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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Associação dos ucranianos em Portugal pede retirada de moeda com inscrição da Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação dos ucranianos em Portugal apelou ao primeiro-ministro que a moeda numismática intitulada "Multiculturalismo" seja retirada da circulação oficial e dos catálogos e publicações oficiais, por incluir uma inscrição relacionada com a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação dos ucranianos em Portugal apelou ao primeiro-ministro que a moeda numismática intitulada &#8220;Multiculturalismo&#8221; seja retirada da circulação oficial e dos catálogos e publicações oficiais, por incluir uma inscrição relacionada com a Rússia.</P><br />
<P>Em causa está uma moeda de coleção com o valor facial de 5 euros, intitulada &#8220;Multiculturalismo&#8221;, no âmbito da série &#8220;Cria a Moeda&#8221;, onde estão representadas mãos entrelaçadas que formam o contorno de Portugal, numa das quais se encontra a inscrição &#8220;Rússia&#8221;. </P><br />
<P>A associação expressou &#8220;surpresa que o Governo de Portugal tenha aprovado um símbolo que não corresponde à realidade atual e que, ainda mais, possa ser percepcionada como uma forma de justificar os crimes cometidos pela Rússia contra os ucranianos, bem como as suas ameaças de guerra nuclear dirigidas contra as países democráticos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desde o início da agressão russa em grande escala, os ucranianos em Portugal dirigiram-se repetidas vezes ao Governo português, solicitando apoio para o repatriamento das crianças ucranianas ilegalmente deportadas da Ucrânia pela Rússia&#8221;, recordou a associação, salientando que até à data, o Governo da Ucrânia verificou informações relativas a mais de 20.570 casos de deportação ou transferência forçada de crianças ucranianas pela Rússia.</P><br />
<P>Neste contexto, a associação questiona &#8220;que tipo de &#8216;multiculturalismo&#8217; da Rússia está o Governo de Portugal a sancionar na nova moeda numismática do Banco de Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Deixou também o pedido ao primeiro-ministro, numa missiva assinada pelo presidente da associação, Pavlo Sadokha, para que a moeda &#8220;seja retirada da circulação oficial e dos catálogos e publicações oficiais&#8221;, ainda que &#8220;compreendendo que poderá ter-se tratado de uma decisão tomada sem plena ponderação das suas implicações&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a página da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), a moeda teve origem na quinta edição do concurso Desenhar a Moeda, promovido pela INCM com o Município de Faro, que teve como tema &#8220;A Multiculturalidade&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Com 139 propostas de alunos do ensino básico, venceu o desenho de Melissa Garcia, que representa mãos unidas formando o contorno de Portugal, símbolo de inclusão e diversidade&#8221;, indica a página desta moeda de coleção. </P><br />
<P>De acordo uma nota publicada na página do Banco de Portugal, as caraterísticas da moeda foram aprovadas por uma portaria publicada no Diário da República de 09 de março, que foi assinada pelo secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, João Alexandre da Silva Lopes, em 04 de março de 2026.</P><br />
<P>A moeda tem oito braços que representam oito nacionalidades distintas: Espanha, Itália, Coreia, França, Rússia, Angola, México e Argentina. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772085]]></sapo:autor>
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		<title>O futuro também pode ser a manivela: o elétrico que rejeita os vícios dos carros modernos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Startup americana apoiada por Jeff Bezos quer chamar a atenção pelo caminho oposto: um elétrico novo que rejeita boa parte daquilo que hoje se associa a um carro moderno]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria automóvel passou anos a vender a ideia de que o futuro teria ecrãs cada vez maiores, aplicações, atualizações remotas, serviços ligados à cloud e carros capazes de comunicar permanentemente com o fabricante. Agora, uma startup americana apoiada por Jeff Bezos quer chamar a atenção pelo caminho oposto: um elétrico novo que rejeita boa parte daquilo que hoje se associa a um carro moderno.</p>
<p>A proposta chama-se Slate Truck e a história foi destacada pela &#8216;Carscoops&#8217;. À primeira vista, é uma pequena pickup elétrica de linhas simples, pensada para ser barata, modular e fácil de personalizar. Mas o detalhe que a torna mais interessante está no que não tem: modem integrado, ligação permanente à internet, ecrã central, rádio de série ou vidros elétricos na versão base.</p>
<p>É, em teoria, um carro moderno. É elétrico, nasce de uma startup tecnológica e chega numa altura em que quase todos os fabricantes tentam transformar o automóvel num smartphone com rodas. Mas a Slate quer vender a ideia contrária: um carro novo que não está sempre ligado, não recolhe dados em permanência e não acompanha o condutor à distância.</p>
<p><strong>A antítese do carro moderno</strong></p>
<p>A contradição é o melhor argumento deste modelo. A Slate não está a tentar vencer a Tesla, a Hyundai, a Kia ou a Rivian no campeonato dos ecrãs, das aplicações e das funcionalidades remotas. Está a tentar convencer um tipo diferente de cliente: aquele que olha para os carros atuais e pensa que talvez já haja tecnologia a mais.</p>
<p>Segundo a &#8216;Carscoops&#8217;, o Slate Truck não inclui modem integrado. Isso significa que não tem ligação permanente à cloud, não permite monitorização remota constante e não oferece uma aplicação capaz de seguir o veículo a partir de qualquer ponto. Num mercado cada vez mais criticado pela recolha de dados, esta ausência deixa de parecer atraso tecnológico e passa a ser uma escolha deliberada.</p>
<p>A Ars Technica resume a ideia de forma direta: sem modem integrado, a pickup da Slate é praticamente a antítese dos veículos atuais. O carro terá uma aplicação, mas esta só funcionará localmente, quando o telemóvel estiver próximo. Há tecnologia, portanto, mas não há uma ligação permanente entre o carro, a marca e o utilizador.</p>
<p><strong>Menos equipamento, mais argumento</strong></p>
<p>A aposta minimalista não fica pela privacidade. A versão base não traz ecrã central, não tem rádio integrado e mantém vidros manuais. O objetivo é cortar custos, simplificar a utilização e deixar ao comprador a possibilidade de acrescentar acessórios ou transformar o veículo ao seu gosto.</p>
<p>A própria Slate apresenta o modelo como uma pickup elétrica “radicalmente simples”, capaz de se adaptar às necessidades do proprietário, incluindo uma configuração próxima de SUV. A marca joga com a ideia de personalização e com uma espécie de regresso ao carro funcional, menos dependente de software e mais próximo de uma ferramenta de trabalho ou lazer.</p>
<p>A imagem ajuda a perceber o posicionamento. Não há linhas futuristas exageradas, portas teatrais ou interiores dominados por ecrãs. O Slate Truck parece deliberadamente básico: carroçaria simples, duas portas, dois lugares, jantes discretas e uma estética mais próxima de um objeto robusto do que de um produto tecnológico de luxo.</p>
<p><strong>O carro que não quer saber onde está</strong></p>
<p>O ponto mais forte para o leitor está aqui: a Slate transforma uma ausência num argumento comercial. Não ter modem podia ser visto como limitação. Mas, num mercado em que os carros recolhem cada vez mais informação, passa a ser uma promessa de privacidade.</p>
<p>Sem ligação permanente, o veículo não consegue enviar constantemente dados de localização e utilização para o fabricante ou para terceiros. A aplicação permitirá consultar informações como autonomia, carregamento, modos de condução, manutenção e apoio, mas não funcionará como um canal remoto permanente.</p>
<p>Isto tem consequências práticas. O condutor perde comodidades que muitos utilizadores já consideram normais, como ligar a climatização à distância, localizar o carro remotamente ou aceder a determinados serviços conectados. Mas ganha algo que começa a ser mais raro: um carro que não está sempre a comunicar com alguém.</p>
<p><strong>Barato, simples e ainda por provar</strong></p>
<p>A pickup da Slate ainda não é um produto de rua. A empresa deverá abrir encomendas a 24 de junho, com um depósito de 300 dólares, cerca de 258 euros, depois de já ter aceitado reservas de 50 dólares, cerca de 43 euros. O preço final deverá ser anunciado nessa altura, depois de a marca ter comunicado a ambição de manter o modelo numa faixa acessível.</p>
<p>Segundo a &#8216;The Verge&#8217;, a startup já terá mais de 160 mil reservas e levantou 650 milhões de dólares, cerca de 560 milhões de euros, para apoiar o lançamento da pickup elétrica. As entregas estão previstas para 2026, embora o verdadeiro teste, como acontece com tantas startups automóveis, só chegue quando começar a produção em escala.</p>
<p>O interesse da Slate, por agora, não está apenas em saber se será o próximo grande nome dos elétricos. Está no sinal que deixa à indústria: talvez nem todos os condutores queiram um carro cheio de software, ecrãs e serviços ligados. Talvez haja espaço para um elétrico moderno que pareça quase antigo na forma como respeita a simplicidade.</p>
<p>Num tempo em que até um utilitário pode recolher dados, fazer atualizações remotas e exigir subscrições para funcionalidades, a Slate aparece como uma provocação simples: e se o carro mais moderno fosse aquele que não precisa de saber tudo sobre quem o conduz?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771999]]></sapo:autor>
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		<title>Pequim considera que declarações de Rubio sobre Tiananmen &#8220;difamam&#8221; China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:07:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China acusou hoje o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, de difamação, depois de este ter homenageado as vítimas da sangrenta repressão na Praça Tiananmen, em 1989, condenando "a censura" do regime chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China acusou hoje o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, de difamação, depois de este ter homenageado as vítimas da sangrenta repressão na Praça Tiananmen, em 1989, condenando &#8220;a censura&#8221; do regime chinês.</P><br />
<P>Há 37 anos, a 04 de junho de 1989, os líderes chineses enviaram o Exército para dispersar os manifestantes concentrados na grande Praça Tiananmen, no centro de Pequim &#8212; um episódio que pôs fim a semanas de protestos contra a corrupção e exigindo reformas políticas.</P><br />
<P>A repressão continua a ser um tema tabu na comunicação social da China continental.</P><br />
