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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Pontes e aeroporto perto do estreito de Ormuz atacados pelos EUA &#8211; media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:31:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques aéreos norte-americanos atingiram hoje à noite um aeroporto e duas pontes no sul do Irão, perto do estreito de Ormuz, segundo media estatais iranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques aéreos norte-americanos atingiram hoje à noite um aeroporto e duas pontes no sul do Irão, perto do estreito de Ormuz, segundo media estatais iranianos.</P><br />
<P>A emissora estatal IRIB referiu que o Aeroporto de Iranshahr (sudeste) foi atingido por &#8220;pelo menos um projétil do inimigo americano&#8221;.</P><br />
<P>Também esta noite, a imprensa estatal iraniana noticiou uma série de explosões que abalou várias áreas no sul do Irão, após o anúncio dos Estados Unidos de uma nova ronda de ataques aéreos.</P><br />
<P>A cidade portuária de Bushehr, que alberga a única central nuclear do país, foi alvo dos ataques, segundo o governador, citado pela televisão estatal, que afirmou que &#8220;a agressão do inimigo americano continua&#8221;. </P><br />
<P>Explosões também foram ouvidas na cidade costeira de Bandar Abbas.</P><br />
<P>A agência de notícias estatal IRNA noticiou ataques nas proximidades de Ahvaz, onde residentes assustados disseram à agência France-Presse (AFP) que ouviram intensos ataques aéreos pela segunda noite consecutiva.</P><br />
<P>Nas últimas 24 horas, os Estados Unidos lançaram novas salvas de bombardeamentos contra o Irão, que atacou países da região aliados de Washington, num cenário que se repete há vários dias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790421]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comité para Proteção de Jornalistas condena restrições de Trump a correspondentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:21:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comité para a Proteção dos Jornalistas condenou hoje a decisão do Governo norte-americano de impor novas restrições de visto a correspondentes internacionais, com as quais procura limitar a permanência de profissionais estrangeiros nos EUA a 240 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comité para a Proteção dos Jornalistas condenou hoje a decisão do Governo norte-americano de impor novas restrições de visto a correspondentes internacionais, com as quais procura limitar a permanência de profissionais estrangeiros nos EUA a 240 dias.</P><br />
<P>A organização norte-americana sem fins lucrativos considerou, em comunicado, que as novas normas abandonam uma política de décadas que permitia a jornalistas estrangeiros reportar nos Estados Unidos &#8220;sem o receio de que o seu estatuto de visto pudesse ser usado contra eles&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com estas restrições, a administração de Trump moveu-se para negar &#8212; mais uma vez &#8212; o acesso com base na sua fiscalização individual do trabalho jornalístico&#8221;, denunciou hoje José Zamora, diretor regional do Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) para as Américas.</P><br />
<P>&#8220;Esta é a mais recente escalada documentada pelo CPJ, seguindo um padrão de violações profundamente preocupantes da liberdade de imprensa por parte deste Governo. É o comportamento de uma democracia em retrocesso, não da vanguarda internacional da liberdade de expressão&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Governo dos Estados Unidos divulgou hoje uma proposta para endurecer os requisitos de visto para estudantes, participantes de programas de intercâmbio cultural e para jornalistas estrangeiros, no âmbito da política de controlo da imigração defendida por Donald Trump.</P><br />
<P>As novas regulamentações do Departamento de Segurança Interna propõem como principal mudança que os vistos F (estudante), J (intercâmbio) e I (jornalista) passem do sistema atual &#8212; que concede uma &#8220;duração de estatuto&#8221; que pode ser de vários anos &#8212; para um sistema em que serão concedidos períodos de permanência fixos e mais curtos no país, exigindo que as prorrogações sejam solicitadas com muito mais frequência para quem deseja permanecer em território norte-americano.</P><br />
<P>A regulamentação deverá ser publicada no Registo Federal (equivalente ao Diário da República) na sexta-feira e entrará em vigor 60 dias após a publicação, embora a aplicação das novas regras esteja sujeita à revisão do Congresso.</P><br />
<P>Atualmente, a maioria dos portadores de vistos F, J e I são admitidos nos Estados Unidos através de um sistema de &#8220;duração de estatuto&#8221;, que lhes permite permanecer no país enquanto mantiverem as suas atividades como estudantes, participantes de programas de intercâmbio ou funcionários de órgãos de comunicação social nesse período, que pode ser de vários anos.</P><br />
<P>As normas agora propostas estipulam que os novos solicitantes desses vistos receberão &#8212; caso sejam aprovados pelo Departamento de Segurança Interna &#8212; uma autorização de permanência com data de validade fixa no Formulário I-94, documento que verifica formalmente a situação migratória de pessoas com vistos temporários ou de não imigrante, como os vistos F, J e I.</P><br />
<P>No caso da Categoria I, para profissionais de comunicação social, a proposta estabelece um prazo máximo de 240 dias, período que se reduz para 90 dias no caso de jornalistas de nacionalidade chinesa.</P><br />
<P>Para prorrogar a validade dessas datas no formulário I-94, será necessário enviar um pedido de prorrogação antes da data de vencimento ao Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) em território norte-americano ou numa secção consular norte-americana no exterior.</P><br />
<P>&#8220;Essas mudanças terão impacto em milhares de jornalistas estrangeiros e nas suas famílias que estão nos Estados Unidos com o visto de não imigrante &#8216;I&#8217; para representantes da imprensa estrangeira&#8221;, lamentou a CPJ, frisando que, no ano fiscal de 2024, o Departamento de Segurança Interna registou 37.330 admissões na categoria de visto I.</P><br />
<P>O Departamento de Segurança Interna propôs estas mudanças em 2025, tendo o CPJ, juntamente com organizações parceiras, enviado um parecer público instando o Governo de Trump a abandonar as mudanças propostas.</P><br />
<P>O CPJ instou agora o Congresso a garantir que as decisões sobre a emissão de vistos não levem em consideração o conteúdo das reportagens jornalísticas e pediu ao Governo de Trump &#8220;que revogue imediatamente essa política anti-imprensa&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790420]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em baixa com setor tecnológico sob pressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em queda, pressionada por nova descida das ações de empresas de semicondutores, perante receios com os níveis de avaliação e a rentabilidade dos investimentos em inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em queda, pressionada por nova descida das ações de empresas de semicondutores, perante receios com os níveis de avaliação e a rentabilidade dos investimentos em inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average caiu 0,20%, para os 52.552,97 pontos, o Nasdaq Composite, com uma forte presença de empresas tecnológicas, recuou 1,47%, para os 25.881,95 pontos e o S&amp;P 500, mais abrangente, perdeu 0,51%, para 7.533,77 pontos.</P><br />
