortos há trinta anos.</P><br />
<P>&#8220;O Governo dos Estados Unidos carece de legitimidade e jurisdição para levar a cabo esta ação. Trata-se de um ato desprezível e infame de provocação política, que assenta na manipulação desonesta do incidente que levou ao derrube sobre o espaço aéreo cubano, em fevereiro de 1996&#8221;, apontou o Governo de Cuba numa declaração divulgada na quarta-feira.</P><br />
<P>Havana assinalou ainda que Washington &#8220;omite, entre outros detalhes, as múltiplas denúncias formais apresentadas por Cuba naquele período junto do Departamento de Estado, da Administração Federal de Aviação dos EUA e da Organização da Aviação Civil Internacional, sobre as mais de 25 violações graves e deliberadas do espaço aéreo&#8221; da ilha por parte da organização anti-castrista Hermanos al Rescate, sediada em Miami.</P><br />
<P>A resposta cubana &#8220;constituiu um ato de legítima defesa, amparado pela Carta das Nações Unidas, pela Convenção de Chicago sobre Aviação Civil Internacional de 1944 e pelos princípios de soberania aérea e proporcionalidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos, que foram vítimas do uso da aviação civil para fins terroristas, não permitem nem permitiriam a violação hostil e provocadora de aeronaves estrangeiras sobre o seu território e atuariam, como já demonstraram, com recurso à força&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Governo cubano considerou ainda de &#8220;grande cinismo&#8221; que &#8220;formule esta acusação o mesmo Governo que assassinou cerca de 200 pessoas e destruiu 57 embarcações em águas internacionais das Caraíbas e do Pacífico, longe do território dos Estados Unidos, com o uso desproporcionado da força militar, por supostos vínculos com operações de narcotráfico nunca demonstrados&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades da ilha classificaram igualmente como ilegítima a acusação contra &#8220;o líder da Revolução Cubana&#8221; &#8212; Raúl Castro &#8211;, atribuindo-a a &#8220;tentativas desesperadas de elementos anti-cubanos de construir uma narrativa fraudulenta&#8221; contra a ilha mediante o reforço de &#8220;medidas coercivas unilaterais&#8221;, bem como o bloqueio energético aplicado desde janeiro e as ameaças de agressão armada.</P><br />
<P>A acusação contra Castro, de 94 anos e irmão mais novo de Fidel Castro (1926-2016), surgiu numa altura de crescente pressão da Administração do Presidente dos EUA, Donald Trump, contra o Governo cubano, que inclui um bloqueio petrolífero imposto há cinco meses e uma ampliação das sanções económicas contra a ilha.</P><br />
<P>Trump impôs um bloqueio petrolífero à ilha, reforçou as ameaças de &#8220;tomar o controlo&#8221; do país e ampliou as sanções contra a liderança cubana e o conglomerado empresarial militar Gaesa, responsável por cerca de 40% do produto interno bruto (PIB) da ilha, segundo as estimativas mais conservadoras.</P><br />
<P>Estas ações, somadas à captura em janeiro em Caracas do líder venezuelano Nicolás Maduro, aliado fundamental de Cuba, aprofundaram a crise económica e humanitária que a ilha enfrenta, desabastecida de crude e com problemas energéticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765445]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 0,95%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 00:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,95% para 60.373,26 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,95% para 60.373,26 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,73% para 3.819,25 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765444]]></sapo:autor>
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		<title>Praias, centros comerciais e zonas turísticas: os conselhos da GNR para evitar furtos no carro este verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 20:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[GNR sublinha que este tipo de furto ocorre sobretudo em zonas de maior densidade populacional e junto à orla costeira, aproveitando períodos de lazer, deslocações de férias e maior presença de turistas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aproximação da época estival está a levar a Guarda Nacional Republicana a reforçar os alertas sobre furtos no interior de veículos, um crime que tende a aumentar nos períodos de férias, lazer e maior afluência turística. Apesar de em 2025 se ter registado uma descida de 7,6% no número de ocorrências face ao ano anterior, a GNR aumentou a resposta operacional e registou uma subida de 160% nas detenções por este tipo de ilícito.</p>
<p>De acordo com os dados divulgados pela Guarda, foram registados 5.667 crimes em 2025, menos 470 do que em 2024. Os distritos com maior volume de ocorrências foram Porto, com 1.440 crimes, Setúbal, com 722, Lisboa, com 691, e Faro, com 629. Setúbal foi também o distrito com maior subida homóloga.</p>
<p>A GNR sublinha que este tipo de furto ocorre sobretudo em zonas de maior densidade populacional e junto à orla costeira, aproveitando períodos de lazer, deslocações de férias e maior presença de turistas. Entre os locais mais visados estão parques de estacionamento de praias, centros comerciais, palácios e museus.</p>
<p>A evolução mensal das ocorrências mostra uma ligação clara aos períodos de maior mobilidade. Em 2024, o crime acompanhou momentos como o Carnaval e o período entre a segunda quinzena de junho e setembro, tendo ainda registado um pico em outubro, mês que foi particularmente quente a nível global e europeu, segundo o IPMA.</p>
<p>Em 2025, para além do período de verão, destacaram-se também janeiro, maio e dezembro. A GNR associa janeiro e dezembro às festividades de Natal e Ano Novo, enquanto maio, considerado um mês especialmente quente a nível global e em Portugal continental, poderá ter antecipado a época balnear e aumentado os momentos de lazer ao ar livre.</p>
<p>A Guarda lembra que muitos destes furtos são crimes de oportunidade, facilitados pela presença de objetos visíveis no interior dos veículos. Malas, computadores, telemóveis, tablets, carteiras, mochilas ou outros bens deixados à vista podem ser suficientes para atrair a atenção dos assaltantes.</p>
<p>Entre os principais conselhos, a GNR recomenda que os condutores tranquem sempre o veículo, confirmem se janelas, vidros e tetos de abrir estão fechados, mesmo em ausências curtas, e evitem deixar objetos visíveis do exterior. Caso seja necessário guardar bens na bagageira, a indicação é fazê-lo antes de chegar ao local de estacionamento, para não revelar onde estão guardados.</p>
<p>A GNR aconselha ainda a estacionar em locais iluminados, movimentados ou com vigilância, ativar o alarme do veículo e, sempre que possível, usar aplicações de localização em equipamentos eletrónicos.</p>
<p>Caso o condutor encontre sinais de arrombamento, a recomendação é não mexer no local para evitar a contaminação de vestígios úteis à investigação. A ocorrência deve ser comunicada às autoridades com o máximo de informação possível, incluindo local, descrição dos bens furtados, suspeitos ou veículos estranhos avistados. Fotografias e descrições detalhadas dos objetos roubados podem ser determinantes para uma eventual recuperação.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pt" dir="ltr">⚠️ TENHA CUIDADO! 🚨 <a href="https://twitter.com/hashtag/guardanacionalrepublicana?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#guardanacionalrepublicana</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/humanaproximaedeconfianca?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#humanaproximaedeconfianca</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/furto?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#furto</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/interiordeveiculos?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#interiordeveiculos</a> <a href="https://t.co/yZjf6YIzsL">pic.twitter.com/yZjf6YIzsL</a></p>
