<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 May 2026 17:27:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Autocarro galga passeio e embate em esplanada nos Restauradores em Lisboa: há três feridos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/autocarro-galga-passeio-e-embate-em-esplanada-nos-restauradores-em-lisboa-ha-tres-feridos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/autocarro-galga-passeio-e-embate-em-esplanada-nos-restauradores-em-lisboa-ha-tres-feridos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761897</guid>

					<description><![CDATA[As três vítimas sofreram ferimentos considerados ligeiros e foram transportadas para o Hospital de São José, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="95" data-end="323">Um autocarro de turismo abalroou esta terça-feira uma esplanada na Praça dos Restauradores, em Lisboa, depois de alegadamente ter ficado sem travões. O acidente provocou três feridos ligeiros e causou danos no mobiliário urbano.</p>
<p data-start="325" data-end="538">O incidente ocorreu cerca das 17h15 e envolveu um veículo da rede Greenline. Segundo as informações disponíveis, o autocarro galgou o passeio e acabou por embater numa esplanada onde se encontravam várias pessoas.</p>
<p data-start="573" data-end="758">Entre os feridos estão o motorista do autocarro, o condutor de outro veículo envolvido no acidente e um cidadão que se encontrava na esplanada e tentou fugir da trajetória do autocarro.</p>
<p data-start="760" data-end="879">As três vítimas sofreram ferimentos considerados ligeiros e foram transportadas para o Hospital de São José, em Lisboa.</p>
<p data-start="933" data-end="1109">Além dos feridos, o acidente provocou ainda estragos em vários elementos do mobiliário urbano na Praça dos Restauradores, uma das zonas mais movimentadas da capital portuguesa.</p>
<p data-start="1111" data-end="1168" data-is-last-node="" data-is-only-node="">No local estão elementos dos sapadores, do INEM e da PSP. As circunstâncias do acidente estão a ser apuradas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/autocarro-galga-passeio-e-embate-em-esplanada-nos-restauradores-em-lisboa-ha-tres-feridos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761897]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Espanha defende criação de um exército europeu: “Não podemos acordar todos os dias sem saber o que fará os EUA”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/espanha-defende-criacao-de-um-exercito-europeu-nao-podemos-acordar-todos-os-dias-sem-saber-o-que-fara-os-eua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/espanha-defende-criacao-de-um-exercito-europeu-nao-podemos-acordar-todos-os-dias-sem-saber-o-que-fara-os-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761885</guid>

					<description><![CDATA[“Não podemos acordar todos os dias a perguntar-nos o que os Estados Unidos vão fazer a seguir”, afirmou o ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="115" data-end="483">A guerra na Ucrânia e a crescente tensão nas relações transatlânticas estão a reforçar o debate sobre a criação de um exército europeu. Espanha tornou-se agora um dos países a defender mais abertamente essa possibilidade, com o ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, José Manuel Albares, a pedir uma maior independência militar da Europa face aos Estados Unidos.</p>
<p data-start="485" data-end="748">Albares considera que os países europeus já não podem continuar dependentes das decisões políticas de Washington, especialmente num contexto marcado pela política externa imprevisível de Donald Trump e pelas dúvidas em torno do futuro da NATO.</p>
<p data-start="750" data-end="943">“Não podemos acordar todos os dias a perguntar-nos o que os Estados Unidos vão fazer a seguir”, afirmou o ministro espanhol em declarações ao Politico. “Os nossos cidadãos merecem algo melhor.”</p>
<p data-start="1006" data-end="1177">A invasão russa da Ucrânia voltou a colocar em cima da mesa uma antiga ambição europeia: a criação de uma força militar verdadeiramente europeia.</p>
<p data-start="1179" data-end="1403">O tema ganhou ainda mais força devido às posições internacionais de Donald Trump, que têm provocado preocupação entre vários governos europeus relativamente ao futuro da NATO e à fiabilidade do apoio militar norte-americano.</p>
<p data-start="1405" data-end="1530">Atualmente, 24 dos 27 Estados-membros da União Europeia fazem parte da NATO, representando cerca de 75% da aliança atlântica.</p>
<p data-start="1577" data-end="1714">José Manuel Albares defende que a Europa deve libertar-se da dependência externa para evitar pressões políticas, económicas ou militares.</p>
<p data-start="1716" data-end="1896">O ministro espanhol afirmou que “libertar-se da dependência significa libertar-se da coerção”, referindo-se tanto a tarifas comerciais como a ameaças militares.</p>
<p data-start="1898" data-end="2088">Albares considera que este é “o momento da soberania e da independência da Europa”, acrescentando que a própria administração Trump está a empurrar os europeus para essa mudança estratégica.</p>
<p data-start="2090" data-end="2236">Apesar disso, o chefe da diplomacia espanhola sublinhou que continua a considerar os Estados Unidos como “o aliado natural e histórico” da Europa.</p>
<p data-section-id="oit926" data-start="2238" data-end="2291"><strong>Espanha quer modelo semelhante ao artigo 5 da NATO</strong></p>
<p data-start="2293" data-end="2521">Uma das principais propostas defendidas por Albares passa pela criação de um mecanismo europeu de defesa mútua semelhante ao famoso artigo 5 da NATO, que prevê uma resposta coletiva em caso de ataque a um dos membros da aliança.</p>
<p data-start="2523" data-end="2761">Embora a União Europeia já disponha de um mecanismo semelhante no artigo 42.7 do Tratado da União Europeia, assinado em Lisboa em 2009, Espanha acredita que a dependência militar dos EUA limita a capacidade de resposta autónoma da Europa.</p>
<p data-start="2763" data-end="2871">Albares destacou que a força da NATO reside precisamente no efeito dissuasor da aliança.</p>
<p data-start="2873" data-end="3102">“A magia da NATO está no facto de ninguém se atrever sequer a testar se o artigo 5 funciona ou não”, afirmou. “É isso que temos de recriar: a dissuasão. Que, se alguém quiser atacar-nos, pense duas vezes porque estaremos unidos.”</p>
<p data-start="3153" data-end="3321">O debate sobre um exército europeu tem vindo a ganhar força nos últimos anos, sobretudo após o início da guerra na Ucrânia e o aumento das tensões geopolíticas globais.</p>
<p data-start="3323" data-end="3526" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As declarações de Albares refletem uma preocupação crescente entre vários líderes europeus sobre a necessidade de reforçar a autonomia estratégica da União Europeia, tanto ao nível militar como político.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/espanha-defende-criacao-de-um-exercito-europeu-nao-podemos-acordar-todos-os-dias-sem-saber-o-que-fara-os-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761885]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Guerras provocam mais deslocados do que catástrofes pela primeira vez desde 1998</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/guerras-provocam-mais-deslocados-do-que-catastrofes-pela-primeira-vez-desde-1998/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/guerras-provocam-mais-deslocados-do-que-catastrofes-pela-primeira-vez-desde-1998/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761887</guid>