<P>&#8220;Os fortes resultados trimestrais da TSMC não conseguiram reavivar o entusiasmo entre os fabricantes de chips, uma vez que os mercados continuam preocupados com as avaliações e as perspetivas de pagamento de dividendos&#8221;, referiu Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>O maior fabricante mundial de chips eletrónicos, no entanto, anunciou um aumento de 77% no lucro líquido do segundo trimestre em relação ao ano anterior, atingindo os 19,2 mil milhões de euros e superando as expectativas dos analistas. </P><br />
<P>O grupo taiwanês prevê ainda um crescimento de receitas de 40% para todo o ano e um novo investimento de 100 mil milhões de dólares nos Estados Unidos (EUA) para a instalação de fábricas no país.</P><br />
<P>&#8220;A pergunta que todos fazem quando o mercado está em baixa é se haverá retorno do investimento para todos estes gastos, que, no final do dia, totalizarão bem mais de 1 bilião de dólares só nos Estados Unidos&#8221;, alertou Paul Meeks, da Freedom Capital Markets.</P><br />
<P>Segundo o mesmo, &#8220;o mercado é dominado pelo setor tecnológico, e este setor está sob o controlo daqueles que investem em infraestruturas de IA&#8221;, o que explica porque as dúvidas são suficientes para afetar o mercado norte-americano como um todo.</P><br />
<P>A maior empresa do mundo em termos de valor de mercado, a especialista em semicondutores Nvidia, caiu 2,40%. A Broadcom perdeu 5,03%, a Micron 5,65% e a Marvell Technology caiu 8,71%.</P><br />
<P>&#8220;Fundamentalmente, estas empresas estão a apresentar resultados sólidos&#8221;, e as próximas semanas deverão &#8220;confirmar esta força&#8221;, de acordo com Meeks.</P><br />
<P>Já beneficiando de um desempenho financeiro e de previsões melhores do que o esperado, a seguradora de saúde UnitedHealth subiu 1,17% para 423,41 dólares.</P><br />
<P>O grupo aeroespacial GE Aerospace (queda de 4,07%, para 345,67 dólares) teve um desempenho fraco, afetado pelas preocupações com o crescimento das suas vendas.</P><br />
<P>A farmacêutica Abbott Laboratories subiu 10,69% para 98,81 dólares, depois de ter elevado a sua previsão para todo o ano, na sequência de um segundo trimestre forte.</P><br />
<P>No mercado obrigacionista, o rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano a 10 anos subiu ligeiramente para 4,56% por volta das 21:15 (hora de Lisboa), em comparação com 4,55% no fecho do dia anterior.</P><br />
<P>O mercado continua impulsionado pelos receios inflacionistas ligados à retoma das hostilidades no Médio Oriente. </P><br />
<P>Após um forte aumento no início da semana, os preços do petróleo estabilizaram, enquanto os investidores acompanhavam de perto o tráfego no estreito de Ormuz e o conflito entre os EUA e o Irão.</P><br />
<P>Vários membros da Reserva Federal (Fed) dos EUA indicaram estar preparados para aumentar as taxas de juro da instituição em resposta à subida dos preços. </P><br />
<P>No entanto, a expectativa é que a próxima reunião do banco central resulte na manutenção das taxas nos níveis atuais, de acordo com a ferramenta de monitorização FedWatch da CME.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790419]]></sapo:autor>
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		<title>Estoril Open: Henrique Rocha recebe convite e entra no quadro principal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Henrique Rocha recebeu um convite para o quadro principal do Estoril Open, juntando-se aos compatriotas Nuno Borges e Jaime Faria, anunciou hoje a organização do torneio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Henrique Rocha recebeu um convite para o quadro principal do Estoril Open, juntando-se aos compatriotas Nuno Borges e Jaime Faria, anunciou hoje a organização do torneio. </P><br />
<P>&#8220;Henrique Rocha está confirmado no quadro principal da 11.ª edição do Estoril Open &#8212; que se inicia este sábado no Clube de Ténis do Estoril. O terceiro melhor tenista português no ranking ATP recebeu um convite da organização para se juntar aos compatriotas Nuno Borges e Jaime Faria &#8212; que, entretanto, garantiu a entrada direta&#8221;, refere a organização em comunicado.</P><br />
<P>Henrique Rocha, de 22 anos, é atualmente o 124.º do ranking ATP e já soma quatro títulos no circuito Challenger na carreira, dois deles conquistados este ano, em Brasília, no Brasil, e em Perugia, em Itália.</P><br />
<P>Antes, o tenista luso também venceu provas no circuito secundário de ténis em Múrcia, em 2024, e em Matsuyama, em 2025, contando ainda com outras três finais perdidas.</P><br />
<P>No ano de 2025, Henrique Rocha alcançou o quadro principal de um Grand Slam pela primeira vez na careira, em Roland Garros, onde foi eliminado na terceira ronda.</P><br />
<P>O Estoril Open, prova do circuito ATP, vai decorrer entre sábado e 26 de julho, no Clube de Ténis do Estoril.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790418]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA prosseguem investigação ao ataque mortal a uma escola iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca confirmou hoje que prossegue a investigação ao ataque mortal a uma escola na cidade iraniana de Minab, onde cerca de 180 pessoas morreram no primeiro dia da guerra dos Estados Unidos contra a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Casa Branca confirmou hoje que prossegue a investigação ao ataque mortal a uma escola na cidade iraniana de Minab, onde cerca de 180 pessoas morreram no primeiro dia da guerra dos Estados Unidos contra a República Islâmica.</P><br />
<P>&#8220;A investigação está em andamento&#8221;, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, numa conferência de imprensa, encaminhando todas as perguntas sobre o processo ao Departamento de Guerra, &#8220;cujos resultados, obviamente, ainda não foram divulgados&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Questionada sobre a posição do Presidente, que descartou a responsabilidade norte-americana pelo ataque, Leavitt indicou que Donald Trump mantém a mesma visão de que as forças dos Estados Unidos &#8220;atuam sempre de boa-fé e nunca atacam civis ou crianças deliberadamente&#8221;.</P><br />
<P>Uma posição &#8220;diferente da outra parte neste conflito, o Irão, conhecido há muito tempo por matar mulheres, crianças e inocentes no seu próprio país&#8221;, acrescentou a porta-voz da Casa Branca.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e Israel iniciaram a sua guerra contra o Irão em 28 de fevereiro com uma ofensiva que matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, parte da liderança militar do regime islâmico e que fez centenas de vítimas mortais, incluindo 180 pessoas, a maioria meninas, num ataque a uma escola em Minab, no sul do Irão, onde professores e pais também morreram.</P><br />
