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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>REPORTAGEM: Amolador do Bolhão com candidatura aceite na Rede Nacional do Património Cultural Imaterial (C/VÍDEO, ÁUDIO E FOTOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 04:02:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Cecília Malheiro (Texto), Estela Silva (Fotos) e André Sá (Vídeo), da Agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços vídeo e áudio disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Cecília Malheiro (Texto), Estela Silva (Fotos) e André Sá (Vídeo), da Agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A profissão de amolador está em vias de extinção, mas André, o amolador do Mercado do Bolhão, no Porto, candidatou o ofício à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial e a resposta positiva chegou há uma semana.</P><br />
<P>Quando André, o amolador do Mercado do Bolhão, veste o seu avental castanho, sopra uma melodia na flauta e lança faíscas da cor do fogo a magia acontece e os turistas amontoam-se para fotografar e filmar o artesão a afiar facas e tesouras. </P><br />
<P>&#8220;Há coisa de uma semana tive essa notícia&#8221; de ser aceite a candidatura para a Rede Nacional do Património Cultural e Imaterial, avança à agência Lusa André Fernandes, 37 anos, o amolador do Bolhão, que começou a encantar-se aos 10 anos de idade pela magia das faíscas cor de laranja que saltavam da mó pelas mãos de seu pai, quando este afiava as facas e as tesouras no antigo Mercado do Bolhão.</P><br />
<P>A ideia de candidatar a profissão de amolador à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial foi de Susana Monteiro, a sua mulher. &#8220;Eu assumi e agarrei também essa vontade. (&#8230;) A minha profissão está em vias de extinção e eu quero deixar uma marca (&#8230;) e pode dar incentivo a quem quiser continuar&#8221;, explica André Fernandes, enquanto afia uma tesoura e vai lançado as faíscas mágicas que convidam os turistas a observar a sua arte.</P><br />
<P>Yan, uma criança de 11 anos, natural do Recife, no Brasil, come uma carambola (fruta estrela), enquanto tenta compreender o que é que o artesão está a fazer, pois admite que nunca tinha visto nada igual.</P><br />
<P>&#8220;É uma profissão que já se encontra em vias de extinção, sou a terceira geração a exercer este ofício, começou pelo meu avô, pelo meu pai e estou cá eu agora a dar continuidade a este bonito ofício que é ser o amolador&#8221;, conta André Fernandes.</P><br />
<P>Susana Monteiro, a mentora da ideia de lançar a candidatura da profissão de amolador a Património Cultural Imaterial, explica que entrar na Rede Nacional do Património Cultural Imaterial pode ajudar a manter a tradição e a expandir a arte do amolador, até criando um museu na cidade.</P><br />
<P>&#8220;A nossa vontade era deixar este legado para os nossos filhos e honrar aquilo que o pai e o avó do André fizeram. Nós fazemos o serviço para a comunidade e isto é memória portuense que sempre existiu aqui na nossa cidade invicta&#8221;, refere Susana Monteiro, acrescentando que o &#8220;grande objetivo era ganhar asas e poder ir lá fora mostrar as tradições portuenses&#8221;.</P><br />
<P>O amolador é uma profissão tradicional portuguesa que está em vias de extinção. Antigamente, os amoladores percorriam de bicicleta as vilas e cidades do país, anunciando a sua chegada com um som agudo e melancólico a partir duma pequena flauta de pan. O objetivo era alertar os moradores que podiam trazer as facas, tesouras ou outros utensílios de corte para afiar. </P><br />
<P>Atualmente, o som da flauta continua a ser escutado no Mercado do Bolhão, quando André Fernandes quer avisar que vão saltar faíscas. Só que, agora, o amolador não está em cima de uma bicicleta, mas em pé, à frente da sua banca, localizada na rua do Paraíso do Mercado do Bolhão, onde também se podem comprar facas e canivetes artesanais da autoria de &#8220;André, o amolador&#8221;, uma marca registada e certificada.</P><br />
<P>Na banca de André, o amolador, afiam-se tesouras pequenas e grandes, tesouras de alfaiate, tesouras da poda, tesouras de jardim, facas de legumes, facas de presunto, facas de chef, facas de pão, cutelos, machados e alicates e manicure, e até lâminas do robot de cozinha Bimby. Também se consertam guarda-chuvas de todo o país e até do estrangeiro. O último veio de França. A mulher assegura que André é o único amolador do mundo que afia facas, tesouras e conserta guarda-chuvas. </P><br />
<P>Na banca há uma tabela a indicar que afiar uma tesoura de relva custa 6,5 euros e que afiar um alicate de manicure custa 3,70 euros. Uma tesoura de tamanho pequeno custa 1,25 euro, uma faca de legumes custa 0,65 cêntimos e uma faca de presunto fica a cortar à profissional por 1,25 euros. Na compra de uma faca ou canivete, há a oferta de uma gravação.</P><br />
<P>As pessoas que quiserem ter a experiência de &#8220;meter a mão na massa&#8221; e aprender o ofício de criar a sua própria faca podem-no fazer na oficina de André, onde o artesão ensina a conceber uma faca artesanal. André recorda que recentemente passaram por lá turistas de Porto Rico e do Japão.</P><br />
<P>Quem entrar no interior da banca do amolador no Mercado do Bolhão descobre uma espécie de linha do tempo, organizado numa sequência cronológica com alguns dos momentos da família de amoladores, como o avô em entrevista ao jornal Comércio do Porto em 1985 a revelar que já trabalhava à porta do Bolhão há 40 anos, ou o pai de motorizada por vários locais de Portugal como restaurantes à beira da Estrada Nacional.</P><br />
<P>André Fernandes deu continuidade à profissão do pai em 2007, abandonando a profissão de padeiro e pasteleiro. A marca &#8220;André, o amolador&#8221; nasce em 2020, ano em que se lança a fazer a sua própria cutelaria. Este ano, André Fernandes candidatou a profissão de amolador à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial para eviatr o risco de extinção e a candidatura foi aceite.</P><br />
<P>Miriam, a filha de 11 anos, e Frederico, com 5 anos, podem vir a ser a quarta geração de amoladores da família. </P><br />
<P>&#8220;Eu gostaria, mas quero é que eles sejam felizes e que sigam os seus sonhos&#8221;, afirmou André Fernandes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760843]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Companhias aéreas sul-coreanos suspendem mais de 900 voos com subida do crude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 03:57:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As companhias aéreas sul-coreanas cancelaram mais de 900 voos devido ao aumento do preço do combustível provocado pelo conflito no Médio Oriente, com a maioria dos cortes a concentrar-se nas companhias de baixo custo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As companhias aéreas sul-coreanas cancelaram mais de 900 voos devido ao aumento do preço do combustível provocado pelo conflito no Médio Oriente, com a maioria dos cortes a concentrar-se nas companhias de baixo custo.</P><br />
<P>As companhias aéreas low-cost, como a Jeju Air e a Jin Air, cancelaram 900 voos de ida e volta, incluindo várias rotas para o Sudeste Asiático, informaram hoje fontes do setor citadas pela agência de notícias local Yonhap.</P><br />
<P>A Asiana Airlines, a segunda maior companhia aérea do país, também cancelou 27 voos de ida e volta em seis rotas, incluindo Phnom Penh e Istambul, até julho, informou a agência.</P><br />
<P>A Korean Air, a principal companhia aérea sul-coreana, não comunicou, por enquanto, cortes nas operações, embora se encontre desde abril sob um sistema de gestão de emergência e esteja a &#8220;acompanhar de perto&#8221; a situação.</P><br />
<P>As fontes alertaram que o número poderá aumentar, uma vez que algumas companhias ainda não fecharam os seus calendários de junho. </P><br />
<P>O ajuste surge depois de, no mês passado, as companhias aéreas sul-coreanas terem anunciado que, em maio, iriam aumentar para o nível máximo a sobretaxa de combustível, devido ao aumento do Platts Singapore Average (MOPS), o indicador de referência, de acordo com fontes do setor citadas pela agência sul-coreana.</P><br />
<P>O aumento do nível 18, aplicado em abril, para o nível 33, aplicado em maio, representa o maior aumento mensal desde que o sistema atual foi introduzido em 2016.</P><br />
<P>O MOPS registou uma média de 214,71 dólares por barril entre 16 de março e 15 de abril, ultrapassando em 2,5 vezes o preço de há dois meses.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760842]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Diretor da OMS em Tenerife tenta tranquilizar residentes e afasta cenário de &#8220;outro Covid&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 00:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) tentou tranquilizar os residentes da ilha espanhola de Tenerife, onde devem desembarcar hoje os passageiros do navio cruzeiro afetado por casos de hantavírus, dizendo que o vírus não é "outro Covid".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) tentou tranquilizar os residentes da ilha espanhola de Tenerife, onde devem desembarcar hoje os passageiros do navio cruzeiro afetado por casos de hantavírus, dizendo que o vírus não é &#8220;outro Covid&#8221;.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus chegou sábado à ilha espanhola onde o &#8220;MV Hondius&#8221;, com bandeira neerlandesa, com mais de 140 passageiros e tripulantes a bordo, deve chegar esta madrugada.</P><br />
