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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Jun 2026 17:46:25 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O recall mais exclusivo do ano? Até o Aston Martin Valkyrie tem de voltar à oficina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aston Martin Valkyrie]]></category>
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		<category><![CDATA[recall]]></category>
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					<description><![CDATA[Campanha envolve unidades do ano-modelo 2024 equipadas com suspensão ‘track’ e está relacionada com uma possível deformação interna num dos cilindros mestres de travão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Aston Martin anunciou um recall para apenas sete exemplares do Valkyrie, o hipercarro desenvolvido para levar tecnologia de pista ao limite da estrada, devido a um possível problema no sistema de travagem, avança o &#8216;Motor1&#8217;. A campanha envolve unidades do ano-modelo 2024 equipadas com suspensão ‘track’ e está relacionada com uma possível deformação interna num dos cilindros mestres de travão.</p>
<p>O número é pequeno, e esse é precisamente o detalhe mais curioso da notícia. Não se trata de uma chamada massiva à oficina, mas de uma intervenção dirigida a sete carros muito específicos, num modelo já por si raro e extremo. Ainda assim, a falha identificada pode desencadear uma sequência perigosa caso surja em utilização intensiva em circuito.</p>
<p>O problema começa quando a vedação deformada impede que o fluido dos travões regresse ao reservatório depois de o condutor libertar o pedal. Nessa situação, a pressão no sistema pode não ser totalmente aliviada, mantendo os travões em ligeiro contacto com o disco. Se a temperatura já estiver elevada e o carro continuar a ser conduzido de forma agressiva, os discos podem sobreaquecer ao ponto de inflamar a resina no duto de refrigeração do travão traseiro em fibra de carbono.</p>
<p>A própria descrição das condições necessárias mostra como o cenário é improvável em estrada. Para que o problema ocorra, o Valkyrie tem de estar a ser usado em pista, com o controlo eletrónico de estabilidade nos modos Sport, Track ou desligado, em situação de sobreviragem ou derrapagem, com intervenção do ESP e aplicação simultânea de travagem pelo condutor no momento exato em que o sistema já pré-carregou os travões dianteiros e traseiros.</p>
<p>Na prática, é preciso que o carro esteja a deslizar lateralmente a velocidade muito elevada, que o condutor esteja no acelerador durante ou imediatamente antes da intervenção do ESP, que a roda traseira interna seja travada para evitar perda de tração e que o pedal do travão seja pressionado com força no instante crítico. Se todos estes fatores coincidirem, a pressão acumulada pode provocar travagem residual. O condutor não recebe um aviso específico, mas deverá conseguir sentir a anomalia no pedal.</p>
<p>Segundo o &#8216;Motor1&#8217;, a origem do problema está no desenho inicial do sistema de travagem do Valkyrie. A Aston Martin não terá previsto originalmente que os travões integrassem ESP ou controlo de tração ajustável, o que significa que o sistema não estava preparado para gerir em simultâneo o fluido comandado pelo pedal e pelas intervenções eletrónicas.</p>
<p>A marca britânica tomou conhecimento de um potencial problema em novembro de 2022 e começou a trabalhar com a Alcon, fornecedora do sistema, para identificar a falha. A causa foi determinada em fevereiro de 2025 e a solução ficou pronta no mês seguinte. A nova peça começou a ser distribuída em setembro de 2025 e, no final de maio, a Aston Martin decidiu avançar com um recall voluntário de segurança.</p>
<p>Os proprietários dos sete carros afetados serão contactados para levar os veículos a um concessionário, onde será substituído o cilindro mestre de travão por uma peça nova, concebida para funcionar corretamente com os sistemas de ESP e controlo de tração. A intervenção pode demorar até cinco horas.</p>
<p>A campanha mostra a particularidade de trabalhar com hipercarros de produção quase artesanal: mesmo um problema que exige uma combinação rara de fatores pode justificar uma ação formal de segurança. No caso do Valkyrie, a Aston Martin prefere corrigir sete carros antes de transformar uma falha improvável num risco real para quem leva o carro ao limite em pista.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777355]]></sapo:autor>
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		<title>Férias, reservas falsas e Wi-Fi público: os cuidados digitais que deve ter antes de viajar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[As férias de verão são sinónimo de descanso, viagens e reservas feitas à distância, mas também de maior exposição a burlas online]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão são sinónimo de descanso, viagens e reservas feitas à distância, mas também de maior exposição a burlas online. Sites falsos de alojamento, mensagens fraudulentas, esquemas de phishing e pedidos de pagamento fora das plataformas oficiais tendem a aumentar nesta altura do ano, alerta a Atlântica – Instituto Universitário.</p>
<p>Os especialistas em Cibersegurança da instituição deixam um conjunto de recomendações para ajudar os consumidores a identificar sinais de alerta antes de reservar viagens, alojamentos, bilhetes ou outros serviços associados às férias. A primeira regra é simples: a segurança deve começar antes do clique.</p>
<p>“O esquema mais frequente nesta época são os alojamentos inexistentes. Os anúncios com fotografias reais retiradas de outras plataformas, avaliações inventadas e preços abaixo do mercado enganam milhares de consumidores todos os anos”, explica Mauro Gil, coordenador da Licenciatura em Gestão de Dados e Computação da Atlântica.</p>
<p>Antes de avançar com qualquer reserva, os utilizadores devem verificar o endereço do site, confirmar se a página utiliza uma ligação segura, pesquisar avaliações em motores de busca independentes e desconfiar de contactos feitos por mensagens privadas ou links enviados por desconhecidos. Preços demasiado baixos ou pedidos de urgência no pagamento devem ser encarados como sinais de risco.</p>
<p>A segurança do pagamento é outro ponto essencial. De acordo com Mauro Gil, os burlões recorrem frequentemente a links falsos, mensagens que simulam confirmações de reserva e pedidos urgentes de transferência por MBWay para desconhecidos. A recomendação dos especialistas é clara: os consumidores não devem realizar pagamentos fora das plataformas oficiais.</p>
<p>Viajar também significa ligar telemóveis, computadores e tablets a ambientes digitais menos controlados. Redes Wi-Fi públicas em aeroportos, hotéis ou cafés podem facilitar o roubo de dados e ataques de phishing. Por isso, a Atlântica recomenda evitar o acesso a contas bancárias nestas redes, utilizar uma VPN sempre que possível e proteger os equipamentos com PIN, biometria e autenticação multifator.</p>
<p>Mesmo com todos os cuidados, podem ocorrer situações inesperadas. Mauro Gil aconselha os utilizadores a manterem as notificações bancárias ativas, uma vez que os alertas em tempo real permitem identificar rapidamente movimentos suspeitos e agir antes de os danos aumentarem.</p>
<p>Para o especialista, a proteção contra burlas digitais não depende apenas da tecnologia. “A melhor defesa contra as burlas digitais não é tecnológica, mas sim humana”, sublinha. Saber reconhecer um e-mail suspeito, questionar uma oferta demasiado vantajosa ou resistir a um clique motivado pela pressa pode fazer a diferença.</p>
<p>Quanto mais informado estiver o utilizador, mais difícil será enganá-lo. Em período de férias, a recomendação da Atlântica é que o entusiasmo com a viagem não se sobreponha à prudência digital: antes de reservar, pagar ou ligar-se a uma rede pública, vale a pena confirmar se tudo é realmente seguro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777635]]></sapo:autor>
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		<title>O ‘filho do Concorde’ já quebrou a barreira do som. Agora a NASA quer provar que pode fazê-lo quase em silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Concorde]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
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					<description><![CDATA[O X-59, descrito como uma espécie de ‘filho do Concorde’, atingiu Mach 1.1, equivalente a 713 milhas por hora (1.150 km/h), durante um voo de ensaio realizado a 5 de junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo avião supersónico experimental da NASA quebrou pela primeira vez a barreira do som, num teste que pode abrir caminho ao regresso de viagens comerciais ultrarrápidas, avança o &#8216;Daily Mail&#8217;. O X-59, descrito como uma espécie de ‘filho do Concorde’, atingiu Mach 1.1, equivalente a 713 milhas por hora (1.150 km/h), durante um voo de ensaio realizado a 5 de junho.</p>
