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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter sentido na ilha do Pico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter foi sentido hoje na ilha do Pico, no grupo Central açoriano, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter foi sentido hoje na ilha do Pico, no grupo Central açoriano, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).</P><br />
<P>Segundo o CIVISA, o abalo foi registado às 21:51 locais (22:51 em Lisboa) e teve epicentro a cerca de cinco quilómetros a norte de Madalena, na ilha do Pico.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com a informação disponível até ao momento, o sismo foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli Modificada) em Madalena&#8221;, indicou o CIVISA.</P><br />
<P>O evento também foi registado nas estações da Rede Sísmica do Arquipélago dos Açores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), fortes (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10). </P><br />
<P>A escala de Mercalli Modificada mede os &#8220;graus de intensidade e respetiva descrição&#8221;.</P><br />
<P>Com uma intensidade III o abalo é considerado fraco, é sentido dentro de casa e os objetos pendentes baloiçam, sentindo-se uma &#8220;vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados&#8221;, segundo o IPMA.</P><br />
<P>O CIVISA elevou este mês para V1 (sistema vulcânico em fase de equilíbrio metaestável) o alerta vulcânico no canal Faial &#8211; Pico, que estava em V0 (sistema vulcânico em fase de repouso).</P><br />
<P>Segundo um comunicado, &#8220;ocorreu novo incremento da atividade sísmica de baixa magnitude localizada ao longo da linha estrutural de direção NE [nordeste] &#8211; SW [sudoeste] que se estende no canal Faial &#8211; Pico, desde W [oeste] da Madalena até N [norte] do Lagido, abrangendo o Sistema Vulcânico Submarino do Cachorro, com profundidades que se desenvolvem verticalmente desde os 13 quilómetros até perto da superfície&#8221;.</P><br />
<P>A situação levou o CIVISA a &#8220;elevar para V1 o Alerta Vulcânico na zona em causa&#8221;, que em 21 de abril tinha baixado para V0.</P><br />
<P>A escala de alertas vulcânicos utilizada pelo CIVISA tem oito níveis, em que V0 significa sistema vulcânico em fase de repouso e V7 erupção magmática ou hidromagmática em curso. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766820]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU pede responsabilização por tratamento dado a ativistas da flotilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 22:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou hoje preocupação com o "tratamento humilhante" dado por Israel aos ativistas da flotilha com destino a Gaza e pediu responsabilização por esses atos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou hoje preocupação com o &#8220;tratamento humilhante&#8221; dado por Israel aos ativistas da flotilha com destino a Gaza e pediu responsabilização por esses atos.</P><br />
<P>&#8220;Estamos muito preocupados com estes relatos, principalmente os das pessoas que foram detidas. Mas, como sabem, basta ver o vídeo publicado por um ministro israelita, que mostra o tratamento humilhante dado às pessoas detidas&#8221;, afirmou o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, ao ser questionado sobre os abusos físicos e sexuais relatados por alguns dos participantes da missão humanitária, intercetada no início desta semana por Israel em águas internacionais.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa, em Nova Iorque, Dujarric defendeu que todos os ativistas sejam &#8220;libertados e enviados para casa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E os responsáveis por este tratamento devem ser responsabilizados&#8221;, frisou.</P><br />
<P>As críticas do secretário-geral juntam-se à de outros países como Espanha, Itália, França, Reino Unido, Bélgica e Canadá, que chegaram mesmo a convocar os principais representantes diplomáticos de Israel nos seus territórios para exigir uma explicação.</P><br />
<P>Os vídeos publicados pelo ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir, suscitaram uma onda de indignação internacional, levando mesmo o Governo italiano, liderado por Giorgia Meloni, a pedir à União Europeia a adoção de sanções contra esse ministro de extrema-direita.</P><br />
<P>Num dos vídeos, Ben-Gvir ridiculariza ativistas da flotilha, que, no porto de Ashdod, para onde foram levados após a captura em águas internacionais, foram forçados a ajoelhar-se, de rosto no chão, vendados e algemados, enquanto o ministro lhes dizia &#8220;Bem-vindos a Israel&#8221; e sugeria ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu que o deixasse manter detidos por mais tempo os &#8220;aspirantes a heróis&#8221; para terem o mesmo tratamento que os &#8220;terroristas palestinianos&#8221;.</P><br />
<P>Até mesmo o embaixador norte-americano em Israel, Mike Huckabee, afirmou que Bem-Gvir &#8220;traiu a dignidade da sua nação&#8221; com ações &#8220;desprezíveis&#8221;, num movimento sem precedentes. </P><br />
<P>A União Europeia classificou como &#8220;completamente inaceitável&#8221; o tratamento dado aos ativistas da flotilha por Israel.</P><br />
<P>A Flotilha Global Sumud informou hoje que pelo menos 15 agressões sexuais e dezenas de feridos foram registados entre os membros detidos pelas autoridades israelitas, após terem sido mantidos sob custódia na sequência da intercetação dos seus barcos em águas internacionais no Mar Mediterrâneo, enquanto tentavam chegar à costa de Gaza.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766819]]></sapo:autor>
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		<title>Oito distritos do norte e centro sob aviso amarelo por chuva e trovoada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 22:02:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Oito distritos do norte e centro de Portugal continental vão estar no sábado sob aviso amarelo devido à previsão de chuva e trovoada, adiantou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Oito distritos do norte e centro de Portugal continental vão estar no sábado sob aviso amarelo devido à previsão de chuva e trovoada, adiantou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O aviso para Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga é válido entre as 00:00 de sábado e as 00:00 de domingo.</P><br />
<P>De acordo com o IPMA, estão previstos &#8220;aguaceiros dispersos, sendo por vezes fortes, de granizo e acompanhados de rajadas de vento forte&#8221;, tendo sido emitido o aviso amarelo.</P><br />
<P>Foi também emitido o aviso amarelo por &#8220;condições favoráveis à ocorrência de trovoada dispersa&#8221;.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766818]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street mantém-se em tom positivo mas cada vez mais separada dos consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:52:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta e com o índice seletivo Dow Jones Industrial Average a renovar o recorde estabelecido na véspera.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta e com o índice seletivo Dow Jones Industrial Average a renovar o recorde estabelecido na véspera. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o Dow Jones avançou 0,58%, para os 50.579 pontos, o alargado S&amp;P500 subiu 0,37% e o tecnológico Nasdaq valorizou 0,19%.</P><br />
<P>Em termos semanais, esta foi a oitava semana consecutiva de ganhos para Wall Street, a melhor série desde 2023. </P><br />
<P>No que respeita aos índices, no conjunto da semana, o Dow progrediu 2,0%, o S&amp;P500 aumentou 0,88% e o Nasdaq ganhou 0,45%.</P><br />
<P>Durante a semana, os investidores estiveram suspensos de eventuais avanços nas negociações entre EUA e Irão.</P><br />
<P>Hoje, o secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que tinha havido &#8220;um pequeno avanço&#8221; nestas conversações, mas advertiu que Teerão não pode instaurar um sistema de portagens no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Por seu lado, Donald Trump, assegurou também hoje que o Irão &#8220;morre para chegar a um acordo&#8221;. </P><br />
<P>Mas em termos económicos agrava-se o divórcio entre a praça bolsista e o quotidiano dos cidadãos.</P><br />
<P>Um inquérito feito pela Universidade do Michigan aos consumidores concluiu que o sentimento d confiança destes caiu para um mínimo histórico, mesmo abaixo do registado em 2022, quando a inflação superou os nove por cento.</P><br />
<P>Os consumidores estão preocupados com o quão má a inflação pode vir a ser, dada a carestia de preços verificada nos combustíveis por causa da guerra ao Irão. </P><br />
