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Presidentes dos EUA, Brasil e China recusam assinar novo pacto para salvar o Planeta

Alguns dos principais líderes mundiais assinaram um novo compromisso, semelhante ao Acordo de Paris, tendo em vista a saúde do planeta Terra. Comprometem-se a tomar novas medidas para mitigar as alterações climáticas e abrandar as consequências que já se fazem sentir. Ao todo, são mais de 60 os países envolvidos, incluindo França, Alemanha, Canadá e Reino Unido.

Por outro lado, os presidentes dos Estados Unidos da América, Brasil e China recusaram-se a integrar o pacto, que coloca o clima no centro dos planos de recuperação pós-COVID-19. Segundo adianta o La Vanguardia, os subscritores do compromisso vão tomar medidas drásticas contra a poluição, adoptar sistemas económicos mais sustentáveis e eliminar os plásticos dos oceanos.

Os países que fazem parte do novo pacto comprometem-se também a reduzir a desflorestação, combater as práticas de pesca que não sejam sustentáveis e eliminar subsídios prejudiciais para o meio ambiente. Também deverão começar a transição para sistemas de produção de alimentos sustentáveis e promover a economia circular. Tudo isto já durante a próxima década.

No documento assinado por um total de 64 líderes, lê-se que a perda de biodiversidade está a acelerar e que as alterações climáticas estão a debilitar a capacidade de a natureza armazenar dióxido de carbono e de se adaptar. “A degração dos ecossistemas, a invasão humana nos ecossistemas, a perda de habitats naturais e de biodiversidade e a ilegalidade do comércio de animais selvagens também podem aumentar o risco de surgimento e propagação de doenças infecciosas”, indica o pacto.

Citado pela La Vanguardia, sublinha ainda que a “COVID-19 mostra que estas doenças têm impactos dramáticos não só na perda de vidas e na saúde como também em todas as esferas da sociedade”.

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