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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Trump recebe hoje presidente do Líbano para reunião decisiva sobre Hezbollah, Israel e futuro do cessar-fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe esta terça-feira, na Casa Branca, o homólogo libanês, Joseph Aoun, numa reunião considerada determinante para o futuro da estabilidade no sul do Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe esta terça-feira, na Casa Branca, o homólogo libanês, Joseph Aoun, numa reunião considerada determinante para o futuro da estabilidade no sul do Líbano. A visita, a primeira de um chefe de Estado libanês a Washington em quase duas décadas, decorre num momento particularmente sensível, com tropas israelitas ainda presentes em território libanês, centenas de milhares de deslocados e negociações em curso para consolidar o cessar-fogo e avançar para a retirada progressiva de Israel. Antes do encontro com Trump, Joseph Aoun reúne-se também com vários responsáveis da Administração norte-americana para discutir a implementação do acordo mediado pelos Estados Unidos e o reforço da soberania libanesa.</p>
<p>Segundo a Reuters, Joseph Aoun pretende apresentar a Donald Trump um plano escrito para o desarmamento do Hezbollah, ao mesmo tempo que solicitará ao Presidente norte-americano que exerça pressão sobre Israel para cumprir o acordo alcançado entre os dois países a 26 de junho. Antes da deslocação a Washington, o chefe de Estado libanês afirmou que irá pedir a Trump que &#8220;exerça a pressão necessária sobre Israel&#8221; para implementar esse entendimento, que prevê o desarmamento progressivo do Hezbollah, a retirada faseada das forças israelitas do sul do Líbano e a criação das condições para relações mais pacíficas entre os dois países. Um responsável libanês citado pela agência considera que Aoun acredita que &#8220;apenas Trump possui a influência necessária&#8221; para convencer Israel a retirar as tropas e permitir ao Líbano recuperar plenamente a sua soberania.</p>
<p>O encontro acontece poucos dias depois de os Estados Unidos terem anunciado que as negociações realizadas em Roma entre representantes libaneses e israelitas produziram resultados positivos e que a execução das primeiras zonas-piloto de retirada israelita deverá arrancar &#8220;nos próximos dias&#8221;. Paralelamente, Joseph Aoun iniciou a visita oficial aos Estados Unidos com reuniões de alto nível, incluindo um encontro com o secretário de Estado, Marco Rubio. De acordo com a Presidência libanesa, ambos defenderam a necessidade de implementar rapidamente o acordo mediado por Washington, começando precisamente pela retirada inicial das forças israelitas do sul do país. Após a reunião, o Departamento de Estado norte-americano elogiou os esforços do Governo libanês para &#8220;reclamar a soberania do Líbano, desarmar o Hezbollah, desmantelar a sua infraestrutura terrorista e avançar para a paz&#8221;.</p>
<p>A deslocação de Joseph Aoun reveste-se igualmente de forte significado político. Trata-se da primeira visita de um Presidente libanês à Casa Branca desde que Michel Sleiman se reuniu com Barack Obama, em 2009. Antigo comandante das Forças Armadas libanesas apoiadas pelos Estados Unidos, Aoun foi eleito Presidente no ano passado, após mais de dois anos de vazio presidencial, num contexto profundamente alterado pela ofensiva israelita de 2024 contra o Hezbollah e pela queda do antigo Presidente sírio Bashar al-Assad, acontecimentos que enfraqueceram significativamente a influência do movimento xiita apoiado pelo Irão. Desde a tomada de posse, o chefe de Estado assumiu como prioridade restaurar o &#8220;monopólio das armas pelo Estado&#8221;, transformando o desarmamento do Hezbollah num dos principais objetivos da sua Presidência.</p>
<p>Contudo, esse objetivo enfrenta fortes obstáculos. O Hezbollah rejeita qualquer processo de negociações diretas entre Beirute e Israel e opõe-se às tentativas de entregar o seu arsenal ao Estado libanês. Por sua vez, Israel mantém que não retirará totalmente as tropas enquanto o grupo armado não for desarmado. A situação agravou-se após o recomeço dos confrontos em março, quando o Hezbollah lançou ataques contra Israel em apoio ao Irão, desencadeando uma nova ofensiva israelita em território libanês. Segundo dados do Ministério da Saúde do Líbano citados pela Reuters, o conflito provocou mais de 4.300 mortos, incluindo centenas de crianças, mulheres e profissionais de saúde, embora os números não distingam entre civis e combatentes.</p>
<p>Apesar das críticas internas, Joseph Aoun tem mantido uma posição firme. O Presidente libanês responsabilizou o Hezbollah por arrastar o país para um novo conflito e defendeu que o Líbano está a ser destruído &#8220;por causa do Irão&#8221;. Também rompeu com décadas de política libanesa ao defender contactos diretos com Israel, uma posição inédita desde as sucessivas invasões israelitas iniciadas em 1978 e que desencadeou duras críticas por parte do Hezbollah e dos seus aliados. Ainda assim, recusou até agora seguir o apelo de Donald Trump para um encontro direto com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.</p>
<p>A reunião desta terça-feira poderá, assim, tornar-se um momento decisivo para o futuro da segurança regional. Além da retirada das forças israelitas e da aplicação do acordo mediado por Washington, estará em cima da mesa a consolidação do cessar-fogo, o reforço das instituições do Estado libanês, a continuação das reformas económicas prometidas por Joseph Aoun e a definição do papel dos Estados Unidos na estabilização do Líbano, numa altura em que Beirute procura recuperar o controlo efetivo do território e evitar uma nova escalada militar na região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791537]]></sapo:autor>
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		<title>Chegam 59 milhões de euros para cumprir todos os seus sonhos? Hoje há jackpot no Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teste a sua pontaria no Euromilhões uma vez que estão em jogo 50 milhões de euros no sorteio de hoje, depois de, no último sorteio, não ter saído o primeiro prémio a qualquer apostador. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é terça-feira de 59 milhões de euros, uma &#8216;folga&#8217; no seu orçamento bem desejada, ou a hipótese de umas férias (bem) prolongadas. Teste a sua pontaria no Euromilhões uma vez que estão em jogo 50 milhões de euros no sorteio de hoje, depois de, no último sorteio, não ter saído o primeiro prémio a qualquer apostador. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong></p>
<p>O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (224 vezes), o 42 (222 vezes), o 23 (221 vezes), além do 19 e 29 (217 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (390 vezes) e no 2 (385 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791517]]></sapo:autor>
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		<title>Crise política na Finlândia: Primeiro-ministro esclarece hoje apoio de 35 milhões de euros a projeto imobiliário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro da Finlândia, Petteri Orpo, enfrenta esta terça-feira um dos momentos politicamente mais delicados desde que assumiu funções, ao prestar esclarecimentos no Parlamento sobre a controversa decisão do Governo de apoiar com 35 milhões de euros o projeto Helsinki Garden.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro da Finlândia, Petteri Orpo, enfrenta esta terça-feira um dos momentos politicamente mais delicados desde que assumiu funções, ao prestar esclarecimentos no Parlamento sobre a controversa decisão do Governo de apoiar com 35 milhões de euros o projeto Helsinki Garden, um complexo destinado a acolher eventos desportivos e culturais na capital finlandesa. A oposição exige respostas sobre a forma como foi tomada a decisão, levantando suspeitas de favorecimento político, utilização questionável de dinheiros públicos e eventuais conflitos de interesses.</p>
<p>A polémica dominou a agenda política finlandesa durante as últimas semanas e ganhou maior dimensão devido ao facto de Orpo se ter mantido praticamente afastado do escrutínio público durante o período de férias. Com menos de um ano para as próximas eleições legislativas, os partidos da oposição consideram que o caso representa uma oportunidade para colocar o Governo sob forte pressão política, sobretudo depois de uma sondagem indicar que os cidadãos consideram Petteri Orpo o primeiro-ministro finlandês menos bem-sucedido da história recente.</p>
<p><strong>Projeto de 35 milhões de euros está no centro da polémica</strong><br />
O caso envolve o Helsinki Garden, um projeto desenvolvido há vários anos que prevê a construção de um grande complexo de eventos e desporto junto ao Estádio Olímpico de Helsínquia.</p>
<p>Inicialmente, os promotores solicitaram ao Ministério das Finanças uma garantia estatal para um empréstimo de 110 milhões de euros. No entanto, documentos internos divulgados pela comunicação social finlandesa revelaram que os técnicos do ministério classificaram o investimento como arriscado, alertando para possíveis derrapagens financeiras, atrasos na execução da obra e para a existência de outros projetos semelhantes nas proximidades que poderiam comprometer a viabilidade económica do empreendimento.</p>
<p>Apesar dessas reservas técnicas, o Governo acabou por aprovar um apoio estatal condicionado de 35 milhões de euros, decisão que está agora no centro da controvérsia política.</p>
<p><strong>Ligações políticas alimentam suspeitas</strong><br />
Grande parte das críticas incide sobre o papel desempenhado por Jan Vapaavuori, responsável pelo projeto Helsinki Garden.</p>
<p>Vapaavuori foi presidente da Câmara de Helsínquia, ministro da Economia e vice-presidente do Banco Europeu de Investimento, sendo igualmente membro do Partido da Coligação Nacional, a mesma força política liderada por Petteri Orpo.</p>
<p>Segundo notícias divulgadas pela imprensa finlandesa, Jan Vapaavuori terá continuado a contactar membros do Governo e altos responsáveis políticos, incluindo o próprio primeiro-ministro, depois de os serviços técnicos terem considerado o projeto demasiado arriscado para beneficiar do apoio inicialmente solicitado.</p>
<p>Acresce que Vapaavuori não registou esses contactos no registo oficial de transparência sobre atividades de lobbying, obrigação prevista para este tipo de interações. O responsável admitiu posteriormente que irá atualizar essa informação.</p>
<p>Petteri Orpo rejeita qualquer favorecimento e garante que nem as ligações partidárias nem relações pessoais influenciaram a decisão de conceder os 35 milhões de euros.</p>
<p>Ainda assim, na Finlândia, país que ocupa habitualmente os primeiros lugares dos índices internacionais de perceção da corrupção — surgindo atualmente na segunda posição do índice da Transparency International — até a simples aparência de falta de imparcialidade é suficiente para desencadear um intenso escrutínio político e mediático.</p>
<p><strong>Oposição exige explicações ao primeiro-ministro</strong><br />
Os sociais-democratas lideram as críticas ao Governo.</p>
