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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 10:22:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>João Nabais eleito presidente da DECO num mandato marcado pela IA e novos riscos para consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco]]></category>
		<category><![CDATA[João Nabais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Novos órgãos sociais assumem como prioridade uma DECO mais próxima dos consumidores, associados, parceiros e restantes entidades do ecossistema da proteção do consumidor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Nabais foi eleito presidente da Direção da DECO para o triénio 2026-2028, na sequência da Assembleia Eleitoral realizada no dia 6 de julho, na sede e nas sete estruturas regionais da Associação.</p>
<p>A lista candidata, que reuniu nomes com experiência, renovação e conhecimento na defesa dos direitos dos consumidores, venceu um ato eleitoral que registou uma afluência às urnas acima do habitual.</p>
<p>Os novos órgãos sociais assumem como prioridade uma DECO mais próxima dos consumidores, associados, parceiros e restantes entidades do ecossistema da proteção do consumidor. O mandato agora iniciado pretende reforçar o movimento associativo e fortalecer a resposta da Associação aos desafios atuais.</p>
<p>Entre esses desafios estão a digitalização, a Inteligência Artificial, as alterações climáticas e novas formas de desigualdade económica e social, áreas que têm vindo a transformar a relação dos cidadãos com empresas, serviços públicos, plataformas digitais e mercados essenciais.</p>
<p>O novo presidente da Direção defende um mandato assente em “compromisso com uma DECO mais forte, mais próxima, mais inovadora e mais preparada para defender os consumidores num tempo de profunda transformação económica, social e tecnológica”.</p>
<p>A Associação pretende desenvolver novas iniciativas, projetos e atividades orientados para a antecipação de riscos, a influência de políticas públicas na área da proteção dos consumidores e a promoção do debate sobre os impactos da transformação digital na vida dos cidadãos.</p>
<p>Os órgãos sociais eleitos para o triénio 2026-2028 integram Joana Ana Jerónimo da Silva Soares Correia como presidente da Mesa da Assembleia Geral, Paulo André Rodrigues de Lima Garcia Fonseca como vice-presidente, Carla Alexandra Maria Paquito como primeira secretária e Maria José Pargana Dionísio como segunda secretária.</p>
<p>No Conselho Fiscal, Jorge Manuel Morgado Fernandes assume a presidência, acompanhado por João Pedro Rebelo Moreira e Egídio Sacramento de Lima Ramos.</p>
<p>A Direção passa a ser presidida por João Diogo de Castro Nabais dos Santos e integra ainda Fernando José Nunes da Silva, Luísa Maria Cameira Ribeiro Lopes, Maria Leonor Mendes da Trindade, Miguel de Miranda Cabral Dias Gomes, Nuno Gonçalo de Oliveira Castanho Luís Fortes e Patrícia Ramalhete Mendes da Silva Calado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786735]]></sapo:autor>
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		<title>O mercado de trabalho em Portugal: uma análise comparativa na UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Randstad Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Este estudo faz uma análise detalhada da dinâmica do mercado de trabalho em Portugal, contextualizada no panorama da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este estudo faz uma análise detalhada da dinâmica do mercado de trabalho em Portugal, contextualizada no panorama da União Europeia. Num mercado único de talento, a compreensão da posição relativa de Portugal é essencial para informar decisões estratégicas de Recursos Humanos e políticas de retenção. O objectivo deste trabalho é, portanto, determinar se os indicadores nacionais do mercado de trabalho reflectem uma trajectória de convergência com as economias mais avançadas do bloco europeu ou se, pelo contrário, persistem desvios estruturais que exijam intervenções diferenciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A fonte primária de informação foi a Eurostat, através do Labour Force Survey, o que assegura que as definições de emprego, desemprego e inactividade sejam aplicadas da mesma forma em todos os estados membros.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada indicador será dividi- do em duas dimensões complementares: uma análise de corte transversal, que posiciona Portugal face aos seus pares europeus no 4.º trimestre de 2025, e uma análise de série temporal, que mostra a evolução histórica do merca- do de trabalho nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ambas as dimensões complementares foram utilizados dados ajustados de sazonalidade, garantindo que as tendências observadas reflectem mudanças orgânicas na economia e não meras flutuações sazonais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destaques</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mercado de trabalho português no contexto Europeu</strong><br />
<strong> Uma trajectória de convergência e novos desafios</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elevada participação:</strong> Portugal apresenta uma taxa de actividade de 79,1%, superando a média da UE em 3,5 p.p. Esta dinâmica é acompanhada por uma taxa de inactividade (20,9%) significativamente inferior à média europeia (24,4%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Integração feminina:</strong> O crescimento histórico da força de trabalho foi impulsionado pela integração das mulheres, cuja taxa de actividade saltou de 59,1% em 1995 para 75,7% em 2024.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desemprego controlado:</strong> A taxa de desemprego situa-se em 5,8%, valor inferior à média da UE (5,9%), demonstrando uma sólida convergência com as economias centrais europeias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desequilíbrio geracional:</strong> Embora o diferencial entre o desemprego jovem e o geral seja comum na Europa, em Portugal esta disparidade é crítica. O rácio de 3,4 (face aos 2,5 da UE) e uma taxa de desemprego jovem de 21,6% evidenciam uma barreira estrutural na integração de novos talentos no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redução do défice de escolaridade:</strong> O peso de profissionais pouco qualificados caiu de 76,9% em 1992 para 32,2% em 2024. No entanto, com 29,1% em 2025, Portugal ainda detém a maior percentagem da UE nesta categoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Subutilização e desemprego de longa duração:</strong> Apesar da taxa de desemprego ser inferior à média da UE, o desemprego de longa duração afecta 36,1% dos desempregados, superando a média da UE (32,5%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cultura de trabalho:</strong> Portugal mantém uma incidência de horários prolongados (9,1%) superior à média europeia (6,5%), afectando sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novas dinâmicas migratórias:</strong> O peso de estrangeiros na população activa subiu para 7,9%, reflectindo uma nova dinâmica de atracção de talento essencial para a sustentabilidade do mercado. Mesmo assim, continua a ser inferior à média da UE.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Convergência face à média da União Europeia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A análise comparativa e evolutiva dos indicadores de actividade, emprego e desemprego permite concluir que o mercado de trabalho em Portugal atravessou uma transformação estrutural nas últimas quatro décadas. Desde a adesão à então CEE, em 1986, até ao encerramento de 2025, Portugal seguiu um caminho de convergência face à média da UE, superando o bloco em algumas métricas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma taxa de actividade de 79,1%, Portugal supera a mobilização de capital humano, sustentada historicamente pela forte participação feminina e, recentemente, pelo contributo dos fluxos migratórios. Esta maturação reflecte-se ainda na qualificação da força de trabalho, com a percentagem de activos licenciados a atingir os 36,2%, aproximando-se do padrão comunitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, este progresso coexiste com desafios estruturais persistentes. Portugal mantém a maior percentagem da UE de profissionais com baixas qualificações e uma cultura de horários prolongados que dista do equilíbrio vida-trabalho europeu. O ponto mais crítico reside na barreira geracional do desemprego jovem que revela uma dificuldade importante na integração de novos talentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Consulte este estudo completo e outros no site da Randstad Portugal em <a href="http://Destaques O mercado de trabalho português no contexto Europeu Uma trajectória de convergência e novos desafios Elevada participação: Portugal apresenta uma taxa de actividade de 79,1%, superando a média da UE em 3,5 p.p. Esta dinâmica é acompanhada por uma taxa de inactividade (20,9%) significativamente inferior à média europeia (24,4%). Integração feminina: O crescimento histórico da força de trabalho foi impulsionado pela integração das mulheres, cuja taxa de actividade saltou de 59,1% em 1995 para 75,7% em 2024. Desemprego controlado: A taxa de desemprego situa-se em 5,8%, valor inferior à média da UE (5,9%), demonstrando uma sólida convergência com as economias centrais europeias. Desequilíbrio geracional: Embora o diferencial entre o desemprego jovem e o geral seja comum na Europa, em Portugal esta disparidade é crítica. O rácio de 3,4 (face aos 2,5 da UE) e uma taxa de desemprego jovem de 21,6% evidenciam uma barreira estrutural na integração de novos talentos no mercado nacional. Redução do défice de escolaridade: O peso de profissionais pouco qualificados caiu de 76,9% em 1992 para 32,2% em 2024. No entanto, com 29,1% em 2025, Portugal ainda detém a maior percentagem da UE nesta categoria. Subutilização e desemprego de longa duração: Apesar da taxa de desemprego ser inferior à média da UE, o desemprego de longa duração afecta 36,1% dos desempregados, superando a média da UE (32,5%). Cultura de trabalho: Portugal mantém uma incidência de horários prolongados (9,1%) superior à média europeia (6,5%), afectando sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria. Novas dinâmicas migratórias: O peso de estrangeiros na população activa subiu para 7,9%, reflectindo uma nova dinâmica de atracção de talento essencial para a sustentabilidade do mercado. Mesmo assim, continua a ser inferior à média da UE. Convergência face à média da União Europeia A análise comparativa e evolutiva dos indicadores de actividade, emprego e desemprego permite concluir que o mercado de trabalho em Portugal atravessou uma transformação estrutural nas últimas quatro décadas. Desde a adesão à então CEE, em 1986, até ao encerramento de 2025, Portugal seguiu um caminho de convergência face à média da UE, superando o bloco em algumas métricas. Com uma taxa de actividade de 79,1%, Portugal supera a mobilização de capital humano, sustentada historicamente pela forte participação feminina e, recentemente, pelo contributo dos fluxos migratórios. Esta maturação reflecte-se ainda na qualificação da força de trabalho, com a percentagem de activos licenciados a atingir os 36,2%, aproximando-se do padrão comunitário. Contudo, este progresso coexiste com desafios estruturais persistentes. Portugal mantém a maior percentagem da UE de profissionais com baixas qualificações e uma cultura de horários prolongados que dista do equilíbrio vida-trabalho europeu. O ponto mais crítico reside na barreira geracional do desemprego jovem que revela uma dificuldade importante na integração de novos talentos. Consulte este estudo completo e outros no site da Randstad Portugal em www.randstad.pt/randstad-research/">www.randstad.pt/randstad-research/</a></p>
