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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Incêndios: Medina defende que quem não limpa terrenos possa perder direitos até compensar o Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo ministro das Finanças Fernando Medina defende regras mais exigentes para garantir o registo e a limpeza das propriedades em Portugal, numa altura em que os incêndios rurais voltam a marcar a atualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O antigo ministro das Finanças Fernando Medina defende regras mais exigentes para garantir o registo e a limpeza das propriedades em Portugal, numa altura em que os incêndios rurais voltam a marcar a atualidade. Para o ex-governante, quando os proprietários não cumprem as suas obrigações, o direito de propriedade pode ter de ser limitado até que o Estado seja compensado pelos custos assumidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Renascença, Fernando Medina considera que o país precisa de mais rapidez no registo e na gestão dos terrenos, reconhecendo que houve avanços, mas defendendo uma solução mais firme para os casos de incumprimento. O antigo ministro entende que, quando as obrigações associadas à propriedade não são cumpridas, esses direitos podem ficar suspensos até existir ressarcimento público pelo investimento feito pelo Estado.</p>
<p><strong>Incêndios já consumiram mais de 14 mil hectares este ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A discussão surge num ano em que já arderam mais de 14 mil hectares em Portugal desde janeiro, segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas citados no texto original. O maior incêndio do ano deflagrou em Vouzela, na semana passada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A gestão dos fogos esteve em debate no programa “Conversa de Eleição”, da Renascença, onde Fernando Medina avaliou positivamente a resposta do ministro da Administração Interna, tanto na comunicação como na mobilização de meios. Ainda assim, o antigo governante sublinhou que a velocidade com que surgem eventos extremos obriga a uma reflexão mais profunda sobre prevenção, fiscalização e responsabilidade dos proprietários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Poiares Maduro, antigo ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, também considerou que o Governo tem estado bem na comunicação e no apelo ao civismo das populações. O social-democrata ressalvou, porém, que ainda é cedo para avaliar a eficácia do combate aos incêndios este ano, até porque o verão ainda está pela frente e o desafio poderá ser elevado.</p>
<p><strong>Sanções para incendiários também em debate</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Renascença, Miguel Poiares Maduro admite que o agravamento das sanções para quem comete crimes de incêndio pode ter um efeito dissuasor. Ainda assim, defende que, antes de avançar com novas medidas, é preciso perceber que sanções estão atualmente a ser aplicadas e quantas pessoas acabam com penas suspensas, por exemplo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Renascença avançou que, de acordo com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, o número de alegados incendiários em prisão preventiva duplicou. Já a GNR indicou à mesma rádio que, dos 133 detidos este ano, a maioria terá cometido o crime de incêndio por negligência, nomeadamente por mau uso do fogo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Poiares Maduro, a resposta não deve passar apenas por sanções. O antigo governante defende também o reforço da formação, começando nas escolas, como forma de prevenir comportamentos de risco.</p>
<p><strong>Medina aponta “facilitismo” nos comportamentos individuais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Medina convergiu na necessidade de maior formação cívica e alertou para aquilo que considera ser uma cultura de facilitismo em Portugal. Para o antigo ministro do PS, continuam a existir comportamentos individuais incompreensíveis perante o risco de incêndio, o que demonstra a necessidade de elevar os níveis de cultura cívica no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A prevenção dos incêndios rurais, a limpeza dos terrenos, o cumprimento das obrigações dos proprietários e a responsabilização por comportamentos negligentes foram, assim, os principais temas em análise no debate.</p>
<p><strong>Indemnização a José Sócrates considerada “natural”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo programa, Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro comentaram também a decisão do Tribunal Administrativo que condenou o Estado a pagar uma indemnização de 15 mil euros a José Sócrates, por violação do segredo de justiça na Operação Marquês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Medina considerou a decisão natural e correta, separando este processo da avaliação que possa ser feita sobre o caso principal. Para o antigo ministro socialista, a violação do segredo de justiça ao longo da Operação Marquês foi evidente em vários momentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Poiares Maduro também classificou a decisão como natural e defendeu uma alteração ao modelo português de segredo de justiça. O social-democrata apontou o exemplo de países anglo-saxónicos, onde a regra é não existir segredo de justiça, cabendo ao juiz determinar os casos em que este deve ser aplicado. Nessas situações, ninguém poderia falar sobre o processo, incluindo a comunicação social.</p>
<p>Apesar de compreender a decisão favorável a José Sócrates, Poiares Maduro sublinhou que essa matéria não deve ser confundida com a análise do processo principal. O antigo ministro deixou ainda críticas ao comportamento do ex-primeiro-ministro, considerando contraditório que alegue ter condições para nomear advogados neste processo, mas não no processo principal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786129]]></sapo:autor>
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		<title>Multas por mau estacionamento disparam no Porto para quase 300 por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comparação com 2024, as infrações mais do que duplicaram, num fenómeno que está a preocupar a autarquia devido ao impacto na circulação automóvel, nos transportes públicos e na segurança dos peões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O número de multas por mau estacionamento na cidade do Porto aumentou de forma acentuada este ano, atingindo uma média de 269 autuações por dia entre janeiro e abril. Em comparação com 2024, as infrações mais do que duplicaram, num fenómeno que está a preocupar a autarquia devido ao impacto na circulação automóvel, nos transportes públicos e na segurança dos peões.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/pais/artigo/multas-por-mau-estacionamento-disparam-no-porto-sao-mais-de-260-por-dia/18103342" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, os dados da Câmara do Porto mostram que o aumento das infrações também teve reflexo direto na receita arrecadada. Em 2024, as coimas por mau estacionamento renderam cerca de 375 mil euros. Já entre janeiro e maio de 2026, esse valor subiu para 1,3 milhões de euros.</p>
<p><strong>Passeios, segunda fila e passadeiras entre as infrações mais comuns</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as situações mais frequentes estão carros estacionados em cima dos passeios, em segunda fila, em passadeiras, em zonas de cargas e descargas, em lugares reservados a pessoas com mobilidade reduzida ou em locais com sinalização de paragem e estacionamento proibido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas infrações não afetam apenas a organização do estacionamento. Segundo a Câmara do Porto, citada pelo Jornal de Notícias, os carros mal estacionados provocam constrangimentos significativos no trânsito e podem impedir a passagem de autocarros, veículos de emergência, equipas de limpeza urbana e outros serviços essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia sublinha que há casos em que um único veículo parado em local proibido é suficiente para bloquear a circulação numa rua, prejudicando moradores, visitantes e profissionais que dependem da mobilidade na cidade.</p>
<p><strong>Infrações mais do que duplicaram em dois anos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A subida das multas por estacionamento indevido no Porto tem sido expressiva nos últimos dois anos. Em 2024, foram registadas 39.867 autuações, o equivalente a uma média de 109 por dia. No ano seguinte, o número subiu para 89.970 multas, cerca de 247 por dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, considerando os dados disponíveis até abril, a média diária aumentou novamente, chegando às 269 autuações. A tendência confirma um agravamento do problema, sobretudo nas zonas da cidade com maior procura por comércio, serviços e equipamentos públicos.</p>
<p><strong>As ruas do Porto com mais infrações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora o mau estacionamento seja um problema sentido em várias zonas do Porto, há artérias onde a situação é mais recorrente e onde a fiscalização tem sido mais exigente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as ruas com maior número de infrações estão a Rua do Dr. Eduardo Santos Silva, a Rua de Costa Cabral, a Rua da Constituição, a Alameda do Professor Hernâni Monteiro, a Rua de Honório de Lima e a Rua de Azevedo Coutinho.</p>
<p class="isSelectedEnd">São zonas com forte movimento diário, onde a pressão sobre o estacionamento e a circulação torna mais visíveis os efeitos dos carros deixados em locais proibidos.</p>
<p><strong>Câmara aposta em campanha de sensibilização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante o aumento das infrações, a Câmara do Porto avançou com uma campanha de sensibilização nas ruas, dirigida aos automobilistas. O objetivo é alertar para os problemas causados pelo estacionamento irregular e incentivar o cumprimento das regras.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia defende que uma gestão mais rigorosa do estacionamento é essencial para melhorar a mobilidade urbana e reduzir os constrangimentos que afetam diariamente quem vive, trabalha ou visita a cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em resposta ao Jornal de Notícias, a Câmara do Porto fez um balanço positivo da campanha, considerando que a ação contribuiu para aumentar a consciência sobre comportamentos que prejudicam a qualidade e a segurança do espaço público.</p>
<p>O município espera agora que a iniciativa tenha um efeito pedagógico duradouro e ajude a reduzir as situações de estacionamento irregular, especialmente em passeios, passadeiras e lugares reservados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786127]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mistério na plataforma dos exames: ministro não revela entidade responsável pelo sistema digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/misterio-na-plataforma-dos-exames-ministro-nao-revela-entidade-responsavel-pelo-sistema-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de classificação digital dos exames continua a levantar dúvidas, sobretudo devido aos atrasos na distribuição das provas pelos professores classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O ministro da Educação, Fernando Alexandre, ainda não esclareceu qual é a empresa ou entidade externa responsável pela plataforma digital de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, num processo marcado por falhas técnicas, atrasos e forte preocupação entre alunos e famílias.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/ministro-da-educacao-esconde-nome-da-empresa-responsavel-por-caos-nos-exames" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o Ministério da Educação foi questionado sobre a identidade da entidade responsável pela plataforma na última sexta-feira e novamente esta segunda-feira, mas não respondeu. A mesma questão já tinha sido colocada ao ministro na comissão parlamentar de Educação e Ciência, em 1 de julho, pela deputada Filipa Pinto, do Livre, sem que Fernando Alexandre tivesse indicado qualquer nome.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa está saber se o antigo IAVE, agora EduQA, ou outra entidade do Ministério da Educação celebrou um contrato com uma empresa externa para desenvolver ou gerir a plataforma de classificação digital. Outra dúvida passa por perceber se esse eventual contrato foi feito por ajuste direto ou através de concurso público, e se foi ou não publicado no portal Base.gov.</p>