<p>A vice-presidente do partido, Niina Malm, defende que Petteri Orpo tem a obrigação de esclarecer todas as dúvidas existentes perante o Parlamento.</p>
<p>&#8220;O primeiro-ministro tem a responsabilidade de garantir que a responsabilização parlamentar é respeitada e estas questões sem resposta são particularmente graves, tendo em conta a difícil situação orçamental da Finlândia, sobretudo quando o país está atualmente sujeito ao procedimento por défice excessivo da Comissão Europeia&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo a dirigente social-democrata, compete ao chefe do Governo &#8220;apresentar os factos e dissipar quaisquer suspeitas de conduta antiética&#8221;.</p>
<p>&#8220;Enquanto esta questão não ficar resolvida e Orpo não responder a estas perguntas, uma nuvem de suspeição continuará a pairar sobre todo o projeto&#8221;, acrescentou.</p>
<p><strong>Críticas multiplicam-se entre os partidos</strong><br />
As críticas não se limitam ao Partido Social-Democrata.</p>
<p>O Partido do Centro questiona como foi possível a ministra das Finanças, Riikka Purra, líder do Partido dos Finlandeses, aprovar um apoio de 35 milhões de euros para o Helsinki Garden ao mesmo tempo que promove cortes no financiamento de infraestruturas desportivas noutras regiões do país.</p>
<p>Já a Aliança de Esquerda acusa Petteri Orpo de ter prestado informações falsas ou deliberadamente enganadoras ao Parlamento relativamente ao processo de financiamento, considerando que essa situação poderá justificar a sua demissão.</p>
<p>Também a comunicação social tem alimentado a controvérsia.</p>
<p>Uma investigação conduzida pelo jornal Helsingin Sanomat concluiu que Petteri Orpo prestou &#8220;informações falsas&#8221; sobre o projeto em declarações públicas e que &#8220;os cálculos apresentados pelos promotores não foram verificados antes de o Governo tomar a decisão relativa ao apoio financeiro condicionado&#8221;.</p>
<p>Estas conclusões aumentaram a pressão sobre o executivo numa altura particularmente sensível do ponto de vista político.</p>
<p><strong>Parlamento pode não realizar sessão extraordinária</strong><br />
Apesar dos apelos da oposição para uma convocação extraordinária do Parlamento finlandês, essa decisão depende exclusivamente do presidente do Parlamento, Jussi Halla-aho.</p>
<p>Contudo, Halla-aho pertence precisamente ao Partido dos Finlandeses, parceiro de coligação do Governo liderado por Petteri Orpo, pelo que não é expectável que convoque uma sessão extraordinária do Eduskunta, o Parlamento unicameral composto por 200 deputados.</p>
<p>Ainda assim, Petteri Orpo enfrenta esta terça-feira uma forte pressão política para esclarecer todas as circunstâncias que envolveram o financiamento do Helsinki Garden, numa polémica que ameaça marcar a reta final da legislatura e que poderá assumir um peso significativo no debate político até às eleições parlamentares do próximo ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791532]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Juiz do Tribunal Superior de Hong Kong apanhado a plagiar acordãos pela terceira vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz do Tribunal Superior Wilson Chan, que presidiu às primeiras fases do processo de segurança nacional contra 47 democratas, foi apanhado a plagiar pela terceira vez, informou hoje o portal Hong Kong Free Press (HKFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O juiz do Tribunal Superior Wilson Chan, que presidiu às primeiras fases do processo de segurança nacional contra 47 democratas, foi apanhado a plagiar pela terceira vez, informou hoje o portal Hong Kong Free Press (HKFP).</P><br />
<P>O magistrado, já repreendido anteriormente por plágio, é agora acusado no terceiro incidente nos últimos três anos, de acordo com o HKFP, que cita a imprensa chinesa da região semiautónoma chinesa.</P><br />
<P>O queixoso de um processo que Chan presidiu acusa o juiz de copiar as alegações iniciais e finais do arguido. Parágrafos que, de acordo com a imprensa local, equivalem a 95% da sentença.</P><br />
<P>O HKFR explica que o caso envolve uma disputa entre o fundador da empresa de produtos digitais Nam Tai Electronics, Koo Ming-kown, e o ex-cunhado. Após perder este processo, Koo interpôs recurso, alegando que o juiz copiara grande parte das alegações do cunhado.</P><br />
<P>O tribunal de recurso acabou por dar razão a Koo na semana passada e ordenou um novo julgamento com outro magistrado.</P><br />
<P>Num outro caso, noticiado em 2023, o arguido num processo que envolveu duas marcas farmacêuticas interpôs recurso após ter perdido, alegando que Chan plagiou a maior parte das alegações escritas do queixoso no acórdão. O juiz plagiou, nesse mesmo ano, num processo relativo à gigante imobiliária Great Eagle Holdings, escreve a HKFP.</P><br />
<P>O Tribunal de Recurso ordenou que os dois processos fossem submetidos a um novo julgamento com um novo juiz, e o presidente do Tribunal de Última Instância, Andrew Cheung, emitiu uma &#8220;repreensão grave&#8221; por &#8220;plágio judicial&#8221;.</P><br />
<P>Chan presidiu às primeiras fases do processo de segurança nacional contra 47 ativistas pró-democracia, detidos em fevereiro de 2021 e acusados de conspirar com o intuito de subverter a lei de segurança nacional.</P><br />
<P>Os julgamentos dos 47 ativistas democratas em Hong Kong resultaram em condenações entre quatro e dez anos de prisão, acusados de conspiração para subversão por organizarem as primárias não-oficiais de 2020. Apenas dois foram absolvidos. </P><br />
<P>Hong Kong viveu em 2019 a pior crise política desde a transferência da soberania do Reino Unido para a China em 1997, com sete meses de protestos em que milhares de pessoas saíram à rua para exigir reformas democráticas na antiga colónia britânica. Milhares de pessoas foram detidas.</P><br />
<P>Em resposta, a China impôs, em 30 de junho de 2020, uma lei da segurança nacional ao território, punindo atividades subversivas, secessão, terrorismo e conluio com forças estrangeiras com penas que podem ir até à prisão perpétua.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791671]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parque moçambicano da Gorongosa promove piripíri como fonte de rendimento para famílias rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:37:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de 245 produtores do centro de Moçambique está envolvido num projeto de cultivo de piripíri ligado ao Parque Nacional da Gorongosa, que visa gerar fontes de rendimento extra para famílias rurais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de 245 produtores do centro de Moçambique está envolvido num projeto de cultivo de piripíri ligado ao Parque Nacional da Gorongosa, que visa gerar fontes de rendimento extra para famílias rurais.</P><br />
<P>&#8220;A produção de piripíri proporciona uma fonte de rendimento fiável para as famílias rurais, complementando as culturas alimentares e diversificando os meios de subsistência&#8221;, é referido nos dados do projeto promovido por aquela área de conservação, consultados pela Lusa.</P><br />
<P>De acordo com aquela área de conservação, os 245 produtores desta cultura estão distribuídos por 45 comunidades dos distritos de Gorongosa, Nhamatanda, Muanza, Cheringoma e Maríngue, na província de Sofala, centro do país, cultivando uma área total de 28 hectares.</P><br />
<P>&#8220;Com acesso a sementes certificadas, assistência técnica, irrigação e mercados garantidos, os agricultores aumentam a produtividade, reduzem os riscos económicos e fortalecem a segurança financeira das suas famílias&#8221;, assinala-se.</P><br />
<P>Gorongosa estima que a produção da cultura atingiu 5,1 toneladas de piripíri desde janeiro. Até 2025, os agricultores envolvidos no projeto receberam um total de 7.510 dólares (6.568 euros) provenientes da venda de seis toneladas de piripíri fresco.</P><br />
<P>A iniciativa trabalha atualmente com duas variedades da cultura, designadas &#8220;Olho-de-pássaro&#8221; e &#8220;Cayenne longa&#8221;, fornecendo aos agricultores sementes certificadas, assistência técnica, sistemas de irrigação e acesso ao mercado.</P><br />
<P>De acordo com os promotores, o projeto procura transformar o piripíri da Gorongosa numa cadeia de valor sustentável e inclusiva, capaz de gerar rendimento para as famílias rurais e, simultaneamente, contribuir para a conservação da biodiversidade.</P><br />
<P>Um dos aspetos destacados pelo parque é a utilização do piripíri como instrumento de mitigação do conflito entre comunidades e elefantes, um dos desafios enfrentados por agricultores que vivem nas zonas adjacentes ao parque.</P><br />
<P>Segundo o documento, a sensibilidade destes animais à capsaicina, substância responsável pelo sabor picante do fruto, permite utilizar a cultura como uma barreira natural para desencorajar a entrada dos elefantes nos campos de cultivo.</P><br />
<P>&#8220;Integrado em faixas de proteção ao redor das áreas agrícolas, o cultivo reduz os danos nas culturas, diminui o conflito entre pessoas e fauna bravia e promove uma coexistência harmoniosa entre as comunidades e a vida selvagem&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>A iniciativa defende ainda a adoção de práticas de agricultura regenerativa, apresentadas como uma forma de restaurar a fertilidade dos solos, conservar a água, reduzir a erosão e reforçar a resiliência das comunidades rurais às alterações climáticas.</P><br />
<P>O piripíri produzido pelos agricultores da Gorongosa é comercializado sob a marca &#8220;A Nossa Gorongosa&#8221;, sob a forma de molho doce, molho picante e flocos, estando disponível nas capitais provinciais do país. O projeto criou igualmente cinco postos de trabalho na unidade local de processamento, ocupados por três mulheres e dois homens.</P><br />
<P>Criado em 1960, o parque chegou a perder quase toda a sua fauna de grande porte nos anos de guerra, mas hoje, devido a uma &#8220;visão ousada de restauração&#8221; e &#8220;esforços de translocação&#8221;, mais de 110.000 animais de grande porte vivem no Parque Nacional da Gorongosa, referiu a entidade na nota.</P><br />
<P>O Parque Nacional da Gorongosa documentou no ano passado a presença de 110.513 animais de &#8220;grande porte&#8221;, num levantamento aéreo, estabelecendo um recorde histórico de contagem das diferentes espécies presentes naquela área protegida do centro de Moçambique.</P><br />
<P>Em 2008, a fundação do milionário e filantropo norte-americano, Greg Carr, assinou com o Governo moçambicano um acordo de gestão do parque por 20 anos &#8211; prolongando-o por outros 25 anos em 2018 &#8211; que tem levado à sua renovação em várias frentes, com projetos sociais aliados à conservação e com o número de animais a crescer de 10.000 para mais de 100 mil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791669]]></sapo:autor>
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		<title>Desmantelado outro alegado centro de burlas telefónicas em Díli</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades timorenses desmantelaram hoje mais um alegado centro de burlas telefónicas em Díli, tendo detido 21 cidadãos estrangeiros, informou a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades timorenses desmantelaram hoje mais um alegado centro de burlas telefónicas em Díli, tendo detido 21 cidadãos estrangeiros, informou a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL).</P><br />