<p>&mdash; GNR &#8211; Guarda Nacional Republicana (@GNRepublicana) <a href="https://twitter.com/GNRepublicana/status/2057004716609982508?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765257]]></sapo:autor>
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		<title>O Ferrari que mais ninguém pode comprar: HC25 é um roadster único feito à medida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 20:15:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari HC25]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo, apresentado no Circuit of the Americas, nos Estados Unidos, foi desenvolvido pela divisão Special Projects da marca italiana e parte da base do F8 Spider]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ferrari revelou um dos seus projetos mais exclusivos: o HC25, um roadster criado à medida para um único cliente e do qual só existirá uma unidade em todo o mundo. O modelo, apresentado no Circuit of the Americas, nos Estados Unidos, foi desenvolvido pela divisão Special Projects da marca italiana e parte da base do F8 Spider, mas com uma interpretação profundamente diferente em design e identidade, avança a &#8216;Supercar Blondie&#8217;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="ja" dir="ltr">新型フェラーリのワンオフモデル Ferrari HC25、デビュー。<a href="https://twitter.com/hashtag/FerrariHC25?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#FerrariHC25</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/FerrariOneOff?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#FerrariOneOff</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ferrari?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Ferrari</a> <a href="https://t.co/dyJTdmxI2v">pic.twitter.com/dyJTdmxI2v</a></p>
<p>&mdash; Ferrari Japan (@FerrariJPN) <a href="https://twitter.com/FerrariJPN/status/2055292306555908159?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 15, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O resultado é um automóvel pensado como ponte entre o passado e o presente da Ferrari. De um lado, está a plataforma V8 do F8 Spider; do outro, uma linguagem visual mais próxima dos modelos recentes e futuristas da marca, como o 12Cilindri e o F80. A própria Ferrari descreve o HC25 como um “roadster redefinido”, expressão que ajuda a perceber a ambição do projeto.</p>
<p>O processo de criação demorou dois anos e foi feito de acordo com os desejos do proprietário, cuja identidade não foi revelada. Ao contrário de um modelo de produção em série, o HC25 foi concebido como peça única, com componentes desenvolvidos especificamente para este exemplar.</p>
<p>Visualmente, o modelo destaca-se pela pintura Moonlight Gray, de acabamento mate, e por faróis criados exclusivamente para o HC25. O desenho mantém elementos reconhecíveis da Ferrari, mas afasta-se o suficiente da base original para parecer quase um protótipo de futuro tornado realidade.</p>
<p>Debaixo da carroçaria está o motor V8 biturbo de 3,9 litros herdado do F8 Spider, com 710 cv de potência. O HC25 acelera dos 0 aos 100 km/h em cerca de 2,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 211 milhas por hora, o equivalente a cerca de 340 km/h. Os modos de condução mantêm a configuração do F8 Spider, incluindo Sport e Race.</p>
<p>A Ferrari não divulgou o preço do HC25, algo habitual neste tipo de projetos feitos por encomenda. Ainda assim, tratando-se de um exemplar único, criado pela divisão mais exclusiva da marca e com desenvolvimento personalizado ao longo de dois anos, o valor deverá ficar muito acima do de um Ferrari de produção convencional.</p>
<p>O HC25 junta-se a uma longa lista de modelos one-off da Ferrari, automóveis criados para clientes específicos e que funcionam tanto como demonstração técnica como expressão máxima de personalização. Neste caso, a marca procurou criar um carro que fosse imediatamente reconhecível como Ferrari, mas impossível de confundir com qualquer outro.</p>
<p>Mais do que um novo superdesportivo, o HC25 é uma declaração de exclusividade. Um Ferrari que não se compra num concessionário, não se encomenda em catálogo e não terá réplica: existe apenas porque um cliente pôde imaginar algo diferente e a marca aceitou transformá-lo em realidade.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765250]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gaivota &#8216;atinge&#8217; casaco de Carlos III durante visita à Irlanda do Norte: “Ainda bem que não foi na cabeça” (com vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 18:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[gaivota]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rei Carlos III]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Rei britânico levou o incidente com humor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos III viveu um momento inesperado durante uma visita a Newcastle, cidade costeira da Irlanda do Norte, ao ser atingido por dejetos de uma gaivota enquanto se preparava para cumprimentar populares reunidos na rua principal.</p>
<p>O episódio, relatado pelo &#8216;The Independent&#8217;, deixou uma marca na parte inferior do casaco do monarca e atingiu também outras pessoas que se encontravam nas imediações, incluindo elementos da comunicação social.</p>
<p>O Rei levou o incidente com humor. Irene Marting, de 64 anos, que se encontrava entre a multidão com a irmã, Paula Leitch, contou que brincou com Carlos III sobre o momento. “Estávamos a falar com o Rei sobre a gaivota e ele disse: ‘Ainda bem que não foi na minha cabeça’”, relatou.</p>
<p>Segundo a mesma testemunha, alguém tentou convencer o monarca a vestir um casaco, mas Carlos III recusou. “Ser atingido por uma gaivota supostamente dá sorte”, acrescentou Irene Marting, que se mostrou satisfeita com a visita real à localidade.</p>
<p>O incidente aconteceu durante o segundo dia da visita de Carlos III ao Ulster, num programa dedicado ao contacto com instituições locais e organizações de apoio à comunidade.</p>
<p>Antes do episódio com a gaivota, o Rei tinha visitado o Pantry Foodbank, um banco alimentar instalado numa igreja em Newcastle. Durante a visita, ajudou voluntários a preparar caixas de alimentos e produtos essenciais destinadas a pessoas em situação de necessidade.</p>
<p>Carlos III encheu duas caixas com pão, legumes, enlatados e produtos de higiene, enquanto elogiava o trabalho dos voluntários, que descreveu como “extraordinário”. Ao observar caixas destinadas a uma família, fez ainda rir os presentes quando tocou num rolo de papel higiénico e comentou: “Muito importante”.</p>
<p>Entretanto, a Rainha Camilla cumpriu uma visita separada em Royal Hillsborough, onde também protagonizou um momento descontraído. Num pub e restaurante local, foi convidada a tirar uma Guinness e brincou dizendo que não era “propriamente especialista”, acrescentando que “o meu marido é”. A tentativa valeu-lhe uma salva de palmas dos presentes.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">There was an unfortunate incident with a seagull in Newcastle, Co Down, this morning but King Charles shrugged it off, joking with the crowds ‘at least it didn’t land on my head!’ <br />Huge numbers turned out to see HM as he visited a community cinema and food bank. <a href="https://t.co/PlrgqsHRnR">pic.twitter.com/PlrgqsHRnR</a></p>
<p>&mdash; Rebecca English (@RE_DailyMail) <a href="https://twitter.com/RE_DailyMail/status/2057074815140323493?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765429]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão acusa EUA de quererem reabrir a guerra e avisa: “Nunca cederemos à intimidação”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, acusou os Estados Unidos de procurarem reabrir a guerra e de esperarem uma rendição de Teerão, numa altura em que as duas partes trocam propostas para tentar pôr fim ao conflito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, acusou os Estados Unidos de procurarem reabrir a guerra e de esperarem uma rendição de Teerão, numa altura em que as duas partes trocam propostas para tentar pôr fim ao conflito iniciado a 28 de fevereiro. As declarações, divulgadas pela &#8216;TRT World&#8217;, surgem com o cessar-fogo em vigor desde 8 de abril sob pressão crescente.</p>
