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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 05:41:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>CIP alerta: Portugal vai crescer menos em 2026 com energia cara e juros a travar a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Rafael Alves Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG de maio revê em baixa a previsão de crescimento, num contexto marcado pela persistência dos preços elevados da energia e das matérias-primas, pela quebra da confiança dos consumidores e pelo risco de subida das taxas de juro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa deverá crescer menos em 2026 do que o anteriormente previsto. O Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG de maio revê em baixa a previsão de crescimento, num contexto marcado pela persistência dos preços elevados da energia e das matérias-primas, pela quebra da confiança dos consumidores e pelo risco de subida das taxas de juro.</p>
<p>A previsão de crescimento da economia portuguesa baixa de 1,8% para 1,5%, segundo a CIP – Confederação Empresarial de Portugal. O Barómetro aponta, ainda assim, para sinais mistos no segundo trimestre: a confiança dos consumidores voltou a cair em abril, mas os indicadores da construção e obras públicas e do comércio a retalho melhoraram.</p>
<p>“Para a totalidade do ano de 2026, é natural que as perspetivas para o crescimento da economia portuguesa acompanhem a tendência de revisão em baixa observada na generalidade das economias europeias, uma vez que persiste a alta do petróleo, do gás natural e de diversas matérias-primas, depois da subida rápida dos preços registada em março”, afirma Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP.</p>
<p>O responsável alerta que continua a existir o risco de uma repercussão mais permanente do choque energético sobre os restantes setores da economia, com impacto nas perspetivas de crescimento. A pressão poderá agravar-se se o Banco Central Europeu avançar com uma subida das taxas de juro diretoras.</p>
<p>“Há a expectativa de uma subida, já em junho, das taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu, mesmo que venha a ser alcançado um acordo de paz no Médio Oriente”, sublinha Rafael Alves Rocha. “A verificar-se este aumento das taxas de juro, ele agravará ainda mais o impacto negativo do choque energético na economia.”</p>
<p><strong>Consumidores perdem confiança, mas construção e comércio resistem</strong></p>
<p>O Barómetro CIP/ISEG mostra que abril trouxe sinais contraditórios para a economia nacional. O indicador de confiança dos consumidores caiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu o valor mais baixo desde novembro de 2023, refletindo uma deterioração das avaliações sobre a situação financeira das famílias e sobre a evolução económica do país nos próximos 12 meses.</p>
<p>Do lado empresarial, o cenário é menos linear. O indicador de clima económico registou uma ligeira recuperação face a março, beneficiando da melhoria dos setores da construção e obras públicas e do comércio a retalho. Em sentido contrário, a indústria transformadora voltou a evoluir negativamente, pressionada por perspetivas de produção menos favoráveis, enquanto os serviços registaram uma degradação das expectativas das empresas.</p>
<p><strong>Cimento e automóveis dão sinais positivos</strong></p>
<p>Entre os indicadores setoriais já disponíveis para abril, o Barómetro destaca a evolução positiva do consumo de cimento e do setor automóvel. As vendas de cimento cresceram 17,9% em termos homólogos, depois de uma subida de 44,5% em março, sinalizando dinamismo na construção.</p>
<p>No setor automóvel, o número de automóveis ligeiros de passageiros comercializados cresceu 15,1% em abril, enquanto os veículos comerciais ligeiros aumentaram 7,7%. Já no comércio a retalho, o índice de volume de negócios registou em março uma variação homóloga de 5,5%, com destaque para o desempenho dos produtos não alimentares.</p>
<p>A construção também apresentou sinais de melhoria. Em março, o Índice de Produção na Construção e Obras Públicas registou uma variação homóloga de 6,2%, o crescimento mais expressivo desde julho de 2023. O emprego no setor aumentou 1,7%, enquanto as remunerações subiram 10,1%, o valor mais elevado desde julho de 2025.</p>
<p><strong>PRR pode atenuar travagem da economia</strong></p>
<p>Apesar da revisão em baixa das perspetivas de crescimento, a CIP identifica um fator de suporte para a economia portuguesa: a fase final de execução do Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<p>Segundo o Barómetro, a entrada na etapa final do PRR deverá reforçar o crescimento do investimento ao longo do ano, depois de já ter dado sinais positivos no primeiro trimestre. A recente aprovação da terceira reprogramação do programa e o penúltimo pedido de pagamento deverão elevar a percentagem de fundos recebidos de 68% para 79% da dotação total, ficando ainda por receber cerca de 4,7 mil milhões de euros.</p>
<p>Para a CIP, se o PRR mantiver o ritmo de execução previsto pelo Governo, poderá tornar-se um contributo central para sustentar o crescimento da economia nacional num ano mais difícil.</p>
<p>Ainda assim, o enquadramento externo continua a pesar. A persistência dos preços elevados do petróleo, do gás natural e de várias matérias-primas, a incerteza geopolítica e o eventual agravamento das condições financeiras colocam pressão adicional sobre empresas e famílias.</p>
<p>O Barómetro CIP/ISEG resume, assim, uma economia em desaceleração, mas ainda com focos de resistência. A construção, o comércio e o investimento associado ao PRR ajudam a compensar parte dos riscos, mas a quebra da confiança dos consumidores e o impacto dos custos energéticos justificam a revisão em baixa do crescimento para 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768664]]></sapo:autor>
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		<title>Há 100 anos começava a ditadura: o golpe de 28 de Maio que mudou Portugal durante quase meio século</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Assinalam-se esta quinta-feira os 100 anos do golpe militar de 28 de Maio de 1926, o momento que pôs fim à I República portuguesa e abriu caminho a uma ditadura que duraria quase cinco décadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assinalam-se esta quinta-feira os 100 anos do golpe militar de 28 de Maio de 1926, o momento que pôs fim à I República portuguesa e abriu caminho a uma ditadura que duraria quase cinco décadas. O movimento iniciado em Braga por forças militares lideradas por Gomes da Costa parecia, inicialmente, mais um episódio da profunda instabilidade política da época, mas acabaria por transformar-se no ponto de partida para a Ditadura Militar e, posteriormente, para o Estado Novo de António de Oliveira Salazar.</p>
<p>Na véspera do golpe, o ambiente político em Portugal era de enorme tensão. A I República, instaurada em 1910, acumulava sucessivos governos, crises políticas, atentados, revoltas militares e conflitos sociais. Em apenas 15 anos, o país teve 46 governos, oito Presidentes da República e várias dissoluções parlamentares. A violência política tornara-se frequente, com centenas de atentados e milhares de bombas a explodirem em diferentes pontos do país, enquanto greves e manifestações agravavam o clima de instabilidade social e económica.</p>
<p>Ao longo dos primeiros meses de 1926, multiplicavam-se os sinais de conspiração. A imprensa da época relatava movimentações militares e reuniões clandestinas envolvendo oficiais ligados a anteriores tentativas golpistas. No início de maio, o jornal A Capital escrevia já sobre uma “conspiração fascista” em preparação, associada a militares que haviam participado em revoltas anteriores. Dias depois, o mesmo jornal apontava Braga, Coimbra, Castelo Branco, Évora, Algarve e Figueira da Foz como pontos centrais da conspiração, identificando Mendes Cabeçadas como um dos líderes do movimento.</p>
<p>A crise política agravava-se também no Parlamento, onde o Governo liderado por António Maria da Silva enfrentava forte contestação em torno da chamada “Questão dos Tabacos”. Ao mesmo tempo, o país atravessava uma crescente agitação académica e social. Muitos sectores conservadores, militares e monárquicos defendiam abertamente a necessidade de restaurar a “ordem” e acabar com aquilo que consideravam ser o caos republicano.</p>