<p>O aparelho, desenvolvido pela Lockheed Martin para a NASA, partiu e aterrou na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, pilotado por Jim ‘Clue’ Less. Durante o voo, que durou 81 minutos, o X-59 subiu até aos 43.400 pés (13.200 metros) antes de ultrapassar a velocidade do som.</p>
<p>O objetivo da NASA não é apenas voar depressa. A ambição é resolver o problema que durante décadas limitou os voos supersónicos sobre terra: o estrondo sónico. Aviões como o Concorde produziam ondas de choque audíveis no solo como um forte ‘boom’, que podia chegar a níveis próximos de 110 decibéis, comparáveis a um concerto de rock ruidoso.</p>
<p>Esse ruído levou à proibição generalizada de voos supersónicos sobre zonas habitadas e tornou mais difícil a expansão comercial deste tipo de aviação. A tecnologia testada no X-59, designada Quiet SuperSonic Technology, procura transformar esse estrondo num som muito mais discreto, descrito pela NASA como algo entre um trovão distante e o fechar de uma porta de carro a seis metros de distância.</p>
<p>A aeronave resulta de um contrato de 247,5 milhões de dólares (cerca de 213 milhões de euros) atribuído à divisão Skunk Works da Lockheed Martin em 2016. O X-59 tem 99,7 pés de comprimento (30 metros), uma envergadura de 29,7 pés (nove metros) e uma geometria radicalmente diferente da de um jato convencional. O nariz fino e alongado representa quase um terço do comprimento total do avião e foi desenhado para dispersar as ondas de choque.</p>
<p>Essa configuração tem uma consequência invulgar: o cockpit fica praticamente a meio da aeronave e não tem janelas frontais. Em vez de olhar diretamente para a frente, o piloto usa câmaras e ecrãs de realidade aumentada, num sistema conhecido como eXternal Vision System, para ter visibilidade durante o voo.</p>
<p>Apesar do sucesso do teste, a NASA ainda não conseguiu medir com precisão o som produzido pelo X-59 no solo. Durante o ensaio, a aeronave foi acompanhada por um F-15 supersónico, equipado com uma sonda para registar as ondas de choque, mas o estrondo do próprio avião de perseguição acabou por dificultar a avaliação direta do ruído emitido pelo X-59.</p>
<p>Os próximos ensaios serão mais exigentes. Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a NASA pretende levar o X-59 a Mach 1.4, cerca de 1.490 km/h, a uma altitude de 16.764 metros, antes de o empurrar até Mach 1.6 a 60.000 pés (18.288 metros), aproximadamente o dobro da altitude e da velocidade de um avião comercial comum.</p>
<p>Se os testes confirmarem que o X-59 consegue voar a velocidade supersónica sem provocar o estrondo tradicional, a NASA pretende sobrevoar comunidades nos Estados Unidos para perceber como as pessoas reagem ao som produzido pela aeronave. Esses dados serão depois partilhados com reguladores americanos e internacionais, com o objetivo de apoiar novas normas de ruído e, eventualmente, permitir um futuro mercado de voos comerciais supersónicos sobre terra.</p>
<p>O Concorde, que entrou ao serviço em 1976 e foi retirado em 2003, continua a ser a grande referência desse passado supersónico. Voava a mais de duas vezes a velocidade do som e podia ligar Londres a Nova Iorque em menos de quatro horas, mas acabou condicionado por custos elevados, restrições operacionais, queda da procura e pelo impacto do acidente de 2000, dos ataques de 11 de setembro de 2001 e da retirada do apoio de manutenção pela Airbus. O X-59 não é ainda o novo Concorde, mas pode ser o teste que decide se o supersónico comercial tem uma segunda vida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777307]]></sapo:autor>
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		<title>ONU: Montenegro destaca reforço da &#8220;reputação internacional&#8221; com eleição para Conselho de Segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou hoje a importância "muito significativa" da eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que "fortalece a reputação" internacional do país, admitindo estranhar alguma desvalorização "cá dentro".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou hoje a importância &#8220;muito significativa&#8221; da eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que &#8220;fortalece a reputação&#8221; internacional do país, admitindo estranhar alguma desvalorização &#8220;cá dentro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta eleição tem uma importância muito significativa, por mais fastidioso que possa parecer a alguns deputados das oposições, porque é o reconhecimento da credibilidade da nossa política externa&#8221;, defendeu hoje o chefe do Governo, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira.</p>
<p>Portugal foi eleito, em 03 de junho, para um lugar de membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas no biénio 2027-2028, com 134 votos, liderando a votação no grupo Europa Ocidental e Outros Estados, à frente da Áustria, que também foi eleita, e a Alemanha, que teve uma derrota inédita.</p>
<p>Montenegro destacou que &#8220;a reputação que advém do resultado&#8221; que Portugal obteve &#8220;também fortalece&#8221; o país nas outras dimensões da intervenção externa, nomeadamente na União Europeia, na comunidade lusófona ou na relação ibero-americana.</p>
<p>&#8220;Não perceber isso sinceramente é ter uma visão muito redutora do que é ter um papel na comunidade internacional. Não se chega lá, levanta-se o dedo e toda a gente respeita aquilo que se está a dizer&#8221;, sublinhou.</p>
<p>&#8220;Às vezes é um bocadinho estranho que esta valorização seja feita de uma forma muito intensa lá fora por todos os outros responsáveis políticos dos outros países e nós cá dentro, ignoramos ou desvalorizamos aquilo que está diante de nós&#8221;, comentou o primeiro-ministro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777767]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: João Neves marcou prirmeiro golo de Portugal na edição 23</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio João Neves marcou hoje, aos seis minutos, o primeiro golo da seleção portuguesa de futebol no Mundial de futebol de 2026, no confronto com a República Democrática do Congo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O médio João Neves marcou hoje, aos seis minutos, o primeiro golo da seleção portuguesa de futebol no Mundial de futebol de 2026, no confronto com a República Democrática do Congo.</p>
<p>Em encontro da primeira jornada do Grupo K, em Houston, o jogador do Paris Saint-Germain, que só tinha marcado por Portugal no 9-1 à Arménia, em 16 de novembro de 2025, marcou de cabeça, após centro da esquerda de Pedro Neto.</p>
<p>João Neves, jogador de 21 anos formado do Benfica, está a cumprir em Houston a 23.ª internacionalização &#8216;AA&#8217;.</p>
<p>Em Mundiais, o líder luso, desde que faturou por nove vezes na edição de 1966, sendo o &#8216;rei&#8217; dos marcadores dessa edição, é Eusébio, secundado por Cristiano Ronaldo, que soma oito e tem hoje mais uma oportunidade para igualar o &#8216;pantera negra&#8217;.</p>
<p>Seguem-se Pauleta, isolado no terceiro lugar, com quatro golos, apenas mais um do que os &#8216;magriços&#8217; José Augusto e José Torres e do que Gonçalo Ramos, hoje suplente.</p>
<p>O golo de João Neves foi o 62.º de Portugal em Mundiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777766]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Usa Teams, Outlook ou OneDrive? FBI avisa para ameaça que pode dar acesso sem palavra-passe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[FBI]]></category>
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					<description><![CDATA[Ferramenta estará a circular através do Telegram, serviço de mensagens encriptadas, e inclui recursos que facilitam campanhas de ataque a utilizadores com menos conhecimentos técnicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O FBI lançou um novo alerta público sobre a expansão do Kali365, um esquema de ‘phishing-as-a-service’ que permite a atacantes contornar mecanismos de autenticação em serviços da Microsoft, como Teams, Outlook e OneDrive, avança o &#8216;Unilad Tech&#8217;. A ameaça preocupa as autoridades porque reduz a barreira técnica para ataques sofisticados e pode dar acesso persistente a ambientes Microsoft 365.</p>
<p>A autenticação multifator, incluindo códigos 2FA e aplicações autenticadoras, tem sido uma das recomendações mais repetidas por especialistas em cibersegurança, precisamente por acrescentar uma camada extra de proteção além da palavra-passe. O problema é que ferramentas como o Kali365 procuram explorar métodos alternativos de autenticação e capturar tokens de acesso, evitando que o atacante precise de conhecer a palavra-passe da vítima.</p>
