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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Porto Business School expande rede internacional: Nova abertura em Lisboa, próximas paragens em São Paulo e Luanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School vai avançar com um novo ciclo de expansão internacional, reforçando a presença em Lisboa e preparando o lançamento de Alumni Chapters em São Paulo e Luanda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School vai avançar com um novo ciclo de expansão internacional, reforçando a presença em Lisboa e preparando o lançamento de Alumni Chapters em São Paulo e Luanda, numa estratégia que pretende aproximar a escola dos principais centros de decisão e consolidar a sua comunidade global.</p>
<p>A primeira etapa desta expansão passa pela capital portuguesa, onde a instituição vai abrir um espaço físico permanente na Avenida Fontes Pereira de Melo e lançar o Alumni Chapter Lisboa. A iniciativa pretende aproximar a escola de empresas, líderes, parceiros e antigos alunos que atuam em setores estratégicos da economia nacional.</p>
<p>Segundo a Porto Business School, esta aposta representa mais do que uma expansão geográfica, assumindo-se como um movimento de fortalecimento da comunidade alumni e de reforço da ligação aos ecossistemas empresariais e de inovação.</p>
<p>O Alumni Chapter Lisboa, lançado oficialmente a 20 de maio, reúne antigos alunos com funções de liderança em áreas como tecnologia, energia, saúde, indústria, serviços financeiros, retalho, empreendedorismo e setor público. O núcleo será dinamizado por Isabel Borgas, da NOS SGPS, Arnaldo Barbosa, da Galp, Filipa Krohn, da RE/MAX Siimgroup, e Luís Lourenço, do Central Pharma Group.</p>
<p>A escola adianta ainda que, já em junho, irá expandir a sua rede internacional com o lançamento dos Alumni Chapters de São Paulo e Luanda, reforçando uma comunidade global “que nasce no Porto, cresce em Lisboa e se projeta para o mundo”.</p>
<p>Citado em comunicado, José Esteves afirma que “Lisboa não é apenas uma nova localização para a PBS. É uma nova plataforma de ambição para a nossa comunidade”. O responsável acrescenta que a estratégia passa por estar “mais próxima dos líderes, das empresas e dos ecossistemas onde se desenham muitas das transformações do país”.</p>
<p>O arranque desta nova fase ficou também marcado pela realização do PBS Boardroom – Executive Breakfast, organizado em parceria com a Cuatrecasas e com o apoio da Amazon Web Services. O encontro reuniu executivos para debater liderança, tecnologia e transformação, contando com a participação de Phil Le-Brun.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767588]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses contornam bloqueios e continuam a apostar ilegalmente em eleições e guerras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os portugueses estão a recorrer a redes privadas virtuais (VPN) e programas automatizados no Telegram para contornar os bloqueios impostos pelas autoridades nacionais a plataformas de apostas ilegais sobre eleições, guerras e acontecimentos geopolíticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses estão a recorrer a redes privadas virtuais (VPN) e programas automatizados no Telegram para contornar os bloqueios impostos pelas autoridades nacionais a plataformas de apostas ilegais sobre eleições, guerras e acontecimentos geopolíticos. O fenómeno tem vindo a crescer em torno do Polymarket, plataforma norte-americana baseada em criptoativos que permite apostar em resultados políticos e internacionais, apesar de este tipo de atividade ser proibido pela legislação portuguesa e europeia.</p>
<p>Segundo revela o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/criptoativos/detalhe/portugueses-contornam-bloqueios-a-apostas-ilegais-com-vpn-e-bots-do-telegram" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, o Polymarket ganhou particular notoriedade em Portugal durante as últimas eleições presidenciais, chegando a movimentar cerca de 136 milhões de dólares em apostas relacionadas com a escolha do futuro Presidente da República. Em resposta, o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), tutelado pelo Turismo de Portugal, ordenou o bloqueio da plataforma em território nacional e notificou os operadores de Internet para impedirem o acesso ao site. Ainda assim, multiplicam-se nas redes sociais e fóruns online os tutoriais que explicam como ultrapassar essas restrições através de VPN, tecnologia que altera virtualmente a localização do utilizador para países onde o serviço continua acessível.</p>
<p>O próprio Negócios refere ter conseguido aceder à plataforma utilizando uma VPN, confirmando que continua a ser possível apostar apesar das limitações impostas pelo regulador português e das próprias regras internas do Polymarket, que proíbem este tipo de utilização. A plataforma também não exige verificação de identidade no momento da criação de conta. Paralelamente, começaram a ganhar popularidade “bots” do Telegram que replicam automaticamente operações de aposta sem necessidade de entrar diretamente no site. Estes programas cobram normalmente uma comissão sobre os ganhos obtidos pelos utilizadores.</p>
<p>O combate a estas plataformas é ainda dificultado pela sua estrutura descentralizada. O Polymarket funciona através da rede Polygon e utiliza a criptomoeda USDC, uma das maiores “stablecoins” do mercado, operando com recurso a “smart contracts” registados em blockchain e sem depender de um servidor central único. Esta arquitetura tecnológica reduz a capacidade das autoridades para impedir totalmente o acesso, limitando as opções do regulador a bloqueios de domínio e participações criminais. O Turismo de Portugal confirmou ao Negócios que apresentou já uma participação junto do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), depois de o Polymarket não ter respondido à notificação para cessar atividade em Portugal no prazo de 48 horas.</p>
<p>Além de Portugal, a plataforma encontra-se bloqueada em pelo menos mais 33 países, incluindo França, Reino Unido, Itália e Estados Unidos. Ainda assim, o interesse global por este tipo de apostas continua a crescer, sobretudo em temas geopolíticos. A guerra no Irão tornou-se um dos mercados mais ativos do Polymarket, movimentando biliões de dólares em apostas, enquanto cenários como uma eventual pandemia de hantavírus em 2026 já geraram mais de 13 milhões de dólares em apenas três semanas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767583]]></sapo:autor>
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		<title>Diretor do SIRESP ia ganhar 12 mil euros por 5 dias de trabalho, revela e-mail</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/diretor-do-siresp-ia-ganhar-12-mil-euros-por-5-dias-de-trabalho-revela-e-mail/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, António Pombeiro, abriu uma nova frente de polémica em torno da gestão do SIRESP, a rede de comunicações de emergência e segurança do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, António Pombeiro, abriu uma nova frente de polémica em torno da gestão do SIRESP, a rede de comunicações de emergência e segurança do Estado. Em causa está uma tentativa de adjudicação de um contrato que poderia render cerca de 12 mil euros por apenas cinco dias de trabalho à empresa da mulher de um diretor técnico da SIRESP SA, situação que acabou por ser travada internamente devido a suspeitas de conflito de interesses.</p>
<p>Segundo revela o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/cinco-dias-de-trabalho-iam-render-12-mil-euros-a-diretor-tecnico-do-siresp" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o caso envolve um email enviado pelo diretor técnico da empresa, Carlos Leitão, no final de 2024, relacionado com um contrato na área da certificação de uma norma internacional de segurança da informação. A mensagem, a que o jornal teve acesso, foi contestada pela vogal financeira da SIRESP SA, Nikeba Fernandes, que considerou “extremamente elevado” o valor proposto para trabalhos limitados aos dias 2, 9, 10, 11 e 13 de dezembro. Na mesma comunicação, a responsável alertava ainda que a empresa a contratar era “familiar do engenheiro Carlos Leitão”, sublinhando que a situação poderia configurar “potencial conflito de interesses entre interesse público e particular”, à luz das recomendações do Conselho de Prevenção da Corrupção.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, a proposta contratual apresentada por Ana Leitão incluía ainda o nome do próprio marido como consultor do projeto, o que permitiria ao antigo diretor técnico continuar a prestar serviços remunerados à SIRESP SA, já fora da estrutura da empresa e através da sociedade da mulher. Carlos Leitão desvincular-se-ia formalmente da SIRESP no final de novembro de 2024, mas o modelo proposto manteria uma ligação remunerada indireta à empresa pública.</p>
<p>A nova controvérsia surge numa altura particularmente sensível para o SIRESP, atualmente novamente presidido pelo general Paulo Viegas Nunes, e já motivou reações políticas. O secretário-geral do PS saiu em defesa do responsável pela empresa, afirmando que o general é “uma das personalidades que mais sabe de comunicações no nosso país” e manifestando esperança de que “não haja quem o queira prejudicar por ele ser servidor do Estado”.</p>