<P>Na altura, o Governo chinês classificou oficialmente as manifestações de Tiananmen como um &#8220;motim contrarrevolucionário&#8221; instigado por &#8220;uma pequena minoria de pessoas com intenções não-reveladas&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades justificaram o uso da força como necessário para pôr fim à &#8220;agitação política&#8221; e repor a ordem.</P><br />
<P>&#8220;Nenhuma censura pode apagar o passado&#8221;, declarou Marco Rubio na quarta-feira, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Aqueles que se sacrificaram para defender os seus direitos inalienáveis à liberdade de expressão e de reunião pacífica verão um dia justificada a sua causa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>As declarações de Rubio &#8220;distorcem os factos históricos, difamam o sistema político e o percurso de desenvolvimento da China&#8221;, reagiu hoje uma porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Mao Ning, numa conferência de imprensa regular. </P><br />
<P>A porta-voz instou-o a &#8220;acabar com as manobras de confrontação ideológica e com a ingerência nos assuntos internos da China sob o pretexto da democracia e dos direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Continua a desconhecer-se o número exato de mortos no massacre de Tiananmen: as autoridades afirmaram que foram mortas entre 200 e 300 pessoas, entre as quais soldados, ao passo que outras estimativas oscilam entre 400 e mais de 2.000 mortos.</P><br />
<P>No território semiautónomo de Hong Kong, no sul da China, Pequim tem trabalhado nos últimos anos para eliminar todas as cerimónias públicas para assinalar a data.</P><br />
<P>Uma vigília anual à luz das velas era ali realizada há décadas, antes da entrada em vigor da lei de segurança nacional, em 2020.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772084]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guterres pede garantias de proteção para civis após últimos confrontos na Somália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou hoje à proteção dos civis na capital da Somália, instando as partes a retomarem as negociações para evitar a reversão dos "progressos" alcançados nas negociações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou hoje à proteção dos civis na capital da Somália, instando as partes a retomarem as negociações para evitar a reversão dos &#8220;progressos&#8221; alcançados nas negociações.</P><br />
<P>&#8220;O secretário-geral está alarmado com os relatos de violência em Mogadíscio. Realça a necessidade urgente de todas as partes interessadas retomarem as negociações para identificar um caminho a seguir, a fim de evitar a reversão dos progressos alcançados até à data na Somália, assim como garantir a proteção dos civis e das infraestruturas civis&#8221;, disse o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, em comunicado.</P><br />
<P>Guterres apelou a todas as partes no país africano para que &#8220;exerçam a máxima contenção, se abstenham de qualquer ação que possa incitar mais violência e resolvam as diferenças políticas através do diálogo&#8221;.</P><br />
<P>O líder da ONU lembrou que a Missão de Assistência Transitória das Nações Unidas na Somália (UNTMIS) já havia alertado para o &#8220;risco de repetição da crise ocorrida em 2021 devido a divergências sobre o roteiro eleitoral&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Alertas que, infelizmente, obviamente, não foram atendidos&#8221;, observou.</P><br />
<P>&#8220;A Missão da ONU insta todos os líderes somalis a priorizarem o interesse nacional e a retomarem as negociações que terminaram a 15 de maio. Os parceiros internacionais da Somália estão prontos para facilitar este diálogo&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Confrontos eclodiram durante a madrugada em Mogadíscio, lançando colunas de fumo para o ar, enquanto a polícia da Somália anunciava uma operação em grande escala contra milícias.</P><br />
<P>&#8220;Uma operação de segurança em grande escala conduzida pelas forças de segurança da capital está a chegar ao fim. Esta operação visa neutralizar as milícias fortemente armadas que lançaram ataques com morteiros contra certos bairros da capital&#8221;, escreveu a polícia, em comunicado.</P><br />
<P>Trocas de tiros já tinham ocorrido em Mogadíscio na quarta-feira, com o ex-primeiro-ministro somali Hassan Ali Khaire a afirmar ter sido vítima de um ataque por parte de forças governamentais.</P><br />
<P>O porta-voz da polícia somali, Abdifatah Adan, por sua vez, afirmou que as forças de segurança foram &#8220;atacadas por milícias&#8221;.</P><br />
<P>A Somália voltou a mergulhar numa crise aberta duas semanas depois de o Presidente Hassan Sheikh Mohamud ter sido autorizado a permanecer no cargo, apesar de o mandato ter expirado.</P><br />
<P>Isto após as negociações para a transição do processo político com a oposição terem fracassado.</P><br />
<P>Os acontecimentos precipitaram-se quando a principal coligação da oposição, a Aliança para o Futuro da Somália, anunciou o fracasso das negociações de última hora com o Governo e com a comunidade internacional para tentar resolver a situação.</P><br />
<P>Num comunicado, a aliança denuncia o fracasso das negociações &#8220;devido à recusa&#8221; de Mohamud, já identificado como &#8220;ex-presidente&#8221;, e da sua administração &#8220;em alcançar um acordo político baseado num processo de transição inclusivo, no consenso nacional e na responsabilidade partilhada para ultrapassar o vazio constitucional resultante do fim do mandato presidencial em 15 de maio de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Todos os esforços para convocar eleições até essa data fracassaram praticamente antes de começar, por múltiplas razões.</P><br />
<P>Além disso, persiste a ameaça constante da violência de grupos armados como o al-Shabaab ou o Estado Islâmico. Outro estado separatista, a Somalilândia, foi recentemente reconhecido por Israel numa decisão sem precedentes.</P><br />
<P>Todos estes fatores colocaram o país à beira da fragmentação, enquanto o Presidente se mantém firme no argumento de que a revisão constitucional sob a qual o país funciona atualmente estabelece um novo limite de mandato de cinco anos que, em teoria, lhe permitiria continuar a governar legitimamente para além de meados deste mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772083]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Iraola oficializado como novo treinador do Liverpool </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O treinador espanhol Andoni Iraola vai assumir o comando técnico do Liverpool na próxima temporada, sucedendo ao neerlandês Arne Slot, anunciou hoje o clube da Liga inglesa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O treinador espanhol Andoni Iraola vai assumir o comando técnico do Liverpool na próxima temporada, sucedendo ao neerlandês Arne Slot, anunciou hoje o clube da Liga inglesa de futebol.</P><br />
<P>Iraola chega ao Liverpool após três épocas em destaque no Bournemouth, o qual conduziu à histórica qualificação europeia na última temporada.</P><br />
<P>&#8220;Estou muito entusiasmado, muito entusiasmado mesmo. Porque, obviamente, conheces o Liverpool, sabes que é um grande clube, um clube enorme, um dos maiores do mundo&#8221;, disse o técnico, de 43 anos, aos meios oficiais dos &#8216;reds&#8217;.</P><br />
<P>Na nota divulgada no seu sítio oficial da Internet, o Liverpool não refere a duração do contrato.</P><br />
<P>O espanhol classifica o Liverpool &#8220;um clube especial&#8221;, sublinhando que a possibilidade de treinar &#8220;jogadores de alto nível e disputar títulos&#8221; torna o desafio atrativo.</P><br />
<P>Natural do País Basco, Iraola sucede a Arne Slot e chega a Anfield após passagens bem-sucedidas por AEK Larnaca, Mirandés e Rayo Vallecano, onde garantiu a promoção à Liga espanhola logo na primeira temporada, em 2020.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772082]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Falta de acesso às instalações nucleares iranianas é uma &#8220;preocupação&#8221; &#8211; AIEA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:02:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) indicou, num relatório confidencial consultado hoje pela AFP, que a falta de acesso para inspecionar material nuclear no Irão é a sua principal preocupação, pedindo a Teerão que "coopere construtivamente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) indicou, num relatório confidencial consultado hoje pela AFP, que a falta de acesso para inspecionar material nuclear no Irão é a sua principal preocupação, pedindo a Teerão que &#8220;coopere construtivamente&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, a AIEA não observou qualquer atividade em instalações nucleares estratégicas, como Isfahan e Natanz, desde o início da guerra no Médio Oriente, no final de fevereiro de 2026, de acordo com imagens de satélite, afirmou uma fonte diplomática.</P><br />
<P>A Agência teve o acesso negado a certas instalações-chave no Irão desde que Israel, juntamente com os Estados Unidos, iniciou um conflito de doze dias em junho de 2025, durante o qual instalações nucleares foram atingidas.</P><br />
<P>Estas instalações também foram atingidas durante o conflito em curso. A AIEA solicitou repetidamente acesso a estes locais e, no seu relatório, afirmou que realizou uma inspeção esta semana na instalação nuclear de Bushehr, mas não em outras instalações. </P><br />
<P>Esta central foi construída e é operada com assistência russa para fins civis e também foi alvo de ataques na guerra.</P><br />
<P>&#8220;Embora a Agência tenha reconhecido que os ataques militares às instalações e locais nucleares iranianos criaram uma situação sem precedentes, é crucial que ela possa realizar suas atividades sem demora&#8221;, afirmou o relatório.</P><br />
<P>&#8220;A falta de acesso, durante quase um ano, para verificar o urânio previamente declarado &#8212; um atraso considerável em comparação com as práticas habituais &#8212; é uma preocupação em termos de proliferação&#8221;, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>O diretor-geral Rafael Grossi apela ao Irão para que &#8220;coopere construtivamente para facilitar a implementação plena e eficaz das salvaguardas&#8221;, continua o texto. </P><br />
<P>O relatório será analisado na reunião do Conselho de Governadores da AIEA na próxima semana, em Viena, Áustria, na sede da Agência.</P><br />
<P>Antes dos ataques dos EUA em junho de 2025, a AIEA tinha calculado que o Irão possuía aproximadamente 440 quilos de urânio enriquecido a 60%, um nível próximo dos 90% necessários para a fabricação de uma bomba.</P><br />
<P>Desde então, o destino dessa reserva permanece incerto, já que Teerão se recusa a permitir o acesso dos inspetores da AIEA aos locais danificados pelos ataques dos EUA e de Israel. </P><br />
