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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 09:54:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Vai de carro de férias? O “Zé” da Brisa está de volta com alertas para as viagens de verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa prolonga-se por cinco semanas, acompanhando um período marcado por viagens mais longas e maior circulação nas estradas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Brisa Autoestradas lançou esta segunda-feira uma nova vaga da campanha de segurança rodoviária “A Brisa Autoestradas chama a atenção”, desta vez centrada nas deslocações durante as férias de verão. A iniciativa prolonga-se por cinco semanas, acompanhando um período marcado por viagens mais longas e maior circulação nas estradas.</p>
<p>O protagonista volta a ser o “Zé”, uma personagem inspirada em comportamentos reais e que representa, de forma bem-humorada, situações de distração, falta de experiência ou excesso de confiança ao volante. A mensagem central mantém-se: a segurança rodoviária depende da atenção de todos os utilizadores da estrada.</p>
<p>Nesta nova campanha, o “Zé” prepara uma viagem de carro até ao Algarve. O cenário serve para lembrar os condutores de que devem estar atentos à sua própria condução, mas também antecipar os comportamentos e eventuais erros de quem circula à sua volta.</p>
<p>O aumento do tráfego, a maior duração das viagens e a concentração de veículos tornam o verão um período particularmente exigente nas estradas. O excesso de velocidade, o uso do telemóvel, o consumo de álcool, o cansaço e o incumprimento das regras de segurança são alguns dos comportamentos destacados pela campanha.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pela Brisa Autoestradas, cerca de 90% dos acidentes estão associados a fatores humanos e um em cada quatro envolve excesso de velocidade. A utilização do telemóvel durante a condução pode, por sua vez, multiplicar por quatro o risco de acidente.</p>
<p>“No verão mudam os destinos, mas a importância da atenção mantém-se”, afirma Inês Oliveira, diretora de Marketing Estratégico do Grupo Brisa. A responsável sublinha que, perante o aumento das viagens e das situações imprevisíveis, conduzir em segurança exige capacidade para antecipar e reagir ao que acontece na estrada.</p>
<p>A campanha integra um filme principal e três conteúdos adicionais dedicados ao álcool, ao excesso de velocidade e à distração causada pelo telemóvel. Desenvolvida pelas agências Stream e Tough Guy, com produção da 78 Films, terá presença na televisão, rádio, publicidade exterior, meios digitais, redes sociais e plataformas do Grupo Brisa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788418]]></sapo:autor>
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		<title>Como evitar cair numa burla financeira? Sete sinais de alerta que podem proteger as suas poupanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a DECO PROteste, os casos de consumidores que perdem dezenas ou mesmo centenas de milhares de euros têm aumentado. A boa notícia é que muitas destas burlas apresentam sinais de alerta que permitem identificá-las antes de ser tarde]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As burlas financeiras tornaram-se cada vez mais sofisticadas e já não visam apenas pessoas pouco familiarizadas com a tecnologia. Hoje, qualquer consumidor pode ser alvo de esquemas que recorrem a inteligência artificial, plataformas falsas, identidades credíveis e técnicas de manipulação psicológica.</p>
<p>Segundo a DECO PROteste, os casos de consumidores que perdem dezenas ou mesmo centenas de milhares de euros têm aumentado. A boa notícia é que muitas destas burlas apresentam sinais de alerta que permitem identificá-las antes de ser tarde.</p>
<p><strong>1. Desconfie de promessas de ganhos elevados e sem risco</strong></p>
<p>Se alguém lhe garante rentabilidades muito acima do mercado e assegura que o investimento não tem risco, desconfie.</p>
<p>Nos mercados financeiros não existem lucros garantidos. Quanto maior é a rentabilidade prometida, maior tende a ser o risco associado.</p>
<p><strong>2. Nunca tome decisões sob pressão</strong></p>
<p>Uma das técnicas mais utilizadas pelos burlões consiste em criar um sentimento de urgência.</p>
<p>Frases como &#8220;a oportunidade termina hoje&#8221;, &#8220;restam poucas vagas&#8221; ou &#8220;tem de investir imediatamente&#8221; pretendem impedir que confirme a informação ou procure aconselhamento.</p>
<p>Um investimento sério nunca exige uma decisão precipitada.</p>
<p><strong>3. Confirme sempre se a entidade está autorizada</strong></p>
<p>Antes de transferir dinheiro, verifique se a empresa está registada junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ou do Banco de Portugal, quando aplicável.</p>
<p>Se a entidade não estiver autorizada, poderá não existir qualquer mecanismo de proteção caso o dinheiro desapareça.</p>
<p><strong>4. Tenha atenção aos detalhes dos emails e dos sites</strong></p>
<p>Os burlões conseguem criar páginas muito semelhantes às de bancos ou plataformas legítimas.</p>
<p>Antes de clicar em qualquer ligação, confirme cuidadosamente o endereço do site, o domínio utilizado e o remetente do email. Pequenas diferenças na escrita, erros ortográficos, alterações no logótipo ou assinaturas inconsistentes podem denunciar uma fraude.</p>
<p><strong>5. Nunca instale programas de acesso remoto</strong></p>
<p>Se alguém lhe pedir para instalar aplicações que permitam controlar o seu computador ou telemóvel à distância, recuse.</p>
<p>Estas ferramentas podem dar aos burlões acesso às suas contas, palavras-passe e dados bancários, facilitando operações sem o seu conhecimento.</p>
<p><strong>6. Se não consegue levantar o dinheiro, há motivo para desconfiar</strong></p>
<p>Um dos sinais mais frequentes das burlas de investimento surge quando a vítima tenta recuperar o dinheiro.</p>
<p>Pedidos para pagar novas taxas, impostos, comissões ou depósitos adicionais para desbloquear levantamentos são um forte indicador de fraude. Nenhum pagamento adicional garante a recuperação do dinheiro investido.</p>
<p><strong>7. Pesquise antes de investir</strong></p>
<p>Uma simples pesquisa na internet pode evitar grandes prejuízos.</p>
<p>Procure opiniões, reclamações e relatos de outros utilizadores em diferentes plataformas. Se encontrar vários testemunhos sobre dificuldades em recuperar o dinheiro ou pedidos sucessivos de novos pagamentos, o mais prudente é não avançar.</p>
<p><strong>A melhor proteção continua a ser a informação</strong></p>
<p>As burlas financeiras evoluem constantemente, mas continuam a explorar os mesmos fatores: confiança, desconhecimento e pressão emocional.</p>
<p>Antes de investir, informe-se, confirme sempre a credibilidade da entidade e nunca tome decisões precipitadas. Alguns minutos de verificação podem evitar a perda das suas poupanças e poupar-lhe um problema que, muitas vezes, é impossível de resolver.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787590]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conselho da UE aprova medidas para mitigar preços dos adubos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) aprovaram hoje medidas para ajudar os agricultores europeus a enfrentar o forte aumento dos custos dos fertilizantes e que entram em vigor no dia seguinte à publicação oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) aprovaram hoje medidas para ajudar os agricultores europeus a enfrentar o forte aumento dos custos dos fertilizantes e que entram em vigor no dia seguinte à publicação oficial.</p>
<p>As medidas adotadas incluem um novo regime de liquidez no âmbito do desenvolvimento rural para apoio a crises, a opção de os Estados-membros anteciparem o pagamento dos pagamentos diretos aos agricultores, ajudando-os a gerir as suas necessidades de tesouraria a curto prazo e ainda a possibilidade de os Estados-membros ajustarem as suas dotações para pagamentos diretos para 2027.</p>
<p>O regulamento aprovado pelo Conselho da UE &#8211; já validado pelo Parlamento Europeu &#8212; responde à subida de preços dos adubos e de outros fatores de produção, tendo a proposta sido apresentada pela Comissão Europeia em 12 de junho de como parte de um pacote mais amplo de medidas que respondem ao impacto da crise do Médio Oriente nos mercados agrícolas.</p>