<p>Já os partidos da oposição exigem esclarecimentos urgentes. Chega e Iniciativa Liberal anunciaram que pretendem ouvir rapidamente no Parlamento o ministro da Administração Interna, levantando dúvidas sobre a “integridade” da gestão do SIRESP e sobre os mecanismos de controlo interno da empresa responsável pela rede nacional de comunicações de emergência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767576]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal atrai vaga de capital internacional e private equity atinge um dos melhores anos da década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:23:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mercado de private equity em Portugal registou um forte crescimento em 2025, alcançando 167 transações e um valor agregado de cerca de 7,7 mil milhões de euros, mais do dobro do registado em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de private equity em Portugal registou um forte crescimento em 2025, alcançando 167 transações e um valor agregado de cerca de 7,7 mil milhões de euros, mais do dobro do registado em 2024, segundo o novo relatório “Market trends in Iberian private equity transactions 2026 edition”, da Cuatrecasas. O número de operações aumentou 55% em termos homólogos, refletindo “um salto transformador” na dimensão e diversidade dos negócios realizados no país.</p>
<p>De acordo com o estudo, o mercado português combinou “um volume recorde de deal flow com o segundo maior valor agregado da década”, impulsionado sobretudo por capital internacional. As operações crossborder representaram cerca de 97% do valor total das transações em 2025, enquanto os investidores domésticos aumentaram a sua participação em volume para 61%, acima dos 27% registados em 2024.</p>
<p>O relatório destaca ainda uma forte aceleração das operações de saída (“exits”), que atingiram aproximadamente 6,3 mil milhões de euros, representando 82% do valor total das operações realizadas no ano. Já o valor associado a investimentos subiu quase 29%, para 1,4 mil milhões de euros.</p>
<p>Entre os setores mais dinâmicos estiveram tecnologia, life sciences, serviços e retalho. Ainda assim, o estudo sublinha que o universo de oportunidades se tornou mais diversificado, com crescimento em vários segmentos da economia.</p>
<p>A análise da Cuatrecasas revela também uma crescente polarização do mercado. As grandes operações acima de 500 milhões de euros ganharam peso em 2025, representando 70% do valor total das transações, enquanto as operações de pequena dimensão continuaram a impulsionar o volume de negócios, sobretudo através de estratégias de buy-and-build e consolidação patrocinada por fundos.</p>
<p>No plano das tendências contratuais, o relatório indica que os mecanismos “locked-box” recuperaram protagonismo nas operações de private equity em Portugal, superando novamente os ajustamentos por completion accounts. Além disso, 81% das transações incluíram deferred consideration, sobretudo através de earn-outs indexados a EBITDA e receitas.</p>
<p>A arbitragem manteve-se como o principal mecanismo de resolução de litígios nas operações analisadas, surgindo em 65% dos contratos, com Lisboa a afirmar-se como a principal sede arbitral.</p>
<p>Segundo a sociedade de advogados, o mercado português de private equity continua a apresentar “forte dinamismo”, suportado tanto por operações de small-cap como por mandatos de elevado valor, acima dos 50 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767570]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mercado de trabalho em Portugal sob pressão: Relatório propõe 5 medidas prioritárias para travar bloqueios</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mercado-de-trabalho-em-portugal-sob-pressao-relatorio-propoe-5-medidas-prioritarias-para-travar-bloqueios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:12:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estudo, hoje apresentado numa conferência/debate na Fundação Manuel António da Mota, foi desenvolvido pelo CoLABOR – Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social, em parceria com a Confederação Empresarial da Região do Minho, DST Group, Mota-Engil e Sonae.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo relatório elaborado por investigadores e representantes do setor empresarial conclui que Portugal enfrenta problemas estruturais profundos no mercado de trabalho, desde dificuldades de recrutamento e envelhecimento demográfico até baixos salários e fraca produtividade, defendendo reformas articuladas entre Estado, empresas e parceiros sociais para evitar bloqueios duradouros ao crescimento económico.</p>
<p>O estudo, hoje apresentado numa conferência/debate na Fundação Manuel António da Mota, foi desenvolvido pelo CoLABOR – Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social, em parceria com a Confederação Empresarial da Região do Minho, DST Group, Mota-Engil e Sonae, procurando construir um diagnóstico conjunto sobre os principais desafios do emprego em Portugal e propor soluções dirigidas a decisores políticos, empresas, sindicatos e entidades públicas.</p>
<p><strong>Nove problemas estruturais identificados</strong><br />
O relatório, intitulado “Emprego em Portugal – Diagnóstico e Recomendações de Política Pública e Estratégias Empresariais”, identifica nove questões consideradas críticas para o funcionamento do mercado laboral português.</p>
<p>Entre os principais problemas destacados estão as dificuldades no crescimento da força de trabalho, os obstáculos à contratação e retenção de trabalhadores, a subutilização da população ativa potencial, os desajustamentos entre produtividade e salários, as fragilidades do sistema fiscal e os desafios relacionados com a integração de trabalhadores imigrantes.</p>
<p>O documento aponta ainda problemas ao nível do diálogo social e da negociação coletiva, bem como riscos associados ao financiamento futuro da Segurança Social.</p>
<p>Segundo os autores, muitos destes fatores estão interligados e contribuem para “bloqueios persistentes e transversais ao crescimento e qualidade do emprego”.</p>
<p><strong>Défice de competências preocupa empresas</strong><br />
Uma das conclusões centrais do relatório prende-se com a falta de qualificações ajustadas às necessidades do tecido empresarial, sobretudo em áreas técnicas, industriais e tecnológicas.</p>
<p>As empresas participantes referem dificuldades crescentes no recrutamento, mesmo num contexto de desemprego relativamente baixo, apontando para um “mismatch” persistente entre o sistema de ensino e as exigências do mercado de trabalho.</p>
<p>O estudo identifica escassez de técnicos intermédios e profissionais especializados, associando o problema a falhas estruturais na articulação entre ensino, formação profissional e empresas.</p>
<p>Os investigadores alertam também para a imagem ainda negativa do ensino profissional em Portugal, apesar da existência de exemplos considerados bem-sucedidos.</p>
<p><strong>Envelhecimento, emigração e imigração pressionam mercado laboral</strong><br />
Outro dos eixos centrais do relatório é o impacto da evolução demográfica sobre o mercado de trabalho português.</p>
<p>Portugal enfrenta um envelhecimento acelerado da população, acompanhado por elevadas taxas de emigração jovem e dificuldades na integração de trabalhadores estrangeiros.</p>
<p>Segundo os autores, a saída de trabalhadores qualificados reduz a capacidade de renovação da força laboral, agravando a escassez de mão de obra em setores estratégicos e aumentando a pressão futura sobre a Segurança Social.</p>
<p>Embora a imigração tenha contribuído para o crescimento da força de trabalho nos últimos anos, o estudo sublinha que muitos trabalhadores imigrantes continuam concentrados em empregos precários, mal remunerados e abaixo das suas qualificações.</p>
<p>Além disso, persistem entraves burocráticos e dificuldades nos processos de regularização, reconhecimento de competências e integração social.</p>
<p><strong>Produtividade baixa continua a limitar salários</strong><br />
O relatório conclui também que Portugal continua preso a um modelo económico assente em atividades de baixo valor acrescentado, o que condiciona a produtividade e impede uma evolução mais significativa dos salários.</p>
<p>Os autores recordam que grande parte do emprego líquido criado desde 2013 se concentrou em setores de baixa produtividade, dificultando o crescimento sustentado dos rendimentos.</p>
<p>Apesar de reconhecerem alguma aproximação recente entre produtividade e evolução salarial, sobretudo desde 2018, os investigadores consideram que Portugal continua distante dos padrões europeus.</p>
<p>A falta de progressão salarial e a precariedade laboral são apontadas como fatores que contribuem para a saída de trabalhadores jovens e qualificados do país.</p>
<p><strong>Cinco prioridades para reformar o mercado de trabalho</strong><br />
Com base no diagnóstico realizado, o relatório apresenta cinco áreas consideradas prioritárias para intervenção.</p>
<p>A primeira passa pela reconversão da economia portuguesa, aumentando o peso de setores estratégicos e de maior valor acrescentado.</p>
<p>Outra prioridade é a valorização do ensino profissional e técnico, através de modelos integrados de qualificação com forte ligação às empresas e percursos mais flexíveis de formação.</p>
<p>Os autores defendem ainda programas de requalificação ajustados às transições digital e climática, sobretudo dirigidos a trabalhadores mais vulneráveis.</p>
<p>A integração de trabalhadores imigrantes é igualmente apresentada como essencial, propondo-se serviços de apoio nos primeiros anos após a chegada a Portugal, incluindo aprendizagem da língua, reconhecimento de qualificações, integração profissional e acesso à saúde.</p>
<p>Por fim, o estudo recomenda o reforço da literacia fiscal e financeira ao longo da vida, tanto no sistema educativo como no contexto empresarial.</p>
<p>Segurança Social mantém equilíbrio, mas há riscos futuros</p>
<p>No capítulo dedicado à Segurança Social, o relatório considera que o sistema previdencial português mantém, no curto prazo, uma situação excedentária, impulsionada pelo aumento do emprego e dos salários.</p>
