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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Funeral de Luís Represas realiza-se hoje: família e amigos despedem-se de uma das maiores vozes da música portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal presta hoje a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa, cujo funeral decorre esta sexta-feira, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal presta hoje a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa, cujo funeral decorre esta sexta-feira, em Lisboa, após um velório público que reuniu familiares, amigos, admiradores e diversas figuras da cultura na Basílica da Estrela. A cerimónia fúnebre acontece depois de uma celebração religiosa marcada para as 15h00, no mesmo local, seguindo-se um funeral reservado à família.</p>
<p>O cantor e compositor morreu na quarta-feira, aos 69 anos, na sequência de uma doença prolongada, numa altura em que assinalava 50 anos de carreira. A informação sobre as cerimónias fúnebres foi confirmada à agência Lusa por fonte da agência que representava o músico, indicando que o velório decorreu na quinta-feira, entre as 16h00 e as 22h30, aberto ao público na Basílica da Estrela.</p>
<p>Nascido em Lisboa, em 1956, Luís Represas deixou uma marca profunda na música portuguesa desde que, em 1976, foi um dos fundadores dos Trovante, grupo que viria a tornar-se uma referência incontornável da música popular portuguesa. Ao longo das décadas de 1980 e início dos anos 1990, a banda editou álbuns emblemáticos como &#8220;Baile no Bosque&#8221; (1981) e &#8220;Cais das Colinas&#8221; (1983), trabalhos fortemente inspirados na tradição musical portuguesa e que ajudaram a definir uma geração.</p>
<p>Depois da separação dos Trovante, os elementos seguiram carreiras individuais, embora o grupo se tenha voltado a reunir em diversas ocasiões especiais. Esses regressos aconteceram em 1999, 2006, 2017 e, mais recentemente, em março deste ano, com concertos esgotados em Lisboa e no Porto que demonstraram a permanência da ligação do público à banda e ao seu repertório.</p>
<p>A carreira a solo de Luís Represas começou em 1993 com o álbum &#8220;Represas&#8221;, gravado em Cuba e inspirado por uma viagem àquele país. Desse trabalho fazem parte temas que se tornaram alguns dos maiores êxitos da sua carreira, como &#8220;Fora de Tempo&#8221;, &#8220;Neva sobre a marginal&#8221; e &#8220;Feiticeira&#8221;. O seu percurso artístico manteve-se ativo ao longo das décadas seguintes, tendo editado em 2024 o álbum &#8220;Miragem&#8221;, o mais recente da sua discografia.</p>
<p>Além da música, Luís Represas destacou-se pelo envolvimento em causas humanitárias e políticas, nomeadamente no apoio à independência de Timor-Leste. A canção &#8220;Timor&#8221;, com música de João Gil e letra de João Monge, integrada originalmente no álbum &#8220;Um destes dias&#8221; (1990), dos Trovante, ganhou uma dimensão simbólica durante o processo de autodeterminação do território. Em 1999, o grupo voltou a reunir-se para interpretar o tema, que acabaria por se tornar um dos hinos da luta timorense. A letra foi posteriormente traduzida para tétum por Xanana Gusmão.</p>
<p>O reconhecimento desse contributo levou o então Presidente da República, Jorge Sampaio, a convidar Luís Represas para integrar a visita oficial a Timor-Leste, realizada em 2000. Anos mais tarde, em 2016, o músico foi distinguido com a Medalha da Ordem de Timor-Leste, atribuída pelo então Presidente timorense Taur Matan Ruak, em reconhecimento pelo apoio prestado ao país.</p>
<p>Também em Portugal viu o seu percurso ser oficialmente reconhecido. Em 2005, recebeu do Estado português a Ordem de Mérito, no grau de Comendador, distinção que premiou uma carreira marcada pela promoção da cultura e da música nacionais.</p>
<p>Ao longo de cinco décadas de atividade, Luís Represas colaborou com alguns dos mais importantes artistas portugueses e internacionais. Entre os músicos com quem trabalhou encontram-se Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Jorge Palma, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Compay Segundo e Phil Collins, entre muitos outros.</p>
<p>À data da sua morte, o cantor encontrava-se a celebrar os 50 anos de carreira e tinha anunciado dois concertos comemorativos nos coliseus de Lisboa e do Porto, previstos para abril de 2027, espetáculos que simbolizariam meio século de um percurso artístico que atravessou gerações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793046]]></sapo:autor>
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		<title>Centros de investigação juntam-se para pedir o Oceano como Domínio Estratégico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco dos maiores centros de investigação na área do mar, numa iniciativa inédita, juntaram-se para aprovar um manifesto no qual reivindicam que o oceano seja reconhecido como um "domínio estratégico" na Ciência e Inovação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cinco dos maiores centros de investigação na área do mar, numa iniciativa inédita, juntaram-se para aprovar um manifesto no qual reivindicam que o oceano seja reconhecido como um &#8220;domínio estratégico&#8221; na Ciência e Inovação.</P><br />
<P>&#8220;Se oceano não é estratégico, o que é que é estratégico?&#8221;, questiona um dos subscritores da iniciativa, acrescentando que &#8220;Portugal ficaria muito mal na fotografia se não se assumisse  como um país marítimo&#8221;.</P><br />
<P>O manifesto, hoje divulgado, junta os centros de investigação MARE, CESAM, CIIMAR, CCMAR e OKEANOS, que reivindicam um lugar para o oceano entre os Domínios Estratégicos que a Agência para a Investigação e Inovação (AI²) está a definir, e que devem ser conhecidos ainda este ano.</P><br />
<P>A AI² está a definir as áreas prioritárias que vão concentrar o financiamento público da ciência na próxima década e teve na semana passada, com o &#8220;Encontro Ciência e Inovação 2026&#8221;, o primeiro grande evento.</P><br />
<P>No manifesto os centros começam por dizer que o Oceano é o único domínio que reúne, ao mesmo tempo, &#8220;soberania, segurança, clima, energia, biodiversidade, alimentação, recursos geológicos, dados, património cultural, inteligência artificial, telecomunicações, economia, diplomacia e inovação&#8221;.</P><br />
<P>E recordam que Portugal gere uma Zona Económica Exclusiva de cerca de 1,7 milhões de quilómetros quadrados, com uma proposta de extensão da plataforma continental superior a quatro milhões de quilómetros quadrados.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de 97% do nosso território é mar. Essa responsabilidade governativa não se exerce com discursos. Exerce-se com ciência, tecnologia e inovação&#8221;, dizem os responsáveis dos cinco centros, que juntos somam mais de 900 investigadores doutorados.</P><br />
<P>A AI² diz que os domínios estratégicos devem responder aos grandes desafios da sociedade e integrar diferentes áreas e os autores do manifesto respondem que não há melhor exemplo dessa integração do que o Oceano, que junta biologia, engenharia, inteligência artificial, robótica, ciência de dados, materiais, energia, economia, direito, saúde, políticas públicas e ciências sociais. </P><br />
<P>Pedro Raposo, diretor do MARE (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, juntando várias universidades e politécnicos), em declarações à agência Lusa, explica que o manifesto surge na sequência da preocupação dos centros quanto à estratégia que pode vir a ser delineada na nova agência (AI²), e acrescenta que o Oceano, que é muito mais do que pescas e energia, precisa de ser definido como um objetivo estratégico.</P><br />
<P>Segundo o responsável é consensual que Portugal &#8220;tem de se afirmar no que é a estratégia do mar em todos os níveis&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É aí que está a nossa riqueza e o nosso futuro. E Portugal tem de liderar a nível europeu&#8221; até porque &#8220;tem todas as condições&#8221;. </P><br />
<P>Falando das várias valências ligadas ao mar, da pesca ao turismo, Pedro Raposo diz não ter dúvidas de que Portugal pode ser uma &#8220;nova potência marítima&#8221;, desta vez pela via do conhecimento.</P><br />
<P>Aliás, acrescenta, não se entende se Portugal não estiver a assumir essa posição em Bruxelas. &#8220;Se não formos nós a tomar essas rédeas alguém o irá fazer&#8221;.</P><br />
<P>Pedro Raposo diz mesmo que não se pode afirmar que o mar é um &#8220;desígnio nacional&#8221; sem ser um objetivo estratégico. E, acrescenta: &#8220;tem de ser agora&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre os financiamentos da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) para a investigação o responsável ri. &#8220;A FCT nunca pagou investigação a sério. Financia o arranque mas não a manutenção&#8221;, diz, lembrando que o mar deteriora equipamentos muito rapidamente e a investigação &#8220;tem custos elevadíssimos&#8221;. </P><br />
<P>Com o mar como objetivo estratégico podem ser definidas prioridades a médio prazo, porque atualmente não há previsibilidade de financiamento e os projetos são financiados a três anos, pouco para casos que, por exemplo, necessitam de monitorização.</P><br />