<P>Israel e os Estados Unidos acusam o Irão de querer adquirir armas nucleares, com o presidente dos EUA, Donald Trump, a invocar essa ameaça para justificar tanto o conflito planeado de 12 dias em 2025 quanto a guerra em curso, desencadeada pelos ataques EUA-Israel em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão negou repetidamente ter ambições militares, afirmando o direito à tecnologia nuclear para fins civis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772081]]></sapo:autor>
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		<title>A partir de 1 de julho, as regras mudam para as frotas de transporte: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mudança resulta do Pacote da Mobilidade I da União Europeia e obriga estes operadores a utilizarem tacógrafos inteligentes de segunda geração]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas de transporte que operam veículos entre 2,5 e 3,5 toneladas em rotas transfronteiriças vão passar a estar sujeitas a novas obrigações europeias a partir de 1 de julho de 2026. A mudança resulta do Pacote da Mobilidade I da União Europeia e obriga estes operadores a utilizarem tacógrafos inteligentes de segunda geração, aproximando parte das regras aplicadas aos veículos comerciais ligeiros das exigências já conhecidas no transporte pesado.</p>
<p>A alteração, enquadrada pelo Regulamento (UE) 2020/1054, não se limita à instalação do equipamento. Os motoristas destes veículos terão também de cumprir as regras relativas aos tempos de condução, pausas e períodos de descanso, de acordo com o Regulamento n.º 561/2006. Além disso, deverão utilizar cartão digital de motorista e estar preparados para apresentar os registos da sua atividade em caso de inspeção rodoviária.</p>
<p>As autoridades poderão verificar os registos referentes aos últimos 56 dias. Do lado das empresas, passa a ser necessário descarregar regularmente os dados dos tacógrafos, armazená-los de forma segura, analisar os registos e acompanhar o desempenho dos motoristas, num contexto em que a gestão da conformidade legal ganha peso nas operações diárias.</p>
<p><strong>Tacógrafo deixa de ser apenas uma obrigação legal</strong></p>
<p>A Eurowag defende que esta nova geração de tacógrafos inteligentes está a transformar a forma como os operadores de transporte gerem dados, inspeções e operações diárias. O dispositivo deixa de funcionar apenas como ferramenta de registo e passa a assumir um papel mais relevante na gestão de rotas, controlo dos tempos de trabalho, planeamento operacional e administração salarial.</p>
<p>A empresa disponibiliza uma solução que permite descarregar, analisar e utilizar automaticamente os dados dos tacógrafos, ajudando os transportadores a cumprir as obrigações legais e, ao mesmo tempo, a tornar a gestão de frotas mais eficiente. O objetivo é reduzir encargos administrativos e transformar uma exigência regulamentar numa ferramenta prática de otimização do negócio.</p>
<p>“Os dados são descarregados automaticamente e à distância, sem necessidade de ligação manual em depósito. Os dados do tacógrafo ajudam a garantir o cumprimento dos horários de trabalho, eliminam a incerteza relativamente ao tempo de condução disponível e facilitam a execução das operações de acordo com o planeado”, afirma Łukasz Maśka, Product Manager da Eurowag.</p>
<p><strong>Gestão integrada para reduzir custos e ganhar eficiência</strong></p>
<p>Os tacógrafos digitais fazem parte da Eurowag Office, solução que cria um ecossistema integrado onde os dados operacionais ficam reunidos num único local. A informação proveniente do tacógrafo é integrada num sistema de análise do tempo de trabalho, permitindo apoiar o planeamento, verificar o cumprimento dos horários, preparar operações futuras e prever a utilização da frota.</p>
<p>Segundo a Eurowag, esta abordagem permite aos transportadores assegurar o cumprimento integral da regulamentação e, ao mesmo tempo, ganhar margem de eficiência operacional. A empresa aponta como vantagens a redução do tempo de resposta a mudanças, a otimização de custos e o aumento da rentabilidade das operações de transporte.</p>
<p>A partir de julho, a conformidade passa assim a ser uma exigência mais ampla para operadores que até agora estavam fora de algumas destas obrigações. Para muitas empresas com veículos comerciais ligeiros em transporte internacional, o tacógrafo inteligente de segunda geração deixa de ser uma opção tecnológica e passa a ser uma peça central da gestão diária da frota.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771948]]></sapo:autor>
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		<title>Putin admite que Rússia deve melhorar defesa anti-aérea depois de ataque de drones ucranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 18:47:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente russo, Vladimir Putin, admitiu hoje que a Rússia deve "melhorar" e "reforçar" a sua defesa antiaérea, depois dos ataques com drones ucranianos contra um complexo petrolífero e uma base naval em São Petersburgo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo, Vladimir Putin, admitiu hoje que a Rússia deve &#8220;melhorar&#8221; e &#8220;reforçar&#8221; a sua defesa antiaérea, depois dos ataques com drones ucranianos contra um complexo petrolífero e uma base naval em São Petersburgo.</P><br />
<P>&#8220;A Rússia dispõe de um sistema de defesa antiaérea. Sim, temos de o melhorar. Sim, temos de o reforçar, e vamos fazê-lo&#8221;, afirmou Putin durante um encontro com responsáveis de meios de comunicação internacionais, à margem do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo.</P><br />
<P>No encontro, o Presidente russo acusou os países ocidentais de fornecerem &#8220;uma grande quantidade de drones&#8221; à Ucrânia, alguns dos quais &#8212; admitiu &#8212; atingem alvos em território russo.</P><br />
<P>&#8220;Os patrocinadores ocidentais fornecem [à Ucrânia] uma grande quantidade de drones de diferentes tipos, incluindo de longo alcance. Alguns deles, infelizmente, ultrapassam as defesas&#8221; antiaéreas, afirmou.</P><br />
<P>Horas antes da abertura do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo, o evento anual dedicado ao investimento, um ataque com drones ucranianos incendiou um terminal petrolífero na cidade e atingiu também uma base naval nos arredores da cidade natal de Putin.</P><br />
<P>Putin afirmou que a Rússia está aberta a um compromisso sobre a Ucrânia, em consonância com os entendimentos alcançados durante a sua cimeira com o presidente dos EUA, Donald Trump, em Anchorage, no Alasca, acrescentando que a Ucrânia precisa de os aceitar para que se chegue a um acordo.</P><br />
<P> Contudo, rejeitou a ideia de que os países da União Europeia possam atuar como mediadores nas negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia, argumentando que não são partes neutras.</P><br />
<P>&#8220;A mediação pressupõe neutralidade. Onde está a neutralidade aqui?&#8221;, questionou, salientando que os potenciais mediadores terceiros precisam de ter a confiança de ambas as partes.</P><br />
<P>&#8220;Como pode a Rússia confiar em pessoas que há anos vêm insistindo na necessidade de infligir uma derrota estratégica à Rússia&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo a Comissão de Investigação da Rússia, os drones que atacam o território russo são, por vezes, modelos de fabrico ocidental ou incluem peças e componentes provenientes de países da NATO, como os EUA, a Alemanha, o Reino Unido, a Itália ou a Turquia.</P><br />
<P>O ex-presidente russo Dmitri Medvédev afirmou hoje que a Rússia terá de &#8220;responder&#8221; ao financiamento ocidental da indústria militar ucraniana.</P><br />
<P>Por outro lado, Putin enfatizou a sua determinação em assumir o controlo de toda a região de Donetsk, no leste da Ucrânia, salientando que a Ucrânia controla cerca de 15% do seu território.</P><br />
<P>Putin declarou que &#8220;o patriotismo e a vontade do povo russo&#8221; garantirão a concretização dos objetivos que Moscovo estabeleceu na Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;As tropas russas estão a avançar ao longo de toda a linha de contacto&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O ataque com drones de quarta-feira atingiu a base naval vizinha de Kronstadt e um terminal petrolífero, lançando uma enorme nuvem de fumo negro sobre a segunda maior cidade da Rússia, tornando-se em mais um golpe nos esforços de Putin para minimizar o impacto do conflito, que já dura há quatro anos, e de o apresentar como um acontecimento distante que não afeta a vida quotidiana dos russos.</P><br />
<P> Também sublinhou a crescente capacidade da Ucrânia em atingir o interior da Rússia e revelou a vulnerabilidade das suas cidades. Dezenas de voos foram atrasados ou desviados no aeroporto de São Petersburgo e as autoridades cortaram o serviço de internet móvel para tentar impedir ataques com drones.</P><br />
<P>Putin tem aproveitado o fórum para mostrar os avanços económicos do seu país e incentivar o investimento estrangeiro. Frequentemente descrito como a versão russa do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, o evento costuma atrair dezenas de milhares de delegados de todo o mundo.</P><br />
<P> Embora autoridades e empresários ocidentais se tenham mantido afastados do fórum depois de Putin ter enviado tropas para a Ucrânia em 2022, a Rússia tem procurado atrair mais convidados de outras regiões para sublinhar o seu objetivo declarado de promover um &#8220;mundo multipolar&#8221;.</P><br />
<P> A Arábia Saudita, que é convidada especial este ano, enviou uma grande delegação. Os Presidentes do Uzbequistão e da Tanzânia e o vice-presidente da China também estão presentes. Um responsável norte-americano, Rodney Mims Cook Jr., presidente da Comissão de Belas Artes dos EUA, está presente pela primeira vez em anos.</P><br />
<P>As perspetivas económicas da Rússia tornaram-se sombrias à medida que o impulso inicial resultante dos gastos militares massivos se esgotou. O Governo aumentou os impostos e o endividamento interno para manter o défice orçamental sob controlo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772080]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro destaca contributo dos imigrantes para funcionamento das misericórdias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 18:41:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, destacou hoje o contributo dos imigrantes para suprir a falta de mão-de-obra com que se debatem as misericórdias portuguesas e, assim, assegurar o funcionamento dessas instituições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, destacou hoje o contributo dos imigrantes para suprir a falta de mão-de-obra com que se debatem as misericórdias portuguesas e, assim, assegurar o funcionamento dessas instituições.</P><br />