<P>Desde então, o Pentágono evitou assumir a responsabilidade pelo ataque e insistiu que uma investigação &#8220;complexa&#8221; sobre o incidente está em andamento.</P><br />
<P>Em maio, o comandante do Comando Central norte-americano, Brad Cooper, afirmou que a escola estava &#8220;localizada numa base ativa de mísseis de cruzeiro da Guarda Revolucionária Iraniana&#8221;, alegações que Teerão rejeitou como uma &#8220;mentira ultrajante&#8221;.</P><br />
<P>Após a sua própria investigação, o jornal The New York Times concluiu que o prédio onde o centro estava localizado foi atingido por um míssil Tomahawk ao mesmo tempo em que uma base naval próxima foi atacada.</P><br />
<P>O jornal afirmou que, até meados da década passada, o prédio da escola fazia parte do complexo da base militar iraniana, mas que, em setembro de 2016, o terreno da escola havia sido excluído das instalações navais, com um muro a fazer a separação, de acordo com imagens de satélite analisadas pelo órgão de imprensa.</P><br />
<P>O ataque à escola em Minab foi relembrado pela seleção iraniana de futebol numa carta de agradecimento a Los Angeles pela hospitalidade durante o Mundial da FIFA, na qual os iranianos foram eliminados na fase de grupos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790415]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump destitui novo procurador federal de Seattle uma hora após nomeação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, destituiu na quarta-feira o novo procurador federal de Seattle, Roger Rogoff, apenas uma hora após os juízes federais da região o terem nomeado por unanimidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, destituiu na quarta-feira o novo procurador federal de Seattle, Roger Rogoff, apenas uma hora após os juízes federais da região o terem nomeado por unanimidade.</P><br />
<P>O procurador-geral interino, Todd Blanche, anunciou a destituição de Rogoff numa mensagem publicada na plataforma LinkedIn, acusando os juízes de não consultarem o Governo.</P><br />
<P>&#8220;Os juízes dos tribunais distritais podem nomear um procurador-geral interino dos EUA, e o Presidente pode destituí-lo. Os juízes do Distrito Oeste de Washington ignoraram o processo tradicional de consulta com o Governo&#8221;, escreveu Blanche.</P><br />
<P>Rogoff, que foi informado sobre a demissão por e-mail, está a consultar advogados sobre a possibilidade de processar o Governo.</P><br />
<P>A senadora democrata Patty Murray, do estado de Washington, manifestou a sua oposição à demissão, afirmando que Rogoff &#8220;é altamente qualificado&#8221; e que &#8220;ao longo da carreira demonstrou um compromisso excecional com o serviço público e foi legalmente nomeado pelos juízes federais do Distrito Oeste de Washington&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta administração não quer seguir os procedimentos adequados. Simplesmente quer colocar os seus apadrinhados em posições para levar adiante uma agenda política corrupta&#8221;, disse Murray em comunicado.</P><br />
<P>A destituição de Rogoff marca um novo ponto de tensão nas relações entre os poderes judicial e executivo nos Estados Unidos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790412]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Ministro da Educação confiante que todas as notas serão publicas na sexta-feira à tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Fernando Alexandre, manifestou-se hoje confiante, no Parlamento, que todas as notas dos exames nacionais do ensino secundário serão publicadas na sexta-feira à tarde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, manifestou-se hoje confiante, no Parlamento, que todas as notas dos exames nacionais do ensino secundário serão publicadas na sexta-feira à tarde.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos uma excelente recetividade [dos professores], as avaliações estão a decorrer e estamos muito confiantes que amanhã [sexta-feira] à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas&#8221;, declarou aos jornalistas no final do debate sobre o estado da nação.</P><br />
<P>Depois, Fernando Alexandre foi interrogado se todas as notas serão publicadas na sexta-feira à tarde. O ministro da Educação respondeu afirmativamente: &#8220;Vai acontecer&#8221;.</P><br />
<P>Na sua breve declaração aos jornalistas, o titular da pasta da Educação deixou uma nota de agradecimento aos professores pelo seu trabalho no processo dos exames nacionais.</P><br />
<P>&#8220;A minha palavra é para agradecer a resposta que os professores deram ao meu apelo hoje de manhã. Tivemos uma excelente recetividade&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Esta manhã, o ministro da Educação, Ciência e Inovação disse que estavam então classificados 99,3 dos itens, mas as principais dificuldades mantinham-se nas disciplinas de Português e Matemática.</P><br />
<P>&#8220;É verdade que ontem (quarta-feira) ainda tivemos que distribuir algumas provas em resultado do processo de validação muito rigoroso que foi montado nas últimas semanas. Isso veio trazer mais alguma sobrecarga para os professores&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Depois, apelou à disponibilidade dos professores classificadores e considerou, por outro lado, que a sociedade portuguesa não compreenderia um novo adiamento na afixação de pautas, &#8220;estando tão perto de terminar&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Reunimos todas as condições tecnológicas, está tudo preparado e durante a tarde poderão começar a ser enviadas para as escolas as provas que estão fechadas, para as poderem publicar amanhã [sexta-feira], mas, obviamente, temos que fechar todas as provas&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O prazo para concluir a classificação dos exames do 11º e 12º anos terminou na quarta-feira, depois de adiado por duas vezes devido aos problemas com o modelo de classificação digital.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário estão a ser avaliados em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o Ministério adiou, em quatro dias, os prazos inicialmente previstos.</P><br />
<P> </P><br />
<P> PMF/TS (MCA) // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790411]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE Exames: Ministro da Educação confiante que todas as notas serão publicadas sexta-feira à tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:34:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, manifestou-se hoje confiante, no Parlamento, que todas as notas dos exames nacionais do ensino secundário serão publicadas na sexta-feira à tarde.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos uma excelente recetividade [dos professores], as avaliações estão a decorrer e estamos muito confiantes que amanhã [sexta-feira] à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas&#8221;, declarou aos jornalistas no final do debate sobre o estado da nação.</P><br />
<P> </P><br />
