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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Fundação Galp e Cruz Vermelha destinam 1 milhão de euros para apoiar vítimas de tempestades em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:37:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Fundação Galp e a Cruz Vermelha Portuguesa avançaram com uma iniciativa de um milhão de euros destinada a apoiar as populações afetadas pelas tempestades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Galp e a Cruz Vermelha Portuguesa avançaram com o Programa Galp | Resiliência Comunitária 2026, uma iniciativa de um milhão de euros destinada a apoiar as populações afetadas pelas recentes tempestades e inundações em Portugal, combinando resposta de emergência, recuperação social e preparação para futuros eventos extremos.</p>
<p>O programa, já em implementação no terreno pela Cruz Vermelha, pretende atuar em três frentes: resposta imediata às situações de crise, apoio à recuperação económica e social e reforço da capacidade das comunidades para lidar com novos episódios climáticos extremos.</p>
<p>Na fase inicial, já em curso, foi garantido apoio habitacional de emergência a famílias afetadas. Na Marinha Grande, foram instalados 11 módulos habitacionais e dois módulos sanitários autónomos, permitindo acolher nove agregados familiares, num total de 36 pessoas, cujas casas ficaram inutilizadas. A solução evitou respostas temporárias mais precárias e assegurou condições básicas de dignidade, segurança e privacidade.</p>
<p>“Este programa traduz a nossa visão de responsabilidade: responder com rapidez às emergências, mas também contribuir para soluções estruturais que façam a diferença no longo prazo”, afirmou João Marques da Silva, CEO da Galp. “Estamos a apoiar as comunidades não só na superação imediata desta crise, mas também na sua preparação para o futuro.”</p>
<p>A segunda fase do programa centra-se na recuperação económica e social. Está previsto apoio financeiro direto a 72 famílias durante 12 meses, micro-subvenções para 38 pequenos negócios — sobretudo em Alcácer do Sal — e acompanhamento social e psicológico a cerca de 80 famílias, envolvendo aproximadamente 300 pessoas. Será ainda disponibilizado um contentor móvel multifuncional para apoio social, psicológico, médico e de coordenação local.</p>
<p>Também a Cruz Vermelha destaca a importância desta resposta integrada. “Perante uma emergência, estamos onde é mais necessário: ao lado das pessoas”, referiu António Saraiva, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa. “Esta parceria permite reforçar a resposta no terreno e preparar melhor as comunidades para o futuro, sempre com a dignidade humana no centro da ação.”</p>
<p>O programa inclui ainda uma componente de prevenção e preparação, com a criação de micro-hubs comunitários móveis com energia, iluminação e comunicações, reboques de apoio a evacuações, unidades móveis de comunicações por satélite e ações de formação em primeiros socorros e primeiros socorros psicológicos, dirigidas a comunidades e escolas.</p>
<p>Ao longo dos 12 meses de execução, a iniciativa será acompanhada por mecanismos de monitorização e avaliação contínua, com o objetivo de garantir transparência, coordenação institucional e resultados mensuráveis no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783004]]></sapo:autor>
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		<title>Há um pequeno inseto a combater uma planta invasora em Portugal — e os cidadãos podem ajudar a encontrá-lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:23:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[acácia-de-espigas]]></category>
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		<category><![CDATA[Trichi]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa, intitulada “Vamos mapear a Trichi!”, convida a população a ajudar a identificar e registar a presença de Trichilogaster acaciaelongifoliae, conhecido pela equipa como “Trichi”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma <a href="https://www.invasoras.pt/pt/vamos-mapear-trichi?_sc=MTk2Nzk0MCMxMTI0MA%3D%3D&amp;utm_campaign=Cidados+chamados+a+monitorizar+uma+das+plantas+invasoras+mais+problemticas+de+Portugal&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=brevo" target="_blank" rel="noopener">INVASORAS.PT</a> lançou uma campanha nacional de ciência-cidadã para monitorizar a presença de um pequeno inseto australiano usado no controlo biológico da acácia-de-espigas, uma das espécies invasoras mais problemáticas dos ecossistemas costeiros portugueses.</p>
<p>A iniciativa, intitulada “Vamos mapear a Trichi!”, convida a população a ajudar a identificar e registar a presença de Trichilogaster acaciaelongifoliae, conhecido pela equipa como “Trichi”. Este inseto foi introduzido em Portugal em 2015 para ajudar a controlar a expansão da acácia-de-espigas, uma planta invasora amplamente distribuída no território continental.</p>
<p>A acácia-de-espigas forma povoamentos densos, altera habitats naturais e compromete a biodiversidade. A sua elevada produção de sementes, que podem permanecer viáveis no solo durante vários anos, facilita a rápida expansão da espécie e dificulta o seu controlo.</p>
<p>O papel da “Trichi” é atuar sobre a capacidade reprodutiva da planta. O inseto desenvolve-se sobretudo nas gemas florais da acácia-de-espigas, formando galhas que impedem a produção de flores e, consequentemente, reduzem a formação de sementes.</p>
<p>Desde a sua introdução, a presença e dispersão deste agente de controlo biológico têm sido acompanhadas por investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e do Centro de Investigação de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra. Estas equipas também realizaram os testes prévios à introdução do inseto em Portugal.</p>
<p>Segundo Elizabete Marchante, investigadora da Universidade de Coimbra e membro da equipa INVASORAS.PT, a monitorização no terreno é essencial para perceber a evolução deste processo. “Sabemos que o agente está espalhado por muitas zonas, mas precisamos de muito mais olhos no terreno para perceber onde está, onde ainda não chegou e que efeito está a ter na acácia-de-espigas. É aqui que a ciência-cidadã pode fazer toda a diferença”, afirma.</p>
<p>A campanha desafia qualquer pessoa a procurar galhas nos ramos da acácia-de-espigas, fotografá-las e registar a observação. Os dados recolhidos permitirão melhorar o conhecimento sobre a dispersão da “Trichi” e avaliar a sua eficácia na redução da capacidade invasora da planta.</p>
<p>A ausência de galhas também deve ser registada, uma vez que essa informação é relevante para perceber onde o inseto ainda não chegou ou onde poderá não estar a produzir o efeito esperado.</p>
<p>Os registos podem ser feitos através da aplicação Epicollect5, no projeto “Registo de Trichilogaster acaciaelongifoliae”, ou através da plataforma iNaturalist/BioDiversity4All.</p>
<p>A iniciativa dirige-se a cidadãos interessados pela natureza, voluntários ambientais, técnicos municipais, associações, escolas, estudantes, investigadores e profissionais ligados à gestão do território.</p>
<p>Com esta campanha, a INVASORAS.PT pretende reforçar a participação pública na monitorização de espécies invasoras e contribuir para uma das experiências de controlo biológico de plantas invasoras mais relevantes atualmente em curso na Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782992]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Comércio Luso-Chinesa junta-se a congéneres no Porto para encontro de empresários estrangeiros e portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ANJE vai organizar mais uma edição do seu International Business Drink no próximo dia 8 de julho, entre as 18h00 e as 20h00, no ANJE Restaurante Lounge, no Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ANJE vai organizar mais uma edição do seu International Business Drink no próximo dia 8 de julho, entre as 18h00 e as 20h00, no ANJE Restaurante Lounge, no Porto.</p>
<p>O evento tem um formato informal e pretende juntar profissionais de diferentes nacionalidades ligados à região Norte, criando um espaço de networking entre empresários, empreendedores e representantes de várias áreas de atividade. A iniciativa costuma contar com a presença de membros de várias câmaras de comércio e de organizações empresariais.</p>
<p>Nesta edição, a receção ficará a cargo do novo Liaison Officer da ANJE no Norte, Vítor Silva, num encontro que volta a reunir uma rede alargada de entidades, incluindo câmaras de comércio luso-britânica, luso-alemã, luso-chinesa, luso-holandesa, entre outras parcerias internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782993]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pais gastam férias para cuidar dos filhos: estudo defende trabalho híbrido como resposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Flexibilidade laboral e a possibilidade de trabalhar mais perto de casa surgem como respostas cada vez mais valorizadas pelas famílias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novo estudo da IWG revela que quase sete em cada dez pais se sentem stressados com a organização dos cuidados aos filhos durante as férias escolares de verão. A flexibilidade laboral e a possibilidade de trabalhar mais perto de casa surgem como respostas cada vez mais valorizadas pelas famílias.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://www.iwgplc.com/en-gb" target="_blank" rel="noopener">International Workplace Group</a>, líder mundial em soluções de trabalho híbrido e detentora de marcas como Regus, Spaces e HQ, 69% dos pais afirmam sentir stress com a gestão dos cuidados aos filhos durante as férias de verão. Ao mesmo tempo, 78% dizem que o acesso a um espaço de trabalho local poderia ajudar a aliviar essa pressão.</p>
<p>As conclusões ganham particular relevância em Portugal, numa altura em que o fim do ano letivo para a educação pré-escolar e para os alunos do 1.º ciclo, a 30 de junho, obriga muitas famílias a reorganizar rotinas, cuidados e dias de férias. Com mais de 400 mil alunos matriculados no 1.º ciclo do ensino básico, as férias escolares de verão representam um desafio prático para muitos pais trabalhadores.</p>
<p>O estudo mostra ainda que 74% dos pais inquiridos dizem precisar de trabalhar de forma flexível para reduzir os custos associados aos cuidados aos filhos durante o verão. Mais de um quarto, 27%, antecipa gastar mais com estes cuidados este ano do que em anos anteriores, num contexto de pressão sobre os orçamentos familiares.</p>
<p>Segundo a IWG, a redução das políticas de trabalho flexível em algumas empresas está a agravar os desafios. Entre os pais que viram a flexibilidade laboral diminuir este ano, 55%, face a 33% em 2025, muitos dizem estar a recorrer a soluções adicionais para conseguir conciliar o trabalho com os cuidados aos filhos.</p>
<p>Mais de um quarto, 27%, afirma estar a pedir mais apoio a familiares e amigos, enquanto 26% considera que a obrigatoriedade de presença no escritório central está a criar um maior desequilíbrio na partilha dos cuidados entre os membros do casal.</p>
<p>Esta pressão não afeta todos da mesma forma. O estudo indica que as mães trabalhadoras têm maior probabilidade de sentir pressão acrescida na gestão dos cuidados aos filhos durante o verão do que os homens, numa proporção de 74% contra 66%.</p>
<p>Em Portugal, esta desigualdade também se reflete nos dados oficiais. Segundo a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, as mulheres representaram 84,7% dos dias de falta por assistência a filhos em 2024, evidenciando que os cuidados familiares continuam a ter um impacto desproporcional nas rotinas profissionais femininas.</p>
<p>As férias escolares têm também impacto direto na produtividade e na organização diária dos pais. Três quartos dos inquiridos, 75%, afirmam que a rotina familiar durante este período interfere com a vida profissional. Cerca de um quarto, 26%, admite ter mais dificuldade em concentrar-se quando tenta gerir, em simultâneo, o trabalho e a vida familiar.</p>
<p>Para responder ao stress adicional, 28% dos pais dizem que terão de usar parte das férias anuais para cuidar dos filhos. Quase um em cada cinco, 18%, prevê mesmo usar todos os dias de férias durante o período de verão.</p>