<p>Numa mensagem áudio publicada no seu site oficial, Ghalibaf afirmou que os movimentos americanos, “abertos e clandestinos”, mostram que Washington não abandonou os seus objetivos militares, apesar da pressão económica e política. “O inimigo procura começar uma nova guerra”, disse o responsável iraniano, acrescentando que os EUA continuam a tentar forçar Teerão a aceitar “exigências excessivas”.</p>
<p>O negociador iraniano apontou em particular para a pressão económica e para o bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos a portos e navios iranianos desde 13 de abril. A tensão no Golfo agravou-se desde então, com o Estreito de Ormuz transformado num dos principais pontos de pressão da crise energética e militar. </p>
<p>As declarações de Ghalibaf surgem no mesmo dia em que os Guardas Revolucionários iranianos ameaçaram alargar a guerra para fora da região caso os Estados Unidos e Israel retomem os ataques. A força iraniana avisou que, se a “agressão” contra o Irão se repetir, a guerra “estender-se-á desta vez muito para além da região”.</p>
<p>A ameaça respondeu às declarações de Donald Trump, que voltou a admitir novos ataques caso Teerão não aceite um acordo de paz. O Presidente americano afirmou esta quarta-feira que não tem “pressa” em fechar um entendimento, mas também deixou claro que os EUA mantêm a opção militar em aberto.</p>
<p>Ghalibaf defendeu que o Irão deve reforçar a preparação militar para responder a qualquer novo ataque. “Devemos fortalecer os nossos preparativos para uma resposta eficaz e contundente a qualquer potencial ataque”, afirmou, insistindo que o país “nunca cederá à intimidação, em circunstância alguma”.</p>
<p>O responsável iraniano reconheceu, ainda assim, a pressão económica que pesa sobre a população, apelando à unidade nacional. “Hoje é mais claro do que nunca que estamos envolvidos numa guerra de vontades. Quem vencer esta guerra escreverá a história do Irão e determinará o seu futuro”, declarou.</p>
<p>O impasse mantém-se apesar da troca de propostas entre Teerão e Washington. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que as negociações continuam bloqueadas e que o Irão tem insistido em condições já rejeitadas por Trump, incluindo o levantamento de sanções, a libertação de ativos congelados, compensações pelos danos da guerra, retirada de tropas americanas da região e controlo do Estreito de Ormuz.</p>
<p>A crise tem impacto direto nos mercados energéticos. O controlo parcial de Ormuz, o bloqueio americano a navios iranianos e a incerteza sobre uma eventual retoma dos combates continuam a pressionar rotas marítimas e preços do petróleo. Para Teerão, a resistência é apresentada como defesa da soberania. Para Washington, a pressão militar e económica continua a ser usada como instrumento para tentar forçar um acordo.</p>
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		<title>Putin sai abruptamente da China sem o grande acordo energético que Moscovo procurava</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:40:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Visita terminou também com um sinal pouco habitual: Putin cancelou a conferência de imprensa que costuma realizar no final das deslocações ao estrangeiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vladimir Putin deixou a China esta quarta-feira sem anunciar o acordo energético que Moscovo esperava fechar com Pequim. O presidente russo e Xi Jinping assinaram uma declaração conjunta, condenaram os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão e presidiram à assinatura de vários acordos de cooperação, mas não houve entendimento final sobre o aumento das exportações russas de petróleo e gás para a China nem sobre o gasoduto Força da Sibéria 2.</p>
<p>A visita terminou também com um sinal pouco habitual: Putin cancelou a conferência de imprensa que costuma realizar no final das deslocações ao estrangeiro. Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, a decisão foi associada à falta de resultados tangíveis durante a passagem pelo gigante asiático.</p>
<p>O ponto central para Moscovo era o futuro do Força da Sibéria 2, um gasoduto de cerca de 2.900 quilómetros que atravessaria a Mongólia e permitiria à Rússia enviar mais gás para a China. O Kremlin afirma que existe um “entendimento” sobre os principais parâmetros do projeto, mas admite que continuam por fechar detalhes essenciais, incluindo calendário, preço e prazos de construção. </p>
<p>Para a Rússia, o projeto ganhou importância estratégica depois da guerra na Ucrânia e da forte redução das importações europeias de energia russa. China e Índia tornaram-se destinos cada vez mais relevantes para Moscovo, que procura compensar a perda do mercado europeu e apresentar-se como fornecedor fiável de petróleo, gás e carvão.</p>
<p>Putin insistiu em Pequim que a Rússia está pronta para garantir um “fornecimento seguro e ininterrupto” de hidrocarbonetos e carvão, numa altura em que a crise no Estreito de Ormuz também afeta as importações chinesas de energia. A presença em Pequim dos responsáveis da Rosneft e da Gazprom reforçou a expectativa de anúncios no setor energético, mas as grandes decisões ficaram por concretizar.</p>
<p>A dimensão política da visita foi, ainda assim, cuidadosamente encenada. Xi Jinping recebeu Putin com honras no Grande Salão do Povo, poucos dias depois de ter recebido Donald Trump no mesmo local. A sucessão de encontros foi apresentada pela imprensa estatal chinesa como sinal de que Pequim está a consolidar-se como centro da diplomacia global.</p>
<p>Xi afirmou que as relações entre China e Rússia estão “no nível mais alto da sua história” e apontou a energia e a conectividade como pilares da cooperação bilateral. Os dois líderes decidiram também prolongar o Tratado de Boa Vizinhança, Amizade e Cooperação, assinado há 25 anos.</p>
<p>Na declaração conjunta, Rússia e China defenderam uma ordem internacional multipolar e criticaram a hegemonia unilateral. Os dois países condenaram ainda os ataques dos EUA e de Israel contra o Irão, considerando que violam o direito internacional e agravam a instabilidade no Médio Oriente. Xi defendeu uma cessação completa das hostilidades, num contexto em que Pequim depende fortemente das rotas energéticas afetadas pela crise no Golfo.</p>
<p>A guerra na Ucrânia também esteve presente. A Rússia reiterou o apoio ao princípio de Uma Só China e à reunificação com Taiwan, enquanto Pequim voltou a defender a eliminação das “causas profundas” do conflito ucraniano, formulação usada por Moscovo para justificar a oposição à expansão da NATO. Putin agradeceu a Xi a “postura objetiva e imparcial” da China e o seu papel na procura de uma solução política e diplomática.</p>
<p>A mensagem pública foi de alinhamento estratégico, mas a ausência de um grande acordo energético mostra os limites da relação. Moscovo precisa cada vez mais da China como cliente e parceiro económico, enquanto Pequim mantém margem para negociar sem pressa, sobretudo num projeto tão caro e sensível como o Força da Sibéria 2.</p>
<p>A visita terminou com a habitual imagem de proximidade entre os dois líderes, incluindo chá e elogios mútuos. Xi descreveu os resultados como “muito frutíferos”; Putin disse que as delegações tinham revisto o trabalho feito nos últimos anos e definido perspetivas futuras. Mas o dado político mais relevante ficou no que não aconteceu: a Rússia exibiu sintonia com a China, mas não conseguiu arrancar o acordo energético que mais precisava.</p>
