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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 09:32:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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	<item>
		<title>Cocktail Team: Muito mais do que cocktails</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cocktail Team]]></category>
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					<description><![CDATA[Fundada há exactamente 21 anos, a Cocktail Team nasceu com um objectivo claro: profissionalizar o serviço de bar em Portugal, transformando, assim, o mundo dos cocktails no nosso país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Fundada há exactamente 21 anos, a Cocktail Team nasceu com um objectivo claro: profissionalizar o serviço de bar em Portugal, transformando, assim, o mundo dos cocktails no nosso país. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num sector profundamente ligado à tradição, cultura e identidade portuguesa, a empresa apresenta-se como uma parceira de excelência, criando experiências memoráveis através das bebidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja para eventos corporativos, acções de team building ou celebrações especiais, a Cocktail Team actua em três áreas complementares: Eventos, Consultoria e Formação, apostando fortemente na inovação, criatividade e profissionalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de eventos, a Cocktail Team transforma cada ocasião em momentos únicos. A personalização de bebidas é um dos serviços mais requisitados, com destaque para a inovadora Máquina de Impressão 2026, capaz de estampar imagens em cocktails com um detalhe excepcional: de logotipos a fotografias, a cores, sépia ou fluorescente, e com reacção a luz negra ou raios UV.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra tendência que se destaca na sua oferta é a Mixologia Molecular. O Shot Molecular Experience, lançado também este ano, oferece uma experiência sensorerial disruptiva: pequenas esferas de caviar líquido que explodem na boca, distribuídas em mesas LED para um welcome drink interactivo e inesquecível.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o serviço de Flair Bartender, imagem de marca da Cocktail Team desde a sua fundação, que combina técnica e performance, proporciona entretenimento de alta qualidade e pode ser personalizado de acordo com cada evento, tornando o serviço de bar num verdadeiro espectáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para bares, restaurantes e hotéis, a experiência de mais de 20 anos da Cocktail Team é um activo estratégico. A consultoria abrange desde a formação de equipas e gestão operacional até à criação de cartas de bar inovadoras e estratégias para aumentar a rentabilidade. Cada projecto é analisado individualmente, garantindo soluções adaptadas às necessidades específicas de cada espaço, com foco na eficiência e na autenticidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 2005, a Cocktail Team forma bartenders de excelência na sua escola, oferecendo cursos de curta e longa duração, desde técnicas básicas a Masters em destilados e mixologia molecular. Todos os formadores têm experiência prática em insígnias de referência na hospitality, garantindo uma formação aplicada, que prepara os alunos para liderar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os cursos mais procurados destaca- se o International Premium Bartender, direccionado para profissionais que querem evoluir na carreira, ganhar competências técnicas e de gestão, ou até redefinir a sua trajectória profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distinções e reconhecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reconhecida como a empresa de bartending mais premiada em Portugal, a Cocktail Team consolida a sua posição de liderança através da excelência, inovação e compromisso com a qualidade. Cada prémio, selo e certificação conquistados reflecte o esforço contínuo da equipa em elevar os padrões do sector, inspirando clientes, parceiros e profissionais da indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos anos, a empresa tem sido distinguida com o Top 5% Melhores PME de Portugal pela SCORING, tendo 2025 constituído o quarto ano consecutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Este reconhecimento avalia o desempenho, a solidez financeira e posiciona a empresa entre as mais inovadoras do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o sector hoteleiro reconhece esta dedicação, com o prémio de Melhor Parceiro de Negócios nos Prémios Xénios 2025, atribuído pela Associação dos Directores de Hotéis de Portugal, reforçando a qualidade do serviço de bar e a capacidade de oferecer experiências únicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A resiliência, a inovação e o impacto positivo no mercado foram também reconhecidos com o Prémio Heróis PME.</p>
<p style="text-align: justify;">compromisso com a excelência é igualmente validado por distinções institucionais, como a da Associação Empresarial de Sintra, pelas certificações do Turismo de Portugal e da DGERT, bem como pelo Estatuto Cliente Aplauso do Millennium BCP, pelo Prémio Mercúrio 2023, pelos Hospitality Education Awards 2022 e pelo selo PME Líder do IAPMEI.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que prémios, estas conquistas são um reflexo da visão, inovação e paixão que a Cocktail Team coloca em cada cocktail, cada formação e cada evento, consolidando-se como um verdadeiro farol de referência no sector e um parceiro confiável para empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tendências para 2026</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os eventos empresariais estão a evoluir para experiências mais humanas, sensoriais e personalizadas. A tendência é clara: mais atenção à sustentabilidade, mais inclusão e mais foco na qualidade. Os cocktails à base de ingredientes locais, bebidas funcionais e até mesmo cafés de origem controlada destacam-se nos eventos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, as experiências imersivas tornaram-se um dos principais focos na organização dos eventos empresariais modernos. As empresas que procuram diferenciar-se valorizam momentos capazes de envolver, emocionar e permanecer na memória dos participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mercado competitivo, criar impacto passa por ir além do formato tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando bem planeadas, estas experiências transformam eventos corporativos em extensões da identidade da marca. Cada detalhe conta. O espaço deixa de ser apenas um local físico e passa a funcionar como um cenário pensado para estimular os cinco sentidos e gerar emoções&#8230; A iluminação, a música, os aromas e os sabores contribuem para o mesmo ambiente, de forma coerente e assertiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cocktail Team não é apenas uma empresa de bar: é um parceiro estratégico, um laboratório de inovação e um formador de talento que tem elevado os padrões do sector em Portugal. Cada cocktail, evento e formação são concebidos para criar experiências memoráveis, reforçar a identidade das marcas e transformar a forma como se vive a hospitalidade.</p>
<p><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Abril  (n.º 241</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_753175]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>XLVII Barómetro: Raul Neto, Randstad Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlvii-barometro-raul-neto-randstad-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:24:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Raul Neto, CEO, Randstad Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Raul Neto, CEO, Randstad Portugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados do 47.º Barómetro refletem o estado de instabilidade e incerteza geopolítica em que vivemos. E 78% dos gestores das organizações manifestam-se preocupados, ainda que capazes de gerir a realidade atual. E se 56% das empresas teve um crescimento alinhado com as expectativas, não é despiciente que 33% das empresas ficaram abaixo das metas no primeiro trimestre. Por outro lado, a expectativa de incremento de custos, com 72% a esperar aumentos entre os 5% e os 20%, motiva a opção de 61% em não aumentar o nível de investimentos, e de 39% elegerem a eficiência operacional e a redução de custos como a sua prioridade estratégica. Contudo, há um aspecto que considero relevante e até preocupante. A “retenção de talento” teve 0% de respostas como prioridade estratégica para o resto do ano, e apenas 8% a consideram uma reforma urgente para o país. Isto significa que legitimamente há factores exógenos que requerem ações imediatas de curto prazo, mas corremos o risco de asfixiar o motor da economia real a médio e longo prazo. Como referi recentemente, a verdadeira liderança exige gerir tensões permanentes: procurar a eficiência máxima, mas principalmente manter a relevância do talento no centro das decisões. É um sinal animador que 67% dos líderes encarem a nova legislação laboral como um passo positivo para a competitividade. Mas a lei, por si só, não motiva nem retém equipas. Precisamos, sem dúvida, de um Estado que priorize a desburocratização (56%), mas as empresas não podem abdicar do seu papel essencial. A verdadeira eficiência só se alcança com líderes capazes de aliar o rigor financeiro à valorização humana. Sem talento, qualquer redução de custos será apenas uma vitória a curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Abril (nº. 241) da Executive Digest, no âmbito da XLVII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750730]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dona do Mistolin investe quase 700 mil euros em tecnologia para reduzir microplásticos e apostar na internacionalização</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dona-do-mistolin-investe-quase-700-mil-euros-em-tecnologia-para-reduzir-microplasticos-e-apostar-na-internacionalizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[microplásticos]]></category>
		<category><![CDATA[mistolin]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A portuguesa Mistolin Company investiu mais de 690 mil euros no desenvolvimento de uma tecnologia inovadora destinada a reduzir a libertação de microplásticos durante a lavagem de roupa, reforçando simultaneamente a sua estratégia de internacionalização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A portuguesa Mistolin Company investiu mais de 690 mil euros no desenvolvimento de uma tecnologia inovadora destinada a reduzir a libertação de microplásticos durante a lavagem de roupa, reforçando simultaneamente a sua estratégia de internacionalização.</p>
<p>O projeto, denominado PURE, aposta num detergente ecológico com ação bio protetora capaz de diminuir a degradação das fibras têxteis e, consequentemente, a libertação de microfibras para o meio aquático.</p>
<p>A empresa explica que a solução atua de forma preventiva, ao contrário das abordagens tradicionais centradas na filtragem de microplásticos após a sua libertação. A tecnologia cria uma camada protetora nas fibras têxteis antes e durante a lavagem, reduzindo a fragmentação dos tecidos sintéticos.</p>
<p>“Não queremos apenas limpar, mas também proteger os têxteis e o meio ambiente. Se conseguirmos reduzir a degradação das fibras, conseguimos atuar diretamente numa das principais fontes de microplásticos”, afirma Ricardo Santos, diretor-geral da Mistolin Company.</p>