<p>Foi neste contexto que Gomes da Costa assumiu a liderança do golpe. O militar, antigo comandante do Corpo Expedicionário Português na Primeira Guerra Mundial, partiu discretamente de Lisboa a 26 de maio e deslocou-se ao Norte do país para coordenar a revolta. Na madrugada de 28 de maio, em Braga, foi lido o manifesto revolucionário que anunciava o levantamento militar contra o regime republicano.</p>
<p>O movimento rapidamente ganhou força. Apesar de alguma resistência pontual, várias unidades militares aderiram à revolta, permitindo o avanço das tropas em direção a Lisboa. Braga encontrava-se então a receber o Congresso Mariano, um grande evento religioso que reunia milhares de católicos. O próprio Gomes da Costa garantiu às autoridades religiosas que as celebrações não seriam perturbadas pela operação militar.</p>
<p>O jornalista Norberto Lopes, enviado do Diário de Lisboa para acompanhar os acontecimentos, descreveu o ambiente vivido na cidade minhota, relatando o contraste entre as procissões religiosas e a movimentação militar nas ruas. “À imponência da manifestação religiosa, vem juntar-se o aparato bélico das tropas revoltosas”, escreveu o repórter, descrevendo o som simultâneo dos cânticos religiosos e dos clarins militares.</p>
<p>Numa entrevista concedida ao Diário de Lisboa durante os primeiros momentos da revolta, Gomes da Costa insistia que o movimento era “exclusivamente militar” e “sem cor política”, apresentando-o como um “ressurgimento nacional”. O líder militar defendia ainda a dissolução imediata do Parlamento, acusando o Congresso de exercer “uma ação desmoralizadora sobre os costumes políticos”.</p>
<p>À medida que avançava para sul, o movimento consolidava-se. No Porto, a adesão militar foi praticamente total. Em Coimbra, Gomes da Costa foi recebido com entusiasmo popular. A 2 de junho, instalou o quartel-general no Entroncamento e, no dia seguinte, reuniu-se em Sacavém com Mendes Cabeçadas, já num clima de tensão entre os principais líderes do golpe.</p>
<p>Entretanto, o Presidente da República, Bernardino Machado, acabaria por abandonar o poder. Curiosamente, seria a segunda vez que era afastado da presidência na sequência de um golpe de Estado, depois de já ter sido derrubado em 1917 pelo movimento liderado por Sidónio Pais.</p>
<p>A entrada triunfal de Gomes da Costa em Lisboa tornou-se uma das imagens mais simbólicas da queda da I República. O general entrou na capital montado a cavalo, à frente de cerca de 12 mil homens, num desfile militar que simbolizava a vitória do movimento revolucionário.</p>
<p>Poucos dias depois, o novo poder decretava a dissolução do Congresso da República. Inicialmente, Mendes Cabeçadas assumiu a chefia do Governo, mas as divisões internas entre os revolucionários depressa se tornaram evidentes. Gomes da Costa pressionou o executivo até assumir o poder absoluto a 18 de junho, acumulando os cargos de chefe do Governo e chefe de Estado.</p>
<p>O seu domínio duraria pouco. Menos de um mês depois, em julho de 1926, seria afastado por Óscar Carmona, figura que acabaria por consolidar a Ditadura Militar. Carmona tornar-se-ia Presidente da República e permaneceria no cargo até 1951.</p>
<p>Foi também neste contexto que começou a ascensão política de António de Oliveira Salazar. O então professor da Universidade de Coimbra entrou brevemente no Governo de Mendes Cabeçadas como ministro das Finanças, abandonando o cargo pouco depois. Regressaria em 1928 ao Ministério das Finanças e, progressivamente, consolidaria a sua influência política até assumir a chefia do Governo em 1932.</p>
<p>A nova Constituição de 1933 formalizou o Estado Novo, regime autoritário inspirado em valores nacionalistas, conservadores e corporativistas, sob o lema “Deus, Pátria e Família”. Salazar permaneceria no poder durante cerca de quatro décadas, até ser afastado por motivos de saúde em 1968.</p>
<p>Cem anos depois do golpe de 28 de Maio, historiadores continuam a considerar aquele dia como um dos momentos mais decisivos da história contemporânea portuguesa. O levantamento militar iniciado em Braga não apenas derrubou a I República como redefiniu o rumo político, social e económico do país durante quase meio século, até à Revolução de 25 de Abril de 1974 pôr fim à ditadura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768534]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de metade dos novos polícias vão ser colocados nos aeroportos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos 570 novos polícias da PSP que hoje termina o curso de formação de agentes vai ser colocado nos aeroportos portugueses, num total de 360, e os restantes no Comando Metropolitano de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos 570 novos polícias da PSP que hoje termina o curso de formação de agentes vai ser colocado nos aeroportos portugueses, num total de 360, e os restantes no Comando Metropolitano de Lisboa.  </P><br />
<P>O 21.º curso de formação de agentes termina hoje com a cerimónia do compromisso de honra na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, dos 570 novos polícias.</P><br />
<P>Fonte da Polícia de Segurança Pública precisou à Lusa que 360 novos agentes vão para a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) e 210 para o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP. </P><br />
<P>Os 360 polícias que vão para a UNEF iniciam de imediato o curso de guarda de fronteira, que tem a duração de quarto semanas, para entram ao serviço nos aeroportos no início de julho, um reforço que faz parte do plano de contingência da PSP para o verão e que visa diminuir as filas de espera dos passageiros de fora do espaço Schengen.</P><br />
<P>Segundo a PSP, 150 vão ser colocados no aeroporto de Lisboa, 90 no Porto, 70 em Faro, 30 nos Açores e 20 na Madeira.</P><br />
<P>A PSP justifica também a colocação dos polícias na zona de Lisboa com o facto de ser maioritariamente do efetivo policial deste comando que provêm os polícias necessários ao desempenho de funções na Direção Nacional, Unidade Especial de Polícia, no ISCPSI, serviços sociais da PSP e Polícia Municipal de Lisboa.</P><br />
<P>Um novo curso de agentes, com 683 candidatos, está previsto para começar em junho e terminar no final de dezembro. Este número reflete a dificuldade da corporação em preencher as 800 vagas previstas, que há vários anos não consegue obter o número de candidatos a agentes pretendido.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768888]]></sapo:autor>
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		<title>Esta quinta-feira ainda traz calor intenso, mas o tempo muda de cara já a partir de amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta quinta-feira num período de transição meteorológica marcado por temperaturas muito elevadas no Interior, descida térmica no litoral e o regresso progressivo dos nevoeiros costeiros, numa mudança de padrão atmosférico que deverá prolongar-se pelos próximos dias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta quinta-feira num período de transição meteorológica marcado por temperaturas muito elevadas no Interior, descida térmica no litoral e o regresso progressivo dos nevoeiros costeiros, numa mudança de padrão atmosférico que deverá prolongar-se pelos próximos dias. Depois do pico de calor registado na quarta-feira, com máximas próximas dos 40 e 41 graus em várias regiões, a previsão aponta agora para uma alteração significativa da circulação atmosférica, com o vento a rodar para norte e noroeste, trazendo mais humidade às zonas junto ao mar.</p>
<p>Segundo o portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/calor-trovoadas-nevoeiros-30663/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, esta quinta-feira deverá ainda ser marcada por calor intenso no Interior, onde as temperaturas poderão manter anomalias entre oito e dez graus acima da média para a época, enquanto o litoral começa já a sentir uma descida das máximas e mínimas. A plataforma meteorológica alerta igualmente para a possibilidade de trovoadas secas associadas ao forte aquecimento atmosférico registado na quarta-feira, um fenómeno particularmente preocupante devido ao risco acrescido de ignição e propagação de incêndios rurais.</p>
<p>As previsões indicam céu geralmente pouco nublado ou limpo durante grande parte desta quinta-feira em Portugal continental, mas com aumento gradual da nebulosidade a partir da tarde nas regiões costeiras ocidentais, onde o céu poderá tornar-se encoberto e existir possibilidade de chuvisco. O vento deverá soprar fraco a moderado, predominando de norte e noroeste no litoral e de leste no Interior, intensificando-se durante a tarde, especialmente na faixa costeira ocidental e nas terras altas, com rajadas até 40 ou 50 quilómetros por hora.</p>