<P>&#8220;Sei que estão preocupados. Sei que, quando ouvem a palavra &#8216;surto&#8217; e veem um navio navegar em direção às vossas costas, surgem memórias que nenhum de nós colocou completamente de lado. A dor de 2020 ainda é real, e não a desvalorizo por um único momento,&#8221; disse o líder da OMS numa declaração ao povo de Tenerife.</P><br />
<P>&#8220;Mas preciso que me ouçam claramente: Isto não é outro Covid. O risco atual do hantavírus para a saúde pública continua baixo. Os meus colegas e eu dissemos isto de forma inequívoca, e digo-o novamente a vocês agora&#8221;, acrescentou Tedros.</P><br />
<P>A OMS, as autoridades espanholas e a empresa de cruzeiros Oceanwide Expeditions disseram que ninguém a bordo do &#8220;MV Hondius&#8221; está atualmente com sintomas do vírus.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS, juntamente com a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, e o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, chegaram à ilha no sábado para coordenar o desembarque dos passageiros e de alguns membros da tripulação.</P><br />
<P>Estão no navio cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que esteve de quarentena em Cabo Verde, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da OMS e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).</P><br />
<P>   Desembarcarão mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto da ilha de Tenerife, em aviões de vários países e da União Europeia (UE), devendo manter-se no barco 43 membros da tripulação, que seguirão viagem, na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>Está programado que o navio chegue ao porto de Granadilla, Tenerife, hoje às 05:30 (mesma hora em Lisboa) e espera-se que comecem a desembarcar em grupos controlados a partir das 08:00, segundo a empresa de cruzeiros. </P><br />
<P>Após o desembarque, cada grupo será transferido imediatamente para o avião que lhe foi destinado para seguirem para os países de origem.</P><br />
<P>A OMS adiantou no sábado que oito casos relacionados com o surto foram reportados até sexta-feira passada, dos quais seis foram confirmados como infeções com a variante dos Andes do hantavírus &#8211; a única estirpe da qual foi documentada a transmissão de pessoa para pessoa &#8211; e também houve três mortes (duas confirmadas e uma provável).</P><br />
<P>Outros quatro pacientes permanecem hospitalizados e as investigações prosseguem para determinar a origem exata do surto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760841]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Chefe da diplomacia dos EUA discutiu segurança com PM do Qatar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 23:03:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu as "ameaças" e a segurança no Médio Oriente num encontro com o primeiro-ministro do Qatar, Xeque Mohammed bin Abdulrahmane al-Thani, relatou hoje o Departamento de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu as &#8220;ameaças&#8221; e a segurança no Médio Oriente num encontro com o primeiro-ministro do Qatar, Xeque Mohammed bin Abdulrahmane al-Thani, relatou hoje o Departamento de Estado.</P><br />
<P>Os dois governantes mencionaram &#8220;o apoio norte-americano à defesa do Qatar e a importância de uma estreita coordenação para repelir ameaças e promover a estabilidade e segurança no Médio Oriente&#8221;, referiu a diplomacia norte-americana num comunicado que não menciona expressamente a guerra com o Irão.</P><br />
<P>O primeiro-ministro do Qatar, que é também ministro dos Negócios Estrangeiros deste Estado do Golfo, tinha-se reunido na sexta-feira em Washington com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance.</P><br />
<P>Este Estado do Golfo tem frequentemente servido de intermediário para os Estados Unidos no Médio Oriente, nomeadamente com o grupo extremista palestiniano Hamas quando se tratou de negociar um cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Desde o início da guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão a 28 de fevereiro, este, como outros aliados de Washington na região, têm sido atingidos pelas represálias de Teerão.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760840]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Benfica sagra-se pentacampeão nacional feminino de andebol</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/benfica-sagra-se-pentacampeao-nacional-feminino-de-andebol/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 22:31:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica sagrou-se hoje pentacampeão nacional feminino de andebol, ao vencer em casa do Almeida Garrett por 36-29, em encontro da sexta jornada do Grupo A da fase final do campeonato nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica sagrou-se hoje pentacampeão nacional feminino de andebol, ao vencer em casa do Almeida Garrett por 36-29, em encontro da sexta jornada do Grupo A da fase final do campeonato nacional.</P><br />
<P>A equipa &#8216;encarnada&#8217;, que ao intervalo vencia já por 15-7, garante uma vaga para a EHF European League, ficando ainda uma vaga em disputa para o segundo classificado do campeonato nacional, bem como as restantes vagas europeias no Grupo A, enquanto ficou também fechada a descida do CS Madeira e do Colégio de Gaia.</P><br />
<P>Com este título, o Benfica chega aos 12 troféus de campeão nacional, ficando destacado no segundo posto, em palmarés liderado pelo Madeira SAD, com 15 vitórias, enquanto o Sports Madeira é o terceiro mais titulado, com quatro triunfos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760839]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Associação FÉNIX preocupada com &#8220;agravamento da degradação operacional&#8221; do INEM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fénix -- Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil manifestou-se hoje, em comunicado, preocupada com o "processo de degradação institucional e operacional do Instituto Nacional de Emergência Médica" (INEM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fénix &#8212; Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil manifestou-se hoje, em comunicado, preocupada com o &#8220;processo de degradação institucional e operacional do Instituto Nacional de Emergência Médica&#8221; (INEM).    </P><br />
<P>Para esta associação, o INEM encontra-se &#8220;fragilizado há vários anos&#8221; e com uma &#8220;incapacidade persistente para cumprir, de forma eficaz, as suas obrigações legais e constitucionais no âmbito da emergência médica&#8221;. </P><br />
<P>Na quinta-feira, o Conselho de Ministros aprovou quatro diplomas na área da saúde, nomeadamente a nova lei orgânica do INEM e os novos regimes de trabalho para médicos tarefeiros e de horas extraordinárias nas urgências.</P><br />
<P>No comunicado, a Fénix lembra que a situação motivou &#8220;sucessivas intervenções de entidades de fiscalização e controlo, desde a IGAS [Inspeção-Geral das Atividades em Saúde] à IGF [Inspeção-Geral de Finanças], culminando na constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito ainda em curso&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não obstante a gravidade das conclusões conhecidas e a recente nomeação do novo Conselho Diretivo, o INEM continua a evidenciar sinais de retrocesso estrutural e estratégico, colocando em causa a robustez, credibilidade e sustentabilidade do que deveria ser um Serviço Médico de Emergência, mas que é a prestação de socorro de má qualidade&#8221;, considera a associação.</P><br />
<P>Por outro lado, diz rejeitar &#8220;qualquer processo de reforma conduzido à margem do rigor técnico, científico e operacional, bem como qualquer tentativa de exclusão de estruturas representativas que não se revejam num modelo fragilizado, desarticulado e desprovido de visão estratégica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal necessita de uma reforma séria, transparente e sustentada de um Serviço Médico de Emergência, construído com todos os agentes do setor, respeitando a experiência acumulada no terreno, a qualificação dos agentes e, acima de tudo, o interesse público&#8221;, defende.</P><br />
<P>Também hoje o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou para &#8220;os riscos imediatos&#8221; da nova lei orgânica do INEM, considerando que poderá traduzir-se numa &#8220;redução grave da capacidade de resposta da emergência médica&#8221;, e um &#8220;sério retrocesso&#8221; no país.</P><br />