<p>Com quase dois anos de desenvolvimento, o projeto já permitiu validar o conceito enquanto solução com potencial ambiental e aplicação industrial. Entre os avanços alcançados estão os estudos de afinidade química com diferentes tipos de tecidos e os testes de redução da libertação de microfibras.</p>
<p>Segundo a empresa, a tecnologia poderá ser aplicada em vários contextos, com especial enfoque na lavandaria profissional, nomeadamente nos setores da hotelaria, saúde e serviços de limpeza, onde os volumes de lavagem são mais intensivos.</p>
<p>O investimento no projeto ascendeu a cerca de 697 mil euros em investigação e desenvolvimento, e foi cofinanciado pelo Portugal 2030 e pelo COMPETE 2030, no âmbito dos apoios à investigação e desenvolvimento tecnológico.</p>
<p>Em paralelo, a Mistolin Company está já a apresentar a inovação a parceiros nacionais e internacionais, com o objetivo de desenvolver soluções em regime de private label e acelerar a entrada em novos mercados. A empresa admite ainda integrar esta tecnologia nas marcas próprias do grupo, num processo que poderá envolver novas fases de otimização e escala industrial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760978]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bill Gates avisa que a IA deve obrigar a mudar impostos: robôs poderão aliviar carga fiscal da classe média em cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Gates]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o fundador da Microsoft, o debate ainda não exige uma mudança imediata dos sistemas fiscais, mas poderá tornar-se inevitável em breve]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bill Gates voltou a lançar um aviso sobre os efeitos da inteligência artificial no mercado de trabalho. Numa entrevista ao &#8216;Australian Financial Review&#8217; citada pelo &#8216;El Economista&#8217;, o fundador da Microsoft defendeu que os Governos devem começar a discutir como responder ao possível deslocamento de trabalhadores provocado pela IA e pela robotização.</p>
<p>Para Gates, o debate ainda não exige uma mudança imediata dos sistemas fiscais, mas poderá tornar-se inevitável em breve. “Ainda não chegámos ao ponto em que seja necessário mudar completamente as estruturas tributárias, mas talvez cheguemos dentro de cinco anos”, afirmou.</p>
<p>Uma das hipóteses colocadas pelo empresário passa por transferir parte da carga fiscal hoje aplicada ao trabalho para o capital, incluindo robôs e sistemas de inteligência artificial.</p>
<p>“Uma possibilidade seria transferir a carga tributária do trabalho, pelo menos do trabalho nos setores de rendimento médio e baixo, para o capital, ou mais especificamente, para robôs tributários e inteligência artificial”, defendeu.</p>
<p><strong>Risco de substituição de trabalhadores</strong></p>
<p>A preocupação de Gates não está apenas na produtividade que a inteligência artificial pode trazer às empresas. O fundador da Microsoft admite que a tecnologia pode gerar ganhos importantes, mas alerta que esses benefícios não chegarão da mesma forma às famílias se muitos trabalhadores perderem o emprego.</p>
<p>Por isso, defende que o debate político deve começar antes de a transformação se tornar irreversível. A questão, para Gates, não é apenas saber quanto a IA pode produzir, mas como os Estados devem proteger trabalhadores e redistribuir os ganhos criados pela automação.</p>
<p><strong>Concorrência excessiva na inteligência artificial</strong></p>
<p>Bill Gates abordou também a competição no setor da IA. O empresário defende que os Governos devem ter políticas de concorrência, mas considera que o mercado está atualmente a viver uma fase de concorrência excessiva.</p>
<p>O fundador da Microsoft apontou para o caso da China, onde há modelos disponibilizados gratuitamente, forçando outras empresas a praticar preços muito baixos. Ainda assim, Gates considera positivo que a inteligência artificial não fique concentrada numa única empresa ou num único país.</p>
<p>“Não seria desejável que um único país ou uma única empresa fosse a única referência em IA. Mas não acho que as coisas estejam a caminhar nessa direção, pelo menos não por enquanto”, afirmou.</p>
<p><strong>“A maioria das empresas de IA irá falir”</strong></p>
<p>O empresário deixou ainda um aviso aos investidores. Apesar do entusiasmo em torno da inteligência artificial e das avaliações elevadas alcançadas por algumas empresas do setor, Gates acredita que muitas não vão sobreviver.</p>
<p>“A maioria das empresas de IA irá falir”, avisou.</p>
<p>Perante esse risco, e de acordo com o &#8216;El Economista&#8217;, Gates recomendou cautela aos investidores sem conhecimentos técnicos profundos, sugerindo que optem por apostas mais seguras em empresas consolidadas, como Microsoft ou Google.</p>
<p>A mensagem central é clara: a inteligência artificial pode aumentar a produtividade e abrir novas oportunidades, mas também pode obrigar Governos, trabalhadores e investidores a repensar impostos, emprego e risco financeiro nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760968]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Elementos do Climáximo mancham de tinta vermelha fachada da empresa Thales</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/elementos-do-climaximo-mancham-de-tinta-vermelha-fachada-da-empresa-thales/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[climáximo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[thales]]></category>
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					<description><![CDATA[Elementos do coletivo Climáximo mancharam hoje com tinta vermelha a fachada da empresa Thales, especializada em Defesa, em Oeiras, num protesto pela parceria que a firma tem com a produtora de armas israelita Elbit Systems.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Elementos do coletivo Climáximo mancharam hoje com tinta vermelha a fachada da empresa Thales, especializada em Defesa, em Oeiras, num protesto pela parceria que a firma tem com a produtora de armas israelita Elbit Systems.</P><br />
<P>A PSP de Oeiras disse à Lusa que os agentes estiveram no local pelas 07:05 e confirmaram a ação, mas já não encontraram nenhum ativista quando chegaram ao edifício.</P><br />
<P>Numa nota divulgada à comunicação social, os elementos do Climáximo dizem que escreveram a palavra &#8220;genocida&#8221; a vermelho na fachada da Thales, em Paço de Arcos, a 4.ª maior empresa de armamento, tecnologia e segurança da Europa, produzindo mísseis, carros de combate, drones e outros equipamentos e tecnologias usadas para vigilância e aniquilação de alvos. </P><br />
<P>Citado no comunicado, o estudante de biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Filipe Antunes acusa a Thales de lucrar diretamente &#8220;com a morte de milhares de pessoas&#8221; e de ser &#8220;parte integral de um modelo que promove a matança de pessoas inocentes por todo o mundo&#8221; que é &#8220;indissociável dos combustíveis fósseis&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estes são um multiplicador da capacidade bélica, sendo a guerra moderna dependente e só possível devido aos combustíveis fósseis&#8221;, considera o estudante, elemento deste movimento.</P><br />
<P>Refere ainda que a Thales é central nos esforços de militarização das fronteiras europeias que fazem das pessoas migrantes &#8220;alvos de ataque, repressão e desumanização&#8221; e considera a empresa &#8220;um pilar&#8221; na expansão da extrema-direita internacional e no &#8220;progresso do imperalismo e de políticas bélicas, genocídas e fascistas&#8221;.</P><br />
<P>O coletivo, que luta pela &#8220;justiça climática&#8221;, denuncia a &#8220;fatia considerável&#8221; de emissões do complexo industrial militar, tal como os milhões gastos em armamento e combustíveis fósseis, afirmando que este financiamento deveria antes ser aplicado na criação de um &#8220;Serviço Nacional do Clima&#8221;, para gerir a transição energética, e em empregos no setor dos cuidados e serviços de apoio social, garantindo saúde, educação e alimentação.</P><br />
<P> &#8220;Se não desmantelarmos os combustíveis fósseis, não só não vamos conseguir travar os conflitos atuais como estes se vão multiplicar e escalar em guerras por acesso a comida e água&#8221;, considera o Climáximo, que convoca a população a juntar-se, no dia 15 de maio, à concentração que vai promover ao final da tarde frente à sede do Governo.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760944]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bloqueio de Ormuz deixa Hemisfério Sul sem fertilizantes: &#8220;Podemos estar perante uma grande crise alimentar&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bloqueio-de-ormuz-deixa-hemisferio-sul-sem-fertilizantes-podemos-estar-perante-uma-grande-crise-alimentar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo Estreito de Ormuz passa cerca de 30% da produção mundial de ureia, um dos fertilizantes mais usados na agricultura por fornecer azoto às culturas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O bloqueio do Estreito de Ormuz está a ter impacto muito além do petróleo e do gás natural. A passagem marítima, encerrada há mais de dois meses, é também estratégica para a indústria mundial de fertilizantes, essencial para a produção agrícola e para a segurança alimentar de milhões de pessoas.</p>
<p>Pelo Estreito de Ormuz passa cerca de 30% da produção mundial de ureia, um dos fertilizantes mais usados na agricultura por fornecer azoto às culturas. A mesma rota concentra ainda 21% do amoníaco utilizado globalmente no fabrico de ureia e outros fertilizantes, além de 20% do gás natural liquefeito mundial, também fundamental para esta indústria.</p>
<p>O encerramento da passagem já provocou um choque energético, mas está também a afetar a cadeia de abastecimento que sustenta parte da agricultura mundial. Os preços dos fertilizantes dispararam durante a época de plantação no Hemisfério Norte e continuam a subir agora que começa a época de plantação no Hemisfério Sul.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, o risco é que a escassez e os preços elevados impeçam muitos agricultores de comprar fertilizantes em quantidade suficiente, com impacto nas colheitas e, em última instância, nos preços dos alimentos.</p>
<p>Ahmed El-Hoshy, CEO da Fertiglobe, uma das maiores empresas de fertilizantes dos Emirados Árabes Unidos, considera que o impacto nos fertilizantes pode ser ainda mais grave do que a subida do petróleo, tendo em conta quem acabará por sofrer as consequências.</p>
<p><strong>Ureia sobe 80% e pressiona agricultores</strong></p>
<p>A ureia já aumentou 80% desde o início do conflito e custa agora mais 400 dólares por tonelada, cerca de 340 euros. Para muitos agricultores, o problema é simples: se o preço dos cereais, do milho, do trigo ou do arroz não subir o suficiente para compensar o custo dos fertilizantes, a opção poderá ser reduzir a aplicação nos campos.</p>
<p>Isso ameaça diretamente a produtividade agrícola. El-Hoshy lembra que fertilizantes azotados como a ureia e o amoníaco são responsáveis por ganhos de produção que ajudam a alimentar quatro dos oito mil milhões de habitantes do planeta.</p>
<p>“Metade da população mundial depende deste tipo de fertilizante”, alerta o executivo, que é também vice-presidente da Associação Internacional de Fertilizantes.</p>
<p>A preocupação é maior no Hemisfério Sul, incluindo América Latina, Índia e Austrália, onde os agricultores precisam de importar fertilizantes nos próximos dois meses para garantir uma colheita robusta.</p>
