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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 11:12:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O que os seus dados de identidade revelam sobre risco, acessos e controlo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Derek Gordon, Vice-Presidente Global de Gestão de Identidades e Acessos da NCC Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Derek Gordon, Vice-Presidente Global de Gestão de Identidades e Acessos da NCC Group</strong></em></p>
<p>A identidade tornou-se o caminho de menor resistência nos ciberataques modernos. As evidências dos maiores incidentes de segurança mostram que as credenciais roubadas ou utilizadas de forma abusiva são cada vez mais o método preferencial para comprometer organizações.</p>
<p>Para muitas, o principal desafio da Gestão de Identidades e Acessos (IAM – <em>Identity and Access Management</em>) passa por manter o risco associado aos acessos sob controlo num contexto de constante mudança. Novos serviços cloud, agentes de IA, fornecedores, aquisições de empresas e alterações frequentes de funções criam continuamente novas contas, mais privilégios e um número crescente de exceções. Com o tempo, os acessos acumulam-se mais rapidamente do que são removidos, a responsabilidade sobre esses acessos torna-se difusa e permissões &#8220;temporárias&#8221; acabam por se tornar permanentes. O resultado é um maior número de oportunidades para os atacantes se esconderem, caso os acessos não sejam monitorizados e revistos de forma contínua.</p>
<p>O problema não é apenas a complexidade, mas sobretudo a falta de visibilidade e de responsabilização. Os acessos concedidos a terceiros ao longo da cadeia de fornecimento são cada vez mais difíceis de monitorizar e governar, numa altura em que as exigências regulatórias, auditabilidade e responsabilização continuam a aumentar. Ao mesmo tempo, as credenciais de utilizadores internos e de contas de serviço são frequentemente expostas e comercializadas na Internet, embora esta exposição raramente seja considerada nas decisões quotidianas de gestão do risco de identidade.</p>
<p>Estas lacunas são particularmente relevantes porque refletem a forma como os ciberataques atuais evoluem. Incidentes recentes relacionados com cadeias de fornecimento e campanhas atribuídas a grupos como o Scattered Spider demonstraram a rapidez com que os atacantes conseguem movimentar-se quando os controlos de identidade falham. Acessos excessivos, herdados ou sem um responsável identificado de forma clara oferecem exatamente aquilo de que os atacantes necessitam para se misturarem com a atividade legítima, elevarem privilégios e alcançarem sistemas críticos sem levantar suspeitas. Em vários destes casos, organizações com programas de cibersegurança considerados maduros foram comprometidas não através de técnicas inovadoras, mas sim devido a fragilidades de identidade há muito conhecidas e facilmente evitáveis.</p>
<p><strong>Quando o risco de identidade está escondido à vista de todos</strong></p>
<p>Independentemente do setor de atividade, observamos o mesmo padrão. As organizações investem em soluções e programas de IAM, esperando reduzir riscos e reforçar o controlo. Contudo, a tecnologia, por si só, não resolve problemas de qualidade dos dados nem corrige processos deficientes.</p>
<p>Quando os processos de entrada, mobilidade interna e saída de colaboradores deixam de funcionar corretamente, os atacantes aproveitam essas falhas. As contas permanecem ativas depois de um colaborador mudar de função ou abandonar a organização. Contas privilegiadas e contas de serviço deixam de ter um responsável claramente identificado. Os acessos mantêm-se sem que alguém confirme se continuam a ser necessários ou sequer se aperceba da sua existência. Mesmo as melhores plataformas de IAM têm dificuldade em compensar estas falhas, criando uma superfície de ataque que escapa ao controlo da organização.</p>
<p>Para os atacantes, estas identidades não geridas representam a verdadeira &#8220;matéria negra&#8221; da identidade: risco oculto, difícil de detetar e extremamente fácil de explorar. Contas inativas ou órfãs constituem pontos de entrada discretos, enquanto credenciais antigas associadas a ex-colaboradores ou fornecedores externos podem continuar válidas muito depois de já não serem necessárias. Direitos de acesso temporários tornam-se permanentes por simples negligência, criando percursos inesperados para a escalada de privilégios. Quando estas situações se conjugam com palavras-passe fracas, revisões incompletas de acessos e contas com privilégios excessivos, a probabilidade de compromisso aumenta significativamente, por norma através do roubo de credenciais, da utilização indevida de acessos legítimos ou da contornação dos mecanismos de autenticação forte.</p>
<p>A questão que importa colocar é: o que é que os seus dados de identidade lhe dizem, neste momento, sobre o risco, a eficácia dos processos e os custos?</p>
<p><strong>Dos dados brutos à informação acionável</strong></p>
<p>Os dados de identidade contêm uma imagem muito mais clara do funcionamento real do ambiente de IAM do que muitas organizações imaginam. Quando analisados em conjunto, os padrões de acesso, os privilégios atribuídos e os dados relativos ao ciclo de vida das identidades revelam não apenas onde existem controlos, mas sobretudo até que ponto estes são aplicados de forma consistente.</p>
<p>Na maioria das organizações, esta informação encontra-se dispersa por plataformas críticas como Active Directory, Microsoft Entra ID, Okta ou Ping, bem como pelos sistemas de Recursos Humanos e pelas restantes aplicações empresariais. As discrepâncias entre estes sistemas acabam por comprometer a governação das identidades, enfraquecendo os processos de entrada, mobilidade e saída de colaboradores e introduzindo riscos invisíveis tanto para as equipas de segurança como para as de conformidade.</p>
<p>Esta visibilidade é essencial porque o risco de identidade raramente constitui apenas um problema tecnológico. Quando a qualidade dos dados é insuficiente, diminui a confiança nas auditorias, as revisões de acessos tornam-se mais lentas, os custos aumentam e é mais difícil demonstrar conformidade com princípios como o controlo de acessos, a responsabilização e o privilégio mínimo.</p>
<p>Além disso, quando os dados de identidade são incompletos ou inconsistentes, é impossível medir corretamente a exposição ao risco, identificar responsabilidades ou priorizar ações corretivas. As falhas de controlo mantêm-se e acabam por ser exploradas pelos atacantes, quer através do roubo de credenciais, quer através da utilização abusiva de acessos legítimos.</p>
<p>Curiosamente, os mesmos sinais que ajudam uma organização a identificar riscos de identidade são precisamente aqueles que os atacantes procuram: ausência de responsáveis claros, privilégios excessivos e falhas nos processos de gestão do ciclo de vida das identidades.</p>
<p>Obter informação verdadeiramente acionável significa identificar primeiro essas fragilidades e corrigi-las antes que possam ser exploradas. Quando corretamente interpretados, os dados de identidade fornecem evidências concretas, em vez de meras suposições, permitindo tomar decisões mais fundamentadas.</p>
<p><strong>Descobrir o que passa despercebido em matéria de privilégios, processos e exposição</strong></p>
<p>As contas altamente privilegiadas representam um risco desproporcionado e, paradoxalmente, são muitas vezes as menos compreendidas. Os privilégios acumulam-se ao longo do tempo através de mudanças de funções, exceções que nunca expiram, pertença a grupos aninhados e estruturas antigas, em especial em ambientes Active Directory e Entra ID.</p>
<p>Os atacantes sabem que o Active Directory constitui um alvo de elevado valor e exploram as suas vulnerabilidades para obter acesso ao Entra ID, à AWS e a outros serviços cloud. Sem revisões periódicas e autenticação multifator (MFA) obrigatória para todas as contas, as organizações acabam por perder o controlo sobre quem possui privilégios administrativos, por que motivo esses privilégios existem e até que ponto podem ser utilizados de forma abusiva.</p>
<p>Diversos estudos demonstram que a grande maioria das identidades dispõe de mais acessos do que realmente necessita, aumentando significativamente o impacto caso essas credenciais sejam comprometidas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os processos associados ao ciclo de vida dos colaboradores raramente acompanham a velocidade com que as organizações evoluem. Contas permanecem ativas após a saída de colaboradores, contas de serviço e de terceiros deixam de ter responsáveis identificados e os registos dos Recursos Humanos nem sempre coincidem com os dados de acesso existentes. Em conjunto, estas falhas enfraquecem a governação, aumentam a exposição ao risco e dificultam a demonstração de conformidade regulatória.</p>
<p>Acresce ainda um risco crescente associado à cadeia de fornecimento: os atacantes têm vindo a direcionar os seus esforços para os acessos concedidos a terceiros, precisamente porque estes contêm frequentemente vulnerabilidades negligenciadas e tendem a ser geridos com menos rigor do que as identidades internas.</p>
<p>Tornar visíveis estes padrões constitui uma base sólida para a melhoria contínua, permitindo às equipas concentrar os seus esforços nas áreas que representam maior risco do ponto de vista da segurança, das operações e da conformidade.</p>
<p><strong>Quando a informação muda a forma de falar sobre risco</strong></p>
<p>Independentemente da dimensão ou setor de atividade, uma maior visibilidade sobre os dados de identidade altera profundamente a forma como o risco é compreendido e priorizado.</p>
<p>Problemas antigos, como contas órfãs, privilégios excessivos ou acessos que permanecem ativos após o fim da relação laboral, tornam-se imediatamente evidentes quando os dados de identidade deixam de ser analisados de forma isolada e passam a ser encarados como um sistema integrado. Estas fragilidades representam não apenas um risco de segurança, mas também custos adicionais, riscos de auditoria e ineficiências operacionais.</p>
<p>Um dos maiores desafios para as equipas de segurança e IAM consiste em comunicar estes riscos de forma compreensível para a gestão de topo. Métricas exclusivamente técnicas dificilmente produzem impacto quando não são contextualizadas em termos de impacto para o negócio, falhas de controlo ou exposição a ameaças externas.</p>