<P>Em Portugal, diz-se no manifesto também, não há falta de excelência mas o problema é que essa excelência &#8220;continua demasiado fragmentada, dependente de financiamento de curto prazo, com infraestruturas insuficientes, precariedade do emprego, e uma interface ciência-política ainda demasiado frágil&#8221;.</P><br />
<P>Para mudar a situação a AI² pode fazer a diferença reconhecendo o oceano como domínio estratégico, dizem os autores do documento, no qual salientam que investir no oceano &#8220;é investir na soberania, na competitividade, na segurança, na sustentabilidade e no futuro de Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Em março passado, no âmbito de um Fórum de Investigação no Oceano, os mesmos cinco centros já tinham assinado a &#8220;Declaração de Aveiro&#8221; sobre a Ciência do Mar Português 2026-2035, na qual apontavam como algumas lacunas a precariedade nas carreiras ou a falta e difícil acesso a navios e outros equipamentos para investigação.</P><br />
<P>Os centros propunham que até 2035 50% dos investigadores com mais de cinco anos de pós-doutoramento tivessem contrato permanente ou de longo prazo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793278]]></sapo:autor>
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		<title>Hoje é o último dia da segunda fase dos exames nacionais do Secundário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:45:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais chega hoje ao fim, encerrando o calendário das provas escritas do ensino secundário referentes ao ano letivo de 2025/2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase dos exames nacionais chega hoje ao fim, encerrando o calendário das provas escritas do ensino secundário referentes ao ano letivo de 2025/2026. Depois de, na quinta-feira, terem terminado as provas finais do 9.º ano, é agora a vez dos alunos do 11.º e 12.º anos concluírem esta etapa da avaliação externa, que permite melhorar classificações, concluir disciplinas e candidatar-se ao ensino superior.</p>
<p>O último dia da segunda fase fica marcado por um conjunto de exames distribuídos entre o período da manhã e da tarde. Às 9h30, os alunos do 11.º ano realizam as provas de Física e Química A (715) e Geografia A (719), enquanto os estudantes do 12.º ano encerram definitivamente o calendário dos exames nacionais com a realização da prova de Desenho A (706), igualmente marcada para as 9h30.</p>
<p>Durante a tarde, às 14h00, os alunos do 11.º ano realizam o exame de Inglês (550), a última prova escrita prevista nesta segunda fase. Com estes exames termina oficialmente o calendário das provas nacionais do ensino secundário, embora algumas componentes orais continuem a decorrer nos próximos dias.</p>
<p>A reta final da segunda fase acontece depois de uma quinta-feira particularmente preenchida, durante a qual os estudantes do 11.º ano realizaram os exames de Biologia e Geologia (702) e História B (723), enquanto os alunos do 12.º ano fizeram a prova de História A (623). Durante a tarde realizaram-se ainda os exames de Geometria Descritiva A (708), Alemão (501), Espanhol (547 e 847), Francês (517), Italiano (849) e Mandarim (848).</p>
<p>Já na quinta-feira terminou também a segunda fase das provas finais do ensino básico, com os alunos do 9.º ano a realizarem o exame de Matemática (código 92). A prova sucedeu aos exames de Português, Português Língua Segunda e Português Língua Não Materna, realizados no início da semana, concluindo assim o calendário das provas escritas do ensino básico.</p>
<p>Apesar do fim das provas escritas, o processo de avaliação externa ainda não está totalmente concluído. Mantêm-se em realização as componentes orais de Português Língua Não Materna (PLNM) e dos alunos autopropostos a Português no ensino básico, previstas até hoje, 24 de julho. No ensino secundário, as componentes orais das Línguas Estrangeiras e de Português Língua Não Materna prolongam-se até 28 de julho, de acordo com o calendário oficial.</p>
<p>Após a conclusão desta segunda fase, os alunos terão agora de aguardar pela divulgação dos resultados. As classificações das provas finais do ensino básico e dos exames nacionais do ensino secundário serão afixadas no próximo 7 de agosto.</p>
<p>Depois da publicação das pautas, os estudantes que pretendam contestar a classificação obtida poderão recorrer ao mecanismo de reapreciação das provas. Os resultados desses pedidos estão previstos para 28 de agosto, data que assinalará o encerramento formal do calendário da avaliação externa relativa ao ano letivo de 2025/2026.</p>
<p>A segunda fase dos exames nacionais assume especial importância para milhares de alunos, quer para aqueles que procuram melhorar a nota obtida na primeira fase, quer para os que necessitam de concluir disciplinas em atraso ou reunir as classificações exigidas para o acesso ao ensino superior. Com a realização das últimas provas desta sexta-feira, fica concluída mais uma etapa decisiva do percurso académico dos estudantes portugueses, seguindo-se agora a divulgação dos resultados e as fases seguintes do concurso nacional de acesso ao ensino superior.</p>
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		<title>Exames: Termina hoje segunda fase dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais termina hoje, mas os alunos do ensino secundário terão, em setembro, outra oportunidade melhorar as notas, numa época especial criada na sequência dos problemas registados na classificação dos exames da primeira fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A segunda fase dos exames nacionais termina hoje, mas os alunos do ensino secundário terão, em setembro, outra oportunidade melhorar as notas, numa época especial criada na sequência dos problemas registados na classificação dos exames da primeira fase.</P><br />
<P>O último dia da segunda fase arranca às 09:30 com as provas de Desenho A, Física e Química A e Geografia, seguindo-se Inglês às 14:00, não tendo sido divulgado o número de inscritos.</P><br />
<P>Física e Química A e Geografia foram duas das quatro disciplinas em que o Júri Nacional de Exames (JNE) identificou erros na parametrização das matrizes de classificação da primeira fase, obrigando à reclassificação de milhares de provas após a divulgação das pautas.</P><br />
<P>Na sequência da reclassificação, 4.253 alunos viram a classificação de Geografia aumentar, enquanto 73 obtiveram uma nota inferior. Em Física e Química A, 10.294 alunos melhoraram a classificação e 1.025 ficaram com uma nota mais baixa.</P><br />
<P>Além da segunda fase, os alunos dos 11.º e 12.º anos terão mais uma oportunidade para melhorar os resultados nos exames nacionais, durante uma época especial que vai decorrer entre 03 e 08 de setembro.</P><br />
<P>A época especial foi anunciada na sequência dos problemas com o processo de digitalização dos quase 300 mil exames realizados na primeira fase, que levaram a que muitos alunos não tivessem acesso atempado às suas notas.</P><br />
<P>As inscrições para fazer os exames na época especial decorrem entre 27 e 31 de julho e está aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, incluindo aqueles que as realizaram esta semana.</P><br />
<P>Para os alunos que realizem exames na segunda fase e na época especial, será considerada a melhor classificação obtida, sendo a prova realizada em setembro equiparada, para todos os efeitos, à segunda fase.</P><br />
<P>A segunda fase dos exames nacionais estava inicialmente agendada para decorrer entre 16 e 22 de julho, mas foi adiada devido às falhas técnicas que obrigaram ao adiamento da segunda fase e atrasaram também a divulgação das classificações, conhecidas em 07 de agosto.</P><br />
<P>Apesar dos problemas reconhecidos pelo ministro Fernando Alexandre, o Governo manteve os calendários da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, mas a abertura de uma época especial obrigou a adiar a segunda fase do concurso.</P><br />
<P>A segunda fase do concurso decorrerá entre 24 de agosto e 20 de setembro, em vez de terminar em 02 de setembro, como inicialmente previsto.</P></p>
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		<title>Combustíveis sobem na próxima semana e preços vão ultrapassar os 2 euros/litro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:30:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Precisa de atestar o depósito do seu veículo? Saiba que, na próxima semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado 'regra' nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Precisa de atestar o depósito do seu veículo? Saiba que, na próxima semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado &#8216;regra&#8217; nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir da próxima segunda-feira, o gasóleo deverá ficar sete cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar pelo menos três cêntimos, segundo indicou fonte da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis &#8211; ANAREC à Executive Digest.</p>