<p>O regulamento foi aprovado em regime de urgência para que os apoios cheguem aos agricultores o quanto antes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788425]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prazo para corrigir exames nacionais  termina amanhã, mas professores continuam a receber novas provas para classificar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A um dia do fim do prazo definido para a classificação dos exames nacionais do 11.º e 12.º anos, persistem os constrangimentos no processo de correção, com professores a denunciarem que continuam a receber novos itens para avaliar e que alguns docentes foram convocados durante o fim de semana para integrarem, à última hora, as equipas de classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A um dia do fim do prazo definido para a classificação dos exames nacionais do 11.º e 12.º anos, persistem os constrangimentos no processo de correção, com professores a denunciarem que continuam a receber novos itens para avaliar e que alguns docentes foram convocados durante o fim de semana para integrarem, à última hora, as equipas de classificadores. A situação está a aumentar a pressão sobre os profissionais, numa altura em que o prazo para concluir o trabalho termina esta terça-feira, 14 de julho.</p>
<p>Ao <a href="https://www.dn.pt/sociedade/prazo-para-classificar-exames-termina-amanh-e-ainda-h-professores-a-receber-perguntas-para-corrigir#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, Cristina Mota, porta-voz da Missão Escola Pública (MEP), acusa o Governo de querer garantir que as pautas sejam divulgadas dentro do calendário previsto &#8220;a qualquer custo&#8221;. A responsável afirma que continuam por resolver vários problemas técnicos, incluindo folhas de continuação em falta, provas que ainda não foram carregadas na plataforma e perguntas repetidas já classificadas. A MEP alerta que estas falhas podem comprometer o rigor da avaliação e garante que alguns professores receberam convocatórias durante o fim de semana, por escrito ou por telefone, para passarem a desempenhar funções de classificadores. Um dos casos relatados refere-se a um docente que terá recebido 190 itens para corrigir até ao fim do prazo.</p>
<p>A Missão Escola Pública sustenta que muitos professores não conseguem organizar o trabalho, uma vez que desconhecem quando deixarão de receber novas respostas para corrigir. De acordo com Cristina Mota, o botão &#8220;finalizar&#8221; da plataforma deixou de estar disponível, obrigando os docentes a consultar constantemente o sistema. A porta-voz admite ainda que, caso persistam problemas por resolver no final do prazo, alguns classificadores poderão optar por não submeter as notas por considerarem que estas não refletem corretamente o desempenho dos alunos, devido à existência de folhas em falta ou trocadas. A MEP defende igualmente o adiamento da segunda fase dos exames para setembro e considera que, se os constrangimentos se mantiverem, o prazo de correção deverá ser prolongado, sublinhando que &#8220;as questões políticas não se podem sobrepor ao rigor das avaliações externas&#8221;. O movimento manifesta também reservas quanto à fiabilidade da classificação automática das perguntas de escolha múltipla, tendo em conta os problemas registados na plataforma.</p>
<p>Também Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), considera que está em curso um esforço de &#8220;tudo por tudo&#8221; para cumprir o calendário assumido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, mas questiona a ausência de critérios na distribuição contínua de novos itens aos classificadores. O responsável lamenta ainda que os docentes mais rápidos estejam a ser penalizados com mais trabalho e defende que as horas extraordinárias anunciadas pelo Governo sejam pagas aos cerca de 11 mil classificadores. Apesar das dificuldades, assegura que os professores manterão o rigor das avaliações, embora reconheça existir uma &#8220;grande desconfiança&#8221; na comunidade educativa relativamente ao processo. Sobre a divulgação das classificações, prevista para 17 de julho, mantém a prudência: &#8220;É ver para crer&#8221;, afirmando que o essencial é evitar que sejam divulgadas pautas que possam prejudicar alunos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre a conclusão da correção, Filinto Lima pede esclarecimentos ao Ministério da Educação sobre a forma como os alunos terão acesso às provas de exame, nomeadamente se poderão consultar a totalidade da prova ou apenas as respostas classificadas e qual será o papel das escolas nesse processo. O Diário de Notícias refere que solicitou esclarecimentos ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, mas, até ao fecho da edição, não tinha recebido qualquer resposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788419]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Portugal defende que fim de comércio com colonatos é &#8220;única medida possível&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-portugal-defende-que-fim-de-comercio-com-colonatos-e-unica-medida-possivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu hoje que, para Portugal, a "proibição total de comércio" com os colonatos ilegais na Cisjordânia é a "única medida possível" e que já vem "tardíssimo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu hoje que, para Portugal, a &#8220;proibição total de comércio&#8221; com os colonatos ilegais na Cisjordânia é a &#8220;única medida possível&#8221; e que já vem &#8220;tardíssimo&#8221;.</p>
<p>&#8220;A posição de Portugal é muito conhecida: estando nós a falar de colonatos, a proibição de importação, para nós, parece-nos a única medida possível e que já vem muito tarde&#8221;, afirmou Paulo Rangel em declarações aos jornalistas à margem da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), em Bruxelas.</p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros salientou que a produção de bens por colonos na Cisjordânia &#8220;é ilegal&#8221; e, por isso, &#8220;é evidente que não há razão nenhuma para não haver uma suspensão imediata dessas importações&#8221;.</p>
<p>&#8220;A posição de Portugal é muito clara: a UE, no quadro da sua política comercial &#8212; e com essa base legal, que implica apenas maioria qualificada &#8212; deve proibir a importação de bens produzidos nos territórios ocupados, seja da Cisjordânia, seja de Jerusalém Leste&#8221;, frisou.</p>
<p>O chefe da diplomacia portuguesa reconheceu, contudo, que as &#8220;posições estão divididas&#8221; entre os Estados-membros, mas disse esperar que, &#8220;na conversa mais profunda que hoje haverá&#8221;, se consiga chegar a uma solução.</p>
<p>Paulo Rangel fez estas declarações no dia em que os ministros dos Negócios Estrangeiros estão a discutir três opções apresentadas pela Comissão Europeia para restringir o comércio com os colonatos: proibir totalmente as importações, impor tarifas ou criar um sistema de licenças, através do qual os colonatos passariam a precisar de autorização para conseguir exportar para a UE.</p>
<p>Questionado sobre se não teme que o Conselho da UE acabe por optar por uma das duas opções menos penalizadoras em vez da proibição total de comércio defendida por Portugal, Rangel voltou a defender que banir totalmente as importações é uma &#8220;medida, do ponto de vista do seu significado, muito importante&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se forem as outras, será menos forte. Agora, algum sinal tem de ser dado, esse é o nosso ponto, e nós vamo-nos bater para que a decisão de proibição de importação com maioria qualificada possa ser a decisão que venha a ser escolhida&#8221;, afirmou, acrescentando que isso precisa de ser feito &#8220;o mais depressa possível&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788417]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CEiiA e Força Aérea aproximam Portugal do Japão com parceria espacial contra incêndios e fenómenos extremos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ceiia-e-forca-aerea-aproximam-portugal-do-japao-com-parceria-espacial-contra-incendios-e-fenomenos-extremos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:38:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[força aérea]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Constelação do Atlântico, iniciativa promovida pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa, estabeleceu uma parceria estratégica com o Japão para desenvolver novas capacidades de resposta a eventos climáticos extremos e situações de catástrofe, recorrendo a tecnologia espacial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Constelação do Atlântico, iniciativa promovida pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa, estabeleceu uma parceria estratégica com o Japão para desenvolver novas capacidades de resposta a eventos climáticos extremos e situações de catástrofe, recorrendo a tecnologia espacial.</p>
<p>A iniciativa portuguesa, que conta ainda com os parceiros CTI Aeroespacial, N3O e Geosat, pretende reforçar a capacidade nacional de antecipar, monitorizar e responder a fenómenos como os incêndios florestais, numa altura em que estes voltam a representar um dos maiores desafios para o país.</p>
<p>No âmbito desta colaboração foi assinado um Memorando de Entendimento (MoU) entre a New Space Alliances — plataforma criada na sequência do trabalho desenvolvido pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa no âmbito da Constelação do Atlântico e do Atlantic Data Hub — e a SPACETIDE, organização que funciona como um hub neutro para a indústria espacial japonesa.</p>
