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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: AIE prevê abrandamento da procura de gás este ano com subida dos preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 15:40:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Internacional da Energia (AIE) considerou que a procura de gás natural irá diminuir este ano devido a uma oferta mais restrita, relacionada com a guerra no Médio Oriente, que está a impulsionar a subida dos preços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Agência Internacional da Energia (AIE) considerou que a procura de gás natural irá diminuir este ano devido a uma oferta mais restrita, relacionada com a guerra no Médio Oriente, que está a impulsionar a subida dos preços.</P><br />
<P>No relatório de previsões para o terceiro trimestre de 2026, publicado hoje, a organização estimou que a procura global de gás diminuirá 0,5% este ano, devido principalmente à menor utilização nos setores energético e industrial.</P><br />
<P>Se esta previsão se concretizar, será a terceira vez em sete anos que a procura regista uma contração em termos homólogos.</P><br />
<P>O relatório descreve a forma como os mercados reagiram às perturbações nos embarques de gás através do estreito de Ormuz, que anteriormente constituía a via de passagem para cerca de 20% do abastecimento mundial de gás natural liquefeito (GNL).</P><br />
<P>&#8220;Embora o tráfego de navios metaneiros de GNL através do estreito &#8211; detalhou a AIE &#8211; tenha vindo a aumentar desde que os Estados Unidos e o Irão chegaram a um acordo provisório, em meados de junho, para colocar fim às hostilidades e reabrir o estreito, o tráfego continua muito abaixo dos níveis anteriores e existe uma grande incerteza em torno das perspetivas dos fluxos comerciais futuros&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, os preços do gás natural na Ásia e na Europa moderaram-se desde os máximos registados em março, mas continuam muito acima dos níveis previstos.</P><br />
<P>Relativamente ao primeiro semestre do ano, &#8220;os dados iniciais sugerem que a procura mundial de gás natural sofreu uma contração&#8221;, em grande parte devido a uma diminuição da procura no Médio Oriente, relacionada com uma oferta mais restrita e com os danos sofridos pelas indústrias com utilização intensiva de gás.</P><br />
<P>&#8220;A procura de gás também enfraqueceu na Ásia devido aos preços mais elevados e às medidas políticas destinadas a reduzir a procura e a promover a transição para outros combustíveis, nomeadamente para o carvão no setor elétrico&#8221;, assinalou a agência internacional.</P><br />
<P>No que diz respeito ao fornecimento de GNL, a queda proveniente do Qatar e dos Emirados Árabes Unidos foi &#8220;acentuada&#8221;, com uma diminuição da produção de quase 80% no período de março a junho, em comparação com o mesmo período de 2025.</P><br />
<P>&#8220;No entanto, para todo o ano de 2026, prevê-se que a oferta se mantenha praticamente inalterada em relação a 2025, uma vez que os produtores de outras regiões irão impulsionar a produção, incluindo novos projetos de GNL na América do Norte, África e Austrália&#8221;, esclareceu a organização.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, a AIE alertou que, se a reabertura total do estreito de Ormuz não ocorrer até ao início do quarto trimestre deste ano, isso poderá provocar a primeira queda anual na oferta mundial de GNL desde 2012.</P><br />
<P>De qualquer forma, as implicações do conflito no Médio Oriente prolongar-se-ão para além de 2026, de acordo com o relatório, uma vez que se prevê que as interrupções no abastecimento a curto prazo e os danos nas infraestruturas de gás &#8211; incluindo a instalação de Ras Laffan no Qatar, a maior unidade de liquefação do mundo &#8211; atrasem a expansão planeada da capacidade de GNL do Qatar.</P><br />
<P>&#8220;Prevê-se que os impactos no crescimento projetado da oferta se concentrem principalmente em 2026 e 2027, o que significa que os mercados poderão permanecer mais apertados do que se esperava anteriormente durante os próximos dois anos&#8221;, referiu a AIE.</P><br />
<P>O relatório destacou também as formas como as perturbações no mercado global do gás se estão a repercutir noutras partes do setor energético e da economia em geral.</P><br />
<P>Por exemplo, o conflito afetou profundamente as cadeias de abastecimento mundiais de fertilizantes (para as quais o gás é uma matéria-prima essencial), o que tem implicações para a segurança alimentar, especialmente nas regiões mais vulneráveis do mundo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786434]]></sapo:autor>
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		<title>COI levanta restrições a atletas russos que já podem competir e participar em LA2028</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 15:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[COI]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[LA2028]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comité Olímpico Internacional (COI) levantou hoje as restrições aos atletas russos em competirem nos eventos mundiais, incluindo as qualificações para os Jogos Olímpicos Los Angeles2028.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comité Olímpico Internacional (COI) levantou hoje as restrições aos atletas russos em competirem nos eventos mundiais, incluindo as qualificações para os Jogos Olímpicos Los Angeles2028.</P><br />
<P>A comissão executiva do COI, reunida na sua sede, em Lausana, Suíça, levantou provisoriamente a suspensão do Comité Olímpico Russo (ROC), decretada no outono de 2023, com o fundamento de que este já não conta entre os seus membros com organizações desportivas de regiões ucranianas ocupadas.</P><br />
<P>Esta decisão, que surge exatamente dois meses depois de terem sido levantadas as restrições aos atletas da Bielorrússia, não contempla ainda a possibilidade de os desportistas russos poderem competir sob o seu hino e bandeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786429]]></sapo:autor>
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		<title>Transportes públicos que servem zona de Algés reforçados para o NOS Alive</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 15:38:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas de transportes públicos que servem a zona de Alges, em Oeiras, vão reforçar os seus serviços entre quinta-feira e domingo para o Festival NOS Alive, evento que vai condicionar o trânsito nas imediações, que será coordenado pela PSP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As empresas de transportes públicos que servem a zona de Alges, em Oeiras, vão reforçar os seus serviços entre quinta-feira e domingo para o Festival NOS Alive, evento que vai condicionar o trânsito nas imediações, que será coordenado pela PSP.</P><br />
<P>Em comunicado hoje divulgado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial de Oeiras, adiantou que irá implementar uma operação especial de segurança durante os três dias do Festival NOS Alive, no Passeio Marítimo de Algés.</P><br />
<P>A PSP adiantou ter preparado um dispositivo policial reforçado, tendo em conta que o evento deverá reunir cerca de 60 mil pessoas por dia, &#8220;assente na prevenção, proximidade e resposta rápida, com o objetivo de garantir que o festival decorra em segurança para todos&#8221;.</P><br />
<P>A partir das 15:00 de quinta-feira têm inicio os condicionamentos à circulação automóvel e ao estacionamento nas Avenida Brasília e Avenida Marginal, entre Algés e o Alto da Boa Viagem, assim como no Viaduto da CRIL/IC17 (Algés) e Praça D. Manuel I.</P><br />
<P>O acesso à CRIL, pela Avenida General Norton de Matos (sentido Norte/Sul), em Miraflores, Avenida Humberto Melo Pereira (cruzamento com a Rua Damião de Góis), no sentido Norte-Sul, e Avenida Ivens, no sentido Lisboa-Cascais, também vão estar condicionados segundo a PSP.</P><br />
<P>De acordo com a nota, entre as 23:00 e as 04:00, a circulação será interrompida na via descendente da CRIL/IC17, entre o Nó de Miraflores e a rotunda junto à Avenida Brasília.</P><br />
<P>A PSP recomenda a utilização de percursos alternativos através da A5, N117/Belém e N6-3 (Alto da Boa Viagem) e apela à utilização de transportes públicos como a melhor opção para aceder ao recinto.</P><br />
<P>Assim, a Carris preparou um &#8216;shuttle&#8217; especial de regresso, com três destinos: Santa Apolónia (paragens em Belém, Alcântara, Santos e Cais do Sodré), Marquês de Pombal (paragem nas Amoreiras) e Oriente (paragens na Estação de Benfica e Campo Grande).</P><br />