<p>Contudo, alerta para pressões futuras relacionadas com fatores demográficos, económicos e estruturais.</p>
<p>Os autores defendem que o financiamento da Segurança Social não deve ser analisado isoladamente das dinâmicas do mercado de trabalho e sublinham a importância de diversificar fontes de financiamento para garantir sustentabilidade futura.</p>
<p><strong>Especialistas defendem governação colaborativa</strong><br />
Os responsáveis pelo estudo insistem que os desafios do mercado de trabalho não poderão ser resolvidos através de medidas isoladas ou de curto prazo.</p>
<p>Segundo o relatório, será necessária uma “governação colaborativa e multinível”, envolvendo Governo, empresas, sindicatos, autarquias, sistema científico, instituições de ensino e entidades ligadas ao emprego e formação.</p>
<p>Os autores defendem que apenas através de soluções negociadas e sustentadas será possível reduzir os desajustamentos do mercado laboral, aumentar a produtividade e criar empregos mais qualificados e melhor remunerados em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767559]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsas europeias mistas depois de novos ataques dos EUA ao Irão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-mistas-depois-de-novos-ataques-dos-eua-ao-irao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, com o preço do petróleo Brent a subir, depois dos ataques lançados pelos EUA ao Irão, que geram dúvidas sobre se ambas as partes conseguirão alcançar em breve um acordo de paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, com o preço do petróleo Brent a subir, depois dos ataques lançados pelos EUA ao Irão, que geram dúvidas sobre se ambas as partes conseguirão alcançar em breve um acordo de paz.</p>
<p>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 avançava 0,02% para 631,74 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres e Madrid subiam 0,59% e 0,18%, enquanto as de Paris, Frankfurt e Milão recuavam 0,46%, 0,18% e 0,05%, respetivamente.</p>
<p>Londres e Nova Iorque não operaram na segunda-feira devido a feriados.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a recuar 0,08% para 9.216,51 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, subia 2,48% para 98,47 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, avançava 3,26% para 92,83 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em junho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 4,19% para 47,34 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou hoje que o estreito de Ormuz deve permanecer aberto &#8220;de uma forma ou de outra&#8221; e que as negociações com o Irão continuam, mas que resolver as discrepâncias do rascunho inicial levará &#8220;alguns dias&#8221;.</p>
<p>As declarações de Rubio chegaram horas depois de as Forças Armadas dos EUA terem atacado alvos militares no sul do Irão, numa operação qualificada por Washington como uma ação de &#8220;defesa própria&#8221; para proteger as suas tropas perante ameaças das forças iranianas.</p>
<p>O Comando Central dos EUA justificou os ataques como uma medida de legítima defesa, assegurou que a contenção se mantém durante o cessar-fogo vigente e que a operação se dirigiu contra locais de lançamento de mísseis e embarcações que tentavam colocar minas.</p>
<p>Os investidores voltarão a contar hoje com a referência de Wall Street, numa sessão na qual se destaca a publicação por parte da consultora The Conference Board da leitura de maio do seu índice de confiança dos consumidores dos EUA.</p>
<p>Os futuros dos índices de Nova Iorque registam avanços de 0,52% para o Dow Jones e de 0,68% para o Nasdaq.</p>
<p>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com uma queda de 0,25%, a bolsa de Xangai caiu 0,17%, a de Shenzhen 0,12% e o Hang Seng de Hong Kong subiu 0,17% no final da sessão.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avançava para 2,972%, depois de ter fechado em 2,945% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava em baixa e descia 0,13% para 1,1629 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os metais preciosos estão em baixa, com uma descida de 1% no caso do ouro, para 4.524,63 dólares a onça, e um recuo de 2,70% no caso da prata, para 75,97 dólares.</p>
<p>Em relação às criptomoedas, a bitcoin baixa 0,79% para 76.594 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767561]]></sapo:autor>
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		<title>Rubio diz que Estados Unidos continuam disponíveis como mediadores na guerra da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:53:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos continuam disponíveis para se assumir como mediadores no conflito entre a Rússia e a Ucrânia, declarou esta terça-feira o secretário de Estado Marco Rubio, após uma ofensiva russa massiva contra Kiev.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos continuam disponíveis para se assumir como mediadores no conflito entre a Rússia e a Ucrânia, declarou esta terça-feira o secretário de Estado Marco Rubio, após uma ofensiva russa massiva contra Kiev.</p>
<p>“Os Estados Unidos estão prontos e dispostos a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para facilitar o fim desta guerra, e esperamos que a oportunidade surja a qualquer momento”, disse Rubio aos jornalistas durante uma visita oficial à Índia, e na sequência de uma conversa telefónica com o seu homólogo russo, Serguei Lavrov.</p>
<p>Na noite de sábado para domingo, bombardeamentos intensos atingiram Kiev e a região envolvente, provocando pelo menos quatro mortos, poucos dias após um ataque ucraniano mortal contra um liceu numa zona ocupada pela Rússia. “Cada vez que vemos estas grandes ofensivas de parte a parte, lembramo-nos do quão terrível é esta guerra (…) e que tem de terminar”, observou Rubio.</p>
<p>A Rússia apelou na segunda-feira aos cidadãos estrangeiros residentes na capital ucraniana, incluindo pessoal diplomático, para abandonarem Kiev antes de novos ataques contra “centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial”. O alerta surgiu no dia seguinte a um forte ataque russo contra a Ucrânia, no qual Moscovo usou um míssil com capacidade nuclear.</p>
<p>O bombardeamento, realizado na madrugada de domingo, utilizou, de acordo com a Força Aérea ucraniana, 690 sistemas de ataque aéreo, incluindo drones e mísseis de vários tipos e teve Kiev como alvo principal. Segundo o último balanço das autoridades ucranianas, citado pela agência francesa de notícias AFP, o bombardeamento russo causou pelo menos quatro mortos e mais de 100 feridos.</p>
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		<title>Taiwan deteta segunda patrulha de prontidão para combate chinesa numa semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:52:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan denunciou esta terça-feira uma nova “patrulha conjunta de prontidão para combate” do Exército chinês nas proximidades da ilha, a segunda em menos de uma semana, num contexto de agravamento das tensões entre Taipé e Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taiwan denunciou esta terça-feira uma nova “patrulha conjunta de prontidão para combate” do Exército chinês nas proximidades da ilha, a segunda em menos de uma semana, num contexto de agravamento das tensões entre Taipé e Pequim.</p>
<p>Em comunicado, o ministério da Defesa Nacional de Taiwan indicou que, desde as 15h12 locais de segunda-feira (08h12 em Lisboa), foram detetadas 21 incursões de diferentes tipos de aeronaves chinesas, incluindo caças J-10 e J-16, aviões de alerta antecipado KJ-500 e drones, em atividades no mar.</p>
<p>Do total de aparelhos, 16 cruzaram a linha mediana do Estreito de Taiwan e entraram nas regiões norte, centro, sudoeste e leste da autoproclamada Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ) taiwanesa para realizar uma “patrulha conjunta de prontidão para combate” com navios da Marinha chinesa.</p>
<p>“As Forças Armadas utilizaram meios conjuntos de informação, vigilância e reconhecimento para manter um controlo rigoroso da situação, e mobilizaram aeronaves, navios e sistemas de mísseis costeiros para responder de forma adequada”, indicou o ministério, acrescentando que as atividades do Exército chinês visavam “hostilizar as águas e o espaço aéreo circundantes” de Taiwan.</p>
<p>Num gesto invulgar, o ministério publicou também três imagens das movimentações: uma mostrando um caça F-16 taiwanês a monitorizar um avião-tanque YU-20 escoltado por dois caças chineses, e outras duas do contratorpedeiro chinês Yinchuan, captadas a partir da fragata taiwanesa Kun Ming.</p>
<p>Esta “patrulha de prontidão para combate”, que se soma à realizada em 19 de maio, ocorreu após a cimeira realizada em Pequim entre os presidentes da China e dos Estados Unidos, Xi Jinping e Donald Trump, durante a qual ambos abordaram a situação de Taiwan.</p>
<p>China confirma visita de Presidente dos EUA de 13 a 15 de maio</p>
<p>Durante o encontro, Xi advertiu o homólogo norte-americano de que uma “má gestão” da questão taiwanesa poderia provocar um “choque” ou mesmo um “conflito” entre as duas potências, sustentando que a “independência” da ilha e a paz no Estreito de Taiwan são “incompatíveis”.</p>
<p>Posteriormente, Trump sugeriu que poderia suspender a aprovação de um pacote de armamento para Taipé avaliado em 14 mil milhões de dólares (12 mil milhões de euros), reiterou que não pretende travar uma guerra em defesa de Taiwan e insinuou que Xi poderá tentar “apoderar-se” do território após a sua saída da Casa Branca.</p>
