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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Contagem decrescente: restos de um foguetão da SpaceX vão abrir uma nova cratera na Lua esta quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 05:45:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após mais de 18 meses à deriva no espaço, vai colidir acidentalmente com a superfície lunar a cerca de 8.700 km/h]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lua vai ganhar uma nova cratera esta quarta-feira, mas desta vez o responsável não será um asteroide. O protagonista é o segmento superior de um foguetão Falcon 9 da SpaceX, que, após mais de 18 meses à deriva no espaço, vai colidir acidentalmente com a superfície lunar a cerca de 8.700 km/h.</p>
<p>O impacto está previsto para as 7h35 (hora de Lisboa) desta quarta-feira, segundo o Centro de Estudos de Objetos Próximos da Terra (CNEOS) da NASA. Apesar da violência da colisão, não existe qualquer risco para a Terra. Pelo contrário: os cientistas veem este acidente como uma oportunidade única para estudar em tempo real o que acontece quando um objeto de grandes dimensões embate na superfície da Lua.</p>
<p>O foguetão foi lançado em janeiro de 2025 para transportar dois módulos privados de alunagem: o Blue Ghost, da Firefly Aerospace, que se tornou o primeiro módulo de uma empresa privada a aterrar com sucesso na Lua, e o Resilience, da japonesa ispace, que acabou por se despenhar durante a tentativa de alunagem.</p>
<p>Ao contrário do primeiro estágio do Falcon 9, que é reutilizável, o segmento superior é normalmente destruído de forma controlada na atmosfera terrestre. Neste caso, porém, quase todo o combustível foi utilizado para colocar os módulos na trajetória para a Lua, impossibilitando essa manobra. O estágio ficou abandonado numa órbita elevada que cruza regularmente a órbita lunar.</p>
<p>Segundo a própria SpaceX, a combinação da gravidade da Terra e da Lua com a atividade solar acabou por alterar lentamente a trajetória do objeto, colocando-o numa rota inevitável de colisão com o satélite natural.</p>
<p>O segmento mede cerca de 12 metros, pesa aproximadamente quatro toneladas e deverá atingir a região da cratera Einstein, no lado da Lua iluminado pelo Sol. Os cientistas estimam que o impacto abrirá uma cratera com cerca de 27 metros de diâmetro e cinco metros de profundidade.</p>
<p>O momento da colisão não será visível a olho nu a partir da Terra. No entanto, telescópios de grande dimensão instalados no continente americano poderão detetar um breve clarão e a enorme nuvem de poeira levantada pelo impacto. Segundo o astrónomo Matt Bothwell, da Universidade de Cambridge, a pluma de detritos poderá elevar-se a dezenas de quilómetros acima da superfície lunar antes de voltar a cair.</p>
<p>A ausência de atmosfera na Lua tornará o fenómeno particularmente impressionante. Sem resistência do ar para travar o foguetão, toda a energia do impacto será transferida diretamente para o solo, projetando para o espaço cerca de um milhão de quilogramas de poeira e fragmentos de rocha, estimam os investigadores.</p>
<p>Além dos telescópios terrestres, duas sondas em órbita da Lua vão acompanhar de perto o acontecimento: a Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da NASA, e a Danuri, da Coreia do Sul. Ambas irão fotografar a zona antes e depois da colisão, permitindo medir com precisão a dimensão da cratera e analisar a quantidade de material ejetado.</p>
<p>Os investigadores esperam que este &#8220;acidente&#8221; forneça informações valiosas sobre a composição das camadas inferiores da superfície lunar, uma vez que o impacto irá expor material que permaneceu enterrado durante milhões de anos. Os dados também poderão ajudar a melhorar os modelos utilizados para prever colisões semelhantes.</p>
<p>Mas o episódio também serve de aviso. Especialistas defendem que, com o regresso previsto de astronautas à Lua nos próximos anos e a futura construção de bases permanentes, será necessário controlar muito melhor o destino dos foguetões e de outro lixo espacial. Caso contrário, colisões deste tipo poderão representar um risco real para missões tripuladas e infraestruturas lunares.</p>
<p>Não será, aliás, a primeira vez que um objeto criado pelo ser humano embate na Lua. Em 2022, o estágio superior de um foguetão chinês Long March 3C atingiu o lado oculto do satélite, formando uma invulgar cratera dupla. Décadas antes, a própria NASA provocou deliberadamente vários impactos durante o programa Apollo para estudar a estrutura interna da Lua.</p>
<p>Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), existem atualmente cerca de 54 mil objetos com mais de 10 centímetros em órbita da Terra. Desde o início da era espacial, em 1957, a humanidade já colocou no espaço cerca de 17 mil toneladas de equipamentos, tornando cada vez mais urgente encontrar formas seguras de eliminar este lixo espacial antes que as futuras missões à Lua se tornem uma realidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797196]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique quer reforçar competitividade da cadeia de valor do caju</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 05:24:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo moçambicano quer reforçar a competitividade da cadeia de valor do caju e aumentar a capacidade do país para competir no mercado internacional, tendo aprovado um novo regulamento para o setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo moçambicano quer reforçar a competitividade da cadeia de valor do caju e aumentar a capacidade do país para competir no mercado internacional, tendo aprovado um novo regulamento para o setor.</P><br />
<P>A medida foi aprovada no Conselho de Ministros na terça-feira, através de um decreto que regulamenta a Lei do Caju, aprovada em 2023, revogando a legislação de 2018, segundo comunicado divulgado após a reunião, referindo que o novo regulamento estabelece &#8220;regras específicas&#8221; para o fomento, produção, secagem, embalagem, armazenamento, comercialização, transporte, processamento, exportação e importação de caju.</P><br />
<P>O executivo, acrescenta, pretende harmonizar e atualizar o enquadramento legal de toda a cadeia de valor do setor, desde a produção até à exportação, abrangendo igualmente as atividades de processamento e comercialização.</P><br />
<P>Refere igualmente que o Regulamento da Lei do Caju constitui &#8220;um instrumento normativo consentâneo ao desenvolvimento, crescimento, transformação e competitividade&#8221; da cadeia de valor do produto, sustentando o Governo que a revisão do quadro regulamentar é necessária para responder aos desafios atuais do setor e reforçar a competitividade nacional num mercado internacional cada vez mais exigente.</P><br />
<P>&#8220;A proposta de regulamento mostra-se pertinente e crucial para o reforço da competitividade da cadeia de valor do caju em toda a sua amplitude e do país no mercado global do caju&#8221;, aponta o Governo, esperando que o normativo contribua para &#8220;o reforço da segurança que atrai investimentos para a cadeia de valor do caju&#8221; e para a sustentabilidade dos diferentes segmentos e intervenientes da atividade.</P><br />
<P>Dados do Banco de Moçambique compilados hoje pela Lusa mostram que as exportações moçambicanas de castanha de caju renderam 57,3 milhões de dólares (49 milhões de euros) em 2023 e atingiram 98,2 milhões de dólares (84,5 milhões de euros) em 2024, antes de recuarem para 66 milhões de dólares (56,8 milhões de euros) em 2025. </P><br />
<P>No primeiro trimestre de 2026, as exportações do produto já ascendiam a 68,4 milhões de dólares (58,9 milhões de euros). Ainda no primeiro trimestre do ano, mas no segmento da amêndoa de caju, as vendas externas somavam 2,9 milhões de dólares (2,5 milhões de euros).</P><br />
<P>Este reforço da competitividade do caju surge menos de um ano depois de o Governo ter lançado o Programa de Desenvolvimento da Cadeia de Valor do Caju 2025-2034, avaliado em 374 milhões de dólares (322 milhões de euros), com o objetivo de elevar a produção anual das atuais 158 mil toneladas para 689 mil toneladas até 2034.</P><br />