<p>O acordo estabelece um quadro de cooperação para o desenvolvimento de soluções espaciais direcionadas para a monitorização e gestão de eventos climáticos extremos, prevendo igualmente a criação de um Space Hub no Japão.</p>
<p>Segundo os promotores, a parceria permitirá integrar novas competências, conhecimento e capacidade tecnológica na Constelação do Atlântico, reforçando a utilização de dados de observação da Terra e de plataformas digitais para apoiar a prevenção, a gestão de emergências e a tomada de decisão em áreas como os incêndios, a proteção civil, a segurança e a resiliência dos territórios.</p>
<p>&#8220;A assinatura deste MoU representa muito mais do que uma parceria entre duas organizações. É a criação de uma ponte estratégica com o Japão para desenvolver soluções espaciais capazes de dar resposta a desafios globais. Num momento em que os fenómenos climáticos extremos exigem maior capacidade de antecipação e resposta, a cooperação internacional torna-se um fator crítico para transformar tecnologia espacial em impacto económico e social&#8221;, afirma Emir Sirage, diretor da área do Espaço do CEiiA, em representação da New Space Alliances.</p>
<p>Também François Poncin, COO da SPACETIDE, destaca o potencial da colaboração entre os dois países. &#8220;O Japão e Portugal enfrentam desafios comuns e dispõem de capacidades altamente complementares. Esta parceria permitirá aproximar empresas, investigadores e investidores, acelerar projetos conjuntos e criar novas oportunidades para que a inovação espacial responda às necessidades da sociedade. O futuro Space Hub no Japão será um elemento central desta visão de cooperação&#8221;, refere.</p>
<p>O memorando foi formalmente assinado por Masayasu Ichida, CEO da SPACETIDE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788408]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa Euribor sobe para máximo desde março de 2025 a 3 meses e cai a 6 e 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:38:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde março de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde março de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a sexta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,431%, continuou abaixo das taxas a seis (2,621%) e a 12 meses (2,800%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou hoje, ao ser fixada em 2,621%, menos 0,005 pontos do que na sexta-feira.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,17% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também cedeu hoje, para 2,800%, menos 0,031 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>Em sentido contrário, a Euribor a três meses subiu hoje, ao ser fixada em 2,431%, mais 0,019 pontos e um novo máximo desde março do ano passado.</p>
<p>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais.</p>
<p>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</p>
<p>Em junho, a média mensal da Euribor subiu, de novo, a três e a seis meses, mas desceu no prazo mais longo.</p>
<p>A média mensal da Euribor em junho subiu 0,113 pontos para 2,339% a três meses e 0,060 pontos percentuais para 2,596% a seis meses.</p>
<p>Já a 12 meses, a média da Euribor baixou 0,006 para 2,798%.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788413]]></sapo:autor>
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		<title>Juiz Carlos Alexandre investiga aumentos salariais suspeitos no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde (CCF-SNS), presidida pelo juiz Carlos Alexandre, está a investigar uma atualização salarial aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), por suspeitas de eventual conflito de interesses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde (CCF-SNS), presidida pelo juiz Carlos Alexandre, está a investigar uma atualização salarial aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), por suspeitas de eventual conflito de interesses. Em causa está uma deliberação tomada em janeiro de 2023 pelo então conselho de administração, que permitiu rever os salários de vários técnicos superiores, incluindo os dos próprios administradores que aprovaram a medida.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/juiz-investiga-aumentos-salariais-suspeitos-no-such" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, a investigação procura apurar se os aumentos concedidos aos então administradores Paulo Sousa, presidente do SUCH à data, e Joel Azevedo, administrador executivo, poderão estar feridos de ilegalidade por terem sido aprovados pelos próprios no exercício das suas funções. De acordo com a informação publicada, Paulo Sousa viu o seu vencimento como técnico superior aumentar em 484 euros mensais, enquanto Joel Azevedo beneficiou de uma atualização de 1.200 euros por mês. Ambos passaram a auferir um salário de técnico superior de 4.510 euros mensais.</p>
<p>A deliberação em análise consta da ata n.º 1/2023, datada de 4 de janeiro, na qual o conselho de administração autorizou a atualização salarial em diversos serviços do SUCH. Ainda segundo o CM, Paulo Sousa assinou também o mapa comparativo das remunerações dos técnicos superiores antes e depois da revisão salarial, documento onde figuram igualmente os nomes de Paulo Sousa e Joel Azevedo. A investigação da CCF-SNS pretende determinar se a aprovação destes aumentos pelos próprios administradores configura uma situação de conflito de interesses face ao enquadramento legal aplicável ao setor público e às entidades públicas empresariais.</p>
<p>Confrontado com o caso, Paulo Sousa afirmou que, estando em curso uma auditoria preventiva da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS), determinada pela Assembleia da República, bem como uma inspeção da Comissão de Combate à Fraude na Saúde, na sequência de um pedido do atual presidente do SUCH, reserva os esclarecimentos para esses processos. Joel Azevedo recusou comentar, remetendo quaisquer explicações para Paulo Sousa. Já o atual conselho de administração do SUCH declarou que, enquanto decorrerem a auditoria da IGAS e as diligências da CCF-SNS, não se pronunciará sobre matérias que estejam ou possam vir a estar sob investigação.</p>
<p>A investigação da CCF-SNS e a auditoria da IGAS abrangem a gestão dos últimos anos do SUCH, associação privada sem fins lucrativos e de utilidade pública, tutelada pelos ministérios das Finanças e da Saúde, cuja missão consiste na prestação de serviços comuns aos hospitais para reforçar a eficácia e a eficiência do Serviço Nacional de Saúde. Recorde-se que Paulo Sousa assumiu a presidência do SUCH em 2016, com um vencimento de 6.810 euros, enquanto Joel Azevedo foi nomeado administrador em 2018, auferindo 5.448 euros brutos, valores sujeitos ao corte de 5% então aplicado aos gestores públicos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788401]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conselho da UE dá aval final a reforço da proteção de passageiros aéreos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/conselho-da-ue-da-aval-final-a-reforco-da-protecao-de-passageiros-aereos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje o aval final às regras que reforçam os direitos dos passageiros das transportadoras aéreas, que entram em vigor um ano e 20 dias após publicação no Jornal Oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje o aval final às regras que reforçam os direitos dos passageiros das transportadoras aéreas, que entram em vigor um ano e 20 dias após publicação no Jornal Oficial.</p>
<p>As novas regras reforçam os direitos dos passageiros ao melhorarem a indemnização, a assistência, a informação, a comunicação com as companhias aéreas e o reencaminhamento em caso de cancelamento e atraso.</p>
<p>Quando entrar em vigor a nova diretiva, que esteve mais de dez anos bloqueada, passa a ser proibido recusar o embarque num voo de regresso pelo facto de o passageiro não ter utilizado o voo de ida (&#8216;no-show&#8217;), entre outras medidas.</p>
<p>Entre outras alterações, os preços passarão a ser mais transparentes, incluindo no que se refere a bagagem de mão, e deverá ser facilitada a comparação entre tarifas de diferentes companhias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788404]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato exige correção de despacho que exclui médicos das unidades de AVC</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sindicato-exige-correcao-de-despacho-que-exclui-medicos-das-unidades-de-avc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) exigiu hoje ao Governo a "correção imediata" do despacho que "exclui injustificadamente" os médicos das Unidades de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do regime de produção adicional associada à trombectomia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) exigiu hoje ao Governo a &#8220;correção imediata&#8221; do despacho que &#8220;exclui injustificadamente&#8221; os médicos das Unidades de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do regime de produção adicional associada à trombectomia.</p>