					<description><![CDATA[O número de pessoas deslocadas dentro do próprio país devido a conflitos armados e catástrofes atingiu, no final de 2025, os 82,2 milhões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de pessoas deslocadas dentro do próprio país devido a conflitos armados e catástrofes atingiu, no final de 2025, os 82,2 milhões, um valor que, apesar de ligeiramente inferior ao recorde histórico de 2024, continua a refletir um agravamento estrutural da instabilidade global. Pela primeira vez desde que existem registos comparáveis, em 1998, as guerras e a violência provocaram mais deslocações internas do que os desastres naturais.</p>
<p>Os dados constam do mais recente relatório anual do Centro de Monitorização do Deslocamento Interno (IDMC), organismo de referência internacional na medição e análise deste fenómeno.</p>
<p><strong>Uma descida enganadora</strong><br />
No final de 2024, o mundo registava 83,4 milhões de deslocados internos. Em 2025, o total desceu para 82,2 milhões, uma redução inferior a 2%. Para os autores do relatório, este recuo não deve ser interpretado como sinal de melhoria.</p>
<p>Xiao-Fen Hernán, coordenadora e principal autora do estudo, alerta que se trata de “uma queda de menos de 2% que representa apenas pequenos regressos registados em algumas crises”. A responsável sublinha ao El País que tal descida “não implica uma melhoria real”, apontando que a situação em países como Sudão, República Democrática do Congo e Síria continua a ser “complexa e dinâmica”. A especialista insiste ainda na volatilidade do fenómeno, um fator crucial para a agenda política e humanitária.</p>
<p>Na última década, o número de deslocados internos duplicou, mantendo-se muito próximo dos máximos históricos.</p>
<p><strong>Conflitos provocam mais deslocações do que catástrofes</strong><br />
Durante anos, as catástrofes naturais, como inundações, tempestades e ciclones, foram responsáveis por um número superior de deslocações internas quando comparadas com os conflitos armados. Contudo, a tendência inverteu-se em 2025.</p>
<p>As guerras e a violência causaram 32,3 milhões de movimentos forçados dentro dos próprios países, um aumento de 60% face ao ano anterior e um recorde histórico. Em contraste, os desastres naturais estiveram na origem de 29,9 milhões de deslocações.</p>
<p>No final de dezembro de 2025, 68,6 milhões de pessoas viviam afastadas das suas casas devido a conflitos armados, enquanto 13,6 milhões permaneciam deslocadas por eventos relacionados com o clima.</p>
<p>O relatório sublinha, no entanto, que as crises bélica e climática estão cada vez mais interligadas. Em diversos contextos, países afetados por guerras enfrentam simultaneamente inundações, secas ou fenómenos extremos que agravam a vulnerabilidade das populações.</p>
<p><strong>Guerras mais internacionalizadas e urbanas</strong><br />
O agravamento das deslocações relacionadas com conflitos deve-se, em parte, à crescente internacionalização das guerras e ao seu impacto nas grandes cidades.</p>
<p>Irão e República Democrática do Congo concentraram quase dois terços de todas as deslocações internas registadas em 2025: cerca de 10 milhões no caso iraniano e 9,7 milhões na República Democrática do Congo.</p>
<p>Segundo Xiao-Fen Hernán, quando os confrontos chegam às áreas urbanas, o impacto multiplica-se. “Quando o conflito chega às cidades, os números são maiores porque há maior concentração de pessoas e serviços. A destruição de infraestruturas tem impacto em todo o país e demora muito tempo a ser reconstruída”, explica a investigadora, referindo exemplos como El Fasher, no Sudão, Teerão, no Irão, ou Goma, na República Democrática do Congo.</p>
<p>No caso do Irão, o IDMC contabilizou cerca de 10 milhões de movimentos forçados a partir de Teerão e outras cidades nos primeiros 12 dias da escalada militar de junho de 2025. Embora muitas pessoas tenham regressado pouco depois, o observatório decidiu incluir estes números nas estatísticas. “O facto de uma deslocação ser temporária não significa que não tenha impacto. Afeta as famílias, as comunidades, a economia… Por isso contamos esses casos para mostrar o impacto do conflito, mesmo que as pessoas possam regressar”, sustenta Hernán.</p>
<p>Na República Democrática do Congo, a ofensiva de grupos armados no leste do país, incluindo o M23 com apoio do Ruanda, e a tomada de Goma provocaram um em cada três êxodos internos registados globalmente em 2025. Ainda que se tenham verificado regressos, a especialista alerta que “um regresso não significa necessariamente que exista uma solução”. Muitas pessoas regressam “porque não têm alternativa”, mesmo na ausência de habitação, trabalho, serviços básicos ou segurança.</p>
<p><strong>Desastres naturais continuam a deslocar milhões</strong><br />
Apesar de terem sido superados pelos conflitos, os desastres naturais mantiveram um peso significativo em 2025, com 29,9 milhões de deslocações. No entanto, o número de pessoas que permanecia deslocada no final do ano — 13,6 milhões — foi 35% inferior ao registado em 2024, um ano excecionalmente devastador em termos climáticos, embora ainda 13% acima da média da última década.</p>
<p>A região da Ásia Oriental e Pacífico concentrou 59% das deslocações globais associadas a desastres, num total de 17,5 milhões, mais de metade das quais nas Filipinas. O relatório atribui estes números à elevada exposição da região a riscos naturais, em parte devido à densidade populacional em zonas vulneráveis.</p>
<p>A Ásia Central e a Europa registaram níveis relativamente mais baixos, beneficiando de menor exposição a desastres de alta intensidade e de práticas eficazes de gestão de risco. Ainda assim, Espanha surge como o terceiro país europeu com mais deslocados por causas climáticas, com cerca de 30 mil pessoas afetadas, sobretudo devido a incêndios florestais. Trata-se da segunda cifra mais elevada da sua história e representa um aumento de quase seis vezes face a 2024. A maioria das deslocações ocorreu em agosto, destacando-se um único incêndio em Castela e Leão que provocou mais de 19 mil evacuações.</p>
<p><strong>Um fenómeno invisível e subfinanciado</strong><br />
O relatório alerta para a invisibilidade persistente do deslocamento interno. “O deslocamento interno é um ângulo morto das crises humanitárias, apesar de afetar muito mais pessoas do que os refugiados”, afirma Hernán.</p>
<p>Enquanto os refugiados (atualmente cerca de 43 milhões a nível mundial) estão protegidos pelo direito internacional e sob mandato específico do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, os deslocados internos permanecem sob responsabilidade dos seus próprios governos, mesmo quando estes são incapazes de os proteger ou estão envolvidos no conflito.</p>
<p>Outro fator preocupante é a crescente escassez de dados. Em vários contextos de guerra deixaram de existir registos mensais ou cobertura nacional completa, o que significa que muitos movimentos não chegam a ser contabilizados. Em 15% dos países monitorizados, o IDMC enfrentou dificuldades na obtenção de informação.</p>
<p>A redução drástica da ajuda ao desenvolvimento e da assistência humanitária em 2025, sobretudo por parte dos Estados Unidos — até então o maior doador mundial — agravou o problema. Hernán adverte que “quando algo deixa de ser medido, deixa também de ser gerido” e manifesta preocupação de que a aparente descida no número global contribua para uma diminuição adicional da atenção política e do financiamento humanitário.</p>
<p>Para a investigadora, a invisibilidade pode criar a falsa perceção de melhoria. “Não é uma melhoria, mas sim um sinal de que, se não for priorizado, teremos menos informação para tomar boas decisões”, conclui.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/guerras-provocam-mais-deslocados-do-que-catastrofes-pela-primeira-vez-desde-1998/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761887]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Patriarca de Lisboa defende &#8220;consenso mínimo&#8221; para a reforma laboral</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/patriarca-de-lisboa-defende-consenso-minimo-para-a-reforma-laboral/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/patriarca-de-lisboa-defende-consenso-minimo-para-a-reforma-laboral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761884</guid>

					<description><![CDATA[O patriarca de Lisboa, Rui Valério, defendeu hoje um "consenso mínimo" para se alcançarem melhores condições para os trabalhadores, humildade nas negociações sobre a reforma laboral e "cedências para se alcançar um bem maior".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O patriarca de Lisboa, Rui Valério, defendeu hoje um &#8220;consenso mínimo&#8221; para se alcançarem melhores condições para os trabalhadores, humildade nas negociações sobre a reforma laboral e &#8220;cedências para se alcançar um bem maior&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O ideal seria que houvesse, pelo menos, um consenso mínimo, mas sempre em nome do mesmo. E qual é que é esse mesmo que todos nós auguramos, que todos nós almejamos? É, exatamente, melhores condições para os trabalhadores&#8221;, afirmou Rui Valério, na habitual conferência de imprensa que antecede a peregrinação de 12 e 13 de maio ao Santuário de Fátima, a que vai presidir.</P><br />
<P>Aos jornalistas, declarou ser oriundo de uma família de trabalhadores, adiantando que &#8220;uma das grandes sensibilidades&#8221; que sempre teve é relativamente à condição salarial dos trabalhadores portugueses.</P><br />
<P>&#8220;É que ainda hoje eu não compreendo, sinceramente, por que razão um trabalhador, independentemente se é pedreiro, se é mecânico, se é eletricista português, não está no mesmo nível em termos salariais que um pedreiro, um mecânico espanhol, francês, alemão, italiano, por aí afora, quando &#8211; eu confirmei agora isso na Córsega, confirmei-o há duas semanas na Itália, confirmei-o há três semanas em França &#8211; o nível de vida é semelhante&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O patriarca de Lisboa confessou mesmo que este é, para si, &#8220;um dos grandes mistérios&#8221;, admitindo ter &#8220;ainda grande expectativa de que a lei laboral possa, de alguma maneira, vir responder a essa situação&#8221;.</P><br />
<P>Salientando que reza &#8220;para que sejam encontradas soluções para que, de facto, Portugal deixe de estar onde está agora&#8221;, que é de &#8220;um país um pouco estagnado&#8221;, Rui Valério avisou que &#8220;a emergência internacional não se compadece com estagnações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma crise no horizonte que vai muito para além das nossas fronteiras e, por isso, (&#8230;) eu daqui enviaria um convite que era para nos unirmos, que era para fazermos um passo em nome de um acordo, um acordo global, para que os problemas fossem resolvidos&#8221;, continuou.</P><br />
<P>O patriarca considerou ainda que &#8220;todas as entidades, todas as perspetivas terão de pronunciar-se sobre aquilo que são os objetivos e, nomeadamente, para a classe trabalhadora, mas não só para a classe trabalhadora, para a própria economia nacional&#8221;, pois &#8220;ela própria depende muito daquilo que vier a ser decidido, daquele caminho que vier a ser trilhado&#8221;.</P><br />
<P>Para Rui Valério, &#8220;o acordo deveria envolver todas as partes&#8221;, e todos os parceiros devem ter a humildade de, &#8220;através da negociação, haver cedências para se alcançar um bem maior, porque é disto que se trata neste momento&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu volto então a repetir e a enfatizar muito este convite que eu daqui quero lançar para que, num espírito de humildade, mas sobretudo com um interesse não só em relação à classe dos trabalhadores, mas sobretudo à economia e ao bem do nosso país, que haja verdadeiramente aquilo que qualquer negociação exige de todas as partes, que é a humildade de alguém ter de ceder onde é possível ceder ou necessário ceder, mas sempre em nome de um bem maior&#8221;, insistiu Rui Valério.</P><br />
<P>Questionado se é legitimo que uma lei laboral seja aprovada sem o acordo mínimo dos representantes dos trabalhadores, Rui Valério respondeu: &#8220;Nesse caso, e sendo aprovada essa lei, a pergunta que devemos fazer é em que condições é que depois vai ser posta em prática&#8221;.</P><br />
<P>As negociações sobre a reforma laboral terminaram na quinta-feira sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais, assumiu a ministra do Trabalho, dizendo que um dos parceiros foi intransigente, mas o executivo quer levar uma iniciativa ao parlamento.</P><br />
<P></P><br />
<P>   SR (JMF/PCT) // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/patriarca-de-lisboa-defende-consenso-minimo-para-a-reforma-laboral/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761884]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um em cada quatro americanos acredita que atentado contra Trump foi encenado, revela sondagem</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-em-cada-quatro-americanos-acredita-que-atentado-contra-trump-foi-encenado-revela-sondagem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/um-em-cada-quatro-americanos-acredita-que-atentado-contra-trump-foi-encenado-revela-sondagem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761879</guid>