<P>PMF/TS // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790405]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: Governo não será &#8220;fator de crise e instabilidade&#8221; &#8212; Castro Almeida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia e da Coesão Territorial rejeitou hoje o desafio do Chega para que o executivo apresentasse uma moção de confiança, dizendo que "o Governo não será fator de crise e instabilidade".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Economia e da Coesão Territorial rejeitou hoje o desafio do Chega para que o executivo apresentasse uma moção de confiança, dizendo que &#8220;o Governo não será fator de crise e instabilidade&#8221;.</P><br />
<P>No encerramento do debate do estado da nação, Manuel Castro Almeida fez questão de reafirmar, &#8220;a poucos meses do debate orçamental&#8221;, que o Governo PSD/CDS-PP é defensor da estabilidade.</P><br />
<P>&#8220;Queremos cumprir a legislatura, senhor deputado André Ventura. O Governo não será fator de crise e instabilidade, esperamos que as oposições tenham o mesmo sentido de responsabilidade&#8221;, afirmou, depois de o líder do Chega ter desafiado o Governo a apresentar uma moção de confiança.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790399]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: Ventura volta a desafiar Governo para moção de confiança, PSD diz-lhe que tem de aprender a nadar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:20:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega voltou a desafiar o Governo a apresentar uma moção de confiança ao Parlamento e o PSD aconselhou-o a aprender a nadar antes de querer estar na "piscina dos grandes".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do Chega voltou a desafiar o Governo a apresentar uma moção de confiança ao Parlamento e o PSD aconselhou-o a aprender a nadar antes de querer estar na &#8220;piscina dos grandes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando um primeiro-ministro aqui vem e diz que este Parlamento já não é o Parlamento que os portugueses precisam, que as alianças entre os dois estão a criar despesismo e alterar o Orçamento do Estado, que já não governa mas que o Parlamento quer governar, então tenha a coragem de apresentar uma moção de confiança ao Parlamento&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Numa intervenção na reta final do debate do estado da nação, André Ventura alegou que &#8220;quem não deve, não teme, e quem entende que o povo português é sempre sábio, é esse o caminho que deve percorrer&#8221;.</P><br />
<P>O líder do Chega considerou que &#8220;o país está pior e os portugueses estão pior&#8221; e apontou uma situação de &#8220;caos&#8221; em várias áreas, como saúde, educação, infraestruturas ou habitação.</P><br />
<P>&#8220;Está tudo pior porque, francamente, temos um dos piores governos da nossa história democrática em Portugal. Está pior porque o Governo que entrou para reformar deixou-se reformar a si próprio e as reformas que não quis dar a quem delas precisava acabaram por criar um sentimento geral na população que é claro, &#8216;se não querem dar reformas aos portugueses, talvez estejam na hora eles próprios de se reformarem'&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Ventura acusou também o Governo de estar &#8220;no caminho errado&#8221;.</P><br />
<P>Após esta intervenção, o PSD fez cinco pedidos de esclarecimento ao deputado do Chega, que culminaram numa intervenção do líder parlamentar. Nessas primeiras intervenções, os deputados sociais-democratas acusaram o Chega de ter uma &#8220;receita igual&#8221; à do antigo primeiro-ministro José Sócrates, &#8220;que levou o país à bancarrota&#8221;, ou de vender &#8220;banha da cobra&#8221;.</P><br />
<P>Hugo Soares disse que o Governo da AD encontrou problemas, mas também as soluções para os resolver, com resultados, e defendeu que &#8220;não é no caos&#8221; que se encontram as soluções.</P><br />
<P>&#8220;O deputado André Aventura, que diz que quer ser primeiro-ministro, antes de querer vir para a piscina dos grandes, aprenda com quem já aprendeu a nadar, porque o país não é o caos, o país não é berraria, o país são as soluções, e é isso que nós queremos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Na resposta, o líder do Chega afirmou que não foi a sua bancada que se queixou &#8220;da confiança nem do caos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi o primeiro-ministro que aqui veio e disse `o Parlamento não confia em mim, não me deixa governar´. Não vale andar sempre a dizer uma coisa e a fugir para trás da mesa&#8221;, criticou.</P><br />
<P>E insistiu: &#8220;Assim, senhor primeiro-ministro, assim ficará sem dúvida se confiamos em si ou não. Eu sei que gosta de arriscar, arrisque&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790398]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA lançam ataque &#8220;pela quinta noite consecutiva&#8221; &#8211; exército norte-americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:17:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos lançaram hoje, "pela quinta noite consecutiva", uma nova série de ataques contra o Irão, anunciou o exército norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos lançaram hoje, &#8220;pela quinta noite consecutiva&#8221;, uma nova série de ataques contra o Irão, anunciou o exército norte-americano.</P><br />
<P>Estes bombardeamentos tiveram início às 18:00 TMG (19:00 em Lisboa) para &#8220;continuar a enfraquecer as capacidades militares iranianas&#8221;, adiantou a mesma fonte nas redes sociais.</P><br />
<P>Os confrontos entre Washington e Teerão recomeçaram a 07 de julho, na sequência de ataques contra navios no golfo Pérsico, atribuídos ao Irão. </P><br />
<P>Os ataques realizados desde então são sem precedentes desde o cessar-fogo de abril, minando os esforços diplomáticos para pôr fim ao conflito de forma duradoura. </P><br />
<P>Entretanto, a Casa Branca afirmou que Presidente norte-americano, Donald Trump, continua aberto à procura de uma solução diplomática com o Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente responsabiliza [os iranianos] quando estes viram as costas aos compromissos que assumiram perante os Estados Unidos. Mas, ao mesmo tempo, continua aberto à diplomacia&#8221;, declarou Karoline Leavitt, porta-voz do Executivo norte-americano, numa conferência de imprensa.</P><br />
<P>Nas últimas 24 horas, os Estados Unidos lançaram novas salvas de bombardeamentos contra o Irão, que atacou países da região aliados de Washington, num cenário que se repete há vários dias, de acordo com a agência de notícias France-Presse. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790395]]></sapo:autor>
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		<title>Reforço Rodrigo Zalazar encara chegada ao Sporting com responsabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebolista uruguaio Rodrigo Zalazar encarou hoje a chegada ao Sporting com responsabilidade, dois meses depois da sua contratação ao Sporting de Braga por 30 milhões de euros (ME), na transferência mais cara de sempre dos vice-campeões nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista uruguaio Rodrigo Zalazar encarou hoje a chegada ao Sporting com responsabilidade, dois meses depois da sua contratação ao Sporting de Braga por 30 milhões de euros (ME), na transferência mais cara de sempre dos vice-campeões nacionais.</P><br />