<P>De acordo com a informação publicada no site oficial da Carris, o &#8216;shuttle&#8217; especial para o regresso após o festival pode ser apanhado &#8220;mesmo à saída do recinto do NOS Alive!&#8221;.</P><br />
<P>Na quinta-feira, os horários são entre as 00:00 e as 03:00 e na sexta-feira entre as 00:00 e as 04:00.</P><br />
<P>A CP reforça também a oferta com comboios especiais e serviços dedicados para facilitar a deslocação para o festival, com o Comboio Especial_Música, na madrugada de 10 e 12 de julho, entre Santa Apolónia &#8211; Porto Campanhã, a sair de Lisboa pelas 03:20.</P><br />
<P>Na madrugada de 11 de julho, o comboio entre Santa Apolónia e Campanhã sai pelas 02:45.</P><br />
<P>Já os Comboios Urbanos de Lisboa vão ser reforçados nas madrugadas dos três dias de festival: Algés &#8211; Cais do Sodré (01:45, 02:15, 02:30, 03:00, 03:30, 04:00), Algés &#8212; Cascais (02:00, 02:15, 02:30, 03:00, 03:30, 04:00) e Cais do Sodré &#8212; Algés (18:10, 18:30, 18:50, 19:10, 19:20, 19:40).</P><br />
<P>Também a ligação fluvial entre a Trafaria (Almada) e Lisboa vai ser, a partir de quinta-feira, prolongada até Pedrouços/Algés (Oeiras), num serviço que passa a ser assegurado todos os dias da semana, anunciou a TTSL &#8212; Transtejo Soflusa.</P><br />
<P>O arranque desta nova operação fluvial Trafaria &#8212; Porto Brandão até Pedrouços/Algés coincide com o início do festival de música NOS Alive.</P><br />
<P>No site, a empresa divulgou informação sobre as ligações fluviais nas três madrugadas do festival e que irá realizar, além dos habituais horários de madrugada, carreiras extra nas ligações fluviais de Cais do Sodré &#8211; Cacilhas (03:00/04:00) e Terreiro do Paço &#8212; Barreiro (03:00/04:00).</P><br />
<P>A PSP aconselha que os festivaleiros se desloquem para o evento &#8220;com antecedência, atendendo à elevada afluência de pessoas ao evento e aos procedimentos de segurança necessários para o acesso ao recinto&#8221;, além de verificar quais os itens proibidos que não poderão levar para o recinto do festival.</P><br />
<P>Como objetos proibidos, a PSP refere que não podem entrar bebidas alcoólicas, armas de fogo e armas brancas, objetos perigosos (canivetes, correntes metálicas, cintos e/ou pulseiras pontiagudas, etc.) ou garrafas reutilizáveis de metal.</P><br />
<P>Estão ainda impedidos de entrar objetos de vidro, latas (bebida e spray), garrafas com água com tampa acima de 500ml, &#8216;selfie sticks&#8217; e hastes rígidas, além de tendas, bancos, cadeiras, correntes, cordas e lanternas.</P><br />
<P>É ainda proibida a entrada de cartazes de grandes dimensões ou que contenham frases &#8220;ofensivas, discriminatórias ou relacionadas com ações extremistas&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a PSP, à entrada do recinto serão realizadas revistas de segurança e &#8220;todos os objetos não autorizados serão removidos&#8221;, sendo que os objetos apreendidos nas revistas &#8220;não serão devolvidos&#8221;, pelo que a PSP recomenda que não sejam transportados para o recinto.</P><br />
<P>Os participantes poderão utilizar o bengaleiro, localizado junto às bilheteiras, para guardar objetos não permitidos, mediante o pagamento de um euro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786437]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeiro-ministro húngaro cumpre promessa e fecha canais controlados por Viktor Órban</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 15:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Péter Magyar]]></category>
		<category><![CDATA[Viktor Orbán]]></category>
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					<description><![CDATA[O canal M1 e a rádio Kossuth encerraram, completou, num comentário à própria publicação 'online']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As estações públicas de televisão e rádio húngaras, controladas pelo ex-primeiro-ministro Viktor Orbán, pararam de transmitir hoje à tarde, anunciou o chefe do Governo, Péter Magyar, saudando um &#8220;dia histórico&#8221;.</p>
<p>&#8220;Hoje, acabou a transmissão de propaganda nas plataformas dos meios de comunicação públicos&#8221;, anunciou nas redes sociais Magyar, que pôs fim aos 16 anos de Viktor Orbán no poder, nas eleições em abril.</p>
<p>&#8220;Um dia histórico. (&#8230;) Mentiram à noite, mentiram durante o dia, mentiram em todos os canais. Isso acabou&#8221;, escreveu na mesma publicação.</p>
<p>O canal M1 e a rádio Kossuth encerraram, completou, num comentário à própria publicação &#8216;online&#8217;.</p>
<p>O canal televisivo exibia o ecrã a negro, com a mensagem: &#8220;Os meios de comunicação públicos não podem mentir. Pedimos desculpas por termos feito isso durante muitos anos. A imprensa pública está a transformar-se para ser independente e confiável no futuro. O serviço de notícias está temporariamente suspenso. Continue connosco&#8221;.</p>
<p>As páginas &#8216;online&#8217; destes meios também exibem um ecrã preto, enquanto a frequência da rádio Kossuth estava a transmitir a programação da estação musical Bartók.</p>
<p>Os programas da M1 serão retomados à noite, mas sem os boletins de notícias, de acordo com o comunicado de imprensa do grupo MTVA, que supervisiona os vários canais.</p>
<p>Quatro dias depois da vitória eleitoral de 12 de abril, Péter Magyar prometeu &#8220;suspender imediatamente o serviço de notícias falsas que opera&#8221; na M1, numa entrevista ao canal, a primeira em 18 meses.</p>
<p>O ultraconservador Viktor Orbán, que esteve 16 anos consecutivos no poder, ou empresários próximos do poder, controlavam cerca de 80% da imprensa, de acordo com a organização não-governamental (ONG) Repórteres sem Fronteiras (RSF).</p>
<p>A decisão sobre os órgãos públicos é mais um passo no desmantelamento do sistema de Orbán, prometido pelo conservador Magyar nas eleições legislativas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786427]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugueses gastam quase três milhões de euros por dia em hospitais privados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugueses-gastam-quase-tres-milhoes-de-euros-por-dia-em-hospitais-privados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 15:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor continua em expansão, mas a Entidade Reguladora da Saúde alerta para riscos associados à forte concentração da oferta, tanto em termos geográficos como empresariais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As famílias portuguesas estão a suportar cada vez mais custos diretos com cuidados prestados em hospitais privados. Entre 2015 e 2023, a despesa paga do próprio bolso nestas unidades aumentou quase 59%, passando de 684 milhões para 1.087 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/07/sociedade/noticia/familias-gastam-tres-milhoes-euros-dia-hospitais-privados-concentracao-sector-preocupa-2180832" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, este valor equivale a quase três milhões de euros por dia pagos diretamente pelas famílias a hospitais privados. O setor continua em expansão, mas a Entidade Reguladora da Saúde alerta para riscos associados à forte concentração da oferta, tanto em termos geográficos como empresariais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O retrato consta de uma monitorização da ERS sobre a concorrência no setor hospitalar não público. Em 2023, a despesa total nos hospitais privados chegou aos 2.905 milhões de euros, mais 56,6% do que em 2015. A fatia paga diretamente pelas famílias representou 37% desse total, uma proporção que se manteve relativamente estável ao longo da última década.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, o valor absoluto continua a subir. Em oito anos, os portugueses passaram a gastar mais 403 milhões de euros diretamente em hospitais privados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crescimento da despesa acontece num contexto em que os hospitais privados têm vindo a assumir maior relevância no sistema de saúde. Segundo o Público, a ERS identifica atualmente 108 hospitais não públicos no país, dos quais 69 são privados e 39 pertencem ao setor social.</p>
<p class="isSelectedEnd">A distribuição destas unidades, porém, é muito desigual. A Grande Lisboa e a Área Metropolitana do Porto concentram, cada uma, 22 hospitais não públicos, o que representa mais de 20% da oferta nacional em cada uma dessas regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">A seguir surgem a região de Coimbra, com nove hospitais não públicos, e o Cávado, com oito. No extremo oposto, o Alto Alentejo, a Beira Baixa e as Beiras e Serra da Estrela não tinham, em maio de 2026, qualquer hospital não público registado.</p>