<P>Falando na abertura do 15.ºCongresso Nacional das Misericórdias, em Braga, Seguro lembrou que, em muitas localidades, são os imigrantes que tratam dos idosos de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;É bom que muita gente repare que, em muitas localidades, quem trata dos nossos idosos são imigrantes&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>O chefe de Estado aludiu a uma entrevista do presidente da União das Misericórdias, Manuel Lemos, em que este refere que &#8220;no Alentejo todas as misericórdias têm seis a sete nacionalidades diferentes&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;São elas e eles, muitas das vezes em silêncio, que sustentam o que seria um colapso social sem a sua presença. São estas pessoas, nacionais e imigrantes, a quem devemos também uma palavra de agradecimento e reconhecimento pelo seu trabalho, muitas das vezes pouco reconhecido socialmente, mas também pela sua dedicação, pelo seu cuidado, pelo seu amor e compromisso com os utentes, que vai muito para além do que se pode exigir num emprego&#8221;, disse.</P><br />
<P>Sublinhando que são as misericórdias que &#8220;continuam a estar onde por vezes o Estado chega tarde, chega pouco ou simplesmente não está presente&#8221;, António José Seguro sublinhou o peso daquelas instituições no emprego, na saúde e nas respostas sociais.</P><br />
<P>&#8220;Os números falam por si e precisam de ser ditos, porque raramente são referidos juntos. Menciono apenas alguns: 388 misericórdias, 158 mil pessoas apoiadas por dia. 52 mil trabalhadores, 21 hospitais, 508 estruturas residenciais para idosos, 399 creches e estabelecimentos de pré-escolar, 192 unidades de cuidados continuados&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Para o Presidente, as misericórdias são &#8220;uma espinha dorsal da solidariedade&#8221; em Portugal.</P><br />
<P>&#8220;É o país que funciona onde, com frequência, as misericórdias são a única instituição que tem uma política de proximidade. E é, em muitas localidades do interior do nosso País, a principal fonte de emprego&#8221;, disse ainda.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772078]]></sapo:autor>
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		<title>Pegou num Ferrari Testarossa e fez isto: seis rodas, 1.200 cavalos e jantes que valem mais do que muitos carros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 18:30:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Testarossa 6x6 fica, por isso, algures entre homenagem, provocação e excesso mecânico. Não é um Ferrari para puristas, nem pretende ser]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um Ferrari Testarossa já não é propriamente um automóvel discreto, mas Richard Rawlings decidiu levar essa ideia muito mais longe. Na Gas Monkey Garage, em Dallas, foi apresentado o primeiro Ferrari Testarossa 6&#215;6 do mundo, um projeto que demorou dois anos a construir e que nasceu a partir de um exemplar recuperado depois de ter sido usado num filme.</p>
<p>O resultado, indicou o site &#8216;Supercar Blondie&#8217;, é um Testarossa com seis rodas, carroçaria alargada, frente inspirada na Ferrari F40, faróis traseiros feitos à medida e uma enorme asa traseira pensada para gerar apoio aerodinâmico. No interior, a preparação também não passou despercebida, com bancos em fibra de carbono e uma decoração igualmente inspirada na F40.</p>
<p>Mas o elemento mais absurdo está debaixo da pele. O motor LT4 sobrealimentado passou a debitar 1.200 cavalos, um valor muito acima da potência original da Testarossa e suficiente para transformar esta Ferrari num exercício mecânico difícil de ignorar. Mesmo para Richard Rawlings, conhecido pelo gosto por projetos extremos e pela notoriedade conquistada com a Gas Monkey Garage e o programa ‘Fast N’ Loud’, esta construção destaca-se como uma das mais invulgares.</p>
<p>A própria Alex Hirschi, conhecida como Supercar Blondie, reconheceu que a Ferrari costuma ser particularmente protetora da originalidade dos seus modelos. Ao ver este Testarossa 6&#215;6, admitiu que era difícil imaginar o que a marca italiana pensaria de uma transformação deste género. Rawlings respondeu em tom descontraído que não queria criar problemas com a Ferrari e que, por enquanto, ainda não tinha recebido qualquer carta da marca.</p>
<p>As jantes ajudam a explicar a escala do projeto. Foram feitas especificamente para este carro e custaram 60 mil dólares, cerca de 51.700 euros. Ou seja, só as rodas deste Testarossa 6&#215;6 custaram mais do que muitos automóveis novos.</p>
<p>Depois de conhecer o carro por fora, Alex Hirschi teve oportunidade de o conduzir. Antes desse teste, a Testarossa tinha percorrido apenas cerca de 16 quilómetros, o que fazia dele um projeto praticamente acabado de sair da oficina. Ao volante, a sensação inicial foi surpreendentemente normal, até o compressor entrar em ação e as rodas extra surgirem nos espelhos laterais.</p>
<p>“A única altura em que pensamos que estamos mesmo em algo completamente absurdo é quando o compressor entra em funcionamento e vemos todas aquelas rodas atrás no espelho lateral”, afirmou Alex Hirschi. A apresentadora resumiu a experiência de forma direta: quem quiser chamar a atenção, dificilmente encontrará carro mais eficaz.</p>
<p>Ainda assim, o projeto não está totalmente afinado. Durante uma manobra de burnout, a suspensão traseira perdeu uma barra de direção, sinal de que os 1.200 cavalos e a configuração 6&#215;6 ainda estão a obrigar a oficina a ajustar a mecânica. Rawlings admitiu que a potência colocada no chão pode estar muito acima do esperado e que até uma brincadeira com pneus queimados pode representar um choque sério para o sistema.</p>
<p>O Testarossa 6&#215;6 fica, por isso, algures entre homenagem, provocação e excesso mecânico. Não é um Ferrari para puristas, nem pretende ser. É antes uma demonstração de até onde pode ir uma oficina quando decide pegar num ícone italiano e transformá-lo num monstro de seis rodas, 1.200 cavalos e jantes mais caras do que muitos carros completos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771964]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Setor da IA pede ao Congresso dos EUA que proteja o país de ameças biológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 18:13:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Executivos da indústria da inteligência artificial (IA) e um grupo de especialistas em segurança nacional pediram ao Congresso dos Estados Unidos que proteja o país das ameaças biológicas, potenciadas pela tecnologia, através da regulamentação dos pedidos de material genético sintético.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Executivos da indústria da inteligência artificial (IA) e um grupo de especialistas em segurança nacional pediram ao Congresso dos Estados Unidos que proteja o país das ameaças biológicas, potenciadas pela tecnologia, através da regulamentação dos pedidos de material genético sintético.</P><br />
<P>Numa carta aberta, dirigentes de renome como Sam Altman (OpenAI), Dario Amodei (Anthropic) e Demis Hassabis (Google DeepMind), galardoado com o Prémio Nobel em 2024, pedem formalmente aos legisladores que imponham por lei salvaguardas rigorosas às empresas que comercializam ADN e ARN sintéticos, componentes essenciais para o desenvolvimento de vacinas e avanços biotecnológicos.</P><br />
<P>&#8220;Os sistemas de IA estão a melhorar rapidamente e, a par dos incríveis benefícios para a ciência e a medicina, existe a possibilidade real de que as barreiras de conhecimento que historicamente impediram os agentes maliciosos de obter armas biológicas sejam significativamente erodidas&#8221;, adverte o documento, assinado em conjunto.  </P><br />
<P>O objetivo central da iniciativa, impulsionada por centros de estudo de diversas correntes ideológicas, é obrigar os fornecedores de ácidos nucleicos a filtrar os pedidos dos seus clientes para bloquear combinações genéticas que se revelem perigosas, bem como verificar a legitimidade dos compradores e manter um registo das transações. </P><br />
<P>Os signatários, entre os quais se encontram também Mustafa Suleyman (Microsoft AI) e Alexandr Wang, fundador da Scale AI e diretor de IA na Meta, alertam que a velocidade do desenvolvimento da IA está a &#8220;mudar as regras do jogo&#8221;. </P><br />
<P>Os modelos atuais já superam virologistas com nível de doutoramento em questões laboratoriais altamente técnicas, o que poderia dar origem a &#8220;ferramentas criminosas para libertar novos agentes patogénicos&#8221;.</P><br />
<P>Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto presidencial voltado para a cibersegurança e a supervisão de modelos de IA, alterando a abordagem desregulamentada que a sua administração vinha a adotar.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772077]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tribunal da Relação manda repetir julgamento de ex-deputada do PAN Cristina Rodrigues</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-da-relacao-manda-repetir-julgamento-de-ex-deputada-do-pan-cristina-rodrigues/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 18:03:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal da Relação anulou a decisão do tribunal de primeira instância que absolveu ex-deputada do PAN Cristina Rodrigues, acusada de um "apagão informático" de 'emails' do partido, e mandou repetir o julgamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal da Relação anulou a decisão do tribunal de primeira instância que absolveu ex-deputada do PAN Cristina Rodrigues, acusada de um &#8220;apagão informático&#8221; de &#8216;emails&#8217; do partido, e mandou repetir o julgamento.</P><br />
<P>No acórdão, a que a agência Lusa teve acesso, o coletivo de juízes dá razão aos recursos interpostos pelo Ministério Pública (MP) e pelo PAN e anula a decisão do tribunal que, em julho de 2025, absolveu a atual deputada do partido Chega, devolvendo o processo à primeira instância.</P><br />
<P>O tribunal do Juízo Local Criminal de Lisboa entendeu, na altura, que não ficaram provados os dois crimes de dano e acesso ilegítimo aos emails de que Cristina Rodrigues estava acusada pelo MP.</P><br />
<P>Em resposta aos recursos do MP e do PAN, a Relação de Lisboa considera nula a decisão do tribunal de primeira instância por entender que &#8220;não se pronuncia sobre todos os aspetos&#8221; e &#8220;não está devidamente fundamentada&#8221;, incluindo no que respeita à declaração de nulidade de provas.  </P><br />
<P>A Relação acrescenta que a decisão foi proferida sem aguardar prova documental da Assembleia da República que havia admitido e que o tribunal não esclareceu a razão pela qual o partido não poderia aceder aos registos dos e-mails, apontando também a fundamentação insuficiente quanto à conclusão de que aquela conta poderia ser usada para fins pessoais.</P><br />
<P>Em causa neste processo, em que foi também arguida Sara Fernandes, ex-funcionária do PAN, está um &#8220;apagão informático&#8221; nos &#8216;emails&#8217; de dirigentes do PAN em 2020, quando Cristina Rodrigues era ainda deputada do partido.</P><br />
<P>O MP considerou que &#8220;as arguidas agiram de forma deliberada, livre e consciente, de acordo com um plano previamente traçado, com o objetivo de vedar o acesso do PAN e seus militantes ao conteúdo das mensagens de correio eletrónico&#8221; do partido, lê-se na acusação.</P><br />
