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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 10 May 2026 19:09:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>I Liga: AVS despede-se de casa com vitória, FC Porto falha recorde igualado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 19:09:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O AVS despediu-se hoje do seu público com um triunfo por 3-1 sobre o já campeão FC Porto, em jogo da 33.ª e penúltima jornada da I Liga de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O AVS despediu-se hoje do seu público com um triunfo por 3-1 sobre o já campeão FC Porto, em jogo da 33.ª e penúltima jornada da I Liga de futebol.</P><br />
<P>Um &#8216;bis&#8217; de Roni, aos 23 e 58 minutos, e um golo de Aderllan Santos, aos 58, materializaram o triunfo da equipa de Vila das Aves, já despromovida ao segundo escalão, enquanto Deniz Gül, aos 53, marcou o tento de &#8216;honra&#8217; dos &#8216;dragões&#8217;, que assim falharam o &#8216;objetivo&#8217; de igualarem o recorde de pontos numa época, já pertença do clube &#8216;azul e branco&#8217;.</P><br />
<P>Apesar da vitória, a equipa avense não sai do último posto, com 20 pontos, o mesmo sucedendo com o FC Porto, que manterá naturalmente o primeiro lugar, com 85.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760875]]></sapo:autor>
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		<title>Condutor português morreu carbonizado em despiste em Zamora, Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 19:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR confirmou a morte de um condutor português num acidente hoje de madrugada na autoestrada espanhola A-11, perto de Fresno de la Ribera (Zamora), após o veículo, com matrícula suíça, se ter despistado e incendiado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR confirmou a morte de um condutor português num acidente hoje de madrugada na autoestrada espanhola A-11, perto de Fresno de la Ribera (Zamora), após o veículo, com matrícula suíça, se ter despistado e incendiado.</P><br />
<P>Fontes ligadas à investigação informaram à agência espanhola EFE que o condutor foi encontrado carbonizado dentro do veículo na sequência do acidente, havendo a confirmação, após troca de informações com a GNR portuguesa, de que seria um cidadão português, o que será comprovado com os resultados dos testes de ADN.</P><br />
<P>Entretanto, fonte do comando da GNR disse à agência Lusa que, na sequência de troca de informações com a Guardia Civil espanhola, concluíram tratar-se de um cidadão português, de 40 anos, residente na zona do Grande Porto.</P><br />
<P>O veículo despistou-se, embateu nos rails de proteção metálica e foi projetado para fora da autoestrada, onde pegou fogo, segundo as fontes contactadas pela EFE, que explicaram que os restos mortais da vítima foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Zamora.</P><br />
<P>Como o veículo tinha matrícula suíça, os investigadores inicialmente consideraram a possibilidade de a vítima ser um residente suíço a caminho de Espanha ou de Portugal, uma vez que existem muitos emigrantes naquele país alpino que frequentemente utilizam esta autoestrada para regressar às suas cidades natais.</P><br />
<P>Contudo, foi agora confirmado que a vítima fatal era um cidadão português que seguia para Portugal quando o acidente ocorreu, à 01:20 da madrugada de hoje, ao quilómetro 443 da autoestrada.</P><br />
<P>Um outro condutor alertou as autoridades para o acidente, indicando que havia muitas chamas e que poderia haver alguém dentro do veículo.</P><br />
<P>Acorreram ao local bombeiros do Conselho Provincial de Zamora, com recurso dos meios de combate a incêndios do Serviço Ambiental do Governo Regional de Castela e Leão, agentes de trânsito e serviços médicos de emergência.</P><br />
<P>No local, os paramédicos confirmaram que havia uma pessoa morta dentro do veículo, que não pôde ser identificada imediatamente devido ao incêndio.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760874]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FC Porto campeão europeu de hóquei em patins pela quarta vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 19:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto sagrou-se hoje campeão europeu de hóquei em patins, depois de vencer o FC Barcelona, recordista de títulos, por 3-1, na final disputada em Coimbra, dando o quarto título consecutivo a equipas portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto sagrou-se hoje campeão europeu de hóquei em patins, depois de vencer o FC Barcelona, recordista de títulos, por 3-1, na final disputada em Coimbra, dando o quarto título consecutivo a equipas portuguesas.</P><br />
<P>Rafa (02), Gonçalo Alves (08) e Telmo Pinto (45) marcaram os golos dos &#8216;dragões&#8217;, que tinham perdido a final da última temporada frente ao Óquei de Barcelos, com Alabart (28) a reduzir para os catalães, de penálti.</P><br />
<P>O FC Porto igualou o Sporting como a equipa portuguesa com mais títulos, ao chegar ao quarto troféu, ainda muito longe dos 22 do FC Barcelona, que não vence a prova desde 2017/18.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760873]]></sapo:autor>
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		<title>Fatura da luz com erros? ERSE explica como identificar e recuperar dinheiro que pagou a mais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fatura-da-luz-com-erros-erse-explica-como-identificar-e-recuperar-dinheiro-que-pagou-a-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 19:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) alerta que as faturas de eletricidade podem conter erros que levam os consumidores a pagar valores incorretos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) alerta que as faturas de eletricidade podem conter erros que levam os consumidores a pagar valores incorretos. Em causa estão situações como consumos estimados, falhas de leitura, erros de faturação ou anomalias no contador, que podem resultar em acertos posteriores — por vezes favoráveis ao cliente.</p>
<p>Segundo a ERSE, quando não existe leitura real do contador disponível, as comercializadoras podem emitir faturas com base em consumos estimados. Esses valores são provisórios e devem ser corrigidos assim que exista uma leitura efetiva.</p>
<p>Essa correção pode originar acertos de faturação, que tanto podem beneficiar o consumidor como a empresa fornecedora, dependendo da diferença entre o consumo estimado e o consumo real.</p>
<p>A entidade reguladora explica que estes acertos podem resultar de várias situações, incluindo erros de medição, erros de leitura, falhas na faturação ou problemas no funcionamento do contador. Quando o acerto é favorável ao consumidor, o valor deve ser apresentado como crédito na própria fatura de regularização.</p>
<p><strong>Consumidores devem verificar leituras e reclamar por escrito</strong><br />
Perante dúvidas sobre os valores cobrados, a ERSE recomenda que o consumidor confirme a leitura real do contador e a compare com os dados apresentados na fatura.</p>
<p>Se forem detetadas discrepâncias, deve ser apresentada uma reclamação por escrito ao comercializador de energia. É igualmente importante guardar provas como fotografias do contador, faturas anteriores e todas as respostas recebidas da empresa.</p>
<p>Depois da reclamação, o fornecedor tem um prazo máximo de 15 dias úteis para responder.</p>
<p>Caso não responda dentro deste prazo, o consumidor tem direito a compensação, cujo valor mínimo é de 5 euros, salvo se o contrato estipular um montante superior.</p>
<p><strong>O que fazer quando o problema não é resolvido</strong><br />
Se a resposta do fornecedor não resolver a situação ou se não houver qualquer resposta dentro do prazo legal, o consumidor pode recorrer diretamente à ERSE.</p>
<p>A entidade reguladora pode analisar a situação, esclarecer dúvidas, recomendar soluções e aplicar sanções às empresas sempre que sejam detetadas irregularidades ou incumprimentos legais.</p>
<p>Quando for necessária uma decisão com carácter vinculativo, o consumidor pode ainda recorrer a um Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Nestes casos, por se tratar de um serviço público essencial, a empresa é obrigada a aceitar a decisão arbitral, que tem valor equivalente ao de uma sentença judicial de primeira instância.</p>
<p><strong>Regra dos seis meses pode limitar cobranças</strong><br />
A ERSE lembra ainda a existência da chamada regra dos seis meses, que define prazos importantes na relação entre consumidores e fornecedores de eletricidade.</p>
<p>De acordo com esta regra, o direito do fornecedor a cobrar eletricidade fornecida prescreve seis meses após a prestação do serviço. Isto significa que, se existir um valor em falta relativamente a consumos anteriores, a empresa apenas pode exigir esse pagamento dentro desse prazo.</p>
<p>Contudo, para que esta proteção tenha efeito, o consumidor deve invocar formalmente a prescrição ou caducidade, preferencialmente por escrito, junto do fornecedor.</p>
<p>A ERSE reforça assim a importância de os consumidores estarem atentos às faturas de eletricidade, sobretudo em casos de consumos estimados ou leituras pouco claras. A verificação dos dados e a reclamação atempada podem evitar pagamentos indevidos e garantir a correção de eventuais erros de faturação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759563]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Andar descalço em casa faz bem ou mal? Médicos explicam os riscos e benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 18:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas pessoas chegam a casa e tiram os sapatos imediatamente, mas surge a dúvida: andar descalço em casa faz mal aos pés ou pode até trazer benefícios?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="84" data-end="351">Muitas pessoas chegam a casa e tiram os sapatos imediatamente, mas surge a dúvida: andar descalço em casa faz mal aos pés ou pode até trazer benefícios? Segundo especialistas citados pelo HuffPost, a resposta não é tão simples como parece e depende de vários fatores.</p>