<p><strong>Quatro grupos controlam dois terços da capacidade privada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A concentração do setor não se limita à localização dos hospitais. A ERS sublinha que quatro grandes grupos privados — CUF, Luz Saúde, Lusíadas e Trofa Saúde — controlam cerca de dois terços da capacidade instalada do setor hospitalar privado em Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para avaliar a concorrência, a reguladora analisou os mercados regionais através do Índice Herfindahl-Hirschman, usado pelas autoridades da concorrência para medir o grau de concentração de um mercado. A análise incluiu 108 hospitais não públicos e 152 unidades sem internamento, como clínicas e consultórios, que funcionam em rede com esses hospitais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os resultados mostram que cerca de 82% da população portuguesa vive em regiões onde os hospitais privados apresentam níveis elevados de concentração. A Área Metropolitana do Porto é a única região classificada com concentração moderada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ERS identificou situações de monopólio em cinco regiões: Alentejo Litoral, Alto Tâmega e Barroso, Baixo Alentejo, Lezíria do Tejo e Viseu Dão-Lafões. Nestes territórios, existe apenas um operador com relevância concorrencial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Noutras zonas do país, predominam situações de duopólio. É o caso do Alto Minho, Douro, Médio Tejo, Península de Setúbal e Região de Aveiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A reguladora assinala ainda potenciais posições dominantes em várias regiões, incluindo Algarve, Oeste, Cávado, Região de Leiria, Península de Setúbal e Tâmega e Sousa.</p>
<p><strong>ERS alerta para riscos nos preços, escolha e qualidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante estes níveis de concentração, a Entidade Reguladora da Saúde avisa que fusões, aquisições ou outras alterações que reduzam a concorrência entre operadores podem ter efeitos negativos para os utentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os riscos apontados estão preços excessivamente elevados, cuidados de saúde de qualidade inferior, menor diversidade de serviços, restrições à liberdade de escolha, barreiras à entrada de novos operadores, práticas de preços predatórios e redução da produtividade.</p>
<p>Face aos resultados da monitorização, a ERS garante que vai continuar a acompanhar a evolução concorrencial do setor hospitalar privado, tendo em conta os elevados níveis de concentração identificados nos mercados analisados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786422]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal tem das melhores autoestradas da Europa — e portagens abaixo da média, revela estudo da Deloitte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 15:10:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com o estudo, apresentado no LNEC, em Lisboa, o custo por quilómetro das portagens em Portugal, ajustado ao poder de compra, é 20% inferior à média europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem uma das melhores e mais seguras redes de autoestradas da Europa e cobra portagens abaixo da média europeia, segundo um estudo da Deloitte apresentado no Congresso dos 25 anos da APCAP – Associação Portuguesa das Sociedades Concessionárias de Autoestradas ou Pontes com Portagens.</p>
<p>De acordo com o estudo, apresentado no LNEC, em Lisboa, o custo por quilómetro das portagens em Portugal, ajustado ao poder de compra, é 20% inferior à média europeia. A análise conclui ainda que a qualidade da rede rodoviária nacional resulta do investimento feito ao longo dos anos, direta ou indiretamente financiado por portagens, permitindo ao país apresentar níveis de sinistralidade inferiores à média europeia.</p>
<p>A percentagem de autoestradas portajadas em Portugal situa-se atualmente em 58%, valor inferior à média da rede ASECAP, a associação europeia do setor. Para a APCAP, estes dados contrariam a ideia de que Portugal tem uma rede excessivamente portajada ou com custos desproporcionados face aos restantes países europeus.</p>
<p>O estudo lança, no entanto, um aviso sobre os custos de uma eventual abolição total das portagens. Segundo a Deloitte, eliminar este modelo representaria uma despesa anual de 1.500 milhões de euros, valor que passaria a ser suportado pelos contribuintes e que poderia comprometer a manutenção, operação e modernização da rede rodoviária.</p>
<p>A APCAP estima também que as medidas recentes de eliminação de portagens poderão representar perdas de receita de cerca de 200 milhões de euros por ano. A associação considera que este custo será transferido para todos os contribuintes, reduzindo os recursos disponíveis para novos investimentos e enfraquecendo o princípio do utilizador-pagador.</p>
<p>Manuel Melo Ramos, presidente da APCAP, defende que um modelo “estruturado, transparente e assente no princípio do utilizador-pagador” é a forma mais eficaz de maximizar o benefício público. Para o responsável, este sistema permite garantir a manutenção e qualidade das infraestruturas existentes, ao mesmo tempo que cria capacidade financeira para novos investimentos sem agravar a dívida pública.</p>
<p>O estudo da Deloitte é apresentado pela APCAP como o primeiro diagnóstico aprofundado e prospetivo do modelo português de concessões rodoviárias. A análise avalia o desempenho da rede nacional em comparação com os principais países europeus e projeta cenários possíveis para os próximos anos.</p>
<p>As conclusões reforçam a defesa do modelo de concessão como solução eficiente para assegurar uma rede de qualidade sem transferir integralmente os custos para o erário público. Para a APCAP, a questão central não é apenas quanto se paga de portagem, mas como se financia a manutenção de uma infraestrutura considerada essencial para a mobilidade, a segurança e a competitividade económica.</p>
<p>A perspetiva europeia foi trazida ao congresso por Christophe Boutin, presidente da ASECAP, que defendeu a modernização dos modelos de concessão e dos mecanismos de portagem. O responsável alertou para a necessidade de não desmantelar um sistema que, segundo afirmou, já demonstrou produzir resultados, antes reforçando o seu papel na construção de uma mobilidade mais verde, resiliente e inclusiva.</p>
<p>Manuel Melo Ramos sublinha ainda que a generalidade dos países europeus cobra portagens, seja em autoestradas, túneis, pontes, acessos urbanos ou, pelo menos, a veículos pesados. O presidente da APCAP recorda que a Diretiva Comunitária Eurovinheta reforça esta orientação, ao associar a cobrança não só à utilização da infraestrutura, mas também ao impacto ambiental dos veículos.</p>
<p>O debate sobre o futuro das concessões rodoviárias contou ainda com representantes do IMT, Infraestruturas de Portugal, Brisa, Ascendi e Lusoponte, tendo sido encerrado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo. Para a APCAP, o congresso marcou o início de uma discussão que deverá continuar nos próximos meses, envolvendo decisores políticos, entidades públicas, concessionárias e restantes partes interessadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786421]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Nova Iorque negoceia mista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:46:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava mista no início da sessão com o setor da inteligência artificial (IA) novamente em queda e o preço do petróleo a subir para pretos dos 70 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa em Wall Street negociava mista no início da sessão com o setor da inteligência artificial (IA) novamente em queda e o preço do petróleo a subir para pretos dos 70 dólares. </P><br />
<P>Pelas 14:50 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones era o único de subia, 0,24% para 53.182,01 pontos. </P><br />
<P>O agregado S&amp;P 500 recuava 0,24% para 7.519,27 pontos e o tecnológico Nasdaq caía 0,82% para 25.906,14 pontos. </P><br />
<P>As quedas das ações do setor da inteligência artificial, incluindo a Micron Technology, arrastaram o Nasdaq para uma descida perto de 1%.</P><br />
<P>A fraqueza começou na Ásia, onde a Samsung Electronics desceu 6,9% em Seul, contribuindo para que o índice Kospi da Coreia do Sul caísse 4,9%. </P><br />
<P>Outros índices asiáticos também registaram quedas, enquanto os mercados europeus apresentaram resultados mistos. As taxas de rendibilidade dos títulos do Tesouro subiram ligeiramente.</P><br />