<p>Em comunicado, o sindicato, afeto à Federação Nacional dos Médicos (Fnam), adiantou que enviou uma carta à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e à Direção Executiva do SNS a exigir &#8220;a reapreciação urgente&#8221; do Despacho n.º 8134-A/2026, de 29 de junho, que regula o pagamento por produção adicional em procedimentos de Neurorradiologia, Cardiologia e Radiologia de Intervenção (incluindo as vias verdes de AVC e enfarte) no SNS.</p>
<p>&#8220;O despacho remunera neurorradiologistas de intervenção, anestesiologistas, enfermeiros e técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, mas ignora os médicos que avaliam os doentes, ativam e coordenam a Via Verde AVC, decidem a referenciação para trombectomia e asseguram a responsabilidade clínica antes e depois do procedimento&#8221;, sublinhou.</p>
<p>O SMN alertou que &#8220;sem os médicos das Unidades de AVC, a trombectomia simplesmente não acontece&#8221;, e que &#8220;ao deixar estes profissionais de fora, a ministra da Saúde cria uma discriminação incompreensível entre membros da mesma equipa multidisciplinar, desvalorizando médicos cuja intervenção é indispensável para salvar vidas&#8221;.</p>
<p>Segundo o sindicato, esta exclusão não encontra suporte na própria legislação, argumentando que a portaria permite remunerar todos os profissionais cuja intervenção seja essencial à resposta da Via Verde AVC, pelo que a solução adotada levanta &#8220;fundadas dúvidas&#8221; de legalidade e de respeito pelos princípios constitucionais da igualdade e da justa retribuição pelo trabalho prestado.</p>
<p>&#8220;Não se trata de um problema isolado. Esta omissão afeta os centros do SNS com Via Verde AVC, criando desigualdades remuneratórias entre profissionais que participam no mesmo processo assistencial e assumem responsabilidades clínicas complementares&#8221;, avisou o sindicato.</p>
<p>Por estes motivos, o sindicato exigiu à ministra da Saúde, à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e à Direção Executiva do SNS &#8220;a correção imediata&#8221; do despacho incluindo os médicos das Unidades de AVC no regime de produção adicional associado à trombectomia.</p>
<p>&#8220;Quem salva vidas deve ser tratado com igualdade&#8221;, reclamou o sindicato, lembrando que &#8220;intervém na defesa dos seus associados, mas também de todos os médicos abrangidos por esta injustiça e de um SNS que só se fortalece quando valoriza todos os profissionais indispensáveis aos cuidados prestados&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788403]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros das empresas continuam a sustentar ações, mas risco geopolítico preocupa investidores, alerta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:10:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento dos lucros das empresas e os sinais de recuperação da economia europeia continuam a sustentar uma perspetiva positiva para os mercados acionistas, embora o agravamento das tensões no Médio Oriente esteja a levar os investidores a adotar uma postura mais cautelosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento dos lucros das empresas e os sinais de recuperação da economia europeia continuam a sustentar uma perspetiva positiva para os mercados acionistas, embora o agravamento das tensões no Médio Oriente esteja a levar os investidores a adotar uma postura mais cautelosa.</p>
<p>A análise é de Michele Morganti, Senior Equity Strategist da Generali Investments, que mantém uma recomendação de sobreponderação das ações, ainda que de forma menos agressiva do que anteriormente.</p>
<p>Segundo o especialista, o atual momento continua a ser apoiado pela evolução favorável dos resultados das empresas, sustentados por fundamentos sólidos, margens resilientes, custos laborais controlados e ganhos de produtividade associados à inteligência artificial. Neste contexto, a época de apresentação de resultados do segundo trimestre deverá voltar a revelar-se robusta.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Generali Investments estima um crescimento dos lucros por ação (EPS) na ordem dos 20% elevados face ao mesmo período do ano anterior, impulsionado sobretudo pelo setor tecnológico. Excluindo este segmento, o restante mercado deverá contribuir com cerca de nove pontos percentuais para o crescimento. Embora as primeiras orientações divulgadas pelas empresas tenham sido mais positivas do que o habitual, a gestora considera que as surpresas positivas poderão ser limitadas, uma vez que as expectativas do mercado já são bastante elevadas.</p>
<p>Na Europa, o cenário também é favorável. A previsão aponta para um crescimento dos lucros por ação entre 12% e 14% no segundo trimestre, refletindo uma melhoria das revisões das estimativas e abrindo espaço para resultados ligeiramente acima do esperado.</p>
<p>Um dos aspetos destacados por Michele Morganti é o alargamento desta melhoria a um conjunto mais vasto de setores. Depois de energia e tecnologia, também a indústria, os materiais e a banca começam a beneficiar de revisões em alta, um sinal de que o ciclo de lucros europeu está a ganhar consistência.</p>
<p>Para a segunda metade do ano, a Generali Investments antecipa que a recuperação gradual da economia europeia e a agenda pró-crescimento da Alemanha — assente em estímulos orçamentais, investimento em infraestruturas e reformas estruturais — poderão reforçar a confiança das empresas e aumentar o potencial de crescimento da região no longo prazo.</p>
<p>Ainda assim, a gestora alerta que a recente escalada das tensões entre Israel e o Irão poderá continuar a penalizar o apetite pelo risco nos mercados no curto prazo, mantendo os investidores atentos à evolução do contexto geopolítico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788397]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI em baixa com Navigator a cair quase 5% e NOS a subir mais de 1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Navigator a descer 4,77% para 3,12 euros e a NOS a subir 1,18% para 4,97 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Navigator a descer 4,77% para 3,12 euros e a NOS a subir 1,18% para 4,97 euros.</p>
<p>Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI baixava 0,18% para 9.090,55 pontos, com 11 empresas a descer, quatro a subir e uma a manter a cotação (REN em 3,68 euros).</p>
<p>Às ações da Navigator seguiam-se as da Mota-Engil, CTT e Semapa, que desciam 1,82% para 4,43 euros, 1,72% para 5,70 euros e 1,21% para 20,4 euros.</p>
<p>A Altri, Teixeira Duarte e BCP também se desvalorizavam, designadamente 0,96% para 4,64 euros, 0,82% para 0,49 euros e 0,63% para 1,03 euros.</p>
<p>A Jerónimo Martins e a Sonae cediam ambas 0,24% para 16,34 euros e para 2,12 euros, e as outras duas empresas que desciam de cotação eram a Corticeira Amorim (-0,16% para 6,32 euros) e a Ibersol (-0,11% para 9,37 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, além da NOS, a Galp, EDP Renováveis e EDP avançavam 0,51% para 19,79 euros, 0,15% para 13,77 euros e 0,13% para 4,47 euros, respetivamente.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje mistas, perante a nova escalada de tensão no Médio Oriente, que levou o preço do petróleo Brent a subir quase 4% ao reduzir-se a praticamente a zero o tráfego no estreito de Ormuz.</p>
<p>O euro recua 0,05% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1410 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Numa semana, em que as bolsas apontavam para subidas otimistas pelo início da apresentação de resultados empresariais nos EUA, a perspetiva foi frustrada pela situação do estreito de Ormuz, que continua mergulhada na incerteza depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Irão emitirem mensagens contraditórias sobre a abertura do mesmo ao tráfego marítimo na sequência da nova onda de ataques recíprocos de domingo.</p>
<p>Trump assegurou este domingo que o estreito de Ormuz permanece aberto ao tráfego comercial apesar de o Irão ter anunciado que o bloqueou.</p>
<p>As forças norte-americanas lançaram no domingo à tarde uma nova ofensiva contra o Irão com o objetivo de &#8220;continuar a diminuir&#8221; a sua capacidade de atacar navios comerciais que transitam pelo estreito de Ormuz, informou o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom).</p>