<P>&#8220;Durante a ação, a equipa conjunta descobriu e encerrou uma atividade ilegal suspeita de estar ligada a um centro de burlas telefónicas, operado por cidadãos estrangeiros por um esquema associado a atividades de jogos &#8216;online'&#8221;, pode ler-se na informação à imprensa.</P><br />
<P>Na operação, que incluiu direção de investigação criminal e o serviço de informações policiais da PNTL, bem o serviço de informação das forças de defesa de Timor-Leste, foi também apreendido equipamento informático, telemóveis e outro tipo de material.</P><br />
<P>&#8220;O comando da PNTL prossegue as investigações para apurar todos os factos relacionados com este caso e determinar a responsabilidade legal dos envolvidos&#8221;, salienta a informação.</P><br />
<P>A PNTL volta a apelar à população para continuar a fornecer informações às autoridades &#8220;sempre que observe ou tenha conhecimento de atividades suspeitas, contribuindo, em conjunto, para a manutenção da segurança e da ordem pública em Timor-Leste&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades policiais de Timor-Leste detiveram nas últimas semanas mais de 400 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, sobretudo relacionadas com jogo ilegal e fraude.</P><br />
<P>Em setembro do ano passado, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou para o aumento da presença de redes criminosas em Oecusse, o enclave timorense situado em território indonésio, na ilha de Timor. </P><br />
<P>Segundo o UNODC, investigações recentes demonstram que a região começou a ser influenciada por atividades criminosas organizadas.</P><br />
<P>Na sequência desse alerta público, o Governo de Timor-Leste decidiu cancelar todas as licenças anteriormente concedidas para operações de jogos e apostas &#8216;online&#8217;, bem como suspender a atribuição de novas licenças, devido aos riscos para a segurança e a estabilidade social.</P><br />
<P>Segundo o UNODC, quando redes criminosas digitais se instalam numa determinada região, &#8220;essa região torna-se frequentemente um centro de fraude cibernética, bem como de tráfico de droga e de seres humanos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791668]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro da Educação ouvido hoje no Parlamento após polémica dos exames: digitalização, erros e acesso ao superior à lupa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, é ouvido esta terça-feira na Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, numa audição marcada pelas falhas registadas no processo de digitalização e classificação dos exames nacionais da 1.ª fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, é ouvido esta terça-feira na Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, numa audição marcada pelas falhas registadas no processo de digitalização e classificação dos exames nacionais da 1.ª fase. A audição parlamentar acontece depois de várias semanas de polémica em torno da correção eletrónica das provas e um dia após o ministro ter reconhecido problemas no sistema, pedido desculpa aos alunos, famílias, professores e escolas e anunciado um conjunto de medidas extraordinárias para minimizar o impacto das falhas.</p>
<p>A audição do governante foi requerida pelo PCP e pelo Livre e surge depois de o próprio Fernando Alexandre ter garantido que o modelo de classificação digital será mantido na segunda fase dos exames nacionais, defendendo que as falhas identificadas serão corrigidas e reiterando que &#8220;nenhum aluno será prejudicado, seja nas suas classificações, seja no acesso ao ensino superior&#8221;.</p>
<p>A reunião da Comissão de Educação e Ciência começa às 09h00, com uma audição ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), requerida pelo Livre e ainda dependente de confirmação. Às 10h00 será a vez de Fernando Alexandre responder às perguntas dos deputados sobre todo o processo de digitalização e avaliação dos exames nacionais, numa sessão que deverá centrar-se nos atrasos, erros de classificação, problemas na disponibilização das provas digitalizadas e nas soluções entretanto anunciadas pelo Governo.</p>
<p>A ordem de trabalhos inclui ainda a discussão e votação do relatório final da Petição n.º 162/XVII/1.ª, relativa à vinculação e valorização dos técnicos contratados em contexto escolar, cuja relatora é a deputada Angélique Da Teresa (IL), bem como a fixação da redação final de vários projetos de resolução relacionados com o financiamento e a qualidade das refeições escolares.</p>
<p>Os deputados deverão igualmente apreciar a admissibilidade da Petição n.º 191/XVII/1.ª, que pede a anulação dos Exames Nacionais de 2026 sem prejuízo dos alunos, iniciativa que surgiu na sequência dos problemas registados durante o processo de classificação da primeira fase.</p>
<p><strong>Ministro reconheceu falhas mas recusou alterar o calendário</strong><br />
Na conferência de imprensa realizada na segunda-feira, Fernando Alexandre admitiu que existiram erros no processo de classificação eletrónica, mas afastou a necessidade de alterar o calendário da primeira fase de acesso ao ensino superior.</p>
<p>O governante voltou a pedir desculpa pelos constrangimentos provocados, assegurando que &#8220;nenhum aluno será prejudicado, seja nas suas classificações, seja no ensino superior&#8221;.</p>
<p>Segundo explicou, foram detetadas &#8220;desconformidades num número muito restrito de provas&#8221;, resultantes de &#8220;um erro de exportação na primeira remessa de resultados&#8221;. Para resolver essas situações, foi aberto &#8220;um procedimento na plataforma&#8221; destinado ao envio dos ficheiros PDF das provas, permitindo aos alunos analisar os exames e decidir sobre um eventual pedido de reapreciação.</p>
<p>Fernando Alexandre revelou igualmente que, até às 11h30 de segunda-feira, tinham sido disponibilizadas cerca de 180 mil das aproximadamente 290 mil provas solicitadas pelos alunos para consulta.</p>
<p><strong>Erro em Física e Química obrigou à revisão de milhares de classificações</strong><br />
Entre os problemas identificados destacou-se um erro na elaboração e correção do ponto 7.1 da versão 2 do exame de Física e Química A.</p>
<p>Segundo o ministro, a situação afetou 12.613 alunos. Após a correção do erro, 11.496 estudantes viram a respetiva classificação aumentar, enquanto 1.117 registaram uma descida da nota inicialmente atribuída.</p>
<p>Fernando Alexandre considerou que esta situação demonstra &#8220;uma das vantagens deste modelo de classificação eletrónica&#8221;, defendendo que, &#8220;uma vez identificado o erro, é possível corrigi-lo de forma sistemática e célere, repondo a justiça e o rigor na avaliação dos alunos. E tudo sempre com total transparência&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre as dificuldades sentidas por algumas escolas na receção das provas finais do 9.º ano, o ministro garantiu que a distribuição foi efetuada durante a noite de domingo e &#8220;ao mesmo tempo&#8221; para todos os agrupamentos, admitindo apenas diferenças na rapidez com que cada escola conseguiu concluir os procedimentos internos.</p>
<p><strong>Governo anuncia época especial de exames em setembro</strong><br />
Uma das principais medidas anunciadas pelo Ministério da Educação passa pela criação de uma época especial de exames no início de setembro destinada aos alunos que não disponham de toda a informação necessária para decidir se deveriam realizar a segunda fase.</p>
<p>Segundo Fernando Alexandre, &#8220;qualquer aluno que tenha no PDF uma desconformidade tem direito a esta época especial&#8221;.</p>
<p>O ministro explicou que esta solução obrigará ao ajustamento do calendário da segunda fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que deverá prolongar-se até meados de setembro.</p>
<p>Na prática, existirão duas possibilidades de realização de exames com efeitos na segunda fase de candidatura ao ensino superior: a segunda fase já prevista no calendário e esta nova época especial, criada especificamente para responder aos problemas registados durante o processo de classificação.</p>
<p>Fernando Alexandre classificou esta solução como uma &#8220;decisão política&#8221;, reconhecendo que os respetivos contornos ainda terão de ser definidos pelo Júri Nacional de Exames.</p>
<p>Questionado sobre o eventual impacto da medida no início do próximo ano letivo, admitiu que será necessário pedir &#8220;um esforço adicional&#8221; aos professores responsáveis pela classificação das provas, mas considerou que &#8220;há consequências negativas que, em determinado patamar, são aceitáveis. Eu acho que esta é aceitável&#8221;.</p>
<p><strong>Correção digital mantém-se apesar da polémica</strong><br />
Apesar das críticas dirigidas ao sistema, Fernando Alexandre reafirmou que a classificação eletrónica continuará a ser utilizada já na segunda fase dos exames nacionais.</p>
<p>O ministro descreveu o modelo como &#8220;um avanço para o nosso sistema educativo&#8221;, considerando que proporciona &#8220;mais equidade, mais qualidade, mais rigor, mais transparência&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, reconheceu que o processo de distribuição das provas pelos professores classificadores revelou falhas significativas.</p>
<p>&#8220;A forma como são geridos os classificadores é extremamente ineficiente e não garante sequer o respeito profissional pelos classificadores&#8221;, afirmou.</p>
<p>Como exemplo, referiu que chegou a existir uma bolsa de &#8220;100 ou 150&#8221; classificadores de Português que permaneceu um dia inteiro sem qualquer prova atribuída.</p>
<p>&#8220;Nós tínhamos na quarta-feira uma bolsa de classificadores por Português de 100 ou 150. E disseram: &#8216;não é preciso mais porque estes 100 ou 150 podem acabar o trabalho&#8217;. Na quinta-feira tinham corrigido zero provas&#8221;, relatou.</p>
<p>O ministro questionou ainda a eficácia do atual modelo de gestão, perguntando: &#8220;Como é que nós podemos ter um sistema em que não há uma contratualização, a pessoa corrige, não acontece nada, as provas ficam ali paradas?&#8221;</p>
<p>Apesar destas críticas, mostrou-se confiante de que, na segunda fase, &#8220;não vai haver falta de professores disponíveis para classificar os exames&#8221;.</p>
<p>Fernando Alexandre garantiu igualmente que os docentes serão remunerados pelo trabalho extraordinário realizado durante este processo, embora o montante ainda esteja a ser apurado.</p>
<p>&#8220;Os professores conhecem este ministro, conhecem este Governo. E se há coisa que não falhou, foi os compromissos que nós assumimos com eles. Isso começa no pagamento de horas extraordinárias&#8221;, concluiu.</p>
<p>A audição desta terça-feira deverá permitir aos deputados escrutinar as explicações do ministro sobre os problemas registados, avaliar as soluções entretanto anunciadas pelo Governo e esclarecer as dúvidas que continuam a existir relativamente ao funcionamento do sistema de classificação eletrónica, ao impacto das falhas no acesso ao ensino superior e às garantias dadas aos milhares de alunos abrangidos por este processo.</p>