<p>Há também mudanças nas rotinas de trabalho. Cerca de 22% dos pais trabalhadores afirmam que vão marcar menos reuniões ou chamadas durante este período, ou trabalhar até mais tarde para conseguir acompanhar os cuidados aos filhos. Uma percentagem semelhante, 21%, diz que começa a trabalhar mais cedo de manhã para conseguir gerir a carga de trabalho.</p>
<p>Ainda assim, muitos pais apontam uma solução possível. Segundo o estudo, 83% afirmam que provavelmente utilizariam um espaço de trabalho flexível e profissional mais perto de casa caso este fosse disponibilizado pela empresa. Mais de um quarto, 27%, acredita que esta opção lhes permitiria passar mais tempo de qualidade com os filhos durante o verão.</p>
<p>Em Portugal, esta possibilidade torna-se mais prática à medida que os espaços de trabalho flexíveis se expandem para além dos centros urbanos tradicionais. A IWG conta atualmente com localizações como o Spaces Matosinhos, o Regus de Leça da Palmeira e espaços HQ em Portimão, Loulé, Quinta do Lago, Aveiro ou Setúbal, permitindo que os profissionais se mantenham produtivos mais perto dos locais onde as famílias poderão passar parte das férias.</p>
<p>As conclusões do estudo sublinham ainda o papel que o trabalho híbrido pode ter na redução de custos. Mais de dois terços dos pais, 69%, afirmam gastar menos em deslocações durante o verão, o que ajuda a compensar os encargos associados aos cuidados familiares.</p>
<p>A IWG recorda também um outro estudo desenvolvido em colaboração com a Arup, segundo o qual as empresas que permitem aos colaboradores utilizar espaços de trabalho locais e escritórios como parte de uma estratégia de trabalho híbrido podem aumentar a produtividade em até 12% nos próximos cinco anos.</p>
<p>Para Fatima Koning, Chief Commercial Officer da IWG, a flexibilidade no local de trabalho “não só apoia o bem-estar das famílias, como também contribui para a saúde mental e a satisfação profissional dos colaboradores”.</p>
<p>“Ao responder às necessidades dos pais trabalhadores através de um melhor acesso a diferentes locais de trabalho, em particular espaços de trabalho locais, as empresas podem criar ambientes mais solidários e produtivos, ao mesmo tempo que impulsionam a produtividade e a retenção de talento”, afirma a responsável.</p>
<p>Num período em que muitas famílias gerem custos acrescidos, alterações nas rotinas e necessidades de acompanhamento dos filhos, a possibilidade de trabalhar de forma mais flexível e mais perto de casa surge, segundo a IWG, como uma ferramenta importante para aliviar a pressão do verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782949]]></sapo:autor>
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		<title>Riopele integra iniciativa que quer transformar o futuro da indústria têxtil até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:09:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Riopele passou a integrar o Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil, tornando-se uma das entidades signatárias da iniciativa que pretende acelerar a transição da indústria para um modelo económico mais circular, regenerativo e inclusivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Riopele passou a integrar o Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil, tornando-se uma das entidades signatárias da iniciativa que pretende acelerar a transição da indústria para um modelo económico mais circular, regenerativo e inclusivo.</p>
<p>O pacto foi criado no âmbito do projeto be@t – Bioeconomia para o Setor Têxtil e está alinhado com as orientações da União Europeia que identificam a bioeconomia como um dos pilares da descarbonização e do reforço da competitividade industrial. A iniciativa reúne empresas, associações e outras entidades do setor em torno de objetivos comuns a concretizar até 2030.</p>
<p>Entre as metas definidas encontram-se o aumento da circularidade dos materiais, a redução do consumo de água, a melhoria da eficiência energética, o desenvolvimento de produtos e processos com menor impacto ambiental, bem como o reforço da qualificação e do bem-estar dos trabalhadores. O objetivo é promover cadeias de valor mais responsáveis, transparentes e resilientes.</p>
<p>Para a Riopele, a adesão representa mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa. &#8220;A Riopele está de olhos postos no futuro e com metas estabelecidas já para o próximo ano, em que celebra o seu centenário. Como líderes na indústria têxtil, reforçamos o nosso compromisso de cooperar e apoiar a transição do setor, juntando-nos aos esforços coletivos e à mobilização de toda a indústria&#8221;, afirma Isabel Domingues, diretora de Sustentabilidade da empresa.</p>
<p>O Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil é promovido pelo CITEVE, em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e com as principais associações representativas da indústria, entre as quais a ANIVEC/APIV, a ATP, a ANIT-LAR e a ANIL.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782982]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sete truques para gastar menos no supermercado sem mudar a sua alimentação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sete-truques-para-gastar-menos-no-supermercado-sem-mudar-a-sua-alimentacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[como poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[A DECO PROteste reuniu algumas estratégias simples que ajudam a reduzir a fatura do supermercado sem comprometer a qualidade da alimentação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação continua a representar uma das maiores despesas do orçamento familiar. Com os preços ainda elevados em muitas categorias de produtos, pequenas decisões feitas durante as compras podem traduzir-se numa poupança significativa ao final do mês.</p>
<p>A DECO PROteste reuniu algumas estratégias simples que ajudam a reduzir a fatura do supermercado sem comprometer a qualidade da alimentação.</p>
<p><strong>1. Nunca entre no supermercado sem uma lista</strong></p>
<p>Parece um conselho básico, mas continua a ser uma das formas mais eficazes de controlar os gastos. Planear as refeições da semana e levar uma lista ajuda a evitar compras por impulso e a comprar apenas o que é realmente necessário.</p>
<p>Além disso, reduz o risco de adquirir produtos que acabam esquecidos na despensa ou no frigorífico.</p>
<p><strong>2. Compare sempre o preço por quilo ou litro</strong></p>
<p>Uma embalagem maior nem sempre significa um melhor negócio.</p>
<p>Para perceber qual é realmente a opção mais barata, compare o preço por quilo, litro ou unidade. É esta informação que permite fazer uma comparação justa entre diferentes marcas e formatos.</p>
<p>Em muitos casos, as marcas próprias dos supermercados oferecem uma qualidade semelhante às marcas de fabricante, mas com preços substancialmente mais baixos.</p>
<p><strong>3. Nem sempre os produtos frescos são a opção mais económica</strong></p>
<p>Os legumes ultracongelados podem custar significativamente menos do que os frescos e apresentam uma vantagem adicional: praticamente não existe desperdício, porque tudo é aproveitado.</p>
<p>Além disso, conservam-se durante mais tempo e mantêm as propriedades nutricionais.</p>
<p>Já no caso do peixe, a situação pode ser inversa. Comprar fresco e congelar em casa continua a ser, muitas vezes, a opção mais económica.</p>
<p><strong>4. Evite pagar pela conveniência</strong></p>
<p>Alho já descascado, cebola picada, cogumelos laminados ou cenoura ralada podem poupar alguns minutos na cozinha, mas representam quase sempre um custo acrescido.</p>
<p>Sempre que possível, opte pelos alimentos na sua forma original. A diferença de preço pode ser significativa ao longo do ano.</p>
<p><strong>5. As promoções só compensam quando são necessárias</strong></p>
<p>Os descontos podem ser uma excelente oportunidade de poupança, mas apenas se comprar produtos que efetivamente utiliza.</p>
<p>Antes de colocar várias unidades no carrinho, confirme o prazo de validade e avalie se conseguirá consumir os produtos a tempo.</p>
<p>Comprar em promoção para acabar por desperdiçar é uma falsa poupança.</p>
<p><strong>6. Comprar a granel pode reduzir a despesa</strong></p>
<p>Sempre que exista essa possibilidade, vale a pena comparar os preços dos produtos vendidos a granel.</p>
<p>Os estudos da DECO PROteste mostram que esta opção pode representar poupanças na ordem dos 10%, além de reduzir a quantidade de embalagens utilizadas.</p>
<p><strong>7. O maior inimigo da poupança chama-se desperdício alimentar</strong></p>
<p>Muitas famílias concentram-se em encontrar promoções, mas esquecem-se de controlar aquilo que já têm em casa.</p>
<p>Verificar regularmente os prazos de validade, organizar a despensa e colocar os produtos com validade mais curta à frente são gestos simples que ajudam a evitar desperdícios e novas compras desnecessárias.</p>
<p>No final, poupar no supermercado não depende apenas dos preços. Depende também da forma como planeamos, escolhemos e utilizamos os alimentos. Pequenas mudanças de hábitos podem representar dezenas ou até centenas de euros de poupança ao longo de um ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778349]]></sapo:autor>
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		<title>Do outro lado do espelho: Ramiro Brito, CEO do Grupo Érre e presidente da Associação Empresarial do Minho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AEMinho]]></category>
		<category><![CDATA[Do outro lado do Espelho]]></category>
		<category><![CDATA[Executive Digest]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ramiro Brito]]></category>
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					<description><![CDATA[CEO do Grupo Érre e presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), Ramiro Brito divide o seu tempo entre a gestão empresarial e um mundo onde cada segundo conta: o automobilismo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que uma paixão adquirida, é uma herança. Cresceu em Braga, uma cidade profundamente ligada à cultura automóvel, e desde cedo se habituou ao som dos motores. Entre o karting, o enduro e, sobretudo, o papel de Oficial de Prova, foi moldando uma relação com o risco que hoje transporta, de forma quase natural, para o mundo empresarial.</p>
<p><strong>AQUECER OS MOTORES</strong></p>
<p>O automobilismo foi, e continua a ser, uma presença constante na vida de Ramiro Brito. “Não me lembro de existir sem o automobilismo fazer parte da minha vida”, afirma, sublinhando uma ligação que começou ainda na infância. Desde muito cedo, dividiu-se entre duas vertentes: a prática e a organização. Por um lado, o karting e o motociclismo; por outro, aproximou-se da componente técnica e estrutural das provas. “Comecei a andar de karting e de moto relativamente novo e também comecei a ser Oficial de Prova muito cedo”, recorda. Tão cedo que, aos 12 anos, já desempenhava esse papel de forma informal: “Era um ‘oficial’ que não era oficial, na medida em que não podia ter licença desportiva, mas já lá estava desde essa idade.” Mais do que uma escolha individual, o gosto pelo automobilismo foi também moldado pelo contexto em que cresceu. Natural de Braga, destaca a forte tradição da cidade neste desporto como um factor determinante. A ligação familiar também teve o seu peso: “Na minha família existia essa ligação, embora não tanto pelos meus pais, mas mais pelos meus tios, que sempre tiveram uma relação muito próxima com o automobilismo», conta. Entre referências locais e memórias de grandes eventos, como a emblemática Rampa da Falperra ou a passagem do Rally de Portugal, foi-se consolidando um entusiasmo que rapidamente se transformou em vocação.</p>
<p><strong>PÉ A FUNDO</strong></p>