<p style="text-align: justify;">A<em>rtigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780716]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Intelcia:  A digitalização como motor da experiência do cliente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/intelcia-a-digitalizacao-como-motor-da-experiencia-do-cliente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Intelcia]]></category>
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					<description><![CDATA[IA, automação e analytics estão a redefinir a experiência do cliente na intelcia, colocando a tecnologia no centro da transformação operacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Intelcia tem vindo a reforçar a integração de tecnologias digitais nas suas operações, colocando a inovação no centro da sua estratégia de transformação digital. Em entrevista à Executive Digest, Alexandre Correia, director de IT &amp; Inovação da Intelcia, explica como a transformação digital deixou de ser apenas uma área de suporte, com a tecnologia a assumir um papel de aceleração da experiência humana, tanto para clientes como para colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de customer experience, a empresa tem vindo a integrar tecnologias como a inteligência artificial, automação, analytics avançados e plataformas cloud, o que tem permitido tornar as operações «mais inteligentes, rápidas e preditivas», avança o director, melhorando significativamente a capacidade de resposta da organização. O consumidor actual procura experiências cada vez mais personalizadas, disponibilidade omnicanal e resolução imediata dos seus pedidos, factores que têm acelerado a adopção de soluções tecnológicas avançadas nas operações de apoio ao cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, a transformação digital também está a redefinir o próprio modelo de outsourcing. A prestação de serviços de outsourcing evoluiu para uma abordagem mais estratégica e não somente operacional, combinando tecnologia, dados e talento humano, com o objectivo de potenciar a eficiência, gerar conhecimento e criar maior valor de negócio para os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eficiência e inteligência operacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O responsável destaca três dimensões de benefícios da digitalização: eficiência, qualidade e capacidade de escala. Do ponto de vista operacional, a Intelcia tem vindo a reduzir tempos de resposta, a automatizar tarefas repetitivas e a aumentar a produtividade das equipas, permitindo aos colaboradores dedicarem-se a «interacções de maior valor acrescentado.» No que diz respeito à qualidade, a utilização de analytics e inteligência artificial permite monitorizar as operações em tempo real, identificar padrões, antecipar problemas e actuar de forma mais proactiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre Correia adianta que é possível obter uma visão mais granular da experiência do cliente e intervir quase em tempo real sobre indicadores críticos. Outro aspecto relevante é a escalabilidade. As tecnologias digitais permitem adaptar rapidamente as operações a novos volumes, canais ou mercados, mantendo a consistência e a qualidade do serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre Correia sublinha que «estamos a entrar numa nova geração de customer experience», em que a inteligência artificial deixa de ser uma «ferramenta de suporte e passa a funcionar como um verdadeiro co-piloto operacional». A IA generativa está a transformar áreas como apoio ao cliente, quality monitoring, formação, knowledge management e apoio à decisão. Actualmente, é possível apoiar os agentes em tempo real com sugestões de resposta, resumo automático de interacções, pesquisa inteligente de conhecimento e automatização documental.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os analytics avançados permitem evoluir de uma lógica reactiva para uma lógica preditiva; passa a ser possível antecipar comportamentos, identificar riscos operacionais e recomendar acções de melhoria. A automação, por sua vez, elimina fricção operacional e acelera processos internos e externos, permitindo operações mais ágeis e eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na experiência da Intelcia e na optimização do serviço ao cliente, os dados são considerados um «activo estratégico fundamental». Alexandre Correia afirma que estes permitem compreender padrões de comportamento, identificar causas de insatisfação, medir a performance operacional e antecipar ocorrências futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível interno, a organização tem investido em plataformas analíticas e dashboards inteligentes que permitem às equipas de gestão tomar decisões mais rápidas, mais informadas e mais orientadas por evidência. No fundo, «são os dados que transformam operações tradicionais em operações inteligentes.»</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O desafio da IA na gestão da mudança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A introdução da inteligência artificial traz consigo desafios concretos, sendo «naturais numa transformação desta dimensão», aponta o director, identificando a «gestão da mudança» como o principal desafio. A IA, ao alterar processos, funções e formas de trabalhar, exige «comunicação clara, formação e envolvimento das equipas».</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão é a integração tecnológica, uma vez que muitas operações trabalham com ecossistemas complexos e plataformas distintas, pelo que a «interoperabilidade é crítica». A qualidade e a governação de dados são igualmente essenciais, dado que os modelos de IA dependem directamente da qualidade da informação disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">A superação destes obstáculos baseia-se, de acordo com o responsável, numa «abordagem muito pragmática», centrada na análise de casos de uso concretos, na medição rápida do impacto, no envolvimento das equipas operacionais desde o início e na promoção de uma cultura de inovação contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">A adopção responsável da IA é também considerada uma prioridade estratégica, defendendo que deve ser «transparente, supervisionada e alinhada com princípios éticos claros», o que implica garantir a protecção de dados, a segurança da informação, a mitigação de enviesamentos e a supervisão humana nos processos críticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, existem mecanismos de governance, validação e monitorização contínua das soluções implementadas, assegurando o cumprimento da regulamentação e das boas práticas internacionais. O director de IT &amp; Inovação sublinha ainda que as decisões críticas com impacto directo nas pessoas devem manter sempre intervenção humana, defendendo que a inteligência artificial deve apoiar a decisão, sem substituir totalmente a responsabilidade humana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entre tecnologia e competências humanas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia deve servir para amplificar a componente humana, e não para a substituir, sendo, para o responsável, um «equilíbrio absolutamente crítico». Embora a tecnologia assuma um papel preponderante nas operações da Intelcia, ao permitir automatizar e acelerar processos, a experiência do cliente continua a depender da «dimensão emocional e humana da interacção».</p>
<p style="text-align: justify;">Esta ideia é reforçada pelo conceito de “human augmented by technology”, que, segundo Alexandre Correia, expressa a visão de colaboradores potenciados pela tecnologia para entregar experiências mais relevantes e de maior qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto da digitalização nos perfis profissionais da Intelcia é «muito significativo e, acima de tudo, positivo», adianta o responsável. É sublinhada ainda a crescente importância das competências críticas, digitais e de colaboração com tecnologia. O surgimento de novas funções ligadas à IA, automação, data analytics, customer journey optimization e governance digital tem igualmente vindo a ganhar força. Em paralelo, a transformação digital está a valorizar competências humanas como a empatia, a curiosidade, a comunicação, o pensamento crítico e a criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O cruzamento entre tecnologia e customer experience assenta em três dimensões de aprendizagem. Em primeiro lugar, a literacia digital e a capacidade de trabalhar com ferramentas tecnológicas e dados. Em segundo lugar, a capacidade analítica e o pensamento crítico, uma vez que, cada vez mais, as decisões são orientadas por informação.</p>
<p style="text-align: justify;">A terceira dimensão continua a ser a componente humana, assente em características como a empatia, comunicação, adaptabilidade e inteligência emocional. «O futuro não será das pessoas que competem com a IA, mas das que conseguem trabalhar em conjunto com ela.»</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a Intelcia tem vindo a investir na aprendizagem contínua dos seus colaboradores, através do desenvolvimento de programas de reskilling focados em competências digitais, ferramentas de IA, analytics, automação e novas metodologias de trabalho. «Acreditamos que o reskilling não é apenas uma necessidade operacional, mas também uma responsabilidade das empresas para preparar as pessoas para o futuro do trabalho», sublinha Alexandre Correia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um futuro mais inteligente, preditivo e hiperpersonalizado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A evolução do sector de customer experience deverá ser marcada por operações cada vez mais inteligentes, preditivas e hiperpersonalizadas. A integração crescente de inteligência artificial generativa, automação, voice analytics, agentes virtuais e plataformas omnicanal inteligentes irá redefinir a forma como as organizações interagem com os seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a experiência do cliente tornar-se-á mais contextual, proactiva e instantânea, com interacções f luidas entre canais digitais e humanos. Ainda assim, o factor humano continuará a desempenhar um papel diferenciador.Quanto maior a presença de tecnologia, maior será o valor de uma interacção humana de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a Intelcia pretende posicionar-se como um parceiro estratégico de transformação, e não apenas como um fornecedor operacional. Segundo Alexandre Correia, o objectivo passa por «combinar escala internacional, conhecimento operacional e inovação tecnológica para apoiar os clientes a reinventar a forma como interagem com os seus consumidores.» Em simultâneo, a organização está a reforçar o investimento em inteligência artificial, analytics, automação e plataformas digitais, mantendo uma abordagem pragmática e orientada para o impacto no negócio. A ambição passa por liderar esta transformação através de inovação, foco em resultados e valorização das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O director de TI aponta várias tendências tecnológicas e de mercado que deverão ter um impacto significativo na digitalização e na aplicação da inteligência artificial à experiência do cliente nos próximos anos. Segundo o responsável, a IA generativa será uma das principais forças de transformação, ao revolucionar a produtividade, o apoio à decisão e a forma como as organizações interagem com os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra tendência destacada é a evolução para modelos cada vez mais orientados por dados e por analytics preditivo, permitindo antecipar necessidades, personalizar experiências e suportar a tomada de decisões em tempo real. Destaca ainda o crescimento de agentes inteligentes autónomos, da automação avançada e de experiências omnicanal totalmente integradas, que irão reforçar a fluidez entre canais digitais e humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, sublinha que uma das transformações mais relevantes será a «capacidade de orquestração.» Na sua opinião, o verdadeiro diferencial deixará de estar em tecnologias isoladas e passará a residir na capacidade de «orquestrar pessoas, inteligência artificial, dados, canais e processos de forma integrada e fluida.»