<p>Assim, a próxima semana será a quarta consecutiva de subidas de preços da gasolina e do gasóleo. Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 43 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 31 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 25,8 euros no gasóleo e de 18,6 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793077" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5.png" alt="" width="996" height="465" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5.png 996w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-300x140.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-900x420.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-768x359.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-600x280.png 600w" sizes="(max-width: 996px) 100vw, 996px" /></p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,974 euros por litro e o do gasóleo em 1,967 euros. Com as mudanças previstas na próxima semana, a partir de segunda-feira os preços do gasóleo e gasolina são &#8216;atirados&#8217; para a barreira acima dos dois euros/litro: 2,037 euros/litro no caso do gasóleo e 2,004 no caso da gasolina. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p>Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se 6,34 cêntimos acima da média comunitária e 39 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>Veja quais os postos mais baratos do País</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793079" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6.png" alt="" width="995" height="489" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6.png 995w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-300x147.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-900x442.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-768x377.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-600x295.png 600w" sizes="(max-width: 995px) 100vw, 995px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793080" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7.png" alt="" width="1000" height="488" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7.png 1000w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-300x146.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-900x439.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-768x375.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-600x293.png 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793054]]></sapo:autor>
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		<title>Tempo no fim de semana: Calor dá tréguas entre hoje e e amanhã, mas temperaturas voltam a disparar no domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta sexta-feira num curto período de alívio em relação ao calor dos últimos dias, com descida generalizada das temperaturas, alguma chuva fraca em várias regiões do Norte e Centro e um ambiente mais fresco que deverá prolongar-se até sábado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta sexta-feira num curto período de alívio em relação ao calor dos últimos dias, com descida generalizada das temperaturas, alguma chuva fraca em várias regiões do Norte e Centro e um ambiente mais fresco que deverá prolongar-se até sábado. No entanto, esta alteração será temporária e, a partir de domingo, o estado do tempo voltará a mudar, com a entrada de uma massa de ar quente e seco proveniente do Norte de África, que fará subir novamente os termómetros em praticamente todo o território, podendo os valores máximos atingir os 37 ºC nas zonas mais quentes do país.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, a mudança do estado do tempo resulta da passagem de uma bolsa de ar frio isolada em altitude sobre o norte da Península Ibérica, favorecendo a entrada de ar marítimo mais fresco e húmido. Este cenário permitirá uma descida significativa das temperaturas entre sexta-feira e sábado e a ocorrência de precipitação, embora os acumulados previstos sejam reduzidos e muito irregulares.</p>
<p>A chuva deverá concentrar-se sobretudo no litoral Norte e Centro, podendo estender-se pontualmente a algumas áreas montanhosas próximas. As previsões apontam para períodos de chuva ou aguaceiros nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e em parte do distrito de Lisboa, bem como em alguns sectores de Vila Real e Viseu e, de forma muito localizada, noutras áreas do interior Norte e Centro. A sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, a precipitação será pouco provável devido ao efeito de barreira imposto pelo relevo.</p>
<p>Os modelos meteorológicos indicam acumulados entre um e 11 milímetros ao longo de cerca de 48 horas, valores considerados modestos, mas relevantes tendo em conta que Portugal atravessa a canícula, a fase estatisticamente mais quente e seca do ano. A região de Aveiro poderá registar os maiores acumulados, embora os especialistas alertem que a distribuição da chuva poderá ainda sofrer ajustes devido à natureza dinâmica deste tipo de sistemas atmosféricos. Em alguns locais, a precipitação poderá ainda ser acompanhada por trovoadas isoladas.</p>
<p>A descida das temperaturas ficará sobretudo a dever-se à substituição da atual massa de ar quente por uma massa de ar de origem polar marítima, transportada por uma circulação predominante de noroeste. O ambiente tornar-se-á, assim, significativamente mais fresco em praticamente todo o continente durante sexta-feira e sábado, com diversas regiões a registarem temperaturas entre quatro e seis graus abaixo da média habitual para esta época do ano.</p>
<p>Os especialistas referem ainda que grande parte do território continental apresentará valores inferiores aos normalmente registados no final de julho, proporcionando uma pausa temporária ao calor intenso que marcou as últimas semanas. Apesar disso, o tempo continuará maioritariamente seco em muitas regiões, uma vez que a precipitação ficará praticamente limitada às áreas costeiras do Norte e Centro e às zonas montanhosas mais expostas à influência atlântica.</p>
<p>A partir de domingo, o cenário meteorológico altera-se novamente. A circulação atmosférica favorecerá a chegada de uma massa de ar quente e seco proveniente do Norte de África e do interior da Península Ibérica, impulsionada por uma crista subtropical com fluxo de sul e sudeste. A redução da nebulosidade permitirá maior insolação, potenciando uma subida generalizada das temperaturas máximas em quase todo o país.</p>
<p>O aumento das temperaturas será ligeiro em muitas regiões, mas bastante mais expressivo em diversas zonas do interior. Em alguns locais, os termómetros poderão subir entre cinco e seis graus de sábado para domingo, assinalando o início de um novo período de tempo quente que poderá prolongar-se durante os primeiros dias da próxima semana.</p>
<p>Entre as capitais de distrito e cidades analisadas nas previsões, Braga deverá passar de 30 ºC no sábado para 32 ºC no domingo, o Porto de 24 ºC para 26 ºC, Leiria de 25 ºC para 27 ºC, Lisboa de 28 ºC para 29 ºC, Bragança de 29 ºC para 31 ºC, Viseu de 26 ºC para 32 ºC, Coimbra de 27 ºC para 30 ºC, Castelo Branco de 29 ºC para 34 ºC e Évora de 31 ºC para 35 ºC. Faro constitui uma exceção, podendo registar uma ligeira descida da temperatura máxima, de 32 ºC para 30 ºC.</p>
<p>Os valores mais elevados deverão verificar-se nos vales do Douro, Tejo e Guadiana, na Beira Baixa, no Alentejo e no Sotavento Algarvio, onde são esperadas temperaturas entre 31 ºC e 37 ºC. Segundo os cenários atuais, Mértola e Alcoutim surgem como as localidades com maior probabilidade de atingir os 37 ºC durante o domingo.</p>
<p>Além da entrada de ar quente, o relevo poderá contribuir para intensificar o aquecimento em algumas zonas. Nos vales encaixados dos rios Douro, Tejo e Guadiana, a acumulação de calor ao longo do dia poderá favorecer temperaturas ainda mais elevadas nas localidades situadas nessas áreas.</p>
<p>Apesar da tendência para um regresso do calor, os meteorologistas sublinham que continua a existir alguma incerteza relativamente à duração e intensidade deste novo episódio de temperaturas elevadas. A evolução dependerá da interação entre os principais centros de ação atmosféricos, da trajetória das massas de ar e dos padrões de circulação que se instalarem sobre a Península Ibérica durante os próximos dias.</p>
<p>Assim, depois de um breve interlúdio marcado por temperaturas mais amenas e alguma chuva fraca entre sexta-feira e sábado, o calor deverá voltar a dominar o estado do tempo em Portugal continental a partir de domingo, iniciando uma nova fase de tempo seco, estável e progressivamente mais quente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793055]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão avisa que uso de fundos congelados para cobrir danos é &#8220;precedente incendiário&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, advertiu hoje que se os Estados Unidos utilizarem fundos iranianos congelados para cobrir danos em navios e cargas estarão a criar um "precedente incendiário".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, advertiu hoje que se os Estados Unidos utilizarem fundos iranianos congelados para cobrir danos em navios e cargas estarão a criar um &#8220;precedente incendiário&#8221;. </P><br />
<P>A declaração surge em resposta ao plano anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, de recorrer a ativos persas bloqueados por Washington para financiar reparações no contexto da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>Através da rede social X, Araghchi afirmou que &#8220;apoderar-se dos ativos de outra nação para pagar reclamações futuras não relacionadas é um precedente incendiário&#8221;, que poderia gerar um caos &#8220;nem bonito nem pacífico&#8221;. </P><br />