<p>Para Ramiro Brito, falar de corridas é falar de paixão e desafio. “Sou sempre suspeito para falar de corridas. Acho que são um mundo apaixonante por vários motivos”, confessa, destacando a noção de responsabilidade que cada prova exige. Segundo explica, a adrenalina é o motor de quem entra num carro de corrida ou moto, enfrentando limites que a maioria das pessoas nunca ousaria desafiar. “É a sensação de que controlas e dominas algo que, em condições normais, a maior parte das pessoas não consegue fazer”, diz, acrescentando que a gestão constante do risco é o que mais motiva os pilotos. E essa procura por adrenalina não se limita ao desporto. “Digo muitas vezes que sou viciado em adrenalina. Preciso de ter algo que desafie permanentemente os meus limites, quer no desporto físico, quer no automobilismo.” A experiência de lidar com pressão e responsabilidade neste contexto acaba por se revelar um recurso valioso na vida empresarial: funciona como válvula de escape e ajuda-o a enfrentar desafios profissionais com maior serenidade. “Quando estás habituado a lidar com o risco e com a responsabilidade de forma permanente, ao transportares isso para o mundo dos negócios, acaba por ser uma mais-valia.”</p>
<p><strong>NO COMANDO DAS CORRIDAS</strong></p>
<p>O papel de Director de Corrida é uma função central e de grande responsabilidade no automobilismo. “Nas corridas, sou Director de Corrida ou Comissário Desportivo. Este último é uma espécie de juiz: analisa situações de corrida e decide se há ou não penalizações”, explica. Mas é a função de Director de Corrida que o fascina. “É a pessoa que está no topo da organização, responsável por toda a gestão da corrida: partidas, incidentes e fluxo da prova. Gerimos uma equipa de 200 ou 300 pessoas que trabalham para garantir que tudo decorre correctamente e que pilotos e equipas cumprem as regras.” Para ilustrar, recorre à série Formula 1: Drive to Survive: “Há uma temporada em que aparece Michael Masi e percebe-se bem essa função. Ele está no race control e coordena tudo o que acontece durante a prova: entrada do safety car, interrupções, incidentes e cumprimento das regras. Tudo passa por ele.” A sua experiência é vasta e internacional. Começou em Portugal, entre os 12 e os 28 anos, e prosseguiu sobretudo no estrangeiro, através da FIA. “Trabalho em campeonatos do mundo de GT e já fui Director de Corrida em todos os continentes, em mais de 40 países», revela. Actualmente, participa no Lamborghini Super Trofeo Europeu, no Campeonato do Mundo de GT e em várias provas do Campeonato do Mundo de TCR da FIA. Apesar do nível de exigência, é uma actividade amadora. “O nível de exigência é profissional, mas não é a minha profissão. O Rui Marques [Director de Corrida da Fórmula 1], por exemplo, é profissional. Consegui manter isto como uma paixão e equilibrar com as minhas empresas e com a AEMinho. Nem sempre é fácil, mas até agora tenho conseguido.”</p>
<p><strong>CONTROLAR NAS CURVAS</strong></p>
<p>Conciliar uma agenda executiva intensa com um hobby que ocupa tantos fins-de-semana por ano é um desafio que Ramiro aprendeu a gerir com organização e prioridades claras. “As corridas ocupam-me cerca de 20 e tal fins-de-semana por ano, mais as viagens.” Ter ao lado um sócio e amigo de infância igualmente apaixonado pelo desporto motorizado facilita a logística, mas nada dispensa uma gestão rigorosa do tempo. “Há coisas que sei que não posso fazer e tenho de delegar. E há prioridades claras na minha vida. Digo muitas vezes que o desafio mais importante da minha vida é ser pai. Faço mesmo um esforço enorme para não perder nada de relevante na vida das minhas filhas. E ser marido também”, sublinha. A base familiar, especialmente o apoio da esposa, é fundamental para articular os compromissos profissionais, associativos e pessoais.</p>
<p><strong>POLE POSITION</strong></p>
<p>A experiência no automobilismo também moldou a sua liderança enquanto CEO. “Encontro imensos paralelismos. Quando comecei a dirigir corridas, um dos meus mentores ensinou-me algo que trouxe para a minha vida: o papel do Director de Corrida é o mais solitário do mundo. Temos imensas pessoas a trabalhar à nossa volta, mas a última palavra é sempre nossa.” A pressão e responsabilidade, embora mais intensa e imediata nas corridas – onde o tempo médio de decisão é inferior a dois segundos – reflecte-se também na gestão de uma empresa. A vivência com equipas ensinou-lhe a importância do relacionamento humano: “Isso significa que tens de dirigir a equipa de uma forma totalmente friendly. Tens de manter um nível de exigência profissional sabendo que estás a lidar com pessoas que estão ali por paixão. Influenciou muito a forma como me relaciono com as pessoas nas minhas em presas e até na actividade associativa.”</p>
<p><strong>BANDEIRA XADREZ</strong></p>
<p>Apesar da ligação ao automobilismo, Ramiro nunca pensou em seguir uma car reira profissional. “Como piloto, nunca. Sempre achei que seria um hobby”, diz. Quanto à vertente de Oficial de Prova, já recebeu várias propostas para transformar a paixão numa profissão, mas optou por ser voluntário. “Primeiro porque amo demasiado este desporto para que ele seja a minha profissão. Depois porque manteria pouca objectividade. Hoje posso escolher os campeonatos em que participo.”</p>
<p>O compromisso com as suas empresas e com as pessoas que nelas acreditaram também foi decisivo. “Sentiria que estaria a trair essa confiança se abandonasse tudo para seguir apenas o automobilismo”, afirma. Para ele, o desporto funciona como “uma espécie de reforma precoce”: espera estruturar as empresas de forma que não dependam tanto de si, permitindo-lhe dedicar-se mais às corridas – seja como Comissário Desportivo, viajando com a esposa, ou continuando a explorar este mundo e conhecer novos países. “Costumo dizer que estarei nas corridas enquanto o meu físico permitir. Só saio de lá incapacitado ou morto.” O automobilismo moldou também a sua forma de liderar. “Não quero parecer presunçoso ao dizer que me tornou um líder melhor, mas tornou-me aquilo que sou hoje. Foi determinante no líder que sou”.</p>
<p>“Acredito que o automobilismo é uma excelente escola de liderança e de corporativismo”.</p>
<p>Entre os ensinamentos mais concretos está a gestão de crises. “Quando estamos a planear um grande evento, todos sabemos que não vai correr exactamente como previsto. Sabemos que haverá imponderáveis. Por isso preparamo-nos para gerir aquilo que não conseguimos a prever.”</p>
<p>O trabalho em equipa e a noção de responsabilidade são igualmente centrais. “Percebemos que estamos todos no mesmo barco e que as coisas dependem de nós de forma muito real. Nas minhas empresas nunca deixei de sentir que a responsabilidade final é minha e que sou o último responsável por as coisas correrem bem ou mal”.</p>
<p>No fundo (mas nem sempre a fundo), Ramiro Brito vive no ponto de encontro entre velocidade e decisão, adrenalina e responsabilidade. O automobilismo não é apenas um escape, é uma extensão da sua liderança, um laboratório onde pressão, risco e a necessidade de agir com clareza moldam a sua visão de negócios.</p>
<p><strong><em>E</em><em>ste artigo foi publicado na edição de Abril (n.º 241)</em><em> da Executive Digest.</em></strong></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770264]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cinco conselhos para conseguir desligar do trabalho durante as férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Preparar a ausência, definir limites e resistir à tentação de consultar emails são alguns dos passos fundamentais para garantir que as férias cumprem a sua função de recuperação física e mental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As férias continuam a ser um período essencial de descanso, recuperação e equilíbrio. No entanto, a ligação permanente ao trabalho através de telemóveis, plataformas colaborativas e outras ferramentas digitais faz com que muitos profissionais tenham dificuldade em desligar verdadeiramente durante este período.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os especialistas da Eurofirms – People first alertam que preparar a ausência, definir limites e resistir à tentação de consultar emails são alguns dos passos fundamentais para garantir que as férias cumprem a sua função de recuperação física e mental.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Cristina Rosa, People Leader da Eurofirms Portugal, desligar do trabalho não deve ser visto como um privilégio, mas como uma necessidade. “O descanso permite recuperar energia, estimular a criatividade e regressar ao trabalho com maior capacidade de concentração, motivação e tomada de decisão”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Preparar a ausência antes das férias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro passo para conseguir desligar começa antes do início das férias. Antecipar temas em curso, delegar tarefas e responsabilidades e clarificar dúvidas com os colegas que vão assegurar o acompanhamento do trabalho pode ajudar a reduzir imprevistos durante o período de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta preparação permite uma transição mais tranquila e diminui a probabilidade de interrupções. Ao deixar os temas organizados, o profissional reduz também a necessidade de permanecer disponível e a tentação de consultar regularmente o email.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Comunicar a indisponibilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Informar colegas, clientes e parceiros sobre o período de ausência é outro passo essencial. A comunicação clara permite gerir expectativas e ajuda a evitar contactos desnecessários durante as férias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Eurofirms recomenda ainda a indicação de contactos alternativos para situações urgentes e a ativação de mensagens automáticas de ausência. Estas medidas contribuem para que os assuntos profissionais continuem a ser acompanhados sem exigir a intervenção constante de quem está de férias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Definir limites digitais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Num contexto em que a tecnologia permite estar sempre ligado ao trabalho, Cristina Rosa sublinha a importância de estabelecer limites claros durante o período de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sempre que possível, a especialista recomenda desligar notificações associadas ao email, plataformas colaborativas ou outras aplicações profissionais. O objetivo é criar espaço para uma verdadeira desconexão e evitar que o trabalho invada continuamente o tempo de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, a especialista reconhece que cada profissional deve encontrar o equilíbrio que melhor se adapta à sua realidade. Para algumas pessoas, consultar ocasionalmente o email pode gerar menos ansiedade do que permanecer constantemente a imaginar o que poderá estar a acontecer.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Valorizar o lazer e a recuperação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Desligar do trabalho não significa apenas deixar de responder a mensagens ou emails. Significa também criar tempo para atividades que promovam bem-estar, descanso e recuperação emocional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dedicar tempo a atividades de lazer, conviver com familiares e amigos, privilegiar momentos de contacto com a natureza ou simplesmente desacelerar pode potenciar os benefícios das férias. Estes momentos ajudam a recuperar física e mentalmente e permitem regressar ao trabalho com uma perspetiva renovada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Preparar um regresso gradual</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O regresso ao trabalho também deve ser organizado. Identificar previamente as prioridades para os primeiros dias após as férias e reservar tempo para reorganizar temas pendentes pode reduzir o stress associado ao fim do período de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Cristina Rosa, uma reintegração mais gradual ajuda a evitar a sensação de sobrecarga que muitas vezes acompanha o regresso à rotina profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Quando conseguimos desligar verdadeiramente, regressamos ao trabalho com outra energia: mais vigor, mais foco e uma perspetiva renovada. O descanso devolve-nos a capacidade de enfrentar o quotidiano com mais qualidade e propósito”, conclui a responsável.</p>