<P>Segundo informação anterior do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, o programa pretende promover o desenvolvimento sustentável e competitivo da cadeia de valor do caju, através do reforço da investigação, fomento, extensão, comercialização e processamento.</P><br />
<P>Entre as metas definidas constam o aumento da capacidade de assistência aos produtores de 230 mil para mais de 600 mil, o crescimento da capacidade de processamento de 40 mil para mais de 482 mil toneladas e o aprofundamento da digitalização do setor.</P><br />
<P>Dados do mesmo ministério indicam que a comercialização de castanha de caju na campanha 2024/2025 atingiu cerca de 195.400 toneladas, aproximando-se dos níveis históricos registados durante o período colonial, quando Moçambique figurava entre os maiores produtores mundiais da cultura.</P><br />
<P>Segundo informação oficial, a produção nacional ultrapassava 200 mil toneladas anuais há cerca de 50 anos e, em 1973, Moçambique ocupava o segundo lugar mundial na produção de caju processado, com 210 mil toneladas, atrás apenas da Índia. </P><br />
<P>Após a independência, em 1975, a produção caiu para cerca de 15 mil a 20 mil toneladas anuais, recuperando progressivamente nas últimas décadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>PVJ //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797670]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia sul-coreana faz buscas na sede da Starbucks após campanha promocional polémica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 04:53:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia da Coreia do Sul realizou hoje buscas na sede da Starbucks no país asiático devido a acusações de ofensa ligados a uma campanha publicitária polémica associada a um massacre histórico de manifestantes pró-democracia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia da Coreia do Sul realizou hoje buscas na sede da Starbucks no país asiático devido a acusações de ofensa ligados a uma campanha publicitária polémica associada a um massacre histórico de manifestantes pró-democracia.</P><br />
<P>A equipa de investigação de crimes públicos da Polícia Metropolitana de Seul iniciou às 08:50 (00:50 em Lisboa), uma operação na sede localizada no distrito de Gangnam, na capital sul-coreana, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>O mandado de busca cita acusações de que a Starbucks ofendeu as vítimas da repressão militar do movimento pró-democracia dos anos 80 na cidade de Gwangju (sudoeste do país), na qual pelo menos 165 pessoas foram mortas, com investigadores a querer saber se os quadros dirigentes da empresa planearam o evento promocional com essa intenção.</P><br />
<P>A operação da Polícia, que tinha sido criticada pela lentidão da investigação, teve lugar após detetar deficiências no processo de auditoria interna da Starbucks apresentados pelo grupo Shinsegae, operador local da empresa.</P><br />
<P>A polémica estalou a 18 de maio, aniversário da revolta na cidade de Gwangju contra a ditadura do Presidente Chun Doo-hwan (1908-1988), quando a Starbucks lançou na Coreia do Sul uma promoção online chamada &#8216;Dia do Tanque&#8217; para vender copos térmicos.</P><br />
<P>Esta campanha desencadeou críticas entre os que consideraram que o nome e os slogans promocionais evocavam os tanques utilizados em Gwangju e na repressão militar dos anos 80.</P><br />
<P>O escândalo gerou pedidos de desculpas públicos do presidente da Shinsegae, Chung Yong-jin, no despedimento do diretor executivo local da Starbucks Korea, em boicotes de trabalhadores e instituições governamentais e em críticas do Presidente sul-coreano, Lee Jae-myung.</P><br />
<P>Além disso, a equipa da Starbucks no país asiático recebeu formação de história e sensibilidade social em meados de junho, altura em que fechou antes do horário normal as suas mais de 2.000 sucursais para a realização das aulas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797668]]></sapo:autor>
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		<title>Volta: Lisboa acolhe prólogo da edição em que Artem Nych procura o &#8216;tri&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 04:35:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um prólogo de 6,5 quilómetros em Lisboa marca hoje o arranque da 87.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta, com Artem Nych (Anicolor-Campicarn) em busca da terceira vitória consecutiva, feito somente alcançado por dois corredores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um prólogo de 6,5 quilómetros em Lisboa marca hoje o arranque da 87.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta, com Artem Nych (Anicolor-Campicarn) em busca da terceira vitória consecutiva, feito somente alcançado por dois corredores.</P><br />
<P>Vencedor das edições de 2024 e de 2025, o russo, de 31 anos, parte às 17:02, num traçado com partida e chegada na Praça do Império, em Belém, cujo primeiro ciclista, o norte-americano Joshua Lebo (Meridian Racing p/b de La Uz), sai para a estrada às 15:21, e o último, o português Rafael Reis (Anicolor-Campicarn), às 17:19.</P><br />
<P>Especialista em contrarrelógio, tendo já sido sete vezes o mais rápido na jornada inaugural na Volta a Portugal, em 2016, em 2018 e entre 2021 e 2025, Rafael Reis parte um minuto depois de o dinamarquês Julius Johansen (UAE Emirates), que, em 2026, se impôs nos prólogos do Gran Camino, na Galiza, da Boucles de la Mayenne, em França, e na Volta a Sibiu, na Roménia.</P><br />
<P>Com a hipótese de igualar o português Joaquim Agostinho, que ganhou a Volta entre 1970 e 1972, e o espanhol David Blanco, recordista de triunfos, que juntou o &#8216;tri&#8217; entre 2008 e 2010 aos triunfos de 2005 e 2012, Artem Nych parte depois de outros candidatos à vitória final, nomeadamente o francês Alexis Guérin (Anicolor-Campicarn), às 16:28, e o colombiano Jesús David Peña (Efapel), às 16:39, e antes do português Tiago Antunes (Efapel), que sai às 17:13.</P><br />
<P>Os 119 ciclistas do pelotão partem para o exercício contra o relógio com um minuto de diferença entre si para enfrentarem um percurso totalmente plano.</P><br />
<P>A 86.ª Volta a Portugal disputa-se entre hoje e 16 de agosto, entre Lisboa e Porto, ao longo de 1.480 quilómetros, da Maia a Lisboa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797667]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil estreia seleção nacional de futebol com robôs humanoides nos Mundiais de Pequim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 04:19:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco equipas brasileiras de robótica vão competir unidas como seleção nacional na prova de futebol com robôs humanoides totalmente autónomos dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides 2026, que decorrem este mês em Pequim, anunciaram esta semana os organizadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cinco equipas brasileiras de robótica vão competir unidas como seleção nacional na prova de futebol com robôs humanoides totalmente autónomos dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides 2026, que decorrem este mês em Pequim, anunciaram esta semana os organizadores.</P><br />
<P>A equipa, designada Team Brazil, participará na segunda edição da RoboCup Ásia-Pacífico Beijing Masters (RCAP Beijing Masters), uma das principais competições do evento, que terá lugar entre 22 e 26 de agosto no Anel Nacional de Patinagem de Velocidade.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua, trata-se da primeira vez que a competição recebe uma seleção nacional formada pela união de várias equipas da RoboCup.</P><br />
<P>A equipa brasileira é composta pelas formações RoboFEI, Bahia Robotics Team, RobôCIn, Warthog Robotics e Talos Humanoid Robots.</P><br />
<P>Os organizadores afirmaram que a iniciativa pretende demonstrar a capacidade técnica, o espírito de cooperação e a inovação dos programadores brasileiros na área do futebol com robôs humanoides totalmente autónomos.</P><br />
<P>A competição reunirá equipas da RoboCup de vários países e servirá para demonstrar os mais recentes avanços em áreas como inteligência artificial incorporada, controlo de movimento de robôs humanoides, visão por computador, perceção do ambiente, tomada de decisões autónoma e cooperação entre múltiplos robôs.</P><br />