<p><strong>Último contrato conhecido envolve a Axians, mas empresa afasta responsabilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, o último contrato conhecido nesta área, publicado no portal dos contratos públicos, foi celebrado em 4 de julho de 2025 entre o IAVE e a Axianseu II Digital Consulting, empresa do grupo Vinci.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionada sobre a ligação ao processo, a Axians negou ser responsável pela plataforma que tem estado associada aos constrangimentos na correção e classificação das provas. A empresa esclareceu que o contrato celebrado com o IAVE dizia respeito a uma solução diferente, com outro âmbito e funcionalidades próprias, não correspondendo à plataforma atualmente no centro da polémica.</p>
<p><strong>Alunos vão poder consultar gratuitamente as provas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante os problemas técnicos registados na plataforma, o Ministério da Educação decidiu permitir que todos os alunos tenham acesso gratuito à cópia dos exames, mesmo que não peçam a reapreciação das provas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Alexandre explicou que, quando as notas forem publicadas, no dia 17, os estudantes poderão consultar a prova realizada, confirmar que foi essa a prova corrigida e verificar as classificações atribuídas em cada item.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida foi anunciada durante uma visita a um local onde estão a ser processados os exames nacionais do ensino secundário, na zona de Sintra.</p>
<p><strong>Distribuição das provas ainda estava por concluir</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O processo de classificação digital dos exames continua a levantar dúvidas, sobretudo devido aos atrasos na distribuição das provas pelos professores classificadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro da Educação afirmou esta segunda-feira que cerca de 70% das provas já tinham sido distribuídas. As restantes estavam a aguardar revalidação, devido à identificação de erros na digitalização, e deveriam chegar ainda no mesmo dia aos respetivos classificadores.</p>
<p>As falhas na plataforma digital criaram imprevisibilidade no calendário de classificação dos exames e aumentaram a ansiedade das famílias, numa fase decisiva para muitos alunos do ensino secundário, sobretudo os que dependem das notas para o acesso ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786122]]></sapo:autor>
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		<title>Medicamentos e calor: os cuidados que deve ter para não comprometer tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Verão exige cuidados acrescidos com a hidratação, a exposição solar e a prevenção de golpes de calor, mas também com a forma como os medicamentos são guardados e transportados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As temperaturas elevadas não afetam apenas o organismo. Também podem comprometer a qualidade, a segurança e a eficácia de alguns medicamentos, se estes não forem corretamente conservados. A DECO PROteste alerta que, nos meses mais quentes, é essencial proteger os fármacos da exposição ao calor e seguir as indicações presentes na embalagem ou no folheto informativo.</p>
<p>O verão exige cuidados acrescidos com a hidratação, a exposição solar e a prevenção de golpes de calor, mas também com a forma como os medicamentos são guardados e transportados. Embora sejam seguros quando usados corretamente, alguns fármacos podem interferir com a capacidade do organismo para regular a temperatura ou aumentar o risco de desidratação.</p>
<p><strong>Porque é que o calor pode ser um problema?</strong></p>
<p>Quando a temperatura sobe, o organismo ativa mecanismos naturais para manter a temperatura corporal dentro de valores normais, como a transpiração e a dilatação dos vasos sanguíneos. No entanto, nem todas as pessoas conseguem responder ao calor da mesma forma.</p>
<p>Crianças até aos quatro anos, idosos, pessoas acamadas ou com mobilidade reduzida, pessoas com obesidade, doentes crónicos e quem toma medicamentos que interferem com a regulação da temperatura estão entre os grupos mais vulneráveis. Nestes casos, a exposição prolongada ao calor pode aumentar o risco de complicações.</p>
<p><strong>Alguns medicamentos exigem mais atenção</strong></p>
<p>Certos medicamentos podem dificultar a adaptação do corpo às temperaturas elevadas. Entre os efeitos possíveis estão o aumento da perda de líquidos, a redução da transpiração, alterações da tensão arterial, maior risco de tonturas ou hipotensão e agravamento de problemas renais em situações de desidratação.</p>
<p>A DECO PROteste destaca que medicamentos como diuréticos, fármacos para doenças cardíacas e hipertensão, antidepressivos, antialérgicos, medicamentos para a doença de Parkinson, incontinência urinária, epilepsia ou enxaqueca, bem como alguns antibióticos e anti-inflamatórios, devem merecer vigilância acrescida em períodos de calor.</p>
<p>Ainda assim, a organização sublinha que, na maioria dos casos, o medicamento não representa um risco por si só, desde que seja tomado corretamente e sob orientação médica. O risco aumenta quando existem outros fatores associados, como idade avançada, doenças crónicas ou exposição prolongada a temperaturas elevadas.</p>
<p><strong>Não interrompa tratamentos por iniciativa própria</strong></p>
<p>Perante uma vaga de calor, a recomendação é clara: não se deve alterar a dosagem nem interromper qualquer tratamento sem falar com um médico ou farmacêutico.</p>
<p>Caso surjam sintomas como tonturas, fraqueza, sede intensa, confusão, diminuição da urina ou outros sinais de desidratação, deve ser procurado aconselhamento médico. A avaliação por um profissional é especialmente importante quando a pessoa toma vários medicamentos ou tem doenças crónicas.</p>
<p><strong>Como guardar medicamentos em casa</strong></p>
<p>A conservação depende sempre das indicações do fabricante. Os medicamentos que devem ser mantidos no frigorífico têm de ficar entre 2 ºC e 8 ºC. Regra geral, devem ser retirados apenas no momento da toma e guardados novamente logo de seguida, salvo indicação diferente no folheto.</p>
<p>Já os medicamentos que podem ficar à temperatura ambiente devem ser guardados em locais frescos e secos, normalmente abaixo de 25 ºC ou 30 ºC, sem exposição direta ao sol. Casas de banho, cozinhas muito quentes ou zonas junto a janelas podem não ser os locais mais adequados.</p>
<p><strong>Nunca deixe medicamentos no automóvel</strong></p>
<p>Um dos alertas centrais da DECO PROteste é para o transporte dos medicamentos. Mesmo por poucos minutos, deixá-los dentro do carro pode expô-los a temperaturas muito superiores às registadas no exterior, afetando a sua estabilidade.</p>
<p>Sempre que possível, os medicamentos devem ser transportados em sacos isotérmicos. No caso dos fármacos refrigerados, devem ser usados acumuladores de frio, evitando o contacto direto com gelo e garantindo que o medicamento não congela.</p>
<p><strong>Sinais de que um medicamento pode ter sido afetado</strong></p>
<p>Algumas formas farmacêuticas são especialmente sensíveis ao calor. Mudança de cor, alteração da consistência, deformação de cápsulas, cremes ou pomadas separados, supositórios ou óvulos amolecidos e embalagens danificadas podem indicar que o medicamento foi afetado pelas temperaturas elevadas.</p>
<p>Nestas situações, a recomendação é não tomar o medicamento sem antes consultar um farmacêutico. O aspeto alterado pode significar perda de qualidade ou alteração das propriedades do produto.</p>
<p><strong>Cuidados essenciais durante uma onda de calor</strong></p>
<p>Além de proteger os medicamentos, é importante reduzir a exposição direta ao sol, beber água regularmente, mesmo sem sede, evitar bebidas alcoólicas e permanecer em locais frescos sempre que possível.</p>
<p>A DECO PROteste recomenda ainda que sejam cumpridas as doses prescritas, seguidas as instruções do folheto informativo e procurada ajuda médica sempre que surjam sintomas de alerta. Em períodos de calor extremo, pequenos cuidados com a conservação dos medicamentos e com a hidratação podem fazer diferença na segurança dos tratamentos e na proteção da saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785863]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>INE vai rever dados que influenciam idade da reforma e corte nas pensões</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ine-vai-rever-dados-que-influenciam-idade-da-reforma-e-corte-nas-pensoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A revisão em alta da população residente em Portugal poderá ter efeitos nas regras de acesso à reforma, nomeadamente na idade legal da reforma e no fator de sustentabilidade aplicado às pensões antecipadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A revisão em alta da população residente em Portugal poderá ter efeitos nas regras de acesso à reforma, nomeadamente na idade legal da reforma e no fator de sustentabilidade aplicado às pensões antecipadas. O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou ao <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/seguranca-social/detalhe/revisao-da-populacao-pode-ter-efeitos-na-idade-da-reforma" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a> que vai rever as Tábuas Completas de Mortalidade, que servem de base ao cálculo da esperança média de vida aos 65 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade estatística não indicou, no entanto, quando essa revisão será divulgada, nem que período será abrangido. Também não antecipou se os novos dados poderão agravar ou aliviar as condições de passagem à reforma. De acordo com o Negócios, o INE limitou-se a garantir que a revisão “vai ser assegurada”, estando ainda em avaliação a data de divulgação dos valores revistos.</p>
<p><strong>Porque é que a população influencia a idade da reforma?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A idade legal da reforma e o fator de sustentabilidade dependem da evolução da esperança média de vida aos 65 anos. Este indicador mede o número médio de anos que uma pessoa que chega aos 65 anos poderá ainda viver, tendo em conta os níveis de mortalidade observados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para calcular esse valor, são considerados os óbitos registados em cada idade e a população residente nessas mesmas idades. Como forma de reduzir o impacto de oscilações pontuais na mortalidade, o cálculo usa normalmente um período de referência de três anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">É por isso que uma revisão dos dados da população residente pode influenciar as tábuas de mortalidade. Se a população estimada em determinadas idades aumentar, podem alterar-se as probabilidades de sobrevivência e, por consequência, a esperança média de vida usada nas fórmulas legais da Segurança Social.</p>
<p><strong>INE reviu população para 11,4 milhões</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A questão surge depois de o INE ter revisto em alta a população residente em Portugal, para 11,4 milhões de pessoas, com base em dados administrativos, incluindo informação relacionada com migrações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Negócios, a revisão foi especialmente significativa na população em idade ativa. Em 2024, o número de residentes entre os 15 e os 64 anos foi revisto em alta em 8,1%. Já entre a população com 65 ou mais anos, a subida foi mais ligeira, de 0,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O INE explicou que as Tábuas Completas de Mortalidade são calculadas com base na população residente por idades singulares, o que significa que todas as idades entram no apuramento. Ainda assim, a entidade não esclareceu qual poderá ser o sentido da revisão nem se esta terá impacto direto nos valores já publicados.</p>
<p><strong>Idade da reforma sobe para 66 anos e 11 meses em 2027</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos termos da lei atualmente em vigor, a idade legal da reforma aumenta à medida que sobe a esperança média de vida aos 65 anos. A mesma lógica aplica-se ao fator de sustentabilidade, o corte aplicado a muitas pensões antecipadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A idade da reforma vai subir para 66 anos e 11 meses em janeiro do próximo ano. Já o fator de sustentabilidade está fixado este ano em 17,63%. A trajetória tem sido de subida gradual, interrompida apenas pelo aumento da mortalidade associado à pandemia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Habitualmente, o INE divulga os dados provisórios em novembro e confirma os valores definitivos em maio. Na maior parte dos anos, os dados finais confirmam os provisórios, por se basearem na população e nos óbitos dos três anos anteriores.</p>