<p>Num contexto em que a saúde mental e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional assumem uma importância crescente, a Eurofirms defende que promover uma cultura que respeite os períodos de descanso é cada vez mais determinante para o bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade das organizações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782967]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portuguesa N9VE produz óxidos de terras raras com pureza superior a 99,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:43:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A N9VE já produz, em Portugal, óxidos de terras raras com grau de pureza superior a 99,8%, anunciou hoje a empresa portuguesa, referindo tratar-se de um marco para a autonomia industrial europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A N9VE já produz, em Portugal, óxidos de terras raras com grau de pureza superior a 99,8%, anunciou hoje a empresa portuguesa, referindo tratar-se de um marco para a autonomia industrial europeia.</p>
<p>Num comunicado divulgado hoje, a empresa referiu que a produção é realizada no Rare Earths &amp; Magnetics Innovation Center, em Barcelos, onde desenvolve e valida soluções para a recuperação e purificação destes materiais.</p>
<p>Segundo a N9VE, as terras raras são matérias-primas críticas para setores como a energia eólica, a mobilidade elétrica, a eletrónica avançada, a robótica e a defesa, num contexto em que a Europa continua fortemente dependente de importações.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da empresa, José Pinheiro-Torres, afirmou que &#8220;para a Europa, o tempo é decisivo&#8221;, salientando que a abertura de novas minas pode demorar mais de 16 anos, até a entrada em produção, enquanto milhares de turbinas eólicas aproximam-se do fim da vida útil.</p>
<p>&#8220;Esta realidade cria uma oportunidade imediata: recuperar terras raras que já se encontram em território europeu e transformá-las numa nova fonte estratégica para a indústria&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A empresa explicou que, nas turbinas eólicas que utilizam magnetes permanentes, estes componentes podem representar várias toneladas por equipamento e contêm cerca de 30% de terras raras.</p>
<p>A N9VE sustentou que a recuperação de terras raras já extraídas permite reduzir a necessidade de recorrer a novas matérias-primas, preservar o valor dos materiais e promover uma economia mais circular.</p>
<p>A empresa enquadra esta evolução nas prioridades do Critical Raw Materials Act da União Europeia (UE), destinado a reforçar a capacidade europeia no domínio das matérias-primas críticas e reduzir a dependência externa.</p>
<p>O desenvolvimento da tecnologia em escala industrial decorre no âmbito do projeto N9VE.REEnew, cofinanciado pelo COMPETE 2030, Portugal 2030 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782969]]></sapo:autor>
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		<title>Água, chá, cerveja ou eletrólitos? Como manter a hidratação durante uma vaga de calor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/agua-cha-cerveja-ou-eletrolitos-como-manter-a-hidratacao-durante-uma-vaga-de-calor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:39:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A hidratação torna-se essencial quando as temperaturas sobem, sobretudo em períodos de calor extremo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A hidratação torna-se essencial quando as temperaturas sobem, sobretudo em períodos de calor extremo. À medida que o corpo perde água através do suor, aumenta também o risco de desidratação, uma condição que pode afetar rapidamente o funcionamento físico e mental e, em casos graves, tornar-se perigosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em temperaturas elevadas, o suor é uma das principais formas de o organismo arrefecer. O corpo está constantemente a produzir calor: mesmo em repouso, as células usam energia para manter funções vitais, e grande parte dessa energia transforma-se em calor. Normalmente, esse calor é dissipado através da pele, mas quando a temperatura exterior sobe demasiado, esse mecanismo torna-se menos eficaz.</p>
<p class="isSelectedEnd">É nesse momento que a transpiração ganha importância. O organismo produz pequenas gotículas de água quente, misturadas com minerais em quantidades reduzidas, que evaporam na pele e ajudam a retirar calor do corpo. Quanto mais dependente o corpo fica do suor para arrefecer, mais importante se torna repor os líquidos perdidos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Desidratação pode surgir antes da sede</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Num dia normal, uma pessoa que não pratique exercício perde pouca água através do suor, geralmente menos de 500 mililitros. Mas quando a temperatura exterior ultrapassa os 35 °C ou 36 °C, a perda de água pode tornar-se mais relevante, sobretudo se houver exposição prolongada ao calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo uma desidratação ligeira pode prejudicar o corpo e o cérebro. Entre os sintomas mais comuns estão dores de cabeça, fadiga, menor concentração e pior desempenho físico. Quando a desidratação se agrava, o organismo tenta conservar água e processos como a regulação da temperatura e a circulação tornam-se menos eficientes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sede nem sempre é o melhor sinal de alerta. Quando a pessoa sente sede, pode já ter perdido entre 1% e 2% do peso corporal em líquidos, o que corresponde a uma forma ligeira de desidratação. Um indicador simples continua a ser a cor da urina: pequenas quantidades de urina muito escura, entre amarelo forte e castanho, podem apontar para desidratação. Pelo contrário, urina clara é geralmente sinal de boa hidratação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Beber água logo de manhã ajuda</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante uma noite quente, o corpo perde água através da respiração e da transpiração. Por isso, muitas pessoas podem começar o dia já desidratadas durante uma vaga de calor. Beber entre 300 e 500 mililitros de água ao acordar pode ajudar a criar uma base mais estável antes da subida das temperaturas ao longo do dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, não há vantagem em beber logo de manhã toda a água necessária para o dia. O organismo elimina o excesso que não consegue usar ou processar de imediato. A recomendação mais eficaz é beber quantidades moderadas com regularidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Beber um copo grande de água às refeições pode ser suficiente para muitas pessoas, sobretudo se for acompanhado por outras bebidas ao longo do dia. A ingestão de água com alimentos também pode atrasar a passagem dos líquidos pelo organismo e ajudar na absorção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quem pratica exercício deve reforçar a ingestão. Para treinos intensos, a recomendação habitual é beber cerca de 500 a 750 mililitros de água por cada hora de atividade, dependendo da quantidade de suor. Também pode ser útil beber cerca de 500 mililitros de água algumas horas antes do treino, dando tempo aos rins para processarem o líquido.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Água continua a ser a melhor opção</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A água da torneira ou filtrada continua a ser a opção de referência para a hidratação diária durante uma vaga de calor. Águas com gás e refrigerantes sem açúcar também podem hidratar, mas a carbonatação pode provocar sensação de enfartamento ou inchaço, levando algumas pessoas a beber menos antes de estarem totalmente reidratadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bebidas muito ácidas, como alguns refrigerantes dietéticos ou águas aromatizadas com ácido cítrico, podem contribuir para erosão dentária se consumidas com frequência. Ainda assim, isso não significa que tenham de ser evitadas por completo. A melhor bebida será, na prática, aquela que a pessoa consegue beber de forma regular.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sumos de fruta, batidos e leite também podem contribuir para a hidratação. O leite é hidratante e fornece nutrientes como proteína, cálcio e vitaminas. Já os sumos e batidos contêm vitaminas, mas também açúcares livres, pelo que a dose recomendada é de 150 mililitros por dia, o equivalente a um copo pequeno.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos batidos caseiros, uma forma de reduzir o açúcar é privilegiar vegetais em vez de fruta. Aipo, espinafres e pepino ajudam na hidratação e acrescentam minerais importantes.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Chá e café contam para a hidratação?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da ideia comum de que a cafeína desidrata, o efeito diurético do chá e do café é reduzido para a maioria das pessoas. A quantidade de água ingerida através destas bebidas compensa largamente esse efeito.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cafeína pode mascarar ligeiramente os sinais de sede, pelo que não se deve depender apenas da sensação de satisfação depois de beber chá ou café. Ainda assim, estas bebidas podem contribuir para a hidratação, especialmente em pessoas que bebem pouca água ao longo do dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O chá quente pode, em algumas situações, ajudar o corpo a arrefecer. Quando uma bebida quente aumenta ligeiramente a temperatura interna, os recetores térmicos do organismo desencadeiam uma resposta de arrefecimento: os vasos sanguíneos junto à pele dilatam e a produção de suor aumenta. Esse efeito pode compensar o calor ingerido.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, esta lógica tem limites. Em ambientes muito húmidos ou durante exercício físico, o suor não evapora com facilidade, o que reduz o efeito de arrefecimento. Se a pessoa já estiver a transpirar intensamente, não deve depender de chá quente para se hidratar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>E a cerveja?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O álcool exige mais cautela. Tecnicamente, uma bebida com baixo teor alcoólico, como uma cerveja de cerca de 4%, pode ter algum efeito líquido hidratante, porque contém bastante água. No entanto, o álcool é diurético e esse equilíbrio desaparece rapidamente quando se passa para duas ou três bebidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">À medida que a concentração de álcool no sangue aumenta, o organismo reduz a ação da vasopressina, uma hormona antidiurética, levando a maior produção de urina. Uma cerveja pode parecer refrescante, mas a recomendação é não transformar essa opção numa estratégia de hidratação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Eletrólitos não são necessários para todos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os eletrólitos, como sódio, potássio e magnésio, têm sido muito promovidos em bebidas desportivas e suplementos, mas nem todas as pessoas precisam deles para se manterem hidratadas. Para a maioria, a alimentação diária já fornece eletrólitos suficientes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fruta como banana ou maçã já contribui para esse equilíbrio, e não há nada de “mágico” nas bebidas desportivas para a generalidade da população. Os eletrólitos podem ser úteis em situações de exercício intenso, sobretudo durante mais de 60 minutos em tempo quente, quando há transpiração abundante ou dificuldade em comer regularmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Beber muita água muito depressa, sem repor sais, também pode ter riscos. A diluição excessiva do sódio no sangue pode causar hiponatremia, uma condição perigosa em que as células incham devido ao desequilíbrio de líquidos e sais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este risco é mais provável quando se ingerem grandes volumes de água em pouco tempo, sem qualquer reposição de sal. Para quem não está muito ativo e come e bebe normalmente, o risco é reduzido. Já em atividades que provoquem muita transpiração, pode ser útil incluir alguns alimentos salgados ou considerar eletrólitos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alimentos também ajudam a hidratar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além das bebidas, vários alimentos contribuem para a ingestão de água e minerais. Abacate, batata-doce e espinafres são boas fontes alimentares de nutrientes importantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outros alimentos têm elevado teor de água e podem ajudar a reforçar a hidratação. Pepino, melancia, morangos e manga são compostos por mais de 80% de água, podendo ser uma ajuda adicional em dias de muito calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a indústria das bebidas apresentar a hidratação como um tema técnico, as recomendações principais continuam simples: beber um copo grande de água a cada duas horas, de preferência com comida, e aumentar a ingestão quando está calor, quando há atividade física ou quando se prevê esforço ao longo do dia.</p>