<P>Segundo a Xinhua, a criação da seleção brasileira resulta da experiência acumulada pelas várias equipas ao longo da participação na RoboCup, em particular na edição de 2025 da RCAP Beijing Masters.</P><br />
<P>Na primeira edição dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides, realizada no ano passado, a RoboFEI alcançou o quinto lugar na prova de futebol de robôs humanoides totalmente autónomos na modalidade de três contra três.</P><br />
<P>O torneio inaugural contou com 280 equipas de 16 países a competir em 26 modalidades. A China dominou as finais de futebol de robôs humanoides com a Universidade de Tsinghua a vencer a categoria cinco contra cinco e a Universidade Agrícola da China a conquistar o título de três contra três, ambas derrotando equipas alemãs.</P><br />
<P>O presidente do Conselho Internacional da RoboCup Ásia-Pacífico e vice-presidente da Federação Internacional da RoboCup, Zhou Changjiu, afirmou que a criação da seleção brasileira demonstra a crescente influência internacional da competição e o espírito de cooperação entre as equipas.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que a Team Brazil demonstre em Pequim o potencial inovador do &#8216;país do futebol&#8217; nas áreas da inteligência artificial e dos robôs humanoides&#8221;, afirmou Zhou, citado pela Xinhua, manifestando ainda o desejo de que mais países formem seleções nacionais para futuras edições da competição.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797666]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Imposto sobre &#8216;trusts&#8217; no exterior leva milionários chineses a ponderar vender ativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 03:38:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As grandes fortunas chinesas estão a recorrer a advogados, bancos privados e gestores de património e ponderam vender ativos para pagar o novo imposto sobre estruturas fiduciárias ('trusts') no estrangeiro, segundo especialistas citados pela cadeia norte-americana CNBC.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As grandes fortunas chinesas estão a recorrer a advogados, bancos privados e gestores de património e ponderam vender ativos para pagar o novo imposto sobre estruturas fiduciárias (&#8216;trusts&#8217;) no estrangeiro, segundo especialistas citados pela cadeia norte-americana CNBC.</P><br />
<P>A entrada em vigor das novas regras fiscais, anunciadas no final de julho, desencadeou uma corrida entre famílias chinesas com património no exterior para apurar o montante do imposto devido e reunir liquidez antes do prazo de regularização, fixado em 22 de outubro.</P><br />
<P>&#8220;Muitos clientes, administradores fiduciários e consultores continuam em estado de choque&#8221;, afirmou Clifford Ng, sócio da sociedade de advogados Zhong Lun, em Hong Kong.</P><br />
<P>Kia Meng Loh, diretor de operações e sócio sénior da sociedade Dentons Rodyk, em Singapura, afirmou que os pedidos de esclarecimento dispararam nos últimos dias, com clientes a tentarem perceber se são abrangidos pelas novas regras, qual será o montante do imposto e de que forma poderão liquidá-lo dentro do prazo.</P><br />
<P>&#8220;Este é um momento decisivo para o planeamento patrimonial das fortunas ligadas à China&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo os especialistas, muitas famílias estão já a ponderar vender ativos, recorrer a financiamento ou solicitar pagamentos faseados para cumprir as novas obrigações fiscais.</P><br />
<P>Ryan Lin, diretor da sociedade Bayfront Law, em Singapura, afirmou que a maioria dos seus clientes tenciona alienar parte da carteira de investimentos para pagar o imposto, sobretudo ações cotadas em Hong Kong e nas bolsas chinesas, por serem os ativos mais líquidos.</P><br />
<P>As novas regras, divulgadas em 24 de julho pelo ministério das Finanças e pela Administração Tributária da China, clarificam pela primeira vez a tributação das estruturas fiduciárias (&#8216;trusts&#8217;) constituídas no estrangeiro por residentes fiscais chineses.</P><br />
<P>A regulamentação prevê uma taxa de 20% em praticamente todas as fases do ciclo de vida destas estruturas e obriga à declaração e pagamento do imposto relativo a ativos transferidos para esses veículos desde o início de 2023.</P><br />
<P>Segundo a CNBC, os ativos detidos através de estruturas fiduciárias em Hong Kong ascendiam a 5,2 biliões de dólares de Hong Kong (cerca de 578 mil milhões de euros) em 2023, citando um relatório da KPMG e da Associação de Administradores Fiduciários de Hong Kong.</P><br />
<P>A revisão fiscal surge numa altura em que Pequim procura reforçar as receitas públicas, depois da forte quebra das receitas provenientes da venda de terrenos, uma das principais fontes de financiamento dos governos locais.</P><br />
<P>As autoridades fiscais das cidades de Xangai e Shenzhen e da província de Jiangsu já tinham começado a aplicar uma taxa de 20% sobre algumas estruturas fiduciárias no estrangeiro antes da publicação das novas regras, enquanto a receita do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares aumentou 13,1% no primeiro semestre deste ano.</P><br />
<P>Os analistas admitem que as novas exigências possam provocar vendas de ações por parte de alguns empresários chineses.</P><br />
<P>O economista da Citigroup Xiangrong Yu considerou que o prazo de 90 dias poderá conduzir a vendas &#8220;forçadas ou preventivas&#8221; de participações empresariais para financiar o pagamento do imposto.</P><br />
<P>Contudo, outros especialistas consideram improvável uma correção prolongada dos mercados.</P><br />
<P>Edith Qian, estratega da CGS International, salientou que muitas das grandes empresas chinesas cotadas foram admitidas em bolsa antes do período abrangido pelas novas regras, enquanto Dominic Chiu, da Eurasia Group, prevê apenas uma pressão vendedora &#8220;pontual&#8221;.</P><br />
<P>Os especialistas sublinham ainda que cidadãos chineses com residência ou nacionalidade estrangeira poderão continuar sujeitos ao imposto caso os seus principais interesses económicos permaneçam na China.</P><br />
<P>Michael Olesnicky, consultor da Baker McKenzie, considerou que as estruturas fiduciárias continuarão a ser úteis para proteção patrimonial e planeamento sucessório, mas deixarão de constituir um instrumento eficaz de planeamento fiscal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797664]]></sapo:autor>
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		<title>Regulamentação dos EUA sobre IA deve visar apenas a OpenAI, Google e Anthropic &#8211; &#8216;media&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 03:35:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os controlos de segurança de inteligência artificial (IA) que o Governo dos Estados Unidos pretende aplicar irão visar os modelos da OpenAI, Google e Anthropic, poupando os modelos da Meta ou da chinesa DeepSeek, noticiaram 'media' norte-americanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os controlos de segurança de inteligência artificial (IA) que o Governo dos Estados Unidos pretende aplicar irão visar os modelos da OpenAI, Google e Anthropic, poupando os modelos da Meta ou da chinesa DeepSeek, noticiaram &#8216;media&#8217; norte-americanos.</P><br />
<P>Responsáveis da Casa Branca apresentaram esta regulamentação confidencial na terça-feira durante uma reunião com a OpenAI, Anthropic, Google, Meta, Microsoft e Nvidia.</P><br />
<P>O controlo de segurança previsto será reservado para os chamados modelos &#8220;fechados&#8221; de IA que sejam &#8220;dotados de capacidades de ponta e que apresentem riscos para a segurança nacional&#8221; e deixando de fora os modelos de IA &#8220;abertos&#8221;, segundo a plataforma de notícias Axios.</P><br />
<P>Os modelos fechados de IA permanecem alojados nos servidores do seu criador, que mantém o controlo sobre o seu uso sem revelar a sua programação.</P><br />
<P>Pelo contrário, o utilizador de um modelo aberto de IA pode descarregá-lo e modificá-lo, podendo remover parte das suas proteções de segurança para o transformar num instrumento de ciberataque, escreveu a Axios.</P><br />
<P>A Nvidia e a Meta desenvolvem os modelos nos Estados Unidos, a Alibaba e a Moonshot AI na China, e a Mistral em França.</P><br />
<P>As medidas de segurança decorrem depois de um decreto assinado a 02 de junho por Donald Trump, que abriu caminho a uma avaliação federal dos modelos mais avançados até 30 dias antes da sua comercialização.</P><br />