<p>A situação atmosférica está a mudar devido ao enfraquecimento do anticiclone de bloqueio sobre a Europa Central e ao reforço do anticiclone dos Açores, o que favorecerá a entrada de ar marítimo mais húmido. De acordo com a análise da LusoMeteo, esta alteração irá permitir o regresso das típicas condições de final da primavera e início do verão junto ao litoral português, com neblinas e nevoeiros persistentes, sobretudo durante as manhãs e noites. A previsão aponta mesmo para a possibilidade de esses nevoeiros permanecerem durante boa parte do fim-de-semana.</p>
<p>Na sexta-feira, o cenário deverá tornar-se ainda mais evidente. As neblinas e nevoeiros deverão surgir logo pela manhã em várias zonas costeiras, tornando o dia bastante mais fresco no litoral, enquanto o Interior continuará sob influência de temperaturas muito elevadas. Em algumas áreas do Interior Alentejano e dos vales do Interior Norte, os termómetros poderão voltar a aproximar-se dos 40 graus, apesar da descida gradual das temperaturas noutras regiões. O vento de norte e noroeste continuará a dominar, aumentando também o risco de incêndio durante a tarde devido às rajadas previstas e à persistência do calor seco no Interior.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para continuação da instabilidade, com chuva persistente sobretudo nas ilhas do Grupo Ocidental esta quinta-feira e nas ilhas Centrais durante sexta-feira, acompanhada por vento moderado a forte de sudoeste e temperaturas abaixo da média. Já na Madeira, o cenário deverá manter-se estável, com céu pouco nublado, vento geralmente fraco e temperaturas dentro ou ligeiramente acima dos valores normais para a época.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768496]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Solidariedade comunitária pós-Kristin foi verdadeiro motor de resiliência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Leiria para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria concluiu que a "solidariedade comunitária foi o verdadeiro motor de resiliência", garantiu o investigador Ricardo Cavadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um estudo desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Leiria para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria concluiu que a &#8220;solidariedade comunitária foi o verdadeiro motor de resiliência&#8221;, garantiu o investigador Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>&#8220;O fator que mais fortemente determinou a acumulação de redes de apoio, confiança interpessoal e capital social foi a solidariedade entre cidadãos, vizinhos, famílias, comunidades que se organizaram espontaneamente&#8221;, disse Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>Para o investigador, &#8220;mais do que qualquer intervenção institucional medida, foi a entreajuda que sustentou a recuperação&#8221; após a depressão Kristin, há precisamente quatro meses, e as &#8220;instituições devem aprender a apoiar e amplificar essa solidariedade, não a substituir&#8221;.</P><br />
<P>Designado &#8220;Sistemas de resposta a crises, impacto da tempestade Kristin&#8221;, o estudo do Politécnico de Leiria, através do Centro de Investigação Aplicada em Economia e Gestão (CARME, na sigla em inglês), sediado na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, está a ser desenvolvido por Ricardo Cavadas, investigador principal, Alzira Marques, coordenadora científica, e também o professor António Carrizo.</P><br />
<P>Numa primeira fase, quantitativa, o estudo analisou 688 respostas válidas do distrito de Leiria, recolhidas de março a maio, concluindo também que &#8220;a liderança foi, claramente, o fator mais determinante para a confiança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas confiaram nas instituições através do seu líder local. Em alguns casos, quando a liderança foi percebida como fraca ou ausente, as pessoas deixaram de confiar. Portanto, aqui houve um forte impacto na liderança, na confiança&#8221;, declarou Ricardo Cavadas, explicando que &#8220;a comunicação contribuiu também para a confiança, mas ficou muito aquém&#8221;.</P><br />
<P>Neste aspeto, recordou que &#8220;as pessoas ficaram sem comunicações e toda a comunicação que foi feita foi, essencialmente, no digital&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A informação não chegou à população em tempo útil e baixou muito a confiança que a população teve nas instituições&#8221;, observou, defendendo que &#8220;as instituições terão de pensar noutro tipo de comunicação, noutro tipo de formação à população antecipadamente às catástrofes ou, quando houver uma catástrofe, de que forma podem comunicar sem estarem totalmente dependentes do digital&#8221;.</P><br />
<P>O recurso à distribuição de folhetos porta a porta ou a passagem de carros com megafones &#8220;a explicar às pessoas o que é que se está a passar, o que é que elas devem fazer&#8221;, são exemplos.</P><br />
<P>&#8220;A informação a que eu cheguei é que as pessoas ficaram sem saber aquilo que deveriam de fazer&#8221;, sublinhou o docente do Politécnico.</P><br />
<P>Outra conclusão, relativa à qualidade de vida e sustentabilidade, notou que &#8220;as comunidades com redes de apoio mais sólidas durante a crise reportaram melhor qualidade de vida e perspetivas mais positivas de sustentabilidade&#8221;, mas, pela negativa, observou que &#8220;a falha dos seguros alimenta a fragilidade económica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os dados de privação e cobertura de seguros corroboram este resultado: grande parte das famílias afetadas não tinha proteção financeira adequada. A recuperação económica não depende apenas da solidariedade, depende de mecanismos formais que, neste caso, falharam ou estavam ausentes&#8221;, acrescentou o investigador na área do marketing social.</P><br />
<P>Entre as recomendações preliminares do estudo está a necessidade de &#8220;formar líderes para crises&#8221;, assim como a necessidade de &#8220;redesenhar a comunicação de crise, para ser bidirecional e resiliente à falha de infraestruturas&#8221;, referiu o investigador.</P><br />
<P>Ricardo Cavadas acrescentou ainda a importância de &#8220;apoiar e mapear onde é que está a solidariedade comunitária&#8221; e a resolução da lacuna dos seguros.</P><br />
<P>&#8220;Com 40% das famílias com perda de rendimento sem qualquer cobertura de seguro, qualquer política de resiliência económica que não aborde esta lacuna está incompleta&#8221;, sustentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768887]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Mais de metade dos inquiridos em estudo apresentam ansiedade meteorológica pós-Kristin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:28:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos inquiridos num estudo para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria reportou ansiedade meteorológica elevada ou extrema, com medo de novos alertas e tempestades, revelou o investigador Ricardo Cavadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos inquiridos num estudo para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria reportou ansiedade meteorológica elevada ou extrema, com medo de novos alertas e tempestades, revelou o investigador Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>Na parte relativa ao impacto no bem-estar pessoal decorrente da tempestade, que ocorreu há quatro meses, o estudo, que obteve 688 respostas válidas do distrito de Leiria, revelou que 61,4% dos inquiridos &#8220;reportaram impacto elevado ou extremo no risco para a integridade física própria ou da família durante a crise&#8221;.</P><br />
<P>Já 58,5% assumiram &#8220;impacto elevado ou extremo no bem-estar emocional&#8221;, enquanto 55,8% &#8220;ansiedade meteorológica elevada ou extrema&#8221;, com medo de novos alertas e tempestades, e &#8220;54,2% tiveram perturbação elevada ou extrema na rotina diária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Kristin não foi apenas um evento de danos materiais. Foi uma experiência traumática para uma parte muito significativa da população. Quase seis em cada dez pessoas ficaram emocionalmente afetadas e mais de metade mantém ansiedade elevada face a novos alertas meteorológicos. Isso é uma ferida que ainda não fechou&#8221;, alertou Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>Denominado &#8220;Sistemas de resposta a crises, impacto da tempestade Kristin&#8221;, o estudo do Instituto Politécnico de Leiria, através do Centro de Investigação Aplicada em Economia e Gestão (CARME, na sigla em inglês), sediado na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, está a ser desenvolvido por Ricardo Cavadas, investigador principal, Alzira Marques, coordenadora científica, e ainda o professor António Carrizo.</P><br />