<p data-start="353" data-end="550">De acordo com o HuffPost, caminhar sem sapatos nem meias significa estar verdadeiramente “descalço”, em contacto direto da pele com o chão, o que pode influenciar a forma como o corpo se movimenta.</p>
<p data-start="595" data-end="709">Alguns médicos defendem que andar descalço dentro de casa pode trazer benefícios importantes para a saúde dos pés.</p>
<p data-start="711" data-end="913">Segundo o HuffPost, o podologista clínico Robert Conenello afirma que esta prática ajuda a fortalecer os músculos internos dos pés, que tendem a enfraquecer com a idade e com o uso constante de calçado.</p>
<p data-start="915" data-end="1094">De acordo com o HuffPost, este reforço muscular pode ter impacto positivo na mobilidade geral do corpo, uma vez que os pés estão diretamente ligados ao movimento e à estabilidade.</p>
<p data-start="1096" data-end="1306">Além disso, a dermatologista Hannah Kopelman explica que andar descalço em casa permite que a pele respire melhor, ajudando a reduzir a acumulação de humidade e o risco de infeções fúngicas como o pé de atleta.</p>
<p data-start="1355" data-end="1596">Segundo o HuffPost, alguns especialistas referem ainda que sentir diferentes superfícies sob os pés pode ter um efeito relaxante, semelhante a uma massagem natural, contribuindo para uma sensação de bem-estar e ligação ao ambiente doméstico.</p>
<p data-start="1598" data-end="1717">Este estímulo sensorial pode ser benéfico para quem não tem problemas de pele ou condições médicas específicas nos pés.</p>
<p data-start="1759" data-end="1897">Apesar dos benefícios, os especialistas alertam que andar descalço em casa não é adequado para todas as pessoas nem em todas as situações.</p>
<p data-start="1899" data-end="2150">De acordo com o HuffPost, a exposição direta ao chão pode aumentar o contacto com poeiras, alergénios, pelos de animais ou produtos de limpeza, o que pode ser problemático para pessoas com pele sensível ou doenças como eczema ou dermatite de contacto.</p>
<p data-start="2152" data-end="2308">Além disso, existe o risco de escorregar em superfícies molhadas ou de se magoar ao pisar objetos duros ou cortantes, algo que pode causar lesões dolorosas.</p>
<p data-start="2310" data-end="2486">Segundo o HuffPost, pessoas com diabetes ou problemas de circulação devem ter especial cuidado, uma vez que pequenas lesões nos pés podem evoluir para complicações mais graves.</p>
<p data-start="2529" data-end="2722">Outro ponto destacado pelos especialistas é que andar descalço durante longos períodos em superfícies duras pode levar a fadiga nos pés ou até contribuir para problemas como a fasceíte plantar.</p>
<p data-start="2724" data-end="2894">De acordo com o HuffPost, a falta de amortecimento pode aumentar a pressão sobre as articulações, especialmente em pessoas que já têm problemas musculares ou articulares.</p>
<p data-section-id="b5fkms" data-start="2896" data-end="2948"><strong>Sapatos, meias ou descalço: qual a melhor opção?</strong></p>
<p data-start="2950" data-end="3144">Segundo o HuffPost, os especialistas defendem que não existe uma única resposta correta. Andar descalço pode ser benéfico em casa, sobretudo em ambientes limpos, mas nem sempre é a melhor opção.</p>
<p data-start="3146" data-end="3306">O uso de meias pode representar um equilíbrio, oferecendo alguma proteção contra sujidade e irritações, ao mesmo tempo que mantém alguma liberdade de movimento.</p>
<p data-start="3308" data-end="3496">Já o uso de calçado pode ser recomendado em situações em que é necessário estar muito tempo de pé, como a cozinhar, para distribuir melhor o peso e evitar sobrecarga num único ponto do pé.</p>
<p data-start="3498" data-end="3703" data-is-last-node="" data-is-only-node="">No geral, os especialistas citados pelo HuffPost defendem que a moderação é a melhor abordagem, alternando entre andar descalço, de meias ou com calçado, consoante a situação e as necessidades individuais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760090]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sporting bate Palma Futsal e sagra-se tricampeão europeu de futsal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 18:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sporting sagrou-se hoje tricampeão europeu de futsal, ao vencer na final o detentor do título, os espanhóis do Palma Futsal, por 2-0, em final disputada em Pesaro, Itália.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting sagrou-se hoje tricampeão europeu de futsal, ao vencer na final o detentor do título, os espanhóis do Palma Futsal, por 2-0, em final disputada em Pesaro, Itália.</P><br />
<P>A equipa &#8216;leonina&#8217;, vencedora das edições de 2018/19 e 2020/21, adiantou-se cedo no marcador, através de Diogo Santos, aos quatro minutos, jogador que acabou expulso ainda na primeira parte, com segundo cartão amarelo, tendo os &#8216;leões&#8217; conseguido manter a baliza a &#8216;zeros&#8217; nos dois minutos em que jogaram com menos uma unidade.</P><br />
<P>Apesar da vantagem, foram inúmeras as oportunidades do Sporting para aumentar o pecúlio, tendo o segundo golo acabado por surgir já na reta final, num autogolo de Alisson, aos 36 minutos, numa altura em que o Palma Futsal jogava já com guarda-redes avançado.</P><br />
<P>Com este triunfo, o Sporting alcança a equipa espanhola no terceiro lugar do pódio, ambos com três títulos, num palmarés liderado pelos espanhóis do Inter Movistar, com cinco conquistas, sendo logo seguidos de outra equipa espanhola, o Barcelona, com quatro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760872]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Como funciona uma viagem no tempo? Investigação revela método para enviar informação ao passado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/como-funciona-uma-viagem-no-tempo-investigacao-revela-metodo-para-enviar-informacao-ao-passado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 18:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia de viajar no tempo ou comunicar com o passado tem sido tradicionalmente associada à ficção científica, mas um novo enquadramento teórico sugere que, pelo menos no que toca à transmissão de informação, a física pode não excluir completamente essa possibilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de viajar no tempo ou comunicar com o passado tem sido tradicionalmente associada à ficção científica, mas um novo enquadramento teórico sugere que, pelo menos no que toca à transmissão de informação, a física pode não excluir completamente essa possibilidade. Um grupo de investigadores afirma ter identificado uma forma de enviar mensagens para trás no tempo com base em princípios da física quântica.</p>
<p>Embora este modelo não permita viagens físicas ao passado — nem qualquer tipo de deslocação à era dos dinossauros — os cientistas defendem que poderá ser possível transmitir informação através do tempo de forma consistente com as leis conhecidas da física.</p>
<p>Os investigadores aproximam o conceito de uma ideia popularizada no cinema, nomeadamente no filme “Interstellar”, de Christopher Nolan, onde um astronauta interpretado por Matthew McConaughey consegue comunicar com a filha no passado através de sinais transmitidos de forma não convencional.</p>
<p>No estudo, os cientistas descrevem um mecanismo semelhante a um “loop causal”, no qual a informação enviada a partir do futuro influencia o passado de forma coerente.</p>
<p>O coautor do estudo, o investigador Kaiyuan Ji, da Universidade de Cornell, explicou: “O pai recorda-se de como a filha decodifica a sua mensagem futura. Assim, pode instruir-se a si próprio sobre a melhor forma de codificar a mensagem.”</p>
<p><strong>A física não exclui completamente a viagem no tempo</strong><br />
Apesar de contraintuitivo, os investigadores sublinham que nenhuma lei fundamental da física, tal como é atualmente compreendida, exclui de forma absoluta a possibilidade de viagem no tempo.</p>
<p>A teoria da relatividade geral, que descreve o funcionamento do espaço-tempo, permite trajetórias conhecidas como curvas temporais fechadas, nas quais um objeto pode avançar para o futuro e regressar ao ponto de origem através de um ciclo.</p>
<p>Estas estruturas, conhecidas como “curvas temporais fechadas”, representam trajetórias em que algo pode, em teoria, deslocar-se para o futuro e depois regressar ao passado.</p>
<p>No entanto, a criação destas estruturas em escala macroscópica exigiria quantidades de energia consideradas impraticáveis.</p>
<p><strong>A física quântica abre a porta a efeitos temporais</strong><br />
É no domínio da física quântica que surge a possibilidade mais intrigante. A nível subatómico, partículas podem comportar-se de forma altamente interligada através do fenómeno conhecido como entrelaçamento quântico.</p>
<p>Quando duas partículas estão entrelaçadas, qualquer alteração numa delas parece influenciar instantaneamente a outra, independentemente da distância.</p>
<p>Este fenómeno foi descrito por Albert Einstein como “ação fantasmagórica à distância”, e alguns investigadores defendem que pode ser interpretado como uma forma indireta de comunicação envolvendo o tempo.</p>
<p>Segundo esta perspetiva, uma partícula poderia influenciar outra através de um mecanismo equivalente a uma transmissão de informação retroativa.</p>
<p><strong>Como funcionaria o envio de mensagens para o passado</strong><br />
O modelo teórico proposto descreve um sistema baseado em partículas entrelaçadas que formariam uma estrutura semelhante a uma curva temporal fechada.</p>
<p>O processo seria o seguinte:</p>
<p>&#8211; Criar um sistema quântico com duas partículas entrelaçadas<br />
&#8211; Estabelecer uma estrutura de tipo “loop temporal” entre elas<br />
&#8211; Alterar uma das partículas, provocando uma resposta na outra<br />
&#8211; Utilizar essa relação para codificar informação enviada ao passado<br />
&#8211; Ajustar a codificação com base na forma como a mensagem é interpretada no futuro</p>