<P>Os consumidores esperam que a inflação piore nos próximos 12 meses e atinja os 4,8%. Estas expectativas preocupam os economistas, porque podem levar a um círculo vicioso que torne a inflação pior do que esperado. </P><br />
<P>O pessimismo agravou-se em particular entre os consumidores com baixos rendimentos, que são os menos capazes de absorver o aumento de preços dos produtos essenciais.  </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766816]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Dez mortos em ataques israelitas no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:39:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dez pessoas, incluindo seis socorristas e uma menina, morreram hoje em ataques israelitas no sul do Líbano, anunciou o Ministério da Saúde libanês, apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dez pessoas, incluindo seis socorristas e uma menina, morreram hoje em ataques israelitas no sul do Líbano, anunciou o Ministério da Saúde libanês, apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Um ataque na aldeia de Deir Qanoune al-Nahr, na região de Tiro&#8221;, matou seis pessoas, incluindo dois socorristas afiliados ao movimento xiita Amal, aliado do Hezbollah, bem como uma menina síria, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Um dos socorristas mortos trabalhava como fotógrafo independente.</P><br />
<P>Na noite anterior, outro ataque atingiu a localidade de Hanaouay, perto de Tiro, matando quatro socorristas afiliados ao Hezbollah, segundo o mesmo ministério.</P><br />
<P>O exército israelita também anunciou no início do dia ter matado dois homens num ataque no sul do Líbano, perto da sua fronteira.</P><br />
<P>As duas vítimas mortais eram &#8220;indivíduos armados que se deslocavam de forma suspeita a algumas centenas de metros do território israelita&#8221;, afirmou o exército no Telegram. </P><br />
<P>O Líbano preparava-se, por outro lado, para novos bombardeamentos, enquanto o exército israelita pediu na noite de hoje a retirada de pessoas de dois edifícios e das suas imediações em Tiro (no sul), afirmando que os dois imóveis eram &#8220;utilizados&#8221; pelo movimento pró iraniano Hezbollah. </P><br />
<P>Um correspondente da agência de notícias francesa AFP na cidade viu socorristas e polícias a instar os habitantes afetados a abandonarem os locais, com recurso a altifalantes. </P><br />
<P>Também se formaram engarrafamentos após o alerta, enquanto os residentes tentavam fugir, constatou o jornalista no local. </P><br />
<P>Israel lançou igualmente um apelo à retirada da população da aldeia de Bourj Rahhal (a leste de Tiro), anunciando que queria atingir membros do Hezbollah. </P><br />
<P>O movimento pró iraniano, por seu lado, anunciou ter atacado tropas e posições israelitas em território libanês e perto da fronteira no norte de Israel. </P><br />
<P>O Hezbollah continua firme &#8220;na sua luta contra a ocupação e a agressão criminosa de que o nosso país é vítima&#8221;, comentou Mohammad Raad, chefe do grupo parlamentar do Hezbollah, numa mensagem dirigida ao seu movimento. </P><br />
<P>As sirenes soaram no norte de Israel, onde o exército disse ter &#8220;intercetado dois alvos aéreos suspeitos lançados a partir do Líbano&#8221;, referindo também &#8220;vários impactos&#8221; no seu território na zona fronteiriça. </P><br />
<P>Os ataques israelitas já custaram a vida a 3.111 pessoas no Líbano desde o início das hostilidades em 02 de março, de acordo com os últimos números do Ministério da Saúde libanês. Por seu lado, Israel lamenta a morte de 22 dos seus militares. </P><br />
<P>O Líbano mergulhou na guerra no Médio Oriente a 02 de março, quando o Hezbollah lançou um ataque a Israel para vingar a morte do guia supremo iraniano Ali Khamenei.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766815]]></sapo:autor>
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		<title>Justiça da Itália anula extradição de Carla Zambelli para o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:18:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Justiça italiana negou hoje o pedido de extradição da ex-deputada brasileira Carla Zambelli no processo relacionado à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça do Brasil, segundo informou a defesa da bolsonarista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Justiça italiana negou hoje o pedido de extradição da ex-deputada brasileira Carla Zambelli no processo relacionado à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça do Brasil, segundo informou a defesa da bolsonarista.</P><br />
<P>Segundo o advogado Alessandro Sammarco, a decisão foi tomada pela Suprema Corte de Cassação da Itália, que também determinou a libertação de Zambelli, presa nos arredores de Roma.</P><br />
<P>Até o momento, os detalhes da decisão da Corte de Cassação da Itália, sendo a última instância do judiciário italiano, não foram divulgados até a publicação desta reportagem.</P><br />
<P>O tribunal anulou uma decisão anterior da Corte de Apelações italiana que havia autorizado a extradição da ex-deputada a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil.</P><br />
<P>A decisão refere-se apenas a um dos dois processos de extradição atualmente em análise na Justiça italiana.</P><br />
<P>O caso julgado hoje envolve a condenação de Zambelli por invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. </P><br />
<P>O segundo processo trata da condenação da ex-deputada bolsonarista por porte ilegal de arma e ameaça com arma de fogo a um homem negro em São Paulo, às vésperas das eleições gerais de outubro de 2022. </P><br />
<P>Embora o STF tenha encaminhado apenas um pedido de extradição às autoridades italianas, a Justiça local decidiu separar os processos.</P><br />
<P>Segundo a defesa, ainda não há data para a análise definitiva do segundo pedido.</P><br />
<P>Mesmo após o encerramento da fase judicial, o processo ainda dependerá de manifestação do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, responsável pela decisão administrativa final sobre a eventual extradição.</P><br />
<P>O ministro terá prazo de 45 dias para se pronunciar após a publicação do acórdão com a nova decisão da corte italiana.</P><br />
<P>Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Sammarco declarou que &#8220;há várias contradições e omissões na senteça da Corte de Apelação&#8221; e citou o fato do tribunal não se pronunciar sobre o presídio ao qual Zambelli seria enviada.</P><br />
<P>&#8220;Como o fato de não ter se pronunciado sobre a averiguação das condições da Colmeia, como o tamanho das celas e a existência de serviço sanitário adequado&#8221;, declarou ainda em Roma. </P><br />
<P>Segundo Sammarco, Carla Zambelli deverá deixar a prisão na manhã de sábado.</P><br />
<P>Zambelli, que tem dupla cidadania, deixou o Brasil em maio do ano passado em busca de asilo político, após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil a 10 anos de prisão por invasão de sistemas do CNJ e falsidade ideológica.</P><br />
<P>A ex-parlamentar foi considerada fugitiva pelas autoridades brasileiras e está detida no país europeu desde julho do ano passado.  </P><br />
<P>Carla Zambelli era uma das vozes mais radicais da extrema-direita no Brasil, uma fiel aliada do ex-Presidente Jair Bolsonaro, o qual apoiou numa dura campanha para desacreditar o sistema de voto eletrónico utilizado no Brasil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766814]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro diz que Star Institute em Viseu é modelo do que o governo tem para o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:08:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro defendeu que a Star Institute em Viseu, que hoje inaugurou, é um modelo do que o governo tem para o país, ou seja, aposta na tecnologia e inovação com ligação ao setor empresarial privado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro defendeu que a Star Institute em Viseu, que hoje inaugurou, é um modelo do que o governo tem para o país, ou seja, aposta na tecnologia e inovação com ligação ao setor empresarial privado.</P><br />
<P>&#8220;Esta estratégia enquadra-se naquilo que vejo. Vejo aqui a aposta na tecnologia, na inovação, na ligação umbilical entre o conhecimento, a ciência, a investigação e as empresas e aplicar aquilo que é o fruto do aprofundamento da pesquisa e do resultado da investigação que se faz&#8221;, defendeu Luís Montenegro.</P><br />
<P>Neste sentido, justificou a decisão de untar tudo num só Ministério, a Educação, Ciência e Inovação, &#8220;muito questionado na altura&#8221;, mas &#8220;foi precisamente por isto&#8221;, por feitos como o Star Institute que disse &#8220;não ter separado&#8221; as áreas de governação.</P><br />