<P>&#8220;É um lugar de muita responsabilidade, porque estamos a falar de um clube gigante e espetacular. Estou ansioso por mostrar-me e ajudar a equipa a conseguir os objetivos&#8221;, afirmou o médio, de 26 anos, citado pelos &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>Em 15 de maio, o Sporting anunciou a contratação de Zalazar, que assinou contrato por cinco épocas, até junho de 2031, após uma passagem de três temporadas pelo Sporting de Braga, impondo a contratação mais cara a envolver dois clubes portugueses e a segunda maior do futebol nacional.</P><br />
<P>&#8220;Desde o primeiro dia em que falei com o Sporting sabia que queria vir para aqui. Transmitiram-me muita confiança, adoro o clube e, assim que surgiu esta hipótese, muitas pessoas enviaram-me mensagens para vir para o maior de Portugal&#8221;, salientou o médio, que também pode atuar a extremo.</P><br />
<P>Autor de 39 golos e 26 assistências em 126 jogos pelo Sporting de Braga, Zalazar foi convocado pelo Uruguai para o Mundial2026 depois da época &#8220;em que mais se destacou e conseguiu demonstrar todas as qualidades&#8221;, mas não alinhou na fase final da principal prova internacional de seleções.</P><br />
<P>&#8220;Venho para ganhar todos os títulos possíveis. Acho que temos uma grande equipa e vamos demonstrá-lo. Agora, vamos preparar-nos. Estou ansioso para que tudo comece e só penso em dar o máximo em todos os treinos e jogos para representar o clube como merece. Vou dar tudo o que tenho pelo Sporting, pelos meus colegas e pela nossa gente&#8221;, direcionou.</P><br />
<P>Zalazar encontrará no Sporting o defesa esquerdo Maxi Araújo, que fez dois golos e uma assistência no Mundial2026, sem impedir a eliminação do Uruguai, campeão mundial em 1930 e 1950, no Grupo H da primeira fase.</P><br />
<P>&#8220;O Maxi foi a primeira pessoa com quem falei, porque é especial para mim. Conhecemo-nos há muitos anos. É uma pessoa e um jogador incrível e estou feliz por partilhar isto com ele&#8221;, enalteceu, indiferente à posição que ocupar em campo.</P><br />
<P>Nascido em Espanha, mas com dupla nacionalidade, Zalazar fez a formação entre Albacete, San Félix e Málaga e mudou-se em 2019/20 para o Eintracht Frankfurt, enfrentando diversos empréstimos do clube alemão.</P><br />
<P>O médio passou pelos polacos do Korona Kielce e pelos germânicos do St. Pauli e do Schalke 04, ao qual se vincularia em definitivo em 2022/23, logo após a conquista do título do segundo escalão da Alemanha e a subida do conjunto de Gelsenkirchen à Bundesliga.</P><br />
<P>Zalazar rumou ao Sporting de Braga há três anos e arrebatou uma Taça da Liga, em 2023/24, numa altura em que já se tinha estreado pela seleção principal do Uruguai, acumulando sete internacionalizações e dois golos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790388]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grupo espanhol quer investir nos projetos de gás e formação de jovens em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:04:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo espanhol Pamesa manifestou hoje interesse em investir em Moçambique nos projetos de gás natural liquefeito e criar escolas desportivas para formar crianças e jovens moçambicanos, anunciou a Presidência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo espanhol Pamesa manifestou hoje interesse em investir em Moçambique nos projetos de gás natural liquefeito e criar escolas desportivas para formar crianças e jovens moçambicanos, anunciou a Presidência.</P><br />
<P>Em comunicado, a Presidência moçambicana refere que a intenção foi avançada por Fernando Roig, presidente do grupo Pamesa, apresentado como o maior grupo europeu focado no design, fabrico, distribuição e comercialização de produtos cerâmicos, após uma audiência com o chefe de Estado de Moçambique, Daniel Chapo, no término da sua visita de três dias a Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Vamos tentar fazer um bom acordo energético sobre o Gás Natural Liquefeito (GNL)&#8221;, disse Fernando Roig, citado no documento, considerando positivo o encontro que teve com Daniel Chapo.</P><br />
<P>O grupo, que deseja manter contactos com o executivo moçambicano para concluir os acordos nas próximas semanas, manifestou também interesse em criar uma escola desportiva para formar crianças e jovens, aproveitando a experiência traduzida no clube de futebol Villarreal Clube de Futebol.</P><br />
<P>&#8220;Temos a disposição do Estado de Moçambique para poder criar algumas escolas em Moçambique e eu acho que pode ser um acordo muito favorável para todos&#8221;, acrescentou Fernando Roig.</P><br />
<P>Segundo o comunicado, além de liderar o grupo empresarial, Fernando Roig preside ao Villarreal Clube de Futebol desde 1997, com patrocínio principal do Grupo Pamesa, &#8220;cuja academia de formação é reconhecida internacionalmente&#8221; pela preparação de jovens talentos, experiência que poderá vir a ser colocada ao serviço de Moçambique.</P><br />
<P>Moçambique tem três megaprojetos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de GNL da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da província de Cabo Delgado, incluindo o da TotalEnergies, avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares (17,68 mil milhões de euros), com previsão para produzir 13 milhões de toneladas de gás natural liquefeito por ano (mtpa) e outro da ExxonMobil (18 mtpa), de 30 mil milhões de dólares de 26,52 mil milhões de euros), que aguarda decisão final de investimento em Afungi.</P><br />
<P>Soma-se o da italiana Eni, que já produz desde 2022 cerca de sete mtpa, a partir da plataforma flutuante Coral Sul, que será duplicada a partir de 2028 com a plataforma Coral Norte, num investimento de 7,2 mil milhões de dólares (6,37 mil milhões de euros), com a petrolífera já a estudar uma terceira unidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790386]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estado da nação: PS diz a Fernando Alexandre que já não devia ser ministro da Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:04:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PS disse hoje a Fernando Alexandre que, como defensor da meritocracia, sabe que já não devia ser ministro da Educação tendo em conta "a barafunda" que os socialistas consideram estar instalada nos exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PS disse hoje a Fernando Alexandre que, como defensor da meritocracia, sabe que já não devia ser ministro da Educação tendo em conta &#8220;a barafunda&#8221; que os socialistas consideram estar instalada nos exames nacionais.</P><br />
<P>&#8220;O senhor ministro é um homem conhecido por defender muitas das teses neoliberais. É justo, é a sua opção. O senhor defende a meritocracia e deixe-me dizer-lhe uma coisa, se respeita a meritocracia, o senhor sabe que esse lugar que ocupa já não devia ser ocupado por si, mas por outra pessoa&#8221;, disse Eurico Brilhante Dias, dirigindo-se a Fernando Alexandre, na bancada do Governo, na reta final do debate do estado da nação.</P><br />
<P>Para o líder parlamentar do PS, &#8220;a vida dos portugueses não é um jogo de sorte ou de azar&#8221; e, na educação, &#8220;décadas de confiança num sistema [foram] atiradas para o lixo&#8221; com os problemas na coreeção dos exames nacionais. </P><br />