<P>Este princípio de uma avaliação, supostamente voluntária, constitui uma reviravolta clara para a Administração Trump, que era anteriormente dominada por opositores a qualquer regulação, vista como um entrave à inovação face à China.</P><br />
<P>Este quadro de segurança não será, contudo, tornado público, relatam os órgãos de comunicação social norte-americanos. &#8220;As regras só podem enquadrar as empresas de IA se se souber, fora dessas empresas, em que consistem&#8221;, criticou num comunicado Brad Carson, presidente da organização Americans for Responsible Innovation.</P><br />
<P>As empresas que colaboram com a Administração &#8220;colocam a inovação, a segurança e a ciberdefesa americanas em primeiro lugar&#8221;, respondeu a porta-voz da Casa Branca Liz Huston ao Wall Street Journal.</P><br />
<P>No final de junho, vários observadores consideravam que um aperto nas regras por parte dos EUA tornaria os modelos abertos e de baixo custo, como os da chinesa DeepSeek, mais atrativos para clientes estrangeiros preocupados em evitar qualquer dependência de Washington.</P><br />
<P>A Anthropic, forçada em junho por Washington a cortar o acesso a dois dos seus modelos, defendia na altura uma &#8220;regulação forte&#8221;, mas &#8220;aplicada igualmente a todos os programadores de modelos de ponta&#8221;.</P><br />
<P>Esta reunião ocorre após uma série de incidentes em que os modelos mais poderosos da OpenAI (GPT-5.6 Sol) e da Anthropic (Mythos 5) acederam sem autorização aos sistemas de outras empresas.</P><br />
<P>Na terça-feira, o instituto britânico de segurança da IA (AISI) reportou que o Mythos 5, durante uma avaliação com as proteções desativadas, criou uma identidade falsa para escrever a programadores, para convencê-los a integrar um código de programação malicioso no seu software, uma manipulação de uma &#8220;gravidade inédita&#8221;, segundo o instituto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797663]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Iniciados trabalhos de reparação de 4.000 habitações em La Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:49:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Venezuela iniciou os trabalhos de recuperação de quase 4.000 habitações de La Guaira, o estado venezuelano mais afetado pelo duplo sismo que abalou o país em 24 de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Venezuela iniciou os trabalhos de recuperação de quase 4.000 habitações de La Guaira, o estado venezuelano mais afetado pelo duplo sismo que abalou o país em 24 de junho.</P><br />
<P>O anúncio foi feito através da televisão estatal, pelo governador do estado de La Guaira, Alejandro Terán durante uma inspeção ao complexo habitacional Cacique Caribe.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a reabilitar 3.938 habitações do estado [de La Guaira] que foram classificadas com a cor amarela durante as inspeções de habitabilidade, não por apresentarem danos estruturais, mas sim danos na alvenaria destes edifícios&#8221;, disse o governador.</P><br />
<P>Na sequência do duplo sismo de 24 de junho último, o Governo venezuelano instituiu um sistema de classificação por cores para os edifícios, segundo a condição de habitabilidade.</P><br />
<P>Os edifícios classificados com a cor verde são tidos como seguros para habitabilidade, os de cor amarela em situação de alerta e inspeção ou revisão e de cor vermelha como de alto risco e zona proibida.</P><br />
<P>Sobre o complexo habitacional Cacique Caribe, explicou que consta de cinco torres, quatro delas classificadas com a cor amarela e uma com a cor verde.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o presidente do Parlamento da Venezuela, Jorge Rodríguez, irmão da Presidente interina Delcy Rodríguez, divulgou um boletim informativo semanal relativo à &#8220;etapa de reconstrução&#8221; que indica que 43.679 habitações foram avaliadas pelas autoridades que confirmam que 41.624 estão afetadas, 9.866 com restrições na habitabilidade e cor amarela e 6.433 em alto risco, de cor vermelha e de acesso proibido.</P><br />
<P>Foram também identificadas 25.325 habitações com a cor verde, ou seja, habitáveis.</P><br />
<P>Os dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo de Caracas, causando pelo menos 6.125 mortos e 1.579 desaparecidos.</P><br />
<P>Entre os mortos confirmados, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, contam-se 138 portugueses e lusodescendentes, 109 adultos e 29 menores, 118 dos quais tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>Os dois sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Segundo as autoridades venezuelanas já foram registadas mais de 1.500 réplicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797662]]></sapo:autor>
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		<title>China acusa Japão de usar &#8220;ameaça chinesa&#8221; para justificar rearmamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:43:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China acusou na terça-feira o Japão de exagerar a "ameaça chinesa" para justificar o rearmamento, após Tóquio classificar a atividade militar de Pequim como um "desafio estratégico sem precedentes" num relatório de Defesa de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China acusou na terça-feira o Japão de exagerar a &#8220;ameaça chinesa&#8221; para justificar o rearmamento, após Tóquio classificar a atividade militar de Pequim como um &#8220;desafio estratégico sem precedentes&#8221; num relatório de Defesa de 2026.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na terça-feira à noite, o porta-voz do ministério da Defesa chinês, Chen Xi, afirmou que o novo documento japonês está &#8220;repleto de narrativas falsas&#8221; e exagera uma alegada &#8220;crise de segurança&#8221; na região.</P><br />
<P>Chen considerou que o texto procura justificar o reforço das capacidades militares do Japão, manifestando a &#8220;forte insatisfação&#8221; e a &#8220;firme oposição&#8221; de Pequim.</P><br />
<P>O porta-voz acusou ainda as autoridades japonesas de utilizarem o princípio de uma política &#8220;exclusivamente defensiva&#8221; como cobertura para rever os principais documentos de segurança, aumentar as despesas militares, desenvolver capacidades ofensivas de longo alcance e promover a militarização do espaço.</P><br />
<P>Chen sustentou também que o Japão procura apresentar a expansão da indústria de defesa como um motor de crescimento económico, visando integrar o rearmamento nas suas estruturas institucionais, económicas e sociais.</P><br />
<P>&#8220;O novo militarismo japonês tornou-se um grave desafio à ordem internacional do pós-guerra e uma verdadeira ameaça à paz e à estabilidade regional&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O ministério da Defesa chinês sublinhou igualmente que a questão de Taiwan diz respeito à soberania e à integridade territorial da China e constitui uma &#8220;linha vermelha intransponível&#8221; nas relações entre Pequim e Tóquio.</P><br />
<P>O Livro Branco da Defesa do Japão, aprovado na terça-feira, refere que a atividade militar chinesa se intensificou entre abril de 2025 e março de 2026, incluindo operações com porta-aviões no Pacífico, aproximações de caças chineses a aeronaves japonesas e um incidente envolvendo a utilização de radar de controlo de tiro.</P><br />
<P>O documento defende ainda o reforço da indústria militar japonesa e dedica, pela primeira vez, um capítulo às &#8220;novas formas de combate&#8221;, em particular ao recurso a drones e à inteligência artificial.</P><br />
<P>As relações entre a China e o Japão continuam tensas desde que a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou, no final de 2025, que um eventual ataque chinês contra Taiwan poderia constituir uma ameaça à sobrevivência do Japão e justificar a intervenção das Forças de Autodefesa japonesas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797661]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil corta presença diplomática na Argentina após insultos de Milei a Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:13:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo do Brasil anunciou esta terça-feira que está a reduzir a presença diplomática na Argentina, após novos ataques do Presidente argentino, Javier Milei, ao homólogo Luiz Inácio Lula da Silva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo do Brasil anunciou esta terça-feira que está a reduzir a presença diplomática na Argentina, após novos ataques do Presidente argentino, Javier Milei, ao homólogo Luiz Inácio Lula da Silva.</P><br />