<P>Sublinhou ainda que &#8220;quem celebre ou beneficie desses fundos deve recordar: uma vez normalizada o confisco, os ativos de ninguém estarão seguros&#8221;.</P><br />
<P>O comentário surgiu horas depois de Trump ter escrito na rede Truth Social que os danos provocados por Teerão a navios, cargas ou outros bens seriam pagos com dinheiro iraniano sob controlo dos EUA. O republicano não especificou que tipo de ativos seriam usados nem o procedimento legal para tal.</P><br />
<P>Washington mantém bloqueados fundos e ativos ligados ao Governo iraniano como parte do regime de sanções, sem divulgar uma cifra única sobre o total. As restrições limitaram o acesso de Teerão a dezenas de milhares de milhões de dólares em receitas, segundo o Departamento do Tesouro norte-americano. </P><br />
<P>O acesso a fundos congelados é um elemento central do memorando de entendimento assinado em junho entre os dois países para pôr fim à guerra, mas Trump declarou o acordo terminado há duas semanas, alegando incumprimento por parte da República Islâmica.</P><br />
<P>Apesar de a maioria desses ativos não estar nos EUA, as sanções norte-americanas condicionam o seu desbloqueio, que poderia aliviar uma economia fragilizada pelo isolamento. </P><br />
<P>Previamente, Trump disse estar a ponderar lançar um &#8220;ataque massivo&#8221; contra o Irão, mais intenso do que o de 28 de fevereiro, quando começou a atual guerra após uma operação conjunta com Israel. Em entrevista ao portal Axios, o Presidente afirmou que &#8220;está perto de tomar uma decisão&#8221; e que &#8220;todos estão preparados&#8221;.</P><br />
<P>Os combates entre EUA e Irão já duram 13 dias desde o colapso da trégua, aumentando a tensão em torno da circulação marítima no estreito de Ormuz, por onde transita uma parte significativa dos combustíveis mundiais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793276]]></sapo:autor>
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		<title>Timor-Leste e Brasil assinam memorando para mecanismo de consultas políticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:36:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chefes da diplomacia Timor-Leste, Bendito Freitas, e do Brasil, Mauro Vieira, assinaram, nas Filipinas, um memorando de entendimento sobre o Mecanismo de Consultas Políticas, anunciou esta quinta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes da diplomacia Timor-Leste, Bendito Freitas, e do Brasil, Mauro Vieira, assinaram, nas Filipinas, um memorando de entendimento sobre o Mecanismo de Consultas Políticas, anunciou esta quinta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense.</P><br />
<P>O memorando de entendimento foi assinado em Manila, Filipinas, à margem da 59.º reunião dos chefes da diplomacia da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e da terceira reunião trilateral entre o Brasil, a ASEAN e a Conferência das Altas Partes Contratantes do Tratado de Amizade e Cooperação no Sudeste Asiático.</P><br />
<P>&#8220;O memorando estabelece uma plataforma estruturada para consultas políticas regulares, permitindo aos dois países aprofundar o diálogo político, reforçar a cooperação diplomática e trocar perspetivas sobre questões bilaterais, regionais e multilaterais de interesse comum&#8221;, explicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense.</P><br />
<P>&#8220;O instrumento reflete igualmente o compromisso partilhado de Timor-Leste e do Brasil em fortalecer os históricos laços de amizade, aprofundar a cooperação no âmbito da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa] e de outros fóruns internacionais, e promover uma parceria voltada para o futuro, assente no diálogo, no respeito mútuo e em valores comuns&#8221;, acrescentou o Governo timorense.</P><br />
<P>O ministro das Relações Exteriores brasileiro termina hoje a deslocação Manila, durante a qual passou em revista a cooperação entre o Brasil e a ASEAN.</P><br />
<P>Dados do Ministério dos Negócios Estrangeiro brasileiro indicam que o comércio bilateral entre o Brasil e os países da ASEAN foi superior a 38,4 mil milhões de dólares (33,75 mil milhões de euros) em 2025, consolidando o bloco como o quinto maior parceiro comercial brasileiro.</P><br />
<P>&#8220;A ASEAN foi responsável por 15% de todo o superavit da balança comercial brasileira em 2025, com saldo positivo de 10,3 mil milhões de dólares [9,05 mil milhões de euros]&#8221;, segundo os dados.</P><br />
<P>Timor-Leste e o Brasil cooperação nos setores da educação, formação técnica-vocacional, justiça, entre outros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793275]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Ataques norte-americanos e Huthis fazem disparar preço do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:20:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos lançaram esta madrugada a 13.ª noite consecutiva de ataques contra o Irão, após rebeldes Huthis terem atacado dois petroleiros sauditas no mar Vermelho, e levando a uma subida do preço internacional do petróleo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos lançaram esta madrugada a 13.ª noite consecutiva de ataques contra o Irão, após rebeldes Huthis terem atacado dois petroleiros sauditas no mar Vermelho, e levando a uma subida do preço internacional do petróleo.</P><br />
<P>As ofensivas ocorreram após os rebeldes Huthis do Iémen, apoiados por Teerão, terem anunciado ataques a dois petroleiros sauditas no mar Vermelho, ampliando o conflito e fazendo disparar o preço internacional do petróleo para cerca de 100 dólares (91 euros) por barril.</P><br />
<P>Pouco depois dos novos ataques, os meios estatais iranianos relataram explosões em Bandar Abbas, importante porto militar e comercial, onde duas pessoas ficaram feridas.</P><br />
<P>Foram também registadas explosões na ilha de Qeshm, que alberga meios navais como barcos-drone, e em zonas do noroeste como Andimeshk, Omidiyeh e Firuzabad. Em Ahvaz, quatro pessoas morreram e cinco ficaram feridas na sequência de um ataque com mísseis norte-americanos.</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA afirmou que a ofensiva visou &#8220;degradar ainda mais a capacidade do Irão de ameaçar marinheiros civis e navios comerciais&#8221; na região, procurando recuperar o controlo do estreito de Ormuz, por onde em tempos de paz transitava um quinto do petróleo e gás mundial. Os ataques terminaram pouco antes desta manhã.</P><br />
<P>Entretanto, os Huthis ameaçaram encerrar outra rota comercial vital, agravando os efeitos da guerra. O Presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que haverá &#8220;punição militar severa&#8221; contra os rebeldes se os ataques a navios continuarem, responsabilizando diretamente o Irão por apoiar o grupo.</P><br />
<P>O impacto económico foi imediato: o preço do Brent subiu mais de 6%, atingindo o nível mais alto desde maio. O primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi, esteve em Teerão para apelar ao diálogo e garantiu que não permitirá o uso do território iraquiano para ataques contra o Irão, após se ter reunido com Trump em Washington.</P><br />
<P>A agência SABA dos Huthis disse que os rebeldes atingiram os petroleiros Encelia e Layla no mar Vermelho, provocando incêndios. </P><br />
<P>O estreito de Bab el-Mandeb, ponto estratégico que liga o mar Vermelho ao golfo de Áden e por onde passa cerca de 12% do comércio mundial, está agora em risco. Uma análise da empresa de dados e inteligência marítima Lloyd&#8217;s List Intelligence classificou os ataques como um &#8220;duplo golpe&#8221; para os fluxos de petróleo, já afetados pelo bloqueio no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Irão insiste que tem direito a gerir o tráfego no estreito e chegou a atacar navios que utilizavam rotas sob escolta norte-americana. Trump declarou que fundos iranianos congelados nos EUA serão usados para reparar navios danificados, embora não tenha especificado os mecanismos legais.</P><br />
<P>Desde o reinício dos ataques aéreos norte-americanos, em 27 de junho, o Ministério da Saúde iraniano contabilizou 55 mortos e 629 feridos. Teerão retaliou atingindo infraestruturas energéticas e unidades de dessalinização em países vizinhos do Golfo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793274]]></sapo:autor>
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		<title>Número de mortos em deslizamento de terras no sudoeste da China sobe para 11</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:15:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As equipas de resgate encontraram, nos últimos dias, mais três corpos nos escombros do deslizamento de terras ocorrido na semana passada em Chongqing, sudoeste da China, elevando para 11 o número de mortos, enquanto 50 pessoas continuam desaparecidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As equipas de resgate encontraram, nos últimos dias, mais três corpos nos escombros do deslizamento de terras ocorrido na semana passada em Chongqing, sudoeste da China, elevando para 11 o número de mortos, enquanto 50 pessoas continuam desaparecidas.</P><br />
