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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 May 2026 13:34:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Cidades, jovens e empresas exigem em Bruxelas mais fundos e travão à especulação na habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[União europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tema esteve em destaque esta terça-feira, em Bruxelas, num diálogo de alto nível organizado pelo Parlamento Europeu, através da Comissão de Habitação, e pela Comissão Europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise da habitação tornou-se um problema europeu e “transfronteiriço”, com autarcas, associações, sociedade civil e empresas a exigirem maior envolvimento nas soluções desenhadas a nível comunitário, noticia o &#8217;20 Minutos&#8217;. O tema esteve em destaque esta terça-feira, em Bruxelas, num diálogo de alto nível organizado pelo Parlamento Europeu, através da Comissão de Habitação, e pela Comissão Europeia.</p>
<p>O encontro contou com a participação de representantes do Banco Europeu de Investimento, do Instituto de Crédito Oficial espanhol, da Housing Europe, do presidente da Câmara de Roma, Roberto Gualtieri, e do Conselho Espanhol da Juventude, entre outros.</p>
<p>Em cima da mesa estiveram duas linhas principais de resposta: mais financiamento para aumentar a construção e medidas para conter a especulação, em particular no mercado de arrendamento.</p>
<p>“Uma casa não são apenas quatro paredes. É onde construímos as nossas vidas, onde os nossos filhos crescem. Onde as pessoas encontram estabilidade e dignidade”, afirmou Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu.</p>
<p>Para a líder maltesa, quando a habitação se torna inacessível, “tudo o resto se torna muito mais difícil”. Metsola classificou a crise como “inaceitável” e defendeu uma resposta coordenada entre instituições europeias, Estados-membros e autoridades locais.</p>
<p><strong>Próximo orçamento europeu será decisivo</strong></p>
<p>Roberta Metsola sublinhou que os Estados-membros e as autoridades locais são essenciais para encontrar soluções, através do investimento em habitação social, da reforma das normas de planeamento urbano e do apoio direto às famílias.</p>
<p>“A habitação acessível exige que todos nós, a nível europeu, nacional e local, trabalhemos juntos para o mesmo objetivo”, afirmou.</p>
<p>Neste contexto, o próximo orçamento de longo prazo da União Europeia, para o período 2028-2034, será uma peça central. Metsola defendeu que o novo quadro financeiro plurianual representa “uma oportunidade real” para orientar fundos europeus de forma estratégica para aquilo de que os cidadãos mais precisam.</p>
<p>A presidente do Parlamento Europeu deu exemplos concretos: um jovem casal que consegue finalmente comprar casa, uma enfermeira que pode viver na cidade onde trabalha ou uma família que deixa de ter de escolher entre aquecimento e comida.</p>
<p><strong>Teresa Ribera: habitação é crucial para “preservar a democracia”</strong></p>
<p>A vice-presidente da Comissão Europeia, Teresa Ribera, também defendeu que o acesso à habitação acessível se tornou um problema europeu. “É nisso que estamos a trabalhar para oferecer soluções”, afirmou.</p>
<p>Ribera enquadrou a habitação como um direito essencial para “preservar a democracia” em todo o continente. Para a responsável europeia, a resposta exige colaboração entre instituições, governos nacionais, autarquias e sociedade civil.</p>
<p>O diagnóstico, afirmou, é claro: “A Europa não só precisa de mais habitação, mas de habitação digna, sustentável e acessível.”</p>
<p>A vice-presidente da Comissão Europeia apresentou também as principais medidas em preparação por Bruxelas. Entre elas estão a mobilização de investimento, o redirecionamento de fundos europeus disponíveis e a negociação de um novo quadro financeiro plurianual que coloque as necessidades de habitação no centro das prioridades.</p>
<p><strong>Fundos públicos e privados na mesma plataforma</strong></p>
<p>Bruxelas quer ainda fornecer aos Estados-membros ferramentas para financiar projetos de habitação acessível de forma mais rápida e eficiente. Outra aposta passa por combinar fundos públicos e privados europeus através de uma plataforma pan-europeia de investimento em habitação.</p>
<p>Segundo Teresa Ribera, a União Europeia deve aprender com boas experiências e também com modelos que não funcionaram, de forma a encontrar respostas mais eficazes.</p>
<p>“Em todas as nossas ações, temos um objetivo claro: garantir que o acesso à habitação acessível não seja determinado pelo código postal, pelo rendimento ou pela idade, mas seja uma realidade em toda a nossa União”, afirmou.</p>
<p>A crise da habitação, que atinge de forma particular os jovens, os trabalhadores urbanos e as famílias com rendimentos médios e baixos, passou assim a ocupar um lugar central no debate europeu. Bruxelas quer acelerar soluções, mas o desafio será transformar financiamento, coordenação institucional e combate à especulação em casas acessíveis no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758296]]></sapo:autor>
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		<title>Este é o homem com o pior cargo em Chipre: o líder preso entre Erdogan e a União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No coração do chamado “problema cipriota”, há hoje uma figura que concentra sobre si expectativas, desconfianças e pressões externas. Trata-se de Tufan Erhürman, recentemente eleito líder da autoproclamada República Turca do Norte de Chipre, entidade reconhecida apenas pela Turquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No coração do chamado “problema cipriota”, há hoje uma figura que concentra sobre si expectativas, desconfianças e pressões externas. Trata-se de Tufan Erhürman, recentemente eleito líder da autoproclamada República Turca do Norte de Chipre, entidade reconhecida apenas pela Turquia. Entre as exigências de Ancara e o escrutínio da União Europeia, Erhürman enfrenta uma tarefa descrita por muitos como quase impossível: relançar negociações para reunificar uma ilha dividida desde 1974.</p>
<p>“Este é o momento, enquanto estiver Tufan Erhürman. Se nestes cinco anos não conseguirmos resolvê-lo, creio que será muito difícil fazê-lo”, afirma Chrysanthos Zannettos, dirigente do partido comunista cipriota AKEL, enquanto conduz à saída de Famagusta, cidade da qual é vice-presidente da câmara no plano administrativo do sul, apesar de nunca ali ter vivido. A cidade foi tomada pelo exército turco em 1974, após a invasão que se seguiu a um golpe de Estado em Nicósia apoiado por Atenas. Só em 2004, com a abertura parcial da chamada “linha verde”, os greco-cipriotas puderam regressar para visitas pontuais, embora os refugiados continuassem a votar simbolicamente nas suas autarquias “fantasma”.</p>
<p><strong>Varosha, a ferida aberta de 1974</strong><br />
Dentro de Famagusta, o bairro de Varosha permanece como símbolo da divisão. Encerrado pelo exército turco em agosto de 1974, ficou congelado no tempo: hotéis outrora luxuosos degradam-se, fachadas desmoronam-se e a vegetação reclama ruas abandonadas. Em 2020, as autoridades turco-cipriotas permitiram o acesso a algumas artérias, transformando o antigo epicentro turístico num cenário paradoxal onde bicicletas, trotinetes, gelados e fotografias convivem com edifícios em ruínas.</p>
<p>Ioulia, que abandonou a sua casa aos 20 anos e só regressou em 2020, aponta para a antiga residência familiar junto a uma das cafetarias mais emblemáticas de Varosha. “Da primeira vez que voltei estive um mês muito mal”, recorda. “Ainda guardo a chave.” A poucos metros, um bar de praia serve turistas sob o sol, com vista para a baía curva e os prédios abandonados. Antes de atravessar o controlo de acesso, Ioulia e Chrysanthos conversam cordialmente com guardas turco-cipriotas — também eles descendentes de deslocados, oriundos de Limassol, no sul. A cena contrasta com narrativas de ressentimento e memória traumática que persistem dos dois lados.</p>
<p>“Diz que os greco-cipriotas dizem sempre que não”, comenta Chrysanthos, resumindo a troca de palavras. E reconhece que, embora simplificada, a crítica contém algum fundo de verdade.</p>
<p><strong>Negociações falhadas e desconfianças acumuladas</strong><br />
Os esforços de reunificação conheceram dois fracassos marcantes. Em 2004, o plano Annan — que propunha uma república federal bizonal e bicomunitária — foi amplamente aprovado pelos turco-cipriotas, mas rejeitado pelos greco-cipriotas poucos dias antes da adesão de Chipre à União Europeia. Em 2017, as negociações de Crans-Montana colapsaram apesar de progressos significativos.</p>
<p>Em ambos os casos, os pontos críticos foram idênticos: garantias de segurança, presença militar turca no norte e definição concreta da igualdade política entre as duas comunidades. No segundo processo, a ala dura da equipa greco-cipriota teve papel determinante no impasse — grupo onde figurava Nikos Christodoulides, hoje Presidente da República de Chipre.</p>
<p>Há dúvidas quanto ao seu compromisso com uma solução federal. A tentativa de integrar Chipre no espaço Schengen é vista, por alguns, como potencial obstáculo: a adesão implicaria transformar as atuais passagens relativamente flexíveis da linha verde em fronteiras externas rígidas da União Europeia.</p>