<P>Para o STEPH, em causa estará a afetação das cerca de 54 Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) do INEM &#8211; atualmente tripuladas por aproximadamente 550 técnicos de emergência pré-hospitalar &#8211; sobretudo ao transporte inter-hospitalar de doentes, &#8220;deixando estes meios de assegurar, prioritariamente, o socorro de emergência às populações&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta alteração suscita preocupações muito sérias, desde logo porque não existem, atualmente, alternativas equivalentes no sistema, nem em quantidade nem em qualidade&#8221;, refere o sindicado, sublinhando que &#8220;muitas regiões do país já enfrentam tempos de resposta superiores aos padrões internacionalmente recomendados&#8221; e &#8220;a retirada destes meios agravará inevitavelmente as assimetrias existentes, deixando vastas zonas do território nacional ainda mais desprotegidas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760838]]></sapo:autor>
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		<title>Rali de Portugal: Federação Internacional multa ACP em 15 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado, o Colégio de Comissários da Federação Internacional do Automóvel (FIA) considera que aconteceram &#8220;atos inseguros e falha na adoção de medidas razoáveis, resultando assim numa situação insegura (Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026)&#8221;.</P><br />
<P>Em causa, a entrada em pista, no sétimo setor seletivo, de um reboque da organização, a cargo do Automóvel Club de Portugal (ACP), quando os pilotos disputavam já o troço Arganil 2, bem como a entrada, no mesmo troço, poucos minutos depois, de um segundo veículo de segurança, também ligado à organização.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, lê-se que &#8220;o Diretor de Prova explicou que foi apurado que um veículo de assistência/reboque se dirigia para recolher um concorrente que tinha desistido do rali&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O condutor introduziu as coordenadas GPS e o sistema de navegação encaminhou-o pela SS7. O condutor do camião desconhecia que tinha entrado numa especial de classificação que se encontrava a decorrer. Ainda assim, o camião conseguiu ultrapassar várias barreiras que assinalavam a especial&#8221;, lê-se na descrição dos factos.</P><br />
<P>Os comissários dizem ainda que, &#8220;como o camião saiu rapidamente para uma estrada secundária e a situação foi controlada, a classificativa não foi interrompida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aproximadamente 35 minutos depois, um segundo veículo, pertencente à mesma empresa do camião de assistência e alegadamente a caminho para o auxiliar, também ultrapassou as barreiras e entrou na SS7 à frente do carro n.º 21. A especial foi então imediatamente interrompida com bandeira vermelha por razões de segurança&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>O Diretor de Prova e o representante da organização &#8220;apresentaram desculpas pelos incidentes ocorridos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Declararam que a Organização tinha estabelecido acordos com a autoridade civil competente para garantir a segurança e o corte de estradas nas classificativas do rali. Confirmaram ainda que a investigação às circunstâncias deste incidente continua em curso&#8221;, adianta o mesmo documento.</P><br />
<P>O Diretor de Prova confirmou igualmente que, &#8220;em nenhum momento, a entrada destes veículos na classificativa foi comunicada ao Controlo do Rali&#8221;.</P><br />
<P>A FIA adverte que &#8220;é imperativo que os oficiais responsáveis pela gestão de uma classificativa (quer sejam comissários, quer prestadores de serviços contratados) estejam conscientes de que estão vinculados ao protocolo acordado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto implica não apenas impedir o acesso de veículos não autorizados, mas também o dever de comunicar imediatamente ao Controlo do Rali qualquer entrada de veículos na classificativa, sempre que as especiais estejam encerradas e em disputa. Essas comunicações constituem um dos aspetos mais importantes da segurança num rali, uma vez que são a única forma de garantir que os concorrentes possam ser avisados atempadamente de quaisquer perigos imprevistos&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A FIA lembra ainda que &#8220;não obstante a organização ter acordos com uma entidade terceira para a gestão do encerramento das estradas das classificativas, continua responsável pelos oficiais que nomeia e o Diretor de Prova mantém a responsabilidade de conduzir o evento de acordo com os regulamentos aplicáveis, devendo assegurar que os oficiais estejam nos seus postos e disponham da informação necessária para desempenhar as suas funções&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Comissários Desportivos consideram que a falta de comunicação da entrada dos veículos na classificativa constituiu atos inseguros que conduziram a uma situação insegura, configurando, assim, uma infração ao Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026&#8221;, sublinha ainda o documento.</P><br />
<P>Por essas razões, a FIA decidiu aplicar uma reprimenda à organização do ACP, bem como uma multa de 15 mil euros, suspensa até 31 de dezembro de 2027.</P><br />
<P>Foi ainda decidido requerer &#8220;de forma formal à organização que implemente melhorias na edição&#8221; deste ano para evitar mais problemas de segurança.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760837]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da Inditex revela a fórmula secreta do sucesso da Zara: (m+c+s+p)·v</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[fórmula]]></category>
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		<category><![CDATA[Óscar García Maceiras]]></category>
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		<category><![CDATA[Zara]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo assenta numa combinação estratégica de quatro pilares essenciais e um fator multiplicador: os valores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CEO da Inditex, Óscar García Maceiras, revelou recentemente aquilo que descreve como a base do sucesso da Zara: uma fórmula simples, mas estratégica — (m + c + s + p) · v. A apresentação foi feita numa conferência em Madrid, integrada nas comemorações dos 50 anos da marca.</p>
<p>Segundo o Expansión, esta fórmula resume décadas de crescimento de um dos maiores grupos de moda do mundo, que em 2024 atingiu receitas superiores a 38 mil milhões de euros e lucros de quase 6 mil milhões.</p>
<p>A Zara nasceu em 1975, após a criação de uma pequena oficina têxtil por Amancio Ortega em 1963. Desde então, a empresa evoluiu para um gigante global, com presença em milhares de lojas e um forte investimento na digitalização e internacionalização.</p>
<p>Hoje, sob a liderança de Marta Ortega, o grupo continua a reinventar-se, mantendo uma ligação forte às suas origens.</p>
<p><strong>Moda: democratizar o estilo</strong></p>
<p>O primeiro elemento da fórmula &#8211; “m” de moda &#8211; reflete a missão inicial da Zara: tornar a moda acessível a todos. A empresa aposta numa abordagem quase artesanal, com centenas de designers e modelistas, aliada a uma produção global eficiente.</p>
<p>Cerca de metade da produção é feita em proximidade, nomeadamente em Espanha, Portugal, Marrocos e Turquia. Esta estratégia permite ajustar rapidamente as coleções às preferências dos consumidores, algo que diferencia a marca no setor.</p>
<p><strong>Cliente: obsessão pela experiência</strong></p>
<p>O “c” representa o cliente, colocado no centro de toda a estratégia. A Inditex garante entregas frequentes e rápidas, com envios para lojas até duas vezes por semana.</p>
<p>Mais do que rapidez, o foco está na precisão e na experiência. Segundo o Expansión, a empresa tem investido em novos conceitos, como espaços híbridos e até cafetarias dentro das lojas, para tornar cada visita mais atrativa e diferenciadora.</p>
<p><strong>Sustentabilidade: compromisso a longo prazo</strong></p>
<p>A sustentabilidade, representada pelo “s”, é outro pilar essencial. A Inditex compromete-se a reduzir significativamente as emissões da sua cadeia de valor até 2030 e atingir a neutralidade carbónica até 2040.</p>
<p>A estratégia assenta em três eixos: circularidade, inovação e colaboração. A empresa defende que a transformação do setor exige esforços conjuntos e soluções partilhadas.</p>
<p><strong>Pessoas: o motor do crescimento</strong></p>
<p>O “p” refere-se às pessoas. Com mais de 160 mil colaboradores em todo o mundo, a Inditex aposta na valorização interna, oferecendo condições competitivas e oportunidades de progressão.</p>
<p>A cultura organizacional é marcada por uma forte ligação entre equipas jovens e altamente comprometidas com os objetivos da empresa.</p>
<p><strong>Valores: o verdadeiro multiplicador</strong></p>
<p>A fórmula termina com um multiplicador &#8211; “v” de valores. Para Óscar García Maceiras, este é o elemento que potencia todos os outros.</p>