<p>No alerta, o FBI explica que o Kali365 permite a agentes maliciosos capturar tokens OAuth e ganhar acesso persistente a contas e ambientes Microsoft 365 de pessoas ou entidades visadas. A ferramenta estará a circular através do Telegram, serviço de mensagens encriptadas, e inclui recursos que facilitam campanhas de ataque a utilizadores com menos conhecimentos técnicos.</p>
<p>Entre essas funcionalidades estão mensagens de ‘phishing’ geradas com recurso a inteligência artificial, modelos automatizados para campanhas, painéis de acompanhamento em tempo real dos alvos e capacidades de captura de tokens OAuth. Na prática, isto permite que atacantes lancem campanhas mais convincentes e organizadas, mesmo sem dominarem ferramentas de intrusão mais complexas.</p>
<p>O método começa normalmente com uma mensagem falsa, muitas vezes por email, a imitar um serviço ou entidade aparentemente legítima. A vítima é depois encaminhada para páginas reais da Microsoft, onde o processo de autenticação pode acabar por expor a informação necessária para abrir a porta ao atacante.</p>
<p>A partir desse momento, os atacantes podem capturar tokens de acesso e de atualização associados à conta. Esses tokens podem permitir acesso prolongado a serviços ligados ao Microsoft 365, como Teams, Outlook ou OneDrive, sem necessidade de palavra-passe e sem novo pedido de autenticação. É precisamente esse acesso silencioso e persistente que torna a ameaça particularmente sensível para empresas e utilizadores individuais.</p>
<p>Para reduzir o risco, o FBI recomenda que empresas e pessoas em situação de exposição restrinjam o chamado ‘device code flow’, mecanismo usado em determinados processos de autenticação. A recomendação passa por criar políticas de acesso condicional que bloqueiem este fluxo para todos os utilizadores, mantendo apenas exceções limitadas quando forem indispensáveis para processos internos.</p>
<p>O &#8216;Unilad Tech&#8217; refere ainda que o FBI aconselha o bloqueio de políticas de transferência de autenticação e, quando não for possível impedir totalmente o uso de ‘device code flow’, a exclusão de contas de acesso de emergência. Além das medidas técnicas, a recomendação mais básica mantém-se: desconfiar de ligações recebidas por email, mesmo quando parecem legítimas, e reportar atividade suspeita, como tentativas de início de sessão, mensagens estranhas ou dispositivos desconhecidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777271]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Ronaldo ultrapassa Pepe como o mais velho e chega à sexta presença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:09:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cristiano Ronaldo tornou-se hoje no jogador mais velho a representar a seleção portuguesa de futebol, superando o antigo defesa Pepe, e igualou o argentino Lionel Messi como recordista de presenças a competir em Campeonatos do Mundo, com seis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</p>
<p>Houston, Estados Unidos, 17 jun 2026 (Lusa) &#8212; Cristiano Ronaldo tornou-se hoje no jogador mais velho a representar a seleção portuguesa de futebol, superando o antigo defesa Pepe, e igualou o argentino Lionel Messi como recordista de presenças a competir em Campeonatos do Mundo, com seis.</p>
<p>Em Houston, quando o árbitro catari Abdulrahman Al Jassim apitou para o inicio do Portugal-República Democrática do Congo, da primeira jornada do Grupo K do Mundial2026, Ronaldo ultrapassou automaticamente Pepe e, com 41 anos e 132 dias, passou a ser o mais velho de sempre da equipa das &#8216;quinas&#8217;.</p>
<p>Pepe detinha esse recorde desde o Euro2024, quando Portugal foi eliminado pela França nos quartos de final da prova, despedindo-se da seleção nacional com 41 anos e 130 dias.</p>
<p>O capitão de Portugal reforçou também a sua presença no livros da histórias do Mundiais, passando a ser o segundo jogador de campo mais velho de sempre a competir na prova, só atrás dos 42 anos e 39 dias do camaronês e lendário Roger Milla, alcançado em 1994, precisamente nos Estados Unidos.</p>
<p>Ronaldo junta-se também a Messi como únicos jogadores da história do futebol a competirem em seis Campeonatos do Mundo. O argentino estreou-se na terça-feira com um &#8216;hat-trick&#8217; na vitória dos atuais campeões sobre a Argélia (3-0).</p>
<p>Com esse três golos, Messi, com 38 anos e 357 dias, passou a ser o jogador mais velho a marcar três golos num só jogo de um Campeonato do Mundo, destronando precisamente Ronaldo, que era detentor desse recorde com 33 anos e 130 dias, desde 2018, quando fez um &#8216;hat-trick&#8217; frente à Espanha.</p>
<p>No Estádio NRG, Ronaldo pode alcançar mais dois registos, mas para isso tem de marcar pelo menos um golo. Se tal acontecer, também ultrapassa Pepe como o jogador mais velho a &#8216;faturar&#8217; em Mundiais pela seleção portuguesa e iguala Eusébio como o melhor marcador de sempre luso na história da competição.</p>
<p>Com 39 anos e 283 dias, Pepe marcou na goleada de Portugal sobre a Suíça (6-1), nos oitavos de final do Mundial2022, no Qatar.</p>
<p>Já o &#8216;rei&#8217; Eusébio continua até hoje como o melhor marcador de sempre de Portugal em Mundiais, com os nove golos, todos alcançados em 1966, em Inglaterra, no que é até hoje a melhor campanha lusa de sempre, com o terceiro lugar.</p>
<p>LG/AJO // PFO</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777765]]></sapo:autor>
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		<title>UE/Cimeira: Líderes debatem apoio à Ucrânia e iniciam difíceis negociações sobre orçamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:04:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes da União Europeia (UE) vão debater, esta semana, o apoio contínuo à Ucrânia numa fase de avanços no alargamento e iniciar difíceis negociações em torno do próximo orçamento de longo prazo visando um acordo este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes da União Europeia (UE) vão debater, esta semana, o apoio contínuo à Ucrânia numa fase de avanços no alargamento e iniciar difíceis negociações em torno do próximo orçamento de longo prazo visando um acordo este ano.</p>
<p>Dias depois de a UE e a Ucrânia terem aberto o primeiro bloco de negociações de adesão, os chefes de Estado e de Governo da União reúnem-se em Bruxelas, na quinta e sexta-feira, para reafirmar o compromisso político, militar e financeiro com Kiev, incluindo novas verbas que deverão ser mobilizadas ainda este mês, e defender uma paz &#8220;justa e duradoura&#8221; na sequência da invasão russa.</p>
<p>Neste que é, à semelhança de outras reuniões, o primeiro tema na agenda do Conselho Europeu, os líderes da UE vão garantir ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, presente na capital belga, apoio para reforçar a posição ucraniana e manter a pressão sobre Moscovo para quando se chegar a uma fase de negociações de paz.</p>
<p>A discussão acontece numa altura em que o alargamento da UE ganha novo impulso, num processo que Bruxelas considera ter uma dimensão geopolítica fundamental para a estabilidade e segurança do continente, embora assente no mérito e na concretização das reformas exigidas aos países candidatos.</p>
<p>&#8220;Queremos avançar com o alargamento em boa e devida forma&#8221;, afirmou uma fonte europeia na antevisão da cimeira.</p>
<p>A mesma fonte destacou que, pela primeira vez em quatro anos, os líderes deverão aprovar conclusões sobre a Ucrânia com o apoio dos 27 Estados-membros, depois de a Hungria ter vindo a impedir a adoção unânime do texto em anteriores Conselhos Europeus.</p>
<p>Na sexta-feira, segundo dia da reunião, as atenções estarão centradas no Quadro Financeiro Plurianual (QFP) para o período 2028-2034, considerado por diplomatas como o tema politicamente mais complexo do encontro.</p>
<p>&#8220;Chegou agora o momento em que as coisas começam a ficar mais difíceis e mais tensas&#8221;, admitiu uma fonte europeia ouvida pela agência Lusa.</p>
<p>Os líderes vão fazer o ponto da situação das negociações apresentado pela presidência cipriota, que neste semestre liderou o Conselho da UE, numa fase em que as posições entre os Estados-membros continuam afastadas.</p>
<p>&#8220;A cimeira de junho será sobre fazer convergências e intensificar o trabalho sobre os recursos próprios&#8221;, referiu um alto funcionário europeu.</p>
<p>Apesar de não ser esperado um acordo nesta fase, mantém-se o objetivo de concluir as negociações até ao final de 2026, evitando atrasos que possam comprometer a entrada em vigor do novo orçamento em 2028, numa altura em que o calendário eleitoral em alguns Estados-membros (como França e Itália) no próximo ano poderá dificultar um compromisso.</p>