<P>O petróleo bruto do Texas (WTI, na sigla em inglês) subia hoje 0,92%, para 69,18 dólares por barril, depois de a Guarda Revolucionária do Irão ter disparado contra dois navios comerciais perto do estreito de Ormuz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786388]]></sapo:autor>
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		<title>Trump ameaça retirar mais tropas da Europa e volta a reclamar a Gronelândia para os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:45:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Donald Trump voltou a defender que a Gronelândia deve ficar sob controlo dos Estados Unidos e deixou novas críticas à NATO, afirmando estar “muito dececionado” com os aliados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Donald Trump voltou a defender que a Gronelândia deve ficar sob controlo dos Estados Unidos e deixou novas críticas à NATO, afirmando estar “muito dececionado” com os aliados. As declarações foram feitas esta terça-feira, em Ancara, à chegada à cimeira da Aliança Atlântica, numa conferência de imprensa conjunta com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente norte-americano não afastou a possibilidade de retirar mais tropas dos Estados Unidos da Europa, depois de ter criticado a falta de apoio dos aliados à recente atuação militar de Washington contra o Irão. Trump afirmou que só participou na cimeira por esta decorrer na Turquia, país liderado por Erdogan, a quem chamou “amigo” e “líder muito forte”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionado sobre uma eventual redução da presença militar norte-americana na Europa, Trump respondeu com fortes críticas à NATO. O presidente dos Estados Unidos disse que os aliados não trataram bem Washington durante a ofensiva no Médio Oriente e acusou-os de terem recusado apoio antes mesmo de os Estados Unidos o pedirem formalmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump recordou que os EUA investiram “biliões de dólares” na Aliança Atlântica ao longo dos anos para proteger os países europeus e o Canadá, primeiro da ameaça da antiga União Soviética e depois da Rússia. Para o presidente norte-americano, seria expectável que esses países estivessem mais disponíveis para apoiar Washington.</p>
<p class="isSelectedEnd">O chefe de Estado norte-americano questionou ainda o motivo pelo qual os Estados Unidos continuam a gastar centenas de milhares de milhões de dólares se os aliados não estão disponíveis para os apoiar quando necessário.</p>
<p><strong>Gronelândia volta ao discurso de Trump</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a mesma intervenção, Trump recuperou a reivindicação sobre a Gronelândia, território autónomo sob soberania dinamarquesa. O presidente norte-americano afirmou que a ilha é importante para os Estados Unidos e criticou a Dinamarca, dizendo que Copenhaga não investe o suficiente para ajudar verdadeiramente a Gronelândia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump justificou o interesse estratégico com a presença de navios chineses e russos na região. Para o presidente dos Estados Unidos, a Gronelândia deveria estar sob controlo norte-americano e não dinamarquês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump também voltou a comentar a relação com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, depois de a ter criticado nos últimos dias. O presidente norte-americano disse que Meloni é uma pessoa “agradável” e que ambos tiveram uma boa relação, mas afirmou que essa relação se deteriorou porque a chefe do Governo italiano se recusou a ajudar os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Trump, Meloni não quis envolver-se na questão do estreito de Ormuz, ou, nas suas palavras, no dossier do Irão. O presidente dos Estados Unidos afirmou que não pressionou muito a líder italiana, mas considerou que a recusa foi um erro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump sublinhou que Itália depende em grande medida do petróleo proveniente do Médio Oriente, ao contrário dos Estados Unidos, que, segundo afirmou, têm reservas próprias suficientes. O presidente norte-americano disse que Washington não precisa do estreito de Ormuz e que age na região por considerar essa intervenção importante.</p>
<p>As declarações de Trump em Ancara reforçam a tensão entre Washington e alguns aliados europeus, num momento em que a cimeira da NATO decorre sob pressão das divergências sobre defesa, Médio Oriente e presença militar norte-americana na Europa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786396]]></sapo:autor>
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		<title>Líder parlamentar do CDS-PP pede a CGTP que atribua medalha de mérito a André Ventura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:45:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Núncio]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do CDS-PP apelou hoje à CGTP para atribuir uma medalha de mérito ao presidente do Chega, André Ventura, depois de ter chumbado com a esquerda a proposta de revisão da lei laboral do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do CDS-PP apelou hoje à CGTP para atribuir uma medalha de mérito ao presidente do Chega, André Ventura, depois de ter chumbado com a esquerda a proposta de revisão da lei laboral do Governo.</P><br />
<P>No encerramento das jornadas parlamentares do PSD/CDS-PP, em Cascais (distrito de Lisboa), Paulo Núncio disse ao Chega que &#8220;não dá para ser de direita e comunista ao mesmo tempo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Diz-me com quem andas, diz-me com quem tens o punho erguido e eu dir-te-ei quem és. De tanto querer agradar à esquerda, o Chega é hoje o maior aliado da esquerda e da extrema-esquerda contra o governo da AD&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Numa nota irónica, deixou um apelo direto ao secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira.</P><br />
<P>&#8220;E o apelo é muito simples. Pelos distintíssimos serviços prestados ao sindicalismo comunista, o deputado André Ventura merece receber a medalha de mérito da CGTP&#8221;, afirmou, acrescentando que, desde Álvaro Cunhal, &#8220;pouca gente terá feito tanto pela causa do sindicalismo comunista como o deputado André Ventura nos últimos tempos&#8221;. </P><br />
<P>Paulo Núncio destacou os resultados do Governo PSD/CDS-PP em três áreas: a economia, o apoio aos mais frágeis e no &#8220;virar de página do delírio &#8216;woke'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque governar não é só administrar bem as finanças públicas, também é proteger os valores e as causas em que acreditamos. E na frente mais prioritária, a das nossas crianças&#8221;, disse.</P><br />
<P>O líder parlamentar do CDS-PP defendeu que é preciso &#8220;proteger as crianças da tragédia das terapias hormonais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vamos acabar com as terapias hormonais para mudança de sexo em crianças. Mas não ficamos por aqui. Queremos proteger o direito constitucional à liberdade de aprender, à participação das famílias na educação dos seus filhos e a um ensino livre de amarras ideológicas, como defendeu e bem o nosso primeiro-ministro&#8221;, disse.</P><br />
<P>Paulo Núncio incluiu ainda neste ponto a defesa dos símbolos nacionais, numa referência à chamada lei das bandeiras, que foi vetada pelo Presidente da República e será alvo de reapreciação parlamentar depois do verão. </P><br />
<P>&#8220;As bandeiras devem ser símbolos de unidade, não de divisão entre os portugueses. E os edifícios públicos não devem ser usados para campanhas políticas ideológicas que dividem a nação portuguesa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Para os próximos anos, o líder parlamentar do CDS-PP apelou a que não se esqueçam as razões pelas quais os portugueses deram a vitória à AD em duas legislativas antecipadas.</P><br />
<P>&#8220;Para governar com resultados, para transformar Portugal, para fazer mudanças, para trabalhar e avançar, sem medos e com confiança&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786370]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Choque energético deve exercer pressão adicional sobre os salários, alerta OCDE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os salários reais permanecem abaixo dos níveis de 2021 em cerca de um terço dos países da OCDE e espera-se que o choque energético deste ano exerça pressão adicional sobre os rendimentos, segundo um novo relatório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os salários reais permanecem abaixo dos níveis de 2021 em cerca de um terço dos países da OCDE e espera-se que o choque energético deste ano exerça pressão adicional sobre os rendimentos, segundo um novo relatório.</P><br />
