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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Chamavam-lhes “carros”, drogavam-nas e partilhavam os abusos no Telegram: rede já levou a quatro condenações na Alemanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação na Alemanha expôs uma alegada rede de predadores online, composta sobretudo por homens chineses e dirigida principalmente contra mulheres chinesas residentes no país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chamavam-lhe “escola de condução alemã para especialistas”, mas, segundo os procuradores, o verdadeiro objetivo dos grupos no Telegram era outro: homens partilhavam conselhos sobre como drogar mulheres, relatavam crimes sexuais e exibiam imagens das vítimas inconscientes.</p>
<p>A investigação na Alemanha expôs uma alegada rede de predadores online, composta sobretudo por homens chineses e dirigida principalmente contra mulheres chinesas residentes no país. As autoridades analisaram vários anos de mensagens em cerca de duas dezenas de grupos na aplicação Telegram, onde os participantes usavam códigos para falar das vítimas, dos sedativos e dos crimes.</p>
<p>De acordo com documentos judiciais citados pela &#8216;Associated Press&#8217;, os membros dos grupos referiam-se às mulheres como “carros”, aos sedativos como “combustível” e aos abusos sexuais como “condução”. As vítimas eram desumanizadas com expressões insultuosas, num padrão que os procuradores descrevem como particularmente cruel e organizado.</p>
<p>A investigação já levou à condenação de três alegados membros do núcleo mais próximo da rede por violação e outros crimes. Um quarto homem foi condenado esta quarta-feira em Berlim.</p>
<p>“Os autores caracterizavam-se por uma crueldade particular, pela objetificação das vítimas e pelo planeamento pérfido dos seus crimes”, afirmou à AP Dominik Mies, procurador-chefe de Frankfurt.</p>
<p><strong>Comunidade chinesa acompanha julgamentos</strong></p>
<p>Muitos detalhes continuam desconhecidos, incluindo o número total de ataques, de suspeitos e de vítimas associados aos grupos no Telegram. As restrições impostas pela lei alemã em matéria de privacidade também limitam a informação que os procuradores podem divulgar fora do tribunal.</p>
<p>Ainda assim, elementos da comunidade chinesa na Alemanha, sobretudo mulheres, têm acompanhado as audiências para apoiar as vítimas, mesmo sem as conhecerem pessoalmente. Uma das mulheres que viajou até Berlim para assistir ao julgamento disse à &#8216;AP&#8217; que o caso mostra grupos que “odeiam as mulheres” e não as veem como pessoas.</p>
<p>Na China, os casos têm sido acompanhados pelos meios de comunicação estatais, mas a discussão nas redes sociais em língua chinesa tem enfrentado censura parcial. Publicações com determinadas etiquetas terão sido apagadas ou bloqueadas, enquanto outras, com linguagem menos direta, conseguiram permanecer online.</p>
<p><strong>Comparações com o caso Gisèle Pelicot</strong></p>
<p>Os processos na Alemanha têm sido comparados ao caso de Gisèle Pelicot, a mulher francesa que foi drogada e violada durante anos pelo então marido e por homens que este convidava para a casa do casal. O julgamento em França tornou-se um marco no debate sobre violência sexual e cultura de violação, em grande parte devido à decisão de Pelicot de abdicar do anonimato.</p>
<p>Num dos julgamentos ligados à investigação alemã, um juiz afirmou que o caso Pelicot “não é um caso isolado” e que este tipo de crime não é um fenómeno francês ou chinês, mas algo que também existe na Alemanha e, em última análise, em todo o mundo.</p>
<p>Casos semelhantes têm surgido noutros países. Em Los Angeles, investigadores alemães alertaram a polícia sobre um possível suspeito de agressões sexuais facilitadas por drogas. O arguido, um estudante chinês, é acusado de ter drogado e agredido sexualmente três mulheres, alegadamente depois de obter substâncias através de um cidadão chinês na Alemanha.</p>
<p>Nos Países Baixos, a polícia deteve recentemente quatro homens suspeitos de drogar e abusar sexualmente de mulheres, depois de informações recebidas das autoridades alemãs e britânicas. A polícia neerlandesa indicou que os suspeitos usavam grupos nas redes sociais para partilhar vídeos dos abusos e discutir métodos para drogar vítimas.</p>
<p><strong>Europol lança operação internacional</strong></p>
<p>A dimensão transnacional destes casos levou a Europol a anunciar a operação “Project Medusa”, destinada a desmantelar redes online que promovem agressões sexuais facilitadas por drogas. A operação é liderada por autoridades da Alemanha e do Reino Unido e já resultou em 57 detenções.</p>
<p>A investigação alemã levanta também novas perguntas sobre o papel do Telegram. Segundo documentos judiciais, alguns dos grupos remontam pelo menos a 2020 e terão funcionado durante anos, apesar de as mensagens, fotografias e vídeos violarem claramente os termos de serviço da plataforma.</p>
<p>A Telegram afirmou, em comunicado, que a violência sexual é expressamente proibida pelas suas regras e que esse tipo de conteúdo é removido regularmente. A empresa disse ainda cumprir as obrigações legais aplicáveis, incluindo as previstas no Regulamento dos Serviços Digitais da União Europeia.</p>
<p>A plataforma não respondeu, contudo, a perguntas específicas sobre os casos alemães, incluindo se tinha conhecimento da atividade nos grupos, como foi possível que o conteúdo permanecesse durante anos e se alertou as autoridades.</p>
<p><strong>Condenação em Berlim</strong></p>
<p>A mais recente condenação ocorreu esta quarta-feira, em Berlim. Um homem de 32 anos, identificado como Zhiting S., foi condenado a cinco anos de prisão por cumplicidade em violação e outros crimes. A defesa pretende recorrer.</p>
<p>O tribunal considerou que o arguido apontou, nos grupos de conversa, um sedativo específico antes de uma agressão cometida por outro homem condenado em Frankfurt. Também foi condenado por três crimes de coação sexual relacionados com abusos da sua companheira na China, descobertos através de gravações de vídeo analisadas pelos investigadores.</p>
<p>O homem apontado pela imprensa alemã e chinesa como alegado líder da rede, identificado nos tribunais alemães como Dapeng Z., foi condenado em fevereiro a 14 anos de prisão por violação agravada, tentativa de homicídio e outros crimes. Também recorreu da sentença.</p>
<p>As autoridades alemãs afirmam que a investigação continua em curso. Isso significa que poderão surgir novas detenções e novas vítimas. Em pelo menos um caso, uma mulher só soube que tinha sido abusada sexualmente depois de os investigadores encontrarem imagens do crime.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786974]]></sapo:autor>
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		<title>NATO/Cimeira: Rutte diz que aliados europeus cumpriram compromissos com EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Rutte]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
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					<description><![CDATA[Aviões militares norte-americanos usaram até 500 vezes bases na Europa nos ataques ao Irão, revelou hoje o secretário-geral da NATO, que destacou que os aliados cumpriram os compromissos, apesar das críticas do Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Aviões militares norte-americanos usaram até 500 vezes bases na Europa nos ataques ao Irão, revelou hoje o secretário-geral da NATO, que destacou que os aliados cumpriram os compromissos, apesar das críticas do Presidente Donald Trump.</P><br />
<P>Questionado durante uma conferência de imprensa no final da cimeira da NATO em Ancara, Turquia, sobre as insistentes críticas do Presidente norte-americano aos aliados europeus, que acusou de não apoiarem os Estados Unidos (EUA) durante os ataques contra o Irão, Mark Rutte ressalvou que o assunto não tem a ver com a Aliança Atlântica, mas com acordos bilaterais com Washington.</P><br />
<P>&#8220;Sei que Trump está desiludido&#8221;, comentou, mas garantiu que &#8220;de uma forma geral, os países europeus fizeram muito&#8221;.</P><br />
<P>Entre finais de fevereiro e meados de abril, no âmbito da operação &#8220;Fúria Épica&#8221;, houve &#8220;até 500 saídas de bases europeias&#8221;, uma &#8220;prova de que os aliados europeus cumpriram a sua parte&#8221;, com exceção de &#8220;casos isolados&#8221;, destacou o secretário-geral da NATO.</P><br />
<P>Espanha e Itália impediram os EUA de usar as bases norte-americanas no contexto dos ataques israelo-americanos contra Teerão, que começaram em 28 de fevereiro, desencadeando fortes críticas de Donald Trump, que condenou também que os aliados europeus e o Canadá tenham recusado participar em iniciativas para procurar reabrir o estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão em retaliação pela ofensiva. </P><br />
<P>O Governo português permitiu que os EUA continuassem a usar a base das Lajes, na ilha Terceira, Açores, após o início dos ataques, mediante três condições &#8211; em resposta a um ataque sofrido, que fosse uma ação necessária e proporcional e que não visasse alvos civis.</P><br />
<P>Entre 16 de fevereiro e 17 de junho, as forças norte-americanas fizeram 81 escalas e 24 sobrevoos da base das Lajes, indicou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, numa audição parlamentar.</P><br />
<P>Sobre o Irão, Mark Rutte reafirmou que os 32 aliados da NATO concordam que &#8220;nunca deve alcançar uma capacidade nuclear&#8221;. </P><br />
<P>Quanto ao atual conflito, o secretário-geral afirmou que a NATO &#8220;não está envolvida&#8221;, mas não descartou uma mudança de posição. </P><br />