<P>É a primeira vez na história recente que uma tal medida ocorre entre os dois vizinhos. Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Brasil disse à agência Associated Press que Milei chamou a Lula &#8220;um ladrão&#8221; três vezes desde domingo. </P><br />
<P>Milei utilizou termos semelhantes a 25 de julho na convenção partidária do senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente e que será rival de Lula nas eleições de outubro.</P><br />
<P>Milei também acusou o juiz do Supremo Tribunal, Alexandre de Moraes, de ser &#8220;lixo&#8221; durante a convenção. Moraes negou um pedido do Presidente argentino para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra em prisão domiciliária a cumprir uma pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>O Governo brasileiro retirou o embaixador em Buenos Aires, Julio Bitelli, em julho, um dia após as primeiras declarações de Milei contra Lula. Desde então, os interesses do Brasil na Argentina são representados por um encarregado de negócios, um cargo de nível inferior.</P><br />
<P>Bitelli não regressará à Argentina enquanto Milei continuar a fazer comentários agressivos em relação a Lula, afirmou o porta-voz.</P><br />
<P>O Presidente brasileiro não comentou as declarações de Milei. Os dois têm mantido uma relação fria desde que o líder argentino tomou posse em dezembro de 2023.</P><br />
<P>Milei é um aliado próximo do Presidente dos EUA, Donald Trump, cuja Administração também tem mantido tensões e conflitos com o Governo de Lula. Ao início do dia de terça-feira, o Departamento de Estado dos EUA revogou o visto do embaixador do Brasil em Washington, em retaliação pelo facto de o Brasil ter recusado, no mês passado, vistos a dois diplomatas americanos que pretendiam visitar o país antes das próximas eleições.</P><br />
<P>Lula foi oficialmente declarado candidato à reeleição no domingo, na convenção do seu Partido dos Trabalhadores, onde muitos manifestaram preocupação com a interferência estrangeira nas eleições do país.</P><br />
<P>O vice-presidente Geraldo Alckmin, um conservador que será novamente o companheiro de candidatura de Lula, afirmou que o sistema de votação eletrónica do país é tão eficaz que &#8220;não aceita votos de argentinos nem de americanos&#8221;, numa referência a Milei e Trump.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797660]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Homem armado preso em campo de golfe na Califórnia antes de visita de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:06:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um homem armado foi detido num campo de golfe pertencente ao Presidente norte-americano na Califórnia, dois dias antes de uma visita de Donald Trump ao local, programada para terça-feira à noite, anunciaram as autoridades de Los Angeles.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem armado foi detido num campo de golfe pertencente ao Presidente norte-americano na Califórnia, dois dias antes de uma visita de Donald Trump ao local, programada para terça-feira à noite, anunciaram as autoridades de Los Angeles.</P><br />
<P>O homem levantou suspeitas quando &#8220;foi visto a passear pelo campo de golfe, a tirar fotografias e a filmar, e parecia estar a vigiar as atividades relacionadas com o planeamento da segurança&#8221;, lê-se num comunicado.</P><br />
<P>A detenção ocorreu no domingo à tarde neste campo de golfe situado em Rancho Palos Verdes, perto de Los Angeles. Trump chegou ao local na terça-feira à noite para um jantar de angariação de fundos organizado pelo comité nacional do Partido Republicano.</P><br />
<P>O suspeito, identificado como Jeanine John Taele, tinha &#8220;um carregador de 16 munições&#8221; no bolso das calças.</P><br />
<P>Ao revistarem o automóvel deste homem de 38 anos, agentes do xerife do condado de Los Angeles apreenderam também &#8220;uma pistola carregada&#8221; e outro carregador com munições, segundo o comunicado.</P><br />
<P>Foi posteriormente realizada uma busca no domicílio do homem, em Downey, nos subúrbios de Los Angeles, pelo xerife e pelos serviços antiterrorismo do FBI.</P><br />
<P>No local, descobriram uma espingarda de assalto, uma pistola, um colete à prova de balas, carregadores de grande capacidade, munições, dois aparelhos de rádio e &#8220;vários cadernos com declarações preocupantes&#8221;.</P><br />
<P>Os investigadores apresentaram o processo na manhã de terça-feira à procuradoria de Los Angeles, que se pronunciará sobre eventuais acusações.</P><br />
<P>Desde a última campanha presidencial, Donald Trump foi alvo de múltiplas tentativas de assassinato.</P><br />
<P>Em julho de 2024, foi ferido na orelha por um atirador que se tinha posicionado num telhado com vista para um comício de campanha em Butler, na Pensilvânia.</P><br />
<P>Em setembro do mesmo ano, um homem armado foi detido nas imediações do Trump International Golf Club em West Palm Beach, na Flórida, enquanto o Presidente jogava.</P><br />
<P>No passado mês de abril, Trump teve de ser retirado de emergência da gala da imprensa em Washington, quando um homem armado tentou entrar na sala e se desencadeou um tiroteio.</P><br />
<P>A visita de Trump ao campo de golfe californiano na terça-feira é fechada à imprensa. O Presidente deverá nomeadamente defender o mandato e angariar apoios financeiros, a cerca de três meses das eleições intercalares, onde o domínio republicano sobre o Congresso americano se encontra ameaçado.</P><br />
<P>As visitas à Califórnia, bastião democrata que considera um contramodelo da América, são raras.</P><br />
<P>Poucas horas antes da sua chegada, e antes do anúncio da detenção, o governador Gavin Newsom aproveitou a oportunidade para lembrar que a administração Trump continua a bloquear as ajudas federais para a reconstrução de Los Angeles, 18 meses após os incêndios mortais que devastaram a cidade.</P><br />
<P>&#8220;Espero que a visita do Presidente Trump permita fazer chegar diretamente às famílias que estão a reconstruir após os incêndios de Los Angeles os fundos federais de reconstrução aguardados há tanto tempo&#8221;, criticou o democrata, que alimenta ambições de ser eleito nas presidenciais de 2028.</P><br />
<P>&#8220;É a oportunidade para o Presidente honrar o seu compromisso de fornecer a estes sobreviventes os fundos que lhes prometeu&#8221;, disse. E acrescentou: &#8220;Há momentos que transcendem a política. Este poderia ser um deles, Senhor Presidente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797659]]></sapo:autor>
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		<title>Detenção de migrantes durante Governo Trump nos EUA atinge nível mais alto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 01:31:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de migrantes detidos pelas autoridades norte-americanas durante o mandato do Presidente Donald Trump atingiu em julho o nível mais elevado, com mais de 50.000 detenções, confirmou o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de migrantes detidos pelas autoridades norte-americanas durante o mandato do Presidente Donald Trump atingiu em julho o nível mais elevado, com mais de 50.000 detenções, confirmou o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês).</P><br />
<P>O aumento ocorre no meio de pressões da Administração republicana para aumentar as detenções de migrantes, com o objetivo de alcançar as 2.000 detenções diárias, e de uma expansão das operações do Serviço de Imigração e Alfândegas (ICE, em inglês), incluindo detenções em aeroportos.</P><br />
<P>Em junho, o Governo comunicou, por sua vez, cerca de 43.000 detenções, um número também recorde durante este Governo, acrescentou um alto funcionário da DHS, que pediu para não ser identificado.</P><br />
