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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Jul 2026 21:40:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Vítimas mortais no incêndio florestal de Los Gallardos sobem para 13</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 21:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no incêndio florestal de Los Gallardos, em Almería, subiu para 13, após a morte de uma mulher britânica de 93 anos que estava internada no Hospital de Torrecárdenas, revelaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no incêndio florestal de Los Gallardos, em Almería, subiu para 13, após a morte de uma mulher britânica de 93 anos que estava internada no Hospital de Torrecárdenas, revelaram as autoridades.</P><br />
<P>A informação foi confirmada ao início da noite de hoje pela Junta da Andaluzia, através de um comunicado citado pela agência espanhola EFE, que revela que a 13.ª vitima mortal é uma mulher de nacionalidade britânica, de 93 anos, que permanecia internada naquela unidade hospitalar.</P><br />
<P>A paciente deu entrada no serviço de Urgência no passado dia 10 de julho, às 00h28. Após uma primeira avaliação e estabilização inicial, foi transferida para a Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), acrescenta a EFE.</P><br />
<P>A vítima apresentava queimaduras em 20% da superfície corporal e tinha ainda graves patologias pré-existentes.</P><br />
<P>O El País recorda que o incêndio deflagrou na tarde de 09 de julho, no município de Los Gallardos, na província de Almería, em plena vaga de calor. Em poucas horas, as chamas propagaram-se de forma extremamente rápida, impulsionadas por temperaturas elevadas, humidade muito baixa e ventos fortes, obrigando à evacuação de mais de 1.400 pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788319]]></sapo:autor>
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		<title>MAI diz que maioria dos contratos com a PJ antecederam relação pessoal com empreiteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna esclareceu hoje que o empreiteiro que está a remodelar um imóvel particular fez contratos de dois milhões de euros para obras na Polícia Judiciária, mas a maioria antes de conhecer o ex-diretor nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Administração Interna esclareceu hoje que o empreiteiro que está a remodelar um imóvel particular fez contratos de dois milhões de euros para obras na Polícia Judiciária, mas a maioria antes de conhecer o ex-diretor nacional.</P><br />
<P>O semanário Nascer do Sol noticiou, na sexta-feira, que o ministro da Administração Interna contratou para remodelar um imóvel que detém em Odemira uma empresa anteriormente responsável por obras na Polícia Judiciária (PJ) quando Luís Neves era diretor nacional.</P><br />
<P>Segundo a publicação, entre 2020 e 2025, a empresa Construbarcelos recebeu cerca de 1,9 milhões de euros em contratos públicos, valor confirmado hoje pelo ministro da Administração Interna, em entrevista à TVI/CNN.</P><br />
<P>Questionado sobre o caso, Luís Neves esclareceu, no entanto, que todas as adjudicações resultaram de procedimentos de contratação pública e salientou que, durante mais de 70% do período em que a empresa trabalhou para-a PJ, ainda não conhecia o empreiteiro.</P><br />
<P>O governante acrescentou que os contratos celebrados depois de estabelecer uma relação de proximidade com o empresário &#8212; que conheceu durante a inauguração de uma obra &#8211; &#8220;decorreram de um segundo contrato&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente à remodelação do imóvel particular, Luís Neves disse que começou por pedir uma opinião técnica ao amigo e acabou por contratá-lo para executar os trabalhos.</P><br />
<P>Afirmando estar de consciência tranquila, o governante garantiu não existir qualquer favorecimento no preço da empreitada e afirmou estar disponível para apresentar as faturas, registadas no e-faturas e declaradas à Autoridade Tributária, justificando que ainda não o fez por falta de oportunidade.</P><br />
<P>As obras abrangem, segundo explicou, &#8220;uma parede, uma casa de banho e um alpendre&#8221; onde foi instalado um tanque, devendo representar um custo entre &#8220;os 20 mil ou 30 mil euros&#8221;, a liquidar após a conclusão dos trabalhos.  </P><br />
<P>Questionado se se arrepende da contratação, Luís Neves respondeu: &#8220;Sabendo o que sei hoje, naturalmente o percurso teria sido diferente, sem nunca renegar a amizade&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788316]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndio industrial em Camarate já está dominado &#8211; Bombeiros de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, que começou ao início da noite numa zona de armazéns já está dominado, revelaram os bombeiros de Lisboa, acrescentando que o fogo queimou paletes e viaturas sem provocar feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, que começou ao início da noite numa zona de armazéns já está dominado, revelaram os bombeiros de Lisboa, acrescentando que o fogo queimou paletes e viaturas sem provocar feridos.</P><br />
<P>O incêndio deflagrou num armazém no Bairro de São Francisco, acrescenta a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que enviou para o local 51 bombeiros apoiados por 17 veículos.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, fonte do comando regional de bombeiros de Lisboa revelou que o alerta foi dado às 20:44 e que &#8220;às 21:25 já estava dominado&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, os bombeiros ainda se encontram no local junto ao armazém onde deflagrou o incêndio que queimou &#8220;paletes e viaturas&#8221;, não havendo registo de feridos, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788315]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE: Meia centena de bombeiros combatem incêndio industrial em Camarate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:32:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa, jul 2026 (Lusa) -- Um incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, começou ao início da noite e está a ser combatido por 51 homens com o apoio de 17 carros, segundo informação da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, jul 2026 (Lusa) &#8212; Um incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, começou ao início da noite e está a ser combatido por 51 homens com o apoio de 17 carros, segundo informação da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</P><br />
<P>O incêndio está a deflagrar num armazém no Bairro de São Francisco, acrescenta a Proteção Civil na sua página oficial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788314]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de meia centena de mortos nas cheias em Bangladesh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:20:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de meia centena de pessoas morreram vítimas das inundações e deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas no leste de Bangladesh, segundo o último balanço feito hoje pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de meia centena de pessoas morreram vítimas das inundações e deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas no leste de Bangladesh, segundo o último balanço feito hoje pelo Governo.</P><br />
<P>O Ministério de Gestão de Desastres fala em, pelo menos, 51 mortos, 31 pessoas feridas e mais de um milhão de pessoas afetadas pelas chuvas torrenciais dos últimos dias.</P><br />
<P>O ministério fez um balanço nos cinco distritos com mais vítimas: morreram 28 pessoas em Cox&#8217;s Bazar, 13 em Chittagong, seis em Bandarban, três em Rangamati e uma em Moulvibazar, segundo o jornal &#8220;The Daily Star&#8221; citado pela Europa Press.</P><br />
<P>As enchentes interromperam a vida quotidiana, com cortes de energia, estradas danificadas e linhas de comunicação interrompidas, deixando 267.918 famílias isoladas.</P><br />
<P>As autoridades criaram 1.049 centros de acolhimento que já prestaram assistência a 38.422 pessoas, segundo dados oficiais citados pela Europa Press.</P><br />