<p>Para a maioria das pessoas, beber um pouco mais de água do que o necessário não traz grandes problemas. O excesso será eliminado pela urina. O essencial é manter uma ingestão regular que ajude o organismo a defender-se da desidratação na maior parte das situações do dia a dia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782957]]></sapo:autor>
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		<title>Lufthansa tem 300 pessoas em formação e lançou hoje primeira pedra da fábrica da Feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-executivo do Grupo Lufthansa revelou hoje que a fábrica da marca em Santa Maria da Feira, cuja primeira pedra foi hoje lançada, já tem 300 pessoas em formação e deverá executar o seu primeiro serviço em 2028.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-executivo do Grupo Lufthansa revelou hoje que a fábrica da marca em Santa Maria da Feira, cuja primeira pedra foi hoje lançada, já tem 300 pessoas em formação e deverá executar o seu primeiro serviço em 2028.</p>
<p>A informação de Carsten Spohr foi divulgada nessa cidade do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto em conferência de imprensa, antes da visita com o primeiro-ministro ao terreno de cerca de 230.000 metros quadrados onde a fábrica de 55.000 metros se dedicará à reparação e manutenção de componentes de aeronaves.</p>
<p>&#8220;Já contratámos 300 pessoas até agora&#8221;, disse o responsável do grupo, referindo que esses profissionais estão a receber formação especializada na Feira &#8212; em espaços ocupados para o efeito no Parque Empresarial de Recuperação de Materiais &#8212; e que o número total de recrutamentos deverá chegar aos 700 até 2030.</p>
<p>Quanto ao início da laboração, Carsten Spohr acredita que a construção da Lufthansa Technik ficará concluída rapidamente e adianta: &#8220;O primeiro produto a sair destas instalações, tratado por pessoas que treinámos, sairá da unidade em 2028&#8221;.</p>
<p>O investimento em causa é na ordem dos &#8220;300 milhões de euros&#8221;, mas o empresário alemão salienta que, mais importante do que o aspeto financeiro, é o &#8220;valor&#8221; do projeto global.</p>
<p>&#8220;É um compromisso com Portugal enquanto parceiro estratégico&#8221;, diz Carsten Spohr. &#8220;Somos o grupo de aviação número 1 na Europa, estamos no top mundial e agora olhamos para Portugal pelo seu potencial como um grande parceiro&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O diretor da Lufthansa refere-se não apenas à unidade industrial em construção na Feira, mas também ao lançamento, hoje, da Help Alliance Portugal, que é a primeira organização de cariz social que o grupo lança fora da Alemanha, e ainda à eventual criação de uma escola de pilotos em território luso, hipótese já apoiada pelo Governo português &#8212; e que ficaria sob tutela da Força Aérea Alemã, embora também aberta à formação de profissionais de outros países aliados.</p>
<p>&#8220;A aviação é um dos setores em maior crescimento fora das tecnologias de informação&#8221;, realça Carsten Spohr, sobre a pertinência desse projeto de ensino para pilotos. Mas, a concretizar-se, a escola &#8220;não será em Lisboa&#8221; porque, se é verdade que um equipamento desses precisa de uma localização com boas condições climatéricas e isso não é problema em Portugal, onde há &#8220;bom tempo em todo o lado&#8221;, também é certo que uma estrutura destinada a formar pilotos exige &#8220;espaço para treinar&#8221;.</p>
<p>Com a sua aposta generalizada no extremo oeste da Europa, o objetivo do Grupo Lufthansa é melhorar a sua ligação ao outro lado do Atlântico e encurtar os voos dos seus passageiros: &#8220;Portugal é uma porta de entrada para o Brasil e, em termos geográficos, está perfeitamente localizado para os nossos planos de alargamento à América. Acreditamos muito no futuro do Brasil, da América Latina e na capacidade do Grupo Lufthansa para ter &#8216;hubs&#8217; não apenas na Europa &#8212; também em África e em mercados próximos do europeu&#8221;.</p>
<p>Com 50 voos todos os dias a partir de Portugal, mais de 500 empregos nas várias empresas do grupo que operam no país e a adquirir &#8220;um avião por semana&#8221; apesar das atuais carências no fornecimento de aeronaves, Carsten Spohr aponta a eventual aquisição da TAP como mais um passo no sentido do reforço internacional da marca.</p>
<p>Afirmando que o Governo português tem a decorrer &#8220;um processo muito profissional para conseguir o parceiro certo&#8221; para a companhia área nacional, o diretor do Grupo Lufthansa declara: &#8220;Temos os meios financeiros para investir e podemos providenciar os passageiros. Estamos confiantes de que somos o melhor parceiro para a TAP, mas vamos respeitar a escolha do governo português e a decisão é dele&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782963]]></sapo:autor>
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		<title>Tabaqueira britânica BAT elimina 5.500 empregos e transfere 3.500 devido a plano com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A British American Tobacco (BAT) vai eliminar 5.500 postos de trabalho e transferir outros 3.500 para parceiros estratégicos, no âmbito de um programa de transformação impulsionado por Inteligência Artificial (IA), anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A British American Tobacco (BAT) vai eliminar 5.500 postos de trabalho e transferir outros 3.500 para parceiros estratégicos, no âmbito de um programa de transformação impulsionado por Inteligência Artificial (IA), anunciou hoje a empresa.</p>
<p>Em comunicado, a BAT indicou que os cortes irão afetar cerca de 20% do quadro de pessoal a nível global, com exceção dos Estados Unidos, e que os colaboradores já foram notificados destas alterações.</p>
<p>A multinacional acrescentou que o programa de transformação &#8211; Fit2Win -, lançado em 2025, continua a fortalecer o negócio e a posicionar a empresa para um crescimento sustentável a longo prazo.</p>
<p>Este programa foi concebido para tornar o grupo mais ágil, inovador e disciplinado na gestão de custos, acrescenta o comunicado.</p>
<p>O Fit2Win redefine a forma como a BAT opera, reduzindo a complexidade e estabelecendo parcerias mais estreitas com empresas líderes em tecnologia e serviços empresariais, ao mesmo tempo que otimiza as operações do negócio, explicou a empresa britânica.</p>
<p>Prevê-se que o Fit2Win gere uma poupança anual de custos de cerca de 600 milhões de libras (cerca de 920 milhões de euros) até ao final de 2028.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da BAT, Tadeu Marroco, salientou que a empresa está a construir &#8220;uma organização preparada para o futuro&#8221;, que &#8220;reforça a forma de operar e a capacidade de competir num ambiente em rápida evolução&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estas mudanças afetam muitos dos nossos colegas, e estamos empenhados em apoiá-los durante esta transição com atenção e respeito, ao mesmo tempo que posicionamos o negócio para o futuro&#8221;, acrescentou o responsável.</p>
<p>A BAT obteve lucros de 7.764 milhões de libras (cerca de 8.912 milhões de euros) em 2025, mais do dobro (153,1%) em comparação com o ano anterior.</p>
<p>No ano passado, a multinacional registou receitas de 25.610 milhões de libras (cerca de 29.397 milhões de euros), o que representa uma queda ligeira de 1%, impulsionada pela quebra das vendas dos cigarros tradicionais que contribuíram com 20.201 milhões de libras (cerca de 23.188 milhões de euros), menos 2,3% face a 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782961]]></sapo:autor>
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		<title>Estão as seguradoras preparadas para a nova fase das energias renováveis? Preços estão a descer mas riscos a aumentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:20:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[RENOVÁVEIS]]></category>
		<category><![CDATA[seguradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor das energias renováveis está a acelerar, mas não de forma linear. A expansão da capacidade instalada, a inovação tecnológica e a competição global mais intensa estão a redefinir o mercado — e a obrigar o setor segurador a ajustar rapidamente os seus modelos de avaliação de risco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor das energias renováveis está a acelerar, mas não de forma linear. A expansão da capacidade instalada, a inovação tecnológica e a competição global mais intensa estão a redefinir o mercado — e a obrigar o setor segurador a ajustar rapidamente os seus modelos de avaliação de risco.</p>
<p>A conclusão é da mais recente análise <em>Renewable Energy Market Review</em>, divulgada pela Willis, empresa da WTW, que sublinha uma mudança clara: há mais capacidade no mercado, os preços estão a descer, mas os riscos estão a tornar-se mais difíceis de ler.</p>
<p>Num contexto de forte crescimento das renováveis, muitas seguradoras estão a aumentar a exposição ao setor, procurando diversificar carteiras e acompanhar novas tecnologias. Hidrogénio verde, geotermia de nova geração e até soluções como energia solar no espaço estão a alargar o perímetro do que é financeiramente e tecnicamente viável.</p>
<p>Mas essa expansão traz complexidade. O relatório destaca que o sucesso dos projetos passa cada vez menos pela tecnologia em si e mais pela execução — desde a engenharia à gestão de risco, passando pela estrutura contratual e pela forma como os seguros são integrados desde o início.</p>
<p>Uma das tendências mais claras é a descida sustentada dos preços, impulsionada pela capacidade abundante e pela concorrência entre seguradoras.</p>
<p>Para 2026, a expectativa é de reduções entre 20% e 30% nos riscos de nível mais elevado de qualidade (sem sinistralidade e com boa estrutura de engenharia), e entre 10% e 15% nos riscos de segundo nível. Já os programas com histórico de sinistros ficam dependentes da dimensão e impacto desses eventos para definir condições de renovação.</p>
<p>Apesar desta descida, o desempenho técnico global do mercado mantém-se sólido, com rácios combinados médios abaixo dos 90%.</p>
<p>O relatório chama também a atenção para um fator cada vez mais determinante: a geopolítica. A pressão sobre cadeias de abastecimento e a urgência da transição energética estão a encurtar prazos de implementação e a aumentar a dependência de determinados fornecedores, sobretudo na Ásia, com destaque para a China na produção de equipamentos solares e baterias.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a segurança energética ganha peso estratégico para empresas e governos, reforçando a necessidade de diversificação de fontes e de maior resiliência dos sistemas.</p>
<p>Uma das mudanças mais relevantes identificadas é a evolução do papel do seguro. Em vez de ser apenas um requisito contratual, passa a ser um elemento estruturante na viabilidade dos projetos.</p>
<p>A integração precoce da gestão de risco, a qualidade dos dados e a capacidade de demonstrar desempenho real tornam-se fatores decisivos para desbloquear investimento e garantir condições mais competitivas.</p>
<p>Neste contexto, ganham força mecanismos como acordos de longo prazo com seguradoras e modelos de incentivo ligados à baixa sinistralidade, que podem incluir descontos progressivos ou bónus de desempenho.</p>