<p>Desta forma, a fragilidade do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão reavivou o temor de uma nova escalada do conflito e trouxe o petróleo de volta ao centro do mercado, com o preço do barril de Brent, referência na Europa, a disparar.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3,80% para 78,90 dólares (cerca de 69,12 euros).</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 4,15% para 50,66 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Os futuros da bolsa em Wall Street, depois do encerramento positivo de sexta-feira, registam quedas de 1,18% para o Nasdaq e de 0,10% para o Dow Jones.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788391]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Caso Maddie: autoridades britânicas recebem dossiê &#8220;crucial&#8221; com &#8220;provas bombásticas&#8221; sobre Christian Brueckner</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/caso-maddie-autoridades-britanicas-recebem-dossie-crucial-com-provas-bombasticas-sobre-christian-brueckner/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann ganhou um novo desenvolvimento depois de a Scotland Yard ter recebido, nas últimas semanas, um dossiê considerado "crucial" pelas autoridades britânicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann ganhou um novo desenvolvimento depois de a Scotland Yard ter recebido, nas últimas semanas, um dossiê considerado &#8220;crucial&#8221; pelas autoridades britânicas. Os documentos, preparados pelas autoridades alemãs, centram-se em Christian Brueckner, principal suspeito no caso, e conterão alegadas provas e elementos que poderão reforçar a linha de investigação seguida pelos investigadores do Reino Unido e da Alemanha.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/dossier-crucial-sobre-maddie-entregue-a-investigadores-britanicos" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a> e informações avançadas pelos jornais britânicos The Sun e Daily Mail, o dossier inclui fotografias e relatos relacionados com o caso, sendo descrito por uma fonte policial como contendo &#8220;provas bombásticas&#8221; sobre Christian Brueckner. A mesma fonte garantiu que estes desenvolvimentos demonstram que tanto os investigadores britânicos como os alemães continuam focados no suspeito. As autoridades alemãs mantêm igualmente a posição de que possuem provas físicas — embora não de natureza forense — que sustentam a convicção de que Madeleine McCann morreu.</p>
<p>Oficialmente, a Scotland Yard limitou-se a confirmar, através da Met Police, que a investigação ao desaparecimento da criança britânica permanece ativa desde 2011. Em declarações citadas pelo Daily Mail, a polícia afirmou manter &#8220;um diálogo próximo com os nossos colegas na Alemanha e em Portugal&#8221; e assegurou que continuará &#8220;a seguir qualquer linha viável de inquérito&#8221;. Recorde-se que a operação Operation Grange, criada exclusivamente para investigar o caso Maddie, chegou a tentar levar Christian Brueckner para ser julgado no Reino Unido, mas a extradição foi inviabilizada pela legislação alemã que impede a entrega de cidadãos a países fora da União Europeia. O suspeito também recusou colaborar quando foi diretamente contactado pelos investigadores britânicos.</p>
<p>Christian Brueckner foi libertado da prisão em novembro, depois de cumprir pena por crimes sexuais cometidos na zona da Praia da Luz, no Algarve. Inicialmente ficou sujeito a vigilância através de pulseira eletrónica, medida que viria a ser anulada por um tribunal alemão por a considerar inconstitucional. Desde então, reside numa tenda na cidade de Kiel, no norte da Alemanha, permanecendo sob vigilância policial. As autoridades continuam também a atribuir relevância a elementos já conhecidos da investigação, nomeadamente o facto de o telemóvel de Brueckner ter acionado antenas na Praia da Luz antes do desaparecimento de Madeleine McCann, à existência de um disco rígido com fotografias e vídeos que alegadamente o colocam em Portugal na altura dos factos e ao episódio recente em que conseguiu escapar durante cerca de 24 horas à vigilância policial, acabando por ser localizado após se envolver numa agressão com outro homem, alegadamente de nacionalidade britânica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788386]]></sapo:autor>
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		<title>Câmaras usam &#8216;apagões&#8217; na iluminação pública para poupar milhares de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:42:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguns municípios portugueses continuam a desligar parcialmente a iluminação pública durante a madrugada para reduzir os custos com eletricidade, enquanto outros abandonaram essa prática e optaram por substituir os antigos equipamentos por luminárias LED, que permitem diminuir significativamente os consumos sem recorrer a apagões noturnos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns municípios portugueses continuam a desligar parcialmente a iluminação pública durante a madrugada para reduzir os custos com eletricidade, enquanto outros abandonaram essa prática e optaram por substituir os antigos equipamentos por luminárias LED, que permitem diminuir significativamente os consumos sem recorrer a apagões noturnos. No Alto Minho, Viana do Castelo e Arcos de Valdevez continuam a aplicar cortes em determinados períodos e zonas, numa estratégia que tem gerado debate entre autarquias e população.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/camaras-poupam-milhares-com-cortes-de-luz-nas-ruas/18105505" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, Viana do Castelo interrompe a iluminação pública entre as 3 e as 5 horas da madrugada em algumas áreas onde a infraestrutura não permite reduzir a intensidade da luz, enquanto nas zonas equipadas com tecnologia LED a iluminação mantém-se ativa com diferentes níveis de intensidade. O presidente da Câmara, Luís Nobre, defende que a medida é aplicada de forma seletiva e afirma que permite uma poupança direta de cerca de 600 mil euros, num contrato plurianual de iluminação pública superior a 6,1 milhões de euros até 2028. Já Arcos de Valdevez mantém cortes noturnos sobretudo nas zonas rurais, embora tenha reduzido em 19% o consumo energético desde 2021 graças à substituição gradual das luminárias por tecnologia LED.</p>
<p>Nos restantes municípios do Alto Minho, como Monção, Melgaço, Vila Nova de Cerveira, Caminha, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Paredes de Coura, Valença e outros, os cortes totais ou parciais na iluminação pública foram sendo descontinuados à medida que avançou a modernização da rede. De acordo com a E-Redes, citada pelo JN, a tecnologia LED, alvo de um investimento superior a 160 milhões de euros desde 2017, permite uma redução do consumo de energia entre 65% e 70% face aos sistemas anteriormente instalados.</p>
<p>A manutenção dos apagões em Viana do Castelo continua, contudo, a gerar contestação. Uma petição pública, que já reúne centenas de assinaturas, alerta para os impactos da medida na segurança, mobilidade e qualidade de vida, defendendo a reposição da iluminação, pelo menos nas zonas urbanas e de maior circulação. Os subscritores pedem ainda uma avaliação pública dos efeitos da medida e sustentam que &#8220;a iluminação pública não é um luxo, é um serviço essencial e um pilar fundamental da segurança e qualidade de vida urbana&#8221;.</p>
<p>Também o presidente da Câmara de Monção e líder da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, António Barbosa, considera que a aposta deve passar pela modernização tecnológica e não pelo desligamento da iluminação. O autarca afirma que nunca defendeu esta política, argumentando que a substituição por iluminação LED permite alcançar poupanças significativas sem comprometer a segurança das populações, sobretudo nos concelhos com forte dispersão populacional e elevado número de idosos a viver sozinhos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788359]]></sapo:autor>
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		<title>PSP e Airbnb alertam para aumento de burlas com alojamento durante as férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:42:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a plataforma eletrónica de alojamentos Airbnb alertaram hoje para o aumento de burlas, em período de férias de verão, com alojamentos 'online', deixando recomendações para que as reservas sejam feitas em segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a plataforma eletrónica de alojamentos Airbnb alertaram hoje para o aumento de burlas, em período de férias de verão, com alojamentos &#8216;online&#8217;, deixando recomendações para que as reservas sejam feitas em segurança.</p>
<p>Em comunicado, a PSP refere que com o aumento das reservas, os burlões estão a direcionar cada vez mais os seus esquemas para viajantes de todas as idades e perfis em Portugal.</p>
<p>De acordo com a polícia, muitos consumidores que procuram férias ou alojamentos &#8216;online&#8217; encontram &#8216;websites&#8217; falsos que imitam plataformas legítimas ou com pedidos de pagamento fora das plataformas oficiais.</p>
<p>&#8220;Sensíveis ao preço e atentos às promoções, muitos viajantes portugueses podem tornar-se alvos fáceis para burlões que exploram a diferença entre aquilo que desejam e aquilo que podem gastar. Assim, as férias de verão podem deixar de ser uma experiência de descoberta para passarem a ser definidas apenas pelo preço&#8221;, realça a PSP.</p>