</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações mais competitivas serão aquelas que conseguirão criar ecossistemas inteligentes, onde a tecnologia trabalha de forma integrada para simplificar e personalizar a experiência, sem comprometer a componente humana. «A grande transformação será a convergência entre tecnologia, dados, automação e talento humano », afirma Alexandre Correia, acrescentando que as empresas que conseguirem equilibrar estes elementos serão as que liderarão o futuro da customer experience.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781031]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>AEP traz compradores de seis mercados europeus ao Porto para impulsionar exportações de vinhos portugueses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aep-traz-compradores-de-seis-mercados-europeus-ao-porto-para-impulsionar-exportacoes-de-vinhos-portugueses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AEP]]></category>
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		<category><![CDATA[vinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A AEP – Associação Empresarial de Portugal está a promover a terceira edição da missão inversa Portugal Premium Wines, iniciativa que reúne no Porto importadores de seis mercados europeus e 20 produtores nacionai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AEP – Associação Empresarial de Portugal está a promover a terceira edição da missão inversa Portugal Premium Wines, iniciativa que reúne no Porto importadores de seis mercados europeus e 20 produtores nacionais com o objetivo de criar novas oportunidades de negócio e reforçar a presença dos vinhos portugueses nos mercados internacionais.</p>
<p>Organizada em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Britânica, a missão, entre os dias 6 e 9 de julho, reúne importadores provenientes do Reino Unido, Países Baixos, Bélgica, Irlanda, Alemanha e Escandinávia, que ao longo de três dias terão contacto direto com 20 produtores portugueses através de reuniões de negócios, provas de vinhos e visitas a quintas.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto em que a diversificação de mercados e o reforço da presença internacional assumem um papel cada vez mais relevante para o setor vitivinícola nacional. O objetivo passa por criar condições para o estabelecimento de novas parcerias comerciais e aumentar a competitividade das empresas portuguesas nos mercados europeus.</p>
<p>Luís Miguel Ribeiro, presidente do Conselho de Administração da AEP, afirma que o Portugal Premium Wines &#8220;constitui uma ferramenta de internacionalização que permite colocar os produtores portugueses frente a frente com compradores qualificados, promovendo contactos comerciais de elevado valor acrescentado e contribuindo para aumentar a notoriedade e a presença dos vinhos portugueses nos mercados europeus&#8221;.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que a iniciativa procura transformar o reconhecimento internacional da qualidade dos vinhos portugueses em oportunidades concretas de negócio, contribuindo para o crescimento das exportações e para a valorização da produção nacional.</p>
<p>A edição deste ano dá continuidade a um projeto iniciado em 2021. A primeira missão inversa reuniu 11 compradores de dez mercados internacionais e 12 produtores portugueses. Em 2024, a segunda edição contou com a participação de 10 compradores do Reino Unido e 20 produtores nacionais, consolidando este modelo de promoção internacional.</p>
<p>O programa arrancou a 6 de julho com a receção dos compradores internacionais no Porto. O dia 7 é dedicado às reuniões individuais entre importadores e produtores, acompanhadas por provas de vinhos e momentos de networking. No dia 8, os participantes visitam várias quintas e produtores nacionais, permitindo um contacto direto com os processos de produção e com a identidade dos vinhos portugueses. A missão termina a 9 de julho, após três dias dedicados à identificação de oportunidades de negócio e ao reforço das relações comerciais entre empresas portuguesas e compradores europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786738]]></sapo:autor>
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		<title>Operações de pagamento nos Santos Populares cresceram 26%, revela SIBS Analytics</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de operações de pagamento nas noites dos Santos Populares aumentou 26% face à média diária de junho, com os turistas estrangeiros a representarem 22% do total das transações, segundo dados hoje divulgados pela SIBS Analytics.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de operações de pagamento nas noites dos Santos Populares aumentou 26% face à média diária de junho, com os turistas estrangeiros a representarem 22% do total das transações, segundo dados hoje divulgados pela SIBS Analytics.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada, o MB WAY registou um crescimento de 24% no número de operações em comparação com a média diária de junho, consolidando-se como um dos meios de pagamento mais utilizados durante os festejos.</P><br />
<P>Em termos de valores gastos, o &#8216;ticket&#8217; médio global nas noites de festa fixou-se nos 25 euros, enquanto o valor médio das operações realizadas através do MB WAY foi de 19 euros.</P><br />
<P>A noite de Santo António, entre 12 e 13 de junho, registou a maior atividade, com um aumento de 43% no número de operações face à média do mês de junho.</P><br />
<P>O MB WAY acompanhou esta evolução, também com uma subida de 43%.</P><br />
<P>Segundo a SIBS Analytics, foi igualmente nesta noite que os turistas estrangeiros tiveram maior peso, representando 28% das operações.</P><br />
<P>O pico das transações noturnas ocorreu cerca das 02:00, com uma variação de 126% face à média diária, e o &#8216;ticket&#8217; médio a centrar-se nos 26 euros e o valor médio das operações por MB WAY nos 18 euros.</P><br />
<P>Na noite de São João, entre 23 e 24 de junho, o número de operações aumentou 24% relativamente à média do mês e as operações através de MB WAY cresceram 22%.</P><br />
<P>Os turistas estrangeiros representaram 19% das operações nesta festividade, mais dois pontos percentuais do que em 2025.</P><br />
<P>O pico das transações verificou-se às 04:00, atingindo uma variação de 284% face à média diária, com um &#8216;ticket&#8217; médio global de 22 euros e o das operações por MB WAY a rondar os 18 euros.</P><br />
<P>Já na noite de São Pedro, entre 28 e 29 de junho, o número de operações cresceu 3%.</P><br />
<P>Os turistas estrangeiros representaram 13% do total das operações, mais 12% do que nas mesmas festividades de 2025.</P><br />
<P>Nesta noite, o &#8216;ticket&#8217; médio global foi de 26 euros, enquanto o &#8216;ticket&#8217; médio das operações realizadas por MB WAY atingiu os 21 euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786717]]></sapo:autor>
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		<title>Dacia Striker: o novo crossover que quer juntar SUV, carrinha e berlina por menos de 25 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo surge no âmbito do plano estratégico da marca para 2030 e foi concebido para complementar o Bigster, ajudando a Dacia a conquistar novos clientes, tanto no mercado de particulares como no empresarial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Dacia está a reforçar a aposta no segmento C com o novo Striker, um crossover que pretende juntar três propostas num só modelo: a posição de condução elevada e o espírito aventureiro de um SUV, a versatilidade de uma carrinha e a eficiência de uma berlina.</p>
<p>O modelo surge no âmbito do plano estratégico da marca para 2030 e foi concebido para complementar o Bigster, ajudando a Dacia a conquistar novos clientes, tanto no mercado de particulares como no empresarial. A ambição da marca passa por aumentar o peso do segmento C nas suas vendas totais de 20% para 33% até 2035.</p>
<p>Fiel ao ADN da Dacia, o Striker apresenta-se como um automóvel robusto, essencial, moderno e “eco-inteligente”, com uma gama abrangente de motorizações eletrificadas multi-energia. A marca promete uma proposta altamente competitiva no segmento, com custos de utilização de referência e preços a começar abaixo dos 25.000 euros.</p>
<p>O nome “Striker” remete para a ideia de “marcar um golo” ou “atingir o alvo”, numa referência direta às ambições da Dacia neste segmento. Mais do que um SUV convencional, a marca apresenta o novo modelo como uma alternativa para quem procura espaço, conforto, eficiência e capacidade para utilizações mais exigentes.</p>
<p>Com 4,62 metros de comprimento, o Striker tem dimensões próximas das de uma carrinha do segmento C, mas mantém uma distância ao solo típica de SUV: 20 centímetros na versão 4&#215;4 e 19 centímetros na versão 4&#215;2. Ainda assim, a altura total fica nos 1,53 metros, abaixo dos mais de 1,60 metros habituais nos SUV do segmento C, o que aproxima o comportamento dinâmico do universo das berlinas.</p>
<p>“O Striker é uma resposta nova e complementar às expectativas atuais do setor automóvel, baseada num equilíbrio diferente do dos SUV convencionais”, afirma David Durand, diretor de Design da Dacia.</p>
<p>O desenho exterior combina linhas horizontais, inspiradas nas berlinas e carrinhas, com proporções e elementos mais verticais associados aos SUV. A marca destaca a linha de ombros bem definida, que liga os conjuntos de luzes dianteiros e traseiros e estrutura toda a carroçaria, dividindo visualmente o automóvel entre uma zona superior mais fluida e aerodinâmica e uma zona inferior mais robusta.</p>
<p>Acima dessa linha, o para-brisas inclinado, o tejadilho alongado e a janela traseira inclinada procuram criar um perfil mais elegante e eficiente. Abaixo, as superfícies tornam-se mais verticais, com maior sensação de força, estabilidade e presença na estrada. As barras de tejadilho integradas reforçam o lado funcional e aventureiro do modelo, sem quebrar a fluidez do desenho.</p>
<p>O Striker é também o primeiro modelo a estrear a nova assinatura luminosa LED em forma de “T” da Dacia, posicionada nos quatro cantos do automóvel. Na dianteira, surge integrada numa grelha preta brilhante com o emblema “Dacia Link” ao centro. Na traseira, a assinatura luminosa aparece numa faixa preta larga, com o nome “Dacia” em letras em relevo.</p>