<p>Desta forma, seria possível melhorar a legibilidade da mensagem enviada para trás no tempo, mesmo em condições de elevada interferência.</p>
<p><strong>Experiências teóricas já exploraram o conceito</strong><br />
Embora não exista qualquer implementação prática de uma curva temporal fechada real, investigadores já simularam efeitos semelhantes em laboratório.</p>
<p>Em 2010, o físico Seth Lloyd, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, descreveu experiências que imitam este tipo de fenómeno com partículas entrelaçadas.</p>
<p>Segundo o investigador, o efeito seria equivalente a “enviar um fotão alguns nanossegundos para trás no tempo e fazê-lo tentar eliminar o seu próprio passado”.</p>
<p>Na prática, trata-se de um sistema de comunicação semelhante a uma linha direta entre dois pontos temporais ligeiramente deslocados.</p>
<p><strong>Comunicação através do tempo seria “ruidosa”, mas funcional</strong><br />
Tal como qualquer sistema de comunicação, os investigadores admitem que estes canais estariam sujeitos a ruído e interferência, dificultando a transmissão perfeita da informação.</p>
<p>Seth Lloyd sublinha essa limitação: “Ninguém construiu uma verdadeira curva temporal fechada e há razões para pensar que é muito difícil de criar. Mas todos os canais têm ruído.”</p>
<p>Apesar disso, o modelo sugere que a própria estrutura do sistema permitiria corrigir erros, já que o emissor poderia usar a memória do futuro para otimizar a forma como codifica a mensagem.</p>
<p><strong>A analogia com Interstellar ajuda a explicar o conceito</strong><br />
Os investigadores recorrem novamente à analogia cinematográfica para explicar o funcionamento do sistema.</p>
<p>No cenário descrito, o emissor no futuro consegue recordar como a mensagem foi interpretada no passado, ajustando a sua codificação para aumentar a probabilidade de compreensão correta.</p>
<p>No artigo científico, aceite para publicação na revista Physical Review Letters, os autores explicam: “O pai, que está no futuro, pode recuperar a memória de eventos passados que testemunhou, incluindo a forma como a filha decodificou a mensagem que está prestes a enviar.”</p>
<p>E acrescentam: “Não seria surpreendente que ele consultasse essa memória ao codificar a mensagem, de modo a maximizar a eficiência da comunicação.”</p>
<p><strong>Implicações científicas e aplicações futuras</strong><br />
Os cientistas sugerem que, mesmo que não seja possível construir uma verdadeira estrutura de viagem no tempo, o modelo teórico pode ser útil para estudar o comportamento da informação em sistemas ruidosos.</p>
<p>Isto poderá ter aplicações práticas em tecnologias de comunicação avançadas, ajudando a melhorar a transmissão de dados em ambientes com elevada interferência.</p>
<p>Embora a viagem no tempo continue longe da realidade prática, a investigação demonstra que a física quântica continua a desafiar noções tradicionais de causalidade e comunicação, abrindo espaço a conceitos que até há pouco tempo pertenciam apenas à ficção científica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759571]]></sapo:autor>
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		<title>Operação Influencer: PSD inviabiliza comissão de inquérito proposta pelo Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 17:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD anunciou hoje que não viabilizará a comissão de inquérito à Operação Influencer proposta pelo Chega, defendendo que a "política não deve invadir o espaço que cabe à justiça" nem tratar estes assuntos ao sabor de interesses partidários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PSD anunciou hoje que não viabilizará a comissão de inquérito à Operação Influencer proposta pelo Chega, defendendo que a &#8220;política não deve invadir o espaço que cabe à justiça&#8221; nem tratar estes assuntos ao sabor de interesses partidários.</P><br />
<P>&#8220;O PSD não viabilizará uma CPI a uma investigação em curso que, além do mais, está em segredo de justiça. Tanto mais, numa circunstância em que essa CPI, ao invés de ajudar nas investigações, pode até prejudicá-las. O PSD sempre entendeu que a política não deve invadir o espaço que cabe à justiça, como sempre defendeu que a justiça também não deve interferir no espaço da política&#8221;, adiantou à Lusa fonte da direção da bancada do PSD.</P><br />
<P>Os sociais-democratas consideram que &#8220;estes assuntos exigem responsabilidade e sentido de Estado, e não devem ser encarados ao sabor de putativos interesses partidários&#8221; e dizem acreditar que &#8220;é esse o entendimento largamente majoritário dos portugueses&#8221;.</P><br />
<P>Nesta sessão legislativa, o Chega já usou o seu direito potestativo para criar uma comissão de inquérito aos negócios dos incêndios rurais, pelo que esta iniciativa sobre a Operação Influencer só poderia avançar ainda nesta sessão com a aprovação da maioria dos deputados (116 deputados).</P><br />
<P>Esse cenário fica praticamente afastado com a oposição dos sociais-democratas, uma vez que, na atual configuração parlamentar, qualquer maioria exige o apoio de pelo menos dois dos três maiores partidos (PSD, PS e Chega). </P><br />
<P>O Chega entregou hoje a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.</P><br />
<P>No pedido submetido hoje no parlamento, o partido propõe que a comissão se denomine &#8220;Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar para avaliação da intervenção e eventual responsabilidade de membros do XXIII Governo Constitucional e de outros titulares de cargos políticos e de altos cargos públicos, com referência aos factos investigados no âmbito da Operação Influencer&#8221;.</P><br />
<P>O partido de André Ventura estabelece como objeto desta comissão o apuramento da &#8220;extensão da intervenção&#8221; de António Costa em três processos: a exploração de lítio nas minas do Romano e do Barroso, o projeto de produção de energia a partir de hidrogénio em Sines e o projeto de construção de um &#8216;data center&#8217; da Start Campus na Zona Industrial e Logística de Sines.</P><br />
<P>O Chega pretende também &#8220;apurar qual a natureza e extensão da intervenção de membros do XXIII Governo Constitucional e dos responsáveis que os antecederam nas respetivas pastas, ainda que em governos anteriores&#8221; nestes processos.</P><br />
<P>Como terceiro objetivo, a proposta, que estabelece um prazo de funcionamento de 120 dias, prevê que a comissão avalie a &#8220;legalidade e/ou licitude dos atos praticados&#8221; nestes processos pelo antigo primeiro-ministro e restantes governantes.Na exposição de motivos, o Chega critica a demora da investigação da Operação Influencer, frisando que &#8220;cerca de dois anos e meio depois do conhecimento público, continua sem ser conhecida uma data previsível para o encerramento do inquérito&#8221;.</P><br />
<P>Esta iniciativa tinha sido anunciada a 01 de maio pelo presidente do Chega, André Ventura, depois de divulgadas notícias que referiam que António Costa falou com o amigo Diogo Lacerda Machado sobre o projeto Start Campus, em Sines, contrariando a versão apresentada em novembro de 2023 pelo ex-primeiro ministro, que havia garantido que &#8220;nunca, em circunstância alguma&#8221; tinha falado com Lacerda Machado sobre esse projeto.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS/SMA (FM) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760871]]></sapo:autor>
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		<title>Escovar os dentes antes ou depois do pequeno-almoço? Dentista resolve o debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 17:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A dúvida sobre o momento ideal para escovar os dentes de manhã, antes ou depois do pequeno-almoço, continua a dividir opiniões, sobretudo nas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dúvida sobre o momento ideal para escovar os dentes de manhã, antes ou depois do pequeno-almoço, continua a dividir opiniões, sobretudo nas redes sociais. No entanto, uma especialista em medicina dentária veio agora esclarecer o tema e alertar que uma escolha incorreta pode contribuir para o desgaste do esmalte dentário ao longo do tempo.</p>
<p>A dentista Deepa Chopra defende que a escovagem deve ser feita logo ao acordar, antes da primeira refeição do dia. Segundo a especialista, este hábito ajuda a remover a placa bacteriana acumulada durante a noite e cria uma camada protetora nos dentes.</p>
<p>Como explicou, “escovar os dentes antes do pequeno-almoço ajuda a remover a placa bacteriana e as bactérias que se acumulam durante a noite. Também cria uma camada protetora de flúor nos dentes antes de comer”.</p>
<p>Esta proteção adicional, acrescenta, pode reduzir o impacto dos alimentos consumidos ao pequeno-almoço, sobretudo aqueles ricos em açúcar ou acidez.</p>
<p><strong>Pequeno-almoço pode enfraquecer temporariamente o esmalte dentário</strong><br />
A questão torna-se mais relevante quando se analisam os alimentos típicos da primeira refeição do dia. Sumos de fruta, compotas e outros produtos comuns no pequeno-almoço são frequentemente ácidos, o que pode afetar o esmalte dentário.</p>
<p>Deepa Chopra, que trabalha na clínica White Dental, explica que escovar imediatamente após comer pode ser prejudicial: “Escovar os dentes logo após o pequeno-almoço pode ser prejudicial, especialmente se tiver consumido alimentos ácidos, como fruta ou sumo de fruta”.</p>
<p>Segundo a especialista, estes alimentos “amolecem temporariamente o esmalte”, ou seja, tornam-no mais vulnerável, o que significa que a escovagem nesse momento pode acelerar o desgaste.</p>
<p><strong>O risco de escovar logo após comer</strong><br />
Escovar os dentes imediatamente após ingerir alimentos ácidos pode, ao longo do tempo, provocar sensibilidade dentária e erosão do esmalte.</p>
<p>A dentista alerta que “ao escovar imediatamente, está efetivamente a escovar um esmalte amolecido, o que, com o tempo, pode levar a sensibilidade e erosão”.</p>
<p>Por esse motivo, mesmo quem prefere escovar depois do pequeno-almoço deve evitar fazê-lo de imediato.</p>