<P>Na secção relativa aos danos na habitação e na vida económica, Ricardo Cavadas explicou que &#8220;sete em cada dez pessoas, ou seja 71,4%, reportaram danos moderados a totais na sua habitação&#8221; e quase 10% relataram &#8220;perda total da habitação&#8221;.</P><br />
<P>Já 40% dos inquiridos (Leiria, Marinha Grande e Pombal tiveram a maior taxa de resposta) comunicaram &#8220;danos moderados a totais na atividade profissional&#8221; (comércio, indústria, agricultura) e um terço &#8220;perdas de rendimento moderadas a totais&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>&#8220;Daqueles que sofreram danos na habitação, 23,3% não tinham qualquer seguro&#8221; e, &#8220;entre os que perderam rendimento, 40% não tinham seguro para essa situação&#8221;, esclareceu o docente do Politécnico de Leiria, precisando que &#8220;um quinto dos afetados tinha cobertura total para os danos em habitação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Grande parte da população enfrentou a tempestade sem rede de segurança financeira&#8221;, alertou, antecipando uma &#8220;lenta recuperação económica&#8221;.</P><br />
<P>Já no que se refere à privação de infraestruturas, &#8220;quase um terço [dos inquiridos] ficou cinco semanas ou mais sem comunicações&#8221; e mais de metade &#8220;sem eletricidade durante mais de duas semanas&#8221;.</P><br />
<P>Esta &#8220;foi uma crise que demorou não dias, mas algumas semanas a recuperar no caso das infraestruturas&#8221;, adiantou Ricardo Cavadas, investigador na área do marketing social.</P><br />
<P>Concluída a fase quantitativa, o estudo vai prosseguir com entrevistas a várias entidades, desde autarquias ao Governo, da Proteção Civil a responsáveis de empresas de infraestruturas essenciais, incluindo instituições que visam a solidariedade e forças de segurança, prevendo-se a conclusão em setembro.</P><br />
<P>Os resultados vão ser partilhados com as autoridades locais e nacionais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768886]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Uma Imagem Solidária&#8221; regressa hoje com nova proposta de &#8220;partilha solidária&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 9.ª edição da iniciativa "Uma Imagem Solidária", que reúne 70 imagens de fotógrafos portugueses, é inaugurada hoje, na Fundação Portuguesa das Comunicações, e destina as receitas ao Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere (CRIFZ).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A 9.ª edição da iniciativa &#8220;Uma Imagem Solidária&#8221;, que reúne 70 imagens de fotógrafos portugueses, é inaugurada hoje, na Fundação Portuguesa das Comunicações, e destina as receitas ao Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere (CRIFZ).</P><br />
<P>&#8220;Uma Imagem Solidária&#8221; constitui uma hipótese de &#8220;partilha solidária&#8221;, como afirma o Presidente da República, António José Seguro, numa mensagem em vídeo de apoio a esta ação, que conta com o alto patrocínio da Presidência da República, à semelhança das edições anteriores.</P><br />
<P>O projeto junta fotojornalistas e outros fotógrafos, consiste na doação de uma fotografia que será depois adquirida pelo público, por um valor mínimo de 20 euros, sendo as receitas destinadas a uma entidade como donativo, explicou o fotojornalista da agência Lusa António Cotrim, autor da iniciativa.</P><br />
<P>O CRIFZ, beneficiário deste ano, está situado naquele concelho do distrito de Santarém, presta serviços de apoio a crianças e adultos com necessidades especiais, assim como às suas famílias, e ficou parcialmente inoperacional devido aos danos causados pelo mau tempo, em particular pela tempestade Kristin.</P><br />
<P>Na sua mensagem em vídeo, o Presidente da República, António José Seguro, destaca a ação do CRIFZ: &#8220;O Centro tem quase meio século e é uma obra notável de solidariedade e de humanismo&#8221;, que, &#8220;ao longo dos anos, foi desenvolvendo novas valências, no apoio à comunidade local&#8221;, constituindo &#8220;um exemplo de uma imagem solidária que merece todo o nosso apoio&#8221;.</P><br />
<P>Nesta mensagem, António José Seguro apela à participação: &#8220;Juntamos a arte à solidariedade e damos forma a um dos mais nobres comportamentos humanos: a partilha &#8211; a partilha de olhares, a partilha solidária, a partilha de cada um de nós se afirmar como ser humano&#8221;, afirma o chefe de Estado, destacando que &#8220;&#8216;Uma imagem solidária&#8217; tem um promotor, um rosto, o fotojornalista António Cotrim, que há quase uma década contagia colegas de profissão e outros fotógrafos&#8221;.</P><br />
<P>António Cotrim, por seu lado, espera que este ano seja novamente alcançado um valor significativo de apoio. &#8220;Juntos somos mais solidários e as crianças são o nosso futuro&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>&#8220;Uma Imagem Solidária&#8221; conta ainda com apoio da agência Lusa, da Fundação Portuguesa das Comunicações e da DePaço Foudation, da Dell Technologie, da Colorfoto e da FinePrint, e ainda de outras entidades como TunetRadio, Guache Condomínios, Logotexto, Visapress, TRN &#8211; Rodoviária Internacional &#8212; Nacional e Abreu Advogados.</P><br />
<P>No ano passado, a receita obtida &#8211; 4.500 euros &#8211; reverteu para a A Gaticão &#8211; Associação dos Amigos dos Animais Abandonados, em Aveiro, tendo uma marca de produtos animais doado uma tonelada de comida em parceria com a iniciativa.</P><br />
<P>As fotos podem ser trocadas por doações e também podem ser vistas no Instagram e na página do Facebook de &#8220;Uma Imagem Solidária&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>MAG/SB // PDF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768885]]></sapo:autor>
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		<title>Torreense busca novo sonho com I Liga, Casa Pia procura manter-se no escalão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:39:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Casa Pia e Torreense disputam hoje a última vaga na I Liga de futebol de 2026/27, em jogo da segunda mão do play-off de acesso ao primeiro escalão, em Rio Maior, depois do empate 0-0 no primeiro jogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Casa Pia e Torreense disputam hoje a última vaga na I Liga de futebol de 2026/27, em jogo da segunda mão do play-off de acesso ao primeiro escalão, em Rio Maior, depois do empate 0-0 no primeiro jogo.</P><br />
<P>O jogo, no Estádio Municipal de Rio Maior, casa &#8216;emprestada&#8217; do Casa Pia, acontece poucos dias após a histórica conquista da Taça de Portugal pelo Torreense, que na final, no domingo, venceu o Sporting (2-1, após prolongamento).</P><br />
<P>O emblema de Torres Vedras, treinado por Luís Tralhão, é o primeiro de uma Liga secundária &#8212; foi terceiro classificado na II Liga de 2025/26 &#8211; a vencer a Taça de Portugal em 86 edições da competição, o que lhe deu, também, o apuramento para a Liga Europa da próxima época.</P><br />
<P>Numa semana que tem sido histórica para a formação de Torres Vedras, o Casa Pia, 16.º e antepenúltimo da I Liga, tenta manter-se no escalão principal e evitar, com isso, a continuidade do &#8216;estado de graça&#8217; e felicidade dos torrienses.</P><br />
<P>Por seu lado, o Torreense procura regressar à I Liga, 34 anos depois da última presença, em 1991/92. </P><br />
<P>O Casa Pia está há quatro épocas consecutivas no escalão maior, com resultados satisfatórios nas três primeiras épocas, com dois nonos lugares e um 10.º, mas nesta última deixou a permanência em &#8216;risco&#8217;.</P><br />
<P>O jogo, que tem início marcado para as 20:00 e vai ser arbitrado por Fábio Veríssimo, da associação de Leiria, marca também o fim da carreira do defesa central dos &#8216;gansos&#8217; José Fonte, aos 42 anos, após conquistar o inédito título europeu ao serviço de Portugal, em 2016, e a primeira edição da Liga das Nações, em 2019.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768884]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hong Kong aperta controlo sobre capital chinês destinado a investimento em bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:36:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Monetária de Hong Kong ordenou à banca local que endureça os critérios para abertura e gestão de contas de investimento pertencentes a cidadãos da China continental, visando travar saídas não reguladas de capitais para o exterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Monetária de Hong Kong ordenou à banca local que endureça os critérios para abertura e gestão de contas de investimento pertencentes a cidadãos da China continental, visando travar saídas não reguladas de capitais para o exterior.</P><br />
