<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 06:36:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Lucros do Santander sobem 31,3% no primeiro semestre para 8.973 milhões de euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-santander-sobem-313-no-primeiro-semestre-para-8-973-milhoes-de-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-santander-sobem-313-no-primeiro-semestre-para-8-973-milhoes-de-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-santander-sobem-313-no-primeiro-semestre-para-8-973-milhoes-de-euros/</guid>

					<description><![CDATA[O banco Santander teve lucros de 8.973 milhões de euros no primeiro semestre do ano, mais 31,3% do que no mesmo período de 2025, anunciou hoje o grupo financeiro espanhol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O banco Santander teve lucros de 8.973 milhões de euros no primeiro semestre do ano, mais 31,3% do que no mesmo período de 2025, anunciou hoje o grupo financeiro espanhol.</P><br />
<P>Estes resultados incluem um impacto extraordinário gerado pela conclusão da venda, em janeiro, do Santander Bank Plska, a filial polaca do banco, uma operação que se traduziu numa mais valia de 1.895 milhões de euros.</P><br />
<P>Sem o impacto desta operação, assim como de 250 milhões de euros associados a &#8220;custos de reestruturação&#8221; no Reino Unido, os lucros ordinários (comparáveis) do Santander no primeiro semestre do ano ascenderam a um recorde de 7.328 milhões de euros, mais 14,9% do que em 2025.</P><br />
<P>Só no segundo trimestre (abril a julho), o grupo Santander teve lucros de 3.518 milhões de euros, segundo os resultados que o banco comunicou hoje à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) de Espanha.</P><br />
<P>As receitas do grupo cresceram 6% no primeiro semestre comparando com os mesmos meses de 2025, para 30.847 milhões de euros, com destaque para as margens de juros (diferença entre juros pagos e cobrados pelo banco), que alcançaram 22.711 milhões de euros (mais 9%). Em paralelo, os custos diminuíram 2% até junho.</P><br />
<P>&#8220;Estamos convencidos de que a nossa estratégia continuará a impulsionar um crescimento rentável e uma criação de valor sustentável e reiteramos todos os nossos objetivos para 2026 e a médio prazo&#8221;, disse a presidente do Santander, Ana Botín, citada num comunicado do banco.</P><br />
<P>O Santander, um dos maiores bancos do mundo, está presente em vários países da Europa e da América, incluindo Portugal.</P><br />
<P>No ano passado, teve lucros recorde de 14.101 milhões de euros, mais 12% face a 2024.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-santander-sobem-313-no-primeiro-semestre-para-8-973-milhoes-de-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792255]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Samsung apresenta hoje nova geração de smartphones dobráveis com tecnologia Flex Titanium</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/samsung-apresenta-hoje-nova-geracao-de-smartphones-dobraveis-com-tecnologia-flex-titanium/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/samsung-apresenta-hoje-nova-geracao-de-smartphones-dobraveis-com-tecnologia-flex-titanium/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792039</guid>

					<description><![CDATA[A Samsung realiza esta quarta-feira, em Londres, mais uma edição do evento Galaxy Unpacked, onde deverá apresentar oficialmente a sua nova geração de smartphones dobráveis. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Samsung realiza esta quarta-feira, em Londres, mais uma edição do evento Galaxy Unpacked, onde deverá apresentar oficialmente a sua nova geração de smartphones dobráveis. Antes da apresentação, a tecnológica sul-coreana confirmou que os novos equipamentos vão estrear uma nova arquitetura de ecrã denominada Flex Titanium, concebida para aumentar a durabilidade dos dispositivos e reduzir a visibilidade do vinco característico dos ecrãs dobráveis.</p>
<p>Embora a empresa não tenha confirmado oficialmente quais os modelos que serão revelados, tudo aponta para a apresentação dos Galaxy Z Flip 8, Galaxy Z Fold 8 e de um novo Galaxy Z Fold Wide, seguindo a estratégia habitual da marca para esta família de equipamentos. A Samsung limitou-se a anunciar, em comunicado, que a nova tecnologia &#8220;será lançada com os dispositivos Galaxy dobráveis da próxima geração&#8221; e acrescentou que &#8220;mais detalhes serão revelados no Galaxy Unpacked de 22 de julho&#8221;.</p>
<p><strong>Nova estrutura promete maior resistência e menos vincos</strong><br />
A principal novidade anunciada pela fabricante é a introdução da tecnologia Flex Titanium, desenvolvida para reforçar a estrutura dos ecrãs dobráveis sem comprometer a sua flexibilidade.</p>
<p>Segundo a Samsung, a nova solução permitirá oferecer &#8220;maior durabilidade e menor visibilidade do vinco&#8221;, um dos aspetos mais criticados pelos utilizadores desde o aparecimento deste tipo de dispositivos.</p>
<p>A tecnologia utiliza componentes em titânio para suportar o mecanismo de dobragem do ecrã. Em concreto, a empresa explica que o sistema integra uma película de liga de titânio posicionada por baixo do painel OLED, bem como uma placa de titânio instalada sob essa película, criando uma estrutura de suporte mais robusta.</p>
<p><strong>Titânio substitui película plástica tradicional</strong><br />
De acordo com a Samsung, a nova película de titânio situada &#8220;abaixo do painel OLED&#8221; oferece uma &#8220;rigidez mecânica 20 vezes superior à das películas de plástico&#8221;, apesar de possuir uma espessura inferior a &#8220;30% da espessura de um cabelo humano&#8221;. A fabricante afirma que esta combinação permite desenvolver um painel mais fino sem sacrificar a resistência estrutural.</p>
<p>A empresa explica ainda que a placa de titânio colocada sob a película &#8220;suporta o módulo do ecrã a partir da base, eliminando espaços de ar entre o módulo e o adesivo para proporcionar um suporte mais estável quando o equipamento está totalmente aberto, mantendo simultaneamente a flexibilidade necessária para suportar dobragens repetidas&#8221;.</p>
<p><strong>Objetivo passa por aumentar a vida útil dos dobráveis</strong><br />
Com esta nova arquitetura, a Samsung pretende criar smartphones capazes de suportar milhares de ciclos de abertura e fecho ao longo de vários anos, reduzindo simultaneamente o impacto visual da dobra central do ecrã.</p>
<p>Embora as gerações mais recentes dos dobráveis topo de gama da marca já tenham reduzido significativamente a visibilidade do vinco, a empresa pretende continuar a aperfeiçoar esse aspeto, melhorando a experiência de utilização e a qualidade de visualização dos conteúdos.</p>
<p><strong>Galaxy Unpacked deverá revelar restantes novidades</strong><br />
A confirmação da tecnologia Flex Titanium praticamente confirma também que o foco principal do Galaxy Unpacked desta quarta-feira continuará a ser a família de smartphones dobráveis da Samsung, mantendo o calendário habitual de lançamentos da empresa.</p>
<p>Espera-se que, durante a apresentação em Londres, a fabricante revele todas as especificações técnicas dos novos dispositivos, bem como informações sobre disponibilidade, mercados abrangidos e preços, além de eventuais novidades noutros segmentos do ecossistema Galaxy. Até lá, a Samsung apenas confirma que a nova geração de dobráveis chegará equipada com a tecnologia Flex Titanium, destinada a reforçar a resistência dos equipamentos e a tornar os ecrãs mais finos, duráveis e visualmente mais uniformes.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/samsung-apresenta-hoje-nova-geracao-de-smartphones-dobraveis-com-tecnologia-flex-titanium/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792039]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Na ilha indonésia de Sumba a escravatura é prática herdada e sem fim à vista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/na-ilha-indonesia-de-sumba-a-escravatura-e-pratica-herdada-e-sem-fim-a-vista/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/na-ilha-indonesia-de-sumba-a-escravatura-e-pratica-herdada-e-sem-fim-a-vista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/na-ilha-indonesia-de-sumba-a-escravatura-e-pratica-herdada-e-sem-fim-a-vista/</guid>