<p>Entre os principais valores destacam-se a humildade, num setor onde o sucesso é sempre temporário; a prudência, face à volatilidade do mercado; e a ambição, que tem permitido à empresa crescer a partir de uma base local até se tornar num líder global.</p>
<p>Segundo o Expansión, a Inditex pretende continuar a evoluir como empresa de moda centrada no cliente, reforçando a inovação e a experiência de compra. O grupo acredita que a moda do futuro não pode ser apenas um produto, tem de ser uma experiência completa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757801]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Putin disposto a reunir-se com Zelensky e afirma que guerra &#8220;está a chegar ao fim&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-putin-disposto-a-reunir-se-com-zelensky-e-afirma-que-guerra-esta-a-chegar-ao-fim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia "está a chegar ao fim", criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia &#8220;está a chegar ao fim&#8221;, criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano. </P><br />
<P>&#8220;Começaram a intensificar o confronto com a Rússia, que continua até hoje. Acho que isto está a chegar ao fim, mas a situação continua grave&#8221;, respondeu Putin a uma questão sobre se a ajuda ocidental à Ucrânia estava a ir longe demais.</P><br />
<P>Nas mesmas declarações a jornalistas, o Presidente da Rússia disse estar disposto a reunir-se com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, num terceiro país, embora tenha colocado como condição que haja sobre a mesa um acordo definitivo de paz para pôr fim ao conflito com Kiev.</P><br />
<P>&#8220;Seria possível reunir num terceiro país, mas apenas se se alcançar um acordo definitivo sobre um tratado de paz, que deverá ser desenhado com uma perspetiva a longo prazo&#8221;, declarou à imprensa, segundo a agência de notícias russa TASS, citada por outras agências internacionais.</P><br />
<P>Putin falou também sobre a troca de prisioneiros anunciada na sexta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmando que a Rússia ainda não recebeu qualquer proposta da Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Contamos com a parte ucraniana para responder à proposta feita pelo Presidente dos Estados Unidos. Infelizmente, até hoje ainda não recebemos qualquer proposta&#8221;, afirmou.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760836]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 100 pessoas adoeceram com norovírus num cruzeiro nas Bahamas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-100-pessoas-adoeceram-com-norovirus-num-cruzeiro-nas-bahamas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.        </P><br />
<P>Um total de 102 passageiros e 13 membros da tripulação do cruzeiro &#8220;Caribbean Princess&#8221;, que se encontra a navegar perto das Bahamas, relataram estar doentes com o vírus que provoca vómitos e diarreia, indicaram os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) num comunicado.</P><br />
<P>Para conter o surto, a tripulação do navio intensificou as medidas de &#8220;limpeza e desinfeção&#8221;, isolou as pessoas infetadas e consultou as autoridades sanitárias sobre os procedimentos de &#8220;limpeza&#8221; e de notificação dos casos, conforme detalhado no comunicado.</P><br />
<P>O cruzeiro tem chegada prevista a Port Canaveral, nos arredores de Orlando, na segunda-feira, dia 11 de maio, de acordo com o portal de acompanhamento de cruzeiros CruiseMapper.</P><br />
<P>A bordo do navio viajam um total de 3.116 passageiros, pelo que o surto atual afeta 3% dos viajantes.</P><br />
<P>O norovírus é a principal causa de surtos de diarreia e vómitos nos Estados Unidos, segundo o CDC, e propagar-se através do contacto direto com outras pessoas infetadas, consumo de alimentos e bebidas contaminadas com o vírus, e tocando em superfícies contaminadas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760835]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>50 coisas que os portugueses faziam em 1976 e que hoje seriam um escândalo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/50-coisas-que-os-portugueses-faziam-em-1976-e-que-hoje-seriam-um-escandalo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[1976]]></category>
		<category><![CDATA[absurdas]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
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					<description><![CDATA[Fumar em consultórios médicos, trabalhar sem contrato ou viajar sem cinto de segurança eram situações comuns há 50 anos. Hoje, seriam impensáveis. Esta mudança reflete uma transformação estrutural da sociedade ao longo de meio século.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos últimos 50 anos, a sociedade sofreu transformações profundas que mudaram por completo a forma como se vive, trabalha e convive. Pequenos gestos do quotidiano ajudam a perceber essa evolução: hábitos que eram considerados normais em 1976 são hoje, em muitos casos, inaceitáveis ou simplesmente impossíveis.</p>
<p>Práticas como fumar em consultórios médicos, circular de mota sem capacete ou recorrer a castigos físicos nas escolas eram comuns há meio século. Hoje, essas situações são amplamente rejeitadas, refletindo mudanças sociais, legais e culturais significativas.</p>
<p>Em 1976, Portugal vivia um contexto muito diferente do atual. Basta olhar para os comportamentos do dia a dia para perceber como o país evoluiu em áreas como a saúde, o trabalho, a educação ou a igualdade social.</p>
<p>Muitas das mudanças devem-se a avanços legislativos, maior consciencialização social e também ao impacto da tecnologia e da globalização. Outras refletem uma transformação mais profunda nos valores da sociedade.</p>
<p data-cly-pid="11"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​e prejudiciais à saúde:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="12"><span dir="auto">Fumar no consultório médico, na sala de aula, no transporte público e dentro de bares.</span></li>
<li data-cly-pid="13"><span dir="auto">Beber água de qualquer torneira, mangueira ou fonte, sem parar para pensar se era potável.</span></li>
<li data-cly-pid="14"><span dir="auto">Comprar alimentos em mercados de rua ou em locais de higiene duvidosa.</span></li>
<li data-cly-pid="15"><span dir="auto">Tratar problemas de saúde mental como algo vergonhoso ou insano.</span></li>
<li data-cly-pid="16"><span dir="auto">Consumir álcool em bares sendo menor de idade sem que lhe perguntem quantos anos tem.</span></li>
<li data-cly-pid="17"><span dir="auto">Conviver com doenças crónicas sem acompanhamento frequente.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="18"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no trabalho:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="19"><span dir="auto">Trabalhar com menos de 16 anos de idade.</span></li>
<li data-cly-pid="20"><span dir="auto">Trabalhar sem contrato ou direitos trabalhistas.</span></li>
<li data-cly-pid="21"><span dir="auto">Trabalhar todos os dias da semana.</span></li>
<li data-cly-pid="22"><span dir="auto">Muitas mulheres paravam de trabalhar quando se casavam ou tinham filhos.</span></li>
<li data-cly-pid="23"><span dir="auto">Desenvolver toda a sua carreira profissional na mesma empresa.</span></li>
<li data-cly-pid="24"><span dir="auto">Receber salários em dinheiro. </span></li>
<li data-cly-pid="25"><span dir="auto">Guardar o salário em envelopes em casa.</span></li>
<li data-cly-pid="26"><span dir="auto">Trabalhar em jornadas de 12 horas regularmente.</span></li>
<li data-cly-pid="27"><span dir="auto">Trabalhar sem condições de segurança adequadas.</span></li>
<li data-cly-pid="28"><span dir="auto">Sofrer acidentes de trabalho sem que haja relatórios ou inspeções.</span></li>
<li data-cly-pid="29"><span dir="auto">Ir trabalhar quando um membro da família faleceu ou quando os filhos nascem.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="30"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​na estrada: </span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="31"><span dir="auto">Não usar cinto de segurança no carro.</span></li>
<li data-cly-pid="32"><span dir="auto">Não usar capacete ao andar de mota.</span></li>
<li data-cly-pid="33"><span dir="auto">Viajar com cinco ou seis pessoas nos bancos traseiros.</span></li>
<li data-cly-pid="34"><span dir="auto">Carregar um bebé no colo nos bancos da frente.</span></li>
<li data-cly-pid="35"><span dir="auto">Dirigir após consumir álcool era algo muito mais normalizado. </span></li>
<li data-cly-pid="36"><span dir="auto">Conduzir carros que nunca tinham sido inspecionados.</span></li>
<li data-cly-pid="37"><span dir="auto">Ver várias pessoas a andar numa mota.</span></li>
<li data-cly-pid="38"><span dir="auto">Conduzir à noite em estradas sem iluminação.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="39"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no ambiente familiar e pessoal:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="40"><span dir="auto">Deixar crianças sozinhas o dia todo, em casa ou na rua.</span></li>