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		<title>Mercedes-AMG quer levar o som V8 para a era elétrica: novo GT Coupé 4 portas chega com até 1170 CV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:18:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O novo modelo chegará ao arranque das encomendas em duas versões: Mercedes-AMG GT 63 Coupé 4 portas e Mercedes-AMG GT 55 Coupé 4 portas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mercedes-AMG abriu uma nova fase na sua história com o novo Mercedes-AMG GT Coupé 4 portas, o primeiro modelo totalmente elétrico da marca baseado na nova arquitetura de elevado desempenho AMG.EA. O desportivo de quatro portas combina até 1170 CV, três motores elétricos de fluxo axial, bateria de 800 V inspirada na Fórmula 1 e uma promessa clara: levar o ADN AMG para a era elétrica sem abdicar da emoção de condução.</p>
<p>O novo modelo chegará ao arranque das encomendas em duas versões: Mercedes-AMG GT 63 Coupé 4 portas e Mercedes-AMG GT 55 Coupé 4 portas. O GT 63 Coupé 4 portas 4MATIC+ anuncia uma potência máxima de até 1170 CV, enquanto o GT 55 Coupé 4 portas 4MATIC+ disponibiliza 816 CV. Ambos recorrem a três motores elétricos de fluxo axial, dois no eixo traseiro e um no eixo dianteiro.</p>

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<p>A tecnologia de fluxo axial é usada pela primeira vez num veículo elétrico de produção em série da Mercedes-AMG. Desenvolvidos pela YASA, empresa britânica adquirida pela Mercedes-Benz em 2021, estes motores são mais compactos do que os motores elétricos convencionais e prometem maior potência contínua, binário superior e melhor capacidade para repetir prestações exigentes em sequência.</p>
<p>Os números colocam o novo AMG GT Coupé 4 portas num território de superdesportivo. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é cumprida em 2,1 segundos, enquanto os 0 aos 200 km/h demoram apenas 6,4 segundos. A velocidade máxima chega aos 300 km/h, quando equipado com o Pack Driver.</p>
<p>A bateria também foi pensada para mais do que autonomia. Inspirada no Mercedes-AMG ONE, na Fórmula 1 e no conhecimento da Mercedes-AMG High Performance Powertrains, em Brixworth, a nova bateria de elevado desempenho usa células cilíndricas com arrefecimento direto e arquitetura de 800 V. O objetivo é garantir potência elevada de forma repetida, mesmo sob utilização intensa.</p>
<p>No carregamento, a marca promete valores que aproximam a experiência elétrica de uma paragem curta em viagem. Em infraestruturas adequadas, o novo AMG GT Coupé 4 portas pode carregar a mais de 600 kW e recuperar mais de 460 quilómetros de autonomia WLTP em apenas 10 minutos. O carregamento dos 10% aos 80% demora 11 minutos, segundo dados ainda provisórios.</p>
<p>“Conduzi o novo AMG GT Coupé 4 portas várias vezes e destaca-se verdadeiramente. Leva a desportividade a novos limites e proporciona a emoção que os nossos admiradores esperam, agora na era elétrica”, afirma Ola Källenius, presidente do Conselho de Administração da Mercedes-Benz Group AG.</p>
<p>A Mercedes-AMG não quer, porém, que a eletrificação apague o caráter emocional associado aos seus modelos de combustão. Por isso, criou o modo AMG FORCE S+, concebido para recriar uma experiência V8 através de som, resposta háptica, mudanças simuladas e um painel de instrumentos adaptado. O sistema usa mais de 1600 ficheiros de som para gerar uma experiência acústica dinâmica, ajustada em tempo real ao estilo de condução.</p>
<p>O novo modelo integra ainda o AMG RACE ENGINEER, sistema que permite ao condutor ajustar resposta, tração e comportamento em curva através de três comandos rotativos na consola central. A proposta é aproximar a gestão do automóvel de uma lógica mais própria de pista, sem deixar de preservar a utilização em estrada.</p>
<p>A suspensão pneumática AMG ACTIVE RIDE CONTROL com controlo semiativo de estabilidade da carroçaria é de série. O sistema substitui as barras estabilizadoras convencionais por elementos hidráulicos semiativos e interligados, permitindo reduzir a inclinação da carroçaria, melhorar a precisão em curva e manter conforto em viagens longas.</p>
<p>A aerodinâmica ativa é outro dos pontos centrais. O sistema AEROKINETICS inclui elementos Venturi ativos na parte inferior da carroçaria, spoiler traseiro extensível, difusor traseiro ativo e gestão ativa de ar na dianteira. O objetivo é adaptar o fluxo aerodinâmico à situação de condução, aumentando a força descendente em ritmo elevado ou reduzindo o arrasto quando a prioridade é eficiência.</p>
<p>No exterior, o novo Mercedes-AMG GT Coupé 4 portas mantém a silhueta fastback, com capot longo e baixo, para-brisas inclinado, guarda-lamas marcados e proporções mais radicais. A grelha AMG com alhetas verticais poderá ter iluminação opcional, enquanto os faróis com luzes diurnas em forma de estrela e as seis luzes traseiras circulares reforçam a identidade visual do modelo.</p>
<p>O interior procura combinar o ambiente de um desportivo com a utilização de um grand tourer. A posição de condução é baixa, os bancos dianteiros oferecem forte apoio lateral e o posto de condução integra um painel digital de 10,2 polegadas e um ecrã multimédia de 14 polegadas. Está também disponível um ecrã de 14 polegadas para o passageiro dianteiro.</p>
<p>O sistema MBUX assenta no novo sistema operativo MB.OS e integra inteligência artificial do ChatGPT, Microsoft Bing e Google Gemini. O assistente virtual passa a conseguir manter conversas mais complexas e naturais, funcionando através de um avatar animado na interface principal.</p>
<p>Atrás, o modelo mantém a promessa de um coupé de quatro portas utilizável em viagens longas, com dois bancos individuais de série e opção de banco corrido de três lugares. O teto panorâmico SKY CONTROL pode alternar entre transparente e opaco e, à noite, transformar-se numa superfície luminosa com assinatura AMG.</p>
<p>A produção em série terá início no verão de 2026 na fábrica de Sindelfingen, uma das unidades mais históricas da Mercedes-Benz, em funcionamento desde 1915. Os motores de fluxo axial serão produzidos em Berlim-Marienfelde, onde a marca desenvolveu cerca de 100 processos de fabrico para esta tecnologia, incluindo mais de 30 pedidos de patente.</p>
<p>Com este modelo, a Mercedes-AMG procura responder a uma das perguntas centrais da eletrificação desportiva: como manter emoção, resistência, som, controlo e identidade num automóvel sem motor de combustão. A resposta da marca passa por potência extrema, carregamento ultrarrápido, engenharia inspirada na competição e uma experiência V8 recriada digitalmente.</p>
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		<title>Mais de 5.000 investidores subscrevem obrigações da Mota-Engil no valor de 110 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:17:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Mota-Engil concretizou uma emissão de obrigações a cinco anos no valor global de 110 milhões de euros, mais do dobro do montante inicial da oferta, que era de 50 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="91" data-end="272">A Mota-Engil concretizou uma emissão de obrigações a cinco anos no valor global de 110 milhões de euros, mais do dobro do montante inicial da oferta, que era de 50 milhões de euros.</p>
<p data-start="274" data-end="506">A empresa informou que decorreu esta quarta-feira, na sede da Euronext, em Lisboa, o apuramento dos resultados da Oferta Pública de Obrigações Ligadas a Sustentabilidade Mota-Engil 2026-2031, designadas “Obrigações Mota-Engil 2031”.</p>
<p data-start="508" data-end="693">A operação foi realizada através de uma Oferta Pública de Subscrição e de uma oferta pública de troca voluntária denominada “Obrigações ligadas a Sustentabilidade Mota-Engil 2021/2026”.</p>
<p data-start="739" data-end="905">Após a cerimónia tradicional de Closing Bell, foram apresentados os resultados da operação, que, segundo a Mota-Engil, demonstram o sucesso da emissão obrigacionista.</p>