					<description><![CDATA[Os dados resultam de um inquérito realizado pela YouGov para a NewsGuard e mostram como as teorias da conspiração e a polarização política continuam a crescer nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="97" data-end="426">Os Estados Unidos enfrentam uma crescente crise de desconfiança pública e até os ataques contra figuras políticas estão agora a ser colocados em causa. Uma nova sondagem revela que um em cada quatro norte-americanos acredita que a tentativa de assassinato contra Donald Trump durante um jantar oficial em Washington foi encenada.</p>
<p data-start="428" data-end="622">Apenas 45% dos inquiridos consideram que o atentado foi real, enquanto 24% acreditam tratar-se de uma montagem. Outros 32% admitem não saber exatamente o que aconteceu.</p>
<p data-start="624" data-end="802">Os dados resultam de um inquérito realizado pela YouGov para a NewsGuard e mostram como as teorias da conspiração e a polarização política continuam a crescer nos Estados Unidos.</p>
<p data-start="839" data-end="1131">O alegado atentado ocorreu a 25 de abril, durante o jantar anual dos Correspondentes da Casa Branca. As autoridades norte-americanas afirmam que Cole Allen, um homem de 31 anos residente na Califórnia, tentou entrar armado no hotel onde Donald Trump participava no evento.</p>
<p data-start="1133" data-end="1349">O suspeito transportava uma caçadeira, uma pistola e várias facas. Acabou por ser intercetado pelos agentes de segurança após uma troca de tiros que levou à evacuação do presidente norte-americano. Não houve vítimas.</p>
<p data-start="1351" data-end="1630">Esta segunda-feira, Allen compareceu perante um tribunal federal do Distrito de Columbia e declarou-se inocente dos quatro crimes de que é acusado, incluindo tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos. Caso seja condenado, poderá enfrentar pena de prisão perpétua.</p>
<p data-start="1685" data-end="1779">A sondagem revela também fortes divisões políticas na forma como os americanos encaram o caso.</p>
<p data-start="1781" data-end="1969">Entre os eleitores democratas, 34% acreditam que o atentado foi encenado. Já entre os independentes, a percentagem desce para 23%. Entre os republicanos, apenas 13% acreditam nessa teoria.</p>
<p data-start="1971" data-end="2178">Os resultados refletem o clima de desconfiança crescente nos Estados Unidos, onde cada vez mais acontecimentos políticos acabam envolvidos em suspeitas e narrativas alternativas difundidas nas redes sociais.</p>
<p data-section-id="a4y0dy" data-start="2180" data-end="2235"><strong>Apenas 38% acreditam nos três atentados contra Trump</strong></p>
<p data-start="2237" data-end="2391">O estudo vai ainda mais longe e mostra que apenas 38% dos americanos acreditam que os três atentados sofridos por Trump nos últimos dois anos foram reais.</p>
<p data-start="2393" data-end="2681">Além do incidente mais recente em Washington, Donald Trump já tinha sido alvo de um ataque durante um comício na Pensilvânia em julho de 2024, quando uma bala lhe atingiu de raspão uma orelha. Meses depois, em setembro, ocorreu um terceiro incidente perto de um campo de golfe na Florida.</p>
<p data-start="2683" data-end="2878">A repetição destes episódios ajudou a alimentar novas teorias da conspiração online, onde milhares de utilizadores questionam tanto os ataques como a resposta das autoridades.</p>
<p data-start="2928" data-end="3114">A reação da administração norte-americana foi imediata. O porta-voz Davis Ingle classificou como “completamente idiota” a ideia de que Trump pudesse ter organizado os próprios atentados.</p>
<p data-start="3116" data-end="3293">A Casa Branca tenta agora travar a propagação de desinformação, numa altura em que especialistas alertam para uma erosão profunda da confiança nas instituições norte-americanas.</p>
<p data-start="3338" data-end="3577">A sondagem traça um retrato preocupante da sociedade norte-americana. A desconfiança já não afeta apenas eleições ou partidos políticos, mas também tribunais, meios de comunicação social, autoridades públicas e até investigações criminais.</p>
<p data-start="3579" data-end="3753" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O dado mais revelador pode nem ser o facto de 24% acreditarem numa encenação, mas sim que quase um terço dos americanos admita não saber em que acreditar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/um-em-cada-quatro-americanos-acredita-que-atentado-contra-trump-foi-encenado-revela-sondagem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761879]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PRR: Pagamentos atingem 12.347 milhões de euros até maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/prr-pagamentos-atingem-12-347-me-ate-maio/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/prr-pagamentos-atingem-12-347-me-ate-maio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761881</guid>

					<description><![CDATA[Os pagamentos aos beneficiários do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) ascenderam a 12.347 milhões de euros até à passada quarta-feira, mais 73 milhões de euros face à semana anterior, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os pagamentos aos beneficiários do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) ascenderam a 12.347 milhões de euros até à passada quarta-feira, mais 73 milhões de euros face à semana anterior, foi anunciado. </P><br />
<P>O total de pagamentos corresponde a 56% do valor contratado e também do aprovado. </P><br />
<P>A taxa de execução do plano mantém-se nos 61%. </P><br />
<P>Com os maiores valores recebidos continuam a estar as empresas (4.294 milhões de euros), as entidades públicas (2.597 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (1.939 milhões de euros).</P><br />
<P>Seguem-se as empresas públicas (1.321 milhões de euros), as escolas (628 milhões de euros), as instituições do ensino superior (493 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (417 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (343 milhões de euros) e as famílias (316 milhões de euros).  </P><br />
<P>Por sua vez, as aprovações de projetos estão em 24.785 milhões de euros, acima dos 23.029 milhões de euros anteriormente reportados.</P><br />
<P>A liderar as aprovações de projetos estão também as empresas (8.219 milhões de euros), seguidas pelas entidades públicas (4.964 milhões de euros) e pelas autarquias e áreas metropolitanas (4.743 milhões de euros). </P><br />
<P>Destacam-se ainda as empresas públicas (2.789 milhões de euros) e as instituições do ensino superior (1.006 milhões de euros).  </P><br />
<P>Com menos de 1.000 milhões de euros aprovados aparecem as escolas (992 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (844 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (751 milhões de euros) e as famílias (477 milhões de euros). </P><br />
<P>Até 06 de maio, o PRR recebeu 513.817 candidaturas, sendo que 479.137 foram analisadas.  </P><br />
<P>Já as candidaturas aprovadas ascenderam a 381.095, mais 2.541. </P><br />
<P>O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico. </P><br />
<P>Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/prr-pagamentos-atingem-12-347-me-ate-maio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761881]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Carneiro elogia Alegre como &#8220;exemplo vivo de que a política se faz com convicção, ética e poesia&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-elogia-alegre-como-exemplo-vivo-de-que-a-politica-se-faz-com-conviccao-etica-e-poesia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-elogia-alegre-como-exemplo-vivo-de-que-a-politica-se-faz-com-conviccao-etica-e-poesia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761880</guid>

					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS considerou Manuel Alegre "um exemplo vivo de que a política se faz com convicção, ética e poesia", saudando a voz "sempre livre e sempre firme" do histórico socialista que faz hoje 90 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS considerou Manuel Alegre &#8220;um exemplo vivo de que a política se faz com convicção, ética e poesia&#8221;, saudando a voz &#8220;sempre livre e sempre firme&#8221; do histórico socialista que faz hoje 90 anos.</P><br />
<P>&#8220;Raras vezes a clareza do pensamento político se uniu tão bem à beleza da palavra como na vida e obra de Manuel Alegre, que hoje completa 90 anos&#8221;, disse José Luís Carneiro numa publicação nas suas redes sociais.</P><br />
<P>Para o líder do PS, &#8220;mais do que uma referência política ou um vulto maior da literatura&#8221;, Manuel Alegre &#8220;é um exemplo vivo de que a política se faz com convicção, ética e poesia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um privilégio poder contar com a sua sabedoria e com a sua inabalável fidelidade aos valores que nos unem. Parabéns, Manuel Alegre. Que continuemos a ouvir a tua voz, sempre livre e sempre firme!&#8221;, pode ler-se ainda.</P><br />
<P>Esta noite, em Lisboa, a vida do presidente honorário do PS será homenageada num jantar de amigos e familiares que junta mais de uma centena de pessoas num &#8220;hino à amizade, admiração e cidadania&#8221; de uma &#8220;voz da resistência&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, a ex-ministra e antiga candidata presidencial Maria de Belém Roseira explicou que este jantar foi &#8220;uma iniciativa espontânea&#8221; de um conjunto de pessoas que quiserem celebrar Manuel Alegre &#8220;em nome da amizade e da cidadania&#8221;.</P><br />
<P>Sem querer antecipar nomes de participantes, mas referindo que rapidamente ficou com lotação esgotada este jantar que juntará hoje mais de 100 pessoas num hotel em Lisboa, Maria de Belém adiantou que muitos destes são de diferentes quadrantes políticos, e não apenas do PS, de distintas áreas da sociedade e de vários pontos do país.</P><br />
<P>Manuel Alegre nasceu a 12 de Maio de 1936 em Águeda, foi estudante universitário em Coimbra, admitiu vir a ser advogado, mas a luta académica afastou-o desse seu objetivo de juventude.</P><br />
<P>Foi o fado, a boémia, o teatro através da fundação do CITAC &#8211; Centro de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra &#8211; e do TEUC &#8211; Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra -, as serenatas e a contestação que acabaram por ter, nessa altura, a primazia na vida de Manuel Alegre.</P><br />
<P>No seu longo percurso político, o escritor e poeta, que se destacou na luta contra o regime do Estado Novo, entrou para o PS em 1974, foi secretário de Estado de Mário Soares, deputado em várias legislaturas e candidato presidencial nas eleições de 2006 e 2011, em que perdeu diante de Aníbal Cavaco Silva.</P><br />
<P>Fez serviço militar, foi mobilizado para a guerra colonial em Angola, esteve na prisão, teve residência fixa, esteve na clandestinidade e no exílio em Paris e na Argélia durante o Estado Novo.</P><br />
<P>Manuel Alegre, que regressou a Portugal em 02 de maio de 1974, após a revolução de Abril, começou por fundar os &#8220;Centros Populares 25 de Abril&#8221; e acabou por aderir ainda nesse ano ao PS.</P><br />
<P>Em 25 de novembro de 1975 fez a ponte entre o PS e o &#8220;Grupo dos Nove&#8221; e, em 1976, estabeleceu o primeiro contacto com o general Ramalho Eanes para que este fosse candidato presidencial.</P><br />
<P>Deputado constituinte em 1975, pelo grupo parlamentar socialista, desempenhou as funções de Secretário de Estado da Comunicação Social no I Governo Constitucional de que foi porta-voz, tendo sido eleito em outubro de 1995 vice-presidente da Assembleia da República.</P><br />
<P>Foi deputado ao longo de 34 anos, em 2004 candidatou-se a secretário-geral do PS, mas perdeu diante de José Sócrates. Entre 2005 e 2016, foi membro do Conselho de Estado, eleito pela Assembleia da República, em representação do PS, lugar que retomou em 2022.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-elogia-alegre-como-exemplo-vivo-de-que-a-politica-se-faz-com-conviccao-etica-e-poesia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761880]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores da Lusa em greve a 20 de maio contra proposta de revisão dos estatutos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhadores-da-lusa-em-greve-a-20-de-maio-contra-proposta-de-revisao-dos-estatutos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhadores-da-lusa-em-greve-a-20-de-maio-contra-proposta-de-revisao-dos-estatutos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761877</guid>