<P>Numa circular enviada na quarta-feira ao setor financeiro autorizado, o banco central &#8216;de facto&#8217; do território determinou três medidas de cumprimento obrigatório.</P><br />
<P>A primeira obriga ao encerramento imediato de quaisquer contas abertas com documentação fraudulenta ou de origem duvidosa.</P><br />
<P>As instituições financeiras deverão ainda cancelar definitivamente contas inativas que apresentem saldo nulo.</P><br />
<P>A terceira diretriz impõe uma verificação rigorosa da origem dos fundos e da autenticidade das credenciais bancárias durante a abertura de novas contas.</P><br />
<P>No âmbito do reforço regulatório, os bancos de Hong Kong passarão também a exigir aos clientes provenientes da China continental a assinatura de uma declaração de conformidade legal antes da formalização de novos contratos financeiros.</P><br />
<P>A ofensiva regulatória coincide com a campanha lançada na semana passada pela Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China.</P><br />
<P>O organismo anunciou investigações oficiais e notificações de sanções administrativas contra várias empresas chinesas e estrangeiras por alegadas irregularidades.</P><br />
<P>Entre os alvos das autoridades chinesas estão plataformas digitais conhecidas como Tiger Brokers, Futu e Longbridge.</P><br />
<P>As empresas são acusadas de exercer atividades em bolsa ilegalmente na China continental, captando património sem as licenças exigidas.</P><br />
<P>As plataformas eram populares entre pequenos investidores chineses por permitirem acesso a ações cotadas nos Estados Unidos e na Bolsa de Valores de Hong Kong.</P><br />
<P>Este mecanismo permitia aos investidores contornar os rígidos controlos cambiais impostos por Pequim, considerados uma questão de segurança macroeconómica pelas autoridades chinesas.</P><br />
<P>Perante o reforço coordenado da supervisão dos dois lados da fronteira, a Autoridade Monetária de Hong Kong apelou às instituições financeiras para redirecionarem os fluxos de capitais.</P><br />
<P>Caso residentes da China continental pretendam investir em Hong Kong, os intermediários financeiros deverão encaminhá-los exclusivamente para canais transfronteiriços autorizados.</P><br />
<P>Entre esses mecanismos estão o programa oficial de ligação transfronteiriça de gestão de patrimónios e os sistemas de ligação bolsista entre Xangai e Hong Kong e entre Shenzhen e Hong Kong.</P><br />
<P>A medida reflete a aproximação gradual entre Hong Kong, centro financeiro internacional, e os mecanismos de supervisão financeira da segunda maior economia mundial.</P><br />
<P>Ao eliminar brechas regulatórias, Hong Kong procura reforçar o estatuto financeiro internacional, assegurando que os fluxos de capitais provenientes da China continental decorrem sob supervisão estatal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768883]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pequim recebe 21 líderes estrangeiros em cinco meses e reforça influência diplomática &#8212; análise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 03:56:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas consideram que sucessão de visitas de líderes estrangeiros à China este ano está a reforçar a imagem de Xi Jinping como figura central da diplomacia global e a narrativa de Pequim como servindo de pilar do multilateralismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Analistas consideram que sucessão de visitas de líderes estrangeiros à China este ano está a reforçar a imagem de Xi Jinping como figura central da diplomacia global e a narrativa de Pequim como servindo de pilar do multilateralismo.</P><br />
<P>Nos primeiros cinco meses do ano, 21 chefes de Estado ou de Governo visitaram a China, incluindo os líderes da Alemanha, Espanha, Canadá e Reino Unido, segundo cálculos do Financial Times com base em dados do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo russo, Vladimir Putin, realizaram este mês cimeiras consecutivas com Xi. Esta semana, deslocaram-se também a Pequim o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e o Presidente sérvio, Aleksandar Vucic.</P><br />
<P>Analistas citados pelo jornal britânico consideram que a &#8220;parada&#8221; de líderes estrangeiros ajuda Pequim a apresentar-se como parceiro estável e defensor da ordem multilateral, numa altura em que os Estados Unidos enfrentam críticas pela imprevisibilidade da política externa de Trump.</P><br />
<P>Para o público interno chinês, o fenómeno evoca ainda o antigo sistema tributário imperial, em que governantes estrangeiros viajavam até à corte do imperador chinês.</P><br />
<P>&#8220;Há um contexto chinês particular nisto, sobretudo na forma como é percecionado pelo público chinês, como um regresso ao estado natural das coisas, em que os outros vêm até si&#8221;, afirmou John Delury, historiador da China moderna e investigador sénior da Asia Society.</P><br />
<P>&#8220;O imperador nunca saía da China&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Xi Jinping tem reduzido significativamente as deslocações ao estrangeiro. O líder chinês não saiu do país este ano e realizou apenas seis viagens internacionais em 2025.</P><br />
<P>Segundo dados compilados pela Asia Society, Xi realizou 100 visitas ao estrangeiro nos primeiros sete anos após assumir a liderança do Partido Comunista Chinês, em 2012, mais do que as 90 viagens feitas pelos presidentes norte-americanos Barack Obama e Donald Trump no mesmo período.</P><br />
<P>Desde o levantamento das restrições da pandemia da covid-19, em 2022, Xi realizou apenas 26 deslocações internacionais, contra 56 dos Presidentes norte-americanos Joe Biden e Donald Trump.</P><br />
<P>Neil Thomas, especialista em política chinesa no Australian Strategic Policy Institute (ASPI), considerou que as viagens recentes de Xi se concentraram sobretudo em países vizinhos e parceiros estratégicos da Ásia Central e do sudeste asiático, regiões frequentemente &#8220;negligenciadas&#8221; pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Para Damien Ma, diretor do centro Carnegie China, sediado em Singapura, receber líderes em encontros bilaterais permite a Pequim exercer maior influência sobre parceiros menos poderosos e privilegiar relações diretas em detrimento de fóruns multilaterais.</P><br />
<P>&#8220;Para a China, a estrada para a Europa passa por Berlim e Paris, não por Bruxelas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo os analistas, as visitas produziram resultados variados para os líderes estrangeiros.</P><br />
<P>Durante a visita do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, Pequim reduziu para metade as tarifas de 10% sobre o whisky britânico e autorizou viagens sem visto para cidadãos do Reino Unido, enquanto a farmacêutica AstraZeneca anunciou um investimento de 15 mil milhões de dólares (quase 13 mil milhões de euros) na China.</P><br />
<P>No caso do Canadá, Xi concordou em levantar tarifas sobre sementes de colza, uma importante exportação agrícola canadiana, durante a visita do primeiro-ministro Mark Carney.</P><br />
<P>Michael Kovrig, antigo diplomata canadiano detido na China durante quase três anos, afirmou ao FT que as visitas de líderes ocidentais &#8220;ansiosos&#8221; por se aproximarem de Pequim reforçam a narrativa promovida por Xi sobre &#8220;a ascensão da China e o declínio dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>O analista defendeu que os países ocidentais deveriam coordenar melhor as políticas em relação à China, em vez de procurarem acordos bilaterais isolados.</P><br />
<P>Apesar da intensa agenda diplomática, alguns observadores consideram que Xi estará cada vez mais focado na política interna à medida que se aproxima o 21.º Congresso do Partido Comunista Chinês, previsto para 2027, no qual deverá assegurar um quarto mandato de cinco anos no poder.</P><br />