<P>O ministério anunciou que distribuiu cerca de 120 mil euros (17 milhões de takas) e 3.250 toneladas de arroz pelos distritos mais afetados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788313]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndio num bar em Banguecoque faz pelo menos 27 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um incêndio num bar na zona norte de Banguecoque, a capital da Tailândia, fez pelo menos 27 mortos, anunciaram hoje as autoridades, que ainda estão a investigar as causas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio num bar na zona norte de Banguecoque, a capital da Tailândia, fez pelo menos 27 mortos, anunciaram hoje as autoridades, que ainda estão a investigar as causas.</P><br />
<P>De acordo com a agência norte-americana de notícias Associated Press (AP), o incêndio foi comunicado às autoridades por volta da meia-noite (18:00 em Lisboa), e as imagens partilhadas nas redes sociais mostram um enorme incêndio a alastrar pela porta da frente do bar, enquanto as pessoas tentavam fugir, com uma espessa nuvem de fumo negro a elevar-se para o céu.</P><br />
<P>O primeiro-ministro da Tailândia, Anutin Charnvirakul, disse aos jornalistas no local que 27 pessoas morreram e várias foram levadas para o hospital, acrescentando que a causa do incêndio continua a ser investigada.</P><br />
<P>Os bombeiros demoraram cerca de meia hora a controlar o incêndio, segundo as autoridades.</P><br />
<P>A Tailândia já viveu tragédias semelhantes no passado. Em 2022, 14 pessoas morreram num incêndio num bar na parte oriental da cidade, e em janeiro de 2009 mais de 200 pessoas ficaram feridas e 66 morreram num incêndio durante a celebração da passagem de ano, na discoteca Santika, também em Banguecoque, aparentemente provocado por fogo de artifício no interior do local.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788312]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Wimbledon: Jannik Sinner revalida título ao vencer Alexander Zverev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:04:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tenista italiano Jannik Sinner, líder do ranking mundial, revalidou hoje o título de Wimbledon, depois de vencer o alemão Alexander Zverev na final do terceiro Grand Slam da temporada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista italiano Jannik Sinner, líder do ranking mundial, revalidou hoje o título de Wimbledon, depois de vencer o alemão Alexander Zverev na final do terceiro Grand Slam da temporada.</P><br />
<P>Jannik Sinner impôs-se ao recente campeão de Roland Garros, por 6-7 (6-8), 7-6 (7-2), 6-3 e 6-4, em três horas e 46 minutos, conquistando pela quinta vez um &#8216;major&#8217;, depois do Open da Austrália em 2024 e 2025, Open dos Estados Unidos em 2024 e Wimbledon em 2025.</P><br />
<P>O transalpino, que se tornou o 10.º tenista a revalidar o título em Wimbledon, voltou a bater Zverev numa final de um Grand Slam, repetindo o triunfo do Open da Austrália em 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788311]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O acelerador pode deixar de lhe obedecer? A UE estuda carros que reduzem a velocidade sozinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[E se o automóvel não se limitasse a avisar, mas também reduzisse automaticamente a potência para impedir que o acelerador continuasse a levar o carro acima do permitido?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa já obrigou os carros novos a avisarem o condutor quando este ultrapassa o limite de velocidade. Agora, a discussão pode voltar a subir de tom: e se o automóvel não se limitasse a avisar, mas também reduzisse automaticamente a potência para impedir que o acelerador continuasse a levar o carro acima do permitido?</p>
<p>A questão foi levantada nos últimos dias depois de novas informações apontarem para o interesse da Comissão Europeia em estudar tecnologias capazes de usar satélites, GPS, câmaras e mapas digitais para controlar de forma mais ativa a velocidade dos veículos. Segundo o &#8216;The Drive&#8217;, a ideia passaria por evoluir os sistemas de Assistência Inteligente de Velocidade, já obrigatórios nos novos automóveis vendidos na União Europeia, para soluções capazes de intervir diretamente na resposta do carro.</p>
<p>Não se trata, para já, de uma regra aprovada nem de uma obrigação com data fechada. A &#8216;InsideEVs&#8217; sublinha que a União Europeia está a explorar a possibilidade de limites de velocidade aplicados por satélite, mas que não existe ainda um plano oficial para tornar este sistema obrigatório. A diferença é importante: uma coisa é o carro avisar que o condutor está acima do limite; outra é o próprio carro reduzir potência para trazer a velocidade de volta ao valor permitido.</p>
<p>Desde julho de 2024, todos os carros novos vendidos na União Europeia têm de estar equipados com Assistência Inteligente de Velocidade, conhecida pela sigla ISA. Estes sistemas usam normalmente uma combinação de câmaras, reconhecimento de sinais, GPS e bases de dados de limites de velocidade para identificar a velocidade máxima permitida e avisar o condutor quando esta é ultrapassada.</p>
<p>Na prática, muitos condutores já conhecem o sistema: um sinal sonoro, uma vibração, uma indicação no painel de instrumentos ou uma resistência no pedal do acelerador quando o limite é excedido. A legislação atual permite várias formas de alerta e mantém o condutor no centro da decisão. O sistema pode avisar e desencorajar o excesso de velocidade, mas não transforma todos os carros em veículos automaticamente limitados de forma permanente.</p>
<p>A nova discussão é mais sensível porque toca na autonomia do condutor. Se a tecnologia evoluir para um sistema que reduz potência ou velocidade de forma automática, o acelerador pode deixar de responder como o condutor espera sempre que o carro conclua que o limite foi ultrapassado. Para os defensores da medida, seria uma forma eficaz de reduzir acidentes e mortes na estrada. Para os críticos, seria mais um passo no caminho de carros cada vez mais controlados por regras, software e sensores.</p>
<p>O problema técnico também não é pequeno. Os sistemas atuais de Assistência Inteligente de Velocidade ainda cometem erros: podem interpretar mal sinais temporários, falhar em zonas de obras, confundir limites de vias paralelas ou depender de mapas digitais desatualizados. A &#8216;InsideEVs&#8217; nota precisamente que estes erros se tornam mais sérios se a consequência deixar de ser um simples aviso e passar a ser uma intervenção direta na velocidade do veículo.</p>
<p>A Comissão Europeia defende há anos que a tecnologia pode ter um papel decisivo na redução da sinistralidade rodoviária. O objetivo europeu de longo prazo é aproximar-se das “zero mortes” na estrada, e a velocidade continua a ser um dos fatores centrais nos acidentes graves. Por isso, sistemas como travagem automática de emergência, manutenção na faixa, deteção de fadiga e assistência inteligente de velocidade passaram a integrar o pacote de segurança obrigatório nos veículos novos.</p>
<p>Ainda assim, há uma fronteira política e cultural entre assistência e controlo. Um automóvel que alerta para o limite de velocidade é uma ajuda à condução. Um automóvel que reduz potência quando o condutor carrega no acelerador já entra noutro território: o da decisão automatizada sobre aquilo que o carro pode ou não fazer em tempo real.</p>
<p>A questão torna-se ainda mais delicada quando entram satélites na equação. A tecnologia permitiria cruzar a posição do carro com mapas de velocidade e informação rodoviária, tornando o controlo mais abrangente. Mas também levanta dúvidas sobre fiabilidade, privacidade, atualização de dados, responsabilidade em caso de erro e aceitação por parte dos condutores.</p>
<p>Para já, a ideia está mais perto de uma discussão regulatória do que de uma obrigação iminente. Mas o tema tem tudo para crescer. A Europa já deu o primeiro passo ao tornar obrigatórios sistemas que avisam o condutor quando este circula acima do limite. O debate que se segue é mais difícil: saber se, em nome da segurança, os carros devem passar também a impedir ativamente alguns excessos.</p>