<p>Quando apresentada de forma clara, a informação sobre identidade permite abandonar indicadores genéricos e passar a utilizar métricas verdadeiramente relevantes, mostrando onde existe exposição ao risco, como esta evolui ao longo do tempo e quais os fatores com maior probabilidade de gerar impactos operacionais, regulatórios ou de segurança.</p>
<p>Esta visão torna-se ainda mais completa quando os dados internos de identidade são cruzados com informação proveniente da inteligência sobre ameaças. Sinais recolhidos na Internet aberta, na <em>deep web</em> e na <em>dark web</em> (como credenciais comprometidas ou acessos administrativos expostos) podem ser relacionados com utilizadores reais, funções específicas e privilégios existentes em ambientes Active Directory e Entra ID.</p>
<p>Com milhares de milhões de credenciais roubadas atualmente disponíveis em mercados criminosos, muitas delas ainda válidas, este contexto permite às organizações compreender onde o risco é efetivamente real e onde está a crescer.</p>
<p>Ao acompanhar esta evolução ao longo do tempo, é possível substituir reações pontuais a alertas ou notícias sobre incidentes por uma avaliação objetiva sobre se as medidas implementadas estão realmente a reduzir o risco ou se as mesmas fragilidades continuam simplesmente a reaparecer sob novas formas.</p>
<p><strong>A clareza começa pela visibilidade</strong></p>
<p>Na maioria das situações, o risco associado à identidade acumula-se devido a dados desatualizados, processos inconsistentes e acessos que nunca são devidamente revistos. Sem uma visão clara e objetiva do funcionamento real do ambiente de identidade num determinado momento, estes problemas persistem, aumentando a exposição ao risco e tornando difícil explicar, priorizar ou justificar investimentos.</p>
<p>Estabelecer uma linha de base estruturada altera completamente este cenário. Uma avaliação do risco de identidade fornece às organizações uma visão clara e sustentada sobre onde os controlos estão a falhar, como essas fragilidades afetam a segurança e a conformidade e quais os problemas cuja resolução terá maior impacto.</p>
<p>Esta clareza permite acelerar a remediação, direcionar melhor os investimentos e estabelecer um diálogo mais sólido com reguladores, auditores e órgãos de gestão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Derek Gordon, Vice-Presidente Global de Gestão de Identidades e Acessos da NCC Group]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moeve e Greenvolt transformam postos de abastecimento em produtores de energia renovável para apoiar 400 famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:05:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Moeve vai integrar 65 postos de abastecimento em Comunidades de Energia geridas pela Greenvolt Comunidades, num projeto pioneiro em Portugal que permitirá produzir, consumir e partilhar energia renovável localmente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Moeve vai integrar 65 postos de abastecimento em Comunidades de Energia geridas pela Greenvolt Comunidades, num projeto pioneiro em Portugal que permitirá produzir, consumir e partilhar energia renovável localmente. A iniciativa deverá beneficiar cerca de 400 famílias e gerar aproximadamente 330 MWh de energia limpa por ano.</p>
<p>A parceria entre a Moeve e a Greenvolt Comunidades prevê que 36 postos de abastecimento de gestão direta da empresa, equipados com produção fotovoltaica, passem a produzir e partilhar energia renovável com as comunidades onde estão inseridos. Na maioria dos casos, estes postos assumirão também o papel de entidades fundadoras das respetivas Comunidades de Energia.</p>
<p>A Moeve torna-se, assim, a primeira empresa energética em Portugal a utilizar a sua rede de postos de abastecimento para este modelo de autoconsumo coletivo, aproximando a produção de energia renovável dos locais onde esta é consumida.</p>
<p>Atualmente, 11 postos da empresa já integram oito Comunidades de Energia ativas, permitindo a partilha estimada de 88 MWh de energia renovável por ano e abrangendo aproximadamente 110 famílias. Numa segunda fase, serão acrescentados mais 25 postos, distribuídos por 19 novas Comunidades de Energia.</p>
<p>Quando estiver totalmente implementado, o projeto deverá permitir partilhar cerca de 330 MWh de energia renovável por ano, suficiente para beneficiar aproximadamente 400 famílias com eletricidade mais limpa e económica.</p>
<p>Além dos 36 postos que irão produzir energia, outros 29 postos da rede Moeve passarão a consumir energia renovável produzida localmente, reforçando a utilização de eletricidade limpa na infraestrutura da empresa.</p>
<p>“A transição energética só será verdadeiramente bem-sucedida quando conseguir chegar às pessoas. As Comunidades de Energia representam precisamente essa evolução: um modelo mais colaborativo, descentralizado e próximo dos cidadãos”, afirma Isabel Gorgoso, CEO da Moeve Portugal.</p>
<p>Segundo a responsável, a integração dos postos de abastecimento neste modelo demonstra que infraestruturas já existentes podem assumir “um novo papel na produção e partilha de energia renovável”, contribuindo para acelerar a descarbonização e aproximar a energia das comunidades.</p>
<p>Para João Manso Neto, CEO do Greenvolt Group, a parceria demonstra a importância de uma maior colaboração entre empresas de diferentes áreas do setor energético. “Ao integrar a sua rede de postos de abastecimento num modelo de produção e partilha de energia renovável, transformamos uma infraestrutura de grande escala e presença territorial num verdadeiro contributo para a transição energética, com benefício direto para as comunidades locais”, salienta.</p>
<p>A iniciativa está integrada na estratégia Positive Motion, através da qual a Moeve pretende acelerar a transição energética e transformar a sua rede de postos de abastecimento em hubs multienergia.</p>
<p>A aposta nas Comunidades de Energia complementa outros investimentos da empresa na transição energética, nomeadamente na expansão da rede de carregamento elétrico ultrarrápido, no desenvolvimento de biocombustíveis, na produção de hidrogénio verde e na digitalização da experiência dos clientes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797789]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Escassez de técnicos em época alta: um desafio estrutural para o setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[euromaster]]></category>
		<category><![CDATA[Vítor Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha</p>
<p>Nos meses de maior atividade, a procura elevada coloca o setor automóvel perante um desafio que se mantém estrutural: a falta de técnicos qualificados. Esta situação aumenta a pressão sobre oficinas e redes, afetando diretamente os tempos de resposta e a organização do trabalho.</p>
<p>Para os operadores lidar com esta realidade exige planeamento cuidadoso e soluções estruturadas. Ter equipas dimensionadas de forma adequada e com competências atualizadas é essencial para garantir que cada intervenção mantém elevados padrões de qualidade e segurança, mesmo nos períodos mais exigentes.</p>
<p>A escassez de técnicos impacta múltiplos níveis da operação. Sem gestão adequada, podem surgir atrasos, a eficiência diminui e a experiência do cliente é afetada. Ferramentas digitais, monitorização de indicadores e redistribuição inteligente de tarefas ajudam a mitigar o problema, mas a experiência e a formação das equipas continuam a ser determinantes.</p>
<p>Redes nacionais consolidadas, como a Euromaster, conseguem enfrentar esta pressão combinando formação contínua, acompanhamento técnico especializado e otimização de processos internos. Desta forma, mesmo nos picos de procura, é possível manter serviços rápidos, fiáveis e consistentes.</p>
<p>Mais do que uma questão operacional, a escassez de técnicos revela a necessidade de pensar a médio e longo prazo. Investir na valorização profissional, na formação contínua e na retenção de talento não é apenas uma prioridade interna: reflete-se diretamente na confiança dos clientes, na reputação das oficinas e na capacidade de responder a períodos de maior intensidade sem comprometer qualidade, segurança ou eficiência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Inteligência ucraniana alerta: Rússia prepara-se para receber 120 mísseis balísticos da Coreia do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 90 militares norte-coreanos deverão ser destacados para a região russa de Voronezh, onde passarão a integrar a 112.ª Brigada de Mísseis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coreia do Norte prepara-se para enviar uma unidade de mísseis para o oeste da Rússia, num reforço militar que poderá acrescentar até 120 mísseis balísticos e seis lançadores ao arsenal utilizado por Moscovo na guerra contra a Ucrânia.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, que cita declarações do representante da Inteligência Militar da Ucrânia (HUR), Andrii Cherniak, à &#8216;Reuters&#8217;, cerca de 90 militares norte-coreanos deverão ser destacados para a região russa de Voronezh, onde passarão a integrar a 112.ª Brigada de Mísseis.</p>
<p>De acordo com a inteligência ucraniana, a Coreia do Norte entregou recentemente mais um lote de cerca de 40 mísseis balísticos KN-23 e KN-24, acompanhado por pessoal militar. A dimensão final da missão e a estrutura da unidade deverão ser definidas durante conversações de alto nível previstas para o próximo mês.</p>
<p>Se o plano avançar, a Rússia poderá passar a dispor de um total de 120 mísseis balísticos norte-coreanos e seis lançadores adicionais, embora ainda não seja claro qual será o papel dos militares enviados por Pyongyang nas operações de lançamento.</p>
<p>Segundo Andrii Cherniak, a Rússia voltou a utilizar, na semana passada, mísseis balísticos fornecidos pela Coreia do Norte pela primeira vez desde agosto de 2025.</p>
<p>Um dos ataques atingiu um edifício residencial na aldeia de Radushne, no centro da Ucrânia, provocando a morte de dez membros da mesma família, segundo as autoridades ucranianas.</p>
<p>Os mísseis KN-23 e KN-24 têm um alcance superior e transportam cargas explosivas maiores do que os mísseis russos Iskander. No entanto, são considerados menos precisos. Ainda assim, Kiev afirma que estas armas têm sido responsáveis por vários ataques com elevado número de vítimas civis.</p>
<p>Segundo a inteligência ucraniana, Pyongyang já forneceu à Rússia cerca de 150 mísseis balísticos desde o final de 2023. Além disso, enviou milhares de militares para apoiar o esforço de guerra russo, incluindo tropas destacadas para a região de Kursk durante os combates de 2024.</p>