					<description><![CDATA[Os trabalhadores da Lusa aprovaram hoje, em plenário, a convocação de uma greve para 20 de maio, com concentração frente à Assembleia da República, em desacordo com a revisão dos estatutos da agência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores da Lusa aprovaram hoje, em plenário, a convocação de uma greve para 20 de maio, com concentração frente à Assembleia da República, em desacordo com a revisão dos estatutos da agência.</P><br />
<P>Segundo uma resolução, aprovada por maioria, os trabalhadores deram &#8216;luz verde&#8217; à &#8220;convocação de uma greve de 24 horas para o dia 20 de maio de 2026, com concentração em frente à Assembleia da República&#8221;. </P><br />
<P>Neste dia, vários projetos de lei e resoluções de alteração aos estatutos da Lusa vão ser discutidos no parlamento, em Lisboa. </P><br />
<P>De acordo com o pré-aviso de greve, assinado pelos sindicatos dos Jornalistas (SJ), dos Trabalhadores do Setor dos Serviços (SITESE) e dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA), a paralisação vai decorrer entre as 00:00 e as 24:00 do dia 20 de maio. </P><br />
<P>Este período poderá ser prolongado ou antecipado, nomeadamente nos horários de turnos.</P><br />
<P>Os trabalhadores decidiram recorrer à greve face aos riscos de &#8220;influência política e de governamentalização&#8221; que foram introduzidos pelos novos estatutos da agência de notícias, defendendo assim a urgência da revisão dos mesmos. </P><br />
<P>Por outro lado, referem que o plano de rescisões continua por explicar, assim como a estratégia de reforço dos quadros. </P><br />
<P>A isto soma-se uma possível mudança da sede da Lusa, em Lisboa, para o campus da RTP, o que para os trabalhadores pode &#8220;diminuir a independência funcional da agência e levar, a prazo, ao seu desmantelamento&#8221;.  </P><br />
<P>Os trabalhadores da Lusa exigem também a imediata negociação do caderno reivindicativo, numa altura em que já foi ultrapassado o prazo legal para o Conselho de Administração apresentar uma contraproposta. </P><br />
<P>Em 12 de março, os trabalhadores da Lusa estiveram em greve parcial contra o processo de reestruturação da empresa e o novo modelo de governação, tendo também realizado uma manifestação em frente à sede do Governo, o Campus XXI, em Lisboa.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhadores-da-lusa-em-greve-a-20-de-maio-contra-proposta-de-revisao-dos-estatutos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761877]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Temperaturas acima de 46ºC: Índia concentrou as 50 cidades mais quentes do mundo num único dia de abril</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/temperaturas-acima-de-46oc-india-concentrou-as-50-cidades-mais-quentes-do-mundo-num-unico-dia-de-abril/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/temperaturas-acima-de-46oc-india-concentrou-as-50-cidades-mais-quentes-do-mundo-num-unico-dia-de-abril/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
		<category><![CDATA[temperaturas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761870</guid>

					<description><![CDATA[Num fenómeno classificado como sem precedentes modernos, todas as 50 cidades mais quentes do planeta estiveram concentradas na Índia num único dia de abril, num episódio que reforça os alertas sobre o agravamento do calor extremo no país e os impactos da crise climática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num fenómeno classificado como sem precedentes modernos, todas as 50 cidades mais quentes do planeta estiveram concentradas na Índia num único dia de abril, num episódio que reforça os alertas sobre o agravamento do calor extremo no país e os impactos da crise climática.</p>
<p>Os dados foram compilados pela plataforma de monitorização da qualidade do ar AQI, que sublinhou não existirem registos comparáveis nos tempos modernos. “Não há precedentes modernos” para um cenário desta natureza, referiu a entidade, acrescentando que “este não é um mês de abril normal. E exige uma reflexão séria, sustentada em dados”.</p>
<p>A 27 de abril, as temperaturas máximas médias nas 50 cidades indianas que lideraram a tabela global atingiram os 44,7 graus Celsius. As classificações da AQI têm por base os valores registados ao longo de 24 horas, incluindo o pico diurno e a temperatura mínima noturna, bem como outros indicadores meteorológicos, como precipitação, vento e humidade.</p>
<p>No topo da lista encontrava-se Banda, no estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia, uma região de clima subtropical severo, frequentemente associada a verões particularmente exigentes. Nesse dia, os termómetros na cidade alcançaram os 46,2 graus Celsius, o valor mais elevado registado em qualquer ponto do planeta. Durante a madrugada, a temperatura mínima não desceu abaixo dos 34,7 graus.</p>
<p>A maioria das cidades incluídas na lista localizava-se no chamado “cinturão interior de calor” da Índia, zona reconhecida pela elevada exposição a temperaturas extremas.</p>
<p><strong>Uma das vagas de calor mais severas de abril</strong><br />
A onda de calor extremo registada na segunda metade de abril “está entre as mais severas de sempre para abril — se não mesmo a mais severa”, afirmou o climatologista e historiador meteorológico Maximiliano Herrera, especialista em temperaturas extremas, em declarações citadas pela CNN International. Segundo o especialista, foram batidos dezenas ou mesmo centenas de recordes de calor para o mês de abril.</p>
<p>Embora um único dia não seja suficiente para definir uma tendência climática, a Índia tem enfrentado, de forma recorrente, vagas de calor cada vez mais intensas e precoces. No ano passado, várias regiões registaram temperaturas superiores a 38 graus Celsius logo em abril, até três graus acima da média sazonal.</p>
<p>Os especialistas alertam que, até 2050, o calor no país poderá atingir níveis que “ultrapassem o limite de sobrevivência” para seres humanos saudáveis, sobretudo em cenários de elevada humidade.</p>
<p><strong>Impactos sociais, económicos e sanitários</strong><br />
O calor extremo é considerado o fenómeno meteorológico extremo mais mortal. Afeta particularmente grupos vulneráveis, como crianças, idosos e trabalhadores ao ar livre, que dispõem de pouca proteção face à exposição prolongada ao sol.</p>
<p>Além das consequências diretas na saúde pública, as temperaturas extremas ameaçam a agricultura e a produção alimentar, colocando pressão adicional sobre a economia indiana e o sistema de saúde. O aumento da procura de refrigeração intensifica ainda o consumo energético, agravando desafios estruturais.</p>
<p>Este ano, a vaga de calor coincidiu com um contexto particularmente sensível, marcado pelas repercussões da guerra com o Irão, que reduziu o fornecimento de petróleo à Índia. A escassez de combustível surge numa altura em que as necessidades energéticas para arrefecimento aumentam de forma acentuada.</p>
<p><strong>El Niño pode agravar cenário e afetar monções</strong><br />
As perspetivas para os próximos meses aumentam a preocupação. O Departamento Meteorológico da Índia alertou que várias regiões deverão registar temperaturas acima da média durante o verão.</p>
<p>A iminente chegada do fenómeno El Niño, padrão meteorológico com origem no Oceano Pacífico, poderá trazer impactos adicionais, nomeadamente na época das monções. O Departamento Meteorológico prevê precipitação abaixo da média em 2026, o que suscita receios quanto ao setor agrícola, às reservas de água e aos aquíferos que abastecem milhões de pessoas.</p>
<p>Historicamente, episódios de El Niño têm estado associados a menor precipitação e secas mais severas na Índia.</p>
<p>Maximiliano Herrera alerta ainda para o risco elevado de novos episódios de calor extremo atingirem vários estados do centro e leste do país ainda este mês. O índice de calor — que combina temperatura, humidade e outros fatores para medir a temperatura sentida — poderá atingir valores entre 50 e 60 graus Celsius. “São níveis perigosos”, advertiu o especialista.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/temperaturas-acima-de-46oc-india-concentrou-as-50-cidades-mais-quentes-do-mundo-num-unico-dia-de-abril/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761870]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: diferenças nas quarentenas entre países levantam dúvidas sobre risco de propagação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-diferencas-nas-quarentenas-entre-paises-levantam-duvidas-sobre-risco-de-propagacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-diferencas-nas-quarentenas-entre-paises-levantam-duvidas-sobre-risco-de-propagacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761872</guid>