<p data-start="907" data-end="1074">A emissão alcançou uma forte procura e permitiu uma realização global de 110 milhões de euros, considerando a Oferta Pública de Subscrição e a Oferta Pública de Troca.</p>
<p data-start="1076" data-end="1177">Do total colocado, 100,5 milhões de euros corresponderam à subscrição e 9,5 milhões de euros à troca.</p>
<p data-start="1179" data-end="1287">A operação tinha um valor inicial de 50 milhões de euros, montante que acabou por ser mais do que duplicado.</p>
<p data-start="1341" data-end="1501">A emissão de obrigações da Mota-Engil, com prazo de cinco anos, cumpriu os objetivos definidos pela empresa, permitindo ao grupo alargar a maturidade da dívida.</p>
<p data-start="1503" data-end="1649">A procura ficou evidente logo durante o período de subscrição, uma vez que o valor inicial da emissão foi integralmente subscrito ao terceiro dia.</p>
<p data-start="1651" data-end="1705">No total, 5.028 investidores participaram na operação.</p>
<p data-start="1751" data-end="1936">A Mota-Engil considera que o resultado da emissão reflete a confiança no percurso da empresa, cotada em bolsa desde 1987, bem como o reconhecimento da sua estratégia de desenvolvimento.</p>
<p data-start="1938" data-end="2072">O grupo recorda que apresentou os melhores resultados de sempre em 2025 e divulgou recentemente o novo Plano Estratégico “FOCUS 2030”.</p>
<p data-start="2074" data-end="2185">Este plano define objetivos de crescimento, diversificação e disciplina financeira para os próximos cinco anos.</p>
<p data-start="2226" data-end="2337">Com esta operação de dívida, a Mota-Engil dá continuidade às emissões de obrigações ligadas à sustentabilidade.</p>
<p data-start="2339" data-end="2458">A empresa tinha sido pioneira em 2021, com a primeira emissão deste género dedicada ao segmento de retalho em Portugal.</p>
<p data-start="2460" data-end="2583">A nova emissão reforça, assim, a ligação entre a estratégia financeira do grupo e os seus compromissos de sustentabilidade.</p>
<p data-start="2634" data-end="2752">A operação contou com o CaixaBI, Millennium Investment Banking, Banco Finantia e novobanco como coordenadores globais.</p>
<p data-start="2754" data-end="2962">O sindicato de colocadores incluiu ABANCA Portugal, ActivoBank, Banco Best, Banco Carregosa, Banco Finantia, Banco Invest, Banco Montepio, Bankinter, BiG, BPI, CaixaBI, CCCAM, CGD, Millennium bcp e novobanco.</p>
<p data-start="2964" data-end="3141">A Vieira de Almeida &amp; Associados prestou assessoria jurídica ao emitente e oferente, enquanto a Campos Ferreira, Sá Carneiro &amp; Associados foi assessora jurídica dos colocadores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765403]]></sapo:autor>
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		<title>Navios retidos, taxas suspeitas e petróleo sob pressão: como o Irão está a controlar o Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova realidade está a transformar uma das rotas energéticas mais importantes do mundo num ponto de pressão económica, militar e diplomática]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão está a consolidar o controlo de facto sobre o Estreito de Ormuz através de um sistema de autorizações, verificações, postos de controlo marítimos, acordos entre Governos e, em alguns casos, alegadas taxas para garantir passagem segura, revela uma investigação da &#8216;Reuters&#8217;. A nova realidade está a transformar uma das rotas energéticas mais importantes do mundo num ponto de pressão económica, militar e diplomática.</p>
<p>Segundo a agência, Teerão criou um mecanismo de vários níveis para autorizar a passagem de navios pelo estreito, por onde antes da guerra passava cerca de um quinto do petróleo mundial. O sistema favorece embarcações ligadas a países aliados ou próximos, como Rússia e China, seguidas por países com relações estreitas com Teerão, como Índia e Paquistão, e por acordos diretos entre Governos.</p>
<p>Um dos casos analisados pela &#8216;Reuters&#8217; é o do petroleiro &#8216;Agios Fanourios I&#8217;, com 330 metros de comprimento, carregado com crude iraquiano e com destino ao Vietname. O navio esteve retido ao largo do Dubai desde o final de abril e só iniciou a travessia de Ormuz a 10 de maio, depois de um acordo direto com o Irão supervisionado pelo primeiro-ministro iraquiano.</p>
<p>A passagem, que normalmente demoraria cerca de cinco horas, transformou-se numa operação de dois dias. O navio seguiu uma rota definida pelas autoridades iranianas, junto à costa, atravessando postos de controlo junto a ilhas como Abu Musa, Grande Tunb e Larak. Quando se aproximava da ilha de Ormuz, foi mandado parar por lanchas rápidas dos Guardas Revolucionários iranianos, devido a suspeitas de carga contrabandeada. Várias horas depois, recebeu autorização para continuar.</p>
<p>A empresa gestora do navio, Eastern Mediterranean Shipping, afirmou que não foi feito qualquer pagamento. Um responsável da empresa disse à &#8216;Reuters&#8217; acreditar que o Irão acabou por permitir a passagem após pressão do Iraque e do Vietname. O Governo iraniano não respondeu às perguntas da agência sobre o novo mecanismo ou sobre a viagem do &#8216;Agios Fanourios I&#8217;.</p>
<p>A investigação da &#8216;Reuters&#8217; baseia-se em entrevistas com mais de 20 pessoas com conhecimento do sistema, incluindo fontes do setor marítimo na Ásia e na Europa, responsáveis iranianos e iraquianos, documentos relacionados com o processo de verificação e análise de movimentos de navios. Algumas partes da viagem do petroleiro não puderam ser verificadas de forma independente, mas coincidem com relatos de outros responsáveis marítimos envolvidos em rotas semelhantes.</p>
<p>O impacto no tráfego marítimo é significativo. No início de maio, cerca de 1.500 navios, com 22.500 marinheiros a bordo, estavam presos no Golfo, segundo os militares americanos citados pela &#8216;Reuters&#8217;. Entre 18 de abril e 6 de maio, menos de 60 navios conseguiram atravessar o estreito, de acordo com uma análise não publicada da SynMax Intelligence. Antes da guerra, entre 120 e 140 navios passavam diariamente por Ormuz, cerca de metade dos quais petroleiros.</p>
<p>Além dos acordos entre Estados, a &#8216;Reuters&#8217; descreve um processo de verificação conduzido pelos Guardas Revolucionários. Os armadores ou operadores têm de apresentar documentação sobre a carga, bandeira do navio, origem e destino, proprietário registado, gestor da embarcação e nacionalidades da tripulação. O objetivo declarado é identificar ligações aos Estados Unidos ou a Israel.</p>
<p>Duas fontes europeias do setor marítimo disseram à &#8216;Reuters&#8217; que alguns navios não abrangidos por acordos entre Governos estarão a pagar mais de 150 mil dólares, cerca de 129 mil euros, para obter passagem segura por Ormuz. Dois altos responsáveis iranianos referiram a cobrança de taxas de segurança e navegação, variáveis consoante a carga, mas a &#8216;Reuters&#8217; não conseguiu confirmar de forma independente os montantes, a forma de pagamento ou o total arrecadado.</p>
<p>A questão é sensível porque o direito marítimo internacional não permite cobrar pela passagem segura num estreito internacional, embora possam existir taxas associadas a serviços ou segurança se forem aplicadas de forma igual a navios de todos os países. Além disso, pagamentos que beneficiem entidades iranianas podem violar sanções americanas, e pagamentos associados aos Guardas Revolucionários podem levantar problemas de cobertura de seguros, uma vez que a organização é designada como terrorista por vários países.</p>
<p>Washington já avisou contra o cumprimento dos controlos iranianos. O Departamento do Tesouro dos EUA alertou para os riscos de sanções relacionados com pagamentos ou garantias solicitadas pelo regime iraniano para passagem segura, e disse estar preparado para agir contra empresas estrangeiras que apoiem comércio ilícito iraniano.</p>