<P>Ou seja, &#8220;é o sistema educativo estar absolutamente ligado ao sistema científico e o sistema científico estar absolutamente ligado à inovação e a inovação estar ligada à economia, ser aplicada na prática&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As empresas estarem dentro das instituições de ensino e as instituições de ensino estarem dentro das empresas. É esse o modelo que nós temos para Portugal&#8221;, argumento o primeiro-ministro.</P><br />
<P>Com isso o líder do governo disse que só pode ter &#8220;satisfação, esperança e confiança&#8221; e &#8220;é assim que o país pode aproveitar as oportunidades, pode reter o seu talento e atrair outro, que faz falta também&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É assim que o país pode ser uma referência como é, felizmente, na tecnologia e na inovação e ainda pode ser melhor. A nossa performance pode, efetivamente, melhorar. E isso também passa pelo investimento público? Passa, mas também passa pela confiança dos agentes privados, pelas empresas, pelos agentes locais, passa por todos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Luís Montenegro falava em Viseu, na inauguração do Star Institute, situado no Campus do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), e que resulta de um investimento de 3,5 milhões de euros (ME) para o edifício, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</P><br />
<P>A Star Institute começou a laborar há meio ano e conta, atualmente com 25 colaboradores, envolve cerca de 40 pessoas, tem duas &#8216;start up&#8217; ligadas à inteligência artificial e à cibersegurança e presta serviços a 20 empresas.</P><br />
<P>&#8220;E, dentro de um ano e pouco, queremos crescer em cerca de 50%&#8221;, desejou o presidente da Star Institute, Elísio Oliveira.</P><br />
<P>Esta incubadora, indicou o responsável, resulta de um consórcio de 36 entidades em que estão incluídas empresas que representam mais de cinco mil milhões de faturação anual.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766813]]></sapo:autor>
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		<title>Moody&#8217;s mantém rating de Portugal em &#8220;A3&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agência de notação financeira Moody's decidiu hoje manter o 'rating' (avaliação) de Portugal em "A3", com perspetiva estável, sublinhando que esta classificação reflete uma economia competitiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência de notação financeira Moody&#8217;s decidiu hoje manter o &#8216;rating&#8217; (avaliação) de Portugal em &#8220;A3&#8221;, com perspetiva estável, sublinhando que esta classificação reflete uma economia competitiva. </P><br />
<P>&#8220;A notação de crédito de Portugal [&#8230;] em A3 reflete uma economia competitiva e diversificada, níveis de rendimento &#8216;per capita&#8217; relativamente elevados e instituições sólidas&#8221;, apontou, em comunicado.</P><br />
<P>Em novembro de 2025, a Moody&#8217;s deixou inalterada a classificação da dívida soberana de Portugal em &#8220;A3&#8221;, com a perspetiva &#8220;estável&#8221;.</P><br />
<P>Este ano, a DBRS já se pronunciou duas vezes sobre o &#8216;rating&#8217; de Portugal, depois de em janeiro ter sido a primeira agência de notação financeira a avaliar a dívida soberana, deixando inalterada a classificação, e em maio melhorou a perspetiva para positiva. </P><br />
<P>Já a S&amp;P, em fevereiro, e a Fitch, em março, mantiveram a classificação, mas melhoraram a perspetiva para positiva.</P><br />
<P>O &#8216;rating&#8217; é uma avaliação atribuída pelas agências de notação financeira, com grande impacto para o financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766811]]></sapo:autor>
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		<title>Imagens mostram SUV híbrido da Jetour a fazer o que nenhum carro fez antes: ‘navegar’ por um lago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:30:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jetour G700]]></category>
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					<description><![CDATA[A solução vai além dos modos de passagem a vau já conhecidos em alguns modelos todo-o-terreno]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Jetour apresentou uma versão pouco habitual do G700: um SUV híbrido plug-in capaz de atravessar água não apenas a flutuar, mas com propulsão própria. Segundo o site &#8216;Supercar Blondie&#8217;, o Jetour G700 Ark Edition completou uma travessia pública do lago Yanqi, a norte de Pequim, usando hélices elétricas e um sistema de estabilização para se mover na água.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">When is this Jetour G700 coming to South Africa 🇿🇦 so we can drive to Mauritius 😆 <a href="https://t.co/VnAIacn9Ut">pic.twitter.com/VnAIacn9Ut</a></p>
<p>&mdash; PulseXZA (@PulseXZA) <a href="https://twitter.com/PulseXZA/status/2048438320393252940?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 26, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A solução vai além dos modos de passagem a vau já conhecidos em alguns modelos todo-o-terreno. Neste caso, quando o SUV entra em água profunda, o sistema deixa de enviar força para as rodas e passa a alimentar hélices elétricas, aproximando o comportamento do veículo ao de uma pequena embarcação. Um sistema de estabilização ajuda a manter a carroçaria nivelada, reduzindo oscilações laterais.</p>
<p>A marca chinesa apresenta esta capacidade como uma função de emergência, pensada para cheias repentinas ou atravessamentos extremos, e não como convite para transformar o automóvel num barco de recreio. A própria &#8216;Supercar Blondie&#8217; sublinha esse ponto: a tecnologia impressiona, mas deverá chegar acompanhada de uma longa lista de avisos, limitações e exclusões de responsabilidade.</p>
<p>O G700 Ark Edition surge num momento em que os fabricantes chineses procuram mostrar até onde podem levar a eletrificação, os sistemas híbridos e a engenharia todo-o-terreno. A comparação inevitável é com o YangWang U8, da BYD, que já tinha chamado a atenção por conseguir flutuar em situações de emergência. A diferença, neste caso, é que o Jetour não se limita a boiar: usa propulsores para avançar na água.</p>
<p>Em terra, o G700 mantém a base técnica do modelo híbrido plug-in. A versão referida pela &#8216;Supercar Blondie&#8217; combina um motor 2.0 turbo de quatro cilindros com dois motores elétricos, para uma potência combinada de 892 cv. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é anunciada em 4,6 segundos, enquanto a autonomia total com depósito cheio e bateria carregada pode chegar aos 1400 quilómetros.</p>
<p>A tecnologia anfíbia, porém, é o elemento que transforma este SUV num caso mediático. Durante a demonstração no lago Yanqi, o veículo não ficou simplesmente à deriva: deslocou-se com propulsão própria, o que ajuda a explicar a escolha do nome Ark Edition. A Carsales descreve o sistema como uma solução que redireciona a potência das rodas para hélices elétricas e recorre a estabilização giroscópica para manter o equilíbrio em água.</p>
<p>Ainda assim, há uma fronteira importante entre capacidade técnica e utilização real. Atravessar um lago em ambiente controlado é diferente de enfrentar correntes, obstáculos submersos, lama, ondas, detritos ou profundidades imprevisíveis. Por isso, mesmo que a tecnologia funcione, a mensagem da marca deverá centrar-se na segurança em emergência, não numa utilização regular fora de estrada ou em lazer.</p>
<p>O caso mostra também como as marcas chinesas estão a usar demonstrações extremas para ganhar visibilidade global. Num mercado cada vez mais competitivo, potência, autonomia e ecrãs já não chegam para surpreender. Um SUV híbrido plug-in que atravessa água como uma embarcação torna-se imediatamente uma imagem viral — e uma forma eficaz de associar a marca a inovação, robustez e espetáculo tecnológico.</p>
<p>A dúvida, agora, é perceber se esta capacidade chegará à produção em larga escala com o mesmo nível de funcionalidade mostrado na demonstração. Até lá, o Jetour G700 Ark Edition fica como uma das propostas mais invulgares do ano: um SUV híbrido que, pelo menos em condições controladas, troca a estrada pela água.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766507]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Rússia acusa países que fornecem armas a Kiev de cumplicidade por ataque em Lugansk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:13:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O embaixador russo na ONU acusou hoje os países que fornecem armas a Kiev de "cumplicidade" no ataque registado na região ocupada de Lugansk, atribuído por Moscovo à Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O embaixador russo na ONU acusou hoje os países que fornecem armas a Kiev de &#8220;cumplicidade&#8221; no ataque registado na região ocupada de Lugansk, atribuído por Moscovo à Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Vários países presentes nesta mesa são os principais fornecedores de armas ao regime de [do Presidente ucraniano, Volodymyr] Zelensky e não fazem segredo do seu direito de o fazer. Devem estar cientes de que, ao fazerem isso, estão a justificar e a ser cúmplices de atos terroristas como o cometido ontem [quinta-feira] à noite&#8221;, afirmou Vasily Nebenzya.</P><br />
