Professor português pede asilo a vários países, incluindo à Rússia. Nas aulas comparava as ideias do feminismo ao nazismo

Francisco Aguilar afirma que está a ser perseguido e eliminado socialmente em Portugal.

Revista de Imprensa

Um professor da Universidade de Lisboa pediu asilo a vários países, entre os quais a Rússia, por considerar que está a ser perseguido e eliminado socialmente em Portugal, avança a SIC Notícias.

Escolha a Executive Digest como fonte preferida no Google Escolher ›

No seu pedido de asilo, Francisco Aguilar frisa que quer ser recebido por uma “nação cristã amiga”. Além de ter enviado o pedido para a embaixada da Rússia, o professor também endereçou o pedido de asilo às embaixadas do Brasil e da Hungria.

“Não sendo a curto prazo expectável a realização em Portugal de uma Revolução Nacional Cristã que já defendi para os países do Ocidente (…) tenha a generosidade de no seu seio acolher o meu exílio enquanto conservador, nacionalista e cristão libertário e de aí me deixar viver, pensar e trabalhar em liberdade e em segurança”, assinala o docente no pedido de asilo.

Atualmente, Francisco Aguilar não está a lecionar na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa porque foi alvo de um processo disciplinar.

Este professor ensinava nas suas aulas o código penal dos homens brancos cristãos, a violência doméstica como forma de disciplina dentro de casa e comparava as ideias do feminismo ao nazismo.

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

A decisão do processo disciplinar que lhe foi instaurado será conhecida em breve.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.