<p><strong>Erhürman entre Ancara e Bruxelas</strong><br />
Eleito há cerca de seis meses com quase 63% dos votos, derrotando o presidente cessante Ersin Tatar, Erhürman rompeu com a linha de dois Estados defendida pelo seu antecessor. Antigo negociador, aposta numa solução federal, mas sabe que não é a figura preferida de Ancara, que via com melhores olhos um dirigente totalmente alinhado com a linha dura.</p>
<p>O território que lidera depende profundamente da Turquia, o que o obriga a gerir uma relação delicada com o Governo turco. Ao mesmo tempo, muitos turco-cipriotas sublinham que não se consideram turcos, reforçando a complexidade identitária do norte da ilha.</p>
<p>No sul, o contexto também não é favorável. Enquanto a economia e a estabilidade política sustentam uma perceção de segurança, a memória viva dos deslocados — muitos ainda defensores da reunificação — vai desaparecendo com o tempo. Em contraste, o partido neonazi ELAM, ligado ao extinto Aurora Dourada na Grécia, obteve 6,8% nas últimas eleições e poderá alcançar entre 15% e 17% nas legislativas previstas para o final de maio, impulsionado pelo voto jovem — segmento que já desempenhara papel relevante na rejeição do plano Annan.</p>
<p><strong>Demografia, medo e o fator Turquia</strong><br />
Hubert Faustmann, professor da Universidade de Nicósia e diretor da fundação Friedrich-Ebert-Stiftung em Chipre, mostra-se pessimista. Sublinha que os anos de separação e as mudanças demográficas não favorecem uma solução.</p>
<p>“O norte torna-se mais turco a cada dia, e se há algo em que os greco-cipriotas concordam é que a Turquia é o mal, é perigosa e mete medo”, afirma. Segundo o académico, cresce no sul o receio de um eventual “cavalo de Troia” turco numa ilha reunificada, o que torna “menos provável” a reunificação à medida que o tempo passa.</p>
<p>Entretanto, no norte, mesmo defensores da solução federal começam a ponderar alternativas. Entre as propostas discutidas está a definição de um calendário rígido de negociações e a criação de um mecanismo que, em caso de fracasso, permita retirar a entidade do norte do limbo jurídico em que se encontra desde 1983.</p>
<p><strong>Uma ilha marcada por divisões e memórias cruzadas</strong><br />
A complexidade cipriota revela-se em cada esquina de Famagusta. A antiga catedral gótica convertida em mesquita, com minarete otomano junto a fachada de inspiração francesa, simboliza camadas sucessivas de dominação. Dois turistas bebem cerveja à sombra de um sicómoro plantado em 1299 enquanto o muezim chama à oração.</p>
<p>Na estrada para Nicósia, dois bustos recordam Dervis Ali Kavazoglou, turco-cipriota, e Costas Misiaoulis, greco-cipriota, comunistas assassinados em 1965 por milicianos do TMT quando viajavam para uma reunião a favor da amizade intercomunitária. Os corpos foram encontrados abraçados. Em Chipre, parece haver um sofrimento particular reservado a quem tenta ultrapassar a divisão.</p>
<p>Nesse contexto, a afirmação de Chrysanthos ecoa como aviso e esperança: “Este é o momento, enquanto estiver Tufan Erhürman. Se nestes cinco anos não conseguirmos resolvê-lo, creio que será muito difícil fazê-lo.” Entre Ancara e Bruxelas, o homem com “o pior cargo em Chipre” joga uma partida cujo desfecho poderá definir o futuro da ilha dividida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758280]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Detidos mais 14 ou 15 polícias no caso de alegadas torturas na esquadra do Rato, em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades têm esta terça-feira em curso novas diligências de investigação no caso de alegada tortura de detidos na esquadra do Rato, em Lisboa, podendo vir a haver mais polícias detidos, anunciou o ministro da Administração Interna. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades têm esta terça-feira em curso novas diligências de investigação no caso de alegada tortura de detidos na esquadra do Rato, em Lisboa, podendo vir a haver mais polícias detidos, anunciou o ministro da Administração Interna. A CNN avança que já estarão a ser detidos 15 agentes enquanto o Correio da Manhã refere 14.</p>
<p>“Hoje estão a decorrer novas diligências e poderá haver novas detenções no final do dia de acordo com a prova que vier a ser carreada”, revelou Luís Neves, à margem das comemorações do 18.º aniversário da Unidades Especial de Polícia (UEP) da PSP, em Belas, Sintra.</p>
<p>O governante precisou que os suspeitos visados são todos polícias que exercem atualmente funções e “que de alguma forma poderão ter interagido com o comportamento desviante” ocorrido em 2024 e 2025 na esquadra do Rato.</p>
<p>Sem deixar de lembrar que há que “ter em conta a presunção de inocência”, o ministro com a tutela da PSP reiterou que “os comportamentos desviantes não são a prática habitual” na força policial e sublinhou que foi esta que denunciou o caso, estando a prestar “apoio e suporte total ao Ministério Público na investigação”.</p>
<p>Esta é a terceira operação policial desde julho de 2025 relacionada com alegações de tortura e violação por polícias de pessoas detidas na esquadra do Rato, na maioria toxicodependentes, estrangeiros e sem-abrigo.</p>
<p>Na primeira, foram detidos dois agentes da PSP, de 22 e 26 anos, e que vão ser julgados por crimes de tortura, violação e abuso de poder, entre outros, determinou em 27 de abril de 2026 o Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa.</p>
<p>Outros sete polícias foram detidos em março de 2026 e estão aguardar em prisão preventiva o desfecho da investigação, que poderá ou não culminar numa acusação do Ministério Público pelos mesmos crimes.</p>
<p>O caso deu origem a nove processos disciplinares e um processo de inquérito, este último sobre os polícias que assistiram aos vídeos das agressões partilhados num grupo de WhatsApp, adiantou, na altura, o inspetor-geral da Administração Interna, Pedro Figueiredo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758269]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>José Azevedo Pereira eleito presidente executivo do Banco Montepio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/jose-azevedo-pereira-eleito-presidente-executivo-do-banco-montepio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A assembleia-geral do Banco Montepio elegeu, na semana passada, José Azevedo Pereira como novo presidente executivo, sucedendo a Pedro Leitão, segundo informações recolhidas pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A assembleia-geral do Banco Montepio elegeu, na semana passada, José Azevedo Pereira como novo presidente executivo, sucedendo a Pedro Leitão, segundo informações recolhidas pela Lusa.</P><br />
<P>A assembleia-geral de 29 de abril elegeu os novos órgãos sociais até 2029. Contudo, no &#8216;site&#8217; do banco apenas é dito que a deliberação foi aprovada, mas não são indicados os membros que constituem os órgãos sociais.</P><br />
<P>Contactada, fonte oficial do banco não indicou os nomes, referindo que, como habitual, a informação será publicada no &#8216;site&#8217; quando os novos órgãos entrarem em funções.</P><br />
<P>Segundo informações recolhidas pela Lusa, a assembleia-geral aprovou como presidente executivo José Azevedo Pereira (antigo diretor da Autoridade Tributária e ex-presidente do EuroBic), que deverá iniciar funções ainda este mês.</P><br />
<P>Já era público que o atual líder, Pedro Leitão, não seria reconduzido pelo acionista do Banco Montepio, a Associação Mutualista Montepio Geral. </P><br />
<P>Pedro Leitão e a mutualista têm tido divergências, designadamente sobre os dividendos que o banco paga à casa-mãe.</P><br />
<P>Em novembro de 2025, em entrevista à Lusa, o presidente da mutualista tinha dito que esperava que o Banco Montepio pagasse mais dividendos à mutualista (sua dona) nos próximos anos.</P><br />
<P>&#8220;Tem ainda um potencial de remuneração maior. Desde 2012 que não havia dividendos. Há dois anos tivemos os primeiros dividendos, no ano passado também. Na medida em que o banco também tem um melhor desempenho, é natural que os dividendos vão subindo. Face ao capital investido, temos expectativas de um maior volume de dividendos no futuro próximo e de forma crescente&#8221;, afirmou então Virgílio Lima.</P><br />
<P>Face aos resultados de 2025 (lucros de 103,8 milhões de euros), o banco pagará à mutualista 36 milhões de euros (proposta também aprovada na assembleia geral da semana passada).</P><br />
<P>Há duas semanas, a Lusa questionou o banco sobre se os 36 milhões de euros não são insuficientes face às expectativas da mutualista. Em resposta, fonte oficial disse que os dividendos propostos são mais 20% do que em 2024 e os segundos maiores na história do banco.</P><br />
<P>Afirmou ainda que a proposta de dividendos &#8220;reflete um equilíbrio entre a remuneração dos acionistas e a manutenção de níveis de capital adequados, particularmente relevantes num contexto marcado pela incerteza, bem como pela necessidade de financiamento orgânico do crescimento do banco&#8221;, incluindo concessão de mais crédito.</P><br />
<P>Ainda na assembleia-geral da semana passada foi decidido o fim dos mandatos dos atuais presidentes das comissões de auditoria, riscos e nomeações, saindo Clementina Barroso, Florbela Lima e Cândida Peixoto, respetivamente.</P><br />
<P>Laura Chaves (também vogal da administração) vai presidir à Comissão de Auditoria.</P><br />
