Primeiro-ministro evoca “cooperação e convergência” com Seguro no período da “troika”

 O primeiro-ministro manifestou hoje “certeza absoluta” de que terá uma boa relação pessoal e institucional com o novo Presidente da República, António José Seguro, e evocou a “cooperação e convergência” entre ambos no período da troika.

Executive Digest com Lusa

O primeiro-ministro manifestou hoje “certeza absoluta” de que terá uma boa relação pessoal e institucional com o novo Presidente da República, António José Seguro, e evocou a “cooperação e convergência” entre ambos no período da troika.

Esta posição foi transmitida pelo líder do executivo em São Bento, em resposta a questões dos jornalistas, no final de uma reunião do Conselho de Ministros que foi presidido por Marcelo Rebelo de Sousa, que cessa funções como chefe de Estado na próxima segunda-feira.

Interrogado sobre o encontro que teve na semana passada com o Presidente da República eleito, no Palácio de Queluz, Luís Montenegro caracterizou-o como “muito produtivo, muito diversificado em relação aos temas tratados e empático”.

Depois, recordou os tempos em que António José Seguro desempenhou as funções de secretário-geral do PS entre 2011/2014, e ele, nesse mesmo período, de presidente do Grupo Parlamentar social-democrata, numa altura em que o Governo PSD/CDS era chefiado por Pedro Passos Coelho e em que Portugal se encontrava sob assistência financeira externa.

Nesse encontro que teve com António José Seguro, na semana passada, no Palácio de Queluz, na perspetiva do primeiro-ministro, “foi um reanimar de uma relação” que os dois tiveram na Assembleia da República durante vários anos.

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Uma relação que “teve depois uma expressão mais viva no período em que eu exercia as funções de presidente do Grupo Parlamentar do PSD e o doutor António José Seguro de secretário-geral do Partido Socialista”.

“Tivemos debates muito vivos, mas onde também imperou um espírito de cooperação e de convergência que era absolutamente essencial à época para ultrapassar a grave crise financeira que tinha, de resto, trazido a assistência financeira para o país”, completou o primeiro-ministro.

Sobre o seu mais recente encontro com o Presidente da República eleito, houve “um respeito recíproco muito assinalável”.

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“Do meu ponto de vista, expressa uma expectativa muito positiva relativamente ao relacionamento e cooperação institucional a partir da próxima segunda-feira. Tenho a certeza absoluta que nos vamos entender bem do ponto de vista pessoal e do ponto de vista institucional”, advogou.

Em última análise, esse quadro de boas relações pessoais e institucionais entre primeiro-ministro e Presidente da República, acrescentou Luís Montenegro, “cumpre aquilo que é também a expectativa do povo português que tomou a opção de escolher um Governo e que agora tomou a opção de escolher um Presidente da República”, acrescentou.

 

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