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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>“Somos reativos”: especialista critica resposta portuguesa às temperaturas extremas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal precisa de preparar com antecedência uma rede estruturada de refúgios climáticos e garantir que a informação chega diretamente às pessoas mais vulneráveis, em vez de depender apenas da divulgação através da Internet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal precisa de preparar com antecedência uma rede estruturada de refúgios climáticos e garantir que a informação chega diretamente às pessoas mais vulneráveis, em vez de depender apenas da divulgação através da Internet. O alerta é de Pedro Matos Soares, investigador em alterações climáticas, que defende uma comunicação permanente sobre os locais disponíveis durante ondas de calor e vagas de frio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em entrevista à Renascença, o investigador principal do Instituto Dom Luiz explicou que muitos idosos apresentam baixos níveis de literacia digital e podem não conseguir consultar portais com informações sobre bibliotecas, pavilhões, estações de metro ou outros espaços onde seja possível procurar proteção durante períodos de temperaturas extremas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pedro Matos Soares considera insuficiente anunciar, já durante uma emergência, que existem locais de acolhimento e remeter os cidadãos para informação disponível online. Na sua perspetiva, as autarquias devem divulgar durante todo o ano onde ficam os refúgios climáticos, quais são os respetivos horários e em que circunstâncias podem ser utilizados.</p>
<p><strong>Portugal escapou ao cenário mais grave por causa da posição do calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista admite que a recente onda de calor provocou excesso de mortalidade e mais hospitalizações em Portugal, embora tenha sido menos severa do que noutros países da Europa Ocidental. A entrada de ar marítimo e a influência do anticiclone dos Açores terão ajudado a reduzir as temperaturas, sobretudo no litoral, onde vive a maioria da população portuguesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo explicou à Renascença, o impacto poderia ter sido bastante mais grave caso a chamada cúpula de calor tivesse ficado diretamente sobre Portugal ou se o anticiclone estivesse localizado mais para sudoeste. Nesse cenário, o país poderia ter enfrentado níveis de temperatura e de mortalidade semelhantes aos registados em Espanha, França e Reino Unido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pedro Matos Soares assinala também que o efeito das ondas de calor na mortalidade nem sempre é imediato. O agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias pode surgir algum tempo depois, pelo que os números relativos ao excesso de óbitos permanecem provisórios durante várias semanas.</p>
<p><strong>Ondas de calor serão mais frequentes e severas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O investigador explica que o episódio de junho esteve associado a um bloqueio atmosférico em forma de ómega, que permaneceu durante vários dias sobre a Europa Ocidental. A ausência de nebulosidade e o aquecimento dos solos alimentaram o aumento das temperaturas, provocando anomalias entre 10 e 15 graus no sudoeste de França.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os modelos climáticos indicam que este tipo de fenómeno está a tornar-se mais frequente, persistente e intenso em praticamente toda a Europa. Pedro Matos Soares recorda que uma subida da temperatura global de 1,5 para dois graus poderá aumentar de algumas centenas de milhões para entre mil e dois mil milhões o número de pessoas expostas a ondas de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O investigador rejeita, contudo, a ideia de que o registo de seis ondas de calor num único ano signifique que Portugal já vive o clima projetado para as últimas décadas do século. As projeções climáticas são construídas com médias de 30 anos e não podem ser comparadas diretamente com os resultados de apenas um ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Existem também diferentes definições de onda de calor. O Roteiro Nacional de Adaptação considera períodos de pelo menos cinco dias com temperaturas máximas acima do percentil 90, enquanto o IPMA identifica uma onda de calor quando, durante pelo menos seis dias consecutivos, a máxima diária supera em cinco graus o valor médio do mês.</p>
<p><strong>Parques ajudam, mas não resolvem o problema</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante os períodos de calor extremo, os parques e jardins podem apresentar temperaturas dois ou três graus inferiores às verificadas na malha urbana. Ainda assim, Pedro Matos Soares alerta que essa diferença não elimina os riscos de uma noite tropical nem transforma automaticamente estes espaços numa solução suficiente para proteger a população.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encerramento de parques devido ao perigo de incêndio revela também a dificuldade de conciliar diferentes riscos. Quando o calor coincide com falta de chuva e vegetação muito seca, estes espaços podem ser importantes para aliviar a temperatura, mas também ficam expostos a um elevado perigo de incêndio rural.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Renascença, durante a recente onda de calor foram abertos dois pavilhões e algumas estações de metro em Lisboa para acolher pessoas sem-abrigo. O investigador valoriza essas medidas, mas considera que Portugal continua a responder de forma reativa, quando deveria dispor de uma rede permanente, conhecida e preparada antes da chegada dos fenómenos extremos.</p>
<p>A preparação para o verão deve, por isso, começar durante o inverno, tal como as respostas às vagas de frio devem ser organizadas com antecedência. O objetivo, defende Pedro Matos Soares, deve ser criar uma estrutura municipal capaz de contactar diretamente os cidadãos, com especial atenção aos idosos, às pessoas sem-abrigo e a todos os que não conseguem obter informação através dos meios digitais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787989]]></sapo:autor>
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		<title>Fogo avançou a 50 km/h, cercou carros e ravinas e transformou a fuga numa armadilha mortal: os fatores-chave no incêndio trágico de Los Gallardos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Los Gallardos]]></category>
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					<description><![CDATA[Buscas prosseguem para localizar pessoas desaparecidas, enquanto as autoridades investigam a origem do fogo e tentam reconstruir a sequência de decisões que transformou o incêndio numa tragédia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Espanha acordou esta sexta-feira de luto depois do incêndio florestal que deflagrou em Los Gallardos, em Almería, e que provocou pelo menos 12 mortos. As buscas prosseguem para localizar pessoas desaparecidas, enquanto as autoridades investigam a origem do fogo e tentam reconstruir a sequência de decisões que transformou o incêndio numa tragédia.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, as primeiras indicações apontam para uma combinação fatal de fatores: vento forte, calor intenso, vegetação extremamente seca e a queda de um cabo ou poste elétrico. As autoridades da Andaluzia admitem que as linhas de transmissão de energia possam estar na origem das chamas, embora a investigação ainda esteja em curso.</p>
<p>O conselheiro da Presidência, Saúde e Emergências da Junta da Andaluzia, Antonio Sanz, apontou a queda de uma infraestrutura elétrica como possível início do incêndio. De acordo com vários meios locais, os ventos fortes terão derrubado um poste ou cabo, provocando uma faísca que deu origem ao fogo junto à estrada N-340A.</p>
<p>A Red Eléctrica esclareceu que a linha de alta tensão afetada pelo incêndio não lhe pertence. A Endesa também indicou que a infraestrutura em causa não é da sua propriedade, acrescentando que técnicos deslocados ao local concluíram tratar-se de uma instalação privada que, segundo a informação técnica disponível, não estaria energizada.</p>
<p>Depois da ignição, o fogo avançou com violência. As temperaturas superiores a 35 graus, a secura acumulada e o vento transformaram a vegetação em combustível. As chamas terão avançado a cerca de 50 quilómetros por hora e percorrido 15 quilómetros em apenas duas horas, ficando rapidamente fora de controlo.</p>
<p>A tragédia agravou-se quando o incêndio entrou numa zona de casas dispersas, ravinas e barrancos. A população não estava concentrada num único núcleo habitacional, o que dificultou a evacuação. Perante a velocidade do fogo, muitos moradores tiveram de decidir em poucos minutos se permaneciam em casa ou tentavam fugir.</p>
<p>As autoridades defendem que, em situações deste tipo, o confinamento pode ser mais seguro do que uma fuga improvisada. Mas várias vítimas terão optado por abandonar as casas por conta própria. O terreno acidentado e as estradas estreitas acabaram por transformar a fuga numa armadilha.</p>
<p>De acordo com as autoridades andaluzas, quatro das vítimas mortais foram encontradas dentro de um carro. Outras sete pessoas terão morrido quando tentavam escapar através do leito seco de um rio, numa zona onde acabaram cercadas pelo calor e pelas chamas. O ministro regional das Emergências descreveu essa decisão como uma “armadilha” fatal.</p>
<p>O presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, afirmou que a velocidade extrema do incêndio e a geografia da zona tornaram algumas vias de fuga praticamente impossíveis. O desfiladeiro de Bédar, um vale profundo, terá sido um dos pontos onde as chamas encurralaram várias pessoas sem hipótese de saída.</p>