<P>Estes dados, indicados pelo funcionário à agência EFE e que ainda não foram publicados oficialmente, revelam um aumento das operações do ICE, apesar das críticas da oposição e de organizações de direitos humanos às táticas do Governo, especialmente depois de duas pessoas terem morrido baleadas por agentes de imigração em julho.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas após as mortes de Lorenzo Salgado, no Texas, e de Joan Sebastián Guerrero, no Maine, o secretário do DHS, Markwayne Mullin, assinalou que a sua agência &#8220;intensificará a pressão nas ruas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu não escolho que leis aplicar; cumpro e faço cumprir as leis do nosso país. Isso significa que as farei cumprir tanto dentro da nossa própria agência como entre os criminosos nas ruas. Essa é a minha garantia&#8221;, acrescentou o secretário.</P><br />
<P>No entanto, a maioria das pessoas detidas pelas autoridades migratórias nos EUA durante o Governo republicano não tem antecedentes criminais, segundo estudos, o que contradiz a narrativa da Administração de que as autoridades perseguem &#8220;criminosos&#8221; e &#8220;o pior do pior&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com um estudo publicado na semana passada pela Universidade do Colorado em Boulder, apenas 34% das pessoas detidas pelo ICE desde janeiro de 2025, quando Trump tomou posse, tinham sido condenadas por algum crime.</P><br />
<P>Desde que Trump se tornou Presidente, registaram-se também pelo menos 30 incidentes em que agentes do ICE dispararam contra civis, resultando em oito mortos, de acordo com dados do portal The Trace.</P><br />
<P>Nos centros de detenção, cerca de 55 pessoas morreram sob custódia do ICE, 22 das quais no decorrer de 2026.</P><br />
<P>Neste contexto, o alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu em junho uma investigação &#8220;independente&#8221; sobre as mortes às mãos do ICE e criticou o que considera ser uma &#8220;falta de transparência&#8221; por parte dos EUA em relação a estes incidentes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797658]]></sapo:autor>
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		<title>Exército dos EUA anuncia aliança com 18 países contra crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 01:11:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exército norte-americano lançou na terça-feira uma nova aliança de 18 países para combater o crime organizado, numa "transição" da operação militar "Lança do Sul" contra o narcotráfico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército norte-americano lançou na terça-feira uma nova aliança de 18 países para combater o crime organizado, numa &#8220;transição&#8221; da operação militar &#8220;Lança do Sul&#8221; contra o narcotráfico.</P><br />
<P>O Comando Sul do Exército norte-americano (Southcom), sediado em Miami, anunciou em comunicado que o novo Grupo de Trabalho Conjunto do Hemisfério Ocidental pretende &#8220;incrementar a eficácia operacional contra as ameaças que minam a segurança regional e afetam os Estados Unidos&#8221; e os seus aliados, além de &#8220;reforçar&#8221; a resposta a emergências e crises humanitárias.</P><br />
<P>A nova aliança inclui os mesmos 18 países que integravam a Coligação Contra os Cartéis das Américas, iniciada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em março de 2026, com o objetivo de usar força letal para erradicar cartéis do narcotráfico e redes de narcoterrorismo no hemisfério ocidental.</P><br />
<P>O general Francis Donovan, comandante do Southcom, declarou que o novo grupo de trabalho será &#8220;o braço executor (&#8230;) para enfrentar as ameaças em todo o hemisfério&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta sede reúne capacidades militares ajustadas e alianças de confiança para aumentar a fricção sistémica total, o ritmo operacional, exercer pressão sustentada sobre as organizações criminosas e reforçar a segurança dos Estados Unidos e dos nossos parceiros&#8221;, afirmou Donovan.</P><br />
<P>O comandante apresentou o novo grupo como uma &#8220;transição&#8221; da operação Lança do Sul, lançada em setembro de 2025 pela Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, e que implicou bombardeamentos contra supostas lanchas do narcotráfico nas águas nas Caraíbas e no Pacífico.</P><br />
<P>Até agora, os EUA atacaram mais de 60 embarcações, causando a morte de 221 pessoas, segundo um balanço do Escritório de Washington para Assuntos Latino-americanos.</P><br />
<P>As Nações Unidas e organizações de defesa dos direitos humanos classificaram estes ataques como &#8220;execuções extrajudiciais&#8221; e denunciaram que entre as vítimas se encontram pescadores e contrabandistas de combustível.</P><br />
<P>A operação também procurou aumentar a pressão sobre o então Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, antes deste ser detido numa intervenção norte-americana em Caracas, e transferido para um centro de detenção em Nova Iorque no início de janeiro, para enfrentar acusações de narcoterrorismo.</P><br />
<P>O novo grupo de trabalho vai ser formado pelos EUA e pelos países que assinaram a aliança Escudo das Américas em março deste ano, em Miami: Argentina, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Trinidad e Tobago.</P><br />
<P>Posteriormente, juntaram-se também Bahamas, Belize, Chile, Guatemala, Jamaica e Peru, além do presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella.</P><br />
<P>O chefe do Southcom indicou que o líder do novo grupo será o general Kevin Jarrard, que coordenou a resposta do Departamento de Estado após os sismos de junho na Venezuela.</P><br />
<P>Segundo Donovan esta coligação será a &#8220;sede operacional para a execução de missões em toda a região&#8221;, integrando &#8220;inteligência, vigilância e reconhecimento, planeamento operacional e coordenação multinacional para aumentar a pressão sobre as organizações nefastas que operam em todo o hemisfério&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797657]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil acusa EUA de escalada hostil após revogação de visto de embaixadora em Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 00:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro repudiou esta terça-feira a decisão dos Estados Unidos de revogarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, classificando como "falsas" as justificações apresentadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro repudiou esta terça-feira a decisão dos Estados Unidos de revogarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, classificando como &#8220;falsas&#8221; as justificações apresentadas.</P><br />
<P>O Palácio do Planalto sustentou ainda que a decisão &#8220;faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil&#8221;, motivadas por &#8220;razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral&#8221; historicamente pautada pelo respeito mútuo.</P><br />
<P>&#8220;Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente&#8221;, informa o comunicado.</P><br />
<P>O Governo brasileiro acrescentou que o processo de concessão do aprovação é confidencial, recordando que os EUA divulgaram publicamente o nome do seu candidato à embaixada em Brasília, Daniel Perez, antes de apresentarem formalmente o pedido ao Brasil.</P><br />
<P>Brasília acrescentou na nota que segue &#8220;estritamente o direito internacional&#8221; e sublinhou que a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas não estabelece qualquer prazo para a concessão da aprovação, indicando que o pedido norte-americano continua em análise.</P><br />
<P>O Departamento de Estado norte-americano anunciou na terça-feira a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington e sinalizou que a medida pode ser revertida caso o Brasil conceda o aval diplomático para que o indicado do Presidente Donald Trump assuma a embaixada dos EUA em Brasília.</P><br />
<P>Daniel Perez foi indicado para o cargo em junho deste ano, sendo que a sua aprovação ainda não foi referendada pelo Congresso norte-americano. A revogação do visto da embaixadora brasileira não significa a expulsão de Maria Luiza Ribeiro Viotti dos Estados Unidos, segundo esclareceu anteriormente o Departamento de Estado.</P><br />
<P>Washington indicou que adotou a medida contra a embaixadora após autoridades brasileiras sinalizarem que apenas concederiam a aprovação de Daniel Perez depois das eleições gerais brasileiras, o que considerou inaceitável.</P><br />