<P>&#8220;Obviamente, o Irão está fora do território da NATO, mas isso não significa que a NATO nunca possa envolver-se. Se ajudar, a NATO está sempre pronta para assumir qualquer papel&#8221;, disse Rutte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786942]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Penguin Random House adquire Grupo Saída de Emergência e reforça presença em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo editorial Penguin Random House adquiriu o grupo Saída de Emergência, reforçando a sua presença em Portugal e alargando o catálogo nas áreas da fantasia, ficção científica, terror, 'thriller', romance e romance histórico, anunciou hoje a editora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo editorial Penguin Random House adquiriu o grupo Saída de Emergência, reforçando a sua presença em Portugal e alargando o catálogo nas áreas da fantasia, ficção científica, terror, &#8216;thriller&#8217;, romance e romance histórico, anunciou hoje a editora.</p>
<p>Em comunicado, a Penguin Random House afirma que a integração do Grupo Saída de Emergência permitirá ampliar o catálogo do grupo em Portugal para mais de 8.000 títulos, mantendo, contudo, a identidade editorial das suas chancelas &#8211; Saída de Emergência, Chá das Cinco e Desassossego -, bem como do universo BANG!, um projeto multiplataforma dedicado à literatura de género.</p>
<p>Este projeto dedicado à literatura de género integra uma coleção editorial, uma revista e um festival literário, sendo considerado um dos elementos distintivos do grupo Saída de Emergência.</p>
<p>Considerado um dos grupos editoriais portugueses de referência na literatura de género e na cultura popular, o grupo Saída de Emergência foi fundado em 2003 por Luís Corte Real, tendo-se afirmado no mercado livreiro pela publicação de autores internacionais de grande projeção, como George R. R. Martin, Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Nora Roberts, Clive Cussler e Andrzej Sapkowski.</p>
<p>O grupo passa agora para a alçada da Penguin Random House, que já era um dos maiores a nível nacional, representando &#8220;um novo passo na estratégia de crescimento sustentável do grupo em Portugal&#8221;, reforçando &#8220;a sua posição no mercado editorial português&#8221; e ampliando a sua &#8220;capacidade de chegar a novos leitores através de um catálogo diversificado de literatura de género&#8221;, destaca o comunicado.</p>
<p>&#8220;A dimensão internacional da Penguin Random House permite-nos olhar para os nossos projetos com uma nova ambição&#8221;, afirma o fundador da Saída de Emergência, citado no comunicado, destacando o potencial de crescimento da revista e do festival BANG!.</p>
<p>Luís Corte Real considera que a entrada na &#8220;família Penguin Random House&#8221; representa &#8220;uma oportunidade única&#8221; para desenvolver os projetos editoriais e valorizar os autores publicados pela editora.</p>
<p>Por sua vez, a direção da Penguin Random House em Portugal, representada por Clara Capitão e Pedro Veiga, salienta que a aquisição permite integrar &#8220;um catálogo de elevada qualidade&#8221; e uma comunidade de leitores &#8220;fiel e muito participativa&#8221;, assegurando a continuidade das marcas editoriais agora incorporadas, acompanhando os seus autores e as suas chancelas &#8220;para que cheguem a um número cada vez maior de leitores&#8221;.</p>
<p>Também a diretora executiva da Penguin Random House Grupo Editorial, Núria Cabutí, considera que a operação reforça a aposta do grupo na construção de &#8220;um grupo editorial em língua portuguesa plural, inovador e diversificado&#8221;.</p>
<p>Esta aquisição dá continuidade ao percurso de consolidação da Penguin Random House Grupo Editorial em Portugal, após a integração da 20/20 Editora, em 2021.</p>
<p>Questionada pela Lusa, fonte oficial do grupo não quis revelar o valor da aquisição.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786954]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PCP admite debate de urgência sobre exames nacionais se ministro adiar audição na AR</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pcp-admite-debate-de-urgencia-sobre-exames-nacionais-se-ministro-adiar-audicao-na-ar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP desafiou hoje o ministro da Educação a comparecer no Parlamento para uma audição sobre a avaliação dos exames nacionais até ao fim da próxima semana, admitindo, caso contrário, agendar um debate de urgência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PCP desafiou hoje o ministro da Educação a comparecer no Parlamento para uma audição sobre a avaliação dos exames nacionais até ao fim da próxima semana, admitindo, caso contrário, agendar um debate de urgência.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, na Assembleia da República, Paulo Raimundo afirmou que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, não deu ainda uma data para comparecer na audição parlamentar potestativa (de caráter obrigatório) requerida pelos comunistas sobre os problemas verificados nas últimas semanas na avaliação dos exames nacionais.</p>
<p>O líder comunista, embora reconhecendo que o ministro não está obrigado a comparecer numa data concreta, afirmou que o PCP não permitirá que Fernando Alexandre adie para &#8220;a semana de 20, 24, 25, início de agosto, setembro&#8221; explicações &#8220;que têm que ser dadas agora&#8221;: &#8220;Utilizaremos todos os meios que temos ao nosso dispor (&#8230;) se não for pela porta, é pela janela&#8221;, frisou.</p>
<p>Raimundo adiantou que, caso o ministro da Educação &#8220;não encontre data para vir à Assembleia da República dar explicações e garantias&#8221; e esclarecer &#8220;em concreto o que está a fazer para que nenhum aluno seja prejudicado&#8221;, o partido poderá avançar com o agendamento de um debate de urgência na próxima semana.</p>
<p>&#8220;Se o ministro entender manter este empurrar com a barriga para a frente, se o agendamento potestativo não responder à urgência que está colocada, nós temos sempre a possibilidade de avançar com um debate de urgência na Assembleia sobre esta matéria&#8221;, referiu.</p>
<p>Questionado sobre a recusa, pelo Presidente da Assembleia da República, de um pedido de debate de urgência requerido pelo Chega sobre os exames nacionais, para o próximo dia 15, Raimundo apontou que essa decisão se deveu ao dia escolhido e detalhou que o PCP pediria o agendamento deste debate para 16 ou 17 de julho, dias em que estão agendadas as últimas sessões plenárias antes das férias parlamentares.</p>
<p>Uma vez que no dia 16 está já marcado o debate do Estado da Nação, Raimundo considerou que este debate de urgência pode ser agendado para dia 17, cuja sessão plenária tem apenas prevista a realização de votações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786960]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MG prepara nova geração híbrida plug-in, estacionamento inteligente e robotáxis de nível 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:20:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a MG, o objetivo é democratizar o acesso a tecnologias avançadas, desde grupos motopropulsores híbridos mais eficientes até sistemas de apoio ao estacionamento, condução assistida em autoestrada e testes de robotáxis de nível 4]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MG apresentou o seu novo plano tecnológico, com foco na eletrificação, em sistemas avançados de assistência à condução e no desenvolvimento de soluções de mobilidade autónoma. A marca quer tornar estas tecnologias mais acessíveis e adaptadas às condições reais de utilização dos condutores europeus.</p>
<p>O plano foi anunciado durante o MG Tech Day, realizado na sede da marca no Reino Unido, em Londres, e inclui a próxima geração da tecnologia Plug-in Hybrid+, a introdução da bateria MG SolidCore nos futuros modelos híbridos plug-in e a evolução dos sistemas ADAS, desenvolvidos com dados recolhidos em estradas europeias.</p>
<p>Segundo a MG, o objetivo é democratizar o acesso a tecnologias avançadas, desde grupos motopropulsores híbridos mais eficientes até sistemas de apoio ao estacionamento, condução assistida em autoestrada e testes de robotáxis de nível 4.</p>
<p><strong>Nova tecnologia híbrida plug-in chega em 2027</strong></p>
<p>A nova tecnologia Plug-in Hybrid+ da MG combina motores híbridos a gasolina, eletrificação inteligente e uma transmissão híbrida de nova geração, com o objetivo de melhorar eficiência, desempenho e conforto de utilização.</p>
<p>O sistema será estreado em 2027 no novo MG ZS Plug-in Hybrid+ e inclui motores híbridos a gasolina 1.1 turbo e 1.5 turbo, desenvolvidos especificamente para aplicações eletrificadas. Segundo a marca, estes motores atingem uma eficiência térmica máxima superior a 42% e 43%, respetivamente.</p>
<p>A nova transmissão híbrida integra duas soluções centrais: Power Split e Motor Decoupling. A primeira distribui de forma inteligente a potência entre o motor de combustão e os motores elétricos, otimizando o fluxo de energia em função das condições de condução. A segunda permite desacoplar completamente o gerador quando o veículo circula em modo elétrico, reduzindo perdas mecânicas e aumentando a eficiência.</p>
<p><strong>Menos ruído e mais desempenho</strong></p>
<p>A MG afirma que o novo Plug-in Hybrid+ seleciona automaticamente o modo de funcionamento mais adequado em cada situação: condução elétrica a baixa velocidade, modo Power Split em velocidades intermédias e tração direta do motor de combustão em velocidades mais elevadas.</p>