<p>O modelo estará disponível com jantes de 17 polegadas, podendo receber, em opção, jantes de 18 e 19 polegadas. A gama de cores inclui sete opções a partir da versão Expression, entre as quais dois novos tons: Frost Green e Cosmic Blue.</p>
<p>Pensado para diferentes estilos de vida, o novo Dacia Striker será proposto em níveis de equipamento com orientações distintas. A versão Extreme dirige-se a utilizadores mais ativos, que procuram um automóvel preparado para escapadelas, lazer e utilização mais exigente. Inclui proteção exterior em Starkle®, estofos laváveis em TEP Microcloud e tapetes de borracha com 50% de material reciclado.</p>
<p>Nesta versão, a condução fora de estrada é reforçada pela distância ao solo elevada, pela possibilidade de transmissão 4&#215;4 e pelo sistema híbrido 150 4&#215;4, dependendo da configuração escolhida. A função de controlo de velocidade em descidas, de série no Striker Extreme, atua nos travões para evitar perdas de controlo em declives com pouca aderência.</p>
<p>Já a versão Journey aposta sobretudo no conforto em viagens longas e deslocações em família. Entre os equipamentos disponíveis estão banco do condutor com regulação elétrica, bancos dianteiros e volante aquecidos, estofos em tecido e TEP Microcloud, e porta traseira elétrica.</p>
<p>Com aerodinâmica otimizada, postura robusta e foco na eficiência, o Striker posiciona-se como uma nova proposta da Dacia para o segmento C, procurando atrair quem quer mais espaço e versatilidade sem entrar no território tradicional dos SUV maiores e mais caros.</p>

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		<title>Taxa Euribor sobe a três, a seis meses a 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:00:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses face a terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses face a terça-feira.</P><br />
<P>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,353%, continuou abaixo das taxas a seis (2,567%) e a 12 meses (2,737%). </P><br />
<P>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu hoje, ao ser fixada em 2,567%, mais 0,025 pontos do que na véspera.</P><br />
<P>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,77% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável. </P><br />
<P>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,39% e 24,45%, respetivamente.</P><br />
<P>No mesmo sentido, a três meses a taxa avançou 0,040 pontos, para 2,353%.</P><br />
<P>Já no prazo a 12 meses, a taxa Euribor avançou hoje para 2,737%, mais 0,042 pontos que na sessão anterior. </P><br />
<P>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais. </P><br />
<P>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</P><br />
<P>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</P><br />
<P>Em junho, a média mensal da Euribor subiu a três e a seis meses, tendo recuado a 12 meses.</P><br />
<P>A seis meses, a média subiu 0,060 pontos, para 2,596%, a três meses avançou 0,113 pontos, para 2,339%, enquanto a 12 meses recuou 0,006 pontos, para 2,798%.</P><br />
<P>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786714]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas avalia compromissos da Sanofi após posição dominante em vacina da gripe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:58:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Sanofi]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia abriu hoje uma consulta pública sobre compromissos da farmacêutica francesa Sanofi após uma investigação por alegado abuso de posição dominante na promoção da sua vacina contra a gripe para pessoas vulneráveis na União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia abriu hoje uma consulta pública sobre compromissos da farmacêutica francesa Sanofi após uma investigação por alegado abuso de posição dominante na promoção da sua vacina contra a gripe para pessoas vulneráveis na União Europeia (UE).</p>
<p>&#8220;A Comissão Europeia convida todas as partes interessadas a apresentar comentários sobre os compromissos propostos pela Sanofi para responder a preocupações de concorrência relacionadas com uma campanha de comunicação que poderá ter depreciado a única vacina concorrente contra a gripe recomendada para doentes vulneráveis com fatores de risco&#8221;, anuncia a instituição em comunicado.</p>
<p>Em causa está a investigação de Bruxelas para avaliar se a Sanofi promoveu, desde 2024, uma campanha junto de profissionais de saúde que poderá ter prejudicado a vacina concorrente Fluad, da CSL Seqirus, ao sugerir que a sua base científica era inferior à da vacina Efluelda, comercializada pela empresa francesa.</p>
<p>De acordo com o executivo comunitário, a Sanofi poderá ter transmitido informações que &#8220;sugeriam que a base de evidência da Fluad era mais fraca do que a da Efluelda&#8221;, contrariando as avaliações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças e dos grupos técnicos nacionais de vacinação da Alemanha e França.</p>
<p>Bruxelas indicou ainda que a empresa poderá ter &#8220;representado de forma incorreta as recomendações nacionais de vacinação&#8221; e sugerido que a recomendação da Fluad na Alemanha continuava sujeita a &#8220;objeções científicas não resolvidas&#8221; por parte de sociedades médicas.</p>
<p>Por isso, a Comissão Europeia considera, numa avaliação preliminar, que a Sanofi poderá ter uma posição dominante nos mercados de vacinas reforçadas contra a gripe na Alemanha e França e que a conduta em análise poderá constituir um abuso dessa posição, em violação das regras comunitárias.</p>
<p>Para responder às preocupações, a Sanofi propôs agora publicar declarações nos seus &#8216;sites&#8217; alemão e francês durante dois anos, reconhecendo as avaliações das autoridades técnicas.</p>
<p>Na Alemanha, a empresa comprometeu-se a esclarecer que o grupo técnico nacional de vacinação concluiu que &#8220;a Efluelda e a Fluad têm ambas uma base de evidência robusta&#8221; e que as duas vacinas foram recomendadas de forma equivalente para pessoas idosas.</p>
<p>A farmacêutica propôs, ainda, limitar a comunicação junto de profissionais de saúde, comprometendo-se a não &#8220;criticar, pôr em causa ou contradizer&#8221; recomendações nacionais de vacinação, nem apresentar a Fluad de forma negativa ou sugerir vantagens da Efluelda sem suporte em informação aprovada pelas autoridades de saúde ou em estudos comparativos adequados.</p>
<p>Os compromissos apresentados pela Sanofi vigorariam até março de 2030 e seriam acompanhados por um supervisor independente.</p>
<p>A Comissão Europeia estará a ouvir as partes interessadas até 21 de agosto.</p>
<p>Se considerar que as medidas propostas são suficientes, Bruxelas poderá torná-las juridicamente vinculativas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786700]]></sapo:autor>
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		<title>NATO/Cimeira: Aliança prevê que Portugal atinja 2,1% do PIB em Defesa até final do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A NATO estima que Portugal vai atingir 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em Defesa até ao final deste ano, representando um aumento de perto de 600 milhões de euros face a 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NATO estima que Portugal vai atingir 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em Defesa até ao final deste ano, representando um aumento de perto de 600 milhões de euros face a 2025.</p>
<p>Estes dados constam de um relatório divulgado pela NATO que contém estimativas de investimento dos 32 estados-membros da Aliança Atlântica, com informações recolhidas até ao dia 03 de junho passado.</p>
<p>Segundo este documento, Portugal deverá chegar aos 2,10% do PIB até ao final deste ano, com uma despesa aproximada de 6,7 mil milhões de euros.</p>
<p>De acordo com a NATO, este valor representa um aumento de perto de 600 milhões de euros face a 2025, uma vez que na estimativa relativa a esse ano Portugal aplicou 6,1 mil milhões de euros neste setor.</p>
<p>O mesmo relatório estima que Portugal atingiu a meta dos 2,01% relativa ao ano de 2025, valor que já tinha sido avançado pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, na Assembleia da República.</p>
<p>Se estes valores se confirmarem, Portugal passa de um aumento no investimento em Defesa de 1,6 mil milhões de 2024 para 2025, &#8211; o maior aumento anual da despesa em Defesa da última década, &#8211; para apenas 600 milhões entre o ano passado e o atual.</p>
<p>Portugal segue a tendência da maioria dos países europeus e Canadá, num contexto de recuo do investimento dos Estados Unidos da América (EUA) na NATO e depois de a última cimeira da Aliança, em Haia, Países Baixos, ter estabelecido como nova meta os 5% do PIB até 2035 (3,5% para &#8220;gastos puros&#8221; com Defesa como Forças Armadas, equipamento e treino, e 1,5% em investimentos como infraestruturas e indústria).</p>
<p>A cimeira da NATO em Ancara, capital da Turquia, termina hoje, no Palácio Presidencial, com três assuntos principais em cima da mesa: o investimento em Defesa, o reforço da produção industrial e o apoio à Ucrânia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786687]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Consumo de energia para arrefecimento nas habitações da UE duplicou em seis anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados hoje publicados pelo serviço estatístico da UE revelam que, em 2024 (ano mais recente), as famílias do espaço comunitário consumiram 80,4 mil terajoules (TJ) de energia para arrefecimento dos espaços, mais do dobro dos 40,5 mil TJ registados em 2018]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de energia utilizado para arrefecer as habitações na União Europeia (UE) duplicou em apenas seis anos, impulsionado pelo aumento das temperaturas e pela maior utilização de sistemas de ar condicionado, anunciou hoje o Eurostat.</p>
<p>Dados hoje publicados pelo serviço estatístico da UE revelam que, em 2024 (ano mais recente), as famílias do espaço comunitário consumiram 80,4 mil terajoules (TJ) de energia para arrefecimento dos espaços, mais do dobro dos 40,5 mil TJ registados em 2018.</p>
<p>Entre 2018 e 2024, o consumo aumentou todos os anos, com exceção de 2020 e 2023, anos em que se registaram ligeiras reduções face aos períodos anteriores.</p>
<p>Os dados surgem numa altura em que a UE enfrenta ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas, com vários países a registarem temperaturas excecionalmente elevadas durante os meses de verão, aumentando a procura por soluções de arrefecimento nos edifícios residenciais.</p>
<p>&#8220;À medida que os dias se tornam mais quentes, o ar condicionado desempenha um papel cada vez mais importante na forma como as pessoas lidam com o calor&#8221;, observa o Eurostat.</p>
<p>A subida do consumo reflete o impacto das alterações climáticas e das temperaturas mais elevadas, levando mais famílias a recorrer a equipamentos de ar condicionado e outras soluções de arrefecimento para manter o conforto térmico das habitações.</p>
<p>Entre os países da UE, Itália registou o maior consumo total de energia para arrefecimento, com cerca de 26,3 mil TJ, seguida por Espanha, com aproximadamente 14,3 mil TJ, e da Grécia, com 11,9 mil TJ.</p>
<p>Portugal &#8212; que ocupa a nona posição entre os que mais usaram energia &#8212; apresentou um consumo de cerca de 1,25 mil TJ de energia destinada ao arrefecimento das habitações em 2024, uma parcela reduzida do total europeu.</p>