<p>&#8220;Não é surpreendente que as posições ainda não estejam convergentes. Temos de consolidar o caminho para chegar a acordo até final do ano&#8221;, comentou um diplomata europeu.</p>
<p>Outra fonte alertou que &#8220;há um risco elevadíssimo&#8221; de atrasos caso não seja possível fechar um entendimento ainda este ano.</p>
<p>Um dos principais pontos de discórdia prende-se com os novos recursos próprios (novos impostos) da União, que representam cerca de 23% da proposta da Comissão Europeia e continuam a dividir os Estados-membros.</p>
<p>Portugal chega a esta fase das negociações com uma posição reforçada, depois de Bruxelas ter reconhecido a necessidade de um ajustamento do envelope nacional, traduzido num reforço adicional de cerca de 1,6 mil milhões de euros, sobretudo na coesão.</p>
<p>Ainda assim, o resultado final permanece em aberto, dependendo do equilíbrio global do orçamento, incluindo o desfecho das negociações sobre as novas fontes de receita.</p>
<p>A cimeira abordará ainda, na quinta-feira à noite, os desafios à competitividade europeia, nomeadamente os desequilíbrios económicos globais e a relação da UE com a China.</p>
<p>Na sexta-feira, durante o almoço, os líderes discutirão também a situação no Médio Oriente, incluindo a evolução dos conflitos em Gaza e no Líbano e o impacto do recente entendimento entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Portugal estará representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777764]]></sapo:autor>
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		<title>Mais AMG, menos motores: Mercedes prepara mais de 27 novos modelos em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:00:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de ter vendido 145 mil carros no ano passado, a divisão desportiva da Mercedes quer aproximar-se da rival de Garching]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mercedes-AMG prepara uma ofensiva inédita de produto para reduzir a distância face à BMW M até ao final da década. Depois de ter vendido 145 mil carros no ano passado, a divisão desportiva da Mercedes quer aproximar-se da rival de Garching, que voltou a crescer pelo 14º ano consecutivo e atingiu um recorde de 213.457 unidades, avança o &#8216;Motor1&#8217;.</p>
<p>O plano passa por lançar mais de 27 veículos nos próximos três anos. Michael Schiebe, responsável máximo da Mercedes-AMG, detalhou a estratégia no podcast ‘Hot Pursuit!’, da &#8216;Bloomberg&#8217;, assumindo uma expansão forte da gama numa altura em que a marca procura recuperar clientes e reforçar a sua presença num segmento cada vez mais competitivo.</p>
<p>A ofensiva já começou com o GT Coupé 4 portas totalmente elétrico, seguido pelos GLE 63 e GLS 63, ambos equipados com o novo V8 de cambota plana da marca. Mas a lista de novidades deverá ir bastante mais longe, incluindo modelos de combustão, elétricos e versões de alto desempenho ainda por revelar.</p>
<p>Entre os projetos em preparação está o aguardado modelo Mythos, bem como um CLE com motor V8 em configuração mais radical, que deverá também dar origem a uma variante CLE 63 menos extrema. A Mercedes-AMG estará ainda a preparar um G63 Cabriolet, uma nova geração do GT Black Series e um C53 de seis cilindros, numa lógica semelhante à do GLC 53 recentemente lançado, que utiliza um seis cilindros em linha.</p>
<p>Também está previsto um SUV elétrico assente na mesma plataforma do novo GT Coupé 4 portas. A estratégia confirma que a eletrificação continuará a fazer parte do futuro da AMG, mas sem substituir por completo a aposta nos motores de combustão, sobretudo nos modelos em que a sonoridade, a resposta mecânica e a identidade desportiva continuam a pesar na decisão dos clientes.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Next level active aerodynamics. The all-new Mercedes-AMG GT 4-Door Coupe Prototype is designed to redefine electric performance. Get ready. <a href="https://t.co/h9769Ymyaw">pic.twitter.com/h9769Ymyaw</a></p>
<p>&mdash; Mercedes-AMG (@MercedesAMG) <a href="https://x.com/MercedesAMG/status/2019461878284435766?ref_src=twsrc%5Etfw">February 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A expansão da gama terá, contudo, uma contradição aparente: haverá mais modelos, mas menos escolhas mecânicas. Segundo a &#8216;Automotive News&#8217;, Schiebe confirmou que o número de variantes de motorização será reduzido de dez para apenas quatro. A base da oferta térmica deverá assentar num seis cilindros evoluído e num novo V8.</p>
<p>Ainda não há indicação clara sobre o futuro dos quatro cilindros na AMG. Estes motores poderão continuar a ter algum papel, sobretudo se a marca quiser alcançar o objetivo de 200 mil unidades vendidas por ano até ao final da década, mas o reposicionamento parece apontar para uma gama mais simples e mais coerente do ponto de vista mecânico.</p>
<p>A Mercedes-AMG quer inspirar-se na estratégia da BMW M, oferecendo “um modelo para cada cliente” em vez de acelerar de forma agressiva a eletrificação. Essa revalorização dos motores térmicos pode ajudar a recuperar compradores que olharam para outras marcas depois da aposta controversa da AMG em motorizações mais pequenas e eletrificadas.</p>
<p>Ainda assim, o regresso de uma Classe C AMG com V8 não deverá acontecer no curto prazo. A aposta parece estar mais concentrada em novos derivados, em modelos de topo e em versões especiais capazes de reforçar a imagem da AMG sem inverter totalmente a estratégia dos últimos anos.</p>
<p>Uma das grandes ausências continua a ser a nova E63, sobre a qual ainda pouco se sabe. Há, no entanto, informações de que a Mercedes já terá mostrado a próxima geração da Classe E a concessionários nos Estados Unidos. A chegada estará prevista para o início de 2028 em versão totalmente elétrica, com variantes de combustão a surgirem mais tarde.</p>
<p>Ao contrário do que alguns rumores indicavam, a Classe E deverá voltar a contar com carrinha. Se isso se confirmar, abre-se a possibilidade de uma futura E63 Break capaz de enfrentar a BMW M5 Touring e a próxima Audi RS6 Avant. Para a AMG, essa pode ser uma das peças mais importantes numa ofensiva que quer voltar a colocar Affalterbach mais perto da BMW M.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777517]]></sapo:autor>
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		<title>Governo está a preparar taxas sobre lucros extraordinários, garante Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:58:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["O projeto está em elaboração no Governo e chegará naturalmente à Assembleia da República", disse hoje Luís Montenegro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje no Parlamento que o Governo está a elaborar o projeto de criação de taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, anunciado em maio, que enviará depois à Assembleia da República.</p>
<p>&#8220;O projeto está em elaboração no Governo e chegará naturalmente à Assembleia da República&#8221;, disse hoje Luís Montenegro, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, em resposta ao deputado único do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo.</p>
<p>O bloquista recordou que o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, &#8220;anunciou em 05 de maio que ia avançar com a contribuição extraordinária&#8221; e &#8220;já passou mais de um mês&#8221;, perguntando: &#8220;Desistiu deste imposto?&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não desistimos&#8221;, respondeu Luís Montenegro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777759]]></sapo:autor>
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		<title>Petróleo sobe 5% antes de acordo para pôr fim à guerra no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:49:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços do petróleo chegaram hoje a subir 5%, refletindo o nervosismo dos mercados antes da assinatura, prevista para sexta-feira, de um acordo entre Teerão e Washington para pôr termo à guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do petróleo chegaram hoje a subir 5%, refletindo o nervosismo dos mercados antes da assinatura, prevista para sexta-feira, de um acordo entre Teerão e Washington para pôr termo à guerra no Médio Oriente.</p>
<p>Pelas 15:20 GMT (16:20 em Lisboa), o barril de Brent do Mar do Norte, referência para o mercado europeu, para entrega em agosto avançava 1,44%, para 80,10 dólares, depois de ter estado próximo dos 83 dólares.</p>
<p>Já o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, para entrega em julho, valorizava 1,58%, para 77,25 dólares.</p>
<p>Os analistas contactados pela AFP não conseguiram identificar uma razão específica para a subida repentina das cotações, que acabou por perder força pouco depois.</p>
<p>A assinatura do memorando de entendimento está prevista para sexta-feira e marcará o início de um processo negocial de 60 dias destinado a alcançar um acordo de paz definitivo entre Washington e Teerão.</p>