<P>Já o atual presidente não executivo (&#8216;chairman&#8217;) do banco, Manuel Ferreira Teixeira, mantém-se no cargo. </P><br />
<P>A Associação Mutualista Montepio Geral &#8211; com mais de 600 mil associados &#8211; é o topo do grupo Montepio e tem várias empresas, incluindo seguradoras e o Banco Montepio.</P><br />
<P>Esta segunda-feira, o Banco Montepio divulgou que, no primeiro trimestre, o lucro consolidado caiu 31% para 23,6 milhões de euros.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758281]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Surto de hantavírus: OMS procura passageiros de voo em que viajou uma das vítimas mortais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) está a tentar localizar os passageiros de um voo com destino a Joanesburgo no qual viajou uma das vítimas mortais do surto de hantavírus declarado a bordo do cruzeiro MV Hondius, atualmente ao largo de Cabo Verde. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) está a tentar localizar os passageiros de um voo com destino a Joanesburgo no qual viajou uma das vítimas mortais do surto de hantavírus declarado a bordo do cruzeiro MV Hondius, atualmente ao largo de Cabo Verde. A organização admite a possibilidade de o vírus se ter propagado entre humanos e iniciou um processo de rastreio de contactos.</p>
<p>O alerta surge após a confirmação de três mortes associadas ao surto. Entre as vítimas está uma mulher neerlandesa que viajou num voo entre a ilha de Santa Helena e Joanesburgo, depois de ter desembarcado do navio com problemas de saúde. O marido da passageira também morreu.</p>
<p>De acordo com a OMS, a mulher desembarcou em Santa Helena no dia 24 de abril, apresentando sintomas gastrointestinais. O seu estado clínico agravou-se durante o voo para Joanesburgo e a passageira acabaria por morrer a 26 de abril.</p>
<p>Face a esta evolução, as autoridades sanitárias internacionais decidiram incluir nesse processo de rastreabilidade todos os passageiros do referido voo, numa tentativa de identificar eventuais contactos de risco. A OMS está igualmente a acompanhar pessoas que morreram ou que apresentam sintomas compatíveis com infeção por hantavírus.</p>
<p>A organização considera que existe a possibilidade de transmissão entre humanos, embora sublinhe que esse cenário exige condições muito específicas.</p>
<p><strong>Contágio exige proximidade física significativa</strong><br />
A OMS esclareceu que a transmissão interpessoal do hantavírus apenas ocorre quando existe “grande proximidade física”. Ainda assim, a entidade mantém a hipótese sob avaliação e acompanha de perto os contactos mais próximos dos casos confirmados e suspeitos.</p>
<p>Apesar disso, a explicação considerada mais plausível neste momento aponta para uma infeção ocorrida fora do navio.</p>
<p>“Tendo em conta a duração do período de incubação do hantavírus, que pode oscilar entre uma e seis semanas, a nossa hipótese é que se infetaram fora do barco”, afirmou Maria Van Kerkhove, diretora de prevenção e preparação para epidemias e pandemias da OMS.</p>
<p>A responsável acrescentou que, considerando a cronologia dos casos conhecidos — “os seis ou sete casos suspeitos, se contarmos com o que se encontra bem, os pacientes iniciais, o primeiro caso e a sua esposa” —, tudo indica que os passageiros “embarcaram na Argentina” já potencialmente expostos ao vírus.</p>
<p>“Assim, a nossa hipótese de trabalho, tendo em conta a cronologia dos casos (&#8230;), é que eles embarcaram na Argentina e que se infetaram enquanto realizavam alguma atividade ali”, explicou Van Kerkhove.</p>
<p><strong>Hipótese de infeção em terra ganha força</strong><br />
O cruzeiro MV Hondius oferecia uma viagem de expedição, com vários participantes dedicados à observação de aves e outras atividades relacionadas com fauna selvagem. Este detalhe é considerado relevante pelas autoridades sanitárias, uma vez que o hantavírus é uma infeção zoonótica — transmitida por animais, sobretudo roedores.</p>
<p>A OMS privilegia, por isso, o cenário de que os passageiros terão contraído o vírus em terra, antes de embarcarem, juntando-se posteriormente aos restantes viajantes já durante o período de incubação.</p>
<p>Maria Van Kerkhove recordou ainda que o navio efetuou escalas em várias ilhas ao longo da costa africana, algumas das quais com elevada presença de roedores. Nesse contexto, admitiu que “também poderia haver alguma fonte de infeção nas ilhas para alguns dos outros casos suspeitos”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758264]]></sapo:autor>
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		<title>Infarmed disponível para rever e ajustar a decisão sobre sensores de glicose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:58:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Infarmed manifestou-se hoje disponível para rever e ajustar a sua decisão de permitir a prescrição de sensores de monitorização da glicose como genéricos, após críticas da Ordem dos Médicos e da Sociedade Portuguesa de Diabetologia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Infarmed manifestou-se hoje disponível para rever e ajustar a sua decisão de permitir a prescrição de sensores de monitorização da glicose como genéricos, após críticas da Ordem dos Médicos e da Sociedade Portuguesa de Diabetologia.</P><br />
<P>A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) adiantou à Lusa que está a &#8220;auscultar as entidades envolvidas e que manifestaram preocupações com a prescrição por descrição genérica, estando disponível para rever e realizar os ajustes que venham a ser necessários&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está uma circular informativa divulgada em abril, na qual o Infarmed considera a necessidade de alterar o modelo de prescrição destes dispositivos médicos, passando a ser efetuada à semelhança dos medicamentos genéricos, em substituição das receitas por marca comercial que estavam em vigor.</P><br />
<P>No documento, a autoridade nacional justificou a alteração com a garantia de &#8220;um maior acesso a estas tecnologias de saúde&#8221;, tendo em conta que tem sido reforçada a oferta de sensores de monitorização contínua da glicose no sangue, que permitem aos diabéticos evitar as picadas no dedo, existindo atualmente alternativas comparticipadas.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a Ordem dos Médicos exigiu a revogação da medida, alegando que representa um &#8220;perigo real&#8221; para a segurança dos doentes, e a Sociedade Portuguesa de Diabetologia classificou-a como um &#8220;retrocesso clínico sem precedentes&#8221;.</P><br />
<P>As duas entidades alertaram que, ao contrário dos medicamentos genéricos, os sistemas de medição contínua da glicose não são equivalentes entre si, uma vez que cada dispositivo apresenta características únicas que determinam a sua adequação a cada doente.</P><br />
<P>Na resposta enviada hoje à Lusa, o Infarmed salientou que o papel do médico prescritor destes sensores &#8220;mantém-se particularmente relevante&#8221;, tal como acontece com outras tecnologias de saúde, contribuindo para uma escolha informada por parte do utente.</P><br />
<P>De acordo com a autoridade nacional, este modelo não impõe a substituição do sensor de medição da glicose atualmente utilizado por cada utente, introduzindo, pelo contrário, maior flexibilidade.</P><br />
<P>&#8220;A alteração introduz maior flexibilidade, permitindo a substituição do sensor quando tal corresponda a uma opção informada do utente, após esclarecimento prestado pelo médico prescritor em consulta, ou em situações de escassez ou falhas no abastecimento do mercado&#8221;, adiantou o Infarmed.</P><br />
<P>Referiu ainda que a prescrição de sensores como genéricos privilegia a escolha informada do utente relativamente aos dispositivos médicos disponíveis que cumpram a prescrição do seu médico, não sendo, por isso, expectável que um utente altere o dispositivo que utiliza de forma frequente.</P><br />
<P>O Infarmed adiantou também que tem mantido uma &#8220;estreita articulação&#8221; com as empresas e outras entidades envolvidas, prestando &#8220;esclarecimentos e mantendo toda a disponibilidade para reunir&#8221; sobre esta matéria. </P><br />
<P>Segundo adiantou, foram fornecidos esclarecimentos à Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, à Sociedade Portuguesa de Diabetologia e à Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, para além das empresas do setor, estando o Infarmed ainda em articulação com a Direção-Geral da Saúde, no âmbito do Programa Nacional para a Diabetes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758267]]></sapo:autor>
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		<title>Quatro em 10 estudantes da Universidade de Lisboa sentem ansiedade frequentemente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quarenta por cento dos estudantes da Universidade de Lisboa têm crises de ansiedade frequentemente e 35% raramente, indica um estudo sobre saúde mental da Associação Académica da universidade, que é apresentado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quarenta por cento dos estudantes da Universidade de Lisboa têm crises de ansiedade frequentemente e 35% raramente, indica um estudo sobre saúde mental da Associação Académica da universidade, que é apresentado hoje.</P><br />