<p><strong>Brasil e Argentina entre os países mais expostos</strong></p>
<p>O risco é particularmente elevado na América Latina. Argentina e Brasil, grandes exportadores de cereais, foram apanhados pela guerra com reservas reduzidas de fertilizantes e têm agora de comprar a preços muito mais elevados.</p>
<p>A importância destes dois países para a segurança alimentar global é enorme. Segundo El-Hoshy, Argentina e Brasil representam 10% das exportações mundiais de trigo, 40% das exportações de milho e 60% das exportações globais de soja.</p>
<p>Se o bloqueio continuar e os fertilizantes não chegarem a tempo ou chegarem demasiado caros, o efeito poderá sentir-se nos mercados alimentares internacionais.</p>
<p>“Se isto continuar e não for resolvido em breve, poderá facilmente ocorrer uma crise alimentar”, avisa o responsável da Fertiglobe.</p>
<p><strong>Empresas tentam contornar bloqueio</strong></p>
<p>A Fertiglobe tem conseguido atenuar parte do impacto do encerramento de Ormuz transportando mercadorias por camião para exportação a partir de outros portos. A solução é mais cara, mas a forte subida do preço da ureia tem compensado o aumento dos custos.</p>
<p>A empresa beneficiou ainda de espaço de armazenamento disponível quando a guerra começou, o que lhe permitiu manter grande parte da produção. Ainda assim, houve paragens no início de abril.</p>
<p>A Fertiglobe é, contudo, uma exceção no setor, já que cerca de dois terços da sua produção estão fora do Golfo, no Egito e na Argélia. A empresa tem peso relevante no abastecimento europeu: cerca de 50% das importações espanholas de amoníaco e 30% das importações de ureia vêm da Fertiglobe.</p>
<p>No primeiro trimestre, a empresa aumentou a receita em 32% face ao mesmo período do ano anterior, para 915 milhões de dólares, cerca de 778 milhões de euros.</p>
<p><strong>Reabertura de Ormuz não resolverá tudo de imediato</strong></p>
<p>Mesmo que o Estreito de Ormuz seja reaberto, o regresso à normalidade não será automático. Tal como aconteceu na indústria petrolífera, parte da produção de fertilizantes nos países do Golfo foi interrompida.</p>
<p>De acordo com El-Hoshy, alguns equipamentos sofreram danos e vão precisar de reparações, o que poderá deixar parte da produção parada durante vários meses.</p>
<p>A isto somam-se outros custos: frete marítimo mais caro e prémios de seguro muito elevados para navios que operam na região.</p>
<p>Vários países, incluindo Espanha, Estados Unidos, Índia e Austrália, já lançaram programas de apoio para ajudar agricultores a comprar fertilizantes. Na Europa e nos Estados Unidos, compras antecipadas feitas antes de março ajudaram a reduzir o impacto imediato da subida dos preços.</p>
<p>O problema é agora mais sério no Hemisfério Sul, onde a janela para garantir fertilizantes a tempo das colheitas é curta. Como resume o &#8216;El País&#8217;, Ormuz deixou de ser apenas o centro de uma crise energética: tornou-se também uma peça crítica na alimentação mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760961]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Apostas sobre o hantavírus já movimentam milhões: Polymarket aponta quase 10% de risco de pandemia em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[investidores atribuíram uma probabilidade próxima de 10% a uma nova crise sanitária global. Entretanto, as probabilidades e o volume negociado têm continuado a oscilar na plataforma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma de previsões Polymarket abriu um mercado para apostar se o surto de hantavírus associado ao cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217; se transformará numa pandemia internacional em 2026. A aposta, com o título &#8220;Pandemia de Hantavírus em 2026?&#8221;, já movimentava mais de 2,5 milhões de dólares, cerca de 2,1 milhões de euros, quando foi noticiada pelo &#8216;El País&#8217;, com os investidores a atribuírem uma probabilidade próxima de 10% a uma nova crise sanitária global. Entretanto, as probabilidades e o volume negociado têm continuado a oscilar na plataforma.</p>
<p>O mercado funciona de forma simples: os utilizadores compram posições no &#8220;sim&#8221; ou no &#8220;não&#8221;, consoante acreditem, ou não, que a Organização Mundial da Saúde declarará uma pandemia relacionada com o hantavírus até ao final do ano. Se a OMS não fizer essa declaração em 2026, a aposta será liquidada a favor do &#8220;não&#8221;.</p>
<p>Apesar do interesse especulativo, o consenso no mercado continua a apontar para uma probabilidade reduzida de pandemia. A OMS confirmou três mortes e oito casos ligados ao surto no &#8216;MV Hondius&#8217;, mas as autoridades sanitárias têm sublinhado que a transmissão global é improvável e que os passageiros estão a ser monitorizados nos países de destino. A &#8216;Associated Press&#8217; noticiou esta segunda-feira que dois passageiros, uma francesa e um americano, testaram positivo após a evacuação do navio.</p>
<p>O &#8216;MV Hondius&#8217; chegou a Tenerife para permitir a retirada e repatriamento dos passageiros. A operação envolve 147 passageiros e tripulantes de várias nacionalidades, com medidas de controlo sanitário e quarentena. Os cidadãos espanhóis deverão cumprir isolamento no Hospital Militar Gómez-Ulla, em Madrid.</p>
<p>O caso ganhou dimensão também pelo ambiente de desinformação que se formou nas redes sociais. Teorias da conspiração e comparações com a Covid-19 começaram a circular, alimentando receios de uma nova emergência sanitária.</p>
<p>É neste contexto que a Polymarket volta a levantar dúvidas éticas. A plataforma permite apostas sobre todo o tipo de acontecimentos, desde a possibilidade de os Estados Unidos confirmarem a existência de extraterrestres antes de 2027 até ao eventual regresso de Jesus Cristo este ano ou rumores sobre figuras públicas como Taylor Swift.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, a plataforma já foi criticada por mercados de moralidade duvidosa, incluindo apostas sobre a captura de Nicolás Maduro ou o início de uma guerra entre Irão e Iraque. Neste último tipo de mercados, houve também suspeitas de utilização de informação privilegiada. Um soldado americano foi acusado de ter usado a sua posição para ganhar 400 mil dólares, cerca de 340 mil euros, numa aposta relacionada com Maduro.</p>
<p>As críticas não se limitam à natureza das apostas. Um estudo académico das universidades de Montreal e Toronto citado pelo jornal espanhol concluiu que 70,8% dos utilizadores da Polymarket perdem dinheiro. Os lucros concentram-se numa minoria: 1% dos investidores, muitas vezes beneficiados por acesso mais rápido ou privilegiado a informação sensível.</p>
<p>A empresa tem vindo a anunciar novas medidas de supervisão para monitorizar apostas deste tipo. Ainda assim, o caso do hantavírus mostra como os mercados de previsão estão a entrar em zonas cada vez mais sensíveis: acontecimentos de saúde pública, medo coletivo e crises internacionais que, antes de serem resolvidas, já estão a ser transformadas em oportunidade financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760953]]></sapo:autor>
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		<title>A loja de câmbios da Baixa que expôs Duarte Lima e Ricardo Salgado e abriu caminho aos grandes casos da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Monte Branco]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Salgado]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação começou a 14 de junho de 2011 e nasceu em torno de suspeitas de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 15 anos depois de ter sido aberto, o caso Monte Branco voltou a expor um dos maiores dilemas da Justiça portuguesa: investigações de enorme dimensão, com impacto em vários processos, mas marcadas por uma morosidade difícil de justificar. A &#8216;CNN Portugal&#8217; dá conta de um relatório de inspeção ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), datado de março de 2025, no qual três inspetores do Ministério Público criticam duramente a duração e o alargamento do processo.</p>
<p>A investigação começou a 14 de junho de 2011 e nasceu em torno de suspeitas de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. No centro inicial do caso estava Francisco Canas, conhecido como &#8220;Zé das Medalhas&#8221;, antigo cambista ligado à loja Montenegro Chaves &#038; C.ª, na Baixa de Lisboa, que movimentava dezenas de milhões de euros apesar de não pagar impostos desde 1989.</p>
<p>Segundo o relatório citado pela &#8216;CNN Portugal&#8217;, o Monte Branco tornou-se um exemplo da dificuldade em delimitar o objeto dos processos na 6.ª Secção do DCIAP, coordenada pelo procurador-geral adjunto Rosário Teixeira, também titular do inquérito. Os inspetores consideraram que a duração do processo se deveu ao &#8220;excessivo e injustificado alargamento do seu objeto a factos não conexos com o inicial&#8221;.</p>
<p>A dimensão do processo ajuda a explicar parte da crítica. A investigação chegou a concentrar 59 volumes principais, além de centenas de apensos documentais, e envolveu 122 alvos telefónicos, 99 mandados de busca emitidos e 86 buscas concretizadas.</p>
<p><strong>De uma loja de câmbios à elite económica</strong></p>
<p>A origem do processo remontava a operações financeiras suspeitas associadas à loja de Francisco Canas e a sociedades offshore ligadas ao antigo deputado e advogado Domingos Duarte Lima.</p>
<p>Os investigadores queriam perceber a origem de fundos que circulavam por contas em Portugal, Cabo Verde e Suíça, incluindo transferências feitas através do BPN IFI, em Cabo Verde, para uma conta suíça da Taylor Partners, offshore ligada a Duarte Lima.</p>
<p>A investigação acabou por revelar um circuito muito mais vasto. Em causa estavam suspeitas de transferências internacionais, compensações financeiras, contas offshore e levantamentos de grandes quantias em numerário, num esquema que terá servido vários clientes durante anos.</p>
<p>Ainda antes da abertura formal do Monte Branco, a Polícia Judiciária já tinha sinalizado movimentações suspeitas relacionadas com a loja de Canas. Em 2004, foram detetadas trocas de notas de 500 e 200 euros por notas de valor mais baixo. Mais tarde, surgiram indícios de transferências milionárias vindas de bancos suíços e de uma conta no BPN IFI que, só nos primeiros seis meses de 2007, terá recebido cerca de 42 milhões de euros.</p>
<p><strong>Escutas, buscas e dinheiro vivo</strong></p>
<p>Com o avanço do inquérito, o Ministério Público autorizou a quebra do sigilo bancário de Duarte Lima e promoveu escutas telefónicas a Francisco Canas e a familiares ligados às contas suspeitas.</p>
<p>As escutas começaram no final de junho de 2011, depois de autorizadas pelo juiz Carlos Alexandre, e foram acompanhadas por vigilâncias, recolha de fotografias e operações encobertas junto à loja da Rua do Ouro.</p>
<p>Os investigadores passaram a acompanhar contactos com bancos, gestores de fortunas e clientes suspeitos de usarem o circuito para colocar ou movimentar dinheiro fora do radar fiscal.</p>
<p>Um dos dados mais expressivos apurados no processo foi a suspeita de que Francisco Canas terá levantado, entre 2004 e 2011, cerca de 107 milhões de euros em numerário através de várias agências do Millennium BCP, sem que essas operações tivessem sido devidamente travadas ou comunicadas às autoridades.</p>
<p><strong>Processo ajudou investigações ao BPN, BES e Operação Marquês</strong></p>