<p>O controlo iraniano sobre Ormuz não elimina a pressão americana. Depois de sair de águas iranianas, o &#8216;Agios Fanourios I&#8217; foi intercetado pela Marinha dos EUA no âmbito do bloqueio americano a navios e cargas iranianas. A embarcação ficou seis dias à deriva enquanto os militares verificavam a documentação. Acabou libertada a 16 de maio e seguiu viagem para o Vietname com dois milhões de barris de crude.</p>
<p>A nova realidade torna Ormuz uma rota de passagem incerta, dependente de relações políticas, inspeções, instruções militares e riscos legais. Para os armadores, a alternativa é difícil: esperar indefinidamente no Golfo, negociar com Teerão, arriscar sanções americanas ou tentar uma rota sob forte pressão militar. Para os mercados, o bloqueio parcial de Ormuz continua a alimentar a crise energética e a instabilidade nos preços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765399]]></sapo:autor>
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		<title>Sonae cresce 7,1% no primeiro trimestre e supera 2,7 mil milhões de euros em volume de negócios</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-cresce-71-no-primeiro-trimestre-e-supera-27-mil-milhoes-de-euros-em-volume-de-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cláudia Azevedo, CEO da Sonae, afirmou que o grupo iniciou 2026 com “mais um forte trimestre”, apresentando resultados sólidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="97" data-end="371">A Sonae registou um volume de negócios consolidado superior a 2,7 mil milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, um crescimento homólogo de 7,1%, impulsionado sobretudo pelo desempenho dos negócios de retalho, pelo crescimento orgânico e pela expansão da rede de lojas.</p>
<p data-start="373" data-end="638">O EBITDA subjacente aumentou 17%, para 255 milhões de euros, beneficiando do contributo positivo de todas as operações de retalho. Já o resultado líquido atribuível aos acionistas atingiu 47 milhões de euros, uma subida de 11% face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p data-start="686" data-end="1008">No primeiro trimestre, o crescimento das vendas foi sustentado por contributos sólidos de todas as operações de retalho. A empresa destaca o desempenho robusto das vendas comparáveis e a expansão do parque de lojas, fatores que mais do que compensaram o impacto da alienação da MO e da Zippy no terceiro trimestre de 2025.</p>
<p data-start="1010" data-end="1186">No retalho alimentar, a MC manteve uma dinâmica operacional sólida, assente na proximidade aos clientes, num posicionamento competitivo e no crescimento sustentado dos volumes.</p>
<p data-start="1188" data-end="1409">O segmento de Saúde e Beleza também apresentou um desempenho forte, beneficiando do contributo da Wells e da Druni, tanto através do crescimento das vendas no parque de lojas comparável como da abertura de novas unidades.</p>
<p data-start="1466" data-end="1607">A Worten apresentou um trimestre positivo, apoiado pela procura resiliente nas suas categorias principais e pela proposta omnicanal da marca.</p>
<p data-start="1609" data-end="1774">As vendas online mantiveram uma trajetória de aceleração, enquanto o negócio de serviços continuou a crescer e a expandir-se internacionalmente através da iServices.</p>
<p data-start="1776" data-end="1922">A empresa melhorou ainda de forma substancial a sua rentabilidade operacional, num trimestre marcado por maior eficiência e execução disciplinada.</p>
<p data-start="1966" data-end="2137">A Musti manteve uma trajetória de crescimento, suportada pelo desempenho do parque de lojas comparável, pela abertura de novas lojas e por movimentos inorgânicos recentes.</p>
<p data-start="2139" data-end="2403">Depois da aquisição da ZU, em dezembro, os últimos meses foram dedicados à integração das equipas. A Sonae considera que esta operação consolida o caminho para a criação de uma plataforma líder no retalho de produtos e serviços para animais de estimação na Europa.</p>
<p data-start="2441" data-end="2638">Na Sierra, o desempenho operacional dos centros comerciais manteve-se robusto, apoiado pelo crescimento das vendas dos lojistas, por níveis elevados de ocupação e por uma cobrança sólida de rendas.</p>
<p data-start="2640" data-end="2768">A empresa continuou também a desenvolver a sua plataforma internacional de serviços e a carteira de projetos em desenvolvimento.</p>
<p data-start="2770" data-end="3047">Durante o trimestre, registaram-se avanços na integração das operações na Alemanha, na sequência da aquisição da divisão de Real Estate Management da Unibail-Rodamco-Westfield. Esta operação posicionou a Sierra como o segundo maior gestor de centros comerciais naquele mercado.</p>
<p data-start="3096" data-end="3183">A NOS voltou a apresentar resiliência e execução disciplinada num contexto competitivo.</p>
<p data-start="3185" data-end="3367">A empresa manteve o foco na eficiência, inovação e qualidade de serviço, contribuindo para uma melhoria sustentada da rentabilidade e para o reforço do seu posicionamento de mercado.</p>
<p data-start="3413" data-end="3607">O EBITDA subjacente da Sonae aumentou de 218 milhões de euros para 255 milhões de euros no primeiro trimestre, com contributos positivos das empresas de retalho, nomeadamente MC, Worten e Musti.</p>
<p data-start="3609" data-end="3739">A margem EBITDA subjacente subiu de 8,5% para 9,3%, refletindo o aumento das vendas e ganhos adicionais de eficiência operacional.</p>
<p data-start="3741" data-end="3859">O EBITDA total aumentou de 250 milhões de euros para 284 milhões de euros, com a margem a melhorar de 9,8% para 10,4%.</p>
<p data-start="3916" data-end="4059">O resultado líquido atribuível aos acionistas atingiu 47 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 11% em termos homólogos.</p>
<p data-start="4061" data-end="4205">A evolução foi sustentada pelo crescimento dos negócios nacionais e internacionais, por ganhos de eficiência e pela solidez financeira do grupo.</p>
<p data-start="4207" data-end="4387">A dívida líquida consolidada diminuiu 163 milhões de euros face ao período homólogo, para 1,7 mil milhões de euros, beneficiando da evolução positiva do fluxo de caixa operacional.</p>
<p data-start="4389" data-end="4495">O loan-to-value reduziu para 13%, reforçando o percurso de desalavancagem e a solidez do balanço da Sonae.</p>
<p data-start="4537" data-end="4686">O valor líquido dos ativos, ou NAV, aumentou para 5,5 mil milhões de euros, uma subida de 20% em termos homólogos e de 9% face ao trimestre anterior.</p>
<p data-start="4688" data-end="4902">O NAV por ação em circulação situou-se em 2,85 euros. Considerando a cotação de fecho da ação da Sonae no final do primeiro trimestre de 2026, de 1,914 euros, o desconto implícito da cotação face ao NAV foi de 33%.</p>
<p data-start="4972" data-end="5158">Cláudia Azevedo, CEO da Sonae, afirmou que o grupo iniciou 2026 com “mais um forte trimestre”, apresentando resultados sólidos e reforçando a resiliência e a qualidade das suas empresas.</p>
<p data-start="5160" data-end="5387">“Em todos os nossos negócios, continuámos a combinar crescimento, disciplina operacional e execução estratégica, fortalecendo ainda mais as nossas posições de mercado e a capacidade de criação de valor de longo prazo”, afirmou.</p>
<p data-start="5389" data-end="5631">A responsável destacou também a aceleração do investimento em competências e aplicações de inteligência artificial, que, segundo a empresa, já permitiram gerar ganhos reais de eficiência e melhorar a experiência do cliente em vários negócios.</p>
<p data-start="5705" data-end="5870">No primeiro trimestre de 2026, a Sonae manteve o compromisso com a responsabilidade social e corporativa, através da resposta a emergências e do investimento social.</p>