<p>O presidente da Câmara de Bédar, Ángel Collados, indicou que um grupo de nove moradores, maioritariamente estrangeiros, decidiu fugir a pé, contrariando as recomendações para permanecerem nas habitações. Sete terão morrido, enquanto dois conseguiram escapar. A descoberta de bastões de caminhada na zona levantou ainda a hipótese de o fogo ter surpreendido excursionistas que passavam pela área.</p>
<p>Entre os testemunhos recolhidos pela &#8216;EFE&#8217; está o de Julia, uma moradora evacuada em Bédar, que descreveu momentos de pânico. Muitas das casas afetadas ficam isoladas nas montanhas, onde residem vários estrangeiros. “Muitos moradores ingleses, alemães e de outras nacionalidades foram apanhados de surpresa pelo fogo enquanto fugiam”, contou.</p>
<p>A mulher relatou que o primeiro sinal foi o cheiro a madeira queimada. Pouco depois, viu uma enorme coluna de fumo atrás da casa de uma vizinha. À medida que as chamas se aproximavam de Serena e de Los Matreros, o medo espalhou-se. “Pensei: ‘Isto apanhou-nos de surpresa e vamos arder aqui’”, recordou.</p>
<p>O alerta foi dado também pelos sinos da igreja, que começaram a tocar para avisar a população. Alguns moradores correram para tentar sair da zona, enquanto outros procuravam informações sobre transportes de evacuação. Julia acabou por abandonar a casa com o cão e seguir de carro em direção a Vera antes de as estradas serem cortadas.</p>
<p>O dispositivo de resposta é amplo. O Governo mobilizou 160 agentes da Guardia Civil, 52 veículos, dois helicópteros e dois drones, além de 220 elementos da Unidade Militar de Emergência com cerca de 70 veículos. O Ministério da Transição Ecológica enviou quatro aeronaves anfíbias e um helicóptero, juntando-se a centenas de operacionais no terreno.</p>
<p>As buscas concentram-se nas zonas onde o fogo já foi extinto, numa tentativa de localizar as pessoas que continuam desaparecidas. Participam unidades de resgate em montanha, elementos da Guardia Civil, equipas territoriais e meios especializados. A Guardia Civil está ainda encarregada de evacuações, controlo de tráfego e vigilância das zonas evacuadas para prevenir assaltos a habitações isoladas.</p>
<p>Os esforços de combate ao incêndio centram-se agora em conter o flanco direito, para impedir que as chamas atinjam áreas cultivadas, e em atacar por via aérea o flanco esquerdo, considerado muito ativo e de difícil acesso devido aos desfiladeiros. As autoridades receiam ainda mudanças na direção do vento, que podem alterar rapidamente a evolução do fogo.</p>
<p>O incêndio de Los Gallardos é já uma das tragédias florestais mais graves registadas em Espanha nos últimos anos. A investigação terá agora de esclarecer a origem exata das chamas, a responsabilidade sobre a infraestrutura elétrica suspeita e as circunstâncias em que várias pessoas acabaram por escolher rotas de fuga que se revelaram fatais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787987]]></sapo:autor>
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		<title>O perigo invisível dos incêndios: como o fumo pode chegar ao coração e aos pulmões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fumo contém partículas finas, conhecidas como PM2,5, além de monóxido de carbono, óxidos de nitrogénio e compostos orgânicos voláteis. Estas substâncias podem penetrar profundamente nos pulmões e, em alguns casos, atingir a corrente sanguínea]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fumo dos incêndios florestais pode representar um risco para a saúde mesmo quando as pessoas estão longe das chamas. O alerta é deixado por pneumologistas, que recordam que as partículas poluentes libertadas pelos fogos conseguem viajar longas distâncias e agravar doenças respiratórias e cardiovasculares.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, o fumo contém partículas finas, conhecidas como PM2,5, além de monóxido de carbono, óxidos de nitrogénio e compostos orgânicos voláteis. Estas substâncias podem penetrar profundamente nos pulmões e, em alguns casos, atingir a corrente sanguínea.</p>
<p>A exposição a este tipo de poluição pode causar inflamação das vias respiratórias e aumentar o risco de complicações em pessoas com problemas de saúde prévios. Entre os sintomas mais frequentes estão irritação nos olhos, nariz e garganta, tosse, sensação de aperto no peito, pieira e falta de ar.</p>
<p>Os especialistas alertam que o fumo pode desencadear crises de asma, agravar doenças respiratórias crónicas, reduzir a função pulmonar e aumentar o risco de complicações cardiovasculares. Por isso, o problema não deve ser desvalorizado apenas porque o incêndio está distante.</p>
<p>As pessoas com asma, doença pulmonar obstrutiva crónica ou outras doenças respiratórias estão entre os grupos mais vulneráveis. Crianças, idosos, grávidas e pessoas com doenças cardiovasculares também devem ter cuidados adicionais durante períodos de maior concentração de fumo no ar.</p>
<p>A principal recomendação é evitar a exposição sempre que a qualidade do ar esteja degradada. Sempre que possível, deve permanecer-se em espaços fechados, manter portas e janelas fechadas e reduzir atividades físicas ao ar livre, sobretudo nas horas em que o cheiro a fumo ou a presença de partículas seja mais evidente.</p>
<p>Quem tem doença respiratória diagnosticada deve manter a medicação habitual e seguir o plano definido pelo médico. Caso surjam sintomas novos, ou se tosse, falta de ar, aperto no peito ou pieira se agravarem, deve ser procurado aconselhamento médico.</p>
<p>O alerta é particularmente relevante em períodos de calor e de maior risco de incêndio, quando o fumo pode afetar zonas afastadas da frente de fogo. Mesmo invisíveis a olho nu, as partículas finas libertadas pelos incêndios podem ter impacto real na saúde respiratória e cardiovascular.</p>
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		<title>Quando os agentes passam a comprar por nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:01:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[opinião de Murilo Ferreira Batista, Especialista em Ecommerce na Numen]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Murilo Ferreira Batista, Especialista em Ecommerce na Numen</strong></em></p>
<p>O próximo grande salto do software empresarial não vai acontecer num novo botão, num novo menu ou numa interface mais bonita. Vai acontecer quando deixarmos de abrir uma aplicação para executar uma tarefa e passarmos a pedir a um agente que a conclua por nós.</p>
<p>Esta é a mudança que está a redesenhar o SaaS. O software como serviço não está a morrer, mas está a perder a forma que conhecíamos. Durante anos, o valor esteve ligado ao acesso, ao número de utilizadores e à experiência dentro de uma plataforma. Agora, desloca-se para a execução.</p>
<p>O software deixa de ser apenas uma ferramenta que alguém usa e passa a ser um sistema que trabalha. A nova lógica assenta em ações, processos e resultados. Em vez de pagar apenas pelo acesso a uma aplicação, as empresas começam a pagar por execução, por tarefa ou por valor entregue. É uma aproximação à lógica da infraestrutura cloud, onde o consumo pesa tanto como a subscrição.</p>
<p>Isto altera a economia do setor. Para os clientes, os agentes de inteligência artificial podem significar menos trabalho manual, maior rapidez e operações mais fluidas. Para os fornecedores de software, o desafio é mais complexo. Um modelo baseado em execução pode alinhar melhor preço e valor, mas também reduz a previsibilidade da receita. A eficiência do cliente pode tornar-se volatilidade para quem vende.</p>
<p>Também muda o papel da interface. Ela não desaparece, mas deixa de ser o núcleo da experiência e passa a funcionar como camada de supervisão, validação e controlo. O verdadeiro valor passa a estar nos dados, nas integrações, nos fluxos e na capacidade de orquestrar decisões entre sistemas. O novo bloqueio competitivo já não está na dificuldade de aprender uma plataforma. Está na dificuldade de replicar a operação, o contexto e a inteligência acumulada dentro dela.</p>
<p>O impacto será particularmente visível no e-commerce. Durante anos, as lojas online foram desenhadas para convencer pessoas. Páginas apelativas, jornadas de compra otimizadas, recomendações e motores de pesquisa internos. Na era agêntica, uma parte crescente da decisão poderá ser mediada por agentes que comparam produtos, preços, disponibilidade, políticas de devolução e reputação antes de apresentarem uma escolha ao consumidor. Isto obriga as empresas a pensar num AAIO (Agentic AI Optimization.  Já não basta ser visível para motores de pesquisa ou atrativo para humanos. Será necessário ser legível, fiável e acionável para agentes.</p>
<p>Essa evolução exige dados estruturados, catálogos limpos, integrações robustas, políticas claras e informação coerente em tempo real. Protocolos como o ACP, Agentic Commerce Protocol, desenvolvido pela OpenAI e pela Stripe, e o UCP, Universal Commerce Protocol, co-desenvolvido pela Google e pela Shopify, começam a criar uma linguagem comum para que agentes consigam descobrir produtos, interpretar condições comerciais e concluir transações de forma mais autónoma. Uma loja online que dificulte esta leitura corre o risco de ficar invisível na nova camada de decisão digital.</p>
<p>O mesmo acontece no CRM. O sistema de relacionamento com clientes deixa de ser apenas um repositório de histórico comercial e passa a alimentar agentes, sugerir prioridades, acionar fluxos e apoiar decisões operacionais em tempo real. Algumas empresas, como a Salesforce, perceberam este movimento cedo. Com o Agentforce Commerce e o suporte a protocolos como o ACP e o UCP, a empresa prepara os seus clientes para um cenário em que produtos, dados comerciais e processos de compra possam ser descobertos e acionados por agentes, de forma mais integrada e sem depender de integrações específicas para cada canal. Tal como ajudou a deslocar o software empresarial para a cloud, a Salesforce prepara agora uma transição para ecossistemas onde agentes, dados e execução combinam entre si.</p>