					<description><![CDATA[A OMS recomenda que os contactos próximos dos casos suspeitos permaneçam isolados durante 42 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="98" data-end="433">As autoridades de vários países estão a aplicar medidas diferentes para tentar conter possíveis casos de hantavírus associados ao surto detetado no navio MV Hondius. Apesar das diferenças nos protocolos, o objetivo comum passa por limitar contactos próximos e monitorizar sintomas durante várias semanas.</p>
<p data-start="733" data-end="995">Em Espanha, as autoridades decidiram aplicar uma quarentena obrigatória aos passageiros do cruzeiro. O período de isolamento começou a 6 de maio, data em que os passageiros foram inicialmente isolados no navio e começaram a ser implementadas medidas de contenção.</p>
<p data-start="997" data-end="1245">De acordo com o HuffPost, o isolamento poderá prolongar-se até 42 dias, embora o secretário de Estado da Saúde espanhol, Javier Padilla, já tenha admitido flexibilizar as medidas nas próximas semanas, dependendo da evolução clínica dos passageiros.</p>
<p data-start="1247" data-end="1470">O objetivo das autoridades passa por travar qualquer possibilidade de propagação do vírus. No entanto, especialistas alertam que a eficácia do controlo depende também das medidas aplicadas pelos restantes países envolvidos.</p>
<p><strong>França e Grécia seguem modelo semelhante, EUA com medidas mais flexíveis</strong></p>
<p data-start="1511" data-end="1693">Enquanto Espanha, França e Grécia optaram por isolar os passageiros em unidades hospitalares sem contacto com outros doentes, outros países estão a seguir estratégias mais flexíveis.</p>
<p data-start="1695" data-end="2025">Nos Estados Unidos, por exemplo, os passageiros do MV Hondius não serão obrigados a cumprir isolamento obrigatório. Segundo o HuffPost, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, reconheceu que esta diferença de critérios “pode causar riscos”, mas afirmou que não serão impostas medidas uniformes aos países.</p>
<p data-start="2027" data-end="2201">A OMS recomenda que os contactos próximos dos casos suspeitos permaneçam isolados durante 42 dias, mantendo cuidados como lavagem frequente das mãos e vigilância de sintomas.</p>
<p data-section-id="1xt4po7" data-start="2203" data-end="2247"><strong>Especialistas afastam cenário de pandemia</strong></p>
<p data-start="2249" data-end="2387">Apesar das preocupações, a maioria dos especialistas considera improvável que o hantavírus provoque uma pandemia semelhante à da Covid-19.</p>
<p data-start="2389" data-end="2664">A transmissão do vírus continua a ser considerada limitada. A maioria dos casos ocorre através do contacto com secreções de roedores infetados. Apenas a variante Andes permite transmissão entre humanos e, mesmo nesse caso, é necessário contacto próximo com pessoas infetadas.</p>
<p data-start="2666" data-end="2745">É precisamente essa estirpe que está associada ao surto detetado no MV Hondius.</p>
<p data-start="2747" data-end="2893">Segundo o HuffPost, a Argentina regista entre 50 e 100 casos de hantavírus por ano e nunca enfrentou um surto descontrolado na população em geral.</p>
<p data-start="2895" data-end="3208" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A médica Lidia Redondo, especialista em medicina preventiva e saúde pública dos HM Hospitales, afirmou ao HuffPost que “o risco atual de transmissão provavelmente será menor graças às medidas de isolamento, quarentena e acompanhamento ativo”. A especialista garantiu ainda que “não existe risco para a população”.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-diferencas-nas-quarentenas-entre-paises-levantam-duvidas-sobre-risco-de-propagacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761872]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BdP quer rever preçários dos bancos para facilitar comparação de ofertas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-quer-rever-precarios-dos-bancos-para-facilitar-comparacao-de-ofertas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-quer-rever-precarios-dos-bancos-para-facilitar-comparacao-de-ofertas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761849</guid>

					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) iniciou no ano passado um processo de revisão da estrutura dos preçários e do comparador de comissões do Portal do Cliente Bancário, numa tentativa de harmonizar a informação para os consumidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) iniciou no ano passado um processo de revisão da estrutura dos preçários e do comparador de comissões do Portal do Cliente Bancário, numa tentativa de harmonizar a informação para os consumidores.</P><br />
<P>A informação consta do Relatório de Supervisão Comportamental de 2025, hoje divulgado pelo regulador, que considera que os modelos de informação padronizada em vigor &#8220;assentam em regras datadas&#8221; que &#8220;não acompanharam plenamente a evolução da comercialização de produtos e serviços bancários&#8221; ou as novas formas de apresentação digital da informação.</P><br />
<P>No documento, o BdP assume que os preçários são ferramentas fundamentais para a transparência dos custos dos produtos e serviços bancários, mas a análise feita identificou &#8220;limitações relevantes&#8221;, como a complexidade excessiva da informação e a sua apresentação, a dificuldade em comparar ofertas e os riscos operacionais associados ao reporte da informação ao regulador.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo é criar instrumentos de informação mais simples, claros e harmonizados, orientados para as necessidades dos clientes, reduzindo, simultaneamente, custos de cumprimento e riscos operacionais para as instituições&#8221;, regista o BdP no relatório.</P><br />
<P>Para este ano, o banco central estima continuar com a definição de novos modelos junto de associações representativas da indústria e dos consumidores.</P><br />
<P>No relatório, o BdP assumiu quatro eixos de atuação na supervisão: transparência, informação e simplificação regulatória; governo interno, relação contratual e direitos dos clientes; ecossistema de intermediação e novos intervenientes e capacitação, prevenção e resiliência dos clientes.</P><br />
<P>A revisão do modelo de preçário e do comparador de comissões do Portal do Cliente Bancário insere-se no primeiro eixo, que inclui ainda guias práticos de publicidade, clarificação de regras e minutas e a simplificação de reportes.</P><br />
<P>O objetivo é tornar a informação mais clara e comparável, alcançar maior consistência nas regras e menos riscos de incumprimento.</P><br />
<P>No eixo da capacitação, prevenção e resiliência dos clientes, o banco central identificou baixa literacia financeira em segmentos relevantes, desigualdades estruturais a nível de educação e rendimento, decisões financeiras pouco informadas e novos riscos na digitalização, em particular devido a fraude e complexidade.</P><br />
<P>Nesse sentido, o regulador desenvolveu 1.564  ações de literacia financeira que juntaram 58 mil participantes, acima das 1.206 ações com 43 mil participantes, em 2024.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-quer-rever-precarios-dos-bancos-para-facilitar-comparacao-de-ofertas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761849]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chega sugere que presidente do TC vai sair por pressão do PS e quer eleição rapidamente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chega-sugere-que-presidente-do-tc-vai-sair-por-pressao-do-ps-e-quer-eleicao-rapidamente/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/chega-sugere-que-presidente-do-tc-vai-sair-por-pressao-do-ps-e-quer-eleicao-rapidamente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761848</guid>

					<description><![CDATA[O líder do Chega sugeriu hoje que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do Chega sugeriu hoje que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.</P><br />
<P>&#8220;Como é que sabiam que o presidente do Tribunal Constitucional [TC] ia renunciar? E porquê é que o presidente do TC renuncia mesmo? Por pressão do PS?&#8221;, questionou.</P><br />
<P>Afirmando que &#8220;o PS estava descontente porque não tinha nenhum lugar na eleição de três juízes para o TC&#8221;, o líder do Chega considerou também que PS e PSD &#8220;congeminaram os dois uma forma de garantir que o PS ficava com uma satisfação do lugar&#8221;.</P><br />
<P>André Ventura falava aos jornalistas na sede do Chega, em Lisboa, depois de o presidente do TC, José João Abrantes, ter comunicado que decidiu renunciar às funções de juiz deste tribunal, com efeitos a partir da posse do seu substituto, por &#8220;razões pessoais e institucionais&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do Chega disse que o partido vai pedir ao presidente da Assembleia da República, na próxima conferência de líderes, que &#8220;inicie o processo eleitoral nos dias seguintes para a eleição dos juízes em falta para o TC&#8221;.</P><br />
<P>Ventura disse querer fazê-lo já na quarta-feira, mas a próxima reunião deste órgão está prevista para a próxima semana, no dia 20.</P><br />
<P>Assim, o partido vai propor que a conferência de líderes se reúna esta quarta-feira, apesar de o presidente da Assembleia da República iniciar nesse dia uma visita oficial de dois dias ao Luxemburgo.</P><br />
<P>O líder do Chega referiu ainda que o partido vai manter a nome que já tinha indicado, o do juiz Luís Brites Lameiras.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/chega-sugere-que-presidente-do-tc-vai-sair-por-pressao-do-ps-e-quer-eleicao-rapidamente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761848]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tribunais Fiscais e Ministério Público contra proposta de lei de retorno de estrangeiros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunais-fiscais-e-ministerio-publico-contra-proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tribunais-fiscais-e-ministerio-publico-contra-proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761846</guid>

