Portugal integra rede de aceleradores da NATO DIANA

Portugal passou a integrar uma rede de aceleradores da NATO criada para detetar e acelerar soluções tecnológicas que respondam aos desafios de resiliência e segurança das suas 32 nações, anunciou hoje o Instituto Pedro Nunes, de Coimbra.

Executive Digest com Lusa

Portugal passou a integrar uma rede de aceleradores da NATO criada para detetar e acelerar soluções tecnológicas que respondam aos desafios de resiliência e segurança das suas 32 nações, anunciou hoje o Instituto Pedro Nunes, de Coimbra.

O acelerador nacional foi ativado pela rede NATO DIANA (programa de desenvolvimento tecnológico para a indústria da Aliança Atlântica), no âmbito de uma parceria entre a empresa pública idD Portugal Defence e o Instituto Pedro Nunes (IPN).

Segundo o IPN, que é o gestor operacional do acelerador, desta forma Portugal está “no centro do desenvolvimento de tecnologias emergentes e disruptivas de duplo uso”, com “forte aplicabilidade” na área da Defesa.

“O acelerador gerido pelo IPN passa agora a fazer parte de uma rede exclusiva de aceleradores distribuídos pela Aliança, acompanhando empresas portuguesas no terreno e apoiando-as a posicionarem-se com sucesso no mercado global de defesa”, sublinhou.

As empresas e ‘startup’ que forem selecionadas para os programas da DIANA recebem um financiamento inicial de 100 mil euros e poderão aceder a 300 mil euros adicionais na fase de crescimento.

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“Beneficiam ainda de uma rede de mais de 200 centros de testes, de participação em exercícios operacionais, de apoio no desenvolvimento de modelos de negócio e de ligação estratégica ao Fundo de Inovação da NATO e a investidores de capital de risco”, acrescentou o IPN.

A ativação do acelerador português da NATO DIANA acontece pouco depois de as ‘startup’ incubadas no IPN — a Neuraspace (inteligência artificial para gestão de tráfego espacial) e a Connect Robotics (logística autónoma de entrega por drones) — terem sido selecionadas a nível nacional para integrar a rede de inovadores da DIANA.

As áreas prioritárias são a Inteligência Artificial, a autonomia, os sistemas de energia e propulsão, a cibersegurança, os novos materiais, as ciências biológicas, as infraestruturas críticas e o espaço.

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“Com este novo marco, Portugal e o IPN unem os seus laboratórios de I&D, a sua incubadora e a chancela internacional da NATO num esforço conjunto com a idD para projetar a indústria de Defesa Nacional na vanguarda da inovação tecnológica global”, frisou a instituição de Coimbra, que promove a ligação entre o meio científico e tecnológico e o tecido empresarial.

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