<P>&#8220;A barafunda instalada depois da terraplanagem do Ministério da Educação&#8221;, acusou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790385]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ERSE confirma pedido da ministra e diz acompanhar de forma permanente preços dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:55:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ERSE confirmou ter recebido na quarta-feira a carta da ministra do Ambiente e Energia a pedir um estudo detalhado sobre os preços dos combustíveis, salientando que acompanha permanentemente a sua formação e evolução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ERSE confirmou ter recebido na quarta-feira a carta da ministra do Ambiente e Energia a pedir um estudo detalhado sobre os preços dos combustíveis, salientando que acompanha permanentemente a sua formação e evolução. </P><br />
<P>Em causa está uma carta enviada por Maria da Graça Carvalho ao presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), noticiada hoje pelo Jornal de Notícias e a que a Lusa também teve acesso, na qual pede um estudo sobre o impacto das variações do petróleo nos preços dos combustíveis.</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, a ERSE precisou que &#8220;recebeu ontem, dia 15 de julho de 2026, um pedido do Gabinete da Senhora Ministra do Ambiente e Energia para proceder à realização de um estudo detalhado sobre os preços dos combustíveis praticados nos postos de abastecimento&#8221;.</P><br />
<P>Na missiva, a ministra refere que, nos últimos meses, as cotações internacionais do petróleo e dos produtos refinados, designadamente do gasóleo, registaram uma trajetória descendente, refletida em &#8220;variações negativas consecutivas&#8221; do preço eficiente calculado semanalmente pela ERSE.</P><br />
<P>Maria da Graça Carvalho sustenta, contudo, que os preços médios de venda ao público praticados nos postos têm permanecido acima do preço eficiente e aponta a perceção dos consumidores de que os operadores repercutem mais rapidamente as subidas das cotações internacionais do que as descidas.</P><br />
<P>A ministra pede, por isso, um estudo que determine se os preços dos combustíveis rodoviários praticados em Portugal têm acompanhado a recente descida das cotações do petróleo, do gasóleo e da gasolina nos mercados de referência.</P><br />
<P>Na resposta à Lusa, o regulador salientou que, no âmbito das suas competências de regulação e supervisão do Sistema Petrolífero Nacional, acompanha &#8220;de forma permanente&#8221; a formação e a evolução dos preços dos combustíveis rodoviários.</P><br />
<P>Esse acompanhamento é feito, designadamente, através do relatório semanal de supervisão, no qual são comparados os preços de pórtico, os preços com descontos e o preço eficiente calculado pela ERSE.</P><br />
<P>O regulador liderado por Pedro Verdelho salienta que &#8220;a atividade de supervisão não se limita à observação de desvios pontuais entre estes preços. Abrange igualmente a análise do grau de concentração dos mercados grossista e retalhista, da diferenciação das ofertas e das políticas de descontos, bem como da rapidez e da intensidade com que os preços de venda respondem à evolução das cotações internacionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Caso os dados revelem indícios de funcionamento irregular do mercado que justifiquem diligências adicionais, a ERSE atuará nos termos das suas competências e dentro do quadro legal em vigor&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A entidade acrescentou que o estudo solicitado &#8220;terá na sua base diversa informação que a ERSE recolhe e analisa continuamente no âmbito da sua atividade de supervisão&#8221;.</P><br />
<P>A ministra deu à ERSE um prazo de 20 dias úteis para remeter os elementos solicitados, entre os quais a análise a comparar, num horizonte mínimo de 24 meses, a evolução das cotações internacionais relevantes, do preço eficiente e dos preços médios de venda ao público no mercado nacional.</P><br />
<P>Outro dos pontos solicitados é uma explicação detalhada, em linguagem acessível, do processo de formação do preço dos combustíveis rodoviários, com a desagregação das componentes relacionadas com cotações e frete, incorporação de biocombustíveis, logística, reservas, margem de retalho e carga fiscal.</P><br />
<P>Caso a ERSE conclua que estão reunidos os pressupostos económicos previstos na lei, a ministra pede ao regulador que pondere apresentar uma proposta de fixação excecional de margens máximas em qualquer uma das componentes comerciais que formam o preço de venda ao público.</P><br />
<P>A ERSE destacou ainda o comparador disponibilizado no seu &#8216;site&#8217;, que apresenta preços médios de mercado em tempo real para combustíveis rodoviários e gás engarrafado, bem como uma funcionalidade com os 10 preços mais baixos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790383]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: CDS defende Fernando Alexandre que acaba aplaudido de pé por PSD e centristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:51:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O CDS-PP defendeu hoje o ministro da Educação manifestando uma "enorme confiança" no governante que acabou aplaudido de pé pelos deputados sociais-democratas e centristas, numa altura de falhas no processo de qualificação digital dos exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O CDS-PP defendeu hoje o ministro da Educação manifestando uma &#8220;enorme confiança&#8221; no governante que acabou aplaudido de pé pelos deputados sociais-democratas e centristas, numa altura de falhas no processo de qualificação digital dos exames nacionais.</P><br />
<P>Este momento decorreu durante o debate do estado da nação, na Assembleia da República, com uma intervenção do deputado João Almeida, do CDS-PP, que defendeu a atuação do ministro da Educação, Fernando Alexandre.</P><br />
<P>Depois de salientar que o país e os portugueses &#8220;estão melhor&#8221;, seja por indicadores internos, como o equilíbrio das contas públicas, seja pelo &#8220;prestígio externo&#8221;, João Almeida disse que &#8220;seria ridículo&#8221; não reconhecer que existem problemas.</P><br />
<P>O deputado centrista disse estar solidário com os professores e com as famílias, mas manifestou uma &#8220;confiança enorme&#8221; no ministro da Educação, Fernando Alexandre, que estava presente no hemiciclo.</P><br />
<P>&#8220;Saber que à frente do Ministério está alguém que é sério e competente, que não foge à responsabilidade, que lidera o caminho para a solução&#8221;, enalteceu João Almeida, momento em que a bancada do PSD começou a levantar-se para aplaudir o ministro de pé.</P><br />
<P>João Almeida afirmou que neste executivo, composto por membros do PSD e do CDS, os ministros &#8220;não hesitam, não se escondem, e não fogem&#8221;.</P><br />
<P>Durante este período do debate do estado da nação, que tem uma duração aproximada de quatro horas, a oposição manteve as críticas à atuação do executivo, seja na educação ou noutras áreas. </P><br />