<p>A consequência para os profissionais também é evidente. O diferencial já não será apenas saber usar software. Será saber desenhar trabalho, estruturar processos, formular instruções, definir regras, ligar sistemas e supervisionar resultados. O utilizador deixa de ser operador e passa a arquiteto da execução.</p>
<p>Esta transformação não será igual para todos. São as empresas com dados organizados, processos claros e integrações maduras que vão acelerar. As restantes continuarão presas à operação manual e à interface como centro do negócio.</p>
<p>O SaaS não morreu. Dissolveu-se numa infraestrutura mais invisível, mais operacional e mais autónoma. A pergunta decisiva para qualquer líder é simples. Se retirarmos a interface ao produto, o que continua a gerar valor.</p>
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		<title>Cerca de 300 mil doentes podem sair da lista de espera do SNS sem terem sido tratados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Médicos critica as novas regras e alerta para riscos na monitorização, transparência e igualdade de acesso aos cuidados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Cerca de 300 mil doentes que aguardam pequenas cirurgias poderão deixar de constar da lista oficial de espera do Serviço Nacional de Saúde, apesar de continuarem a precisar de tratamento. A Ordem dos Médicos critica as novas regras e alerta para riscos na monitorização, transparência e igualdade de acesso aos cuidados.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/cerca-de-300-mil-doentes-com-pequenas-cirurgias-saem-da-lista-de-espera-do-sns/18104675" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, estão em causa procedimentos cirúrgicos com menos de três centímetros, incluindo intervenções em áreas como a oftalmologia e a oncologia. A alteração resulta das novas portarias que regulam o acesso ao SNS e a gestão dos doentes inscritos para cirurgia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carlos Cortes, bastonário da Ordem dos Médicos, considera que a medida reduz artificialmente os números das listas de espera. Em Portugal são realizadas cerca de 1,3 milhões de cirurgias, sendo que aproximadamente 20% correspondem a pequenas intervenções. A exclusão destes casos poderá, por isso, retirar entre 200 mil e 300 mil pessoas dos registos oficiais.</p>
<p><strong>Doentes continuam a precisar de tratamento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Lista de Inscritos para Cirurgia permite acompanhar o percurso de cada doente, verificar o cumprimento dos tempos máximos de resposta e avaliar o desempenho das instituições públicas. A saída destes utentes do sistema formal significa que continuarão doentes, mas deixarão de ser monitorizados através das regras atuais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Jornal de Notícias, a Ordem dos Médicos receia que esta mudança prejudique a equidade no acesso ao SNS. Sem uma inscrição oficial, poderão deixar de existir critérios claros de prioridade e mecanismos de avaliação que garantam uma resposta adequada aos diferentes casos clínicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carlos Cortes sublinha que a designação “pequena cirurgia” não significa que as doenças sejam pouco graves. Entre os exemplos apontados estão doentes diabéticos que necessitam de injeções intravítreas regulares, casos de cancro da pele, incluindo melanomas com menos de três centímetros, e procedimentos oncológicos realizados depois da reconstrução de pequenas lesões.</p>
<p class="isSelectedEnd">O bastonário admite que a redução das listas poderá produzir um resultado estatístico aparentemente positivo. Contudo, salienta que a retirada dos doentes dos registos não representa a realização dos tratamentos e poderá mesmo dificultar o acesso aos cuidados de saúde.</p>
<p><strong>Novas regras já levam ao cancelamento de cirurgias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As portarias aprovadas pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, estão também a gerar contestação no trabalho adicional dos médicos. Profissionais de várias unidades locais de saúde estão a recusar prestar serviço fora do horário habitual devido ao novo modelo de pagamento, situação que já terá provocado o cancelamento de dezenas de procedimentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Ordem dos Médicos reconhece que a atividade adicional deve ser acompanhada com maior rigor e através de mecanismos capazes de detetar eventuais irregularidades. Ainda assim, considera que as novas regras não resolvem os problemas existentes na gestão das inscrições para cirurgia e poderão agravar dificuldades relacionadas com a faturação e os pagamentos.</p>
<p>Carlos Cortes afirma que o Ministério da Saúde foi alertado para as consequências das alterações. O bastonário critica a aprovação de diplomas sem diálogo suficiente com os profissionais no terreno e defende que a participação técnica dos médicos poderia ajudar a evitar problemas na aplicação das novas regras.</p>
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		<title>XLVIII BARÓMETRO: Vítor Ribeirinho, KPMG Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:56:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A análise de Vítor Ribeirinho, CEO da Senior Partner da KPMG Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Vítor Ribeirinho, CEO / Senior Partner da KPMG Portugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A tensão geopolítica no Médio Oriente volta a assumir um papel central no Barómetro do Executive Digest, condicionando diretamente a perceção das empresas sobre o contexto económico. A maioria antecipa pressão nos custos, sobretudo nos setores da energia e combustíveis (78%) e da logística e transportes internacionais (58%), refletindo um novo choque energético na Europa. Este é um aspeto, de resto, que também destacamos no mais recente estudo da KPMG, o “European Economic Outlook”, que convido todos a lerem no nosso site.</p>
<p style="text-align: justify;">Este contexto externo vai tendo um impacto direto no crescimento económico europeu, para o qual se prevê, de acordo com o nosso relatório, um abrandamento generalizado, no qual Portugal é uma das exceções. Este comportamento positivo da nossa economia é corroborado pelos participantes do Barómetro que apontam para um crescimento de atividade face ao período homólogo para a maioria das empresas (72%) e as perspetivas para o fecho de 2026 mantêm-se positivas, com cerca de três quartos das organizações a anteciparem crescimento face a 2025 (75%).</p>
<p style="text-align: justify;">Olhando para o futuro, o foco estratégico centra-se na expansão de mercado (53%), apoiada pela digitalização e inteligência artificial (19%) e pela eficiência operacional (17%), embora o impacto da IA permaneça limitado, com uma parte relevante das empresas a não identificar ainda efeitos concretos (22%). A mensagem deste Barómetro é clara: mesmo perante um cenário mais exigente, as empresas portuguesas continuam a investir no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780493]]></sapo:autor>
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		<title>NOVA SBE : Preparar líderes para um mundo orientado por IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial está a redefinir a liderança, a tomada de decisão e os modelos de negócio, obrigando as organizações a repensar a forma como criam valor e desenvolvem talento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A inteligência artificial está a deixar de ser apenas uma ferramenta tecnológica para assumir um papel central na forma como as empresas decidem, inovam e organizam o trabalho. Em entrevista à Executive Digest, Marco Vilela Gomes, Executive Director for Corporate Business Development da Nova SBE Executive Education, e Miguel Bello, AI Portfolio Director da Nova SBE Executive Education e Executive Director of Corporate Relations da Nova SBE, explicam como a liderança, a formação e a cultura organizacional terão de evoluir para responder a esta nova realidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A inteligência artificial tornou-se uma prioridade estratégica nas empresas. Que transformação está a provocar nas organizações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos dois anos, a IA acelerou significativamente, sobretudo após o lançamento do ChatGPT. Muitas pessoas já obtêm ganhos de produtividade no dia a dia, mas o desafio agora é escalar essa utilização para toda a organização.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas perceberam que não basta usar IA como ferramenta. É necessário adoptar uma mentalidade “AI-first”, redesenhando processos e integrando a IA como uma capacidade central. Mais do que automatizar tarefas, a IA está a transformar a tomada de decisão, a partilha de conhecimento e os modelos operacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A vantagem competitiva dependerá cada vez mais da qualidade dos dados, da capacidade de adaptação e da forma como os líderes trabalham com a IA. Estamos a caminhar para organizações com menos foco em tarefas repetitivas e mais na gestão da inteligência, do contexto e das relações humanas, o que exigirá sobretudo transformação cultural e liderança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que significa hoje liderar com IA, para além da sua utilização operacional?