<p>No fundo, a pergunta é simples e incómoda: até onde deve ir a tecnologia dentro do automóvel? Se a resposta for apenas “avisar”, o condutor continua a decidir. Se a resposta for “intervir”, o acelerador pode deixar de ser apenas uma ligação entre o pé e o motor — e passar a ser também uma fronteira entre liberdade, segurança e regulação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787758]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Guterres apela à contenção e à retoma urgente das negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:14:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou hoje aos Estados Unidos e ao Irão para exercerem "a máxima contenção" e retomarem urgentemente as negociações, perante a escalada militar no Golfo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou hoje aos Estados Unidos e ao Irão para exercerem &#8220;a máxima contenção&#8221; e retomarem urgentemente as negociações, perante a escalada militar no Golfo.</P><br />
<P>&#8220;O secretário-geral está profundamente preocupado com a forte escalada e a retoma dos confrontos militares no Golfo&#8221;, afirmou o porta-voz, Stéphane Dujarric, em comunicado.</P><br />
<P>A mesma fonte acrescenta que António Guterres &#8220;apela a todas as partes para que exerçam a máxima contenção&#8221; e &#8220;retomem urgentemente as negociações&#8221;.</P><br />
<P>O apelo surge numa altura em que os meios de comunicação iranianos noticiam novos ataques contra alvos militares na ilha iraniana de Qeshm, perto do Estreito de Ormuz, que terão causado um morto e dois feridos.</P><br />
<P>&#8220;Após o ataque do inimigo a Farur, em Bandar Lengeh, um funcionário da empresa nacional de telecomunicações morreu no exercício das suas funções e dois dos seus colegas ficaram feridos&#8221;, indicou a agência de notícias iraniana Irna, citada pela France-Presse, que refere como fonte o governador da ilha.</P><br />
<P>Não houve qualquer comentário imediato por parte das forças armadas dos EUA, que no início do dia de hoje afirmaram ter atacado cerca de 140 alvos no Irão, em resposta ao mais recente ataque iraniano a um navio comercial no Estreito, acrescenta a agência norte-americana de notícias Associated Press (AP).</P><br />
<P>A notícia de um morto e dois feridos surge depois de os Estados Unidos terem atacado o Irão nesta madrugada, em resposta a um ataque iraniano a um navio porta-contentores no Estreito de Ormuz, que provocou um incêndio e deixou um membro da tripulação desaparecido. </P><br />
<P>O Irão respondeu com ataques a países do Médio Oriente, incluindo o Bahrein, o Kuwait, o Qatar, a Jordânia e Omã &#8211; a nação do outro lado do estreito que Teerão tem pressionado a participar na gestão do tráfego na zona.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o abastecimento global de petróleo e gás natural e há muito considerado uma via navegável internacional, tornou-se o principal ponto de discórdia nas negociações, que parecem estar em risco de colapso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788310]]></sapo:autor>
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		<title>O “cemitério nuclear” no fundo do Atlântico que a Europa tenta agora mapear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estima-se que, na segunda metade do século XX, tenham sido lançados mais de 200 mil barris com material radioativo, colocados em contentores selados com betão ou cimento e afundados a mais de 4.000 metros de profundidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Durante décadas, vários países europeus despejaram resíduos radioativos nas profundezas do oceano Atlântico. Estima-se que, na segunda metade do século XX, tenham sido lançados mais de 200 mil barris com material radioativo, colocados em contentores selados com betão ou cimento e afundados a mais de 4.000 metros de profundidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na altura, esta foi uma das formas usadas para eliminar resíduos altamente perigosos. Hoje, a presença destes barris no fundo do mar levanta preocupações ambientais e científicas, sobretudo devido ao desgaste provocado pela corrosão e pela pressão da água ao longo de várias décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para avaliar a situação, foi lançada a operação NODSSUM, integrada no projeto PRIME RADIOCEAN e impulsionada pelo Centro Nacional de Investigação Científica de França. O objetivo é localizar os contentores, perceber em que estado se encontram e medir o impacto real que podem estar a causar nos ecossistemas marinhos.</p>
<p><strong>“Cemitério nuclear” fica a 600 quilómetros da costa francesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O depósito de resíduos radioativos encontra-se a cerca de 600 quilómetros da costa francesa, mas durante anos não se sabia com precisão onde estavam os barris. Só em 2025 começaram os trabalhos para cartografar as zonas onde poderiam estar localizados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para essa missão, os investigadores recorreram a sonares de alta resolução e ao UlyX, um veículo submarino autónomo da Frota Oceanográfica Francesa capaz de descer até aos 6.000 metros de profundidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com este equipamento, foi possível mapear e identificar milhares de barris no fundo do Atlântico. Numa fase posterior, foram usados submarinos tripulados e robôs controlados remotamente para observar diretamente a zona onde os contentores estão depositados.</p>
<p><strong>Fauna marinha transformou barris em recifes artificiais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a observação, os cientistas encontraram uma imagem inesperada. Em cima e à volta das estruturas metálicas, várias formas de vida marinha tinham-se instalado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Corais, esponjas e pequenos organismos cresceram sobre os antigos contentores radioativos, usando-os como se fossem recifes artificiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar desta adaptação da fauna marinha, a situação continua a ser vista como preocupante. Os barris apresentam sinais claros de desgaste depois de décadas submersos, sujeitos à corrosão e à pressão das águas profundas.</p>
<p><strong>Investigadores analisam água, sedimentos e fauna</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Parte da radioatividade poderá ter-se diluído naturalmente ao longo do tempo, mas os investigadores alertam que continua a existir risco de contaminação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para perceber a dimensão do problema, estão a ser recolhidas amostras de água, sedimentos e fauna. A análise permitirá avaliar como a radioatividade está a afetar o ambiente marinho e em que medida os resíduos continuam a representar perigo.</p>
<p>O trabalho está ainda numa primeira fase, mas é considerado um passo importante de responsabilidade ambiental. Mais do que localizar os barris, a missão procura compreender o impacto de uma prática que hoje seria impensável: transformar o fundo do oceano num depósito de resíduos radioativos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787700]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Embarcação sobrelotada com recorde de 128 migrantes atravessa Canal da Mancha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 17:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 200 migrantes chegaram sexta-feira à costa inglesa em três barcos, um dos quais com 128 pessoas a bordo, um recorde para uma única embarcação na perigosa travessia do Canal da Mancha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 200 migrantes chegaram sexta-feira à costa inglesa em três barcos, um dos quais com 128 pessoas a bordo, um recorde para uma única embarcação na perigosa travessia do Canal da Mancha.</P><br />
<P>Na sexta-feira, chegaram 225 migrantes a Inglaterra a bordo de três barcos, segundo dados do Ministério do Interior britânico citado pela agência de notícias Agence France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Numa das embarcações, viajavam 128 pessoas, segundo a BBC, que lembra que o recorde anterior era de 125 pessoas numa mesma embarcação, registado em setembro de 2025.</P><br />
<P>&#8220;As redes de traficantes de migrantes estão a correr mais riscos do que nunca, com o número de pessoas que amontoam em embarcações não navegáveis a aumentar de ano para ano&#8221;, afirmou um porta-voz do Ministério do Interior à AFP.</P><br />