					<description><![CDATA[A duas horas de avião das praias Bali, na ilha indonésia de Sumba, homens e mulheres são escravos, desde o nascimento até à morte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A duas horas de avião das praias Bali, na ilha indonésia de Sumba, homens e mulheres são escravos, desde o nascimento até à morte.</P><br />
<P>São escravos por herança, trabalham dia e noite e sem remuneração, são muitas vezes maltratados e, no caso das mulheres, violadas. Os filhos vão ter o mesmo destino, pois &#8220;este estatuto não pode ser apagado&#8221;, afirma Kanisius Kanyali Hambarita à agência de notícias France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Este jovem de 34 anos é escravo de Umbu Ana Rara, três anos mais novo.</P><br />
<P>Para chegar ao lugar onde vivem, na aldeia de Tengeddu, conhecida por turistas pelas espetaculares cascatas, é preciso percorrer uma estrada acidentada que serpenteia entre o mar e colinas áridas, a 50 quilómetros de Waingapu, principal cidade de Sumba. </P><br />
<P>Neste final de manhã, os dois homens mastigam nozes de areca, semente de palmeira com efeitos euforizantes, sentados em frente da casa do senhor. À primeira vista, nada os distingue. </P><br />
<P>Vestem t-shirt e sarongue, vivem na mesma casa por onde circulam galinhas e porcos, dormem numa esteira no chão e partilham a mesma vida num sítio onde se cozinha em fogueira e não há rede para o telemóvel.</P><br />
<P>Umbu Ana Rara diz tratar Kanisius &#8220;como um membro da família&#8221;. Permite-lhe ganhar algum dinheiro como mototáxi e confia-lhe um pedaço de terra, que este cultiva.</P><br />
<P>O que pensa Kanisius Kanyali Hambarita deste estatuto? &#8220;Não me oponho, é assim que as coisas são. Não é um fardo. É apenas o símbolo de uma tradição herdada dos nossos antepassados&#8221;, afirma à AFP na presença daquele que chama de senhor, que muitas vezes termina as frases por ele.</P><br />
<P>A escravatura, que aqui remonta ao século XVI, de acordo com historiadores, foi oficialmente abolida na Indonésia em 1860, quando o país se encontrava sob domínio holandês. Mas continua profundamente enraizada na cultura de Sumba. </P><br />
<P>Na ilha de 685 mil habitantes, 80% dos quais cristãos num país de maioria muçulmana, a sociedade está dividida em três castas: &#8220;os nobres, chamados &#8216;maramba&#8217;, frequentemente grandes proprietários de terras; as pessoas comuns, chamadas kabihu, e os escravos/servos, os &#8216;ata'&#8221;, nota Martha Hebi, autora de vários estudos sobre o tema. </P><br />
<P>E, a menos que seja libertado pelo senhor, um &#8216;ata&#8217; &#8220;não pode perder o seu estatuto, nem mesmo através do casamento&#8221;.</P><br />
<P>A vida está assim organizada: os &#8216;maramba&#8217; possuem a terra, as vacas e os cavalos criados para corridas antes de serem exportados, o que constitui o valor económico mais importante a par dos escravos; os &#8216;ata&#8217; trabalham de manhã à noite, cultivam os campos onde os arados são puxados por búfalos, cuidam da casa, das crianças e dos animais, sendo tratados mais ou menos bem consoante para quem trabalham.</P><br />
<P>&#8220;Encontram-se casos de trabalho forçado noutros locais da Indonésia ou de subjugação temporária, como entre os Dayak de Kalimantan em caso de dívidas&#8221;, afirma à AFP Bondan Kanumoyoso, historiador da Universidade da Indonésia em Depok. Mas, diz ainda, a escravatura em vigor em Sumba é única.</P><br />
<P>&#8220;A essência desta estratificação social (&#8230;) reside no marapu&#8221;, religião local que mistura animismo, culto aos antepassados e o mundo dos espíritos, diz o sacerdote marapu Umbu Remi Deta. A lenda oral &#8220;diz que os &#8216;maramba&#8217; obtiveram &#8216;ata&#8217; ao chegarem a Sumba&#8221;.</P><br />
<P>É difícil falar em números. Uma assistente social, que pede para não ser identificada, estima que sejam &#8220;cerca de 1.700&#8221; no distrito de Sumba Oriental, que conta com 350 mil habitantes. Alguns falam de vários milhares.</P><br />
<P>Afastada dos grandes centros urbanos e turísticos, a dois mil quilómetros de Jacarta e mil quilómetros de Bali, esta ilha permaneceu isolada durante muito tempo, inclusive do domínio holandês, o que explica a preservação das estruturas sociais ancestrais.</P><br />
<P>Os portugueses, no século XVI, e posteriormente a Companhia Holandesa das Índias Orientais, no século XVII, procuravam ali sândalo e escravos, tal como documenta o antropólogo britânico Rodney Needham.</P><br />
<P>A chegada da modernidade não alterou o sistema nem pôs fim à violência associada a esse estatuto. &#8220;Já sofri bastante desde a minha infância&#8221;, confidencia M., um &#8216;ata&#8217; com cerca de quarenta anos, encontrado fora da aldeia de Napu, sem a presença do &#8216;maramba&#8217;, e cujo nome a AFP prefere não revelar para preservar a segurança.</P><br />
<P>&#8220;Era espancado porque não trabalhava ou porque não o fazia como devia&#8221;, prossegue.</P><br />
<P>Ainda hoje, os escravos sofrem &#8220;violências não só físicas, mas também sexuais&#8221;, confirma Marlin Lomi, pastor e presidente do sínodo protestante de Sumba Oriental, referindo que, segundo a tradição, &#8220;o senhor tem o direito, entre aspas, de &#8216;usar&#8217; a sua serva&#8221;. </P><br />
<P>A violência não é rara e permanece frequentemente impune &#8220;porque as vítimas não se atrevem a testemunhar&#8221;, segundo Hebi, fundadora da ONG Solidariedade para as Mulheres e as Crianças de Sumba (Sopan).</P><br />
<P>A prática da escravatura em Sumba entra, no entanto, em conflito com a lei indonésia. De acordo com a Constituição de 1945, &#8220;ninguém pode ser mantido em escravatura ou servidão&#8221;. O Código Penal prevê a punição criminal para &#8220;qualquer pessoa que, intencionalmente e ilegalmente, prive outra pessoa da sua liberdade&#8221;.</P><br />
<P>Mas, ao mesmo tempo, o código prevê que o Estado reconheça certas formas de direito consuetudinário. &#8220;É preciso compreender que a Indonésia é uma sociedade extremamente plural e que o desenvolvimento social não é o mesmo consoante os grupos étnicos&#8221;, afirmou à AFP o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Yusril Ihza Mahendra.</P><br />
<P>&#8220;O Governo não pretende impor mudanças repentinas, mas sim acompanhar o desenvolvimento social de cada comunidade passo a passo&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Para o porta-voz da Amnistia Internacional Indonésia, Haeril Halim, o Governo &#8220;está ciente da situação em Sumba&#8221;, mas até ao momento &#8220;não tomou nenhuma medida para eliminar as práticas de escravatura&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/na-ilha-indonesia-de-sumba-a-escravatura-e-pratica-herdada-e-sem-fim-a-vista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792254]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Noruega assinala hoje 15 anos dos ataques de Oslo e Utøya com homenagens às vítimas e alertas contra o extremismo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/noruega-assinala-hoje-15-anos-dos-ataques-de-oslo-e-utoya-com-homenagens-as-vitimas-e-alertas-contra-o-extremismo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/noruega-assinala-hoje-15-anos-dos-ataques-de-oslo-e-utoya-com-homenagens-as-vitimas-e-alertas-contra-o-extremismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792013</guid>

					<description><![CDATA[A Noruega assinala esta quarta-feira o 15.º aniversário dos atentados terroristas de Oslo e Utøya, o ataque mais mortífero da história recente do país, que provocou a morte de 77 pessoas e deixou centenas de feridos e sobreviventes marcados para a vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Noruega assinala esta quarta-feira o 15.º aniversário dos atentados terroristas de Oslo e Utøya, o ataque mais mortífero da história recente do país, que provocou a morte de 77 pessoas e deixou centenas de feridos e sobreviventes marcados para a vida. Quinze anos depois da tragédia, o país presta homenagem às vítimas com um novo memorial nacional, enquanto sobreviventes e familiares reforçam os apelos para que a memória dos acontecimentos continue viva e para que o combate ao extremismo permaneça uma prioridade.</p>
<p>Nos dias que antecederam esta data simbólica, foi inaugurado, em Oslo, um novo memorial dedicado às vítimas dos atentados. A obra, intitulada &#8220;Sustentando&#8221;, foi criada pelo artista norueguês Matias Faldbakken e, segundo a BBC, consiste num mosaico monumental de pedra com cerca de 12 metros de altura, enquadrado por uma estrutura de aço onde estão gravados os nomes e as idades das 77 vítimas. O monumento encontra-se no Bairro do Governo, junto ao local onde ocorreu a explosão da bomba que abriu a sequência de ataques de 22 de julho de 2011.</p>
<p>A cerimónia de inauguração reuniu sobreviventes, familiares das vítimas e diversas autoridades norueguesas, entre as quais o príncipe herdeiro Haakon, a ministra da Digitalização e Governação Pública, Karianne Tung, e a ministra da Educação, Kari Nessa Nordtun. Inspirada numa ave nativa da ilha de Utøya, a obra pretende, segundo o seu autor, cumprir um duplo propósito: preservar a memória das vítimas e envolver a sociedade num exercício permanente de resistência democrática contra as ideologias de extrema-direita que estiveram na origem do massacre.</p>
<p>&#8220;O dia 22 de julho de 2011 foi um ataque brutal não só contra indivíduos, mas também contra a nossa democracia&#8221;, afirmou Merete Stamneshagen, responsável por um grupo de apoio às vítimas e sobreviventes, citada pela agência AFP, sublinhando que a homenagem pretende recordar não apenas as pessoas que perderam a vida, mas também os valores democráticos atingidos pelos atentados.</p>
<p><strong>O pior ataque da história recente da Noruega</strong><br />
Na tarde de 22 de julho de 2011, o extremista de direita Anders Behring Breivik fez explodir uma bomba no Bairro do Governo, em Oslo, matando oito pessoas. Pouco depois, deslocou-se até à ilha de Utøya, onde decorria o acampamento de verão da juventude do Partido Trabalhista norueguês. Disfarçado de agente da polícia, perseguiu e assassinou 69 pessoas, a maioria adolescentes e jovens adultos, elevando para 77 o número total de vítimas mortais.</p>
<p>Os atentados foram motivados pela ideologia extremista de Breivik, marcada por posições anti-imigração, anti-Islão e de extrema-direita. Num manifesto com cerca de 1.500 páginas, o terrorista justificou o recurso à violência como forma de, segundo defendia, proteger a cultura cristã ocidental, alegando a existência de uma alegada conspiração entre elites políticas europeias e o mundo islâmico para islamizar a Europa. O Partido Trabalhista era descrito por Breivik como um dos principais responsáveis por esse alegado plano.</p>
<p>Condenado à pena máxima prevista pela legislação norueguesa, 21 anos de prisão, Breivik permanece detido ao abrigo da figura jurídica de detenção preventiva prorrogável, mecanismo que permite prolongar indefinidamente a pena sempre que o condenado continue a representar uma ameaça para a sociedade. O terrorista nunca demonstrou arrependimento pelos crimes cometidos.</p>
<p>Em 2024, voltou a recorrer aos tribunais, acusando o Estado norueguês de violar os seus direitos humanos devido ao regime prisional a que está sujeito. Alegou que o isolamento prolongado violava a Convenção Europeia dos Direitos Humanos. Contudo, o Estado rejeitou as acusações. Segundo informações divulgadas na altura pela AFP, Breivik encontra-se numa ala de segurança máxima da prisão de Ringerike, onde dispõe de três compartimentos individuais — destinados à habitação, estudo e exercício físico — e partilha, nunca em simultâneo com outro recluso, espaços comuns como cozinha, sala de televisão, sala de refeições e área de visitas. Muitos observadores consideram que estes processos judiciais representam tentativas de recolocar o extremista no centro da atenção mediática internacional.</p>
<p><strong>Sobrevivente alerta que sociedade falhou parte das promessas feitas após os atentados</strong><br />
Quinze anos após os ataques, Magnus Håkonsen, um dos sobreviventes de Utøya, considera que a sociedade norueguesa não cumpriu totalmente os compromissos assumidos na sequência da tragédia. Em entrevista à Lusa, o antigo participante do acampamento, hoje com 33 anos, defende que preservar a memória do atentado continua a ser uma das melhores formas de combater o extremismo.</p>
<p>&#8220;Temos que ensinar o 22 de Julho para que os alunos saibam o que é o extremismo em todas as suas facetas&#8221;, afirma Magnus, atualmente professor e membro de um grupo de apoio às vítimas. &#8220;É uma forma de os mantermos afastados dessas ideias. Temo que muitos deles não valorizem a democracia como deveriam. Quando existe apatia e cansaço em relação à democracia, começamos a ver algumas pessoas a ser atraídas por ideias extremistas&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Na altura do atentado, Magnus tinha 18 anos e integrava a direção regional da juventude trabalhista, sendo também candidato às eleições municipais. Apesar de ter prosseguido a atividade política após o ataque, diz que passou a ser alvo de ameaças constantes. &#8220;Recebi muitas ameaças quando estava na política. Coisas do género &#8216;Quem me dera que o terrorista tivesse melhor pontaria, para que também tu tivesses morrido&#8217;. Foi horrível&#8221;, recorda.</p>
<p>Segundo um estudo publicado em 2023 pelo Centro Norueguês para o Estudo da Violência e do Stress Traumático, muitos sobreviventes que permaneceram politicamente ativos relataram ameaças semelhantes, frequentemente com referências diretas ao massacre de Utøya.</p>
<p><strong>Trauma continua a marcar muitos sobreviventes</strong><br />
Magnus admite que demorou vários meses até sentir verdadeiramente o impacto psicológico da experiência vivida. &#8220;Quando aconteceu, foquei-me na minha carreira. Estava no último ano do secundário, queria acabar o ano, começar os estudos superiores e arranjar emprego. Mas seis ou sete meses depois de arranjar trabalho, comecei a ter ataques de pânico graves, porque nunca tinha falado com ninguém sobre o que vivi&#8221;, conta.</p>
<p>Durante esse período, dormia apenas duas ou três horas por noite, uma realidade confirmada por estudos desenvolvidos pela Universidade de Oslo. O chamado &#8220;Estudo Utøya&#8221; concluiu que muitos sobreviventes e familiares continuam a enfrentar, anos depois, consequências como stress pós-traumático, ansiedade, depressão, perturbações do sono, dores de cabeça, fadiga e dificuldades na integração profissional e financeira.</p>
<p>Embora reconheça que a resposta imediata do Estado foi importante, Magnus considera que o apoio a longo prazo ficou aquém das necessidades. &#8220;Acho que não estavam cientes de que os efeitos a longo prazo seriam tão severos como foram para muitas pessoas. Quando se trata de questões de saúde, ser capaz de manter um emprego, ter liberdade financeira ou uma visão otimista do futuro, muitas pessoas não têm isso&#8221;, afirma.</p>
<p>O sobrevivente lamenta ainda que a promessa feita pelo então primeiro-ministro Jens Stoltenberg, de construir uma sociedade com &#8220;mais democracia e abertura, mas nunca ingenuidade&#8221;, não tenha sido plenamente concretizada. &#8220;Não creio que tenhamos sido capazes de cumprir essa promessa&#8221;, afirma, criticando que, pouco tempo depois dos atentados, o Partido Trabalhista tenha começado a ser acusado por adversários políticos de utilizar o chamado &#8220;cartão Utøya&#8221; durante os debates públicos.</p>
<p>No dia em que a Noruega recorda as 77 vítimas dos atentados de 2011, Magnus deixa também um apelo para o futuro. &#8220;Precisamos que nos oiçam, para que o Governo esteja mais preparado caso algo do género volte a acontecer. Uso a palavra &#8216;devia&#8217;, embora talvez devesse usar &#8216;quando&#8217;, porque sabemos que nem sempre é possível estar 100% preparado. Acreditamos que temos a competência necessária para que o Governo nos ouça e utilize como especialistas&#8221;, conclui.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/noruega-assinala-hoje-15-anos-dos-ataques-de-oslo-e-utoya-com-homenagens-as-vitimas-e-alertas-contra-o-extremismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792013]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Unicef e Save de Children dão 1,3 ME para espaços didáticos pós-cheias em Moçambique</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/unicef-e-save-de-children-dao-13-me-para-espacos-didaticos-pos-cheias-em-mocambique/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/unicef-e-save-de-children-dao-13-me-para-espacos-didaticos-pos-cheias-em-mocambique/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/unicef-e-save-de-children-dao-13-me-para-espacos-didaticos-pos-cheias-em-mocambique/</guid>