<p><strong>O precedente dos Censos de 2021</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A situação não é totalmente inédita. Em maio de 2023, os cálculos foram afetados pela revisão das estimativas da população resultante dos Censos de 2021. Na altura, os especialistas ouvidos pelo Negócios alertaram que uma população residente superior à estimada em algumas faixas etárias poderia aumentar a esperança de vida e, na prática, agravar as condições de reforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo de então optou por não refletir esses dados de imediato. Ainda assim, em novembro seguinte, tanto a idade da reforma como o fator de sustentabilidade acabaram por registar uma subida relevante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, a dúvida está em saber se a nova revisão da população terá efeitos semelhantes. O INE ainda não esclareceu se a atualização abrangerá tábuas de mortalidade já publicadas ou apenas cálculos futuros.</p>
<p><strong>Governo afasta descida da idade da reforma</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O tema surge num momento em que o Governo tem defendido a manutenção das regras legais que ligam a idade da reforma à esperança média de vida. Durante as negociações sobre alterações laborais, o Chega chegou a defender a possibilidade de baixar a idade da reforma para os 65 anos ou permitir a reforma com 40 anos de descontos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Executivo recusou essa alteração, invocando a sustentabilidade da Segurança Social. O primeiro-ministro afirmou que mexer nessas regras colocaria em causa o equilíbrio do sistema de pensões. Já a ministra Rosário Palma Ramalho garantiu no Parlamento que baixar a idade da reforma “nunca esteve em questão”, classificando essa opção como “irresponsável”.</p>
<p><strong>Novos dados podem chegar em novembro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se for seguido o calendário habitual, o INE deverá publicar em novembro novas tábuas de mortalidade e o valor provisório atualizado da esperança média de vida aos 65 anos, com base nos dados do triénio terminado em 2026.</p>
<p>Será a partir desses valores que se calculará a idade legal da reforma em 2028 e o fator de sustentabilidade aplicável no próximo ano. Até lá, permanece a incerteza sobre o alcance da revisão estatística e sobre os seus efeitos práticos nas futuras reformas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786119]]></sapo:autor>
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		<title>PSD lidera contas dos partidos em 2025; PS e Bloco fecham o ano no vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As contas dos partidos com representação parlamentar mostram um cenário desigual em 2025: o PSD aparece destacado no topo dos resultados positivos, enquanto PS e Bloco de Esquerda foram as únicas forças políticas a terminar o ano com prejuízo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As contas dos partidos com representação parlamentar mostram um cenário desigual em 2025: o PSD aparece destacado no topo dos resultados positivos, enquanto PS e Bloco de Esquerda foram as únicas forças políticas a terminar o ano com prejuízo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/07/politica/noticia/psd-quase-duplica-lucro-2025-ps-bloco-sao-unicos-registar-prejuizo-2180766" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, que consultou as contas anuais divulgadas pela Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, o PSD registou um lucro de 2,4 milhões de euros em 2025. O valor representa praticamente o dobro do resultado obtido no ano anterior, quando os sociais-democratas tinham fechado as contas com quase 1,3 milhões de euros positivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Entidade das Contas e Financiamentos Políticos funciona junto do Tribunal Constitucional e é responsável pela fiscalização das contas dos partidos políticos. Os dados agora divulgados permitem comparar a evolução financeira das principais forças com assento parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PSD sobe com reforço das subvenções</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A melhoria das contas sociais-democratas foi ajudada pelo crescimento das verbas públicas recebidas. O PSD obteve quase mais 700 mil euros em subvenções estatais do que em 2024, fator que contribuiu para a subida expressiva do resultado líquido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas despesas comunicadas pelo partido surgem ainda 36 multas de trânsito, com valores entre 60 e 300 euros. Embora sejam montantes residuais no conjunto das contas, estes encargos constam da documentação analisada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Chega mantém lucro elevado, mas perde terreno</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Chega continuou a apresentar um resultado positivo significativo, embora inferior ao do ano anterior. O partido fechou 2025 com mais de 1,36 milhões de euros de lucro, uma descida de 168 mil euros face a 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Público, a leitura das contas do partido é dificultada pela ausência de detalhe sobre ações de propaganda política e os meios utilizados. Ainda assim, os dados revelam uma subida de 9 milhões de euros na rubrica “outros gastos”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Do lado das receitas, o Chega declarou um aumento de 1,3 milhões de euros em “subsídios, doações e legados à exploração”. A informação disponível não permite, porém, perceber com detalhe qual foi o peso dos donativos nesse crescimento.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PS continua negativo apesar de reduzir perdas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os maiores partidos, o PS foi um dos dois que terminaram o ano com saldo negativo. Os socialistas registaram um prejuízo de 696 mil euros em 2025, abaixo dos 984 mil euros negativos apresentados em 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">A redução das perdas não foi suficiente para retirar o partido do vermelho. Um dos fatores que pesou nas contas foi a quebra da subvenção estatal, que passou de 7,2 milhões de euros em 2024 para 6,1 milhões de euros em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas despesas socialistas aparecem 23,5 mil euros ligados à candidatura de José Luís Carneiro à liderança do partido, incluindo deslocações e estruturas de apoio. A iniciativa “Saber Ouvir e Dar Voz a Portugal” custou 13,7 mil euros, valor muito próximo do gasto com a deslocação do secretário-geral a Toronto, no Canadá, para contactos com a comunidade portuguesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PS não realizou ações de angariação de fundos em 2025, ao contrário do que tinha acontecido em 2024, quando essa fonte de receita rendeu cerca de 22,9 mil euros. Em compensação, os donativos quase duplicaram, subindo de 198.282,15 euros para 391.272,20 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Livre foi quem mais cresceu em termos percentuais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fora dos maiores partidos, o Livre destacou-se pelo salto percentual no resultado líquido. O partido passou de 57,8 mil euros de lucro em 2024 para 265,9 mil euros em 2025, mais do que quadruplicando o saldo positivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução foi favorecida pelo aumento das subvenções estatais e por uma gestão mais contida das despesas. Entre os custos registados, o congresso realizado no Porto ficou abaixo dos 20 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Iniciativa Liberal também melhorou, mas de forma mais ligeira. O lucro subiu de 20,4 mil euros para 23,6 mil euros. A comunicação digital continuou a ser uma das áreas de aposta, com um investimento de 25 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas contas da IL constam ainda cerca de 13 mil euros gastos na celebração do 25 de Novembro, no Porto, e aproximadamente 53 mil euros relativos à convenção de Alcobaça, onde Mariana Leitão foi eleita presidente do partido.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PCP e CDS mantêm lucro, mas com descidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">PCP e CDS terminaram 2025 com resultados positivos, embora abaixo dos registados no ano anterior. No caso dos comunistas, o lucro desceu de 695,9 mil euros para 651,7 mil euros, acompanhando a redução das subvenções estatais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, o PCP reforçou as receitas de angariação de fundos, rubrica que inclui a Festa do Avante!. O valor passou de 346.774,54 euros para 552.906,95 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O CDS também perdeu margem positiva. O resultado baixou de 338,1 mil euros para 284,7 mil euros. Entre as despesas do partido aparece o encontro que assinalou os 50 anos do primeiro congresso centrista, realizado no Palácio de Cristal, no Porto, com um custo de 20.852,76 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PAN apresentou um resultado praticamente estável, com 3822 euros de lucro.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bloco sofre maior queda nas contas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Bloco de Esquerda registou a inversão mais acentuada. Depois de ter fechado 2024 com 122,2 mil euros de lucro, o partido terminou 2025 com um prejuízo de 169,7 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O desempenho financeiro coincidiu com a forte redução da representação parlamentar do BE, que passou de cinco deputados para apenas um. Parte do saldo negativo está associada à convenção nacional realizada em novembro, na qual José Manuel Pureza foi eleito coordenador. Essa iniciativa teve um saldo negativo de 63,2 mil euros.</p>
<p>Segundo o Público, o Juntos Pelo Povo não entregou as contas relativas a 2025 dentro do prazo. O partido, que tinha apresentado 16,8 mil euros de lucro em 2024, respondeu que houve um atraso e que a entrega será feita em breve.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786116]]></sapo:autor>
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		<title>O futuro político de Marine Le Pen decide-se esta terça-feira em tribunal: o que está em causa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Marine le Pen]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal da Relação de Paris deverá pronunciar-se, às 13h30 locais, 12h30 em Lisboa, sobre o recurso apresentado pela líder parlamentar da Reunião Nacional e por outros membros do partido no processo relativo ao desvio de fundos do Parlamento Europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marine Le Pen conhece esta terça-feira uma decisão judicial que pode definir o seu futuro político e condicionar a corrida às presidenciais francesas de 2027. O Tribunal da Relação de Paris deverá pronunciar-se, às 13h30 locais, 12h30 em Lisboa, sobre o recurso apresentado pela líder parlamentar da Reunião Nacional e por outros membros do partido no processo relativo ao desvio de fundos do Parlamento Europeu.</p>
<p>A dirigente da extrema-direita francesa foi condenada em primeira instância, em março de 2025, por envolvimento num esquema de utilização indevida de fundos europeus destinados a assistentes parlamentares. Segundo a acusação, verbas do Parlamento Europeu foram usadas entre 2004 e 2016 para pagar funcionários do partido, então Frente Nacional e hoje Reunião Nacional, em vez de assessores efetivos dos eurodeputados. A &#8216;Reuters&#8217; refere que o caso envolve mais de quatro milhões de euros em fundos europeus.</p>
<p><strong>Porque é que a decisão é tão importante?</strong></p>
<p>O ponto central do recurso é a pena de inelegibilidade. Em primeira instância, Le Pen foi condenada a uma proibição de exercício de cargos públicos durante cinco anos, além de pena de prisão e multa. Essa decisão colocou em causa a possibilidade de se candidatar pela quarta vez à presidência francesa, depois das campanhas de 2012, 2017 e 2022.</p>
<p>A decisão desta terça-feira pode, por isso, ter impacto direto nas eleições presidenciais de 2027, cuja primeira volta está marcada para 18 de abril. Marine Le Pen continua a ser uma das figuras mais fortes da oposição em França e, segundo a Associated Press, mantém-se entre os principais nomes da corrida, caso possa apresentar-se a votos.</p>
<p><strong>O que pede o Ministério Público?</strong></p>
<p>No recurso, os procuradores pediram a manutenção de uma pena de quatro anos de prisão, dos quais três suspensos, uma multa de 100 mil euros e uma proibição de exercício de cargos públicos durante cinco anos. No entanto, segundo a &#8216;Reuters&#8217;, o Ministério Público deixou cair o pedido para que a inelegibilidade tenha aplicação imediata independentemente de novos recursos, o que torna o cenário jurídico mais aberto.</p>