<P>&#8220;O inquérito confirma níveis elevados de ansiedade, desmotivação, isolamento, dificuldade em dormir e vontade de desistir dos estudos, ao mesmo tempo que evidencia o peso da precariedade financeira e das condições de vida no agravamento do sofrimento psicológico&#8221;, conclui o estudo com base num inquérito telefónico realizado entre 19 de fevereiro e 6 de março.</P><br />
<P>O Estudo sobre a Saúde Mental dos Estudantes da Universidade de Lisboa revela ainda que apenas 5% dos inquiridos diz nunca sentir crises de ansiedade, enquanto 3% declara &#8220;vivê-las sempre, o que confirma que a ansiedade é uma experiência comum na amostra&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, são 83% os que respondem que &#8220;às vezes&#8221; se sentem bem física e psicologicamente, enquanto 34% referem ter sempre dificuldades em dormir bem e 41% o experienciam às vezes.</P><br />
<P>O desinteresse ou desmotivação em relação às tarefas diárias é sentido ocasionalmente por 72% dos inquiridos e sempre por 20%, tendo 40% indicado que frequentemente tem vontade de se isolar de amigos ou familiares.</P><br />
<P>&#8220;Os dados de rastreio revelam sinais relevantes de sofrimento psicológico entre os estudantes&#8221;, refere o estudo desenvolvido pela Associação Académica da Universidade de Lisboa (AAUL), com base numa amostra de 503 alunos, 77,5% do género feminino e 44,5% dos quais tem entre 18 e 20 anos, enquanto 35% tem entre 21 e 23 anos. Dos participantes, 22% são bolseiros.</P><br />
<P>De acordo com o estudo, 56% dos inquiridos responde &#8220;já ter ponderado desistir dos estudos por esgotamento psicológico&#8221;, valor que entre os bolseiros é ligeiramente superior (59%).</P><br />
<P>Um estudo divulgado em junho do ano passado, intitulado &#8220;Ecossistemas de Aprendizagem Saudáveis nas Instituições de Ensino Superior em Portugal&#8221; e que envolveu mais de 2.300 alunos, mostrou que 40% dos estudantes do ensino superior consomem psicotrópicos e que um em cada 10 toma anfetaminas ou estimulantes, revelando níveis elevados de esgotamento e falta de apoio psicológico.</P><br />
<P>A este nível, o estudo da associação académica refere que &#8220;65% dos estudantes afirmam não conhecer o cheque psicólogo, o que mostra uma baixa literacia sobre este apoio&#8221;, e que &#8220;apenas 35% dizem conhecer esta medida&#8221;, sendo que, &#8220;entre estes, só 9% já a utilizaram, o que revela uma adesão muito reduzida&#8221; o que &#8220;pode indicar desconhecimento, dificuldade de acesso ou pouca confiança nos mecanismos disponíveis&#8221;. </P><br />
<P>O programa dos cheques-psicólogo, para garantir consultas gratuitas a estudantes do ensino superior, foi lançado em setembro de 2024 e suspenso um ano depois para, segundo o Governo, ser reformulado e alargado a todos os jovens.</P><br />
<P>A entrada em vigor da nova versão foi prevista para o primeiro semestre deste ano.</P><br />
<P>&#8220;Os dados recolhidos pela AAUL mostram que a saúde mental no ensino superior tem de ser tratada como um problema estrutural que afeta de forma direta a permanência, o desempenho e o bem-estar dos estudantes&#8221;, conclui o estudo.</P><br />
<P>Considerando &#8220;ainda insuficiente&#8221; a resposta pública, alerta que &#8220;muitos dos apoios existentes dependem de financiamento temporário do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência], com término previsto para 31 de agosto de 2026&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A principal mensagem que resulta da análise destes dados, conjugada com uma leitura da realidade atual, é que sem um financiamento estável, um acesso efetivo e serviços permanentes e, sobretudo, bem divulgados, não será possível garantir uma verdadeira política de saúde mental no ensino superior&#8221;, assinala.</P><br />
<P>A AAUL apresenta o estudo hoje à tarde em conferência de imprensa.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758265]]></sapo:autor>
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		<title>Governo avança com taxa sobre lucros extraordinários das petrolíferas para responder à crise dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:39:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[António Miranda Sarmento]]></category>
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		<category><![CDATA[petrolíferas]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, confirmou esta terça-feira, em Bruxelas, que o Governo português vai avançar com uma taxa sobre os lucros extraordinários das empresas petrolíferas, medida que poderá também abranger o setor da distribuição alimentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, confirmou esta terça-feira, em Bruxelas, que o Governo português vai avançar com uma taxa sobre os lucros extraordinários das empresas petrolíferas, medida que poderá também abranger o setor da distribuição alimentar. O anúncio surge num contexto de forte pressão sobre os preços dos combustíveis e será calibrado à luz da realidade económica atual, sendo apresentado primeiro ao Parlamento e só depois comunicado ao país.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, ao início da tarde, o governante explicou que Portugal já tinha, há cerca de um mês, subscrito com outros Estados-membros, designadamente Alemanha e Espanha, uma carta dirigida à Comissão Europeia defendendo a criação de um mecanismo europeu de tributação destes lucros. “A Comissão deveria, a nível europeu, propor uma tributação, mas se não o fizesse, que deixasse a cada Estado-membro essa decisão”, afirmou. Segundo Miranda Sarmento, Bruxelas veio entretanto permitir que cada país avance com soluções próprias.</p>
<p>O modelo a adotar terá por base a experiência de 2022, mas com ajustamentos. “O que nós faremos é, com base naquilo que foi feito em 2022, vamos procurar melhorar e calibrar essas medidas”, indicou, sublinhando que “a situação hoje é diferente de 2022”. Atualmente, frisou, a principal pressão incide sobre os preços dos combustíveis, ao contrário do cenário generalizado de inflação registado há quatro anos. “A nossa inflação sem energia e bens alimentares continua próxima dos 2% e, portanto, as medidas serão calibradas e ajustadas ao contexto atual”, acrescentou, considerando prematuro avançar já com estimativas de receita.</p>
<p><strong>Apoios devem ser direcionados para quem mais precisa</strong><br />
O ministro começou por enquadrar a opção do Executivo com dois princípios orientadores. Em primeiro lugar, salientou que “os apoios, quando são generalizados para a população toda, a maior parte do seu benefício é capturado pelas pessoas de maiores rendimentos”. Em segundo, advertiu que, existindo “pouca margem orçamental”, os recursos públicos devem ser utilizados com critério.</p>
<p>Apesar de reconhecer que Portugal é atualmente “dos países que têm, neste momento, uma situação orçamental mais favorável”, Miranda Sarmento alertou que essa vantagem não pode ser perdida. Assim, defendeu que os apoios devem ser “sobretudo, direcionados para famílias de menores rendimentos e para setores que estão a ser profundamente atingidos por esta crise do preço dos combustíveis”.</p>
<p>Entre os setores mais afetados, destacou os transportes de mercadorias e passageiros em regime de obrigações de serviço público e a agricultura, referindo concretamente o gasóleo agrícola e os fertilizantes. Segundo o ministro, foi essa a lógica seguida até agora pelo Governo.</p>
<p><strong>Desconto no ISP mantém-se enquanto preços estiverem acima do referencial</strong><br />
No plano das medidas em vigor, Miranda Sarmento recordou que existe uma componente geral aplicável a todos os consumidores — a consignação da receita adicional do IVA à redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) — complementada por apoios setoriais.</p>
<p>Questionado sobre uma eventual revisão do desconto generalizado no ISP, o ministro foi claro: “Relativamente ao desconto geral do ISP que todos beneficiam na bomba de combustível, enquanto o preço estiver 10 cêntimos acima daquilo que era o preço de referência antes do conflito, no dia 2 de março, enquanto o preço estiver 10 cêntimos acima, nós automaticamente desceremos ou subiremos o desconto do ISP em função da subida ou descida do preço dos combustíveis.”</p>
<p>O governante sublinhou ainda que, segundo um estudo do Fundo Monetário Internacional, Portugal é o segundo país da União Europeia em que os apoios aprovados no contexto da crise associada ao Irão têm maior peso em percentagem do PIB. “Nós estamos a ajudar, ajudamos rápido, estamos a ajudar bastante, mas sempre procurando ser direcionado e usando bem os recursos públicos”, afirmou.</p>
<p><strong>Diferenças face a 2022 e resposta às críticas políticas</strong><br />
Confrontado com declarações feitas em 2022 pelo então líder da oposição, hoje primeiro-ministro, que classificara a taxa sobre lucros extraordinários como “popular e demagógica”, Miranda Sarmento respondeu que “o contexto hoje é muito diferente”.</p>
<p>O ministro apontou, desde logo, a redução da carga fiscal entretanto concretizada. “Este Governo já reduziu vários impostos: reduziu quatro vezes o IRS, fez várias reduções de IRC e continuarão até 2028, uma isenção de IMT e de imposto de selo na compra da primeira casa por parte dos jovens abaixo dos 35”, enumerou.</p>