<li data-cly-pid="41"><span dir="auto">Castigo físico de crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="42"><span dir="auto">Mandar uma criança comprar tabaco ou álcool.</span></li>
<li data-cly-pid="43"><span dir="auto">As brincavam em campos abertos sem qualquer tipo de segurança.</span></li>
<li data-cly-pid="44"><span dir="auto">Considerar a violência de género como uma simples discussão entre casais.</span></li>
<li data-cly-pid="45"><span dir="auto">Piadas sexistas, racistas e homofóbicas eram muito mais comuns.</span></li>
<li data-cly-pid="46"><span dir="auto">Resolver conflitos familiares através de gritos ou até mesmo violência física.</span></li>
<li data-cly-pid="47"><span dir="auto">Escrever cartas.</span></li>
<li data-cly-pid="48"><span dir="auto">Memorizar vários números de telefone.</span></li>
<li data-cly-pid="49"><span dir="auto">Prestar serviço militar. </span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="50"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no mundo da educação:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="51"><span dir="auto">Os professores batiam nas crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="52"><span dir="auto">Alta presença da religião católica na educação pública.</span></li>
<li data-cly-pid="53"><span dir="auto">Abandono escolar precoce devido a dificuldades financeiras.</span></li>
<li data-cly-pid="54"><span dir="auto">As universidades eram praticamente inacessíveis a mulheres e muitas famílias.</span></li>
<li data-cly-pid="55"><span dir="auto">Caminhar vários quilómetros até à escola ou faculdade. </span></li>
<li data-cly-pid="56"><span dir="auto">Sentir muito frio ou muito calor na sala de aula.</span></li>
<li data-cly-pid="57"><span dir="auto">Não receber apoio para determinadas necessidades educacionais.</span></li>
<li data-cly-pid="58"><span dir="auto">Não receber educação sexual.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="59"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no lazer e no consumo:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="60"><span dir="auto">Haver dois únicos canais de televisão disponíveis.</span></li>
<li data-cly-pid="61"><span dir="auto">Ver conteúdo que ainda está censurado.</span></li>
<li data-cly-pid="62"><span dir="auto">Viajar para a aldeia todos os verões era a única opção.</span></li>
<li data-cly-pid="63"><span dir="auto">Considerar o bar como o único elemento de socialização.</span></li>
<li data-cly-pid="64"><span dir="auto">Utilizar uma câmera sem a possibilidade de ver o resultado até dias depois.</span></li>
<li data-cly-pid="65"><span dir="auto">Ouvir música apenas quando passava na TV ou no rádio.</span></li>
<li data-cly-pid="66"><span dir="auto">Pagar sempre em dinheiro.</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos destes hábitos desapareceram graças à evolução da sociedade, à melhoria das condições de vida e ao reforço de direitos fundamentais. O progresso na igualdade de género e na luta contra o racismo e a homofobia é particularmente significativo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757806]]></sapo:autor>
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		<title>Recluso foge da cadeia de Ponta Delgada mas foi capturado 40 minutos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP). </P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que três reclusos, conhecendo a falta de segurança e o estado de degradação da rede da cadeia, aproveitaram a hora de pátio para fugir, sendo que apenas um conseguiu chegar à rua, tendo um outro ficado ferido e o restante abortado a fuga após disparos de um guarda.</P><br />
<P>O recluso que conseguiu fugir pela rede degradada, e que estava a cumprir pena por tráfico de droga, foi capturado pela guarda prisional cerca de 40 minutos depois, numa casa degradada próxima do estabelecimento prisional, acrescentou à Lusa o presidente do SNCGP.</P><br />
<P>Frederico Morais disse que, ao aperceber-se da fuga, cerca das 16:00, um guarda prisional fez vários disparos de aviso para o ar, tendo um dos reclusos abortado a fuga por receio e outro, que se encontrava na zona do arame farpado feito ferimentos (cortes) nos pés e caído para o chão, durante a confusão que se gerou.</P><br />
<P>Apenas o recluso que já se encontrava em cima do muro conseguiu fugir.</P><br />
<P>Frederico Morais disse à Lusa que o sindicato &#8220;está farto de alertar&#8221; para a carência de guardas e para a falta de condições de segurança da cadeia de Ponta Delgada, mas que o assunto tem sido ignorado pela direção do estabelecimento e nada foi feito para colmatar a situação enquanto a programada nova cadeia não for construída. </P><br />
<P>O presidente do sindicato adiantou que já foram realizados vários plenários naquela cadeia para alertar para a falta de condições dos reclusos e para a insegurança das instalações, sobretudo das redes, mas que nada foi feito nem pela gestão do estabelecimento, nem pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).</P><br />
<P>No entendimento do sindicato, a diretora do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e a sua equipa não têm condições para continuar a dirigir a cadeia, mas que o problema fica à consideração da DGRSP.</P><br />
<P>O sindicalista deu como exemplo o facto de o adjunto da direção dar aulas de ioga aos reclusos no pátio sem a presença de qualquer guarda.</P><br />
<P>Frederico Morais disse ainda que há naquela cadeia 64 guardas para os vários turnos e 153 reclusos, existindo apenas um chefe principal e um adjunto para comandar as operações.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760834]]></sapo:autor>
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		<title>O Corvette fazia demasiado barulho. Ela perdeu a paciência — e começou aos pontapés ao superdesportivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[corvette]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[O protagonista involuntário foi o proprietário de um Corvette C8 Z06 preto, que acabou envolvido numa discussão com uma mulher que se queixava do ruído do motor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que chamam a atenção pelo desenho. Outros, pelo preço. E depois há os que anunciam a sua presença antes sequer de aparecerem. O Chevrolet Corvette Z06 pertence claramente a esta última categoria — e, desta vez, o som do V8 acabou por transformar uma paragem numa bomba de gasolina numa discussão filmada.</p>
<p>A história é relatada pela &#8216;Road &#038; Track&#8217; e aconteceu no Texas, nos Estados Unidos. O protagonista involuntário foi o proprietário de um Corvette C8 Z06 preto, que acabou envolvido numa discussão com uma mulher que se queixava do ruído do motor. O momento foi gravado em vídeo e partilhado nas redes sociais.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Texas Karen kicks man’s Corvette at gas station, demands he “certify” he heard her, then calls him retarded</p>
<p>A woman in Texas, claiming she has tinnitus, confronted a man at a gas station right after he started his Corvette.</p>
<p>She walked over, kicked his car to get his attention,… <a href="https://t.co/tEETn65pQX">pic.twitter.com/tEETn65pQX</a></p>
<p>&mdash; The Facts Dude 🤙🏽 (@Thefactsdude) <a href="https://twitter.com/Thefactsdude/status/2049525409910255714?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Nas imagens, a mulher aproxima-se do lado do condutor com o telemóvel na mão. Sem grande aviso, dá um pontapé na porta do Corvette e começa a discutir com o proprietário. Do outro lado, o condutor mantém um tom calmo, enquanto tenta perceber o motivo da reação.</p>
<p>A mulher alegava sofrer de tinnitus e dizia que o barulho do automóvel a estava a afetar fisicamente. Durante a discussão, ameaçou chamar a polícia para “fazer cumprir a lei”. O proprietário respondeu que também chamaria as autoridades, mas por outro motivo: os danos causados pelo pontapé no carro.</p>
<p>O detalhe que torna a história ainda mais improvável é o contraste entre os dois comportamentos. De um lado, uma mulher visivelmente irritada, convencida de que o ruído do Corvette tinha passado dos limites. Do outro, um condutor que, segundo a &#8216;Road &#038; Track&#8217;, parece ter dado uma pequena lição de calma perante uma situação que podia facilmente ter escalado.</p>
<p>Não é claro se aquele Corvette Z06 tinha escape modificado. Ainda assim, mesmo de origem, este modelo não é exatamente discreto. O motor LT6 V8 de cambota plana é conhecido pelo som agudo e intenso, capaz de subir até às 8.600 rotações por minuto. É uma das assinaturas mais marcantes do Z06 — e uma das razões pelas quais tantos entusiastas o veneram.</p>
<p>Mas o som de um carro, por mais irritante que possa ser para quem está por perto, não justifica danos materiais. Esse é também o ponto sublinhado pela publicação americana: um automóvel barulhento pode ser discutível, mas pontapear a carroçaria é outra conversa.</p>