<p data-start="5872" data-end="6038">As empresas do grupo contribuíram com bens, infraestruturas logísticas e recursos financeiros para apoiar comunidades afetadas pelas tempestades que atingiram o país.</p>
<p data-start="6040" data-end="6250">A Sonae lançou ainda a quarta edição do Prémio Sonae Educação, considerado o maior prémio de Educação em Portugal, que vai distribuir 150 mil euros por projetos que promovam a inovação e a inclusão na Educação.</p>
<p data-start="6252" data-end="6428">O grupo lançou também uma nova edição do Programa Contacto, dedicado ao recrutamento de jovens de elevado potencial. O programa celebra 40 anos e superou as 3.300 candidaturas.</p>
<p data-start="6482" data-end="6588">A CEO da Sonae sublinhou que o grupo continuará focado na execução da estratégia com ambição e disciplina.</p>
<p data-start="6590" data-end="6862">“Apesar de um contexto externo que permanece incerto, estamos confiantes na força dos nossos negócios, na qualidade das nossas equipas e parceiros de negócio e na nossa capacidade de continuar a criar valor sustentável para todos os stakeholders”, afirmou Cláudia Azevedo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765393]]></sapo:autor>
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		<title>Depois da energia, os fertilizantes: UE prepara reservas para proteger agricultores e consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Comissão Europeia anunciou que vai avaliar “opções de preparação para fertilizantes essenciais”, incluindo a possibilidade de exigir aos Estados-membros reservas sazonais ou stocks mínimos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bruxelas vai estudar a criação de reservas estratégicas de fertilizantes e formas de aumentar a produção europeia, numa tentativa de proteger a agricultura da União Europeia contra novas perturbações nas cadeias de abastecimento. A medida surge num momento em que a guerra no Médio Oriente aumenta a pressão sobre os agricultores e pode vir a traduzir-se em preços mais altos dos alimentos, avança o &#8216;Financial Times&#8217;.</p>
<p>A Comissão Europeia anunciou que vai avaliar “opções de preparação para fertilizantes essenciais”, incluindo a possibilidade de exigir aos Estados-membros reservas sazonais ou stocks mínimos. Bruxelas admite ainda avançar com mecanismos de compra conjunta de fertilizantes e dos seus componentes, à semelhança de outras respostas europeias a crises recentes.</p>
<p>O plano faz parte de um pacote apresentado esta terça-feira para enfrentar os preços elevados dos nutrientes agrícolas e garantir fornecimentos mais estáveis. “A segurança alimentar começa com a segurança dos fertilizantes. A Europa tem de produzir mais e depender menos de outros para os nutrientes que sustentam a nossa agricultura”, afirmou Christophe Hansen, comissário europeu da Agricultura.</p>
<p>Antes da guerra, até um terço dos fertilizantes comercializados a nível global passava pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais sensíveis do mundo. A guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irão aumentou o risco de perturbações nessa passagem, expondo as cadeias alimentares europeias a novos choques.</p>
<p>Os fertilizantes à base de azoto são particularmente sensíveis aos preços da energia, uma vez que o gás pode representar até 80% dos seus custos de produção. No mês passado, os preços destes fertilizantes estavam cerca de 70% acima da média de 2024.</p>
<p>Por agora, responsáveis europeus não antecipam um impacto imediato nos preços dos alimentos. Mas Bruxelas admite que os efeitos possam chegar no final do ano, quando os agricultores esgotarem os stocks de fertilizantes comprados antes da guerra com o Irão.</p>
<p>O problema é especialmente relevante para agricultores de culturas arvenses, muito dependentes de fertilizantes. Uma nova subida prolongada dos custos pode aumentar a pressão sobre produtores, consumidores e governos, num momento em que as finanças públicas continuam apertadas e a inflação alimentar mantém forte peso político.</p>
<p>A proposta surge também num contexto mais amplo de mudança estratégica. Depois da pandemia, da guerra na Ucrânia e das tensões no Médio Oriente, vários governos europeus passaram a tratar alimentos, energia e produtos agrícolas essenciais como questões de segurança nacional.</p>
<p>Alguns países do norte da Europa já mantêm reservas agrícolas de emergência. A Finlândia tem há muito um sistema de segurança de abastecimento que inclui stocks de fertilizantes, cereais e combustíveis. A Suécia anunciou este ano planos para armazenar fertilizantes, sementes e cereais no âmbito da sua estratégia de “defesa total”, após a entrada na NATO.</p>
<p>Bruxelas pretende ainda alterar a Política Agrícola Comum para permitir que beneficiários de fundos agrícolas recebam pagamentos antecipados, ajudando a compensar o aumento dos custos com fertilizantes. A medida poderá dar liquidez adicional aos agricultores antes que a pressão se reflita nos preços finais.</p>
<p>Outra aposta passa por criar mercados de referência para fertilizantes orgânicos e de baixo carbono produzidos na Europa. A Comissão quer estimular a procura por estes produtos, incluindo através da eventual exigência de fertilizantes de baixo carbono em misturas agrícolas.</p>
<p>Entre as medidas técnicas em análise está também a autorização mais ampla do uso de digestato, um resíduo rico em nutrientes resultante da produção de biogás. O seu uso é hoje limitado devido ao elevado teor de azoto, mas Bruxelas vê neste material uma possível alternativa parcial aos fertilizantes convencionais.</p>
<p>A Comissão quer mostrar que consegue conter os custos antes que os preços dos fertilizantes se transformem numa nova vaga de inflação alimentar, como aconteceu depois da crise energética de 2022. A ajuda mais rápida poderá vir de regras temporariamente mais flexíveis em matéria de auxílios de Estado, embora isso possa criar diferenças entre países consoante a capacidade orçamental de cada governo.</p>
<p>As regras ambientais, contudo, continuam no terreno. O sistema europeu de comércio de emissões e o mecanismo de ajustamento carbónico fronteiriço deverão manter-se aplicáveis aos fertilizantes, apesar dos pedidos de organizações agrícolas para uma flexibilização dessas exigências.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765388]]></sapo:autor>
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		<title>Acordo polémico nos EUA:  Trump e filhos ficam protegidos “para sempre” das investigações do fisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Compromisso foi assumido pelo Departamento de Justiça dos EUA, segundo o 'Financial Times', um dia depois de Trump ter aceitado resolver o litígio contra o IRS em troca da criação, pelo Governo americano, de um fundo de 1,8 mil milhões de dólares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades fiscais dos Estados Unidos ficarão impedidas de avançar com reclamações contra Donald Trump, os seus dois filhos mais velhos e a Trump Organization no âmbito de um acordo para encerrar o processo de 10 mil milhões de dólares, cerca de 8,63 mil milhões de euros, movido pelo presidente contra o Internal Revenue Service, o equivalente americano à Autoridade Tributária.</p>
<p>O compromisso foi assumido pelo Departamento de Justiça dos EUA, segundo o &#8216;Financial Times&#8217;, um dia depois de Trump ter aceitado resolver o litígio contra o IRS em troca da criação, pelo Governo americano, de um fundo de 1,8 mil milhões de dólares, cerca de 1,55 mil milhões de euros, destinado a alegadas vítimas de “lawfare”, expressão usada pelos apoiantes de Trump para descrever o que consideram perseguições judiciais politicamente motivadas.</p>