<p>Mesmo assim, o Tribunal da Relação não está obrigado a seguir integralmente o pedido dos procuradores. Pode absolver Le Pen, confirmar a condenação, reduzir a pena ou alterar os efeitos da inelegibilidade.</p>
<p><strong>Quais são os cenários possíveis?</strong></p>
<p>O melhor cenário para Marine Le Pen seria a absolvição, que lhe permitiria relançar a candidatura presidencial sem a barreira judicial mais pesada. Ainda assim, mesmo uma decisão favorável poderia ser contestada junto do Supremo Tribunal francês, a Cour de Cassation, o que manteria alguma incerteza jurídica até às presidenciais.</p>
<p>Outro cenário seria a manutenção da condenação, mas com redução da pena de inelegibilidade ou sem aplicação imediata. Nesse caso, Le Pen poderia tentar manter a candidatura, embora a própria já tenha admitido que uma campanha condicionada por restrições judiciais seria difícil. A dirigente afirmou que não se pode lançar uma campanha presidencial “no último minuto” e que a incerteza prolongada poderia prejudicar o partido.</p>
<p>O cenário mais pesado seria a confirmação de uma pena que a afastasse da corrida presidencial. Se a proibição de ocupar cargos públicos for mantida e tiver efeitos incompatíveis com o calendário eleitoral, a Reunião Nacional poderá ter de avançar com outro candidato.</p>
<p><strong>E se houver pulseira eletrónica?</strong></p>
<p>Há ainda outro fator a pesar na decisão de Le Pen: a eventual obrigação de cumprir pena com vigilância eletrónica. A líder da Reunião Nacional afirmou que não se candidatará às presidenciais se for obrigada a usar pulseira eletrónica, mesmo que a inelegibilidade venha a ser suspensa ou não a impeça formalmente de concorrer.</p>
<p>Numa entrevista citada pelo &#8216;Politico&#8217; e pela &#8216;Associated Press&#8217;, Le Pen considerou que não seria possível fazer campanha nessas condições, questionando como poderia participar em comícios, deslocações e encontros noturnos com eleitores sujeita a vigilância eletrónica. Para a dirigente, esse cenário funcionaria como uma forma indireta de inviabilizar a candidatura.</p>
<p><strong>Jordan Bardella pode avançar?</strong></p>
<p>Se Marine Le Pen ficar fora da corrida, o nome mais provável para a substituir é Jordan Bardella, atual presidente da Reunião Nacional e figura em ascensão no partido. A &#8216;Reuters&#8217; refere que, perante a possibilidade de desqualificação de Le Pen, o partido já pondera o cenário de uma candidatura de Bardella em 2027.</p>
<p>Bardella, próximo de Le Pen e com forte projeção mediática, poderia herdar a máquina eleitoral da Reunião Nacional, mas a substituição não seria neutra. Le Pen transformou o partido numa força central da política francesa, afastando-o parcialmente da imagem mais radical herdada do antigo Front National, e continua a ser a figura mais reconhecida junto de uma parte significativa do eleitorado.</p>
<p><strong>O que está em jogo para França?</strong></p>
<p>A decisão do Tribunal da Relação de Paris não é apenas mais um episódio judicial. Pode redefinir a direita radical francesa, alterar o equilíbrio da campanha presidencial e obrigar a Reunião Nacional a escolher entre insistir em Le Pen, se isso ainda for possível, ou acelerar a transição para Bardella.</p>
<p>Le Pen nega qualquer intenção criminosa e defende que as regras sobre assistentes parlamentares europeus eram pouco claras. A acusação, pelo contrário, sustenta que o sistema permitiu financiar trabalho partidário com dinheiro do Parlamento Europeu. A sentença desta terça-feira dirá até que ponto o tribunal aceita ou rejeita essa leitura — e se a líder da extrema-direita francesa ainda poderá tentar, pela quarta vez, chegar ao Eliseu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784352]]></sapo:autor>
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		<title>Euromilhões contra o calor? Hoje andam à roda 17 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Euromilhões tem esta terça-feira o &#8216;remédio&#8217; ideal para enfrentar o calor que tem sufocado Portugal nos últimos dias: saiba que tem hoje a sua hipótese, uma vez que estão em jogo 17 milhões de euros no sorteio de hoje do Euromilhões, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio ter saído a um apostador no estrangeiro. Para Portugal, chegou um terceiro prémio, no valor de mais de 18 mil euros. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong></p>
<p>O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (224 vezes), o 42 (222 vezes), o 23 (221 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (390 vezes) e no 2 (385 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785867]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Segurança Social paga hoje apoio extraordinário às rendas: conheça o calendário de julho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguranca-social-paga-hoje-apoio-extraordinario-as-rendas-conheca-o-calendario-de-julho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de permitir maior previsibilidade aos beneficiários, a Segurança Social disponibiliza mensalmente um calendário fixo de pagamentos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais, prestações familiares e pensões da Segurança Social para o mês de julho.</p>
<p>Com o objetivo de permitir maior previsibilidade aos beneficiários, a Segurança Social disponibiliza mensalmente um calendário fixo de pagamentos. Desta forma, os cidadãos conseguem planear melhor as suas despesas, sabendo com antecedência o dia em que cada prestação será paga.</p>
<p>Esta terça-feira, chegam às contas bancárias o apoio às rendas. </p>
<p>Veja o restante calendário completo de pagamentos da Segurança Social para julho:</p>
<p>8 de julho</p>
<p>Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de despesas de funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 de julho</p>
<p>Prestações familiares<br />
Primeiro pagamento de desemprego, doença, parentalidade e ação social</p>
<p>21 de julho</p>
<p>Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 de julho</p>
<p>Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>28 de julho</p>
<p>Segundo pagamento de desemprego, doença, parentalidade e ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p><strong>O que é o apoio extraordinário à renda?</strong></p>
<p>O apoio extraordinário à renda consiste num apoio financeiro mensal, não reembolsável, até ao limite máximo de 200€, que corresponde à diferença entre a taxa de esforço efetivamente suportada pelo agregado com a renda e uma taxa de esforço máxima de 35 %.</p>
<p>Podem beneficiar do apoio os agregados familiares que cumpram cumulativamente os seguintes critérios:</p>
<p>– Tenham residência fiscal em Portugal;<br />
– Sejam titulares de contrato de arrendamento ou subarrendamento de primeira habitação, registado na AT e celebrado até 15.03.2023;<br />
– Cuja taxa de esforço com o encargo de pagamento das rendas seja igual ou superior a 35%;* Cujo rendimento anual seja igual ou inferior ao limite máximo do 6.º escalão do IRS (2023: 38 632€) ou,<br />
se não estiverem obrigados à entrega da declaração anual de IRS, cujo valor total mensal de rendimentos seja igual ou inferior a 1/14 do limite máximo do 6.º escalão do IRS relativos a rendimentos mensais de trabalho declarados à Segurança Social ou às seguintes prestações sociais:<br />
. Pensões de velhice, sobrevivência, invalidez ou pensões sociais;<br />
. Prestações de desemprego ou de parentalidade;<br />
. Rendimento social de inserção, prestação social para a inclusão ou complemento solidário para idosos;<br />
. Subsídios de doença e doença profissional (de atribuição não inferior a 1 mês) ou de apoio ao cuidador informal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785870]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da banca moçambicana caem quase 39% para 208 milhões de euros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lucros da banca moçambicana caíram 38,85% em 2025, para 15,13 mil milhões de meticais (208 milhões de euros), apesar de o setor manter níveis considerados robustos de capitalização e liquidez, segundo o banco central.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros da banca moçambicana caíram 38,85% em 2025, para 15,13 mil milhões de meticais (208 milhões de euros), apesar de o setor manter níveis considerados robustos de capitalização e liquidez, segundo o banco central.</P><br />
<P>De acordo com as conclusões do Relatório de Estabilidade Financeira de 2025 do Banco de Moçambique, os resultados líquidos do setor ascenderam a 15,13 mil milhões de meticais (208 milhões de euros), uma redução de 38,85% face ao ano anterior, o que compara com cerca de 24,74 mil milhões de meticais (339 milhões de euros) em 2024, segundo cálculo da Lusa com base nos dados do relatório, que atualiza estimativas anteriores.</P><br />
<P>Os lucros dos bancos moçambicanos já tinham recuado 21,9% em 2024, após a subida de 8,12% em 2023.</P><br />
<P>Apesar da quebra dos lucros no ano passado, o banco central considera que o setor continuou sólido, destacando que o rácio de solvabilidade global atingiu 28,14%, muito acima do mínimo regulamentar de 12%.</P><br />
<P>&#8220;O setor bancário permaneceu estável, com rendibilidade satisfatória e níveis adequados de capitalização e liquidez&#8221;, refere o relatório.</P><br />
<P>Ainda segundo o Banco de Moçambique, a redução dos lucros resultou do aumento dos custos operacionais, sobretudo com pessoal, e da diminuição dos resultados de exploração, refletindo o aumento das perdas por imparidade.</P><br />
<P>O relatório assinala que os custos com pessoal cresceram 5,69% em 2025 e acrescenta que o aumento das imparidades ocorreu apesar da melhoria registada na qualidade da carteira de crédito, com o rácio de crédito em incumprimento a recuar de 9,31% em 2024 para 7,47% em 2025.</P><br />
<P>O rácio de cobertura de liquidez de curto prazo fixou-se em 60,46%, acima do mínimo regulamentar de 25%, enquanto o rácio de alavancagem atingiu 12,88%.</P><br />
<P>Os rácios de rendibilidade dos ativos (ROA) e dos capitais próprios (ROE) fixaram-se em 2,16% e 8,63%, respetivamente, mantendo-se, segundo o banco central, em níveis satisfatórios.</P><br />
<P>O relatório aponta ainda que os três bancos de importância sistémica &#8212; BCI, do grupo Caixa Geral de Depósitos, Millennium BIM, do BCP, e Standard Bank &#8212; continuam a dominar o mercado, embora a sua quota conjunta tenha continuado a diminuir, refletindo uma crescente concorrência no sistema bancário.</P><br />
<P>Dados do Banco de Moçambique indicam que o setor bancário moçambicano integra 15 bancos comerciais, além de microbancos, cooperativas de crédito e outras instituições financeiras.</P><br />
<P>A Lusa noticiou em maio que os cinco maiores bancos em Moçambique, incluindo BCI, Millennium BIM e Standard Bank, registaram uma queda agregada de 70,4% nos resultados líquidos de 2025, penalizados pela exposição à dívida pública moçambicana, após cortes de &#8216;rating&#8217;.</P><br />
<P>De acordo com dados compilados pela Lusa a partir dos relatórios e contas divulgados pelos cinco maiores bancos, o conjunto dessas instituições totalizou lucros de 5.099 milhões de meticais (68,7 milhões de euros), sofrendo uma diminuição dos resultados líquidos de 12.131 milhões de meticais (163,5 milhões de euros) em termos absolutos.</P><br />
<P>O desempenho dessas instituições foi fortemente penalizado pela deterioração do risco soberano, reforço de imparidades associadas à dívida pública e contexto macroeconómico adverso, segundo informação reportada pelos próprios bancos nos respetivos relatórios e contas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786115]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Sete distritos do continente sob aviso laranja devido ao tempo quente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O aviso laranja para estes sete distritos vai estar em vigor até às 23:00 de quarta-feira, passando depois a amarelo até às 18:00 de quinta-feira.</P><br />
<P>O IPMA emitiu também aviso amarelo por causa da persistência de valores elevados da temperatura máxima para os distritos de Viseu, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria e Coimbra até às 23:00 de quarta-feira e Vila Real até às 18:00 de quinta-feira.</P><br />
<P>Também as regiões montanhosas da ilha da Madeira estão até às 18:00 de quinta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente.</P><br />