<P>No entanto, o número de migrantes que chegou ao Reino Unido após atravessar o Canal da Mancha diminuiu 41% no primeiro semestre deste ano, em comparação com período homólogo de 2025, segundo dados do Ministério do Interior.</P><br />
<P>Desde janeiro, já chegaram por via marítima ao Reino Unido 12.439 pessoas.</P><br />
<P>O governo britânico assinou, em abril, um acordo de três anos com as autoridades francesas que prevê o pagamento de 771 milhões de euros (662 milhões de libras) para financiar patrulhas nas praias de onde partem estas embarcações improvisadas.</P><br />
<P>O governo trabalhista apresentou também, no início deste mês, no Parlamento, um projeto de lei para reformar o sistema de asilo e imigração, liderado pela ministra do Interior, Shabana Mahmood, que visa dissuadir a imigração e acelerar as expulsões.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788309]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Professores convocados para corrigir exames a três dias do final do processo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 17:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Professores sem trabalho atribuído foram convocados no final da tarde de sábado para corrigir exames nacionais, a três dias do prazo para concluir o processo de classificação, denunciou hoje a Missão Escola Pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Professores sem trabalho atribuído foram convocados no final da tarde de sábado para corrigir exames nacionais, a três dias do prazo para concluir o processo de classificação, denunciou hoje a Missão Escola Pública.</P><br />
<P>Segundo a porta-voz do movimento, Cristina Mota, vários professores foram informados pelos agrupamentos do Júri Nacional de Exames (JNE) no sábado, cerca das 18:00, de que iriam receber itens para classificar na plataforma eletrónica.</P><br />
<P>&#8220;Sei de um professor que estava convocado para Literatura Portuguesa e, entretanto, telefonaram-lhe a avisar que iria passar para Português. Ainda está a aguardar itens&#8221;, relatou Cristina Mota.</P><br />
<P>Na mensagem enviada à Missão Escola Pública, a que a Lusa teve acesso, o professor explica que, desde o início do processo de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, nunca chegou a receber provas de Literatura Portuguesa para corrigir.</P><br />
<P>Noutro caso, a informação de que teria de corrigir exames de Português do 12.º ano só chegou hoje de manhã, com cerca de 200 itens atribuídos.</P><br />
<P>&#8220;Esta é a situação mais grave&#8221;, sublinhou Cristina Mota, explicando que a professora em causa está a corrigir provas de Português do 9.º ano, com mais de 1.800 itens atribuídos.</P><br />
<P>Os casos foram partilhados pelos próprios em grupos de professores, mas, segundo a porta-voz, os docentes pedem para não ser identificados.</P><br />
<P>A três dias do prazo para concluir as classificações, que deverão estar finalizadas na terça-feira, Cristina Mota continua a manifestar preocupações quanto ao cumprimento dos prazos e ao rigor das avaliações, uma vez que muitos dos constrangimentos se mantêm.</P><br />
<P>Além das folhas de continuação ainda em falta, alguns professores receberam, durante o fim de semana, centenas de itens por classificar.</P><br />
<P>No caso do exame de Português do 12.º ano &#8211; aquele que Cristina Mota acredita ser o mais problemático &#8211; uma professora disse-lhe que só consegue classificar, em média, cerca de seis composições por dia, muito abaixo do necessário para conseguir concluir o trabalho com rigor.</P><br />
<P>Por outro lado, os classificadores aguardam ainda os critérios de avaliação definitivos, que só deverão ser publicados na segunda-feira, ao final da tarde, restando apenas o dia de terça-feira para rever o trabalho.</P><br />
<P>&#8220;E muitos professores nem sequer estão a conseguir aceder aos itens que já tinham classificado&#8221;, acrescenta Cristina Mota, alertando que, mesmo depois de concluído o processo, poderão continuar a surgir problemas.</P><br />
<P>Em particular, a MEP está preocupada com a forma como os exames serão unificados, uma vez que, depois de digitalizadas, as provas foram &#8220;partidas&#8221; entre os vários itens de resposta, depois distribuídas por diferentes classificadores.</P><br />
<P>&#8220;Se têm existido tantos problemas a fazer associar aos itens as respetivas folhas de continuação, até que ponto é que se vai conseguir juntar os itens referentes a um aluno para dar a classificação final?&#8221;, questiona, lembrando que após concluídas as classificações, no dia 14, as pautas deverão ser afixadas no dia 17.</P><br />
<P>Após ter denunciado, na sexta-feira, que supervisores estão a recomendar aos professores classificadores que recebem respostas incompletas que as classifiquem tal como estão, caso as folhas em falta não cheguem até ao fim do processo, a MEP refere que os docentes continuam a aguardar instruções oficiais do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e do JNE.</P><br />
<P>Num esclarecimento publicado no sábado, o EduQA refere que &#8220;implementou um sistema de reporte de eventuais desconformidades dos itens (botão &#8220;Reportar&#8221;), permitindo aos professores classificadores a sua sinalização centralmente&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, não esclarece como deverão proceder os docentes se ainda tiverem folhas de continuação em falta no final do processo, uma vez que os professores só conseguirão dar o trabalho como concluído se todos os itens tiverem uma classificação atribuída.</P><br />
<P>A Lusa questionou o Ministério da Educação, Ciência e Inovação sobre as situações relatadas hoje pela MEP, sem resposta até ao momento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788308]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estacionar “virado ao contrário” parece inofensivo, mas pode custar até 150 euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estacionar-virado-ao-contrario-parece-inofensivo-mas-pode-custar-ate-150-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 17:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontrar lugar para estacionar pode ser uma pequena prova de paciência... mas cuidado para não apanhar uma multa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar lugar para estacionar pode ser uma pequena prova de paciência. E, quando finalmente aparece uma vaga do outro lado da rua, há quem não pense duas vezes: atravessa a via e deixa o carro estacionado no sentido contrário ao da marcha. Parece um detalhe sem importância, mas pode dar multa.</p>
<p>Segundo explica o <a href="https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/conduzir-em-seguranca/estacionar-em-sentido-contrario-da-multa" target="_blank" rel="noopener">ACP</a>, o estacionamento está regulado pelo Código da Estrada e deve cumprir regras pensadas para garantir a segurança rodoviária. Há infrações mais conhecidas, como estacionar em cima de passadeiras, em passeios, em lugares reservados a pessoas com deficiência ou demasiado perto de cruzamentos, rotundas, curvas, entroncamentos e lombas de visibilidade reduzida.</p>
<p>Mas há outra regra que muitos condutores ignoram: o carro deve ser estacionado no sentido da marcha. Ou seja, não basta caber no lugar. A viatura deve ficar alinhada com o sentido de circulação da via onde se encontra.</p>
<p>O artigo 48.º do Código da Estrada estabelece que, dentro das localidades, a paragem e o estacionamento devem ser feitos nos locais destinados a esse efeito ou, quando ocorrem na faixa de rodagem, o mais próximo possível do limite direito, paralelamente a este e no sentido da marcha. Fora das localidades, a regra também aponta para o estacionamento fora da faixa de rodagem ou, em caso de paragem, o mais junto possível ao limite direito e no sentido da marcha.</p>
<p>Quem estacionar em sentido contrário pode ser punido com uma coima entre 30 e 150 euros. A infração pode parecer menor, sobretudo quando há pouco trânsito ou o carro fica bem encostado, mas a regra existe por razões de segurança.</p>