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Liderar com IA vai além da utilização de ferramentas. Implica transformar a forma como a organização pensa, aprende, decide e executa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os líderes devem usar a IA como apoio à decisão, sem confundir velocidade com valor. Por isso, será cada vez mais importante desenvolver pensamento crítico nas equipas, capacitando-as para questionar, validar informação e interpretar contextos. O papel da liderança evolui da execução e controlo para a orquestração da inteligência humana e artificial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como se preparam os líderes para tomar decisões num contexto em que a IA faz parte do dia a dia das organizações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não vejo este desafio como uma questão geracional. A liderança sempre exigiu adaptação a novas realidades. O importante não é tornar os líderes especialistas técnicos, mas dar-lhes conhecimento, confiança e sentido crítico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os líderes precisam de compreender o que a IA permite fazer, onde cria valor, onde falha, que riscos introduz e que perguntas devem colocar às equipas. Liderar com IA depende menos do domínio da tecnologia e mais da capacidade de perceber como esta transforma decisões, processos, modelos de trabalho e fontes de vantagem competitiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num contexto em que qualquer profissional pode usar IA generativa, qual é o valor destas formações numa escola de negócios?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O valor já não está no acesso à ferramenta, mas na capacidade de transformar uma utilização individual numa competência estratégica da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa escola de negócios, não se trata apenas de ensinar funcionalidades, mas de fornecer contexto e visão de negócio. A questão deixa de ser como usar melhor a ferramenta e passa a ser como melhorar decisões, redesenhar processos e criar valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a formação em IA deve ir além da produtividade individual, focando-se na tomada de decisão, na transformação organizacional e na criação de vantagem competitiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que diferencia programas como o Managing with AI e o Maximizing Business Impact with AI de outras formações em transformação digital?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A principal diferença é que não são programas sobre tecnologia, mas sobre o impacto da IA na gestão, na liderança e na criação de valor. Muitas organizações já experimentam IA, mas continuam a ter dificuldade em transformar essa utilização em resultados concretos.</p>
<p style="text-align: justify;">O objectivo é ajudar líderes e equipas a passar de iniciativas dispersas para uma abordagem estruturada, alinhada com o negócio e orientada para resultados. O Managing with AI foca-se na gestão de empresas, pessoas, processos e produtos com IA, enquanto o Maximizing Business Impact with AI aborda a transformação dos modelos de negócio e operacionais. A oferta inclui ainda programas mais práticos, centrados na produtividade individual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estes programas surgiram em resposta às necessidades das empresas ou de uma visão estratégica da Nova SBE?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Resultam das duas dimensões: da proximidade ao mercado e de uma visão antecipatória sobre as transformações que irão marcar as organizações nos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O objectivo não foi apenas criar programas sobre IA, mas ajudar líderes a reflectir sobre o impacto desta tecnologia na liderança, cultura organizacional, tomada de decisão, inovação e modelos de trabalho. A parceria com o Digital, Data &amp; Design Institute de Harvard reforça esta ambição, combinando conhecimento internacional com aplicação prática e reflexão estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que resistências continuam a existir nas organizações portuguesas à adopção da IA e como pode a formação ajudar a ultrapassá-las?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As principais resistências à IA são hoje culturais e organizacionais, mais do que tecnológicas. Muitas empresas continuam numa fase de experimentação isolada e persistem dúvidas sobre o impacto da IA no futuro do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação é essencial para acelerar esta transformação, ajudando líderes e equipas a desenvolver pensamento crítico, capacidade de interpretação e tomada de decisão em contextos cada vez mais complexos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que papel têm as escolas de negócios na era da inteligência artificial, quando o conhecimento está mais acessível do que nunca?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As escolas de negócios já não podem limitar-se a transmitir conhecimento. Quando a informação está disponível em segundos, o verdadeiro valor está na capacidade de a interpretar, contextualizar e transformar em acção.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu papel passa por ajudar a distinguir o essencial do acessório, desafiar modelos mentais e ligar conhecimento, tecnologia e aplicação prática. Mais do que fornecer conteúdos, devem preparar os líderes para aplicar esse conhecimento a problemas reais com sentido crítico, responsabilidade e visão estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As empresas portuguesas estão preparadas para desenvolver uma cultura de decisão baseada em dados e IA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem empresas portuguesas muito avançadas, mas continua a haver uma diferença significativa entre ter dados e decidir com base neles.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas organizações já dispõem de dashboards, plataformas e projectos de IA, mas isso não significa que tenham alterado as suas rotinas de decisão. Uma verdadeira cultura de decisão baseada em evidência exige capacidade para formular boas perguntas, interpretar informação, questionar pressupostos e integrar dados nos momentos críticos de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Exige também lideranças dispostas a deixar que a evidência influencie e desafie as suas decisões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde deve estar a fronteira entre o apoio da IA e o discernimento humano na tomada de decisão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A IA deve reforçar a capacidade de reflexão e decisão dos líderes, mas não substituir o discernimento humano. O principal risco não está na tecnologia, mas na tentação de delegar o pensamento crítico.</p>
<p style="text-align: justify;">A IA consegue analisar padrões, gerar cenários e acelerar o processamento de informação. No entanto, continua a caber às pessoas interpretar contextos, avaliar consequências, gerir compromissos e tomar decisões. A responsabilidade e o julgamento final devem permanecer humanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O maior impacto da IA estará nos ganhos de eficiência ou na reinvenção dos modelos de trabalho e de negócio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os ganhos de eficiência são apenas o ponto de partida. O verdadeiro impacto surge quando as empresas utilizam a IA para repensar processos, funções, modelos de serviço e formas de criar valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a IA for usada apenas para acelerar modelos existentes, estará a ser aproveitada apenas uma parte do seu potencial. O grande desafio é redesenhar processos e modelos de negócio, integrando a IA como uma capacidade central da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são os principais desafios humanos, éticos e organizacionais que os líderes não podem ignorar na adopção da IA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores desafios da IA são humanos e organizacionais. Mais do que perceber o que a tecnologia consegue fazer, importa definir como a utilizar de forma responsável. A IA irá alterar modelos de decisão e formas de trabalho, tornando essenciais a confiança, a transparência e o pensamento crítico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os líderes e as business schools têm um papel central em garantir que esta transformação é conduzida de forma ética e estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que papel poderá a formação executiva em IA desempenhar na competitividade digital de Portugal nos próximos anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos anos, a IA tornar-se-á uma competência transversal de liderança e gestão. A competitividade dependerá da capacidade das organizações para aprender, adaptar-se e transformar a tecnologia em valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que ensinar ferramentas, será necessário preparar líderes para tomar melhores decisões e redesenhar processos. É nesse contexto que a Nova SBE Executive Education procura apoiar as organizações na ligação entre tecnologia, inovação e negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como surge o IA Nation e de que forma ajuda as empresas a investir em competências de IA através dos Fundos de Compensação do Trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O IA Nation surgiu para acelerar a capacitação das empresas e das pessoas em inteligência artificial, ajudando a transformar a tecnologia em qualificação, execução e competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O projecto permite utilizar os Fundos de Compensação do Trabalho como um investimento estratégico nas competências do futuro, promovendo produtividade, inovação e crescimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781079]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Casais e construtora espanhola ACR criam empresa conjunta para construir edifícios mais depressa e com menos desperdício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:51:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Grupo Casais e a construtora espanhola ACR criaram a CREE Iberia, uma empresa detida em partes iguais pelas duas organizações, com o objetivo de acelerar a adoção da construção industrializada e sustentável em Portugal e Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Casais e a construtora espanhola ACR criaram a CREE Iberia, uma empresa detida em partes iguais pelas duas organizações, com o objetivo de acelerar a adoção da construção industrializada e sustentável em Portugal e Espanha.</p>