<p>No mês passado, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky afirmou que Moscovo se preparava para receber mais 30 mil militares norte-coreanos, sendo Voronezh uma das regiões apontadas como destino para esse reforço.</p>
<p>Se se confirmar, o destacamento desta unidade representará mais um passo no aprofundamento da cooperação militar entre Moscovo e Pyongyang, que já inclui o fornecimento de munições de artilharia, mísseis balísticos e tropas para apoiar a invasão da Ucrânia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797770]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>União Europeia liberta 1,4 mil milhões de euros para a Ucrânia após ataques russos a Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão foi divulgada um dia após bombardeamentos com mísseis balísticos e drones terem provocado pelo menos 17 mortos na capital ucraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A União Europeia vai disponibilizar 1,4 mil milhões de euros à Ucrânia a partir dos lucros gerados por ativos russos imobilizados, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, depois de novos ataques russos contra Kiev.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão foi divulgada um dia após bombardeamentos com mísseis balísticos e drones terem provocado pelo menos 17 mortos na capital ucraniana.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, Ursula von der Leyen condenou as “atrocidades horríveis” cometidas pela Rússia e defendeu que Moscovo deve pagar pela destruição causada desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia.</p>
<p><strong>Maior parte do dinheiro será usada para pagar empréstimos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do anúncio, a maior parte dos 1,4 mil milhões de euros não será entregue diretamente como ajuda militar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Euronews, 95% do montante, o equivalente a 1,33 mil milhões de euros, será canalizado através do Mecanismo de Cooperação para Empréstimos à Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse valor será utilizado para ajudar Kiev a cumprir os encargos associados aos empréstimos concedidos no âmbito de iniciativas do G7 e da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os restantes 70 milhões de euros serão atribuídos através do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz, destinado a financiar assistência militar à Ucrânia.</p>
<p><strong>Ativos russos permanecem congelados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A União Europeia congelou os ativos do Banco Central da Rússia sob a sua jurisdição pouco depois do início da invasão da Ucrânia, em 2022.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os ativos em si continuam imobilizados. No entanto, os rendimentos e lucros que geram têm vindo a ser usados para apoiar a Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Comissão Europeia, estes ativos já produziram cerca de oito mil milhões de euros em lucros extraordinários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ursula von der Leyen afirmou que a nova tranche permitirá apoiar a continuação da resistência ucraniana contra a guerra conduzida pela Rússia.</p>
<p><strong>Anúncio surge após nova vaga de ataques</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A presidente da Comissão Europeia divulgou a decisão depois de uma nova noite de ataques russos contra Kiev.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Rússia intensificou os bombardeamentos sobre a Ucrânia nas últimas semanas, atingindo vários alvos civis.</p>
<p>Von der Leyen reiterou que o apoio financeiro europeu deverá contribuir para sustentar a capacidade de resistência de Kiev e responsabilizar a Rússia pelos danos provocados no território ucraniano.</p>
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		<title>Faturação da imobiliária Zome sobe 7% e soma 26,75 M€ no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:38:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A faturação da Zome aumentou 7% no primeiro semestre em termos homólogos, para 26,75 milhões de euros, tendo as mais de 5.500 transações realizadas representado um volume de negócios de 1.193,5 milhões de euros, anunciou hoje a imobiliária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A faturação da Zome aumentou 7% no primeiro semestre em termos homólogos, para 26,75 milhões de euros, tendo as mais de 5.500 transações realizadas representado um volume de negócios de 1.193,5 milhões de euros, anunciou hoje a imobiliária.</P><br />
<P>Em comunicado, a mediadora portuguesa reporta um crescimento de 10% do volume de negócios até junho face ao mesmo período de 2025, uma subida de 21% das angariações para 6.355 e um aumento de 11% do número de transações para 5.563.</P><br />
<P>O valor médio de transação situou-se em 272.794,16 euros, tendo registado um ligeiro aumento de 0,16%.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente executivo da Zome destaca que a Grande Lisboa e o Grande Porto &#8220;continuam a evidenciar uma procura dinâmica&#8221;, registando-se ainda &#8220;um desempenho positivo nas zonas Norte e Centro, refletindo uma procura cada vez mais distribuída pelo território&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;De uma forma geral, o mercado residencial está gradualmente a diversificar-se para além dos grandes centros urbanos, acompanhando novas dinâmicas demográficas, melhores condições de mobilidade e diferentes prioridades das famílias&#8221;, afirma Carlos Santos.</P><br />
<P>Para a segunda metade do ano, a Zome antecipa &#8220;um semestre consistente, embora mais seletivo do que nos últimos anos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A procura continua presente, mas as decisões são hoje mais ponderadas e dependem cada vez mais da disponibilidade de oferta e da evolução do enquadramento económico&#8221;, refere Carlos Santos, sustentando que &#8220;o maior desafio continuará a ser aumentar a oferta e criar condições para que mais habitação chegue efetivamente ao mercado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto isso não acontecer, o setor continuará a operar sob pressão&#8221;, enfatiza. </P><br />
<P>No que respeita à dimensão da rede, a Zome diz ter continuado &#8220;a crescer de forma sustentada&#8221;, de forma a &#8220;responder a um mercado mais exigente&#8221;, investindo também &#8220;de forma consistente na qualificação dos [seus] consultores, no reforço da tecnologia e da inteligência de dados e na criação de equipas de suporte especializado que ajudam a transformar essa complexidade em decisões informadas para os clientes&#8221;.</P><br />
<P>A Zome nasceu, em 2019, na sequência da fusão entre a KW Business e a KW Prime, e em 2024 mediou um volume de negócios superior a 1.800 milhões de euros em mais de 10.200 transações, que originaram uma faturação superior a 40 milhões. </P><br />
<P>A mediadora dispõe atualmente de mais de 2.000 colaboradores, repartidos por 50 &#8216;hubs&#8217; imobiliários na Península Ibérica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797750]]></sapo:autor>
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		<title>PJ apreendeu cinco toneladas de cocaína em navio porta-contentores alvo de buscas em Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:38:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu cinco toneladas de cocaína no navio porta-contentores que, na terça-feira, foi alvo de buscas no Porto de Sines, no distrito de Setúbal, anunciou hoje a força policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu cinco toneladas de cocaína no navio porta-contentores que, na terça-feira, foi alvo de buscas no Porto de Sines, no distrito de Setúbal, anunciou hoje a força policial.</P><br />
<P>Na operação &#8220;Skydrop&#8221;, que contou com a cooperação da Marinha e da Força Aérea portuguesas, foram ainda detidas três pessoas: dois passageiros &#8220;em situação clandestina e irregular&#8221; e um elemento da tripulação, &#8220;por suspeita de estar envolvido no esquema criminoso&#8221;.</P><br />
<P>O grupo dedicar-se-ia à &#8220;introdução de grandes quantidades de droga no continente europeu&#8221; e terá sido desarticulado.</P><br />
<P>De acordo com a PJ, o porta-contentores, &#8220;proveniente de um país da América Latina, foi detetado e abordado a cerca de 640 milhas náuticas de Lisboa, o equivalente a 1.185 quilómetros, em condições de extrema dificuldade&#8221; e &#8220;acompanhado pela Marinha até ao Porto de Sines, onde atracou na madrugada&#8221; de terça-feira.</P><br />
<P>A investigação decorria desde agosto no quadro do Centro de Análise e Operações Marítimas &#8211; Narcóticos (MAOC-N, na sigla oficial), &#8220;no âmbito da cooperação policial internacional e em estreita colaboração e articulação com as autoridades policiais e judiciária do Reino Unido (National Crime Agency) e Espanha (Policia Nacional)&#8221;.</P><br />
<P>Contactado pela agência Lusa, o comandante da Capitania do Porto de Sines, Rui Vasconcelos, revelou que o navio saiu hoje, às 09:55, daquele porto alentejano.</P><br />
<P>Segundo a plataforma Vessel Finder, o porta-contentores tinha estado atracado no Porto de Colón, no Panamá, antes de ser encaminhado para Sines e mantém como destino Tânger, em Marrocos, aonde está previsto chegar no próximo sábado.</P></p>
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		<title>Taxa de desemprego desce para 5,3% no 2.º trimestre, revela INE</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego fixou-se em 5,3% no segundo trimestre, o valor mais baixo desde 2011, situando-se 0,6 pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A taxa de desemprego fixou-se em 5,3% no segundo trimestre, o valor mais baixo desde 2011, situando-se 0,6 pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>&#8220;A taxa de desemprego foi estimada em 5,3%, valor inferior em 0,8 pontos percentuais ao do trimestre anterior e em 0,6 pontos percentuais por comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, sendo o valor mais baixo desde o início da série em 2011&#8221;, refere o INE.</P><br />
<P>Entre abril e junho, a população empregada (5.399,8 mil pessoas) aumentou 1,9% (99,0 mil) em relação ao trimestre anterior e 2,9% (151,5 mil) relativamente ao trimestre homólogo de 2025, correspondendo ao valor mais elevado desde o primeiro trimestre de 2011.</P><br />