<P>&#8220;Já estamos basicamente em período de campanha na China&#8221;, afirmou Damien Ma. &#8220;Para Xi Jinping, é melhor estar em casa do que passar o tempo num avião&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768882]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tecnológicas taiwanesas elevam endividamento para níveis recorde devido à IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 03:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnológicas de Taiwan concluíram acordos de dívida no valor recorde de 14,5 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros) este ano, para financiar investigação e desenvolvimento em inteligência artificial, informou hoje a Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As tecnológicas de Taiwan concluíram acordos de dívida no valor recorde de 14,5 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros) este ano, para financiar investigação e desenvolvimento em inteligência artificial, informou hoje a Bloomberg.</P><br />
<P>O volume de financiamento captado pelas empresas taiwanesas é quase o dobro dos 7,5 mil milhões de dólares (6,4 mil milhões de euros) obtidos no mesmo período do ano passado, segundo dados compilados pela agência de notícias.</P><br />
<P>Do montante total, os empréstimos representaram a maior fatia, com 6,2 mil milhões de dólares (5,3 mil milhões de euros), enquanto as empresas tecnológicas emitiram 5,9 mil milhões de dólares (5 mil milhões de euros) em obrigações convertíveis e outros 2,4 mil milhões de dólares (2 mil milhões de euros em papel comercial.</P><br />
<P>Um dos exemplos destacados pela agência é a Hon Hai, conhecida internacionalmente como Foxconn e considerada a maior montadora de produtos eletrónicos do mundo, que está a preparar uma emissão de obrigações convertíveis de até 1,5 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros). </P><br />
<P>Em fevereiro, a empresa já tinha obtido um empréstimo equivalente a 1,1 mil milhões de dólares (948 milhões de euros).</P><br />
<P>A Giga Computing Technology, fabricante de servidores avançados para IA, lançou este mês o primeiro empréstimo sindicalizado da empresa, com o objetivo de angariar cerca de mil milhões de dólares (862 milhões de euros), depois de a casa-mãe, a Gigabyte Technology, ter emitido 500 milhões de dólares (431 milhões de euros) em obrigações convertíveis.</P><br />
<P>Segundo Matthew Liaw, diretor da divisão de financiamento estruturado do banco CTBC, muitas empresas tecnológicas de Taiwan vão necessitar de &#8220;capital significativo&#8221; para contribuir para o desenvolvimento global da IA, o que deverá impulsionar fortemente o financiamento no curto prazo.</P><br />
<P>&#8220;Estamos agora a assistir a uma procura real relacionada com a IA (&#8230;). No entanto, continuamos prudentes na concessão de crédito a este setor em constante evolução&#8221;, afirmou Liaw, citado pela Bloomberg.</P><br />
<P>O crescimento global da IA está a beneficiar particularmente Taiwan, cuja bolsa ultrapassou esta semana a da Índia e tornou-se a quinta maior do mundo, com uma capitalização bolsista próxima dos 4,95 biliões de dólares (4,26 biliões de euros).</P><br />
<P>O produto interno bruto (PIB) da ilha cresceu 13,69% em termos homólogos no primeiro trimestre deste ano, o maior aumento em quase quatro décadas, impulsionado pelo crescimento das exportações de produtos tecnológicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768881]]></sapo:autor>
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		<title>Panamá impõe imposto de 15% a multinacionais para sair da lista negra da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 02:42:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo do Panamá aprovou uma lei que impõe um imposto de 15% sobre as receitas das empresas multinacionais, num esforço para sair da lista negra de paraísos fiscais da União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo do Panamá aprovou uma lei que impõe um imposto de 15% sobre as receitas das empresas multinacionais, num esforço para sair da lista negra de paraísos fiscais da União Europeia (UE).</P><br />
<P>O Parlamento do Panamá aprovou na quarta-feira a lei que introduz o imposto sobre as receitas brutas, caso as empresas multinacionais não consigam provar ter atividade económica no país.</P><br />
<P>Apenas um dos 71 deputados da Assembleia Nacional do Panamá não votou a favor da proposta apresentada pelo Governo.</P><br />
<P>A nova legislação visa &#8220;combater as chamadas empresas de fachada que não exercem atividades reais no país, mas obtêm rendimentos fora da jurisdição nacional sem os declarar&#8221;, segundo um comunicado do parlamento.</P><br />
<P>A lei &#8220;obriga as empresas multinacionais a demonstrarem que têm operações físicas e atividade real num país, além da simples procura de vantagens fiscais&#8221;, acrescenta a nota.</P><br />
<P>O Ministério da Economia e Finanças declarou, em comunicado, que &#8220;a nova legislação reafirma o compromisso do Panamá com os padrões internacionais de transparência fiscal e substância económica, consolidando o país como uma jurisdição fiável e moderna, alinhada com as melhores práticas internacionais&#8221;.</P><br />
<P>A lei reconhece um tratamento especial para os rendimentos derivados de ativos intangíveis desenvolvidos no Panamá, como patentes, marcas registadas e direitos de autor, &#8220;para incentivar a inovação, o desenvolvimento tecnológico e a geração de valor acrescentado no país&#8221;.</P><br />
<P>Na mais recente atualização da lista negra de paraísos fiscais, divulgada em fevereiro, a União Europeia manteve o Panamá como uma das dez &#8220;jurisdições não cooperantes para efeitos fiscais&#8221;.</P><br />
<P>A lista elaborada pelo Conselho Europa inclui Samoa Americana, Anguila, Guame, Palau, Panamá, Rússia, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens dos Estados Unidos, Vanuatu e Vietname.</P><br />
<P>Criada em dezembro de 2017 para enumerar as jurisdições consideradas &#8220;não cooperantes&#8221; a nível fiscal, a lista é atualizada duas vezes por ano em função de critérios de transparência de informação tributária, equidade fiscal e cumprimento de normas internacionais de prevenção da erosão da base tributável e do desvio de lucros das empresas.</P><br />
<P>Apesar de ser conhecida como &#8220;lista negra de paraísos fiscais&#8221;, não se refere apenas a territórios que têm uma tributação nula ou muito baixa, antes ao incumprimento de normas de boa governação fiscal, como a troca de informações entre países a nível global, de acordo com as regras definidas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e pelo bloco G20.</P><br />
<P>Em relação ao Panamá, o Conselho Europeu lembrou que continuava a ter &#8220;um regime prejudicial de isenção de rendimentos de origem estrangeira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Panamá comprometeu-se a corrigir as deficiências identificadas pelo Fórum Global [para a Transparência e a Troca de Informações da OCDE]&#8221;, acrescenta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768880]]></sapo:autor>
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		<title>Meta lança planos de assinatura pagos para as principais aplicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Meta lançou na quarta-feira planos de assinatura pagos para as suas principais aplicações, um passo importante para a gigante tecnológica que procura reduzir a sua dependência da publicidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Meta lançou na quarta-feira planos de assinatura pagos para as suas principais aplicações, um passo importante para a gigante tecnológica que procura reduzir a sua dependência da publicidade.</P><br />
<P>O anúncio foi partilhado no Instagram pela diretora de produtos da Meta, Naomi Gleit.</P><br />
<P>Simplesmente denominados Instagram Plus e Facebook Plus, estes planos oferecem, nomeadamente, funcionalidades adicionais de análise estatística e acesso a um público mais vasto.</P><br />
<P>O acesso terá um custo mensal de 3,99 dólares.</P><br />
<P>Por 2,99 dólares por mês, o WhatsApp Plus coloca a ênfase na personalização, com, nomeadamente, autocolantes premium, toques personalizados e temas para a aplicação.</P><br />
<P>Segundo Gleit, o objetivo do grupo a longo prazo é agrupar estes planos numa oferta denominada Meta One.</P><br />
<P>Este lançamento ocorre num momento em que a Meta está sob estreita vigilância por parte dos investidores devido às suas despesas massivas em inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A empresa prevê gastar este ano entre 125 e 145 mil milhões de dólares, principalmente em centros de dados dedicados à IA.</P><br />
<P>As ações da Meta subiram mais de 3% em Wall Street na quarta-feira.</P><br />