<p>Da mesma forma, salientou que a natureza da inflação mudou. Em 2022, o aumento dos preços era generalizado e não resultava apenas do choque provocado pela invasão da Ucrânia pela Rússia. “Na altura, o problema da inflação já era um problema generalizado e que não decorria apenas do choque da invasão da Ucrânia por parte da Rússia, que gerou um choque no preço da energia e dos bens alimentares, mas que já vinha atrás”, explicou.</p>
<p>Recordando o período pós-pandemia, o ministro referiu que, a partir do verão de 2021, se registou “um choque de procura”, impulsionado pelo fim das restrições sanitárias e pelo excesso de liquidez existente, que levou a um “aumento substancial do consumo, sem que a produção tenha retomado logo os níveis pré-pandemia”. Esse desfasamento contribuiu para a escalada inflacionista da época.</p>
<p>Agora, com a inflação subjacente próxima dos 2% e a pressão concentrada nos combustíveis, o Executivo entende que há condições para avançar com uma tributação específica dos lucros extraordinários das petrolíferas, enquadrada numa estratégia que combina prudência orçamental, seletividade nos apoios e resposta direta à crise energética.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758105]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UE com acordo para reforçar combate à fraude do IVA que gera até 32,8 mil milhões de euros por ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ue-com-acordo-para-reforcar-combate-a-fraude-do-iva-que-gera-ate-328-mil-me-por-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho da União Europeia alcançou hoje um acordo provisório para reforçar o combate à fraude ao imposto sobre o valor acrescentado (IVA), através de uma maior cooperação entre os Estados-membros e os organismos europeus de investigação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da União Europeia alcançou hoje um acordo provisório para reforçar o combate à fraude ao imposto sobre o valor acrescentado (IVA), através de uma maior cooperação entre os Estados-membros e os organismos europeus de investigação.</p>
<p>Em causa está um primeiro aval a novas regras para intensificar a colaboração com a Procuradoria Europeia (EPPO) e o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF), permitindo-lhes um &#8220;acesso mais direto a dados essenciais de IVA sobre transações comerciais transfronteiriças&#8221; na União Europeia (UE).</p>
<p>Segundo o Conselho da UE, o objetivo é acelerar investigações e melhorar a coordenação entre autoridades nacionais e europeias, num contexto em que a fraude ao IVA &#8211; em particular a chamada fraude em carrossel &#8211; continua a causar perdas significativas.</p>
<p>De acordo com dados da Comissão Europeia, este tipo de criminalidade custa entre 12,5 mil milhões e 32,8 mil milhões de euros por ano aos cofres públicos dos Estados-membros e ao orçamento comunitário, sendo frequentemente associado a redes de crime organizado.</p>
<p>Na prática, as novas regras permitirão ao EPPO e ao OLAF aceder diretamente à informação necessária para iniciar e apoiar investigações sobre suspeitas de fraude transfronteiriça ao IVA, reforçando a capacidade da UE para proteger os seus interesses financeiros.</p>
<p>A medida assume a forma de uma revisão do regulamento sobre cooperação administrativa no domínio do IVA e integra-se num conjunto mais amplo de iniciativas europeias para combater a evasão fiscal, incluindo a digitalização das obrigações de reporte até 2030.</p>
<p>O texto terá ainda de ser validado pelo Parlamento Europeu, o que deverá acontecer em julho de 2026, antes da adoção formal pelo Conselho.</p>
<p>A entrada em vigor está prevista para 20 dias após a publicação no Jornal Oficial da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758239]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Viena é &#8216;ninho&#8217; de espiões: Autoridades austríacas denunciam &#8220;floresta de antenas&#8221; na embaixada russa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades austríacas expulsaram, há algumas semanas, três diplomatas russos suspeitos de atividades de espionagem, numa decisão que marca um endurecimento da posição de Viena face à presença russa no país. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades austríacas expulsaram, há algumas semanas, três diplomatas russos suspeitos de atividades de espionagem, numa decisão que marca um endurecimento da posição de Viena face à presença russa no país. A televisão pública ORF revelou que o Ministério Público austríaco abriu uma investigação aos três indivíduos, suspeitos de integrarem operações de vigilância a partir de infraestruturas instaladas em edifícios diplomáticos russos na capital. Como Moscovo não levantou a imunidade diplomática dentro do prazo estipulado, os visados foram declarados persona non grata e já abandonaram o território austríaco.</p>
<p>Segundo as autoridades, os diplomatas utilizavam uma rede de antenas colocadas nos telhados da embaixada russa, de um edifício no centro de Viena e de um complexo residencial destinado a diplomatas russos na periferia da cidade. Estas estruturas permitiriam intercetar comunicações transmitidas por satélite por organizações internacionais sediadas na capital austríaca. O embaixador russo foi convocado em meados de abril ao Ministério dos Negócios Estrangeiros para prestar esclarecimentos sobre as alegadas atividades de vigilância em duas instalações diplomáticas. Sob pressão austríaca, parte do equipamento terá já sido desmontado, embora não seja conhecida a sua dimensão exata nem todas as localizações.</p>
<p>Desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, a Rússia é acusada de ter expandido progressivamente esta infraestrutura, transformando Viena num dos principais centros de espionagem internacional. A capital austríaca alberga a terceira sede das Nações Unidas, depois de Nova Iorque e Genebra, e acolhe organizações como o Organismo Internacional de Energia Atómica (OIEA), a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). Apesar de ser membro da União Europeia, a Áustria mantém um estatuto de neutralidade desde 1955 e não integra a NATO, circunstância que reforça o seu papel como plataforma diplomática — e, segundo vários analistas, também como centro de inteligência.</p>
<p>De acordo com a ORF, entre seis e oito antenas estariam instaladas apenas no telhado da embaixada russa, sendo que pelo menos uma teria capacidade para intercetar sinais que não lhes eram destinados. Um diplomata europeu de alto nível, citado por responsáveis em Viena, afirmou que Moscovo tem estado a monitorizar “as comunicações governamentais e militares dos países da NATO” a partir da Áustria, descrevendo a cidade como “o seu centro de operações europeu”. Viena estaria ainda “numa posição ótima” para esse efeito, encontrando-se a pouco mais de 100 quilómetros de uma das principais estações de comunicações por satélite da Europa. O Ministério do Interior austríaco recusou comentar além do relatório mais recente da Rede de Segurança Digital (DSN), enquanto a embaixada russa não respondeu aos pedidos de esclarecimento.</p>
<p>A legislação austríaca proíbe explicitamente apenas a espionagem dirigida contra interesses nacionais do país. Desde o início do conflito na Ucrânia, Viena expulsou 14 diplomatas russos, mas cerca de 220 continuam acreditados em várias representações russas. Os serviços de informações austríacos estimam que aproximadamente 500 diplomatas russos permaneçam no país e que até um terço possa estar envolvido em atividades de inteligência. Num relatório recente, a missão russa em Viena é descrita como um “ponto estratégico importante” para Moscovo, salientando-se que o número elevado de diplomatas não se justifica apenas pelas relações bilaterais ou pela presença de organizações internacionais.</p>
<p>A crescente preocupação com a espionagem russa não se limita ao plano diplomático. Em setembro do ano passado, a empresa energética austríaca OMV despediu um trabalhador suspeito de espiar para a Rússia, decisão anunciada pelo presidente executivo Alfred Stern e divulgada pelo semanário Profil, que referiu que o funcionário, oriundo da Europa de Leste, mantinha encontros regulares com um diplomata russo. Paralelamente, um documento do Instituto Espanhol de Estudos Estratégicos indica que, após a expulsão de centenas de diplomatas na Europa, Moscovo adaptou a sua estratégia, recorrendo a “agentes descartáveis” recrutados através de redes sociais e plataformas digitais, e intensificando ações híbridas como desinformação, ciberataques e sabotagens. As autoridades europeias alertam que esta ameaça visa desestabilizar a NATO e a União Europeia, exigindo um reforço urgente das capacidades de segurança e defesa dos Estados-membros.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758223]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>UE gasta 127 milhões de euros em consultores de energia e clima e enfrenta acusações de influência externa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os gastos da Comissão Europeia com consultoras externas na área da energia dispararam mais de 400% na última década.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia aumentou de forma expressiva os seus gastos com consultoras externas na área da energia e clima, registando uma subida superior a 400% desde 2014. Segundo o Financial Times, este crescimento reflete a necessidade de reforçar recursos humanos para lidar com uma agenda cada vez mais complexa e burocrática.</p>