<p>Estas duas patrulhas de prontidão para combate inserem-se também num destacamento naval chinês mais amplo. O secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, alertou no fim de semana que a China mobilizou mais de uma centena de navios em torno da primeira cadeia de ilhas nos últimos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767553]]></sapo:autor>
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		<title>Ministros da Agricultura da UE debatem preços de adubos e medidas para mitigar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) reúnem-se hoje, em Bruxelas, com a agenda dominada pela questão da subida abrupta dos preços dos fertilizantes, na sequência do encerramento do Estrito de Ormuz, no Golfo Pérsico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) reúnem-se hoje, em Bruxelas, com a agenda dominada pela questão da subida abrupta dos preços dos fertilizantes, na sequência do encerramento do Estrito de Ormuz, no Golfo Pérsico.</p>
<p>Ministros da Agricultura da UE debatem preços de adubos e medidas para mitigar<br />
Na reunião, em que Portugal está representado pelo ministro da tutela, José Manuel Fernandes, será debatido o plano de ação para o setor dos fertilizantes, recentemente proposto pela Comissão Europeia.</p>
<p>A guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão — que encerrou o Estreito de Ormuz à navegação comercial — fez disparar os preços dos adubos, que — segundo dados do serviço estatístico da UE, o Eurostat, têm vindo a agravar-se ao longo de 2025, sendo que no último trimestre desse ano aumentaram 8% face ao período homólogo.</p>
<p>O Conselho de ministros de Agricultura da UE vai analisar as medidas propostas para mitigar o impacto dos preços dos adubos na produção.</p>
<p>O pacote de medidas avançado pela Comissão Europeia inclui a mobilização de fundos de coesão para financiar a produção de biogás e biometano na UE.</p>
<p>Neste sentido, na quinta-feira, a UE suspendeu por um ano as tarifas sobre importações dos principais fertilizantes à base de azoto utilizados na produção agrícola e matérias-primas para adubos, como a ureia e o amoníaco.</p>
<p>Pelo Estreito de Ormuz, passa grande parte do comércio global de fertilizantes, incluindo 40% da ureia mundial e 30% de amoníaco, essenciais para a produção agrícola.</p>
<p>A Guarda Revolucionária Iraniana informou hoje que 32 navios atravessaram o Estreito de Ormuz nas últimas 24 horas após terem obtido a sua autorização, elevando para 182 o número de embarcações que atravessaram a via marítima com a permissão do Irão desde a passada quarta-feira.</p>
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		<title>DECO lança petição por vale-consulta para utentes com atrasos no SNS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A DECO Proteste lançou esta terça-feira uma petição e uma campanha nacional para exigir a criação de um vale-consulta para utentes cujos prazos legalmente previstos de acesso a consultas, exames ou tratamentos no Serviço Nacional de Saúde tenham sido ultrapassados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DECO Proteste lançou esta terça-feira uma petição e uma campanha nacional para exigir a criação de um vale-consulta para utentes cujos prazos legalmente previstos de acesso a consultas, exames ou tratamentos no Serviço Nacional de Saúde tenham sido ultrapassados.</p>
<p>&#8220;Há portugueses à espera mais de três anos por uma consulta hospitalar. Outros aguardam meses por exames ou tratamentos que deveriam acontecer em tempo clinicamente aceitável&#8221;, alerta a associação de defesa do consumidor em comunicado.</p>
<p>A DECO Proteste sublinha que, &#8220;embora a lei estabeleça prazos máximos de resposta garantidos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a realidade mostra que esses limites continuam, em muitos casos, longe de ser cumpridos&#8221;.</p>
<p>A organização defende que sempre que o SNS não consiga assegurar o acesso dentro dos prazos legalmente definidos, o utente deve receber um vale consulta que lhe permita recorrer, sem custos, a outro prestador de saúde indicado pelo SNS, à semelhança do modelo já existente para as cirurgias.</p>
<p>Nesse sentido, a DECO lançou a campanha nacional &#8220;A sua saúde não pode esperar&#8221; e a plataforma www.valeconsulta.pt, disponível a partir desta terça-feira, em que qualquer cidadão poderá verificar gratuitamente se o tempo de espera do seu caso ultrapassa os limites legalmente previstos para consultas, exames ou tratamentos.</p>
<p>A plataforma funciona mediante registo e integra simuladores que permitem calcular os tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) no SNS, de acordo com o tipo de cuidado de saúde, prioridade clínica e data de referenciação.</p>
<p>Será também através desta plataforma que os cidadãos poderão assinar a petição nacional, refere a DECO PROteste, sublinhando que &#8220;este mecanismo é essencial para garantir um direito básico dos cidadãos: o acesso a cuidados de saúde em tempo adequado à sua condição clínica&#8221;.</p>
<p>Segundo dados recentes, citados pela associação, mais de metade das primeiras consultas hospitalares de especialidade continuam a ser realizadas fora dos prazos máximos legalmente previstos.</p>
<p>&#8220;Em algumas especialidades e regiões do país, os tempos de espera atingem valores particularmente graves, chegando a ultrapassar os 1.000 dias&#8221;, sublinha.<br />
A DECO PROteste alerta ainda para o impacto humano desta realidade, nomeadamente o &#8220;agravamento do estado de saúde&#8221;, &#8220;aumento da ansiedade e incerteza&#8221;, &#8220;desigualdades no acesso aos cuidados&#8221; e &#8220;dificuldades acrescidas para quem vive longe dos grandes centros urbanos&#8221;.</p>
<p>Segundo a organização, a campanha terá expressão nacional e será divulgada através dos canais da organização, redes sociais, meios de comunicação social e linhas de atendimento da DECO PROteste.</p>
<p>&#8220;O direito à saúde não pode depender do código postal, da capacidade financeira ou da resistência à espera. Quando os prazos legais não são cumpridos, o Estado deve garantir uma alternativa efetiva aos utentes&#8221;, defende.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767548]]></sapo:autor>
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		<title>Como começar já a preparar o IRS do próximo ano e evitar complicações na entrega da declaração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Preparar o IRS não começa na altura da entrega da declaração, mas sim ao longo de todo o ano fiscal, através de pequenos cuidados que ajudam a evitar erros, perdas de benefícios e trabalho acumulado numa fase mais crítica do calendário fiscal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Preparar o IRS não começa na altura da entrega da declaração, mas sim ao longo de todo o ano fiscal, através de pequenos cuidados que ajudam a evitar erros, perdas de benefícios e trabalho acumulado numa fase mais crítica do calendário fiscal. A gestão da informação desde cedo pode tornar todo o processo mais simples e eficiente.</p>
<p>Embora a declaração só seja entregue no ano seguinte, o IRS resulta diretamente dos rendimentos, despesas e dados pessoais que vão sendo registados e comunicados à Autoridade Tributária ao longo do ano. Por isso, uma preparação contínua é fundamental para reduzir falhas e facilitar a validação final.</p>
<p><strong>O IRS constrói-se ao longo do ano</strong><br />
O imposto sobre o rendimento das pessoas singulares é calculado com base na informação relativa a cada ano fiscal, incluindo rendimentos, despesas e composição do agregado familiar. Apesar de essa informação ser apenas consolidada no momento da entrega da declaração, o seu registo acontece de forma contínua.</p>
<p>A preparação do IRS passa assim por acompanhar e garantir que esses dados são introduzidos corretamente ao longo do tempo, evitando acumular verificações no momento da entrega. Na prática, não se trata de antecipar decisões fiscais, mas sim de assegurar que a informação está organizada e consistente.</p>
<p>Este acompanhamento permite reduzir erros, corrigir dados atempadamente e simplificar o processo final de submissão da declaração.</p>
<p><strong>Validar faturas ao longo do ano evita perdas e correções tardias</strong><br />
Pedir fatura com número de contribuinte é uma prática comum, mas não garante automaticamente que a despesa seja corretamente considerada no IRS. Para que as deduções sejam contabilizadas, é necessário validar as faturas no Portal das Finanças e confirmar o seu enquadramento nas categorias corretas.</p>
<p>Apesar de este processo poder ser feito até ao final de fevereiro do ano seguinte, a validação faseada ao longo do ano ajuda a evitar acumulação de tarefas e reduz a probabilidade de erros ou despesas mal classificadas.</p>
<p>Quando esta verificação é deixada para o último momento, aumenta o risco de existirem faturas por validar ou despesas que exigem correção adicional, o que pode atrasar o processo de entrega.</p>
<p>No caso das despesas de saúde, o cuidado deve ser ainda maior. As despesas sujeitas a uma taxa de IVA de 23% apenas são consideradas dedutíveis quando existe uma receita médica associada, o que exige confirmação documental adequada.</p>
<p>Se esta verificação for feita demasiado tarde, pode tornar-se difícil recuperar a receita correspondente ou comprovar a despesa, comprometendo a dedução. Ao validar regularmente, esse risco é significativamente reduzido.</p>
<p><strong>Dados pessoais e familiares devem estar sempre atualizados</strong><br />
Para além das despesas, o IRS depende também de informação pessoal e familiar que influencia diretamente o enquadramento fiscal do contribuinte. Garantir que esses dados estão corretos é essencial para evitar divergências no processamento da declaração.</p>