<P>As operações de busca prosseguem, mas não foram detetados sinais recentes de vida, apesar dos esforços para localizar sobreviventes após o deslizamento de sexta-feira no condado de Pengshui, na periferia do município de Chongqing, indicou o governo local em comunicado.</P><br />
<P>As equipas de socorro recuperaram oito corpos pouco depois do deslizamento, que soterrou mais de dez edifícios residenciais, e outras dez pessoas ficaram feridas.</P><br />
<P>As operações de resgate têm sido particularmente difíceis devido ao enorme volume de terra e rochas desprendidas, incluindo grandes blocos de pedra. As equipas recorreram a maquinaria pesada, drones e explosivos para fragmentar algumas das rochas, segundo o governo do condado.</P><br />
<P>O condado de Pengshui situa-se na parte sudeste do município de Chongqing, fazendo fronteira com as províncias de Hubei e Guizhou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793273]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taipé pede racionalidade e contenção a Pequim após anúncio de exercícios militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:00:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Taiwan condenou hoje o anúncio, por parte da China, de dois dias de exercícios militares com fogo real no Estreito de Taiwan e instou Pequim a "agir com racionalidade e contenção" e a "pôr imediatamente fim às provocações militares".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan condenou hoje o anúncio, por parte da China, de dois dias de exercícios militares com fogo real no Estreito de Taiwan e instou Pequim a &#8220;agir com racionalidade e contenção&#8221; e a &#8220;pôr imediatamente fim às provocações militares&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado, o ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan sublinhou que estas manobras, realizadas nas imediações da ilha chinesa de Dongshan, na província de Fujian, constituem uma &#8220;violação flagrante das práticas internacionais&#8221; e representam um &#8220;elevado risco&#8221; para o tráfego aéreo e marítimo.</P><br />
<P>&#8220;A China ignora a aspiração comum da comunidade internacional à segurança regional e recorre unilateralmente à ameaça do uso da força nas águas em redor do estreito de Taiwan, gerando tensões na região e confirmando, mais uma vez, a sua condição de fator de instabilidade&#8221;, denunciou o ministério.</P><br />
<P>A diplomacia taiwanesa apelou ainda à comunidade internacional para que &#8220;condene em uníssono&#8221; esta &#8220;conduta hegemónica&#8221; da China, que &#8220;altera gravemente o &#8216;statu quo&#8217; e ameaça a segurança regional&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>As declarações surgem horas depois de a Administração de Segurança Marítima (MSA) da província chinesa de Fujian ter divulgado um aviso à navegação sobre exercícios militares com fogo real numa área ao largo da costa da província.</P><br />
<P>O aviso delimita duas zonas em torno da ilha de Dongshan, a segunda maior de Fujian, onde as manobras decorreram entre as 06:00 e as 18:00 locais de hoje (23:00 de quarta-feira e 11:00 de hoje em Lisboa) e prosseguem na sexta-feira no mesmo horário, estando proibida a entrada de todo o tipo de embarcações.</P><br />
<P>A Administração de Portos e Navegação de Taiwan indicou hoje, em declarações citadas pelo Economic Daily News, que as coordenadas divulgadas pelas autoridades chinesas se situam em águas próximas de Dongshan e que, à partida, não deverão afetar as embarcações que navegam em águas sob jurisdição de Taiwan.</P><br />
<P>As forças chinesas realizaram, nos últimos anos, múltiplos exercícios na ilha de Dongshan e nas águas circundantes, incluindo simulações de desembarque anfíbio.</P><br />
<P>A China ainda não anunciou este ano manobras militares de grande dimensão em torno de Taiwan, mas reforçou a presença da Guarda Costeira e de outras embarcações oficiais nas imediações da ilha, em particular ao largo da costa oriental, onde lançou no mês passado uma &#8220;operação de controlo do tráfego marítimo&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades de Pequim consideram Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e nunca excluíram o recurso à força para assumir o controlo da ilha, posição rejeitada pelo Governo taiwanês, que defende que apenas os 23 milhões de habitantes de Taiwan têm o direito de decidir o seu futuro político.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793272]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 25 crianças retiradas das ruas de Díli &#8211; instituto de defesa da criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:55:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Defesa dos Direitos da Criança (Inddica) identificou 27 crianças a vender nas ruas de Díli, duas das quais originárias de Oecussi, enclave timorense no lado indonésio da ilha de Timor, que foram devolvidas à família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Nacional de Defesa dos Direitos da Criança (Inddica) identificou 27 crianças a vender nas ruas de Díli, duas das quais originárias de Oecussi, enclave timorense no lado indonésio da ilha de Timor, que foram devolvidas à família.</P><br />
<P>A Indica, em conjunto com a sociedade civil, Ministério da Solidariedade Social e Inclusão e a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) realizou uma operação para identificar, resgatar e prestar proteção às crianças que vendem nas ruas da capital timorense.</P><br />
<P>&#8220;A equipa conseguiu resgatar um total de 27 crianças, que levou de regresso a casa, onde se reuniu e conversou com os pais sobre os graves riscos que as crianças enfrentam quando vendem produtos na rua&#8221;, pode ler-se numa informação divulgada terça-feira pela Indica nas redes sociais.</P><br />
<P>Durante a operação, foram também detidas duas pessoas por utilizarem crianças com oito e nove anos de idade em atividades comerciais.</P><br />
<P>As duas pessoas estiveram detidas na PNTL durante 12 horas para investigação.</P><br />
<P>Segundo o Inddica, das 27 crianças que receberam proteção, uma foi encaminhada para uma oportunidade de formação profissional em Maliana, duas foram transportadas de regresso a Oecussi para a continuarem a sua educação e viverem junto da família.</P><br />
<P>&#8220;O lugar das crianças é em casa, na escola e num ambiente seguro e não nas ruas à procura de rendimento económico&#8221;, salienta a Indica.</P><br />
<P>O instituto continua a apelar aos pais, às comunidades e ao setor privado para trabalharem em conjunto na prevenção da exploração económica das crianças e &#8220;garantirem que todas possam viver com dignidade, ter acesso a educação e desenvolver o seu potencial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As crianças não são trabalhadores. As crianças têm direito a aprender, brincar e viver num ambiente seguro&#8221;, afirma o Instituto de Defesa dos Direitos da Criança.</P><br />
<P>Os deputados timorenses têm manifestado preocupação com o aumento da presença de crianças a vender produtos na via pública, considerando tratar-se de uma questão recorrente e prioritária e apelaram ao Governo para que adote medidas destinadas a proteger aquelas crianças.</P><br />
<P>O ano passado, o Indicca disse ter identificado 50 crianças a venderem nas ruas da capital timorense, principalmente no circuito entre o centro comercial Timor Plaza e o Largo de Lecidere.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793271]]></sapo:autor>
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		<title>UE e Filipinas reforçam laços políticos e económicos com vista a tratado de livre comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:43:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As chefes da diplomacia europeia e filipina assinaram hoje um acordo em Manila para reforçar laços políticos e económicos, no contexto das negociações do tratado de livre comércio e da incerteza global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As chefes da diplomacia europeia e filipina assinaram hoje um acordo em Manila para reforçar laços políticos e económicos, no contexto das negociações do tratado de livre comércio e da incerteza global.</P><br />
<P>&#8220;A relação entre a União Europeia (UE) e as Filipinas encontra-se numa trajetória positiva. Hoje, concordámos em reforçar os nossos laços através do lançamento da Parceria Reforçada&#8221;, declarou a responsável europeia, Kaja Kallas numa conferência de imprensa ao lado da homóloga e Theresa Lazaro.</P><br />
<P>A diplomata europeia precisou que este novo nível de parceria se traduz em diálogos de alto nível mais frequentes, uma coordenação mais estreita em matéria de política externa e de segurança e uma cooperação mais sólida em áreas que vão desde o comércio ao clima.</P><br />
<P>Por seu lado, Lazaro destacou o bom momento das relações bilaterais e afirmou que isso é um testemunho do compromisso partilhado &#8220;de construir uma parceria mais sólida, melhorada e com visão de futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As relações económicas entre o bloco europeu e Manila estão a avançar. A UE é o quarto parceiro comercial mais importante das Filipinas, com um comércio anual de bens que ronda os 17 mil milhões de euros&#8221;, assinalou Kallas.</P><br />