<p>Uma das explicações está nos refletores dos automóveis. Estes elementos obrigatórios estão colocados na traseira do veículo para refletirem a luz dos faróis dos carros que se aproximam, ajudando a assinalar a presença da viatura na via pública. Se o carro estiver virado ao contrário, essa sinalização fica comprometida e pode aumentar o risco de acidente.</p>
<p>Também as luzes dianteiras podem causar confusão se o veículo estiver estacionado em sentido contrário. Em certas condições, podem criar uma leitura errada da posição ou orientação do carro para outros condutores, sobretudo à noite ou em zonas com pouca iluminação.</p>
<p>Além de respeitar o sentido da marcha, há cuidados simples que ajudam a evitar multas e manobras arriscadas. Antes de estacionar, deve confirmar se o espaço é suficiente para o veículo, assinalar a manobra com os piscas e verificar se não condiciona a passagem de peões, outros automóveis ou acessos.</p>
<p>No estacionamento em paralelo, o mais comum em ruas urbanas, o ideal é alinhar o carro com a viatura que está à frente do lugar, iniciar a marcha-atrás devagar e corrigir a direção com atenção aos espelhos e às distâncias em relação aos carros da frente e de trás.</p>
<p>No estacionamento em espinha, geralmente mais simples, o condutor deve afastar ligeiramente o veículo antes de entrar no lugar, verificar se não há trânsito a aproximar-se e centrar a viatura de forma a deixar espaço suficiente para abrir as portas.</p>
<p>Já no estacionamento perpendicular, frequente em parques públicos, a manobra pode ser feita de frente ou de marcha-atrás. Esta última costuma facilitar a saída, mas exige atenção aos espelhos, às referências laterais e à distância em relação aos veículos estacionados ao lado.</p>
<p>A regra essencial é simples: encontrar um lugar não chega. É preciso estacionar no sítio certo, da forma certa e no sentido certo. Caso contrário, aquele lugar que parecia perfeito pode acabar por custar até 150 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787185]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O cão pode entrar? A pergunta que começa a pesar na escolha de emprego</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-cao-pode-entrar-a-pergunta-que-comeca-a-pesar-na-escolha-de-emprego/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 17:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos trabalhadores admite mudar de empresa se puder levar o animal de estimação para o escritório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Reino Unido destaca-se como um dos mercados de trabalho mais abertos à presença de animais de estimação nos escritórios. Uma análise da plataforma de carreiras Flexa a ofertas de emprego online concluiu que 64% das vagas no mercado britânico referem que os cães são permitidos no local de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tendência surge num contexto em que os benefícios de levar animais para o escritório ganham atenção. Segundo o estudo “Dogs in the Workplace: A Review of the Benefits and Potential Challenges”, a presença de cães no trabalho pode ajudar a reduzir o stress e a ansiedade, favorecer a interação social e até contribuir para melhorias nas capacidades cognitivas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois do Reino Unido, a Alemanha é o país europeu com maior peso de ofertas de emprego que indicam aceitar cães no local de trabalho. Quase metade dos anúncios analisados no mercado alemão, 45%, refere que os animais são permitidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Estados Unidos surgem em terceiro lugar, com 42%, seguindo-se a Austrália, com 32%. Entre os países europeus, França e Países Baixos registam ambos 28%, enquanto Espanha aparece com 27%. A Irlanda fica no fim da lista, com apenas 17% das ofertas a indicarem abertura à presença de cães.</p>
<p><strong>Mais de metade dos trabalhadores ponderaria mudar de emprego</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As políticas internas sobre animais de estimação podem ter impacto na capacidade das empresas para atrair talento. O relatório Workplace 2026 da Mars, que inquiriu 16.000 trabalhadores, concluiu que mais de metade dos participantes consideraria mudar de emprego para uma empresa que permitisse levar animais para o local de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os trabalhadores mais disponíveis para mudar de emprego por essa razão são os romenos, com 65%, seguidos de gregos e suíços, ambos com 64%, e húngaros, com 63%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em sentido contrário, franceses, belgas e espanhóis estão entre os menos influenciados por esta política. Em cada um destes países, 49% dos trabalhadores afirmam que a possibilidade de levar animais para o escritório poderia pesar na decisão de mudar de emprego.</p>
<p><strong>Empresas têm de equilibrar benefícios e riscos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do interesse crescente, tornar um local de trabalho amigo dos animais exige cautelas. As empresas têm de considerar situações como alergias, medo de cães entre colaboradores ou riscos de danos em bens pessoais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presença de animais pode também implicar seguros específicos ou custos adicionais para permitir a entrada de cães e gatos nas instalações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para reduzir problemas, o estudo recomenda a criação de zonas claramente identificadas para espaços “com animais” e “sem animais”. Também sugere a existência de áreas exteriores para necessidades, pontos de água e espaços verdes ao ar livre.</p>
<p class="isSelectedEnd">Antes de avançar com este tipo de política, as empresas devem ainda realizar verificações de segurança, eliminando riscos como cabos soltos ou plantas tóxicas no escritório.</p>
<p><strong>“Currículos caninos” e novos benefícios para trabalhadores</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das propostas mais curiosas apresentadas no relatório da Mars é a criação de “currículos caninos”. A ideia passa por apresentar os animais que frequentam o local de trabalho, incluindo informações sobre a sua personalidade, preferências e comportamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as políticas amigas dos animais mais valorizadas pelos trabalhadores estão os horários flexíveis, referidos por 62% dos inquiridos, e a inclusão de seguros de saúde animal nos benefícios, apontada por 59%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também surgem como medidas apreciadas o apoio financeiro para cuidados aos animais durante viagens de trabalho, com 58%, os serviços de cuidados no próprio local, com 56%, e a licença remunerada para cuidar de um animal novo ou doente, com 55%.</p>
<p>A tendência mostra que, para muitos profissionais, o bem-estar no trabalho já não se limita à flexibilidade horária ou ao salário. A possibilidade de integrar os animais de estimação na rotina laboral começa a ganhar peso nas expectativas dos trabalhadores e nas políticas de atração de talento.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787453]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Israel marca eleições legislativas para 27 de outubro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/israel-marca-eleicoes-legislativas-para-27-de-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 16:58:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As próximas eleições legislativas israelitas, as primeiras desde o ataque inédito do islamista palestiniano Hamas, a 7 de outubro de 2023, realizar-se-ão em 27 de outubro, anunciou hoje a conselheira jurídica do Parlamento, Sagit Afik.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As próximas eleições legislativas israelitas, as primeiras desde o ataque inédito do islamista palestiniano Hamas, a 7 de outubro de 2023, realizar-se-ão em 27 de outubro, anunciou hoje a conselheira jurídica do Parlamento, Sagit Afik.</P><br />
<P>&#8220;Uma vez que a atual legislatura deverá cumprir o seu mandato até ao fim e que as eleições já estão fixadas por lei para 27 de outubro, sem que se preveja encurtar o mandato da Knesset, não é necessário aprovar uma &#8216;lei de dissolução&#8217; da Knesset&#8217;, explicou Afik num comunicado citado pelas agências internacionais.</P><br />