<p>Alterações como casamento, divórcio, separação ou nascimento de filhos têm impacto direto no cálculo do imposto, assim como situações de guarda partilhada ou dependentes a cargo.</p>
<p>Embora estas atualizações possam ser feitas no ano seguinte, dentro dos prazos definidos pela Autoridade Tributária, tratar destas alterações com antecedência ajuda a evitar erros e correções de última hora, já em fase de entrega da declaração.</p>
<p><strong>IBAN correto evita atrasos no reembolso</strong><br />
Outro elemento frequentemente esquecido na preparação do IRS é o IBAN associado ao contribuinte no Portal das Finanças. Esta informação determina a forma como é processado o eventual reembolso do imposto.</p>
<p>Se o IBAN estiver desatualizado, o reembolso pode ser enviado para uma conta já inexistente ou inativa. Caso não exista qualquer IBAN registado, o pagamento é efetuado por cheque, um método mais lento e menos prático.</p>
<p>Manter esta informação atualizada ao longo do ano garante que, caso exista lugar a reembolso, o processo decorre de forma mais rápida e sem complicações desnecessárias.</p>
<p><strong>Organização de documentos facilita todo o processo</strong><br />
Nem toda a informação relevante para o IRS é automaticamente comunicada às Finanças. Existem rendimentos adicionais, despesas específicas e comprovativos que podem ser necessários para validar valores ou responder a pedidos da Autoridade Tributária.</p>
<p>Por isso, manter os documentos organizados ao longo do ano é uma prática essencial. Recibos, contratos, declarações e comprovativos devem ser guardados de forma estruturada, facilitando o acesso quando necessário.</p>
<p>Esta organização não exige procedimentos complexos: pode passar simplesmente por centralizar documentos num único local ou por ir separando a informação relevante à medida que surge.</p>
<p>Ao adotar este hábito, o contribuinte reduz o risco de esquecimentos, simplifica a validação da declaração e torna o processo de entrega do IRS significativamente mais eficiente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767414]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Kiev classifica ameaça russa de ataques como &#8220;chantagem descarada&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:39:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia classificou hoje o anúncio da Rússia sobre uma campanha de ataques contra centros de comando e empresas da indústria militar em Kiev como "chantagem descarada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia classificou hoje o anúncio da Rússia sobre uma campanha de ataques contra centros de comando e empresas da indústria militar em Kiev como &#8220;chantagem descarada&#8221;.</p>
<p>O governo e diplomacia ucranianos agradeceram às missões diplomáticas estrangeiras que mantiveram os seus funcionários na capital, apesar dos alertas russos para que deixassem o país o mais rápido possível por motivos de segurança.</p>
<p>&#8220;De acordo com avaliações do lado ucraniano, o nível geral de ameaças à segurança que a Rússia representa para Kiev e outras cidades ucranianas permanece o mesmo que nos anos e meses anteriores&#8221;, segundo comunicado.</p>
<p>O texto do ministério dos Negócios Estrangeiros adianta que a Rússia tem usado regularmente &#8220;todo o seu arsenal de mísseis e drones letais contra a capital ucraniana&#8221; desde o início da guerra e, portanto, não considera haver risco maior.</p>
<p>&#8220;Para combater a intimidação russa, o ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia está pronto para ajudar no reforço da segurança das missões diplomáticas estrangeiras, caso seja solicitado&#8221;, lê-se ainda.</p>
<p>O embaixador da União Europeia na Ucrânia e outros diplomatas de países parceiros de Kiev reagiram ao anúncio russo de uma nova campanha de bombardeamentos maciços contra a capital ucraniana, afirmando que não têm intenção de deixar a cidade.</p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, aconselhara na segunda-feira os Estados Unidos e outros países com missões na capital ucraniana a evacuarem a sua embaixada em Kiev numa conversa telefónica com o homólogo norte-americano, Marco Rubio.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767545]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Onda de calor pode agravar alergias em cães e gatos: oito dicas para ajudar a lidar com a situação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cláudia Domingues]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Combinação de temperaturas mais elevadas com a maior exposição a alergénios ambientais pode traduzir-se em sintomas persistentes e desconforto significativo para os animais, afetando diretamente o seu bem-estar e qualidade de vida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A subida significativa das temperaturas e o aumento da concentração de alergénios no ambiente levam ao agravamento das alergias sazonais em muitos cães e gatos. Nesta altura do ano, fatores como o pólen de árvores, gramíneas e ervas, os ácaros ambientais, os esporos fúngicos e o aumento da atividade de parasitas, como as pulgas, contribuem para o aparecimento ou intensificação de manifestações alérgicas nos animais de companhia. </p>
<p>E a combinação de temperaturas mais elevadas com a maior exposição a alergénios ambientais pode traduzir-se em sintomas persistentes e desconforto significativo para os animais, afetando diretamente o seu bem-estar e qualidade de vida. O que devem então os tutores fazer?</p>
<p>“As alergias sazonais tendem a tornar-se mais evidentes nesta altura do ano, sobretudo porque o aumento da temperatura favorece a presença de vários alergénios ambientais. Muitos tutores começam a notar sinais como comichão persistente, irritação da pele, lambedura excessiva das patas ou otites recorrentes, que não devem ser desvalorizados”, explica Cláudia Domingues, médica veterinária da ZU.</p>
<p><strong>Cães e gatos com sinais diferentes.</strong></p>
<p>A especialista sublinha que “as alergias resultam de uma resposta exagerada do sistema imunitário a substâncias normalmente inofensivas presentes no ambiente”. Nos cães, acrescenta, “os sinais mais frequentes incluem prurido/comichão, inflamação da pele, lambedura excessiva das patas, vermelhidão e lesões em zonas como orelhas, face, axilas, abdómen e extremidades”. </p>
<p>Já nos gatos, “os sintomas podem ser mais difíceis de identificar, manifestando-se através de queda de pelo associado a lambedura excessiva, dermatite, prurido facial ou cervical e, em alguns casos, lesões ulcerativas ou crostosas”.</p>
<p>Embora muitas vezes associadas apenas à pele, as alergias podem também provocar sinais respiratórios ligeiros, como espirros, corrimento nasal ou ocular, sobretudo em animais mais sensíveis.</p>
<p>“O diagnóstico deve ser sempre realizado por um médico veterinário, porque é importante excluir outras causas, como parasitas, infeções ou alergias alimentares. Quanto mais cedo o problema for identificado, mais rapidamente conseguimos controlar os sintomas e evitar complicações secundárias”, acrescenta Cláudia Domingues.</p>
<p><strong>Como devem os tutores proceder? 8 recomendações a ter em conta</strong></p>
<p>A médica veterinária esclarece que, “apesar de não existir uma cura definitiva para as alergias sazonais, existem várias estratégias que permitem controlar eficazmente os sintomas e melhorar a qualidade de vida do animal”.</p>
<p>Entre as principais recomendações estão:</p>
<p>&#8211; Manter um controlo rigoroso de pulgas durante todo o ano;<br />
&#8211; Reforçar a higiene do ambiente, incluindo lavagem frequente de mantas e camas;<br />
Aspirar regularmente tapetes, sofás e zonas de descanso;<br />
&#8211; Realizar banhos com produtos dermatológicos adequados e recomendados pelo médico veterinário;<br />
&#8211; Limpar patas e pelo após os passeios, reduzindo a acumulação de pólen;<br />
&#8211; Uso de suplementos que apoiem a saúde da pele (ácidos gordos, antioxidantes, probióticos);<br />
&#8211; Evitar a automedicação;<br />
&#8211; Procurar acompanhamento veterinário ao primeiro sinal de prurido ou irritação cutânea.</p>
<p>Cláudia Domingues reforça ainda a importância da observação atenta por parte dos tutores, sobretudo em animais que apresentam sintomas recorrentes na primavera ou início do verão. “Há animais que repetem exatamente os mesmos sintomas todos os anos nesta época. Identificar esse padrão e atuar precocemente faz toda a diferença para evitar desconforto prolongado, infeções secundárias e agravamento das lesões e garantir uma melhor qualidade de vida ao animal”, conclui a médica veterinária da ZU.</p>
<p><strong>Consulte um veterinário</strong></p>
<p>Aconselhe-se com o seu médico veterinário sobre as opções mais adequadas ao contexto do seu animal de estimação, tendo em conta aspetos como a raça, idade, possíveis patologias, características específicas e histórico clínico do mesmo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767466]]></sapo:autor>
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		<title>Torre de Belém reabre esta terça-feira após um ano de obras e com novas regras para visitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Torre de Belém reabre esta terça-feira depois de mais de um ano encerrada para obras de conservação e restauro, numa intervenção considerada a mais profunda realizada no monumento desde 1998. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre de Belém reabre esta terça-feira depois de mais de um ano encerrada para obras de conservação e restauro, numa intervenção considerada a mais profunda realizada no monumento desde 1998. O emblemático ex-libris de Lisboa volta agora a receber visitantes com imagem renovada e um novo modelo de visitação pensado para controlar os fluxos turísticos e melhorar a experiência do público.</p>
