Os bombeiros polacos têm verificado as condições dos abrigos antiaéreos do país e realizado um inventário, segundo revelou Maciej Wasik, vice-ministro do Interior do país.
“Temos 62 mil instalações deste tipo em todo o país”, frisou o responsável à emissora ‘Polsat News’. “Os bombeiros têm verificado as suas condições, se estão equipados e se estão aptos para uso. Caso contrário, tomaremos medidas para os adaptar.”
O membro do Governo polaco garantiu, no entanto, que o país não está sob ameaça mas apenas a preparar-se para o pior cenário. “Estas são atividades de rotina. Esta era uma ação planeada há algum tempo”, reconheceu, confirmando que o país está a preparar-se para “os piores cenários”, mesmo que haja uma “pequena probabilidade de que estes ocorram.”
A Polónia, como membro da NATO, garantiu aos cidadãos que o seu lugar na aliança atlântica garante a sua segurança contra ataques russos mas os eventos na vizinha Ucrânia trouxeram à tona a necessidade de estar preparado para um possível ataque com mísseis.
Em setembro último, as autoridades polacas decidiram distribuir comprimidos de iodo aos bombeiros locais para proteção contra uma possível exposição à radioatividade na sequência dos bombardeamentos perto da central nuclear de Zaporizhia, na Ucrânia.








