A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com 10 ‘papéis’ do PSI a descerem, liderados pelos da Jerónimo Martins, que baixavam 2,33% para 17,21 euros.
Cerca das 9:15 em Lisboa, o PSI cedia 0,28% para 9.449,71 pontos, com as cotações das ações de 10 empresas a descer e das outras seis a subir.
Às ações da Jerónimo Martins seguiam-se as da Mota-Engil, que se desvalorizavam 0,98% para 5,04 euros, bem como as da Sonae e Corticeira Amorim, que recuavam ambas 0,72% para 2,06 euros e para 6,94 euros, respetivamente.
Também a descer estavam a Teixeira Duarte, Semapa e CTT, que baixavam 0,61% para 0,49 euros, 0,60% euros para 19,78 euros e 0,58% para 5,96 euros.
Mais moderadamente, a Navigator, BCP e Galp recuavam 0,44% para 3,18 euros, 0,75% para 5,38 euros e 0,51% para 9,81 euros.
Em sentido contrário, a EDP Renováveis, NOS e Ibersol subiam 0,88% para 12,68 euros, 0,75% para 5,38 euros e 0,51% para 9,81 euros.
As outras três empresas cujas cotações avançavam eram a EDP (0,21% para 4,81 euros), REN (0,14% para 3,56 euros) e Altri (0,11% para 4,64 euros).
Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, devido ao recuo dos juros das dívidas soberanas e dos preços do petróleo, enquanto aguardam a inflação da zona euro e o emprego dos EUA.
O euro estava em alta face ao dólar, mas mantinha-se abaixo de 1,13 dólares, mínimo desde maio de 2025, e valorizava-se 0,14% para 1,1260 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
Depois dos juros da dívida do Tesouro dos Estados Unidos a dez anos terem disparado na quinta-feira, empurrando os juros das dívidas soberanas europeias, a sessão de hoje começou com um certo abrandamento.
Os juros da dívida dos EUA a dez anos subiam ligeiramente para 5,244%, mas abaixo do máximo alcançado de 5,3% na quinta-feira, enquanto os da dívida da Alemanha também a dez anos desciam para 3,474%.
Hoje, o preço do contrato genérico de barril de petróleo Brent, de referência na Europa, recua 1,10% para 101,18 dólares.
Os futuros dos índices norte-americanos registam subidas de 0,32% para o Dow Jones e de 0,45% para o tecnológico Nasdaq, depois de terem terminado na quinta-feira ambos a subirem 0,04%.
Na agenda macroeconómica do dia destaca-se a leitura preliminar de setembro da inflação da zona euro, cuja taxa se estima que tenha subido para máximos, em linha com o que ocorreu nas principais economias europeias, da Alemanha, França, Itália e Espanha.
O forte aumento dos preços da energia está a empurrar a inflação para níveis máximos desde o início de 2023.
Já à tarde, nos EUA, o departamento de Trabalho publicará o relatório de emprego não agrícola correspondente a setembro.