<p>Encerrada desde abril de 2025, a fortificação manuelina construída no século XVI reabre ao público a partir das 15h00, após uma intervenção realizada no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) do Governo. Segundo as entidades responsáveis, os trabalhos tiveram como principal objetivo reforçar as condições de conservação, segurança e resiliência de um edifício particularmente exposto ao desgaste provocado pelo tempo, pela humidade e pelas condições atmosféricas junto ao rio Tejo.</p>
<p>A reabertura marca também uma nova fase na gestão das visitas ao monumento, um dos mais procurados do país. De acordo com informação divulgada em comunicado, a Torre de Belém passa a funcionar com um sistema de acesso por horários definidos, numa tentativa de garantir uma experiência “mais qualificada, equilibrada e sustentável”.</p>
<p>As novas regras pretendem melhorar a circulação dentro do espaço e reduzir os impactos da elevada pressão turística sobre o monumento, classificado como Património Mundial pela UNESCO. O sistema permitirá controlar melhor os fluxos de entrada e permanência, protegendo simultaneamente a estrutura histórica.</p>
<p>Segundo a nota divulgada pelas autoridades, este novo modelo de visitação foi desenhado para “assegurar uma experiência mais qualificada, equilibrada e sustentável”, acrescentando que a gestão por horários contribuirá também para “a proteção do monumento”.</p>
<p>A capacidade da Torre de Belém continuará, contudo, limitada. O espaço pode acolher cerca de 60 pessoas em simultâneo e recebe, em média, até 600 visitantes por dia. A elevada procura turística foi precisamente um dos fatores que motivou a necessidade de rever a organização das visitas.</p>
<p>Além da vertente patrimonial, a nova fase do monumento aposta também numa componente cultural e educativa reforçada. As entidades responsáveis indicam que haverá maior foco em visitas escolares e em experiências orientadas para diferentes tipos de público, procurando diversificar a relação dos visitantes com um dos símbolos históricos mais importantes da capital.</p>
<p>A intervenção agora concluída incidiu sobre várias áreas estruturais e de conservação do edifício, permitindo melhorar as condições de acolhimento e fruição pública sem alterar a identidade arquitetónica da torre, uma das obras mais emblemáticas do estilo manuelino português.</p>
<p>Construída no início do século XVI junto à margem do Tejo, a Torre de Belém foi originalmente concebida como estrutura defensiva da barra de Lisboa e tornou-se, ao longo dos séculos, um dos maiores símbolos da expansão marítima portuguesa.</p>
<p>Na nota divulgada sobre a reabertura, as entidades responsáveis sublinham que, “a partir de 27 de maio, a Torre de Belém voltará a receber visitantes de todo o mundo, renovando-se como património vivo, lugar de memória coletiva e símbolo da cultura e identidade portuguesas”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767335]]></sapo:autor>
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		<title>Crédito da casa fica mais caro em junho: Euribor sobe em todas as maturidades. Saiba quanto vai pagar a mais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/credito-da-casa-fica-mais-caro-em-junho-euribor-sobe-em-todas-as-maturidades-saiba-quanto-vai-pagar-a-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Rico]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[taxas Euribor]]></category>
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					<description><![CDATA[Nuno Rico, economista da DECO PROteste, falou em exclusivo à 'Executive Digest' sobre a subida anunciada da sua transferência bancária a partir do próximo mês se tiver o seu contrato revisto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias com crédito à habitação indexado à Euribor vão enfrentar uma nova subida da prestação em junho. E, desta vez, a tendência é transversal: todos os consumidores que tenham o contrato revisto no próximo mês vão pagar mais, independentemente da maturidade associada ao empréstimo.</p>
<p>“Todos os consumidores que tenham o seu contrato revisto em junho, independentemente da maturidade que tenham, vão pagar mais”, explica Nuno Rico, especialista da DECO PROteste, em exclusivo à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>É o terceiro mês consecutivo de agravamento das prestações, uma evolução que coincide com o início do conflito no Médio Oriente e com a pressão renovada sobre os mercados, a energia e as expectativas em torno das taxas de juro.</p>
<p>“Todas as prestações vão subir pelo terceiro mês consecutivo, o que é coincidente com o início da guerra no Médio Oriente”, sublinha o especialista.</p>
<p><strong>O impacto chega agora à prestação</strong></p>
<p>Na Euribor a três meses, a média calculada é de 2,225%, o que deverá traduzir-se numa prestação de 650 euros, mais 17 euros em relação à última revisão.</p>
<p>Na Euribor a seis meses, a maturidade mais usada em Portugal, a média atingiu 2,546%. Neste caso, a prestação deverá subir para 670 euros, um agravamento de 34 euros.</p>
<p>Já na Euribor a 12 meses, a média situa-se nos 2,816%, empurrando a prestação para acima dos 700 euros. Face à revisão feita há um ano, trata-se de um aumento de 61 euros.</p>
<p>“Temos aqui o esperado agravamento generalizado”, resume Nuno Rico, destacando que “na Euribor a 12 meses é onde se sente mais”.</p>
<p>A maturidade a seis meses, por ser a mais utilizada no crédito à habitação em Portugal, merece especial atenção. Segundo o especialista da DECO PROteste, a média mensal atingiu agora o valor mais elevado desde fevereiro de 2025.</p>
<p>Na Euribor a 12 meses, o impacto também é expressivo: a prestação resultante desta revisão é a mais alta desde outubro de 2024.</p>
<p><strong>A guerra no Médio Oriente entrou nas contas da casa</strong></p>
<p>Desde o início do conflito no Médio Oriente, as médias mensais da Euribor agravaram-se 18% no caso da Euribor a seis meses e 26% na Euribor a 12 meses.</p>
<p>“E aqui estamos a falar apenas das médias, não dos valores diários”, assinala Nuno Rico.</p>
<p>A diferença é relevante porque é a média mensal que serve de referência para a revisão dos contratos de crédito à habitação. Mesmo que os valores diários oscilem ou registem descidas pontuais, a prestação depende da média apurada no período relevante.</p>
<p>A instabilidade geopolítica voltou a colocar pressão sobre os mercados, sobretudo através do risco associado à energia. A subida dos combustíveis, a incerteza sobre o petróleo e o receio de novos impactos na inflação condicionam as expectativas sobre as próximas decisões do Banco Central Europeu.</p>
<p><strong>Há uma boa notícia, mas ainda não chega à prestação</strong></p>
<p>Apesar do agravamento nas médias mensais, há um sinal menos negativo na evolução diária das taxas. Segundo Nuno Rico, a subida parece estar a perder alguma força.</p>
<p>“A única boa notícia deste mês é que, olhando para a evolução dos valores diários, notámos um claro abrandamento da subida”, explica o especialista da DECO PROteste.</p>
<p>Esse abrandamento já inclui “algumas descidas pontuais” e um ritmo menos intenso do que o observado nos meses anteriores.</p>
<p>Ainda assim, esta melhoria não evita o aumento das prestações em junho. O motivo é simples: as revisões dos contratos são feitas com base nas médias mensais, e essas médias continuam acima dos valores usados nas revisões anteriores.</p>
<p>Ou seja, a tendência diária pode dar algum sinal de alívio para os próximos meses, mas quem revê o contrato agora ainda sentirá uma subida.</p>
<p><strong>BCE pode consolidar movimento de subida</strong></p>
<p>O próximo mês será decisivo para perceber se a pressão sobre a Euribor abranda ou se volta a ganhar força. Um eventual agravamento das taxas diretoras pelo Banco Central Europeu, mesmo que limitado, poderá consolidar o movimento de subida das Euribor.</p>
<p>“Teremos no próximo mês um possível agravamento das taxas diretoras do BCE. Mesmo que seja pequeno, acaba por consolidar este movimento de subida das taxas Euribor”, alerta Nuno Rico.</p>
<p>A isto soma-se outro fator de incerteza: os efeitos da energia ainda podem demorar a aparecer com maior intensidade na economia.</p>
<p>“Os impactos do custo da energia ainda não estão a ser sentidos. Poderão ser sentidos no segundo semestre”, acrescenta o especialista.</p>
<p>Esse é um dos riscos para os próximos meses. Se a energia voltar a pressionar a inflação, o BCE poderá ter menos margem para aliviar a política monetária. E, nesse cenário, as famílias com crédito à habitação poderão continuar a sentir prestações mais elevadas durante mais tempo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767377]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo francês associa sete mortes à onda de calor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-frances-associa-sete-mortes-a-onda-de-calor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 06:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo francês contabilizou sete pessoas mortas, cinco delas por afogamento, relacionando os óbitos à onda de calor que atinge a França, disse a porta-voz do governo, Maud Bregeon.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo francês contabilizou sete pessoas mortas, cinco delas por afogamento, relacionando os óbitos à onda de calor que atinge a França, disse a porta-voz do governo, Maud Bregeon.</P><br />
<P>&#8220;O que posso dizer hoje é que parece haver sete mortes direta ou indiretamente relacionadas com o calor&#8221;, declarou Maud Bregeon ao canal privado francês TF1.</P><br />