<p>Apesar das críticas à morosidade, o caso Monte Branco teve impacto direto em várias das maiores investigações judiciais da última década e meia.</p>
<p>Dados recolhidos no processo foram relevantes para o caso BPN/Homeland, que levou à prisão e posterior condenação de Domingos Duarte Lima. O antigo deputado foi condenado a 10 anos de prisão efetiva por burla agravada e branqueamento de capitais.</p>
<p>O processo também ajudou a seguir pistas relacionadas com a privatização do BPN, suspeitas na privatização da EDP/REN, os circuitos financeiros de Álvaro Sobrinho, o colapso do Banco Espírito Santo Angola e até a colaboração com a Justiça brasileira no caso Lava Jato.</p>
<p>Foi ainda no âmbito do Monte Branco que Ricardo Salgado caiu pela primeira vez na rede da Justiça. A investigação reuniu dados e documentação que viriam a ser importantes para os primeiros processos relacionados com o universo BES/GES.</p>
<p>Também surgiram no processo elementos sobre negócios, ligações e circuitos financeiros associados a figuras que mais tarde seriam envolvidas na Operação Marquês, incluindo José Sócrates, Carlos Santos Silva, Hélder Bataglia e a família Pinto Sousa.</p>
<p><strong>Ricardo Salgado e a ligação ao BES</strong></p>
<p>A partir de 2011, os investigadores passaram a seguir contactos entre gestores de fortunas ligados à Akoya e Ricardo Salgado. Um dos alvos era o telefone fixo usado pelo então líder do BES na sede do banco.</p>
<p>A investigação levantou suspeitas sobre uma eventual fortuna escondida no estrangeiro, alegadamente dissimulada através de entidades offshore com contas na Suíça e em Singapura.</p>
<p>Embora a escuta ao telefone fixo de Salgado não tenha produzido prova incriminatória decisiva para o Monte Branco, a informação recolhida foi relevante para o processo BES/GES, que viria a herdar parte do material reunido naquela investigação.</p>
<p>Em julho de 2015, no âmbito do caso BES/GES, Ricardo Salgado foi indiciado por crimes como falsificação de contas, burla qualificada, falsidade informática, corrupção ativa no setor privado, branqueamento de capitais e fraude fiscal qualificada.</p>
<p>O Ministério Público suspeitava então que contas da Espírito Santo International tinham sido manipuladas para esconder passivo do grupo, com prejuízos estimados em 3.343 milhões de euros entre 2009 e 2012.</p>
<p><strong>Uma investigação útil, mas demasiado longa</strong></p>
<p>O caso Monte Branco tornou-se, assim, um processo de dupla leitura. Por um lado, foi criticado pela inspeção ao DCIAP por se ter arrastado durante anos e por ter alargado excessivamente o seu objeto inicial. Por outro, serviu de base a algumas das mais relevantes investigações da Justiça portuguesa sobre fraude fiscal, branqueamento de capitais, banca, offshore e grandes fortunas.</p>
<p>A crítica dos inspetores não apaga a importância dos dados recolhidos, mas reabre a discussão sobre os limites dos megaprocessos. O problema, neste caso, não está apenas na dimensão da investigação, mas na dificuldade em fechá-la, acusar, arquivar ou separar matérias que entretanto foram surgindo.</p>
<p>Quase 15 anos depois, o Monte Branco continua a ser um retrato das virtudes e fragilidades da Justiça portuguesa: uma investigação capaz de revelar circuitos financeiros escondidos, mas também um processo que se tornou símbolo de uma morosidade que o próprio Ministério Público já não consegue ignorar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760947]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estado vai mapear e registar terrenos sem proprietário identificado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estado-vai-mapear-e-registar-terrenos-sem-proprietario-identificado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:25:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[terrenos rústicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Se, ao fim de 15 anos, nenhum proprietário aparecer para reclamar o terreno e provar que é o legítimo dono, o registo passa a definitivo e o imóvel integra o património privado do Estado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os terrenos rústicos que estejam inscritos na matriz predial da Autoridade Tributária e Aduaneira, mas que não se encontrem devidamente registados e cadastrados com identificação dos atuais proprietários, deverão passar a ser abrangidos pelo mecanismo dos prédios sem dono conhecido, avança o &#8216;Jornal de Negócios&#8217;.</p>
<p>Na prática, este procedimento pode levar a um primeiro registo provisório a favor do Estado. Se, ao fim de 15 anos, nenhum proprietário aparecer para reclamar o terreno e provar que é o legítimo dono, o registo passa a definitivo e o imóvel integra o património privado do Estado.</p>
<p>Em causa está um mecanismo criado em 2019, ainda na sequência dos grandes incêndios de Pedrógão Grande, em 2017, mas que nunca chegou a ser aplicado. O processo foi agora relançado por um diploma publicado em abril, que alterou o regime do sistema de informação cadastral simplificado e do Balcão Único do Prédio, conhecido como BUPi.</p>
<p>Até agora, segundo fonte oficial da Estrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado, ainda não foi iniciado qualquer procedimento de reconhecimento de prédio sem dono conhecido.</p>
<p>&#8220;O novo diploma vem, precisamente, enquadrar e prever este mecanismo, pelo que se perspetiva que venha a ser operacionalizado no futuro&#8221;, explicou a mesma fonte ao &#8216;Jornal de Negócios&#8217;.</p>
<p><strong>Objetivo é identificar terrenos e prevenir abandono</strong></p>
<p>O objetivo do mecanismo é garantir que os terrenos rústicos ficam devidamente identificados, tanto quanto à sua localização exata como quanto aos respetivos proprietários.</p>
<p>Esta identificação é considerada essencial para assegurar a manutenção dos prédios, nomeadamente a limpeza de terrenos para prevenção de incêndios.</p>
<p>O problema é que continuam a existir muitas pequenas propriedades transmitidas ao longo dos anos por heranças, doações ou negócios nunca registados. Em muitos casos, os terrenos acabaram abandonados e já não é possível identificar com segurança quem são os seus atuais donos.</p>
<p>É neste contexto que surge o procedimento de reconhecimento de prédio rústico ou misto sem dono conhecido, pensado para permitir uma gestão profissional e sustentável destes terrenos, tenham aptidão agrícola, florestal ou silvo-pastoril.</p>
<p><strong>Como vai funcionar o processo?</strong></p>
<p>O primeiro passo caberá à Autoridade Tributária, que deverá comunicar ao Instituto dos Registos e Notariado, através do BUPi, a identificação dos terrenos e dos titulares que constam da matriz predial.</p>
<p>Se o terreno não estiver descrito na conservatória do Registo Predial, a pessoa que aparece como proprietária na matriz será contactada através da morada fiscal para tratar do registo.</p>
<p>Para isso, terá de obter previamente a Representação Gráfica Georreferenciada, o desenho técnico dos limites do terreno, criado no BUPi e obrigatório para identificar e registar propriedades rústicas e mistas.</p>
<p>Caso a pessoa contactada já não seja a dona atual, deverá declarar a quem pertence o prédio.</p>
<p>Mas é precisamente aqui que surgem muitos dos problemas. Em vários casos, quem aparece como proprietário na matriz predial já não é o dono real. Noutros, as moradas estão desatualizadas ou deixaram de ser usadas pela Autoridade Tributária, sobretudo porque muitos destes terrenos têm valor patrimonial tributário reduzido e nem sequer pagam IMI.</p>
<p>Quando não for possível localizar a pessoa que consta da matriz nem identificar o proprietário atual, poderá então avançar o procedimento de reconhecimento de prédio sem dono conhecido.</p>
<p><strong>Terreno fica 15 anos em registo provisório</strong></p>
<p>A lei estabelece que a tramitação e os meios de impugnação do procedimento especial de registo serão definidos por decreto regulamentar. Ainda assim, as linhas gerais já constam do diploma de 2019, que até agora nunca foi aplicado.</p>
<p>Depois de determinado que se trata de um prédio sem dono conhecido, com base em informação do Fisco, das câmaras municipais ou do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, o registo predial valida essa condição e torna-a pública através de anúncios.</p>
<p>Esses anúncios deverão ficar ativos durante 180 dias. Se não aparecer nenhum interessado, é feito um registo provisório a favor do Estado, com inscrição na matriz predial.</p>
<p>Esse registo provisório vigora durante 15 anos.</p>
<p>Durante esse período, o terreno não passa automaticamente a ser propriedade definitiva do Estado. Fica numa espécie de fase de espera, durante a qual o verdadeiro proprietário pode reclamar o imóvel, desde que consiga provar a sua condição.</p>
<p><strong>Terrenos poderão ser geridos por entidade pública</strong></p>
<p>Ao longo dos 15 anos, a gestão dos terrenos deverá ser entregue a uma entidade pública. A lei de 2019 prevê que essa função recaia sobre a Florestgal, empresa pública de gestão e desenvolvimento florestal.</p>
<p>A Florestgal está presente em 27 concelhos, de norte a sul do país, e tem cerca de 21.600 hectares sob gestão florestal, entre propriedades e áreas de arrendamento de longo prazo. A empresa gere também várias Operações Integradas de Gestão da Paisagem.</p>
<p>Durante o período de registo provisório, a entidade gestora poderá explorar os terrenos ou cedê-los a terceiros. No entanto, os contratos não poderão ultrapassar o prazo de 15 anos.</p>
<p>Se o proprietário legítimo aparecer durante esse período e provar que é o dono, o registo passa a definitivo a seu favor.</p>
<p>Nesse caso, terá direito a receber do Estado os valores que este tenha obtido com a gestão do terreno, nomeadamente rendas pagas por terceiros. A esse montante serão descontadas despesas e benfeitorias necessárias e úteis realizadas no prédio.</p>
<p><strong>Se ninguém reclamar, terreno passa para o Estado</strong></p>
<p>Se, ao fim de 15 anos, nenhum interessado reclamar o terreno, o registo provisório passa a definitivo a favor do Estado.</p>
<p>Antes disso, terão de ser feitos novos anúncios públicos, incluindo através dos consulados, para tentar chegar também aos portugueses emigrados que possam ser herdeiros ou proprietários destes terrenos.</p>
<p>Só depois deste processo é que os imóveis em causa passam a integrar o património privado do Estado.</p>
<p>O mecanismo procura responder a um problema antigo do território português: terrenos rústicos abandonados, sem cadastro atualizado e sem proprietários identificados, que dificultam a gestão florestal, a prevenção de incêndios e o ordenamento do território.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760941]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsas europeias descem após resposta de Teerão a proposta dos EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-descem-apos-resposta-de-teerao-a-proposta-dos-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas europeias]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa ligeira, com o petróleo a subir, depois do anúncio da resposta de Teerão à última proposta dos EUA, que novamente afasta as expectativas de um acordo de paz a curto prazo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa ligeira, com o petróleo a subir, depois do anúncio da resposta de Teerão à última proposta dos EUA, que novamente afasta as expectativas de um acordo de paz a curto prazo.</p>