<p>A nova sociedade passa a deter a licença exclusiva do sistema híbrido CREE Buildings na Península Ibérica, reforçando a aposta das duas empresas em soluções construtivas mais eficientes e com menor impacto ambiental.</p>
<p>A CREE Iberia será responsável pelo desenvolvimento comercial, técnico e operacional do sistema CREE Buildings na região, trabalhando tanto em projetos promovidos diretamente pelo Grupo Casais e pela ACR como em iniciativas desenvolvidas em conjunto com clientes, promotores e parceiros locais.</p>
<p>Segundo as empresas, a parceria pretende responder a alguns dos principais desafios que o setor enfrenta, como o aumento da produtividade, a redução dos prazos de execução, a melhoria da qualidade da construção, a utilização mais eficiente de materiais e a descarbonização do ambiente construído.</p>
<p>O Grupo Casais contribui para esta parceria com a sua experiência em pré-fabricação, engenharia, modelação BIM, integração de sistemas MEP e desenvolvimento de soluções industrializadas. Já a ACR acrescenta o seu conhecimento do mercado espanhol e a experiência em modelos de construção colaborativos e sustentáveis.</p>
<p>As duas empresas já tinham colaborado anteriormente no desenvolvimento do B&amp;B Hotel Madrid Tres Cantos, projeto que serviu para demonstrar o potencial do sistema CREE Buildings na otimização do planeamento, da coordenação técnica, da sustentabilidade e da execução das obras.</p>
<p>O CEO do Grupo Casais, António Carlos Rodrigues, afirma que a criação da CREE Iberia representa &#8220;uma nova fase da aposta na industrialização&#8221;, sublinhando que a construção necessita de sistemas &#8220;mais previsíveis, colaborativos e com menor impacto ambiental&#8221;. Já Michel Elizalde, presidente e CEO da ACR, considera que a parceria permitirá reforçar a capacidade de desenvolver projetos industrializados e sustentáveis no mercado ibérico.</p>
<p>A atividade da nova empresa estará especialmente direcionada para segmentos como hotéis, residências de estudantes, senior living, habitação e flex living, áreas onde a rapidez de execução, a repetição de processos, a qualidade e a sustentabilidade assumem um papel determinante.</p>
<p>Além da promoção do sistema CREE Buildings, a CREE Iberia irá desenvolver iniciativas de investigação em certificações de sustentabilidade, coordenar fornecedores, promover a melhoria contínua da solução construtiva e reforçar a colaboração técnica entre as equipas das duas empresas.</p>
<p>O sistema CREE Buildings baseia-se numa estrutura híbrida que combina madeira, betão e componentes pré-fabricados, permitindo integrar desde as fases iniciais do projeto a conceção, a engenharia, o fabrico, a logística e a execução da obra, aumentando a previsibilidade e a eficiência dos processos construtivos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787964]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vendas do grupo BMW caem 4,2% até junho penalizadas pelo mercado chinês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BMW]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo alemão BMW vendeu 1.156.742 veículos das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce no primeiro semestre, menos 4,2% do que no mesmo período do ano anterior, penalizado pela quebra das vendas no mercado chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo alemão BMW vendeu 1.156.742 veículos das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce no primeiro semestre, menos 4,2% do que no mesmo período do ano anterior, penalizado pela quebra das vendas no mercado chinês.</p>
<p>O grupo BMW informou hoje que as vendas da marca principal, a BMW, diminuíram entre janeiro e junho para 1.004.681 unidades (6,2%), enquanto as da Mini aumentaram para 149.538 unidades (11,7%).</p>
<p>As vendas da marca de luxo Rolls-Royce diminuíram no mesmo período para 2.523 unidades, uma queda homóloga de 9,8%.</p>
<p>Da mesma forma, as vendas de modelos elétricos e híbridos caíram para 295.407 unidades, menos 7,4% do que no mesmo período de 2025.</p>
<p>O responsável do Conselho de Administração pelas vendas do grupo, Jochen Goller, salientou que, apesar dos desafios a nível mundial, conseguiram aumentar as vendas nos Estados Unidos da América (EUA) e na Europa.</p>
<p>As vendas das marcas BMW e Mini aumentaram no primeiro semestre na Europa em 5,4%, para 496.651 unidades, das quais 149.135 unidades foram vendidas na Alemanha (10,2%).</p>
<p>Nos EUA, as vendas aumentaram 3,9%, para 200.661 unidades, mas diminuíram na China 20,4%, para 261.773 unidades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787950]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conselho da UE aprova novo PRR da Hungria de 10 mil milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho da União Europeia aprovou hoje o novo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da Hungria, permitindo que o país aceda a 10 mil milhões de euros que foram bloqueados durante o mandato do anterior primeiro-ministro, Viktor Orbán.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da União Europeia aprovou hoje o novo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da Hungria, permitindo que o país aceda a 10 mil milhões de euros que foram bloqueados durante o mandato do anterior primeiro-ministro, Viktor Orbán.</p>
<p>&#8220;O Conselho aprovou hoje um novo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a Hungria. O novo plano deverá permitir o desembolso de 10 mil milhões de euros, dos quais cerca de 6,5 mil milhões sob a forma de subvenções e cerca de 3,5 mil milhões em empréstimos&#8221;, refere em comunicado a instituição que representa os governos dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE).</p>
<p>Este PRR tinha sido negociado em maio pelo novo Governo húngaro, liderado pelo conservador Péter Magyar, e a Comissão Europeia, com o intuito de aceder aos 10 mil milhões bloqueados desde 2022 porque Bruxelas considerava que as políticas do anterior primeiro-ministro, Viktor Orbán, violavam os princípios do Estado de Direito.</p>
<p>No comunicado, o Conselho da UE indica que o anterior plano da Hungria tinha deixado de ser exequível, &#8220;devido ao aumento dos custos resultante da volatilidade dos preços da energia, a mudanças inesperadas no contexto geopolítico, a desafios imprevistos na execução, a atrasos causados por limitações de tempo, bem como a outros desenvolvimentos&#8221;.</p>
<p>A instituição afirma que o novo PRR vai reforçar o &#8220;quadro de combate à corrupção&#8221;, aumentará a &#8220;transparência na utilização dos recursos públicos e na contratação pública&#8221; e inclui igualmente &#8220;medidas destinadas a reforçar a independência do poder judicial e o Estado de direito&#8221;.</p>
<p>O Conselho da UE ressalva, contudo, que, &#8220;à semelhança do que acontece com todos os planos nacionais&#8221;, os pagamentos ao abrigo deste novo PRR só serão feitos à medida que a Hungria for cumprindo as metas estabelecidas no plano.</p>
<p>&#8220;Isto significa que a Comissão apenas desembolsa os montantes destinados a cada país quando este tiver cumprido os marcos e metas acordados para a concretização das reformas e dos investimentos incluídos no respetivo plano&#8221;, reforça a instituição.</p>
<p>Com a &#8216;luz verde&#8217; do Conselho da UE, a Hungria entra agora em contrarrelógio para conseguir aceder aos 10 mil milhões de euros do plano, uma vez que termina, em 31 de agosto, o prazo dado a todos os Estados-membros para cumprirem os marcos definidos nos seus respetivos PRR nacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787949]]></sapo:autor>
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		<title>Pânico a bordo da Ryanair: passageiro quase é sugado para fora e acaba hospitalizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:16:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ryanair]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea irlandesa confirmou o incidente em comunicado, adiantando que uma pessoa teve de receber assistência médica. A Ryanair não avançou detalhes adicionais sobre a causa do problema nem sobre a gravidade dos ferimentos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um avião da Ryanair foi forçado a regressar de emergência ao aeroporto de Salónica, na Grécia, esta sexta-feira, pouco depois da descolagem, depois de uma janela da cabine de passageiros se ter desprendido durante o voo. A aeronave seguia para Memmingen, na Alemanha.</p>
<p>A companhia aérea irlandesa confirmou o incidente em comunicado, adiantando que uma pessoa teve de receber assistência médica. A Ryanair não avançou detalhes adicionais sobre a causa do problema nem sobre a gravidade dos ferimentos.</p>
<p>“A aeronave aterrou normalmente e os passageiros regressaram ao terminal”, informou a companhia, que acrescentou ter disponibilizado outro avião para transportar os restantes passageiros até Memmingen.</p>
<p>Segundo meios de comunicação locais na Grécia, a janela terá sido atingida por um fragmento que se desprendeu de um dos motores do avião. As mesmas informações indicam que o incidente provocou uma despressurização da cabine e que um passageiro foi parcialmente sugado para fora pela abertura.</p>
<p>Duas fontes com conhecimento do caso relataram à &#8216;Reuters&#8217; detalhes semelhantes. O passageiro, descrito como um turista sérvio, foi hospitalizado com queimaduras por atrito, mas encontrava-se, de resto, em boas condições, segundo as autoridades citadas.</p>
<p>Uma passageira contou à Rádio Thessaloniki que muitos dos ocupantes estavam a dormir quando ouviram “um barulho, como o de um pneu a rebentar”. “Percebemos imediatamente que havia ocorrido uma descompressão. Ouvimos gritos. Por um momento, pensei que alguém tivesse aberto acidentalmente a porta de emergência”, relatou.</p>