<p>Na nota, a PSP e a Airbnb (plataforma &#8216;online&#8217; para encontrar e reservar alojamentos) recomendam aos consumidores que nunca cliquem em ligações fraudulentas e anexos enviados por &#8216;e-mail&#8217; ou mensagem, que são frequentemente utilizados para encaminhar os utilizadores para páginas falsas que imitam empresas legítimas.</p>
<p>&#8220;Para maior segurança, utilize a aplicação Airbnb ou aceda diretamente ao &#8216;website&#8217; oficial da plataforma&#8221;, refere a PSP, alertando que as páginas falsas podem conter erros gramaticais, de pontuação ou tempos verbais, que indicam que foram utilizados tradutores.</p>
<p>A PSP e a Airbnb aconselham também os consumidores a denunciarem sempre suspeitas de burla, a guardar trocas de &#8216;e-mails&#8217;, mensagens, fotos trocadas com o anunciante a apresentar queixas junto das autoridades.</p>
<p>Recomendam igualmente os consumidores a desconfiarem de ofertas demasiado baratas ou de pedidos de pagamento elevados, a não realizar pagamentos por transferências bancárias diretas e a usar plataformas de confiança para reservar, comunicar e pagar.</p>
<p>&#8220;Na Airbnb, todas as reservas incluem o AirCover, que garante apoio caso exista um problema significativo com o alojamento que o anfitrião não consiga resolver, incluindo a possibilidade de encontrar uma alternativa semelhante ou receber um reembolso&#8221;., é referido na nota.</p>
<p>A PSP e a Airbnb recomendam ainda o uso de palavras-passe diferentes e a ativação da autenticação multifator.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788378]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias mistas com petróleo a subir e Ormuz praticamente sem tráfego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, perante a nova escalada de tensão no Médio Oriente, que levou o preço do petróleo Brent a subir quase 4% ao reduzir-se a praticamente a zero o tráfego no estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, perante a nova escalada de tensão no Médio Oriente, que levou o preço do petróleo Brent a subir quase 4% ao reduzir-se a praticamente a zero o tráfego no estreito de Ormuz.</p>
<p>Às 08:45 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,18% para 639,93 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres e Milão subiam 0,09% e 0,06%, enquanto as de Paris, Frankfurt e Madrid cediam 0,28%, 0,11% e 0,38%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,41% para 9.069,46 pontos.</p>
<p>O euro recua 0,05% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1410 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Numa semana, em que as bolsas apontavam para subidas otimistas pelo início da apresentação de resultados empresariais nos EUA, a perspetiva foi frustrada pela situação do estreito de Ormuz, que continua mergulhada na incerteza depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Irão emitirem mensagens contraditórias sobre a abertura do mesmo ao tráfego marítimo na sequência da nova onda de ataques recíprocos de domingo.</p>
<p>Trump assegurou este domingo que o estreito de Ormuz permanece aberto ao tráfego comercial apesar de o Irão ter anunciado que o bloqueou.</p>
<p>As forças norte-americanas lançaram no domingo à tarde uma nova ofensiva contra o Irão com o objetivo de &#8220;continuar a diminuir&#8221; a sua capacidade de atacar navios comerciais que transitam pelo estreito de Ormuz, informou o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom).</p>
<p>Os ataques, que começaram às 22:00 horas TMG e foram ordenados por Trump, foram realizados &#8220;para responsabilizar&#8221; as forças iranianas, informou o organismo militar nas redes sociais.</p>
<p>Desta forma, a fragilidade do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão reavivou o temor de uma nova escalada do conflito e trouxe o petróleo de volta ao centro do mercado, com o preço do barril de Brent, referência na Europa, a disparar.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3,80% para 78,90 dólares (cerca de 69,12 euros), e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 3,78% para 74,08 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 4,15% para 50,66 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Por sua vez, o preço do ouro cede 1,46% e a onça está a ser negociada a 4.059,66 dólares, enquanto a onça de prata cai 2,48% para 58,3855 dólares.</p>
<p>Na Ásia, o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, desceu hoje 8,95%, devido às renovadas tensões no Médio Oriente e à incerteza sobre o estreito de Ormuz, por onde transita a maior parte do petróleo que a Coreia do Sul importa da região, o índice Nikkei de Tóquio fechou com uma queda de 1,92%, enquanto a bolsa de Xangai perdeu 2,06% e a de Shenzhen, 3,48%.</p>
<p>Por sua vez, o Hang Seng de Hong Kong subia 0,14% no final da sessão.</p>
<p>Os futuros da bolsa em Wall Street, depois do encerramento positivo de sexta-feira, registam quedas de 1,18% para o Nasdaq e de 0,10% para o Dow Jones.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,084%, depois de ter fechado em 3,064% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin baixa 2,03% para 62.864,9 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788377]]></sapo:autor>
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		<title>Refinaria de Sines garante 85% do jet fuel nacional após reforço da produção da Galp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A refinaria da Galp em Sines reforçou a produção de combustível para a aviação na sequência da crise desencadeada pelo conflito no Médio Oriente e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, conseguindo assegurar cerca de 85% das necessidades nacionais de jet fuel. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A refinaria da Galp em Sines reforçou a produção de combustível para a aviação na sequência da crise desencadeada pelo conflito no Médio Oriente e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, conseguindo assegurar cerca de 85% das necessidades nacionais de jet fuel. A decisão surgiu numa altura em que a interrupção de uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo fez disparar os preços da matéria-prima e aumentou a pressão sobre o abastecimento de combustíveis, sobretudo os utilizados pelo setor da aviação.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/galp-poe-sines-a-produzir-mais-jet-eua-garantem-o-que-falta" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, a refinaria de Sines, a única em território nacional, produzia habitualmente cerca de 80% do combustível de aviação consumido em Portugal, mas a Galp decidiu aumentar essa percentagem para 85%. A empresa optou por maximizar a produção de jet fuel em detrimento do gasóleo destinado à exportação, uma estratégia resumida pela própria petrolífera como uma decisão de &#8220;make em vez de buy&#8221;. A empresa sublinhou que esta opção não teve impacto no abastecimento de gasóleo ao mercado nacional, uma vez que o combustível cuja produção foi reduzida destinava-se aos mercados externos.</p>
<p>Apesar do reforço da produção em Sines, continuou a ser necessário recorrer ao mercado internacional para suprir os restantes 15% das necessidades nacionais. Em junho, a Galp já tinha confirmado que essas importações estavam contratadas junto de fornecedores da bacia atlântica, sem revelar a origem por razões comerciais. No entanto, segundo o jornal, foram os Estados Unidos que acabaram por assegurar praticamente a totalidade do combustível em falta. Paralelamente, o Estado intensificou contactos diplomáticos com países considerados estratégicos para o abastecimento energético, como Brasil, Argélia e Nigéria, face ao risco de perturbações no fornecimento.</p>
<p>A estratégia seguida em Sines foi igualmente adotada por refinarias noutros países europeus e também nos Estados Unidos, onde a produção foi direcionada para o combustível de aviação numa altura em que o consumo de gasóleo tende a diminuir durante o verão. Ainda assim, a limitação da capacidade de refinação de jet fuel na Europa provocou um forte aumento da procura por combustível proveniente dos EUA. Dados do setor citados pelo Negócios apontam para um crescimento superior a 500% das importações europeias de jet fuel norte-americano face aos níveis registados em 2025.</p>
<p>O contexto resulta do bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais artérias do comércio energético mundial. De acordo com os dados referidos pelo jornal, esta passagem concentra cerca de 69% do jet fuel mundial e por ela transitam aproximadamente 44% das importações marítimas deste combustível essencial para a aviação. Neste cenário de escassez e elevada procura, os Estados Unidos acabaram por assumir um papel central no abastecimento europeu, enquanto Portugal conseguiu mitigar os efeitos da crise graças ao reforço da produção na refinaria de Sines.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788367]]></sapo:autor>