<p>Em termos relativos, os países onde o arrefecimento representa uma maior parcela do consumo energético doméstico são Chipre e Malta, onde corresponde a 16,0% e 15,0% do consumo final de energia das famílias, respetivamente.</p>
<p>Na Grécia, a percentagem chega aos 7,4%, enquanto em Espanha e Itália representa 2,5% e 2,3%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786690]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Combustíveis sob suspeita: fugas ao Fisco podem ter custado mais de 1,1 mil milhões ao Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[EPCOL]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo apresentado pela EPCOL – Empresas Portuguesas de Combustíveis e Lubrificantes centra-se na importação terrestre não declarada de combustíveis brancos — gasolina e gasóleo — e procura atualizar o diagnóstico de um fenómeno que há vários anos levanta preocupações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As irregularidades operacionais e regulatórias no mercado dos combustíveis líquidos em Portugal terão tido um impacto económico superior a 1,1 mil milhões de euros entre 2023 e 2025, segundo um estudo apresentado pela EPCOL – Empresas Portuguesas de Combustíveis e Lubrificantes.</p>
<p>O estudo centra-se na importação terrestre não declarada de combustíveis brancos — gasolina e gasóleo — e procura atualizar o diagnóstico de um fenómeno que há vários anos levanta preocupações fiscais, regulatórias, ambientais e concorrenciais. De acordo com a análise, as situações identificadas estarão associadas a mais de 1,4 mil milhões de litros de combustível, volume equivalente a cerca de 17 mil camiões-cisterna.</p>
<p>A EPCOL sublinha que o problema não está na livre circulação de combustíveis no mercado europeu nem na entrada de produto em Portugal, mas sim na possibilidade de alguns operadores não estarem, na prática, sujeitos ao mesmo nível de cumprimento das obrigações fiscais, ambientais e regulatórias exigidas aos restantes agentes económicos.</p>
<p>Entre as irregularidades analisadas estão potenciais incumprimentos na liquidação do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos e do IVA, bem como falhas no cumprimento de obrigações associadas à incorporação de biocombustíveis, à constituição de reservas obrigatórias e a outras exigências do Sistema Petrolífero Nacional.</p>
<p>Segundo o estudo, as perdas médias estimadas ascendem a 704 milhões de euros em ISP e a 418 milhões de euros em IVA no período analisado. A EPCOL aponta ainda para uma trajetória de agravamento do volume médio não declarado, que terá passado de 381 milhões de litros em 2023 para cerca de 553 milhões de litros em 2025.</p>
<p>A associação salienta que a dimensão do fenómeno tem consequências que ultrapassam o setor dos combustíveis. Quando as mesmas regras não são cumpridas por todos, o Estado perde receita disponível para financiar políticas públicas, os operadores cumpridores ficam em desvantagem concorrencial e os consumidores enfrentam um mercado menos transparente.</p>
<p>Para ilustrar a escala do impacto, a EPCOL compara os 1,1 mil milhões de euros estimados com o investimento necessário para construir cerca de cinco hospitais de média dimensão, 11 quilómetros de nova infraestrutura de metro ou adquirir aproximadamente 160 comboios urbanos modernos.</p>
<p>O estudo aponta também riscos para a transição energética. O incumprimento de obrigações ligadas à incorporação de biocombustíveis e às reservas estratégicas pode comprometer mecanismos relevantes para o cumprimento de metas ambientais e para a segurança do abastecimento.</p>
<p>A EPCOL reconhece o trabalho desenvolvido pela ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético, nomeadamente através da Unidade de Controlo e Prevenção, dos planos nacionais de fiscalização e da monitorização das obrigações de incorporação de biocombustíveis. O estudo refere que ações de fiscalização concluídas e pendentes permitiram apurar penalizações de cerca de 103 milhões de euros associadas ao incumprimento das obrigações de incorporação.</p>
<p>Ainda assim, a associação considera que a dimensão do fenómeno exige uma resposta mais robusta. Entre as medidas defendidas estão o reforço da rastreabilidade dos fluxos físicos de combustíveis, o cruzamento de informação entre entidades, maior articulação entre autoridades fiscalizadoras e a aplicação efetiva de sanções suficientemente dissuasoras.</p>
<p>A EPCOL recorda que esta matéria já tinha sido identificada em 2018 por um Grupo de Trabalho criado pelos Secretários de Estado da Energia e dos Assuntos Fiscais, que alertou para riscos de incumprimento, potenciais distorções concorrenciais e necessidade de reforço dos mecanismos de fiscalização e controlo.</p>
<p>A associação vê de forma positiva o Projeto de Lei n.º 244/XXV/2026, que prevê medidas de reforço da rastreabilidade, certificação e controlo no mercado dos combustíveis e no Sistema Petrolífero Nacional. Mas sublinha que a eficácia destas medidas dependerá da sua aplicação prática, da cooperação entre entidades e da capacidade de fiscalização no terreno.</p>
<p>Para a EPCOL, esta é uma questão de interesse público que vai além das empresas do setor. A concorrência leal, a proteção da receita fiscal, a confiança dos consumidores e os objetivos da transição energética exigem que todos os operadores estejam sujeitos às mesmas regras e às mesmas obrigações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Criação de empresas cai 4,1% e insolvências voltam a subir no primeiro semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/criacao-de-empresas-cai-41-e-insolvencias-voltam-a-subir-no-primeiro-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Construção e as Tecnologias da Informação e Comunicação foram os únicos setores a registar crescimento na criação de empresas entre janeiro e junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Foram criadas 27.831 novas empresas em Portugal no primeiro semestre de 2026, menos 4,1% do que no mesmo período do ano passado. A descida corresponde a menos 1.187 constituições de empresas e marca o valor mais baixo desde 2023 na comparação entre primeiros semestres.</p>
<p class="isSelectedEnd">A quebra surge depois de 2025 ter registado um novo máximo histórico na criação de empresas, sinalizando um abrandamento do empreendedorismo no final da primeira metade do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Construção e TIC escapam à queda</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Construção e as Tecnologias da Informação e Comunicação foram os únicos setores a registar crescimento na criação de empresas entre janeiro e junho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Construção, foram constituídas 4.116 novas empresas, mais 11% do que no primeiro semestre de 2025, o equivalente a mais 411 constituições. O setor atingiu assim um novo máximo para este período do ano e passou, pela primeira vez, para o segundo lugar entre as atividades com maior número de novas empresas, ultrapassando os Serviços gerais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução da Construção prolonga uma tendência de crescimento observada nos últimos anos, associada à procura por habitação, à reabilitação urbana e às oportunidades de negócio geradas neste mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também as TIC mantiveram uma evolução positiva. O setor totalizou 2.059 novas empresas no primeiro semestre, mais 5,1% do que no período homólogo, o que representa um acréscimo de 99 constituições. A maioria destes novos negócios está ligada a atividades de consultoria e programação informática.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Agricultura, transportes, saúde e restauração entre as maiores quedas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Todos os restantes setores registaram descidas na criação de empresas no primeiro semestre de 2026. As quebras mais acentuadas verificaram-se na Agricultura e pecuária, com uma queda de 37%, menos 332 constituições, e nos Transportes terrestres, que recuaram 13%, com menos 234 novas empresas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também os Serviços de saúde humana registaram uma descida de 15%, equivalente a menos 183 constituições, enquanto o Retalho alimentar caiu 42%, com menos 163 novas empresas. Na Restauração, a quebra foi de 7,7%, correspondendo a menos 104 constituições.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com exceção da Agricultura e pecuária, estas atividades registam uma descida pelo segundo ano consecutivo quando comparados os primeiros semestres de cada ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diminuição da criação de empresas foi sentida em quase todos os distritos. As quedas mais expressivas ocorreram em Lisboa, com menos 191 constituições, uma descida de 2,2%, na Madeira, com menos 177 novas empresas, equivalente a uma quebra de 20%, e em Faro, onde foram criadas menos 140 empresas, uma redução de 8,4%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Quase 6.000 empresas encerraram até junho</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Até ao final de junho, encerraram 5.690 empresas em Portugal, segundo dados de 3 de julho de 2026 do Barómetro da Informa D&amp;B. Apesar de provisório, este número representa uma descida de 18% face ao mesmo período do ano anterior, menos 1.263 encerramentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Numa análise mais alargada, entre julho de 2025 e junho de 2026 encerraram 14.407 empresas em todos os distritos do país. Este valor representa uma redução de 8% face aos 12 meses anteriores, menos 1.260 encerramentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A leitura dos últimos 12 meses permite uma avaliação mais estável, uma vez que reduz o impacto do desfasamento entre a data efetiva de dissolução de uma empresa e a respetiva publicação oficial.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Encerramentos descem, mas há exceções</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos 12 meses, a redução do número de encerramentos foi transversal a todos os setores. Os Serviços Empresariais registaram menos 235 encerramentos, uma queda de 9,8%, enquanto o Retalho teve menos 210 encerramentos, o equivalente a uma descida de 9,9%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da tendência geral de queda, algumas atividades registaram aumentos expressivos. O Retalho não especializado por correspondência ou via Internet teve uma subida de 139%, mais 96 encerramentos, e a Fabricação de calçado aumentou 93%, com mais 25 encerramentos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Insolvências voltam a crescer</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As insolvências voltaram a subir no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, 1.046 empresas entraram em novos processos de insolvência, mais 6,6% do que no mesmo período do ano passado, o que corresponde a mais 65 casos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este aumento retoma a tendência de crescimento das insolvências que vinha desde 2022 e que tinha sido interrompida em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais de metade dos setores registaram agravamento. As Atividades imobiliárias destacaram-se com uma subida de 104%, mais 27 insolvências, duplicando o número registado no primeiro semestre de 2025. O Alojamento e restauração aumentou 12%, com mais 21 insolvências, enquanto as Indústrias cresceram 21%, com mais 16 casos.</p>