<P>Em 2023, a Meta lançou versões pagas e sem publicidade do Facebook e do Instagram para os utilizadores europeus, a fim de cumprir a legislação da UE em matéria de proteção de dados, oferecendo assim aos utilizadores a possibilidade de escolherem entre uma experiência gratuita financiada por publicidade e uma experiência paga sem anúncios.</P></p>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 0,55%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:22:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,55% para 64.644,38 pontos, após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,55% para 64.644,38 pontos, após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, baixava 0,62% para 3.893,56 pontos, às 09:20 locais (01:20 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768878]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela: Oposição denuncia agravamento de crise elétrica no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:12:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A oposição venezuelana denunciou hoje que a crise elétrica se agravou no país, com os apagões a afetarem economicamente os setores produtivos e a submeterem a população a um estado de alerta e sobrevivência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A oposição venezuelana denunciou hoje que a crise elétrica se agravou no país, com os apagões a afetarem economicamente os setores produtivos e a submeterem a população a um estado de alerta e sobrevivência.</P><br />
<P>No relatório &#8220;Viver entre Apagões&#8221;, o partido Primeiro Justiça (PJ) refere que aproximadamente 90% dos lares do país sofrem &#8220;apagões de energia diários ou esporádicos&#8221; e que em estados como Zúlia, Táchira, Mérida, Lara e Barinas, &#8220;os cortes variam entre 6 e 12 horas por dia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os cortes de energia perturbam as rotinas básicas, como dormir, cozinhar, trabalhar, carregar o telemóvel ou conservar alimentos. Isto gera irritabilidade, conflitos familiares e uma sensação de desesperança&#8221;, explica.</P><br />
<P>Segundo o PJ, todas as famílias venezuelanas sofrem economicamente devido ao racionamento e flutuações de energia, e aos danos em eletrodomésticos, causando avarias e outro tipo de prejuízos para a população, incluindo de saúde.</P><br />
<P>&#8220;Quando falha o fornecimento de energia elétrica, não só se perdem os alimentos refrigerados, também se paralisa o comércio, se afeta o descanso da população devido às altas temperaturas e se altera o horário escolar&#8221;, afirma.</P><br />
<P>O relatório refere ainda que os apagões elétricos também afetam o abastecimento de água, os hospitais, comércios e escolas e que no estado de Táchira, a Câmara de Comércio e Indústria documentou quedas de até 60% na produção, devido a falhas no fornecimento de energia elétrica.</P><br />
<P>O PJ adianta que em 05 de maio terminou os 45 dias do período de emergência energética decretado pelo Executivo, mas que a crise não se atenuou, e pelo contrário agravou-se, lamentando que os &#8220;porta-vozes do governo estejam a apelar com total descaramento à poupança de eletricidade a uma população que sofre cortes diários no serviço&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, refere, especialistas em saúde mental estão a alertar para um aumento dos casos de stress, ansiedade crónica, esgotamento emocional e distúrbios do sono, causados pela falta de previsibilidade do serviço.  </P><br />
<P>O PJ questiona a capacidade do atual executivo para oferecer soluções estruturais ao Sistema Elétrico Nacional (SEN), após décadas de deterioração por alegada falta de investimento, falhas de manutenção e opacidade na gestão e execução dos recursos.</P><br />
<P>&#8220;Após 27 anos no poder, [os governantes] afirmam agora que vão recuperar o sistema com investimentos estrangeiros multimilionários, o que não se concretiza porque, simplesmente, não existe confiança institucional&#8221;, conclui.</P><br />
<P>Em março de 2019, uma falha na Central Hidroelétrica Simón Bolívar da Barragem de El Guri causou um apagão que deixou a Venezuela às escuras durante sete dias.</P><br />
<P>Os apagões elétricos, que inicialmente se registavam apenas no interior do país, são agora também frequentes na cidade de Caracas, a capital do país, zona que tinha sido declarada como protegida pelas autoridades.</P><br />
<P>O governo atribui a crise ao aumento das temperaturas, a um alegado crescimento da atividade económica e a sanções internacionais que limitam o acesso a peças de reposição e a investimentos estrangeiros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768877]]></sapo:autor>
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		<title>Jornalista diz que CBS cancelou o seu contrato após reportagem polémica sobre imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A jornalista norte-americana Sharyn Alfonsi, do programa de investigação '60 Minutes' da cadeia de televisão CBS, denunciou que o seu contrato foi cancelado após a polémica reportagem sobre deportações de imigrantes pelo Governo de Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A jornalista norte-americana Sharyn Alfonsi, do programa de investigação &#8217;60 Minutes&#8217; da cadeia de televisão CBS, denunciou que o seu contrato foi cancelado após a polémica reportagem sobre deportações de imigrantes pelo Governo de Donald Trump.</P><br />
<P>Numa entrevista ao The New York Times divulgada na quarta-feira e citada pela estação NBC News, Sharyn Alfonsi defendeu que o término do seu contrato &#8220;passa uma mensagem assustadora a toda a redação&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a correspondente do &#8217;60 Minutes&#8217;, a CBS News terá recusado renovar o contrato após a sua reportagem sobre a deportação de homens venezuelanos para uma prisão em El Salvador pela administração Trump, que foi abruptamente retirada do ar no final do ano passado.</P><br />
<P>&#8220;Penso que foi uma escolha deliberada penalizar uma jornalista por se recusar a censurar uma reportagem precisa&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O programa &#8217;60 Minutes&#8217; acabou por exibir a reportagem de Alfonsi em janeiro, após um adiamento de última hora no final de dezembro, que a correspondente alegou não ter sido &#8220;uma decisão editorial&#8221;, mas sim política.</P><br />
<P>A reportagem não incluiu entrevistas em vídeo com responsáveis do governo de Donald Trump, mas teve declarações da Casa Branca e do Departamento de Segurança Interna que não faziam parte da reportagem inicialmente retirada.  </P><br />
<P>A peça apresentou entrevistas com homens que foram deportados dos EUA para o Centro de Confinamento do Terrorismo (CECOT, na sigla em inglês), em Tecoluca, El Salvador. </P><br />
<P>Os entrevistados descreveram tortura e abusos físicos e sexuais no complexo.</P><br />
<P>Numa reunião editorial em 22 de dezembro, na manhã seguinte à retirada da reportagem, a editora-chefe da CBS News, Bari Weiss, disse que tinha retido a peça &#8220;porque não estava pronta&#8221;, segundo uma fonte citada pela NBC News.</P><br />
<P>&#8220;Embora a reportagem apresentasse depoimentos impactantes sobre tortura no CECOT, não representava um avanço significativo &#8212; o The New York Times e outros órgãos de comunicação já tinham feito trabalhos semelhantes&#8221;, indicou Weiss à equipa da CBS News, de acordo com a mesma fonte.</P><br />
<P>Weiss é ex-colunista e editora do The New York Times e lançou o &#8216;site&#8217; The Free Press em 2021. </P><br />
<P>A Paramount Skydance, proprietária da CBS, adquiriu o The Free Press e contratou Weiss como editora-chefe da CBS News em outubro.</P><br />
<P>Alfonsi, que se estreou no &#8217;60 Minutes&#8217; em 2015, continuou a aparecer no programa de jornalismo de investigação até ao final da sua 58.ª temporada, que terminou em 17 de maio.</P><br />
<P>É a segunda correspondente do &#8217;60 Minutes&#8217; a abandonar o programa desde que Weiss se tornou editora-chefe da CBS News, seguindo-se a Anderson Cooper, que se despediu este mês após 20 anos na estação.</P><br />
<P></P><br />
<P>DMC (PDF) //</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768876]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Legisladores de Nova Iorque aprovam imposto sobre segunda habitação de luxo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os legisladores de Nova Iorque aprovaram quarta-feira um novo imposto sobre segunda habitação de luxo de indivíduos não residentes, medida-chave do autarca Zohran Mamdani para equilibrar o orçamento da metrópole.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os legisladores de Nova Iorque aprovaram quarta-feira um novo imposto sobre segunda habitação de luxo de indivíduos não residentes, medida-chave do autarca Zohran Mamdani para equilibrar o orçamento da metrópole.</P><br />