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		<title>Google lança hoje em Portugal o cabo submarino Nuvem que liga Sines aos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal assinala esta terça-feira mais um marco na sua estratégia de afirmação como plataforma internacional de comunicações digitais com a cerimónia oficial de lançamento do cabo submarino transatlântico Nuvem, da Google. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal assinala esta terça-feira mais um marco na sua estratégia de afirmação como plataforma internacional de comunicações digitais com a cerimónia oficial de lançamento do cabo submarino transatlântico Nuvem, da Google. A nova infraestrutura, que liga Myrtle Beach, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, a Sines, em Portugal, com pontos intermédios nas Bermudas e nos Açores, pretende aumentar significativamente a resiliência das comunicações transatlânticas e responder ao crescimento contínuo da procura global por serviços digitais, capacidade de transmissão de dados e infraestruturas de computação em nuvem.</p>
<p>A cerimónia decorre no Oceanário de Lisboa e contará com a participação do ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, sendo o lançamento apresentado como mais um passo na consolidação de Portugal enquanto porta de entrada digital da Europa. O Nuvem representa o segundo grande sistema internacional de cabos submarinos da Google com ligação direta ao território nacional, depois do Equiano, inaugurado em 2022, estando igualmente prevista a chegada do futuro cabo Sol aos Açores em 2027, reforçando ainda mais o papel estratégico do arquipélago nas ligações intercontinentais.</p>
<p>A infraestrutura foi concebida para reforçar a robustez da rede global da Google e criar novas rotas de transmissão entre a América do Norte e a Europa, reduzindo riscos de interrupção de serviço e aumentando a capacidade disponível para responder à crescente utilização de plataformas digitais, serviços cloud, inteligência artificial e tráfego internacional de dados. O projeto assume também particular relevância por estabelecer a primeira ligação direta por cabo submarino entre as Bermudas e o continente europeu, criando um novo corredor de comunicações no Atlântico.</p>
<p>O programa da cerimónia inclui a abertura institucional por Gonçalo Matias e pelo presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, seguindo-se uma intervenção de Giorgia Abeltino, diretora sénior de Assuntos Governamentais e Políticas Públicas da Google Cloud para a região EMEA. Um dos momentos centrais será a apresentação do vídeo exclusivo que documenta a chegada do cabo Nuvem à costa de Sines, acompanhado por intervenções da presidente da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), Sandra Maximiano, do diretor sénior de Redes Submarinas Globais da Google, Nigel Bayliff, e do diretor de Operações da MEO, Nuno Cadima. A sessão contará ainda com uma mensagem em vídeo do ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, terminando com a intervenção do embaixador dos Estados Unidos em Portugal, John J. Arrigo, e com a assinatura do Acordo sobre a Bóia.</p>
<p>O lançamento do Nuvem surge cerca de um ano depois de o Estado português ter reconhecido formalmente o projeto como uma ação de relevante interesse público, permitindo a instalação do cabo em zonas integradas na Reserva Ecológica Nacional, no concelho de Sines. Essa classificação foi atribuída após pareceres favoráveis das entidades competentes e da conclusão da Agência Portuguesa do Ambiente de que a infraestrutura não exigia avaliação de impacte ambiental por não ser suscetível de provocar efeitos ambientais negativos significativos. O reconhecimento permitiu ultrapassar condicionantes territoriais associadas à implantação da infraestrutura, considerada estratégica para a conectividade internacional do país.</p>
<p>Na altura, o Governo justificou a decisão com a importância do projeto para &#8220;proporcionar um grande aumento na conectividade internacional, bem como contribuir para o cumprimento da Estratégia do Programa Nacional de Políticas de Ordenamento do Território e da Agenda para o Território&#8221;, condicionando, contudo, a execução à implementação das medidas de minimização ambiental previstas no projeto e ao cumprimento da legislação aplicável.</p>
<p>A aposta da Google reforça igualmente a crescente centralidade de Sines como um dos principais polos europeus de conectividade digital. A localização geográfica privilegiada da costa alentejana, associada à existência de centros de dados e de múltiplas ligações internacionais por cabo submarino, tem vindo a transformar a região num ponto estratégico para o encaminhamento do tráfego de dados entre a Europa, a América, África e, futuramente, outras regiões do mundo. Com o Nuvem, o Equiano e a futura chegada do Sol, Portugal consolida a sua posição como um dos principais nós da infraestrutura digital global, numa altura em que a procura por capacidade de transmissão continua a crescer impulsionada pela computação em nuvem, inteligência artificial, serviços digitais e economia dos dados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791531]]></sapo:autor>
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		<title>António José Seguro inicia hoje a primeira visita de Estado a Cabo Verde com cooperação, economia e oceano na agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, inicia esta terça-feira a sua primeira visita de Estado desde que assumiu funções, deslocando-se a Cabo Verde para uma agenda oficial de três dias que decorrerá até quinta-feira. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, inicia esta terça-feira a sua primeira visita de Estado desde que assumiu funções, deslocando-se a Cabo Verde para uma agenda oficial de três dias que decorrerá até quinta-feira. A visita, realizada a convite do Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, marca simbolicamente o arranque da diplomacia presidencial de Seguro e tem como principal objetivo reforçar as relações bilaterais entre os dois países, aprofundar a cooperação em diversas áreas estratégicas e consolidar a parceria entre Cabo Verde e a União Europeia.</p>
<p>A deslocação, aprovada por unanimidade pela Assembleia da República na passada sexta-feira, representa um momento particularmente significativo no início do mandato presidencial de António José Seguro, de 64 anos. A escolha de Cabo Verde para a primeira visita de Estado segue, aliás, um precedente histórico entre chefes de Estado portugueses: Jorge Sampaio escolheu igualmente o arquipélago africano para a sua primeira visita oficial em 1996, enquanto Marcelo Rebelo de Sousa iniciou o seu ciclo de visitas de Estado por Moçambique, em 2016.</p>
<p>Segundo a Presidência da República, o programa oficial decorrerá nas ilhas de Santiago e da Boa Vista e incluirá uma componente política, económica, institucional e cultural. Ao longo dos três dias, António José Seguro terá encontros com as principais autoridades cabo-verdianas, num momento em que Lisboa e Praia pretendem aprofundar uma relação considerada estratégica e que abrange áreas como a educação, a língua portuguesa, a cultura, a saúde, a defesa e a segurança marítima.</p>
<p>Um dos momentos centrais da visita será o reforço da cooperação multilateral, em particular no âmbito da Parceria Especial entre Cabo Verde e a União Europeia, considerada um dos principais instrumentos de aproximação entre o arquipélago e o espaço europeu. O fortalecimento desta parceria deverá ocupar lugar de destaque nas reuniões entre os dois chefes de Estado e nas restantes iniciativas oficiais previstas durante a deslocação.</p>
<p>No plano económico, António José Seguro participará no Fórum Económico Cabo Verde–Portugal, encontro destinado a reforçar as relações empresariais e o investimento entre os dois países. A iniciativa reunirá representantes institucionais e económicos dos dois lados, procurando impulsionar novas oportunidades de cooperação e aprofundar os laços comerciais entre Portugal e Cabo Verde.</p>
<p>A agenda contempla igualmente diversos momentos de aproximação à comunidade portuguesa residente no arquipélago, incluindo uma receção oficial, bem como iniciativas destinadas a destacar projetos de cooperação bilateral em diferentes setores considerados prioritários pelos dois Estados.</p>
<p>Durante a permanência na ilha de Santiago, o Presidente português visitará ainda o Tarrafal e a Cidade Velha, classificada como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, dois dos locais mais emblemáticos da história cabo-verdiana.</p>
<p>A visita termina na ilha da Boa Vista, onde António José Seguro participará, ao lado do Presidente José Maria Neves, na abertura da V Conferência da Década do Oceano, promovida pela Presidência da República de Cabo Verde. O encontro decorre sob o lema &#8220;Economia Azul: Caminhos Sustentáveis&#8221; e reunirá responsáveis políticos, especialistas e representantes de diversas organizações para debater os desafios da preservação dos oceanos, da sustentabilidade marinha e do desenvolvimento da economia azul, tema que assume crescente importância tanto para Portugal como para Cabo Verde.</p>
<p>Ao escolher Cabo Verde para a sua primeira visita de Estado, António José Seguro assinala a importância estratégica da relação entre os dois países, marcada por profundos laços históricos, culturais, linguísticos e económicos, ao mesmo tempo que procura dar um sinal claro de continuidade do relacionamento privilegiado entre Lisboa e a Cidade da Praia e de reforço da cooperação bilateral e multilateral nos próximos anos.</p>
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		<item>
		<title>Guiné-Bissau: Parlamento timorense exige libertação de Domingos Simões Pereira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:41:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parlamento Nacional de Timor-Leste aprovou hoje um voto de condenação pela detenção arbitrária do presidente da Assembleia Nacional Popular guineense, Domingos Simões Pereira, e exigiu a sua libertação imediata.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento Nacional de Timor-Leste aprovou hoje um voto de condenação pela detenção arbitrária do presidente da Assembleia Nacional Popular guineense, Domingos Simões Pereira, e exigiu a sua libertação imediata.</P><br />
<P>&#8220;O Parlamento Nacional de Timor-Leste condena da forma mais veemente a detenção arbitrária do doutor Domingos Simões Pereira, presidente da Assembleia Popular Nacional da Guiné-Bissau, e exige a sua imediata e incondicional libertação, bem como a libertação de todos os presos políticos e o fim da perseguição política&#8221;, pode ler-se no texto.</P><br />
<P>No voto, aprovado pela unanimidade dos deputados presentes no hemiciclo (15), é também exigido o &#8220;fim da repressão e a restauração total do exercício livre dos direitos e liberdades fundamentais, reconhecidos na Constituição da Guiné-Bissau e nos instrumentos jurídicos internacionais subscritos pelo Estado da Guiné-Bissau&#8221;.</P><br />