<p>Cerca das 08:25 em Lisboa, o EuroStoxx 600 mantinha-se em 612,21 pontos.</p>
<p>As bolsas de Paris e Frankfurt recuavam 0,50% e 0,10%, bem como as Madrid e Milão que desciam 0,32% e 0,09%, respetivamente.</p>
<p>Londres era a exceção e subia 0,35%.</p>
<p>A bolsa de Lisboa invertia a tendência da abertura, com o principal índice, o PSI, a avançar 0,71% para 9.131,41 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>O euro estava em baixa ligeira e baixava 0,15% para 1,1769 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Pelas 08:30, em Lisboa, os futuros do Dow Jones e do Nasdaq apontam para recuos de 0,11% e de 0,07%, respetivamente.</p>
<p>Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos terminaram na sexta-feira em alta, o Dow Jones a avançar 0,02% e o Nasdaq 1,71%.</p>
<p>Na abertura do mercado, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, avança 3,49% para 104,83 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, sobe 3,86% para 95,33 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega a um mês no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 1,32% para 44,725 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>A resposta iraniana à proposta de 14 pontos dos EUA transmitida no domingo à noite, que propunha um cessar-fogo, reabertura gradual do estreito de Ormuz e negociações sobre o nuclear, longe de ser uma contraoferta construtiva, segundo analistas da Renta4 citados pela Efe, é uma declaração de soberania regional em 10 pontos que rejeita na prática todos os termos do memorando de Washington.</p>
<p>O Presidente dos EUA, Donald Trump, embora tenha afirmado que não gostou da resposta, não deu um novo prazo nem ameaçou retomar as hostilidades, pelo que será necessário esperar para ver se as negociações continuam abertas, e, nesse sentido, a China poderia ser um ator relevante, sobretudo com a visita desta semana de Trump ao gigante asiático.</p>
<p>Analistas da Renta4 apontaram que, por trás da resposta iraniana, poderia estar uma análise confidencial da CIA filtrada para a imprensa, que afirma que o Irão pode resistir ao bloqueio naval dos EUA por pelo menos três ou quatro meses antes de enfrentar dificuldades económicas graves.</p>
<p>Numa sessão em que escasseiam os dados macroeconómicos, na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com uma queda de 0,47%, revertendo a tendência de alta com a qual abriu devido à realização de lucros pelos investidores e à cautela em relação aos resultados anunciados na semana passada por algumas das principais empresas japonesas.</p>
<p>Por sua vez, o índice de referência da bolsa de Xangai ganhou 1,08%, o da de Shenzhen subiu 2,16%, enquanto o Hang Seng de Hong Kong subia 0,06% no final da sessão e o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, fechou a avançar 4,32%.</p>
<p>Na China, a inflação homóloga aumentou 1,2% em abril, mais 0,2 pontos do que no mês anterior.</p>
<p>Por sua vez, os metais preciosos estão em alta ligeira, com um aumento de 0,88% no caso do ouro, para 4.673,72 dólares a onça, e de 0,11% no caso da prata, para 80,4237 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos subia para 3,021%, depois de ter fechado em 3,004% na sessão anterior.</p>
<p>Em relação às criptomoedas, a bitcoin mantinha-se estável e subia 0,03% para mais 80.000 dólares (80.695,4 dólares).</p>
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		<title>Portugal já tem 1.500 câmaras nas ruas: municípios investem milhões para travar vandalismo e insegurança</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:08:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Autoridades policiais garantem que milhares de imagens recolhidas por sistemas já em funcionamento têm contribuído para investigações criminais e servido como prova em processos judiciais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Municípios de todo o país estão a investir milhões de euros na instalação de sistemas de videovigilância na via pública. Portugal já tem cerca de 1.500 câmaras apontadas para ruas, praças e zonas de grande circulação, e a tendência deverá continuar: o Governo recebeu mais 60 pedidos de autarquias para instalar novos equipamentos, noticia o &#8216;<a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/municipios-gastam-milhoes-em-videovigilancia-para-travar-vandalismo-e-inseguranca/18082523" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>&#8216;.</p>
<p>A aposta não se limita aos grandes centros urbanos. Também municípios menos populosos e com taxas de criminalidade mais baixas estão a recorrer à videovigilância, sobretudo para conter o vandalismo, proteger espaços públicos e reduzir o sentimento de insegurança das populações.</p>
<p>As autoridades policiais garantem que milhares de imagens recolhidas por sistemas já em funcionamento têm contribuído para investigações criminais e servido como prova em processos judiciais. Ainda assim, especialistas em segurança alertam para dois riscos: a possibilidade de a criminalidade apenas mudar de local e a necessidade de existirem efetivos suficientes para monitorizar os sistemas.</p>
<p><strong>Lisboa e Porto querem alargar rede de câmaras</strong></p>
<p>Em Lisboa, a autarquia pretende duplicar o número de câmaras de videovigilância. A capital conta atualmente com 96 equipamentos instalados e outros 40 em fase final de instalação, mas o objetivo é chegar a um total de 251.</p>
<p>No Porto, a primeira fase do sistema incluiu 79 câmaras, às quais se somaram mais 117. A câmara quer continuar a estender a videovigilância à zona ocidental e oriental da cidade e a Ramalde, onde estão previstos mais 50 aparelhos.</p>
<p>Viseu é outro exemplo da expansão destes sistemas. O município tem 44 câmaras distribuídas pelo Parque Aquilino Ribeiro e pelo Mercado 21 de Agosto, locais de grande circulação de pessoas onde, segundo o presidente da Câmara, João Azevedo, havia preocupação com vandalismo, furtos e degradação do espaço público.</p>
<p>Nos próximos quatro anos, Viseu pretende instalar mais equipamentos, num projeto que deverá ultrapassar os três milhões de euros e será suportado integralmente pelo orçamento municipal. A autarquia diz que não há apoios para este investimento, que será acompanhado pelo reforço da Polícia Municipal, com a contratação de mais 12 agentes, e por mais fiscalização.</p>
<p><strong>Macedo de Cavaleiros tem 67 câmaras e quer instalar mais</strong></p>
<p>Em Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, já existem 55 câmaras na cidade e 12 na albufeira do Azibo. A terceira fase do projeto prevê mais nove câmaras na albufeira e 25 na cidade, elevando o investimento municipal para 164 mil euros.</p>
<p>A aposta acontece apesar de o município ter registado apenas 379 crimes em 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. O valor fica longe dos números dos grandes centros urbanos, como Lisboa, com 32.821 crimes, Porto, com 16.400, ou Braga, com 4553.</p>
<p>A Câmara justifica o investimento com o aumento do vandalismo em espaços públicos, incluindo grafites, furtos de torneiras em casas de banho e roubos de painéis solares usados na iluminação da ciclovia.</p>
<p>A autarquia afirma que, quando os primeiros equipamentos ficaram visíveis, em 2024, houve uma &#8220;diminuição significativa do vandalismo&#8221;. Mais tarde, quando se tornou público que as câmaras ainda não estavam a gravar, o problema voltou a agravar-se.</p>
<p><strong>Há 25 vilas e cidades com videovigilância</strong></p>
<p>Em Portugal, há atualmente 25 vilas e cidades com sistemas de videovigilância na via pública. Nos últimos dois anos, o número de câmaras aprovadas subiu de 1000 para 1500.</p>
<p>A instalação destes equipamentos depende de autorização do Ministério da Administração Interna, após parecer da Comissão Nacional de Proteção de Dados. De acordo com o ministério, estão em curso 60 processos: 24 na área da GNR e 36 na área da PSP.</p>
<p>Os pedidos abrangem municípios de grande dimensão, como Lisboa, Cascais, Vila Real, Maia, Matosinhos e Braga, mas também concelhos com menor densidade populacional, entre os quais Anadia, Campo Maior, Coruche, Ferreira do Zêzere e Porto de Mós.</p>
<p>Além destes pedidos, há três processos em fases mais avançadas. Dois aguardam parecer da Comissão Nacional de Proteção de Dados: o uso de câmaras portáteis acopladas a drones para prevenção de incêndios rurais e a videovigilância no Cais das Embarcações do Subdestacamento de Controlo Costeiro de Vila Real de Santo António. Outro processo aguarda pronúncia da PSP sobre o sistema que a Câmara de Lobos, na Madeira, pretende instalar.</p>
<p><strong>Imagens ajudam investigações, mas falta medir impacto no crime</strong></p>
<p>Nos locais onde os sistemas já estão em funcionamento, as imagens recolhidas têm sido usadas em investigações e processos judiciais. A PSP afirma que o recurso a estas imagens &#8220;é recorrente e tende a aumentar&#8221;, tanto pelo crescimento do número de câmaras disponíveis como pela utilidade nos inquéritos.</p>
<p>Ainda assim, nem a PSP nem a GNR conseguem afirmar, com base em estudos, se a videovigilância está efetivamente a reduzir a criminalidade.</p>
<p>A PSP admite ter a &#8220;convicção de que há uma diminuição da criminalidade denunciada&#8221; nas zonas cobertas por câmaras, mas alerta que isso pode não significar uma redução real do crime. A explicação pode estar na deslocação da criminalidade para outras zonas, algo que só poderá ser confirmado com uma avaliação mais prolongada e detalhada.</p>
<p><strong>&#8220;Não há remédio milagroso contra o crime&#8221;</strong></p>
<p>O coronel Ludovico Jara Franco, presidente da Assembleia da Associação de Diretores de Segurança de Portugal e docente da Universidade Autónoma de Lisboa, considera que o crescimento da videovigilância acompanha uma tendência europeia.</p>
<p>O objetivo, explica, passa por dissuadir crimes, sobretudo os mais oportunistas, e reforçar a sensação de segurança da população. Mas o especialista deixa um aviso: &#8220;Não é um remédio milagroso.&#8221;</p>
<p>Segundo Ludovico Jara Franco, há estudos em cidades europeias que apontam para ganhos em matéria de vandalismo e criminalidade oportunista, mas muitas vezes o efeito é apenas a deslocação do problema. Ou seja, o crime deixa de ocorrer naquele local, mas passa para outro.</p>
<p>O especialista destaca também a utilidade das câmaras como elemento de prova e como ferramenta de gestão de multidões em eventos ou zonas de grande fluxo de pessoas. Mas sublinha que a instalação deve obedecer a critérios claros e respeitar a privacidade.</p>
<p>As imagens, recorda, são destruídas ao fim de 30 dias, salvo quando têm de ser preservadas por ordem judicial para servir como prova em processos. A utilização indevida das gravações deve ser punida.</p>
<p><strong>Mais câmaras exigem mais meios</strong></p>
<p>Um dos principais desafios está nos recursos humanos. Em Portugal, ao contrário do que acontece noutros países, a monitorização dos sistemas de videovigilância está limitada às forças policiais.</p>
<p>Para Ludovico Jara Franco, esta opção pode transformar a expansão das câmaras num &#8220;sorvedouro de efetivos&#8221; da PSP e da GNR, obrigando a retirar agentes de outras funções de resposta à criminalidade.</p>
<p>O especialista defende que o país deve repensar o modelo de supervisão, admitindo soluções que envolvam polícia municipal, segurança privada ou civis treinados, como acontece noutros países.</p>