<p>Num documento de uma página divulgado esta terça-feira, o procurador-geral interino Todd Blanche escreveu que os Estados Unidos “libertam, renunciam, absolvem e isentam para sempre” os queixosos de quaisquer reclamações, ficando “para sempre impedidos” de as prosseguir. O caso tinha sido apresentado em janeiro por Donald Trump, Donald Trump Jr., Eric Trump e pela Trump Organization.</p>
<p>Um porta-voz do Departamento de Justiça disse ao &#8216;Financial Times&#8217; que a decisão de impedir o IRS de avançar contra Trump se aplica apenas a auditorias já existentes. A mesma fonte defendeu que não faria sentido resolver várias reclamações significativas se qualquer uma das partes pudesse, logo depois, iniciar novos processos adversos que já poderiam ter sido levantados anteriormente.</p>
<p>A decisão está, ainda assim, a gerar críticas e dúvidas. Danny Werfel, comissário do IRS durante a administração de Joe Biden, afirmou desconhecer qualquer precedente em que a autoridade fiscal americana tivesse aceitado antecipadamente abdicar, de forma permanente, da análise de declarações fiscais já entregues por uma pessoa ou empresa específica.</p>
<p>“Quer se seja o presidente ou um cidadão comum, as pessoas esperam que as mesmas regras fiscais e o mesmo quadro de aplicação se apliquem a todos”, afirmou Werfel.</p>
<p>O acordo surge em paralelo com a criação do fundo de 1,8 mil milhões de dólares para pessoas que aleguem ter sido alvo de investigações ou acusações injustas durante administrações anteriores. A medida foi recebida com fortes críticas dos democratas e com reservas entre alguns republicanos no Congresso.</p>
<p>A senadora democrata Patty Murray acusou Trump de criar um “fundo paralelo para enriquecer os seus próprios amigos”. “Estamos a falar de nada menos do que o presidente em funções dos Estados Unidos a saquear o Tesouro para benefício próprio”, afirmou.</p>
<p>Também John Thune, o principal republicano no Senado, admitiu que existem e continuarão a existir “muitas perguntas” sobre o acordo entre o Departamento de Justiça e Trump.</p>
<p>O presidente americano negou ter tido um papel direto na criação do fundo e disse saber “muito pouco” sobre o mecanismo. Questionado sobre se ele próprio ou membros da sua família poderiam receber compensações, Trump afirmou que os pagamentos serão decididos por uma comissão de “quatro ou cinco pessoas” que descreveu como respeitadas e competentes.</p>
<p>O vice-presidente JD Vance defendeu, por sua vez, que o objetivo é compensar pessoas que tenham sido maltratadas pelo sistema judicial. Segundo Vance, os casos serão avaliados individualmente e o fundo servirá para atribuir compensações quando se concluir que alguém foi injustamente perseguido.</p>
<p>As primeiras reclamações começaram já a surgir. Michael Caputo, que integrou a primeira Administração Trump, pediu 2,7 milhões de dólares, cerca de 2,33 milhões de euros, ao fundo, alegando que a “máquina do Governo” foi usada contra a sua família entre 2016 e 2025, a partir da investigação do FBI às ligações entre a Rússia e a primeira campanha presidencial de Trump.</p>
<p>O processo de Trump contra o IRS tinha origem na divulgação de documentos fiscais por um antigo contratado da autoridade tributária americana a vários meios de comunicação e organizações, em 2019 e 2020. A Trump Organization não respondeu de imediato ao pedido de comentário do &#8216;Financial Times&#8217; sobre o compromisso assumido pelo Departamento de Justiça.</p>
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		<title>O táxi sem condutor da XPENG já está em produção e quer circular sozinho em 2027</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:28:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Modelo é apresentado pela marca como o primeiro Robotaxi produzido em massa na China desenvolvido integralmente com tecnologia própria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A XPENG anunciou o início da produção em série do seu primeiro Robotaxi, em Guangzhou, na China, dando um novo passo na comercialização de veículos elétricos inteligentes preparados para condução autónoma avançada.</p>

<a href="https://executivedigest.sapo.pt/o-taxi-sem-condutor-da-xpeng-ja-esta-em-producao-e-quer-circular-sozinho-em-2027/xpeng-inicia-producao-em-serie-do-seu-primeiro-robotaxi-1/"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/XPENG-inicia-producao-em-serie-do-seu-primeiro-Robotaxi-1-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/XPENG-inicia-producao-em-serie-do-seu-primeiro-Robotaxi-1-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/XPENG-inicia-producao-em-serie-do-seu-primeiro-Robotaxi-1-75x75.jpg 75w" /></a>
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<p>O modelo é apresentado pela marca como o primeiro Robotaxi produzido em massa na China desenvolvido integralmente com tecnologia própria, numa abordagem ‘full-stack’ que combina software, semicondutores, inteligência artificial e desenvolvimento automóvel dentro do próprio ecossistema XPENG.</p>
<p>Construído sobre a plataforma XPENG GX, o novo Robotaxi foi concebido de origem para produção em série e está preparado para operação autónoma de nível L4. O veículo integra quatro chips de inteligência artificial Turing, desenvolvidos pela XPENG, com uma capacidade computacional efetiva de 3.000 TOPS, uma das mais elevadas da indústria.</p>
<p>A marca já tinha obtido, no início do ano, autorização para realizar testes em estrada com veículos inteligentes conectados em Guangzhou, entrando numa fase regular de ensaios em vias públicas com condução autónoma de nível L4. Em março, criou também uma unidade de negócio dedicada ao Robotaxi, responsável por produto, investigação e desenvolvimento, testes e operações.</p>
<p>Um dos elementos diferenciadores do modelo está na abordagem tecnológica. O Robotaxi da XPENG dispensa LiDAR e mapas de alta definição, recorrendo antes a uma solução baseada em visão computacional, suportada pelo modelo VLA 2.0 de ponto a ponto.</p>
<p>Segundo a marca, esta arquitetura elimina a etapa de tradução de linguagem comum nos sistemas tradicionais ‘Vision-Language-Action’, reduzindo a latência de resposta para menos de 80 milissegundos. O objetivo é melhorar a adaptação a diferentes ambientes urbanos, incluindo operações entre cidades e, no futuro, em mercados distintos.</p>
<p>Além da componente autónoma, a XPENG posiciona o novo Robotaxi como uma solução de mobilidade premium. O veículo inclui vidros com privacidade reforçada, bancos de conforto com função gravidade zero e ecrãs de entretenimento traseiros. Durante a viagem, os passageiros poderão aceder a conteúdos multimédia e controlar várias funções do habitáculo através de um assistente de voz integrado.</p>
<p>A XPENG prevê iniciar operações-piloto de Robotaxi durante o segundo semestre deste ano. Esta fase servirá para validar a maturidade tecnológica, a aceitação dos utilizadores e a viabilidade do modelo de negócio.</p>
<p>A ambição da marca é chegar ao início de 2027 com operações totalmente autónomas, sem necessidade de operador de segurança a bordo. Para acelerar o ecossistema, a XPENG irá também disponibilizar o SDK da sua plataforma Robotaxi a parceiros externos, sendo a Amap, aplicação de mapas desenvolvida na China, o primeiro parceiro global confirmado.</p>
<p>O lançamento surge numa fase decisiva para o setor dos Robotaxi, que começa a passar da validação tecnológica para a comercialização em maior escala. Para a XPENG, a produção em série deste modelo representa mais do que a chegada de um novo veículo: é uma peça central na estratégia de mobilidade inteligente da marca.</p>
<p>O Robotaxi integra o ecossistema de IA física da XPENG, partilhando a base tecnológica VLA 2.0 utilizada no robô humanoide IRON e no EVTOL da Aridge, empresa de mobilidade aérea do grupo. Com este arranque de produção, a XPENG reforça a intenção de levar a sua tecnologia autónoma para diferentes formas de transporte inteligente.</p>
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