<P>Os deputados timorenses manifestam também a sua &#8220;indefetível solidariedade para com o povo irmão da Guiné-Bissau, sofredor e injustamente penalizado e violentado nos seus direitos e liberdades fundamentais&#8221;.</P><br />
<P>O Parlamento Nacional de Timor-Leste apelou também à Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP) para &#8220;proclamar a sua incondicional solidariedade para com o parlamento da Guiné-Bissau e o seu presidente, Domingos Simões Pereira, legitimamente eleitos e condenar a sua detenção e privação de direitos&#8221;.</P><br />
<P>A AP-CPLP vai reunir-se entre quarta a sexta-feira em Luanda, Angola.</P><br />
<P>A Guiné-Bissau foi palco de um golpe de Estado em vésperas da publicação dos resultados provisórios das eleições legislativas e presidenciais que tinham decorrido sem incidentes em novembro de 2025.</P><br />
<P>Na sequência dessa ação dos militares, Domingos Simões Pereiras foi detido e passou mais de 60 dias na principal esquadra de Bissau, de onde saiu no dia 31 de janeiro para a sua residência sob vigilância policial.</P><br />
<P>Em junho, foi conhecido o despacho judicial em que Simões Pereira foi acusado de financiar e apoiar logisticamente uma alegada tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>O Ministério Público requereu a alteração da medida de coação do termo de identidade e residência para a mais gravosa, a prisão preventiva, decretada a 10 de julho pelo juiz de instrução criminal.</P><br />
<P>Com a tomada do poder pelo Alto Comando Militar, o general Horta Inta-a foi nomeado Presidente guineense de transição.</P><br />
<P>O general anunciou que o período de transição terá a duração máxima de um ano, culminando com a realização de novas eleições legislativas e presidenciais no dia 6 de dezembro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791667]]></sapo:autor>
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		<title>IP3 continua hoje cortado nos dois sentidos em Penacova devido a derrame de resina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:36:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O IP3 mantinha-se às 06:20 de hoje interrompido nos dois sentidos em Penacova, 19 horas após ter sido cortado devido a um derrame de resina de um camião para a estrada, segundo a proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O IP3 mantinha-se às 06:20 de hoje interrompido nos dois sentidos em Penacova, 19 horas após ter sido cortado devido a um derrame de resina de um camião para a estrada, segundo a proteção civil.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-Regional da Região de Coimbra disse à Lusa que o corte no Itinerário Principal 3 (IP3) mantém-se e &#8220;não há previsão de reabertura&#8221;, encontrando-se no local 27 operacionais, com o apoio de 13 veículos.</P><br />
<P>Contactada pela agência Lusa, fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) adiantou que o trânsito está a ser desviado nos dois sentidos para a Estrada Nacional 2 (EN2).</P><br />
<P>De acordo com a fonte do Comando Sub-Regional da Região de Coimbra, uma rutura num camião que transportava resina levou ao derrame desta substância para a estrada, por volta das 11:30 de segunda-feira, tendo a circulação rodoviária ficado interdita, nos dois sentidos, cerca de uma hora depois.</P><br />
<P>&#8220;O líquido não é tóxico, nem inflamável, mas como foi uma quantidade considerável, continuam a decorrer trabalhos de contenção e de limpeza da substância derramada&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791666]]></sapo:autor>
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		<title>Segunda fase dos exames nacionais e provas finais arranca hoje. Diretores avisam para &#8220;risco real&#8221; de problemas nas correções voltarem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais e das provas finais do 9.º ano arranca esta terça-feira num ambiente de elevada expectativa e desconfiança, depois das graves falhas registadas na divulgação e classificação das provas da primeira fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase dos exames nacionais e das provas finais do 9.º ano arranca esta terça-feira num ambiente de elevada expectativa e desconfiança, depois das graves falhas registadas na divulgação e classificação das provas da primeira fase. Apesar das garantias dadas pelo Ministério da Educação de que os problemas foram corrigidos e de que a correção digital será mantida, os diretores escolares continuam cautelosos.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, considera que a conferência de imprensa realizada esta segunda-feira pelo ministro da Educação, Fernando Alexandre, procurou sobretudo &#8220;apaziguar os ânimos&#8221;, mas admite que persistem muitas dúvidas quanto à fiabilidade do sistema.</p>
<p>&#8220;Com esta conferência quis apaziguar os ânimos, que estão muito exaltados&#8221;, afirma o responsável, recordando que, mesmo durante a manhã de segunda-feira, &#8220;ainda havia escolas que não receberam os ficheiros às 9h30&#8221;, indispensáveis para que os diretores elaborassem e afixassem as pautas das provas finais do 9.º ano.</p>
<p>Apesar das falhas verificadas na primeira fase, Fernando Alexandre confirmou que a correção digital será novamente utilizada na segunda fase dos exames nacionais, uma decisão que Filinto Lima considera legítima, mas que exige condições muito diferentes das registadas até agora.</p>
<p>&#8220;Ele pode fazê-lo, pode insistir, mas o que é certo é que o faça com garantias. Com garantias&#8221;, sublinha.</p>
<p>O presidente da ANDAEP recorda que a classificação digital já tinha sido utilizada no exame de Filosofia do ano passado e voltou a ser aplicada este ano de forma alargada, mas considera que a implementação ficou muito aquém do esperado.</p>
<p>&#8220;Já o ano passado o exame de Filosofia foi também classificado desta forma. Este ano, todos sabemos, foi classificado desta forma e foi muito mal. Eu espero que à terceira seja de vez, que corra bem.&#8221;</p>
<p>Na sua perspetiva, a decisão do Governo representa &#8220;mais um risco&#8221; assumido pelo Ministério.</p>
<p>&#8220;É um risco. Acho que é mais um risco que ele assumiu. Nós dissemos desde o início que era um passo corajoso, mas também um passo muito arriscado. E deu no que deu.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;O modelo está descredibilizado&#8221;</strong><br />
Para Filinto Lima, os problemas não se limitaram à plataforma informática utilizada pelos professores classificadores. Também o processo de digitalização das provas apresentou falhas significativas.</p>
<p>&#8220;A plataforma não foi amiga dos professores. Em muitas circunstâncias foi inimiga dos professores.&#8221;</p>
<p>Segundo explica, os docentes reconheciam que o sistema era intuitivo quando funcionava corretamente, mas a realidade acabou por ser muito diferente.</p>
<p>&#8220;Diziam-me que era muito fácil de trabalhar, muito intuitiva. Só que é uma espécie de Rolls Royce com pneus de uma bicicleta. Não funcionou.&#8221;</p>
<p>Também a digitalização das provas merece fortes críticas.</p>
<p>&#8220;O processo de digitalização também não funcionou. Foi muito deficitário.&#8221;</p>
<p>Ainda assim, admite que, caso ambos os problemas tenham sido corrigidos, a segunda fase poderá decorrer sem incidentes.</p>
<p>&#8220;Se estas duas situações estiverem prevenidas, as coisas nesta fase podem rolar bem. Até porque temos menos alunos.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Há um risco real&#8221; de voltarem a surgir problemas</strong><br />
Apesar das garantias dadas pelo Ministério da Educação, o presidente da ANDAEP admite que ninguém consegue assegurar que os constrangimentos não se repetirão.</p>
<p>Questionado sobre essa possibilidade, responde sem hesitações.</p>
<p>&#8220;Pois há. Estamos todos de pé atrás. Estamos todos desconfiados do modelo que devia funcionar em pleno e não funcionou.&#8221;</p>
<p>Na sua leitura, a confiança no sistema ficou profundamente abalada.</p>
<p>&#8220;O modelo está descredibilizado. Se calhar poderá agora o ministro resgatar o modelo se a segunda fase correr bem. Mas tem de correr bem. E eu não sei se vai correr bem.&#8221;</p>
<p><strong>Pedido de desculpas foi importante, mas ainda insuficiente</strong><br />
Durante a conferência de imprensa desta segunda-feira, Fernando Alexandre voltou a pedir desculpa aos alunos, famílias, professores e escolas pelos problemas registados na classificação digital das provas e reconheceu responsabilidades políticas na gestão da situação.</p>
<p>Filinto Lima considera que esse reconhecimento era necessário.</p>
<p>&#8220;Foi uma comunicação muito política, de esclarecimento, de apaziguamento, de reconhecer a culpa. Acho que isso é importante.&#8221;</p>
<p>Ainda assim, entende que o verdadeiro teste começa agora.</p>
<p>&#8220;Agora temos de aguardar. Temos de esperar que, de facto, a segunda fase e o processo de classificação decorram bem.&#8221;</p>
<p><strong>Revisões de prova deverão aumentar</strong><br />
Uma das consequências esperadas das falhas registadas na primeira fase poderá ser um aumento significativo dos pedidos de reapreciação.</p>
<p>&#8220;Vamos ter muitos pedidos de revisão, de reapreciação. Pelo menos vamos ter mais do que os normais 2%, que é aquilo que normalmente acontece nas escolas. Penso que isso irá aumentar.&#8221;</p>
<p><strong>Época especial de setembro continua a levantar dúvidas</strong><br />
O Governo anunciou igualmente uma época especial de exames, no início de setembro, destinada aos alunos que não disponham de toda a informação necessária para decidir se devem realizar agora a segunda fase.</p>
<p>No entanto, durante a conferência de imprensa, Fernando Alexandre admitiu que o Ministério não tinha ponderado a possibilidade de alguns alunos realizarem simultaneamente a segunda fase dos exames e essa nova época especial, respondendo mesmo: &#8220;Não pensámos nisso&#8221;.</p>
<p>Para Filinto Lima, ainda haverá necessidade de clarificar vários aspetos dessa solução extraordinária.</p>
<p>&#8220;As escolas têm de aguardar alterações. Temos de aguardar esclarecimentos em relação a essa fase suplementar, à fase de setembro.&#8221;</p>
<p>O dirigente acredita, contudo, que essas orientações acabarão por chegar nos próximos dias.</p>
<p><strong>Diretores garantem que escolas estão preparadas</strong><br />
Apesar das dificuldades vividas nas últimas semanas, Filinto Lima garante que as escolas entram nesta segunda fase com toda a organização preparada.</p>
<p>&#8220;Programámos tudo ao mais ínfimo pormenor.&#8221;</p>
<p>O presidente da ANDAEP faz questão de afastar responsabilidades das escolas pelos problemas verificados.</p>
<p>&#8220;Não foi por falta de estratégias, do trabalho dos diretores, dos secretariados de exames, das equipas diretivas ou dos serviços administrativos que o processo correu mal. Foi pela situação que todos sabemos.&#8221;</p>
<p>E conclui deixando um apelo para que o foco passe agora pela resolução definitiva dos problemas.</p>
<p>&#8220;Não vale a pena continuarmos a passar culpas. Há que enfrentar a situação. Hoje enfrentou-a, fez bem. Agora tem de fazer melhor. Tem de melhorar muito quer o processo de digitalização, quer, na verdade, a plataforma.&#8221;</p>