					<description><![CDATA[O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Save the Children vão investir 1,3 milhões de euros na construção de 40 espaços temporários de aprendizagem em duas províncias moçambicanas afetadas pelas recentes cheias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Save the Children vão investir 1,3 milhões de euros na construção de 40 espaços temporários de aprendizagem em duas províncias moçambicanas afetadas pelas recentes cheias.</P><br />
<P>&#8220;Esta intervenção está diretamente relacionada com os impactos das recentes cheias e fenómenos climáticos extremos que afetaram as províncias de Maputo e Gaza. Estes eventos provocaram danos significativos em infraestruturas escolares e perturbaram a continuidade da aprendizagem de milhares de crianças&#8221;, avançou hoje à Lusa fonte daquela agência das Nações Unidas para a Infância.</P><br />
<P>Gaza e Maputo contam-se entre as províncias mais afetadas pelas cheias registadas no início do ano em Moçambique, que provocaram mortos e danos em infraestruturas sociais, incluindo escolas, e forçaram a adoção de medidas de emergência para garantir a continuidade das aulas.</P><br />
<P>A agência das Nações Unidas indicou que o projeto beneficia de um financiamento de 1,5 milhões de dólares (1,3 milhões de euros) do mecanismo &#8220;A Educação Não Pode Esperar &#8212; Primeira Resposta de Emergência&#8221;, destinado a assegurar a continuidade da educação em situações de emergência, sendo implementado em consórcio com a organização não-governamental Save the Children.</P><br />
<P>Com a construção de 40 espaços temporários de aprendizagem, cuja execução está prevista para um período de quatro meses, seguida por um período de garantia de boa execução de seis meses, aquela agência prevê abranger diretamente cerca de 4.000 crianças. Além disso, pequenas reparações em 30 salas de aula deverão beneficiar diretamente 3.000 alunos.</P><br />
<P>No total, o Fundo das Nações Unidas para a Infância refere que a intervenção abrangerá 40 escolas e 60 salas de aula nas duas províncias, alcançando cerca de 30.000 estudantes, dos quais 24.000 em Gaza e 6.000 em Maputo, através da distribuição de materiais de ensino e aprendizagem, incluindo kits de dignidade destinados a 2.000 raparigas.</P><br />
<P>Moçambique é um dos países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas, sendo frequentemente afetado por cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre entre outubro e abril.</P><br />
<P>Segundo dados anteriores do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), na última época chuvosa, de outubro a abril, morreram 314 pessoas e foram afetadas mais de um milhão de pessoas em todo o país. O balanço indica ainda que cerca de 260 mil casas foram afetadas pelas chuvas, incluindo 211.655 inundadas, 15.616 totalmente destruídas e 31.081 parcialmente destruídas.</P><br />
<P>As autoridades registaram igualmente 19 pessoas desaparecidas e 361 feridos, além de danos em infraestruturas públicas, incluindo estradas, pontes e aquedutos. Apenas as cheias de janeiro provocaram 43 mortos, 147 feridos e nove desaparecidos, afetando mais de 715 mil pessoas em várias regiões do país.</P><br />
<P>A passagem do ciclone Gezani pela província de Inhambane, em fevereiro, causou quatro mortes e afetou mais de 9.000 pessoas, agravando o impacto da época chuvosa na região. No mesmo período, foram registados danos em cerca de 9.735 quilómetros de estradas, 52 pontes e 237 aquedutos, aumentando as necessidades de recuperação e reconstrução nas zonas afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/unicef-e-save-de-children-dao-13-me-para-espacos-didaticos-pos-cheias-em-mocambique/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792253]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China acusa Taiwan de &#8220;vender&#8221; ilha aos EUA após TSMC prometer mais investimento no país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-acusa-taiwan-de-vender-ilha-aos-eua-apos-tsmc-prometer-mais-investimento-no-pais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/china-acusa-taiwan-de-vender-ilha-aos-eua-apos-tsmc-prometer-mais-investimento-no-pais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:03:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/china-acusa-taiwan-de-vender-ilha-aos-eua-apos-tsmc-prometer-mais-investimento-no-pais/</guid>

					<description><![CDATA[Pequim, 22 jul (Lusa) -- O Governo chinês acusou hoje as autoridades Taiwan de "vender os interesses da ilha aos Estados Unidos", numa reação ao anúncio da fabricante de semicondutores TSMC de um investimento adicional em fábricas no estado norte-americano do Arizona.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pequim, 22 jul (Lusa) &#8212; O Governo chinês acusou hoje as autoridades Taiwan de &#8220;vender os interesses da ilha aos Estados Unidos&#8221;, numa reação ao anúncio da fabricante de semicondutores TSMC de um investimento adicional em fábricas no estado norte-americano do Arizona.</P><br />
<P>A porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado, Zhang Han, atribuiu o deteriorar da economia taiwanesa à &#8220;dependência dos Estados Unidos para alcançar a independência&#8221;, alegadamente promovida pelas autoridades da ilha, em declarações proferidas hoje numa conferência de imprensa.</P><br />
<P>Zhang acusou o Partido Democrático Progressista (PDP) de ter &#8220;esvaziado os alicerces da economia&#8221; ao sacrificar os interesses da indústria local, prejudicando o futuro industrial e os meios de subsistência da população.</P><br />
<P>A TSMC anunciou este mês um investimento adicional de 100 mil milhões de dólares (87,2 mil milhões de euros) para construir cinco fábricas de microchips no estado do Arizona, aumentando para 265 mil milhões de dólares (231,2 mil milhões de euros) o montante prometido de investimento no estado norte-americano.</P><br />
<P>Na semana passada, o presidente e diretor executivo da TSMC, Che-Chia Wei, afirmou perante investidores que a nova aposta se destina à construção de fábricas de chips avançados e unidades de embalamento de última geração, no âmbito da expansão da empresa nos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que este investimento contribuirá para reforçar o ecossistema de semicondutores norte-americano, fortalecer a cadeia de abastecimento e sustentar um número crescente de empregos de alta tecnologia e bem remunerados&#8221;, declarou o empresário.</P><br />
<P>O anúncio coincidiu com a divulgação de um salto de 77% nos lucros líquidos da empresa no segundo trimestre, que ultrapassaram os 22 mil milhões de dólares (19,2 mil milhões de euros) entre abril e junho.</P><br />
<P>A procura por chips de memória disparou nos últimos anos, alimentada pela expansão dos centros de dados de inteligência artificial (IA) e dos dispositivos inteligentes, com a TSMC a ser uma fornecedora fundamental para grupos como a Nvidia e a Apple. </P><br />
<P>Graças ao &#8216;boom&#8217; da IA, a empresa elevou também a previsão de crescimento anual das receitas para mais de 40% em 2026, apoiada na expansão das fábricas nos Estados Unidos, Japão e Taiwan.</P><br />
<P>Taiwan é governado autonomamente desde 1949, dispõe de Forças Armadas próprias e de um sistema político, económico e social distinto do da República Popular da China, sendo considerada uma das democracias mais avançadas da Ásia.</P><br />
<P>Pequim considera, porém, a ilha uma &#8220;parte inalienável&#8221; do seu território e intensificou nos últimos anos a campanha de pressão para concretizar a &#8220;reunificação nacional&#8221;, um dos principais objetivos de longo prazo do Presidente chinês, Xi Jinping, no âmbito do projeto de &#8220;rejuvenescimento&#8221; da nação chinesa.</P><br />
<P>Esta terça-feira, a Procuradoria de Taiwan acusou formalmente um antigo quadro da TSMC, a maior fabricante mundial de semicondutores avançados, de tentar transmitir segredos comerciais relacionados com &#8220;tecnologias-chave&#8221; para utilização na China, no primeiro caso deste tipo registado na ilha.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/china-acusa-taiwan-de-vender-ilha-aos-eua-apos-tsmc-prometer-mais-investimento-no-pais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792252]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Porto e Gaia passam a ter duas travessias fluviais regulares a partir de hoje</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/porto-e-gaia-passam-a-ter-duas-travessias-fluviais-regulares-a-partir-de-hoje/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/porto-e-gaia-passam-a-ter-duas-travessias-fluviais-regulares-a-partir-de-hoje/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792014</guid>