<p><strong>Regra dos 30 minutos após o pequeno-almoço</strong><br />
Para quem não abdica de escovar os dentes depois de comer, a recomendação é clara: esperar pelo menos 30 minutos.</p>
<p>“O esmalte precisa de tempo para recuperar após a exposição aos ácidos”, sublinha a especialista.</p>
<p>Este intervalo permite que a saliva neutralize a acidez e que o esmalte volte a endurecer. “Isto dá tempo para que a saliva neutralize os ácidos e permite que o esmalte volte a endurecer”, acrescenta.</p>
<p>Apesar das recomendações clínicas, o tema continua a gerar debate online, especialmente em plataformas como o TikTok, onde muitos utilizadores defendem que escovar depois do pequeno-almoço “faz mais sentido”.</p>
<p>Alguns comentários refletem essa perceção prática, enquanto outros ironizam o hábito de escovar antes de comer, questionando a utilidade se a boca vai ser novamente exposta a alimentos.</p>
<p><strong>Outro debate viral: a posição no duche também divide opiniões</strong></p>
<p>A discussão sobre hábitos de higiene não se limita à escovagem dos dentes. Recentemente, também a forma como as pessoas se posicionam no duche — viradas para ou de costas para a água — se tornou tema de debate nas redes sociais.</p>
<p>Enquanto alguns utilizadores afirmam que preferem evitar o contacto direto da água no rosto, outros defendem que encarar o jato de água é mais confortável e relaxante.</p>
<p><strong>O que dizem os especialistas sobre a posição no duche</strong><br />
Especialistas em dermatologia explicam que ambas as posições têm impactos distintos na pele.</p>
<p>Lesley Reynolds, cofundadora da Harley Street Skin, defende que é preferível tomar duche de costas para a água. Segundo a especialista, esta posição ajuda a evitar que champôs e amaciadores entrem em contacto com o rosto, reduzindo o risco de irritação e obstrução dos poros.</p>
<p>Acrescenta ainda que limitar a exposição direta da pele do rosto à água quente pode ajudar a proteger a barreira cutânea e reduzir a secura.</p>
<p>Por outro lado, a dermatologista Susan Mayou defende uma abordagem equilibrada. Na sua opinião, alternar a posição durante o duche pode ser o mais benéfico para a pele, reduzindo a exposição contínua ao calor e à pressão da água.</p>
<p>Segundo explica, esta alternância pode contribuir para uma limpeza mais uniforme e ajudar a manter a pele mais saudável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759602]]></sapo:autor>
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		<title>FC Porto sagra-se campeão feminino de voleibol pela segunda vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 16:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto sagrou-se hoje campeão português feminino de voleibol pela segunda vez, depois de vencer em casa do Sporting de Braga, por 3-0, no quarto encontro da final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto sagrou-se hoje campeão português feminino de voleibol pela segunda vez, depois de vencer em casa do Sporting de Braga, por 3-0, no quarto encontro da final.</P><br />
<P>Depois de ter vencido os dois encontros em casa e ter sido derrotado na primeira visita a Braga, a equipa &#8216;azul e branca&#8217; garantiu o segundo título em três anos, com um triunfo pelos parciais de 25-20, 27-25 e 25-22.</P><br />
<P>O FC Porto somou o seu segundo título em nome próprio, depois de ter vencido outros três na parceria com a Academia José Moreira, com o Leixões a ser o clube mais vezes campeão, com 18 troféus, mais 10 do que o Benfica.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760870]]></sapo:autor>
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		<title>Funcionária acusa Neuralink de Musk de ataque brutal por macacos infetados com vírus potencialmente fatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 16:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma antiga funcionária da Neuralink, empresa de Elon Musk, avançou com um processo judicial na Califórnia onde afirma ter sido repetidamente atacada por macacos infetados com o vírus Herpes B.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma antiga funcionária da Neuralink, empresa de Elon Musk, avançou com um processo judicial na Califórnia onde afirma ter sido repetidamente atacada por macacos infetados com o vírus Herpes B durante o exercício das suas funções como especialista em cuidados animais. Lindsay Short, anteriormente conhecida como Lindsay Tatum, começou a trabalhar na empresa em 2021 e sustenta que, ao longo de vários meses, foi arranhada por múltiplas ocasiões por macacos rhesus (macaca mulatta) portadores do vírus, considerado extremamente perigoso para humanos e potencialmente fatal se não for tratado rapidamente.</p>
<p>O Herpes B pode causar inflamação cerebral grave e danos na medula espinal. Em declarações ao Daily Mail, a investigadora Dra. Lisa Jones-Engel, que trabalhou durante 17 anos no Washington National Primate Research Center (WaNPRC) e é atualmente conselheira científica-chefe para experimentação em primatas na organização PETA, explicou que o vírus é “enzóotico em macacos rhesus, o que significa que, em condições naturais, os animais são expostos e infetados até cerca dos três anos de idade”. Acrescentou ainda que “a infeção é frequentemente latente, intermitente e clinicamente silenciosa, o que dificulta a sua deteção e faz com que possa passar despercebida, levando a que as colónias pareçam livres do vírus no papel quando não o estão”, sublinhando também que mesmo animais com testes negativos podem continuar a representar risco, já que “os macacos podem testar negativo e ainda assim transportar o vírus ou libertá-lo de forma intermitente”.</p>
<p>De acordo com o processo judicial, o primeiro incidente grave terá ocorrido em setembro de 2022, quando um macaco rhesus terá alcançado a mão de Short através das grades da jaula e a terá arranhado, rasgando a luva e perfurando a pele, o que, segundo a queixa, a expôs ao vírus Herpes B. A funcionária afirma ter comunicado imediatamente o incidente e procurado assistência médica. O documento sustenta ainda que, num período de seis meses, foi “arranhada de forma violenta por macacos em pelo menos três ocasiões distintas”. Em março de 2023, já depois de alegadamente lhe ter sido atribuído um procedimento para o qual afirma não ter recebido formação adequada, Short terá sido novamente arranhada no rosto por outro primata infetado, voltando a necessitar de cuidados médicos.</p>
<p>A ação judicial indica que sempre que a funcionária reportou preocupações de segurança, solicitou assistência médica ou levantou questões relacionadas com formação e procedimentos de reporte de incidentes, a resposta da hierarquia terá sido negativa. Segundo a queixa, após a comunicação dos incidentes, terá sido advertida sobre “repercussões severas” caso situações semelhantes se repetissem. O processo afirma ainda que “em todos os casos, a autora esteve exposta a um vírus potencialmente fatal, mas em nenhum momento a Neuralink alterou as suas políticas ou forneceu compensação laboral”. Short alega ter sido despromovida em maio de 2023, passando de um cargo assalariado a tempo inteiro para um regime horário com menos benefícios.</p>
<p>O conflito laboral terá escalado em junho de 2023, após Short informar o departamento de recursos humanos de que estava grávida e solicitar adaptações no local de trabalho. Segundo a queixa, menos de 24 horas depois dessa comunicação, foi chamada a uma reunião onde lhe foi apresentado um acordo de saída e uma notificação de despedimento com base em alegadas falhas de desempenho. A proximidade temporal entre a divulgação da gravidez e o despedimento é apresentada como indício de retaliação. A trabalhadora afirma ainda ter sido despedida apesar de ter recebido uma promoção no início do mesmo ano.</p>
<p>O processo inclui acusações de retaliação, discriminação por gravidez, retaliação contra denunciante (&#8216;whistleblower&#8217;), despedimento ilícito e danos emocionais. Short alega ter sofrido perdas financeiras, ansiedade e outros danos após a cessação do contrato e pede indemnização por salários em falta e outros prejuízos.</p>
<p>A Neuralink tem sido alvo de escrutínio crescente devido às suas práticas de experimentação animal com macacos rhesus utilizados em investigação de implantes cerebrais. Em 2022, reguladores federais abriram uma investigação sobre possíveis violações das normas de bem-estar animal, após denúncias de organizações de defesa e funcionários. A investigação foi encerrada em 2023, com as autoridades a afirmarem não terem encontrado violações sistémicas das regras federais, embora inspeções posteriores tenham identificado problemas de controlo de qualidade. Paralelamente, em 2023, o Physicians Committee for Responsible Medicine apelou a uma investigação federal sobre possível violação de legislação relacionada com transporte de materiais perigosos.</p>
<p>As orientações federais de saúde dos National Institutes of Health e dos Centers for Disease Control and Prevention exigem equipamento de proteção reforçado para evitar contacto direto com animais de investigação. Segundo a Dra. Jones-Engel, “as diretrizes federais indicam, no mínimo, o uso de luvas, vestuário de proteção como batas de laboratório e proteção facial como viseiras quando se trabalha com macacos ou com os seus tecidos”, acrescentando que exposições como mordeduras ou arranhões devem desencadear imediatamente a utilização de um kit de descontaminação para Herpes B e avaliação médica urgente. Citando recomendações do CDC, a especialista referiu ainda que a ferida deve ser lavada com sabão ou iodo durante 15 minutos, seguida de irrigação adicional durante 15 a 20 minutos, antes de procurar assistência médica urgente.</p>
<p>Segundo a queixa, Short alega que não lhe foi fornecido equipamento de proteção adequado, tendo-lhe sido atribuídas batas reutilizáveis que deixavam partes do pulso expostas. A Neuralink não reconheceu qualquer irregularidade e as alegações permanecem por provar em tribunal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759558]]></sapo:autor>