<P>&#8220;Foram alcançados avanços significativos nas negociações do nosso tratado de livre comércio. Estamos na reta final&#8221;, sublinhou a representante de Bruxelas.</P><br />
<P>Kallas, que participou na quarta e na quinta-feira, na capital filipina, na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), reuniu-se também ontem com o secretário da Defesa das Filipinas, Gilberto Teodoro.</P><br />
<P>Com o responsável pelas Forças Armadas filipinas, a diplomata da UE abordou a ajuda no valor de 15 milhões de euros, concedida através do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz a favor do país asiático, com o objetivo de reforçar capacidades marítimas através de equipamentos de vigilância e monitorização não letais.</P><br />
<P>&#8220;Uma demonstração clara de que a Europa está a assumir um papel mais importante como parceiro em matéria de segurança na região&#8221;, sublinhou Kallas, garantindo que esta é a primeira ajuda deste tipo na região do Indo-Pacífico.</P><br />
<P>Este reforço das relações com as Filipinas surge no âmbito dos esforços de Bruxelas para diversificar os parceiros comerciais e reduzir a dependência do bloco em relação aos Estados Unidos, na sequência da política de tarifas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Entre o final do ano passado e o início deste ano, Bruxelas assinou com Indonésia, Índia e Austrália acordos de livre comércio que estavam em suspenso há uma ou duas décadas, e que se somam aos que já tinha na região com Singapura, Vietname, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia, bem como ao que está a ser negociado com a Tailândia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793270]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-líder da oposição de Hong Kong entra em Londres para pedir asilo após detenção na fronteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:08:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo líder do Partido Democrático de Hong Kong Wu Chi-wai entrou no Reino Unido para solicitar asilo político, após estar detido no aeroporto de Heathrow devido a questões administrativas, noticiou o Hong Kong Free Press (HKFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo líder do Partido Democrático de Hong Kong Wu Chi-wai entrou no Reino Unido para solicitar asilo político, após estar detido no aeroporto de Heathrow devido a questões administrativas, noticiou o Hong Kong Free Press (HKFP).</P><br />
<P>A detenção não esteve ligada ao estatuto político de Wu em Hong Kong, mas terá estado ligada a um problema administrativo relacionado com documentação, escreveu o portal de notícias em língua inglesa HKFP, citando fontes familiarizadas com o caso. Wu foi libertado após cerca de dez horas de estar retido na fronteira.</P><br />
<P>O jornal britânico The Times avançou na quinta-feira que Wu, de 63 anos, foi inicialmente informado que seria deportado. </P><br />
<P>&#8220;O agente de imigração disse-lhe apenas que estava a confiscar o passaporte e que seria deportado para Hong Kong em sete dias&#8221;, relatou Paul Harris, antigo presidente da Hong Kong Bar Association de Hong Kong &#8211; órgão regulador dos advogados daquele território -, citado pelo diário britânico.</P><br />
<P>Wu, que viajava com passaporte britânico de Cidadão Nacional Ultramarino (BNO), foi libertado no mesmo dia e autorizado a entrar no Reino Unido.</P><br />
<P>O Ministério do Interior britânico declarou ao HKFP que &#8220;o Governo mantém-se firme no apoio à comunidade de Hong Kong no Reino Unido&#8221;, acrescentando que não comenta casos individuais.</P><br />
<P>Wu Chi-wai saiu da prisão de Hong Kong no mês passado, após cumprir quatro anos e cinco meses de pena por conspiração para subversão no âmbito do processo conhecido como &#8220;Hong Kong 47&#8221;, considerado o maior julgamento ao abrigo da lei de segurança nacional imposta por Pequim.</P><br />
<P>Wu foi o 20.º arguido a concluir a pena, num caso que envolveu 47 democratas acusados de planear &#8220;uma crise constitucional&#8221; através de eleições primárias não oficiais em 2020.</P><br />
<P>Querenta e cinco arguidos foram condenados e dois foram absolvidos neste processo.</P><br />
<P>De acordo com o The Times, Wu pretende obter residência através do regime especial para titulares de passaportes BNO, criado em 2021, que permite a obtenção de estatuto permanente após cinco anos de residência, em vez dos dez exigidos para outros migrantes.</P><br />
<P>Centenas de milhares de cidadãos da antiga colónia britânica já se mudaram para o Reino Unido desde a entrada em vigor da lei de segurança nacional, incluindo ativistas pró-democracia como Nathan Law e Finn Lau, ambos procurados pela polícia de Hong Kong, de acordo com o HKFP.</P><br />
<P>Pequim introduziu legislação para regular a segurança nacional em Hong Kong em 2020, criminalizando atos de subversão, secessão, terrorismo e colusão com forças estrangeiras, o que levou ao encerramento de dezenas de organizações civis e à prisão de centenas de opositores. Uma segunda legislação, em 2024, veio ampliar a anterior.</P><br />
<P>A ONU e governos ocidentais expressaram preocupação com a deterioração do Estado de direito, enquanto Pequim defendeu que a medida trouxe estabilidade e paz à região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793269]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taipé acusa Pequim de violar soberania após incursão de navio científico chinês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:04:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Taiwan acusaram hoje a China de tentar "violar a soberania" da ilha, após um navio científico chinês concluir um estudo em águas a leste do território, ato que Taipé classificou como "guerra cognitiva".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Taiwan acusaram hoje a China de tentar &#8220;violar a soberania&#8221; da ilha, após um navio científico chinês concluir um estudo em águas a leste do território, ato que Taipé classificou como &#8220;guerra cognitiva&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado pela agência oficial chinesa Xinhua, o ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais da China informou que o navio de investigação científica Lanhai 201, pertencente à Academia Chinesa de Ciências das Pescas, realizou entre 17 e 23 de julho uma prospeção de recursos piscícolas a leste de Taiwan.</P><br />
<P>O ministério indicou que os trabalhos decorreram em &#8220;águas sob jurisdição&#8221; da China, que reclama soberania sobre Taiwan &#8212; ilha autogovernada desde 1949 &#8212; e sobre os espaços marítimos adjacentes.</P><br />
<P>Em resposta, a Administração da Guarda Costeira (CGA) de Taiwan afirmou que acompanhou &#8220;de perto&#8221; os movimentos do Lanhai 201, que, às 14:30 locais (07:30 em Lisboa) de quarta-feira, se encontrava a cerca de 53 milhas náuticas (98 quilómetros) a leste &#8212; nordeste da ilha de Orquídea.</P><br />
<P>&#8220;A embarcação permanece sob vigilância constante do navio-patrulha Lanyu&#8221;, indicou a autoridade marítima, sem especificar se o navio chinês foi afastado da área.</P><br />
<P>A CGA sublinhou que a República da China, designação oficial de Taiwan, é um &#8220;país soberano e independente&#8221; e não mantém qualquer &#8220;relação de subordinação&#8221; com a República Popular da China, acrescentando que Pequim &#8220;não tem o direito de reclamar soberania nem jurisdição sobre as águas a leste de Taiwan&#8221;.</P><br />
<P>Sob o &#8220;pretexto de uma investigação de recursos piscícolas&#8221;, a China procura concretizar a sua &#8220;expansão hegemónica&#8221; naquela zona, denunciou o organismo, que apelou a Pequim para cessar de imediato ações que, na sua perspetiva, &#8220;prejudicam a paz entre as duas margens do estreito e minam a estabilidade regional&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa taiwanesa CNA, esta é a segunda vez desde junho que a China envia um navio científico para leste da ilha.</P><br />
<P>O navio oceanográfico Xiang Yang Hong 22 realizou uma missão semelhante entre 16 e 18 de junho e chegou a entrar na &#8220;zona contígua&#8221; de Taiwan, a 24 milhas náuticas (44 quilómetros) da costa, de acordo com a CNA.</P><br />
<P>Ambos os episódios ocorreram depois de Pequim ter realizado, entre 6 e 10 de junho, uma &#8220;operação especial de controlo do tráfego marítimo&#8221; a leste de Taiwan, coincidindo com o anúncio do Japão e das Filipinas sobre o início de negociações para delimitar as respetivas fronteiras marítimas na região.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, a Guarda Costeira chinesa e outras embarcações oficiais intensificaram as atividades em torno de Taiwan. O ministério da Defesa Nacional taiwanês registou 97 avistamentos destes navios desde o início de julho e 111 em junho, face aos 44 de maio e aos 40 de abril.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793268]]></sapo:autor>