<P>&#8220;E a responsabilização por estas decisões e crimes será inevitável&#8221;, acrescentou, numa reunião do Conselho de Segurança da ONU, convocada de emergência pela Rússia para abordar o ataque em Lugansk que causou pelo menos seis mortos.</P><br />
<P>O ataque, de alegada autoria ucraniana, atingiu uma residência de estudantes na região de Lugansk, controlada por Moscovo, indicou hoje o Presidente russo, Vladimir Putin.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766810]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Cabo Verde atualiza plano e reforça controlo nos pontos de entrada &#8211; DGS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A diretora-geral da Saúde de Cabo Verde disse hoje que as autoridades cabo-verdianas estão a atualizar o plano de contingência contra o vírus do Ébola e reforçaram o controlo sanitário nos pontos de entrada do arquipélago.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A diretora-geral da Saúde de Cabo Verde disse hoje que as autoridades cabo-verdianas estão a atualizar o plano de contingência contra o vírus do Ébola e reforçaram o controlo sanitário nos pontos de entrada do arquipélago.</P><br />
<P>Ângela Gomes disse, à margem da da XVII edição do Encontro Nacional de Médicos Internos de Saúde Pública (ENMISP), no Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT), em Lisboa, que está preocupada com a propagação do vírus do Ébola, salientando que as autoridades de saúde de Cabo Verde &#8220;estão a atualizar o plano de preparação e prontidão para qualquer eventualidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a fazer as nossas ações internas de organização e também a manter sempre uma conexão muito direta com esses países (&#8230;) para atualizar as medidas quando forem necessárias&#8221;, salientou.</P><br />
<P>A responsável apontou que a forte ligação ao continente africano obriga a reforçar o controlo nos pontos de entrada, clarificando, contudo, que, por enquanto, o país &#8220;ainda não [está] a fechar as portas&#8221;.</P><br />
<P>Questionada sobre os casos de shigella no arquipélago, Ângela Gomes afirmou que &#8220;as infeções do trato gastrointestinais, principalmente em épocas altas, de muita aglomeração, de muita movimentação, é conhecido e é natural que aconteça&#8221;.</P><br />
<P>A diretora salientou que as autoridades de saúde cabo-verdianas emitiram vários tipos de recomendações, nomeadamente as implementadas durante a covid-19.</P><br />
<P>&#8220;Do ponto de vista sanitário, reforçámos ainda mais as inspeções sanitárias e há um cumprimento estrito, a nível regulatório também, que essas entidades hoteleiras, estando no país, devem respeitar e seguir&#8221;, disse. </P><br />
<P>Ângela Gomes concluiu que esta visita ao IHMT serviu para estreitar a cooperação bilateral para a formação avançada de quadros técnicos, apontando que a saúde pública deve ser sempre tratada como um investimento mundial estratégico e estrutural.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766805]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia:Rubio assegura que EUA estão &#8220;prontos&#8221; para retomar negociações entre aquele país e a Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado dos Estados Unidos Marco Rubio afirmou hoje que o seu país está "preparado" para retomar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia se surgir uma oportunidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado dos Estados Unidos Marco Rubio afirmou hoje que o seu país está &#8220;preparado&#8221; para retomar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia se surgir uma oportunidade.</P><br />
<P>Rubio sublinhou que a guerra &#8220;só pode terminar com um acordo negociado&#8221; e não havendo uma vitória militar de qualquer um dos lados.</P><br />
<P>Em declarações aos meios de comunicação social no final da cimeira de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO, que decorreu em Helsingborg, na Suécia, quando questionado sobre se as negociações de paz entre aqueles dois países estavam bloqueadas, Rubio respondeu que &#8220;infelizmente, não foram frutuosas&#8221;, mas que, em todo caso, os Estados Unidos estão &#8220;preparados&#8221; para continuar a desempenhar o papel de mediador.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de fugas de informação que não são verdadeiras, apesar de informações que circulam de que estamos a forçar os ucranianos a adotar esta ou aquela posição, se vemos uma oportunidade de nos reunirmos e falar de forma produtiva, não contraproducente, e que tenha possibilidades de ser frutífera, estamos preparados para desempenhar esse papel&#8221;, sustentou. </P><br />
<P>O secretário de Estado referiu que Washington envolveu-se nessas conversas a três, iniciadas na Suíça no final de janeiro, depois continuadas nos Emirados Árabes Unidos em fevereiro e finalmente em pausa devido à operação lançada pelos Estados Unidos e Israel no Irão a 28 de fevereiro, porque os EUA era o único &#8220;disposto a falar&#8221; com russos e ucranianos. </P><br />
<P>&#8220;Neste momento não há conversas desse tipo em curso, mas esperamos que isso mude, porque essa guerra só pode terminar com um acordo negociado. Não terminará com uma vitória militar de um ou outro lado, pelo menos do ponto de vista tradicional de como se definem as vitórias militares&#8221;, insistiu o chefe da diplomacia americana. </P><br />
<P>Rubio observou que nos últimos meses a sensação é de que não há demasiado progresso, mas expressou o seu desejo de que &#8220;talvez a dinâmica mude&#8221;, e se isso acontecer, o seu país volte a &#8220;desempenhar o papel construtivo&#8221; para tentar pôr fim ao conflito iniciado em 2022. </P><br />
<P>&#8220;Se alguém mais quiser encarregar-se disso, que o faça. Mas, neste momento, não parece haver mais ninguém no mundo capaz de o fazer&#8221;, concluiu, em declarações que ocorrem numa altura em que a União Europeia debate a nomeação de um enviado especial para negociar com a Rússia de modo a garantir os seus interesses e os da Ucrânia numa eventual resolução do conflito.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Motores a fundo: motocross volta este fim de semana a levar aldeia da Serra da Estrela aos maiores da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:00:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, José Romeiro, presidente da ACR de Fernão Joanes, explica como uma freguesia do interior consolidou uma etapa do Campeonato Europeu de Motocross, mobiliza mais de 150 pessoas e quer transformar a Guarda numa referência internacional do motociclismo off-road.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fernão Joanes volta a ouvir os motores este fim de semana, no Crossódromo Internacional das Lajes, na Guarda, que vai receber mais uma etapa do Campeonato Europeu de Motocross, numa prova que deverá juntar cerca de 120 pilotos nacionais e internacionais, aproximadamente 3.000 visitantes e mais de 150 pessoas envolvidas na organização.</p>
<p>A competição, integrada no calendário da FIM Europe, volta a colocar a Serra da Estrela no mapa europeu da modalidade, com corridas nas categorias EMX65, EMX85 e, pela primeira vez em Portugal, EMX Open. A novidade reforça a dimensão competitiva da etapa portuguesa e confirma o crescimento de uma prova que chega à 11ª edição em Fernão Joanes.</p>
<p>Durante dois dias, um dos circuitos mais técnicos do país será palco de treinos livres, sessões cronometradas, mangas de qualificação e corridas oficiais. Construído em terreno natural e situado a cerca de 1.000 metros de altitude, o Crossódromo das Lajes é conhecido pelas mudanças de ritmo, exigência física e necessidade constante de adaptação dos pilotos ao terreno.</p>

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<p><strong>Uma prova europeia montada a partir do interior</strong></p>
<p>A dimensão desportiva é apenas uma parte da história. Por trás da prova está uma operação que envolve voluntários, equipas técnicas, entidades parceiras, segurança, apoio médico, logística e a própria comunidade local. Ao longo dos últimos anos, a Associação Cultural e Recreativa de Fernão Joanes transformou uma etapa de motocross numa montra territorial para a Guarda e para a Serra da Estrela.</p>