<p>Para o coronel, a videovigilância só faz sentido se for acompanhada de capacidade de intervenção. &#8220;É importante ter olhos na rua, mas, em simultâneo, capacidade de intervir quando há uma situação que tem de ser corrigida. Se não tivermos como intervir, ficamos pela falsa sensação de segurança&#8221;, alerta.</p>
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		<title>Medidas para travar crise da habitação continuam no papel oito meses depois e preços não param de subir</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 07:54:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pacote foi anunciado em setembro do ano passado pelo executivo de Luís Montenegro e incluía, entre outras propostas, a redução do IVA da construção para 6% nas obras de habitação destinada à venda até 660 mil euros ou ao arrendamento até 2.300 euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase oito meses depois de ter anunciado um pacote de medidas para aumentar a oferta de casas e travar a subida dos preços, o Governo ainda não colocou no terreno várias das principais propostas para a habitação. A informação é avançada pelo &#8216;Público&#8217; esta segunda-feira, que dá conta de medidas já aprovadas pela Assembleia da República mas ainda por publicar em &#8216;Diário da República&#8217;, e de outras que continuam sem sequer ter sido formalizadas em proposta de lei.</p>
<p>Em causa estão, sobretudo, medidas de desagravamento fiscal dirigidas aos proprietários. O pacote foi anunciado em setembro do ano passado pelo executivo de Luís Montenegro e incluía, entre outras propostas, a redução do IVA da construção para 6% nas obras de habitação destinada à venda até 660 mil euros ou ao arrendamento até 2.300 euros.</p>
<p>Também estava prevista a descida do IRS para 10% sobre rendimentos prediais obtidos através de rendas até 2.300 euros.</p>
<p>As medidas chegaram ao Parlamento em dezembro, sob a forma de um pedido de autorização legislativa, e foram aprovadas em fevereiro, graças à abstenção do Chega. A autorização legislativa foi publicada em &#8216;Diário da República&#8217; em março, mas o decreto-lei necessário para regulamentar estes benefícios fiscais continua por publicar. Resultado: o alívio fiscal ainda não entrou em vigor.</p>
<p><strong>Reformas no arrendamento ainda sem proposta de lei</strong></p>
<p>Além das alterações fiscais, o Governo prometeu rever o Novo Regime do Arrendamento Urbano, a lei que regula o mercado do arrendamento. Em março, o executivo adiantou que pretendia acelerar os processos de despejo em caso de incumprimento no pagamento das rendas e reforçar a autonomia contratual entre senhorios e inquilinos.</p>
<p>Esta última formulação aponta para uma possível redução dos prazos mínimos dos contratos de arrendamento, outra promessa do Governo para o setor.</p>
<p>Mas, neste caso, o processo está ainda mais atrasado: as alterações terão de passar pela Assembleia da República e ainda não foi apresentada qualquer proposta de lei.</p>
<p>Para os representantes dos proprietários, a demora está a gerar incerteza e a travar a colocação de casas no mercado. Ainda assim, os dados disponíveis mostram que a oferta de arrendamento tem vindo a crescer de forma expressiva.</p>
<p><strong>Oferta de casas para arrendar aumenta</strong></p>
<p>A análise do mercado está limitada pela falta de dados oficiais atualizados. O Instituto Nacional de Estatística, entidade pública responsável pela divulgação de estatísticas sobre rendas e novos contratos de arrendamento a nível municipal, não publica estes dados desde 27 de junho de 2025, devido a uma alteração legislativa que obrigou a uma revisão metodológica.</p>
<p>Na ausência desses indicadores, os dados das imobiliárias apontam para um aumento da oferta.</p>
<p>Nos dois primeiros meses deste ano, o Imovirtual contabilizou 31.710 anúncios de casas disponíveis para arrendamento, mais 23% do que no mesmo período do ano passado. Lisboa e Porto concentram dois terços da oferta total, com aumentos de cerca de 25% em ambos os casos.</p>
<p>Também há subidas expressivas fora dos grandes centros urbanos. Em Faro, Coimbra, Viana do Castelo e Viseu, o crescimento da oferta rondou ou ultrapassou os 30%.</p>
<p>O aumento já vinha de trás. Em 2025, o número de anúncios de casas para arrendar no Imovirtual tinha crescido 31% face ao ano anterior. Ainda assim, Sylvia Bozzo, responsável de marketing do portal, ressalva que nem todos os anúncios correspondem necessariamente a imóveis distintos, já que muitos permanecem ativos de mês para mês.</p>
<p>As principais redes imobiliárias também identificam crescimento. A Remax compara outubro de 2024 com abril de 2026 e aponta para uma subida de 11% no número de anúncios ativos de casas para arrendar, justificando parte da evolução com o aumento da rentabilidade do arrendamento face à venda.</p>
<p>Já Rui Torgal, presidente da Era Portugal, indica que a oferta de arrendamento cresceu cerca de 10% entre 2024 e 2025. No primeiro trimestre deste ano, porém, o ritmo abrandou, com uma subida de apenas 1% no número de contratos de arrendamento realizados através da imobiliária.</p>
<p><strong>Mais oferta, mas rendas continuam a subir</strong></p>
<p>O aumento da oferta não está a produzir a descida de preços prometida por sucessivos Governos. Uma das explicações poderá estar no tipo de imóveis que chega ao mercado: a oferta parece crescer sobretudo nos segmentos mais altos, e não nas casas de valor médio ou acessível.</p>
<p>Em fevereiro, os anúncios publicados no Imovirtual apresentavam uma renda média de 1.500 euros, mais 20% do que no mesmo mês do ano passado. Em Lisboa, a renda média subiu 6%, para 1.800 euros. No Porto, aumentou 4%, para 1.200 euros.</p>
<p>Nas zonas onde os preços continuam abaixo da média nacional, os aumentos são mais acelerados. Em Coimbra, por exemplo, a renda média atingiu 659 euros, uma subida anual de 36%.</p>
<p>A Remax indica que a renda média anunciada chegou aos 1.240 euros em 2025, embora sublinhe que existem diferenças relevantes consoante a localização, o estado do imóvel e a tipologia. Já a Era aponta para uma renda média de 1015 euros no mesmo ano, mais cerca de 8% do que em 2024.</p>
<p>As imobiliárias justificam a subida com vários fatores: aumento significativo da procura, subida dos preços de venda das casas, famílias empurradas para o arrendamento, agravamento dos custos do crédito à habitação suportados pelos proprietários e escassez de oferta acessível.</p>
<p><strong>Novos contratos chegam a valores muito superiores</strong></p>
<p>Há ainda outro fenómeno a pressionar as rendas: contratos antigos terminam e são substituídos por novos contratos com valores muito mais elevados.</p>
<p>A Remax admite que há contratos com rendas desatualizadas que chegam ao fim e são substituídos por novos contratos &#8220;centenas de euros acima&#8221; dos anteriores. A imobiliária dá o exemplo de casas arrendadas por 650 euros cujos senhorios passam a exigir 1.100 ou 1.200 euros por um novo contrato de três anos.</p>
<p>Esta prática pode violar a norma do Mais Habitação que limita os aumentos nos novos contratos a um máximo de 2% face à renda anterior. O problema, segundo o &#8216;Público&#8217;, é que a regra continua sem fiscalização eficaz.</p>
<p><strong>Proprietários dizem que continuam à espera</strong></p>
<p>Do lado dos proprietários, a leitura é diferente. O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, Luís Menezes Leitão, considera que o aumento da oferta não está a acontecer no arrendamento comum, mas sobretudo em segmentos mais caros.</p>
<p>&#8220;Não temos quaisquer dados que apontem para um aumento da oferta do lado dos nossos associados. Poderá ser algo que está a acontecer apenas em alguns segmentos, nomeadamente no mercado de luxo, que tem investidores mais dispostos a assumir algum tipo de risco e que, com rendas mais altas, também faz subir o preço médio&#8221;, afirma.</p>
<p>Para o responsável, os pequenos proprietários continuam relutantes em colocar casas no mercado enquanto não avançarem as reformas ao regime do arrendamento prometidas pelo Governo.</p>
<p>&#8220;Os proprietários continuam à espera das reformas que importam. As medidas de desagravamento fiscal ou as heranças indivisas não são relevantes&#8221;, conclui Luís Menezes Leitão.</p>
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		<title>Gabinetes do Governo empregam quase mil pessoas: só o de Montenegro custa cerca de 165 mil euros mensais</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 07:43:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dimensão dos gabinetes ministeriais foi calculada a partir dos despachos de nomeação publicados no Portal do Governo, depois de a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) ter deixado de incluir estes dados nas suas publicações sobre o emprego na Administração Pública]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 60 gabinetes dos membros do Governo empregam atualmente 984 pessoas, de acordo com uma análise feita pelo &#8216;Correio da Manhã&#8217; às nomeações divulgadas no Portal do Governo. O gabinete do primeiro-ministro, Luís Montenegro, é o maior de todos, com 43 elementos, e representa uma despesa mensal de cerca de 165 mil euros em salários.</p>
<p>A dimensão dos gabinetes ministeriais foi calculada a partir dos despachos de nomeação publicados no Portal do Governo, depois de a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) ter deixado de incluir estes dados nas suas publicações sobre o emprego na Administração Pública.</p>
<p>A divulgação mais recente de nomeações ocorreu nos dias 5 e 6 de maio, abrangendo os gabinetes dos ministérios da Defesa e da Justiça e da secretaria de Estado da Energia. Segundo o &#8216;Correio da Manhã&#8217;, estas publicações surgiram 11 meses depois de os governantes terem tomado posse e após perguntas feitas pelo jornal.</p>
<p>Além do gabinete de Luís Montenegro, há outros dez gabinetes ministeriais com 22 ou mais pessoas. A lista inclui os gabinetes de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação; Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças; Nuno Melo, ministro da Defesa; Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente e Energia; Maria do Rosário Palma Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social; Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros; Margarida Balseiro Lopes, ministra da Cultura, Juventude e Desporto; José Manuel Fernandes, ministro da Agricultura e Mar; Gonçalo Matias, ministro da Reforma do Estado; e Ana Paula Martins, ministra da Saúde.</p>
<p>Os salários dos membros dos gabinetes estão fixados por lei e variam em função do cargo desempenhado. O chefe de gabinete do primeiro-ministro recebe o valor mais elevado, com 6.276 euros brutos por mês. Já um adjunto ou técnico especialista de gabinete de ministro tem uma remuneração de 4.391 euros brutos mensais, enquanto uma secretária recebe 2.666 euros brutos.</p>
<p>A publicação dos despachos de nomeação em &#8216;Diário da República&#8217; e a respetiva divulgação no Portal do Governo são obrigatórias desde 2012. Este mecanismo permite acompanhar quem é nomeado para os gabinetes e verificar eventuais escolhas de familiares ou militantes partidários, situações que já ocorreram no passado.</p>
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		<item>