					<description><![CDATA[Entram em funcionamento esta quarta-feira, duas travessias fluviais regulares entre o Porto e Vila Nova de Gaia, numa aposta dos Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) para reforçar a mobilidade entre as duas margens do rio Douro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entram em funcionamento esta quarta-feira, duas travessias fluviais regulares entre o Porto e Vila Nova de Gaia, numa aposta dos Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) para reforçar a mobilidade entre as duas margens do rio Douro. O novo serviço disponibiliza duas rotas distintas, partidas de meia em meia hora, horários alargados ao longo da semana e integração na rede Andante, surgindo na sequência do projeto-piloto realizado em 2025, que transportou quase 26 mil passageiros.</p>
<p>Uma das ligações passa a unir o Cais do Ouro, no Porto, à Afurada, em Vila Nova de Gaia, enquanto a segunda estabelece uma ligação direta entre a Ribeira do Porto e o Cais de Gaia, aumentando as alternativas de transporte fluvial entre os dois concelhos.</p>
<p><strong>Serviço funciona todos os dias da semana</strong><br />
O novo serviço estará disponível diariamente, embora com horários distintos consoante o dia da semana. De segunda a quinta-feira, as primeiras embarcações iniciam as travessias às 07h30, prolongando a operação até às 20h00.</p>
<p>Às sextas-feiras, o horário será alargado até às 22h00, mantendo o início da operação às 07h30.</p>
<p>Durante o fim de semana, aos sábados, as primeiras partidas realizam-se às 09h30, prolongando-se igualmente até às 22h00. Já aos domingos, o serviço começa às 09h30 e termina às 20h00.</p>
<p>As embarcações efetuarão partidas com uma frequência de 30 minutos, permitindo uma ligação regular entre as duas margens do Douro ao longo do dia.</p>
<p><strong>Viagens integradas no Andante e bilhetes disponíveis a bordo</strong><br />
As duas travessias passam a integrar plenamente o sistema tarifário Andante, permitindo aos passageiros utilizar os títulos de transporte habituais da Área Metropolitana do Porto.</p>
<p>Para quem não disponha de um título Andante válido, será possível adquirir bilhetes diretamente a bordo. A viagem simples terá um custo de 3 euros, enquanto o bilhete de ida e volta custará 5 euros, sendo válido apenas durante o próprio dia.</p>
<p>O serviço será ainda gratuito para os residentes do Porto detentores do Cartão Porto e para os residentes de Vila Nova de Gaia que possuam o cartão Gaia Amiga.</p>
<p>Citado num comunicado dos TMP, o presidente da empresa, Nuno Neves de Sousa, considera que o arranque destas ligações representa &#8220;mais um passo na construção de uma rede de transportes públicos cada vez mais integrada, acessível e sustentável&#8221;.</p>
<p><strong>Projeto-piloto demonstrou procura pelo transporte fluvial</strong><br />
A decisão de avançar com um serviço regular surge após os resultados obtidos durante o projeto-piloto desenvolvido entre o final de junho e outubro de 2025, quando foi retomada a ligação entre o Cais do Ouro e a Afurada.</p>
<p>A iniciativa tinha como objetivo avaliar a viabilidade da travessia e medir a adesão do público a esta alternativa de transporte. Durante esse período, os passageiros podiam utilizar o Andante ou adquirir um bilhete a bordo por 2,25 euros.</p>
<p>Segundo dados oficiais dos Transportes Metropolitanos do Porto, divulgados em outubro de 2025, a travessia transportou 25.873 passageiros entre 1 de julho e 26 de outubro — embora a operação tivesse arrancado a 27 de junho — correspondendo a uma média diária de 212 utilizadores.</p>
<p><strong>Ligação recupera uma tradição interrompida em 2020</strong><br />
A ligação entre o Cais do Ouro e a Afurada não é inédita. O serviço era anteriormente assegurado pela embarcação Flor do Gás, tendo sido suspenso em 2020.</p>
<p>Dois anos depois, no verão de 2022, a travessia voltou temporariamente a funcionar em regime excecional durante as festividades de São Pedro e o festival Marés Vivas, voltando agora a integrar de forma permanente a oferta de transportes públicos da Área Metropolitana do Porto.</p>
<p><strong>Douro já teve outras ligações fluviais entre Porto e Gaia</strong><br />
Ao longo da última década foram implementadas outras soluções de mobilidade fluvial entre as duas cidades. Em 2016, entrou em funcionamento um serviço de táxi fluvial que ligava as ribeiras do Porto e de Gaia com partidas a cada 15 minutos.</p>
<p>A operação era assegurada por duas embarcações inspiradas nos tradicionais barcos rabelo, promovidas pela empresa The Fladgate Partnership. Cada travessia, com cerca de 230 metros, tinha uma duração aproximada de três minutos e um custo de 3 euros.</p>
<p>As duas embarcações, batizadas &#8220;Serra do Pilar&#8221; e &#8220;Casa do Infante&#8221;, possuíam 15 metros de comprimento e capacidade para 28 passageiros cada. Para permitir o funcionamento do serviço foram instalados cais de acostagem em ambas as margens do Douro, junto ao Clube Fluvial Portuense, em Gaia, e na zona da Praça da Ribeira, no Porto.</p>
<p>Com a entrada em funcionamento das duas novas travessias regulares esta quarta-feira, os Transportes Metropolitanos do Porto reforçam a aposta na mobilidade fluvial como complemento à rede de transportes públicos, procurando oferecer uma alternativa sustentável e integrada às ligações rodoviárias entre Porto e Vila Nova de Gaia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/porto-e-gaia-passam-a-ter-duas-travessias-fluviais-regulares-a-partir-de-hoje/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792014]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Doentes querem novos medicamentos para Alzheimer comparticipados para derrubar barreira no acesso</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/doentes-querem-novos-medicamentos-para-alzheimer-comparticipados-para-derrubar-barreira-no-acesso/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/doentes-querem-novos-medicamentos-para-alzheimer-comparticipados-para-derrubar-barreira-no-acesso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/doentes-querem-novos-medicamentos-para-alzheimer-comparticipados-para-derrubar-barreira-no-acesso/</guid>

					<description><![CDATA[A associação Alzheimer Portugal alertou hoje para a necessidade da comparticipação dos medicamentos inovadores já aprovados na Europa, uma "questão crítica" face ao seu elevado custo, que representa uma barreira para a generalidade dos doentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A associação Alzheimer Portugal alertou hoje para a necessidade da comparticipação dos medicamentos inovadores já aprovados na Europa, uma &#8220;questão crítica&#8221; face ao seu elevado custo, que representa uma barreira para a generalidade dos doentes.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar de soluções farmacológicas muito dispendiosas e que não estão ao acesso de todos, enquanto não forem devidamente comparticipadas e acessíveis&#8221; no Serviço Nacional de Saúde, salientou a presidente da associação doentes, que hoje promove uma conferência no parlamento para assinalar o Dia Mundial do Cérebro.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, Rosário Zincke adiantou que em causa estão medicamentos inovadores capazes de modificar o curso da doença, ou seja, de a retardar e com ganhos ao nível da capacidade cognitiva e da funcionalidade no dia-a-dia, e que podem ser administrados a determinados doentes em ambiente hospitalar e que exigem um acompanhamento posterior.</P><br />
<P>Uma vez que estes medicamentos já tiveram &#8220;luz verde&#8221; da Comissão Europeia, estão também aprovados em Portugal, sendo mesmo utilizados em alguns hospitais privados, com o custo total assumido pelo utente, referiu.</P><br />
<P>&#8220;Só uma minoria de pessoas é que pode aceder a estes medicamentos inovadores&#8221;, alertou Rosário Zincke, adiantando que a Alzheimer Portugal (AP) faz questão de estar envolvida nas negociações com vista à sua eventual comparticipação, tendo também em conta que recentemente foi alterada a legislação referente ao Infarmed, que pressupõe um maior envolvimento dos doentes e das suas associações nestes processos.</P><br />
<P>Segundo dados da AP, os doentes em Portugal enfrentam uma &#8220;espera média de 840 dias&#8221; para aceder às novas terapias para várias patologias que já estão autorizadas pela Comissão Europeia, mas cuja comparticipação ainda não foi aprovada a nível nacional.</P><br />
<P>A presidente da associação realçou ainda que, a par dos novos medicamentos para a Alzheimer, estão também disponíveis formas mais ágeis e menos invasivas de diagnóstico numa fase precoce, através de uma simples de análise ao sangue, mas que também não são comparticipadas pelo Estado.</P><br />
<P>&#8220;Há laboratórios que as fazem, mas, mais uma vez, não há qualquer tipo de comparticipação&#8221;, lamentou Rosário Zincke, ao salientar que, através dessas análises, &#8220;há possibilidade de uma pessoa, conhecendo o seu diagnóstico, tomar decisões sobre o seu presente e o seu futuro&#8221;.</P><br />
<P>A presidente da associação considerou ainda essencial que estes meios diagnósticos sejam generalizados ao nível dos cuidados de saúde primários, para que os médicos de família, estando atentos aos primeiros sinais, possam recorrer a estas análises, encaminhando, quando necessário, os utentes para consultas de especialidade para uma avaliação mais rigorosa.</P><br />
<P>Em paralelo a esta luta pelos medicamentos inovadores e pelos meios diagnóstico, é &#8220;necessário também atuar ao nível da prevenção&#8221;, realçou Rosário Zincke, adiantando que as estimativas apontam para que, atualmente, cerca de 238 mil pessoas tenham demência em Portugal, das quais 60% a 70% sofram de Alzheimer, números que devem aumentar significativamente nos próximos anos.</P><br />
<P> &#8220;As previsões para 2050 são muito assustadoras, porque vão corresponder a quase 4% da população. Aponta-se quase 370 mil pessoas com alguma forma de demência&#8221;, realçou a presidente da associação, para quem, se nada for feito, essa prevalência &#8220;vai ter um impacto devastador&#8221;.</P><br />
<P>Defendeu que o Plano Nacional de Saúde para as Demências que está em vigor deve integrar a inovação que tem surgido nos últimos anos nesta área.</P><br />
<P>Em 2018, quando foi definida a estratégia, &#8220;não tínhamos grande coisa para oferecer ao nível dos medicamentos. Pelo menos há duas décadas que não havia nada de verdadeiramente inovador na área das demências&#8221;, recordou Rosário Zincke, ao salientar que, atualmente, existe &#8220;muito mais informação e investigação&#8221; disponível.</P><br />
<P>&#8220;É uma questão de casar a inovação que já existe à prática clínica e o plano é que é responsável por conseguir isso&#8221;, alegou.</P><br />
<P>Com a conferência &#8220;Momento de Agir&#8221;, que decorre hoje na Assembleia da República, a associação pretende debater e criar um &#8220;consenso nacional para reconhecer a doença de Alzheimer e outras formas de demência como uma prioridade nacional de saúde pública&#8221;, valorizando a promoção do diagnóstico precoce e a garantia do acesso atempado à inovação terapêutica.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/doentes-querem-novos-medicamentos-para-alzheimer-comparticipados-para-derrubar-barreira-no-acesso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792251]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Cluster&#8217; de Saúde assistiu mais de 100 mil pessoas no norte de Moçambique</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cluster-de-saude-assistiu-mais-de-100-mil-pessoas-no-norte-de-mocambique/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cluster-de-saude-assistiu-mais-de-100-mil-pessoas-no-norte-de-mocambique/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/cluster-de-saude-assistiu-mais-de-100-mil-pessoas-no-norte-de-mocambique/</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 100 mil pessoas beneficiaram até junho de assistência médica em resposta ao conflito armado no norte do território moçambicano, avançou hoje o Cluster de Saúde de Moçambique, alertando que o défice de financiamento continua a condicionar o apoio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 mil pessoas beneficiaram até junho de assistência médica em resposta ao conflito armado no norte do território moçambicano, avançou hoje o Cluster de Saúde de Moçambique, alertando que o défice de financiamento continua a condicionar o apoio.</P><br />
<P>&#8220;No final de junho de 2026, os parceiros do &#8216;cluster&#8217; de saúde tinham alcançado mais de 100.179 pessoas através da resposta humanitária de saúde ao conflito no norte de Moçambique&#8221;, refere-se num boletim daquela organização, divulgado hoje.</P><br />
<P>O Cluster de Saúde de Moçambique, liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma plataforma humanitária que coordena organizações governamentais e não-governamentais para disponibilizar serviços de saúde essenciais. </P><br />
<P>Ainda de acordo com o documento, o número corresponde a cerca de 24% dos 409.968 beneficiários previstos no Plano de Resposta Humanitária (HRP) de 2026, que abrange 18 distritos das províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa, norte de Moçambique.</P><br />
<P>A plataforma humanitária indica que o país continua a enfrentar &#8220;uma complexa situação humanitária&#8221; impulsionada pelos impactos combinados dos choques climáticos e do conflito prolongado, com consequências significativas para a saúde e o bem-estar das populações vulneráveis.</P><br />
<P>Segundo o boletim, a insegurança em Cabo Delgado, rica em gás e alvo de ataques extremistas há oito anos, desde o primeiro ataque registado em 05 de outubro de 2017, continua a provocar deslocações populacionais e a exercer pressão adicional sobre sistemas de saúde já fragilizados, mantendo elevadas as necessidades humanitárias entre deslocados, retornados e comunidades de acolhimento.</P><br />
<P>Em resposta, o &#8216;cluster&#8217; avança que os parceiros humanitários têm mantido uma ação coordenada para assegurar a prestação de serviços essenciais de saúde, com intervenções centradas em clínicas móveis, vigilância epidemiológica, resposta a surtos, cuidados de saúde sexual e reprodutiva, apoio psicossocial e atividades de água, saneamento e higiene.</P><br />
<P>O relatório refere ainda que, durante junho, os parceiros reportaram resultados em apenas seis dos 15 indicadores previstos no HRP, sendo as consultas realizadas por clínicas móveis o indicador com melhor desempenho, alcançando 15.667 pessoas nas províncias de Cabo Delgado e Nampula.</P><br />
<P>Entre as organizações envolvidas na resposta, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) apoiou clínicas e brigadas móveis em vários distritos de Cabo Delgado, prestando 14.197 consultas de saúde e 405 consultas de saúde mental.</P><br />
<P>Entre os apoios incluem-se, por outras organizações, serviços de reabilitação física e apoio psicossocial a 415 pessoas em distritos afetados pelo conflito, enquanto a brigadas móveis e apoio à referenciação de doentes graves para o Hospital Provincial de Pemba.</P><br />
<P>Apesar dos resultados alcançados, o Cluster da Saúde alerta para limitações significativas de financiamento. O plano para o norte de Moçambique prevê necessidades na ordem dos 16 milhões de dólares (14 milhões de euros), tendo recebido aproximadamente três milhões de dólares (2,6 milhões de euros) até ao final de junho.</P><br />
<P>Segundo o boletim, &#8220;o baixo montante de fundos recebidos e a redução de algumas atividades devido às lacunas de financiamento refletem-se no baixo alcance da população-alvo&#8221;.</P><br />
<P>O relatório acrescenta que algumas novas fontes de financiamento estão a surgir, embora ainda não estejam refletidas nos mecanismos de acompanhamento financeiro da resposta humanitária, sublinhando que o setor da saúde deverá continuar entre os mais subfinanciados ao longo de 2026.</P><br />
<P>O Cluster da Saúde de Moçambique reconhece ainda que persistem desafios relacionados com o acesso humanitário, restrições financeiras, escassez de recursos críticos e a necessidade de reforçar os sistemas de monitorização, gestão de informação e reporte.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cluster-de-saude-assistiu-mais-de-100-mil-pessoas-no-norte-de-mocambique/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792250]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Revisão do Estatuto da Carreira Docente entra hoje em nova fase de negociações entre Governo e sindicatos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/revisao-do-estatuto-da-carreira-docente-entra-hoje-em-nova-fase-de-negociacoes-entre-governo-e-sindicatos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/revisao-do-estatuto-da-carreira-docente-entra-hoje-em-nova-fase-de-negociacoes-entre-governo-e-sindicatos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792006</guid>