<P>As costas norte e sul da ilha da Madeira e Porto Santo vão estar até às 18:00 de quinta-feira sob aviso amarelo face à persistência de valores muito elevados das temperaturas máximas.</P><br />
<P>O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe &#8220;situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Governo decretou a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00:01 de hoje até às 23:59 de quinta-feira em 10 distritos de Portugal Continental.</P><br />
<P>A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro e justifica-se com &#8220;a manutenção da onda de calor&#8221; e com &#8220;previsões meteorológicas ainda de grande adversidade para os próximos dias nos distritos do interior do país&#8221;.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se geralmente muito nublado no litoral Norte e Centro até final da manhã, pequena descida de temperatura, em especial nas regiões Norte e Centro.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 15 graus Celsius (Viana do Castelo) e os 22 (Portalegre e Faro) e as máximas entre os 23 (Aveiro e Porto) e os 40 (Évora).</P><br />
<P>Para o arquipélago da Madeira está previsto hoje céu em geral pouco nublado e vento fraco.</P><br />
<P>As temperaturas vão variar entre os 20 e os 26 graus no Funchal e entre os 20 e os 27 no Porto Santo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786114]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 34 mil acidentes em três anos: GNR e PSP apertam hoje fiscalização a motociclos e ciclomotores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção rodoviária]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação decorre até 13 de julho, sob o lema “Duas Rodas — Agarre-se à Vida”, e integra o Plano Nacional de Fiscalização de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a GNR e a PSP lançam esta terça-feira uma nova campanha de sensibilização e fiscalização dedicada aos veículos de duas rodas a motor, com o objetivo de reduzir comportamentos de risco entre condutores de motociclos e ciclomotores.</p>
<p>A operação decorre até 13 de julho, sob o lema “Duas Rodas — Agarre-se à Vida”, e integra o Plano Nacional de Fiscalização de 2026. É a sétima de 11 campanhas previstas para este ano e a terceira especificamente dirigida a veículos de duas rodas a motor, considerados um dos grupos de utilizadores mais vulneráveis em caso de acidente.</p>
<p><strong>Mais de 34 mil acidentes em três anos</strong></p>
<p>Entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025, foram registados 34.179 acidentes com vítimas envolvendo ciclomotores ou motociclos. Desses acidentes resultaram 440 mortos, 3.041 feridos graves e 34.501 feridos leves.</p>
<p>Apesar de a maioria das vítimas corresponder a condutores e passageiros de veículos de duas rodas a motor, os números incluem também outros utilizadores envolvidos nestes acidentes, como peões ou ocupantes de outros veículos.</p>
<p>Segundo o Plano Nacional de Fiscalização 2026, quase metade da sinistralidade grave envolvendo este tipo de veículos ocorre em arruamentos urbanos e em estradas nacionais, locais onde a vulnerabilidade dos motociclistas e utilizadores de ciclomotores é particularmente elevada.</p>
<p><strong>Velocidade, ultrapassagens e condução distraída entre os principais riscos</strong></p>
<p>A campanha vai incidir sobre comportamentos que aumentam de forma significativa o risco de acidente grave. Entre eles estão o excesso de velocidade, as ultrapassagens perigosas, a circulação irregular entre filas de trânsito, as manobras bruscas ou mudanças de direção sem sinalização, a condução sob o efeito do álcool ou de substâncias psicotrópicas e a condução distraída.</p>
<p>A ANSR, a GNR e a PSP chamam ainda a atenção para a utilização incorreta ou ausência de capacete e de equipamento de proteção, bem como para a reduzida perceção dos motociclistas por parte dos restantes condutores.</p>
<p>As autoridades recordam que o uso correto de capacete homologado e de equipamento de proteção adequado pode reduzir de forma significativa a gravidade das lesões em caso de acidente.</p>
<p><strong>Sensibilização e fiscalização em simultâneo</strong></p>
<p>A campanha combina ações de sensibilização, asseguradas pela ANSR, com operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP. A fiscalização será direcionada para comportamentos de risco associados a acidentes graves e para vias e locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade envolvendo veículos de duas rodas a motor.</p>
<p>O objetivo passa por alertar os condutores de motociclos e ciclomotores para a importância de uma condução defensiva e responsável, mas também por sensibilizar os restantes utilizadores da estrada para a necessidade de partilhar o espaço rodoviário de forma mais segura.</p>
<p><strong>Meta é reduzir vítimas nas estradas</strong></p>
<p>O Plano Nacional de Fiscalização é desenvolvido anualmente pela ANSR, em articulação com a GNR e a PSP, tendo por base recomendações europeias e o quadro estratégico Visão Zero 2030, que aponta para a eliminação de vítimas mortais nas estradas.</p>
<p>As autoridades sublinham que a sinistralidade rodoviária não deve ser encarada como uma fatalidade e que as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros por todos os utilizadores da via.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785695]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Maré humana participa na cerimónia fúnebre de aiatola Ali Khamenei</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-mare-humana-participa-na-cerimonia-funebre-de-aiatola-ali-khamenei/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma multidão preencheu hoje as ruas da cidade sagrada de Qom, a sul de Teerão, no quarto dia dos funerais no Irão do falecido líder supremo Ali Khamenei.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma multidão preencheu hoje as ruas da cidade sagrada de Qom, a sul de Teerão, no quarto dia dos funerais no Irão do falecido líder supremo Ali Khamenei.</P><br />
<P>O corpo do líder, morto a 28 de fevereiro, no primeiro dia dos ataques israelo-americanos ao Irão, encontra-se hoje exposto na mesquita de Jamkaran, em Qom, cidade sagrada que alberga os seminários mais influentes do islamismo xiita e vários santuários.</P><br />
<P>Imagens aéreas transmitidas pela televisão estatal mostraram as ruas da pequena cidade repletas de gente.</P><br />
<P>Durante a oração, conduzida pelo aiatola Abdollah Javadi-Amoli, de 93 anos, figura influente do xiismo conservador, uma multidão numerosa entoou em coro &#8220;Morte à América!&#8221;, um &#8216;slogan&#8217; frequentemente ouvido nos comícios oficiais da República Islâmica.</P><br />
<P>Noutras imagens, os fiéis, incluindo clérigos com turbante, prestam homenagem junto ao caixão do aiatola Khamenei e aos caixões dos familiares mortos com ele, entre os quais uma neta, com 14 meses, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Na véspera, em Teerão, o terceiro dia de homenagem nacional deu origem a uma demonstração de força e unidade, seis meses após grandes manifestações que causaram centenas de mortos contra o poder e o custo de vida elevado.</P><br />
<P>Milhões de iranianos saíram às ruas para se despedirem de Khamenei, elevado à condição de mártir, num evento comparável ao funeral, em 1989, do seu antecessor, o aiatola Khomeini, fundador da República Islâmica.</P><br />
<P>O cortejo fúnebre deverá chegar, ainda hoje, ao vizinho Iraque, que conta com uma importante comunidade xiita.</P><br />
<P>O enterro daquele que presidiu aos destinos do país durante mais de três décadas, até à sua morte aos 86 anos, terá lugar na quinta-feira na cidade sagrada de Mashhad (nordeste do Irão), de onde Khamenei era natural.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786113]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O carro vai avisá-lo se tirar os olhos da estrada: o que muda esta terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[GSR2]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudança decorre do Regulamento Geral de Segurança dos Veículos, conhecido como GSR2, que tem sido aplicado de forma faseada e que torna obrigatórias tecnologias de assistência à condução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os automóveis novos matriculados na União Europeia passam a estar obrigados a incluir um conjunto mais vasto de sistemas avançados de segurança, pensados para reduzir acidentes provocados por fadiga, distração, excesso de velocidade ou reações tardias ao volante.</p>
<p>A mudança decorre do Regulamento Geral de Segurança dos Veículos, conhecido como GSR2, que tem sido aplicado de forma faseada e que torna obrigatórias tecnologias de assistência à condução que, até há poucos anos, estavam muitas vezes reservadas a versões mais caras ou a equipamentos opcionais.</p>
<p><strong>O carro passa a vigiar mais o condutor</strong></p>
<p>Um dos sistemas em destaque é o Aviso Avançado de Distração do Condutor, conhecido pela sigla ADDW. Esta tecnologia usa câmaras interiores para monitorizar o olhar do condutor e emitir um alerta se detetar que deixou de prestar atenção à estrada durante demasiado tempo.</p>
<p>A lógica é simples: em viagens longas, no trânsito intenso ou em períodos de maior cansaço, bastam poucos segundos de distração para aumentar o risco de acidente. O sistema foi concebido para identificar esse desvio de atenção e avisar o condutor antes que a situação se torne perigosa.</p>
<p>Segundo a Comissão Europeia, as novas regras aplicam-se a todos os veículos novos vendidos na União Europeia desde julho de 2024, depois de já serem obrigatórias para novos modelos homologados desde julho de 2022. A fase agora em destaque aprofunda a aplicação do regulamento, estendendo requisitos a veículos ligeiros de passageiros e mercadorias novos matriculados na UE.</p>
<p><strong>Que sistemas passam a ser obrigatórios?</strong></p>
<p>Entre as tecnologias abrangidas estão o Aviso Avançado de Distração do Condutor, que monitoriza o olhar, e o Aviso de Sonolência e Atenção do Condutor, que analisa padrões de condução e pode sugerir uma pausa quando deteta sinais de fadiga.</p>
<p>A lista inclui ainda a Assistência Inteligente de Velocidade, que lê sinais de trânsito e alerta quando o condutor ultrapassa o limite, a Travagem Autónoma de Emergência, capaz de ajudar a evitar colisões com veículos, peões ou ciclistas, e o Sistema de Manutenção na Via de Rodagem, que corrige a trajetória se o carro pisar as linhas da estrada sem o uso do pisca.</p>
<p>Os carros novos devem também integrar deteção de marcha-atrás, por câmara ou sensores, sinal de travagem de emergência, que faz piscar rapidamente as luzes de perigo em caso de travagem brusca, e monitorização da pressão dos pneus.</p>
<p><strong>A “caixa negra” chega aos automóveis</strong></p>
<p>Outra tecnologia obrigatória é o Gravador de Dados de Eventos, frequentemente descrito como a “caixa negra” do automóvel. Este sistema regista informação técnica nos segundos anteriores e posteriores a um acidente, como velocidade, travagem, aceleração, ativação dos sistemas de segurança e outros dados de funcionamento do veículo.</p>
<p>O objetivo não é gravar conversas nem imagens dos ocupantes, mas recolher informação que ajude a perceber melhor as circunstâncias dos acidentes e a melhorar a segurança rodoviária e o desenvolvimento dos veículos no futuro.</p>
<p>Os novos automóveis devem ainda estar preparados para a instalação de alcoolímetros bloqueadores, através de uma interface que permita ligar um sistema capaz de impedir o arranque do veículo se o condutor apresentar álcool no sangue.</p>
<p><strong>Mais proteção para peões e ciclistas</strong></p>
<p>O GSR2 também reforça a proteção dos utilizadores vulneráveis da estrada, como peões e ciclistas. Além dos sistemas de travagem automática e deteção de obstáculos, o regulamento prevê alterações estruturais, como uma zona de impacto da cabeça alargada na parte frontal do veículo.</p>
<p>Na prática, isto significa que áreas como o capô e a zona inferior do para-brisas devem ser concebidas para reduzir a gravidade das lesões em caso de atropelamento, usando soluções de construção mais favoráveis à absorção do impacto.</p>
<p><strong>De onde vêm estas regras?</strong></p>
<p>A obrigatoriedade tem origem no Regulamento (UE) 2019/2144, aprovado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho em novembro de 2019. O diploma, conhecido como General Safety Regulation II, substituiu um conjunto disperso de normas sobre homologação de veículos e criou um quadro comum centrado na segurança geral, na proteção dos ocupantes e na defesa dos utilizadores vulneráveis da via.</p>