		<title>Hantavírus: Passageira francesa com teste positivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 07:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma passageira francesa do navio de cruzeiro MV Hondius teve um teste positivo para hantavírus, anunciou hoje a ministra da Saúde de França, Stéphanie Rist.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma passageira francesa do navio de cruzeiro MV Hondius teve um teste positivo para hantavírus, anunciou hoje a ministra da Saúde de França, Stéphanie Rist.</p>
<p>Entre os cinco cidadãos franceses repatriados e colocados em isolamento, em Paris, o estado de saúde de uma mulher, &#8220;infelizmente, piorou durante a noite&#8221; e &#8220;os testes deram positivo&#8221;, disse a responsável governamental à rádio France Inter.</p>
<p>O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, agendou uma reunião para hoje à tarde sobre o assunto.</p>
<p>Na noite passada, foi também conhecido que um dos 17 norte-americanos retirados do navio testou positivo, apesar de não apresentar sintomas, disseram as autoridades de saúde dos Estados Unidos.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 42 dias de quarentena para quem esteve no navio, mas cada país é livre de tomar uma decisão, disse no domingo o diretor-geral daquela agência da ONU.</p>
<p>Tedros Adhanom Ghebreyesus referiu que a OMS já emitiu uma recomendação de 42 dias de quarentena, &#8220;com seguimento ativo&#8221;, em casa ou numa unidade de saúde, para tripulantes e passageiros do MV Hondius após a saída do paquete.</p>
<p>Hoje serão ainda desembarcadas e repatriadas 24 pessoas para a Austrália e Países Baixos.</p>
<p>O barco, com uma parte da tripulação a bordo, que não vai desembarcar nas Canárias, seguirá depois para os Países Baixos, onde está registado o cruzeiro e de onde é o armador.</p>
<p>A OMS confirmou no domingo seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram no barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estavam já a bordo quando o barco chegou às Canárias.</p>
<p>O navio viajava desde a Argentina, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.</p>
<p>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa.</p>
<p>Os sintomas da infeção com hantavírus são, inicialmente, semelhantes aos da gripe, como tosse, fadiga ou dores de cabeça e musculares.</p>
<p>Dependendo da estirpe, o hantavírus pode provocar uma infeção pulmonar ou renal.</p>
<p>A OMS garante que o risco deste surto para a população em geral é baixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760922]]></sapo:autor>
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		<title>Penúltima jornada da I Liga joga-se quase toda esta segunda-feira: Benfica e Sporting disputam Champions à mesma hora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 07:15:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão resulta da necessidade de cumprir os regulamentos da competição e de respeitar o período mínimo de descanso do Sp. Braga, que jogou na quinta-feira, às 20 horas, na Alemanha, frente ao Friburgo, em compromisso europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 33ª e penúltima jornada da I Liga vai ter sete dos nove jogos disputados à mesma hora, mas só esta segunda-feira, às 20h15.</p>
<p>A decisão resulta da necessidade de cumprir os regulamentos da competição e de respeitar o período mínimo de descanso do Sp. Braga, que jogou na quinta-feira, às 20 horas, na Alemanha, frente ao Friburgo, em compromisso europeu.</p>
<p>Segundo as regras, um clube que dispute uma partida das competições da UEFA à quinta-feira, em território estrangeiro, tem direito a 72 horas de descanso entre o final desse jogo e o início do encontro seguinte na competição nacional.</p>
<p>Na prática, isso significa que o Sp. Braga não poderia jogar para o campeonato antes das 21h45 de domingo, a menos que abdicasse desse direito. Tal não aconteceu.</p>
<p>Como os minhotos ainda têm impacto direto na classificação, a solução encontrada foi empurrar a maioria da jornada para hoje.</p>
<p><strong>Benfica e Sporting obrigados a jogar em simultâneo</strong></p>
<p>A luta pelo segundo lugar obriga Benfica e Sporting a entrarem em campo no mesmo dia e à mesma hora.</p>
<p>As duas equipas estão empatadas no topo da classificação, com 76 pontos, e qualquer resultado pode ser decisivo na corrida à Liga dos Campeões.</p>
<p>O Benfica, orientado por José Mourinho, recebe o Sp. Braga, enquanto o Sporting, treinado por Rui Borges, visita o Rio Ave.</p>
<p>Também o Sp. Braga continua com influência direta na tabela. Apesar de precisar apenas de um ponto para garantir, via classificação, a presença na Liga Europa em 2026/27, a equipa minhota ainda pode ser apanhada pelo Famalicão na luta pelo quarto lugar.</p>
<p>O Famalicão joga frente ao Estrela da Amadora, equipa envolvida na luta pela permanência.</p>
<p><strong>Regulamento obriga a jogos no mesmo dia e à mesma hora</strong></p>
<p>Na época passada, os clubes aprovaram uma alteração regulamentar que determina que os jogos da penúltima e última jornadas de competições por pontos devem ser realizados no mesmo dia e à mesma hora.</p>
<p>A exceção aplica-se apenas aos jogos cujos resultados não tenham interferência direta ou indireta na classificação.</p>
<p>Estão em causa situações como promoção e despromoção, obtenção do primeiro lugar, posições relevantes para a Taça da Liga e acesso às competições europeias.</p>
<p>Por isso, a Liga Portugal ainda colocou aos clubes a possibilidade de os jogos ligados à luta pela manutenção, como o Famalicão-Estrela da Amadora, se realizarem no domingo.</p>
<p>No entanto, como o Famalicão ainda pode chegar ao quarto lugar e ao consequente playoff da Liga Europa, não foi possível alcançar consenso.</p>
<p><strong>FC Porto jogou no domingo</strong></p>
<p>Fora do bloco principal da jornada ficaram apenas dois encontros.</p>
<p>O AVS, já condenado à descida de divisão, recebeu o FC Porto, já consagrado campeão nacional, no domingo. Também o Alverca-Estoril será disputado no domingo, às 20h30, uma vez que ambas as equipas já garantiram a permanência e já não podem chegar aos lugares de acesso às competições europeias.</p>
<p><strong>Jornada 33 da I Liga 2025/26</strong></p>
<p>Segunda-feira, 11 de maio</p>
<p>Benfica-Sp. Braga — 20h15 — BTV</p>
<p>Rio Ave-Sporting — 20h15 — Sport TV</p>
<p>Estrela da Amadora-Famalicão — 20h15 — Sport TV</p>
<p>Santa Clara-Nacional — 20h15 — Sport TV</p>
<p>Tondela-Moreirense — 20h15 — Sport TV</p>
<p>Gil Vicente-Arouca — 20h15 — Sport TV</p>
<p>Vit. Guimarães-Casa Pia — 20h15 — Sport TV</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760163]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dedução específica no IRS: valores, regras e diferenças entre trabalhadores e pensionistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 07:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de a Autoridade Tributária calcular quanto cada contribuinte deve pagar de IRS, há um passo fundamental que reduz o valor sobre o qual incide o imposto: a aplicação da chamada dedução específica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de a Autoridade Tributária calcular quanto cada contribuinte deve pagar de IRS, há um passo fundamental que reduz o valor sobre o qual incide o imposto: a aplicação da chamada dedução específica. Trata-se de um abatimento ao rendimento global declarado, que tem como objetivo determinar o rendimento coletável efetivo e, consequentemente, diminuir a base tributável sobre a qual são aplicadas as taxas de IRS. O valor desta dedução não é igual para todos os contribuintes, variando em função da origem dos rendimentos e da situação fiscal de cada pessoa.</p>
<p>Na prática, isto significa que salários, pensões, rendimentos de trabalho independente e rendimentos prediais obedecem a regras distintas no momento de apurar a dedução específica. Em alguns casos, existe um valor fixo definido por lei; noutros, o montante depende das contribuições efetuadas para a Segurança Social, de despesas relacionadas com a atividade profissional ou até de encargos associados a imóveis arrendados. O resultado final traduz-se numa redução do rendimento sujeito a tributação, o que pode ter impacto direto no imposto a pagar ou no eventual reembolso.</p>
<p><strong>Trabalhadores por conta de outrem têm dedução base de 4.462,15 euros</strong><br />
Para a generalidade dos trabalhadores por conta de outrem, a dedução específica aplicada no IRS entregue entre Abril e Junho de 2026 é de 4.462,15 euros. Este é o valor base que, por regra, é automaticamente considerado no cálculo fiscal.</p>
<p>Contudo, há situações em que essa dedução pode ser superior. Se o total das contribuições obrigatórias entregues ao longo do ano para a Segurança Social ou para subsistemas de saúde, como a ADSE, ultrapassar os 4.462,15 euros, então a dedução específica deixa de estar limitada ao valor fixo e passa a corresponder ao montante efetivamente descontado.</p>
<p>Além disso, existem outros encargos que podem acrescer à dedução. É o caso de indemnizações pagas pelo trabalhador à entidade patronal por rescisão unilateral do contrato de trabalho sem aviso prévio, bem como das quotas sindicais. No caso dos sindicatos, a lei permite deduzir o dobro do valor pago, embora com um limite máximo equivalente a 1% da remuneração bruta anual.</p>
<p>Há ainda uma majoração adicional para profissionais cuja atividade dependa da inscrição obrigatória numa ordem profissional, como advogados, enfermeiros ou médicos veterinários. Nestes casos, a dedução específica pode aumentar até 4.702,50 euros, desde que o valor adicional corresponda a quotas indispensáveis ao exercício da profissão.</p>
<p><strong>Recibos verdes: dedução pode atingir 25% do rendimento, mas depende de despesas justificadas</strong></p>
<p>No caso dos trabalhadores independentes enquadrados no regime simplificado — isto é, com rendimento bruto anual até 200 mil euros — a lógica da dedução específica é diferente. Para a maioria, o valor corresponde a 25% do rendimento bruto anual.</p>
<p>Isto significa que um trabalhador independente com 40 mil euros de rendimento bruto poderá, em teoria, beneficiar de uma dedução específica de 10 mil euros, ficando 30 mil euros sujeitos a tributação. No entanto, este benefício máximo só é garantido se o contribuinte conseguir justificar despesas profissionais equivalentes a 15% do rendimento bruto anual.</p>
<p>Estas despesas podem incluir diversos encargos diretamente ligados à atividade, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>contribuições para a Segurança Social ou subsistemas de saúde, quando superiores à dedução base;</li>
<li>despesas com pessoal, remunerações e salários;</li>
<li>rendas de imóveis afetos à atividade;</li>
<li>uma percentagem do Valor Patrimonial Tributário dos imóveis afetos à atividade (1,5% ou 4% no alojamento local);</li>
<li>despesas com eletricidade, água, transportes e comunicações;</li>
<li>importações ou aquisições intracomunitárias de bens e serviços relacionados com a atividade.</li>
</ul>
<p>Se o contribuinte não atingir esse patamar mínimo de despesas, a diferença é somada ao rendimento tributável. Num exemplo simples: se um profissional com rendimento bruto de 40 mil euros tiver de justificar 6 mil euros em despesas e apenas comprovar 4.500 euros, faltam 1.500 euros de despesas elegíveis. Este valor será acrescido à matéria coletável, aumentando o rendimento sujeito a imposto para 31.500 euros, em vez dos 30 mil inicialmente previstos. Neste cenário, a dedução efetiva baixa para 8.500 euros.</p>
<p><strong>Senhorios podem deduzir vários encargos associados ao imóvel</strong><br />