					<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) reúne-se esta quarta-feira, às 11h00, com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), numa nova ronda negocial integrada no processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) reúne-se esta quarta-feira, às 11h00, com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), numa nova ronda negocial integrada no processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD). O encontro, que decorre nas instalações do ministério, dá continuidade ao calendário definido na reunião negocial realizada a 26 de junho e terá como principal ponto da ordem de trabalhos o modelo de recrutamento e colocação de professores.</p>
<p>A reunião será dedicada ao Tema 2 do protocolo negocial, incidindo sobre o sistema de recrutamento e colocação de docentes. A FENPROF recorda que já remeteu ao MECI, no passado dia 3 de julho, o parecer sobre esta matéria, acompanhado de propostas concretas de alteração ao articulado, dentro do prazo previamente estabelecido, esperando agora discutir essas sugestões com a tutela.</p>
<p>Além da revisão do modelo de concursos de professores, a sessão negocial deverá abordar propostas de alteração ao Decreto-Lei n.º 51/2024, diploma que criou medidas excecionais e temporárias para responder à falta de docentes através do Plano +Aulas +Sucesso. Em cima da mesa estarão igualmente alterações ao Decreto-Lei n.º 80-A/2023, que define os requisitos mínimos de formação científica exigidos aos titulares de cursos pós-Bolonha para exercerem funções docentes.</p>
<p>O Ministério da Educação deverá ainda apresentar à estrutura sindical os princípios orientadores da futura revisão do Regime de Autonomia, Administração e Gestão Escolar, bem como as linhas gerais para a criação do futuro Estatuto do Diretor, duas matérias que integram igualmente o processo de reforma em curso no setor da educação.</p>
<p><strong>FENPROF critica ausência de documentos antes da reunião</strong><br />
Apesar da extensa agenda prevista para esta quarta-feira, a FENPROF manifesta preocupação com a forma como o processo negocial tem decorrido. A federação sublinha que, até ao momento da reunião, não recebeu qualquer documento de trabalho relativo às matérias que serão discutidas, considerando que esta situação &#8220;consolida uma prática negocial muito pouco adequada a um processo negocial urgente&#8221;.</p>
<p>A organização sindical entende que a ausência prévia de documentação dificulta uma análise aprofundada das propostas e compromete a qualidade das negociações sobre temas considerados estruturantes para a carreira docente e para o funcionamento das escolas.</p>
<p>A delegação da FENPROF será constituída pela Comissão Negociadora, acompanhada por elementos do Secretariado Nacional da federação. No final da reunião, os secretários-gerais da estrutura sindical estarão disponíveis para prestar declarações aos jornalistas, momento em que deverão fazer um primeiro balanço da sessão negocial e das posições assumidas pelo Ministério da Educação relativamente às propostas em discussão.</p>
<p>O encontro desta quarta-feira representa mais um passo no processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente, uma negociação que abrange matérias consideradas centrais para o futuro da profissão docente, incluindo os concursos de colocação, os mecanismos de recrutamento, as medidas de combate à escassez de professores e alterações ao modelo de gestão das escolas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/revisao-do-estatuto-da-carreira-docente-entra-hoje-em-nova-fase-de-negociacoes-entre-governo-e-sindicatos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792006]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atenção pais: Hoje é o último dia para matrículas do 10.º e 12.º anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-pais-hoje-e-o-ultimo-dia-para-matriculas-do-10-o-e-12-o-anos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-pais-hoje-e-o-ultimo-dia-para-matriculas-do-10-o-e-12-o-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=744571</guid>

					<description><![CDATA[Termina esta quarta-feira o prazo para a realização das matrículas e renovações de matrícula dos alunos que vão frequentar o 10.º e o 12.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Termina esta quarta-feira o prazo para a realização das matrículas e renovações de matrícula dos alunos que vão frequentar o 10.º e o 12.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027. O período, que teve início a 15 de julho, encerra hoje, concluindo assim o calendário definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para o processo de matrículas deste ano letivo.</p>
<p>O calendário foi estabelecido através de despacho assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, abrangendo toda a escolaridade obrigatória, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário. O processo decorreu de forma faseada ao longo dos últimos meses, permitindo distribuir as matrículas por diferentes anos de escolaridade e facilitar a organização das escolas antes do arranque do próximo ano letivo.</p>
<p><strong>Calendário das matrículas ficou dividido por quatro fases</strong><br />
O processo arrancou entre 22 de abril e 1 de junho para a educação pré-escolar e para o 1.º ano do ensino básico. Seguiu-se o período entre 16 e 29 de junho, destinado aos alunos dos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos.</p>
<p>Posteriormente, entre 1 e 13 de julho, decorreu a fase reservada aos estudantes dos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos, ficando a última etapa, correspondente aos alunos dos 10.º e 12.º anos, calendarizada entre 15 e 22 de julho, terminando precisamente esta quarta-feira.</p>
<p>O despacho determina ainda que, caso o último dia do prazo coincidisse com um sábado, domingo ou feriado, a data-limite seria automaticamente transferida para o primeiro dia útil seguinte. No entanto, este ano o calendário termina numa quarta-feira, não sendo necessária qualquer alteração.</p>
<p><strong>Nem todas as famílias precisam de renovar a matrícula</strong><br />
Apesar de terminar hoje o prazo para os alunos do 10.º e 12.º anos, importa recordar que a renovação da matrícula continua, na maioria dos casos, a ser efetuada automaticamente pelo sistema, dispensando qualquer intervenção dos encarregados de educação.</p>
<p>Contudo, existem situações em que a formalização da matrícula continua a ser obrigatória. É o caso dos alunos que mudam de escola, transitam de ciclo de ensino, alteram o encarregado de educação ou efetuam mudanças nas opções curriculares. Nestas circunstâncias, o processo deve ser concluído dentro do prazo correspondente ao respetivo ano de escolaridade, sob pena de criar constrangimentos na organização do próximo ano letivo.</p>
<p><strong>Divulgação das listas segue calendário próprio</strong><br />
O despacho estabelece igualmente os prazos para a divulgação das listas de alunos inscritos e admitidos. No caso da educação pré-escolar e do 1.º ano do ensino básico, as listas de inscritos devem ser publicadas até 16 de junho.</p>
<p>Para os restantes anos de escolaridade, as escolas dispõem de um prazo até cinco dias úteis após o encerramento do respetivo período de matrículas para divulgar as listas de inscritos.</p>
<p>Já as listas definitivas de alunos admitidos deverão ser conhecidas até ao início de julho para a educação pré-escolar e o 1.º ano, enquanto, para os restantes níveis de ensino, a publicação deverá ocorrer até ao final de julho.</p>
<p><strong>Calendário aplica-se à rede pública e ao ensino financiado pelo Estado</strong><br />
O regime de matrículas definido pelo Ministério da Educação não abrange apenas os estabelecimentos da rede pública. O calendário aplica-se igualmente aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associação, bem como a outras instituições de ensino financiadas pelo Estado, incluindo as escolas profissionais.</p>
<p>Com o encerramento, esta quarta-feira, do prazo destinado aos alunos do 10.º e 12.º anos, fica concluído o processo de matrículas para o ano letivo 2026/2027, iniciando-se agora a fase de validação das inscrições e de preparação das listas definitivas pelas escolas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-pais-hoje-e-o-ultimo-dia-para-matriculas-do-10-o-e-12-o-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_744571]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Calor intensifica-se esta quarta-feira com máximas de até 36 ºC no interior e Algarve</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-intensifica-se-esta-quarta-feira-com-maximas-de-ate-36-oc-no-interior-e-algarve/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/calor-intensifica-se-esta-quarta-feira-com-maximas-de-ate-36-oc-no-interior-e-algarve/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791997</guid>