<P>As eleições de outubro são amplamente consideradas como um referendo à liderança do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e surgem na sequência da conclusão do mandato completo de quatro anos, que termina na próxima semana.</P><br />
<P>Se o calendário for cumprido, estas serão as primeiras eleições convocadas na data estabelecida por lei em Israel em cerca de 40 anos e as primeiras em que um Governo completa o seu mandato em mais de meio século, depois de, no mês passado, a oposição ter fracassado na sua tentativa de promover eleições antecipadas através da dissolução da &#8216;Knesset&#8217;, o parlamento israelita.</P><br />
<P>A iniciativa foi então rejeitada por 61 votos contra 53, depois de os partidos ultraortodoxos Shas e Judaísmo Unido da Torá, parceiros da coligação do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, terem retirado o seu apoio após terem chegado a um acordo preliminar com o Governo sobre a controversa lei do serviço militar para os ultraortodoxos.</P><br />
<P>Em junho de 2024, o Supremo Tribunal de Israel determinou que o Exército deveria começar a recrutar judeus ultraortodoxos após o termo da disposição temporária que lhes permitia ficar isentos do serviço militar obrigatório. </P><br />
<P>A decisão levou o Governo a apresentar um projeto de lei para preservar grande parte dessas isenções, embora preveja a incorporação de uma parte desta comunidade ao serviço militar.</P><br />
<P>A questão do serviço militar dos ultraortodoxos tornou-se um dos principais focos de tensão política em Israel, especialmente desde o início da guerra na Faixa de Gaza, que aumentou as necessidades de efetivos do Exército e obrigou a alargar o serviço obrigatório e a mobilizar dezenas de milhares de reservistas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788307]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: &#8220;Declarações xenófobas&#8221; de Rajoy sobre seleção francesa contestadas em Espanha e França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 16:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os governos espanhol e francês classificaram hoje como racistas e xenófobas as declarações do ex-chefe do Governo espanhol Mariano Rajoy sobre a seleção francesa de futebol, que disse ser uma equipa boa, mas "sem franceses".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os governos espanhol e francês classificaram hoje como racistas e xenófobas as declarações do ex-chefe do Governo espanhol Mariano Rajoy sobre a seleção francesa de futebol, que disse ser uma equipa boa, mas &#8220;sem franceses&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está uma coluna de opinião escrita pelo ex-Presidente do Governo espanhol (PP, direita) entre 2011 e 2018, em que classifica a equipa francesa presente no Mundial2026, que defrontará a espanhola nas meias-finais na terça-feira, como &#8220;um coletivo de muito alto nível, sim, sem franceses&#8221;.</P><br />
<P>A embaixada de França em Madrid recordou que &#8220;todos os jogadores da seleção francesa são franceses&#8221; e que, &#8220;dos 26 jogadores, 23 nasceram em França&#8221; e os que não nasceram &#8220;são igualmente franceses&#8221;.</P><br />
<P>Também o atual chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez (PSOE, esquerda), apelidou as palavras do seu antecessor como &#8220;declarações xenófobas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há quem ainda meça a pertença pelo nome da família, pelo lugar de nascimento e pela cor da pele. Outros medem-na pelo apego a um país e pela vontade de contribuir para ele. Jogando futebol. Cuidando dos nossos idosos. Abrindo negócios&#8221;, disse hoje o líder espanhol na rede social X, numa publicação em resposta às declarações de Rajoy.</P><br />
<P>Para Pedro Sánchez, a Espanha &#8220;é de quem a ama e a trabalha&#8221; e não &#8220;de quem a envergonha com declarações xenófobas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;França, vemo-nos nas meias-finais. Que ganhe o melhor e que perca o racismo&#8221;, conclui a mensagem do chefe do executivo de Madrid.</P><br />
<P>Também o ministro dos Transportes, Óscar Puente, apelidou Rajoy de &#8220;racista&#8221; e &#8220;idiota pós-franquista corrupto&#8221;.</P><br />
<P>Já em França, coube ao ministro do Interior, Laurent Nuñez, classificar as declarações de Rajoy como &#8220;absolutamente inaceitáveis&#8221; numa entrevista à BFM TV.</P><br />
<P>&#8220;Se essa declaração for verdadeira, é absolutamente inaceitável. Não reflete, em absoluto, o que é a França&#8221;, apontou o ministro.</P><br />
<P>O responsável francês disse que a &#8220;França é um país diverso em que toda a gente se pode desenvolver&#8221; e considerou que &#8220;há uma França, simplesmente, que é uma República em que toda a gente pode encontrar o seu lugar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Creio que nos distanciamos disso quando acontecem declarações destas. Não damos uma imagem de esperança a muitos jovens que vivem nos bairros e que são cidadãos da República&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Também a ministra responsável pela Igualdade de Género, Aurore Bergé, falou em &#8220;repetidos deslizes racistas&#8221; e &#8220;intoleráveis&#8221;, e a Ministra dos Territórios Ultramarinos, Naima Moutchou, pediu à Federação Francesa de Futebol que tomasse &#8220;todas as medidas legais adequadas&#8221; relativamente às declarações do ex-presidente do Governo espanhol.</P><br />
<P>Já o líder do PS francês, Olivier Faure, respondeu a Rajoy dizendo que &#8220;a equipa francesa só tem franceses&#8221; e o país &#8220;não é uma nação étnica, não tem cor de pele nem religião&#8221;, sendo &#8220;uma nação política unida em torno do lema republicano&#8221;, para &#8220;grande desgosto da direita racista&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ontem, uma senadora do Paraguai, agora um ex-primeiro-ministro de Espanha: não conseguem evitar expressar um racismo flagrante numa tentativa de irritar a nossa maravilhosa equipa francesa&#8221;, disse também o líder do Partido Comunista Francês, Fabien Roussel.</P><br />
<P>A senadora paraguaia Celeste Amarilla foi acusada de racismo após ter chamado o jogador francês Kylian Mbappé de &#8220;camaronês colonizado&#8221; após a derrota do Paraguai por 1-0 frente à França.</P><br />
<P>Na rede social X, a política escreveu: &#8220;O bruto nem sequer aprendeu a escrever, em vez do leite materno chupava cocos e o mais instruído que ouviu eram chimpanzés&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788306]]></sapo:autor>
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		<title>Autarca faz balanço positivo de circuito automóvel que projecta Vila Real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 16:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara de Vila Real fez um balanço "extremamente positivo" do Circuito Internacional que termina hoje, depois de três dias de corridas automóveis que atraem visitantes, proporcionam negócio, projetam e valorizam a região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Câmara de Vila Real fez um balanço &#8220;extremamente positivo&#8221; do Circuito Internacional que termina hoje, depois de três dias de corridas automóveis que atraem visitantes, proporcionam negócio, projetam e valorizam a região.</P><br />
<P>A 55.º edição do Circuito Internacional de Vila Real, que transforma ruas da cidade numa pista de automobilismo, começou na sexta-feira e termina hoje. </P><br />
<P>&#8220;É um balanço extremamente positivo&#8221;, afirmou o presidente da autarquia, Alexandre Favaios, que falava à agência Lusa a poucas horas de terminar mais uma edição do circuito que traz provas internacionais à cidade, através do TCR World Tour, que substituiu a Taça do Mundo de Carros de Turismo. </P><br />
<P>A edição 2026 atraiu cerca de 150 pilotos, que participaram em 12 provas de seis categorias em que, para além do TCR, se destacam ainda os Campeonato de Portugal de Velocidade e o Campeonato de Portugal de Clássicos.</P><br />
<P>De ano para ano, segundo o presidente, vai-se batendo o recorde de participantes, o que exige também um maior esforço na logística e na articulação dos interesses dos participantes.</P><br />