Os contribuintes que obtenham rendimentos prediais — ou seja, rendas — também podem efectuar deduções específicas, abatendo despesas consideradas necessárias para gerar esses rendimentos.</p>
<p>Entre os encargos normalmente dedutíveis encontram-se:</p>
<ul>
<li>despesas de condomínio;</li>
<li>pagamento de IMI;</li>
<li>Imposto do Selo;</li>
<li>taxas municipais;</li>
<li>seguros de renda;</li>
<li>obras de manutenção, incluindo pinturas interiores e exteriores.</li>
</ul>
<p>Existe ainda uma possibilidade adicional para certos senhorios: deduzir o valor da renda que estejam a pagar por outra habitação. Para isso, é necessário cumprir cumulativamente várias condições legais.</p>
<p>A habitação arrendada deve ter sido, durante pelo menos 12 meses, residência habitual do próprio senhorio ou de alguém do seu agregado familiar. Já a nova habitação arrendada pelo senhorio deve constituir o seu domicílio fiscal e localizar-se a mais de 100 quilómetros do imóvel de que recebe rendas. Além disso, ambos os contratos têm obrigatoriamente de estar registados junto da Autoridade Tributária.</p>
<p>Mesmo nestes casos, existe um limite: o valor deduzido nunca pode exceder o montante efetivamente recebido em rendas. Assim, quem pagar 10 mil euros anuais de renda, mas receber apenas 9.100 euros enquanto senhorio, só poderá deduzir até esse máximo de 9.100 euros.</p>
<p><strong>Pensionistas seguem regras semelhantes às dos trabalhadores dependentes</strong><br />
Para os pensionistas, a dedução específica segue um modelo muito próximo do aplicável aos trabalhadores por conta de outrem. Quem recebe pensões de velhice, reforma, invalidez ou sobrevivência beneficia de uma dedução base de 4.462,15 euros.</p>
<p>Tal como acontece com os salários, se o pensionista continuar a efectuar contribuições para um regime de protecção social ou subsistema de saúde e o montante pago ultrapassar aquele valor, então será considerado o total efectivamente descontado.</p>
<p>Também aqui entram as quotas sindicais como elemento dedutível adicional. O mecanismo mantém-se: é possível deduzir o dobro do valor pago, até ao limite de 1% do rendimento bruto anual.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760571]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Kallas diz que MNE vão discutir no final do mês condições para falar com Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-kallas-diz-que-mne-vao-discutir-no-final-do-mes-condicoes-para-falar-com-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) afirmou hoje que os ministros dos Negócios Estrangeiros vão discutir no final do mês, em Chipre, as condições para falar com a Rússia e descartou que o ex-chanceler alemão Schröder represente o bloco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) afirmou hoje que os ministros dos Negócios Estrangeiros vão discutir no final do mês, em Chipre, as condições para falar com a Rússia e descartou que o ex-chanceler alemão Schröder represente o bloco.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, à entrada para uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, em Bruxelas, Kaja Kallas foi questionada se considera que o bloco deve falar com a Rússia sobre a sua arquitetura de segurança, como tem sido defendido por personalidades como o presidente do Conselho Europeu, António Costa.</P><br />
<P>&#8220;Antes de começarmos a falar com a Rússia, devemos discutir entre nós sobre o que é que queremos falar. E é por isso que vamos ter uma reunião Gymnich [reunião informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros, agendada para o final do mês em Chipre] onde iremos discutir as propostas que estão em cima da mesa para abordar as questões que temos&#8221;, respondeu Kallas.</P><br />
<P>A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança considerou que o atual problema da arquitetura de segurança da Europa &#8220;é que a Rússia está constantemente a atacar os seus vizinhos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para conseguirmos prevenir isso, precisamos de concessões do lado russo. Estive na semana passada na Moldova e lá, por exemplo, há tropas russas. Poderia ser uma das nossas condições: que, para haver estabilidade e segurança na região, eles retirassem as suas tropas&#8221;, exemplificou. </P><br />
<P>Questionada sobre o facto de o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, ter sugerido o nome do antigo chanceler alemão Gerhard Schröder como potencial representante da UE para negociações com a Rússia, Kaja Kallas contrapôs que &#8220;não seria muito esperto&#8221; deixar que Moscovo escolhesse com quem quer dialogar.</P><br />
<P>&#8220;E, em segundo lugar, Gerhard Schröder tem sido o principal lobista das empresas estatais russas. Por isso, a razão por que Putin o quer lá é óbvia: para ter assento nos dois lados da mesa&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Nestas declarações aos jornalistas, Kaja Kallas referiu ainda que a UE deverá aprovar hoje novas sanções contra a Rússia, pelo sequestro de crianças ucranianas, no mesmo dia em que se vai realizar em Bruxelas uma reunião da Coligação Internacional para o Regresso das Crianças Ucranianas.</P><br />
<P>&#8220;Espero que aprovemos sanções que visem as pessoas que estão a ajudar a trabalhar com as crianças ucranianas que foram deportadas&#8221;, referiu, afirmando que o &#8220;que está a ser feito a essas crianças é horrível&#8221;.</P><br />
<P>Interrogada sobre como é que a UE tenciona garantir que as crianças regressem à Ucrânia, Kallas reconheceu que se trata da uma &#8220;questão difícil&#8221;, observando que Kiev não sequestrou qualquer criança russa, &#8220;pelo que não pode haver trocas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos diferentes opções e propostas sobre a mesa como negociar com os russos para trazer as crianças de volta. Mas, para isso, precisamos de utilizar todo o apoio internacional, inclusive daqueles países que lidam mais de perto com a Rússia. Discutiremos também esses projetos hoje, mas é, sem dúvida, muito difícil&#8221;, reconheceu.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760918]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a perder 0,47%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje mista, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,47% para 62.417,88 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje mista, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,47% para 62.417,88 pontos.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a ganhar 0,3% para 3.840,93 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760917]]></sapo:autor>
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		<title>Preço do petróleo Brent sobe 4,5% para 105,81 dólares o barril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo Brent para entrega em julho subiu hoje 4,5% para 105,81 dólares por barril, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter considerado a resposta do Irão à proposta de paz norte-americana como inaceitável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo Brent para entrega em julho subiu hoje 4,5% para 105,81 dólares por barril, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter considerado a resposta do Irão à proposta de paz norte-americana como inaceitável.</P><br />
<P> Às 06:00 em Lisboa, o Brent, a referência europeia para o crude, subia 4,5% para 105,81 dólares por barril, embora tenha chegado a atingir os 105,99 dólares.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o Brent já tinha fechado em alta após três dias consecutivos de perdas, em resultado de novos ataques entre os Estados Unidos e o Irão, que aumentaram ainda mais as tensões no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Depois de saber no domingo que o Irão tinha enviado a sua resposta aos Estados Unidos, Trump publicou na sua conta na rede social Truth Social: &#8220;Acabei de ler a resposta dos chamados &#8216;representantes&#8217; do Irão. Não gostei, totalmente inaceitável!&#8221;</P><br />
<P>O documento iraniano inclui o levantamento das sanções económicas contra a República Islâmica, o fim do bloqueio de Washington aos portos iranianos e o controlo iraniano do estreito de Ormuz, caso os EUA cumpram determinados compromissos, segundo a agência de notícias Tasnim.</P><br />
<P>Entretanto, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, indicou que o conflito vai continuar. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760916]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Operação com cruzeiro nas Canárias termina esta segunda-feira à tarde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/operacao-com-cruzeiro-nas-canarias-termina-esta-segunda-feira-a-tarde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus termina esta segunda-feira à tarde, disse o Governo espanhol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="block-1">A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus termina esta segunda-feira à tarde, disse o Governo espanhol.</p>
<p id="block-2">O navio, que esteve de quarentena em Cabo Verde, chegou ontem de madrugada às Canárias e está ancorado no porto de Granadilla, havendo 147 pessoas a bordo, entre passageiros, tripulantes e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), segundo a empresa Oceandrive, a dona do cruzeiro.</p>
<p id="block-3">O que está previsto é que desembarquem no arquipélago espanhol das Canárias, em Tenerife, mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto desta ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).</p>
<p id="block-4">Em declarações aos jornalistas no porto de Granadilla, a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, explicou que os ocupantes do navio vão sair em grupos para serem repatriados.</p>
<p id="block-7">O último voo de repatriamento está previsto para esta segunda-feira à tarde, com destino à Austrália, em que viajarão seis pessoas, de várias nacionalidades, disse a ministra.</p>
<p id="block-8">Deverão manter-se no barco membros da tripulação, que seguirão viagem, previsivelmente esta segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</p>
<p id="block-10">Depois da ancoragem do navio ontem ao início da manhã, subiu a bordo, por volta das 7:45 locais, uma equipa médica do serviço Saúde Exterior do Governo espanhol, um organismo que tem como missão &#8220;organizar e garantir a prestação de atenção sanitária&#8221; a pessoas em trânsito internacional por Espanha.</p>
<p id="block-11">Após a avaliação dessa equipa médica, começaram a ser desembarcadas, em lanchas e outras pequenas embarcações, os ocupantes do &#8220;MV Hondius&#8221;.</p>
<p id="block-12">Segundo Mónica García, todas as pessoas que estão a bordo estão sem sintomas de doença.</p>
<p id="block-13">O desembarque e repatriamento das pessoas a bordo faz-se em zonas isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</p>
<p id="block-14">Está também isolado o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto.</p>
<p id="block-15">O transporte neste percurso será feito em veículos militares.</p>
<p id="block-17">A operação está a ser coordenada por Espanha, pelos Países Baixos, pela OMS e pelo ECDC.</p>
<p id="block-18">A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estão já a bordo.</p>
<p id="block-19">O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.</p>
<p id="block-20">O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa.</p>
<p id="block-21">A OMS considera que o risco atual para a saúde pública causado pelo hantavírus é baixo.</p>
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