					<description><![CDATA[Portugal continental prepara-se para mais um dia de calor intenso esta quarta-feira, com uma subida generalizada das temperaturas máximas em várias regiões do interior e do Sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental prepara-se para mais um dia de calor intenso esta quarta-feira, com uma subida generalizada das temperaturas máximas em várias regiões do interior e do Sul do país. O estado do tempo continuará marcado por céu pouco nublado ou limpo, ambiente seco e vento predominantemente de oeste, num cenário que favorecerá o aquecimento do território, sobretudo longe da faixa costeira. Em muitas localidades do interior, os termómetros deverão subir entre dois e três graus face aos valores registados na terça-feira, tornando esta quarta-feira o dia mais quente da semana em termos de intensidade e abrangência geográfica.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, as temperaturas mais elevadas deverão concentrar-se no interior Norte, Centro e Alentejo, bem como no Sotavento Algarvio. As quatro capitais de distrito mais quentes serão Bragança e Évora, ambas com uma máxima prevista de 36 ºC, seguindo-se Castelo Branco e Beja, onde os termómetros deverão atingir os 35 ºC. Muito próximas destes valores estarão ainda Vila Real e Portalegre, com máximas de 34 ºC. No restante território, as previsões apontam para 32 ºC em Faro, 30 ºC em Lisboa e Coimbra, 31 ºC em Viseu e 24 ºC no Porto, onde a influência marítima continuará a limitar a subida da temperatura.</p>
<p>Entre esta quarta-feira e quinta-feira, o tempo manter-se-á estável em praticamente todo o continente, com predomínio de céu limpo ou pouco nublado. Ainda assim, prevê-se a formação de nebulosidade durante a manhã em grande parte da faixa costeira ocidental e, pontualmente, em algumas zonas do interior. Essa diferença entre litoral e interior continuará a refletir-se nas temperaturas, uma vez que a proximidade do oceano Atlântico favorecerá a persistência de nuvens baixas durante as primeiras horas do dia junto à costa, impedindo um aquecimento tão acentuado como o esperado nas regiões interiores.</p>
<p>A subida das temperaturas resulta da deslocação ligeira para noroeste de uma bolsa de ar frio, permitindo o reforço da crista subtropical sobre a Península Ibérica. Esta configuração atmosférica favorecerá a entrada de uma massa de ar quente e seco proveniente do Norte de África e do interior de Espanha, transportada de sul para norte e de leste para oeste, atingindo sobretudo o interior e a metade oriental de Portugal continental, incluindo o Sotavento Algarvio.</p>
<p>As previsões indicam que várias zonas do país poderão registar temperaturas máximas entre 35 ºC e 39 ºC, especialmente nos vales do Douro, Tua e Sabor, na Beira Baixa, no Alentejo e no Sotavento Algarvio. Paralelamente, os mapas de anomalia térmica apontam para valores acima da média para esta época do ano em praticamente todo o território continental, com desvios positivos entre 2 ºC e 4 ºC, podendo atingir cerca de 7 ºC em algumas áreas do interior Norte.</p>
<p>Além da circulação de ar quente, outros fatores meteorológicos e geográficos contribuirão para o aumento das temperaturas. O predomínio de céu limpo ou com muito pouca nebulosidade permitirá uma maior incidência da radiação solar durante o dia, enquanto o processo de subsidência associado às altas pressões favorecerá o aquecimento da massa de ar. Em zonas de vale, como os vales do Douro e do Guadiana, a própria configuração do relevo potenciará uma maior acumulação de calor ao longo do dia, permitindo que as localidades aí situadas atinjam temperaturas superiores às registadas nas áreas envolventes.</p>
<p>Apesar deste episódio de calor, a previsão aponta para que a situação seja de curta duração. O aquecimento deverá concentrar-se essencialmente entre esta quarta-feira e quinta-feira, mantendo-se o tempo seco e estável antes de uma alteração das condições atmosféricas prevista para os dias seguintes.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/calor-intensifica-se-esta-quarta-feira-com-maximas-de-ate-36-oc-no-interior-e-algarve/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791997]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump suaviza tom sobre alegada interferência chinesa antes de encontro diplomático</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-suaviza-tom-sobre-alegada-interferencia-chinesa-antes-de-encontro-diplomatico/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trump-suaviza-tom-sobre-alegada-interferencia-chinesa-antes-de-encontro-diplomatico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/trump-suaviza-tom-sobre-alegada-interferencia-chinesa-antes-de-encontro-diplomatico/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, suavizou hoje o tom sobre as alegadas interferências da China nas eleições presidenciais de 2020, antes do encontro entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, suavizou hoje o tom sobre as alegadas interferências da China nas eleições presidenciais de 2020, antes do encontro entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi.</P><br />
<P>&#8220;Vamos falar com eles sobre isso&#8221;, afirmou Trump aos jornalistas, referindo-se às acusações de interferência eleitoral dirigidas à China na semana passada.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano acrescentou, contudo, que os alegados acontecimentos &#8220;ocorreram há muito tempo&#8221; e admitiu que &#8220;a China pode ser um pouco diferente hoje do que era nessa altura&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eles fazem-nos coisas e nós fazemos-lhes coisas. Para ser honesto, também lhes fazemos coisas. Não é uma rua de sentido único, mas vamos falar sobre isso&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Segundo o jornal de Hong Kong South China Morning Post, que cita fontes familiarizadas com os preparativos, Rubio e Wang deverão reunir-se hoje, à margem dos encontros ministeriais da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), na capital filipina.</P><br />
<P>O encontro ocorre menos de uma semana depois de Trump ter acusado Pequim de protagonizar &#8220;o maior comprometimento de dados eleitorais da história&#8221;, alegando que a China obteve ilicitamente mais de 200 milhões de registos de eleitores norte-americanos.</P><br />
<P>A embaixada chinesa em Washington rejeitou as acusações, classificando-as como &#8220;calúnias completamente infundadas&#8221; e reiterando que Pequim segue o princípio da não ingerência nos assuntos internos de outros países.</P><br />
<P>&#8220;A China não tem interesse nem nunca interferiu nas eleições dos Estados Unidos&#8221;, afirmou o porta-voz da missão diplomática, Liu Chang, citado pelo jornal.</P><br />
<P>Questionado no domingo sobre se iria abordar o tema com Wang, Rubio recusou revelar a agenda do encontro, alegando tratar-se de &#8220;assuntos delicados&#8221;.</P><br />
<P>O secretário de Estado indicou que continua prevista para setembro uma visita do Presidente chinês, Xi Jinping, aos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Quando existem dois países grandes e poderosos como os Estados Unidos e a China, haverá sempre divergências e assuntos em que não concordamos. Mas cabe a países importantes como os nossos continuar a dialogar e a manter uma relação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>As relações entre Washington e Pequim continuam marcadas por disputas comerciais, restrições tecnológicas, controlos às exportações e medidas recíprocas contra empresas dos dois países.</P><br />
<P>Na segunda-feira, Trump assinou ainda uma ordem executiva para reduzir, a partir de janeiro de 2027, a dependência dos fornecedores militares norte-americanos de cadeias de abastecimento ligadas a &#8220;adversários estrangeiros&#8221;, numa medida destinada a reforçar o acesso dos Estados Unidos a minerais críticos utilizados na defesa.</P><br />
<P>Embora a ordem executiva não mencione explicitamente a China, o documento refere a necessidade de proteger as cadeias de abastecimento norte-americanas &#8220;numa era de renovada competição entre grandes potências&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trump-suaviza-tom-sobre-alegada-interferencia-chinesa-antes-de-encontro-diplomatico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792249]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chinesa Zhongji prepara maior entrada em bolsa da Ásia em 2026</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chinesa-zhongji-prepara-maior-entrada-em-bolsa-da-asia-em-2026/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/chinesa-zhongji-prepara-maior-entrada-em-bolsa-da-asia-em-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/chinesa-zhongji-prepara-maior-entrada-em-bolsa-da-asia-em-2026/</guid>