<P>Pelo Chega, a deputada Rita Matias considerou que o debate do estado da nação &#8220;revelou a falta de noção do primeiro-ministro e do Governo no que toca ao estado real do país para os jovens&#8221;, acusando o executivo de apenas desenhar políticas para os mais privilegiados.</P><br />
<P>Na resposta, a deputada do PSD Ana Gabriela Cabilhas considerou inaceitável que a oposição apenas critique &#8220;sem dizer ao país o que fariam diferente&#8221;, com Rita Matias a acusar o executivo de implementar &#8220;cópias rascas do programa do Chega&#8221;.</P><br />
<P>Pela IL, Jorge Miguel Teixeira insistiu na necessidade de uma reforma da Segurança Social e desafiou o Governo a comprometer-se ainda este ano com a criação de contas poupança e investimento para jovens isentas de impostos.</P><br />
<P>Paulo Muacho, do Livre, acusou o Governo de ser incompetente na área da Saúde, com &#8220;mais pessoas sem médico de família&#8221; ou em listas de espera. Mais tarde, o novo co-porta-voz do partido, Jorge Pinto, classificou o Governo como &#8220;insensível&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790382]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Escolas decidem se acesso à prova é automático ou se depende de pedido &#8211; ministério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:51:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação esclareceu hoje que cabe às escolas decidir se disponibilizam a todos os alunos a cópia dos exames realizados sem que os encarregados de educação solicitem a consulta da prova.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério da Educação esclareceu hoje que cabe às escolas decidir se disponibilizam a todos os alunos a cópia dos exames realizados sem que os encarregados de educação solicitem a consulta da prova.</P><br />
<P>&#8220;Os alunos vão ter acesso à sua prova digitalizada em PDF, através das escolas. Esse envio pode ser por iniciativa da escola ou a pedido do aluno&#8221;, informou a tutela, em resposta à agência Lusa.</P><br />
<P>O esclarecimento surgiu depois de o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) ter revelado que a cópia das provas só seria enviada mediante requerimento dos encarregados de educação.</P><br />
<P>Segundo Filinto Lima, a informação tinha sido transmitida aos diretores pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) durante a primeira sessão de esclarecimento sobre o processo de disponibilização das provas.</P><br />
<P>Na apresentação partilhada com os diretores durante a reunião, a que a Lusa teve acesso, o EduQA escreveu que o &#8220;aluno ou encarregado de educação apresenta o pedido para consulta de prova&#8221; e, posteriormente, &#8220;a direção da escola recebe e valida o pedido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A aplicação é usada para localizar e disponibilizar o PDF da prova ao aluno&#8221;, refere o documento, acrescentando que &#8220;o envio pode ser feito por e-mail ou em suporte impresso&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o gabinete de Fernando Alexandre, o instituto clarificou as indicações durante a segunda sessão, realizada às 16:00 de hoje.</P><br />
<P>&#8220;A mesma informação será explicitada no envio que o EduQA fará às escolas, com o guião de utilização da plataforma&#8221;, acrescentou a tutela.</P><br />
<P>O ministro da Educação, Ciência e Inovação anunciou, em 06 de julho, que os alunos dos 11.º e 12.º anos teriam acesso aos exames realizados este ano e à respetiva classificação, sem necessidade de solicitarem a consulta da prova.</P><br />
<P>Na altura, Fernando Alexandre explicou que todos os alunos iriam receber um &#8216;link&#8217; de acesso às provas, medida que não estava inicialmente prevista e foi anunciada como uma novidade para garantir &#8220;a confiança&#8221; no processo de avaliação externa, considerando os constrangimentos registados.</P><br />
<P>Segundo os diretores, a tutela vai disponibilizar uma plataforma eletrónica onde as escolas poderão carregar os exames nacionais em formato digital e associar a cada prova o endereço eletrónico do encarregado de educação.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário estão a ser corrigidos em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o ministério adiou os prazos inicialmente previstos.</P><br />
<P>As pautas deverão ser afixadas na sexta-feira, mas a publicação dos resultados depende da conclusão das classificações das mais de 300 mil provas realizadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790381]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da RDCongo apela a uma governação mundial mais justa e representativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:44:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República Democrática do Congo (RDCongo) defendeu hoje, em Luanda, uma governação mundial mais justa, representativa, equilibrada e coerente, com um lugar para África nas instituições de decisão da paz e segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República Democrática do Congo (RDCongo) defendeu hoje, em Luanda, uma governação mundial mais justa, representativa, equilibrada e coerente, com um lugar para África nas instituições de decisão da paz e segurança.</P><br />
<P>Félix Tshisekedi discursava hoje na cerimónia de arranque da terceira Conferência Internacional da Aliança das Civilizações das Nações Unidas, que se realiza até sexta-feira na capital angolana, Luanda, subordinada ao tema &#8220;Um apelo à Paz, ao Fim das Guerras e ao Respeito pelo Direito Internacional&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado congolês, um dos vários intervenientes na cerimónia de abertura, frisou que a reforma da governança mundial não deve ser uma reivindicação abstrata, mas uma exigência de eficácia e de confiança.</P><br />
<P>&#8220;A República Democrática do Congo quer ter assento nas responsabilidades africanas internacionais. Desde o dia 01 de julho o meu país assume a presidência rotativa do Conselho de Segurança das Nações Unidas, essa responsabilidade vem num contexto internacional particularmente exigente pela multiplicidade de crises e a urgência de restaurar a confiança nos princípios que fundam a nossa coexistência&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Segundo Félix Tshisekei, a RDCongo não fala apenas de paz porque conhece a guerra, mas porque crê num futuro melhor, e que, pela sua potencialidade, posição estratégica e o seu papel na África central, pode contribuir para a estabilidade regional, a segurança coletiva e o desenvolvimento partilhado.    </P><br />
<P>A situação no leste da RDCongo, país vizinho de Angola, continua a ser uma preocupação pelas suas potenciais implicações regionais, apesar dos esforços diplomáticos para se alcançar a estabilidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790380]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Diplomacia brasileira chama arrogante a Marco Rubio em resposta a nova tarifa dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:39:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, classificou hoje de "grosseiras e arrogante" as declarações do Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que atacou o Presidente brasileiro, Lula da Silva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, classificou hoje de &#8220;grosseiras e arrogante&#8221; as declarações do Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que atacou o Presidente brasileiro, Lula da Silva.</P><br />