<p>A aplicação não foi feita de uma só vez. As primeiras obrigações começaram em julho de 2022 para novos tipos de veículos. Em julho de 2024, os principais sistemas passaram a ser exigidos em todos os veículos novos vendidos na União Europeia. A fase seguinte aprofunda a obrigatoriedade de tecnologias como os sistemas avançados de aviso de distração do condutor, alinhando as novas matrículas com o quadro europeu de segurança.</p>
<p><strong>Porque é que Bruxelas apertou as regras?</strong></p>
<p>O objetivo declarado da União Europeia é reduzir de forma significativa o número de mortos e feridos graves nas estradas. A Comissão Europeia estima que os novos sistemas de assistência obrigatórios possam ajudar a salvar mais de 25 mil vidas e evitar pelo menos 140 mil feridos graves até 2038.</p>
<p>A lógica do regulamento assenta na constatação de que muitos acidentes resultam de erro humano: excesso de velocidade, distração, fadiga, má avaliação de distâncias ou reações demasiado lentas. Ao tornar obrigatórios sistemas que avisam, corrigem ou ajudam a travar, Bruxelas procura antecipar situações de risco antes de estas se transformarem em colisões.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785876]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Cerca de uma centena de concelhos em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 13 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, à semelhança de segunda-feira, segundo o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 13 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, à semelhança de segunda-feira, segundo o IPMA.</P><br />
<P>Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Bragança, Braga, Vila Real, Porto, Viseu, Guarda, Coimbra, Santarém, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</P><br />
<P>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou ainda em perigo muito elevado e elevado todo o restante território do continente, à exceção de mais de uma dezena de concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa e Setúbal.</P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>Portugal continental tem estado a ser afetado por uma onda de calor, com temperaturas a ultrapassar os 40 graus Celsius em algumas regiões do país.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Governo decretou a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00:01 de hoje até às 23:59 de quinta-feira em 10 distritos de Portugal Continental, informou o Ministério da Administração Interna (MAI), em comunicado.</P><br />
<P>A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro e justifica-se com &#8220;a manutenção da onda de calor&#8221; e com &#8220;previsões meteorológicas ainda de grande adversidade para os próximos dias nos distritos do interior do país&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A hipótese de as temperaturas máximas superarem 35 graus Celsius, a humidade relativa do ar inferior a 20%, em especial no Algarve, no interior e no vale do Tejo, a possibilidade de trovoada seca e as eventuais rajadas de vento superiores a 40 quilómetros por hora incluem-se entre as explicações do Governo para prolongar uma situação que vigora desde sexta-feira.</P><br />
<P>A declaração implica, simultaneamente, a proibição de &#8220;acesso, circulação e permanência&#8221; no interior de certos espaços e caminhos florestais, bem como da realização de queimadas e queimas, incluindo as autorizadas, e de trabalho em espaços florestais com maquinaria (exceto para combate de incêndios) e nos restantes espaços rurais &#8220;com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal&#8221;.</P><br />
<P>De fora das restrições ficam os trabalhos associados à alimentação de animais e cultivo dos campos, desde que decorram em zonas de regadio ou sem florestas, sejam essenciais e inadiáveis, e não haja o risco de ignição; a &#8220;extração de cortiça por métodos manuais e a extração (cresta) de mel&#8221;, sem material incandescente; e os trabalhos de construção civil inadiáveis, com mitigação do risco de incêndio.</P><br />
<P>É também permitida realização, entre o pôr do sol e as 11:00, de &#8220;trabalhos de colheita de culturas agrícolas com a utilização de máquinas, nomeadamente ceifeiras debulhadoras&#8221;, e de &#8220;operações de exploração florestal de corte, rechega e transporte&#8221;, &#8220;desde que sejam adotadas medidas de mitigação de risco de incêndio rural e comunicada a sua realização ao Serviço Municipal de Proteção Civil territorialmente competente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786112]]></sapo:autor>
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		<title>NATO chega a Ancara num “belo 31”: a fatura de Trump, as armas para a Ucrânia e a Europa a correr atrás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Duarte Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[Teresa Duarte Fernandes, teaching assistant no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, falou à 'Executive Digest' sobre a reunião explosiva na Turquia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cimeira da NATO que arranca esta terça-feira, em Ancara, chega num momento em que a Aliança Atlântica está a tentar mostrar unidade, mas carrega demasiadas fraturas para que a reunião seja apenas protocolar. A guerra na Ucrânia, a pressão dos EUA para que a Europa gaste mais em defesa, a meta dos 5% do PIB, o Irão, o Ártico e a instabilidade em torno da Gronelândia prometem dominar uma cimeira que será observada de perto por aliados e adversários.</p>
<p>Para Teresa Duarte Fernandes, teaching assistant no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, todos estes temas contam, mas a cimeira deverá girar sobretudo em torno de Washington. “Os EUA insistem, e bem, que os europeus invistam mais em defesa”, afirma, em declarações à &#8216;Executive Digest&#8217;, lembrando que a divisão de encargos, o chamado burden-sharing, “é importante”. A diferença é que a atual Administração dos EUA já não fala apenas em partilha de encargos, mas numa espécie de “burden-shifting”, uma reorientação do peso das responsabilidades dentro da Aliança. Por isso, antecipa: &#8220;O foco de Ancara estará nas intervenções americanas.&#8221;</p>
<p><strong>Trump chega a Ancara com a fatura dos 5%</strong></p>
<p>A NATO reúne-se em Ancara até quarta-feira, com líderes dos 32 Estados-membros, incluindo Donald Trump, e com a meta de 5% do PIB em defesa até 2035 no centro da agenda. A aliança assume que o fórum deste ano se focará no progresso dos aliados face a esse objetivo e, sobretudo, em como transformar mais despesa em produção de defesa, compras conjuntas e capacidade militar real.</p>
<p>A questão, para Teresa Duarte Fernandes, não é apenas saber se os aliados aceitam gastar mais. É perceber se a NATO consegue fazê-lo sem se dividir. “Esta Administração orgulha-se especialmente de ter sido o elemento que fez com que os restantes aliados se comprometessem com a nova meta de investimento de 5%”, lembra. Mas a pressão de Trump tem um custo político: aumenta a exigência sobre a Europa e torna mais visível a dependência europeia dos meios militares dos EUA.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; avança que a cimeira será dominada pelo esforço dos EUA para levar os aliados europeus a assumirem maior responsabilidade financeira e operacional pela defesa do continente, numa altura em que Washington revê a sua presença militar na Europa e promove uma estratégia de “NATO 3.0”.</p>
<p><strong>Rutte tem de impedir que a cimeira pareça uma rutura</strong></p>
<p>O risco é que Ancara pareça menos uma cimeira de unidade e mais uma negociação dura entre Trump e os europeus. É aqui que, segundo Teresa Duarte Fernandes, entra o máximo responsável da NATO. “O cargo de secretário-geral, atualmente ocupado pelo holandês Mark Rutte, tem como funções assegurar que a cimeira permanece um momento unificador e não se transforma num confronto”, sublinha.</p>
<p>Para a especialista, Rutte terá de ser mediador, porta-voz e gestor de tensões internas. “Tem de gerir as ameaças americanas de retirar tropas da Europa e de se retirar unilateralmente da NATO, de gerir as ameaças de tomar a Gronelândia, possivelmente à força, enquanto tenta assegurar que os outros aliados estão a fazer bons progressos para cumprir com as metas”, afirma. Não é, resume, “um malabarismo fácil de gerir”.</p>
<p>A razão é simples: uma imagem de divisão pode ser lida como fraqueza. “A Aliança só tem a perder se passar uma imagem de fragmentação e a Rússia não é ignorante a estes sinais”, avisa Teresa Duarte Fernandes.</p>
<p><strong>O artigo 5.º está no centro da ansiedade</strong></p>
<p>A NATO deverá reafirmar em Ancara o compromisso “inabalável” com a defesa coletiva, incluindo o artigo 5º, que estabelece que um ataque contra um aliado é considerado um ataque contra todos. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, esse compromisso deverá constar da declaração final preparada pelos aliados.</p>
<p>Mas Teresa Duarte Fernandes alerta que o verdadeiro teste está no comportamento político dos EUA. Se Washington entrar numa lógica de “pay-to-play”, isto é, se passar a proteger apenas os aliados que cumprem as metas de despesa, o efeito seria profundo. “No fundo acabam por colocar em causa o artigo 5.º, que é o artigo base da Aliança”, afirma.</p>
<p>É por isso que a cimeira de Ancara será também uma prova de credibilidade. A NATO pode declarar unidade, mas terá de convencer aliados, adversários e opiniões públicas de que essa unidade não depende apenas do humor político de Washington.</p>
<p><strong>A Europa está a correr atrás de anos de desinvestimento</strong></p>
<p>A meta dos 5% não terá de ser atingida já. Está prevista para 2035, com um ponto de situação em 2029. Ainda assim, Teresa Duarte Fernandes considera que o teste começa agora: “o teste imediato recai sobre a avaliação da capacidade dos aliados conseguirem reorientar, no espaço de um ano, as suas agendas políticas e orçamentos, para reforçar os seus investimentos em defesa”.</p>
<p>A especialista descreve a NATO como uma Aliança “em reconstrução”, sobretudo do lado europeu. A invasão russa da Ucrânia e a Administração Trump 2.0, diz, levaram os europeus a acelerar investimentos e a aproximarem-se entre si, mas não apagam décadas de dependência. “Não é possível resolver anos de desinvestimento, no curto espaço de tempo, com as circunstâncias atuais”, sublinha.</p>
<p>Para explicar o dilema, usa uma imagem: os Estados europeus caminharam “20 quilómetros para dentro de uma floresta”. Não conseguem voltar ao ponto de partida caminhando apenas cinco. “A alternativa é correr, em vez de andar”, diz, entendendo “correr” como investir mais em defesa. O problema é que os EUA têm treino, indústria e capacidade acumulada; a Europa, não. “Os europeus não têm, nesta dimensão, capacidades a par com os EUA”, afirma.</p>
<p><strong>Ucrânia volta ao centro, mas o problema não é só dinheiro</strong></p>
<p>A Ucrânia será outro dos pontos decisivos da cimeira. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, os aliados deverão reafirmar apoio a Kiev e comprometer cerca de 70 mil milhões de euros em equipamento militar, assistência e treino em 2026, com níveis semelhantes previstos para 2027.</p>
<p>Teresa Duarte Fernandes considera, porém, que reduzir o debate ao financiamento seria insuficiente. “Quando olhamos para o apoio à Ucrânia, não nos devemos cingir ao apoio financeiro”, defende. Para a especialista, “o que a Ucrânia mais precisa no imediato é do reforço das suas capacidades de defesa”.</p>
<p>A razão está no aumento dos ataques russos. “A Rússia tem aumentado a intensidade dos ataques, com enxames de drones e diversos tipos de mísseis, à Ucrânia no último mês e meio”, alerta. As lacunas ucranianas tornam-se evidentes, acrescenta, “se considerarmos a quantidade de mísseis que os ucranianos infelizmente não têm tido capacidade de intercetar”.</p>
<p>O ponto crítico são os sistemas Patriot. Trump tem elogiado ganhos ucranianos no campo de batalha, mas os EUA não conseguem responder plenamente ao ritmo de necessidade de intercetores. “Estes mísseis estão a ser gastos a um ritmo mais rápido do que os EUA os conseguem produzir”, explica Teresa Duarte Fernandes. A alternativa, diz, seria permitir a produção deste tipo de armamento em solo ucraniano. Mas fica a dúvida: “se Donald Trump irá alinhar com este compromisso ou não”.</p>
<p><strong>A ajuda a Kiev também divide aliados</strong></p>
<p>Apoiar a Ucrânia é consensual no discurso, mas nem sempre nas modalidades. Teresa Duarte Fernandes lembra que “o apoio financeiro à Ucrânia é um elemento divisor dentro da NATO”. Espanha e Itália têm resistido a assumir novas quotas financeiras diretas, por receio do impacto político e orçamental. Espanha, recorda, é o único país que não se comprometeu com a meta dos 5% até 2035 e fixou o seu teto máximo nos 2,1% do PIB.</p>