					<description><![CDATA[A fabricante chinesa de transcetores ópticos Zhongji Innolight vai realizar este mês a maior oferta pública inicial da Ásia em 2026, esperando arrecadar 63,3 mil milhões de dólares de Hong Kong (7,1 mil milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A fabricante chinesa de transcetores ópticos Zhongji Innolight vai realizar este mês a maior oferta pública inicial da Ásia em 2026, esperando arrecadar 63,3 mil milhões de dólares de Hong Kong (7,1 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Num comunicado enviado hoje à bolsa daquela região administrativa especial chinesa, a empresa indicou que prevê vender 54,5 milhões de ações por 1.010 dólares de Hong Kong (113 euros) cada. </P><br />
<P>A tecnológica reservou ainda uma opção para colocar 15% de ações adicionais, que poderá elevar a oferta para 62,7 milhões de ações e permitir atingir o montante máximo previsto.</P><br />
<P>A estreia em bolsa está marcada para 30 de julho, apenas três dias depois da prevista entrada em bolsa, em Xangai, da fabricante chinesa de chips de memória ChangXin Memory Technologies (CXMT), cuja operação poderá angariar até 9,8 mil milhões de dólares (8,6 mil milhões de euros), tornando-se a segunda maior oferta pública inicial (IPO) da história da China continental e a maior da Ásia desde 2022.</P><br />
<P>Segundo a imprensa local, a operação da Zhongji será a maior realizada em Hong Kong desde a entrada em bolsa da gigante chinesa do comércio eletrónico Alibaba, que captou 12,9 mil milhões de dólares (11,3 mil milhões de euros) em 2019.</P><br />
<P>O jornal South China Morning Post refere que quase metade das ações colocadas à venda já foi reservada por investidores institucionais, entre os quais a BlackRock, a Temasek e o fundo canadiano de pensões CPPIB.</P><br />
<P>A Zhongji já está cotada na Bolsa de Shenzhen desde 2012, onde as suas ações valorizaram cerca de 497% nos últimos 12 meses. O preço definido para a oferta em Hong Kong representa um desconto de 23% face à cotação em Shenzhen.</P><br />
<P>Com uma capitalização bolsista de cerca de 186 mil milhões de dólares (163 mil milhões de euros), a empresa fabrica transcetores óticos, componentes essenciais para centros de dados de inteligência artificial (IA), sendo fornecedora de grupos tecnológicos como a Nvidia, a Alphabet (Google) e a Meta.</P><br />
<P>Fundada em 1987 e sediada em Longkou, na província oriental de Shandong, a Zhongji é um dos três maiores fabricantes chineses destes equipamentos, juntamente com a Eoptolink e a TFC Communication, que também deverão avançar com ofertas secundárias em Hong Kong.</P><br />
<P>O forte crescimento da procura ligada à IA permitiu à empresa aumentar o lucro líquido em 262% no primeiro trimestre, para o equivalente a 842 milhões de dólares (738 milhões de euros), enquanto as receitas cresceram 192% em termos homólogos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/chinesa-zhongji-prepara-maior-entrada-em-bolsa-da-asia-em-2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792247]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seguro abre fórum económico no segundo dia de visita a Cabo Verde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-abre-forum-economico-no-segundo-dia-de-visita-a-cabo-verde/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-abre-forum-economico-no-segundo-dia-de-visita-a-cabo-verde/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/seguro-abre-forum-economico-no-segundo-dia-de-visita-a-cabo-verde/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, participa hoje, na cidade da Praia, na abertura do fórum económico Cabo Verde -- Portugal para identificar novas oportunidades de negócio entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, participa hoje, na cidade da Praia, na abertura do fórum económico Cabo Verde &#8212; Portugal para identificar novas oportunidades de negócio entre os dois países.</P><br />
<P>O evento está marcado para as 10:00 (12:00 em Lisboa) na sede do banco central, na cidade da Praia.</P><br />
<P>António José Seguro anunciou na terça-feira que o Governo português está a preparar uma linha de crédito de 100 milhões de euros para ajudar empresas a apostar no arquipélago.</P><br />
<P>Cabo Verde tem vários investimentos à vista.</P><br />
<P>O país assinou com a União Europeia (UE), em 2024, um pacote financeiro que já ascende a 378 milhões de euros para apoiar a economia azul, modernização digital e transição energética.</P><br />
<P>Vários projetos têm concursos a decorrer, com empresas portuguesas envolvidas.</P><br />
<P>São investimentos relacionados, por exemplo, com a modernização de infraestruturas de telecomunicações, portos e a construção de uma central hídrica que servirá de armazenamento intermédio para energias renováveis na ilha de Santiago.</P><br />
<P>Para já, o comércio tem sido uma área privilegiada: Portugal reforçou a posição de principal país de origem das importações de mercadorias de Cabo Verde no primeiro trimestre de 2026, com 114,2 milhões de euros, quase metade do total importado.</P><br />
<P>Os setores do turismo e atividade imobiliária turística concentram 90% do investimento estrangeiro no arquipélago, com cerca de metade desse montante na ilha de Santiago, seguindo-se as ilhas do Sal, São Vicente e Boa Vista.</P><br />
<P>Portugal foi o maior país de origem de investimento identificado no primeiro trimestre deste ano, com 11,8 milhões de euros, cerca de 34% do total.</P><br />
<P>O fórum económico de hoje é organizado pelo Governo de Cabo Verde, através da Agência Cabo-verdiana de Investimentos e Exportação (CVTI), em parceria com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).</P><br />
<P>A agenda de António José Seguro desta quarta-feira inclui uma sessão solene na Assembleia Nacional, um encontro no Palácio do Governo com Francisco Carvalho, novo primeiro-ministro de Cabo Verde, empossado há cerca de um mês, e uma passagem pelos paços do concelho da cidade da Praia, onde Seguro receberá as chaves da cidade.</P><br />
<P>A cooperação bilateral no domínio da segurança marítima vai ser o tema do almoço a bordo do navio Bartolomeu Dias da Marinha Portuguesa, atracado no porto da Praia.</P><br />
<P>Durante a tarde, haverá uma visita ao Museu da Resistência, no Tarrafal, e uma visita à Cidade Velha, berço da nação cabo-verdiana.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-abre-forum-economico-no-segundo-dia-de-visita-a-cabo-verde/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792246]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos aumenta para 5.346</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-numero-de-mortos-aumenta-para-5-346/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-numero-de-mortos-aumenta-para-5-346/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-numero-de-mortos-aumenta-para-5-346/</guid>

					<description><![CDATA[O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu o Venezuela há quase um mês subiu para 5.346, segundo o último balanço oficial divulgado esta terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu o Venezuela há quase um mês subiu para 5.346, segundo o último balanço oficial divulgado esta terça-feira.</P><br />
<P>Dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo da capital Caracas.</P><br />
<P>De acordo com o relatório diário publicado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, 5.346 pessoas perderam a vida na catástrofe, contra 5.278 registadas no dia anterior. O número de feridos mantém-se em 16.740.</P><br />
<P>Em La Guaira, equipas de socorro e voluntários continuam a procurar corpos sob os escombros dos edifícios colapsados. Pelo menos 23.122 pessoas desalojadas vivem em campamentos improvisados em estádios, praças ou passeios, muitas vezes sem acesso a água potável ou saneamento.</P><br />
<P>A presidente interina, Delcy Rodríguez, atribuiu na segunda-feira apartamentos num complexo de habitação social em Caracas a cerca de 200 famílias que perderam o lar, prometendo entregar 4.000 casas ainda este ano.</P><br />
<P>Segundo os números oficiais, mais de 850 edifícios foram danificados e 190 ruíram totalmente. As autoridades não avançaram dados sobre desaparecidos, mas a ONU estimou, dois dias após o desastre, que poderiam chegar a 50.000, embora outras projeções apontem para cerca de 10.000.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-numero-de-mortos-aumenta-para-5-346/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792245]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Casa da Arquitetura, José Tolentino Mendonça e José Luís Peixoto na FLIP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/casa-da-arquitetura-jose-tolentino-mendonca-e-jose-luis-peixoto-na-flip/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/casa-da-arquitetura-jose-tolentino-mendonca-e-jose-luis-peixoto-na-flip/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/casa-da-arquitetura-jose-tolentino-mendonca-e-jose-luis-peixoto-na-flip/</guid>

					<description><![CDATA[Autores como José Tolentino Mendonça e Ana Paula Tavares, "Viagens Literárias" propostas por José Luís Peixoto e Mar Becker, e a programação da Casa da Arquitetura marcam a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Brasil, que começa hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Autores como José Tolentino Mendonça e Ana Paula Tavares, &#8220;Viagens Literárias&#8221; propostas por José Luís Peixoto e Mar Becker, e a programação da Casa da Arquitetura marcam a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Brasil, que começa hoje.</P><br />
<P>A FLIP decorre este ano até dia 26, com um programa que homenageia a poetisa brasileira Orides Fontela (1940-1998), vencedora do Prémio Jabuti (1983), reunindo ainda autores como José Tolentino Mendonça, Djaimilia Pereira de Almeida e Ana Paula Tavares, Andrea del Fuego, Cármen Lúcia, Cláudia Lucas Chéu, Conceição Evaristo, Marília Garcia e Milton Hatoum, Andrei Kurkov, Kamel Daoud, Maria Reva e Zadie Smith.</P><br />
<P>A &#8220;Casa de Portugal: Viagens Literárias&#8221;, com curadoria de José Luís Peixoto e Mar Becker, vai propor 15 mesas com autores portugueses, brasileiros, angolanos e guineenses, num percurso por &#8220;diferentes paisagens da literatura em língua portuguesa&#8221;, mobilizando escritores como Ondjaki, Tatiana Salem Levy, Florbela Paraíba, Ana Suy, Mariana Salomão Carrara, João Gabriel Lima, Elisseu Banori e Fernando Pinto do Amaral, entre muitos outros. </P><br />
<P>Os escritores Valter Hugo Mãe e Ignácio de Loyola Brandão e o arquiteto Solano Benítez participam, por seu lado, na estreia da Casa da Arquitetura com programação própria na FLIP+, a par de mais de meia centena de convidados portugueses e brasileiros que estarão presentes em 16 mesas de debate, lançamentos editoriais e encontros dedicados à literatura, arquitetura, património, território, ambiente e alterações climáticas, segundo a programação divulgada pela Casa da Arquitetura &#8212; Centro Português de Arquitetura, responsável pela curadoria.</P><br />
<P>A iniciativa resulta de uma parceria entre a Casa da Arquitetura e o festival literário, no âmbito do programa FLIP+, que tem por objetivo ampliar abordagens e &#8220;articular novas vozes, linguagens e canais de diálogo&#8221;, a par da programação geral de raiz literária do festival.</P><br />
<P>No âmbito desta parceria com a Casa da Arquitetura, a programação abre com &#8220;Quando o século&#8221;, encontro entre o escritor português Valter Hugo Mãe e a romancista brasileira Carla Madeira, dedicado ao tempo presente, à memória, à fragilidade humana e ao papel da literatura perante desafios do século XXI.</P><br />
<P>Valter Hugo Mãe regressará ao programa no último dia para conversar com o escritor brasileiro Ignácio de Loyola Brandão sobre memória coletiva, transformações sociais e a capacidade de a literatura imaginar futuros possíveis.</P><br />
<P>A arquitetura e o território ocupam um lugar central nesta FLIP+, com criadores como o arquiteto paraguaio Solano Benítez, Leão de Ouro da Bienal de Veneza, a arquiteta portuguesa Inês Lobo e o crítico de arquitetura Fernando Serapião; com Paula Mascarenhas, Renato Ogawa e o secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, no debate sobre estratégias urbanas para as alterações climáticas; e com o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, e o diretor-executivo da Casa da Arquitetura, arquiteto Nuno Sampaio, entre outros, num debate sobre a arquitetura como fator de desenvolvimento.</P><br />
<P>Entre os participantes neste programa foram também anunciados a ministra portuguesa do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, e o ministro brasileiro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco.</P><br />
<P>A dimensão editorial da Casa da Arquitetura estará representada com o lançamento de três publicações: &#8220;Lucio Costa Arquivo&#8221;, a partir do espólio do urbanista brasileiro depositado na instituição portuguesa; uma nova edição de &#8220;Raízes do futuro: Lucio Costa e a tradição moderna&#8221;; e &#8220;Construir o aberto. Arquitectura e verso&#8221;, que reúne poesia, arquitetura e fotografia.</P><br />
<P>&#8220;O futuro como biblioteca: palavras, utopias e distopias&#8221;, conversa proposta pelo Pelouro da Cultura da Câmara do Porto, moderada pelo vereador Jorge Sobrado, reunirá Eliana Alves Cruz, Rui Couceiro e Vivien Mercier Suarez.</P><br />
<P></P><br />
<P>AG/MAG // MAG</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/casa-da-arquitetura-jose-tolentino-mendonca-e-jose-luis-peixoto-na-flip/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792243]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ligação fluvial entre o Porto e Vila Nova de Gaia retomada hoje às 17:30</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ligacao-fluvial-entre-o-porto-e-vila-nova-de-gaia-retomada-hoje-as-1730/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ligacao-fluvial-entre-o-porto-e-vila-nova-de-gaia-retomada-hoje-as-1730/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ligacao-fluvial-entre-o-porto-e-vila-nova-de-gaia-retomada-hoje-as-1730/</guid>