<p>Os gastos totais da Comissão com serviços de consultoria em todas as áreas políticas cresceram 173% entre 2014 e 2024, atingindo 1,45 mil milhões de euros. No entanto, foi no setor da energia e clima que se verificou o aumento mais significativo, com uma subida de 433%, alcançando 127 milhões de euros.</p>
<p>Este crescimento está diretamente ligado ao desenvolvimento do Pacto Ecológico Europeu, a principal iniciativa ambiental da União Europeia, lançada em 2019 sob liderança de Ursula von der Leyen. O plano estabelece a meta de neutralidade carbónica até 2050 e implicou a criação de extensa legislação para transformar a economia europeia.</p>
<p><strong>Críticas sobre conflitos de interesse</strong></p>
<p>Apesar da justificação oficial, a crescente dependência de consultoras externas tem levantado preocupações. Segundo o Financial Times, várias organizações alertam para possíveis conflitos de interesse, uma vez que algumas destas empresas trabalham simultaneamente para instituições europeias e para grupos industriais que fazem lobbying nas mesmas áreas.</p>
<p>Um exemplo citado envolve a empresa norte-americana Guidehouse, que entre 2020 e 2024 recebeu pelo menos 11 contratos da Comissão para apoiar políticas relacionadas com o hidrogénio. Paralelamente, esteve envolvida em iniciativas ligadas a grupos de interesse da indústria do gás, como o Gas for Climate e o European Hydrogen Backbone.</p>
<p><strong>Regulamentação e pressão da indústria</strong></p>
<p>O aumento da produção legislativa no âmbito ambiental tem também gerado críticas por parte da indústria, que considera algumas regras excessivamente complexas e prejudiciais ao crescimento económico. Algumas medidas já foram revistas ou suavizadas, incluindo regras de reporte ambiental e a proibição de veículos com motores de combustão a partir de 2035.</p>
<p>Além disso, instituições europeias de controlo já tinham alertado para fragilidades na gestão de conflitos de interesse. Um relatório do Tribunal de Contas Europeu, citado pelo Financial Times, concluiu que as orientações existentes não cobrem adequadamente os riscos associados às atividades paralelas das consultoras.</p>
<p><strong>Bruxelas defende recurso a especialistas externos</strong></p>
<p>Em resposta às críticas, a Comissão Europeia afirma que o recurso a conhecimento externo é prática comum, especialmente num contexto de expansão de políticas complexas como as do Pacto Ecológico. A instituição garante ainda que existem mecanismos rigorosos de verificação de conflitos de interesse e sublinha que os consultores não são responsáveis pela tomada de decisões políticas.</p>
<p>Ainda assim, o debate mantém-se ativo em Bruxelas, sobretudo em áreas sensíveis como a política do hidrogénio, onde ativistas climáticos questionam a eficácia dos investimentos face a alternativas mais eficientes, como a eletrificação.</p>
<p>Esta discussão deverá intensificar-se à medida que a Comissão avança com reformas internas e aposta no uso de inteligência artificial para otimizar a elaboração de políticas públicas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758057]]></sapo:autor>
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		<title>Trump chama Zelensky de “complicado”, mas elogia Ucrânia: “Eles sabem lutar”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente americano disse que “gosta” de Zelensky e que “sempre” se deu “mais ou menos bem” com ele]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump afirmou que mantém, no geral, uma relação positiva com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apesar de o ter descrito como um homem “complicado” numa entrevista ao canal pró-MAGA Salem News Channel, noticia o &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>A declaração surgiu quando o entrevistador elogiou a disponibilidade de Zelensky para prestar ajuda em defesa aérea a vários Estados do Golfo atacados pelo Irão. Trump respondeu sublinhando que os Estados Unidos têm “excelente material de drones” e classificou o líder ucraniano como “complicado”.</p>
<p>Apesar da observação, o presidente americano disse que “gosta” de Zelensky e que “sempre” se deu “mais ou menos bem” com ele. Trump referiu ainda um momento tenso num encontro anterior na Casa Branca, que descreveu como “um pouco agressivo” da parte do presidente ucraniano, sem dar mais detalhes.</p>
<p><strong>“Os ucranianos sabem lutar”</strong></p>
<p>Na mesma entrevista, Trump afirmou que tanto a Ucrânia como a Rússia estão a sofrer pesadas perdas na guerra. Acrescentou que Kiev continua a perder território, mas deixou também um elogio à capacidade de resistência ucraniana. “Os ucranianos sabem lutar”, afirmou.</p>
<p>Trump voltou a insistir que a sua prioridade é alcançar uma solução negociada para o conflito. “Queremos chegar a um acordo”, disse, sugerindo que continua a privilegiar uma saída diplomática para pôr fim à guerra.</p>
<p>As declarações surgem num momento em que a posição dos Estados Unidos em relação ao apoio militar à Ucrânia volta a estar sob escrutínio em Washington, especialmente devido aos atrasos na libertação de verbas já aprovadas pelo Congresso.</p>
<p><strong>Ajuda militar desbloqueada após semanas de atraso</strong></p>
<p>O secretário da Defesa americano, Pete Hegseth, disse aos legisladores, na quarta-feira, que o Pentágono libertou 400 milhões de dólares, cerca de 341 milhões de euros, em assistência militar à Ucrânia aprovada pelo Congresso, depois de várias semanas de atraso.</p>
<p>A decisão seguiu-se a críticas do senador republicano Mitch McConnell, que acusou o Departamento da Defesa de estar a reter fundos autorizados. Num artigo de opinião publicado no &#8216;Washington Post&#8217; a 28 de abril, McConnell afirmou que a ajuda estava “a ganhar pó”, apesar do apoio bipartidário, e defendeu que apoiar a Ucrânia é um investimento estratégico na segurança dos Estados Unidos.</p>
<p>Deputados e senadores dos dois partidos questionaram por que razão os fundos não tinham sido disponibilizados mais cedo. A discussão ganha peso numa altura em que Washington enfrenta custos militares crescentes noutras frentes, incluindo operações no Irão, o que levanta dúvidas sobre a capacidade dos Estados Unidos para sustentarem, em simultâneo, o apoio à Ucrânia e outros compromissos militares.</p>
<p><strong>Relação ambígua com Kiev</strong></p>
<p>A entrevista reforça a ambiguidade da relação entre Trump e Zelensky. Por um lado, o presidente americano diz gostar do líder ucraniano e reconhece a capacidade de combate das forças de Kiev. Por outro, continua a insistir numa solução negociada e descreve Zelensky como uma figura difícil.</p>
<p>Para a Ucrânia, essa ambiguidade continua a ser politicamente sensível. Kiev depende do apoio militar americano para manter a resistência contra a Rússia, mas enfrenta uma administração que quer reduzir custos, negociar o fim da guerra e gerir novas pressões militares no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758152]]></sapo:autor>
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		<title>Trump reabre conflito com o Papa e acusa-o de “colocar em risco muitos católicos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[papa leão xiv]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ataques mais recentes surgem após semanas de tensão entre Trump e o Papa, que têm divergido em vários temas, incluindo conflitos internacionais e imigração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar o líder da Igreja Católica, o Papa Leo XIV, acusando-o de “colocar muitos católicos em risco” devido às suas posições sobre o Irão e armamento nuclear.</p>
<p>De acordo com o The Independent, Trump fez estas declarações durante uma entrevista no programa The Hugh Hewitt Show, quando discutia o caso do empresário de Hong Kong Jimmy Lai, atualmente preso. O Presidente norte-americano afirmou que pretende abordar o tema com o líder chinês Xi Jinping ainda este mês.</p>
<p>No entanto, quando questionado sobre o possível papel do Papa neste caso, Trump desviou o foco para uma crítica direta ao pontífice. Segundo o The Independent, o Presidente afirmou que o Papa “preferia falar sobre o facto de ser aceitável o Irão ter uma arma nuclear”, acrescentando que considera essa posição perigosa.</p>
<p>Trump declarou ainda que acredita que o líder da Igreja Católica está a “colocar em risco muitos católicos e muitas pessoas”, reforçando a ideia de que discorda profundamente da sua abordagem em política internacional.</p>
<p>Os ataques mais recentes surgem após semanas de tensão entre Trump e o Papa, que têm divergido em vários temas, incluindo conflitos internacionais e imigração. No mês passado o pontífice criticou duramente declarações do Presidente norte-americano sobre o Irão, classificando-as como “inaceitáveis”.</p>
<p>O Papa terá ainda sugerido que uma “ilusão de omnipotência” está por detrás de alguns conflitos globais, numa crítica implícita à postura de Trump. Em resposta, o Presidente reagiu com ataques pessoais, classificando o Papa como “fraco no combate ao crime” e “péssimo em política externa”.</p>
<p><strong>Encontro diplomático em contexto delicado</strong></p>
<p>Esta escalada de críticas acontece numa altura sensível para as relações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Vaticano. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, tem uma visita agendada a Roma que começa já amanhã e se prolonga até sexta-feira.</p>