<p>As Indústrias continuam a ser o setor que habitualmente concentra o maior número de insolvências, em particular nas áreas do têxtil e da moda.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786699]]></sapo:autor>
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		<title>Viajar com filhos em guarda partilhada pode dar problemas? O erro que muitos pais só descobrem tarde demais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[guarda partilhada]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Portugal, quando há uma separação com filhos, a regra é o exercício conjunto das responsabilidades parentais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar com um filho deveria ser uma decisão simples. Mas, quando existe guarda partilhada, nem sempre é assim. O problema, muitas vezes, não está numa grande complexidade da lei, mas na diferença entre aquilo que os pais acreditam poder fazer e aquilo que está juridicamente previsto.</p>
<p>Em Portugal, quando há uma separação com filhos, a regra é o exercício conjunto das responsabilidades parentais. Isto significa que ambos os progenitores devem participar nas decisões de particular importância para a vida da criança, explica a advogada Mafalda Coimbra.</p>
<p>O conceito de “particular importância” depende sempre do caso concreto, mas abrange, entre outras matérias, decisões relacionadas com residência, educação, saúde e, em determinadas circunstâncias, deslocações para o estrangeiro. É aqui que muitas dúvidas começam a surgir.</p>
<p>“É aqui que começa a zona cinzenta que poucos antecipam. Nem todas as viagens exigem autorização do outro progenitor. Uma deslocação pontual, de curta duração, enquadrada no normal exercício da parentalidade, tende a ser vista como um ato da vida corrente, não exigindo, em regra, consentimento formal. No entanto, esta leitura muda no momento em que existe desacordo entre os progenitores. A mesma viagem que, num contexto de normalidade, não levantaria qualquer questão, pode transformar-se numa decisão juridicamente relevante se o outro progenitor se opuser”, esclarece Mafalda Coimbra.</p>
<p>Segundo a advogada, é precisamente neste ponto que muitos erros são cometidos. A ausência de conflito anterior leva muitos pais a assumir que não haverá conflito no futuro. A confiança acaba por substituir o enquadramento jurídico e, quando a oposição surge, por vezes já com a viagem marcada e paga, a situação deixa de ser apenas prática e passa a ser legal.</p>
<p>Nestes casos, a solução pode implicar a intervenção do tribunal. Caberá então demonstrar que a deslocação não prejudica o superior interesse da criança, que continua a ser o critério central em todas as decisões relacionadas com responsabilidades parentais.</p>
<p>Mafalda Coimbra sublinha ainda um risco que nem sempre é considerado com a devida seriedade: “Levar um filho para o estrangeiro, contra a vontade expressa do outro progenitor, pode ter consequências jurídicas relevantes, sobretudo se essa deslocação for entendida como uma violação do exercício das responsabilidades parentais. Em situações mais graves, e dependendo das circunstâncias, podem mesmo colocar-se questões relacionadas com a retenção ilícita do menor, nomeadamente em contexto internacional”.</p>
<p>A realidade é que estas situações raramente começam como um problema jurídico. Começam, muitas vezes, como uma decisão tomada com base em pressupostos errados. A ideia de que “sempre fizemos assim” ou de que “nunca houve problema” deixa de ter peso quando surge um conflito. É nesse momento que se percebe a diferença entre aquilo que se acreditava poder fazer e aquilo que está efetivamente protegido pela lei.</p>
<p>Por isso, em fases de reorganização familiar, férias ou mudança de rotinas, torna-se essencial perceber até onde vai a margem de decisão de cada progenitor. Quando há filhos, antecipar o problema é quase sempre mais seguro do que reagir depois.</p>
<p>“É exatamente aqui que a análise jurídica faz diferença. Porque não existem duas situações iguais. E aquilo que pode ser admissível num caso, pode ser problemático noutro”, explica a advogada.</p>
<p>Uma consulta jurídica permite perceber, com rigor, se é necessária autorização, se a viagem pode ser contestada e de que forma cada progenitor se deve proteger antes de tomar uma decisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786683]]></sapo:autor>
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		<title>Os 6 maiores erros nas compras online que podem fazê-lo perder dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Fazer compras online é rápido e cómodo, mas exige cuidados. A facilidade e rapidez do processo podem levar a erros que custam dinheiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar online tornou-se uma rotina para muitos consumidores. Em poucos minutos e com apenas alguns cliques é possível encher o carrinho, pagar e esperar pelo toque da campainha para receber os produtos à porta.</p>
<p>No entanto, essa facilidade também pode levar a decisões precipitadas e a erros que acabam por ter impacto no orçamento.</p>
<p>Comprar por impulso, ignorar custos adicionais ou recorrer a crédito sem analisar as condições são comportamentos que podem levar a despesas desnecessárias.</p>
<p><strong>Conheça seis erros comuns nas compras online.</strong></p>
<p><strong>1. Comprar sem verificar a credibilidade da loja </strong></p>
<p>Uma das grandes vantagens das compras online é a facilidade com que pode encontrar novos vendedores. Porém, essa facilidade também abre espaço a lojas fraudulentas ou pouco fiáveis.</p>
<p>Pode acabar a perder dinheiro, receber um produto diferente do esperado ou ficar sem qualquer forma de contactar o vendedor para pedir apoio ou apresentar uma reclamação.</p>
<p>Por isso, antes de comprar, pesquise a reputação da loja, procure avaliações de outros consumidores, confirme os dados de identificação da empresa (como contactos ou morada) e compare os preços com os praticados por outros vendedores.</p>
<p>Também é importante confirmar se o endereço começa por “https” e apresenta o símbolo do cadeado. Embora estes elementos não sejam uma garantia absoluta de segurança, ajudam a identificar sites que cumprem requisitos básicos de proteção dos dados dos utilizadores.</p>
<p>Preços muito abaixo dos praticados por outros vendedores também justificam atenção redobrada.</p>
<p><strong>2. Comprar por impulso devido à pressão das promoções</strong></p>
<p>As lojas online recorrem frequentemente a estratégias para acelerar a decisão de compra. Mensagens como “últimas unidades” ou contadores decrescentes criam um sentimento de urgência que pode levar a decisões pouco ponderadas.</p>
<p>Quando o receio de perder uma oportunidade fala mais alto, torna-se mais difícil avaliar se a compra faz realmente sentido ou se está a ser influenciado pela emoção.</p>
<p>Com isto, pode acabar a comprar produtos de que não necessita, gastar mais do que tinha planeado ou comprometer objetivos financeiros mais importantes.</p>
<p>Uma das estratégias para o evitar é criar uma lista de compras e definir antecipadamente um orçamento para evitar decisões impulsivas.</p>
<p><strong>3. Não comparar preços</strong></p>
<p>Nem sempre os preços promocionais representam a melhor oferta disponível. Existem produtos vendidos por valores diferentes em várias lojas e plataformas.</p>
<p>Além disso, uma redução de preço pode parecer atrativa sem o ser verdadeiramente quando comparada com outras alternativas disponíveis no mercado.</p>
<p>Por isso, reserve alguns minutos para comparar preços em diferentes lojas e utilizar comparadores online. Este simples hábito pode representar uma poupança significativa, sobretudo em compras de maior valor.</p>
<p><strong>4. Ignorar os custos adicionais</strong></p>
<p>Nem sempre o preço apresentado na página do produto corresponde ao valor final que vai pagar.</p>
<p>Portes, taxas aduaneiras ou outros encargos podem aumentar significativamente o custo total da compra. Este é um aspeto particularmente importante quando mandar vir produtos de fora da União Europeia.</p>
<p>Por vezes, aquilo que parecia ser uma oportunidade pode tornar-se mais caro do que uma alternativa disponível numa loja nacional.</p>
<p>Antes de confirmar a encomenda, verifique sempre o valor final a pagar. Confirme se existem custos de envio, taxas, impostos ou outros encargos que possam ser cobrados posteriormente.</p>
<p><strong>5. Não utilizar métodos de pagamento seguros</strong></p>
<p>A forma como paga uma compra online pode fazer a diferença caso surja algum problema. Muitas pessoas utilizam o cartão bancário principal em qualquer site ou guardam os seus dados de pagamento em várias plataformas sem necessidade.</p>
<p>Embora esta opção seja mais cómoda, também pode aumentar a exposição dos dados bancários.</p>
<p>Sempre que possível, utilize cartões virtuais ou temporários para compras online. Estes permitem definir limites de valor, têm um prazo de validade mais curto e reduzem a exposição dos dados do cartão principal.</p>
<p><strong>6. Recorrer ao crédito para financiar compras online</strong></p>
<p>As soluções de pagamento em prestações estão cada vez mais presentes nas lojas online. Em poucos cliques, é possível adiar o pagamento ou financiar uma compra que ultrapassa o orçamento disponível no momento.</p>
<p>Mas isso tem custos. Dependendo das condições contratadas, o valor pago no final pode ser bastante superior ao preço inicial do produto.</p>
<p>Além de pagar juros e outros encargos, pode aumentar o peso das prestações no orçamento mensal e reduzir a margem financeira para lidar com despesas inesperadas.</p>
<p>No entanto, se precisar mesmo de recorrer ao crédito, compare várias propostas e analise cuidadosamente indicadores como a TAEG, o MTIC e os restantes encargos associados ao financiamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786201]]></sapo:autor>
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		<title>MC reduz emissões em 7%, evita 86 milhões de euros em desperdício alimentar e destina 33 milhões ao setor social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[MC]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sonae]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a empresa, os resultados refletem a estratégia de sustentabilidade assente nos eixos Planeta, Produtos, Pessoas e Comunidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MC publicou o seu Relatório de Sustentabilidade 2025, documento que reúne os principais progressos alcançados no último ano nas áreas ambiental, social e de governação.</p>
<p>Entre os destaques estão a redução de 7% das emissões diretas de gases com efeito de estufa, o aumento de 36% da produção de energia renovável nas lojas e a prevenção de 86 milhões de euros em desperdício alimentar.</p>
<p>Segundo a empresa, os resultados refletem a estratégia de sustentabilidade assente nos eixos Planeta, Produtos, Pessoas e Comunidades, procurando conciliar a criação de valor económico com um impacto positivo na sociedade e no ambiente.</p>
<p>No plano ambiental, a MC reforçou o investimento na descarbonização das operações através de medidas de eficiência energética, da modernização das centrais de frio, da expansão da produção de energia renovável e da continuidade da eletrificação da frota de viaturas ligeiras.</p>
<p>O combate ao desperdício alimentar manteve-se igualmente como uma prioridade. Em 2025, a empresa evitou perdas avaliadas em 86 milhões de euros, recorrendo a iniciativas que permitem encaminhar produtos ainda próprios para consumo para doação a instituições ou acelerar a sua comercialização.</p>