					<description><![CDATA[A ligação fluvial entre o Porto e Gaia vai ser retomada hoje ao público a partir das 17:30, e fará os serviços Cais do Ouro - Afurada e Ribeira - Cais de Gaia, segundo a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ligação fluvial entre o Porto e Gaia vai ser retomada hoje ao público a partir das 17:30, e fará os serviços Cais do Ouro &#8211; Afurada e Ribeira &#8211; Cais de Gaia, segundo a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP).</P><br />
<P>De acordo com informação da TMP enviada às redações, para hoje está marcada uma cerimónia de inauguração da retoma do serviço, contando com a presença dos presidentes da Câmara do Porto, Pedro Duarte, e de Gaia, Luís Filipe Menezes, ambos eleitos por coligações PSD/CDS-PP/IL.</P><br />
<P>Após a cerimónia, que decorrerá pelas 14:30 na Afurada, em Gaia, a operação para o público arranca pelas 17:30 e, na quinta-feira, entram em vigor os horários normais, com uma frequência de 30 minutos.</P><br />
<P>Os horários para as travessias Cais do Ouro &#8211; Afurada e Ribeira &#8211; Cais de Gaia são, de segunda a quinta-feira, das 07:30 às 20:00, na sexta-feira das 07:30 às 22:00, no sábado das 09:30 às 22:00 e no domingo das 09:30 às 20:00.</P><br />
<P>O anúncio da retoma da travessia foi feito no dia 15 pela TMP, e as travessias estão integradas no sistema Andante, mas podem ser adquiridos bilhetes a bordo, com custo de três euros para viagem simples ou cinco euros para ida e volta (válido apenas no mesmo dia).</P><br />
<P>Serão gratuitas para residentes do Porto com o respetivo cartão municipal Porto. e para os gaienses portadores do cartão Gaia Amiga.</P><br />
<P>Citado no comunicado de dia 15, o presidente da TMP, Nuno Neves de Sousa, afirma que estas travessias são &#8220;mais um passo na construção de uma rede de transportes públicos cada vez mais integrada, acessível e sustentável&#8221;.</P><br />
<P> No ano passado, entre o final de junho e outubro, a ligação entre o Cais do Ouro e a Afurada foi retomada no âmbito de um projeto-piloto da TMP, que teve como objetivo testar a sua viabilidade e avaliar o interesse do público por esta nova opção de transporte entre Porto e Gaia.</P><br />
<P> Durante o projeto-piloto, os passageiros podiam utilizar o Andante, mas também comprar um título a bordo com o custo de 2,25 euros.</P><br />
<P> Segundo dados oficiais da TMP facultados à Lusa em outubro, que contabilizam o período desde 01 de julho a 26 de outubro de 2025 (embora a travessia tenha começado no dia 27 de junho), no total foram transportados 25.873 passageiros, estando em causa uma média de 212 passageiros por dia.</P><br />
<P> A travessia original entre o Cais do Ouro e a Afurada, efetuada pela embarcação Flor do Gás, foi suspensa em 2020, mas foi retomada no verão de 2022, em regime excecional, durante as festas de São Pedro e o Festival Marés Vivas.</P><br />
<P> Já em 2016, foi iniciado um serviço de táxis fluvial a ligar as ribeiras de Gaia e Porto a cada 15 minutos, assegurada por duas Rabelas (embarcações inspiradas no desenho do tradicional barco Rabelo) e promovido pela empresa The Fladgate Parnership.</P><br />
<P> O serviço funcionava numa lógica de ida e volta, com cada viagem de 230 metros a demorar três minutos e a ter o custo de três euros. Cada Rabela tinha 15 metros de comprimento e capacidade para 28 passageiros.</P><br />
<P> O arranque deste serviço implicou então a montagem de um cais de acostagem com cerca de 12 metros em cada uma das margens do Douro &#8211; em frente ao Clube Fluvial Portuense, do lado de Gaia, e frente à Praça da Ribeira, no topo montante do Cais da Estiva, do lado do Porto &#8211; tendo as duas Rabelas sido batizadas &#8220;Serra do Pilar&#8221; e &#8220;Casa do Infante&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ligacao-fluvial-entre-o-porto-e-vila-nova-de-gaia-retomada-hoje-as-1730/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792244]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Autorizar Teerão a controlar o estreito de Ormuz criaria &#8220;precedente perigoso&#8221; &#8211; Rubio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-autorizar-teerao-a-controlar-o-estreito-de-ormuz-criaria-precedente-perigoso-rubio/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-autorizar-teerao-a-controlar-o-estreito-de-ormuz-criaria-precedente-perigoso-rubio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-autorizar-teerao-a-controlar-o-estreito-de-ormuz-criaria-precedente-perigoso-rubio/</guid>

					<description><![CDATA[O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertou hoje que permitir ao Irão controlar o estreito de Ormuz criaria um "precedente perigoso" com consequências para além do Médio Oriente, onde Teerão e Washington retomaram as hostilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertou hoje que permitir ao Irão controlar o estreito de Ormuz criaria um &#8220;precedente perigoso&#8221; com consequências para além do Médio Oriente, onde Teerão e Washington retomaram as hostilidades.</P><br />
<P>&#8220;Se criarmos um precedente no Médio Oriente em que um Estado pode decidir controlar uma via marítima internacional, cobrar uma taxa e afundar navios se não se pagar, estaremos a abrir caminho a que isso se repita noutras partes do mundo, incluindo nesta região&#8221;, afirmou Rubio numa reunião com a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) em Manila.</P><br />
<P>O responsável sublinhou que o Irão reivindica um direito &#8220;sem qualquer base jurídica existente&#8221; ao controlar o tráfego no estreito de Ormuz. </P><br />
<P>&#8220;Há um princípio fundamental de liberdade de navegação que está ameaçado. A economia mundial está em risco, tal como as regras que regem o comércio internacional há 150 anos, e não podemos deixar que isso aconteça&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O exército norte-americano lançou esta madrugada o 11.º ataque noturno contra o Irão, numa nova vaga de bombardeamentos que se soma à escalada de violência no Médio Oriente e que tem ofuscado os esforços diplomáticos do Paquistão para salvar o acordo de cessar-fogo interino, entretanto violado.</P><br />
<P>Teerão voltou a bloquear o estreito de Ormuz e Washington retomou o bloqueio de portos iranianos, num confronto que ameaça alargar-se ao mar Vermelho e agravar ainda mais a economia global.</P><br />
<P> A escalada fez subir os preços da energia, com o petróleo Brent a ultrapassar os 91 dólares (83 euros) por barril e a gasolina nos EUA atingiu em média quatro dólares (3,6 euros) por galão.</P><br />
<P>O secretário de Estado garantiu que os EUA permanecem &#8220;abertos a negociações construtivas&#8221;, mas lamentou que as autoridades iranianas &#8220;não levem as conversações a sério&#8221;. &#8220;Se forem sérios, nós também seremos. Se não forem, faremos o necessário para proteger os nossos interesses e os dos nossos aliados&#8221;, disse.</P><br />
<P>Rubio participa na reunião ministerial da ASEAN e tem previstos encontros paralelos com países do Quad (Índia, Japão, Austrália) e, mais tarde, com o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi.</P><br />
<P>As declarações de Rubio surgem num contexto em que a região Ásia-Pacífico enfrenta também os agressivos movimentos da China no mar do Sul da China, outra rota crucial para o comércio mundial.</P><br />
<P> As Filipinas, que este ano assumem a presidência rotativa da ASEAN, foram um dos países mais atingidos pela crise energética e em março decretaram estado de &#8220;emergência energética&#8221; por um ano, para facilitar acordos de compra, incluindo pactos com a Rússia.</P><br />
<P>Na declaração final da reunião ministerial, a ASEAN renovou o apelo &#8220;a todas as partes envolvidas&#8221; para que exerçam moderação e evitem &#8220;qualquer ato que possa agravar ainda mais a situação&#8221;, reafirmando a necessidade de manter a segurança marítima e as rotas comerciais abertas.</P><br />
<P>&#8220;Expressamos a nossa profunda preocupação com qualquer medida discriminatória ou unilateral que possa impedir ou obstruir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz&#8221;, sublinhou o texto aprovado pelos ministros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-autorizar-teerao-a-controlar-o-estreito-de-ormuz-criaria-precedente-perigoso-rubio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792242]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Centros de fraude &#8216;online&#8217; são ameaça à segurança nacional timorense &#8211; ONG</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/centros-de-fraude-online-sao-ameaca-a-seguranca-nacional-timorense-ong/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/centros-de-fraude-online-sao-ameaca-a-seguranca-nacional-timorense-ong/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 03:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/centros-de-fraude-online-sao-ameaca-a-seguranca-nacional-timorense-ong/</guid>

					<description><![CDATA[O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, sigla em inglês) advertiu hoje que os centros de fraude 'online' em Timor-Leste são uma ameaça à segurança nacional e pediu uma resposta política clara e firme do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, sigla em inglês) advertiu hoje que os centros de fraude &#8216;online&#8217; em Timor-Leste são uma ameaça à segurança nacional e pediu uma resposta política clara e firme do Governo.</P><br />
<P>&#8220;A JSMP considera que esta situação não constitui apenas um problema de criminalidade comum, mas representa uma séria ameaça à segurança nacional, à soberania do Estado, à reputação internacional de Timor-Leste e à estabilidade social e económica do país&#8221;, advertiu a organização não-governamental em comunicado à imprensa.</P><br />
<P>As autoridades policiais de Timor-Leste detiveram nas últimas semanas mais de 400 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, sobretudo relacionadas com jogo ilegal e fraude.</P><br />
<P>A maioria dos detidos foi sujeita à medida de coação de apresentação periódica às autoridades e ao pagamento de uma multa.</P><br />
<P>O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) divulgou terça-feira um relatório no qual salienta que os recentes desenvolvimentos em Timor-Leste mostram a deslocação dos centros de burla do Sudeste Asiático.</P><br />
<P>O dólar como moeda nacional, a porosidade das fronteiras e a limitada capacidade das autoridades em matéria de inteligência financeira criam, segundo a UNODC, &#8220;condições muito semelhantes às vulnerabilidades inicialmente exploradas no Camboja e no Myanmar, tornando a evolução de Timor-Leste um sério motivo de preocupação para a prevenção do crime organizado na região&#8221;.</P><br />
<P>Para a JSMP, o fenómeno das atividades ilegais &#8216;online&#8217; e do crime organizado transnacional &#8220;deve ser considerado um alerta nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se o Estado não responder com rapidez e firmeza, Timor-Leste corre um risco real de se tornar num refúgio ou uma plataforma operacional para redes criminosas internacionais&#8221;, afirmou a diretora-executiva da JSMP, Ana Paula Marçal.</P><br />
<P>O JSMP salienta também que a situação pode afetar &#8220;negativamente a imagem e a credibilidade de Timor-Leste&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, o programa apela ao Conselho de Ministros de Timor-Leste para declarar publicamente que o combate aos centros de fraude &#8216;online&#8217; e ao crime transnacional são uma &#8220;prioridade nacional&#8221; e que aprove uma estratégica integrada para prevenir, investigar e desmantelar as redes criminosas.</P><br />
<P>A JSMP recomenda também que seja reforçada a capacidade de investigação criminal, incluindo os mecanismos de controlo dos Serviços de Migração e da monitorização de atividades empresariais suspeitas.</P><br />
<P>&#8220;O silêncio ou uma resposta limitada poderá criar a perceção de que Timor-Leste é vulnerável à infiltração de redes criminosas internacionais&#8221;, afirmou o JSMP, que pede também à comunidade internacional para aumentar o apoio técnico ao país.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/centros-de-fraude-online-sao-ameaca-a-seguranca-nacional-timorense-ong/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792241]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