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		<title>Amarante garante subida à II Liga de futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 15:42:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Amarante garantiu hoje a subida à II Liga portuguesa de futebol, ao vencer em casa o União de Santarém, por 1-0, em jogo da 13.ª jornada da fase de apuramento de campeão da Liga 3.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Amarante garantiu hoje a subida à II Liga portuguesa de futebol, ao vencer em casa o União de Santarém, por 1-0, em jogo da 13.ª jornada da fase de apuramento de campeão da Liga 3.</P><br />
<P>Com este resultado, alcançado com um golo de Arome, aos 83 minutos, o Amarante, que subiu à Liga 3 em 2023/24, está em primeiro com 28 pontos, mais três do que a Académica, e mais oito do que Belenenses (menos um jogo), e a uma jornada do final já assegurou uma das duas vagas de subida direta aos escalões profissionais, enquanto o terceiro vai disputar o play-off com o 16.º da II Liga.</P><br />
<P>O Amarante nunca disputou a II Liga, que se realiza desde 1990/91, e esteve pela última vez no segundo escalão em 1988/89, época em que terminou no 17.º lugar da Zona Norte da II Divisão, então dividida em três séries, e foi despromovido.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760866]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Operação Influencer: Chega formaliza proposta de comissão de inquérito centrada na intervenção de Costa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 15:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega entregou hoje a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Chega entregou hoje a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.</P><br />
<P>No pedido submetido hoje no parlamento, o partido propõe que a comissão se denomine &#8220;Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar para avaliação da intervenção e eventual responsabilidade de membros do XXIII Governo Constitucional e de outros titulares de cargos políticos e de altos cargos públicos, com referência aos factos investigados no âmbito da Operação Influencer&#8221;.</P><br />
<P>Esta iniciativa tinha sido anunciada a 01 de maio pelo presidente do Chega, André Ventura, depois de divulgadas notícias que referiam que António Costa falou com o amigo Diogo Lacerda Machado sobre o projeto Start Campus, em Sines, contrariando a versão apresentada em novembro de 2023 pelo ex-primeiro ministro, que havia garantido que &#8220;nunca, em circunstância alguma&#8221; tinha falado com Lacerda Machado sobre esse projeto.</P><br />
<P>No documento, o Chega considera que as escutas divulgadas pela comunicação social relativas a uma alegada conversa entre Costa e Lacerda Machado sobre o &#8216;data center&#8217; Start Campus &#8220;demonstram adequadamente&#8221; que o antigo primeiro-ministro e um conjunto de dirigentes socialistas com responsabilidades políticas e governativas &#8220;mentiram ao país&#8221;.</P><br />
<P>O partido de André Ventura estabelece como objeto desta comissão o apuramento da &#8220;extensão da intervenção&#8221; de António Costa em três processos: a exploração de lítio nas minas do Romano e do Barroso, o projeto de produção de energia a partir de hidrogénio em Sines e o projeto de construção de um &#8216;data center&#8217; da Start Campus na Zona Industrial e Logística de Sines.</P><br />
<P>O Chega pretende também &#8220;apurar qual a natureza e extensão da intervenção de membros do XXIII Governo Constitucional e dos responsáveis que os antecederam nas respetivas pastas, ainda que em governos anteriores&#8221; nestes processos.</P><br />
<P>Como terceiro objetivo, a proposta, que estabelece um prazo de funcionamento de 120 dias, prevê que a comissão avalie a &#8220;legalidade e/ou licitude dos atos praticados&#8221; nestes processos pelo antigo primeiro-ministro e restantes governantes.Na exposição de motivos, o Chega critica a demora da investigação da Operação Influencer, frisando que &#8220;cerca de dois anos e meio depois do conhecimento público, continua sem ser conhecida uma data previsível para o encerramento do inquérito&#8221;.</P><br />
<P>O partido refere que os procuradores responsáveis pela investigação neste caso trabalham &#8220;apenas em part-time&#8221;, acumulando este processo com outros, e aponta que há ainda &#8220;três arguidos por ouvir e perícias por fazer&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Chega considera que é chegado o momento de a Assembleia da República escrutinar que influências indevidas foram exercidas, e por quem, com vista a lucrar indevidamente com a exploração de recursos públicos, que entidades externas foram usadas indevidamente, e por quem, para a obtenção de benefícios privados, e aferir se ocorreu efetiva prática de atos de corrupção no último Governo de António Costa, e a quem devem ser imputados&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A constituição de uma comissão de inquérito pode ser feita através da aprovação da maioria dos deputados ou de forma potestativa mediante a assinatura de um quinto dos deputados (46 dos 230 deputados). A lei estabelece o limite de um pedido potestativo por deputado em cada sessão legislativa.</P><br />
<P>Nesta sessão legislativa, o Chega, que tem 60 deputados, já avançou, de forma potestativa, com uma Comissão Parlamentar de Inquérito aos Negócios dos Incêndios Rurais, pelo que dependerá da aprovação da maioria do parlamento para avançar com esta iniciativa ainda na atual sessão legislativa.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (FM) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760865]]></sapo:autor>
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		<title>Encontrou um ninho ou crias de animais perto de casa? Especialistas explicam o que deve fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 15:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[animais selvagens]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, é cada vez mais comum encontrar ninhos, crias de aves ou outros animais selvagens em jardins, varandas e zonas residenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="98" data-end="383">Com a chegada da primavera, é cada vez mais comum encontrar ninhos, crias de aves ou outros animais selvagens em jardins, varandas e zonas residenciais. Apesar da surpresa que estas situações possam causar, os especialistas alertam que, na maioria dos casos, o melhor é não interferir.</p>
<p data-start="385" data-end="643">De acordo com a APnews, esta é a época do ano em que muitos animais selvagens têm as suas crias, frequentemente em locais próximos das habitações humanas. A recomendação principal passa por respeitar o espaço dos animais e evitar qualquer contacto desnecessário.</p>
<p data-section-id="1d0s6lk" data-start="645" data-end="696"><strong>Especialistas aconselham a não mexer nos ninhos</strong></p>
<p data-start="698" data-end="921">Encontrar um ninho junto à porta de casa, um coelho bebé no jardim ou uma cria de veado escondida perto de uma garagem pode parecer motivo de preocupação, mas os especialistas garantem que estes comportamentos são naturais.</p>
<p data-start="923" data-end="1158">Segundo a AP, remover ninhos pode até ser ilegal em alguns casos, sobretudo no caso de aves protegidas. As autoridades ambientais recomendam que qualquer dúvida seja esclarecida junto dos organismos locais de proteção da vida selvagem.</p>
<p data-start="1160" data-end="1387">No estado norte-americano do Oregon, por exemplo, especialistas explicam que muitas crias de veado aparentam estar abandonadas durante horas, quando na realidade as mães apenas se afastam temporariamente para procurar alimento.</p>
<p data-section-id="17vhnji" data-start="1389" data-end="1450"><strong>Animais podem tornar-se agressivos para proteger as crias</strong></p>
<p data-start="1452" data-end="1604">Embora muitas destas situações sejam inofensivas, os especialistas alertam que alguns animais podem tornar-se extremamente protetores durante esta fase.</p>
<p data-start="1606" data-end="1771">Gansos e cisnes estão entre os exemplos mais comuns. Segundo especialistas citados pela AP, estas aves podem atacar pessoas caso sintam que as crias estão em perigo.</p>
<p data-start="1773" data-end="2021">Em algumas regiões dos Estados Unidos, também os alces e os jacarés representam riscos adicionais nesta altura do ano. As fêmeas costumam vigiar os ninhos de forma agressiva e podem reagir rapidamente à aproximação de pessoas ou animais domésticos.</p>
<p data-start="2023" data-end="2143">Por esse motivo, é recomendado manter distância e evitar caminhar demasiado perto de zonas onde existam ninhos ou crias.</p>
<p data-section-id="1q13iyp" data-start="2145" data-end="2208"><strong>O que fazer se os animais estiverem em locais problemáticos</strong></p>
<p data-start="2210" data-end="2371">Há situações em que os animais escolhem locais pouco adequados para criar as suas crias, como garagens, barcos, arrecadações ou debaixo de estruturas exteriores.</p>
<p data-start="2373" data-end="2623">Nesses casos, os especialistas sugerem soluções simples que não impliquem capturar os animais. Uma das estratégias passa por utilizar luz intensa na zona ocupada, levando normalmente a mãe a transferir as crias para outro local ao fim de alguns dias.</p>
<p data-start="2625" data-end="2718">Também é aconselhável vedar acessos com redes metálicas para evitar que os animais regressem.</p>
<p data-section-id="y8iayn" data-start="2720" data-end="2773"><strong>Animais de estimação devem ser mantidos afastados</strong></p>
<p data-start="2775" data-end="2917">Outro dos alertas deixados pelos especialistas prende-se com os cães e gatos, que podem representar uma ameaça para aves e pequenos mamíferos.</p>
<p data-start="2919" data-end="3050">De acordo com a AP, manter os animais domésticos com trela ou afastados dos ninhos é essencial para garantir a segurança das crias.</p>