<p>O entendimento foi anunciado no domingo pelo Paquistão, que tem desempenhado funções de mediação entre as partes, e posteriormente confirmado pelos governos norte-americano e iraniano.</p>
<p>O documento surge após mais de três meses de conflito no Médio Oriente, desencadeado pela ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão.</p>
<p>Entretanto, persistem divergências quanto ao alcance do acordo, com Teerão a alertar que os ataques israelitas no Líbano poderão constituir uma violação dos compromissos assumidos no âmbito do entendimento alcançado com Washington.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777755]]></sapo:autor>
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		<title>Empresas podem limpar terrenos no verão com autorização de autarcas, indica Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:41:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Florestas disse hoje que as empresas podem remover material lenhoso durante o verão, com autorização dos autarcas, através da plataforma do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado das Florestas disse hoje que as empresas podem remover material lenhoso durante o verão, com autorização dos autarcas, através da plataforma do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).</p>
<p>&#8220;Isto não existia. Neste momento, é possível fazê-lo em Portugal, em particular nesta região, para que as empresas possam trabalhar, operar e remover aquilo que todos queremos, que é garantir que podem, durante o verão, em determinadas condições, [realizar] a operação de remoção de todo o material lenhoso&#8221;, afirmou Rui Ladeira.</p>
<p>O governante falava aos jornalistas por ocasião da inauguração do novo Centro de Coordenação Operacional da AFOCELCA, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e The Navigator Company, nas instalações da Celbi, na Leirosa, Figueira da Foz (distrito de Coimbra).</p>
<p>Rui Ladeira explicou que o Governo criou, &#8220;através do ICNF, uma plataforma específica&#8221;, em funcionamento desde esta semana, em que as empresas identificam os &#8220;operadores que estão no território a fazer a exploração e remoção&#8221; do material lenhoso.</p>
<p>&#8220;O que isto quer dizer é que têm de cumprir, nos termos da lei, as medidas de segurança, as medidas de atuação em caso de haver uma ignição. Faz parte dessa obrigação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ainda de acordo com o secretário de Estado das Florestas, &#8220;os senhores presidentes de câmara, em cada um dos municípios, podem autorizar&#8221; a operação das empresas, através daquela plataforma, em função das &#8220;condições climatéricas e da conjugação dos vários fatores&#8221;.</p>
<p>&#8220;As empresas podem operar em função da apresentação nesta plataforma daquilo que é o equipamento, dos trabalhadores e das medidas de segurança para garantir a operação de remoção do material lenhoso. E isso é validado, como parecer final, pelo responsável máximo da autoridade municipal de proteção civil, que é senhor presidente da câmara ou em quem ele delegar para esse efeito&#8221;, concretizou.</p>
<p>Para Rui Ladeira, &#8220;é muito positivo&#8221;, porque as empresas, &#8220;ano após ano, precisam trabalhar, têm os seus meios, os seus recursos humanos, as necessidades de intervir no território, e isso, de facto, em determinados contextos, não era possível&#8221;.</p>
<p>Questionado se os proprietários a título individual podem também realizar limpezas, o secretário de Estado das Florestas sustentou que &#8220;há prazos para executar&#8221;, face ao período, às temperaturas e à conjugação de todos os fatores climatéricos, salientando que o prazo para a limpeza de terrenos foi alargado até 30 de junho.</p>
<p>&#8220;É o prazo em que tem que haver, de facto, a limpeza, até o final deste mês, individual dos proprietários de remover aquilo que é a zona de interface, à volta das casas, das aldeias, daquilo que são zonas de risco e que está há muito conhecido&#8221;, salientou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777749]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ex-funcionário de clínica onde Kate Middleton esteve internada tentou divulgar dados médicos por dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Middleton]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso remonta a março de 2024, quando o Information Commissioner’s Office, autoridade britânica responsável pela proteção de dados, abriu uma investigação criminal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um antigo profissional de saúde da London Clinic foi alvo de uma advertência formal por uso indevido dos registos médicos privados da princesa de Gales e por se ter oferecido para divulgar essa informação em troca de dinheiro, avança o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>O caso remonta a março de 2024, quando o Information Commissioner’s Office, autoridade britânica responsável pela proteção de dados, abriu uma investigação criminal depois de a London Clinic ter comunicado uma violação de segurança. Na altura, foi noticiado que pelo menos um funcionário teria tentado aceder às notas clínicas de Kate Middleton enquanto esta esteve internada no hospital privado, no centro de Londres, em janeiro desse ano.</p>
<p>A princesa de Gales permaneceu 13 dias na London Clinic depois de ter sido submetida a uma cirurgia abdominal. Em março de 2024, revelou publicamente que tinha sido diagnosticada com cancro, detetado na sequência dessa intervenção.</p>
<p>O regulador britânico afirmou esta quarta-feira que, após avaliação completa do caso, decidiu emitir uma advertência formal a um antigo profissional de saúde de Londres por uma infração prevista na lei de proteção de dados de 2018. A conduta envolveu, segundo o ICO, o uso deliberado de informação pessoal altamente sensível e uma oferta para a divulgar mediante pagamento.</p>
<p>A autoridade considerou que o caso representou uma clara quebra de confiança, mas concluiu que a advertência formal era a resposta “adequada e proporcional”. O regulador analisou ainda se existiam problemas mais amplos na prestação de cuidados de saúde neste caso, mas afirmou não ter encontrado falhas que justificassem uma ação regulatória contra a instituição.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Mirror&#8217;, o antigo funcionário será uma enfermeira e terá sido afastado da profissão. O &#8216;The Independent&#8217; refere, no entanto, que a identidade da pessoa envolvida não foi oficialmente divulgada pelo regulador.</p>
<p>Ian Hulme, diretor executivo de supervisão regulatória do ICO, sublinhou que os cidadãos devem poder confiar que a informação pessoal entregue a unidades de saúde é mantida segura e protegida contra exploração. “Quando essa confiança é quebrada, é correto que a lei nos permita agir”, afirmou.</p>
<p>O responsável acrescentou que o regulador não hesitará em avançar com processos criminais quando isso for necessário e proporcional. A London Clinic, por seu lado, afirmou que se orgulha dos padrões de cuidado e discrição prestados a todos os pacientes e considerou que a colaboração com o ICO permitiu encerrar um “incidente triste e isolado”.</p>
<p>A clínica sublinhou ainda que não foram identificadas infrações regulatórias por parte do hospital. Kate anunciou em janeiro de 2025 que o cancro estava em remissão e tem vindo a regressar progressivamente aos compromissos oficiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777739]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha &#8216;no verde&#8217; com BCP a subir mais de 3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:39:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,76% para 9.090,72 pontos, impulsionada pela subida de mais de 4% da Teixeira Duarte e de mais de 3% do BCP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,76% para 9.090,72 pontos, impulsionada pela subida de mais de 4% da Teixeira Duarte e de mais de 3% do BCP.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, sete terminaram no &#8216;verde&#8217;, oito no &#8216;vermelho&#8217; e os CTT terminaram inalterados a cotar nos 6 euros.</p>
<p>Nas restantes principais bolsas europeias, o espanhol IBEX-35 somou 1,35%, o britânico FTSE 100 avançou 0,14% e o alemão DAX valorizou 0,10%, ao passo que o francês CAC-40 recuou 0,20%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777725]]></sapo:autor>