<P>Já a população desempregada, estimada em 300,8 mil pessoas, diminuiu 13,1% (45,5 mil) em relação ao trimestre anterior e 8,7% (28,7 mil) relativamente ao trimestre homólogo.</P><br />
<P>Para a variação homóloga da população desempregada contribuíram, principalmente, os decréscimos nos grupos populacionais das mulheres (18,0 mil; 10,0%), pessoas dos 25 aos 34 anos (17,3 mil; 19,1%), que completaram, no máximo, o 3.º ciclo do ensino básico (21,0 mil; 17,3%), à procura de novo emprego (31,2 mil; 10,9%), desempregados há menos de 12 meses (14,7 mil; 7,2%) e desempregados há 12 ou mais meses (14,0 mil; 11,1%).</P><br />
<P>A taxa de desemprego de jovens (16 a 24 anos) foi estimada em 18,3%, tendo diminuído em relação ao trimestre anterior (0,8 pontos percentuais) e aumentado em comparação com o trimestre homólogo (0,2 pontos percentuais).</P><br />
<P>No segundo trimestre, a subutilização do trabalho abrangeu 525,8 mil pessoas, menos 10,6% (62,2 mil) face ao trimestre anterior e 8,2% (47,3 mil) abaixo do período homólogo.</P><br />
<P>A taxa de subutilização do trabalho, estimada em 9,1%, diminuiu 1,1 pontos percentuais relativamente ao trimestre anterior e 1,0 ponto percentual em termos homólogos, tendo ambos os indicadores alcançado o valor mais baixo desde 2011.</P><br />
<P>No trimestre em análise, a população inativa com 16 e mais anos (3.712,1 mil) diminuiu 0,7% (26,7 mil) em relação ao trimestre anterior e 1,1% (40,9 mil) relativamente ao homólogo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797764]]></sapo:autor>
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		<title>Mar avança sobre o litoral português e 40% das praias podem desaparecer até ao fim do século</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Greenpeace considera que Portugal se tornou um dos pontos mais vulneráveis às alterações climáticas, devido à extensão da sua costa e à subida do nível do mar, que estará a ocorrer a um ritmo superior à média mundial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O litoral português está cada vez mais exposto à erosão, à subida do nível do mar e à pressão urbanística, com milhares de pessoas e várias zonas costeiras em risco nas próximas décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um relatório da Greenpeace, intitulado “Destruição a Toda a Costa – Retrato de um litoral português em risco”, estima que 40% das praias nacionais possam desaparecer até 2100 e alerta para os efeitos combinados das alterações climáticas, da ocupação urbana e da destruição das barreiras naturais.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, a organização analisou cerca de 2500 quilómetros de costa portuguesa e concluiu que o recuo das praias se situa, em média, entre 10 e 20 metros, podendo atingir 40 metros em algumas zonas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As tempestades registadas no início do ano terão agravado um problema já visível em várias praias, onde a diminuição do areal se tornou particularmente evidente durante o verão.</p>
<p><strong>Mais de 100 mil pessoas vivem em zonas de risco</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Greenpeace considera que Portugal se tornou um dos pontos mais vulneráveis às alterações climáticas, devido à extensão da sua costa e à subida do nível do mar, que estará a ocorrer a um ritmo superior à média mundial.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório indica que mais de 100 mil pessoas vivem em áreas costeiras expostas a inundações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Toni Melajoki Roseiro, diretor da Greenpeace Portugal, defende que o país não pode continuar a esperar pelo desaparecimento de praias, pelo colapso de arribas ou pela ameaça a infraestruturas antes de agir.</p>
<p class="isSelectedEnd">A organização pede decisões políticas destinadas a proteger as populações, os ecossistemas e o acesso público ao litoral.</p>
<p><strong>Um quarto da costa continental está em recuo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo dados da Agência Portuguesa do Ambiente citados pela Euronews, mais de 25% da costa continental está em recuo, com o mar a avançar para terra até dois metros por ano em algumas regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Cascais, o nível médio do mar terá subido 9,7 centímetros nos últimos 25 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório não atribui o problema apenas às alterações climáticas. A expansão turística, a construção em áreas sensíveis e a artificialização da costa são apontadas como fatores que aumentaram a vulnerabilidade do território.</p>
<p class="isSelectedEnd">A destruição de dunas e marismas reduz a capacidade natural de defesa contra a erosão, as inundações e a intrusão de água salgada.</p>
<p><strong>Espinho, Aveiro e Costa da Caparica entre as zonas críticas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No Norte, Espinho regista um recuo da linha de costa de 5,2 metros por ano. Viana do Castelo perdeu 30% da área de praia que tinha em 1990, enquanto a Póvoa de Varzim enfrenta um risco elevado de erosão e inundação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na região Centro, Aveiro surge como uma das zonas mais preocupantes. Na Costa Nova, o recuo poderá chegar aos 40 metros durante os próximos 20 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório prevê ainda que 18% do estuário do Mondego possa ficar inundado até 2100.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Costa de Lavos, na Figueira da Foz, a linha de costa recuou 50 metros durante a última década.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na região de Lisboa e na Península de Setúbal, a Costa da Caparica terá perdido cerca de 200 metros de areia desde 1960.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Almada, 12% da área urbana está exposta ao risco de inundação. Algés, Alcântara e a Baixa de Lisboa são igualmente identificadas como zonas críticas, devido a problemas já observados durante os últimos invernos.</p>
<p><strong>Metade das praias do Alentejo pode desaparecer</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A costa alentejana é apontada como uma das regiões mais pressionadas pela urbanização e pelo turismo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Greenpeace estima que até 50% das praias do Alentejo possam desaparecer até ao final do século.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Algarve, a previsão aponta para a perda de cerca de 40% das praias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vilamoura, Quarteira, Vale do Garrão e Praia da Rocha são destacadas pelo risco de erosão costeira e pela instabilidade das arribas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ilha de Tavira, a Ria Formosa, a Barrinha de Alvor e a Praia do Ancão são também identificadas como ecossistemas particularmente vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na praia de Faro, terão desaparecido 25 metros de largura desde 1950.</p>
<p><strong>Construção de luxo aumenta pressão sobre a costa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório sustenta que Portugal dispõe de legislação para proteger o litoral, mas critica a falta de aplicação rigorosa das regras, a fiscalização insuficiente e a fraca articulação entre entidades públicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Programas da Orla Costeira preveem uma faixa de proteção de 500 metros a partir da margem do mar, que pode ser alargada até 1000 metros quando estejam em causa ecossistemas costeiros relevantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, a Greenpeace considera que a urbanização junto ao mar funciona como um multiplicador de risco num contexto de subida do nível das águas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sesimbra e Grândola são apontadas como exemplos particularmente preocupantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">No concelho de Sesimbra, projetos como o Pinhal da Prata, o Pinhal do Atlântico e o Etosoto ocupam mais de 260 hectares em áreas protegidas e terão avançado sem avaliações ambientais adequadas.</p>
<p><strong>Projetos em Tróia e Comporta criticados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em Tróia, o projeto “Na Praia” previa um empreendimento turístico de luxo com 96 hectares, incluindo moradias, spa e heliporto sobre dunas costeiras protegidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As obras foram suspensas na sequência de uma ação de uma associação ambientalista. Um incêndio no estaleiro, em março de 2026, adiou ainda a inauguração prevista para junho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Comporta, o projeto Torre inclui dois hotéis, 234 residências e um campo de golfe, inseridos em empreendimentos com mais de 1000 hectares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os projetos Costa Terra e Comporta Dunes, com campos de golfe a menos de 500 metros da linha de água, são igualmente apontados pela Greenpeace como exemplos de pressão urbanística sobre áreas costeiras sensíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A organização chama também a atenção para a necessidade de garantir o acesso público às praias, depois das polémicas relacionadas com zonas balneares da Comporta vedadas por privados.</p>
<p><strong>Greenpeace exige maior fiscalização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Greenpeace defende que a resposta ao avanço do mar deve passar pelo cumprimento da legislação, por uma fiscalização mais apertada e por decisões políticas capazes de limitar a construção em áreas vulneráveis.</p>
<p>A organização alerta que o desaparecimento das praias, o aumento das inundações e a instabilidade das arribas deixarão de ser riscos distantes se não forem tomadas medidas para restaurar os sistemas naturais e reduzir a pressão sobre a faixa costeira.</p>
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		<item>
		<title>Preços na produção industrial sobem mais de 4% em junho na zona euro e na UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços na produção industrial aumentaram em junho 4,6% na zona euro e 4,7% na União Europeia, em termos homólogos, registando-se a maior subida na energia, segundo dados hoje divulgados pelo serviço estatístico europeu, Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os preços na produção industrial aumentaram em junho 4,6% na zona euro e 4,7% na União Europeia, em termos homólogos, registando-se a maior subida na energia, segundo dados hoje divulgados pelo serviço estatístico europeu, Eurostat. </P><br />
