A Galileu fechou 2019 com uma receita de 2,7 milhões de euros, o que representa um salto de 17% em relação ao exercício anterior. A empresa de formação justifica o crescimento verificado com um aumento de actividade nas áreas de competências pessoais, empresariais e soft skills – tanto em acções de formação em sala como em projectos de team building.
Segundo a Galileu, verificou-se uma subida na procura de intervenções que permitam o desenvolvimento a nível profissional, especialmente. A empresa do Grupo Rumos – Knowledge Sharing aponta também para um aumento considerável na categoria de experiências corporativas.
Team Buildings é a designação utilizada pela Galileu para descrever as actividades, geralmente outdoor, que promove tendo em vista o fomento da cultura e espírito de grupo nas organizações. O objectivo último é melhorar o desempenho das equipas através de jogos, exercícios e simulações.
Há ainda outro segmento da Galileu vocacionado para clientes corporativos e que tem por base os Teamwork Sets. Neste caso, trata-se de eventos de curta duração, desenvolvidos à medida, e que têm como missão promover competências como criatividade, comunicação e colaboração.
Cláudia Vicente , directora da Galileu, considera que os resultados conquistados representam o reconhecimento da flexibilidade da companhia e da sua capacidade de responder aos desafios apresentados. A estratégia para este ano manter-se-á: «Disponibilizar soluções de formação, nas áreas de TI, competências pessoais, empresariais ou soft skills, ajustadas à realidade das organizações, e que contribuam para o seu desenvolvimento e sucesso.»