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		<title>IGAI arquiva processo disciplinar contra ex-diretor do SIRESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:38:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) arquivou o processo disciplinar aberto em 2025 contra o antigo diretor técnico da empresa que gere o SIRESP após queixas apresentadas pelo ex-secretário-geral adjunto do MAI, António Pombeiro, anunciou hoje o ministro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) arquivou o processo disciplinar aberto em 2025 contra o antigo diretor técnico da empresa que gere o SIRESP após queixas apresentadas pelo ex-secretário-geral adjunto do MAI, António Pombeiro, anunciou hoje o ministro.</P><br />
<P>Em causa estavam duas denúncias do ex-secretário-geral do Ministério da Administração Interna (MAI) sobre alegada má gestão e conflito de interesses de Carlos Leitão enquanto diretor técnico da Siresp SA., cargo para que foi escolhido pelo presidente da empresa, Viegas Nunes.</P><br />
<P>No parlamento, o ministro da Administração Interna avançou que este inquérito, aberto em novembro de 2025, foi arquivado pela IGAI.</P><br />
<P>Luís Neves foi ouvido no parlamento a pedido dos grupos parlamentares da Iniciativa Liberal e do Chega para esclarecer as afirmações constantes na carta de demissão de António Pombeiro, na qual &#8220;constam, nomeadamente, acusações de favorecimento, de conflitos de interesses&#8221; e de tomada de decisões &#8220;eticamente reprováveis&#8221; dirigidas ao presidente da empresa que gere o SIRESP, Viegas Nunes.</P><br />
<P>António Pombeiro demitiu-se do cargo no passado dia 22 de maio alegando um conjunto de &#8220;graves irregularidades&#8221; na gestão da Siresp S.A. durante a presidência de Viegas Nunes, que foi presidente da empresa entre 2022 e 2024 e regressou agora à liderança da empresa.</P><br />
<P>Segundo as conclusões do inquérito da IGAI, a que Lusa teve acesso, a atuação de Carlos Leitão foi &#8220;transparente&#8221; e &#8220;sem merecer qualquer censura&#8221;.</P><br />
<P>António Pombeiro relatou à IGAI duas situações em que estava envolvido o ex-diretor técnico da Siresp SA: &#8220;Contrato de aquisição dos gravadores de voz para a rede SIRESP, que configurava má gestão do erário público e favorecimento de um concorrente específico, a NOS&#8221; e &#8220;por ter tentado que a Siresp contratasse a empresa da sua mulher para realizar um trabalho de certificação que seria executado por ele próprio, como perito externo&#8221;, quando já tinha saído da Siresp). </P><br />
<P>Luís Neves indicou que o valor em causa era 12 mil euros, tendo depois a Siresp SA pagado 87 mil euros pelo mesmo trabalho.</P><br />
<P>O ministro recordou que Carlos Leitão era em novembro de 2025 coordenador do grupo de trabalho criado pelo Governo para alterar o SIRESP, tendo depois sido substituído por António Pombeiro.</P><br />
<P>No parlamento, o ministro anunciou também que vai pedir à IGAI a reabertura do inquérito para apurar o que foi feito pela administração da Siresp SA após a saída do ex-diretor técnico, tal como a Inspeção-Geral da Administração Interna propôs.</P><br />
<P>&#8220;O inquérito vai continuar e eu vou querer saber o que é que foi feito e o que é que devia ter sido feito e não foi feito&#8221;, disse aos deputados, frisando que vai determinar a instauração de inquérito &#8220;para se perceber porque é que determinadas cobranças não foram feitas, quem é que era responsável por essas cobranças e porque é que determinados contratos ficaram para trás&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777732]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas alerta que Portugal está a ficar para trás na adoção de tecnologias avançadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:38:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Comissão Europeia refere que Portugal "dispõe de uma boa infraestrutura de conectividade em todo o território e ocupa uma posição de destaque nos serviços públicos digitais destinados aos cidadãos e às empresas"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia avisou hoje que Portugal está a ficar atrás dos restantes Estados-membros da União Europeia na adoção de tecnologias avançadas pelas empresas, advertindo que isso poderá comprometer a &#8220;competitividade digital do país&#8221;.</p>
<p>Num relatório hoje divulgado, relativo ao cumprimento das metas do Programa da Década Digital, a Comissão Europeia refere que Portugal &#8220;dispõe de uma boa infraestrutura de conectividade em todo o território e ocupa uma posição de destaque nos serviços públicos digitais destinados aos cidadãos e às empresas&#8221;.</p>
<p>&#8220;No entanto, o país enfrenta uma série de desafios para alcançar uma digitalização bem-sucedida nas empresas através de tecnologias avançadas, uma vez que continua atrás dos seus parceiros europeus na adoção de computação em nuvem [&#8216;cloud computing&#8217;] e de Inteligência Artificial (IA) pelas empresas&#8221;, refere o executivo comunitário.</p>
<p>Apesar de reiterar que Portugal está a mostrar &#8220;progressos consistentes no seu ecossistema de inovação digital e de crescimento empresarial&#8221;, a Comissão Europeia avisa que os &#8220;esforços das autoridades portuguesas nesta área podem ser condicionados&#8221; pela &#8220;lenta adoção&#8221; de tecnologias avançadas nas empresas.</p>
<p>&#8220;Esta adoção reduzida poderá comprometer a competitividade digital do país, uma vez que as empresas com baixos níveis de digitalização não conseguem tirar pleno partido dos ganhos de produtividade proporcionados pelas ferramentas digitais, nem aproveitar as oportunidades de acesso a novos mercados &#8216;online'&#8221;, alerta.</p>
<p>Nas metas analisadas pela Comissão Europeia, refere-se que a taxa de adoção de IA nas pequenas e médias empresas (PME) portuguesas é de 11,54%, abaixo da média europeia de 19,95%, com um crescimento anual de 33,7% desde 2023, igualmente inferior ao que se regista no resto da UE (48%).</p>
<p>O mesmo se verifica relativamente às empresas com mais de 250 empregados: a taxa de adoção de IA em Portugal é de 49,15%, contra uma média europeia de 55,03%, registando-se um crescimento anual igualmente inferior (17,3% em Portugal, contra 33,7% na UE).</p>
<p>O cenário é parecido na adoção de tecnologias de nuvem: a taxa é de 34,11% nas PME, contra uma média de 46,69% na UE. Para as grandes empresas, a taxa de adoção é de 74,15%, contra 78,32% na UE.</p>
<p>Devido a estes dados, a Comissão Europeia considera que Portugal &#8220;precisa de acelerar os seus esforços de transformação digital para reduzir a distância em relação à média da UE&#8221;.</p>
<p>&#8220;Deve ser dada especial atenção às tecnologias de computação em nuvem e à IA, áreas em que tanto as taxas de adoção como os ritmos de crescimento são significativamente inferiores à média europeia&#8221;, indica o executivo.</p>
<p>No entanto, no que se refere aos serviços públicos digitais, Portugal surge na linha da frente da UE, com a Comissão Europeia a indicar que o desempenho do país nesta área dá um &#8220;contributo significativo para o cumprimento das metas do Programa da Década Digital da UE&#8221;.</p>
<p>A Comissão Europeia indica que a pontuação global de Portugal nos serviços públicos digitais para utilizadores nacionais é de 99,85 pontos em 100 (contra uma média europeia de 94,01), valor que desce para os 90 pontos quando os destinatários são as empresas, ainda assim acima da média europeia de 88,59.</p>
<p>Este relatório foi hoje divulgado no âmbito do balanço que é feito anualmente pela Comissão Europeia para ver se os Estados-membros estão a cumprir as metas estabelecidas no Programa da Década Digital, que visa garantir que a UE reforça a sua competitividade e soberania digital até 2030.</p>
<p>A nível europeu, a Comissão Europeia refere que tem havido progressos, designadamente a nível da cobertura 5G ou, ao contrário de Portugal, na adoção de tecnologias pelas empresas.</p>
<p>No entanto, adverte que há problemas que persistem, designadamente no que se refere aos semicondutores: a UE &#8220;só representa 9% do mercado global de semicondutores, longe da meta de 20% para 2030&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777726]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Lisboa aprova fim do desconto nas refeições para a maioria dos alunos sem escalão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:37:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Lisboa (PSD/CDS-PP/IL) aprovou hoje a eliminação do desconto de 50% nas refeições a alunos não abrangidos por Ação Social Escolar (ASE), em vigor desde 2024, com os votos contra de toda a oposição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Lisboa (PSD/CDS-PP/IL) aprovou hoje a eliminação do desconto de 50% nas refeições a alunos não abrangidos por Ação Social Escolar (ASE), em vigor desde 2024, com os votos contra de toda a oposição.</p>
<p>Em reunião privada, o executivo municipal apreciou as medidas de ASE para o ano letivo 2026/2027, sob proposta do vereador da Educação, Rodrigo Mello Gonçalves (IL), que exclui o atual desconto de 50% nas refeições escolares a crianças e jovens que não beneficiam de ASE (cerca de 60% dos alunos que frequentam as escolas públicas em Lisboa).</p>