<p>Além da competição, o fim de semana terá também um lado de convívio, com iniciativas no recinto, sorteios, zonas de restauração e atividades pensadas para o público. Para quem não conseguir deslocar-se até Fernão Joanes, a prova terá ainda transmissão em direto nas plataformas digitais da organização.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à &#8216;Executive Digest&#8217;, José Romeiro, presidente da direção da Associação Cultural e Recreativa de Fernão Joanes, fala sobre a evolução do evento, a estreia da EMX Open, o impacto económico na região e a ambição de consolidar Fernão Joanes como uma marca no motocross europeu.</p>
<p><strong>“Hoje temos uma organização muito mais profissional”</strong></p>
<p><strong>Esta é já a 11.ª edição da prova em Fernão Joanes. O que é que hoje distingue a organização deste Campeonato Europeu de Motocross face às primeiras edições?</strong></p>
<p>JR &#8211; Hoje temos uma organização muito mais profissional e experiente, sem perder a paixão que marcou as primeiras edições. O evento cresceu em qualidade, notoriedade e capacidade logística, e Fernão Joanes ganhou reconhecimento no motocross europeu.</p>
<p>Ao longo dos anos, temos trabalhado continuamente na experiência que queremos proporcionar ao público, pilotos e equipas que nos visitam, permitindo-nos hoje receber uma prova desta dimensão com um nível elevado de preparação.</p>
<p><strong>“O maior desafio é garantir padrões europeus num território do interior”</strong></p>
<p><strong>O evento envolve mais de 150 pessoas, entre voluntários, equipas operacionais e entidades parceiras. Qual é o maior desafio de montar uma prova europeia desta dimensão numa freguesia do interior?</strong></p>
<p>JR &#8211; O maior desafio de garantir uma organização com padrões europeus, num território do interior, é justamente a exigência de uma grande coordenação, muito trabalho voluntário e um forte envolvimento da comunidade e das entidades parceiras.</p>
<p>Apesar da reconhecida riqueza cultural e da tranquilidade que caracterizam o interior, a menor densidade populacional representa um desafio adicional na captação de público, tornando-se essencial uma estratégia consistente de atração e valorização do evento junto de audiências mais abrangentes.</p>
<p><strong>A grande novidade de 2026 é a entrada da classe EMX Open. Que salto competitivo representa esta integração para a etapa portuguesa do campeonato?</strong></p>
<p>JR &#8211; A entrada da classe EMX Open é um reflexo do trabalho que temos vindo a desenvolver de forma contínua, com uma organização cada vez mais rigorosa. Esse esforço foi reconhecido pela FIM Europe, que nos atribuiu a confiança para integrar esta nova categoria, elevando assim a nossa prova a um patamar superior a nível europeu.</p>
<p><strong>O Crossódromo Internacional das Lajes é descrito como um circuito técnico, em terreno natural e a cerca de 1.000 metros de altitude. Que tipo de piloto favorece este traçado? Qual é a realidade dos pilotos nacionais face aos estrangeiros? Há matéria-prima para futuros campeões?</strong></p>
<p>JR &#8211; É um circuito que favorece pilotos tecnicamente fortes e fisicamente preparados. Em Portugal temos jovens com muito talento, embora os pilotos estrangeiros tenham normalmente mais apoio e experiência internacional, mas, sem dúvida, há matéria-prima em Portugal para formarmos futuros campeões.</p>
<p><strong>São esperados mais de 120 pilotos e cerca de 3.000 visitantes ao longo do fim de semana. Que impacto concreto é que a prova tem na economia local, da hotelaria à restauração?</strong></p>
<p>JR &#8211; Uma competição deste nível tem um impacto significativo na nossa economia local, sendo que durante o fim de semana da prova é sentido um aumento da procura na restauração, em alojamento local e nos vários serviços ligados ao turismo.</p>
<p>Muitas equipas e visitantes acabam por permanecer mais dias na região, o que gera também um maior dinamismo económico não apenas em Fernão Joanes, mas também na Guarda e nos concelhos vizinhos da Serra da Estrela.</p>
<p><strong>Pode dizer-se que o motocross já é hoje uma ferramenta de promoção turística da Guarda e da Serra da Estrela?</strong></p>
<p>JR &#8211; Considero que o motocross se tornou uma forma muito eficaz de promover a região além-fronteiras. Recebemos pilotos, equipas e visitantes de vários países, muitos dos quais ficam surpreendidos com a beleza natural, a hospitalidade e as condições que encontram aqui.</p>
<p>A prova acaba por funcionar como uma “montra” da Guarda e da Serra da Estrela, mostrando que o interior também tem capacidade para organizar eventos internacionais de grande qualidade.</p>
<p>Atualmente, quem acompanha provas europeias de motocross já associa Fernão Joanes e a Guarda a uma etapa de referência, e isso tem um valor promocional muito importante para o nosso território.</p>
<p><strong>Ao fim de 11 edições, Fernão Joanes já deixou de ser apenas o local da prova para passar a ser uma marca no motocross europeu?</strong></p>
<p>JR &#8211; Acredito que sim. Fernão Joanes conquistou uma identidade própria dentro do motocross europeu. Quando pilotos e equipas falam desta etapa, já não falam apenas de uma localização geográfica, falam de um circuito exigente, de uma excelente organização e de um ambiente muito especial.</p>
<p>Isso é fruto de muitos anos de trabalho, dedicação e consistência. Conseguimos criar uma marca associada à qualidade, à paixão pelo motocross e à capacidade de receber bem quem nos visita. É algo que nos deixa muito orgulhosos enquanto associação e enquanto comunidade.</p>
<p><strong>Da prova ao território: a ambição de fazer da Guarda uma referência off-road</strong></p>
<p><strong>Quando olha para o futuro, qual é a ambição: consolidar esta etapa no calendário europeu ou transformar a Guarda numa referência internacional do motociclismo off-road?</strong></p>
<p>JR &#8211; No fundo, acredito que a nossa ambição passa pelas duas vertentes: consolidar a prova no calendário europeu e transformar a Guarda numa referência internacional no motociclismo, aproveitando as condições naturais excecionais, o voluntariado único que nos aproxima enquanto comunidade e a elevada qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver.</p>
<p>Estas duas vertentes complementam-se para colocarmos Fernão Joanes definitivamente como uma referência internacional do motociclismo.</p>
<p><strong>Fernão Joanes quer deixar de ser apenas uma etapa no calendário europeu</strong></p>
<p>Este fim de semana, os motores voltam a rugir na Serra da Estrela, mas a ambição já vai além da bandeira de xadrez. Em Fernão Joanes, o motocross tornou-se uma forma de afirmação territorial: atrai pilotos, equipas e visitantes, mobiliza a comunidade e dá à Guarda uma presença regular no mapa europeu da modalidade.</p>
<p>Ao fim de 11 edições, o desafio já não é apenas organizar mais uma prova. É transformar a consistência em legado. Se a pista das Lajes continuar a crescer como marca, Fernão Joanes poderá deixar de ser apenas o lugar onde o Europeu passa uma vez por ano para se afirmar como um dos nomes que o motocross europeu reconhece quando olha para Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766126]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Situação epidemiológica está controlada em Cabo Verde &#8211; DGS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 19:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação epidemiológica decorrente do surto de hantavírus detetado no navio Hondius está controlada e não representa qualquer risco para a saúde pública ou para o turismo no arquipélago, disse hoje a diretora-geral da Saúde de Cabo Verde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A situação epidemiológica decorrente do surto de hantavírus detetado no navio Hondius está controlada e não representa qualquer risco para a saúde pública ou para o turismo no arquipélago, disse hoje a diretora-geral da Saúde de Cabo Verde. </P><br />
<P>&#8220;Fomos notificados a partir do dia 02, que foi um sábado, por uma entidade da RSI [Regulamento Sanitário Internacional], do Reino Unido, de que estaria a caminho de Cabo Verde, próximo a entrar nas águas de Cabo Verde, um navio que tinha sido notificado a já alguns casos graves de uma doença e também com alguns óbitos&#8221;, explicou Ângela Gomes, em declarações à Lusa à margem da XVII edição do Encontro Nacional de Médicos Internos de Saúde Pública, que decorreu hoje no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, em Lisboa.</P><br />