<P>&#8220;As arguidas removeram da referida caixa de mensagens milhares de mensagens de correio eletrónico ali constantes, o que sabiam não ter autorização para fazer. Visavam as arguidas &#8211; e conseguiram &#8211; impedir o partido PAN de prosseguir a sua atividade política&#8221;, lê-se no despacho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772076]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Arrábida sem carros&#8221;: acesso às praias de Setúbal terá mais restrições já a partir desta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 08:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa “Arrábida Sem Carros 2026”, aprovado pela Câmara Municipal de Setúbal, vai impor novas restrições à circulação automóvel até 15 de setembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A época balnear nas praias da Arrábida arranca esta quinta-feira com regras mais apertadas para quem quiser chegar de carro a algumas das zonas balneares mais procuradas de Setúbal. O programa “Arrábida Sem Carros 2026”, aprovado pela Câmara Municipal de Setúbal, vai impor novas restrições à circulação automóvel até 15 de setembro, num ano marcado por riscos naturais, estradas danificadas e maior pressão sobre os acessos às praias.</p>
<p>As limitações abrangem sobretudo os acessos às praias de Albarquel, Figueirinha, Galapos, Creiro e Portinho da Arrábida. A autarquia justifica a decisão com a necessidade de garantir a segurança de pessoas e bens, proteger o património natural da Serra da Arrábida, prevenir riscos e incentivar o uso do transporte público em vez do automóvel particular.</p>
<p>A decisão surge num contexto mais difícil do que em anos anteriores. As tempestades registadas em janeiro e fevereiro agravaram os danos na rede viária costeira, obrigaram à supressão de uma das vias de acesso às praias de Albarquel e da Figueirinha e aumentaram a necessidade de intervenções em estradas e taludes. A isto soma-se a instabilidade do maciço rochoso que mantém encerrada a Rua Círio da Arrábida, entre a Figueirinha e Galapos, desde fevereiro de 2023.</p>
<p><strong>Carros particulares proibidos entre as 07h00 e as 20h00</strong></p>
<p>Entre as principais medidas do programa está a proibição da circulação de viaturas particulares nos acessos às praias de Albarquel e da Figueirinha, todos os dias, entre as 07h00 e as 20h00. Durante esse período, o acesso deverá ser feito através de transporte público, com algumas exceções.</p>
<p>Podem circular moradores, trabalhadores de empresas com atividade nas zonas abrangidas, veículos de emergência e socorro e viaturas com dístico de mobilidade condicionada. Os pedidos de cartão de circulação ou estacionamento autorizado devem ser submetidos através do formulário disponível no portal da Câmara Municipal de Setúbal ou enviados para o endereço eletrónico praias@mun-setubal.pt.</p>
<p>Também os acessos às praias do Portinho da Arrábida, Creiro e Galapos ficam condicionados no mesmo horário, entre as 07h00 e as 20h00. O objetivo é manter condições de segurança, garantir a circulação de veículos de emergência e evitar situações em que o estacionamento irregular bloqueie a passagem.</p>
<p><strong>Mais autocarros para chegar à praia</strong></p>
<p>Para compensar as restrições ao trânsito automóvel, a Câmara Municipal de Setúbal garante um reforço significativo da oferta de transportes públicos em articulação com a Transportes Metropolitanos de Lisboa. As linhas 4470, 4471, 4474 e 4477 serão reforçadas e estão abrangidas pelo passe Navegante.</p>
<p>Durante os fins de semana, a linha 4474, que serve a ligação à Figueirinha, deverá ter frequências de 10 minutos nas horas de maior procura e de 15 minutos nos restantes períodos. De acordo com a autarquia, este reforço só é possível porque a via ficará disponível para a circulação dos transportes públicos em condições de segurança.</p>
<p>O CM refere ainda que, em alguns períodos, as carreiras para as praias poderão circular de 20 em 20 minutos, de 15 em 15 minutos ou até de 10 em 10 minutos nas horas de ponta, consoante a procura e a operação definida.</p>
<p><strong>Estacionamento da Figueirinha fica reservado</strong></p>
<p>A bolsa de estacionamento da Praia da Figueirinha ficará muito limitada durante a época balnear. Este ano, o estacionamento nessa zona será reservado a viaturas dos trabalhadores das concessões balneares, veículos de duas rodas e viaturas com dístico de mobilidade condicionada, até ao limite dos lugares existentes.</p>
<p>Na zona do Creiro continuará a funcionar o transporte público regular, bem como o Parque do Creiro, com cerca de 140 lugares tarifados sob gestão da Associação Baía de Setúbal.</p>
<p>Para quem optar por deixar o carro fora da zona costeira, a Câmara disponibiliza parques gratuitos em vários pontos. Entre as alternativas estão o parque junto ao Alegro Setúbal, com ligação à Figueirinha através da linha 4474, a zona da Várzea, perto do terminal rodoviário e servida pelas linhas 4474 e 4470, e o Mercado Mensal de Azeitão, com acesso à linha 4470 em direção ao Creiro.</p>
<p><strong>“Colocamos a segurança das pessoas em primeiro lugar”</strong></p>
<p>A vice-presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria do Carmo Tiago, defende que a medida resulta das recomendações das entidades responsáveis pela proteção e segurança e que a autarquia optou por não arriscar perante os condicionamentos existentes.</p>
<p>“Esta é uma decisão de responsabilidade. Optámos por seguir as recomendações das entidades de proteção e segurança e não facilitar. A última coisa que queríamos era ter de fechar a circulação a meio da época balnear porque tinha havido um acidente trágico”, afirmou.</p>
<p>A autarca sublinhou ainda que o objetivo é “colocar a segurança das pessoas em primeiro lugar” e, ao mesmo tempo, garantir que os visitantes continuam a poder usufruir das praias da Arrábida.</p>
<p>As intervenções de remoção de terras e estabilização das encostas deverão avançar apenas depois do final da época balnear. Até lá, o acesso às praias de Setúbal será feito com mais restrições, mais transporte público e menos espaço para o automóvel particular.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771820]]></sapo:autor>
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		<title>Há um Twingo elétrico cheio de SAPOS em Lisboa. E pode dar prémios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 08:00:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marca é parceira oficial da Casa do SAPO powered by Renault Twingo, um espaço de hospitalidade pensado para receber cerca de 400 convidados por dia e que promete ser um dos pontos de encontro do verão lisboeta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renault Portugal juntou-se ao SAPO para levar o novo Renault Twingo E-Tech elétrico ao arraial Santos em Santos, que decorre até 19 de julho no Terrapleno de Santos, em Lisboa. A marca é parceira oficial da Casa do SAPO powered by Renault Twingo, um espaço de hospitalidade pensado para receber cerca de 400 convidados por dia e que promete ser um dos pontos de encontro do verão lisboeta.</p>
<p>Com vista privilegiada para o palco principal, serviço de restauração e programação própria, a Casa do SAPO powered by Renault Twingo vai combinar música, futebol, passatempos, convidados especiais e várias surpresas ao longo das próximas semanas. O espaço permitirá acompanhar concertos de alguns dos nomes mais populares da música portuguesa, bem como a transmissão de todos os jogos de Portugal no Mundial de Futebol.</p>
<p>A presença da Renault no evento não se limita à exposição do modelo. A marca preparou duas ativações interativas para aproximar o público do novo Twingo E-Tech elétrico, reforçando o posicionamento do automóvel como uma proposta urbana, descontraída e associada à diversão.</p>
<p><strong>Jogos, SAPO e prémios dentro do Twingo</strong></p>
<p>Na Casa do SAPO, os convidados podem participar no desafio &#8220;Quantos SAPOS estão no Twingo?&#8221;, uma ativação que convida os participantes a adivinhar quantos peluches da mascote SAPO se encontram no interior de um Renault Twingo E-Tech elétrico.</p>
<p>Os vencedores ficam habilitados a receber prémios como bilhetes para festivais de verão, experiências de entretenimento e outras ofertas exclusivas. A iniciativa junta o lado lúdico da marca à identidade do SAPO, num formato pensado para envolver os visitantes de forma simples e imediata.</p>
<p><strong>Escape Twingo leva o modelo ao recinto gratuito</strong></p>
<p>Fora da área de hospitalidade, no recinto geral do festival, a Renault criou também um espaço aberto a todos os visitantes, de entrada gratuita, onde três unidades do novo Renault Twingo E-Tech elétrico são as protagonistas da experiência &#8220;Escape Twingo&#8221;.</p>
<p>Inspirada no conceito dos escape rooms, a ativação desafia os participantes a resolver enigmas e provas cronometradas dentro do universo do Twingo. O objetivo é dar a conhecer o modelo de forma dinâmica e inesperada, traduzindo o ADN urbano e irreverente do automóvel.</p>
<p>Os participantes mais rápidos e eficazes recebem prémios e merchandising exclusivo da marca, numa experiência que combina jogo, descoberta e contacto direto com o novo modelo elétrico da Renault.</p>
<p><strong>Twingo quer conquistar o verão lisboeta</strong></p>
<p>Com esta parceria, a Renault reforça a ligação do Twingo E-Tech elétrico a um público urbano, jovem e descontraído, associando o modelo a um dos eventos mais marcantes da agenda de verão em Lisboa.</p>
<p>Entre concertos, jogos de futebol, desafios, prémios e momentos de convívio, a Casa do SAPO powered by Renault Twingo pretende transformar o novo Twingo E-Tech elétrico num dos protagonistas do arraial Santos em Santos, levando para o Terrapleno de Santos a energia e a irreverência que a Renault quer associar ao modelo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771779]]></sapo:autor>
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		<title>A nova febre do Mundial não vem em saquetas: Enquanto uns colecionam cromos, há quem colecione os novos selos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 07:45:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[cromos]]></category>
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					<description><![CDATA[A corrida aos cromos do Mundial 2026 tem levado milhares de adeptos a procurar as figuras dos seus jogadores favoritos. Mas a paixão pelo futebol e pela Seleção Nacional não ficará apenas guardada nos álbuns: os CTT decidiram eternizar a participação portuguesa no Campeonato do Mundo também através de uma edição especial de selos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A corrida aos cromos do Mundial 2026 tem levado milhares de adeptos a procurar as figuras dos seus jogadores favoritos. Mas a paixão pelo futebol e pela Seleção Nacional não ficará apenas guardada nos álbuns: os CTT decidiram eternizar a participação portuguesa no Campeonato do Mundo também através de uma edição especial de selos.</p>