<P>No que se refere à comparação com maio de 2026, o indicador diminuiu 0,3% na zona euro e 0,2% na União Europeia (UE), tratando-se da primeira queda na variação mensal desde fevereiro.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros que registaram o maior aumento anual nos preços da produção industrial estão a Bulgária (18,2%), a Roménia (14,3%) e a Irlanda (11,4%). A única queda nos preços registou-se no Luxemburgo (-3,2%).</P><br />
<P>Já na comparação com maio deste ano, os maiores aumentos registaram-se na Eslováquia (1,1%), Roménia (1%) e Estónia (0,9%) e as maiores quedas na Lituânia (-1,7%), Irlanda (-1,5%), Bulgária e Grécia (ambos com -1,3%).</P><br />
<P>Em Portugal, a variação homóloga fixou-se nos 4,2%, em linha com o bloco europeu. </P><br />
<P>Contudo, o país contrariou a desaceleração mensal na zona euro e na UE, ao registar uma subida de 0,4% face a maio de 2026, a sexta maior entre os Estados-membros.</P><br />
<P>Em termos anuais na zona euro, os maiores aumentos nos preços da produção registaram-se na energia (8,8%), seguidos dos bens intermédios (6,1%), bens de consumo duradouros (2,9%), bens de capital (2,3%) e bens de consumo não duradouros (0,6%).</P><br />
<P>A mesma tendência verificou-se na UE, com os maiores aumentos a registarem-se igualmente na energia (10%), bens intermédios (5,7%), bens de consumo duradouros (2,8%) e bens de capital (2,2%).</P><br />
<P>Excluindo a energia, a indústria registou um aumento de 3% nos preços da produção industrial na zona euro e de 2,9% na UE.</P><br />
<P>Relativamente à variação mensal, os maiores aumentos na zona euro também foram na energia (1,5%), bens intermédios (0,3%), bens de capital e de consumo duradouros (ambos com 0,2%).</P><br />
<P>Na UE, a maior variação mensal também se registou na energia (1,4%), bens intermédios e de capital (ambos com 0,3%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797763]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Homem armado é detido no campo de golfe de Trump 48 horas antes da visita do presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:34:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Suspeito foi identificado como Jeanine John Taele, residente em Downey e com cerca de 30 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem armado foi detido este domingo no campo de golfe de Donald Trump, em Rancho Palos Verdes, no estado da Califórnia, apenas dois dias antes de o presidente dos Estados Unidos visitar o local para participar num evento de angariação de fundos.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8217;20 Minutos&#8217;, que cita a Fox News, o suspeito foi identificado como Jeanine John Taele, residente em Downey e com cerca de 30 anos.</p>
<p>A detenção ocorreu depois de agentes federais à paisana o terem visto a caminhar pelo campo de golfe, a tirar fotografias e a gravar vídeos. De acordo com as autoridades, o homem aparentava também estar a observar o dispositivo de segurança montado para preparar a visita presidencial.</p>
<p>Durante a revista, os agentes encontraram 16 munições de ponta oca já carregadas. As buscas permitiram ainda apreender um rifle AR modificado ilegalmente, uma pistola Colt 1911 calibre .45, um componente superior para um rifle AR, coletes à prova de bala, grandes quantidades de munições para pistolas e espingardas, dois dispositivos de comunicação por rádio e vários cadernos.</p>
<p>Segundo as autoridades locais, esses cadernos continham &#8220;declarações preocupantes&#8221;, embora o seu conteúdo não tenha sido divulgado.</p>
<p>As investigações revelaram ainda que Jeanine John Taele já era alvo de um inquérito por alegado roubo conduzido pelo Departamento de Polícia de El Segundo.</p>
<p>O caso está agora a ser investigado em conjunto pelo Serviço Secreto, pelo Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles e pelo FBI. As autoridades não excluem a possibilidade de virem a ser apresentadas acusações adicionais à medida que a investigação avança.</p>
<p>A detenção acontece apenas 48 horas antes da deslocação de Donald Trump ao clube de golfe para um evento de angariação de fundos, circunstância que levou as autoridades a reforçarem as medidas de segurança no local.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797765]]></sapo:autor>
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		<title>Estes são os carros elétricos com as baterias mais fiáveis (e não são os mais caros)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:27:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Análise a 9.954 testes independentes de baterias de carros elétricos, todos com mais de 100 mil quilómetros percorridos, concluiu que alguns modelos mantêm praticamente intacta a capacidade original da bateria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As baterias continuam a ser um dos maiores argumentos de quem desconfia dos carros elétricos. A autonomia, o tempo de carregamento e, sobretudo, a degradação ao longo dos anos levantam dúvidas sobre quanto poderá custar manter um veículo elétrico após vários milhares de quilómetros.</p>
<p>Mas um novo estudo realizado na Suécia vem contrariar muitos desses receios. Segundo o jornal &#8216;El Confidencial&#8217;, uma análise a 9.954 testes independentes de baterias de carros elétricos, todos com mais de 100 mil quilómetros percorridos, concluiu que alguns modelos mantêm praticamente intacta a capacidade original da bateria.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela plataforma sueca &#8216;Carla&#8217;, com base em diagnósticos realizados entre 2022 e 2026 pela empresa austríaca AVILOO, especializada na avaliação da saúde das baterias. Ao contrário de muitas análises, os investigadores não recorreram aos dados fornecidos pelo próprio veículo, medindo antes de forma independente o chamado Estado de Saúde (SoH), indicador que mostra a capacidade real da bateria face à que tinha quando saiu de fábrica.</p>
<p>A maior surpresa surge no topo da tabela. Os modelos que melhor preservam a bateria não pertencem a marcas premium nem são da Tesla. O primeiro lugar é ocupado pelo Kia e-Niro, cuja bateria de 64 kWh conservava, em média, 97,25% da capacidade original após mais de 100 mil quilómetros. Seguem-se o Hyundai Kona Electric, com 97,18%, e o Kia EV6, que mantém 95,95%.</p>
<p>Na prática, estes valores significam que, após uma utilização equivalente a seis ou sete anos para muitos condutores, a perda de capacidade fica abaixo dos 5%, mantendo uma autonomia muito próxima da que o automóvel oferecia quando era novo.</p>
<p>Segundo o estudo, parte desta longevidade explica-se pela gestão térmica das baterias. Manter as células dentro da temperatura ideal durante a utilização e o carregamento reduz o desgaste e atrasa o envelhecimento. Também o software desenvolvido por cada fabricante desempenha um papel importante, controlando automaticamente situações que podem acelerar a degradação.</p>
<p>Os investigadores destacam ainda a influência da química utilizada nas baterias. No caso do Tesla Model 3, por exemplo, as versões equipadas com baterias LFP (fosfato de ferro-lítio), fornecidas pela CATL, apresentaram uma retenção de capacidade superior às versões equipadas com baterias NCM. Embora sejam mais pesadas e tenham menor densidade energética, as baterias LFP são conhecidas por suportarem um maior número de ciclos de carregamento.</p>
<p>Outro fator relevante são as atualizações de software. O estudo indica que alguns modelos da plataforma elétrica MEB, do Grupo Volkswagen, melhoraram a preservação da bateria através de atualizações remotas (OTA), que alteram a forma como o sistema gere o carregamento, o arrefecimento e a distribuição de energia.</p>
<p>Os resultados ajudam também a explicar por que motivo a maioria dos fabricantes oferece garantias de oito anos ou 160 mil quilómetros para a bateria, assegurando pelo menos 70% da capacidade original. Nos modelos analisados, porém, a realidade mostrou-se bastante mais favorável, com muitas baterias a manterem níveis muito acima desse limite.</p>
<p>Para o mercado de usados, esta poderá ser uma das conclusões mais importantes. À medida que aumenta a oferta de carros elétricos em segunda mão, o estado da bateria torna-se um fator decisivo na compra, levando cada vez mais concessionários a fornecer certificados independentes sobre a sua saúde.</p>
<p>O estudo não conclui que todas as baterias envelhecem da mesma forma nem que os hábitos de utilização deixem de ser importantes. Carregamentos rápidos frequentes, temperaturas extremas ou manter a bateria constantemente nos 100% continuam a influenciar a sua longevidade. Ainda assim, os dados sugerem que, em condições normais de utilização, a degradação é significativamente menor do que muitos consumidores ainda imaginam.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797748]]></sapo:autor>
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		<title>Nova SBE é a escola com a melhor reputação junto dos líderes empresariais em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:15:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estudo da OnStrategy foi realizado junto de mais de 8.000 profissionais C-Level, representativos do tecido empresarial português em termos de dimensão e distribuição geográfica. No total, foram analisadas mais de 2.000 marcas de cerca de 70 setores de atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova School of Business &amp; Economics (Nova SBE) é a instituição de ensino superior com melhor reputação junto dos líderes empresariais em Portugal, segundo o estudo RepScore 2026, realizado pela OnStrategy e referente ao primeiro semestre deste ano.</p>
<p>No segmento de <em>Schools &amp; Universities</em>, a Nova SBE alcançou uma pontuação de 86,6 pontos, ocupando o primeiro lugar entre as instituições de ensino superior avaliadas. O ranking mede a perceção dos principais decisores empresariais portugueses relativamente às marcas com maior relevância e reputação.</p>
<p>O estudo da OnStrategy foi realizado junto de mais de 8.000 profissionais C-Level, representativos do tecido empresarial português em termos de dimensão e distribuição geográfica. No total, foram analisadas mais de 2.000 marcas de cerca de 70 setores de atividade.</p>
<p>Para além da liderança no segmento de ensino superior, a Nova SBE integra o grupo de marcas portuguesas com melhor reputação entre os líderes empresariais. A avaliação considera dimensões como relevância, confiança, admiração, consideração, preferência, recomendação e intenção de compra.</p>