<p>Apesar da maior complexidade, a perspetiva para o setor continua positiva. O relatório aponta para um aumento significativo de projetos de armazenamento de energia em baterias (BESS), sobretudo na América do Norte, Europa e Médio Oriente, bem como para a expansão contínua da energia solar em várias regiões.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782952]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pagamentos, urgências e energia em risco: estudo alerta para fragilidades digitais na Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pagamentos-urgencias-e-energia-em-risco-estudo-alerta-para-fragilidades-digitais-na-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo da Boston Consulting Group identifica fragilidades estruturais na infraestrutura digital europeia com potencial para desencadear uma crise de alcance sistémico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A infraestrutura digital tornou-se essencial para o funcionamento económico e social da Europa, mas a sua capacidade de resistir a falhas prolongadas continua abaixo do nível de dependência que hoje suporta. O alerta é feito pela Boston Consulting Group no estudo “<a href="https://www.bcg.com/publications/2026/what-happens-when-europes-data-stops-flowing" target="_blank" rel="noopener">The Day Europe’s Data Stops Flowing</a>”, que identifica fragilidades estruturais na infraestrutura digital europeia com potencial para desencadear uma crise de alcance sistémico.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a BCG, uma interrupção prolongada no fluxo de dados poderia afetar pagamentos, saúde, energia, serviços de emergência, mobilidade e cadeias de abastecimento. O estudo conclui que a vulnerabilidade europeia resulta, em parte, do próprio sucesso da digitalização: quanto mais integrada e dependente de dados se torna a região, maior é a exposição a falhas em infraestruturas críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de os operadores conseguirem gerir interrupções de curta duração e de as redes estarem desenhadas com redundância ao nível central, a infraestrutura de dados europeia mantém fragilidades relevantes perante cenários de stress prolongado. A consultora identifica um “gap de resiliência” entre o grau de dependência digital da Europa e a capacidade real da infraestrutura para continuar a funcionar sob pressão.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal e Espanha já tiveram alerta sobre infraestruturas digitais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Eduardo Bicacro, Managing Director e Partner da BCG Lisboa, lembra que Portugal e Espanha tiveram no ano passado um alerta sobre a importância das infraestruturas digitais. Para o responsável, o estudo mostra que a necessidade de reforçar a resiliência deste ecossistema é real também à escala europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Esta deve ser uma prioridade estratégica para a Europa, para os players do setor e para os seus investidores”, afirma Eduardo Bicacro. O responsável sublinha que, embora muitas destas infraestruturas estejam entregues à iniciativa privada, as instituições públicas têm de assumir o seu papel na regulação e no apoio ao financiamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as responsabilidades públicas, o responsável da BCG aponta a monitorização da qualidade do serviço e dos níveis de redundância, o apoio ao financiamento de melhorias em resiliência e a coordenação da cooperação transfronteiriça.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pontos únicos de falha aumentam exposição da Europa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O esforço coordenado de governos, reguladores, empresas e instituições permitiu à Europa aproximar-se dos Estados Unidos e da Ásia em conectividade digital. No entanto, esse avanço também aumentou a exposição da região a falhas de infraestrutura crítica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as vulnerabilidades mais relevantes, a BCG destaca os pontos únicos de falha nas ligações da rede principal e de acesso final. Estas fragilidades têm sido repetidamente sinalizadas pela Agência da União Europeia para a Cibersegurança e pela Comissão Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em vastas áreas da Europa Central e de Leste, mais de 80% do tráfego internacional passa por apenas um ou dois conectores físicos. Esta concentração cria riscos acrescidos em caso de falha, ataque ou perturbação prolongada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo alerta ainda para fragilidades na proteção de infraestruturas secundárias, como centros de dados regionais e sistemas de cópia de segurança, bem como para a exposição dos cabos submarinos. Segundo a Agência da União Europeia para a Cibersegurança, menos de 20% das estações de amarração de cabos na União Europeia têm vigilância permanente, 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">A capacidade de reparação simultânea destes ativos continua limitada, num contexto de governação fragmentada. Para a BCG, essa fragmentação amplifica o risco caso ocorram falhas múltiplas em simultâneo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pagamentos, saúde, energia e emergência entre os setores vulneráveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma falha prolongada nos fluxos de dados teria impacto direto em vários setores críticos. Nos serviços financeiros, mesmo interrupções breves poderiam atrasar liquidações, gerar desalinhamentos de liquidez e provocar volatilidade nos mercados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2024, apenas 39% das compras na União Europeia foram feitas em dinheiro físico. Nos Países Baixos, esse valor desceu para 17%, deixando muitos consumidores sem alternativa em caso de falha nos sistemas digitais de pagamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na defesa e segurança pública, a dependência de redes civis de telecomunicações poderia comprometer a coordenação em contexto de crise, reduzir a visibilidade operacional das forças de segurança e limitar a difusão de alertas públicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na saúde, a utilização alargada de registos eletrónicos, portais de diagnóstico e sistemas na cloud torna o setor particularmente sensível à perda de conectividade. Cerca de metade dos laboratórios clínicos europeus utiliza plataformas na nuvem para funções críticas que ficariam paralisadas sem ligação.</p>
<p class="isSelectedEnd">No setor energético, a transição para as renováveis reforçou a dependência do controlo digital da rede. Uma falha de conectividade poderia retirar visibilidade operacional aos operadores, obrigando a reduções preventivas de carga mesmo quando a oferta de energia fosse suficiente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na indústria e na logística, uma disrupção digital prolongada poderia congelar cadeias de abastecimento e comprometer o acesso a bens essenciais, incluindo alimentos e medicamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Três cenários de crise digital</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para medir o impacto de uma falha nos fluxos de dados, a BCG estruturou três cenários, definidos pela duração da perturbação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num cenário de interrupção de curta duração, a Europa funcionaria em modo de contingência, com impacto imediato, mas ainda gerível. Até 200 milhões de euros em pagamentos digitais poderiam sofrer atrasos. Os serviços de emergência recorreriam a sistemas de rádio dedicados, sem integração GPS, e entre 30 mil e 50 mil chamadas poderiam ficar em espera.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste primeiro cenário, cerca de 150 mil testes laboratoriais tornar-se-iam inacessíveis e os operadores energéticos perderiam eficiência devido à falta de monitorização em tempo real.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num segundo cenário, com um dia de interrupção, a falha comprometeria a coordenação entre sistemas críticos, aumentando a tensão económica e a perturbação social. A disrupção do TARGET2, sistema de liquidação interbancária em euros em tempo real, poderia bloquear entre 25 e 30 mil milhões de euros em pagamentos grossistas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse cenário, até 140 mil chamadas de emergência poderiam ficar em atraso, cerca de 400 mil consultas seriam canceladas e 500 mil resultados de testes tornar-se-iam inacessíveis. No setor energético, entre 2 e 3 GW de energia renovável poderiam ser desligados devido à perda de monitorização da rede.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma semana sem dados teria impacto sistémico</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário mais grave analisado pela BCG prevê uma semana de interrupção. Nesse caso, as consequências atingiriam escala sistémica, com os mecanismos de contingência a revelarem-se insuficientes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O bloqueio de transações poderia ascender a cerca de 200 mil milhões de euros. Os serviços de emergência sofreriam uma degradação significativa, mais de 4 milhões de consultas seriam canceladas e as farmácias enfrentariam riscos de rutura de stock.</p>
<p class="isSelectedEnd">No setor energético, poderia tornar-se necessária uma redução de 5% a 10% da procura de pico. Para a BCG, este cenário demonstraria de forma inequívoca que a infraestrutura digital é, na prática, um pilar estrutural das sociedades modernas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma falha desta dimensão teria também consequências na perceção internacional da Europa enquanto parceiro económico fiável, com possível impacto na confiança dos investidores a longo prazo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>BCG defende modelo de resiliência coordenada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante estas fragilidades, a BCG defende a passagem de uma lógica de proteção fragmentada para um modelo de resiliência coordenada. Os governos devem monitorizar a qualidade do serviço digital e os níveis de redundância, criar instrumentos de financiamento adequados e coordenar a cooperação entre setores críticos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A consultora defende ainda o reforço da articulação transfronteiriça, incluindo no tratamento de dados sensíveis. Já as organizações, tanto em setores críticos como não críticos, devem mapear dependências digitais, identificar pontos únicos de falha e estabelecer critérios de resiliência com os seus fornecedores.</p>
<p class="isSelectedEnd">As empresas devem também desenvolver procedimentos operacionais em modo offline e participar em exercícios de simulação e teste de esforço. Para os fornecedores de infraestruturas e redes, a BCG recomenda arquiteturas modulares e geograficamente distribuídas, capazes de contornar pontos de falha.</p>
<p>Com mais de 450 milhões de cidadãos europeus dependentes diariamente da infraestrutura digital, a resiliência tornou-se um desafio estratégico coletivo. A BCG defende que a proteção do futuro digital da Europa exige ação imediata e coordenada entre agentes públicos e privados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782940]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carneiro desafia Governo a fazer &#8220;inversão de marcha&#8221; e critica manobras com o Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS desafiou hoje o Governo a fazer "inversão de marcha" porque vai "em contramão numa autoestrada em grande velocidade", acusando-o de "manobras ideológicas" com o Chega e de procurar distrair a atenção dos portugueses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS desafiou hoje o Governo a fazer &#8220;inversão de marcha&#8221; porque vai &#8220;em contramão numa autoestrada em grande velocidade&#8221;, acusando-o de &#8220;manobras ideológicas&#8221; com o Chega e de procurar distrair a atenção dos portugueses.</p>
<p>&#8220;A minha expectativa é que o Governo faça inversão de marcha porque há muito tempo que o Governo está em contramão numa autoestrada e em grande velocidade, o que só pode dar mau resultado&#8221;, respondeu aos jornalistas José Luís Carneiro quando questionado pelos jornalistas sobre se esperava uma nova fase no relacionamento com o Governo depois do acordo para a Prestação Social Única (PSU).</p>
<p>O líder do PS falava à comunicação social à chegada de uma viagem de comboio entre Sintra e Lisboa, no arranque das jornadas parlamentares do PS.</p>