<p>O objetivo da visita é reforçar as relações bilaterais com Itália e com o Vaticano, estando na agenda temas como o Médio Oriente e a situação em Cuba.</p>
<p>O Papa já demonstrou preocupação com o aumento das tensões entre os Estados Unidos e Cuba, apelando a um “diálogo sincero e eficaz” entre os dois países. Ainda assim, o líder da Igreja Católica tem evitado entrar em confronto direto com a administração Trump, afirmando não ter receio, mas também não querer alimentar polémicas.</p>
<p>Apesar dessa postura mais contida por parte do Vaticano, Trump mantém o tom agressivo e continua a alimentar a disputa pública com o Papa. Segundo o The Independent, este novo episódio reforça o clima de tensão entre duas figuras com visões profundamente diferentes sobre o papel da política internacional e da diplomacia global.</p>
<p>Com encontros diplomáticos importantes no horizonte, resta perceber se este conflito verbal terá impacto nas relações entre Washington e o Vaticano ou se se manterá apenas no plano retórico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758044]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PRR: Bruxelas já desembolsou 400 mil milhões de euros e pede que apoios combatam crise energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia anunciou que já ultrapassou os 400 mil milhões de euros em pagamentos do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, que financia os PRR, pedindo que, na reta final, o programa ajude a "enfrentar a crise energética".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia anunciou que já ultrapassou os 400 mil milhões de euros em pagamentos do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, que financia os PRR, pedindo que, na reta final, o programa ajude a &#8220;enfrentar a crise energética&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Comissão Europeia desembolsou hoje um total combinado de 5,85 mil milhões de euros à Alemanha e à Eslováquia no âmbito do Mecanismo de Recuperação e Resiliência [&#8230;], elevando o total de fundos já desembolsados na UE para mais de 400 mil milhões de euros&#8221;, indica o executivo comunitário em comunicado.</p>
<p>De acordo com Bruxelas, &#8220;este valor histórico sublinha o papel crucial do mecanismo na promoção de reformas e investimentos transformadores que aceleram a independência energética da Europa, as transições ecológica e digital, bem como a resiliência e competitividade a longo prazo da União&#8221;.</p>
<p>Com o programa a acabar no final do ano e a execução a ter de ser concluída até final de agosto próximo, a Comissão Europeia adianta que, nesta reta final, o impacto dos Planos nacionais de Recuperação e Resiliência (PRR) &#8220;se torna cada vez mais visível, reforçando a capacidade da UE para enfrentar a crise energética e, ao mesmo tempo, lançando as bases para um futuro sustentável, inovador e inclusivo&#8221;, numa altura de elevados preços da energia dado o conflito no Médio Oriente.</p>
<p>O Mecanismo de Recuperação e Resiliência, que financia o PRR, surgiu para fazer face às consequências económicas da pandemia de covid-19 e entrou em vigor em 2021, com um total de 800 mil milhões de euros (a preços correntes). Estão em causa 650 mil milhões de euros a preços de 2021.</p>
<p>Os pagamentos baseiam-se no desempenho, garantindo que os fundos são disponibilizados apenas após a implementação bem-sucedida das reformas e investimentos acordados.</p>
<p>Como o mecanismo termina no final de 2026, os Estados-membros têm de concluir todos os marcos restantes até agosto e apresentar os pedidos finais de pagamento até setembro.</p>
<p>Ao todo, o PRR português tem um valor de 22,2 mil milhões de euros, com 16,3 mil milhões de euros em subvenções e 5,9 mil milhões de euros em empréstimos do Mecanismo de Recuperação e Resiliência.</p>
<p>Atualmente, o país já recebeu 11,24 mil milhões de euros em subvenções e 3,68 mil milhões de euros em empréstimos e a taxa de execução do plano é de 60%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758221]]></sapo:autor>
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		<title>Novo ataque de longo alcance: Zelensky confirma uso do míssil Flamingo e mostra imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[FLAMINGo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mísseis]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia deu um novo passo na sua estratégia militar ao estrear os mísseis transónicos F-5 Flamingo, capazes de atingir alvos a longa distância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span dir="auto">O presidente Volodymyr Zelenskyy afirmou ter lançado, durante a noite, mísseis de cruzeiro apelidados de F-5 Flamingo contra vários alvos, incluindo instalações do complexo militar-industrial russo em Cheboksary, e partilhou vídeos do momento nas redes sociais. </span></p>
<p>Segundo o El Español, a unidade atingida produzia sistemas de proteção de relés, equipamentos de automação, componentes de baixa tensão e sistemas de navegação utilizados pela Marinha Russa, bem como por setores ligados a mísseis, aviação e veículos blindados.</p>
<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que o ataque fez parte de uma operação designada “Deep Strike”, que visou várias infraestruturas do complexo militar-industrial russo. O chefe de Estado destacou que os mísseis percorreram mais de 1.500 quilómetros antes de atingir o alvo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p dir="ltr" lang="en">Our long-range sanctions continue to provide an entirely just response to Russian strikes.</p>
<p>Last night, combat launches of F-5 Flamingo cruise missiles were carried out as part of the Armed Forces’ Deep Strike operation against several enemy targets, including military-industrial… <a href="https://t.co/ndxnuIenyO">pic.twitter.com/ndxnuIenyO</a></p>
<p>— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) <a href="https://twitter.com/ZelenskyyUa/status/2051596942644224155?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O F-5 Flamingo é um míssil de cruzeiro com características transónicas, cuja produção em série teve início em agosto do ano passado. A Ucrânia terá atualmente uma capacidade de produção de cerca de 210 unidades por mês.</p>
<p>Com um peso de lançamento estimado em seis toneladas, este sistema pode transportar uma ogiva até 1.000 quilogramas e atingir um alcance máximo de 3.000 quilómetros. A velocidade de cruzeiro situa-se entre os 850 e os 900 km/h, podendo chegar aos 950 km/h.</p>
<p><strong>Tecnologia ocidental e precisão avançada</strong></p>
<p>O desenvolvimento deste míssil contou com apoio tecnológico ocidental, nomeadamente do Reino Unido. O seu design apresenta semelhanças com o modelo FP-5, revelado em 2025 pela empresa britânica Milanion.</p>
<p>O sistema integra tecnologia avançada de navegação, incluindo orientação por satélite, navegação inercial e mecanismos de resistência à interferência eletrónica, permitindo-lhe operar eficazmente mesmo em ambientes com forte perturbação eletromagnética.</p>
<p>Embora as especificações oficiais não tenham sido totalmente divulgadas, há indicações de que a ogiva poderá basear-se em modelos ocidentais como a Mk 84, com cerca de 907 quilos, ou na BLU-109, concebida para penetrar estruturas fortificadas com até dois metros de betão armado.</p>
<p>Este ataque demonstra a crescente capacidade da indústria de defesa ucraniana, que não só tem investido fortemente no desenvolvimento de drones, como também na produção autónoma de sistemas de mísseis de longo alcance.</p>
<p>A utilização dos mísseis Flamingo marca um novo capítulo na estratégia militar de Kiev, reforçando a sua capacidade de atingir alvos estratégicos em profundidade no território controlado pela Rússia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758135]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros da empresa de comunicação LLYC mantém-se nos 6,8 milhões de euros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:06:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[LLYC]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa de comunicação LLYC registou lucros de 6,8 milhões de euros em 2025, inalterados face ao ano anterior, apesar de uma diminuição de 10,5% do volume de negócios para 129,7 milhões euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa de comunicação LLYC registou lucros de 6,8 milhões de euros em 2025, inalterados face ao ano anterior, apesar de uma diminuição de 10,5% do volume de negócios para 129,7 milhões euros.</p>
<p>A empresa atribui a descida na receita à &#8220;desaceleração das operações nos Estados Unidos devido ao encerramento durante 42 dias da administração e à posterior redução orçamental&#8221;, assim como aos clientes no México que reduziram os seus investimentos &#8220;como resultado da nova política alfandegária&#8221;.</p>
<p>O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) desceu 15,3% para 12,4 milhões de euros e o resultado operacional recuou 3,8% para 89,5 milhões de euros.</p>