<P>A porta-voz do governo francês acrescentou que &#8220;tudo precisará de ser esclarecido no final da atual onda de calor&#8221;.</P><br />
<P>Oito departamentos no oeste de França foram colocados hoje sob alerta laranja de onda de calor, a primeira vez que tal ocorre no mês de maio.</P><br />
<P>Uma onda de calor está a atingir a Europa, com temperaturas recorde para maio e alertas das autoridades em países como Espanha, França, Irlanda, Reino Unido, Áustria e República Checa.</P><br />
<P>França está a atravessar uma onda de calor sem precedentes, especialmente no início da temporada, que no domingo resultou em temperaturas recorde para maio e casos de doença associados à prática de desporto, com dezenas de pessoas hospitalizadas em estado grave em vários pontos do país e um morto em Paris durante uma corrida.</P><br />
<P>No mais recente boletim, a Météo France indicou tratar-se de uma &#8220;onda de calor precoce e significativa&#8221;, afetando sobretudo o oeste do território e a capital.</P><br />
<P>A previsão indica que as temperaturas máximas serão &#8220;muito elevadas para esta altura do ano&#8221; e que a onda de calor está a espalhar-se para norte, prevendo-se que os termómetros registem entre 30 e 36ºC.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767540]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal Constitucional da Albânia decide hoje futuro da “ministra virtual” criada por inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 06:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Albânia vive esta terça-feira um dos momentos políticos e jurídicos mais insólitos da sua história recente, com o Tribunal Constitucional do país a preparar-se para se pronunciar sobre a legalidade da nomeação de “Diella”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Albânia vive esta terça-feira um dos momentos políticos e jurídicos mais insólitos da sua história recente, com o Tribunal Constitucional do país a preparar-se para se pronunciar sobre a legalidade da nomeação de “Diella”, uma entidade criada por inteligência artificial apresentada pelo primeiro-ministro albanês, Edi Rama, como ministra virtual responsável pela área da inteligência artificial e pela transparência administrativa.</p>
<p>A decisão é aguardada com enorme expectativa em Tirana, depois de meses de debate político, críticas da oposição e dúvidas levantadas por especialistas em direito constitucional sobre a possibilidade de uma inteligência artificial integrar formalmente um executivo governamental.</p>
<p>O caso começou em setembro do ano passado, quando Edi Rama anunciou, através das redes sociais, a criação do cargo de “Ministra de Estado para a Inteligência Artificial”, entregue a “Diella”, uma assistente virtual gerada por IA. O nome significa “Sol”, no feminino, em albanês.</p>
<p>Na altura, o chefe do Governo explicou que a nova figura seria “um membro do Conselho de Ministros que não está presente fisicamente, mas que foi criado virtualmente através de inteligência artificial”. Segundo Rama, o objetivo passava por utilizar tecnologia automatizada para reforçar a transparência do Estado, combater a corrupção e acelerar processos administrativos.</p>
<p><strong>Governo apresenta “Diella” como arma contra corrupção</strong><br />
Desde o anúncio, o executivo socialista tem defendido que “Diella” poderá desempenhar um papel importante na fiscalização de concursos públicos e na modernização da administração pública.</p>
<p>Edi Rama afirmou que a inteligência artificial ajudaria a garantir que os concursos públicos fossem “100% livres de corrupção”, acrescentando que o sistema permitiria ao Estado operar “com maior rapidez e total transparência”.</p>
<p>Antes de ser integrada simbolicamente no Governo, “Diella” já tinha sido lançada como assistente virtual na plataforma pública e-Albania, onde ajudava cidadãos a navegar nos serviços digitais do Estado e na emissão de documentos administrativos. Segundo o executivo albanês, o sistema já auxiliou na emissão de cerca de um milhão de documentos digitais.</p>
<p>A iniciativa surgiu numa altura em que a Albânia tenta acelerar o processo de aproximação à União Europeia e responder às críticas persistentes relacionadas com corrupção, crime organizado e fragilidade institucional.</p>
<p>O país dos Balcãs Ocidentais iniciou negociações formais de adesão à União Europeia há cerca de um ano, e o Partido Socialista de Edi Rama prometeu concluir o processo negocial até 2027 e alcançar a adesão plena no prazo de cinco anos.</p>
<p><strong>Oposição acusa Rama de transformar o Estado numa “farsa”</strong><br />
A polémica em torno da ministra virtual rapidamente ganhou dimensão política e constitucional.</p>
<p>A oposição conservadora, liderada pelo Partido Democrático e pelo antigo Presidente e primeiro-ministro Sali Berisha, considera que a criação do cargo viola a Constituição albanesa e representa uma banalização das instituições do Estado.</p>
<p>Gazmend Bardhi, líder parlamentar dos democratas, foi um dos críticos mais duros da iniciativa. Numa publicação nas redes sociais, acusou o primeiro-ministro de transformar o aparelho de Estado numa caricatura política, afirmando que “as palhaçadas do primeiro-ministro não podem transformar-se em actos legais do Estado albanês”.</p>
<p>Os democratas recusam também reconhecer plenamente os resultados das eleições parlamentares de 11 de maio, nas quais o Partido Socialista conquistou 83 dos 140 lugares do Parlamento, garantindo um quarto mandato consecutivo para Edi Rama.</p>
<p>Apesar de o partido governamental ter assegurado maioria absoluta suficiente para governar sozinho, ficou aquém dos 93 deputados necessários para alterar a Constituição.</p>
<p>A oposição continua a alegar irregularidades eleitorais, embora os seus deputados tenham participado na sessão inaugural do novo Parlamento.</p>
<p><strong>Especialistas divididos sobre estatuto jurídico da IA</strong><br />
O centro da controvérsia prende-se agora com uma questão inédita: pode uma entidade sem personalidade jurídica, sem existência física e criada por inteligência artificial ocupar um cargo ministerial?</p>
<p>Vários especialistas em direito constitucional albanês defenderam, ao longo dos últimos meses, que seriam necessárias alterações legislativas profundas para definir o estatuto oficial de “Diella”.</p>
<p>A própria estrutura legal do cargo permanece envolta em ambiguidades.</p>
<p>O decreto presidencial que reconduziu Edi Rama como primeiro-ministro incluiu uma referência explícita à “responsabilidade pela criação e funcionamento da Ministra Virtual de Inteligência Artificial ‘Diella’”. No entanto, nunca ficou totalmente claro se o Governo pretendia submeter formalmente a ministra virtual a votação parlamentar, como acontece com os restantes membros do executivo.</p>
<p>Essa indefinição acabou por abrir espaço ao recurso apresentado junto do Tribunal Constitucional.</p>
<p><strong>Debate ultrapassa fronteiras da Albânia</strong><br />
O caso tem despertado atenção internacional, não apenas pelo simbolismo político, mas também pelas implicações futuras para o uso da inteligência artificial na governação pública.</p>
<p>Analistas europeus consideram que a decisão do Tribunal Constitucional albanês poderá estabelecer um precedente relevante sobre os limites legais da automatização política e administrativa em democracias europeias.</p>
<p>A iniciativa de Rama surgiu numa altura em que vários governos europeus procuram integrar ferramentas de inteligência artificial na gestão pública, embora nenhum tenha ido tão longe ao ponto de criar simbolicamente um cargo ministerial virtual.</p>
<p>O primeiro-ministro albanês tem defendido a medida como parte de uma estratégia de modernização do Estado e de aproximação às práticas tecnológicas da União Europeia. Segundo o Governo, “Diella” ajudaria ainda as autoridades locais a adaptarem-se mais rapidamente aos padrões administrativos europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767355]]></sapo:autor>
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		<title>Manchas nas mãos, inchaço e exames preventivos: Trump volta hoje a ser avaliado pelos médicos antes de fazer 80 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 06:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realiza esta terça-feira mais um exame médico no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, numa altura em que a sua condição física voltou a estar sob forte escrutínio público, a poucas semanas de completar 80 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realiza esta terça-feira mais um exame médico no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, numa altura em que a sua condição física voltou a estar sob forte escrutínio público, a poucas semanas de completar 80 anos.</p>
<p>A avaliação médica, anunciada previamente pela Casa Branca, inclui exames dentários e clínicos de rotina e surge num contexto em que vários sinais físicos recentes do presidente norte-americano — desde hematomas visíveis nas mãos até inchaço nas pernas — alimentaram especulação e debate político em Washington. Trata-se do quarto exame médico realizado por Trump desde o início do seu segundo mandato presidencial.</p>
<p>O líder republicano, que celebra 80 anos a 14 de Junho, é o mais velho presidente alguma vez eleito nos Estados Unidos. Apesar disso, tanto o próprio como a equipa médica presidencial têm insistido repetidamente que o chefe de Estado se encontra em boas condições de saúde.</p>
<p>No início deste mês, durante um evento na Casa Branca, Trump procurou desvalorizar as preocupações relacionadas com a idade, afirmando sentir-se “igual a há 50 anos”. Na mesma ocasião, acrescentou: “Não sou um sénior. Sou muito mais novo do que um sénior”.</p>