<p>Na área da economia circular, a empresa atingiu uma taxa de reciclabilidade de 95,8% nas embalagens de marca própria mapeadas, resultado da aplicação de princípios de ecodesign no desenvolvimento das embalagens.</p>
<p>Através do Clube de Produtores Continente, a MC prosseguiu também o trabalho de promoção de práticas agrícolas mais sustentáveis, tendo monitorizado ou intervencionado uma área de 14.364 hectares com projetos focados na gestão responsável do solo, da água e da biodiversidade.</p>
<p>Ao nível da oferta, a empresa reduziu em 9% a pegada carbónica dos produtos disponibilizados aos consumidores, medida em função do volume de compras, e continuou a reformulação nutricional dos produtos de marca própria, totalizando 722 referências com redução gradual dos teores de sal, açúcar e gordura.</p>
<p>A certificação em bem-estar animal nos produtos do talho aumentou para 90,6%, reforçando, segundo a empresa, os padrões adotados ao longo da cadeia de abastecimento.</p>
<p>No domínio das pessoas, a MC foi distinguida pelo IEFP como Marca Empregadora Inclusiva e aumentou para 43,4% a representação de mulheres em cargos de liderança. A empresa destaca ainda que o programa Women in Leadership, lançado em 2020, já contribuiu para um crescimento de 22% da presença feminina em posições de liderança, mantendo o objetivo de alcançar a paridade até ao final de 2026.</p>
<p>Em paralelo, todas as lideranças receberam formação em primeiros socorros em saúde mental, iniciativa destinada a reforçar a capacidade das equipas para identificar situações de risco e promover ambientes de trabalho mais saudáveis.</p>
<p>Na vertente social, através da Missão Continente, a MC apoiou 1.339 instituições com donativos no valor de 33 milhões de euros. Já a Escola Missão Continente envolveu 1.054 estabelecimentos de ensino em iniciativas de promoção da literacia alimentar, da alimentação equilibrada e da sustentabilidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786677]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Há mais de 2.000 vagas para trabalhar este verão: estes são os setores que mais contratam</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ha-mais-de-2-000-vagas-para-trabalhar-este-verao-estes-sao-os-setores-que-mais-contratam/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As vagas disponíveis concentram-se sobretudo em cinco áreas: hotelaria, retalho, logística, construção e apoio ao cliente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Randstad anunciou a abertura de mais de 2.000 vagas de emprego em Portugal, numa resposta ao aumento da procura sazonal típico dos meses de verão e ao crescimento sustentado de projetos de várias empresas clientes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova campanha de recrutamento abrange todo o país, mas a maior concentração de oportunidades está no Algarve, na Área Metropolitana de Lisboa e no Porto. Ainda assim, a empresa indica que existem projetos ativos em quase todos os distritos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Hotelaria, retalho e logística entre os setores que mais contratam</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As vagas disponíveis concentram-se sobretudo em cinco áreas: hotelaria, retalho, logística, construção e apoio ao cliente. Estes setores estão entre os que registam maior pressão nesta altura do ano, devido ao aumento do turismo, do consumo e da atividade operacional associada ao verão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os perfis mais procurados estão operadores de armazém, logística, caixa e loja, serventes, profissionais de apoio ao cliente e assistentes de loja. Na hotelaria e restauração, há oportunidades para copeiros, hostesses, cozinheiros e rececionistas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Empresas reforçam equipas para responder ao pico do verão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Randstad, a confiança das empresas e a recuperação de setores como o turismo estão a impulsionar a contratação de profissionais temporários. Nas regiões com maior atividade, alguns setores podem mesmo duplicar ou triplicar o número de trabalhadores temporários contratados durante este período.</p>
<p class="isSelectedEnd">“As contratações sazonais continuam a ser essenciais para dar resposta ao pico da procura em setores fundamentais para a economia nesta época do ano. O nosso grande objetivo é apoiar as organizações a encontrar o talento adequado para responder com eficácia às necessidades sazonais do verão, ao mesmo tempo que reforçamos o compromisso e o posicionamento da Randstad enquanto o parceiro de eleição para o talento em Portugal”, afirma Pedro Empis, Operational Talent Solutions Director da Randstad Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Jovens e estudantes procuram rendimento e experiência</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O perfil dominante dos candidatos a estas funções temporárias continua a ser marcado por jovens e estudantes, que aproveitam os meses de verão para ganhar rendimento e adquirir experiência profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para facilitar o acesso às oportunidades, a Randstad reuniu as mais de 2.000 vagas sazonais numa página dedicada, com ofertas organizadas por distrito. Os candidatos interessados podem consultar as funções disponíveis e submeter candidatura através da <a href="https://www.randstad.pt/candidatos/emprego-sazonal/" target="_blank" rel="noopener">plataforma</a> criada para o efeito.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Mais de 2.000 oportunidades em todo o país</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A abertura destas vagas reforça o peso do trabalho sazonal no mercado laboral português durante o verão, em particular nos setores mais dependentes do turismo, do comércio, da logística e dos serviços ao cliente.</p>
<p>Com oportunidades distribuídas por várias regiões e diferentes perfis profissionais, a campanha da Randstad procura responder às necessidades imediatas das empresas e, ao mesmo tempo, criar portas de entrada no mercado de trabalho para quem procura uma experiência temporária nos meses de maior atividade.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786676]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal da UE confirma que Apple tem de cumprir regras do mercado digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-da-ue-confirma-que-apple-tem-de-cumprir-regras-do-mercado-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Geral da União Europeia confirmou hoje que a Apple tem de cumprir as obrigações impostas pelas regras comunitárias aos maiores operadores digitais, ao manter a App Store e o sistema operativo iOS como controladores de acesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Geral da União Europeia confirmou hoje que a Apple tem de cumprir as obrigações impostas pelas regras comunitárias aos maiores operadores digitais, ao manter a App Store e o sistema operativo iOS como controladores de acesso.</p>
<p>&#8220;O Tribunal Geral nega provimento a todos os recursos interpostos pela Apple. Confirma a designação da Apple como controlador de acesso para a App Store e o iOS e julga inadmissíveis os recursos relativos ao serviço iMessage&#8221;, indica em comunicado de imprensa a primeira instância do Tribunal de Justiça da União Europeia (UE).</p>
<p>Num acórdão hoje divulgado, Tribunal Geral nega assim provimento aos recursos da Apple relativos à sua designação como controlador de acesso (&#8216;gatekeepers&#8217;) para a App Store e para o iOS, confirmando a decisão adotada pela Comissão Europeia em setembro de 2023, no âmbito do novo Regulamento dos Mercados Digitais.</p>
<p>O estatuto de &#8220;controlador de acesso&#8221; aplica-se às grandes plataformas digitais que funcionam como intermediárias entre empresas e utilizadores e obriga-as a cumprir um conjunto de regras destinadas a garantir uma concorrência mais leal nos mercados digitais.</p>
<p>O Regulamento dos Mercados Digitais entrou em vigor para limitar o poder das maiores plataformas digitais que operam na UE, impondo obrigações específicas às empresas designadas para impedir práticas consideradas anticoncorrenciais e facilitar a entrada e o crescimento de concorrentes, reforçando simultaneamente as opções disponíveis para empresas e consumidores.</p>
<p>O tribunal julgou inadmissível a exceção de ilegalidade invocada pela Apple contra as regras do regulamento sobre interoperabilidade, considerando que essa disposição não serve de base à decisão da Comissão Europeia nem pode fundamentar a sua anulação.</p>
<p>Os juízes confirmaram igualmente a posição da Comissão de que as diferentes versões da App Store constituem &#8220;um único e mesmo serviço essencial de plataforma&#8221;, concluindo que as diferenças entre elas resultam sobretudo das características dos dispositivos e não justificam uma classificação separada.</p>
<p>Relativamente ao iMessage, a primeira instância do tribunal comunitário considerou inadmissíveis os recursos da Apple por entender que a qualificação do serviço como serviço essencial de plataforma não produz, por si só, efeitos jurídicos vinculativos, uma vez que o iMessage não foi designado como controlador de acesso.</p>
<p>Pela mesma razão, rejeitou os recursos contra as decisões de Bruxelas de abertura e encerramento da investigação de mercado sobre o serviço.</p>
<p>As decisões do Tribunal Geral podem ainda ser objeto de recurso para o Tribunal de Justiça da UE.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786674]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quando o verão compra felicidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quando-o-verao-compra-felicidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[ISEG]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Miranda de Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing. ISEG – Lisbon School of Economics &#038; Management. Universidade de Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O verão tem um talento raro que é convencer-nos a sair de casa. Os dias são mais longos, o sol prolonga as horas disponíveis e a vida parece desenrolar-se fora de portas. De repente, queremos ocupar cada fim de tarde, cada fim de semana e cada noite quente. Procuramos concertos, festivais, esplanadas, praias, parques, viagens, restaurantes novos e reencontros com amigos adiados durante meses. Enchemos as nossas agendas rapidamente. Talvez o verão seja a estação da felicidade porque é também a estação das experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Thomas Gilovich e colegas, da Universidade de Cornell, num projeto de investigação que comparou a felicidade gerada por compras materiais e compras experienciais, procuraram responder à seguinte questão: Se vamos gastar dinheiro, qual é a forma de obter o maior retorno emocional desse investimento? As conclusões parecem evidentes: retiramos mais satisfação, mais felicidade e uma sensação de bem-estar mais duradoura das experiências do que dos bens materiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das razões pelas quais as experiências geram mais felicidade é a sua capacidade para fortalecer relações sociais. Os seres humanos são profundamente sociais e a qualidade das suas relações é um dos principais preditores do bem-estar. As experiências aproximam pessoas de uma forma que os objetos raramente conseguem. Vamos a concertos com amigos, viajamos em