<p data-start="3052" data-end="3338">No caso dos coelhos, bastante comuns em zonas residenciais, alguns centros de recuperação de vida selvagem recomendam até colocar temporariamente um cesto de roupa sobre o ninho durante o dia para impedir o acesso dos cães, retirando-o ao final da tarde para permitir o regresso da mãe.</p>
<p data-section-id="1ytribl" data-start="3340" data-end="3368"><strong>Convivência é temporária</strong></p>
<p data-start="3370" data-end="3503">Os especialistas sublinham ainda que estas situações são geralmente temporárias e fazem parte do ciclo natural dos animais selvagens.</p>
<p data-start="3505" data-end="3705" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A principal recomendação passa por observar à distância, respeitar o espaço dos animais e aproveitar a oportunidade para aprender mais sobre a natureza sem interferir diretamente no seu comportamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760076]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Star Wars&#8217; na vida real? Telescópio da NASA ajuda a descobrir 27 possíveis mundos com dois sóis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/star-wars-na-vida-real-telescopio-da-nasa-ajuda-a-descobrir-27-possiveis-mundos-com-dois-sois/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 15:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um cenário digno de ficção científica, semelhante ao pôr do sol duplo do planeta Tatooine em “Star Wars: Uma Nova Esperança”, pode estar mais próximo da realidade astronómica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cenário digno de ficção científica, semelhante ao pôr do sol duplo do planeta Tatooine em “Star Wars: Uma Nova Esperança”, pode estar mais próximo da realidade astronómica. Uma equipa internacional de astrónomos identificou 27 possíveis planetas candidatos a orbitar sistemas de duas estrelas, os chamados sistemas binários, com recurso a um método inovador que dispensa a observação direta do planeta.</p>
<p>Estes mundos, designados como candidatos a planetas circumbinários, orbitam não uma, mas duas estrelas em simultâneo. A descoberta resulta de um estudo publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e liderado por Margo Thornton, doutoranda na University of New South Wales e investigadora do SETI Institute. A análise baseou-se em dados recolhidos pelo satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), da NASA.</p>
<p><strong>Um método diferente para encontrar planetas</strong><br />
Tradicionalmente, a maioria dos exoplanetas é detetada através do chamado método do trânsito. Esse processo consiste em observar a ligeira diminuição de brilho de uma estrela quando um planeta passa à sua frente, bloqueando parcialmente a luz. No caso dos planetas circumbinários, o procedimento é semelhante: o planeta é identificado quando transita diante de uma das estrelas do sistema.</p>
<p>No entanto, este método só funciona quando o alinhamento do sistema em relação à Terra é praticamente perfeito. Se tal não acontecer, o planeta permanece invisível aos instrumentos que dependem dessa técnica.</p>
<p>Perante essa limitação, a nova investigação recorreu a uma abordagem distinta, baseada num fenómeno denominado precessão apsidal — uma rotação gradual da trajetória orbital de um sistema binário ao longo do tempo.</p>
<p>Quando um planeta orbita duas estrelas, a sua força gravitacional provoca alterações subtis, mas mensuráveis, no momento exato em que as estrelas se eclipsam mutuamente ao passarem uma diante da outra. Esses pequenos desvios temporais, impercetíveis a olho nu, funcionam como uma impressão digital gravitacional da presença de um planeta invisível.</p>
<p>Os autores explicam que “o cálculo da precessão foi baseado na variação do argumento do periastro ao longo do tempo da estrela binária, que pode ser determinado pelo momento exato dos eclipses primários e secundários”. Ao acompanhar essas variações durante vários anos de observações do TESS, a equipa conseguiu identificar companheiros planetários sem nunca os observar diretamente.</p>
<p><strong>O que os investigadores encontraram</strong><br />
No total, os cientistas analisaram 1.590 sistemas binários eclipsantes — sistemas em que as duas estrelas passam regularmente uma diante da outra, provocando variações periódicas no brilho observado.</p>
<p>Em 71 desses sistemas, foram detetados sinais de alterações orbitais que não podiam ser explicados apenas pelos efeitos físicos já conhecidos. Em 36 casos, os dados indicavam a existência de um fator adicional a influenciar o sistema.</p>
<p>Entre esses 36 sistemas, em 27 a explicação mais plausível é a presença de um objeto com dimensão planetária a orbitar as duas estrelas.</p>
<p>Alguns desses candidatos orbitam estrelas quentes e de grande dimensão, ambientes onde a deteção de planetas através dos métodos tradicionais é particularmente difícil. Até agora, apenas cerca de 18 planetas circumbinários tinham sido confirmados, o que torna esta potencial identificação de 27 novos candidatos especialmente relevante no contexto da astronomia exoplanetária.</p>
<p><strong>Porque é que esta descoberta é importante</strong><br />
A importância desta descoberta não reside apenas no número de possíveis novos mundos, mas também na metodologia utilizada. Ao demonstrar que é possível detetar planetas circumbinários através da análise das variações no tempo dos eclipses, os investigadores abrem caminho à identificação de muitos outros sistemas que escapam às técnicas convencionais.</p>
<p>Segundo o estudo, “as conclusões deste trabalho permitir-nos-ão testar de forma robusta as teorias de formação, limitar os cenários de migração e compreender a evolução a longo prazo dos sistemas circumbinários”. Em termos científicos, isto significa uma oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre como os planetas se formam e conseguem sobreviver em ambientes gravitacionalmente complexos, onde duas estrelas exercem influência simultânea.</p>
<p>Os autores sublinham ainda que a amostra analisada representa apenas uma fração reduzida dos sistemas binários conhecidos. Recordam que “a amostra analisada corresponde apenas a uma pequena fração dos 2 milhões de sistemas binários eclipsantes presentes no catálogo da missão Gaia”.</p>
<p>A expansão desta pesquisa ao conjunto completo de dados disponíveis, combinada com períodos de observação mais longos do TESS, poderá revelar muitos mais planetas circumbinários no futuro.</p>
<p><strong>Um passo mais perto da ficção científica</strong><br />
Embora estes 27 objetos sejam ainda classificados como candidatos e necessitem de confirmação adicional, o estudo reforça a ideia de que sistemas com dois sóis e possíveis mundos habitáveis não pertencem apenas ao universo da ficção.</p>
<p>Ao explorar as subtis assinaturas gravitacionais escondidas nas órbitas estelares, os astrónomos estão a alargar o horizonte da procura de exoplanetas e a demonstrar que o cosmos pode ser ainda mais diverso e surpreendente do que se imaginava.</p>
<p>Se confirmados, estes novos mundos poderão transformar a compreensão científica sobre a formação planetária e consolidar os sistemas binários como ambientes mais comuns para a existência de planetas do que anteriormente se pensava.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759557]]></sapo:autor>
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		<title>Vai alugar um Airbnb nas férias? Estes 6 passos podem ser decisivos para a sua segurança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vai-alugar-um-airbnb-nas-ferias-estes-6-passos-podem-ser-decisivos-para-a-sua-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 14:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o crescimento das plataformas de alojamento de curta duração como Airbnb e Vrbo, cada vez mais viajantes optam por casas ou apartamentos privados em alternativa aos hotéis tradicionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescimento das plataformas de alojamento de curta duração como Airbnb e Vrbo, cada vez mais viajantes optam por casas ou apartamentos privados em alternativa aos hotéis tradicionais. A tendência intensificou-se durante a pandemia de covid-19, quando muitos procuraram reduzir o contacto direto com outras pessoas, privilegiando moradias unifamiliares em vez de unidades hoteleiras movimentadas.</p>
<p>Apesar da popularidade, este tipo de alojamento levanta preocupações específicas em matéria de segurança. Ao contrário dos hotéis, que dispõem frequentemente de receção permanente e, em muitos casos, vigilância 24 horas por dia, os alojamentos locais raramente contam com pessoal no local.</p>
<p>“Enquanto muitos hotéis têm seguranças e alguém na receção a vigiar a propriedade 24 horas por dia, os Airbnbs não têm”, alerta Cheryl Nelson, especialista em preparação para viagens e fundadora da Prepare with Cher. A perita sublinha que, perante um problema num alojamento local, “normalmente não há um gestor ou funcionário no local nem outro quarto para onde possa mudar-se”. E acrescenta que, no caso de quem viaja sozinho, “um hotel terá geralmente funcionários disponíveis 24 horas por dia para ajudar, enquanto os Airbnbs podem não ter”.</p>
<p>Ainda assim, os especialistas defendem que o alojamento de curta duração é, de forma geral, seguro. Jeremy Prout, diretor de soluções de segurança da International SOS, considera que “ficar numa propriedade de curta duração é geralmente seguro”. Tal como na reserva de qualquer alojamento, o viajante deve compreender os riscos do bairro e adotar precauções básicas. Segundo o responsável, muitas das preocupações relacionadas com segurança e privacidade são amplificadas por vídeos virais e publicações nas redes sociais que não refletem a experiência global.</p>
<p>Embora situações graves sejam raras, os peritos apontam um conjunto de medidas concretas que devem ser adotadas logo à chegada ao alojamento.</p>
<p><strong>Verificar a existência de câmaras</strong><br />
Uma das primeiras recomendações é confirmar a existência de dispositivos de vigilância. “Pergunte ao anfitrião se existem câmaras de segurança, para que haja total transparência”, aconselha Cheryl Nelson. As câmaras ocultas são proibidas, mas a especialista recomenda uma verificação adicional para garantir que não há dispositivos escondidos no interior da casa.</p>