					<description><![CDATA[Os Conselhos Superiores dos Tribunais Administrativos e Fiscais e do Ministério Público alertam que a nova lei de retorno de estrangeiros pode ser inconstitucional, apontando riscos de inconstitucionalidade e problemas que podem levar ao aumento de processos judiciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Conselhos Superiores dos Tribunais Administrativos e Fiscais e do Ministério Público alertam que a nova lei de retorno de estrangeiros pode ser inconstitucional, apontando riscos de inconstitucionalidade e problemas que podem levar ao aumento de processos judiciais. </P><br />
<P>De acordo com os pareceres, a que a Lusa teve hoje acesso, os dois órgãos consultados pelo parlamento criticam o diploma que começa a ser discutido em comissão parlamentar na quarta-feira e depois em plenário da Assembleia da República na sexta-feira, com alterações na lei de centros de detenção de estrangeiros, na lei de estrangeiros e na lei do asilo.</P><br />
<P>No seu parecer, o Conselho Superior do Ministério Público pede &#8220;revisitação das alterações propostas&#8221;, perante as &#8220;eventuais incompatibilidades de ordem constitucional ligadas aos direitos fundamentais dos cidadãos e da não conformação com os assinalados instrumentos internacionais&#8221;, como é o caso da Convenção de Genebra ou o novo Regulamento sobre procedimentos de Asilo do Parlamento Europeu e do Conselho.</P><br />
<P>A Constituição, referem os procuradores, &#8220;não faz depender do reconhecimento da cidadania portuguesa o gozo dos direitos fundamentais bem como a sujeição aos deveres fundamentai&#8221;, pelo que as defesas processuais dos requerentes de asilo e dos estrangeiros devem ser iguais aos cidadãos nacionais. </P><br />
<P>O CSMP também critica o excesso do tempo de detenção &#8212; o &#8220;alargamento substancial do prazo desta medida de privação de liberdade não parece mostra-se justificado quanto à sua adequação e necessidade&#8221; &#8212; e critica o facto de um requerente de asilo que entre de modo irregular implique a abertura de um processo. </P><br />
<P>&#8220;Em situação de fuga um refugiado pode entrar num país sem trazer consigo qualquer documentação ou sem cumprir outras regras de acesso&#8221; e a &#8220;entrada clandestina pode ser considerada válida em razão da necessidade de proteção internacional&#8221;, refere o CSMP, no parecer de 06 de maio. </P><br />
<P>Já o Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (CSTAF), num parecer datado de 04 de maio, assume um &#8220;parecer desfavorável à proposta de lei&#8221;, avisando para o risco do aumento de litigância judicial.</P><br />
<P>O afastamento do efeito suspensivo dos recursos &#8220;poderá vir a ter como consequência o aumento do número de processos cautelares intentados junto dos tribunais administrativos, com vista à obtenção da suspensão da eficácia de tais decisões&#8221;, avisam. </P><br />
<P>Os magistrados contestam também a diminuição excessiva dos prazos, o aproveitamento de declarações dos visados para várias instâncias, o que viola a legislação portuguesa, e também a expulsão de menores de idade (com idade superior a 16 anos), o que &#8220;não está em linha com o conceito de menor que vem sendo acolhido nos instrumentos jurídicos europeus, particularmente nestas matérias&#8221;. </P><br />
<P>Os juízes criticam também a alteração da justificação para expulsão do país, com o governo a ter alterado a &#8220;suspeita fundada&#8221; de crime contra o Estado para uma &#8220;ameaça grave e atual para a ordem pública ou para a segurança nacional&#8221;, o que é muito lato. </P><br />
<P>O CSTAF defende a revisão de todo o diploma, considerando &#8220;prudente que o legislador revisite as alterações agora propostas, no sentido de as tornar mais consentâneas com os instrumentos jurídicos europeus&#8221; e internacionais de que Portugal faz parte. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tribunais-fiscais-e-ministerio-publico-contra-proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761846]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ACNUR e Conselho de Refugiados chumbam proposta de lei de retorno de estrangeiros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acnur-e-conselho-de-refugiados-chumbam-proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/acnur-e-conselho-de-refugiados-chumbam-proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761845</guid>

					<description><![CDATA[O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e o Conselho Português para os Refugiados (CPR) alertam que a nova lei de retorno de estrangeiros viola a legislação internacional e coloca em causa os valores da República Portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e o Conselho Português para os Refugiados (CPR) alertam que a nova lei de retorno de estrangeiros viola a legislação internacional e coloca em causa os valores da República Portuguesa. </P><br />
<P>De acordo com os pareceres, a que a Lusa teve hoje acesso, as duas organizações consultadas pelo parlamento criticam o diploma que começa a ser discutido em comissão parlamentar na quarta-feira e depois em plenário da Assembleia da República na sexta-feira, com alterações na lei de centros de detenção de estrangeiros, na lei de estrangeiros e na lei do asilo.</P><br />
<P>Embora admitindo que a proposta tenha &#8220;objetivos legítimos de eficiência, e introduza importantes alterações reforçando o regime de aplicação das medidas alternativas à detenção&#8221;, o ACNUR, no seu parecer, salienta muitas das &#8220;alterações reduzem salvaguardas fundamentais inerentes ao instituto da proteção internacional&#8221; e exigem a sua &#8220;reconsideração para garantir a sua conformidade com obrigações internacionais, europeias e constitucionais&#8221;. </P><br />
<P>Numa lista exaustiva de 19 pontos, o ACNUR pede várias alterações ao diploma, como a &#8220;isenção automática de determinados perfis vulneráveis, nomeadamente, crianças não acompanhadas e separadas, sobreviventes de trauma ou de tráfico de seres humanos e pessoas com deficiências psicossociais ou intelectuais&#8221; e o fim da possibilidade, agora prevista, de &#8220;deter requerentes de asilo exclusivamente com base na sua entrada ou permanência irregular&#8221;.</P><br />
<P>Os &#8220;processos penais por entrada irregular deverão ser suspensos até que o pedido de asilo tenha sido integralmente avaliado&#8221; ou &#8220;dilatar os prazos de recurso nos procedimentos de fronteira e acelerados e garantir que sejam suficientes para permitir o acesso efetivo à assistência jurídica&#8221; são outros dos pedidos do ACNUR.</P><br />
<P>O ACNUR requer também a simplificação dos procedimentos &#8220;para solicitar e conceder o efeito suspensivo dos recursos e garantir que os tribunais dispõem dos meios necessários para proceder a uma análise atempada e eficaz das impugnações no âmbito do asilo e das decisões sobre o direito de permanência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao reduzir salvaguardas fundamentais atualmente consagradas na Lei do Asilo, ao invés de promover eficiência processual através de medidas administrativas ou operacionais, a proposta de lei suscita dúvidas quanto ao cumprimento, por parte de Portugal, das suas obrigações internacionais, podendo igualmente criar desafios de implementação e aumentar a frequência de recursos judiciais&#8221;, conclui ainda a organização.</P><br />
<P>Por seu turno, o CRP também é muito crítico da proposta de lei, com &#8220;uma direção mais restritiva, que altera e enfraquece de forma significativa princípios e garantias fundamentais do procedimento de asilo, como o acesso ao território e ao procedimento, o direito de permanência em território nacional, a proibição de penalização por entrada irregular, a proteção contra a repulsão, a duração razoável de procedimentos de proteção internacional e o acesso a impugnações ou recursos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Algumas das propostas demonstram uma abordagem punitiva, que desonera o Estado de qualquer obrigação e que desconsideram a segurança, a dignidade e os direitos dos requerentes de proteção internacional&#8221;, acusa ainda o CRP. </P><br />
<P>&#8220;Numa perspetiva operacional&#8221;, o CPR alerta para o &#8220;impacto significativo&#8221; desta proposta e, &#8220;sem um planeamento detalhado e de contingência&#8221;, o &#8220;sistema de acolhimento ficará seriamente comprometido e Portugal poderá violar as suas obrigações de garantia de um nível de vida digno em pleno respeito pela dignidade humana&#8221;.</P><br />
<P>Nas conclusões do seu parecer, o CRP expressou &#8220;a sua profunda preocupação com a direção que o governo português visa tomar&#8221; com esta proposta, que &#8220;a ser aprovada&#8221;, constitui &#8220;uma deterioração significativa das salvaguardas, segurança jurídica, proteções legais e normas de direitos fundamentais no âmbito da política de retorno em Portugal, com especial incidência nos procedimentos de proteção internacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O enfoque na penalização por entrada irregular em território nacional consiste numa abordagem punitiva desproporcional e desadequada ao instituto da proteção internacional, resultando numa clara violação das obrigações de Portugal enquanto Estado parte da Convenção de Genebra&#8221;, sustenta o CRP, que critica a eficácia das medidas. </P><br />
<P>&#8220;A suposição de que regras mais severas, medidas coercivas, detenção por tempo prolongado e salvaguardas mais fracas aumentarão as taxas de afastamento é errada e empiricamente infundada&#8221;, porque &#8220;um sistema de retorno que ignora os direitos fundamentais não só é ilegal, como também é inviável, insustentável e incompatível com as regras e os valores em que se baseia a República Portuguesa&#8221;, pode ler-se no parecer.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/acnur-e-conselho-de-refugiados-chumbam-proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Proposta de lei de retorno de estrangeiros permite caução para evitar detenção</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros-permite-caucao-para-evitar-detencao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros-permite-caucao-para-evitar-detencao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761844</guid>

