Presidenciais: “Sondagens mostram tendência favorável. Sinto isso na rua”, aponta Seguro

Na segunda-feira, uma sondagem feita pela Pitagórica para a CNN Portugal, TVI, JN e TSF, divulgada na segunda-feira, colocou António José Seguro a liderar as intenções de voto, num empate técnico entre cinco candidatos, com Marques Mendes em quinto lugar

Executive Digest com Lusa

António José Seguro considerou hoje que as sondagens mostram “uma tendência favorável” para a sua candidatura presidencial, que também sente na rua, mas considerou que o mais importante é criar uma “nova cultura política” porque “chega de conversa”.

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“As sondagens mostram uma tendência que é uma tendência favorável. Eu sinto isso na rua, sinto que este movimento e a minha candidatura está a crescer”, respondeu Seguro aos jornalistas durante uma ação de campanha em Grândola, Setúbal, na qual esteve acompanhado da eurodeputada do PS Ana Catarina Mendes.

Na segunda-feira, uma sondagem feita pela Pitagórica para a CNN Portugal, TVI, JN e TSF, divulgada na segunda-feira, colocou António José Seguro a liderar as intenções de voto, num empate técnico entre cinco candidatos, com Marques Mendes em quinto lugar.

“O mais importante é continuar este diálogo com os portugueses e sobretudo assegurar aos portugueses que se votarem em mim têm um Presidente de equilíbrio, exigente, e sobretudo um Presidente que vai trabalhar de modo a que se crie uma nova cultura política no país”, defendeu.

Segundo o candidato apoiado pelo PS, esta será “uma cultura focada em encontrar soluções para resolver os problemas dos portugueses”.

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“Chega de conversa”, enfatizou.

Questionado sobre se ainda acredita que os candidatos à sua esquerda ainda vão desistir a seu favor, Seguro disse apenas que se dirige “aos eleitores e aos portugueses” e lhes dá “razões para votarem” em si.

“A minha candidatura é a candidatura que conta”, insistiu, uma ideia que tem defendido nos últimos dias.

Sobre o artigo de opinião do antigo Presidente da República Cavaco Silva, publicado no jornal Observador, no qual se afirma chocado com a forma como o nome de Francisco Sá Carneiro tem sido invocado por vários candidatos às eleições presidenciais como André Ventura, Cotrim de Figueiredo e Henrique Gouveia e Melo, Seguro escusou-se a comentar.

“O meu diálogo é com os portugueses. Os portugueses precisam de um Presidente próximo, que os escute, que dê voz a quem não tem voz e que exija à política aquilo que ela deve fazer, que é encontrar soluções para resolver os problemas dos portugueses”, respondeu apenas.

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