<P>Com este imposto, o presidente de câmara de Nova Iorque, eleito pelo Partido Democrata, prevê arrecadar cerca de 500 milhões de dólares por ano (429,9 milhões de euros). </P><br />
<P>A medida, aprovada pelos legisladores estaduais, afeta apenas os imóveis avaliados em 5 milhões de dólares ou mais na cidade de Nova Iorque e entrará em vigor a 01 de julho, data de início do exercício fiscal de 2027, informou o The Wall Street Journal. </P><br />
<P>O chamado imposto &#8216;pied à terre&#8217; foi apresentado conjuntamente por Mamdani e pela governadora do estado, Kathy Hochul, e interpretado como uma concessão ao autarca, tendo em conta que aquela se recusava inicialmente a apoiar um pretendido aumento de impostos sobre os mais ricos. </P><br />
<P>O jornal indica que, segundo a legislação aprovada, o Departamento de Finanças local determinará se as habitações pertencem a indivíduos que não residem permanentemente no estado e calculará o seu valor de mercado.  </P><br />
<P>A medida pode afetar cerca de 13.000 habitações e apartamentos de luxo na &#8216;Grande Maçã&#8217;, segundo o anúncio inicial. </P><br />
<P>Entre estes está o edifício de 238 milhões do magnata Ken Griffin, que Mamdani colocou na mira ao publicar um vídeo de informação sobre o imposto que foi gravado em frente à sua residência.</P><br />
<P>Em resposta, Griffin ameaçou transferir para Miami a sua empresa, o fundo de investimentos Citadel.  </P><br />
<P>Mamdani apresentou este mês um orçamento de 124.700 milhões de dólares para o exercício de 2027 apoiado por financiamento estatal e cortes em várias agências municipais, com os quais pretende fazer face a um défice de cerca de 5.400 milhões de dólares que atribui à administração anterior.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768875]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Jill Biden pensou que marido Joe estava a ter AVC durante debate de 2024 com Trump</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, revelou que pensou que o marido estava a ter um AVC durante o debate presidencial de 2024 contra Donald Trump, por Joe Biden surgir incoerente e desorientado em alguns momentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, revelou que pensou que o marido estava a ter um AVC durante o debate presidencial de 2024 contra Donald Trump, por Joe Biden surgir incoerente e desorientado em alguns momentos.</P><br />
<P>&#8220;Não fiquei horrorizada, fiquei assustada, porque nunca tinha visto o Joe assim. Nem antes&#8230; nem depois. Nunca mais o vi assim&#8221;, relatou Jill Biden no programa &#8220;Sunday Morning&#8221;, da CBS, de acordo com um excerto da entrevista divulgado na quarta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Não sei o que aconteceu. Quer dizer, quando o vi, enquanto o via, pensei: &#8216;Meu Deus, está a ter um AVC!&#8217; E isso assustou-me muito&#8221;, acrescentou a ex-primeira-dama na entrevista que será divulgada no domingo.</P><br />
<P>A hesitação de Biden (2021-2025), os seus comentários desconexos e, por vezes, a sua atitude confusa foram evidentes no debate entre o candidato democrata e Trump, em 27 de junho de 2024, em Atlanta.</P><br />
<P>A sua prestação acabou por levar o partido a substituí-lo como candidato por Kamala Harris para as eleições presidenciais de novembro desse ano, que o republicano venceu.</P><br />
<P>Muitas vozes dentro e fora do Partido Democrata criticaram duramente Biden e o seu círculo mais próximo pela insistência na sua candidatura, apesar das dúvidas sobre a sua capacidade como candidato presidencial. </P><br />
<P>Acreditam que o desempenho do político do Delaware entregou a vitória a Trump de bandeja e que a decisão de o substituir por Harris foi tomada tarde demais.</P><br />
<P>Desde que deixou a Casa Branca, Joe Biden, agora com 83 anos, foi diagnosticado em 2025 com uma forma agressiva de cancro da próstata com &#8220;metástases ósseas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768872]]></sapo:autor>
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		<title>Cuba e China querem consolidar a relação bilateral estratégica e multifacetada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:24:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodriguez, e chinês, Wang Yi, defenderam na quarta-feira a consolidação das suas relações bilaterais "estratégicas e multifacetadas", durante um encontro por ocasião de uma sessão do Conselho de Segurança da ONU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ministros dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodriguez, e chinês, Wang Yi, defenderam na quarta-feira a consolidação das suas relações bilaterais &#8220;estratégicas e multifacetadas&#8221;, durante um encontro por ocasião de uma sessão do Conselho de Segurança da ONU. </P><br />
<P>Em mensagem nas redes sociais, Rodriguez disse que concordou com o homólogo chinês em &#8220;avançar nos consensos alcançados entre os líderes de ambos países e continuar a construção de uma Comunidade de Futuro Partilhado&#8221;.</P><br />
<P>Agradeceu ainda &#8220;a permanente solidariedade e o apoio do Partido, do Governo e do Povo chinês, principalmente na atual situação em que Cuba enfrenta as ameaças e o recrudescimento extremo do bloqueio dos EUA, com medidas adicionais, sanções secundárias e um cerco energético&#8221;.</P><br />
<P>Cuba recebeu na semana passada as primeiras 15 mil toneladas de arroz, de um novo donativo de 60 mil toneladas no total, entregue por Pequim como assistência alimentar de emergência perante a grave crise económica na ilha.</P><br />
<P>Pequim prometeu &#8220;continuar a apoiar e assistir dentro das suas capacidades&#8221; a ilha e expressou a sua oposição à &#8220;interferência de forças estrangeiras&#8221; em Cuba, em referência às pressões dos EUA sobre Havana, com um bloqueio petrolífero desde janeiro e o endurecimento das medidas para setores vitais da economia.</P><br />
<P>A China, um dos principais aliados e sócios comerciais de Cuba na Ásia, também denunciou na quinta-feira &#8220;o abuso de meios judiciais&#8221;, depois da acusação feita por Washington ao ex-presidente cubano Raúl Castro pelo derrube de duas avionetas em 1996.</P><br />
<P>Na escalada de tensões com Havana nas últimas semanas, o governo dos EUA enfatizou a suposta presença de bases militares chinesas na Cuba, com a advertência de que &#8220;não tolerará&#8221; bases militares e centros de recolha de informação dos seus &#8220;adversários&#8221; na ilha. </P><br />
<P>A propósito, Pequim respondeu que &#8220;inventar pretextos e difundir rumores para difamar não pode servir de justificação para o bloqueio brutal e as sanções ilegais dos EUA contra Cuba&#8221;.</P><br />
<P>A economia de Cuba está a sofrer uma crise prolongada que se aprofundou nos últimos cinco anos, com uma contração económica de 15%, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>Havana e Pequim mantêm estreitas relações políticas e económicas, com o Estado asiático a destacar-se como um dos principais aliados dos dirigentes da ilha. </P></p>
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		<title>Incêndios: Incêndio em Arouca em fase de rescaldo desde as 23:54 &#8212; Proteção Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio que deflagrou numa zona florestal do concelho de Arouca entrou em fase de rescaldo pelas 23:54 de quarta-feira, adiantou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio que deflagrou numa zona florestal do concelho de Arouca entrou em fase de rescaldo pelas 23:54 de quarta-feira, adiantou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto.</P><br />
<P>O fogo, que deflagrou na freguesia de Escariz e que teve alerta pelas 17:30, foi dado como dominado pelas 21:20 e em resolução pelas 23:54, detalhou a mesma fonte.</P><br />
<P>Ainda segundo fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto, pelas 00:00 de hoje não havia indicação de feridos ou danos causados pelo fogo, mantendo-se no terreno 114 operacionais, apoiados por 34 viaturas.</P><br />
<P>Num balanço anterior, a fonte da Proteção Civil tinha referido que o incêndio afetava apenas zona de mato.</P><br />
<P>O comandante dos Bombeiros Voluntários de Arouca acrescentou também anteriormente que a ocorrência registava &#8220;coisas estranhas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Houve muitos focos de incêndio a surgir à mesma hora e isso não é natural, portanto as autoridades policiais agora vão investigar&#8221;, salientou Sérgio Azevedo.</P></p>
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