<p>Para Carneiro, &#8220;as manobras ideológicas que o Governo tem conduzido com o Chega são a prova dessa contramão em grande velocidade e na autoestrada&#8221;, criticando ainda &#8220;o modo como os partidos que constituíram momentaneamente uma maioria têm procurado distrair as atenções dos portugueses&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu dou-vos um exemplo, vocês já ouviram falar, como eu também, de um &#8216;OVNI&#8217; chamado Fundo Soberano. Isto foi há oito dias. Já ouviram mais falar desse assunto, desse tema? Talvez não tenha pegado, talvez não tenha enraizado&#8221;, exemplificou.</p>
<p>Na opinião do líder do PS estas &#8220;são manobras de diversão ideológica&#8221; que faz com que &#8220;as atenções mediáticas saiam daquilo que é o essencial&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não queremos que as pessoas saiam do essencial e que as políticas saiam do essencial porque o essencial hoje é o custo de vida, é a habitação, é a saúde, é os rendimentos, é a economia&#8221;, disse ainda.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782944]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança dos consumidores aumenta em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O indicador de confiança dos consumidores aumentou em junho, depois de recuos nos três meses anteriores, depois de em abril ter chegado ao ponto mais baixo desde novembro de 2023, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O indicador de confiança dos consumidores aumentou em junho, depois de recuos nos três meses anteriores, depois de em abril ter chegado ao ponto mais baixo desde novembro de 2023, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>&#8220;A evolução do último mês resultou dos contributos positivos de todas as componentes: perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país, da realização de compras importantes por parte das famílias e da situação financeira do agregado familiar, assim como das opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar&#8221;, explica o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Com base nos resultados dos inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores, o INE regista que o saldo das apreciações sobre a evolução passada dos preços &#8220;diminuiu nos últimos dois meses&#8221;, após em abril ter tido o maior aumento desde 2008.</p>
<p>Já o saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços recuou entre abril e junho, &#8220;depois dos aumentos observados nos três meses anteriores&#8221; e de ter tido, em março, o valor mais elevado desde março de 2022 &#8212; sendo estes últimos os meses seguintes ao início da guerra no Irão e na Ucrânia, respetivamente.</p>
<p>Depois da descida em março, o indicador de clima económico aumentou entre abril e junho e superou o nível observado no início do ano.</p>
<p>O INE acrescenta que os indicadores de confiança nos serviços e no comércio aumentaram, estabilizaram na indústria transformadora e diminuíram na construção e obras públicas.</p>
<p>No caso dos serviços, a variação reflete &#8220;os contributos positivos das opiniões sobre a evolução da carteira de encomendas e das perspetivas relativas à evolução da procura&#8221;, enquanto no comércio, o aumento em junho espelha &#8220;os contributos positivos das opiniões sobre o volume de vendas e das perspetivas sobre a atividade nos próximos três meses&#8221;.</p>
<p>Na indústria transformadora, a estabilização do indicador decorre de um equilíbrio entre o contributo positivo das opiniões sobre a evolução da procura global e o contributo negativo das perspetivas de produção e das apreciações sobre os &#8216;stocks&#8217; de produtos acabados.</p>
<p>Na construção e obras públicas, a descida na confiança, após dois meses de subida, reflete os contributos negativos das perspetivas de emprego e das apreciações sobre a carteira de encomendas.</p>
<p>Segundo detalha o INE, o saldo de respostas das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda diminuiu no mês de junho em todos os setores.</p>
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		<title>&#8220;O procurement deve ser um pilar de eficiência, conformidade, gestão do risco e criação de valor”: Susana Pina, Banco Português de Fomento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 08:58:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Português de Fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[procurement]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Português de Fomento (BPF) está a acelerar a transformação digital da sua função de procurement, numa estratégia que pretende reforçar a eficiência, a transparência e o controlo dos processos de aquisição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Português de Fomento (BPF) está a acelerar a transformação digital da sua função de procurement, numa estratégia que pretende reforçar a eficiência, a transparência e o controlo dos processos de aquisição, num contexto em que as exigências regulatórias e de gestão de risco assumem um peso crescente nas instituições financeiras.</p>
<p>Segundo o banco, o procurement deixou de ser uma função exclusivamente administrativa para se afirmar como uma área estratégica, com impacto na criação de valor, na sustentabilidade, na inovação e na resiliência da organização.</p>
<p>No caso do BPF, a atividade de compras decorre num enquadramento fortemente regulado, exigindo o cumprimento de critérios de eficiência, proporcionalidade, transparência e controlo interno, em conformidade com as orientações do Banco de Portugal, da supervisão europeia e do Código dos Contratos Públicos.</p>
<p>A instituição prepara-se agora para disponibilizar uma nova plataforma digital de procurement, que permitirá otimizar e tornar mais rastreáveis os processos de aquisição. O objetivo passa por apoiar decisões baseadas em dados, antecipar tendências, otimizar categorias de despesa e acompanhar o desempenho dos fornecedores.</p>
<p>De acordo com o banco, esta evolução ganha particular importância perante as exigências da gestão de risco associada a fornecedores externos. As orientações da Autoridade Bancária Europeia (EBA) reforçam a necessidade de supervisão contínua dos prestadores de serviços considerados críticos, tornando a tecnologia uma ferramenta essencial para assegurar níveis mais elevados de conformidade e auditabilidade.</p>
<p>Além dos critérios económicos, o BPF refere que as decisões de compra integram também fatores ambientais, de integridade e de responsabilidade social, permitindo uma avaliação mais abrangente dos fornecedores.</p>
<p>Citada em comunicado, Susana Pina, diretora coordenadora de Meios e Compras do Banco Português de Fomento, afirma que &#8220;o procurement deve posicionar-se como um pilar de eficiência, conformidade, gestão do risco e criação de valor&#8221;, considerando que a aposta na transformação digital reflete essa visão estratégica.</p>
<p>A responsável acrescenta que a adoção de novas tecnologias permitirá tornar os processos mais ágeis, suportar decisões assentes em dados e reforçar a conformidade, contribuindo para aumentar o grau de maturidade da função de procurement na instituição.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782932]]></sapo:autor>
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		<title>Biden chama “falhado” a Trump e acusa-o de incompetência, corrupção e vaidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 08:57:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Biden criticou também a relação de Trump com Vladimir Putin, depois da invasão da Ucrânia pelas forças russas em 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Joe Biden chamou “falhado” a Donald Trump num discurso duro em Hanover, no Maryland, no qual acusou o atual Presidente dos Estados Unidos de incompetência, corrupção e vaidade. A intervenção foi feita este sábado, durante uma gala organizada pelo Partido Democrata do Maryland, que pretende ajudar os democratas a recuperar o controlo do Congresso nas eleições intercalares de novembro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num discurso de cerca de dez minutos, Biden apontou vários projetos promovidos por Trump em Washington, incluindo a demolição da Ala Este da Casa Branca para abrir espaço a um salão de baile, a inscrição do seu nome na fachada do John F. Kennedy Center for the Performing Arts, entretanto retirada por ordem judicial, os planos para um arco triunfal e a renovação de 14,7 milhões de dólares do espelho de água do Lincoln Memorial, afetado por uma proliferação de algas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Não são apenas projetos de vaidade”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Biden afirmou que estes casos não são apenas “projetos de vaidade” na capital norte-americana. O antigo Presidente referiu também a intenção da administração Trump de indemnizar pessoas condenadas, e depois perdoadas pelo Presidente, pelo envolvimento no ataque violento ao Capitólio de 6 de janeiro de 2021, ocorrido depois da derrota de Trump no fim do seu primeiro mandato.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao enumerar estes episódios, Biden interrompeu-se para lançar uma crítica direta ao sucessor: “Que falhado.”</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo Presidente concentrou parte das críticas no projeto do espelho de água do Lincoln Memorial. Segundo o artigo original, o Governo federal atribuiu um contrato de 1,7 milhões de dólares, sem concurso, para um sistema de filtragem a um doador de Trump que é vizinho do clube Mar-a-Lago, na Florida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Biden disse que esse caso “reflete algo ainda pior do que o narcisismo e a incompetência no centro desta administração”. “É a corrupção, a corrupção descarada, evidente”, afirmou. “Corrupção numa escala nunca antes vista na história americana em qualquer administração.”</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Críticas à relação com Putin e à NATO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Biden criticou também a relação de Trump com Vladimir Putin, depois da invasão da Ucrânia pelas forças russas em 2022. O antigo Presidente acusou ainda Trump de promover uma “distorção e destruição deliberadas” da NATO, aliança militar que tem sido vista como pressionada pela guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel no Irão no final de fevereiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Ele diminuiu a nossa posição no mundo mais do que qualquer Presidente na história”, afirmou Biden, de 83 anos, referindo-se a Trump, de 80.</p>
<p class="isSelectedEnd">O discurso foi feito exatamente dois anos depois do debate televisivo desastroso entre Biden e Trump, que antecedeu a decisão do então Presidente de abandonar a corrida à reeleição nas presidenciais de novembro de 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump acabaria por vencer um segundo mandato na Casa Branca, derrotando a candidata apoiada por Biden, a então vice-presidente Kamala Harris.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Família Biden mais visível após saída da Casa Branca</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A intervenção de Biden surge também numa altura em que a sua família tem vindo a tornar-se mais visível na cena política, depois da sua saída da Presidência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A antiga primeira-dama Jill Biden publicou as suas memórias, “View from the East Wing”, a 2 de junho. Nesse mesmo dia, participou num evento de promoção do livro, onde afirmou que o diagnóstico de cancro do marido, anunciado em maio de 2025, “põe realmente a vida em perspetiva”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Hunter Biden, filho do antigo Presidente, também ganhou novos seguidores nas redes sociais através de publicações autodepreciativas sobre política, saúde mental e recuperação de dependências. A visibilidade surgiu depois de, nos últimos dias da Presidência, Biden lhe ter concedido um perdão relacionado com condenações federais por posse de arma e crimes fiscais.</p>