<P>Mesmo antes da recente subida nos preços da energia, a recuperação dos salários reais já estava a desacelerar, ao passo que, num terço dos países da OCDE, os salários reais permaneciam abaixo dos níveis observados no início de 2021, pouco antes da onda inflacionária do pós-pandemia. </P><br />
<P>O crescimento anual dos salários reais foi positivo em praticamente todos os países da OCDE no primeiro trimestre de 2026, mas ficou abaixo do registado um ano antes em dois terços deles.</P><br />
<P>A média entre os países foi de 2,2% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com 2,7% no primeiro trimestre de 2025, de acordo com o relatório da OCDE divulgado hoje.</P><br />
<P>Com as novas pressões inflacionárias decorrentes dos custos mais elevados de energia, espera-se que o crescimento dos salários reais desacelere ainda mais, alerta a OCDE, que destaca que os salários dos trabalhadores de menor remuneração &#8220;resistiram melhor à inflação do que os da maioria dos trabalhadores, graças aos aumentos do salário mínimo&#8221;.</P><br />
<P>Já os mercados de trabalho nos países da OCDE mantiveram-se resilientes, com o emprego total a atingir um nível recorde e a previsão de que continue a crescer neste ano e no próximo. </P><br />
<P>A OCDE sublinha ainda que existem grandes diferenças regionais nos resultados do mercado de trabalho, sendo que as taxas de desemprego nas regiões com pior desempenho são, em média, mais do que o dobro das observadas naquelas com melhor desempenho. </P><br />
<P>O relatório salienta também que o comércio e as mudanças tecnológicas afetam os mercados de trabalho locais de maneiras muito distintas, dependendo da sua estrutura industrial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786371]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresas perdem quase 1 milhão de euros por ano devido à complexidade das infraestruturas digitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:28:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[infraestruturas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A complexidade das infraestruturas digitais está a custar às grandes empresas quase um milhão de euros por ano em crescimento e inovação, segundo um novo estudo da Colt Technology Services.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A complexidade das infraestruturas digitais está a custar às grandes empresas quase um milhão de euros por ano em crescimento e inovação, segundo um novo estudo da Colt Technology Services.</p>
<p>A análise conclui que a gestão de redes complexas continua a ser um dos principais entraves à transformação digital, atrasando projetos estratégicos, dificultando a adoção da inteligência artificial (IA) e comprometendo novas oportunidades de negócio.</p>
<p>O estudo <em>The Cost of Complexity: Why Simplifying Digital Infrastructure Accelerates Enterprise Growth</em> reuniu as respostas de 600 gestores de topo de grandes organizações no Reino Unido, França, Alemanha, Países Baixos e Japão.</p>
<p>De acordo com a investigação, cerca de 401 mil euros anuais ficam em risco devido a atrasos, tempo perdido e repetição de tarefas provocados pela complexidade das infraestruturas digitais. A este valor juntam-se mais de 508 mil euros em iniciativas de inovação que acabam por não avançar, elevando para quase um milhão de euros o potencial anual de crescimento comprometido.</p>
<p>Entre os principais fatores que alimentam esta complexidade destacam-se a gestão de múltiplos fornecedores (57%), a utilização de sistemas legados (48%) e os requisitos de segurança e conformidade (36%). Segundo a Colt, estas dificuldades traduzem-se em custos internos mais elevados, atrasos na execução de projetos, aumento dos encargos com fornecedores, adiamento de receitas e maior exposição a riscos de segurança.</p>
<p>O estudo revela ainda que a complexidade das infraestruturas está também a condicionar a adoção da inteligência artificial. Seis em cada dez inquiridos consideram que a infraestrutura digital das suas organizações impede a obtenção de todos os benefícios da IA em larga escala, enquanto 66% admitem que já perderam oportunidades relacionadas com esta tecnologia.</p>
<p>No plano financeiro, mais de metade das empresas (57%) afirma estar a perder receitas porque a infraestrutura digital não acompanha as suas ambições de crescimento. Nos últimos 12 meses, as organizações participantes indicaram ainda que deixaram de concretizar, em média, 14 iniciativas de inovação devido, pelo menos em parte, à complexidade tecnológica, estimando o valor dessas oportunidades perdidas em cerca de 508 mil euros por ano.</p>
<p>Além do impacto financeiro, a investigação aponta consequências operacionais significativas. Em média, as empresas registaram atrasos equivalentes a sete semanas em projetos críticos ao longo do último ano. Cerca de 91% dos inquiridos afirmam que a complexidade das infraestruturas atrasou a adoção de tecnologias emergentes, como a Agentic AI.</p>
<p>O impacto estende-se também a outras áreas estratégicas: 93% dos participantes referem atrasos na integração de processos de fusões e aquisições, 84% na expansão para novos mercados e 83% no lançamento de novos produtos. Além disso, 56% consideram que esta realidade está a travar a inovação, 44% apontam um aumento dos custos operacionais e 39% dizem que está a limitar o crescimento das receitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786390]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O ensino superior está a preparar pessoas para um mercado que já não existe</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/o-ensino-superior-esta-a-preparar-pessoas-para-um-mercado-que-ja-nao-existe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Daniel Sá, director executivo do IPAM]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
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<div class="ms-controls-row"><em>Por Daniel Sá, director executivo do IPAM</em></div>
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</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mercado de trabalho mudou. Rápido. Profundo. Irreversível. O ensino superior não. E isso já deixou de ser um problema académico. É um problema económico.</p>
<p>Segundo o “Future of Jobs Report” do World Economic Forum, 39% das competências centrais dos trabalhadores vão mudar até 2030. Quase quatro em cada dez. Em apenas cinco anos.</p>
<p>No mesmo relatório, 86% das empresas dizem que a inteligência artificial vai transformar profundamente os seus negócios. A maioria já sente falta de talento com as competências certas.</p>
<p>O paradoxo é simples. Nunca se falou tanto de qualificação. Nunca houve uma distância tão grande entre o que se ensina e o que o mercado precisa.</p>
<p>A OCDE confirma: o skills mismatch, ou seja, o desencontro entre formação e trabalho, continua a penalizar produtividade, salários e competitividade. Não é um problema marginal. É estrutural.</p>
<p>Enquanto isso, muitas universidades continuam organizadas por lógicas que fazem cada vez menos sentido: ciclos longos, currículos rígidos, validações lentas, decisões tomadas para proteger o sistema e não para servir o mercado.</p>
<p>Formamos para diplomas. Quando o mercado contrata por competências. Formamos para funções. Quando as funções desaparecem. Formamos para carreiras lineares. Quando o trabalho se tornou tudo menos linear.</p>
<p>A McKinsey é clara: até 2030, até 30% das horas de trabalho actuais podem ser automatizadas, aceleradas pela IA generativa. Profissões inteiras vão mudar de perfil. Outras vão simplesmente desaparecer.</p>
<p>Perante isto, insistir em modelos educativos lentos não é conservadorismo. É irresponsabilidade. As empresas já perceberam.</p>
<p>Cada vez mais recrutam por competências, não por títulos. Grandes grupos internacionais estão a remover exigências formais de grau académico porque sabem que isso já não garante adequação ao papel.</p>
<p>O ensino superior, em demasiados casos, continua a agir como se tivesse tempo infinito. Não tem. Relevância não se herda. Constrói‑se. E constrói‑se com velocidade. O futuro não vai esperar que conselhos científicos deliberem. Não vai aguardar ciclos de acreditação. Não vai respeitar tradições.</p>
<p>Ou o ensino superior acelera, ou torna‑se periférico. Pode manter prestígio interno durante algum tempo. Mas perderá impacto real. E quando uma instituição forma pessoas para um mercado que já não existe, o custo não é dela. É dos estudantes. Das empresas. Do país.</p>