<p>&#8220;Trabalhámos nestes últimos quatro meses num Plano Estratégico para podermos enfrentar com sucesso os desafios do contexto atual, para tal, necessitamos de ter uma companhia mais próxima do cliente, mais ágil na tomada de decisões e mais eficiente no uso dos recursos da sua organização, e muito sólida do ponto de vista financeiro&#8221; afirmou o presidente da LLYC, Francisco Sánchez Rivas, citado em comunicado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758217]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministro antevê mais polícias detidos hoje no caso de alegada tortura em esquadra de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades têm hoje em curso novas diligências de investigação no caso de alegada tortura de detidos na esquadra do Rato, em Lisboa, podendo vir a haver mais polícias detidos, anunciou hoje o ministro da Administração Interna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades têm hoje em curso novas diligências de investigação no caso de alegada tortura de detidos na esquadra do Rato, em Lisboa, podendo vir a haver mais polícias detidos, anunciou hoje o ministro da Administração Interna.</p>
<p>&#8220;Hoje estão a decorrer novas diligências e poderá haver novas detenções no final do dia de acordo com a prova que vier a ser carreada&#8221;, revelou Luís Neves, à margem das comemorações do 18.º aniversário da Unidades Especial de Polícia (UEP) da PSP, em Belas, Sintra.</p>
<p>O governante precisou que os suspeitos visados são todos polícias que exercem atualmente funções e &#8220;que de alguma forma poderão ter interagido com o comportamento desviante&#8221; ocorrido em 2024 e 2025 na esquadra do Rato.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758216]]></sapo:autor>
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		<title>Bitcoin supera 81.000 dólares e regressa aos níveis de janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bitcoin]]></category>
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					<description><![CDATA[A bitcoin, a criptomoeda mais negociada do mercado, superou hoje o nível de 81.000 dólares, tendo regressado aos níveis de janeiro, depois de ter fechado abril com uma revalorização de quase 12%, o melhor mês do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bitcoin, a criptomoeda mais negociada do mercado, superou hoje o nível de 81.000 dólares, tendo regressado aos níveis de janeiro, depois de ter fechado abril com uma revalorização de quase 12%, o melhor mês do ano.</p>
<p>Segundo especialistas da eToro, citados pela Efe, no passado mês de abril, a bitcoin registou aproximadamente 2.440 milhões de dólares em entradas líquidas através de ETF (fundos negociados em bolsa) ligados à bitcoin e cerca de 5.000 milhões de dólares em acumulação corporativa.</p>
<p>Na opinião destes especialistas, este sinal indica &#8220;claramente que o preço já não é impulsionado pelos investidores de retalho&#8221;.</p>
<p>Além disso, acrescentam que &#8220;a procura não falta, simplesmente mudou de mãos. O fluxo não desapareceu; deslocou-se para os ETs, os OTC e os balanços corporativos, diluindo a pegada do mercado tradicional&#8221;.</p>
<p>Acrescentam que a bitcoin está a deixar de se comportar como um ativo especulativo e avança para um ativo de reserva, e precisam que o contexto macroeconómico acrescenta pressões de curto prazo, mas ao mesmo tempo reforça a tese de que, &#8220;num ambiente de inflação persistente, os ativos não soberanos ganham peso como reserva estratégica&#8221;.</p>
<p>Apesar do contexto de incerteza devido às tensões geopolíticas no Médio Oriente, a bitcoin avança e durante a madrugada de hoje chegou a tocar 81.310,42 dólares.</p>
<p>No entanto, cerca das 13:00 em Lisboa, a bitcoin perdia impulso e estava a cotar-se a 80.998.79 dólares, mais 1,33% do que na segunda-feira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758215]]></sapo:autor>
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		<title>Pelo quinto mês consecutivo, Rússia perde mais tropas do que consegue repor, garante Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mykhailo Fedorov]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Ucrânia, acrescentou, está a aproximar-se do objetivo de eliminar 50 mil militares russos por mês]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia perdeu 35.203 militares mortos ou gravemente feridos em abril, de acordo com o ministro da Defesa da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;. Segundo o responsável ucraniano, foi o quinto mês consecutivo em que as perdas russas no campo de batalha ultrapassaram a capacidade de Moscovo para mobilizar novas forças.</p>
<p>“Todas as perdas estão confirmadas em vídeo”, afirmou Fedorov numa publicação no Telegram, acompanhada por imagens. O ministro garantiu que a Rússia “está a perder mais do que consegue mobilizar” e que “está gradualmente a sufocar nas suas perdas”.</p>
<p>A Ucrânia, acrescentou, está a aproximar-se do objetivo de eliminar 50 mil militares russos por mês. Para Fedorov, a meta estratégica é elevar as perdas russas a um ponto em que “novos avanços se tornem insustentáveis”.</p>
<p><strong>Objetivo é chegar às 50 mil baixas por mês</strong></p>
<p>Pouco depois de assumir funções, em janeiro, Mykhailo Fedorov identificou como uma das prioridades estratégicas da Ucrânia infligir até 50 mil baixas russas por mês.</p>
<p>Num encontro reservado com jornalistas, o ministro afirmou que as forças ucranianas tinham eliminado cerca de 35 mil militares russos no mês anterior, assegurando que todas as perdas tinham sido verificadas através de provas em vídeo.</p>
<p>“O objetivo estratégico é matar 50 mil russos por mês. Se atingirmos esse número, veremos o que acontece ao inimigo”, afirmou Fedorov.</p>
<p>Segundo o ministro, a Rússia continua a tratar os seus efetivos como recursos descartáveis, mas há sinais crescentes de que está a ter dificuldade em substituir as perdas sofridas no campo de batalha.</p>
<p><strong>Dados recolhidos pelo sistema ‘Army of Drones’</strong></p>
<p>Fedorov explicou que o Ministério da Defesa ucraniano se baseia em dados detalhados e verificados através do sistema de bónus Army of Drones. Um dos elementos centrais desse mecanismo é o chamado ePoints, que permite contabilizar com precisão as perdas russas, segundo Kiev.</p>
<p>“Isso dá-nos uma compreensão clara de quais são as unidades e armas mais eficazes, da profundidade dos danos infligidos e das perdas diárias do inimigo”, afirmou o ministro.</p>
<p>O sistema permite à Ucrânia medir a eficácia das unidades e dos armamentos utilizados, sobretudo num contexto em que os drones se tornaram uma componente decisiva da guerra.</p>
<p>Fedorov adiantou ainda que Kiev está a expandir as suas capacidades de defesa aérea, com um papel crescente para drones intercetores.</p>
<p><strong>Números de baixas continuam difíceis de confirmar</strong></p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; sublinha que não consegue verificar de forma independente todas as alegações e que os números de baixas divulgados por ambos os lados continuam difíceis de confirmar.</p>
<p>Ainda assim, a declaração do ministro ucraniano reforça a estratégia de Kiev de transformar o desgaste humano russo num limite operacional para Moscovo. A mensagem central é que, se a Rússia continuar a perder mais soldados do que consegue mobilizar, a capacidade de sustentar ofensivas prolongadas poderá ficar cada vez mais comprometida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758204]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu o antigo governante socialista José Penedos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/morreu-o-antigo-governante-socialista-jose-penedos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:59:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[governante]]></category>
		<category><![CDATA[José Penedos]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[socialista]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo secretário de Estado da Energia e Defesa Nacional José Penedos faleceu na segunda-feira e as exéquias fúnebres realizam-se hoje, numa cerimónia reservada à família, disse à agência Lusa o presidente da Federação de Coimbra do PS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo secretário de Estado da Energia e Defesa Nacional José Penedos faleceu na segunda-feira e as exéquias fúnebres realizam-se hoje, numa cerimónia reservada à família, disse à agência Lusa o presidente da Federação de Coimbra do PS.</p>
<p>O antigo governante faleceu em Lisboa, onde residia, aos 80 anos, acrescentou a mesma fonte.</p>
<p>&#8220;Foi uma figura muito importante no PS, com papéis de muito destaque no Governo nas áreas da energia, da indústria e da defesa, e o primeiro presidente da comissão política concelhia de Coimbra&#8221;, salientou o presidente da Federação de Coimbra, João Portugal.</p>
<p>O dirigente socialista destacou José Penedos como &#8220;um homem muito competente e de grande dignidade, que atravessou uma fase difícil no final da vida, mas que o PS recorda com muito orgulho pelo seu percurso e contributo que deu ao partido&#8221;.</p>
<p>O gestor, natural de Vieira do Minho, licenciado em Engenharia Eletromecânica, estava afastado da vida pública há alguns anos, depois de ter sido deputado e secretário de Estado da Energia e Defesa nacional, nos governos de António Guterres.</p>
<p>Antigo administrador da EDP, liderou também a Rede Elétrica Nacional (REN).</p>
<p>Em 2014, José Penedos foi condenado por corrupção passiva no âmbito do processo Face Oculta, cumprindo parte da pena em casa devido a problemas de saúde.</p>
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