<p>A marca aponta para aceleração dos 0 aos 100 km/h em menos de seis segundos e recuperação dos 80 aos 120 km/h em 3,5 segundos. A capacidade de arranque em subida melhora até 72%, reforçando a resposta do veículo em inclinações e condições de condução mais exigentes.</p>
<p>O refinamento também foi trabalhado. Ao eliminar o funcionamento em vazio do gerador durante a condução elétrica, a tecnologia Motor Decoupling reduz os níveis de ruído, vibração e aspereza em até 5 dB, comparativamente com sistemas híbridos plug-in convencionais. O objetivo é aproximar a experiência de condução da oferecida por um veículo 100% elétrico.</p>
<p><strong>Bateria SolidCore para híbridos plug-in</strong></p>
<p>A MG confirmou ainda que a tecnologia MG SolidCore Battery será aplicada à futura gama Plug-in Hybrid+. A marca apresenta esta solução como a próxima etapa da sua estratégia de eletrificação, com maior estabilidade de autonomia, fornecimento de potência mais consistente e melhor desempenho em diferentes condições climáticas.</p>
<p>A bateria utiliza uma arquitetura de estado semissólido com estrutura tridimensional do tipo spinel, desenhada para melhorar a conversão de energia e acelerar a resposta de potência comparativamente com baterias convencionais de eletrólito líquido.</p>
<p>Na prática, a MG afirma que esta tecnologia permitirá reduzir o impacto das baixas temperaturas e dos níveis reduzidos de carga no desempenho do veículo, uma limitação frequente nos híbridos plug-in.</p>
<p>Os primeiros modelos MG Plug-in Hybrid+ equipados com bateria SolidCore serão três novos SUV dos segmentos B, C e D, reforçando a aposta da marca em veículos eletrificados para diferentes perfis de utilização.</p>
<p><strong>Sistemas ADAS pensados para estradas europeias</strong></p>
<p>A MG quer também acelerar o desenvolvimento dos seus sistemas avançados de assistência à condução. A marca afirma estar a trabalhar com dados recolhidos em condições reais de circulação na Europa, em vez de basear a evolução tecnológica apenas em ambientes de teste idealizados.</p>
<p>No total, foram recolhidos mais de 1,2 milhões de quilómetros de dados de condução em 24 países europeus. Estes dados permitem atualizar algoritmos e adaptar os sistemas a situações frequentes nas estradas europeias, como rotundas, cruzamentos com cedência de passagem, zonas partilhadas com elétricos e ambientes urbanos complexos.</p>
<p>Esta abordagem faz parte da estratégia “Na Europa, para a Europa”, com a qual a MG pretende desenvolver tecnologias mais alinhadas com os hábitos de condução e os desafios de mobilidade dos clientes europeus.</p>
<p><strong>Estacionamento automático para cenários reais</strong></p>
<p>Um dos pilares desta estratégia é o sistema MG One Touch iAD, já introduzido nos modelos premium IM da marca. A tecnologia foi desenvolvida para responder a situações reais de estacionamento e é capaz de lidar com mais de 30 cenários complexos e mais de 300 tipos de lugares, incluindo espaços sem marcações no pavimento.</p>
<p>O sistema inclui assistência ao estacionamento com um só comando, estacionamento junto ao passeio, saída automática de lugares apertados e marcha-atrás assistida. Esta última funcionalidade memoriza o percurso efetuado pelo veículo até 100 metros e permite repetir automaticamente esse trajeto em marcha-atrás, com deteção de obstáculos.</p>
<p>A tecnologia foi pensada para desafios comuns nas cidades europeias, como lugares estreitos, ruas sem saída, acessos reduzidos, estacionamento paralelo e interação com peões e ciclistas.</p>
<p>A MG está já a desenvolver a próxima geração destas funcionalidades, que deverá incluir estacionamento de frente, controlo remoto em linha reta, assistência remota ao estacionamento e memorização das preferências do condutor, com recurso a controlo por smartphone.</p>
<p><strong>Condução assistida em autoestrada</strong></p>
<p>O próximo grande avanço será o Navigate On Autopilot, conhecido como NOA, com lançamento previsto para o final de 2027 num novo SUV da MG.</p>
<p>O sistema está a ser desenvolvido para apoiar a condução em autoestrada, onde as vias são mais estruturadas e os acessos, saídas, marcações rodoviárias e fluxos de trânsito são mais previsíveis. Sob supervisão do condutor, o NOA poderá ajudar na entrada e saída de autoestradas, na escolha e mudança de faixa e em manobras de ultrapassagem.</p>
<p>A MG sublinha que o condutor continuará a manter o controlo do veículo e a responsabilidade pela condução. A marca começará pelo Highway NOA, destinado a autoestradas, deixando o Urban NOA para uma fase posterior, não antes de 2028, devido à complexidade acrescida dos ambientes urbanos.</p>
<p><strong>Robotáxis de nível 4 em testes</strong></p>
<p>A MG está também a realizar testes de robotáxis de nível 4 na Alemanha, no Médio Oriente e na China. Este nível de autonomia refere-se a veículos capazes de circular sem intervenção do condutor dentro de áreas previamente definidas.</p>
<p>A marca considera, no entanto, prematuro avançar com uma data para a chegada desta tecnologia a modelos de produção. Para já, o objetivo é continuar a testar, validar e desenvolver soluções que possam vir a integrar a mobilidade autónoma do futuro.</p>
<p>Com este plano, a MG procura reforçar a sua posição na transição tecnológica do setor automóvel, juntando eletrificação, assistência à condução e mobilidade autónoma numa estratégia assente em soluções mais eficientes, acessíveis e adaptadas ao mercado europeu.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786961]]></sapo:autor>
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		<title>Marine Le Pen lança campanha presidencial entre aplausos, vaias e uma condenação ainda por fechar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições presidenciais]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marine le Pen]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal da Relação manteve a condenação por utilização indevida de fundos do Parlamento Europeu para pagar funcionários do partido, mas reduziu a proibição de candidatura a cargos públicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marine Le Pen lançou oficialmente a sua campanha presidencial em La Flèche, no oeste de França, apenas um dia depois de o Tribunal da Relação de Paris ter confirmado a sua condenação por desvio de fundos europeus, mas encurtado a pena de inelegibilidade, abrindo caminho a uma nova candidatura ao Eliseu.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, a líder da União Nacional foi recebida num mercado de rua com uma mistura de aplausos e protestos. Apoiantes gritaram “Marine, presidente!”, enquanto opositores responderam com palavras de ordem como “devolve o dinheiro” e “vai para a prisão”, num arranque de campanha que expôs a forte divisão em torno da sua candidatura.</p>
<p>Le Pen, de 57 anos, já concorreu três vezes à presidência francesa e lidera sondagens para as eleições do próximo ano. Desta vez, entra na corrida com uma vantagem política relevante, mas também com um problema judicial que continuará a acompanhá-la durante a campanha.</p>
<p>O Tribunal da Relação manteve a condenação por utilização indevida de fundos do Parlamento Europeu para pagar funcionários do partido, mas reduziu a proibição de candidatura a cargos públicos. A decisão reabriu a possibilidade de Le Pen disputar as presidenciais de 2027, embora o processo ainda possa chegar ao Tribunal de Cassação, a mais alta instância judicial francesa.</p>
<p>A justiça francesa ordenou ainda que Le Pen use pulseira eletrónica durante um ano. No entanto, o recurso anunciado para o Tribunal de Cassação suspende, para já, a aplicação dessa medida, permitindo-lhe iniciar a campanha sem essa limitação imediata.</p>
<p>Em La Flèche, Le Pen procurou recentrar a mensagem no tema da “renovação” de França. A sua equipa lançou um site de campanha com o slogan “Por França, Renascimento”, enquanto a candidata prometeu recuperar soberania, justiça, segurança e educação.</p>
<p>A escolha da cidade teve leitura política. La Flèche era tradicionalmente um bastião de esquerda, mas elegeu em março um presidente de câmara de 25 anos ligado à União Nacional, sinal que Le Pen apresentou como prova da expansão territorial do partido.</p>
<p>Questionada repetidamente sobre a decisão judicial, a líder da extrema-direita francesa mostrou irritação e disse que não pretende passar a campanha a analisar assuntos legais. A aposta parece ser clara: transformar o caso num episódio de resistência política e confiar que a base eleitoral se mantenha fiel, apesar da condenação.</p>
<p>A estratégia tem um paralelo evidente com Donald Trump, que conseguiu mobilizar eleitores apesar dos seus problemas judiciais. Em França, porém, a incógnita é saber se Le Pen conseguirá ir além do eleitorado fiel e conquistar novos votantes, sobretudo entre os que dizem valorizar honestidade e probidade na presidência.</p>
<p>A União Nacional chegou a preparar o cenário de substituição por Jordan Bardella, de 30 anos, caso Le Pen ficasse impedida de concorrer. Com a decisão judicial a permitir-lhe avançar, as ambições presidenciais imediatas de Bardella ficam adiadas. Le Pen já disse que, se chegar ao Eliseu, o jovem líder será o seu primeiro-ministro.</p>
<p>Sondagens citadas pela imprensa francesa continuam a apontar Le Pen como provável candidata à segunda volta das presidenciais de 2027. Ainda assim, o processo judicial mantém uma sombra sobre a campanha: se o Tribunal de Cassação confirmar a decisão antes das eleições, a candidata poderá enfrentar as últimas semanas da corrida sob restrições judiciais.</p>