<p>A mesma passageira afirmou que as máscaras de oxigénio caíram e que havia um cheiro forte no interior da cabine. Segundo o seu testemunho, a cabeça e os ombros de um passageiro ficaram fora da janela, mas o homem não tinha retirado o cinto de segurança, o que terá evitado consequências mais graves.</p>
<p>Outros passageiros que estavam sentados perto do homem ajudaram a puxá-lo de volta para dentro do avião. O incidente terá ocorrido quando a aeronave sobrevoava a Macedónia do Norte, de acordo com a imprensa grega.</p>
<p>Vídeos não verificados publicados nas redes sociais, alegadamente gravados no interior do avião, mostram uma janela partida e máscaras de oxigénio penduradas no teto da cabine. As imagens circularam rapidamente, aumentando a dimensão pública do caso.</p>
<p>A Ryanair limitou-se, para já, a confirmar que o voo regressou a Salónica pouco depois da descolagem devido ao desprendimento de uma janela da cabine de passageiros, que a aterragem decorreu normalmente e que os passageiros regressaram ao terminal. As causas exatas do incidente deverão agora ser apuradas pelas autoridades competentes.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">BREAKING: Ryanair passenger reportedly saved from being sucked out the cabin after window fails during a flight from Thessaloniki to Memmingen.</p>
<p>According to local media Ryanair flight FR1879, a Boeing 737-8AS, returned safely to Greece on Friday after part of a damaged engine… <a href="https://t.co/YPgRodjPFp">pic.twitter.com/YPgRodjPFp</a></p>
<p>&mdash; Breaking Aviation News &amp; Videos (@aviationbrk) <a href="https://x.com/aviationbrk/status/2075494035792285793?ref_src=twsrc%5Etfw">July 10, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787941]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Economia financia exterior em 2,4% do PIB no ano terminado em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia portuguesa financiou o exterior em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) nos 12 meses terminados em março, tendo os particulares apresentado uma capacidade de financiamento de 4,1%, segundo o Banco de Portugal (BdP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa financiou o exterior em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) nos 12 meses terminados em março, tendo os particulares apresentado uma capacidade de financiamento de 4,1%, segundo o Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>&#8220;No ano acabado no primeiro trimestre de 2026, o financiamento da economia ao exterior foi de 2,4% do PIB&#8221;, refere o BdP num comunicado hoje divulgado sobre as interligações entre setores nas contas nacionais financeiras e que representa uma redução de 0,3 pontos percentuais (pp) face ao ano passado.</p>
<p>Os particulares, o setor financeiro e as administrações públicas apresentaram uma capacidade de financiamento de 4,1%, 1,2% e 0,7 do PIB, respetivamente, enquanto as empresas não financeiras apresentaram uma necessidade de financiamento de 3,5% do PIB.</p>
<p>Os particulares tiveram a maior capacidade de financiamento e financiaram todos os restantes setores, em termos líquidos: o financeiro (1,3% do PIB), o resto do mundo (1,2% do PIB), as empresas não financeiras (0,9% do PIB) e as administrações públicas (0,7% do PIB).</p>
<p>Segundo o BdP, nas operações com o setor financeiro, destacaram-se o aumento do numerário e depósitos (3,1% do PIB) e dos valores afetos a regimes de seguros, pensões e garantias (1,6% do PIB), &#8220;parcialmente compensados pelo aumento dos empréstimos (4,4% do PIB), sobretudo para habitação&#8221;.</p>
<p>Já os valores referentes a regimes de seguros foram &#8220;influenciados pelo aumento das reservas técnicas de seguros não vida devido aos danos provocados pelas tempestades que atingiram Portugal no início do ano&#8221;.</p>
<p>De acordo com estes dados, o setor financeiro financiou, em termos líquidos, as entidades não residentes (4,9% do PIB), destacando-se as transações líquidas em títulos de dívida (7,1% do PIB) e em empréstimos (1,5% do PIB).</p>
<p>Em sentido inverso, as administrações públicas financiaram, em termos líquidos, o setor financeiro em 1,6% do PIB, &#8220;sobretudo por via da redução dos títulos de dívida pública em carteira deste setor (1,9% do PIB)&#8221;, lê-se.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787942]]></sapo:autor>
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		<title>A fuga tensa de Trump da cimeira da NATO: Irão, cortinas fechadas e uma troca de avião de última hora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Air Force One]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão levantou novas dúvidas sobre o novo Boeing 747-8 oferecido pelo Qatar, apresentado recentemente como o novo avião presidencial americano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump deixou a cimeira da NATO em Ancara a bordo do antigo Air Force One, depois de o Serviço Secreto dos EUA ter recomendado a troca de aeronave por razões de segurança ligadas à escalada com o Irão. A decisão levantou novas dúvidas sobre o novo Boeing 747-8 oferecido pelo Qatar, apresentado recentemente como o novo avião presidencial americano.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Español&#8217;, que cita imprensa americana, Trump tinha chegado à capital turca no novo avião, avaliado em cerca de 400 milhões de dólares, aproximadamente 350 milhões de euros, e apelidado de “palácio voador” devido ao seu interior de luxo. Mas, na saída da Turquia, acabou por embarcar no modelo antigo, numa operação conduzida com rapidez invulgar.</p>
<p>A &#8216;CBS News&#8217; noticiou que o Serviço Secreto aconselhou Trump a deixar a Turquia no antigo Air Force One, e não no Boeing 747-8 doado pelo Qatar, depois de pessoas informadas sobre a situação terem apontado preocupações de segurança. A Casa Branca insiste, porém, que a nova aeronave está equipada com protocolos de segurança de alto nível.</p>
<p>De acordo com relatos da imprensa americana, Trump foi encaminhado para o avião sem a habitual paragem junto à escada para responder a perguntas dos jornalistas. Já a bordo, os passageiros terão sido instruídos a baixar as cortinas antes da descolagem, permanecendo as janelas fechadas durante o voo noturno. O próprio Trump confirmou que se tratava de uma medida de segurança, num contexto de ameaças atribuídas ao Irão.</p>
<p>O episódio ocorreu numa altura em que Washington e Teerão voltaram a aproximar-se de uma situação de confronto aberto. Trump tinha anunciado novos bombardeamentos contra o Irão e admitido ser um alvo prioritário de Teerão. Segundo o &#8216;New York Post&#8217;, a troca de avião foi aconselhada num quadro de receios ligados a mísseis de longo alcance e drones iranianos, embora a administração tenha procurado desvalorizar a leitura de que a mudança resultou de uma ameaça específica.</p>
<p>O avião antigo mantém capacidades defensivas e sistemas seguros de comunicação que são considerados essenciais para o transporte presidencial, sobretudo em situações de crise. Entre essas capacidades estão sistemas de contramedidas contra mísseis e meios de comunicação protegidos que permitem ao presidente continuar em contacto com as estruturas militares e de segurança durante o voo.</p>
<p>As dúvidas recaem agora sobre o novo 747-8 oferecido pelo Qatar. A aeronave foi adaptada para funções presidenciais após meses de trabalhos, mas vários relatos indicam que poderá não ter ainda todas as capacidades defensivas do modelo anterior. A &#8216;Daily Beast&#8217; noticiou que a falta de algumas funcionalidades militares críticas, incluindo comunicações seguras, reabastecimento em voo e sistemas antimíssil, esteve no centro das preocupações que levaram à troca de avião.</p>
<p>A Casa Branca rejeita a ideia de que o novo aparelho seja inseguro. Steven Cheung, diretor de comunicação, afirmou que o novo Air Force One é uma aeronave moderna, com protocolos de segurança avançados para proteger o presidente e a sua equipa. Ainda assim, fontes citadas por vários meios americanos indicaram que o modelo antigo foi considerado mais adequado para a viagem num momento de tensão com o Irão.</p>
<p>Trump procurou apresentar uma explicação diferente. Disse que queria usar o avião antigo por “nostalgia” e afirmou que o novo aparelho seria enviado para a base britânica de Mildenhall para que militares americanos pudessem vê-lo. De acordo com a &#8216;Euronews&#8217;, o presidente evitou responder diretamente quando questionado sobre se a decisão estava ligada a preocupações de segurança com o Irão.</p>
<p>A troca de avião reacendeu também a polémica em torno da oferta do Qatar. O Boeing 747-8 terá pertencido ao antigo primeiro-ministro qatari Hamad bin Jassim bin Jaber Al Thani e foi transformado num jato de luxo antes de ser oferecido aos Estados Unidos. Trump elogiou repetidamente a aeronave e defendeu que seria “estúpido” recusar um presente avaliado em centenas de milhões de dólares.</p>
<p>A aceitação do avião gerou críticas de democratas no Congresso, que levantaram dúvidas sobre a chamada cláusula de emolumentos da Constituição dos EUA, que limita a aceitação de presentes de governos estrangeiros por titulares de cargos públicos sem autorização do Congresso. A Casa Branca e o Departamento de Justiça concluíram que o Pentágono poderia aceitar a aeronave, por não existirem condições explícitas associadas à doação.</p>
<p>O episódio de Ancara deixou, porém, uma pergunta mais prática do que jurídica: o novo “palácio voador” está realmente preparado para substituir o antigo Air Force One em situações de risco elevado? A administração americana garante que sim. Mas a decisão de retirar Trump da Turquia no avião antigo, num momento de tensão com o Irão, mostrou que a confiança operacional na nova aeronave ainda não é total.</p>