<p>Além disso, a proposta mantém a comparticipação a 100% nas refeições escolares para alunos dos escalões A e B da ASE e com Necessidades de Saúde Especiais (NSE), bem como o desconto de 50% para alunos do escalão C da ASE.</p>
<p>A este propósito, a vereação do PCP propôs uma alteração ao documento de PSD/CDS-PP/IL para dar continuidade ao projeto &#8220;Há gosto &#8212; refeições escolares em agosto&#8221;, que esteve em vigor nos dois últimos anos letivos, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade, informou à Lusa fonte oficial da autarquia.</p>
<p>Segundo o PCP, a cessação deste programa de disponibilização de refeições escolares durante o mês de agosto, tal como propunha a governação PSD/CDS-PP/IL, iria prejudicar &#8220;milhares de crianças&#8221;, em particular de famílias economicamente carenciadas.</p>
<p>Por proposta do BE, o executivo municipal aprovou o aumento, de 100 para 120 euros, do apoio para a aquisição de calculadoras, destinado a alunos a frequentar o 10.º ano de escolaridade pela primeira vez, abrangendo os estudantes enquadrados nos escalões A, B ou C e alunos NSE, quer frequentem cursos científico-humanísticos, quer tenham optado pelo ensino profissional ou artístico.</p>
<p>Apesar da viabilização deste apoio, o BE justificou o voto contra o documento da governação PSD/CDS-PP/IL com o chumbo da proposta de gratuitidade universal das refeições escolares, realçando &#8220;a redução significativa do número de crianças abrangidas, configurando um recuo nas políticas de apoio às famílias&#8221;.</p>
<p>Além das propostas de PCP e BE, foi aprovada uma outra alteração para estabelecer em 50% o valor a pagar pelas refeições escolares (pequeno-almoço, almoço e lanche) a todas as crianças do pré-escolar e alunos do ensino básico e secundário, desde que o agregado familiar &#8220;comprove, no ano anterior, um rendimento anual bruto igual ou inferior a duas vezes o valor anual do salário mediano bruto&#8221;, adiantou a governação PSD/CDS-PP/IL.</p>
<p>Numa declaração de voto escrita, a vereação do PS justificou a oposição à proposta do vereador da Educação por considerar que representa &#8220;um recuo injusto, incoerente e injustificado nas políticas de apoio às famílias e à escola pública em Lisboa&#8221;.</p>
<p>Para os socialistas, a opção da governação liderada pelo social-democrata Carlos Moedas é &#8220;politicamente incoerente&#8221;, uma vez que em 2025 afirmava que estas medidas representavam &#8220;um investimento direto nas condições de aprendizagem, na igualdade de oportunidades e no sucesso educativo de todos os alunos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Um ano depois, a mesma medida passa a ser considerada, por Carlos Moedas, excessiva ou injusta. A única diferença relevante entre 2025 e 2026 é o calendário político, uma vez que em 2025 se realizaram eleições autárquicas&#8221;, expôs o PS, que defendeu a gratuitidade universal das refeições escolares, mas a proposta foi rejeitada.</p>
<p>Uma refeição nas escolas públicas ronda 1,50 euros, sem desconto, mas, em Lisboa, desde 2024, os mais de 30 mil alunos sem ASE pagam apenas metade, após a aprovação de uma proposta do PS na Câmara Municipal.</p>
<p>A medida foi renovada em 2025, novamente por proposta do PS, e também para 2026, desta vez por proposta da liderança de Carlos Moedas (PSD), apresentada em 2025.</p>
<p>Em resposta escrita à Lusa, o vereador da Educação afirmou que a proposta do executivo municipal para o próximo ano letivo se baseia &#8220;num pressuposto claro: apoiar quem realmente precisa, em função dos seus rendimentos, e não, como agora propõe o PS, usar os impostos dos lisboetas para subsidiar agregados com rendimentos de 100 mil euros por mês&#8221;.</p>
<p>Rodrigo Mello Gonçalves (IL) realçou ainda que Lisboa é, atualmente, o único município no país a comparticipar as refeições de todos os alunos, incluindo dos que não estão abrangidos pela ASE, e que com este corte &#8220;continua a ir muito além daquilo que é determinado pelo Estado, que apenas estipula apoios ao escalão A de 100% e ao escalão B de 50%&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777738]]></sapo:autor>
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		<title>BYD foi só o início? A Europa ainda só viu a ponta do icebergue dos carros chineses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/byd-foi-so-o-inicio-a-europa-ainda-so-viu-a-ponta-do-icebergue-dos-carros-chineses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:28:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A chegada das marcas chinesas à Europa já deixou de ser uma previsão distante. BYD, XPeng, Chery, GWM, Denza ou Zeekr começam a tornar-se nomes familiares para muitos condutores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada das marcas chinesas à Europa já deixou de ser uma previsão distante. BYD, XPeng, Chery, GWM, Denza ou Zeekr começam a tornar-se nomes familiares para muitos condutores, mas os britânicos do &#8216;Auto Express&#8217; deixam um aviso depois de uma visita a Shenzhen, na China: aquilo que já chegou ao mercado europeu pode ser apenas uma pequena parte do que ainda está por vir.</p>
<p>Na crónica publicada pela revista britânica, o editor Shane Wilkinson descreve a tarefa de compreender o universo automóvel chinês como “excecionalmente intimidante”. A razão é simples: a quantidade de marcas, sub-marcas, alianças tecnológicas e novos fabricantes é tão grande que mesmo quem acompanha o setor automóvel europeu de perto pode sentir que está apenas a arranhar a superfície.</p>
<p>Shenzhen, cidade onde está sediada a BYD, tornou-se um dos símbolos desta transformação. A partir dali, a indústria chinesa deixou de ser vista apenas como uma fornecedora de veículos baratos ou cópias de modelos ocidentais. Passou a representar uma vaga de marcas elétricas, híbridas, premium, tecnológicas e experimentais que estão a tentar ocupar praticamente todos os segmentos do mercado.</p>
<p>A lista impressiona pela escala. Aito, Bestune, Dongfeng, Fangchengbao, Lynk &#038; Co, Luxeed, Maple, Neta, Roewe, Xiaomi, Yangwang e Zeekr são apenas alguns dos nomes que circulam no mercado chinês e que continuam pouco conhecidos do público europeu. Algumas destas marcas podem nunca chegar em força à Europa, mas outras já estão a preparar caminho ou a testar a recetividade dos mercados ocidentais.</p>
<p>O Reino Unido é um dos exemplos mais evidentes desta nova fase. Além da BYD, marcas como Changan, Chery, GWM, XPeng, Denza, GAC e Lepas estão presentes ou a caminho do mercado britânico. O mesmo movimento começa a desenhar-se noutros países europeus, onde os fabricantes chineses procuram ganhar espaço com preços competitivos, tecnologia embarcada e uma oferta elétrica cada vez mais ampla.</p>
<p>A pressão não vem apenas dos modelos mais baratos. Um dos aspetos mais incómodos para as marcas tradicionais é que a China está a entrar também em segmentos superiores. A Denza, ligada à BYD, aponta ao território premium. A Yangwang tenta construir imagem de luxo e tecnologia extrema. A Xiaomi, conhecida pelos telemóveis e dispositivos eletrónicos, entrou no automóvel como se fosse uma extensão natural do ecossistema digital.</p>
<p>Esta multiplicação de nomes mostra uma mudança de fundo. Durante anos, a Europa olhou para a China sobretudo como um centro de produção. Agora, é a China que chega com marcas próprias, plataformas próprias, baterias próprias, software próprio e ambições globais. O desafio para os fabricantes europeus já não é apenas competir com um modelo chinês mais barato, mas com um sistema industrial inteiro capaz de lançar novidades a um ritmo difícil de acompanhar.</p>
<p>A questão das tarifas e da produção local também vai pesar. Para contornar barreiras comerciais e ganhar legitimidade junto dos consumidores europeus, várias marcas chinesas estão a estudar ou a preparar produção dentro da Europa. A entrada já não passa apenas por importar carros acabados: passa por redes de concessionários, acordos industriais, fábricas, centros de engenharia e parcerias com grupos ocidentais.</p>
<p>Para o consumidor, a avalanche pode ter efeitos contraditórios. Por um lado, mais marcas significam mais escolha, mais concorrência e potencial pressão sobre preços. Por outro, a multiplicação de fabricantes pouco conhecidos levanta dúvidas sobre assistência, valor de retoma, disponibilidade de peças, garantias, atualizações de software e sobrevivência de algumas marcas a médio prazo.</p>
<p>É aqui que a frase “ainda só vimos a ponta do icebergue” ganha força. A Europa já percebeu que a BYD é uma ameaça real. Já conhece a MG, a Omoda, a Jaecoo, a XPeng ou a Zeekr. Mas o mercado chinês é muito mais vasto do que o conjunto de marcas que já começaram a aparecer nos salões europeus.</p>