<p>O arranque em La Flèche deixou claro o tom da campanha. Le Pen apresenta-se como vítima de um sistema que tentou afastá-la; os adversários insistem que uma condenação por desvio de fundos não pode ser tratada como detalhe. Entre o entusiasmo dos apoiantes e as vaias dos opositores, a extrema-direita francesa entra na corrida presidencial com força eleitoral, mas também com uma vulnerabilidade política difícil de ignorar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786957]]></sapo:autor>
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		<title>Airbus diz que tráfego aéreo cresce 3,9% ano até 2045 duplicando passageiros atuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:07:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Airbus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Airbus afirmou hoje que o tráfego aéreo mundial irá crescer em média 3,9% por ano até 2045, chegando aos 10.000 milhões de passageiros, duplicando o número atual, para o que serão necessários 42.060 aviões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Airbus afirmou hoje que o tráfego aéreo mundial irá crescer em média 3,9% por ano até 2045, chegando aos 10.000 milhões de passageiros, duplicando o número atual, para o que serão necessários 42.060 aviões.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ter um setor com um crescimento de quase 4% ao ano durante os próximos 20 anos&#8221;, resumiu o diretor de Análise e Previsões de Mercado da Airbus, Antonio da Costa, durante a apresentação da Previsão do Mercado Global (GMF) 2026-2045.</P><br />
<P>Para este ano, a empresa prevê encerrar com um crescimento de 2,1%, valor que, segundo o responsável pelo &#8216;marketing&#8217; de produto da Airbus, Ignacio Serna, está em linha com os relatórios da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).</P><br />
<P>Para dar resposta a essa procura, o fabricante europeu estima que serão necessárias 42.060 aeronaves novas até 2045, das quais 19.820 se destinarão à substituição de aeronaves mais antigas e 22.240 para responder ao crescimento do mercado. </P><br />
<P>Do total, 81% corresponderão a modelos de corredor único e os restantes 19% a aviões de fuselagem larga, uma distribuição que a Airbus atribui à crescente procura de aeronaves com custos operacionais mais baixos e maior eficiência no consumo de combustível e nas emissões de dióxido de carbono (CO2).</P><br />
<P>Com as 3.490 aeronaves atuais que permanecerão em serviço, a frota mundial atingirá as 45.550 aeronaves em 2045.</P><br />
<P>O relatório sublinha ainda que as perturbações a curto prazo, como os conflitos regionais ou os preços elevados do combustível, não estão a travar a procura a longo prazo.</P><br />
<P>A Airbus associa este crescimento à urbanização e ao surgimento de novas ligações entre cidades médias e pequenas, cujo número crescerá &#8220;a um ritmo significativamente superior&#8221; ao das grandes &#8220;megacidades&#8221;.</P><br />
<P>A previsão da Airbus aponta ainda para uma deslocação gradual do centro de gravidade do mercado para a Ásia-Pacífico, onde economias como a Índia, o Vietname, a Indonésia e a Malásia impulsionarão grande parte do crescimento, favorecidas pelo aumento do produto interno bruto (PIB), pela urbanização e por um maior volume de viagens por motivos familiares.</P><br />
<P>Em termos demográficos, a empresa calcula que a classe média mundial &#8212; o grupo demográfico com maior probabilidade de viajar de avião, segundo o relatório &#8212; aumentará em 1.400 milhões de pessoas até 2045, um aumento de 34%, enquanto as áreas urbanas somarão mais 1.300 milhões de habitantes.</P><br />
<P>O envelhecimento das frotas, acelerado após a pandemia, está também a impulsionar um ciclo de renovação, e a proporção de aviões de última geração em serviço passará dos atuais 39% para quase 100% em 2045. </P><br />
<P>A Airbus mantém uma carteira de encomendas de cerca de 9.000 aviões e mais de 70% das encomendas da família A320 correspondem aos modelos A321neo e A321XLR, destinados a rotas de médio e longo curso com custos mais baixos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786945]]></sapo:autor>
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		<title>Apple investe mais de 26.000 M€ em &#8216;chips&#8217; produzidos nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apple anunciou hoje uma parceria plurianual de mais de 30.000 milhões de dólares (cerca de 26.000 milhões de euros) com a Broadcom para conceber e produzir nos Estados Unidos mais de 15.000 milhões de 'chips'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Apple anunciou hoje uma parceria plurianual de mais de 30.000 milhões de dólares (cerca de 26.000 milhões de euros) com a Broadcom para conceber e produzir nos Estados Unidos mais de 15.000 milhões de &#8216;chips&#8217;.</P><br />
<P>Em comunicado, a Apple informou que prevê a produção, para os seus dispositivos, de mais de 15.000 milhões de processadores concebidos em conjunto pela empresa norte-americana de semicondutores Broadcom e pela Apple.</P><br />
<P>As duas empresas colaboram desde a primeira geração do iPhone, em 2007.</P><br />
<P>Para além dos &#8216;chips&#8217;, a Broadcom é especialista em produtos de conectividade, também utilizados pela Apple.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o grupo Broadcom tinha indicado, num documento apresentado à autoridade reguladora dos mercados norte-americanos (SEC), a assinatura de um novo compromisso com a Apple, válido até 2031, sem dar mais pormenores.</P><br />
<P>A tecnologia fornecida à Apple pela Broadcom é complementar aos &#8216;chips&#8217; desenvolvidos internamente pela criadora do iPhone desde 2007.</P><br />
<P>Além disso, no âmbito do acordo anunciado hoje, a Broadcom vai modernizar e ampliar as instalações de produção em Fort Collins (no estado norte-americano do Colorado), com um investimento de 1.500 milhões de dólares (cerca de 1.311 milhões de euros)</P><br />
<P>Pouco depois da abertura de Wall Street, as ações da Broadcom registavam uma subida de 2,78%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786946]]></sapo:autor>
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		<title>AWS lança programa para ajudar empresas a medir o retorno do investimento em IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:55:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amazon Web Services (AWS) anunciou um conjunto de novos programas e incentivos destinados a ajudar os seus parceiros a medir o impacto da inteligência artificial (IA) nos resultados das empresas, captar novos clientes e aumentar receitas recorrentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazon Web Services (AWS) anunciou um conjunto de novos programas e incentivos destinados a ajudar os seus parceiros a medir o impacto da inteligência artificial (IA) nos resultados das empresas, captar novos clientes e aumentar receitas recorrentes.</p>
<p>As novidades foram apresentadas durante o AWS New York Partner Summit e surgem numa altura em que, apesar da crescente adoção da IA, apenas 39% das organizações conseguem medir o impacto desta tecnologia nos seus lucros, segundo dados da McKinsey referentes a 2025.</p>
<p>Uma das principais novidades é o lançamento do Business Value Realization (BVR), um modelo desenvolvido para apoiar os parceiros da AWS na medição do impacto dos projetos de IA após a sua implementação. A iniciativa disponibiliza referências comparativas de mercado, financiamento associado ao cumprimento de indicadores de desempenho (KPIs) e uma nova certificação para parceiros que consigam demonstrar resultados mensuráveis junto dos clientes.</p>
<p>Segundo a AWS, acompanhar os clientes na fase pós-implementação tornou-se essencial para maximizar o valor dos projetos de inteligência artificial. A empresa refere que investimentos em estratégias de <em>customer success</em> podem gerar até 3,5 dólares de lucro bruto por cada dólar investido ao longo de cinco anos. Acrescenta ainda que clientes podem estar dispostos a pagar até mais 20% por serviços prestados por empresas que comprovem resultados.</p>
<p>A tecnológica anunciou também alterações no AWS Marketplace. A comissão aplicada às vendas de serviços profissionais através da plataforma foi reduzida de 2,5% para 0,5%, numa medida que pretende tornar a comercialização de serviços mais competitiva e facilitar negócios de qualquer dimensão.</p>
<p>Além disso, o Marketplace passa a integrar novas funcionalidades suportadas por IA. Entre elas está o Agent Mode, um assistente inteligente que permite aos clientes descreverem as suas necessidades e receberem recomendações de soluções e serviços disponibilizados pelos parceiros da AWS.</p>
<p>Outra novidade são as Marketplace Storefronts, espaços digitais personalizados onde os parceiros podem apresentar e comercializar as suas soluções diretamente na plataforma. A funcionalidade já está a ser utilizada por empresas como a Acce e a SoftwareOne.</p>
<p>A AWS revelou ainda que o processo de venda conjunta (<em>co-sell</em>) entre a empresa e os parceiros passa a ser apoiado por agentes de IA capazes de analisar oportunidades de negócio e fornecer recomendações em tempo real através do AWS Partner Central. De acordo com a empresa, 65% dos parceiros que utilizam esta tecnologia reportam um aumento das taxas de fecho de negócios, enquanto 54% registam contratos de maior dimensão. Desde o lançamento da solução, em março, mais de mil parceiros já a adotaram.</p>
<p>O reforço da estratégia passa igualmente pelo apoio aos Managed Service Providers (MSP). A AWS vai disponibilizar novas ferramentas para testar soluções de IA agentificada, funcionalidades para gestão de múltiplos clientes no AWS Partner Central, programas de formação especializada e financiamento para provas de conceito, com o objetivo de ajudar os parceiros a desenvolver serviços geridos baseados em IA e criar novas fontes de receita recorrente.</p>