<p>Os CTT – Correios de Portugal e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) lançaram uma emissão filatélica comemorativa dedicada ao Mundial 2026, que decorre entre 11 de junho e 19 de julho, numa iniciativa que pretende celebrar a presença da Seleção Nacional naquela que é a maior competição do futebol mundial.</p>
<p>A coleção é composta por booklets de selos personalizados inspirados na participação portuguesa e no universo do futebol, reunindo imagens e elementos representativos da equipa das quinas. Ao todo, foram produzidos 30 mil exemplares, cada um contendo 24 selos, disponíveis através dos canais habituais dos CTT.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-771771" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial.jpg" alt="" width="1559" height="738" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial.jpg 1559w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-300x142.jpg 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-900x426.jpg 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-768x364.jpg 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-1536x727.jpg 1536w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-1200x568.jpg 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Selos-Mundial-600x284.jpg 600w" sizes="(max-width: 1559px) 100vw, 1559px" /></p>
<p>Para Guy Pacheco, CEO dos CTT, a iniciativa representa uma forma de preservar um momento marcante da história do desporto nacional. “O selo é, há mais de um século, uma das formas mais duradouras de os CTT fixarem momentos que marcam a vida dos portugueses. Associá-lo à participação da Seleção Nacional no Campeonato do Mundo é, para nós, uma escolha natural: une duas instituições com história longa em Portugal e oferece aos portugueses, e aos colecionadores dentro e fora do país, uma peça que permanecerá como memória do Mundial 2026”, afirma.</p>
<p>Também o presidente da FPF, Pedro Proença, destaca o simbolismo da parceria. “A parceria agora estabelecida com os CTT representa a união de duas das principais marcas portuguesas, como forma de celebrar a participação da Seleção Nacional num Campeonato do Mundo que todos esperamos poder ficar para a história, imortalizando um momento de enorme significado para o futebol português”, sublinha.</p>
<p>A iniciativa procura juntar duas paixões que atravessam gerações: o colecionismo e o futebol. Se os cromos prometem ocupar as conversas e trocas entre adeptos durante o Mundial, os selos pretendem garantir uma recordação mais duradoura de uma competição que Portugal espera transformar numa página memorável da sua história desportiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771769]]></sapo:autor>
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		<title>A febre dos cromos do Mundial&#8217;2026 não é só futebol: especialista analisa como também pode ensinar as crianças a comunicar melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 07:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Diana Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Diana Moreira, terapeuta da fala, defende que a febre dos cromos pode funcionar como um verdadeiro laboratório natural de comunicação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cadernetas e os cromos do Mundial voltaram a entrar nos recreios, nas salas de aula e nas conversas entre crianças. Para muitos adultos, a cena é conhecida: listas de repetidos, cromos que faltam, trocas feitas à pressa no intervalo e pequenas negociações em torno de jogadores, seleções e equipas. Mas aquilo que parece apenas uma brincadeira pode ter um valor educativo maior do que parece.</p>
<p>Diana Moreira, terapeuta da fala, defende que a febre dos cromos pode funcionar como um verdadeiro laboratório natural de comunicação. Ao falar sobre a coleção, explicar estratégias de troca, organizar cromos ou conversar com colegas sobre equipas e jogadores, a criança está a mobilizar competências linguísticas e sociais importantes.</p>
<p>“Quando uma criança fala sobre os seus cromos, explica estratégias de troca, organiza a sua coleção ou conversa com os colegas sobre equipas e jogadores, está a utilizar competências linguísticas complexas, sem sequer se aperceber”, explica a terapeuta.</p>
<p><strong>Uma brincadeira que aumenta o vocabulário</strong></p>
<p>Uma das primeiras áreas estimuladas é o vocabulário. Com a coleção, as crianças começam a usar palavras que muitas vezes não faziam parte do seu discurso habitual. Falam de seleções, campeonatos, grupos, eliminatórias, jogadores, avançados, defesas, capitães, estádios, pontuações e classificações.</p>
<p>Mas o impacto não fica limitado ao futebol. As cadernetas também introduzem conceitos ligados à organização, à negociação, à matemática e à geografia. Ao procurar jogadores de diferentes seleções, as crianças contactam com nomes de países, cidades, bandeiras e culturas, ampliando o conhecimento do mundo através de uma atividade que lhes parece apenas divertida.</p>
<p><strong>Trocar cromos obriga a comunicar</strong></p>
<p>O lado mais interessante desta febre está na necessidade de interação. Para completar a coleção, as crianças precisam de perguntar, pedir ajuda, explicar o que procuram, negociar, justificar escolhas, argumentar e ouvir o outro.</p>
<p>Estas competências fazem parte da comunicação funcional trabalhada na terapia da fala. Ao contrário de muitas atividades digitais, nas quais a criança pode ter uma participação mais passiva, a troca de cromos exige comunicação real e presencial.</p>
<p>A criança tem de adaptar o discurso ao colega, perceber intenções, responder de forma adequada e encontrar formas de chegar a acordo. Mesmo quando a negociação parece simples, há ali um treino importante de linguagem, escuta e relação.</p>
<p><strong>Linguagem oral em treino constante</strong></p>
<p>As conversas sobre cromos também ajudam a desenvolver a linguagem oral. Quando uma criança diz que já tem determinado cromo repetido, que troca dois por outro, que lhe falta completar uma equipa ou que quer saber quem é certo jogador, está a construir frases, organizar pensamento e comunicar uma intenção concreta.</p>
<p>Estas pequenas interações treinam a memória verbal, a compreensão oral, a capacidade narrativa, a descrição de acontecimentos e a argumentação. Tudo isto acontece num contexto natural, espontâneo e motivador, sem a sensação de exercício formal.</p>
<p><strong>Atenção, memória e organização</strong></p>
<p>A coleção também estimula competências cognitivas importantes para a aprendizagem. Para avançar numa caderneta, a criança precisa de manter a atenção, procurar informação específica, comparar números, identificar padrões, organizar cromos, planear trocas e memorizar o que ainda falta.</p>
<p>Estas tarefas ativam funções executivas como a atenção sustentada, a memória de trabalho, a organização e o planeamento. São competências essenciais para a escola e para muitas aprendizagens futuras.</p>
<p><strong>O valor social dos cromos</strong></p>
<p>Num tempo em que o excesso de ecrãs preocupa famílias e especialistas, os cromos têm uma vantagem clara: juntam crianças em torno de uma atividade presencial. Nos recreios, criam grupos, conversas, regras próprias, negociações e momentos de partilha.</p>
<p>Para crianças mais tímidas ou com dificuldades de interação, a caderneta pode funcionar como um facilitador social. O tema comum ajuda a iniciar conversas, entrar em grupos e participar numa dinâmica coletiva sem a pressão de inventar um assunto do zero.</p>
<p><strong>Uma oportunidade também para as famílias</strong></p>
<p>Esta aprendizagem não precisa de ficar limitada à escola. Em casa, os pais podem aproveitar o interesse pelos cromos para estimular a linguagem de forma simples e natural.</p>
<p>Conversar sobre jogadores e países, pedir à criança que explique como funciona a coleção, contar os cromos que faltam, organizar os cromos por categorias ou explorar curiosidades sobre as seleções são formas de transformar a brincadeira em mais uma oportunidade de comunicação.</p>
<p>Quando os adultos entram no jogo, multiplicam-se as conversas. E, com elas, surgem novas oportunidades para aprender vocabulário, estruturar frases, fazer perguntas, contar histórias e desenvolver pensamento.</p>
<p><strong>Aprender sem parecer estudo</strong></p>
<p>Para Diana Moreira, a verdadeira riqueza desta febre não está apenas na coleção, mas nas conversas que ela gera. Os cromos criam relações, introduzem vocabulário, promovem negociações e permitem aprendizagens que acontecem sem que as crianças sintam que estão a estudar.</p>
<p>“A verdadeira riqueza desta febre dos cromos não está apenas na coleção. Está nas conversas que gera. Nas relações que cria. No vocabulário que introduz. Nas negociações que promove. Nas aprendizagens que acontecem sem que as crianças sintam que estão a aprender”, reforça a terapeuta.</p>
<p>No fundo, os cromos mostram que brincar também pode ser uma forma poderosa de aprender. Entre um repetido, uma troca e o cromo que falta, as crianças treinam linguagem, comunicação e competências sociais. E fazem-no no melhor contexto possível: enquanto se divertem.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771763]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Prazos, notas e problemas resolvidos: o guia essencial para a candidatura ao ensino superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 07:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2026, as candidaturas à 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior começam a 20 de julho. A 2.ª fase de candidaturas arranca a 24 de agosto e, por fim, a 3.ª fase começa a 22 de setembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2026, as candidaturas à 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior começam a 20 de julho. A 2.ª fase de candidaturas arranca a 24 de agosto e, por fim, a 3.ª fase começa a 22 de setembro.</p>
<p>Anualmente, as candidaturas são organizadas pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), salientou a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/educacao/dicas/candidaturas-ensino-superior-precisa-saber" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a>. Esclareça as principais dúvidas sobre o processo de candidatura ao ensino superior.</p>
<p><strong>Quais os critérios de entrada dos candidatos?</strong></p>
<p>A admissão no curso está limitada pelo número de vagas disponíveis em cada ano e deve considerar os seguintes critérios de escolha:</p>
<p>&#8211; classificação final do ensino secundário (peso não inferior a 40 por cento);<br />
&#8211; resultados nos exames (peso não inferior a 45 por cento);<br />
&#8211; pré-requisitos de seriação, por exemplo, de natureza física, funcional ou vocacional, quando exigidos (peso não superior a 15 por cento). </p>
<p>Para o cálculo da nota de candidatura, deve analisar os critérios adotados por cada estabelecimento de ensino e em cada curso. Toda a informação está disponível online, no site da Direção-Geral do Ensino Superior. A opção “Assistente de escolha de curso” é uma ajuda à qual poderá recorrer.</p>