<p>A Airbnb proíbe especificamente câmaras ocultas e exige que os anfitriões divulguem a presença de quaisquer dispositivos de gravação. Estes não são permitidos em espaços privados como quartos ou casas de banho, podendo apenas existir em áreas comuns devidamente identificadas. A Vrbo não autoriza dispositivos de vigilância no interior das propriedades, mas permite câmaras exteriores, desde que a sua localização seja comunicada aos hóspedes.</p>
<p>Kevin Coffey, consultor de segurança em viagens, refere que os casos de dispositivos escondidos são raros, mas já surgiram notícias sobre descobertas desse tipo. “Normalmente estão em áreas onde se espera privacidade”, explica, apontando exemplos como detetores de fumo nos quartos, luminárias nas casas de banho ou despertadores junto à cama.</p>
<p>Para quem queira confirmar a ausência de dispositivos suspeitos, Coffey sugere a utilização de aplicações de análise de rede Wi-Fi, como a Fing, que identificam dispositivos desconhecidos ligados à internet da casa. Cheryl Nelson recomenda ainda apagar as luzes e usar uma lanterna para procurar reflexos nas lentes, inspecionar grelhas de ventilação e até desaparafusar detetores de fumo para verificar o interior.</p>
<p><strong>Guardar objetos de valor em segurança</strong><br />
A proteção de bens pessoais é outro aspeto fundamental. “Pergunte se a propriedade tem cofre”, sugere Nelson. Passaporte, dispositivos eletrónicos, joias e outros objetos valiosos devem ser guardados no local mais seguro disponível.</p>
<p>Alguns alojamentos disponibilizam cofres, podendo ser necessário levar um cadeado próprio. Coffey recorda que existem também cofres portáteis próprios para viagem, feitos de tecido reforçado com malha metálica e cabo de aço entrançado, cuja abertura exige ferramentas de corte específicas.</p>
<p>Na ausência de cofre, o especialista aconselha a avaliar se é prudente deixar objetos visíveis através das janelas. “Não quer que itens importantes fiquem à vista”, afirma. O mesmo princípio aplica-se a viaturas estacionadas no exterior: os pertences devem ser removidos para evitar furtos.</p>
<p>Cathy Pedrayes, especialista em segurança e autora de “The Mom Friend Guide to Everyday Safety and Security”, sugere ainda a possibilidade de levar uma câmara portátil para vigiar os objetos de valor, desde que seja retirada antes do check-out.</p>
<p><strong>Confirmar detetores de fumo e monóxido de carbono</strong><br />
A segurança contra incêndios é uma prioridade, mas o monóxido de carbono merece atenção especial. Após a morte de três turistas norte-americanos por intoxicação num resort nas Bahamas, o alerta tornou-se ainda mais evidente.</p>
<p>“Verifique se cada piso do alojamento tem detetores de fumo e de monóxido de carbono a funcionar”, recomenda Cheryl Nelson. Embora as plataformas permitam aos anfitriões indicar a presença destes dispositivos, é aconselhável confirmar pessoalmente o seu funcionamento.</p>
<p>Kevin Coffey acrescenta que existem detetores portáteis de fumo e monóxido de carbono que podem ser transportados em viagem como medida adicional de segurança.</p>
<p><strong>Conhecer o espaço e as saídas</strong><br />
Após pousar as malas, Coffey recomenda um reconhecimento do espaço. “Depois de pousar as malas, caminho pela casa e tento perceber onde estão todas as portas e testá-las”, explica. Algumas portas podem parecer saídas de emergência, mas estar trancadas ou bloqueadas.</p>
<p>Durante essa inspeção, deve ser definido mentalmente um plano de evacuação em caso de emergência. A localização do kit de primeiros socorros e do extintor deve ser identificada, e o extintor deve ser verificado para confirmar que está operacional.</p>
<p>Coffey recorda que, ao contrário de um quarto de hotel, uma casa tem múltiplos pontos de entrada. “Verifique as fechaduras de portas e janelas para avaliar o nível de segurança contra intrusões”, aconselha.</p>
<p>Quem viaja com crianças deve ter atenção adicional. Jeremy Prout recomenda inspecionar a presença de vidro ou objetos cortantes e garantir que televisores ao alcance dos mais novos estão devidamente fixos.</p>
<p>Também é importante conhecer a zona envolvente. O viajante deve identificar esquadras de polícia, bombeiros, hospitais e farmácias nas proximidades, bem como confirmar a existência de rede móvel ou Wi-Fi em caso de emergência.</p>
<p><strong>Reforçar a segurança com dispositivos próprios</strong><br />
Em apartamentos ao nível da rua ou com muitas janelas, pode justificar-se o uso de dispositivos adicionais de segurança. Coffey refere que detetores de movimento portáteis são relativamente acessíveis e podem alertar para tentativas de intrusão. Fechos portáteis para portas são outra solução prática.</p>
<p>Cheryl Nelson sugere ainda um alarme portátil de porta, colocado no chão junto à entrada, que dispara se alguém tentar abrir a porta.</p>
<p><strong>Ativar partilha de localização</strong><br />
Durante a viagem, é prudente informar familiares ou amigos do endereço do alojamento e partilhar a confirmação da reserva. Coffey vai mais longe e recomenda a ativação de aplicações de partilha de localização em tempo real. “Ative a partilha de localização para que os seus familiares saibam exatamente onde está e o que se passa”, aconselha, sobretudo no caso de viajantes a solo.</p>
<p>Cathy Pedrayes sublinha a importância de saber previamente quais os números de emergência locais e de ter contactos de confiança disponíveis em caso de necessidade.</p>
<p><strong>Segurança começa antes da reserva</strong><br />
A prevenção não se limita ao momento da chegada. Cheryl Nelson afirma que nunca se sentiu insegura num Airbnb, mas faz sempre pesquisa prévia. Procura anfitriões com estatuto de “Superhost” e classificações elevadas, e lê atentamente as avaliações de outros hóspedes para evitar surpresas.</p>
<p>Ferramentas como mapas de criminalidade e o Google Street View podem ajudar a avaliar o bairro e a aparência da entrada da propriedade. Jeremy Prout reforça que o alojamento pode parecer apelativo nas fotografias, mas é essencial pesquisar a zona, uma vez que o hóspede irá circular com bagagem e interagir com o meio envolvente.</p>
<p>Kevin Coffey acrescenta que determinados viajantes — como pessoas racializadas, membros da comunidade LGBTQ+ ou mulheres a viajar sozinhas — podem querer consultar classificações de segurança específicas de determinadas aplicações. Pais que viajam com crianças podem ainda verificar registos públicos de ofensores sexuais na área.</p>
<p>Prout alerta também para o risco acrescido associado à reserva de quartos individuais dentro de uma habitação partilhada. Nesse cenário, o hóspede pode dividir a casa com desconhecidos, aumentando a probabilidade de incidentes como assédio ou agressão.</p>
<p>Ainda assim, os especialistas reconhecem que não existe risco zero. “A realidade é que emergências podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento”, salienta Prout. A melhor proteção passa por investigação prévia, avaliação do nível de risco da localização e planeamento adequado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759551]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro diz que país precisa de &#8220;sindicalistas com arrojo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, criticou hoje os "sindicatos do século XX" e considerou que o país precisa de "sindicalistas com arrojo", ao abordar a reforma laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto de Mós, Leiria, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; O presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, criticou hoje os &#8220;sindicatos do século XX&#8221; e considerou que o país precisa de &#8220;sindicalistas com arrojo&#8221;, ao abordar a reforma laboral.</P><br />
<P>&#8220;Vamos agora para o parlamento discutir este ponto e eu espero que se tenha a profundidade que não se teve na Concertação Social por razões que eu não sei explicar, mas não são do interesse dos trabalhadores e, muito menos, são dos jovens trabalhadores, porque, com a rigidez de algumas regras, a possibilidade de haver bons projetos para vocês terem bons percursos, bons salários, está limitada&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</P><br />
<P>Ao discursar em Porto de Mós (Leiria), no encerramento da 15.ª Universidade Europa, perante uma plateia de jovens, o líder social-democrata questionou se o país vai &#8220;ficar a olhar para as questões e a ver os outros&#8221; a ultrapassarem-no ou vai &#8220;pôr as mãos nos problemas e resolvê-los com tranquilidade&#8221;.</P><br />
<P>Luís Montenegro garantiu que &#8220;ninguém quer estar a retirar direitos a ninguém&#8221;, mas, antes, &#8220;dar um exercício aos direitos, nomeadamente dos trabalhadores, que tenha um melhor resultado&#8221;.</P><br />
<P>Para o chefe do executivo, &#8220;isto tem tudo a ver com a Europa, porque é por estas e por outras que a Europa fica para trás&#8221;, sustentando que, no continente europeu, &#8220;há estes exemplos face aos outros blocos&#8221;, de &#8220;falta de capacidade de decidir e de implementar, de arrojo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E nós precisamos de políticos com arrojo, precisamos de empresários com arrojo, precisamos de sindicalistas com arrojo, não precisamos de estruturas que funcionam com os enquadramentos do século XX, para serem competitivos no século XXI&#8221;, declarou, defendendo que estes &#8220;não têm hipótese nenhuma&#8221; e &#8220;é por isso que, depois, têm um decréscimo de representatividade&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião de Luís Montenegro, é também por isso que há &#8220;um desfasamento completo entre aquilo que verdadeiramente interessa aos setores mais dinâmicos e aquilo que verdadeiramente é viver centrado no seu próprio interesse&#8221;.</P><br />