<p>&#8220;A distância entre o investimento em IA e o seu impacto no negócio é o grande desafio que os clientes enfrentam neste momento e, por consequência, a maior oportunidade para os nossos parceiros&#8221;, afirma Julia Chen, vice-presidente de Partner Core da AWS. A responsável sublinha que a empresa deixou de encarar a implementação como a etapa final dos projetos, passando a medir o sucesso dos parceiros pelos resultados de negócio gerados para os clientes. &#8220;Estamos a investir para que os parceiros que permanecem próximos dos clientes após o lançamento tenham um dos modelos de negócio mais rentáveis do setor&#8221;, conclui.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786950]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia pode dar novo passo rumo à UE já a 14 de julho, depois de Hungria desbloquear negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:48:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Comité de Representantes Permanentes dos Estados-membros junto da União Europeia, conhecido como Coreper, acordou esta quarta-feira pedir a Kiev e Chisinau as suas posições negociais sobre o Cluster 6, dedicado às “Relações Externas”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia poderá abrir já a 14 de julho o próximo bloco de negociações de adesão com a Ucrânia e a Moldávia, num novo avanço do processo de alargamento em plena guerra russa contra Kiev.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, fontes diplomáticas confirmaram que o Comité de Representantes Permanentes dos Estados-membros junto da União Europeia, conhecido como Coreper, acordou esta quarta-feira pedir a Kiev e Chisinau as suas posições negociais sobre o Cluster 6, dedicado às “Relações Externas”.</p>
<p>A decisão deverá permitir à UE aprovar a sua posição negocial comum ainda esta semana e abrir formalmente o bloco durante conferências intergovernamentais previstas para 14 de julho, em Bruxelas, à margem do Conselho dos Assuntos Gerais.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; também noticiou que os países da UE chegaram a acordo para iniciar o processo de abertura de mais um bloco de negociações com a Ucrânia e a Moldávia, centrado nas relações externas, com uma cerimónia formal esperada para 14 de julho.</p>
<p>Se for aprovado, este será o segundo bloco negocial aberto com a Ucrânia desde o arranque formal das negociações de adesão. O primeiro, dedicado aos “Fundamentos”, foi aberto a 15 de junho e inclui matérias como Estado de direito, instituições democráticas, reforma da administração pública, critérios económicos e direitos fundamentais.</p>
<p>O Cluster 6, “Relações Externas”, abrange áreas ligadas à política comercial externa, ao alinhamento com a política externa da UE e às relações com países terceiros. Apesar de ser menos visível para a opinião pública do que os capítulos sobre justiça ou corrupção, é uma área importante para avaliar até que ponto os países candidatos alinham a sua ação externa com Bruxelas.</p>
<p>O avanço tornou-se possível depois de a Hungria ter levantado a objeção à abertura deste bloco para a Ucrânia e a Moldávia. Budapeste tinha bloqueado anteriormente a aprovação dos resultados de avaliação técnica relativos aos Clusters 2 a 6 no grupo de trabalho do Conselho dedicado ao alargamento.</p>
<p>Kiev tem pressionado os Estados-membros para que todos os blocos negociais sejam abertos o mais rapidamente possível. A Ucrânia argumenta que o processo deve refletir os progressos nas reformas e a urgência geopolítica criada pela invasão russa em larga escala.</p>
<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem defendido que a União Europeia deve cumprir os compromissos assumidos com a Ucrânia e acelerar os passos de integração. Durante a abertura da presidência irlandesa do Conselho da UE, Zelensky voltou a pedir avanços no processo de adesão e maior pressão sobre a Rússia.</p>
<p>A Ucrânia e a Moldávia lançaram formalmente negociações de adesão em junho de 2024. Para Kiev, a entrada na UE é apresentada como parte da estratégia de segurança, reconstrução e ancoragem definitiva no espaço europeu.</p>
<p>Ainda assim, o avanço negocial não elimina os obstáculos. O processo de adesão continua dependente de reformas exigentes, em particular nas áreas do Estado de direito, combate à corrupção, funcionamento das instituições e administração pública. Além disso, vários Estados-membros deverão defender interesses próprios em áreas sensíveis como agricultura, acesso ao orçamento europeu e mobilidade laboral.</p>
<p>A possível abertura do Cluster 6 reforça, por isso, o sinal político de aproximação entre Bruxelas, Kiev e Chisinau, mas não encurta automaticamente o caminho até à adesão plena. O processo continua longo, técnico e vulnerável a bloqueios nacionais. A diferença é que, depois do levantamento da objeção húngara, a UE volta a mostrar que quer manter a Ucrânia e a Moldávia em movimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786944]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 65 pessoas com sintomas de intoxicação nas Caldas da Rainha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:37:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de pessoas com sintomas de intoxicação assistidas na urgência hospitalar de Caldas da Rainha subiu de cerca de meia centena para mais de 65, informaram hoje o município e a Unidade Local de Saúde do Oeste.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de pessoas com sintomas de intoxicação assistidas na urgência hospitalar de Caldas da Rainha subiu de cerca de meia centena para mais de 65, informaram hoje o município e a Unidade Local de Saúde do Oeste.</P><br />
<P>O presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Vítor Marques (independente), disse à agência Lusa que os últimos números apontam para 65 pessoas ligadas ao torneio de futebol Footmania que deram entrada na urgência do Hospital de Caldas da Rainha com &#8220;vómitos ou diarreias&#8221;, sem gravidade.</P><br />
<P>&#8220;Houve duas ou três equipas que não tiveram condições de continuar dado o estado dos seus atletas&#8221;, esclareceu.</P><br />
<P>A Unidade Local de Saúde (ULS) do Oeste, responsável pela gestão dos hospitais e centros de saúde da região, confirmou também a identificação de 65 casos (60 crianças e cinco adultos) que deram entrada na urgência, num universo de 1.200 pessoas ligadas ao evento desportivo.</P><br />
<P>O autarca adiantou que se registaram outros casos de pessoas nas mesmas circunstâncias que não estão ligadas ao evento, sem precisar o número, acrescentando que o número total &#8220;é inferior a uma centena&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Vítor Marques, a evolução do problema está já em &#8220;curva decrescente&#8221;.</P><br />
<P>Também a ULS Oeste confirmou que &#8220;evolução é globalmente favorável, sem casos graves&#8221;, esclarecendo que &#8220;o sintoma principal é o vómito, na fase inicial, podendo ser acompanhado por diarreia, náuseas, dor abdominal e cefaleias, com registo de linfopenia, achado que reforça a hipótese de etiologia vírica&#8221;.</P><br />
<P> A Saúde Pública e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) continuam a trabalhar na identificação das causas da intoxicação alimentar e na prevenção de novos casos, depois de terem descartado a hipótese de associação à água da rede pública ou da Lagoa de Óbidos.</P><br />
<P>Segundo a autarquia, &#8220;estão a ser realizados inquéritos epidemiológicos junto das pessoas afetadas, de forma a caracterizar o surto e a reconstituir a possível fonte comum, em articulação estreita com os serviços de saúde locais, que asseguram o acompanhamento clínico das situações. Foram igualmente recolhidas amostras biológicas e alimentares, cujos resultados laboratoriais permitirão identificar o agente responsável&#8221;.</P><br />
<P>O restaurante que fornece as refeições dos atletas, na Expoeste &#8212; Centro de Exposições, &#8220;continua a fazer as refeições&#8221;, já que, segundo o autarca, a inspeção realizada pela ASAE já terá concluído que &#8220;a situação não estará relacionada com a proveniência das refeições&#8221;.</P><br />
<P>A ULS Oeste esclareceu que &#8220;se admite fonte comum de exposição associada à componente de restauração do torneio, com predomínio de casos em idade pediátrica, coerente com o perfil dos participantes. O padrão clínico e o curto período de incubação são compatíveis, em fase preliminar, com toxinfeção alimentar ou gastroenterite vírica, hipóteses a confirmar&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;a fiscalização ao espaço de restauração foi concluída sem registo de inconformidades graves&#8221;.</P><br />
<P>Ainda segundo esta entidade, todos os casos com diarreia foram sujeitos a exames, aguardando-se os resultados.</P><br />
<P>O Footmania 2026, Torneio Internacional de Futebol Juvenil, que decorre nos concelhos de Caldas da Rainha e Óbidos, no distrito de Leiria, teve início em 24 de junho e reuniu 3.600 atletas, de 200 equipas, dos quais, nesta última fase, se encontram no concelho &#8220;mais de 1.500 jovens e alguns adultos&#8221;, explicou o autarca.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786937]]></sapo:autor>