<p>O Corvette em causa tinha película de proteção mate e jantes aftermarket, sinal de que pertenceria a um proprietário particularmente cuidadoso com o carro. Essa película pode ter sido decisiva para evitar danos mais sérios na pintura, embora o vídeo não permita perceber com clareza a extensão do estrago.</p>
<p>A discussão atingiu outro nível quando o condutor saiu do carro para registar a matrícula da mulher. Ela respondeu com insultos pessoais, enquanto ele insistia para que se afastasse do veículo. No fim, a cena terminou sem grandes demonstrações de fúria por parte do dono do Corvette — e com a internet a discutir, mais uma vez, a fronteira entre paixão automóvel, ruído e convivência pública.</p>
<p>A história tem todos os ingredientes de uma daquelas polémicas modernas que só precisam de uma câmara para ganhar vida própria: um superdesportivo americano, uma estação de serviço, uma queixa sobre barulho, um pontapé na porta e um condutor que pareceu perceber que, naquele momento, a melhor aceleração era mesmo não acelerar a discussão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760144]]></sapo:autor>
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		<title>FC Porto vence Famalicão e conquista 24 título nacional de juniores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:39:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto conquistou hoje o campeonato nacional de juniores, após receber e vencer o Famalicão, por 3-2, assegurando o título na 13.ª e penúltima jornada da fase de apuramento de campeão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto conquistou hoje o campeonato nacional de juniores, após receber e vencer o Famalicão, por 3-2, assegurando o título na 13.ª e penúltima jornada da fase de apuramento de campeão. </P><br />
<P>Os &#8216;dragões&#8217;, que já tinham tido a oportunidade de se sagrarem campeões nas duas últimas jornadas, adiando a festa com um empate contra o Benfica (3-3) e uma derrota frente à União de Leiria (2-1), asseguraram finalmente a conquista com um golo obtido no último lance da partida, marcado por Duarte Cunha, aos 90+5.</P><br />
<P>Com a conquista do título, o FC Porto chega aos 24 troféus na categoria, ficando a dois do Benfica, o recordista com 26, enquanto o Sporting ocupa o terceiro lugar da hierarquia, com 17.</P><br />
<P></P><br />
<P>VR // VR</P><br />
<P>Lusa/fin</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760833]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 90 vacinas estão em desenvolvimento na Europa para responder a novas ameaças sanitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do reconhecimento generalizado sobre a importância das vacinas, as especialistas alertaram para o crescimento de teorias falsas e campanhas de desinformação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="100" data-end="407">A investigação em vacinas está a atravessar uma fase de forte crescimento na Europa, com mais de 90 candidatas atualmente em desenvolvimento clínico. O objetivo passa por responder a algumas das maiores ameaças sanitárias da atualidade, incluindo o VIH, doenças respiratórias e resistências antimicrobianas.</p>
<p data-start="409" data-end="763">De acordo com o El Economista, os novos projetos incluem vacinas destinadas a doenças como a gripe, o vírus sincicial respiratório (VSR) e novas formulações contra a Covid-19. Existem ainda investigações focadas em bactérias resistentes a antibióticos, como a Clostridium, numa tentativa de combater o crescente problema das resistências antimicrobianas.</p>
<p data-start="765" data-end="998">O tema esteve em destaque no colóquio “Prevenção, resiliência e sustentabilidade de uma perspetiva One Health: vacinas, inovação e preparação para futuras crises”, realizado no âmbito do III Fórum Saúde organizado pelo El Economista.</p>
<p data-start="1051" data-end="1231">Ana Hernando, diretora de Relações Institucionais da área de vacinas da GSK, afirmou que este é um momento decisivo para identificar necessidades médicas ainda sem resposta eficaz.</p>
<p data-start="1233" data-end="1542">Segundo o El Economista, a responsável defendeu também uma mudança na forma como a vacinação é encarada pelos sistemas de saúde, considerando-a um investimento estratégico e não apenas um custo. Atualmente, a vacinação representa menos de 1% dos 105 mil milhões de euros do Sistema Nacional de Saúde espanhol.</p>
<p data-start="1544" data-end="1730">Na visão da responsável, um reforço do investimento em prevenção permitiria melhorar a resiliência dos sistemas de saúde e atrasar o aparecimento de doenças associadas ao envelhecimento.</p>
<p data-start="1788" data-end="2009">O envelhecimento da população foi outro dos temas centrais debatidos no encontro. Espanha é um dos países europeus com maior esperança média de vida, mas isso não significa necessariamente mais anos vividos com boa saúde.</p>
<p data-start="2011" data-end="2197">Dados do Eurostat citados durante o debate indicam que a esperança de vida saudável ronda os 64 anos, o que significa que muitos cidadãos passam cerca de duas décadas a viver com doença.</p>
<p data-start="2199" data-end="2490">Ana Hernando alertou que o envelhecimento afeta diretamente o sistema imunitário, tornando a prevenção ainda mais importante. A responsável sublinhou que atrasar a fragilidade física reduz a pressão sobre os serviços de saúde e permite aos profissionais concentrarem-se em patologias agudas.</p>
<p data-section-id="y7w6q9" data-start="2492" data-end="2543"><strong>Alterações climáticas aumentam risco de doenças</strong></p>
<p data-start="2545" data-end="2834">Gloria Pol Ferrer, responsável de medicina veterinária da LETI Pharma, destacou o impacto das alterações climáticas na propagação de doenças infecciosas. A especialista explicou que o aumento de vetores transmissores está a alterar a distribuição destas doenças em várias regiões do mundo.</p>
<p data-start="2836" data-end="3006">A responsável salientou ainda a importância da abordagem “One Health”, que integra saúde humana, animal e ambiental, defendendo uma resposta mais preventiva e coordenada.</p>
<p data-start="3008" data-end="3169">Além disso, considerou que a inteligência artificial poderá desempenhar um papel importante na previsão de riscos e na preparação para futuras crises sanitárias.</p>
<p data-start="3231" data-end="3395">Apesar do reconhecimento generalizado sobre a importância das vacinas, as especialistas alertaram para o crescimento de teorias falsas e campanhas de desinformação.</p>
<p data-start="3397" data-end="3589">Ana Hernando afirmou que muitas destas narrativas têm grande capacidade de influência e defendeu a necessidade de monitorizar e combater a desinformação com o apoio dos profissionais de saúde.</p>
<p data-start="3591" data-end="3825">Também foram apontadas desigualdades no acesso à vacinação e diferenças regionais nas estratégias adotadas. Segundo as intervenientes, continuam a existir dificuldades em transformar recomendações em níveis reais de cobertura vacinal.</p>
<p data-start="3827" data-end="4020">Outro problema identificado passa pelo modelo de vacinação ainda demasiado centrado nos hospitais, quando a vacinação em outros locais poderia aumentar significativamente a adesão da população.</p>
<p data-start="4022" data-end="4262" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As especialistas concluíram que a transição demográfica e os novos desafios sanitários exigem sistemas de saúde mais preventivos, assentes em dados interoperáveis, planeamento financeiro de longo prazo e maior aposta na inovação científica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760045]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Soldados a controlar drones com a mente? Pentágono aposta em tecnologia que liga cérebro humano a máquinas de guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/soldados-a-controlar-drones-com-a-mente-pentagono-aposta-em-tecnologia-que-liga-cerebro-humano-a-maquinas-de-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pentágono]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto chamava-se Next-Generation Nonsurgical Neurotechnology, ou N3, e tinha um objetivo ambicioso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia parece saída de um filme de ficção científica: soldados capazes de controlar drones e outros sistemas militares apenas com sinais cerebrais, sem cirurgia e sem implantes invasivos. Mas o &#8216;Daily Mail&#8217; relata que a Agência de Projetos de Investigação Avançada de Defesa dos Estados Unidos, conhecida como DARPA, publicou informação sobre um programa que procurava precisamente aproximar o cérebro humano das máquinas de guerra.</p>
<p>O projeto chamava-se Next-Generation Nonsurgical Neurotechnology, ou N3, e tinha um objetivo ambicioso: desenvolver uma interface cérebro-computador portátil, não cirúrgica, que permitisse a militares saudáveis comunicar diretamente com sistemas de segurança nacional.</p>
<p>Na prática, a tecnologia deveria ler sinais cerebrais do utilizador e, ao mesmo tempo, enviar informação de volta para o cérebro. A promessa era criar uma ligação direta entre militares e equipamentos como drones, reduzindo a dependência de comandos tradicionais.</p>
