No final da reunião extraordinária da NATO, o primeiro-ministro de Portugal, António Costa, disse em declarações aos jornalistas que a solução de médio prazo para o problema central de segurança energética da Europa está na “aposta das energias renováveis e países como Portugal podem dar um contributo extraordinário para reforçar a autonomia estratégica da Europa”.
Em termos de estratégias de curto prazo, o dirigente reforçou a necessidade de diversificação das fontes de abastecimento de gás e referiu os Estados Unidos como uma opção para serem um contributo importante neste aspeto.
O primeiro-ministro enalteceu o reforço da relação entre a União Europeia, o Reino Unido e os Estados Unidos e o facto de o Presidente dos EUA, Joe Biden, estar presente no Conselho Europeu, pois mostra a vontade de trabalhar em conjunto.
António Costa clarificou ainda que a conclusão principal da cimeira é de que os países estão unidos e que pretendem deixar uma “mensagem clara para a Rússia” de que vão continuar a apoiar totalmente a Ucrânia e que vão defender o território da NATO se houver qualquer ofensiva aos países da organização.