<p>No fim, Trump aterrou em Mildenhall no antigo Air Force One e mudou depois para o novo 747-8 para regressar a Washington. A sequência permitiu à Casa Branca manter a narrativa de normalidade, mas não dissipou as dúvidas. Entre a ameaça iraniana, as limitações técnicas e a polémica sobre a origem qatari do aparelho, a primeira grande crise do novo Air Force One acabou por acontecer antes mesmo de este se afirmar plenamente como avião presidencial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787922]]></sapo:autor>
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		<title>China avisou Putin para não usar armas nucleares na Ucrânia, diz Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração do presidente ucraniano surge numa altura em que Kiev intensifica ataques contra navios russos no Mar de Azov e no Mar Negro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China terá avisado Vladimir Putin de que a Rússia não deve usar armas nucleares na Ucrânia, afirmou Volodymyr Zelensky. A declaração do presidente ucraniano surge numa altura em que Kiev intensifica ataques contra navios russos no Mar de Azov e no Mar Negro, numa tentativa de cortar abastecimentos de combustível às forças russas e isolar a Crimeia ocupada.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, Zelensky disse aos jornalistas que Pequim respondeu de forma direta às vozes que, nos media russos, têm defendido uma resposta nuclear aos ataques ucranianos. “Parece-me que esta foi a primeira vez que a China respondeu diretamente, quase em forma de ultimato, que não pode haver sequer a ideia de usar armas nucleares”, afirmou o presidente ucraniano. Meios ucranianos noticiaram igualmente que Zelensky descreveu o aviso chinês como uma posição categórica contra qualquer escalada nuclear russa.</p>
<p>A afirmação é politicamente relevante porque a China continua a ser um dos parceiros mais importantes de Moscovo desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia. Pequim tem evitado romper com o Kremlin, mas mantém oficialmente uma doutrina nuclear de não primeiro uso, em contraste com a postura russa, que admite cenários mais amplos para o emprego de armas nucleares.</p>
<p>Zelensky enquadrou o aviso chinês num momento de crescente pressão militar sobre a Rússia. As forças ucranianas afirmaram ter atacado mais uma dezena de navios russos no Mar de Azov, numa campanha destinada a dificultar o transporte de combustível para a Crimeia ocupada e para as forças russas. Nos primeiros quatro dias da semana, Kiev disse ter atingido pelo menos 36 embarcações russas no Mar de Azov e no Mar Negro.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Defesa ucraniano, entre os navios atingidos estavam dezenas de petroleiros da chamada “frota-sombra” russa, usada por Moscovo para contornar sanções e transportar combustível. A Reuters noticiou esta semana que drones ucranianos atingiram oito petroleiros russos ligados ao abastecimento da Crimeia, numa operação que se insere no esforço de Kiev para isolar a península anexada por Moscovo em 2014.</p>
<p>A campanha ucraniana contra navios, refinarias, depósitos e infraestruturas energéticas russas tem agravado a pressão sobre o abastecimento de combustível. Relatos recentes apontam para filas em postos de abastecimento, subida de preços e dificuldades logísticas em várias regiões russas, à medida que Kiev tenta enfraquecer a capacidade de Moscovo para sustentar a guerra.</p>
<p>A Starlink e outras redes de comunicações têm sido importantes para o uso de drones ucranianos, mas, neste caso, o foco da operação está na guerra económica e logística: impedir que combustível chegue à Crimeia e reduzir a margem de manobra das forças russas. Para Kiev, atacar a frota usada no transporte de combustível é uma forma de levar a guerra para a retaguarda russa sem depender apenas da frente terrestre.</p>
<p>A referência de Zelensky ao aviso chinês surge num contexto em que a retórica nuclear russa volta ciclicamente ao debate público sempre que a Ucrânia aumenta ataques de longo alcance contra território, navios ou infraestrutura russa. Ao dizer que Pequim rejeitou qualquer hipótese de uso nuclear, o presidente ucraniano procura mostrar que até parceiros de Moscovo veem essa opção como uma linha vermelha.</p>
<p>Ainda assim, a declaração deve ser lida com cautela. O aviso foi relatado por Zelensky, não por Pequim, e a China não confirmou publicamente os termos exatos de qualquer mensagem enviada a Putin. Mas, se a leitura ucraniana estiver correta, representa um sinal de que a China pode estar disposta a limitar pelo menos uma dimensão da escalada russa: a ameaça nuclear.</p>
<p>No terreno, porém, a guerra continua a intensificar-se por outros meios. Kiev aumenta ataques contra a frota e a infraestrutura energética russas; Moscovo procura proteger linhas de abastecimento e manter a pressão militar; e a Crimeia volta a ocupar um lugar central no conflito. A diferença é que, agora, Zelensky sugere que há uma barreira que nem a China quer ver ultrapassada: a entrada de armas nucleares na guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787913]]></sapo:autor>
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		<title>Volume de negócios nos serviços sobe 2,2% em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O índice de volume de negócios nos serviços subiu 2,2% em maio face ao mesmo mês de 2025, mas desacelerou 4,0 pontos percentuais relativamente a abril, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de volume de negócios nos serviços subiu 2,2% em maio face ao mesmo mês de 2025, mas desacelerou 4,0 pontos percentuais relativamente a abril, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Em termos reais, o índice deflacionado caiu 1,6%, invertendo o crescimento de 1,1% observado em abril.</p>
<p>Já o índice nominal, não ajustado dos efeitos de sazonalidade e de calendário, diminuiu 5,4%, em termos homólogos, fixando-se em 1,5%.</p>
<p>Os dados do INE indicam ainda que a taxa de variação mensal do índice nominal contraiu 3,1% em maio, após ter aumentado 1,6% em abril.</p>
<p>No mês em análise, os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de -0,3%, 5,4% e -0,1%, respetivamente (2,1%, 7,6% e 1,4% em abril).</p>
<p>Numa análise por secções, o instituto estatístico detalha que, em maio, o setor dos &#8220;transportes e armazenagem&#8221; destacou-se com o contributo mais significativo (1,3 pontos percentuais) para o resultado agregado, refletindo um crescimento homologo de 4,9%.</p>
<p>As &#8220;atividades administrativas e dos serviços de apoio&#8221; passaram de uma variação de 5,2% em abril, para 3,9% no período em análise, sendo a segunda secção com maior influência no total (contributo de 0,7 pontos percentuais).</p>
<p>Por sua vez, as &#8220;atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares&#8221; contribuíram com 0,6 pontos percentuais, refletindo um crescimento homólogo de 4,3%, traduzindo uma desaceleração de 1,7 pontos percentuais face ao mês precedente.</p>
<p>Já as &#8220;atividades imobiliárias&#8221; cresceram 3,1% em maio (5,4% em abril), contribuindo com 0,2 pontos percentuais para o valor agregado.</p>
<p>Em sentido inverso, as &#8220;atividades de informação e comunicação&#8221; diminuíram 2,0%, após terem crescido 8,4% em abril, sendo uma das duas secções que influenciaram negativamente o resultado total (contributo de -0,3 pontos percentuais).</p>
<p>O &#8220;alojamento, restauração e similares&#8221; passou de um crescimento de 1,7% em abril para uma diminuição de 1,3% em maio, contribuindo negativamente com 0,3 pontos percentuais para o índice total.</p>
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		<title>Estado leva serviços públicos aos festivais de música. Vai ser possível renovar o cartão de cidadão no NOS Alive</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[nos alive]]></category>
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					<description><![CDATA[Os festivaleiros do NOS Alive vão poder tratar de vários serviços públicos sem sair do recinto. Pela primeira vez, um grande festival em Portugal contará com um Espaço Cidadão Digital capaz de emitir e renovar o Cartão de Cidadão no momento, numa iniciativa promovida pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os festivaleiros do NOS Alive vão poder tratar de vários serviços públicos sem sair do recinto. Pela primeira vez, um grande festival em Portugal contará com um Espaço Cidadão Digital capaz de emitir e renovar o Cartão de Cidadão no momento, numa iniciativa promovida pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE).</p>
<p>Instalado junto ao Palco Coreto, o espaço estará em funcionamento durante os três dias do festival, entre as 15h00 e as 23h00. O posto de atendimento do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), integrado na mesma estrutura, funcionará das 15h00 às 21h00.</p>
<p>Entre os serviços disponíveis destacam-se a renovação do Cartão de Cidadão em casos de documentos caducados ou prestes a caducar, perda, roubo ou chip danificado, bem como a atualização de dados de identificação, incluindo nome, apelidos, sexo e filiação.</p>
<p>Os visitantes poderão ainda ativar a Chave Móvel Digital, alterar a morada fiscal, pedir segundas vias de documentos, solicitar o Cartão Europeu de Seguro de Doença e aceder à Loja de Cidadão Virtual, que disponibiliza mais de 225 serviços públicos em formato digital.</p>
<p>Segundo a ARTE, a iniciativa pretende aproximar a Administração Pública dos cidadãos, levando os serviços do Estado para espaços de grande afluência e facilitando o acesso a procedimentos essenciais fora dos locais tradicionais de atendimento.</p>