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		<title>Transportes usados, mas pouco recomendados: carro mantém domínio na Grande Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:24:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo “Tendências Urbanas de Mobilidade 2026 — AM Lisboa”, do Observatório ACP, apontou que o automóvel continua a dominar as deslocações diárias na capital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos residentes da Área Metropolitana de Lisboa vive perto de transportes públicos, conhece o passe mensal e até utilizou autocarro, metro, comboio ou barco no último mês. Ainda assim, o automóvel continua a dominar as deslocações diárias e é também o meio preferido pela maioria. A conclusão consta do estudo “Tendências Urbanas de Mobilidade 2026 — AM Lisboa”, do Observatório ACP.</p>
<p>O retrato traçado pelo estudo mostra uma contradição central na mobilidade da região: o problema não está apenas na distância às paragens ou no desconhecimento da oferta. Cerca de 80% dos inquiridos vivem a menos de 500 metros de uma paragem ou estação de transporte público e 86% conhecem o passe mensal da área onde residem. Mesmo assim, os transportes públicos continuam a ter dificuldade em convencer os utilizadores.</p>
<p>O automóvel, como condutor ou passageiro, é o meio de transporte mais utilizado por 59% dos inquiridos. Mais de metade diz deslocar-se a pé com frequência, mas apenas um em cada dez considera a deslocação pedonal o seu principal meio de transporte. Já o transporte público rodoviário é utilizado por cerca de um terço dos residentes, mas só 16% o apontam como principal opção nos dias úteis.</p>
<p>A preferência pelo carro é ainda mais expressiva quando os inquiridos são questionados sobre o meio de transporte que preferem usar dentro do seu município. O automóvel surge em primeiro lugar para 67% dos residentes, enquanto a deslocação a pé aparece como segunda opção para 43%. Bicicletas e trotinetes são, na maioria dos casos, apontadas como o meio menos preferido.</p>
<p>A explicação está menos no preço e mais na conveniência. Quase metade dos inquiridos, 48%, afirma que usaria mais transportes públicos se houvesse maior frequência ou horários mais convenientes. Outros 31% apontam a necessidade de linhas mais diretas e com menos transbordos. A redução do preço dos passes ou bilhetes é referida por 17%, ficando atrás da frequência e da simplificação das ligações.</p>
<p>O estudo mostra também que a mobilidade quotidiana na Grande Lisboa é marcada por deslocações regulares e relativamente curtas. Cerca de 89% dos inquiridos deslocam-se todos ou quase todos os dias úteis, sobretudo por motivos de trabalho, que representam 61% das deslocações. Quase metade percorre entre dois e dez quilómetros entre casa e o destino, e 60% demora até 30 minutos por trajeto.</p>
<p>Apesar de 61% dos residentes terem usado transportes públicos no último mês, a avaliação global do sistema revela fragilidades. Os transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa registam um NPS negativo de -24, indicador que mede a probabilidade de recomendação a familiares ou amigos. O Metro de Lisboa é o operador com melhor desempenho, mas fica apenas em zero. Todos os restantes operadores avaliados apresentam valores negativos.</p>
<p>Entre os operadores analisados, a Carris e a Transtejo/Soflusa surgem com os valores mais baixos de recomendação, com NPS de -26 e -28, respetivamente. A Carris Metropolitana regista -22 e a CP Urbanos de Lisboa -23. O resultado sugere que os transportes são conhecidos e usados, mas não geram níveis de satisfação suficientes para inverter a dependência do automóvel.</p>
<p>As prioridades apontadas pelos residentes reforçam essa leitura. Na mobilidade local, 60% defendem que frequência e horários dos transportes devem ser melhorados, 44% pedem ligações diretas e rápidas e 38% apontam a redução do congestionamento automóvel como uma das áreas a corrigir. A principal barreira à mudança de modo de deslocação é a falta de alternativas convenientes, referida por 34% dos inquiridos, seguida da necessidade de flexibilidade e da falta de tempo, com 22%.</p>
<p>O estudo identifica ainda problemas de circulação que ajudam a explicar a perceção dos residentes. Quase metade dos inquiridos, 46%, considera o excesso de trânsito um dos principais problemas nos seus municípios. A falta de lugares de estacionamento surge logo depois, com 42%, enquanto 33% apontam a falta de fiscalização ou de presença policial como questão relevante.</p>
<p>Na avaliação das políticas municipais de mobilidade, Oeiras, Barreiro e Cascais são os concelhos com melhor apreciação por parte dos munícipes. Setúbal destaca-se pela razão oposta: é o único concelho com saldo negativo. Ainda assim, de forma geral, há uma perceção de melhoria das condições de mobilidade nos últimos dois anos, sobretudo nos municípios mais bem avaliados.</p>
<p>A segurança rodoviária surge como outro ponto sensível. A condução distraída, referida por 48%, e o excesso de velocidade, apontado por 46%, são considerados os comportamentos mais perigosos no trânsito nas zonas de residência. A maioria dos inquiridos considera ainda que a presença das autoridades nas zonas onde vive é muito reduzida ou quase inexistente, perceção particularmente acentuada em Setúbal e Almada.</p>
<p>O estudo do Observatório ACP foi realizado pela Pitagórica, com base em 1.850 entrevistas a residentes da Área Metropolitana de Lisboa com 18 ou mais anos, com ou sem carta de condução. O trabalho de campo decorreu entre 11 e 27 de novembro de 2025 e apresenta uma margem de erro global de 2,32%.</p>
<p>A conclusão é clara: a Grande Lisboa não parte do zero em matéria de transportes públicos, mas continua longe de oferecer uma alternativa suficientemente competitiva ao automóvel. Há paragens perto de casa, há conhecimento do passe e há utilização regular. O que falta, segundo os residentes, é uma rede mais frequente, direta, fiável e capaz de competir com a rapidez e flexibilidade do carro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786276]]></sapo:autor>
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		<title>Portuguesa BA Glass garante financiamento “verde” de 25 milhões de euros do Bankinter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:16:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Bankinter Portugal e a BA Glass formalizaram um programa de papel comercial sustentável no valor de 25 milhões de euros, uma operação destinada a apoiar a transição climática e o desempenho ESG de um dos maiores produtores mundiais de embalagens de vidro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Bankinter Portugal e a BA Glass formalizaram um programa de papel comercial sustentável no valor de 25 milhões de euros, uma operação destinada a apoiar a transição climática e o desempenho ESG de um dos maiores produtores mundiais de embalagens de vidro.</p>
<p>Segundo as duas entidades, o financiamento está associado ao cumprimento de objetivos ambientais concretos, reforçando a aposta do Bankinter na integração de critérios ESG nas suas operações de crédito e no apoio a empresas que colocam a sustentabilidade no centro da sua estratégia.</p>
<p>No âmbito do acordo, a BA Glass compromete-se a atingir dois indicadores-chave de desempenho (KPIs), validados de forma independente, relacionados com a eficiência hídrica e a redução das emissões de gases com efeito de estufa. A operação contou ainda com uma <em>Second Party Opinion</em> independente, que confirmou o enquadramento sustentável do financiamento e a sua conformidade com as melhores práticas internacionais neste tipo de instrumentos.</p>
<p>As metas definidas estendem-se até 2029 e incluem a redução progressiva do consumo de água e da pegada carbónica da empresa. Os compromissos assumidos estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, em particular o ODS 12, dedicado à Produção e Consumo Sustentáveis, e o ODS 13, relativo à Ação Climática.</p>
<p>Alberto Ramos, Country Manager do Bankinter Portugal, afirma que &#8220;esta operação com a BA Glass reforça a estratégia do Bankinter em apoiar empresas que estão empenhadas em integrar a sustentabilidade no centro das suas operações. Ao disponibilizarmos soluções financeiras que apoiam a transição climática, estamos a incentivar a adoção de práticas responsáveis e o desenvolvimento de um modelo económico mais sustentável. É este o caminho que queremos continuar a trilhar em conjunto com as empresas.&#8221;</p>
<p>Já Pedro Mc Carthy, CFO do Grupo BA Glass, destaca que &#8220;a BA Glass tem mais de 90% do seu financiamento indexado a critérios ESG, e esta operação reflecte mais um passo naquilo que tem sido o nosso caminho e a nossa ambição clara: garantir que, no futuro, a totalidade do nosso financiamento esteja alinhado com estes princípios, reforçando assim o nosso total compromisso com um crescimento sustentável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786923]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Trump ameaça atacar infraestruturas civis e tomar ilha de Kharg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:15:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano ameaçou hoje atacar novamente o Irão pelo segundo dia consecutivo, visando nomeadamente infraestruturas civis, e tomar a ilha de Kharg, um importante polo petrolífero iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano ameaçou hoje atacar novamente o Irão pelo segundo dia consecutivo, visando nomeadamente infraestruturas civis, e tomar a ilha de Kharg, um importante polo petrolífero iraniano.</p>
<p>&#8220;Vamos atacá-los com força esta noite&#8221;, disse Donald Trump perante a imprensa em Ancara, por ocasião da cimeira da NATO, quando questionado sobre o reinício dos ataques norte-americanos contra o Irão.</p>