<p>A velocidade deixou de ser uma vantagem competitiva. Passou a ser uma condição mínima de sobrevivência.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Daniel Sá, director executivo do IPAM]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>F3M e Católica Portuguesa juntam-se para reforçar competências de profissionais de vários sectores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa tecnológica F3M e a Universidade Católica Portuguesa – Braga assinaram um protocolo de cooperação que visa capacitar e reforçar as competências de profissionais, ligados às mais variadas áreas e mercados, através de iniciativas de formação e qualificação especializadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A empresa tecnológica F3M e a Universidade Católica Portuguesa – Braga assinaram um protocolo de cooperação que visa capacitar e reforçar as competências de profissionais, ligados às mais variadas áreas e mercados, através de iniciativas de formação e qualificação especializadas.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>“Gestão e Comunicação no Setor Social” será o tema do primeiro curso de especialização que terá início em Outubro. A decorrer em formato online e com uma duração total de 51 horas, esta formação dirige-se, sobretudo, a profissionais da área social, mas também a profissionais de outras áreas que procurem competências específicas nestas temáticas. Serão, assim, abrangidos licenciados em Serviço Social, Psicologia, Sociologia, Educação Social, Comunicação, Recursos Humanos, Gestão ou oriundos de outras vertentes científicas.</p>
<p>Para Sérgio Agrelos, administrador da F3M, e Paulo Dias, pró-reitor do Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa, este protocolo visa fundamentalmente estreitar a cooperação em matéria de desenvolvimento, promoção e divulgação de iniciativas de capacitação. Ambos afirmam acreditar que as actividades que se irão realizar e que serão ministradas por formadores e especialistas de relevo serão, acima de tudo, uma mais-valia para os profissionais que pretendam impulsionar a sua carreira, mudar de profissão ou simplesmente reciclar e atualizar conhecimentos.</p>
<p>«O sector social desempenha um papel fundamental na promoção da coesão social, inclusão e desenvolvimento sustentável. Organizações sem fins lucrativos, instituições de solidariedade e projectos comunitários enfrentam desafios crescentes relacionados com a captação de recursos, F3M e Universidade Católica Portuguesa – Braga assinam protocolo de cooperação para a qualificação dos profissionais Iniciativas de formação visam impulsionar a carreira dos profissionais e dotá-los de novos conhecimentos A primeira iniciativa conjunta realiza-se em outubro e destina-se a profissionais do terceiro sector Entidades da economia social enfrentam desafios crescentes visibilidade, credibilidade e impacto social. Neste contexto, a comunicação estratégica deixou de ser apenas uma ferramenta operacional para se tornar um elemento central na definição da identidade, na mobilização de públicos e na sustentabilidade das organizações», explica Sérgio Agrelos.</p>
<p>O programa da formação foi, assim, desenhado com o objectivo de colmatar os principais desafios identificados no mercado. «Existem, de facto, várias lacunas no sector a que importa responder e que vão muito além da debilidade financeira, da dependência de fundos públicos ou da dificuldade que existe na renovação de cargos de topo e gestão. O secctor enfrenta actualmente dificuldades na atração e retenção de pessoas, comunicação limitada, falta de accountability e fragilidades na colaboração e partilha interinstitucional», indica o responsável.</p>
<p>Além desta iniciativa, a F3M e a Universidade Católica Portuguesa – Braga irão desenvolver outras acções conjuntas com vista à capacitação e qualificação de profissionais da região Norte.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786379]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>AESE Business School cria Campus no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Com esta abertura, a instituição passa a dispor de uma infraestrutura própria na Invicta, composta por duas salas de aula, uma sala de jantar, e diversas salas de trabalho em grupo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A AESE Business School inaugurou no dia 30 de Junho o seu novo Campus no Porto. Com esta abertura, a instituição passa a dispor de uma infraestrutura própria na Invicta, composta por duas salas de aula, uma sala de jantar, e diversas salas de trabalho em grupo.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<div></div>
<div>Para a dean da AESE, Maria de Fátima Carioca, este momento reforça a continuidade da missão da escola, «a presença da AESE no Porto ganha agora um enquadramento mais estruturado, que permite reforçar a ligação às empresas e aos participantes da região, mantendo intacta a forma como entendemos a formação de executivos e a exigência com que a colocamos em prática.»</div>
<div></div>
<div>A oferta da AESE organiza-se em duas vertentes complementares: a progressão das responsabilidades de liderança, desde a gestão de equipas até à alta direcção, e a especialização setorial, ajustada às diferentes realidades empresariais. Neste enquadramento, a AESE tem vindo a preparar, no quadro do novo campus do Porto, o desenvolvimento de novas propostas formativas, em resposta às transformações emergentes da gestão e da economia.</div>
<div></div>
<div>Maria de Fátima Carioca sublinha ainda que «esta evolução não representa uma expansão meramente quantitativa, mas sim um aprofundamento consistente da missão da AESE, sustentado por uma filosofia própria de formação de líderes e por uma abordagem que integra rigor académico, reflexão crítica e ligação direta à realidade empresarial.»</div>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786375]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sonae Sierra compra nove supermercados Mercadona em Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercadona]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sonae Sierra]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sonae Sierra, braço imobiliário do grupo liderado por Cláudia Azevedo, adquiriu uma carteira de nove supermercados Mercadona em Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae Sierra, braço imobiliário do grupo liderado por Cláudia Azevedo, adquiriu uma carteira de nove supermercados Mercadona em Espanha. A operação foi realizada através do fundo Hahn Sierra Food Retail Fonds e contou com assessoria da Savills.</p>
<p>Os nove ativos, adquiridos ao fundo israelita MDSR, somam mais de 15 mil metros quadrados de área de venda e estão distribuídos por seis comunidades autónomas espanholas: Catalunha, Aragão, Andaluzia, Astúrias, Navarra e Extremadura.</p>
<p>Todos os supermercados estão arrendados à Mercadona através de contratos de longo prazo, permitindo à Sonae Sierra assegurar um portefólio diversificado, tanto do ponto de vista geográfico como das respetivas áreas de influência comercial.</p>
<p>Salvador González, Diretor de investimento em retalho da Savills para o mercado espanhol, &#8220;o crescente apetite dos investidores pelos centros comerciais não retirou protagonismo ao setor da alimentação&#8221;. O responsável acrescenta que os supermercados classificados como <em>core</em> &#8220;continuam a ser um dos ativos mais procurados pelos investidores institucionais, graças à elevada qualidade dos seus rendimentos e à capacidade de oferecer estabilidade mesmo em períodos de maior incerteza económica&#8221;.</p>
<p>No âmbito da operação, a EY assessorou a Sonae Sierra nas vertentes legais, enquanto a Eversheds Sutherland prestou assessoria jurídica ao vendedor.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786372]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China &#8216;estraga&#8217; a festa dos 250 anos dos EUA: “América está em declínio”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-estraga-a-festa-dos-250-anos-dos-eua-america-esta-em-declinio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários órgãos de comunicação estatais chineses publicaram nos últimos dias conteúdos que apresentam os Estados Unidos como uma potência enfraquecida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os Estados Unidos assinalavam os 250 anos da Declaração de Independência, a imprensa estatal chinesa aproveitou a data para reforçar uma narrativa recorrente em Pequim: a de uma América em declínio, dividida internamente e cada vez menos capaz de liderar uma ordem mundial em mudança.</p>
<p>Segundo a &#8216;Newsweek&#8217;, vários órgãos de comunicação estatais chineses publicaram nos últimos dias conteúdos que apresentam os Estados Unidos como uma potência enfraquecida, contrastando a celebração nacional americana com críticas à política externa, à polarização política e ao funcionamento das instituições democráticas.</p>