<P>O Departamento de Estado referiu ainda ter agido com reciprocidade por Brasília negar vistos a dois diplomatas norte-americanos há duas semanas, alegando que a visita poderia ser utilizada para descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro.</P><br />
<P>Sobre este ponto, o Governo brasileiro acrescentou que os dois funcionários pretendiam visitar o país para &#8220;colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro&#8221;, classificando a iniciativa como uma tentativa &#8220;inaceitável de interferir no processo político nacional&#8221;.</P><br />
<P>O Planalto recordou também que continuam em vigor sanções individuais impostas pelos EUA a autoridades brasileiras, incluindo o cancelamento de vistos de juízes do Supremo Tribunal Federal e membros do primeiro escalão do Executivo.</P><br />
<P>Segundo a nota, o Presidente Lula da Silva pediu diretamente ao Presidente Donald Trump, durante a visita a Washington em maio, o levantamento dessas sanções.</P><br />
<P>&#8220;A decisão de hoje [terça-feira] não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo&#8221;, informa Brasília.</P><br />
<P>&#8220;Em linha com sua tradição diplomática, o Governo brasileiro opõe-se à lógica de confrontação e reitera a defesa do diálogo e da negociação em todas as suas relações internacionais&#8221;, conclui o comunicado do Palácio do Planalto.</P><br />
<P>A Casa Branca e o Palácio do Planalto vivem tensões diplomáticas desde o ano passado, quando Trump anunciou a imposição das primeiras tarifas alfandegárias ao Brasil. Em julho, Washington aplicou novas sobretaxas a produtos brasileiros.</P><br />
<P>No mês passado, os EUA decidiram também prolongar por um ano o estado de emergência para o Brasil, classificando o Governo brasileiro como uma ameaça &#8220;incomum e extraordinária&#8221; à segurança nacional, à política externa e à economia norte-americana.</P><br />
<P>Washington classificou ainda recentemente como organizações terroristas globais as duas maiores fações criminosas do país sul-americano, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797656]]></sapo:autor>
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		<title>Regras para uso de espaços separados por género mudam no Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:57:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de espaços públicos no Reino Unido segregados por género terão de adaptar-se a partir de hoje a novas disposições, quase um ano e meio depois da histórica decisão do Supremo Tribunal que define género como o sexo atribuído no nascimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de espaços públicos no Reino Unido segregados por género terão de adaptar-se a partir de hoje a novas disposições, quase um ano e meio depois da histórica decisão do Supremo Tribunal que define género como o sexo atribuído no nascimento.</P><br />
<P>Com a entrada em vigor deste &#8220;código de boas práticas&#8221;, estabelecido pelo organismo regulador da igualdade do Reino Unido, as casas de banho, os balneários, as enfermarias hospitalares e quaisquer outros espaços segregados por género deverão ser utilizados de acordo com o sexo atribuído ao nascimento, e não com o género com o qual a pessoa se identifica.</P><br />
<P>Isto significa que aproximadamente 13.000 casas de banho e mais de 5.000 balneários em ginásios, hospitais e centros de lazer em Inglaterra, Escócia e País de Gales poderão necessitar de obras de remodelação, a um custo estimado de dezenas de milhões de libras, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>A implementação da diretiva segue-se a uma decisão do Supremo Tribunal em abril de 2025, num caso apresentado pela organização For Women Scotland, que limitou a definição legal de mulher ao sexo biológico, decisão amplamente criticada e considerada discriminatória para as pessoas transgénero.</P><br />
<P>O código estipula que os prestadores de serviços podem, se assim o desejarem, excluir uma pessoa transgénero da utilização de um espaço exclusivo para um único género, a fim de &#8220;evitar constrangimento ou desconforto&#8221; para outros utilizadores, ou se outras pessoas se opuserem a partilhar esse espaço com base na sua aparência física.</P><br />
<P>A secretária de Estado para as Mulheres e a Igualdade do Reino Unido, Bridget Phillipson, apresentou a proposta de código ao Parlamento em 21 de maio, tendo a mesma sido automaticamente aprovada em 09 de julho, após o prazo de 40 dias, sem ser debatida ou votada por nenhuma das Câmaras e apesar dos pedidos de várias organizações LGBTQ+.</P><br />
<P>A organização britânica Trans+ Solidarity Alliance declarou em julho que as pessoas transgénero estarão &#8220;expostas a riscos&#8221; e o seu acesso a serviços essenciais &#8220;será mais limitado&#8221; após a entrada em vigor das novas diretrizes.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se da capacidade das pessoas transgénero de viverem o seu dia-a-dia com segurança e confiança. Este código de boas práticas não fará com que o problema desapareça, como alguns parecem desejar&#8221;, acrescentou a organização num manifesto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797655]]></sapo:autor>
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		<title>Guatemala em alerta máximo com vulcão do Fogo em erupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:48:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Guatemala lançaram um alerta vermelho no país, o nível mais elevado, abrangendo as zonas afetadas pela erupção do vulcão do Fogo, a 35 quilómetros da capital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Guatemala lançaram um alerta vermelho no país, o nível mais elevado, abrangendo as zonas afetadas pela erupção do vulcão do Fogo, a 35 quilómetros da capital.</P><br />
<P>O alerta de terça-feira dirige-se aos departamentos de Sacatepéquez, Chimaltenango e Escuintla, indicou a agência nacional de coordenação para a luta contra desastres (Conred), na rede social X.</P><br />
<P>As autoridades da Guatemala já tinham emitido um alerta de &#8220;perigo&#8221; e decretado a retirada de centenas de pessoas após a erupção do Fogo, considerado o vulcão mais ativo da América Central. </P><br />
<P>O vulcão entrou em fase eruptiva na manhã de segunda-feira e está agora a expelir lava, assim como enormes plumas de gás e cinzas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797654]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia líbia cria comissão para investigar fuga em massa de prisão no oeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:46:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária líbia formou uma comissão para apurar as circunstâncias de uma fuga em massa da prisão de Surman (oeste) na terça-feira, que coincidiu com confrontos armados entre milícias leais ao Governo de Unidade Nacional (GUN) na cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária líbia formou uma comissão para apurar as circunstâncias de uma fuga em massa da prisão de Surman (oeste) na terça-feira, que coincidiu com confrontos armados entre milícias leais ao Governo de Unidade Nacional (GUN) na cidade.</P><br />
<P>A polícia adiantou em comunicado que a investigação está a ser conduzida em coordenação com as autoridades de segurança e militares competentes &#8220;para apurar o número de reclusos que fugiram e tomar as medidas legais adequadas para determinar a responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Após a fuga, as autoridades prisionais instaram os fugitivos a &#8220;apresentarem-se em qualquer centro de reforma e reabilitação&#8221; sob jurisdição do sistema prisional da sua área e a entregarem-se, embora não se saiba se algum dos fugitivos acatou a ordem.</P><br />
<P>Surman acordou na terça-feira com confrontos entre grupos afiliados no GUN, liderados por Abdelhamid Dbeiba &#8211; que utilizavam drones armados, tanques e outras armas de guerra &#8211; até que a 52.ª Brigada de Infantaria, uma força encarregada de conter os confrontos entre milícias, interveio e interrompeu os combates ao fim de dez horas.</P><br />
<P>Até à data, não existem números oficiais sobre vítimas ou perdas materiais, embora alguns órgãos de comunicação social locais relatem que o incidente resultou em cinco mortes, dezenas de feridos e extensos danos em infraestruturas.</P><br />