<p>Os países nórdicos seguem uma lógica diferente: em vez de apenas doar armas, têm apostado no financiamento da produção de armamento em solo ucraniano, numa visão de mais longo prazo. Washington, por seu lado, olha para a ajuda financeira da NATO à Ucrânia como uma responsabilidade “mais europeia” e como oportunidade para desenvolver a base industrial de defesa europeia em paralelo com a ucraniana.</p>
<p>É aqui que a cimeira terá de encontrar consenso: dinheiro imediato, reforço de armamento, produção industrial e compromisso político com Kiev, sem partir a Aliança por dentro.</p>
<p><strong>Irão e Gronelândia podem incendiar uma agenda já carregada</strong></p>
<p>O Médio Oriente também estará presente. A &#8216;Reuters&#8217; indica que a declaração da cimeira deverá incluir uma referência ao Irão, à necessidade de impedir que Teerão desenvolva armas nucleares e à liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.</p>
<p>Para Teresa Duarte Fernandes, porém, a situação no Médio Oriente parece estar a estabilizar parcialmente, com o Estreito de Ormuz novamente aberto e as negociações entre EUA e Irão a aproximarem-se do ponto central: a questão nuclear. Isso permitirá que a Ucrânia volte a ganhar destaque.</p>
<p>Já a Gronelândia é descrita pela especialista como “aquele assunto que esperamos que não renasça das cinzas”. A razão é óbvia: a Gronelândia é uma região semiautónoma do Reino da Dinamarca, e a Dinamarca é membro fundador da NATO. Quando a Administração dos EUA equacionou o uso da força para tomar territórios soberanos de outro aliado, diz Teresa Duarte Fernandes, colocou em causa “o artigo 5.º a partir do interior da Aliança”, além das normas do Direito Internacional e dos princípios de soberania.</p>
<p><strong>O que ainda une a NATO</strong></p>
<p>Apesar das tensões, há temas que aproximam os aliados. Para Teresa Duarte Fernandes, os dois fatores mais agregadores são “a ameaça russa e o desafio sistémico que os chineses representam”. A especialista lembra que, apesar de os EUA serem o maior contribuinte para a segurança transatlântica, apenas dois dos 32 aliados estão no continente americano. Os restantes 30 estão na Europa, “onde a ameaça russa está à porta”.</p>
<p>Isso torna urgente o reforço das capacidades militares europeias. O problema é que a Europa continua dependente da importação de armamento dos EUA, incluindo material crítico como os Patriot. “O reforço da base de indústria de defesa europeia torna-se uma questão central, não só para esta cimeira, mas para todo o futuro da segurança transatlântica”, defende.</p>
<p>A especialista deixa ainda um aviso sobre a Rússia: se Vladimir Putin ficar com o controlo do Donbass, o território pode tornar-se “uma Crimeia 2.0”. Ou seja, não seria o fim da ameaça, mas uma pausa antes de uma nova ofensiva.</p>
<p><strong>Portugal vale mais do que os 2,01%</strong></p>
<p>Portugal chega a Ancara depois de anunciar que atingiu 2,01% do PIB em despesa militar. Mas, para Teresa Duarte Fernandes, reduzir o papel português à meta orçamental seria um erro. Portugal é o país da UE e da NATO posicionado mais a oeste no espaço europeu, tem dois arquipélagos no Atlântico e ocupa uma posição relevante num oceano cada vez mais disputado.</p>
<p>A especialista destaca o aumento da presença de submarinos russos no Mar do Norte e no Atlântico, bem como relatos de cortes de cabos submarinos e atividades de mapeamento de fundos marinhos. Estas ações permitem recolher dados sobre alvos militares e económicos, sendo também uma tática usada pela China.</p>
<p>Neste contexto, os Açores tornam-se essenciais. “A base dos Açores, aérea e o porto, serve como um importante ponto de apoio”, explica Teresa Duarte Fernandes, referindo operações de reabastecimento, lançamento de sonoboias e deteção antecipada de ameaças submarinas. Também a Constelação do Atlântico, projeto português de satélites de observação terrestre, reforça a capacidade de vigilância da vasta área transatlântica.</p>
<p><strong>A cimeira que mostra a dependência europeia</strong></p>
<p>Ancara será, assim, uma cimeira de compromissos, mas também de ansiedade. A NATO tentará mostrar unidade, reafirmar o artigo 5.º, prometer apoio à Ucrânia e provar que a Europa está a investir mais. Mas por baixo da fotografia de família estará uma pergunta difícil: quanto tempo consegue a Aliança depender dos EUA sem saber exatamente que EUA terá pela frente?</p>
<p>É por isso que a frase que melhor resume o momento é dura, mas eficaz: sem os EUA, a NATO fica num belo 31. A Europa está a correr atrás de anos de desinvestimento, a Ucrânia precisa de defesa aérea imediata, a Rússia observa sinais de divisão e Trump chega a Ancara decidido a cobrar a fatura. A cimeira dirá se a NATO está apenas a gerir tensões — ou se começou finalmente a transformar a dependência em estratégia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785969]]></sapo:autor>
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		<title>SpaceX entra no Nasdaq 100 esta terça-feira: pode a ação de Elon Musk voltar a disparar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Inclusão da empresa de Elon Musk no índice tecnológico pode obrigar fundos indexados a comprar ações e criar uma nova vaga de procura pelo título, mas os analistas avisam: a possível subida pode não durar muito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A SpaceX prepara-se para entrar esta terça-feira no Nasdaq 100, poucos dias depois da maior estreia em bolsa da história. A inclusão da empresa de Elon Musk no índice tecnológico pode obrigar fundos indexados a comprar ações e criar uma nova vaga de procura pelo título, mas os analistas avisam: a possível subida pode não durar muito.</p>
<p>A empresa, que negoceia com o ticker SPCX, será adicionada ao índice antes da abertura da sessão, depois de ter entrado em bolsa a 12 de junho. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que a SpaceX fixou o preço da oferta pública inicial em 135 dólares por ação, cerca de 116 euros, numa operação recorde de 75 mil milhões de dólares, aproximadamente 64 mil milhões de euros, avaliando a empresa em 1,77 biliões de dólares, cerca de 1,51 biliões de euros.</p>
<p><strong>Porque é que a entrada no Nasdaq 100 importa?</strong></p>
<p>A resposta está nos fundos indexados. Quando uma empresa passa a integrar um índice relevante, os ETF e fundos de investimento que replicam esse índice têm de comprar ações para ajustar as carteiras. No caso da SpaceX, a entrada no Nasdaq 100 coloca a empresa automaticamente no radar de produtos financeiros que seguem um dos principais índices tecnológicos de Wall Street.</p>
<p>Segundo o &#8216;Wall Street Journal&#8217;, fundos que acompanham o Nasdaq 100 gerem cerca de 800 mil milhões de dólares em ativos, aproximadamente 684 mil milhões de euros, e terão de comprar ações da SpaceX para refletir a nova composição do índice. Apesar da avaliação superior a dois biliões de dólares, a empresa deverá ter um peso inferior a 1% no índice, devido ao reduzido número de ações disponíveis para negociação.</p>
<p>O maior destes produtos é o Invesco QQQ Trust, conhecido por replicar o Nasdaq 100 e amplamente usado por investidores que procuram exposição às grandes tecnológicas. De acordo com o texto citado, o QQQ tem cerca de 481 mil milhões de dólares sob gestão, perto de 411 mil milhões de euros, e é um dos ETF mais negociados nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>A lei da oferta e da procura joga a favor da SpaceX</strong></p>
<p>O raciocínio de mercado é simples: se muitos fundos forem obrigados a comprar ações e a quantidade disponível for limitada, o preço pode subir. É a lógica clássica da oferta e da procura aplicada a uma das empresas mais mediáticas de Wall Street.</p>
<p>A SpaceX tem um free float reduzido, ou seja, uma percentagem limitada de ações disponível para negociação pública. Estimativas citadas no texto apontam para cerca de 281,2 milhões de ações disponíveis. Ao mesmo tempo, o peso inicial da empresa no Nasdaq 100 poderá ficar entre 0,47% e 0,7%. No cenário mais elevado, isso poderia obrigar fundos indexados a comprar cerca de 7 mil milhões de dólares em ações, perto de 6 mil milhões de euros.</p>
<p>Esse movimento ajuda a explicar porque a entrada em índices costuma ser vista como uma notícia positiva para uma ação. Mais compradores forçados significam mais procura. E, quando a oferta é curta, o preço tende a reagir.</p>
<p><strong>Mas a subida pode já estar descontada</strong></p>
<p>O problema é que Wall Street raramente espera pelo dia oficial. Investidores institucionais e operadores especializados em arbitragem podem comprar ações entre o anúncio da entrada no índice e a data efetiva da inclusão, antecipando a procura dos fundos indexados.</p>
<p>Isso significa que parte da subida potencial pode acontecer antes da entrada formal. No próprio dia em que a ação passa a integrar o índice, esses investidores podem vender com lucro, o que limita ou até inverte o movimento esperado.</p>
<p>A Barron’s lembra que a história recente recomenda prudência: das 21 empresas adicionadas ao Nasdaq 100 nos últimos dois anos, apenas seis subiram na primeira semana após a entrada. Em média, essas ações caíram 3,8% na semana de estreia no índice, embora tenham registado ganhos médios de 3,6% ao fim de um mês e 6,3% ao fim de três meses.</p>
<p><strong>A ação já mostrou forte volatilidade</strong></p>
<p>A SpaceX tem vivido semanas instáveis desde a entrada em bolsa. A ação fechou a semana passada nos 162 dólares, cerca de 139 euros, acima do preço de abertura de 150 dólares, perto de 128 euros, mas mais de 20% abaixo dos máximos alcançados nos primeiros dias de negociação.</p>
<p>O mercado de opções indica que os investidores esperam uma oscilação até 8% em qualquer direção até ao final da semana. Um movimento dessa dimensão poderia levar a ação até cerca de 175 dólares, aproximadamente 150 euros, ou fazê-la cair para 148 dólares, perto de 126 euros, o que representaria um novo mínimo de fecho.</p>
<p>A volatilidade é particularmente relevante porque a entrada no Nasdaq 100 pode atrair compradores passivos, mas não elimina dúvidas sobre avaliação, lucros futuros, necessidades de capital e desbloqueio gradual de ações detidas por trabalhadores e investidores iniciais.</p>
<p><strong>Wall Street começa a dividir-se</strong></p>
<p>Os bancos de investimento começaram a acompanhar a empresa. A Wedbush atribuiu à SpaceX uma recomendação de “outperform” e um preço-alvo de 190 dólares, cerca de 162 euros. A KeyBanc assumiu uma posição mais cautelosa, com recomendação neutra, segundo a Investopedia.</p>
<p>Para a Wedbush, a SpaceX já não deve ser vista apenas como uma empresa espacial. Os analistas consideram que a companhia está bem posicionada para se tornar uma grande plataforma tecnológica, combinando lançamentos espaciais, exploração, internet por satélite através da Starlink e infraestrutura ligada à inteligência artificial.</p>
<p>O Investor’s Business Daily escreve que Dan Ives, da Wedbush, vê a SpaceX como uma empresa apoiada em três pilares: lançamentos, rede Starlink e um segmento crescente ligado a centros de dados e IA. A tese é que a empresa pode vir a funcionar como um “hyperscaler”, competindo no universo das grandes infraestruturas tecnológicas.</p>
<p><strong>Milhões podem ficar expostos à SpaceX sem escolherem a ação</strong></p>
<p>A entrada no Nasdaq 100 tem ainda outro efeito: milhões de investidores que compram ETF ou fundos que replicam o índice poderão passar a deter indiretamente ações da SpaceX, mesmo sem terem decidido investir diretamente na empresa.</p>
<p>É isso que torna a mudança relevante para além dos acionistas da companhia. Quem tem exposição a produtos ligados ao Nasdaq 100, incluindo planos de reforma e carteiras automatizadas, pode passar a ter uma pequena fatia da SpaceX. O peso será reduzido, mas a escala do índice faz com que o impacto agregado seja significativo.</p>
<p>A inclusão surge também num momento de forte atividade nas estreias tecnológicas em bolsa. Depois da SpaceX e da Cerebras, o mercado acompanha a possibilidade de futuras entradas de empresas ligadas à inteligência artificial, como a Anthropic e a OpenAI, embora a volatilidade recente da própria SpaceX possa aumentar a cautela em torno de novas ofertas públicas.</p>
<p><strong>Um impulso possível, mas não garantido</strong></p>
<p>A entrada no Nasdaq 100 pode dar um novo impulso à ação da SpaceX, sobretudo devido às compras obrigatórias dos fundos indexados. Mas isso não significa que a valorização esteja garantida, nem que seja duradoura.</p>