<P>&#8220;Existem aspetos que não se medem apenas em número de pilotos, em número de espetadores e em impacto económico direto, mede-se muito também naquilo que é a projeção e a valorização do território&#8221;, salientou Alexandre Favaios.</P><br />
<P>O presidente realçou que o evento ajuda a projetar Vila Real a nível nacional e internacional, o que se traduz também em &#8220;mais atração e posicionamento estratégico&#8221; da cidade do interior do país.</P><br />
<P>Questionado sobre a moldura humana que envolveu a pista, Alexandre Favaios disse que, na sexta-feira, esteve um pouco abaixo das expectativas face ao ano anterior, mas que o sábado &#8220;foi nitidamente acima&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos muito mais gente à volta do circuito, tivemos muito mais gente nas diversas bancadas. (&#8230;) Estou convencido de que o número que normalmente apontamos para este fim de semana, que são cerca de 200 mil espetadores, será perfeitamente atingido ou, com o dia de hoje, até ultrapassado&#8221;, salientou.</P><br />
<P>A descida das temperaturas, sentida hoje, ajudou também a uma maior concentração de pessoas junto ao traçado de 4,6 quilómetros e 24 curvas.</P><br />
<P>E estes são, segundo Alexandre Favaios, &#8220;4,6 quilómetros de festa&#8221;, já que os espetadores se vão espalhando pela pista, em bancadas improvisadas em andaimes, em muros, em varandas e jardins e onde até o atrelado de um autocarro serve de bancada e, em todos estes locais, há comida e bebida.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas sentem exatamente isso, sentem o circuito como seu, sentem o circuito como uma festa, de alguma forma como a identidade de Vila Real&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Alexandre Favaios realçou que o circuito é desporto, mas é também turismo, animação e economia, com impacto direto nos cafés, restaurantes hotéis e alojamentos turísticos do concelho e dos municípios vizinhos.</P><br />
<P>&#8220;O pretexto são as corridas, mas depois é tudo o que vem atrás, a gastronomia, os vinhos, os concertos&#8221;, frisou.</P><br />
<P>No centro da cidade atuaram David Fonseca e os The Gift, bem como os DJ Kiss Kiss Bang Bang e Cura e decorreu ainda a mostra de vinhos e gastronomia Wine &amp; Food Circuit, promovido pelo Regia Douro Park.</P><br />
<P>&#8220;Vale a pena investir no circuito, não apenas pelo impacto direto, mas pela projeção da identidade de Vila Real&#8221;, afirmou o autarca, que sublinhou que já se está a trabalhar e a discutir as datas da edição 2027, lembrando que são condicionadas pelo calendário do TCR, mas que se procura também ir ao encontro dos interesses da cidade. </P><br />
<P>O principal objetivo &#8220;é consolidar este modelo&#8221;, em que se conjugam provas internacionais e os campeonatos nacionais. </P><br />
<P>As corridas automóveis tiveram a sua primeira prova de automobilismo em 1931 e, depois de anos de interregno, foram retomadas em 2014 pela Câmara de Vila Real.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788305]]></sapo:autor>
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		<title>Mini-satélites podem vir a “farejar” armas nucleares secretas em órbita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 16:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pequenos satélites poderão vir a ser usados para detetar armas nucleares colocadas secretamente em órbita, num novo sistema de monitorização pensado para responder aos receios crescentes sobre a militarização do espaço.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Pequenos satélites poderão vir a ser usados para detetar armas nucleares colocadas secretamente em órbita, num novo sistema de monitorização pensado para responder aos receios crescentes sobre a militarização do espaço.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta parte de Areg Danagoulian, professor associado de ciência e engenharia nuclear no Massachusetts Institute of Technology, e surge num contexto de maior competição entre potências espaciais e de crescente dependência das órbitas terrestres para serviços essenciais como comunicações e navegação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é criar uma forma de verificar se algum satélite transporta armas nucleares, algo proibido pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado pelas principais nações com capacidade espacial.</p>
<p><strong>Como funcionaria o sistema de deteção</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O satélite de vigilância proposto teria menos de 100 quilos e poderia ser construído com equipamento disponível comercialmente. Conhecido como CubeSat, o aparelho procuraria sinais específicos emitidos por partículas subatómicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o investigador, a deteção seria feita através de neutrões libertados pela interação entre o urânio de um dispositivo nuclear e protões presos no campo magnético da Terra. Essas emissões poderiam indicar que uma nave ou satélite transporta armamento nuclear em violação do direito internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o estudo publicado na revista ‘Nature’, o CubeSat teria de realizar medições durante cerca de uma semana, a uma distância aproximada de quatro quilómetros do satélite suspeito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Danagoulian considera que o método seria politicamente viável por ser “fundamentalmente passivo”. Ou seja, não implicaria submeter o satélite analisado a raios X nem irradiá-lo.</p>
<p><strong>Falta de verificação aumenta risco de crise</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para o autor da proposta, um mecanismo de vigilância deste tipo poderia servir como elemento dissuasor, tanto contra a colocação de armas nucleares em órbita como contra a escalada de crises entre países que desconfiam mutuamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">“À medida que os lançamentos se intensificam e o espaço fica mais povoado, a ambiguidade torna-se perigosa”, afirmou Danagoulian. Segundo o investigador, se um Estado suspeitar que outro colocou uma arma nuclear em órbita, a inexistência de um mecanismo de verificação torna mais difícil gerir a crise.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cientista defende ainda que, se um ator de má-fé souber que a tentativa poderá ser descoberta através de inspeção, terá mais motivos para concluir que o risco não compensa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta ganha relevância porque, apesar da proibição prevista no Tratado do Espaço Exterior, não existe atualmente um mecanismo técnico que permita garantir o cumprimento dessas regras.</p>
<p><strong>Receios aumentaram com alegações sobre a Rússia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As preocupações com possíveis violações do tratado cresceram depois de informações dos serviços de inteligência dos Estados Unidos indicarem que a Rússia estaria a desenvolver uma arma nuclear antissatélite baseada no espaço.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que Moscovo é “categoricamente contra” a colocação de armas nucleares no espaço. No entanto, acrescentou que a Rússia teria de refletir sobre o conceito de “estabilidade estratégica” caso o Ocidente tentasse impor-lhe uma derrota estratégica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Danagoulian afirmou ter partilhado o estudo com vários colegas de laboratórios nacionais e instituições de investigação na área da defesa, tendo recebido, em geral, forte incentivo para continuar o trabalho. Ao mesmo tempo, disse ter sido informado de que há investigação interna relevante em áreas classificadas, mas que os detalhes não podem ser partilhados devido aos elevados níveis de segredo.</p>
<p><strong>O precedente do teste Starfish Prime</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Tratado do Espaço Exterior surgiu depois do teste nuclear americano Starfish Prime, realizado em 1962, que demonstrou o potencial destrutivo de explosões nucleares fora da Terra.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ensaio foi realizado a cerca de 400 quilómetros acima do oceano Pacífico e danificou ou destruiu aproximadamente um terço dos satélites então em órbita baixa terrestre.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pulso eletromagnético gerado pela explosão chegou à superfície da Terra e provocou perturbações em sistemas telefónicos e elétricos, incluindo falhas na iluminação pública no Havai.</p>