					<description><![CDATA[A proposta de lei para retorno de estrangeiros que começa na quarta-feira a ser discutida prevê alternativas à detenção, como o depósito de uma caução ou entrega de documentos às autoridades, de acordo com o diploma a que a Lusa teve acesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A proposta de lei para retorno de estrangeiros que começa na quarta-feira a ser discutida prevê alternativas à detenção, como o depósito de uma caução ou entrega de documentos às autoridades, de acordo com o diploma a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>A lei de retorno, que foi fortemente criticada em pareceres pedidos pelo parlamento, mantém a proposta, já anunciada, de um máximo de 360 dias de detenção até à conclusão do processo de análise do caso, mas permite também &#8220;depósito de caução ou outra garantia financeira&#8221;, obrigação de &#8220;entrega de documentos de viagem às autoridades competentes&#8221; e &#8220;instalação em regime aberto em centro de instalação temporária&#8221;.</P><br />
<P>O diploma existente já contemplava apresentação periódica às autoridades policiais, obrigação de permanência na habitação com utilização de meios de vigilância eletrónica, nos termos da lei ou reclusão em centro de instalação temporária ou em espaço equiparado.</P><br />
<P>O documento tem pareceres negativos do Conselho Português para os Refugiados, do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e dos Conselhos Superiores do Ministério Público e dos Tribunais Administrativos e Fiscais. </P><br />
<P>Na justificação da proposta, o governo PSD/CDS volta a acusar o governo socialista de ter fracassado na política migratória, salientando que, em 2024, &#8220;a capacidade do Estado português para garantir o afastamento de cidadãos estrangeiros em situação irregular era das mais baixas a nível europeu&#8221;, com uma execução de apenas 5 % das decisões e falta de &#8220;capacidade para concluir a maior parte dos processos instaurados&#8221;.  </P><br />
<P>Para o governo, um sistema de retorno ineficaz &#8220;permite aos cidadãos estrangeiros em situação irregular permanecer em Portugal&#8221;, põe &#8220;em causa todo o sistema de imigração e asilo&#8221;, é &#8220;injusto para quem cumpre as regras, gera &#8220;intranquilidade nas comunidades e insegurança relativamente ao papel do Estado&#8221;, permite a &#8220;prática de ilícitos criminais conexos e mostra &#8220;incapacidade na gestão migratória, com a consequente disrupção dos serviços públicos&#8221;.</P><br />
<P>Agora, no diploma, o Governo propõe uma atuação baseada naquilo que considera ser a &#8220;credibilidade e eficácia das políticas migratórias&#8221;, através de &#8220;uma distinção clara entre quem tem direito a permanecer e quem não cumpre os requisitos legais&#8221;, procurando um &#8220;efeito dissuasor da imigração irregular&#8221;, através do &#8220;afastamento eficaz, célere e justo, combatendo abusos legais e redes de imigração ilegal e de tráfico humano&#8221;. </P><br />
<P>Para fazer cumprir estes objetivos, o governo propõe a &#8220;agilização processual&#8221;, diminuindo tempos de recursos, fases de resposta e mantendo processos de apreciação de pedidos e de retorno em paralelo e um aumento do que considera ser a &#8220;celeridade e eficácia na análise dos pedidos e combate a situações de abuso da figura do asilo&#8221;.</P><br />
<P>A proposta de lei reforça os requisitos de residência efetiva relevantes para a determinação dos limites à expulsão, prevê exceções em situações de ameaça à ordem pública, segurança interna ou condenação penal, elimina a notificação para abandono voluntário, centraliza integralmente o procedimento de retorno na UNEF, cria medidas de coação alternativas à detenção e alarga o prazo de detenção aplicável à execução do afastamento. </P><br />
<P>Alem disso, estabelece regras específicas para pedidos de proteção internacional apresentados após a entrada ilegal no território nacional, consagrando o efeito devolutivo dos recursos em matéria de afastamento e de proteção internacional e alargando os prazos de interdição de entrada.</P><br />
<P>A proposta que começa a ser discutida em comissão parlamentar na quarta-feira e depois em plenário na sexta-feira.</P><br />
<P>Prevê alterações nos diplomas que definem o regime de acolhimento de estrangeiros ou apátridas em centros de instalação temporária, o regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional (também conhecida como Lei de Estrangeiros) e a lei que estabelece as condições e procedimentos de concessão de asilo ou proteção subsidiária e os estatutos de requerente de asilo, de refugiado e de proteção subsidiária (também conhecida como Lei do Asilo).</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/proposta-de-lei-de-retorno-de-estrangeiros-permite-caucao-para-evitar-detencao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761844]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 4 mil reclamações no crédito expõem falhas graves no setor financeiro. Cartões lideram queixas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-4-mil-reclamacoes-no-credito-expoem-falhas-graves-no-setor-financeiro-cartoes-lideram-queixas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-4-mil-reclamacoes-no-credito-expoem-falhas-graves-no-setor-financeiro-cartoes-lideram-queixas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761834</guid>

					<description><![CDATA[O setor do crédito em Portugal ultrapassou as quatro mil reclamações entre janeiro de 2025 e abril de 2026, com os cartões de crédito a concentrarem quase metade das queixas registadas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor do crédito em Portugal ultrapassou as quatro mil reclamações entre janeiro de 2025 e abril de 2026, com os cartões de crédito a concentrarem quase metade das queixas registadas. Os dados constam do mais recente Barómetro do Setor dos Créditos em Portugal, desenvolvido pela Consumers Trust Labs, e revelam um cenário de elevada conflitualidade, marcado por falhas operacionais, crescimento de casos de fraude e maior pressão sobre o financiamento das famílias.</p>
<p>De acordo com o barómetro, foram analisadas 4.006 reclamações submetidas no Portal da Queixa durante o período em causa. Só em 2025, contabilizaram-se 3.068 queixas dirigidas ao setor, o que representa um aumento de 5,36% face ao ano anterior. Já no primeiro quadrimestre de 2026 foram registadas 938 reclamações, traduzindo uma ligeira descida de 4,48%. Apesar desta inversão inicial, o relatório sublinha que os níveis de conflitualidade permanecem elevados, com picos significativos, nomeadamente no mês de abril.</p>
<p>A análise por segmentos evidencia uma forte concentração de queixas nos cartões de crédito, responsáveis por 48,72% da conflitualidade no primeiro quadrimestre de 2026. Segue-se o crédito pessoal — grande mercado, que recolhe 17,80% das reclamações, registando um crescimento expressivo de 23,70% face ao período homólogo. O crédito pessoal especializado representa 12,26% das ocorrências.</p>
<p>O segmento de financiamento e investimento destaca-se pelo aumento mais acentuado, com uma subida de 63,64% no número de casos, refletindo, segundo o barómetro, a pressão crescente sobre o rendimento das famílias e o aumento das situações de incumprimento.</p>
<p><strong>Transações, fraude e atendimento dominam motivos de queixa</strong><br />
Entre os principais fatores que levam os consumidores a apresentar reclamação, sobressaem as falhas relacionadas com transações e pagamentos, que representam mais de 55% das queixas no segmento de cartões de crédito. A fraude, segurança e privacidade assumem também um peso relevante, atingindo cerca de 17% das reclamações no setor, num contexto de aumento de esquemas de phishing e de ameaças digitais cada vez mais sofisticadas.</p>
<p>No crédito pessoal, os problemas com o atendimento chegam a representar até 30,4% das reclamações, enquanto as questões relacionadas com transações e pagamentos atingem 33,6%, reforçando a perceção de fragilidades operacionais nas instituições financeiras.</p>
<p>O barómetro sublinha que o crescimento das queixas associadas à fraude e segurança acompanha a evolução dos riscos digitais, colocando maior pressão sobre os sistemas internos das entidades e sobre a confiança dos consumidores.</p>
<p><strong>Reclamações concentram-se em marcas específicas</strong><br />
O relatório evidencia ainda uma elevada concentração da conflitualidade em operadores concretos. No segmento dos cartões de crédito, a marca Universo concentra 80,31% das queixas. No crédito pessoal de grande consumo, a liderança das reclamações é assumida pela Cetelem, com 39,52%.</p>
<p>Já no crédito especializado, a Oney reúne 57,39% das reclamações registadas, enquanto nas soluções “buy now, pay later” a Klarna domina com 64,13% das queixas. Entre os intermediários de crédito, a Bravo surge como a principal marca visada, concentrando 62,71% das reclamações.</p>
<p>Segundo o barómetro, esta concentração reflete não apenas a dimensão destes operadores no mercado, mas também desafios significativos na gestão da experiência do cliente.</p>
<p><strong>Satisfação melhora, mas frustração inicial mantém-se elevada</strong><br />
Apesar do aumento global das queixas, o índice médio de satisfação registou uma subida de 4,34% em 2026, sinalizando melhorias na capacidade de resposta das marcas, impulsionadas por investimento em tecnologia e automação.</p>
<p>Ainda assim, 84,93% das reclamações têm início com um sentimento negativo, evidenciando níveis elevados de frustração por parte dos consumidores no momento da exposição do problema.</p>
<p>O barómetro conclui igualmente que a reputação online assume hoje um papel determinante: para 77% dos consumidores, este fator é decisivo no momento de contratar serviços financeiros, reforçando a importância de uma gestão eficaz das reclamações e de maior transparência no setor.</p>
<p>Pedro Lourenço, fundador do Portal da Queixa by Consumers Trust, alerta que “os dados analisados mostram que o setor está num ponto crítico: a digitalização acelerou, mas a capacidade de resposta não acompanhou essa evolução”. O responsável acrescenta que, “num contexto de crescente exigência, as instituições são desafiadas a alinhar a digitalização com capacidade operacional, sob pena de agravarem o risco reputacional e a perda de confiança”.</p>
<p>O Barómetro do Setor dos Créditos em Portugal foi desenvolvido pela Consumers Trust Labs, hub de inteligência de dados da Consumers Trust, com base numa análise quantitativa e qualitativa das 4.006 reclamações registadas entre janeiro de 2025 e abril de 2026 no Portal da Queixa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-4-mil-reclamacoes-no-credito-expoem-falhas-graves-no-setor-financeiro-cartoes-lideram-queixas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761834]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com queda de mais de 4% da EDP Renováveis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-no-vermelho-com-queda-de-mais-de-4-da-edp-renovaveis/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-no-vermelho-com-queda-de-mais-de-4-da-edp-renovaveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761842</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje no 'vermelho', com o PSI a cair 1,26% para 9.050,18 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, com a EDP Renováveis a liderar as quedas ao ceder 4,29%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa encerrou hoje no &#8216;vermelho&#8217;, com o PSI a cair 1,26% para 9.050,18 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, com a EDP Renováveis a liderar as quedas ao ceder 4,29%.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, 13 fecharam no vermelho, duas em terreno positivo e a Sonae SGPS terminou inalterada, a cotar nos 1,89 euros. </P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX recuou 1,62%, o espanhol IBEX-35 caiu 1,56%, o francês CAC-40 perdeu 0,95% e o britânico FTSE 100 desvalorizou 0,04%.  </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-no-vermelho-com-queda-de-mais-de-4-da-edp-renovaveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761842]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Diplomacia brasileira aponta à UE falta de diálogo sobre importações de carne e animais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/diplomacia-brasileira-aponta-a-ue-falta-de-dialogo-sobre-importacoes-de-carne-e-animais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/diplomacia-brasileira-aponta-a-ue-falta-de-dialogo-sobre-importacoes-de-carne-e-animais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761841</guid>