<p>A curto prazo, a ação ficará entre duas forças opostas: a procura passiva dos fundos e a possível realização de lucros por investidores que já anteciparam a inclusão. A médio prazo, o desempenho dependerá menos da entrada no índice e mais da capacidade da SpaceX de justificar em resultados a avaliação histórica com que chegou ao mercado.</p>
<p>Para os investidores, a pergunta não é apenas se a SpaceX pode subir esta terça-feira. É se a empresa conseguirá provar que vale, como negócio cotado, aquilo que Wall Street já está disposta a pagar pela promessa de ligar espaço, internet e inteligência artificial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785995]]></sapo:autor>
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		<title>Fim à vista para a onda de calor? Alívio no litoral, temperaturas extremas no interior: o tempo para esta terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Calor extremo não desaparece do país: no interior, no Alentejo e em parte do Algarve, os termómetros continuam a poder aproximar-se dos 40 a 42 graus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A onda de calor que tem afetado Portugal continental começa a dar sinais de enfraquecimento esta terça-feira, sobretudo no litoral Norte e Centro, onde a entrada de ar marítimo mais fresco deverá provocar uma descida acentuada das temperaturas. Ainda assim, o calor extremo não desaparece do país: no interior, no Alentejo e em parte do Algarve, os termómetros continuam a poder aproximar-se dos 40 a 42 graus.</p>
<p>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a descida das temperaturas deverá continuar de forma gradual ao longo da semana, com redução progressiva dos avisos meteorológicos. A meteorologista Patrícia Marques explicou que a onda de calor deverá manter-se, pelo menos, até quarta-feira, mas que, a partir daí, várias estações deixarão de cumprir os critérios de onda de calor, à medida que os valores regressam ao que é considerado normal para a época.</p>
<p><strong>Litoral com alívio e manhã de nevoeiro</strong></p>
<p>A mudança mais sentida deverá ocorrer junto à faixa costeira, em particular no litoral Norte e Centro. A entrada de uma massa de ar marítimo, mais fresca e húmida, deverá trazer uma descida significativa das máximas face aos valores extremos registados nos últimos dias.</p>
<p>Em algumas zonas do Minho e do litoral Norte, a diferença face ao pico de calor do fim de semana poderá ser muito expressiva, com localidades que chegaram a rondar os 42 ou 43 graus a descerem para valores próximos dos 23 a 25 graus. O dia deverá começar com neblinas, nevoeiros e nuvens baixas junto à costa ocidental, podendo ocorrer chuviscos fracos e localizados durante a manhã.</p>
<p><strong>Interior ainda sob calor intenso</strong></p>
<p>A realidade será diferente no interior, onde o ar quente deverá resistir durante mais tempo. Em Trás-os-Montes, nas Beiras, nos vales do Tejo e no Alentejo, as temperaturas continuarão muito elevadas, com máximas que poderão atingir 40 a 42 graus em alguns locais.</p>
<p>O IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo no continente, com vento em geral fraco a moderado do quadrante oeste, tornando-se mais intenso a partir da tarde. As mínimas também começam a descer em várias regiões, mas as noites continuarão quentes em zonas do interior e do Sul, onde a recuperação térmica será mais lenta.</p>
<p><strong>Avisos continuam ativos, mas já sem vermelho esta terça-feira</strong></p>
<p>Depois dos avisos vermelhos que marcaram os últimos dias, esta terça-feira o país deverá continuar com vários distritos sob aviso devido ao calor, mas com menor severidade. De acordo com a atualização do IPMA, Beja, Évora, Faro, Bragança, Castelo Branco, Guarda e Portalegre estarão sob aviso laranja por tempo quente até quarta-feira à noite. Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu estarão sob aviso amarelo no mesmo período.</p>
<p>Na Madeira, as regiões montanhosas estarão sob aviso laranja por persistência de valores muito elevados da temperatura máxima, enquanto a costa norte, a costa sul e Porto Santo estarão sob aviso amarelo até quarta-feira à noite. Nos Açores, a previsão aponta para períodos de céu muito nublado, abertas e possibilidade de aguaceiros fracos, mais prováveis no Grupo Oriental.</p>
<p><strong>Perigo de incêndio continua elevado</strong></p>
<p>Apesar da descida da temperatura no litoral, o perigo de incêndio rural mantém-se como uma das principais preocupações, devido ao calor acumulado, à baixa humidade em várias regiões e à persistência de valores elevados no interior. A Proteção Civil tinha já alertado para o agravamento do perigo de incêndio rural associado ao tempo quente e seco, num contexto em que grande parte do território continental continuava sob níveis elevados de risco.</p>
<p>O risco é particularmente relevante nas zonas do interior Norte e Centro, no vale do Tejo, no Alentejo e no Algarve, onde as temperaturas deverão permanecer muito altas. O perigo de incêndio rural é calculado pelo IPMA com base em fatores como temperatura do ar, humidade relativa, vento e precipitação registada nas 24 horas anteriores.</p>
<p><strong>Madeira quente e Açores abafados</strong></p>
<p>Nos arquipélagos, o cenário será mais estável, mas ainda com calor. Na Madeira, o céu deverá apresentar-se em geral limpo ou pouco nublado, com maior nebulosidade nas encostas viradas a norte e em Porto Santo, mas sem precipitação significativa. As temperaturas máximas deverão ficar próximas dos 27 a 30 graus, com vento fraco a moderado de noroeste.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para períodos de céu muito nublado, alternando com abertas, sobretudo no Grupo Central. Poderão ocorrer aguaceiros fracos nas ilhas orientais. O ambiente deverá manter-se abafado e húmido, com temperaturas máximas entre os 25 e os 28 graus e mínimas próximas dos 18 a 21 graus.</p>
<p><strong>Onda de calor com fim à vista</strong></p>
<p>A tendência para os próximos dias é de descida gradual da temperatura, primeiro no litoral e depois no interior. Segundo Patrícia Marques, até ao final da semana não deverá ser necessário voltar a emitir avisos de tempo quente, embora algumas regiões, sobretudo no Alentejo, ainda possam manter valores elevados durante mais tempo.</p>
<p>A partir desta quarta-feira, a onda de calor deverá perder expressão na maior parte das estações meteorológicas, com o país a regressar gradualmente a temperaturas mais próximas do normal para julho. Até lá, o contraste será evidente: alívio junto ao Atlântico, mas calor ainda severo no interior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785873]]></sapo:autor>
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		<title>Confrontos no interior de prisão no Sri Lanka provocam pelo menos 25 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Confrontos no interior de uma prisão nos arredores da capital do Sri Lanka causaram a morte de, pelo menos, 25 pessoas, na maioria reclusos, e deixaram mais de 100 feridos, informaram as autoridades na segunda-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Confrontos no interior de uma prisão nos arredores da capital do Sri Lanka causaram a morte de, pelo menos, 25 pessoas, na maioria reclusos, e deixaram mais de 100 feridos, informaram as autoridades na segunda-feira.</P><br />
<P>A agitação na prisão de Negombo, a cerca de 35 quilómetros a norte de Colombo, começou entre os reclusos no domingo e, quando os guardas tentaram intervir na segunda-feira, os reclusos &#8220;começaram a atacar os funcionários prisionais&#8221;, segundo o porta-voz da prisão, A.C. Gajanayake, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>Alguns reclusos tentaram fugir, mas foram detidos, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>Um responsável do principal hospital público da região informou que sete funcionários prisionais e 18 reclusos morreram, enquanto outros 43 se encontram a receber tratamento devido a ferimentos. </P><br />
<P>A mesma fonte, que falou sob condição de anonimato, acrescentou que três outros hospitais estão a tratar de dezenas de feridos.</P><br />
<P>O ministro da Justiça do Sri Lanka, Harshana Nanayakkara, afirmou que o primeiro confronto eclodiu entre dois bandos rivais ligados ao tráfico ilegal de drogas. </P><br />
<P>Uma vez restabelecida a ordem na segunda-feira à noite, os reclusos que lideraram a violência foram transferidos para duas outras prisões, acrescentou Nanayakkara.</P><br />
<P>Os distúrbios justificaram o destacamento de tropas do exército do país para o entorno da prisão.</P><br />
<P>As prisões do Sri Lanka estão em sobrelotação, com mais de 39 mil reclusos amontoados num sistema com uma capacidade total para apenas 10 mil presos.</P></p>
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		<title>Banco central abre mercado da China continental a dívida emitida em Macau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:04:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do banco central da China, Pan Gongsheng, anunciou hoje que a dívida emitida em Macau poderá ser vendida no mercado da China continental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do banco central da China, Pan Gongsheng, anunciou hoje que a dívida emitida em Macau poderá ser vendida no mercado da China continental.</P><br />
<P>O governador do Banco Popular da China (PBC, na sigla em inglês) disse que o mercado chinês também irá abrir-se às obrigações emitidas na vizinha região de Hong Kong, quer sejam denominadas em dólares de Hong Kong ou em renmimbi.</P><br />
<P>Pan falava num discurso proferido durante uma cimeira, realizada em Hong Kong, sobre o programa Bond Connect, que permite aos investidores da China continental aceder a mercados de dívidas externos.</P><br />
<P>O líder do PBC anunciou que a quota anual de investimento líquido no Bond Connect irá subir de 500 para 800 mil milhões de yuan (de 64 para 103 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Pan prometeu ainda reforçar o investimento das reservas cambiais da China continental em ativos em Hong Kong, para apoiar o mercado financeiro da antiga colónia britânica.</P><br />
<P>&#8220;Isto dará vitalidade ao desenvolvimento de Hong Kong&#8221;, disse o governador, citado pela imprensa local.</P><br />
<P>Pan disse que o lançamento de mais produtos financeiros denominados em renmimbi é uma grande oportunidade para Hong Kong atrair mais investidores estrangeiros, incluindo fundos soberanos.</P><br />
<P>O líder do banco central da China confirmou que Hong Kong lançará em breve contratos de futuros de obrigações em renminbi a cinco anos, tendo como alvo prioritário investidores externos.</P><br />
<P>Macau tem apostado nos serviços financeiros entre a China e os países de língua portuguesa para diversificar a economia da cidade, altamente dependente dos casinos e do turismo.</P><br />
<P>O banco do bloco BRICS, o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), anunciou em 26 de junho a primeira emissão de dívida em Macau, no valor de 50 milhões de dólares (43,9 milhões de euros).</P><br />
<P>A sucursal de Macau do Banco Industrial e Comercial da China, que organizou a emissão de dívida, informou em comunicado que o dinheiro será investido em &#8220;projetos de infraestruturas sustentáveis no Brasil&#8221;, sem revelar mais detalhes.</P><br />
<P>O regulador financeiro da região chinesa, a Autoridade Monetária de Macau (AMCM), fiz saber que a dívida foi &#8220;totalmente subscrita&#8221; pelo Fundo de Cooperação e Desenvolvimento China-Países de Língua Portuguesa.</P><br />
<P>Este fundo foi criado há 10 anos pelo Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês), um banco estatal, e pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Macau, com um capital de mil milhões de dólares (875 milhões de euros).</P><br />
<P>Em fevereiro, o novo presidente da AMCM, Simon Vong Sin Man, prometeu, ao tomar posse, reforçar o papel da região como fornecedor de serviços financeiros entre a China continental e os mercados lusófonos.</P><br />
<P>Em janeiro, o CDB tornou-se o primeiro banco estatal chinês a emitir dívida em Macau, no valor de 5,5 mil milhões de yuan (710 milhões de euros), também para financiar projetos nos países de língua portuguesa.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Henrietta Lau Hang Kun, dirigente da AMCM, disse que os bancos centrais de Angola e Timor&#8211;Leste estavam interessados em emitir dívida pública na região, para atrair investidores da China continental.</P></p>
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