<P>Em maio, ocorreu um violento confronto entre grupos armados na mesma zona, tendo durado aproximadamente 12 horas e provocado a morte a pelo menos quatro pessoas, deixando mais de 30 feridos e causando danos materiais significativos.</P><br />
<P>Foi o confronto mais intenso na Líbia em 2026 e o primeiro desde os combates de maio de 2025, que resultaram numa dezena de mortos e dezenas de feridos.</P><br />
<P>Desde 2014, após as últimas eleições parlamentares, a Líbia está mergulhada numa profunda crise, com episódios recorrentes de violência e uma divisão institucional, com o GUN a controlar o oeste, enquanto o leste está sob o controlo do marechal Khalifa Haftar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797653]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU pede a Israel que respeite ordens do TIJ sobre provas em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:42:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ONU pediu na terça-feira a Israel que respeite as ordens do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), após denúncias sobre a eliminação de provas em Gaza relacionadas com alegações de genocídio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU pediu na terça-feira a Israel que respeite as ordens do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), após denúncias sobre a eliminação de provas em Gaza relacionadas com alegações de genocídio.  </P><br />
<P>O apelo foi feito pelo porta-voz adjunto do secretário-geral da ONU, Farhan Haq, na sua conferência de imprensa diária, após ser questionado sobre um relatório do Observatório Euromediterrâneo de Direitos Humanos que afirma que Israel está a demolir e remover entulho de bairros e instalações civis.  </P><br />
<P>&#8220;Todas as autoridades devem cumprir as decisões do Tribunal Internacional de Justiça&#8221;, declarou Haq.  </P><br />
<P>O porta-voz insistiu na &#8220;preocupação&#8221; da organização com &#8220;as atividades levadas a cabo por Israel em Gaza&#8221; e garantiu que continuarão a fazer tudo o que for possível para que os habitantes daquele território &#8220;possam voltar à vida normal e que haja responsabilização pelo que ocorreu&#8221;.  </P><br />
<P>Há dois anos, o TIJ emitiu uma ordem com seis medidas provisórias, entre as quais que Israel evite cometer atos que constituam uma violação da Convenção sobre o Genocídio. </P><br />
<P>Além disso, ordenou a preservação das provas relativas a possíveis violações da convenção e proibiu a sua destruição, exigindo ainda o acesso da população a ajuda humanitária básica. </P><br />
<P>O relatório do Observatório indica que as forças israelitas, juntamente com empresas civis, estão a realizar operações para remover detritos em zonas da Faixa de Gaza que estão sob seu controlo. </P><br />
<P>Segundo o relatório, há cerca de 400 máquinas a trabalhar na zona e, nas últimas semanas, foram observados cerca de 100 camiões a retirar entulho. </P><br />
<P>O porta-voz do secretário-geral da ONU denunciou também que Israel continua a avançar para a zona situada entre a &#8220;linha amarela&#8221; e a &#8220;linha laranja&#8221; da Faixa de Gaza &#8211; como são conhecidas duas áreas de demarcação interna estabelecidas após o acordo de cessar-fogo de outubro do ano passado. </P><br />
<P>&#8220;As tropas israelitas destruíram as tendas de quase uma dúzia de famílias que se refugiavam no pátio de uma escola e colocaram blocos de cimento nas instalações, o que representa uma nova expansão das áreas em que as autoridades israelitas impuseram restrições de acesso&#8221;, explicou o porta-voz. </P><br />
<P>Na Cisjordânia, há &#8220;mais de 80 escolas&#8221; que estão sujeitas a ordens de demolição ou medidas similares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797652]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bombeiros tentam conter fogos nos arredores de Atenas antes de mais vento e calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:28:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os bombeiros gregos procuram aproveitar uma pausa nos ventos fortes para reforçar as linhas de contenção nos fogos a oeste de Atenas, perante alertas para regresso de rajadas mais fortes e subida das temperaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os bombeiros gregos procuram aproveitar uma pausa nos ventos fortes para reforçar as linhas de contenção nos fogos a oeste de Atenas, perante alertas para regresso de rajadas mais fortes e subida das temperaturas.</P><br />
<P>&#8220;Há uma enorme quantidade de material combustível na área e o risco aumenta ao longo do dia&#8221;, frisou Costas Tsingas, responsável da Associação Grega de Bombeiros. </P><br />
<P>A arder pelo quinto dia consecutivo, o incêndio nos arredores de Atenas provocou a retirada de mais de mil pessoas e foi atribuído a uma linha de energia defeituosa de um parque eólico da região. </P><br />
<P>As autoridades informaram que 33 pessoas foram detidas entre 29 de junho e 02 de agosto por atearem incêndios, incluindo 30 por negligência e três por suspeita de fogo posto. </P><br />
<P>A maioria dos casos de negligência envolvia atividades agrícolas realizadas apesar das proibições locais, incluindo soldagem.</P><br />
<P>As equipas de socorro trabalharam na terça-feira contra o tempo, pois os ventos costumam aumentar à tarde, um fenómeno costeiro comum em todo o Mediterrâneo no verão, quando a terra aquece mais rapidamente do que o mar e traz brisas mais fortes.</P><br />
<P>O Exército mobilizou máquinas para abrir faixas nas encostas queimadas, enquanto unidades especializadas avançavam a pé pelas áreas florestais para extinguir brasas incandescentes antes que pudessem reacender.</P><br />
<P>Mais de mil pessoas foram retiradas da região da estância balnear de Porto Germeno e de outras zonas a oeste da capital, incluindo mais de 250 resgatadas por barcos nas praias da região.   </P></p>
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		<title>Senado dos EUA abre caminho à nomeação de ex-advogado de Trump para procurador-geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:23:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comité judicial do Senado dos Estados Unidos aprovou a nomeação para procurador-geral de Todd Blanche, ex-advogado de Donald Trump e atual dirigente interino do Departamento de Justiça, retirando um obstáculo importante ao nomeado do Presidente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O comité judicial do Senado dos Estados Unidos aprovou a nomeação para procurador-geral de Todd Blanche, ex-advogado de Donald Trump e atual dirigente interino do Departamento de Justiça, retirando um obstáculo importante ao nomeado do Presidente.</P><br />
<P>Com maioria republicana, o comité aprovou na terça-feira a nomeação de Blanche por 12 votos contra 10, com dois senadores conservadores &#8211; John Cornyn, do Texas, e Thom Tillis, da Carolina do Norte &#8211; a retirarem a sua oposição, relacionada com o fundo para indemnizar alegadas vítimas da &#8216;instrumentalização&#8217; do sistema judicial em governos anteriores, que atrasou a votação.</P><br />
<P>A nomeação será agora submetida a votação no plenário do Senado, onde os republicanos detêm 53 lugares, contra 47 da oposição.</P><br />
<P>Blanche anunciou na segunda-feira a sua decisão de revogar formalmente o polémico fundo, avaliado em 1,7 mil milhões de dólares (1,4 mil milhões de euros), depois de os senadores republicanos terem ameaçado bloquear a sua nomeação.</P><br />
<P>Cornyn e Tillis também se opuseram à nomeação de Blanche devido à sua atuação nos ficheiros relacionados com o caso Jeffrey Epstein, particularmente após a fuga de dados pessoais das vítimas.</P><br />
<P>O governo Trump defendeu o &#8216;fundo anti-instrumentalização&#8217; criado para encerrar o processo movido pelo republicano contra a autoridade fiscal (IRS, Internal Revenue Service) devido à fuga das suas declarações de rendimentos.</P><br />
<P>O acordo incluía também uma proibição ao IRS de rever as declarações fiscais anteriores de Trump, da sua família e das suas empresas, medida que os detratores do magnata interpretaram como uma tentativa de se proteger financeiramente.</P></p>
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