<p>Um dos exemplos mais simbólicos foi um vídeo divulgado pela agência estatal &#8216;Xinhua&#8217;, no qual uma figura vestida como o Tio Sam aparece a soprar velas de aniversário em forma de mísseis balísticos. As velas levantam voo e explodem sobre o Irão num mapa-mundo, numa referência à mais recente guerra americana. Ao fundo surgem outros países marcados por intervenções militares dos Estados Unidos, como Vietname, Afeganistão, Iraque e Líbia.</p>
<p>A mensagem contrasta com o tom das celebrações oficiais norte-americanas. Donald Trump aproveitou o aniversário para fazer um discurso nacionalista em Mount Rushmore, onde exaltou o excecionalismo dos Estados Unidos, afirmou que “ninguém se compara” à América e voltou a apresentar o comunismo como uma ameaça existencial.</p>
<p>A imprensa estatal chinesa fez a leitura oposta. Num editorial publicado a 4 de julho, a &#8216;Xinhua&#8217; escreveu que a “experiência” americana enfrenta o seu teste mais difícil e que a capacidade das instituições dos Estados Unidos para corrigirem os seus próprios problemas está sob forte pressão.</p>
<p>Para a agência chinesa, a questão já não é apenas o que os Estados Unidos conseguiram alcançar nos últimos 250 anos, mas se as suas instituições ainda conseguem resolver os problemas internos, se a política externa continua adequada a um mundo em transformação e se a liderança norte-americana está preparada para se adaptar a uma ordem internacional cada vez mais multipolar.</p>
<p>A narrativa foi reforçada por académicos próximos do debate estratégico chinês. Wu Xinbo, professor e diretor do Instituto de Estudos Internacionais da Universidade de Fudan, afirmou num seminário que o papel de Washington como líder e moldador dos acontecimentos globais tem diminuído nos últimos anos.</p>
<p>Também Hu Xijin, antigo editor do jornal estatal ‘Global Times’, escreveu na rede social chinesa Weibo que a China já ultrapassou os Estados Unidos nas exportações de mercadorias e lidera áreas como comboios de alta velocidade, veículos elétricos e grande parte do setor das novas energias, embora continue a enfrentar forte concorrência americana em tecnologias avançadas.</p>
<p>Hu foi mais longe e afirmou esperar que, no tricentenário dos Estados Unidos, a força nacional global e os avanços tecnológicos da China tenham ultrapassado plenamente os norte-americanos.</p>
<p>A ofensiva mediática enquadra-se numa estratégia conhecida de Pequim. A comunicação social estatal chinesa é frequentemente usada para formular críticas mais duras aos Estados Unidos do que as emitidas pelos canais diplomáticos oficiais, apresentando a democracia liberal norte-americana como instável, disfuncional e menos eficaz do que o modelo de governação do Partido Comunista Chinês.</p>
<p>Ainda assim, o tom dos responsáveis oficiais chineses foi mais contido. De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Xi Jinping felicitou Donald Trump pela data, enquanto o embaixador chinês em Washington, Xie Feng, desejou ao povo norte-americano uma celebração feliz.</p>
<p>Xie procurou até aproximar os slogans políticos dos dois países, dizendo que o “Make America Great Again”, de Trump, e o objetivo chinês da “grande revitalização da nação chinesa”, associado a Xi Jinping, podem avançar lado a lado e contribuir para o bem-estar global.</p>
<p>O contraste mostra a dupla linguagem de Pequim perante Washington: diplomacia formal moderada, mas propaganda interna e mediática mais agressiva. No momento em que os Estados Unidos celebram 250 anos de independência, a China tenta transformar a data numa oportunidade para discutir não apenas o passado americano, mas sobretudo a disputa pelo futuro da liderança global.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">250 Candles.<br />A History Written in Smoke.<br />Since its independence on July 4, 1776, in the 250 years, the United States was not at war for less than two decades.<br />Produced by Xinhua Global Service■ <a href="https://t.co/TUutBQpPYV">pic.twitter.com/TUutBQpPYV</a></p>
<p>&mdash; China Xinhua News (@XHNews) <a href="https://x.com/XHNews/status/2073258346317230179?ref_src=twsrc%5Etfw">July 4, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786364]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 97 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-97-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 97 e há 59 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 97 e há 59 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 97 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 83 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 79 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço divulgado na segunda-feira contabilizava 96 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 60 desaparecidos.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial do país.</P><br />
<P>Mais de 17 mil pessoas estão desalojadas e 856 edifícios foram danificados ou destruídos, informaram ainda as autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Várias nações, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Nesse seguimento, o MNE português anunciou que seguirá hoje para Caracas toneladas de ajuda humanitária, ferramentas e duas ambulâncias equipadas, enquanto os operacionais enviados após os sismos regressarão ao país.</P><br />
<P>Concretamente, em comunicado, a diplomacia portuguesa indicou que dois aviões da Força Aérea Portuguesa partem ao início da tarde de hoje de Lisboa, carregando 12 toneladas de material de higiene, abrigo, conforto e saneamento, e 1,5 toneladas de ferramentas e equipamentos de apoio à remoção de escombros, cedidos pela Marinha Portuguesa.</P><br />
<P>Seguem ainda para a Venezuela donativos da Cruz Vermelha, &#8220;incluindo duas ambulâncias totalmente equipadas, que funcionam como unidades móveis de saúde&#8221;, acrescentou, na mesma nota.</P><br />
<P>A ajuda, enviada ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, deverá chegar à Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Os mesmos aviões trarão de volta a Portugal os operacionais que integraram a Força Operacional Nacional Conjunta (FOCON) e que foram acionados numa primeira fase para apoiar a missão de busca, salvamento e primeiros socorros.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786360]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bomba de 250 quilos da II Guerra Mundial obriga à retirada de milhares de pessoas na Polónia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bomba-de-250-quilos-da-ii-guerra-mundial-obriga-a-retirada-de-milhares-de-pessoas-na-polonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[II Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Polónia]]></category>
		<category><![CDATA[Wroclaw]]></category>
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					<description><![CDATA[Descoberta obrigou à criação de um perímetro de segurança com cerca de 300 metros em redor do local, ao corte de várias ruas e ao desvio de transportes públicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de três mil pessoas foram retiradas de casa esta terça-feira em Wrocław, na Polónia, depois de ter sido descoberta uma bomba aérea da II Guerra Mundial durante obras de escavação na rua Trzemeska, no bairro de Szczepin.</p>
<p>Segundo informou a Câmara Municipal de Wrocław, o engenho explosivo encontrado pesava cerca de 250 quilos. A descoberta obrigou à criação de um perímetro de segurança com cerca de 300 metros em redor do local, ao corte de várias ruas e ao desvio de transportes públicos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pl" dir="ltr">🔴 Przekazujemy komunikat <a href="https://x.com/BiuroPrasoweUMW?ref_src=twsrc%5Etfw">@BiuroPrasoweUMW</a>. <a href="https://t.co/aAYWr4z8Wt">pic.twitter.com/aAYWr4z8Wt</a></p>
<p>&mdash; Wroclaw (@wroclaw_info) <a href="https://x.com/wroclaw_info/status/2074418648811204956?ref_src=twsrc%5Etfw">July 7, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A evacuação começou durante a manhã e foi concluída por volta das 8h50. Todos os residentes e pessoas que se encontravam na zona delimitada foram obrigados a abandonar a área, que foi depois isolada pela polícia, pela guarda municipal e pelos serviços de emergência.</p>
<p>As autoridades disponibilizaram apoio às pessoas que necessitavam de ajuda durante a retirada, incluindo transporte e alojamento temporário. Cerca de 100 residentes recorreram ao ponto de acolhimento criado numa escola da rua Zachodnia. Dois jardins de infância situados nas proximidades também foram evacuados por precaução.</p>