<P>Numa gestão classificada como rápida e eficaz, as autoridades decidiram manter a embarcação em alto mar para salvaguardar a segurança sanitária nacional, prestando assistência médica direta a bordo e coordenando a retirada segura de três pacientes.</P><br />
<P>Para Ângela Gomes, a resposta foi imediata, impedindo a atracação da embarcação no porto da Praia, capital do país lusófono, e mobilizando uma equipa multidisciplinar num modelo &#8216;One Health&#8217;.</P><br />
<P>Mesmo com a pressão internacional e diplomática para o desembarque dos doentes em terra, a Direção Nacional da Saúde de Cabo Verde manteve-se firme na estratégia de isolamento a bordo, uma vez que a situação clínica era considerada controlável.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que isso colocaria um risco que poderíamos gerir dentro da embarcação, com menos risco potencial para a nossa população em terra&#8221;, explicou a diretora, justificando a decisão que culminou num plano de evacuação médica.</P><br />
<P>Questionada sobre o impacto económico no arquipélago, Ângela Gomes garantiu que o episódio não afetou o turismo nacional, que atualmente ultrapassa os 1,3 milhões de visitantes anuais.</P><br />
<P>&#8220;A medida mais correta foi a que nós tomámos, deixar o navio em alto mar, não próximo, bem alto mar mesmo, para diminuir qualquer possibilidade de contacto de qualquer resíduo ou vestígio da embarcação com a terra. E a evacuação correu com mais alto nível de segurança (&#8230;), portanto não impactou de forma geral a questão do turismo&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Os hantavírus são vírus zoonóticos, caracterizados por infetar roedores, e diferentes espécies circulam na Europa, na Ásia e no continente americano. Apenas algumas das espécies estão associadas a infeção humana, caso em que podem causar doença grave.</P><br />
<P>Não existe vacina nem tratamento específico para este vírus, cuja estirpe dos Andes, detetada em passageiros do cruzeiro infetados, é a única em que se conhecem casos de transmissão entre humanos.</P><br />
<P>O cruzeiro onde foram registados os casos e, até agora, três mortes, zarpou de Ushuaia, na Patagónia, a 01 de abril, para uma viagem através do oceano Atlântico, e os investigadores querem determinar se o contágio aconteceu em terra (na Argentina, no Chile ou no Uruguai), através de roedores, ou já a bordo do navio.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766803]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão afasta &#8220;acordo próximo&#8221; com Estados Unidos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-afasta-acordo-proximo-com-estados-unidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 19:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão afastou hoje que "um acordo esteja próximo" com os Estados Unidos para encerrar a guerra na região do Golfo, enquanto confirmava visitas a Teerão de enviados do Paquistão e do Qatar no âmbito do processo negocial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão afastou hoje que &#8220;um acordo esteja próximo&#8221; com os Estados Unidos para encerrar a guerra na região do Golfo, enquanto confirmava visitas a Teerão de enviados do Paquistão e do Qatar no âmbito do processo negocial.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos necessariamente dizer que chegámos a um ponto em que um acordo esteja próximo&#8221;, declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão na televisão estatal. </P><br />
<P>Esmaeil Baghaei observou que as divergências com os Estados Unidos são &#8220;profundas e amplas&#8221;, impedindo um acordo em apenas algumas semanas de negociações.</P><br />
<P>Os comentários do porta-voz da diplomacia de Teerão surgem a sequência da chegada à capital iraniana do chefe do Exército paquistanês, Asir Munir, mediador do diálogo entre as partes, no dia em que confirmou também a presença de uma delegação do Qatar.</P><br />
<P>Asir Munir chegou hoje à tarde a Teerão, onde o ministro do Interior paquistanês, Mohsin Naqvi, se encontra desde quarta-feira, a tentar aproximar posições da República Islâmica e dos Estados Unidos.</P><br />
<P>O Irão está a considerar uma nova proposta dos Estados Unidos, disse Baghaei na quarta-feira, acrescentando que ocorreram várias &#8220;trocas de mensagens&#8221; nos últimos dias.</P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação do Irão, Teerão exige a Washington que ponha fim ao conflito em todas as frentes &#8211; incluindo os confrontos no Líbano entre Israel e o grupo xiita Hezbollah -, suspenda as sanções, liberte os bens iranianos congelados, forneça indemnizações pelos danos de guerra e reconheça a sua soberania sobre o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, comentou hoje que foram registados &#8220;ligeiros progressos&#8221; nas negociações, mas alertou que não pode ser estabelecido um sistema de portagens numa via navegável internacional como o estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Ao confirmar a visita de uma delegação do Qatar, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão elogiou os &#8220;esforços valiosos&#8221; de vários países para &#8220;evitar uma escalada ainda maior&#8221; do conflito, embora tenha ressalvado que o interlocutor oficial continua a ser o Paquistão.</P><br />
<P>Estas movimentações diplomáticas decorrem dois dias depois de o Paquistão ter entregado a mais recente proposta dos Estados Unidos e de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter classificado o último documento enviado pelas autoridades iranianas como &#8220;totalmente inaceitável&#8221;.</P><br />
<P>As partes mantêm um frágil cessar-fogo desde 08 de abril &#8211; que interrompeu o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro contra a República Islâmica &#8211; e realizaram a única ronda de conversações formal, três dias depois em Islamabad, que não produziu resultados, e desde então prosseguem negociações indiretas.</P><br />
<P>O Irão continua a exercer ameaça militar no estreito de Ormuz, atingindo os preços globais de bens petrolíferos, enquanto os Estados Unidos impuseram um bloqueio naval aos portos iranianos como forma de asfixiar a economia da República Islâmica.</P><br />
<P>As negociações são centradas no estreito de Ormuz, no programa nuclear e de produção de mísseis de longo alcance do Irão, bem como no seu apoio a grupos armados no Médio Oriente, e nos bens iranianos congelados no estrangeiro e sanções internacionais contra Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766802]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Na Lei Laboral as pessoas e as empresas estão ao lado do Governo &#8211; Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 19:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje que nas alterações à Lei Laboral, que pretendem tornar a economia mais dinâmica, as pessoas e as empresas estão do lado do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje que nas alterações à Lei Laboral, que pretendem tornar a economia mais dinâmica, as pessoas e as empresas estão do lado do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Nós precisamos de ser mais produtivos e por isso temos de ousar em mudar algumas coisas. Nós queremos mudar o mercado laboral para o tornar mais dinâmico e acabar com burocracias em excesso, respeitando os direitos dos trabalhadores. Toda a gente está com medo disso e refiro-me aos partidos políticos, porque eu sei que povo e as empresas estão do nosso lado, e povo tem sempre razão&#8221;, salientou o chefe do Governo.</P><br />
<P>O primeiro-ministro falava à margem da inauguração da 13.ª Festival do Vinho do Douro Superior que decorre até domingo, em Vila Nova de Foz Côa, no distrito da Guarda.</P><br />
<P>Luís Montenegro reiterou que tem &#8220;de haver um Portugal que terá de haver consequência naquilo que é dito e nos compromissos firmados com as pessoas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Defender reformas ou transformações estruturais no país e depois quando queremos avançar com elas, por mais ponderadas e equilibradas que sejam, como a Reforma Laboral, não resistem àquilo que é mais popular ou imediato&#8221; e querem &#8220;deixar tudo na mesma&#8221;, disse Luís Montenegro, numa referências aos principais partidos da oposição.</P><br />