<p><strong>Segunda fase arranca hoje: estas são as provas de terça-feira</strong><br />
A segunda fase dos exames nacionais e das provas finais decorre a partir desta terça-feira, mantendo o calendário inicialmente definido pelo Ministério da Educação.</p>
<p><strong>Provas finais do 9.º ano</strong><br />
Às 9h30 realizam-se as provas de:</p>
<p>Português (91)<br />
Português Língua Segunda (95)<br />
Português Língua Não Materna (93 e 94)</p>
<p>As componentes orais de Português Língua Não Materna e dos alunos autopropostos decorrem entre 21 e 24 de julho. As pautas serão afixadas a 7 de agosto, estando as reapreciações previstas para 28 de agosto.</p>
<p>A prova de Matemática (92) realiza-se na quinta-feira, 23 de julho, às 9h30.</p>
<p><strong>Exames nacionais do 11.º ano</strong><br />
Também esta terça-feira realizam-se:</p>
<p>09h30<br />
Literatura Portuguesa (734)</p>
<p>14h00<br />
Economia A (712)<br />
História da Cultura e das Artes (724)<br />
Latim (732)</p>
<p>Na quarta-feira, 22 de julho, decorrem os exames de Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Filosofia.</p>
<p>Na quinta-feira, 23 de julho, realizam-se Biologia e Geologia, História B, Geometria Descritiva A e várias provas de línguas estrangeiras.</p>
<p>Na sexta-feira, 24 de julho, têm lugar Física e Química A, Geografia A e Inglês.</p>
<p>As componentes orais das línguas estrangeiras e de PLNM decorrem entre 21 e 28 de julho. As classificações serão divulgadas a 7 de agosto, seguindo-se o período de reapreciações até 28 de agosto.</p>
<p><strong>Exames nacionais do 12.º ano</strong><br />
Hoje realizam-se, às 9h30:</p>
<p>Português (639)<br />
Português Língua Segunda (138)<br />
Português Língua Não Materna (839)</p>
<p>Na quarta-feira, 22 de julho, decorre Matemática A.</p>
<p>Na quinta-feira, 23 de julho, realiza-se História A.</p>
<p>Na sexta-feira, 24 de julho, tem lugar o exame de Desenho A.</p>
<p><strong>Governo cria época especial para garantir acesso ao ensino superior</strong><br />
Em resposta aos problemas registados na classificação digital da primeira fase, o Ministério da Educação anunciou igualmente uma época especial de exames no início de setembro destinada aos alunos que, devido às desconformidades identificadas nas provas digitalizadas, não disponham da informação necessária para decidir se devem realizar a segunda fase.</p>
<p>Segundo Fernando Alexandre, essa época especial terá exatamente o mesmo valor que a segunda fase para efeitos de acesso ao ensino superior e obrigará ao ajustamento do calendário da segunda fase do concurso nacional de acesso, garantindo, segundo o Governo, que nenhum estudante será prejudicado nas suas classificações nem na candidatura ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791541]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ONG timorense alerta para grave ameaça de crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Hali ba Dame (Habada) alertou hoje que Timor-Leste enfrenta uma ameaça séria de crime organizado estruturado e apelou para uma revisão urgente da política de vistos e reforço do sistema de controlo das fronteiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Hali ba Dame (Habada) alertou hoje que Timor-Leste enfrenta uma ameaça séria de crime organizado estruturado e apelou para uma revisão urgente da política de vistos e reforço do sistema de controlo das fronteiras.</P><br />
<P>&#8220;Mais de uma dezena de centros de fraude associados a jogos &#8216;online&#8217; foram desmantelados nas últimas três semanas. A Habada alerta que Timor-Leste enfrenta uma grave ameaça de crime organizado&#8221;, afirmou Abel Amaral, diretor executivo da organização não-governamental.</P><br />
<P>Abel Amaral falava durante uma conferência de imprensa para apresentar os resultados de um relatório de monitorização da segurança relacionadas com atividades ilegais &#8216;online&#8217; nos municípios de Díli e Liquiçá.</P><br />
<P>Segundo os resultados da monitorização, a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e a Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) conseguiram deter 409 suspeitos entre 26 de junho e 19 de julho.</P><br />
<P>&#8220;A detenção destes suspeitos demonstra a existência de uma rede com uma estrutura organizada, financiamento e logística por detrás destas atividades&#8221;, disse o responsável.</P><br />
<P>Abel Amaral explicou também que as infraestruturas físicas identificadas em Timor-Leste &#8212; como residências arrendadas, armazéns, hotéis e alojamentos em estilo dormitório com capacidade para dezenas de ocupantes &#8212; correspondem à tipologia de complexos documentada pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OHCHR) no Camboja, Myanmar e Laos.</P><br />
<P>Perante aquelas evidências, a Habada apelou ao Governo para criar uma força-tarefa multissetorial, com um mandato claro, para enfrentar o fenómeno dos jogos &#8216;online&#8217; e dos centros de burlas telefónicas.</P><br />
<P>&#8220;É necessária uma revisão urgente da política de vistos e do sistema de controlo das fronteiras, particularmente no que diz respeito à entrada de grandes grupos de visitantes provenientes de determinados países&#8221;, alertou o diretor executivo.</P><br />
<P>Abel Amaral defendeu igualmente uma investigação aprofundada às possíveis ligações entre os vários casos, para determinar se estão associados a uma única rede de crime organizado ou a diferentes redes independentes.</P><br />
<P>A Habada apelou também aos parceiros internacionais para apoiarem Timor-Leste com assistência técnica e recursos destinados à investigação de redes transnacionais de crime organizado, em particular nas áreas da perícia digital e da investigação financeira.</P><br />
<P>&#8220;É igualmente importante cooperar com as autoridades da China, Indonésia e Camboja para assegurar que eventuais deportações dos seus cidadãos sejam realizadas de forma adequada e com pleno respeito pelos direitos humanos&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Em setembro do ano passado, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou para o aumento da presença de redes criminosas em Oecusse, o enclave timorense situado em território indonésio, na ilha de Timor. Segundo o UNODC, investigações recentes demonstram que a região começou a ser influenciada por atividades criminosas organizadas.</P><br />
<P>Na sequência desse alerta público, o Governo de Timor-Leste decidiu cancelar todas as licenças anteriormente concedidas para operações de jogos e apostas &#8216;online&#8217;, bem como suspender a atribuição de novas licenças, devido aos riscos para a segurança e a estabilidade social.</P><br />
<P>Segundo o UNODC, quando redes criminosas digitais se instalam numa determinada região, &#8220;essa região torna-se frequentemente um centro de fraude cibernética, bem como de tráfico de droga e de seres humanos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791665]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Está aí tempo de praia: temperaturas voltam a subir em Portugal, mas calor mais intenso fica no interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta terça-feira num novo dia marcado pela subida das temperaturas, numa tendência que deverá fazer sentir-se em praticamente todo o território, embora sem valores considerados extremos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta terça-feira num novo dia marcado pela subida das temperaturas, numa tendência que deverá fazer sentir-se em praticamente todo o território, embora sem valores considerados extremos. A aproximação gradual de uma massa de ar mais quente favorecerá sobretudo as regiões do interior, enquanto a influência marítima continuará a moderar o calor no litoral. Além do aumento das temperaturas, o estado do mar mantém-se excecionalmente calmo, criando condições muito favoráveis para atividades balneares.</p>
<p>De acordo com as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-terca-21-julho-31551/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a depressão posicionada a oeste da Península Ibérica deverá afastar-se ligeiramente para o Atlântico, permitindo que a dorsal africana avance em direção a Portugal. Esta evolução atmosférica facilitará a entrada de ar mais quente, provocando uma subida generalizada das temperaturas máximas e mínimas, ainda que limitada, na maioria dos casos, a valores entre 1 e 2 graus Celsius.</p>
<p>Apesar deste aquecimento, o núcleo da massa de ar mais quente continuará centrado sobre Espanha, onde as autoridades meteorológicas espanholas já alertaram para uma onda de calor severa. Em Portugal, o cenário previsto aponta para um típico dia de verão, quente sobretudo no interior, mas sem atingir níveis extremos de temperatura.</p>
<p>No continente, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo durante grande parte do dia. Nas primeiras horas da manhã persistirão neblinas e nuvens baixas em vários pontos do litoral Norte e Centro e também em alguns vales situados a oeste das principais serras. Contudo, essa nebulosidade deverá dissipar-se gradualmente ao longo da manhã, permitindo o predomínio do sol durante a tarde, apenas com alguma nebulosidade dispersa e pouco significativa.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão oscilar entre 24 e 28 graus nas regiões do litoral ocidental, enquanto no interior são esperados valores entre 32 e 36 graus, podendo localmente atingir os 37 graus. As temperaturas mínimas permanecerão relativamente amenas, situando-se entre 16 e 20 graus na maioria das regiões.</p>
<p>O vento soprará, em geral, fraco, predominando do quadrante oeste, com velocidades inferiores a 15 km/h. Durante a tarde poderá rodar temporariamente para noroeste, sobretudo no litoral e nas terras altas, onde são possíveis rajadas ocasionais até 30 km/h.</p>
<p>Também o estado do mar continuará a favorecer quem pretende aproveitar a praia. A ondulação deverá permanecer inferior a um metro em praticamente toda a costa portuguesa, proporcionando um mar muito calmo. A temperatura da água continuará acima dos valores habituais para a época, situando-se entre 22 e 23 graus tanto na costa ocidental como na costa sul do Algarve, mantendo uma tendência gradual de aquecimento. O índice de radiação ultravioleta deverá atingir níveis muito elevados, entre 9 e 10, sendo aconselhada a utilização de proteção solar adequada e a limitação da exposição durante as horas de maior intensidade solar.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para um dia relativamente estável, com céu parcialmente nublado e boas abertas na maioria das ilhas. Não está, contudo, excluída a ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos. As temperaturas deverão registar uma descida entre 2 e 3 graus, podendo ficar ligeiramente abaixo da média para a época. O vento soprará de nordeste, fraco a moderado, entre 15 e 25 km/h, podendo atingir rajadas até 40 km/h, enquanto a ondulação rondará um metro. A temperatura da água do mar deverá manter-se próxima dos 23 graus.</p>
