As farmacêuticas Pfizer e Moderna estão envolvidos em atividades biológicas militares dos EUA na Ucrânia, segundo anunciou esta quarta-feira Igor Kirillov, chefe das Tropas de Proteção contra Radiação Química e Biológica das Forças Armadas Russas, denunciou a agência de notícias russa ‘Tass’.
Segundo o responsável militar russo, os líderes do Partido Democrata dos Estados Unidos são os ideólogos das atividades biológico-militar americanas na Ucrânia, que criaram uma base legislativa para o financiamento da pesquisa, tendo atraído fundos de organizações não governamentais controladas por eles. “Grandes empresas farmacêuticas estão envolvidas neste esquema, incluindo a Pfizer, Moderna, Merck, bem como Gilead, que é afiliada do departamento militar dos EUA”, denunciou Kirillov, que garantiu que os especialistas americanos estão a trabalhar para testar novos medicamentos contornando as normas internacionais de segurança.
“Juntamente com empresas farmacêuticas americanas e do Pentágono, as estruturas estatais ucranianas estão envolvidas em atividades biológicas militares, cujas principais tarefas são ocultar atividades ilegais, conduzir ensaios clínicos e de campo e fornecer o biomaterial necessário”, disse Kirillov.
A Alemanha e Polónia são outros dois países que estão a implementar os seus projetos biológicos militares em território ucraniano- “Deve-se notar que não são apenas os Estados Unidos, mas também vários alguns dos seus aliados da NATO. A liderança alemã decidiu começar a implementar um programa nacional de biossegurança independente de Washington em 2013. De acordo com Kirillov, o Instituto de Microbiologia das Forças Armadas Alemãs, o Instituto Robert Koch, o Instituto Leffler e o Instituto B. Nokht de Medicina Tropical estão a participar no programa alemão.
Kirillov também apontou que a Ucrânia é um campo de testes para o Ocidente desenvolver componentes de armas biológicas e testar novas amostras de produtos farmacêuticos.














