PJ detém criminoso britânico com alerta internacional por violência sexual sobre mulheres: é suspeito de ter violado turista em Lisboa

Turista foi abordada pelo suspeito num local de atração turística: após um jantar, seguiram para bares em Lisboa e Cascais. “De acordo com a investigação realizada pela PJ, existem fortes indícios de que o suspeito tenha adulterado as bebidas, adicionando-lhe substâncias tóxicas que impossibilitaram a mulher de resistir às suas investidas sexuais”, apontou a PJ, em comunicado

Francisco Laranjeira
Abril 2, 2025
12:27

A Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem de 39 anos por suspeitas dos crime de violação, abuso de cartão bancário, devassa da vida privada e gravações e fotografias ilícitas sobre uma turista de 26 anos, em Cascais: o detido terá sido alvo de um alerta da Interpol por crimes no Reino Unido e acredita-se que possa ter feito mais vítimas em Portugal.

A turista foi abordada pelo suspeito num local de atração turística: após um jantar, seguiram para bares em Lisboa e Cascais. “De acordo com a investigação realizada pela PJ, existem fortes indícios de que o suspeito tenha adulterado as bebidas, adicionando-lhe substâncias tóxicas que impossibilitaram a mulher de resistir às suas investidas sexuais”, apontou a PJ, em comunicado.



“A vítima acabou por perder a consciência, percebendo, posteriormente, que havia sido constrangida a relações sexuais, não consentidas, e que o suspeito utilizara o seu cartão bancário, sem o seu conhecimento ou autorização, para realizar vários pagamentos naquela madrugada”, indicou.

De acordo com a Polícia Judiciária, o homem tem antecedentes criminais por crimes de furto e contra a liberdade e autodeterminação sexual de várias mulheres: cumpriu uma pena de nove anos de prisão no Reino Unido pelo crime de violação. “Tem, de resto, um alerta INTERPOL na qualidade de ‘sex ofender for life under UK law’, com elevado risco de violência sexual contra mulheres”, reforçou o comunicado da força policial, destacando que o suspeito “será apresentado a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Cascais para aplicação de medidas de coação”.

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