família, celebramos aniversários à mesa de um restaurante ou encontramos antigos colegas numa festa de verão. Muitas das nossas melhores memórias têm outras pessoas como protagonistas. Além disso, as experiências continuam a gerar valor muito depois de terminarem. Voltamos a falar delas, partilhamos fotografias, contamos episódios engraçados e revisitamos momentos especiais. Uma viagem de uma semana pode transformar-se em meses ou anos de conversas. Um concerto dura algumas horas, mas a história permanece. Gilovich e colegas demonstram que as pessoas falam significativamente mais sobre experiências do que sobre bens materiais e que esse processo de partilha prolonga a satisfação sentida originalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma segunda explicação para a superioridade emocional das experiências é elas tornarem-se parte da nossa identidade. Os objetos podem dizer algo sobre quem somos, mas quando alguém nos pergunta quem somos, dificilmente respondemos com uma lista de bens que possuímos. Contamos antes onde viajámos, o que aprendemos, quem conhecemos, quais foram os momentos mais marcantes das nossas vidas. Como afirmam Gilovich e colegas, somos muito mais o que fazemos do que aquilo que possuímos. Os investigadores verificaram que, quando as pessoas descrevem as suas histórias de vida, incluem experiências de consumo quase duas vezes mais frequentemente do que incluem aquisições materiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda uma última razão que ajuda a explicar por que motivo o consumo experiencial nos traz mais felicidade. As experiências são menos vulneráveis à comparação social. Os bens materiais “vivem” frequentemente sob a sombra da comparação. O automóvel pode ser excelente até descobrirmos que alguém comprou um modelo superior. O smartphone parece extraordinário até ser ultrapassado pela versão seguinte. A televisão impressiona até vermos uma com melhor definição. Os objetos convidam constantemente à comparação, e a comparação é muitas vezes inimiga da satisfação. As experiências funcionam de forma diferente. Uma semana passada nos Açores não perde valor porque alguém foi para as Maldivas. Um concerto memorável não deixa de o ser porque outra pessoa assistiu a um espetáculo diferente. Ou seja, as experiências são mais pessoais, mais difíceis de comparar diretamente e mais resistentes à erosão causada pela competição social. Cada experiência pertence a quem a viveu.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o argumento mais surpreendente da investigação é o facto das experiências resistirem melhor ao tempo. Muitos consumidores justificam a compra de bens materiais com a ideia de que &#8220;ao menos ficam para sempre&#8221;, enquanto as experiências &#8220;acabam depressa&#8221;. A evidência científica sugere precisamente o contrário. Os objetos tendem a perder parte do seu encanto à medida que nos habituamos a eles. A nova aquisição rapidamente se transforma em normalidade. Os investigadores chamam a este fenómeno adaptação hedónica. As experiências, pelo contrário, continuam a viver através das memórias, das histórias e do significado pessoal que lhes atribuímos. Em muitos casos, a satisfação associada a uma experiência mantém-se estável ou até aumenta com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que o verão ocupa um lugar tão especial nas nossas recordações. Raramente nos lembramos dos objetos que comprámos em agosto de há três anos. Mas lembramo-nos frequentemente do pôr do sol que vimos na praia, do festival onde dançámos até de madrugada, da conversa longa numa esplanada ou da viagem que parecia impossível fazer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing. ISEG – Lisbon School of Economics &amp; Management. Universidade de Lisboa]]></sapo:autor>
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		<title>PSI mantém perdas da abertura e tem BCP a recuar 3,87%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O principal índice bolsista português, o PSI, seguia a tendência de abertura e descia 0,92% uma hora e meia depois, com o BCP a perder 3,87% e a ser uma das quatro cotadas com perdas acima de 2,5%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O principal índice bolsista português, o PSI, seguia a tendência de abertura e descia 0,92% uma hora e meia depois, com o BCP a perder 3,87% e a ser uma das quatro cotadas com perdas acima de 2,5%.</p>
<p>Pelas 09:35 em Lisboa, o PSI perdia 0,92% e somava 9.164,28 unidades, estando 11 cotadas a perder e três a ganhar, enquanto a Semapa e a REN mantinham a cotação de 20,80 euros e 3,77 euros, respetivamente.</p>
<p>As perdas eram lideradas pelo BCP, que recuava 3,87% e negociava a 1,03 euros, sendo seguida pelas construtoras Mota-Engil (-2,67% para 4,59 euros) e Teixeira Duarte (-2,64% para 0,52 euros) e pela Jerónimo Martins (-2,60% para 16,48 euros).</p>
<p>Também com perdas acima de 1% estavam os CTT, que viam a sua cotação baixar 1,84% para 5,88 euros.</p>
<p>A Sonae recuava 0,95% para 2,09 euros, a Corticeira Amorim baixava 0,93% para 6,37 euros, a EDP Renewables descia 0,85% para 14,00 euros e a Ibersol contraía 0,83% para 9,55 euros.</p>
<p>Também no &#8216;vermelho&#8217; estavam a NOS (-0,77% para 4,90 euros) e a EDP (-0,37% para 4,53 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, a Galp liderava os ganhos e acumulava 2,77% face à abertura, situando-se em 19,48 euros.</p>
<p>Já a Navigator ganhava 0,48% para 3,32 euros e a Altri 0,10% para 4,81 euros.</p>
<p>As bolsas europeias dão hoje continuidade à tendência de queda do final da sessão de terça-feira e abriram em terreno negativo, com os investidores atentos ao Médio Oriente e com receio de uma bolha no setor da inteligência artificial (IA).</p>
<p>Os investidores voltam-se hoje para o Médio Oriente, depois de novos ataques dos Estados Unidos da América contra posições iranianas no estreito de Ormuz, numa retaliação aos ataques da Guarda Revolucionária contra navios mercantes.</p>
<p>Esta incerteza voltou a aumentar o preço do barril de petróleo, e o Brent para entrega em setembro chegou a aumentar mais de 5%, tocando nos 78,06 dólares, enquanto o WTI subia 35,32% para 74,19 dólares.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o cessar-fogo com o Irão acabou e apelidou os líderes iranianos de &#8220;escumalha&#8221; e mentirosos.</p>
<p>&#8220;No que a mim me diz respeito, acabou&#8221;, respondeu Donald Trump aos jornalistas à margem da cimeira da NATO, que termina hoje em Ancara, capital da Turquia.</p>
<p>Trump afirmou que &#8220;não quer lidar mais com essa gente&#8221;, apelidando os líderes iranianos de &#8220;escumalha&#8221;, &#8220;mentirosos&#8221; e &#8220;pessoas violentas e cruéis que se tivessem uma arma nuclear, usá-la-iam&#8221;.</p>
<p>Na terça-feira, Wall Street fechou em baixa, com os títulos dos setores dos semicondutores e dos equipamentos de redes de comunicação a liderarem as quedas, enquanto o setor energético teve o melhor desempenho.</p>
<p>O Dow Jones perdeu 0,25%, o S&amp;P 500 recuou 0,45% e o Nasdaq baixou 1,16%.</p>
<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) atualiza hoje as perspetivas económicas mundiais, depois de ter, em abril, previsto um crescimento global de 3,1% e uma inflação global próxima de 4,4%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786672]]></sapo:autor>
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		<title>Viagem de Montenegro ao Mundial obrigou Falcon da Força Aérea a fazer mais 760 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A deslocação de Luís Montenegro ao jogo entre Portugal e Espanha, em Dallas, nos Estados Unidos, obrigou a Força Aérea Portuguesa a realizar duas viagens adicionais na Turquia para transportar o primeiro-ministro até à Cimeira da NATO, em Ancara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A deslocação de Luís Montenegro ao jogo entre Portugal e Espanha, em Dallas, nos Estados Unidos, obrigou a Força Aérea Portuguesa a realizar duas viagens adicionais na Turquia para transportar o primeiro-ministro até à Cimeira da NATO, em Ancara.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/viagens-ao-mundial-forca-aerea-obrigada-a-ir-buscar-montenegro-e-a-fazer-mais-760-quilometros" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o Falcon 900 saiu de Figo Maduro às 07h53 com destino à capital turca, onde aterrou às 14h45 locais. A aeronave transportou a maior parte da comitiva portuguesa que participa na reunião da Aliança Atlântica, mas sem o chefe do Governo, que se encontrava nos Estados Unidos a acompanhar a seleção nacional no Mundial.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falcon teve de ir a Istambul buscar primeiro-ministro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depois do jogo em Dallas, Luís Montenegro viajou diretamente dos Estados Unidos para Istambul. Como a Cimeira da NATO decorria em Ancara, a Força Aérea teve de deslocar o Falcon da capital turca até Istambul para recolher o primeiro-ministro e regressar depois a Ancara ao início da noite.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta operação implicou mais 760 quilómetros de voo. De acordo com o gabinete de Montenegro, citado pelo CM, a utilização de um voo militar foi necessária porque, por razões de segurança, o espaço aéreo de Ancara estava encerrado a voos comerciais, permitindo apenas voos militares e de Estado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Gabinete justifica deslocações ao Mundial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Luís Montenegro esteve presente em três jogos do Mundial. A primeira deslocação, a Houston, foi enquadrada pelo gabinete do primeiro-ministro como uma “viagem de trabalho”, por ter incluído uma visita a uma empresa portuguesa, uma reunião com o Conselho da Diáspora, uma receção à comunidade portuguesa e uma visita à missão permanente junto da ONU.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas deslocações a Toronto, no Canadá, e a Dallas, nos Estados Unidos, Montenegro foi acompanhado por três e duas pessoas do seu gabinete, respetivamente. A assessoria do primeiro-ministro afirmou ainda que, nessas viagens, também houve contactos com as comunidades portuguesas, apesar do pouco tempo disponível e da reduzida antecedência para preparar a agenda.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Estado pagou viagens, mas contas ainda não estão fechadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Com exceção do percurso entre cidades na Turquia, Luís Montenegro recorreu a voos comerciais nas deslocações realizadas. As despesas foram suportadas pelo Estado, mas o gabinete do primeiro-ministro indicou que ainda não dispõe de informação detalhada para apresentar um valor final.</p>
<p class="isSelectedEnd">A assessoria de Montenegro afirmou ao Correio da Manhã que os custos deverão corresponder a valores considerados normais para viagens e alojamento com destino aos Estados Unidos e ao Canadá. O jornal refere que bilhetes em classe económica entre Dallas e Istambul, na Turkish Airlines, companhia utilizada pelo primeiro-ministro, custam mais de 800 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Hugo Soares diz que pagou deslocação a título pessoal</strong></p>
<p>O líder parlamentar do PSD também esteve em Toronto, mas garantiu ao CM que a deslocação foi feita a título pessoal. Hugo Soares afirmou ter suportado os custos das viagens, da estadia e dos bilhetes para os jogos, tanto os seus como os do filho.</p>
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