Num contexto de forte pressão sobre os preços dos combustíveis fósseis, a energética portuguesa Prio sublinha que o seu ECO Diesel, produzido em Portugal, é menos impactado pela subida de preço dos combustíveis convencionais.
O combustível incorpora 15% de biocombustível produzido na unidade industrial da empresa em Aveiro, o que reduz a sua dependência de matérias-primas fósseis, atualmente sujeitas a aumentos de preço associados à instabilidade geopolítica e às tensões no Médio Oriente.
Segundo a empresa, essa menor exposição ao petróleo traduz-se numa variação de preço mais moderada face ao diesel convencional, ao mesmo tempo que reforça a componente sustentável do produto.
O biocombustível utilizado no ECO Diesel é produzido integralmente em Portugal, na fábrica da Prio em Aveiro, recorrendo a matérias-primas residuais. A empresa refere ter cerca de duas décadas de experiência nesta área, sendo atualmente um dos principais produtores nacionais de biocombustíveis.
Disponível nos postos da marca desde 2018, o ECO Diesel tem vindo a consolidar-se como uma das apostas da Prio na transição energética, combinando combustível fóssil com uma componente renovável.
De acordo com a empresa, a produção nacional deste tipo de combustível contribui para reduzir a dependência das cadeias logísticas internacionais associadas ao petróleo e aumenta a resiliência energética do país perante choques externos.
Entre os benefícios apontados estão a redução das emissões de dióxido de carbono, através de combustíveis com incorporação de biocombustíveis como o ECO Diesel (B15), o reforço da autonomia energética e o estímulo à economia circular, pela valorização de resíduos na produção de energia.
A Prio afirma ainda que pretende continuar a apostar em soluções que combinem eficiência económica e sustentabilidade, num momento em que a volatilidade dos mercados energéticos internacionais continua a pressionar os preços dos combustíveis.