<P>Antes, perguntou aos presentes como se vão &#8220;encarar estes desafios, que são os desafios do século XXI, da economia do século XXI, do mercado do século XXI, com as receitas do século XX, com os partidos que pensam como se pensava no século XX, com os sindicatos do século XX&#8221;, desafiando a &#8220;olhar para aquilo que é necessário fazer&#8221;.</P><br />
<P>Para o presidente do PSD, é necessário &#8220;discutir com humildade, com espírito democrático e de abertura&#8221;, reiterando que o país, que está &#8220;a discutir regras que nos outros países há vezes dois, vezes três e vezes quatro&#8221;, tem de ser mais competitivo e produtivo.</P><br />
<P>Considerando que o mercado laboral flexível é &#8220;no sentido do interesse do trabalhador, não é flexível para ser despedido, como querem confundir aí as coisas&#8221;, Montenegro insistiu que &#8220;é no interesse do trabalhador, no interesse da gestão da empresa, da produtividade da empresa, para ganhar mais, para pagar mais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É isto que se faz na Europa, em Portugal não se quer fazer&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>As negociações sobre a reforma laboral terminaram na quinta-feira sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais, assumiu a ministra do Trabalho, dizendo que um dos parceiros foi intransigente, mas o executivo quer levar uma iniciativa ao parlamento.</P><br />
<P>&#8220;Encerrámos o processo de negociação relativo ao anteprojeto Trabalho XXI&#8221;, disse a ministra no final da reunião plenária de Concertação Social, que, em Lisboa, referindo que &#8220;infelizmente, não foi possível chegar a um a acordo, apesar de todo o esforço que o Governo fez&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>SR (JMF/PCT) // SF</P></p>
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		<title>Rali de Portugal: Thierry Neuville vence prova lusa pela segunda vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:24:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O piloto belga Thierry Neuville (Hyundai i20) venceu hoje a 59.ª edição do Rali de Portugal, sexta ronda da temporada, repetindo o feito conseguido pela primeira vez em 2018.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O piloto belga Thierry Neuville (Hyundai i20) venceu hoje a 59.ª edição do Rali de Portugal, sexta ronda da temporada, repetindo o feito conseguido pela primeira vez em 2018.</P><br />
<P>O campeão mundial de 2024 herdou o comando à entrada para a última especial, após um furo do francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris), garantindo o triunfo com 16,3 segundos de vantagem sobre o sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris) e 29,1 sobre o britânico Elfyn Evans (Hyundai i20).</P><br />
<P>Com estes resultados, Evans reforçou a liderança do campeonato, com 123 pontos contra os 111 do segundo classificado, o japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris), que hoje foi quinto classificado.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760863]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão respondeu à proposta dos EUA para acabar com a guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão transmitiu a sua resposta à proposta dos Estados Unidos para terminar a guerra no Médio Oriente, através do Paquistão, que está a fazer a mediação, avançou hoje a imprensa estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão transmitiu a sua resposta à proposta dos Estados Unidos para terminar a guerra no Médio Oriente, através do Paquistão, que está a fazer a mediação, avançou hoje a imprensa estatal iraniana.</P><br />
<P>&#8220;O Irão apresentou formalmente aos mediadores paquistaneses a sua resposta à mais recente proposta dos EUA destinada a pôr fim à guerra&#8221;, noticiou a agência oficial IRNA, citando &#8220;uma fonte familiarizada com o assunto&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, adianta a IRNA, &#8220;de acordo com o plano proposto, a fase atual das negociações está focada exclusivamente na cessação das hostilidades na região&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760862]]></sapo:autor>
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		<title>Telemóvel com ecrã rachado? Especialistas alertam para riscos e perigos de o continuar a usar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma queda aparentemente banal pode deixar mais do que uma marca estética no telemóvel. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma queda aparentemente banal pode deixar mais do que uma marca estética no telemóvel. Um simples ecrã rachado pode esconder riscos significativos para a segurança do utilizador e até da habitação, sobretudo quando surgem sinais de sobreaquecimento ou infiltração de humidade.</p>
<p>Especialistas em mecânica e reparação tecnológica alertam que nem todas as fissuras são iguais. Algumas limitam-se ao impacto visual, mas outras podem comprometer componentes internos essenciais e desencadear falhas elétricas com potencial perigoso.</p>
<p>Dibakar Datta, professor associado de mecânica no New Jersey Institute of Technology, explica que o ecrã de um smartphone é composto por várias camadas interligadas do ponto de vista mecânico e funcional. Uma pequena fissura na camada exterior pode, com o tempo, afetar o sensor tátil, o painel de visualização e até os circuitos internos.</p>
<p>Ainda assim, nem todos os danos exigem alarme imediato. Segundo o especialista, pequenas fissuras num dos cantos do ecrã tendem a representar um risco reduzido. “Essa pequena fissura no canto é geralmente considerada de baixo risco. Se o ecrã continuar a responder corretamente ao toque e não houver sinais de descoloração, cintilação ou distorção, o dano é principalmente cosmético”, afirma.</p>
<p>O elevado custo de substituição do ecrã leva muitos utilizadores a adiar a reparação. No caso de modelos mais recentes da Apple, por exemplo, a substituição pode atingir os 379 dólares para quem não tenha o plano de assistência alargado AppleCare+.</p>
<p><strong>Calor é o principal sinal de perigo</strong><br />
O cenário muda radicalmente quando a zona da fissura começa a aquecer. Para os especialistas, o calor é o indício mais importante de que algo está errado.</p>
<p>“Se está a sentir calor, há algo errado. Este é um forte sinal de que podem existir danos relacionados com humidade ou instabilidade da bateria”, sublinha Datta.</p>
<p>Arthur Shi, redator técnico sénior da iFixit — plataforma especializada em manuais de reparação e venda de peças para reparações autónomas — reforça o alerta. Embora um ecrã partido não provoque choques elétricos e, em muitos casos, continue a funcionar, um ponto anormalmente quente pode indicar um curto-circuito interno.</p>
<p>“Um ponto anormalmente quente pode significar um curto-circuito elétrico. Se aquecer o suficiente, pode potencialmente fazer com que a bateria se incendeie”, avisa Shi.</p>
<p>Em situações extremas, o risco pode ultrapassar o próprio equipamento e comprometer a segurança da habitação. Perante sinais de aquecimento anormal, a recomendação é clara: desligar imediatamente o dispositivo e procurar avaliação técnica especializada.</p>
<p>Datta acrescenta que o calor pode resultar de falhas elétricas internas ou de um fluxo anómalo de corrente. Nessas circunstâncias, o equipamento deve ser desligado de imediato e analisado por um técnico profissional, de forma a evitar agravamento dos danos.</p>
<p><strong>Fissuras em teia de aranha facilitam infiltrações</strong><br />
Outro tipo de dano que merece atenção é a fissura em padrão de “teia de aranha”. Para Datta, este tipo de racha tende a propagar-se e comprometer estruturalmente o equipamento.</p>
<p>Além do risco estrutural, existem perigos físicos imediatos. Shi alerta que as arestas afiadas e os pequenos fragmentos de vidro podem causar cortes ou alojar-se na pele. Para reduzir o risco, sugere a aplicação de fita adesiva larga sobre todo o ecrã, como medida temporária.</p>
<p>No entanto, os problemas não se ficam pelos cortes. Fissuras extensas podem afetar o painel de visualização e outros componentes laminados que, nos smartphones modernos, integram um único conjunto. Quando essa estrutura é comprometida, a substituição tende a abranger todo o módulo do ecrã.</p>
<p><strong>Humidade pode provocar danos irreversíveis</strong><br />
A infiltração de humidade é um dos fatores mais críticos associados a ecrãs rachados. Mesmo uma pequena fissura pode permitir, ao longo do tempo, a entrada gradual de humidade — especialmente em ambientes húmidos ou através do contacto com suor.</p>
<p>Segundo Datta, essa humidade pode infiltrar-se na camada responsável pelo sensor tátil, o digitizer, afetando o funcionamento do toque. Se o ecrã deixar de responder corretamente aos gestos, a causa pode não ser apenas software, mas sim a progressão dos danos físicos.</p>
<p>Quando a humidade entra em contacto com os componentes metálicos internos, podem iniciar-se reações químicas que degradam a placa de circuito, oxidam conectores e enfraquecem soldaduras. O resultado pode ser dano irreversível.</p>
<p>Em casos mais graves, a exposição prolongada à humidade pode ainda contribuir para a degradação interna da célula da bateria e aumentar o risco de sobreaquecimento.</p>
<p>O que poderia ser uma simples substituição de ecrã pode, assim, transformar-se na necessidade de trocar todo o equipamento.</p>
<p><strong>Reparar cedo evita custos mais elevados</strong><br />
Apesar dos riscos, a substituição do ecrã continua a ser, na maioria dos casos, um procedimento relativamente simples. “A substituição do ecrã é relativamente direta”, assegura Arthur Shi.</p>
<p>A recomendação dos especialistas é agir antes que os danos atinjam componentes críticos e impliquem intervenções mais dispendiosas, como a troca da bateria ou da placa principal.</p>
<p>A orientação final é inequívoca: perante fissuras que se agravam, sinais de infiltração ou qualquer aquecimento anormal, o telemóvel deve ser avaliado por um técnico qualificado ou reparado com recurso a guias detalhados e de qualidade. Ignorar o problema pode transformar um dano aparentemente superficial numa ameaça real à segurança.</p>
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