<p>A agência considera que a presença do Espaço Cidadão Digital no NOS Alive reforça o compromisso com a modernização administrativa, a promoção da literacia digital e a simplificação da relação entre os cidadãos e os serviços públicos. Ao instalar esta estrutura num dos maiores festivais de música do país, o Estado procura demonstrar que a digitalização permite prestar serviços de forma mais próxima, ágil e segura, independentemente da localização.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787918]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exportações recuam 0,2% e importações crescem 3,5% até maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As exportações de bens diminuíram 0,2% e as importações aumentaram 3,5% até maio, em termos homólogos, o que agravou o défice comercial em 1.732 milhões de euros, para 14.383 milhões de euros, divulgou hoje o INE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações de bens diminuíram 0,2% e as importações aumentaram 3,5% até maio, em termos homólogos, o que agravou o défice comercial em 1.732 milhões de euros, para 14.383 milhões de euros, divulgou hoje o INE.</p>
<p>Segundo as estatísticas do comércio internacional do Instituto Nacional de Estatística (INE), se excluídas as transações TTE &#8211; ou seja, com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda (sem transferência de propriedade) &#8211; regista-se um acréscimo de 4,5% nas exportações e acentua-se o crescimento nas importações para 7,1%.</p>
<p>Considerando apenas o mês de maio, as exportações cresceram 5,1% e as importações recuaram 1,6%, em termos homólogos (+15,4% e +9,0%, pela mesma ordem, em abril de 2026).</p>
<p>Quando excluídas as transações TTE, os aumentos foram mais expressivos em ambos os fluxos: 4,2% nas exportações e 5,1% nas importações (+16,9% e +15,4%, respetivamente, em abril de 2026).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787917]]></sapo:autor>
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		<title>Taxa de inflação desacelera para 3,2% em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação abrandou para 3,2% em junho, segundo os dados divulgados hoje pelo INE, que confirmam a estimativa rápida da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inflação abrandou para 3,2% em junho, segundo os dados divulgados hoje pelo INE, que confirmam a estimativa rápida da instituição.</p>
<p>A taxa que mede a variação dos preços foi inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à registada em maio, com o abrandamento dos preços dos combustíveis.</p>
<p>O indicador de inflação subjacente, que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos, registou, em junho, uma taxa de variação homóloga de 2,5%, 0,3 pontos percentuais acima do verificado em maio.</p>
<p>Segundo o INE, a variação do índice relativo aos produtos energéticos abrandou para 9,1%, depois de 13,1% em maio, &#8220;refletindo uma redução dos preços dos combustíveis&#8221;.</p>
<p>Já o índice dos produtos alimentares não transformados desacelerou de 5,7% em maio para 5,1% no mês em análise.</p>
<p>O gabinete de estatísticas destaca que em junho, nas classes com maiores contribuições positivas para a variação homóloga do IPC, encontram-se os transportes, restaurantes e serviços de alojamento e produtos alimentares e bebidas não alcoólicas.</p>
<p>Por outro lado, as classes do vestuário e calçado e da informação e comunicação fizeram baixar o índice de preços.</p>
<p>Face ao mês anterior, a variação do IPC foi de 0,1% em junho (0,2% em maio e 0,1% em junho de 2025), estimando-se uma variação média nos últimos 12 meses de 2,6% (2,5% no mês anterior).</p>
<p>Quanto ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português, que permite uma melhor comparação com outros países, verificou-se uma variação homóloga de 3,1%, idêntica ao mês precedente.</p>
<p>Esta taxa foi superior em 0,3 p.p. à da área do Euro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787916]]></sapo:autor>
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		<title>PS acusa Governo de transformar &#8220;acesso ao arrendamento num leilão&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:18:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS acusou hoje o Governo de avançar com medidas que transformam "o acesso ao arrendamento num leilão" e estimulam o aumento dos preços, criticando que seja retirado "o único mecanismo que moderava os preços dos novos contratos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS acusou hoje o Governo de avançar com medidas que transformam &#8220;o acesso ao arrendamento num leilão&#8221; e estimulam o aumento dos preços, criticando que seja retirado &#8220;o único mecanismo que moderava os preços dos novos contratos&#8221;.</p>
<p>Depois de uma primeira apreciação negativa feita na quinta-feira pelo líder do PS, José Luís Carneiro, às novas medidas para o mercado de arrendamento, hoje o dirigente socialista André Moz Caldas criticou as propostas do Governo e a forma, ou seja, o facto de ser uma &#8220;proposta de lei de autorização legislativa&#8221; que impede que seja &#8220;maduramente discutida na especialidade&#8221;.</p>
<p>Perante &#8220;os preços mais altos do que há memória&#8221;, segundo o PS, aquilo que o Governo propõe é &#8220;antecipar em três anos o fim do travão às rendas nos novos contratos&#8221; que tinha sido criado pelo Mais Habitação.</p>
<p>&#8220;No mercado a subir 9% no trimestre, o Governo decide retirar o único mecanismo que moderava os preços dos novos contratos. Não é uma medida de habitação, é um estímulo ao aumento dos preços&#8221;, condenou.</p>
<p>André Moz Caldas disse ainda que passam a poder ser exigidas três rendas antecipadas e as cauções deixam de ter qualquer limite legal, uma medida que, na análise dos socialistas, &#8220;transforma o acesso ao arrendamento num leilão&#8221;.</p>
<p>&#8220;O regime proposto [para contratos anteriores a 1990] pode significar aumentos brutais nas rendas e incerteza, também para os mais idosos. O que o Governo chama de transição gradual é, na prática, a abertura de um caminho para o descongelamento abrupto e para o fim dos contratos&#8221;, apontou ainda.</p>
<p>No entanto, para o dirigente do PS é preciso justiça quanto à medida sobre o encurtamento para dois meses do prazo dos despejos por rendas em atraso.</p>
<p>&#8220;A simplificação do procedimento de despejo, quando o despejo é efetivamente devido, é positiva. O Partido Socialista não defende o incumprimento, nunca defendeu, e reconhece que a morosidade dos processos é um problema real para as senhorias e para a confiança no mercado&#8221;, disse.</p>
<p>Moz Caldas disse ainda que o decreto ainda não tinha chegado ao parlamento e por isso, &#8220;na melhor das hipóteses, este diploma só será discutido em setembro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Compreende-se mal a necessidade de anunciar uma iniciativa nesta altura, quando não há nenhuma possibilidade dela ser discutida e apreciada antes da interrupção parlamentar. Quase diria que o Governo quer introduzir na agenda um novo tema para que da agenda saiam outros, um bocadinho mais desconfortáveis, para o Governo neste momento&#8221;, sugeriu, numa referência implícita aos problemas com os exames nacionais.</p>
<p>Questionado sobre se o PS pondera uma futura apreciação parlamentar, o dirigente socialista referiu que &#8220;nunca poderá deixar de estar em cima da mesa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se o Governo insistir na modalidade de proposta de lei de autorização legislativa, essa proposta de lei for aprovada e der origem a um decreto de lei autorizado, se o PS não se revir com ele, tem, de facto, à sua disposição a possibilidade de chamar o decreto de lei autorizado ao Parlamento e proceder a um processo de apreciação parlamentar&#8221;, disse.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787915]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro envia mensagem de condolências pelas vítimas do incêndio em Almeria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Almería]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, enviou hoje uma mensagem de condolências pelas vítimas do incêndio na região de Almeria e salientou que os fogos florestais são um desafio comum a Espanha e Portugal, países que se "socorrem mutuamente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, enviou hoje uma mensagem de condolências pelas vítimas do incêndio na região de Almeria e salientou que os fogos florestais são um desafio comum a Espanha e Portugal, países que se &#8220;socorrem mutuamente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Recebi com enorme tristeza as notícias do trágico incêndio de Los Gallardos na província espanhola de Almeria&#8221;, escreveu o chefe do executivo português na sua conta oficial na rede social X (antigo Twitter).</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pt" dir="ltr">Recebi com enorme tristeza as notícias do trágico incêndio de Los Gallardos na província espanhola de Almería.</p>
<p>Os incêndios são um desafio comum a Portugal e a Espanha, que tantas vezes se socorrem mutuamente.</p>
<p>Apresento a todas as vítimas, seus familiares e amigos as mais…</p>
<p>&mdash; Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) <a href="https://x.com/LMontenegro_PT/status/2075514663391969595?ref_src=twsrc%5Etfw">July 10, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Na sua mensagem, o primeiro-ministro assinalou que os incêndios &#8220;são um desafio comum a Portugal e a Espanha, que tantas vezes se socorrem mutuamente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apresento a todas as vítimas, seus familiares e amigos as mais sentidas condolências. Em nome de Portugal, deixo também uma palavra de conforto a todos os espanhóis. Estaremos sempre juntos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Foram confirmados pelas autoridades espanholas 11 mortos no incêndio florestal em Los Gallardos, na província de Almeria, na comunidade autónoma da Andaluzia.</p>
]]></content:encoded>
					
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