<P>O primeiro-ministro disse querer dizer &#8220;aos portugueses que isto não é uma questão de teimosia ou falta de humildade, mas antes confiança no país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós precisamos de ser mais competitivos&#8221;, frisou Luís Montenegro</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766801]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Governo aumenta desconto no ISP para gasóleo e gasolina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 19:08:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo vai aumentar em 0,305 cêntimos por litro o desconto extraordinário do ISP no gasóleo e em 0,315 cêntimos na gasolina tendo em conta as previsões de evolução do preço dos combustíveis na próxima semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo vai aumentar em 0,305 cêntimos por litro o desconto extraordinário do ISP no gasóleo e em 0,315 cêntimos na gasolina tendo em conta as previsões de evolução do preço dos combustíveis na próxima semana.</P><br />
<P>&#8220;Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma subida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no ISP [Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos] em vigor aplicável ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo&#8221; , lê-se na portaria publicada hoje em suplemento do Diário da República.</P><br />
<P>Assim, a partir da próxima segunda-feira, os descontos resultantes da aplicação deste mecanismo temporário e extraordinário na taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo passam a ser de 63,56 euros e de 60,40 euros por 1.000 litros, respetivamente.</P><br />
<P>De acordo com as previsões da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (Anarec), os preços dos combustíveis devem aumentar cerca de 1,5 cêntimos por litro na próxima semana.</P><br />
<P>Com base nos valores atuais da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), e tendo em conta as previsões das subidas com os valores do fecho de mercado na quinta-feira, a partir de segunda-feira, o preço médio da gasolina simples 95 deverá situar-se nos 2,026 euros por litro, enquanto o gasóleo simples deve-se aproximar dos 1,967 euros por litro. </P><br />
<P>A média final só ficará fechada ao final do dia, podendo ainda registar alterações em função da evolução das cotações internacionais do petróleo, e o custo final na bomba poderá variar conforme o posto de abastecimento, a marca e a localização. </P><br />
<P> O Governo lembra, no diploma, que &#8220;em face do aumento extraordinário do preço dos combustíveis decorrente do impacto da crise geopolítica e militar no Médio Oriente nos preços do petróleo e dos seus derivados&#8221;, foi decidido &#8220;proceder a um desconto temporário e extraordinário do ISP (quando o aumento de preço exceda, face à semana de 02 a 06 de março, um valor de 10 cêntimos na gasolina sem chumbo e no gasóleo rodoviário)&#8221;. </P><br />
<P>Na prática, este desconto corresponde à devolução da receita fiscal adicional de IVA, através de uma redução temporária das taxas unitárias do ISP aplicáveis, no continente, à gasolina sem chumbo e ao gasóleo rodoviário. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766800]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Epidemia na RDCongo pode transformar-se em emergência humanitária incontrolável &#8211; ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 18:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa Alimentar Mundial (PAM) alertou hoje que a epidemia de Ébola no leste da República Democrática do Congo pode transformar-se rapidamente numa emergência humanitária incontrolável e pediu maior financiamento para ajudar a região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa Alimentar Mundial (PAM) alertou hoje que a epidemia de Ébola no leste da República Democrática do Congo pode transformar-se rapidamente numa emergência humanitária incontrolável e pediu maior financiamento para ajudar a região.</P><br />
<P>&#8220;Sem uma ação rápida, coordenada e à escala, esta crise sanitária poderá transformar rapidamente a atual insegurança alimentar e crise de saúde numa emergência humanitária incontrolável no leste da República Democrática do Congo (RDCongo) e nas regiões vizinhas&#8221;, indicou o diretor do PAM na RDCongo, David Stevenson, citado em comunicado.</P><br />
<P>De acordo com a nota de imprensa, o risco de maior propagação da doença é agravado pela insegurança persistente, pelas deslocações de populações e pelos movimentos transfronteiriços.</P><br />
<P>&#8220;Este surto de Ébola está a atingir comunidades que já se encontram sob extrema pressão: 26,5 milhões de pessoas em toda a RDCongo enfrentam insegurança alimentar aguda, incluindo perto de 10 milhões em níveis de crise ou emergência no leste do país&#8221;, referiu o PAM.</P><br />
<P>Segundo Stevenson, &#8220;este surto é uma corrida contra o tempo&#8221; e o PAM está a intensificar a sua resposta de emergência na região, trabalhando em conjunto com o Governo da RDCongo, nação vizinha de Angola, assim como com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre outros parceiros, para ajudar a conter a epidemia de Ébola &#8220;antes que uma emergência sanitária se transforme numa catástrofe de cariz humanitário mais ampla&#8221;.</P><br />
<P>Assim, segundo o PAM, o Serviço Aéreo Humanitário das Nações Unidas (UNHAS), que gere, &#8220;garante que a assistência vital chega às comunidades afetadas pelo Ébola, mesmo nas áreas mais remotas&#8221;. </P><br />
<P>O PAM frisou que já ajudou no transporte de centenas de profissionais de primeira resposta e trabalhadores humanitários, bem como de dezenas de toneladas métricas de carga médica essencial para as zonas da linha da frente. </P><br />
<P>&#8220;O PAM está também a aumentar a assistência alimentar e nutricional de emergência para mais de 146.000 pessoas na província de Ituri [no leste da RDCongo] e nas comunidades afetadas pelo Ébola&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>&#8220;Conter o Ébola exige mais do que apenas tratamento (&#8230;), exige alimentos, acesso, transporte e logística para que as equipas da linha da frente se possam mover rapidamente e as famílias afetadas possam seguir as medidas de saúde pública em segurança&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Para continuar a sua ajuda humanitária na região, o PAM necessita urgentemente de cerca de 175 milhões de dólares (cerca de 161,5 milhões de euros) para os próximos seis meses para continuar as suas operações vitais no leste da RDCongo, e de 23 milhões de dólares (cerca de 21,2 milhões de euros) para reforçar a logística e a assistência alimentar de emergência a mais de 146.000 pessoas na província de Ituri e nas comunidades afetadas pelo Ébola ao longo dos próximos três meses.</P><br />
<P>A atual epidemia de Ébola está ligada à estirpe Bundibugyo, que tem uma taxa de mortalidade entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, de acordo com a OMS, que estima que o vírus tenha provavelmente começado a circular em Ituri há dois meses.</P><br />
<P>Fora da RDCongo, o Uganda confirmou dois casos (importados da RDCongo) em Kampala, um dos quais resultou em morte, e o Sudão do Sul está a realizar mais testes laboratoriais para confirmar um caso suspeito reportado pelas autoridades no estado de Equatória Ocidental, perto da fronteira com Kinshasa.</P><br />
<P>Hoje, o Ruanda proibiu a entrada no país de cidadãos estrangeiros que tenham viajado ou transitado pela RDCongo nos últimos 30 dias, para prevenir a propagação do surto de Ébola declarado há uma semana no leste daquele país.</P><br />
<P>A OMS declarou o surto como uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221; no passado domingo e alertou hoje que o risco da epidemia de Ébola na RDCongo passou de &#8220;elevado&#8221; para &#8220;muito elevado&#8221;, o nível máximo de alerta, enquanto os riscos a nível regional permanecem inalterados.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragia interna.</P></p>
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		<title>Ébola: Epidemia na RDCongo é emergência, mas risco para Angola e Portugal é muito baixo &#8211; especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 18:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) classificou hoje o surto de Ébola na República Democrática do Congo como emergência de saúde pública, mas tranquiliza Portugal e Angola devido ao isolamento geográfico do foco epidémico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O diretor do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) classificou hoje o surto de Ébola na República Democrática do Congo como emergência de saúde pública, mas tranquiliza Portugal e Angola devido ao isolamento geográfico do foco epidémico.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, o diretor do IHMT da Universidade Nova de Lisboa, Filomeno Fortes, defendeu que se está perante uma situação de emergência em saúde pública, mas que o vírus pode ser controlado, salientando que, em termos geográficos, Angola é um dos países que neste momento não apresenta &#8220;maior risco (&#8230;) porque o ponto focal dos casos está mais junto do sul do Sudão, do Uganda, e com algum risco para o Ruanda&#8221;.</P><br />