<p>Se for necessário, adiantou o líder republicano, os Estados Unidos destruirão as centrais elétricas e as instalações de dessalinização do Irão, e ameaçou tomar o controlo da ilha de Kharg, atacada na terça-feira, uma vez que &#8220;não há nada que [os iranianos] possam fazer a esse respeito&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Bolsa de Nova Iorque no &#8216;vermelho&#8217; com subida do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negoceia em queda no início da sessão com o preço do petróleo norte-americano subir mais de 5% rondando os 75 dólares por barril, após os EUA bombardearem o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa em Wall Street negoceia em queda no início da sessão com o preço do petróleo norte-americano subir mais de 5% rondando os 75 dólares por barril, após os EUA bombardearem o Irão.</p>
<p>Pelas 14:55 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones caía 1,02% para 52.386,49 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq recuava 0,45% para 25.703,38 pontos.</p>
<p>O agregado S&amp;P 500 também regredia 0,45% para 7.470,37 pontos.</p>
<p>O petróleo WTI para entrega em agosto, referência para os EUA, chegou a subir esta manhã 5,32%, para 74,19 dólares.</p>
<p>Donald Trump, afirmou hoje que o cessar-fogo com o Irão acabou e apelidou os líderes iranianos de &#8220;escumalha&#8221; e mentirosos.</p>
<p>&#8220;No que a mim me diz respeito, acabou&#8221;, respondeu Donald Trump aos jornalistas à margem da cimeira da NATO, que termina hoje em Ancara, capital da Turquia.</p>
<p>Na terça-feira, o Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) confirmou ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no estreito de Ormuz.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786909]]></sapo:autor>
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		<title>As sapatilhas brancas que quebraram o protocolo na cimeira da NATO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O detalhe destacou-se esta quarta-feira na fotografia de família da reunião da Aliança Atlântica, em Ancara, na Turquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, voltou a chamar a atenção numa cimeira da NATO ao trocar os tradicionais sapatos formais por sapatilhas desportivas brancas. O detalhe destacou-se esta quarta-feira na fotografia de família da reunião da Aliança Atlântica, em Ancara, na Turquia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cimeira decorre num contexto de forte tensão política, marcada pelas críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a aliados como Reino Unido, Espanha e Dinamarca, devido à guerra no Irão e à questão da Gronelândia. Ainda assim, além dos temas geopolíticos e do debate sobre despesa em defesa, alguns episódios paralelos acabaram por dominar parte das atenções.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Edi Rama repete escolha informal na NATO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na imagem oficial dos líderes presentes na cimeira, Edi Rama surge com sapatilhas brancas, em contraste com os mocassins e sapatos clássicos usados pela maioria dos dirigentes. O primeiro-ministro albanês já tinha feito uma escolha semelhante em junho do ano passado, na cimeira da NATO em Haia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas imagens divulgadas nas redes sociais do momento em que os líderes se preparavam para a fotografia de família, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, aparece a apontar para as sapatilhas de Rama enquanto faz um comentário a Donald Trump. O presidente norte-americano não pareceu dar grande importância ao episódio.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="tr" dir="ltr">Her saniyesinde ayrı bir detay var.</p>
<p>2 metre 2 santimetre boyundaki Arnavutluk Başbakanı Edi Rama, NATO Liderler Toplantısı’na spor ayakkabılarıyla katıldı.</p>
<p>Macron, Rama’ya takılırken bazı liderlerin de Rama’yı işaret ederek gülüştükleri görüldü.</p>
<p>Rama, uzun boyuna gönderme… <a href="https://t.co/hPSoz0DfSb">https://t.co/hPSoz0DfSb</a> <a href="https://t.co/XDb5pyPrAB">pic.twitter.com/XDb5pyPrAB</a></p>
<p>&mdash; Aykırı (@aykiri) <a href="https://x.com/aykiri/status/2074786729026863319?ref_src=twsrc%5Etfw">July 8, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um estilo próprio em eventos diplomáticos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Edi Rama, primeiro-ministro da Albânia desde 2013, é conhecido por um estilo menos convencional em ocasiões diplomáticas. O líder socialista, nascido em Tirana a 4 de julho de 1964, é também pintor, escritor, antigo professor universitário e ex-jogador de basquetebol.</p>
<p class="isSelectedEnd">A escolha de sapatilhas em eventos internacionais não é nova. Na cimeira da NATO de julho de 2024, em Washington, realizada no âmbito das comemorações dos 75 anos da Aliança Atlântica, Rama também apareceu com sapatilhas brancas. Na altura, o detalhe não passou despercebido a Emmanuel Macron, que reagiu com um gesto de aprovação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Macron também chamou atenções em Ancara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Edi Rama não foi o único líder a destacar-se por um detalhe visual na cimeira de Ancara. O presidente francês, Emmanuel Macron, voltou a usar óculos de sol de estilo aviador, acessório que já tinha dado que falar em ocasiões anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presença dos óculos de Macron e das sapatilhas de Rama acabou por acrescentar notas mais leves a uma reunião dominada por assuntos de segurança internacional, relações entre aliados e tensões em torno do papel da NATO nos principais conflitos em curso.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Rama já protagonizou outros momentos virais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro albanês tem um histórico de momentos informais em encontros internacionais. Na cimeira da Comunidade Política Europeia realizada em Tirana, Rama, que mede 2,01 metros, ajoelhou-se para receber a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, de 1,58 metros.</p>
<p>Meloni reagiu com humor ao gesto, brincando que Rama só o fazia para ficar tão alto como ela. O episódio reforçou a imagem do líder albanês como uma figura carismática e pouco presa ao formalismo habitual da diplomacia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786898]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parque logístico de 468 ME previsto para Grândola quer aproveitar localização estratégica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:43:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parque empresarial, logístico e industrial projetado para Grândola, num investimento de 468 milhões de euros, quer aproveitar a localização estratégica no eixo Sines-Lisboa-Espanha e responder "à escassez" destes "grandes espaços" em Portugal, argumentou o promotor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parque empresarial, logístico e industrial projetado para Grândola, num investimento de 468 milhões de euros, quer aproveitar a localização estratégica no eixo Sines-Lisboa-Espanha e responder &#8220;à escassez&#8221; destes &#8220;grandes espaços&#8221; em Portugal, argumentou o promotor.</p>
<p>O Grândola Logistics Park Euro-Atlantic (GLPEA) vai avançar em Grândola, no distrito de Setúbal, com um investimento estimado de 468 milhões de euros, disse hoje a empresa Qantara Capital, promotora do projeto, em comunicado.</p>
<p>&#8220;Posicionado como o novo portal de ligação para o corredor de comércio e dados Euro-Atlântico, este novo parque logístico assume uma relevância estratégica pela sua posição geográfica&#8221;, realçou.</p>
<p>Isto porque, a avançar, irá garantir &#8220;o acesso direto a rotas comerciais marítimas e a Sines&#8221;, funcionando &#8220;como uma porta de entrada para o mercado europeu&#8221;.</p>
<p>No comunicado, a Qantara Capital revelou que &#8220;o processo de licenciamento do projeto registou agora um avanço decisivo com a conclusão da consulta pública&#8221; do Estudo de Impacte Ambiental (EIA), que terminou no dia 02 deste mês.</p>
<p>Tal como a Lusa noticiou em 19 de maio, o EIA do estudo prévio do projeto, elaborado pela Terra Kappa, esteve em consulta pública.</p>
<p>O promotor adiantou hoje que prevê iniciar &#8220;as obras de infraestruturas imediatamente após a emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) e das licenças definitivas, decorrentes da aprovação do Plano de Pormenor por parte do Município&#8221; de Grândola.</p>
<p>A localização do parque garante ligação direta ao Itinerário Complementar 1 (IC1) e à Linha Ferroviária do Sul e dista apenas oito quilómetros [km] da Autoestrada do Sul (A2).</p>
<p>&#8220;Esta conectividade multimodal coloca o complexo a 50 km do Porto de Sines, a 64 km de Setúbal e a 100 km de Lisboa&#8221;.</p>
<p>A infraestrutura disponibilizará uma área total que ronda 113 hectares, com 635 mil metros quadrados de construção e um terminal ferroviário de mercadorias com um parque de contentores de 23 mil metros quadrados.</p>
<p>Trata-se de &#8220;uma plataforma estratégica de escala ibérica que responde de forma direta à escassez de grandes espaços logísticos em Portugal, um fator crítico para a competitividade do país&#8221;, realçou o presidente executivo (Chief Executive Officer ou CEO em inglês) da Qantara Capital, Hadrien Fraissinet.</p>
<p>&#8220;Ao ligarmos esta infraestrutura multimodal ao Porto de Sines e às principais redes de transporte europeias, estamos a abrir uma porta de entrada fulcral para o comércio internacional e a reforçar o posicionamento de Portugal nas cadeias de abastecimento globais&#8221;, reforçou.</p>
<p>Entre a documentação sobre o projeto disponível no portal Participa da Agência Portuguesa do Ambiente, consultado hoje pela Lusa, consta o Relatório da Consulta Pública do EIA, em que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo resumiu que foram apresentadas cinco participações discordantes do projeto, duas de concordância e 10 com sugestões.</p>