<p>A classificação final do curso do ensino secundário é calculada até às décimas, sem arredondamento, e convertida para a escala de 0 a 200. Se o acesso ao curso exigir a realização de exames em duas provas de ingresso, cada uma terá o peso de 50% (salvo se a instituição em causa definir uma distribuição diferente). As classificações dos exames nacionais do ensino secundário como provas de ingresso são utilizadas sem arredondamento.</p>
<p><strong>Em que situações posso pedir a reapreciação e reclamação da prova?</strong></p>
<p>Em caso de discordância da classificação atribuída a uma prova de exame, o aluno, se for maior de idade, ou o seu encarregado de educação, se não o for, podem pedir a consulta da prova no dia da publicação da classificação ou no dia útil seguinte. O requerimento para a consulta de prova será disponibilizado online. A escola deve facultar a cópia da prova em formato digital ou em papel, no dia útil seguinte ao fim desse prazo.</p>
<p>Se, após a consulta, o aluno quiser a reapreciação da prova, deve pedi-la com indicação dos motivos nos dois dias úteis seguintes e pagar 25 euros. Nesse caso, o requerimento para o efeito é o Modelo 12, que está disponível online, no portal da Direção-Geral da Educação. A prova é sempre reapreciada na totalidade. Tenha em conta que o resultado da reapreciação pode ser inferior à classificação inicialmente atribuída, mas não pode conduzir à reprovação se o aluno já tiver sido aprovado. Se o requerimento incidir exclusivamente sobre a soma das cotações, não é necessário o pagamento de qualquer quantia.</p>
<p>Do resultado da reapreciação ainda pode haver reclamação, dirigida ao Presidente do Júri Nacional de Exames. Esta deve ser apresentada na escola, no prazo de dois dias úteis após a afixação dos resultados da reapreciação. Caso o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame nacional só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura ao ensino superior, e desde que daí resulte a alteração da classificação final, é possível, até três dias após a divulgação:</p>
<p>&#8211; alterar as opções de curso;<br />
&#8211; ou apresentar a candidatura (alunos que só então o possam fazer).</p>
<p><strong>Quem pode candidatar-se?</strong></p>
<p>&#8211; Cidadãos portugueses.<br />
&#8211; Cidadãos nacionais de outro Estado-membro da União Europeia.<br />
&#8211; Familiares de portugueses ou de nacionais de outro Estado-membro, independentemente da nacionalidade.<br />
&#8211; Residentes num Estado-membro há mais de dois anos (contados a 1 de janeiro do ano em que pretendam ingressar no ensino superior), de forma ininterrupta, bem como os filhos que com eles residam.<br />
&#8211; Beneficiários de estatuto de igualdade de direitos e deveres, ao abrigo do tratado internacional entre o Estado Português e o Estado da Nacionalidade do candidato.</p>
<p>Apesar destas regras, os estudantes internacionais devem contactar a instituição de ensino para obter informações sobre um eventual concurso especial para estudantes internacionais.</p>
<p><strong>O que precisa para se candidatar?</strong></p>
<p>&#8211; Ter o ensino secundário concluído ou habilitação equivalente.<br />
&#8211; Ter realizado em 2023, 2024, 2025 ou 2026 os exames nacionais exigidos pelo curso e pela instituição que pretende frequentar.<br />
&#8211; Cumprir os pré-requisitos exigidos por cada curso e cada instituição, se aplicável.</p>
<p>Para a candidatura ao ensino superior em 2026, deve ter a ficha ENES 2026, que poderá obter na escola onde realizou os exames. Nos casos de alteração de classificação de exames por reapreciação ou reclamação, o aluno deve solicitar na escola a nova ficha ENES, mediante devolução da anterior.</p>
<p><strong>Quando são as candidaturas? E quando anunciam os resultados?</strong></p>
<p>Primeira fase &#8211; Candidaturas: entre 20 de julho e 6 de agosto.<br />
Segunda fase &#8211; Candidaturas: entre 24 de agosto e 2 de setembro.<br />
Terceira fase &#8211; Candidaturas: entre 22 e 24 de setembro.</p>
<p><strong>Quais as provas de ingresso fixadas para cada curso?</strong></p>
<p>As provas de ingresso exigidas dependem da própria instituição de ensino, num mínimo de uma e até um máximo de três provas. Podem existir conjuntos alternativos de provas, até um máximo de seis. Para conhecer mais detalhes, consulte o Guia da Candidatura, da DGES.</p>
<p><strong>Quais as classificações mínimas de cada curso?</strong></p>
<p>As classificações mínimas são anualmente fixadas por cada instituição. Os candidatos só podem concorrer a uma instituição caso a nota de candidatura seja igual ou superior à classificação mínima fixada.</p>
<p>Para saber tudo sobre cada instituição e respetivos cursos, consulte o índice de cursos no site da DGES, que inclui todas as instituições de ensino superior públicas e privadas. Visite, ainda, os sites das instituições de ensino superior a que pretende concorrer para conhecer melhor os planos de curso e, assim, fazer a candidatura de forma mais informada e consciente.</p>
<p><strong>Quais os contingentes especiais em cada fase?</strong></p>
<p>Primeira fase</p>
<p>Existe o contingente geral, onde se encaixa a maioria dos candidatos, e os contingentes especiais, aos quais se destina uma determinada percentagem de vagas. Nestes últimos, estão incluídos os seguintes candidatos:</p>
<p>&#8211; candidatos provenientes das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, com residência nestas regiões há mais de três anos;<br />
&#8211; candidatos emigrantes portugueses e respetivos familiares;<br />
&#8211; candidatos militares em regime de contrato;<br />
&#8211; candidatos portadores de deficiência, com incapacidade igual ou superior a 60%, confirmada pelo atestado médico de incapacidade multiúso;<br />
&#8211; candidatos beneficiários de ação social escolar, embora existam instituições que não contemplam este contingente prioritário.</p>
<p>Segunda fase</p>
<p>&#8211; Candidatos emigrantes portugueses e respetivos familiares que com eles residam e lusodescendentes.<br />
&#8211; Candidatos portadores de deficiência.</p>
<p>Terceira fase</p>
<p>Não existem quaisquer contingentes especiais.</p>
<p><strong>Como pedir a senha de acesso?</strong></p>
<p>O aluno só pode iniciar a candidatura com recurso à senha de acesso ao portal da DGES. A maioria dos alunos já deve ter a respetiva senha, pois muitas escolas exigiram-na para a inscrição nos exames. A senha de anos anteriores não permite a candidatura para este ano. Pode pedir uma senha até ao final do prazo de candidatura de cada fase do concurso. A mesma senha pode ser usada em qualquer fase.</p>
<p>Quem ainda não a tenha pode obter a senha na plataforma da DGES e seguir as instruções apresentadas. Após a submissão do pedido de senha, será enviada uma mensagem de confirmação para o e-mail indicado.</p>
<p>Clique no link que receber no e-mail, para que seja gerado automaticamente um recibo do pedido de senha, que deve imprimir e entregar na escola secundária ou no gabinete de acesso ao ensino superior para a respetiva certificação. Com esta última, recebe a senha de acesso no e-mail.</p>
<p>Caso o estudante seja menor de idade, o recibo do pedido deve ser assinado pelo encarregado de educação ou por quem exerça a respetiva representação legal.</p>
<p><strong>Como concluir a candidatura?</strong></p>
<p>Quando tiver a senha, pode iniciar a sessão na plataforma da DGES, com recurso à chave móvel digital. Tenha à mão o número de identificação civil (que consta do cartão de cidadão) ou o número interno atribuído pela escola ou pelo Gabinete de Acesso ao Ensino Superior.</p>
<p>O candidato dispõe de seis opções para concorrer, indicadas pela ordem da sua preferência. No decorrer do prazo de candidatura, pode alterar livremente as suas opções.</p>
<p>Sempre que o resultado de uma reapreciação ou reclamação de uma nota de exame só seja conhecido após o prazo de candidatura e dele resulte uma alteração da classificação, é possível alterar as opções nos três dias seguintes à respetiva divulgação.</p>
<p>As colocações resultarão da combinação entre a ordem de preferência e a posição que o candidato assumir nas listas. A cada candidato só pode ser atribuída uma colocação em cada fase do concurso.</p>
<p><strong>Como resolver os problemas com a senha de acesso?</strong></p>
<p>Se não receber a mensagem de confirmação, consulte o estado do pedido na plataforma da DGES.</p>
<p>Se não tiver um número de identificação válido (cartão de cidadão ou número interno atribuído pela escola), deve fazer o pedido no site da DGES.</p>
<p>Se apagar a mensagem de confirmação, deve obter nova senha. Para o fazer, utilize a ferramenta de recuperação da senha e siga as instruções apresentadas. Só pode fazê-lo uma vez por dia.</p>
<p>Se a conta de e-mail ficou inacessível, tem de fazer novo pedido de atribuição de senha.</p>
<p>Se os dados pessoais da ficha estiverem incorretos, peça a correção à escola secundária. A DGES afirma que esta situação não impede, nem prejudica, a candidatura.</p>
<p>Se receber a indicação de que as credenciais de acesso não são válidas, depois de esgotadas todas as confirmações possíveis, deve utilizar a opção de recuperação de senha.</p>
<p><strong>Fui colocado. Qual o prazo para me matricular?</strong></p>
<p>Não existe um prazo legal para a matrícula. O prazo para a apresentação da candidatura é fixado por despacho do presidente da instituição de ensino superior. Por isso, o aluno deve contactá-la assim que as colocações saírem, para conhecer as datas fixadas e os documentos que deve levar. Confirme com a instituição se a matrícula pode ser feita por via eletrónica, presencial, ou de ambas as formas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771773]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Ministro israelita considera &#8220;erro grave&#8221; trégua no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben Gvir, qualificou hoje como um "grave erro" o acordo de cessar-fogo no Líbano negociado sob a égide dos Estados Unidos, aliado de Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben Gvir, qualificou hoje como um &#8220;grave erro&#8221; o acordo de cessar-fogo no Líbano negociado sob a égide dos Estados Unidos, aliado de Israel.</P><br />
<P>&#8220;O cessar-fogo com o Líbano é um grave erro e uma ilusão de conselheiros que arrastam o primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu] para más decisões&#8221;, escreveu o ministro e dirigente da extrema-direita nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.</P><br />
<P>Israel e o Líbano concordaram na quarta-feira num cessar-fogo condicionado a uma &#8220;cessação completa&#8221; dos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah, segundo um comunicado conjunto divulgado após conversações lideradas pelos Estados Unidos em Washington.</P><br />