<P>Para Filomeno Fortes, o aumento da propagação do vírus do Ébola deve-se ao facto de ser &#8220;uma zona de grande instabilidade social, económica e sanitária&#8221;, onde existem cerca de 250 mil pessoas deslocadas. </P><br />
<P>&#8220;Talvez haja algum cuidado a nível internacional em não se admitir que estamos a falar de uma epidemia que está localizada efetivamente numa zona de grande instabilidade social por causa destes conflitos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O especialista, que tem experiência com um vírus similar, o Marbrurg, destacou também o aspeto cultural como um dos fatores, explicando que as famílias &#8220;tem tendência a levar o cadáver para casa até ser enterrado&#8221;, sendo que as autoridades recomendam o enterro em 24 horas no máximo.</P><br />
<P>&#8220;Do ponto de vista cultural, isto em África é difícil controlar. E ainda ontem [quinta-feira] tivemos esta experiência porque a população atacou um centro, porque queriam recuperar um cadáver&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Na região da República Democrática do Congo (RDCongo) &#8220;a assistência médica está fragilizada, não existem infraestruturas e a capacidade de diagnóstico deste vírus também é muito fraca&#8221;, apontou o diretor do IHMT.</P><br />
<P>&#8220;O outro ponto fundamental é que os Estados Unidos, com a sua política atual de retirarem os apoios aos vários países, incluindo a USAID [Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional], deixou a República Democrática do Congo, à semelhança de outros países, sem capacidade de resposta para este tipo de situação&#8221; destacou. </P><br />
<P>Questionado se o vírus poderia propagar-se para a Europa, sendo Portugal uma das portas de entrada, o professor disse acreditar que a &#8220;expansão do vírus é muito menor&#8221; e que está limitada devido à forma como este é transmitido. </P><br />
<P>&#8220;Com Angola, essa possibilidade é muito remota, dificilmente a população da República Democrática do Congo consegue chegar a Angola, vindo de uma situação destas, e apanhar um voo para vir para a Europa&#8221;, disse, acrescentando que o país lusófono tem muita experiência no controlo de focos.</P><br />
<P>O professor salientou que deve separar-se os casos que são confirmados dos casos suspeitos, pois não dão a noção da realidade. </P><br />
<P>Segundo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, as mortes suspeitas de Ébola na RDCongo ascendem a 177 e os casos a 750.</P><br />
<P>De acordo com as autoridades, o vírus provavelmente começou a circular na província de Ituri há dois meses e espalhou-se para as províncias orientais de Kivu do Norte e Kivu do Sul, ambos territórios envolvidos num conflito entre o exército congolês e grupos armados.</P><br />
<P>   Além da RDCongo, o Uganda confirmou dois casos e o Sudão do Sul está a realizar testes laboratoriais para confirmar um caso suspeito de Ébola relatado pelas autoridades no estado de Equatória Ocidental, perto da fronteira com a República Democrática do Congo.</P><br />
<P>A RDCongo é regularmente afetada por epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<title>TPI alerta autores de atrocidades na Líbia que responsabilização está a avançar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 18:49:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A procuradora-adjunta do Tribunal Penal Internacional (TPI) alertou hoje os perpetradores de atrocidades na Líbia que o processo de responsabilização está a "avançar rapidamente", mostrando-se otimista face ao pré-julgamento do diretor de um centro de detenção líbio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A procuradora-adjunta do Tribunal Penal Internacional (TPI) alertou hoje os perpetradores de atrocidades na Líbia que o processo de responsabilização está a &#8220;avançar rapidamente&#8221;, mostrando-se otimista face ao pré-julgamento do diretor de um centro de detenção líbio.</P><br />
<P>Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU, onde apresentou virtualmente o relatório semestral do TPI face à situação na Líbia, Nazhat Shameem Khan classificou como &#8220;um verdadeiro marco&#8221; a primeira audiência relativa a Khaled Mohamed Ali El Hishri, descrito como o &#8220;Anjo da Morte&#8221; &#8211; cognome também atribuído ao médico do campo de concentração nazi de Auschwitz, Josef Mengele.</P><br />
<P>O tribunal de Haia realizou esta semana audiências preliminares para o seu primeiro suspeito de sempre proveniente do país norte-africano, um homem acusado de 17 crimes contra a humanidade e crimes de guerra na prisão de Mitiga, em Trípoli, entre 2015 e 2020, um período que se seguiu à morte do ditador de longa data Muammar Kadhafi.</P><br />
<P>&#8220;Aqui, no tribunal do TPI, na presença das vítimas, perante defensores da sociedade civil, juntamente com representantes do Governo da Líbia e tantos outros comprometidos com a justiça, conseguimos, juntos, minar substancialmente a impunidade que protegeu os autores de crimes por tempo demais&#8221;, afirmou hoje a procuradora.</P><br />
<P>Durante três dias, El Hishri enfrentou as vozes de muitos líbios diretamente afetados pelos seus alegados crimes.</P><br />
<P>&#8220;As vozes de mulheres, homens e crianças que, nas suas próprias palavras, não ousavam acreditar que esse dia chegaria. Vozes que narravam o sofrimento mais profundo: de serem baleadas e açoitadas, de serem suspensas pelo teto, arrastadas pelos cabelos, violadas e espancadas até sangrar. De crianças que testemunharam a violência infligida às suas mães e que, por sua vez, foram também espancadas, torturadas, baleadas e violadas. Mas também de migrantes negros africanos escravizados, mantidos em condições desumanas e submetidos a extrema violência física, psicológica, sexual e reprodutiva, incluindo tortura&#8221;, relatou ainda.</P><br />
<P>Nazhat Shameem Khan frisou hoje que este é apenas o começo do processo de justiça e alertou os responsáveis por outros crimes na Líbia que a responsabilização será procurada.</P><br />
<P>&#8220;Aos responsáveis pelos alegados crimes previstos no Estatuto de Roma na Líbia, aos que os cometeram, aos que os facilitaram e aos que os ordenaram, temos uma mensagem simples: saibam que o nosso gabinete mantém o compromisso de responsabilizar os autores elos seus atos. E estamos a avançar rapidamente em todas as nossas linhas de investigação para garantir que os direitos daqueles que foram maltratados sejam reconhecidos em tribunal, como vimos aqui em Haia esta semana&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>De acordo com as acusações, El Hishri, de 47 anos, era um comandante sénior nas instalações e estava a cargo da secção feminina, onde a violência sexual era generalizada. Os procuradores afirmaram que El Hishri era conhecido por andar sempre armado e por disparar contra as prisioneiras na perna ou no joelho.</P><br />
<P>A audiência não é um julgamento, mas permite aos procuradores apresentar o seu caso em tribunal. Após avaliarem as provas, os juízes têm 60 dias para decidir se são suficientemente sólidas para justificar o julgamento de El Hishri.</P><br />
<P>O seu caso deverá ser o primeiro de um suspeito líbio a ser julgado no tribunal internacional, cujos procuradores foram incumbidos pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, em 2011, de iniciar uma investigação naquele país do Norte de África, que mergulhou na anarquia na sequência de uma revolta que derrubou Kadhafi.</P><br />
<P>O tribunal emitiu rapidamente um mandado de detenção contra Kadhafi, mas os rebeldes mataram-no antes que pudesse ser detido e enviado para Haia.</P><br />
<P>&#8220;O nosso escritório está a trabalhar intensamente para garantir que a presença de El Hishri no tribunal do TPI represente apenas o início de uma jornada muito mais profunda rumo a uma justiça significativa&#8221;, acrescentou hoje a procuradora.</P><br />
<P>Atualmente, nove mandados de prisão aguardam execução.</P><br />
<P>&#8220;Existem outras histórias ocultas de extrema crueldade na Líbia que, juntos, também podemos trazer à luz&#8221;, disse Nazhat Shameem Khan ao Conselho de Segurança da ONU.</P><br />
<P>A procuradora aproveitou a presença de um representante líbio na reunião de hoje para exigir uma comunicação mais eficaz e uma resposta mais firme das autoridades líbias no que diz respeito à detenção de suspeitos que se encontram atualmente no país.</P><br />
<P>&#8220;A omissão nesse sentido constitui uma clara violação do mandato conferido por este Conselho&#8221;, sublinhou.</P></p>
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