<p>A DARPA é muitas vezes descrita como a ‘fábrica de ideias’ do Pentágono. A agência esteve ligada ao desenvolvimento de tecnologias que acabaram por marcar o mundo moderno, como a internet, o GPS e sistemas furtivos. Desta vez, porém, o campo era mais delicado: não se tratava apenas de melhorar máquinas, mas de criar uma nova forma de interação entre humanos e armamento.</p>
<p>O programa foi anunciado em 2018 e financiou seis equipas de investigação a partir de 2019, incluindo grupos ligados ao Battelle Memorial Institute, Carnegie Mellon University, Johns Hopkins Applied Physics Laboratory, Rice University, Palo Alto Research Center e Teledyne Scientific.</p>
<p>O desenvolvimento foi dividido em três fases. A primeira procurava testar componentes capazes de ler e registar sinais cerebrais, bem como enviar sinais de volta ao cérebro. A segunda fase passou pela integração desses componentes num sistema funcional e por ensaios em animais, para perceber se a tecnologia podia funcionar de forma segura e eficaz.</p>
<p>A terceira fase era a mais sensível: aperfeiçoar o dispositivo, aumentar a velocidade da transmissão de sinais e iniciar testes em humanos.</p>
<p>É precisamente aqui que começa o mistério.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, uma atualização da Carnegie Mellon University, datada de julho de 2023, indicava que a equipa já tinha iniciado testes em seres humanos. A universidade referia ainda uma técnica de estimulação cerebral não invasiva, apelidada de ‘SharpFocus’, apresentada como um avanço importante face ao que era possível até então.</p>
<p>Depois disso, porém, o rasto público do programa torna-se muito mais discreto. A página da DARPA dedicada ao N3 surge atualmente apenas como conteúdo de referência e indica que já não é mantida. A agência disse ao jornal que o esforço associado ao programa está concluído, acrescentando que não operacionaliza tecnologias.</p>
<p>Essa frase deixa espaço para uma pergunta inevitável: se a DARPA concluiu o programa, o que aconteceu à tecnologia?</p>
<p>A agência remeteu o conhecimento mais atualizado sobre a utilização dos dispositivos para as equipas de investigação envolvidas. Mas, até agora, não há uma explicação pública clara sobre o resultado dos testes humanos, sobre a eficácia dos equipamentos ou sobre uma eventual aplicação militar posterior.</p>
<p>O tema surge num contexto em que os Estados Unidos têm assumido publicamente a utilização de tecnologia militar avançada. O texto refere declarações de Donald Trump sobre armas que outros países desconheceriam, bem como relatos sobre alegadas armas sónicas e ferramentas secretas de deteção à distância.</p>
<p>Algumas dessas descrições devem, no entanto, ser lidas com cautela. Parte dos relatos citados envolve fontes anónimas, testemunhos não verificados ou episódios descritos sem confirmação independente. Ainda assim, ajudam a enquadrar o ambiente em que estas tecnologias são apresentadas: um campo onde propaganda, segredo militar e avanços reais se misturam com facilidade.</p>
<p>Entre os exemplos referidos está uma ferramenta conhecida como ‘Ghost Murmur’, que alegadamente usaria magnetometria quântica de longo alcance para detetar a assinatura eletromagnética de batimentos cardíacos. O sistema, segundo as descrições citadas, combinaria essa leitura com inteligência artificial para isolar uma pessoa no meio do ruído ambiente.</p>
<p>O ponto central, porém, continua a ser o N3: uma tentativa de tornar a interface cérebro-máquina suficientemente segura, portátil e prática para ser usada por pessoas saudáveis, começando pelo meio militar.</p>
<p>Até agora, tecnologias como a Neuralink, de Elon Musk, têm sido sobretudo associadas a pacientes com paralisia ou a contextos médicos e laboratoriais, muitas vezes com implantes colocados através de cirurgia. A proposta da DARPA era diferente: criar uma ligação não cirúrgica que pudesse ser usada em cenários reais.</p>
<p>Essa diferença é enorme. Um sistema implantado no cérebro já levanta debates éticos, médicos e técnicos. Um sistema portátil, capaz de ler sinais cerebrais sem cirurgia e de os transformar em comandos militares, abre uma discussão ainda mais ampla: até onde deve ir a fusão entre soldado e máquina?</p>
<p>O fascínio é evidente. Um militar que controle drones com a mente poderia reagir mais depressa, operar vários sistemas ao mesmo tempo e reduzir a distância entre intenção e ação. Mas os riscos também são claros: privacidade mental, autonomia humana, segurança dos dados cerebrais e possibilidade de erro num contexto de guerra.</p>
<p>É por isso que o silêncio em torno do desfecho do programa se torna tão relevante. O projeto foi apresentado, financiado, desenvolvido e levado até à fase de testes humanos. Depois, desapareceu da conversa pública.</p>
<p>No fim, a pergunta não é apenas se soldados já podem controlar drones com a mente. É outra, talvez mais inquietante: se essa tecnologia avançou, quem sabe hoje até onde chegou?</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760140]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O que acontece se deixar a sua conta bancária sem movimentos durante meses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-acontece-se-deixar-a-sua-conta-bancaria-sem-movimentos-durante-meses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[setor bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o crescimento de bancos digitais como a Revolut, muitos portugueses passaram a manter contas antigas abertas em bancos tradicionais sem lhes dar uso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="204" data-end="431">Com o crescimento de bancos digitais como a Revolut, muitos portugueses passaram a manter contas antigas abertas em bancos tradicionais sem lhes dar uso. O problema é que estas contas esquecidas podem trazer custos inesperados.</p>
<p data-start="433" data-end="549">Em muitos casos, os titulares desconhecem o que acontece quando uma conta fica sem qualquer movimento durante meses.</p>
<p data-start="601" data-end="890">Em Portugal, uma conta pode ser considerada inativa quando não regista qualquer movimento entre seis meses e um ano, segundo o site 4gnews. No entanto, este critério não é uniforme e pode variar de banco para banco, pelo que é importante confirmar as condições definidas no contrato com a instituição financeira.</p>
<p data-start="892" data-end="1050">No caso das contas de serviços mínimos bancários, está previsto que o banco possa proceder ao encerramento da conta após 24 meses consecutivos sem movimentos.</p>
<p data-start="1093" data-end="1285">Uma das principais consequências de uma conta inativa é a aplicação de comissões de manutenção e inatividade. Estes valores variam normalmente entre 10 e 50 euros por ano, dependendo do banco.</p>
<p data-start="1287" data-end="1455">Com o passar do tempo, estes encargos podem acumular-se de forma silenciosa e levar a que uma conta que parecia inativa ou sem saldo acabe por ficar com saldo negativo.</p>
<p data-start="1457" data-end="1602">Mesmo quando existe saldo positivo, uma conta inativa pode ainda ser alvo de penhoras automáticas no caso de dívidas fiscais ou coimas judiciais.</p>
<p data-start="1646" data-end="1856">Existe ainda uma consequência menos conhecida: os valores depositados em contas sem movimentos durante 15 anos são considerados abandonados e revertem para o Estado, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 187/70.</p>
<p data-start="1897" data-end="2050">Os titulares podem consultar as contas associadas ao seu nome através da Base de Dados de Contas do Banco de Portugal, acessível via Portal das Finanças.</p>
<p data-start="2052" data-end="2215">Após autenticação com as credenciais pessoais, é possível consultar o Mapa de Responsabilidades, utilizado também em processos como pedidos de crédito à habitação.</p>
<p data-start="2217" data-end="2392" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Caso seja identificada uma conta inativa, a solução mais simples é solicitar o seu encerramento diretamente ao banco, sendo frequentemente recomendado fazê-lo presencialmente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759857]]></sapo:autor>
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		<title>Banco Central da Venezuela normaliza relações com instituições financeiras mundiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:18:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central da Venezuela (BCV) participou hoje no 1º Fórum Económico da América Latina, em Espanha, considerando ser um "novo marco na normalização das suas relações com instituições financeiras" mundiais, após o alívio das sanções dos EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central da Venezuela (BCV) participou hoje no 1º Fórum Económico da América Latina, em Espanha, considerando ser um &#8220;novo marco na normalização das suas relações com instituições financeiras&#8221; mundiais, após o alívio das sanções dos EUA.</P><br />