<p>Depois das 9h00, uma patrulha de especialistas entrou no local da obra para avaliar e remover o engenho. A operação terminou com sucesso: a bomba foi isolada, carregada num camião militar e transportada para um campo de treino, onde deverá ser neutralizada em segurança.</p>
<p>A intervenção provocou fortes constrangimentos na zona oeste de Wrocław. O trânsito nas ruas Legnicka e Marchijska foi suspenso, várias linhas da rede municipal de transportes foram desviadas e, durante algumas horas, a ligação entre Nowy Dwór e o centro da cidade ficou fortemente condicionada.</p>
<p>Com o fim da operação, a rua Legnicka foi reaberta ao trânsito e os residentes começaram a regressar gradualmente às suas casas. A autarquia sublinhou que a evacuação foi uma medida preventiva, mas necessária, tendo em conta o risco associado a este tipo de engenhos.</p>
<p>Apesar de terem passado mais de 80 anos desde o fim da II Guerra Mundial, munições não detonadas continuam a ser encontradas com frequência em várias cidades polacas. Wrocław é uma das zonas onde esse risco é particularmente elevado, devido à destruição sofrida durante o Cerco de Wrocław, em 1945.</p>
<p>Nos últimos anos, bombas aéreas, projéteis de artilharia e outras munições antigas têm sido descobertos durante obras de construção, remodelação de vias férreas e intervenções em redes de abastecimento de água. As autoridades lembram que mesmo engenhos corroídos pelo tempo podem continuar a representar perigo mortal.</p>
<p>Cada descoberta obriga, por isso, à aplicação de procedimentos militares rigorosos. Em Wrocław, a operação desta terça-feira voltou a mostrar como os vestígios da guerra continuam escondidos sob o solo urbano, surgindo décadas depois em obras comuns no centro das cidades.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Vai de férias de carro elétrico? Carregar em casa antes de sair pode cortar a despesa a meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:21:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com a empresa, uma deslocação desta distância pode custar entre 15 e 18 euros quando o carregamento é feito em casa antes da partida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vai de férias de carro elétrico pode reduzir de forma significativa o custo da viagem com uma decisão simples: carregar a bateria em casa antes de partir. Segundo cálculos da Selectra, num percurso de cerca de 500 quilómetros — como uma viagem entre o Porto e o Algarve — a diferença entre sair com o veículo carregado e depender sobretudo de postos rápidos pode ultrapassar os 50%.</p>
<p>De acordo com a empresa, uma deslocação desta distância pode custar entre 15 e 18 euros quando o carregamento é feito em casa antes da partida. Já uma viagem assente maioritariamente em carregadores rápidos durante o percurso pode elevar a despesa para valores entre 32 e 40 euros. Para comparação, a mesma viagem num automóvel a gasolina poderá rondar os 59 euros, dependendo do consumo do veículo e do preço dos combustíveis.</p>
<p>A mobilidade elétrica continua, assim, a apresentar custos de utilização mais baixos do que os automóveis a combustão. Mas a Selectra sublinha que a forma como o veículo é carregado tem um peso decisivo no valor final. “O maior fator de poupança numa viagem de carro elétrico não depende apenas do veículo, mas também do planeamento do carregamento”, defendem os especialistas da Selectra Portugal.</p>
<p>Carregar em casa mantém-se como a opção mais económica. Considerando um consumo médio entre 16 e 18 kWh por cada 100 quilómetros e um preço da eletricidade entre 0,18 e 0,21 euros por kWh, percorrer 100 quilómetros pode custar entre 3 e 4 euros. Num automóvel a gasolina, com consumo médio de 6,5 litros por 100 quilómetros e combustível na ordem dos 1,80 euros por litro, o custo pode aproximar-se dos 12 euros para a mesma distância.</p>
<p>A diferença pode ser ainda maior para quem tem tarifário bi-horário e consegue carregar durante as horas de vazio, período em que o preço da eletricidade pode situar-se entre 0,10 e 0,15 euros por kWh. Neste cenário, a poupança face ao carregamento em postos rápidos torna-se mais expressiva.</p>
<p>Os carregadores rápidos e ultrarrápidos continuam a ser importantes em viagens longas, pela conveniência e pela redução dos tempos de espera. No entanto, são também mais caros. Para uma bateria de 60 kWh, uma carga completa em casa pode custar entre 11 e 15 euros, enquanto num carregador rápido poderá ultrapassar os 30 euros, dependendo do operador e das tarifas aplicadas.</p>
<p>Para reduzir a despesa nas férias, a Selectra recomenda sair de casa com a bateria totalmente carregada, programar o carregamento para horários de menor custo, identificar previamente os postos disponíveis ao longo do percurso e recorrer aos carregadores rápidos apenas quando necessário.</p>
<p>A empresa aconselha ainda uma condução mais eficiente, evitando acelerações bruscas e mantendo uma velocidade constante. Este tipo de condução ajuda a aumentar a autonomia da bateria e pode reduzir a necessidade de paragens adicionais para carregamento.</p>
<p>Com milhares de portugueses a prepararem deslocações de verão, o automóvel continua a ser uma das opções preferidas para viagens de longa distância. Para quem conduz um elétrico, a diferença no orçamento pode estar menos no destino e mais na forma como a viagem é preparada antes de sair de casa.</p>
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		<title>Hugo Soares fala em &#8220;momento de viragem&#8221; e avisa que Governo está só &#8220;no início da caminhada&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que o país vive "um momento de viragem" e que o Governo está apenas "no início da sua caminhada", criticando o "populismo de direita" do Chega e a "sofreguidão estatizante" do PS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que o país vive &#8220;um momento de viragem&#8221; e que o Governo está apenas &#8220;no início da sua caminhada&#8221;, criticando o &#8220;populismo de direita&#8221; do Chega e a &#8220;sofreguidão estatizante&#8221; do PS.</P><br />
<P>No encerramento das jornadas parlamentares conjuntas PSD/CDS-PP, em Cascais (distrito de Lisboa), Hugo Soares repetiu a mensagem de que &#8220;a moderação e a virtude&#8221; estão nas bancadas e no executivo PSD/CDS-PP, e deixou uma mensagem de confiança na duração da legislatura.</P><br />
<P>&#8220;É bom que tenhamos a consciência que estamos neste momento de viragem e que estamos no princípio da nossa caminhada. Faltam três anos para terminar esta legislatura. Falta mais tempo do que aquele que nós já governamos&#8221;, frisou, numa referência às legislativas previstas apenas para 2029.</P><br />
<P>Num balanço de dois anos de governação a uma semana do debate parlamentar sobre o estado de nação, Hugo Soares defendeu que o Governo pode estar orgulhoso.</P><br />
<P>&#8220;Nos últimos dois anos, lançámos as bases, não desperdiçamos o que vinha de trás, melhoramos aquilo que estava mal (&#8230;) Sabemos que temos que acelerar para acelerar a convergência com a União Europeia, para aumentarmos a nossa competitividade, t para podermos pagar melhores salários&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O líder parlamentar e secretário-geral do PSD defendeu que os próximos três anos são tempo para &#8220;mostrar aos portugueses&#8221; o que será possível fazer nesse período.</P><br />
<P>&#8220;Se até agora fizemos o que fizemos, imaginem o que nós vamos ser capazes de fazer nos próximos três anos com aquilo que já alcançámos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em termos de posicionamento político, Hugo Soares insistiu no esforço de diálogo das bancadas que suportam o Governo em cada diploma, comparando-as até a ginastas.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes, dou por mim a pensar que nós somos uma espécie de ginastas que procuramos dentro da espargata possível conseguirmos conciliar aquilo que é a aprovação das peças e da legislação com a otimização das soluções políticas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No entanto, defendeu que tal negociação foi sempre sem que a AD tenha cedido nos seus princípios, quer quando chegou a acordo quer quando não chegou, como foi o caso da lei laboral.</P><br />
<P>&#8220;Entre o 8 e o 80, é no meio que está a virtude. É na AD que está a regra mais elementar e que resolve a esmagadora maioria dos problemas, o bom senso. Gostava eu que o PS e o Chega fizessem dela também um princípio da sua atuação política&#8221;, disse, acusando estes dois partidos de &#8220;infantilidade política&#8221;.</P></p>
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