<P>&#8220;As declarações do Secretário de Estado Marco Rubio veiculadas na madrugada de hoje nas redes sociais a respeito das tarifas adotadas contra o Brasil são inaceitáveis e ofensivas ao povo e ao Governo brasileiros&#8221;, declarou Mauro Vieira, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Poucas horas após os EUA confirmarem a aplicação de tarifas de 25% a produtos brasileiros, a partir do dia 22 de julho, Marco Rubio usou as redes sociais para acusar Lula de &#8220;colocar seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso&#8221;.</P><br />
<P>Para Mauro Vieira, &#8220;claramente, o que incomoda o Governo dos Estados Unidos é o facto de o Brasil não ter se curvado às pretensões desmedidas e às demandas irrazoáveis apresentadas durante o curso das negociações&#8221;.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia brasileira fez questão de destacar que o Governo brasileiro realizou mais de 30 reuniões presenciais, virtuais ou telefónicas com autoridades norte-americanas desde março de 2025.</P><br />
<P>&#8220;Esse engajamento de alto nível buscou, de forma persistente, uma saída negociada e pacífica para o impasse&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Somente com o Representante de Comércio dos EUA (USTR), Jamieson Greer, e com o próprio Marco Rubio, citou Vieira, foram realizados 11 contatos bilaterais diretos, incluindo encontros oficiais entre os próprios chefes de Estado.</P><br />
<P>Segundo Mauro Vieira, as negociações falharam porque a administração norte-americana não buscava um acordo comercial mútuo e equilibrado, mas sim submissão económica total.</P><br />
<P>&#8220;Cito, como exemplo, demandas de abertura total, irrestrita e exclusiva aos Estados Unidos de setores inteiros da economia brasileira, sem qualquer contrapartida para os produtos brasileiros. Em outras palavras, exigiam uma capitulação&#8221;, revelou categoricamente o responsável pela diplomacia brasileira.</P><br />
<P>Vieira enfatizou que as exigências americanas ignoravam o amplo benefício que o mercado norte-americano já obtém em território nacional.</P><br />
<P>O ministro contextualizou que o Brasil já vinha sofrendo pressão desde o anúncio do aumento de tarifas, em 02 de abril de 2025, quando o país foi taxado em 10%.</P><br />
<P>No entanto, as hostilidades aumentaram após o Presidente dos EUA, Donald Trump, enviar uma carta oficial a Lula em 09 de julho de 2025, em que as tarifas foram elevadas para 50%.</P><br />
<P>Neste caso, Mauro Vieira referiu a pressão da Casa Branca para tentar interferir no julgamento do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal brasileiro por golpe de Estado.</P><br />
<P>&#8220;Após a carta do Presidente Trump ao Presidente Lula (&#8230;) as tarifas foram elevadas a 50%, por expressa motivação política, em tentativa de interferência no Poder Judiciário brasileiro&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Segundo Vieira, &#8220;foi justamente nessa carta &#8211; em que o Presidente Trump ameaçou o Brasil com tarifas de 50%&#8221;, que foi dada a instrução ao Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, em inglês) para que iniciasse a investigação comercial contra o Brasil.</P><br />
<P>&#8220;Não houve, portanto, racionalidade na aplicação de tarifas. As alegações e declarações de autoridades americanas sobre o PIX são descabidas (&#8230;) Não é sério falar em competição desleal gerada pelo PIX&#8221;, completou.</P><br />
<P>&#8220;As acusações sobre desmatamento também são absurdas. (&#8230;) Esses são apenas dois exemplos. Todas as alegações dos norte-americanos para justificar a aplicação de tarifas não têm lastro na realidade&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Esta reação dura do Itamaraty ocorre após o USTR confirmar, na quarta-feira, a aplicação da nova tarifa, que entra em vigor em 22 de julho, com uma lista de exceções.</P><br />
<P>Pouco tempo após o anúncio dos EUA, o Palácio do Planalto divulgou uma nota, ainda na madrugada de hoje, em que classificou como um &#8220;marco lastimável&#8221; na relação bilateral a decisão de Washington de aplicar a tarifa, e que vai acionar a Lei de Reciprocidade contra os norte-americanos.</P><br />
<P>Mauro Vieira deixou o local sem responder a questões dos jornalistas, nomeadamente à pergunta da Lusa sobre quando seria aplicada a Lei da Reciprocidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790379]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Metro Mondego vai vender terreno junto à Via Central em Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:26:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Metro Mondego, que assegura a operação do 'metrobus', afirmou hoje que vai vender dois terrenos contíguos que totalizam 290 metros quadrados junto à Via Central, em Coimbra, com uma base de licitação de 535 mil euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Metro Mondego, que assegura a operação do &#8216;metrobus&#8217;, afirmou hoje que vai vender dois terrenos contíguos que totalizam 290 metros quadrados junto à Via Central, em Coimbra, com uma base de licitação de 535 mil euros.</P><br />
<P>Os dois terrenos urbanos, que representam um lote junto à Via Central, por onde irá passar o &#8216;metrobus&#8217; em Coimbra, serão vendidos em conjunto, com uma licitação mínima de 535 mil euros, afirmou hoje a Metro Mondego, numa publicação no seu &#8216;site&#8217; oficial.</P><br />
<P>De acordo com a documentação consultada pela agência Lusa, o lote de terreno permite a construção de rés-do-chão e três pisos.</P><br />
<P>Segundo a Metro Mondego, as propostas de compra do terreno &#8220;devem ser apresentadas por carta fechada&#8221;, até às 17:00 de 31 de julho, endereçadas à sede da empresa.</P><br />
<P>O único critério para a seleção da proposta é o valor de aquisição mais alto, não sendo consideradas propostas abaixo do valor base de licitação, refere a documentação associada à venda do terreno.</P><br />
<P>O procedimento é conduzido por uma comissão designada pelo conselho de administração da Metro Mondego, sendo que os interessados poderão visitar o terreno, mediante marcação prévia.</P><br />
<P>A abertura das propostas realiza-se em ato público, a 03 de agosto, às 11:00, na sede da Metro Mondego.</P><br />
<P>De acordo com a empresa, será também publicado o anúncio para a possibilidade de exercício do direito legal de preferência.</P><br />
<P>Este é um dos últimos imóveis ainda na posse da Metro Mondego. </P><br />
<P>O outro é o edifício-ponte, que o município de Coimbra já manifestou interesse em comprar. </P><br />
<P>A venda destes terrenos na chamada Via Central ocorre pouco antes do início da circulação do &#8216;metrobus&#8217; naquela linha, que deverá entrar em operação até à Praça da República entre o final de agosto e o início de setembro.</P><br />
<P>De momento, o &#8216;metrobus&#8217; circula entre a Lousã e a Portagem (Coimbra), servindo também o concelho de Miranda do Corvo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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