<P>&#8220;A Venezuela retornou ao circuito dos bancos centrais no Fórum Económico da América Latina&#8221;, declarou a instituição num comunicado de imprensa.</P><br />
<P>A delegação que viajou para a Catalunha (região nordeste da Espanha que sedia o evento), chefiada pelo presidente do BCV, Luis Pérez, participou ativamente em grupos de trabalho sobre temas como &#8220;tarifas e geoeconomia, taxas de câmbio e política monetária, gestão de fluxos de capital e o impacto das tarifas comerciais&#8221;, segundo o mesmo comunicado.</P><br />
<P>Em abril passado, os Estados Unidos emitiram a Licença Geral 57, que autorizou &#8220;transações de serviços financeiros envolvendo certos bancos venezuelanos e instituições do Governo venezuelano&#8221;, incluindo o BCV.</P><br />
<P>Posteriormente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial retomaram as suas relações com Caracas.</P><br />
<P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, celebrou o retorno do país ao FMI como &#8220;um passo muito importante&#8221; para a economia da nação produtora de petróleo, agradecendo ao Presidente dos EUA, Donald Trump, e a &#8220;todas as equipas que também estiveram envolvidas&#8221; no processo.</P><br />
<P>O vice-presidente para os Assuntos Económicos da Venezuela, Calixto Ortega, foi nomeado governador do país junto ao FMI, conforme o anunciado na segunda-feira pelo presidente do Banco Central da Venezuela (BCV).</P><br />
<P>No 1.º Fórum Económico Latino-Americano, organizado pelo Banco da Espanha, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, falou na sexta-feira sobre a importância de construir &#8220;uma base&#8221; e uma &#8220;infraestrutura&#8221; europeias para operar com &#8216;stablecoins&#8217; (criptomoedas desenhadas para manter um valor estável, geralmente atrelado a um ativo de reserva como o dólar, euro ou ouro), em vez de replicar outros modelos. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760832]]></sapo:autor>
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		<title>Divulgadas na segunda-feira medidas de coação aos polícias detidos no caso da esquadra do Rato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os 14 polícias detidos no âmbito do caso de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vão conhecer as medidas de coação na segunda-feira, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os 14 polícias detidos no âmbito do caso de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vão conhecer as medidas de coação na segunda-feira, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.</P><br />
<P>A mesma fonte acrescentou que ao longo do dia de hoje foram ouvidas as alegações do Ministério Público (MP) e dos advogados, depois dos interrogatórios aos arguidos terem terminado na sexta-feira.</P><br />
<P>Segundo a fonte, o MP pediu prisão preventiva para quatro polícias, sendo um deles chefe da PSP, prisão domiciliária para três agentes e para os restantes suspensão de funções e proibição de contactos com as vítimas.</P><br />
<P>No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno, tendo um dos agentes sido libertado logo depois da detenção, que aconteceu na terça-feira, e o civil libertado na quinta-feira, após o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de habeas corpus por detenção ilegal. </P><br />
<P>Dos 15 polícias detidos, 14 são suspeitos de 19 crimes de tortura, além de outros que incluem ofensas à integridade física, abuso de poder e falsificação de documento em nove casos apontados pelo Ministério Público, referiu à Lusa fonte próxima do processo.</P><br />
<P>Um dos polícias não terá participado nas agressões, sendo suspeito dos crimes de tortura, abuso de poder e ofensas à integridade física por omissão, uma vez que terá assistido às agressões, e outro polícia é suspeito dos crimes de ofensas à integridade física, falsificação de documento, furto e violação de correspondência. </P><br />
<P>Com a detenção de 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como &#8220;tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas&#8221;, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760831]]></sapo:autor>
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		<title>A invenção que começou com um fracasso, passou pelas trincheiras da II Guerra Mundial e acabou nas suas calças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fecho-éclair]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Origem desta peça remonta a 1893, na Feira Mundial de Chicago, quando Whitcomb Judson apresentou uma solução que prometia acabar com os incómodos atacadores das botas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está ali todos os dias, quase invisível, preso às calças, aos casacos, às malas ou às botas. Usa-se em segundos, sem grande pensamento, como se sempre tivesse existido. Mas o fecho-éclair tem uma história bem mais atribulada do que a sua simplicidade sugere: começou com uma invenção ridicularizada, atravessou guerras e acabou por mudar a forma como o mundo se veste.</p>
<p>O &#8216;ABC&#8217; recorda que a origem desta peça remonta a 1893, na Feira Mundial de Chicago, quando Whitcomb Judson apresentou uma solução que prometia acabar com os incómodos atacadores das botas. Chamou-lhe uma espécie de ‘fechadura de fecho’, feita com dentes de metal. A ideia era ambiciosa, mas a execução ainda estava longe de convencer.</p>
<p>O dispositivo era pesado, prendia com facilidade e, pior ainda, podia abrir-se sozinho. Em vez de aplausos, recebeu troça. Judson acabou por morrer em 1909, arruinado e praticamente esquecido, deixando para trás uma invenção inacabada e uma viúva ligada a uma promessa que ainda não tinha encontrado o seu momento.</p>
<p>Esse momento chegaria através de Gideon Sundback, engenheiro sueco e genro de Judson. Marcado pela morte da mulher durante o parto, Sundback fechou-se no trabalho e dedicou-se a aperfeiçoar o mecanismo criado pelo sogro.</p>
<p>Foi uma obsessão técnica e pessoal. Sundback redesenhou os dentes, tornou-os mais finos e precisos, criou tiras mais flexíveis e desenvolveu um cursor capaz de unir as duas partes com maior fiabilidade. Em 1913, nascia o chamado ‘Fecho sem Gancho’, uma versão muito mais próxima do fecho-éclair moderno.</p>
<p>A invenção, porém, ainda precisava de sair da oficina e entrar no mundo real. E foi a guerra que lhe abriu caminho.</p>
<p>Durante a Primeira Guerra Mundial, os soldados americanos nas trincheiras precisavam de soluções rápidas para fechar botas, bolsos e equipamento em condições duras, muitas vezes no meio da lama. O novo fecho revelou-se útil precisamente porque fazia em segundos aquilo que atacadores e botões tornavam mais lento.</p>
<p>Pouco depois, chegou aos casacos dos aviadores. Em grandes altitudes, onde o frio podia ser mortal, fechar rapidamente uma peça de roupa não era apenas uma questão de conforto: podia ser uma questão de sobrevivência.</p>
<p>Em 1923, a empresa BF Goodrich deu-lhe o nome pelo qual ficaria conhecido em inglês: ‘zipper’, inspirado no som rápido e seco do mecanismo. Em Portugal, o termo mais comum seria fecho-éclair, também associado à ideia de rapidez.</p>
<p>Mas a entrada no vestuário quotidiano não foi imediata. A alta costura resistiu. Alfaiates, casas de moda e setores mais conservadores da sociedade continuavam a preferir botões, vistos como mais elegantes e adequados. O fecho era prático, sim, mas também parecia demasiado mecânico, moderno e pouco refinado.</p>
<p>A década de 1930 mudou esse cenário. O fecho começou a conquistar as calças masculinas, primeiro por razões de conveniência e depois por pura eficácia. A empresa francesa Éclair aplicou-o em macacões de voo, enquanto a Talon, sucessora da empresa ligada a Sundback, ajudou a introduzi-lo nas calças com abertura frontal.</p>
<p>Os homens, cansados de botões pouco práticos, aderiram. O que antes parecia uma excentricidade técnica começou a transformar-se num gesto diário: puxar, fechar, seguir.</p>
<p>A II Guerra Mundial acelerou a mudança. Com o metal dos botões a tornar-se mais escasso e valioso, os Estados Unidos recorreram cada vez mais a fechos de náilon. A solução espalhou-se por casacos, calças, botas e equipamento militar, porque permitia vestir, fechar e proteger em poucos segundos.</p>
<p>O &#8216;ABC&#8217; sublinha que o fecho-éclair acabou por fazer muito mais do que unir tecidos. Ajudou crianças a vestirem-se sozinhas, deu novas possibilidades à moda feminina, permitiu cortes mais ajustados e peças mais rápidas de usar, e tornou-se indispensável em sectores tão diferentes como o vestuário, a bagagem, o desporto ou a indústria militar.</p>
<p>Hoje, produzem-se cerca de 10 mil milhões de fechos por ano. É um império silencioso, escondido em peças que usamos sem reparar. Mas por trás daquele gesto simples — subir ou descer um fecho — há uma história de fracasso, luto, guerra, engenho e velocidade.</p>
<p>No fim, talvez seja essa a força das grandes invenções: quando finalmente vencem, tornam-se tão comuns que quase deixam de ser vistas.</p>
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