<p><strong>Método ainda precisa de testes e melhorias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Angela Di Fulvio, professora associada na Universidade do Illinois em Urbana-Champaign, considera que o método proposto poderá tornar-se útil depois de novos aperfeiçoamentos e testes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigadora assinala que a tecnologia precisaria de refinamentos e de provas de funcionamento em condições menos idealizadas. Entre os desafios estão a possibilidade de existirem outros sinais de neutrões não associados a armas nucleares ou de satélites suspeitos tentarem evitar a deteção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Di Fulvio acrescenta que esta abordagem de verificação poderá complementar outras estratégias de proteção de satélites, como manobras defensivas ou tecnologias antijamming, destinadas a reduzir o impacto de ataques.</p>
<p>A vantagem da verificação, segundo a especialista, é atuar noutro ponto do problema: aumentar a probabilidade de identificar um satélite com capacidade proibida antes de ser usado, reduzindo o valor estratégico de colocar secretamente esse tipo de sistema em órbita.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787268]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>SÍNTESE: Livre/Congresso: Partido quer &#8220;refundar a esquerda&#8221; e já vê como inevitável uma chegada ao poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 15:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Livre propõe-se a "refundar a esquerda", num contexto político dominado pela direita, e até já vê como inevitável uma chegada ao poder no próximo ciclo eleitoral, ao mesmo tempo que ainda aprende a crescer internamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Livre propõe-se a &#8220;refundar a esquerda&#8221;, num contexto político dominado pela direita, e até já vê como inevitável uma chegada ao poder no próximo ciclo eleitoral, ao mesmo tempo que ainda aprende a crescer internamente.</P><br />
<P>&#8220;Ouvimos muitas pessoas a clamar por uma refundação da esquerda, que pedem à esquerda que pense no que tem que fazer para conseguir singrar. Ora bem, está aqui a refundação da esquerda&#8221;, proclamou Isabel Mendes Lopes, no arranque dos trabalhos do 17.º Congresso do Livre que decorreu este fim de semana no Hockey Club de Sintra, em Lisboa. </P><br />
<P>A mensagem que o partido quis passar nesta reunião magna foi clara: assume-se como &#8220;o futuro da esquerda&#8221;, &#8220;veio para ficar&#8221; e até já sonha em governar, considerando que esse cenário é mesmo &#8220;inevitável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É inevitável que o Livre chegue ao poder. Queremos ser poder, não ser por ser, mas para mudar a vida das pessoas&#8221;, antecipou Jorge Pinto, logo na sua primeira intervenção perante os cerca de 300 congressistas presentes na reunião magna, às quais se juntaram mais duzentas participações online.</P><br />
<P>No encerramento, já depois de ter sido eleito porta-voz numa lista que conquistou uma larga maioria na direção, com 67,9% dos votos e 11 de 15 lugares, Jorge Pinto concretizou este objetivo: o Livre deverá chegar ao poder &#8220;no próximo ciclo eleitoral&#8221;, ou seja, se tudo correr como previsto, em 2029.</P><br />
<P>Os dois novos porta-vozes quiseram ainda pressionar o PS, um dos principais aliados do partido quer no parlamento, quer em coligações autárquicas. No primeiro dia, Jorge Pinto acusou os socialistas de &#8220;passarem cheques em branco&#8221; ao Governo PSD/CDS-PP no que toca à aprovação do Orçamento do Estado e no encerramento, com dirigentes do PS na plateia, foi a vez de Isabel Mendes Lopes desafiar os socialistas a travar uma revisão constitucional à direita, ameaçando chumbar o próximo Orçamento, de forma a forçar um recuo dos sociais-democratas.</P><br />
<P>Apesar destes reparos, o tom crítico do congresso foi sobretudo dirigido ao Governo PSD/CDS-PP e à extrema-direita, com a revisão constitucional prevista para o final do ano a ser um dos principais temas das intervenções.</P><br />
<P>O partido chegou a Sintra embalado por um ciclo de dois anos marcado por várias conquistas eleitorais, que se traduziram no reforço da sua presença na Assembleia da República, elegendo seis deputados, mas também a nível local, com várias dezenas de autarcas eleitos, e com o número de membros e apoiantes a duplicar, chegando a cerca de cinco mil.</P><br />
<P>A saída de Rui Tavares do cargo de porta-voz, depois de quatro anos em que foi a principal figura mediática do partido, já fazia antever uma reunião magna de mudança de ciclo, apesar de ser expectável que o dirigente, que se mantém na direção, continue envolvido nas decisões do núcleo duro do partido.</P><br />
<P>Isabel Mendes Lopes alertou para a necessidade de cimentar o crescimento conquistado, avisando que o Livre não pode &#8220;correr o risco de se fechar&#8221; nos seus próprios processos nos próximos dois anos.</P><br />
<P>Sem divergências ideológicas ou programáticas, o tom do congresso foi maioritariamente sereno, com os membros e apoiantes a manifestar apenas discordâncias na gestão de processos internos, num claro sintoma de um partido em crescimento. </P><br />
<P>Uma das principais dificuldades abordadas na reunião foi o crescimento do partido a nível local, com diversas moções específicas a pedir maior autonomia e articulação dos núcleos territoriais, muitos ainda recentes.</P><br />
<P>A rede de autarcas foi ainda outro dos temas &#8220;quentes&#8221; do congresso, depois de o seu funcionamento ter sido criticado por um membro durante os trabalhos de sábado. Esta crítica foi logo rejeitada por alguns dirigentes do núcleo duro, que defenderam que a rede ainda está a ser desenvolvida.</P><br />
<P>Foi também abordada a necessidade de rever os estatutos, que não são alterados de forma significativa desde a fundação do partido, em 2014. O facto de não estarem previstas eleições nos próximos dois anos foi um facto realçado por vários dirigentes como uma oportunidade para atualizar o funcionamento do partido e melhorar a sua organização interna, preparando-o para um ciclo que o Livre sonha ser de maiores responsabilidades.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788304]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tour: Mathieu van der Poel bateu companheiros de fuga para vencer na 113.ª edição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 15:39:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclista neerlandês Mathieu van der Poel (Alpecin-Premier Tech) impôs-se hoje aos companheiros de fuga na nona etapa da Volta a França, com Tadej Pogacar (UAE Emirates) a conservar a amarela antes do primeiro dia de descanso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista neerlandês Mathieu van der Poel (Alpecin-Premier Tech) impôs-se hoje aos companheiros de fuga na nona etapa da Volta a França, com Tadej Pogacar (UAE Emirates) a conservar a amarela antes do primeiro dia de descanso.</P><br />
<P>&#8216;MVDP&#8217;, de 31 anos, somou a terceira vitória em etapas no Tour, ao ser o mais forte no final dos 154,6 quilómetros entre Malemort e Ussel, diante do norueguês Tobias Halland Johannessen (Uno-X) e do britânico Thomas Pidcock (Pinarello-Q36.5), que integraram a fuga do dia e acabaram com as mesmas 3:27.51 horas do &#8216;estelar&#8217; neerlandês.</P><br />
<P>O esloveno Tadej Pogacar, que chegou integrado no pelotão a seis segundos do vencedor, vai cumprir o primeiro de dois dias de descanso deste Tour, na segunda-feira, com 2.42 minutos de vantagem sobre o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike) e 3.27 sobre o seu jovem companheiro mexicano Isaac del Toro. </P><br />
<P>O pelotão regressa à estrada na terça-feira para cumprir os 166,6 quilómetros entre Aurillac e Le Lioran, que incluem sete contagens de montanha, duas das quais de primeira categoria instaladas já nos derradeiros 35 quilómetros na 10.ª etapa.</P></p>
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