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		<title>Tarifas: Admnistração Trump muda de estratégia legal em novas tarifas contra mais de 80 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 02:46:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira um novo pacote de tarifas para mais de 80 países, recorrendo a métodos jurídicos diferentes depois de os tribunais terem travado parte das medidas anteriores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira um novo pacote de tarifas para mais de 80 países, recorrendo a métodos jurídicos diferentes depois de os tribunais terem travado parte das medidas anteriores.</P><br />
<P>As novas taxas, entre 10% e 12,5%, entram em vigor às 00:01 de sexta-feira, hora da Costa Leste dos EUA (07:01 em Lisboa), em substituição da tarifa global temporária de 10% que deixa de vigorar à mesma hora. </P><br />
<P>A tarifa de 10% foi imposta pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em fevereiro, logo após o Supremo Tribunal dos Estados Unidos declarar que muitas de taxas anteriores eram ilegais.</P><br />
<P>A nova medida estabelece um imposto adicional de 10% para economias como México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Canadá, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Suíça, Reino Unido e países da União Europeia, enquanto outras economias ficam sujeitas a uma taxa de 12,5%, com variações e exceções conforme o país e o produto.</P><br />
<P>A decisão anunciada representa uma nova tentativa de Trump para manter uma política tarifária que tem recorrido a diferentes instrumentos legais desde o seu regresso à Casa Branca em 2025.</P><br />
<P>Ao contrário das tarifas anteriores, impostas como medida temporária para enfrentar desequilíbrios comerciais, as novas taxas sustentam-se na Lei de Comércio de 1974, que permite ao dirigente norte-americano responder a práticas comerciais estrangeiras que considera injustificadas ou discriminatórias.</P><br />
<P>Trump já tinha recorrido a esta disposição durante o primeiro mandato para impor tarifas à China, mas esta nunca tinha sido antes usada para tributar simultaneamente um número tão vasto de países.</P><br />
<P>Os novos impostos não se aplicam a todos os produtos, ficando de fora petróleo e gás, determinados recursos nacionais, bens abrangidos pelo acordo comercial entre EUA, México e Canadá, e produtos já sujeitos a tarifas por motivos de segurança nacional, como automóveis e aço.</P><br />
<P>A medida prevê ainda exceções para determinados bens cuja tributação possa gerar problemas de abastecimento ou disrupções económicas.</P><br />
<P>O Representante do Comércio dos EUA, Jamieson Greer, deixou claro ao Congresso esta semana que a mudança na base jurídica não sinaliza uma alteração na política comercial de Trump.</P><br />
<P>&#8220;Os instrumentos legais específicos que esta Administração está a utilizar mudaram, mas a estratégia comercial, não&#8221;, afirmou, defendendo a intenção do Governo norte-americano de continuar a utilizar tarifas e as negociações comerciais como ferramentas para impulsionar a reindustrialização do país, proteger os trabalhadores e reduzir o défice comercial.</P><br />
<P>A Administração Trump mantém aberta outra investigação ao abrigo da referida lei de 1974 contra 15 países e a União Europeia por alegadas práticas comerciais desleais nos seus setores industriais, uma revisão que poderá resultar em novas tarifas nas próximas semanas e ampliar ainda mais o alcance da política protecionista de Trump.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano sustenta que os novos impostos respondem ao facto de as economias visadas não terem aprovado ou aplicado eficazmente leis que proíbam a importação de produtos fabricados com trabalho forçado, o que, segundo Washington, coloca em desvantagem as empresas norte-americanas que cumprem essas normas.</P><br />
<P>Em abril de 2025, Trump anunciou uma tarifa base de 10% com base na Lei dos Poderes Económicos de Emergência Internacional, uma legislação comercial que confere ao Presidente autoridade para regular as transações internacionais durante uma emergência nacional.</P><br />
<P>Esta política, contudo, sofreu um rude golpe em Fevereiro deste ano, quando o Supremo Tribunal dos EUA decidiu que a competência para instituir tarifas em tempo de paz continua a ser do Congresso. </P><br />
<P>Trump anunciou imediatamente um outro regime de tarifas de 10% com base numa legislação comercial diferente, nunca antes utilizada, que limitava a aplicação das tarifas a um período de 150 dias. Esta medida foi agora substituída pelas recentes tarifas anunciadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793267]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Domingos Simões Pereira recebido pela diáspora guineense em Lisboa em clima de euforia e esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 02:13:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezenas de guineenses da diáspora receberam na madrugada de hoje num ambiente de euforia, no Aeroporto Humberto Delgado, o líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, que dizem representar a "esperança de toda uma nação".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dezenas de guineenses da diáspora receberam na madrugada de hoje num ambiente de euforia, no Aeroporto Humberto Delgado, o líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, que dizem representar a &#8220;esperança de toda uma nação&#8221;.</P><br />
<P>Num ambiente de entusiasmo, cantavam, gritavam palavras de ordem, empunhavam bandeiras e manifestavam apoio ao político, aguardando a sua vinda à zona das chegadas.</P><br />
<P>&#8220;É um misto de sentimentos, porque Domingos Simões Pereira é a esperança de toda uma nação. É um guerreiro nosso e nós acreditamos nele enquanto homem do povo, enquanto estadista, enquanto um senhor que ama a sua pátria e o seu povo&#8221;, contou à Lusa Sandra Ucha, uma das principais organizadoras desta mobilização.</P><br />
<P>&#8220;Ao vir para aqui, chorei um bocadinho, porque vi tantos guineenses a caminho para vir aqui para o aeroporto. Para receber muitos de nós, vai acordar às cinco da manhã, às quatro, para correr para ir trabalhar&#8221;, disse.</P><br />
<P>Domingos Simões Pereira saiu na quinta-feira da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P><br />
<P>Estava a cumprir prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P><br />
<P>Na opinião da ativista, com Domingos Simões Pereira em liberdade &#8220;é mais fácil fazer uma política feroz contra os golpistas que assaltaram o país&#8221; e que a &#8220;comunidade internacional possa olhar para nós para o sofrimento do povo guineense&#8221;.</P><br />
<P>Questionada sobre se o opositor deveria, mais tarde, regressar à Guiné-Bissau, Sandra Ucha disse não ter dúvidas: &#8220;sim, ele não é homem de dar as costas à luta&#8221;.</P><br />
<P>Também à Lusa, Rui Pinto Ribeiro, médico a residir em Portugal e coordenador do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde  (PAIGC) na Europa, disse que Domingos Simões Pereira deve regressar ao país porque &#8220;é a única esperança da Guiné-Bissau, neste momento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A primeira coisa que nós priorizamos é a saúde, porque sem saúde não se pode resolver mais. Depois disto, arranjar as novas estratégias, que de facto, tem que voltar porque ele é o representante do povo, ou ele em si é o povo, e o povo o representa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A expectativa era de que Domingos Simões Pereira saísse pela área das chegadas normais, levando os apoiantes a concentrarem-se nesse local, onde chegaram mesmo a estender tapetes tradicionais para o receber.</P><br />
<P>O aglomerado de pessoas provocou alguns momentos de tensão com a polícia.</P><br />
<P>Os guineenses acabaram por perceber que a saída seria feita por outro local e deslocaram-se para a saída do VIP Lounge, junto à porta do aeroporto, onde.</P><br />
<P>À saída, já perto da uma da manhã, o dirigente cumprimentou os presentes, enquanto era recebido num ambiente de euforia. Entre cânticos e aplausos, ouviam-se apelos à liberdade e incentivos para que &#8220;não desistisse&#8221;.</P><br />
<P>Questionando pelos jornalistas, à saída do lounge VIP do aeroporto de Lisboa, se tencionava regressar, Domingos Simões Pereira foi taxativo: &#8220;absolutamente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu sou guineense e continuarei, assim que possível, este combate&#8221;, garantiu.</P><br />
<P>Domingos Simões Pereira chegou por volta da 01:00 a Lisboa, tendo saído no dia anterior da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde vai submeter-se a tratamento médico.</P><br />
<P>A informação foi avançada à Lusa por fonte da defesa do político, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa.</P><br />
<P>Citando o despacho do juiz, a fonte referiu que Simões Pereira foi autorizado a ausentar-se da Guiné-Bissau durante noventa dias, período durante o qual não poderá desenvolver atividade política.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que a decisão do juiz se baseou num relatório médico do Hospital Militar de Bissau, segundo o qual seria necessário que o líder do PAIGC fosse observado num centro médico especializado em Portugal.</P><br />
<P>&#8220;O suspeito está sujeito à obrigação de abster-se de desenvolver qualquer atividade político-partidária durante a vigência da suspensão. Findo o prazo de três meses, a situação processual do suspeito será novamente reapreciada pelo tribunal&#8221;, sublinha-se no despacho.</P><br />