<p>&#8220;Este reconhecimento tem um significado muito particular por resultar da avaliação dos próprios líderes empresariais. Mais do que distinguir a qualidade da nossa oferta, demonstra que a marca Nova SBE é hoje uma referência para quem toma decisões nas organizações&#8221;, afirma Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE.</p>
<p>Segundo o responsável, a confiança conquistada pela instituição &#8220;reforça a nossa responsabilidade de continuar a produzir conhecimento relevante, desenvolver talento e manter uma ligação próxima ao tecido empresarial&#8221;.</p>
<p>O RepScore é desenvolvido pela OnStrategy desde 2009 e acompanha a reputação das marcas em Portugal. A metodologia utilizada segue as normas internacionais ISO 20671, relativa à avaliação de estratégia e força da marca, e ISO 10668, referente à avaliação financeira da marca.</p>
<p>Os resultados agora divulgados dizem respeito ao primeiro semestre de 2026 e refletem exclusivamente a perceção do público C-Level, tendo em conta indicadores como relevância, consideração, confiança, admiração, preferência, recomendação e defesa da marca.</p>
<p>A Nova SBE é a faculdade de Economia, Finanças e Gestão da Universidade NOVA de Lisboa e é membro do CEMS desde 2007. A instituição possui a chamada Triple Crown, com acreditações EQUIS, AMBA e AACSB, e mantém uma forte orientação internacional, com a maioria dos seus programas lecionados em inglês.</p>
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		<title>Lucro da Heineken sobe 51,2% até junho para 1.125 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:13:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cervejaria Heineken registou um lucro líquido atribuído de 1.125 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 51,2% em relação aos 744 milhões de lucros do primeiro semestre do ano passado, informou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cervejaria Heineken registou um lucro líquido atribuído de 1.125 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 51,2% em relação aos 744 milhões de lucros do primeiro semestre do ano passado, informou hoje a empresa.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada, as receitas líquidas da Heineken entre janeiro e junho totalizaram 14.841 milhões de euros, mais 4,4% do que no primeiro semestre de 2025.</P><br />
<P>As vendas líquidas da Heineken em África e no Médio Oriente cresceram 5,3%, para 2.110 milhões, enquanto na América aumentaram 12,6%, para 4.617 milhões.</P><br />
<P>Já na região Ásia-Pacífico, diminuíram 1,8%, para 2.096 milhões, e no mercado europeu, as receitas líquidas da Heineken totalizaram 5 697 milhões, mais 0,1% do que no ano anterior.</P><br />
<P>Em fevereiro, a multinacional neerlandesa anunciou que iria extinguir 5.000 a 6.000 postos de trabalho e justificou a decisão com &#8220;difíceis condições de mercado&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a intenção é &#8220;aumentar a produtividade em larga escala para conseguir uma redução de custos significativa, eliminando entre 5.000 a 6.000 postos de trabalho nos próximos dois anos&#8221;.</P></p>
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		<title>Portugal é o sétimo país da União Europeia onde a população menos fuma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:12:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal é o sétimo país da União Europeia onde a população menos fuma, com menos de um em seis portugueses a consumir tabaco diariamente, apesar de se verificar um aumento quando comparado com 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal é o sétimo país da União Europeia onde a população menos fuma, com menos de um em seis portugueses a consumir tabaco diariamente, apesar de se verificar um aumento quando comparado com 2022.</P><br />
<P>De acordo com o Eurostat, em 2025, cerca de 15,2% da população portuguesa acima dos 16 anos fumou diariamente, seja tabaco ou &#8220;produtos relacionados&#8221;, a sétima taxa mais baixa na União Europeia (UE).</P><br />
<P>No entanto, ao contrário da maioria dos restantes países europeus, o consumo de tabaco em Portugal está a aumentar: em 2022 (a última vez que o Eurostat tinha divulgado dados sobre esta matéria), apenas 14,1% da população portuguesa admitia que fumava.</P><br />
<P>Segundo os dados do serviço estatístico europeu, 20,6% dos homens em Portugal fumam diariamente, contra 10,4% entre as mulheres.</P><br />
<P>A população entre os 35 e 49 anos é a que fuma mais, com 21,3% a fazê-lo diariamente, seguida da faixa etária entre os 25 e os 34 anos (19,9%) e dos 50 aos 64 anos (19,8%). </P><br />
<P>No que se refere ao resto da UE, verifica-se uma diminuição do consumo de tabaco em 17 Estados-membros, passando a média europeia de pessoas que fumam diariamente dos 17,5% registados em 2022 para 16,5% em 2025.</P><br />
<P>Os Países Baixos são o Estado-membro onde a população menos fuma, com apenas 9,9% a fazê-lo diariamente, seguidos da Irlanda (11,7%), Bélgica (13,6%) e Luxemburgo (13,8%). </P><br />
<P>Alemanha (14,9%) e Espanha (15%) registam ainda taxas inferiores à de Portugal.</P><br />
<P>Em sentido contrário, a Bulgária regista os maiores níveis de consumo diários (26,3%), assim como a Suécia (23,9%) e a Croácia (23,6%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797742]]></sapo:autor>
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		<title>Nearing Visabeira compra Carter Electric e reforça presença nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:12:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>A aquisição foi feita através da subsidiária Sargent Eletric, de acordo com o grupo Visabeira, que adianta que a Carter Electric Inc, sediada na Flórida, tem receitas previstas para este ano superiores a 50 milhões de dólares (mais de 43 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) e mais de 300 colaboradores. </P><br />
<P>A Nearing Visabeira opera na área de serviços de engenharia e construção para os setores da energia e das telecomunicações.</P><br />
<P>&#8220;Esta aquisição representa mais um passo na estratégia de expansão da Nearing Visabeira nos EUA, atualmente um dos principais motores de crescimento do grupo, reforçando a sua posição num dos mercados de infraestruturas de energia e eletrificação mais dinâmicos do mundo&#8221;, refere a empresa, em comunicado. </P><br />
<P>Esta operação, &#8220;amplia a plataforma operacional da Nearing Visabeira na Flórida e cria novas oportunidades para os clientes da Carter Electric beneficiarem de uma oferta mais abrangente de serviços e da experiência do grupo na execução de projetos de elevada complexidade e âmbito nacional&#8221;.</P><br />
<P>Atualmente, &#8220;a Carter Electric desempenha um papel particularmente relevante na prestação de serviços de infraestruturas de baixa e média tensão em toda a região da Flórida Central, incluindo a Universal Studios e a Space Coast, para clientes de referência como a SpaceX e a Blue Origin&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Em conjunto com outras empresas do Grupo Nearing Visabeira, &#8220;nomeadamente a Sargent Electric, a JF Edwards Construction Company e a Verità, a Carter Electric passará a beneficiar de um conjunto significativamente mais alargado de competências, reforçando a sua capacidade para servir novos setores de atividade e expandir a sua presença junto de novos clientes na crescente economia da Flórida&#8221;.</P><br />
<P>A oferta inclui áreas como &#8220;a produção de energia, sistemas de armazenamento de energia em baterias, transporte e distribuição de energia elétrica e infraestruturas de telecomunicações, serviços que a Nearing Visabeira já presta a clientes estratégicos em todo o território norte-americano&#8221;.</P><br />
<P>A Nearing Visabeira &#8220;tem vindo a reforçar de forma consistente a sua presença no mercado dos &#8216;data centers&#8217;, capitalizando a experiência adquirida na execução de projetos de elevada dimensão, complexidade técnica e ritmo de execução acelerado&#8221;. </P><br />
<P>Esta compra &#8220;reforça igualmente a capacidade do grupo para acompanhar o forte ciclo de investimento associado à eletrificação da economia, ao crescimento dos data centers e ao desenvolvimento da inteligência artificial [IA] nos EUA&#8221;.</P><br />
<P>A atual equipa de gestão da Carter Electric, liderada por Doug Carter, continuará à frente da empresa. </P><br />
<P>&#8220;Esta parceria estratégica permitirá acelerar ainda mais o nosso crescimento, disponibilizando serviços e competências adicionais aos nossos clientes atuais e dando igualmente a conhecer a Carter Electric aos clientes da Nearing Visabeira&#8221;, afirma o presidente executivo (CEO) da Carter Eletric, Doug Carter, citado em comunicado. </P><br />
<P>Esta aquisição permitirá às operações da Nearing Visabeira ultrapassar os mil milhões de dólares de receitas anuais&#8221; nos EUA e &#8220;atingir cerca de 2,5 mil milhões de euros de volume de negócios a nível global&#8221;.</P><br />
<P>Os EUA &#8220;assumem hoje um papel central na estratégia de crescimento da Nearing Visabeira e esta aquisição reforça de forma muito significativa a nossa presença num dos mercados mais atrativos e dinâmicos do setor&#8221;, afirma Nuno Marques, CEO da Nearing Visabeira, citado em comunicado.</P></p>
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		<item>
		<title>A moto lançada de paraquedas na II Guerra Mundial está de volta&#8230; mas agora em versão elétrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:06:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há mais de 80 anos, milhares de soldados britânicos saltavam de aviões sobre território inimigo acompanhados por um equipamento pouco habitual: uma pequena moto que seguia presa a um paraquedas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 80 anos, milhares de soldados britânicos saltavam de aviões sobre território inimigo acompanhados por um equipamento pouco habitual: uma pequena moto que seguia presa a um paraquedas. O objetivo era simples. Assim que aterravam, podiam deslocar-se rapidamente, transportar mensagens, estabelecer comunicações ou chegar a posições estratégicas sem depender de veículos maiores.</p>
<p>Era a Royal Enfield Flying Flea, uma das motos mais improváveis da II Guerra Mundial e que, décadas depois, acaba de regressar&#8230; em versão elétrica.</p>