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		<title>Gasóleo mantém-se há um mês e meio acima do preço eficiente da ERSE e análise aponta para subidas mais rápidas do que as descidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço médio do gasóleo simples vendido nos postos de abastecimento em Portugal mantém-se há 42 dias consecutivos acima do chamado "preço eficiente" calculado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço médio do gasóleo simples vendido nos postos de abastecimento em Portugal mantém-se há 42 dias consecutivos acima do chamado &#8220;preço eficiente&#8221; calculado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), um indicador que procura refletir o valor de mercado do combustível tendo em conta fatores como as cotações internacionais, custos de logística, incorporação de biocombustíveis, margem de comercialização e carga fiscal. A situação significa que, há praticamente mês e meio, os consumidores têm encontrado nas bombas um preço superior ao valor de referência estimado pelo regulador.</p>
<p>Segundo uma análise do <a href="https://www.publico.pt/2026/07/13/economia/noticia/preco-gasoleo-simples-ha-seis-semanas-acima-preco-eficiente-erse-2181406?&amp;fbclid=IwY2xjawTBdhhleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFLbVBMM2hVMHdITHdwOTZzc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHrnkFD2GNr5uvK8qxYNlBudqmzIv7lXxDaXsQaAX17qwb6QvUKu4ezYTBjDi_aem_eq8XoDpZPRBA8VOAVdzluQ" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, que examinou 2.676 registos diários da ERSE entre 7 de janeiro de 2019 e 5 de julho de 2026, apenas os consumidores que beneficiam de campanhas promocionais e descontos conseguem, de forma consistente, pagar abaixo do preço eficiente. A investigação conclui igualmente que os dados evidenciam um comportamento recorrente do mercado: os preços nas bombas tendem a acompanhar rapidamente as subidas das cotações internacionais, mas demoram mais tempo a refletir as descidas, fenómeno conhecido na literatura económica como efeito &#8220;foguetão-pluma&#8221;.</p>
<p>A análise incidiu sobre o gasóleo por continuar a ser, apesar da redução das vendas de veículos a gasóleo, o combustível rodoviário mais consumido em Portugal, representando 76,8% do consumo nacional em 2025, segundo dados da Epcol. Entre os casos analisados destacam-se dois momentos extremos: a 21 de março de 2022, o preço médio do gasóleo esteve 16,3 cêntimos por litro acima do preço eficiente, num contexto marcado pela guerra na Ucrânia e pela forte volatilidade dos mercados petrolíferos; já a 9 de março de 2026, em plena escalada das tensões no Médio Oriente e após o bloqueio do Estreito de Ormuz, o preço médio nas bombas encontrava-se 25,8 cêntimos abaixo do valor eficiente calculado pela ERSE, refletindo um atraso na repercussão da subida das cotações internacionais.</p>
<p>Os dados analisados mostram ainda que a cotação internacional do gasóleo continua a ser o principal fator de influência sobre o preço final pago pelos consumidores. Ainda assim, o estudo refere que, quando os preços internacionais descem, a redução demora mais tempo a chegar às bombas. A indústria justifica as subidas rápidas com o chamado &#8220;preço de reposição&#8221;, argumentando que o combustível tem de ser vendido tendo em conta o custo da próxima aquisição e não o do produto já armazenado. No entanto, segundo a análise, essa explicação perde protagonismo quando as cotações internacionais recuam, passando então a ser apontados fatores como os custos logísticos e de transporte.</p>
<p>Apesar de o preço eficiente da ERSE não constituir um preço máximo nem um valor regulado, funcionando apenas como um indicador de referência para o mercado, a análise conclui que, nos últimos cinco anos e meio, cerca de dois terços dos dias registaram preços médios de venda superiores ao valor eficiente. No período mais recente, a tendência tornou-se particularmente evidente: desde 1 de junho, o preço médio anunciado para o gasóleo permanece acima do referencial da ERSE, uma situação que se prolonga há seis semanas consecutivas e coincide com novos aumentos previstos nos combustíveis, que poderão atingir cerca de sete cêntimos por litro no gasóleo e 2,5 cêntimos na gasolina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788362]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pais trabalhadores nas férias escolares: o que diz a lei sobre horários, faltas e teletrabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Andersen Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Joana de Sá]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à 'Executive Digest', Joana de Sá, sócia da área Laboral da Andersen Portugal, explica que não existe um direito automático a faltar ao trabalho apenas porque há férias escolares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o aproximar das férias escolares, muitas famílias voltam a enfrentar o mesmo problema: como conciliar horários de trabalho com longos períodos sem aulas? A lei laboral prevê mecanismos de apoio à parentalidade, mas nem sempre é claro o que pode ser pedido, quando pode ser recusado e que limites existem.</p>
<p>Em entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, Joana de Sá, sócia da área Laboral da Andersen Portugal, explica que não existe um direito automático a faltar ao trabalho apenas porque há férias escolares. O caminho passa, em regra, por combinar férias do trabalhador, horário flexível, teletrabalho, licença parental complementar e, em situações específicas, faltas para assistência a filhos.</p>
<p><strong>A que mecanismos legais podem os pais trabalhadores recorrer durante os períodos de interrupção letiva?</strong></p>
<p>Os períodos de interrupção letiva colocam, efetivamente, um desafio real à conciliação entre a vida profissional e familiar. O Código do Trabalho não prevê um direito autónomo de ausência durante as férias escolares enquanto tal, mas disponibiliza vários mecanismos que os pais trabalhadores podem mobilizar de forma combinada.</p>
<p>O principal e mais direto é o gozo do próprio período de férias do trabalhador, que pode ser programado para coincidir com os períodos de interrupção escolar. As férias devem ser marcadas por acordo entre empregador e trabalhador; na falta de acordo, cabe ao empregador marcá-las, ouvindo os representantes dos trabalhadores. Este é, em regra, o mecanismo de eleição para os períodos de férias mais prolongados.</p>
<p>Para além das férias, o trabalhador com filho menor de 12 anos, ou independentemente da idade com deficiência ou doença crónica, que viva consigo, tem direito a horário flexível, entendendo-se como tal a possibilidade de escolher, dentro de determinados limites, as horas de início e de termo do período de trabalho. Este regime pode ser especialmente útil nos períodos de pausa letiva parcial ou nos momentos de transição entre atividades.</p>
<p>Existe ainda a possibilidade de recurso à licença parental complementar, para assistência a filho ou adotado com idade não superior a seis anos, em modalidades como licença parental alargada por três meses, trabalho a tempo parcial durante 12 meses com redução a metade do tempo completo, trabalho a tempo parcial durante três meses, quando exercido na totalidade por cada progenitor, ou períodos intercalados de licença e tempo parcial em que a duração total equivalha a três meses.</p>
<p>Por fim, o teletrabalho pode igualmente constituir um instrumento relevante de gestão destes períodos.</p>
<p>Importa sublinhar que o empregador tem o dever geral de proporcionar condições de trabalho que favoreçam a conciliação da atividade profissional com a vida familiar e pessoal.</p>
<p><strong>O teletrabalho pode ser solicitado ou imposto nestas situações?</strong></p>
<p>O trabalhador com filho com idade até três anos, ou independentemente da idade com deficiência, doença crónica ou doença oncológica que com ele viva em comunhão de mesa e habitação, tem direito a exercer a atividade em regime de teletrabalho, desde que este seja compatível com a atividade desempenhada e o empregador disponha de recursos e meios para o efeito.</p>
<p>Este direito pode ser prolongado até aos oito anos de idade em algumas situações: quando ambos os progenitores reúnam condições para o teletrabalho e o exerçam em períodos sucessivos de igual duração num prazo de referência máxima de 12 meses; ou em caso de família monoparental; ou quando apenas um dos progenitores reúna condições para o exercício do teletrabalho.</p>
<p>A extensão até aos oito anos é, portanto, uma faculdade condicionada, e não a regra geral. Quando verificados estes pressupostos, o empregador não pode opor-se ao pedido do trabalhador.</p>
<p>Importa ainda ressalvar que a extensão do direito até aos oito anos não se aplica ao trabalhador de microempresa.</p>
<p>Quanto à imposição, o teletrabalho não pode ser imposto unilateralmente pelo empregador em substituição dos restantes direitos parentais legalmente previstos. A transição para teletrabalho, fora das situações de direito legalmente consagrado, depende de acordo entre as partes ou de previsão em instrumento de regulamentação coletiva.</p>
<p><strong>Existem limites legais à assistência a menores durante os períodos de pausa letiva?</strong></p>