<p>A próxima fase pode ser mais difícil de gerir para a indústria tradicional. Não se trata apenas de responder a uma marca dominante, como aconteceu noutras épocas com Toyota, Hyundai ou Tesla. Trata-se de enfrentar dezenas de fabricantes, muitos deles apoiados por grupos tecnológicos, cadeias de baterias altamente integradas e um mercado interno gigantesco que permite testar modelos, preços e soluções com uma velocidade incomum.</p>
<p>Nem todas as marcas chinesas sobreviverão. Algumas desaparecerão, outras serão absorvidas e muitas poderão nunca construir uma presença sólida na Europa. Mas a mensagem da Auto Express é clara: a indústria europeia ainda não conhece completamente o tamanho da vaga que tem pela frente.</p>
<p>Para os construtores tradicionais, esse talvez seja o maior problema. A concorrência chinesa já não chega como novidade exótica. Chega como volume, velocidade e diversidade. E, quando a Europa ainda está a tentar memorizar os nomes que já cá estão, há muitos outros à espera de entrar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777730]]></sapo:autor>
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		<title>Primeira tempestade tropical da época forma-se junto ao Texas em pleno Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[tempestade tropical]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o Mundial, o alerta não significa, para já, uma ameaça direta aos jogos em Dallas, mas reforça a importância dos planos de emergência meteorológica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tempestade tropical Arthur formou-se esta quarta-feira ao largo da costa do Texas, tornando-se o primeiro ciclone nomeado da atual época atlântica. O fenómeno surge em pleno Mundial de futebol, que decorre nos Estados Unidos, Canadá e México, e motivou alertas para inundações potencialmente perigosas no sudeste americano, segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Tropical Storm <a href="https://x.com/hashtag/Arthur?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Arthur</a> has formed near the Texas coastline. Heavy rainfall and flash flooding to be the main concerns for southern and coastal areas of <a href="https://x.com/hashtag/Louisiana?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Louisiana</a>, <a href="https://x.com/hashtag/Mississippi?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Mississippi</a>, and the <a href="https://x.com/hashtag/Florida?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Florida</a> Panhandle. On average, the first named storm typically forms in mid to late June. <a href="https://t.co/mj2IPkCfKe">pic.twitter.com/mj2IPkCfKe</a></p>
<p>— Dr. Athena Masson (@Wx_Goddess) <a href="https://x.com/Wx_Goddess/status/2067268935049781416?ref_src=twsrc%5Etfw">June 17, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, Arthur formou-se junto à costa texana com ventos máximos sustentados de cerca de 65 km/h. O sistema deverá deslocar-se para nordeste ao longo da costa do Texas, antes de avançar para o sudoeste da Louisiana.</p>
<p>O principal risco não está na força do vento, mas na chuva. As autoridades meteorológicas alertaram para a possibilidade de inundações repentinas e alagamentos urbanos com risco de vida até sexta-feira em vários estados, incluindo Texas, Louisiana, Mississippi, Alabama, Geórgia e Flórida.</p>
<p>Também foram emitidos avisos para a possibilidade de tornados, subida do nível do mar em zonas costeiras e precipitação intensa, que poderá prolongar a ameaça durante o fim de semana. Em algumas áreas, a acumulação de chuva pode ser muito elevada, agravando o risco de cheias rápidas.</p>
<p>O Texas é um dos estados anfitriões do Mundial de 2026, com Dallas a receber até nove jogos, incluindo uma meia-final. A cidade fica no norte do estado e longe das zonas costeiras mais diretamente ameaçadas pela tempestade, mas o aparecimento de Arthur volta a chamar a atenção para o impacto potencial do clima extremo numa competição disputada em várias regiões da América do Norte.</p>
<p>A época de furacões no Atlântico decorre entre 1 de junho e 30 de novembro. Arthur surge assim nas primeiras semanas da temporada, numa altura em que meteorologistas e autoridades locais acompanham de perto a evolução de sistemas tropicais no Golfo do México e no Atlântico.</p>
<p>O estado do Texas já tinha sido afetado por chuvas fortes esta semana. No condado de Bandera, a oeste de San Antonio, uma mulher morreu depois de ser arrastada por uma cheia repentina enquanto conduzia. O veículo foi encontrado horas depois, totalmente submerso, com o corpo no interior.</p>
<p>As autoridades recomendam prudência nas zonas sob aviso, sobretudo em estradas inundadas e áreas urbanas vulneráveis a cheias rápidas. Mesmo tempestades tropicais de menor intensidade podem causar danos significativos quando avançam lentamente ou descarregam grandes volumes de chuva sobre regiões já saturadas.</p>
<p>Para o Mundial, o alerta não significa, para já, uma ameaça direta aos jogos em Dallas, mas reforça a importância dos planos de emergência meteorológica. Num torneio distribuído por três países e 16 cidades, as condições climáticas podem tornar-se um fator adicional de pressão para organizadores, adeptos e equipas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">We officially have TS <a href="https://x.com/hashtag/Arthur?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Arthur</a>. Pretty surprised NHC pulled the trigger. We’ve seen invests more organized than this that don’t get a name, but regardless, we have our first TC of the season. <a href="https://t.co/UfwuSdvjUM">pic.twitter.com/UfwuSdvjUM</a></p>
<p>&mdash; Treyce Jones (@TreyceJonesWX) <a href="https://x.com/TreyceJonesWX/status/2067256603678548340?ref_src=twsrc%5Etfw">June 17, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777717]]></sapo:autor>
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		<title>Cinco detidos em operação que apreendeu tabaco e material avaliado em mais de 800 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[tabaco]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR deteve na terça-feira cinco pessoas numa operação em que apreendeu tabaco de mascar, mais de 300 mil euros em dinheiro e outras mercadorias, com um valor superior a 811 mil euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR deteve na terça-feira cinco pessoas numa operação em que apreendeu tabaco de mascar, mais de 300 mil euros em dinheiro e outras mercadorias, com um valor superior a 811 mil euros.</P><br />
<P>Segundo o comunicado hoje divulgado pela Guarda Nacional Republicana (GNR), a Operação &#8216;Mistura Oriental&#8217;, dirigida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, levou à detenção de cinco homens, com idades entre os 19 e 44 anos, e à constituição de outros nove arguidos, quatro pessoas e cinco empresas.</P><br />
<P>A Unidade de Ação Fiscal de Lisboa da GNR, com o apoio da PSP, executou 39 mandados de busca, das quais 12 domiciliárias e 27 não domiciliárias, nos concelhos de Lisboa, Odivelas, Loures, Vila Franca de Xira, Sintra, Seixal e Montijo.</P><br />
<P>&#8220;A operação visou uma estrutura criminosa organizada, com atuação maioritariamente na Grande Lisboa, indiciada pela prática dos crimes de introdução fraudulenta no consumo qualificada, associação criminosa, recetação de mercadoria objeto de crime aduaneiro e contrabando qualificado de tabaco de mascar&#8221;, adiantou a GNR.</P><br />
<P>No decurso das buscas a GNR apreendeu 771,72 quilos de papoila seca, &#8220;produto estupefaciente com origem indiciada na Áustria, tendo os factos sido comunicados à autoridade judiciária competente&#8221;.</P><br />
<P>Entre as mercadorias, bens e valores apreendidos, com um valor calculado em 811.281,77 euros, constam 341,97 quilos de tabaco de mascar, com origem na Índia e introduzido na União Europeia via Alemanha e Países Baixos; mais de 309 mil euros em dinheiro; quase três litros de líquido com nicotina e cerca de 13 quilos de noz de areca, produto usado para produzir a droga psicoativa arecolina.</P><br />
<P>Foram também apreendidas duas armas de fogo, 18 munições, 12 telemóveis, duas máquinas de embalamento automático, uma máquina de contar notas, várias peças em ouro e prata e documentos.</P><br />
<P>A Unidade de Ação Fiscal da GNR detetou ainda uma prestação tributária em dívida num montante estimado superior a 90 mil euros, respeitante ao Imposto Especial de Consumo (IEC) e IVA sobre os produtos de tabaco e nicotina apreendidos.</P><br />
<P>Os detidos são hoje presentes a interrogatório no DIAP de Lisboa, para aplicação de medidas de coação.</P></p>
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