<p>Segundo a &#8216;ETAuto&#8217;, a Royal Enfield lançou oficialmente a nova marca Flying Flea, recuperando um nome histórico que marcou a presença da fabricante britânica no conflito mundial. Em vez de um motor a gasolina, a nova geração aposta exclusivamente na propulsão elétrica, mantendo, no entanto, várias referências estéticas ao modelo original.</p>
<p>A Flying Flea nasceu em 1940, quando o Exército britânico precisava de um veículo extremamente leve que pudesse acompanhar as tropas aerotransportadas. Com pouco mais de 60 quilos, a moto era suficientemente compacta para ser colocada dentro de uma estrutura metálica e lançada de avião juntamente com os paraquedistas.</p>
<p>Assim que chegavam ao solo, bastavam poucos minutos para retirar a moto da estrutura e colocá-la em funcionamento. A pequena Royal Enfield permitia aos soldados deslocarem-se rapidamente em missões de reconhecimento, transportar oficiais ou estabelecer ligações entre unidades espalhadas pelo terreno.</p>
<p>Foi precisamente essa capacidade de &#8220;cair do céu&#8221; que lhe valeu o nome Flying Flea, ou &#8220;Pulga Voadora&#8221;, uma referência ao seu tamanho reduzido e à forma como parecia saltar dos aviões para o campo de batalha.</p>
<p>Terminada a guerra, a Flying Flea desapareceu gradualmente, transformando-se numa peça muito procurada por colecionadores e aficionados da história militar.</p>
<p>Mais de oito décadas depois, a Royal Enfield decidiu recuperar esse legado para entrar num segmento completamente diferente. A nova Flying Flea é uma moto elétrica concebida para utilização urbana, equipada com tecnologia moderna e soluções de conectividade, mas inspirada nas linhas simples e minimalistas da sua antecessora.</p>
<p>Embora já não seja lançada de paraquedas nem tenha de atravessar campos de batalha, a marca acredita que a nova Flying Flea consegue manter vivo o espírito original: uma moto leve, ágil e pensada para responder rapidamente aos desafios do seu tempo.</p>
<p>Com este regresso, a Royal Enfield não recupera apenas um nome histórico. Recupera uma das histórias mais curiosas da indústria das duas rodas, provando que algumas lendas conseguem atravessar gerações sem perder a identidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797735]]></sapo:autor>
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		<title>TML : Uma nova plataforma para mover Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[TML]]></category>
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					<description><![CDATA[De autoridade de transportes a plataforma tecnológica: a transformação digital da mobilidade em Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há poucos anos, viajar de transporte público na Área Metropolitana de Lisboa significava lidar com um sistema profundamente fragmentado: 16 operadores distintos, mais de 7.700 tipologias tarifárias e apenas cerca de 30% do território coberto por um passe intermodal. Para quem se deslocava diariamente, isso traduzia-se numa experiência complexa, pouco intuitiva e desigual, dependente do concelho onde se vivia ou trabalhava. Hoje, essa realidade mudou radicalmente, e a transformação tem um nome &#8211; navegante® &#8211; e uma instituição por trás dela: a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML).</p>
<p style="text-align: justify;">Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML, explica que a entidade deixou de se definir apenas pela sua função regulatória enquanto autoridade de transportes. «Hoje, somos também responsáveis pelo desenvolvimento e gestão de soluções digitais que tornam o sistema de transportes mais simples, integrado e acessível para milhões de pessoas», afirma. Essa mudança de identidade reflecte-se na própria estrutura interna da organização, onde a área de Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) se tornou uma das maiores e mais estratégicas, responsável por gerir o sistema navegante® e garantir a interoperabilidade entre todos os operadores da região. Para o presidente, esta transformação resultou de «inovação tecnológica, do conhecimento das nossas equipas e de um foco permanente nas necessidades das pessoas».</p>
<p style="text-align: justify;">O maior desafio deste processo, reconhece Carlos Humberto de Carvalho, não foi propriamente tecnológico, mas político e organizacional: conseguir alinhar 18 municípios, múltiplos operadores e diferentes entidades em torno de uma visão comum para a mobilidade metropolitana. Isso implicou não só integração de sistemas, mas também harmonização de regras de negócio e a articulação entre organizações com culturas e formas de trabalhar distintas. O resultado foi a criação de duas tipologias de passe, municipal e metropolitano, válidas em 100% do território e em todos os operadores e modos de transporte, substituindo um mosaico de regras dispersas por uma experiência unificada para o passageiro. Depois desta transformação estrutural, a TML avançou para uma fase de digitalização de serviços, simplificando processos e criando novas soluções que tornam a utilização dos transportes mais rápida e cómoda.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta lógica de integração tem, segundo o presidente, um objectivo comum a todas as soluções desenvolvidas: colocar o utilizador no centro da mobilidade. Através do Sistema navegante®, a TML criou plataformas e serviços partilhados por todos os operadores, o que se traduz em tarifas mais simples e económicas, maior cobertura territorial e um acesso mais equitativo a oportunidades de emprego, educação, saúde e lazer. Ao mesmo tempo, a partilha de informação entre operadores permite uma gestão mais eficiente das redes e uma resposta mais rápida a alterações operacionais. São benefícios que, para o utilizador comum, se traduzem simplesmente em viagens mais previsíveis e menos burocráticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A APP NAVEGANTE® como porta de entrada única</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos pilares mais visíveis desta transformação é a app navegante®, que Carlos Humberto de Carvalho descreve como um verdadeiro hub de mobilidade. Na prática, isso significa concentrar num único ponto de acesso praticamente tudo o que o utilizador precisa para se deslocar: «já permite adquirir um cartão navegante® e recebê-lo em casa, carregar passes em cerca de um minuto, consultar informação sobre a rede e acompanhar os transportes em tempo real», detalha. A aplicação permite ainda activar benefícios como a gratuitidade para jovens até aos 24 anos, com carregamento do respectivo passe feito de forma totalmente digital, até ao final da validade do cartão. A ambição da TML, segundo o presidente, é que esta plataforma se torne cada vez mais completa, consolidando-se como a principal via de entrada para a mobilidade em toda a Área Metropolitana de Lisboa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, a introdução do navegante® mobile, que dispensa o cartão físico, surge como um passo natural desta evolução. Ao permitir que o título de transporte esteja disponível directamente no telemóvel, a TML elimina a necessidade do cartão físico para muitos utilizadores, tornando o processo mais simples, cómodo e sustentável, ao mesmo tempo que aproxima o sistema lisboeta das melhores práticas internacionais em matéria de bilhética digital e reduz custos operacionais associados aos suportes físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A par disto, a aposta na informação em tempo real representa, na visão de Carlos Humberto de Carvalho, «um salto muito importante para todo o ecossistema da mobilidade». O benefício é duplo: para o passageiro, traduz-se em maior previsibilidade e redução da incerteza no planeamento de cada viagem; para os operadores e para a própria TML, representa uma ferramenta de gestão mais poderosa, que permite acompanhar o funcionamento da rede, identificar constrangimentos mais rapidamente, ajustar a operação sempre que necessário e tomar decisões com base em dados objectivos, em vez de suposições.</p>
<p style="text-align: justify;">Também o pagamento directo com cartão bancário ou outros meios de pagamento digitais faz parte desta lógica de simplificação. Segundo o presidente, esta opção «elimina barreiras de acesso ao transporte público, sobretudo para utilizadores ocasionais, turistas e visitantes», dispensando a necessidade de adquirir previamente um título específico, sem nunca comprometer a integração tarifária nem a facilidade de utilização do sistema como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre como garante que estas soluções respondem simultaneamente às necessidades de utilizadores e operadores, Carlos Humberto de Carvalho refere um trabalho contínuo de auscultação junto de ambas as partes: sessões de auscultação, processos participativos, workshops de design thinking e contacto permanente com os diferentes intervenientes. A isto soma-se uma articulação diária com os operadores da região, de forma a garantir que as soluções tecnológicas desenvolvidas são interoperáveis, robustas e acrescentam valor real à operação. É este equilíbrio, sublinha, entre visão tecnológica, conhecimento operacional e proximidade aos utilizadores, que tem permitido o sucesso da transformação digital da mobilidade metropolitana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade em prática</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se a dimensão digital é a face mais visível da transformação, a reorganização operacional foi igualmente profunda. Com a criação da Carris Metropolitana, a TML substituiu um cenário de informação, regras de negócio e níveis de serviço dispersos por 12 operadores diferentes por uma rede única, com identidade própria, procedimentos harmonizados, modelo tarifário comum e padrões consistentes de conforto e qualidade de serviço. Hoje, essa rede rodoviária metropolitana assegura a operação municipal em 15 concelhos e as ligações intermunicipais em toda a Área Metropolitana de Lisboa, garantindo uma experiência «muito mais simples, coerente e previsível» para quem viaja, independentemente do concelho onde inicia ou termina a sua deslocação.</p>