<p>É um ponto que merece particular clareza, pois existe alguma confusão frequente nesta matéria.</p>
<p>O Código do Trabalho não prevê um direito autónomo e genérico de ausência ao trabalho pelo simples facto de existir um período de interrupção letiva. Os mecanismos disponíveis têm fins e condições específicas, que não devem ser confundidos.</p>
<p>Em particular, as faltas para assistência a filho previstas no artigo 49.º do Código do Trabalho destinam-se exclusivamente a situações inadiáveis e imprescindíveis de doença ou acidente de filho menor de 12 anos ou, independentemente da idade, de filho com deficiência ou doença crónica, até ao limite de 30 dias por ano ou durante todo o período de eventual hospitalização. A estes limites acresce um dia por cada filho além do primeiro.</p>
<p>Estas faltas não constituem um mecanismo de cobertura das pausas letivas durante as quais a criança se encontre saudável. Têm natureza de urgência, associada a uma situação de saúde.</p>
<p>O regime é diferente no que respeita às deslocações a estabelecimento de ensino. É falta justificada a deslocação a estabelecimento de ensino do responsável pela educação de menor, por motivo da situação educativa deste, pelo tempo estritamente necessário, até quatro horas por trimestre, por cada menor. Este mecanismo serve para acomodar reuniões e situações pontuais de natureza escolar, não os períodos de férias.</p>
<p>Em suma, os instrumentos legais pensados para gerir os períodos de interrupção letiva são essencialmente o gozo das próprias férias do trabalhador, o horário flexível, o teletrabalho e a licença parental complementar. A sua combinação criteriosa é o caminho que a lei coloca à disposição das famílias.</p>
<p><strong>A entidade empregadora pode recusar pedidos de assistência a filho?</strong></p>
<p>A resposta depende, em primeiro lugar, da natureza do direito invocado.</p>
<p>Quando estão em causa direitos legalmente consagrados, como o horário flexível para trabalhador com filho menor de 12 anos ou o teletrabalho nos termos do artigo 166.º-A do Código do Trabalho, o empregador pode apenas recusar com fundamento em exigências imperiosas do funcionamento da empresa ou em impossibilidade de substituição, quando indispensável.</p>
<p>Nessas situações, deve ser seguido um procedimento específico, com prazos definidos e, em certos casos, parecer da entidade competente na área da igualdade. A recusa pode ainda carecer de decisão judicial em caso de parecer desfavorável. A margem de recusa é, portanto, substancialmente limitada.</p>
<p>Quanto às faltas para assistência a filho por doença ou acidente, o empregador pode exigir prova do carácter inadiável e imprescindível da assistência, bem como declaração do trabalhador sobre a atividade profissional do outro progenitor e sobre o facto de este não faltar pelo mesmo motivo, ou sobre a sua impossibilidade. Em caso de hospitalização, pode igualmente exigir declaração do hospital. Verificados os pressupostos e cumpridas as formalidades, não pode recusar.</p>
<p><strong>O que acontece quando ambos os progenitores trabalham?</strong></p>
<p>Esta é uma realidade cada vez mais comum e a lei procura dar-lhe resposta, ainda que impondo uma regra de não simultaneidade.</p>
<p>As faltas para assistência a filho, nos termos do artigo 49.º, não podem ser exercidas simultaneamente pelo pai e pela mãe pelo mesmo motivo. O mesmo princípio vale para a licença parental complementar: quando ambos os progenitores pretendem gozar licença parental complementar simultaneamente e trabalham para o mesmo empregador, este pode adiar a licença de um deles por exigências imperiosas do funcionamento, fundamentando a decisão por escrito.</p>
<p>Cabe, portanto, a ambos os progenitores coordenar entre si a forma como dividem e combinam o exercício destes direitos, nomeadamente alternando os períodos de férias, repartindo a licença parental complementar ou organizando os respetivos horários flexíveis de forma complementar.</p>
<p>Quando ambos têm direito ao teletrabalho e pretendem beneficiar da extensão até aos oito anos, a lei exige que o exercício seja feito em períodos sucessivos de igual duração, num prazo de referência máxima de 12 meses, assegurando assim uma repartição equitativa entre os dois progenitores.</p>
<p>Na elaboração do horário de trabalho, o empregador tem o dever de facilitar a conciliação da atividade profissional com a vida familiar, o que constitui um parâmetro relevante sempre que se coloquem situações de conflito de interesses entre trabalhadores e empresa.</p>
<p><strong>Existem direitos ou apoios adicionais no caso de famílias monoparentais?</strong></p>
<p>Sim. A lei laboral reconhece expressamente a situação específica das famílias monoparentais, atribuindo-lhes um regime mais favorável em domínios determinantes.</p>
<p>O exemplo mais significativo no plano prático é o do teletrabalho. Enquanto nos casais com dois progenitores a extensão do direito ao teletrabalho até aos oito anos está sujeita à condição de alternância — cada progenitor exerce o teletrabalho em períodos sucessivos de igual duração —, nas famílias monoparentais este direito é reconhecido sem necessidade de alternância, precisamente porque não existe outro progenitor que possa partilhar essa responsabilidade.</p>
<p>Esta lógica reflete um princípio mais amplo de reconhecimento de que, na família monoparental, a responsabilidade de cuidado e acompanhamento dos filhos recai integralmente sobre uma única pessoa, o que justifica uma proteção reforçada.</p>
<p>A lei proíbe qualquer forma de discriminação em função do exercício dos direitos de maternidade e paternidade, incluindo discriminações remuneratórias e afetações desfavoráveis na progressão na carreira. Esta proteção é especialmente relevante para progenitores únicos, que tendem a depender mais intensamente dos mecanismos de flexibilização e assistência legalmente previstos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787867]]></sapo:autor>
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		<title>China pune 27 pessoas por alegada divulgação de rumores sobre desastres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:25:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades chinesas detiveram quatro pessoas e aplicaram sanções administrativas a outras 23 por alegadamente divulgarem rumores relacionados com inundações e desastres naturais, numa altura em que o país enfrenta as consequências da passagem de dois tufões consecutivos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades chinesas detiveram quatro pessoas e aplicaram sanções administrativas a outras 23 por alegadamente divulgarem rumores relacionados com inundações e desastres naturais, numa altura em que o país enfrenta as consequências da passagem de dois tufões consecutivos.</p>
<p>O Gabinete de Segurança Cibernética do Ministério da Segurança Pública divulgou hoje cerca de duas dezenas de casos considerados representativos, envolvendo as províncias de Guangdong, Guangxi, Zhejiang e Hubei.</p>
<p>O tufão Bavi atingiu a costa leste da China durante o fim de semana e continua hoje a deslocar-se em direção ao nordeste do país, embora o comunicado das autoridades não especifique se os casos sancionados estão diretamente relacionados com este fenómeno.</p>
<p>Antes disso, a região autónoma de Guangxi, no sul da China, foi afetada pelo tufão Maysak, que provocou 39 mortos na sequência da rutura de vários diques na capital regional e da fuga de cerca de 900 serpentes, incluindo cobras venenosas, depois de uma quinta de répteis ter sido danificada pelas chuvas.</p>
<p>Segundo o ministério, alguns utilizadores da Internet fabricaram deliberadamente informações falsas sobre as inundações e os desastres naturais, com o objetivo de obter benefícios pessoais, interferindo gravemente nas operações de prevenção de cheias e de socorro e provocando impactos negativos.</p>
<p>A operação das autoridades resultou na detenção criminal de quatro pessoas, na aplicação de sanções administrativas a outras 23 e no bloqueio das contas utilizadas para divulgar os conteúdos nas respetivas plataformas.</p>
<p>A polícia cibernética recordou que a Internet &#8220;não é uma zona sem lei&#8221; e apelou aos utilizadores para regularem o seu comportamento em linha e se absterem de fabricar informação falsa através de montagens, manipulação de conteúdos ou recurso a programas de inteligência artificial (IA).</p>
<p>A China enfrenta desde meados de maio uma sucessão de episódios de chuva intensa nas regiões centro e sul, aos quais se junta agora a fase mais ativa da época de tufões nos mares adjacentes ao país.</p>
<p>A China é o país com o maior número de utilizadores de Internet no mundo, mas também um dos que exerce maior controlo sobre os conteúdos &#8216;online&#8217;. Serviços populares no resto do mundo, como Google, Facebook, X e YouTube, encontram-se bloqueados no país há vários anos.</p>
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