<p><strong>Nódoas, inchaço e perguntas sobre a condição física</strong><br />
Nos últimos meses, várias aparições públicas de Trump chamaram a atenção para marcas visíveis nas mãos do presidente, além de episódios de inchaço na parte inferior das pernas e uma irritação cutânea na zona do pescoço.</p>
<p>A Casa Branca procurou explicar esses sinais físicos através de informação médica divulgada pelo médico presidencial, Sean Barbabella. Segundo o clínico, os hematomas nas mãos estarão relacionados com a toma frequente de aspirina, medicamento utilizado para ajudar a prevenir coágulos sanguíneos através do efeito anticoagulante.</p>
<p>Já o inchaço nas pernas foi atribuído a uma insuficiência venosa crónica, descrita por Barbabella como uma condição “benigna e comum”, particularmente frequente em pessoas com mais de 70 anos.</p>
<p>A divulgação dessas explicações médicas não travou, contudo, as dúvidas e comentários em torno da saúde do presidente, especialmente numa altura em que a idade dos líderes políticos norte-americanos continua a ser um tema central do debate público nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Último exame incluiu TAC preventiva</strong><br />
O mais recente exame médico conhecido de Trump ocorreu em Outubro do ano passado e incluiu uma tomografia axial computorizada (TAC). Na altura, Sean Barbabella explicou que o exame tinha carácter preventivo e fazia parte de uma avaliação mais ampla ao estado cardíaco e abdominal do presidente.</p>
<p>Segundo o médico presidencial, os resultados foram “perfeitamente normais” e confirmaram que Trump permanecia “em excelente estado geral de saúde”.</p>
<p>A equipa médica da Casa Branca tem procurado transmitir uma imagem de estabilidade física do presidente, sublinhando repetidamente a sua resistência e capacidade de trabalho, apesar da idade avançada.</p>
<p><strong>Saúde dos presidentes volta ao centro do debate político</strong><br />
A realização do exame desta terça-feira acontece num período em que a saúde e a idade dos líderes políticos norte-americanos continuam sob observação apertada da opinião pública e dos adversários políticos.</p>
<p>A questão ganhou ainda mais relevância depois de vários episódios recentes envolvendo líderes seniores nos Estados Unidos, alimentando um debate mais amplo sobre capacidade física, resistência e transparência médica ao mais alto nível do poder político.</p>
<p>Embora Trump continue a apresentar-se publicamente como um dirigente com elevada energia e resistência, os sinais físicos visíveis e os sucessivos esclarecimentos médicos têm mantido o tema no centro da atenção mediática norte-americana.</p>
<p>A expectativa em Washington é agora de que a Casa Branca divulgue, nos próximos dias, um novo relatório clínico detalhado sobre o estado de saúde do presidente após a avaliação realizada no Walter Reed National Military Medical Center.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767357]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-primeiro-ministro grego Alexis Tsipras apresenta hoje novo partido que promete agitar a esquerda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 06:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro grego Alexis Tsipras deverá apresentar esta terça-feira, em Atenas, o seu novo partido político, num momento de profunda reorganização do espaço da esquerda e do centro-esquerda na Grécia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo primeiro-ministro grego Alexis Tsipras deverá apresentar esta terça-feira, em Atenas, o seu novo partido político, num momento de profunda reorganização do espaço da esquerda e do centro-esquerda na Grécia. A nova formação política será oficialmente revelada durante um evento marcado para esta noite em Thiseio, no centro da capital grega, onde deverão ser conhecidos o nome do partido, o manifesto político e a equipa dirigente inicial.</p>
<p>A iniciativa está a concentrar grande parte da atenção política no país, numa altura em que vários sectores da oposição procuram reposicionar-se perante o actual equilíbrio parlamentar e perante a possibilidade de novas mudanças no panorama político grego.</p>
<p>Tsipras, que liderou o governo da Grécia entre 2015 e 2019 e foi durante anos a principal figura do SYRIZA, deu nos últimos dias vários sinais públicos de que o lançamento da nova força política representa uma tentativa de reconstrução da esquerda grega sob uma nova identidade.</p>
<p>Numa publicação divulgada no domingo nas redes sociais, o ex-primeiro-ministro mostrou uma bola de futebol com tons azuis e vermelhos, revelando também as cores que irão marcar simbolicamente o novo partido. Segundo explicou, o azul representa “o azul do nosso país” e o vermelho simboliza “o vermelho das nossas lutas”.</p>
<p><strong>Reconfiguração na esquerda grega</strong><br />
O anúncio do novo partido surge num contexto de crescente fragmentação e reorganização política no espaço progressista grego. A expectativa em Atenas é de que a nova estrutura liderada por Tsipras consiga atrair dirigentes e militantes tanto do SYRIZA como da Nova Esquerda, dois partidos que têm atravessado períodos de instabilidade interna e perda de influência.</p>
<p>Durante o fim-de-semana, Dionysis Temponeras, uma das figuras mais conhecidas do SYRIZA, anunciou a sua demissão do partido para apoiar directamente a iniciativa de Tsipras. Além disso, vários deputados da Nova Esquerda deverão também aproximar-se do novo projecto político nos próximos dias, segundo a imprensa grega.</p>
<p>O movimento é visto por vários analistas como uma tentativa de recentrar o espaço progressista e criar uma alternativa mais ampla num campo político que tem perdido coesão desde as derrotas eleitorais sofridas pelo SYRIZA nos últimos anos.</p>
<p><strong>Expectativa sobre impacto eleitoral</strong><br />
A apresentação oficial do partido deverá abrir imediatamente uma nova fase de especulação política na Grécia, sobretudo devido às expectativas em torno das primeiras sondagens sobre o impacto eleitoral do novo movimento.</p>
<p>Os primeiros estudos de opinião poderão ser divulgados ainda esta semana ou no início da próxima, numa altura em que o sistema partidário grego atravessa um período de forte volatilidade.</p>
<p>Além do regresso de Tsipras, o cenário político grego poderá ainda sofrer outro abalo com a eventual criação de um novo partido por parte do antigo primeiro-ministro conservador Antonis Samaras, possibilidade que tem sido discutida nas últimas semanas nos bastidores políticos gregos.</p>
<p>A combinação destes factores está a alimentar a percepção de que a política grega poderá entrar numa nova fase de recomposição, tanto à esquerda como à direita.</p>
<p><strong>O regresso de uma figura central da política grega</strong><br />
Alexis Tsipras continua a ser uma das figuras políticas mais reconhecidas da Grécia contemporânea. Chegou ao poder em 2015 no auge da crise financeira e das negociações com os credores internacionais, liderando um governo que marcou profundamente a última década política do país.</p>
<p>Apesar de ter abandonado a liderança do SYRIZA após os maus resultados eleitorais, Tsipras manteve influência significativa junto de sectores da esquerda grega e continuou a ser visto como uma figura capaz de reorganizar o campo progressista.</p>
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		<title>PSP apanhou 28 condutores por dia com álcool entre janeiro e abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 06:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A PSP deteve mais de dois mil condutores e multou 1.384 com excesso de álcool nos primeiros quatro meses do ano, o equivalente a 28 automobilistas por dia apanhados com álcool ao volante, indicou hoje aquela polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A PSP deteve mais de dois mil condutores e multou 1.384 com excesso de álcool nos primeiros quatro meses do ano, o equivalente a 28 automobilistas por dia apanhados com álcool ao volante, indicou hoje aquela polícia.</P><br />
<P>Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública diz que, entre janeiro e abril, detetou 3.413 condutores com excessos de álcool durante a condução, dos quais 2.029 foram detidos por terem uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 gramas por litro, o que é considerado crime rodoviário, e 1.384 foram multados.</P><br />
<P>A PSP destaca que os 3.413 excessos de álcool no exercício da condução nos primeiros quatro meses do ano equivalem a uma média de 28 infrações de álcool no exercício da condução por dia.</P><br />
<P>Entre janeiro e abril, a PSP realizou 7.027 operações de prevenção e fiscalização rodoviária, fiscalizou 239.872 condutores e efetuou 68.421 testes de despistagem de alcoolemia. </P><br />
<P>Além das infrações relacionadas com o álcool, a PSP detetou ainda um total de 75.947 contraordenações rodoviárias e 4.262 crimes rodoviários.</P><br />
<P>De acordo com a PSP, vários estudos científicos demonstram que conduzir sob a influência do álcool causa várias perturbações, designadamente ao nível cognitivo e do processamento de informação, bem como alterações na capacidade de reagir aos imprevistos e descoordenação motora.</P><br />
<P>A PSP aconselha os condutores a não ingerirem quaisquer bebidas alcoólicas se forem conduzir e à colaboração de todos na redução da sinistralidade rodoviária e do número de vítimas nas estradas. </P><br />
<P>Nos primeiros quatro meses do ano, a PSP registou na sua área de responsabilidade, os centros urbanos, 19.709 acidentes rodoviários, que provocaram 30 vítimas mortais, 242 feridos graves e 5.498 feridos ligeiros.</P></p>
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