<p>Na Madeira espera-se mais um dia de tempo seco e predominantemente soalheiro. Apenas durante a manhã poderão surgir algumas nuvens baixas nas vertentes norte e nas zonas montanhosas, dissipando-se ao longo da tarde. O vento soprará moderado, entre 20 e 30 km/h, podendo intensificar-se temporariamente, com rajadas até 60 km/h nas zonas mais expostas dos extremos leste e oeste da ilha. As temperaturas manter-se-ão agradáveis, com máximas próximas dos 24 graus e mínimas entre 18 e 19 graus. O mar continuará igualmente calmo, com ondas na ordem de um metro e temperatura da água próxima dos 24 graus.</p>
<p>O cenário meteorológico para esta terça-feira confirma, assim, uma evolução gradual para condições mais quentes em Portugal continental, sobretudo nas regiões do interior, enquanto o litoral continuará a beneficiar da influência do Atlântico. Com céu maioritariamente limpo, vento fraco, mar pouco agitado e águas invulgarmente quentes para a costa ocidental, o dia deverá oferecer condições muito favoráveis para atividades ao ar livre e para a prática balnear, embora as autoridades recomendem cuidados redobrados devido aos elevados índices de radiação ultravioleta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791542]]></sapo:autor>
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		<title>China reforça compras de soja brasileira e reduz importações dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:11:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As importações chinesas de soja brasileira aumentaram 13,7% em junho, para um recorde de 12,08 milhões de toneladas, enquanto as compras aos Estados Unidos caíram 20,6%, apesar do compromisso assumido por Pequim de reforçar as aquisições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As importações chinesas de soja brasileira aumentaram 13,7% em junho, para um recorde de 12,08 milhões de toneladas, enquanto as compras aos Estados Unidos caíram 20,6%, apesar do compromisso assumido por Pequim de reforçar as aquisições.</P><br />
<P>Segundo dados divulgados na segunda-feira pela Administração-Geral das Alfândegas da China, no total, as importações chinesas de soja atingiram 13,55 milhões de toneladas em junho, um máximo histórico para este mês, impulsionadas pela oferta brasileira e pelo desbloqueio de cargueiros que estavam retidos em portos chineses.</P><br />
<P>Em junho de 2025, o Brasil exportou para a China 10,62 milhões de toneladas de soja, enquanto os Estados Unidos venderam 1,6 milhões de toneladas.</P><br />
<P>Os dados do primeiro semestre mostram uma tendência mais prolongada de queda das importações provenientes dos Estados Unidos. Entre janeiro e junho, a China comprou 9,31 milhões de toneladas de soja norte-americana, menos 42,4% do que no mesmo período do ano anterior, apesar do compromisso assumido por Pequim de importar pelo menos 25 milhões de toneladas por ano até 2028, ao abrigo do acordo alcançado entre os Presidentes dos Estados Unidos e da China, Donald Trump e Xi Jinping.</P><br />
<P>No mesmo período, as importações de soja brasileira cresceram 9,1%, para 34,75 milhões de toneladas.</P><br />
<P>O compromisso sino-americano é calculado numa base anual, pelo que os carregamentos de junho refletem compras efetuadas semanas ou meses antes, deixando margem para que as aquisições aos Estados Unidos aumentem na segunda metade do ano.</P><br />
<P>O objetivo anual foi mantido após uma segunda ronda de contactos ao mais alto nível entre Trump e Xi, realizada em maio.</P><br />
<P>A evolução das importações acompanha uma mudança mais ampla no comércio externo brasileiro. Segundo um relatório do Conselho Empresarial Brasil &#8212; China, as exportações do Brasil para a China aumentaram 22% no primeiro semestre, para um recorde de 58,3 mil milhões de dólares (cerca de 51 mil milhões de euros), enquanto as vendas para os Estados Unidos recuaram 13%, para 17,4 mil milhões de dólares (15,2 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No mesmo dia em que o relatório foi divulgado, o Representante Comercial dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre vários produtos brasileiros, na sequência de uma investigação que incidiu sobre questões como desflorestação ilegal, acesso ao mercado do etanol e divergências em torno do sistema de pagamentos instantâneos Pix.</P><br />
<P>Segundo a Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil), a medida poderá afetar mais de 11 mil milhões de dólares (9,6 mil milhões de euros) em exportações industriais e agrícolas brasileiras, embora produtos como café, carne bovina, sumo de laranja, petróleo, gás e componentes aeroespaciais tenham ficado isentos.</P><br />
<P>Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços brasileiro, Marcio Elias Rosa, os Estados Unidos levantaram também, durante as negociações, a questão dos minerais críticos, defendendo que a exploração destes recursos fosse vedada a entidades que &#8220;não operam em condições de mercado&#8221;, numa referência implícita à China.</P><br />
<P>Rosa afirmou que o Governo brasileiro rejeitou a proposta, argumentando que as terras raras e os minerais críticos pertencem ao povo brasileiro.</P><br />
<P>Apesar do aumento das receitas obtidas com a soja, o volume exportado pelo Brasil para a China manteve-se praticamente estável no primeiro semestre. As vendas renderam 20,2 mil milhões de dólares (17,7 mil milhões de euros), mais 7% do que um ano antes, graças sobretudo à subida dos preços, já que o volume embarcado recuou 0,2%.</P><br />
<P>A soja representou 34,7% das exportações brasileiras para a China, menos 4,8 pontos percentuais do que no ano anterior, enquanto o petróleo bruto ganhou peso. As vendas de crude para o mercado chinês aumentaram 62%, para 15,1 mil milhões de dólares (13,2 mil milhões de euros), impulsionadas pelas tensões no Médio Oriente e pelo receio de perturbações no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>As exportações brasileiras de minério de ferro para a China atingiram igualmente um máximo histórico no primeiro semestre, com 135 milhões de toneladas, no valor de 9,2 mil milhões de dólares (oito mil milhões de euros).</P><br />
<P>As exportações de carne bovina cresceram 50%, para 4,8 mil milhões de dólares (4,2 mil milhões de euros), à medida que os exportadores procuraram aproveitar uma quota de 1,1 milhões de toneladas antes da entrada em vigor de uma sobretaxa de 55% sobre os volumes que excedam esse limite.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791664]]></sapo:autor>
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		<title>Frelimo destaca diplomacia internacional de Chapo na afirmação de Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:04:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, destacou hoje a diplomacia internacional do chefe de Estado e presidente do partido, Daniel Chapo, considerando que esta tem contribuído para a afirmação do país no exterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, destacou hoje a diplomacia internacional do chefe de Estado e presidente do partido, Daniel Chapo, considerando que esta tem contribuído para a afirmação do país no exterior.</P><br />
<P>&#8220;O camarada Presidente Daniel Francisco Chapo continua a abraçar a diplomacia como um exercício que visa a contínua projeção e afirmação do país no panorama regional e mundial, com vista a atração de investimento estrangeiro e reforço da cooperação bilateral e multilateralismo&#8221;, lê-se no comunicado final da 72.ª sessão ordinária da Comissão Política.</P><br />
<P>Realizada na segunda-feira, na sede nacional da Frelimo, em Maputo, a reunião teve como objetivo &#8220;analisar a atual situação política, económica e sócio cultural do país&#8221;, tendo aquele órgão destacado ainda a visita oficial de Chapo a Portugal, entre 14 e 17 de julho, a convite do homólogo português, António José Martins Seguro.</P><br />
<P>A Frelimo refere que a deslocação ocorreu &#8220;no âmbito do compromisso de aprofundar a parceria histórica entre Moçambique e aquele país europeu, focada no reforço da cooperação política, económica e promoção do investimento, com ganhos mútuos&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente à ação governativa, liderada há um ano e meio por Daniel Chapo, o principal órgão de gestão corrente do partido considera que o Governo &#8220;continua a observar, com rigor, o modelo de governação centrado nas reformas administrativas do Estado, modernização da gestão pública e na industrialização do setor de recursos naturais e turismo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cujos resultados refletem-se na promoção da sustentabilidade do crescimento económico e melhoria das condições de vida do Povo moçambicano&#8221;, aponta a Comissão Política.</P><br />
<P>Entre os aspetos destacados está a criação, pelo Governo, de uma Comissão Multissectorial para a Gestão, Fiscalização e Reabilitação das Áreas Mineiras Degradadas em todo o território nacional, bem como a manutenção da suspensão de empresas do setor mineiro que não cumprem a legislação em vigor na província de Manica.</P><br />
<P>A Comissão Política reconheceu ainda o impacto das medidas governativas na promoção da produção alimentar e da industrialização, &#8220;para garantir a segurança alimentar e reduzir as importações ou bens essenciais com impacto direto na poupança de divisas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Destaca a necessidade da consciencialização do povo para o aumento da produção interna, agroprocessamento, desenvolvimento e capitalização do conhecimento produtivo que gera renda para as famílias&#8221;, reconhece ainda a Frelimo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791663]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios na Amazónia brasileira registam nível mais baixo da história em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os incêndios na Amazónia brasileira caíram em 2025 para o nível mais baixo da história, após terem atingido o pico no ano anterior, de acordo com dados divulgados hoje pela rede de monitorização ambiental MapBiomas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os incêndios na Amazónia brasileira caíram em 2025 para o nível mais baixo da história, após terem atingido o pico no ano anterior, de acordo com dados divulgados hoje pela rede de monitorização ambiental MapBiomas.</P><br />
<P>Este resultado inédito desde o início dos registos em 1985 é uma boa notícia para o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a menos de três meses das eleições em que procura um novo mandato.</P><br />
<P>A maior floresta tropical do mundo viveu uma situação crítica em 2024, com 15,8 milhões de hectares queimados. Uma seca histórica favoreceu a propagação dos incêndios, na maioria provocados por atividades humanas.</P><br />
<P>O relatório anual da MapBiomas, baseado em imagens de satélite, mostra que a situação se inverteu no ano passado: a Amazónia registou 3,1 milhões de hectares atingidos pelas chamas.</P><br />
<P>No conjunto do Brasil, o balanço também foi positivo, com a área queimada a atingir em 2025 o nível mais baixo desde 2018 (12,7 milhões de hectares).</P><br />
<P>A preservação da Amazónia é essencial na luta contra o aquecimento global, dado que a vegetação absorve gases com efeito de estufa responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta.</P><br />