<p>Os argumentos nas participações discordantes &#8220;são centrados na perda de paisagem natural, na destruição de habitats e no risco de incêndio&#8221;, enquanto outras não apresentam argumentos concretos e uma &#8220;introduz um argumento ambiental mais elaborado sobre a função dos pinhais na regulação da humidade e da temperatura local, ainda que sem base técnica citada&#8221;, lê-se.</p>
<p>As que concordam &#8220;aceitam o projeto pelo valor económico e pela criação de emprego&#8221;, enquanto as sugestões abordam a desflorestação de cerca de 111 hectares, o abate de árvores, a impermeabilização do solo, a redução da recarga do aquífero ou a prioridade à ligação ferroviária face ao transporte rodoviário, entre outros temas.</p>
<p>O parque foi dimensionado para acolher cerca de mil utilizadores diários, gerando emprego de forma gradual e prioritariamente local, disse a empresa, acrescentando que &#8220;a procura de mão-de-obra apoia-se num universo de 33.000 profissionais ativos num raio de 30 minutos de deslocação&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786899]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 102 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 102 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 102 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</p>
<p>Entre os 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 88 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 84 adultos, indicou o MNE.</p>
<p>O anterior balanço contabilizava 100 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 59 desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.685 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786895]]></sapo:autor>
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		<title>Near is beautiful</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:38:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E já estamos em julho! Um mês de férias para muita gente&#8230; o que me deu mote para o tema de hoje:  as viagens! E a confusão associada. E tudo isto associado à poupança de energia e sustentabilidade energética (e não só).</p>
<p>Somos quase todos os dias bombardeados com imagens e notícias sobre problemas em aeroportos apinhados e tempos de espera inimagináveis, problemas com cruzeiros marítimos, filas de viaturas e acidentes. Parece que um vírus atacou a maioria da população que pretende viajar sem parar, sem descanso, sem local nenhum do mundo que venha a ser deixado de “carimbar” com o próprio pé, sem nenhum período de férias dedicado ao descanso propriamente dito, mas sim e antes ao frenesim da viagem, para tudo o que é sítio e de preferência o mais longínquo possível. Não há “ponte” ou fim de semana alargado que não seja aproveitado para esta correria. Até as os <em>very short breaks </em>de ir e vir no mesmo dia ou no dia seguinte, apenas para fazer um jantar num local especial, ir a um espetáculo ou participar num evento, começam a ser moda.</p>
<p>E ultimamente também somos confrontados noticiosamente com as ondas de calor devidas às alterações climáticas, com temperaturas recorde em períodos prolongados, nomeadamente em locais do globo onde não era hábito este tipo de fenómenos ocorrerem, tanta vez e com tanta intensidade. Com os turistas a queixarem-se de estadias insuportáveis e a impossibilidade de usufruírem adequadamente do seu período de lazer&#8230; coitados!</p>
<p>Paralelamente, instala-se o turismo de massas, proporcionado sobretudo pelas viagens <em>low cost, </em>que tem um grande impacto positivo nas economias das regiões, mas tem também um impacto negativo a nível da sobrecarga de vários sistemas regionais, e provoca até alguma desvirtuação cultural e social local.</p>
<p>Ora, tudo isto nos deverá levar a pensar um pouco. Não será a altura de abrandarmos?</p>
<p>Menos viagens terão impacto em termos do consumo energético, diminuindo-o. O que também terá impacto no aquecimento global. Viajar, viajar, viajar, muitas vezes sem critério, só porque sim, só porque ainda não fui ali, só porque o meu amigo ou familiar já lá foi e eu não, só porque há uma promoção, só porque parece mal não viajar e não marcar no mapa-mundo mais este destino&#8230; OK, é interessante, mas será isso sustentável?</p>
<p>Não será agora a altura de adotar um novo conceito, o conceito de <em>near is beautiful</em>? E o que é isto? Basicamente é o de fazer turismo próximo. Indo um pouco ao encontro da campanha “vá para fora cá dentro”. Quantas vezes nos gabamos de conhecer este monumento, esta cidade, este parque, aquela montanha, aquela praia, aquele lago, o tal restaurante numa qualquer zona do planeta? E o quanto gostamos de contar as nossas peripécias dessas viagens a quem nos rodeia? Sim, também podemos fazer tudo isso, mas mais perto de nós, eventualmente com um <em>glamour</em> diferente. Mas é o preço que temos de pagar se quisermos deixar um mundo menos mau para os nossos descendentes. É uma proposta controversa, mas os tempos são difíceis. Afinal de contas muitos conhecem muita coisa no estrangeiro, mas, por vezes, não conhecem bem o que está à sua volta.</p>
<p>Já aqui abordei o conceito de <em>small is beautiful</em> num artigo anterior (<a href="https://executivedigest.sapo.pt/small-is-beautiful/">https://executivedigest.sapo.pt/small-is-beautiful/</a> 24 agosto 2023) relacionado com a diminuição do tamanho dos veículos automóveis, que teve início na altura da primeira crise petrolífera nos anos 70 do século passado e a com a poupança de matérias-primas relacionada. Notícias de há poucos dias referem um estudo  &#8211; da responsabilidade da Federação Europeia dos Transportes e Ambiente e da Clean Cities Campaign, organizações de promoção da mobilidade sustentável &#8211; que concluiu que automóveis cada vez maiores colocam em risco pessoas e desperdiçam milhões, trazendo novos riscos para o espaço público e segurança rodoviária, colocando em causa a eficiência energética e comportando custos adicionais. É interessante como muitos conceitos voltam a ter atualidade, passados uns anos, embora eventualmente “empurrados” por motivos diferentes.</p>
<p>Assim, porque não pensar também neste conceito de <em>near is beautiful</em>? E, paralelamente, apostar em viagens menos espontâneas e mais bem preparadas, menos frequentes e frenéticas? Naturalmente que não se propõe que as pessoas deixem de viajar, mas sim que o façam de forma mais sustentável a todos os níveis.</p>
<p>Uma das hipóteses, seria a de propor que os bilhetes de avião de barco, de comboio, de autocarro, tivessem uma informação sobre a pegada de carbono de cada viagem por pessoa. O mesmo se poderia pensar para os pacotes de férias, os cruzeiros, as excursões etc.</p>
<p>Viajante esclarecido é viajante comprometido (com o ambiente e a sociedade)!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Montenegro afirma que Aliança está unida e não houve divergências</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-montenegro-afirma-que-alianca-esta-unida-e-nao-houve-divergencias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que há uma "unidade absoluta" na NATO quanto ao funcionamento e objetivos da Aliança, frisando que não houve "nenhuma querela" ou divergência durante a cimeira dos líderes, numa alusão a Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje que há uma &#8220;unidade absoluta&#8221; na NATO quanto ao funcionamento e objetivos da Aliança, frisando que não houve &#8220;nenhuma querela&#8221; ou divergência durante a cimeira dos líderes, numa alusão a Trump.</p>
<p>Em conferência de imprensa no final da cimeira de chefes de Estado e de Governo da NATO, em Ancara, Luís Montenegro afirmou que, durante a reunião, &#8220;foi confirmada a unidade entre toda a Aliança&#8221; e a &#8220;força do laço transatlântico&#8221;.</p>
<p>&#8220;À volta da mesa houve total convergência, consonância de pontos de vista sobre os assuntos que estavam a ser tratados. De todos, sem nenhuma exceção. Não houve nenhuma querela, nem nenhuma polémica, nas intervenções de todos os aliados&#8221;, assegurou.</p>
<p>O primeiro-ministro frisou que, apesar de haver, à margem, &#8220;algumas perturbações que acontecem e que muitas vezes retiram a atenção do que é essencial&#8221;, a &#8220;unidade em volta dos objetivos e dos princípios de funcionamento da Aliança Atlântica foram absolutos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu vou repetir, porque foi mesmo assim: foram absolutos. Não houve uma única divergência relativamente aos objetivos de aproximar o investimento da Europa do dos Estados Unidos da América, do ponto de vista das capacidades, dos grandes objetivos que são a dissuasão, a promoção da paz e das condições que nos dão a segurança para garantirmos os direitos fundamentais dos cidadãos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O primeiro-ministro referiu ainda que, durante a cimeira, todos os aliados reafirmaram o seu apoio à Ucrânia, &#8220;cuja luta e absolutamente crucial&#8221; para a segurança da Aliança e para a preservação dos seus &#8220;valores democráticos&#8221;.</p>
<p>No âmbito desse apoio a Kiev, Luís Montenegro referiu que Portugal se comprometeu a &#8220;reeditar em 2026 o apoio militar e financeiro&#8221; que forneceu em 2024 e 2025, mas aumentará a sua participação no programa da NATO PURL, que coordena e compra e a entrega de equipamentos militares à Ucrânia, em mais 50 milhões de euros.</p>
<p>TA/ARL // NS</p>
]]></content:encoded>
					
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