<P>A Agência Nacional de Informação (ANI) do Líbano noticiou hoje a ocorrência de ataques aéreos israelitas no sul do Líbano, com vítimas, poucas horas após o anúncio do acordo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771924]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grupo do Maláui injetou 16,2 ME no capital do ex- Ecobank Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo FDH, do Maláui, que passou a liderar o ex-Ecobank Moçambique, injetou quase 1.203,7 milhões de meticais (16,2 milhões de euros) no banco moçambicano, segundo o relatório de disciplina de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo FDH, do Maláui, que passou a liderar o ex-Ecobank Moçambique, injetou quase 1.203,7 milhões de meticais (16,2 milhões de euros) no banco moçambicano, segundo o relatório de disciplina de mercado.</P><br />
<P>&#8220;No âmbito do processo de integração e fortalecimento da capacidade financeira do banco, o novo acionista procedeu à recapitalização da instituição, permitindo o reforço da sua base da capital e assegurando o cumprimento dos requisitos mínimos regulamentares estabecidos pelo Banco de Moçambique&#8221;, lê-se no documento a que a Lusa teve hoje acesso.</P><br />
<P>No documento acrescenta-se que, até à data de 01 de junho, os acionistas fizeram essa injeção em duas tranches, de 634 milhões de meticais (8,5 milhões de euros) em dezembro e de 569,7 milhões de meticais (7,7 milhões de euros) em janeiro último.</P><br />
<P>Desta forma, o capital social do FDH Bank Moçambique ascendia em janeiro de 2026 a 3.214,5 milhões de meticais (43,1 milhões de euros), 99,14% detido pelo grupo FDH Bank.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência da conclusão da transação acionista e da integração no grupo FDH, o banco alterou, em 2026, a sua designbação social de Ecobank Moçambique SA para FDH Moçambique SA, refletindo a nova identidade instituticional e acionista da instituição&#8221;, refere-se ainda no relatório de disciplina de mercado.</P><br />
<P>O FDH Bank confirmou no final de setembro ter concluído a aquisição do Ecobank Moçambique, que passa a liderar, então com uma quota de 98,87%, conforme informação enviada à bolsa de valores do Maláui.</P><br />
<P>De acordo com a informação, o banco FDH concluiu a compra da totalidade da participação do grupo pan-africano Ecobank na instituição, enquanto a posição minoritária restante de 1,13% continuava a ser detida pelo Fundo para o Fomento de Habitação, do Estado moçambicano (que entretanto se reduziu para 0,86%).</P><br />
<P>O processo de transição incluirá &#8220;uma mudança de nome e reformulação da marca, para garantir continuidade e estabilidade para clientes, funcionários e outras partes interessadas&#8221;, referia ainda.</P><br />
<P>&#8220;Esta aquisição representa um marco significativo na estratégia de crescimento regional do FDH Bank Plc e reafirma o forte compromisso do banco em investir na África Austral. Espera-se que ofereça benefícios estratégicos, incluindo expansão de mercado, diversificação de receita, sinergias operacionais e criação de valor a longo prazo&#8221;, lê-se ainda na informação anteriormente enviada à bolsa.</P><br />
<P>A intenção de vender a participação foi oficialmente anunciada em 05 de agosto pelo Ecobank, considerado principal grupo privado de serviços financeiros no continente, presente em 35 países da África subsaariana.</P><br />
<P>&#8220;Esta transação representa uma alteração estratégica na estrutura acionista e na gestão operacional, não se prevendo qualquer perturbação nas operações bancárias, ativos ou colaboradores&#8221;, referia então a instituição financeira pan-africana.</P><br />
<P>Sem adiantar detalhes do investimento envolvido &#8212; tal como não foi feito pelo FDH na informação à bolsa -, o grupo acrescentava que a transação &#8220;obteve todas as aprovações regulatórias necessárias&#8221;.</P><br />
<P>O Ecobank operava até com agências nas principais cidades de Moçambique, desde 2000, tendo sido inicialmente constituído como Novo Banco, adotando a designação atual em 2014, na sequência da aquisição então feita pelo grupo pan-africano.</P><br />
<P>Funcionam em Moçambique 15 bancos comerciais e 12 microbancos, além de cooperativas de crédito e organizações de poupança e crédito, entre outras.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771923]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro de saúde: o que deve confirmar antes de contratar para evitar surpresas na fatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[seguros]]></category>
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					<description><![CDATA[Escolher um seguro de saúde apenas pelo preço pode sair caro quando surge uma doença, uma cirurgia ou a necessidade de acompanhamento médico regular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher um seguro de saúde apenas pelo preço pode sair caro quando surge uma doença, uma cirurgia ou a necessidade de acompanhamento médico regular. A <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/seguro-saude/dicas/seguro-saude-coberturas-fazem-diferenca-quando-precisa-cuidados-medicos" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a> alerta que as apólices podem variar muito nas coberturas, nos capitais anuais, nas exclusões, nas redes médicas e nos períodos de carência, pelo que a comparação deve ir além do valor do prémio.</p>
<p>Os seguros de saúde distinguem-se sobretudo pelo tipo de proteção que oferecem. Algumas apólices incluem apenas coberturas básicas, enquanto outras abrangem áreas como estomatologia, medicamentos, parto, próteses, ortóteses ou tratamentos no estrangeiro. Antes de contratar, o consumidor deve perceber exatamente o que está incluído, o que fica excluído e que parte da despesa poderá continuar a seu cargo.</p>
<p>A cobertura de hospitalização é uma das mais relevantes, por envolver despesas potencialmente elevadas, como cirurgias, internamentos, tratamentos oncológicos, honorários médicos, anestesistas, enfermeiros, exames e diária hospitalar. Embora não exista um capital ideal para todos os casos, capitais anuais demasiado baixos podem revelar-se insuficientes perante uma cirurgia complexa ou um internamento prolongado.</p>
<p><strong>Ambulatório é a cobertura mais usada no dia a dia</strong></p>
<p>Apesar de a hospitalização concentrar os riscos financeiros mais pesados, a cobertura de ambulatório tende a ser a mais utilizada no quotidiano. Normalmente, inclui consultas de clínica geral e especialidades, exames médicos, análises clínicas, tratamentos e pequenas cirurgias.</p>
<p>Esta cobertura pode ser especialmente relevante para pessoas que precisam de acompanhamento médico frequente, como doentes crónicos, e para famílias com crianças. Ainda assim, a DECO PROteste sublinha que há limitações comuns, como subcapitais para fisioterapia, limites anuais para consultas de psiquiatria, exclusões em psicologia fora da rede e copagamentos por ato médico.</p>
<p><strong>O que os seguros de saúde não cobrem</strong></p>
<p>Mesmo os seguros de saúde mais completos não cobrem tudo. Entre as exclusões mais frequentes estão tratamentos estéticos, doenças preexistentes, fertilidade e procriação medicamente assistida, alguns produtos de saúde, medicamentos de venda livre, vacinas, contracetivos, cosméticos, produtos de higiene e terapias alternativas.</p>
<p>As recusas de pagamento por parte das seguradoras podem acontecer por várias razões: a cobertura não foi contratada, o período de carência ainda está ativo, a despesa está excluída do contrato ou faltou uma pré-autorização exigida para determinados exames, tratamentos ou cirurgias.</p>
<p><strong>Seguro barato pode significar mais custos depois</strong></p>
<p>O preço do seguro está geralmente ligado ao número de coberturas, aos capitais contratados, às franquias, aos copagamentos e à dimensão da rede médica. Uma apólice mais barata pode ter menos coberturas, limites mais reduzidos, copagamentos mais elevados e uma rede de hospitais e clínicas mais limitada.</p>
<p>Pelo contrário, um seguro mais completo tende a oferecer capitais superiores, acesso a mais prestadores e menor despesa por ato médico, embora tenha um prémio anual mais elevado. A comparação deve, por isso, ter em conta o perfil de utilização do consumidor e não apenas o preço de entrada.</p>
<p><strong>Estomatologia pode compensar, mas nem sempre</strong></p>
<p>A cobertura de estomatologia pode ser uma mais-valia, sobretudo numa área em que o Serviço Nacional de Saúde tem uma resposta limitada. Pode compensar para quem faz limpezas regulares, tratamentos dentários frequentes ou para famílias com filhos que precisem de ortodontia.</p>
<p>Ainda assim, esta cobertura perde interesse quando o plafond anual é reduzido, quando existem muitas exclusões ou quando a rede da seguradora é limitada. Antes de acrescentar estomatologia à apólice, é importante confirmar que os atos mais relevantes estão abrangidos e que existem clínicas disponíveis na zona de residência.</p>
<p><strong>Períodos de carência impedem uso imediato</strong></p>
<p>Outro ponto essencial são os períodos de carência, que impedem a utilização imediata do seguro em determinadas coberturas. Em consultas e exames, a carência habitual situa-se entre 60 e 90 dias. Na hospitalização, ronda os 90 dias. No parto, pode chegar aos 540 dias.</p>
<p>Este último caso é particularmente relevante, porque o período de carência impede, por norma, que a cobertura seja usada quando a mulher já está grávida no momento da contratação. A cobertura de parto pode incluir parto natural, cesariana, interrupção espontânea de gravidez, diária hospitalar da mãe e do recém-nascido, honorários médicos, sala de operações e medicamentos administrados, mas exclui despesas particulares e com acompanhantes.</p>
<p><strong>Rede médica ou liberdade de escolha</strong></p>
<p>A possibilidade de escolher qualquer médico depende do contrato. Se o seguro funcionar apenas dentro da rede, o consumidor terá de recorrer aos profissionais, hospitais e clínicas convencionados. Nestes casos, os preços são previamente acordados entre a seguradora e o prestador, sendo mais baixos do que os praticados para clientes sem seguro.</p>
<p>Algumas apólices permitem também reembolso, o que dá maior liberdade de escolha. Nessa modalidade, o consumidor paga a totalidade da despesa no momento da consulta ou tratamento e depois apresenta a fatura à seguradora, que devolve a percentagem prevista no contrato. Regra geral, esta opção fica mais cara do que recorrer à rede convencionada.</p>
<p><strong>O que comparar antes de decidir</strong></p>
<p>Antes de contratar um seguro de saúde, o consumidor deve comparar os capitais anuais, exclusões, copagamentos, franquias, períodos de carência, redes médicas, limites de idade para contratação e permanência, cobertura no estrangeiro e necessidade de pré-autorizações.</p>
<p>Pequenas diferenças nas condições da apólice podem representar centenas ou milhares de euros em despesas futuras. Por isso, a escolha deve partir das necessidades reais de saúde do consumidor ou da família, e não apenas do valor mensal ou anual do seguro.</p>
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