A maioria dos portugueses revelou ter hábitos de poupança e investir o seu dinheiro, segundo apontou esta segunda-feira uma sondagem: ler sobre finanças, poupança e investimento com alguma frequência é também uma prática de 90% dos inquiridos.
Assim, de acordo com as conclusões do estudo, realizado pela Gestlifes, intermediadora de crédito online com atuação nacional, 84% dos portugueses indica ter hábitos de poupança e destes 30% são orientados por metas. Mesmo assim, dos que indicam poupar, apenas 61% investiu o seu dinheiro.
Afinal, quais são as estratégias de poupança dos portugueses?
Os fundos de emergência e Contas Poupança são as opções mais populares na hora de poupar, o que foi revelado por, respetivamente, 58 e 53% dos inquiridos. Seguem-se as promoções de supermercado, opção selecionada por 45% das pessoas.
As aplicações focadas em poupança (43%) e a acumulação de dinheiro na conta à ordem (33%) fecham o top 5 de estratégias com maior adesão.
Segue-se o recurso a cupões, uma opção selecionada por apenas 24% das pessoas. Exatamente a mesma percentagem que indica ter dificuldades nos pagamentos mensais das despesas.
E quais são as opções na hora de investir?
As criptomoedas são a segunda principal forma de investimento escolhida pelos portugueses (30%), logo a seguir a bolsas e mercados financeiros, a opção mais popular entre os inquiridos (47%).
Os depósitos a prazo ocupam o terceiro lugar do pódio, tendo sido uma opção selecionada por 29% das pessoas. Seguem-se os certificados de aforro (21%) e certificados do tesouro (11%). Por último, apenas 5% indicou recorrer a outras formas de investimento para além das referidas.
Foram também analisados os hábitos de consumo de informação, isto é, a percentagem de indivíduos que lê ou não sobre finanças, poupança e investimentos, e respectiva frequência. Os resultados dividem-se de forma pouco igualitária: 90% dos inquiridos indica ler sobre finanças, poupança e investimentos. Destes, 25% lê diariamente sobre estes temas.
Por outro lado, dos 10% que indica não ler sobre a temática: 69% não mostra qualquer interesse em começar a fazê-lo; enquanto apenas 32% têm planos de começar a consumir este tipo de conteúdo.