<p style="text-align: justify;">No capítulo da sustentabilidade, o navegante® Empresas surge como um dos produtos mais estratégicos da TML para apoiar organizações comprometidas com a descarbonização. O programa permite que as empresas ofereçam o passe navegante® aos colaboradores como benefício de mobilidade, incentivando a substituição do automóvel nas deslocações casa-trabalho-casa e beneficiando, em simultâneo, de um enquadramento fiscal vantajoso, com vantagens na tributação do lucro tributável para quem apoia os trabalhadores na utilização do transporte público. Carlos Humberto de Carvalho sublinha que já mais de 560 empresas aderiram à iniciativa, o que, na sua leitura, comprova que «este modelo responde às necessidades do tecido empresarial e constitui uma ferramenta eficaz para promover uma mobilidade mais sustentável». Para o presidente da TML, trata-se de um produto que «gera valor para todos»: para as empresas, que reforçam a sua estratégia de sustentabilidade e responsabilidade social, cumprindo critérios ESG; para os colaboradores, que passam a contar com um apoio concreto que melhora a sua qualidade de vida; e para as cidades, que beneficiam de menos congestionamento, menos emissões e maior utilização do transporte público.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um modelo a caminho de escala nacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O interesse que as soluções da TML têm despertado noutras regiões do País abre uma nova frente de reflexão sobre o futuro do sector. Carlos Humberto de Carvalho não fala de replicar mecanicamente o modelo lisboeta, mas de construir algo mais amplo e interoperável: «o importante é contribuir para que exista uma maior interoperabilidade entre sistemas e uma visão nacional da mobilidade digital», afirma, apontando para um cenário em que os cidadãos possam utilizar os transportes públicos de forma cada vez mais simples, integrada e consistente em todo o território português; e não apenas na área metropolitana da capital.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao futuro próximo, o presidente da TML identifica um conjunto de tecnologias que deverão marcar a próxima fase do sector: uso intensivo de dados, inteligência artificial, plataformas digitais integradas, bilhética desmaterializada e sistemas de informação em tempo real. Estas ferramentas, na sua perspectiva, permitirão «uma gestão mais inteligente das redes, uma melhor previsão da procura, maior personalização dos serviços e uma experiência cada vez mais fluida» para quem utiliza os transportes públicos diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia da TML, conclui Carlos Humberto de Carvalho, passa por continuar a investir nestas áreas, reforçando a integração entre operadores, promovendo a inovação e utilizando a tecnologia como instrumento para tornar a mobilidade «mais simples, eficiente, inclusiva e sustentável». Num sector em constante transformação, a aposta de Lisboa assenta numa ideia simples, mas exigente de concretizar: a tecnologia só tem valor real quando serve, de facto, quem se desloca todos os dias pela cidade e pela região.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “</em>Mobilidade urbana/ smart cities<em>”, publicado na edição de Julho (n.º 244</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791295]]></sapo:autor>
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		<title>Os 8 maiores erros de quem compra casa pela primeira vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Dr. Finanças]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ser bem-sucedido na compra da primeira casa vai muito além de encontrar o imóvel ideal. Antes de avançar, saiba como evitar oito erros que podem sair-lhe caros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar casa pela primeira vez é um marco importante na vida de muitos portugueses. No entanto, a emoção de encontrar o imóvel com que há tanto tempo sonha pode levá-lo a tomar decisões precipitadas que podem pesar, e muito, no seu orçamento. Conheça oito erros comuns e perceba como evitá-los.</p>
<p><strong>1. Procurar casa antes de perceber quanto pode realmente gastar</strong></p>
<p>Quem decide comprar casa começa frequentemente por visitar imóveis e só depois pensa no crédito habitação. No entanto, pedir uma pré-aprovação do crédito ao banco permite saber qual o montante que poderá ver financiado e qual a prestação expectável. Assim, evita perder tempo com casas que estão fora do seu orçamento.</p>
<p><strong>2. Esquecer-se de que comprar casa envolve muito mais do que o preço do imóvel</strong></p>
<p>O valor que pagará pela casa é apenas uma parte da despesa. Deve contar também com encargos como o IMT, o Imposto do Selo, a escritura, os registos, as comissões bancárias e os seguros associados ao crédito. Sem este planeamento, o orçamento pode revelar-se insuficiente.</p>
<p><strong>3. Não comparar propostas de crédito habitação</strong></p>
<p>Aceitar a primeira proposta de crédito pode significar que ficará a pagar mais ao banco durante décadas. Por isso, é importante que compare várias ofertas. Mas não se limite a olhar para o spread. Analise e compare as propostas sobretudo com base na TAEG e no montante total pago pelo crédito (MTIC) para perceber qual é, efetivamente, a opção mais vantajosa.</p>
<p><strong>4. Assumir que o banco financia tudo</strong></p>
<p>Embora os jovens possam beneficiar da garantia pública, a maioria dos compradores continua a precisar de suportar, com capitais próprios, parte dos custos da compra – normalmente, entre 10% a 20% do valor do imóvel. Além disso, há despesas que nunca são financiadas, como impostos, escritura ou outros encargos iniciais. Por isso, antes de avançar, confirme quanto terá de pagar.</p>
<p><strong>5. Comprar uma casa no limite da capacidade financeira</strong></p>
<p>O facto de o banco aprovar o crédito não significa que esse seja o valor ideal para si. Uma prestação demasiado elevada deixa pouca margem para lidar com imprevistos, como uma perda de rendimento, despesas inesperadas ou a subida das taxas de juro. Não deixe de refletir sobre estes aspetos antes de tomar uma decisão. Além disso, garanta que tem um fundo de emergência com um montante que lhe permita fazer face a imprevistos.</p>
<p><strong>6. Pensar apenas na prestação mensal, ignorando os custos anuais de manter a casa</strong></p>
<p>Depois da compra da casa, as despesas não se extinguem. Condomínio, IMI, seguro de vida e multirriscos-habitação, manutenção ou reparações fazem parte das responsabilidades dos proprietários. Antes de comprar, faça uma estimativa destes custos para perceber qual será o seu impacto no orçamento familiar.</p>
<p><strong>7. Assinar o CPCV sem perceber todas as cláusulas</strong></p>
<p>O Contrato-Promessa de Compra e Venda (CPCV) é um documento com consequências legais importantes para quem compra e vende casa. Antes de assinar, e para evitar surpresas desagradáveis, confirme os prazos, as condições de pagamento, as penalizações em caso de incumprimento e ainda as cláusulas relativas à obtenção de crédito.</p>
<p><strong>8. Não analisar bem o condomínio e o estado do edifício</strong></p>
<p>Se comprar um apartamento, não se limite a avaliar o estado do imóvel. É importante que se informe sobre o valor do condomínio, a existência de dívidas, o fundo comum de reserva e eventuais obras previstas. Tenha em mente que um edifício mal conservado pode exigir encargos elevadas pouco tempo depois da compra.</p>
<p>Em suma, comprar casa pela primeira vez exige preparação e alguma cautela. Quanto mais informado estiver sobre os custos, o crédito e as obrigações associadas à compra, mais fácil será tomar uma decisão consciente e evitar erros que podem pesar no seu orçamento durante muitos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797346]]></sapo:autor>
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		<title>Acordo milionário entre norte-americana e britânica cria a maior empresa de ativos logísticos do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:44:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A norte-americana Prologis chegou a acordo com a administração da Segro para a aquisição da totalidade do capital da empresa britânica, numa operação avaliada em aproximadamente 16,2 mil milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A norte-americana Prologis chegou a acordo com a administração da Segro para a aquisição da totalidade do capital da empresa britânica, numa operação avaliada em cerca de 18,8 mil milhões de dólares (aproximadamente 16,2 mil milhões de euros). A transação deverá criar uma das maiores plataformas globais de ativos logísticos e ampliar significativamente a presença da Prologis no mercado europeu.</p>
<p>A combinação das duas empresas permitirá à Prologis atingir cerca de 269 mil milhões de dólares em ativos sob gestão a nível global. Na Europa, a carteira operacional combinada deverá atingir 368 milhões de pés quadrados, o equivalente a cerca de 34,2 milhões de metros quadrados.</p>
<p>Com a integração da Segro, a área operacional europeia da Prologis aumentará 47%. A operação permitirá também juntar uma carteira de desenvolvimento de aproximadamente 13 milhões de pés quadrados e aumentar em 126% o banco de terrenos da Prologis na região.</p>
<p>O acordo prevê que os acionistas da Segro recebam 0,0920 novas ações da Prologis por cada ação detida. Os investidores poderão, em alternativa, optar por receber dinheiro relativamente a parte ou à totalidade da contrapartida em ações, ao abrigo de uma opção de pagamento em dinheiro com um montante máximo de aproximadamente 3,5 mil milhões de libras.</p>
<p>Na modalidade base desta alternativa, os acionistas receberão 258 pence em dinheiro e 0,0690 novas ações da Prologis por cada ação Segro. A componente em dinheiro será financiada através de uma linha de crédito a prazo, liquidez existente e outras fontes de financiamento disponíveis.</p>
<p>Os acionistas da Segro terão ainda direito a receber e manter os dividendos relativos a 2026, até um máximo de 10,14 pence por ação referentes ao dividendo intercalar e de 22,56 pence relativos ao dividendo final, que a empresa pretende pagar antes da conclusão da operação.</p>
<p>O conselho de administração da SEGRO aprovou por unanimidade os termos da operação e pretende recomendar aos acionistas que votem a favor da aquisição.</p>
<p>A conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2027, ficando dependente da aprovação dos acionistas da SEGRO, da validação judicial do processo, das autorizações regulatórias necessárias e do cumprimento das restantes condições habituais para o fecho da operação.</p>
<p>A transação não requer a aprovação dos acionistas da Prologis.</p>
<p>Como parte do acordo, a Prologis irá ainda solicitar uma cotação secundária das suas ações na Bolsa de Londres. A aprovação deste pedido constitui uma das condições para a conclusão da operação.</p>
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