<P>  </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto de 2025 após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793266]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 2,38%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 01:11:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,38% para 64.844,89 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,38% para 64.844,89 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, abriu a perder 1,11% para 4.015,03 pontos, às 9:00 locais (01:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793265]]></sapo:autor>
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		<title>Setores de máquinas e calçado no Brasil sofrerão tarifas efetivas de 37,5% dos EUA &#8211; ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 01:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, e Serviços do Brasil, Marcio Elias Rosa, afirmou que os setores do calçado, máquinas, equipamentos, peças, componentes e químicos não-farmacêuticos vão ser atingidos com tarifas cumulativas de 37,5% pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, e Serviços do Brasil, Marcio Elias Rosa, afirmou que os setores do calçado, máquinas, equipamentos, peças, componentes e químicos não-farmacêuticos vão ser atingidos com tarifas cumulativas de 37,5% pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Márcio Elias Rosa afirmou na noite de quinta-feira que cerca de dois mil produtos brasileiros exportados para os EUA não estarão sujeitos a nenhuma das duas tarifas, a de 25%, anunciada na semana passada, e uma nova taxa de 12,5% anunciada no mesmo dia.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de 2 mil produtos que o Brasil exporta para os Estados Unidos não estarão sujeitos a nenhuma das duas tarifas, nem a de 25% e nem a de 12,5%. É o caso, por exemplo, de carne, café, sumo de laranja, e frutas&#8221;, explicou o ministro brasileiro.</P><br />
<P>&#8220;Mas nós temos, lamentavelmente, muitos setores que estarão sujeitos à dupla tributação, dupla taxação (&#8230;) Para esses infelizmente a tarifa passa a ser de 37,5%&#8221;.</P><br />
<P>A sobretaxa de 12,5% anunciada por Washington é justificada pela acusação de que o Brasil é ineficiente no combate à entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.</P><br />
<P>A medida aplica-se a 60 parceiros comerciais, com alíquotas entre 10% e 12,5%.</P><br />
<P>Segundo documento divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), o Brasil está entre os países que &#8220;falharam em impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado&#8221;.</P><br />
<P>Além do Brasil, a tarifa de 12,5% será aplicada também à China, Argentina, Austrália, Índia, Reino Unido, Rússia e África do Sul.</P><br />
<P>Já a taxa de 10% será aplicada ao Canadá, Equador, União Europeia, Indonésia, México e Paquistão, porque o USTR reconheceu que esses países fizeram esforços para reduzir a importação de produtos considerados por Washington como originários de trabalho forçado.</P><br />
<P>A nova tarifa soma-se à taxa de 25% que entrou em vigor na quarta-feira, após uma investigação comercial do USTR que acusou o Brasil de adotar práticas comerciais desleais contra empresas norte-americanas, citando, entre outros pontos, o sistema de pagamentos PIX e o etanol brasileiro.</P><br />
<P>O Governo brasileiro rechaçou a nova tarifa de 12,5% e voltou a afirmar que recorrerá aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, e que acionará os mecanismos da Organização Mundial do Comércio (OMC).</P><br />
<P>O Palácio do Planalto disse ainda, em nota, que os EUA, &#8220;manipularam um tema caro os direitos humanos&#8221; para fazer uma a acusação aos parceiros comerciais.</P><br />
<P>&#8220;Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais&#8221;, informa a nota.</P><br />
<P>Ainda na conferência de imprensa, Márcio Elias Rosa disse que a nova decisão dos EUA é baseada em &#8220;fatos que não são reais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Brasil tem compromissos históricos com combate ao trabalho forçado, à prevenção, ao controle, à fiscalização, ao acolhimento das vítimas&#8221;, realçou.</P><br />
<P>A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), entidade empresarial sem fins lucrativos, estimou que as duas novas tarifas atingem aproximadamente 3 mil produtos brasileiros.</P><br />
<P>Para a Ancham Brasil, estas sobretaxas tendem a reduzir ainda mais a competitividade das exportações brasileiras, além de aprofundarem a retração do comércio bilateral e elevarem custos para empresas e consumidores norte-americanos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793264]]></sapo:autor>
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		<title>Candidatos a secretário-geral da ONU querem restaurar credibilidade da organização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 01:00:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os seis candidatos ao cargo de secretário-geral da ONU defenderam esta quinta-feira, num debate formal na sala da Assembleia Geral, a necessidade de restaurar a credibilidade de uma organização em crise, a uma semana do início oficial do processo de seleção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os seis candidatos ao cargo de secretário-geral da ONU defenderam esta quinta-feira, num debate formal na sala da Assembleia Geral, a necessidade de restaurar a credibilidade de uma organização em crise, a uma semana do início oficial do processo de seleção. </P><br />
<P>Sem favorito claro e com uma campanha pouco mobilizadora, a chilena Michelle Bachelet, a equatoriana María Fernanda Espinosa, o argentino Rafael Grossi, a costa-riquenha Rebeca Grynspan, a guianense Carolyn Rodrigues-Birkett e o senegalês Macky Sall responderam durante quase duas horas a perguntas de diplomatas, funcionários da ONU, representantes da sociedade civil e dois jornalistas da Bloomberg, que moderou e transmitiu o evento. Os candidatos nunca se interpelarem diretamente.</P><br />
<P>À questão inicial sobre o que os tornava a melhor escolha para o cargo, cada candidato destacou em dois minutos os pontos fortes das respetivas candidaturas para enfrentar uma época marcada por conflitos, evocando experiências nacionais e internacionais e a capacidade de dialogar com todos.</P><br />
<P>Todos concordaram no diagnóstico de uma ONU em crise financeira, amplamente criticada e necessitada de aprofundar a reforma iniciada por António Guterres, que deixará o cargo a 31 de dezembro de 2026. </P><br />
<P>Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e antiga Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, destacou que não cederia à pressão de grandes países doadores e que afirmaria a sua autoridade moral, lembrando a sua longa experiência política e internacional. </P><br />
<P>A equatoriana María Fernanda Espinosa, que já presidiu à Assembleia Geral da ONU, insistiu na prevenção de conflitos como princípio operacional e prometeu presença no terreno, evocando a sua carreira diplomática e política. </P><br />
<P>Entretanto, o argentino Rafael Grossi, atual diretor da Agência Internacional de Energia Atómica, defendeu que o secretário-geral deve intervir quando qualquer Estado membro provoca uma guerra, sublinhando a sua experiência em negociações nucleares e de segurança internacional.</P><br />
<P>A costa-riquenha Rebeca Grynspan, secretária-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, afirmou que quer ver a ONU de volta à mesa dos cenários de conflito, apoiando-se na sua experiência em organismos multilaterais e na gestão de políticas económicas globais. </P><br />
<P>A guianense Carolyn Rodrigues-Birkett, embaixadora junto da ONU e antiga ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiana, sublinhou que o secretário-geral não tem o luxo de não agir e garantiu que seria a líder que tenta intervir em crises como as do Irão, Haiti, Sudão ou República Democrática do Congo. </P><br />
<P>O ex-presidente do Senegal, Macky Sall, prometeu restaurar a confiança nos primeiros cem dias e tornar a ONU mais ágil e eficaz, apresentando-se como &#8220;construtor de pontes&#8221;, apoiado na sua experiência de liderança política e regional em África.</P><br />
<P>O primeiro voto indicativo do Conselho de Segurança terá lugar a 30 de julho, em sessão privada e anónima. Serão necessários nove votos sem veto dos cinco membros permanentes para que um candidato seja transmitido à Assembleia Geral, que fará a nomeação formal. O novo secretário-geral assumirá funções em 01 de janeiro de 2027. </P><br />
<P>Richard Gowan, do International Crisis Group, considera que Grossi é frequentemente citado como favorito, mas não consolidou a corrida, enquanto Grynspan e Rodrigues-Birkett têm também muitos apoiantes, e a surpresa poderá vir de um candidato ainda não declarado. </P><br />
<P>Circulam vários nomes, incluindo o do presidente da FIFA, Gianni Infantino, que Donald Trump gostaria de ver à frente da ONU, segundo o New York Post.</P><br />
<P>Tradicionalmente, o cargo segue uma rotação geográfica e desta vez é reclamado pela América Latina, com muitos Estados a defenderem igualmente que seja ocupado por uma mulher pela primeira vez.</P></p>
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