<P>A queda do número de incêndios na Amazónia foi &#8220;fora do normal&#8221; em 2025, declarou à imprensa a geógrafa Ane Alencar, coordenadora do relatório da MapBiomas, rede que reúne universidades, ONG e empresas tecnológicas.</P><br />
<P>Segundo a especialista, um desfasamento da estação das chuvas entre 2024 e 2025 impediu a criação de uma &#8220;janela ideal para incêndios em certos locais&#8221; onde o fogo é usado para limpar terrenos agrícolas.</P><br />
<P>Às queimadas de pastagens não autorizadas ou mal controladas juntam-se outras práticas ilícitas, como o uso do fogo para desmatar áreas de exploração mineira ilegal.</P><br />
<P>A redução drástica dos incêndios em 2025 está também ligada à diminuição da desflorestação, em curso desde o regresso de Lula ao poder em 2023. As zonas desmatadas oferecem terreno propício à propagação das chamas.</P><br />
<P>Explica-se ainda por um &#8220;fator psicológico&#8221; nas comunidades afetadas pelos incêndios descontrolados de 2024 que, receando nova situação semelhante, &#8220;contribuiu para o controlo do fogo&#8221;.</P><br />
<P>A queda dos incêndios no Brasil &#8220;traz o país de volta a um nível historicamente baixo de área queimada&#8221;, sublinha o relatório.</P><br />
<P>No entanto, no centro do país, o Cerrado &#8212; segundo maior ecossistema brasileiro depois da Amazónia e savana mais rica em biodiversidade do mundo &#8212; &#8220;continuou a arder&#8221; em níveis semelhantes aos de 2024, destacou Alencar.</P><br />
<P>A especialista alertou ainda para a possível chegada de um &#8220;super El Niño&#8221; este ano, fenómeno climático natural que pode provocar &#8220;prolongamento da estação seca e maior probabilidade de incêndios florestais&#8221;.</P><br />
<P>A desflorestação na Amazónia brasileira no primeiro semestre de 2026 atingiu o nível mais baixo em uma década, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>Lula, que prometeu erradicar a desflorestação ilegal até 2030, procura apresentar um bom balanço ambiental antes de disputar em outubro um quarto mandato não consecutivo.</P><br />
<P>É, contudo, alvo de fortes críticas de ambientalistas pelo apoio a um vasto projeto de exploração petrolífera ao largo da Amazónia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791662]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Apoio à renda: DECO e IHRU criam serviço gratuito para esclarecer consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco]]></category>
		<category><![CDATA[IHRU]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa surge numa altura em que muitas famílias vivem na incerteza quanto a um apoio que deveria ser automático e previsível]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DECO e o IHRU iniciam hoje uma parceria que reforça o apoio prestado aos consumidores sobre o Programa de Apoio Extraordinário à Renda. Através desta colaboração, passa a estar disponível um serviço gratuito de informação e esclarecimento destinado a todos os cidadãos que tenham dúvidas sobre a atribuição, manutenção ou cálculo deste apoio.</p>
<p>A iniciativa surge numa altura em que muitas famílias vivem na incerteza quanto a um apoio que deveria ser automático e previsível. As dificuldades de acesso à informação, os erros de processamento e a suspensão inesperada da prestação têm deixado muitos agregados sem respostas, agravando a pressão sobre os seus orçamentos.</p>
<p><strong>Um apoio essencial para milhares de famílias</strong></p>
<p>O Apoio Extraordinário à Renda é, para muitas famílias, determinante para garantir o equilíbrio financeiro mensal. Sempre que deixa de ser atribuído ou apresenta erros no seu processamento, aumenta a taxa de esforço com a habitação e torna-se mais difícil suportar outras despesas essenciais.</p>
<p>A DECO tem defendido de forma consistente que os programas públicos de apoio à habitação devem ser simples, automáticos, transparentes e eficazes.</p>
<p><strong>Mais informação, menos incerteza</strong></p>
<p>A experiência da DECO demonstra que muitos consumidores continuam a desconhecer os critérios de acesso ao programa e os procedimentos necessários para resolver situações de incumprimento ou erro.</p>
<p>Este défice de informação afeta sobretudo as famílias mais vulneráveis, precisamente aquelas que dispõem de menor capacidade para lidar com processos administrativos complexos.</p>
<p>Para a DECO, a complexidade do sistema nunca pode ser transferida para os consumidores. O IHRU partilha desta visão e decidiu reforçar a colaboração com a Associação, contribuindo para uma maior literacia e capacitação dos cidadãos nesta área.</p>
<p><strong>Atendimento gratuito, próximo e especializado</strong></p>
<p>No âmbito desta parceria, a DECO passa a disponibilizar um serviço de atendimento especializado e gratuito sobre o Apoio Extraordinário à Renda.</p>
<p><strong>Os consumidores poderão obter apoio:</strong></p>
<p>&#8211; Nas autarquias com protocolos de colaboração com a DECO e nos Balcões de Habitação e Energia;<br />
&#8211; Nas delegações e estruturas regionais da DECO;<br />
&#8211; Através da linha telefónica 21 371 02 70;<br />
&#8211; Por email, através de habitacao@deco.pt, para quem não possa deslocar-se presencialmente.</p>
<p><strong>Apoio para esclarecer, verificar e reclamar</strong></p>
<p>Este serviço permitirá apoiar os consumidores na:</p>
<p>&#8211; compreensão dos critérios de atribuição do apoio;<br />
&#8211; verificação da sua situação;<br />
&#8211; identificação de eventuais erros de elegibilidade ou de cálculo;<br />
&#8211; esclarecimento sobre prazos e documentação necessária;<br />
&#8211; utilização dos mecanismos de reclamação quando o apoio é interrompido ou quando existam pedidos de devolução de verbas por parte da Segurança Social.</p>
<p><strong>Um consumidor mais protegido</strong></p>
<p>A DECO conhece de perto o impacto que a falta de informação e a dificuldade em compreender procedimentos administrativos têm na vulnerabilidade habitacional das famílias.</p>
<p>Esta parceria com o IHRU representa, por isso, um passo importante para garantir que os consumidores dispõem de um apoio gratuito, especializado e de proximidade, reforçando a confiança nos programas públicos de habitação e assegurando que ninguém fica sem orientação quando mais precisa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791271]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Samsung cria unidade de robótica para reforçar liderança mundial no setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 04:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gigante sul-coreana da tecnologia Samsung Electronics anunciou hoje a criação de uma unidade de robótica para impulsionar esta tecnologia como um pilar fundamental da estratégia de crescimento a longo prazo, informou o The Korea Times.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante sul-coreana da tecnologia Samsung Electronics anunciou hoje a criação de uma unidade de robótica para impulsionar esta tecnologia como um pilar fundamental da estratégia de crescimento a longo prazo, informou o The Korea Times.</P><br />
<P>A empresa anunciou que o novo departamento comercial de robótica eXperience (RX) vai funcionar sob a supervisão direta do diretor executivo da empresa, Roh Tae-moon, e vai ser concebido para acelerar a tomada de decisões e a execução, o que permitirá responder mais rapidamente às mudanças do mercado e criar novas oportunidades de negócio, de acordo com o jornal sul-coreano em língua inglesa.  </P><br />
<P>Com esta unidade localizada no centro de I&amp;D em Seul, a Samsung procura consolidar as capacidades robóticas da empresa sob uma única organização responsável pela estratégia a médio e longo prazo, pelo desenvolvimento de tecnologias-chave e comercialização destas.</P><br />
<P>Para reforçar as capacidades de análise de dados, a gigante tecnológica vai criar uma fábrica de dados na unidade de Gumi, na província de Gyeongsang do Norte (sudeste do país), onde vão ser recolhidas informações de ambientes industriais reais para facilitar a implantação de robôs.</P><br />
<P>Como parte desta reorganização, a Samsung nomeou o vice-presidente executivo Lee Dong-kun, que já dirigiu a estratégia de robótica da Hyundai Motor e da Boston Dynamics, para liderar a equipa de estratégia de robótica, estando a recrutar especialistas de primeira linha para a equipa.</P><br />
<P>A empresa pretende também expandir a rede global de investigação em robótica através da criação de centros de investigação nos Estados Unidos, na China e no Japão.</P><br />
<P>No meio do boom da inteligência artificial (IA), a Samsung registou, em 2025, um aumento de 31,2% no lucro líquido em relação ao ano anterior, graças ao sólido desempenho da divisão de chips. </P><br />
<P>No primeiro trimestre deste ano, multiplicou por seis o lucro líquido em comparação com o mesmo período do ano anterior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791661]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Aumenta em 70 para 5.278 o número de mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 04:30:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos devido aos dois sismos, ocorridos há quase um mês na Venezuela, subiu para 5.278, mais setenta face ao último balanço, informou esta segunda-feira o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos devido aos dois sismos, ocorridos há quase um mês na Venezuela, subiu para 5.278, mais setenta face ao último balanço, informou esta segunda-feira o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>O número de feridos mantém-se em 16.740 e o de pessoas desabrigadas em 17.907, indica o balanço divulgado na conta da rede de mensagens Telegram de Jorge Rodríguez, irmão da presidente interina, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>Em consequência do duplo sismo, permanecem 23.587 pessoas em 107 acampamentos temporários, enquanto 128.324 famílias receberam assistência das autoridades, de acordo com o relatório.</P><br />
<P>A catástrofe deixou cerca de 856 edifícios danificados e 190 desmoronados, ainda segundo o balanço oficial, que também regista 1.405 réplicas desde o duplo terramoto de 24 de junho passado.</P><br />
<P>Mais de 240 famílias afetadas pelos sismos receberam, esta segunda-feira, as primeiras habitações entregues pelo Governo, anunciou Delcy Rodríguez, que liderou a entrega dos apartamentos.</P><br />
<P>A responsável prometeu entregas mensais de habitações para os afetados, anunciando o objetivo de atingir as 4.000 em dezembro e, até 2027, &#8220;um número superior a 10.000 habitações&#8221;, que serão recuperadas a partir de &#8220;edifícios que não tinham sido concluídos&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o balanço anterior, o duplo sismo causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com dados avançados na segunda-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</P><br />
<P>Entre os 121 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 98 eram adultos e 23 menores, 103 tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 49 cidadãos portugueses. O balanço anterior indicava 120 portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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