<p>Antes da gala deste sábado, Biden tinha adotado um tom mais convencional numa declaração atribuída a si, divulgada antes do discurso. “Sempre acreditei que a democracia não é um desporto para espectadores”, afirmou, elogiando os organizadores políticos por baterem a portas, fazerem telefonemas e dedicarem tempo a um trabalho que “ninguém vê, mas de que todos beneficiam”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782931]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo avança pela Europa: Alemanha, Chéquia, Polónia e Hungria batem recordes acima dos 40 °C</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 08:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 191 milhões de pessoas na Europa enfrentaram temperaturas de pelo menos 35 °C, num cenário de avisos de calor extremo em vários países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A vaga de calor que já tinha atingido a Europa Ocidental avançou para leste e levou Alemanha, Chéquia, Polónia e Hungria a registarem temperaturas recorde este domingo, com valores acima dos 40 °C. Mais de 191 milhões de pessoas na Europa enfrentaram temperaturas de pelo menos 35 °C, num cenário de avisos de calor extremo em vários países.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Alemanha, os dados preliminares do serviço meteorológico nacional apontam para um novo máximo histórico de 41,7 °C em Coschen, junto à fronteira com a Polónia, no leste de Brandeburgo. O valor superou o anterior recorde de 41,5 °C, registado apenas um dia antes em Drewitz.</p>
<p class="isSelectedEnd">O calor extremo agravou também o risco de incêndio. Em Gohrischheide, no leste da Alemanha, deflagrou um incêndio numa floresta contaminada com munições da Segunda Guerra Mundial, o que dificultou o trabalho dos bombeiros. Já no sudoeste do país, junto à aldeia de Traisen, uma operação de combate às chamas teve de ser interrompida num antigo local de destruição de munições, depois de explosões terem sido desencadeadas. Uma unidade de desativação de engenhos explosivos foi chamada ao local e cerca de 650 pessoas tiveram de abandonar as suas casas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Berlim, a polícia recorreu a canhões de água lançados para o ar para ajudar residentes e turistas a refrescarem-se. A operadora ferroviária alemã Deutsche Bahn aconselhou a população a evitar todas as viagens não essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Polónia bate recorde com 40,5 °C</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Polónia também ultrapassou o seu recorde absoluto de temperatura. Em Słubice, junto à fronteira com a Alemanha, os termómetros chegaram aos 40,5 °C, superando o máximo de 40,2 °C registado em 1921, há 105 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o fim de semana, a agência de segurança do Governo polaco enviou mensagens de texto à população, apelando para que evitasse a exposição ao sol e esforços físicos, bebesse água e usasse chapéu. Em várias cidades foram instaladas cortinas de água para ajudar os residentes a lidar com o calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Hungria, foi igualmente batido o recorde para esta data, com 40,7 °C registados em Budakalász, acima dos 40,0 °C verificados no sábado. A Chéquia comunicou um novo máximo histórico de 41,9 °C em Doksany, confirmado pelo instituto hidrometeorológico do país. Numa nota divulgada ao início da tarde, o organismo alertou que as temperaturas continuavam a subir e que aquele poderia ainda não ser o valor máximo final.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Eslováquia, foram registados 39,3 °C em Mužla, no sudoeste do país. A Dinamarca tinha já registado no sábado a temperatura mais elevada desde o início das medições, em 1874, com 36,6 °C a norte de Odense.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>França começa a contabilizar mortes associadas ao calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em França, as autoridades começaram a contabilizar as mortes associadas à vaga de calor. A agência nacional de saúde pública indicou que, entre 24 e 27 de junho, foram registadas mais 1000 mortes do que nos meses anteriores. Estes números são ainda provisórios e deverão aumentar de forma significativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O maior aumento foi observado entre pessoas que morreram em casa, em particular na região de Île-de-France, que inclui Paris e os seus subúrbios. A maioria das vítimas tinha mais de 65 anos, mas também foram afetadas pessoas mais jovens.</p>
<p class="isSelectedEnd">A agência de saúde pública francesa sublinhou que estes dados recordam a importância de medidas de solidariedade dirigidas a pessoas isoladas ou em situação de profunda solidão, mesmo em áreas altamente urbanizadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Philippe Juvin, médico de urgência e deputado do partido de direita Les Républicains, afirmou que o balanço final de mortes em França deverá ser muito elevado. Disse ainda que poderão existir pessoas em casa em coma, ou já mortas, que só venham a ser encontradas na próxima semana.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Hospitais e serviços de emergência sob pressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, afirmou que os hospitais e os serviços de emergência deverão continuar sob pressão nos próximos dias. Já Marine Tondelier, líder dos Verdes, defendeu que deve ser feita total clarificação sobre o elevado número de mortes e que devem ser retiradas conclusões políticas para agir perante a crise climática.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, indicou que os serviços de ambulância responderam a mais de 122 mil ocorrências durante o período mais quente da vaga de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Espanha, os dados preliminares apontam para pelo menos 327 mortes que poderão estar relacionadas com o calor entre domingo passado e quinta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Tempestades violentas atingem França e Bélgica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além do calor extremo, uma grande parte do norte de França foi atingida por trovoadas violentas e ventos fortes, que provocaram vários feridos. Os serviços de emergência responderam a quedas de árvores em estradas e a inundações em habitações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na região de Aisne, os relâmpagos provocaram vários incêndios, incluindo um em Laon, onde cinco pessoas ficaram feridas. As tempestades causaram ainda falhas no fornecimento de eletricidade e mais de 60 mil casas estavam sem luz na manhã de domingo.</p>
<p>Na Bélgica, um homem morreu depois de uma árvore cair sobre o veículo em que seguia, nos arredores de Bruxelas, na sequência das tempestades violentas que atingiram grande parte do país.</p>
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		<title>SNS fechou 2025 com mais utentes, mais pessoas sem médico de família e défice acima de mil milhões</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 08:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo relatório sobre a evolução do desempenho do Serviço Nacional de Saúde em 2025 mostra que as dificuldades nas urgências hospitalares persistem, sobretudo no cumprimento dos prazos recomendados para atendimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Serviço Nacional de Saúde voltou a aumentar o número de utentes em 2025, invertendo a diminuição registada no ano anterior. No total, o SNS contabilizou cerca de 10,7 milhões de utentes, mas também registou uma subida no número de pessoas sem médico de família, mostra o novo relatório sobre a evolução do desempenho do Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd">No final de 2025, havia 1,56 milhões de utentes sem médico de família, mais 41 mil do que em 2024. Cerca de 70% destes utentes estavam concentrados na região de Lisboa e Vale do Tejo, evidenciando a pressão persistente sobre os cuidados de saúde primários.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Consultas presenciais caíram nos cuidados primários</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O volume total de consultas médicas nos cuidados de saúde primários reduziu-se ligeiramente em 2025, com uma quebra de 0,9% face ao ano anterior. Esta evolução interrompeu o crescimento observado em 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descida foi explicada sobretudo pela redução das consultas presenciais, que caíram 4,0% em comparação com 2024. Em sentido contrário, as consultas não presenciais continuaram a aumentar, registando uma subida de 3,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Urgências melhoram, mas tempos recomendados continuam longe de ser cumpridos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos serviços de urgência e internamento, o número de episódios de urgência diminuiu, mas a capacidade de resposta atempada continuou condicionada. Em 2025, os tempos máximos de atendimento recomendados foram cumpridos em 44% dos casos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de representar uma melhoria face aos 56% registados em 2024, o indicador continua a revelar dificuldades persistentes nas urgências hospitalares, sobretudo no cumprimento dos prazos recomendados para atendimento.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Plano de Emergência teve execução parcial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Plano de Emergência e Transformação na Saúde, aprovado em maio de 2024, teve uma execução parcial e heterogénea. O plano incluía 54 medidas, distribuídas por cinco eixos estratégicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O II Relatório de Progresso, com informação disponível até 31 de março de 2025, reconheceu melhorias em várias áreas de acesso e produção assistencial. Ainda assim, o documento evidenciou que a pressão sobre o SNS permaneceu elevada, em especial nos cuidados primários e continuados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>SNS registou défice de 1035 milhões de euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2025, a Conta do SNS passou a refletir a nova configuração institucional resultante da reorganização do Serviço Nacional de Saúde. No final do ano, o perímetro de consolidação integrava 47 entidades do serviço público de saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a conta consolidada provisória elaborada pela ACSS, o SNS registou em 2025 um défice de 1035 milhões de euros. O valor ficou significativamente acima dos 217 milhões de euros previstos no Orçamento do Estado para esse ano, embora represente uma melhoria de 534 milhões de euros face a 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação financeira do SNS continuou dependente de reforços extraordinários de capital atribuídos pelo Estado, que não estão refletidos no saldo do SNS. Entre 2016 e 2025, esses reforços extraordinários acumularam cerca de 7,9 mil milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Receita cresceu, mas despesa também aumentou</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A receita total do SNS atingiu 15.926 milhões de euros em 2025, o que representa um crescimento de 10,8%, ou mais 1548 milhões de euros, face a 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">As receitas de impostos provenientes do Orçamento do Estado continuaram a ser a principal fonte de financiamento do SNS, representando 93,9% do total das receitas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A despesa do SNS chegou aos 16.962 milhões de euros em 2025, mais 4,4% do que no ano anterior, num aumento de 1014 milhões de euros. Esta subida ficou sobretudo a dever-se ao acréscimo de 502 milhões de euros nas despesas com pessoal, 333 milhões de euros em fornecimentos e serviços externos e 158 milhões de euros em compras de inventários.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Dívida a fornecedores subiu para 1,5 mil milhões</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A dívida a fornecedores externos do SNS aumentou 148 milhões de euros em 2025, fixando-se em 1,5 mil milhões de euros. O acréscimo resultou tanto do aumento da dívida vencida, em 107 milhões de euros, como da dívida vincenda, em 41 milhões de euros.</p>
<p>O prazo médio de pagamento das entidades do SNS subiu para 95 dias, mais 18 dias do que no ano anterior. Em 2025, apenas 11 das 47 entidades integradas no SNS cumpriram o objetivo de manter o prazo médio de pagamento abaixo dos 60 dia</p>
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