					<description><![CDATA[A diplomacia brasileira classificou como "muito negativa" a exclusão do Brasil da lista europeia de exportadores autorizados de animais e produtos de origem animal e afirmou que faltou um diálogo "mais fluido" por parte da União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A diplomacia brasileira classificou como &#8220;muito negativa&#8221; a exclusão do Brasil da lista europeia de exportadores autorizados de animais e produtos de origem animal e afirmou que faltou um diálogo &#8220;mais fluido&#8221; por parte da União Europeia (UE).</P><br />
<P>A declaração foi feita pelo embaixador do Brasil junto da União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, numa conferência com a imprensa internacional, em que declarou ter tomado conhecimento da decisão da UE apenas há poucas horas. </P><br />
<P>O diplomata disse ainda que terá quarta-feira uma reunião com autoridades da União Europeia da área de saúde animal, em que espera receber esclarecimentos sobre a decisão anunciada hoje pelo bloco económico.</P><br />
<P>&#8220;Recebo essa notícia como uma surpresa. Eu gostaria que o diálogo com o bloco europeu tivesse sido mais frequente e mais fluído (&#8230;) não é uma boa notícia e esperamos reverter isso&#8221;, lamentou. </P><br />
<P>Segundo o embaixador, a questão não estaria diretamente relacionada ao uso de antibióticos, mas à necessidade de o Brasil apresentar provas de que possui sistemas de segregação e controlo na produção destinada ao mercado europeu.</P><br />
<P>Questionado sobre se exigências sanitárias europeias poderiam funcionar como barreiras protecionistas contra produtos brasileiros, o diplomata disse que medidas sanitárias e fitossanitárias &#8220;são legítimas&#8221; e fazem parte do direito de todos os países.</P><br />
<P>&#8220;O problema surge quando as exigências não são proporcionais, não são razoáveis. Aí, sim, pode se configurar uma medida protecionista&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>O embaixador criticou ainda a &#8220;narrativa&#8221; de agricultores europeus e de alguns países-membros da União Europeia de que o Brasil não cumpre padrões sanitários e ambientais exigidos pelo bloco europeu.</P><br />
<P>Se o Brasil está no mercado europeu e se o país é o maior fornecedor do mercado europeu de produtos agropecuários, &#8220;é porque nós cumprimos e temos qualidade&#8221;, disse.</P><br />
<P>O diplomata defendeu ainda um diálogo &#8220;mais fluido&#8221; entre Brasil e União Europeia e afirmou que existe uma visão distorcida sobre a qualidade dos produtos brasileiros e sobre os impactos ambientais da agropecuária nacional.</P><br />
<P>&#8220;E, depois, incomoda-me profundamente a narrativa de que os nossos produtos são de qualidade inferior, mas isso é uma coisa do &#8216;lobby&#8217; agrícola europeu e de quem está associado ao &#8216;lobby&#8217; agrícola europeu&#8221;, completou. </P><br />
<P>Costa e Silva disse também que o Brasil publicou recentemente uma portaria para proibir o uso de antibióticos na produção animal, tema que deverá ser detalhado posteriormente por representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária do país.</P><br />
<P>O secretário do Secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, Luis Ruas, chegou a confirmar presença na conferência de imprensa, mas não compareceu ao evento organizado pela Associação da Imprensa Estrangeira (AIE). </P><br />
<P>A Lusa pediu um posicionamento oficial aos Ministérios da Agricultura e Pecuária e ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil, mas até esta publicação não houve retorno.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/diplomacia-brasileira-aponta-a-ue-falta-de-dialogo-sobre-importacoes-de-carne-e-animais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761841]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>União Europeia convida talibãs a Bruxelas para discutir migração e deportações</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-convida-talibas-a-bruxelas-para-discutir-migracao-e-deportacoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-convida-talibas-a-bruxelas-para-discutir-migracao-e-deportacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[deportações]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Migrações]]></category>
		<category><![CDATA[Talibãs]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761835</guid>

					<description><![CDATA[A União Europeia convidou uma delegação dos talibãs a deslocar-se a Bruxelas para manter conversações sobre migração e devoluções de cidadãos afegãos, numa altura em que cresce na Europa o discurso político favorável ao reforço das deportações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia convidou uma delegação dos talibãs a deslocar-se a Bruxelas para manter conversações sobre migração e devoluções de cidadãos afegãos, numa altura em que cresce na Europa o discurso político favorável ao reforço das deportações. A iniciativa parte da Comissão Europeia, que pretende explorar mecanismos diplomáticos e operacionais para aumentar os regressos ao Afeganistão, apesar de a UE não reconhecer formalmente as autoridades de facto que controlam o país desde 2021.</p>
<p>Segundo o executivo comunitário, o encontro terá caráter exclusivamente técnico e conta com mandato dos Estados-membros para ser organizado. Bruxelas sublinha que o contacto não implica qualquer reconhecimento político do regime talibã, acusado de violações reiteradas do direito internacional e dos direitos humanos desde que reassumiu o poder.</p>
<p>De acordo com os dados mais recentes do Eurostat, os cidadãos afegãos representam 27,2% do total de pedidos de asilo registados na União Europeia, ocupando o primeiro lugar entre as nacionalidades requerentes de proteção internacional.</p>
<p>Foi neste contexto que, em outubro, cerca de vinte capitais europeias — lideradas por Bélgica e Alemanha — solicitaram à Comissão Europeia que analisasse e encontrasse vias diplomáticas e práticas para impulsionar as devoluções de migrantes ao Afeganistão. A iniciativa foi formalizada através de uma carta subscrita também por Áustria, Itália, Países Baixos e Polónia, entre outros países. Espanha não assinou o documento.</p>
<p>Na missiva, os Estados defendiam a aceleração de medidas destinadas a facilitar o “retorno voluntário e forçoso” de cidadãos afegãos sem direito legal de residência na União Europeia, referindo de forma particular “aqueles que representam uma ameaça para o ordenamento público”.</p>
<p><strong>Segunda reunião após contacto em Cabul</strong><br />
O encontro em Bruxelas, cuja data e formato ainda não foram divulgados, será o segundo contacto formal entre a Comissão Europeia e os talibãs. Em janeiro, funcionários europeus reuniram-se com representantes talibãs em Cabul, numa reunião igualmente classificada como técnica.</p>
<p>Um porta-voz da Comissão confirmou que o Ministério da Justiça da Suécia, um dos principais defensores da ativação desta via para aumentar as deportações, está a colaborar na organização do encontro.</p>
<p>O contacto com as autoridades afegãs é considerado altamente sensível. Os talibãs retomaram o controlo do país em 2021, impondo a lei islâmica num Afeganistão já mergulhado numa grave crise humanitária. Desde então, têm sido denunciadas violações sistemáticas de direitos fundamentais, incluindo restrições severas às mulheres e raparigas.</p>
<p>Apesar disso, Bruxelas insiste que estas conversações “técnicas” não equivalem a reconhecimento político do regime.</p>
<p><strong>O precedente da Síria</strong><br />
A tentativa de encontrar soluções diplomáticas para facilitar devoluções ao Afeganistão ocorre num momento em que vários países europeus procuram endurecer e acelerar os processos de deportação.</p>
<p>A União Europeia já tinha ensaiado uma estratégia semelhante no caso da Síria, ainda antes da queda de Bashar al-Assad, quando o país era considerado não seguro e não existiam relações com o seu governo. Com a nova administração síria, esse diálogo foi reforçado.</p>
<p>Esta semana, coincidindo com a visita de uma delegação governamental síria a Bruxelas, a UE avançou no sentido de restabelecer o comércio com Damasco e ofereceu apoio económico para a reconstrução do país, numa estratégia que visa igualmente acelerar o regresso de refugiados sírios atualmente residentes na Europa.</p>
<p>A decisão de dialogar com os talibãs insere-se numa tendência mais ampla no espaço europeu. Nos últimos meses, a União Europeia aprovou vários regulamentos que ampliam as possibilidades de deportação de migrantes e requerentes de asilo, ao mesmo tempo que endurecem as condições de acesso à proteção internacional.</p>
<p>Foram igualmente aprovadas normas que facilitam a criação de centros de deportação fora do território da UE, permitindo que os Estados-membros enviem para esses locais requerentes de asilo. O modelo aproxima-se do sistema adotado por Itália na Albânia que, recorde-se, tem sido alvo de polémica.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-convida-talibas-a-bruxelas-para-discutir-migracao-e-deportacoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761835]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Altri paga dividendo bruto de 0,25 euros por ação a partir de 28 de maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/altri-paga-dividendo-bruto-de-025-euros-por-acao-a-partir-de-28-de-maio/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/altri-paga-dividendo-bruto-de-025-euros-por-acao-a-partir-de-28-de-maio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=761839</guid>

					<description><![CDATA[A Altri vai pagar um dividendo bruto por ação de 0,25 euros a partir de 28 de maio, sendo o banco BPI o agente pagador, foi hoje comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Altri vai pagar um dividendo bruto por ação de 0,25 euros a partir de 28 de maio, sendo o banco BPI o agente pagador, foi hoje comunicado ao mercado. </P><br />
<P>&#8220;[&#8230;] A partir do próximo dia 28 de maio de 2026, encontram-se a pagamento os dividendos relativos ao exercício de 2025&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>Em causa está um dividendo bruto de 0,25 euros por cada título da Altri. </P><br />
<P>O agente pagador é o banco BPI. </P><br />
<P>Segundo a mesma nota, a partir de 26 de maio as ações vão ser transacionadas sem direito a este dividendo. </P><br />
<P>Na sessão de hoje da bolsa, as ações da Altri desceram 0,90% para 4,94 euros.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/altri-paga-dividendo-bruto-de-025-euros-por-acao-a-partir-de-28-de-maio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761839]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
