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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 16:42:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Metro de Lisboa conclui trabalhos em Santos e devolve circulação à Avenida D. Carlos I esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:42:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Reposição da circulação resulta de uma articulação entre o Metropolitano de Lisboa, a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa, após os constrangimentos provocados pelas obras naquela zona da cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Metropolitano de Lisboa vai repor, a partir das 10 horas desta quinta-feira, a circulação rodoviária na Avenida D. Carlos I, depois da conclusão dos trabalhos associados à construção da futura estação Santos.</p>
<p>A intervenção decorreu na zona do Largo Vitorino Damásio, nos quarteirões entre a Rua da Boavista e a Rua D. Luís I, onde foi necessário interromper temporariamente o trânsito rodoviário para permitir a execução dos trabalhos.</p>
<p>Com a reabertura da circulação automóvel, será também retomada a operação de várias carreiras da Carris. As carreiras 706, 727, 774NFS e 67B voltam a circular a partir desta quinta-feira, enquanto a carreira 25E será reposta a partir de 1 de junho.</p>
<p>A reposição da circulação resulta de uma articulação entre o Metropolitano de Lisboa, a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa, após os constrangimentos provocados pelas obras naquela zona da cidade.</p>
<p><strong>Nova estação Santos integra futura linha Circular</strong></p>
<p>Os trabalhos foram realizados no âmbito do prolongamento da rede do Metropolitano de Lisboa entre a estação Rato, na linha Amarela, e o Cais do Sodré, na linha Verde.</p>
<p>Este projeto prevê a criação da nova linha Circular, que incluirá duas novas estações, Estrela e Santos. A entrada em funcionamento está prevista para o primeiro trimestre de 2027.</p>
<p>Com cerca de dois quilómetros de extensão, a linha Circular pretende reforçar a oferta de transporte público em Lisboa, melhorar a conectividade da rede de metro e reduzir tempos de deslocação urbana.</p>
<p>O projeto é apresentado como uma intervenção estruturante para a mobilidade na capital, ao criar novas ligações internas e melhorar a articulação entre diferentes modos de transporte. O objetivo é garantir ligações mais rápidas, frequentes e eficientes entre vários pontos da rede.</p>
<p>Em comunicado, o Metropolitano de Lisboa agradeceu &#8220;a compreensão da população pelos constrangimentos causados durante a execução da obra&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768613]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro compara Governo a &#8220;corredor de fundo&#8221; após críticas de Passos sobre falta de ritmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Passos Coelho]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho considerou na terça-feira que seria desejável "um pouco mais de ritmo" na atividade política, admitindo que os portugueses "estão impacientes"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro comparou hoje o seu Governo a um &#8220;corredor de fundo&#8221; que &#8220;não pode &#8216;sprintar&#8217; nos primeiros tempos&#8221;, depois de Pedro Passos Coelho ter pedido &#8220;um pouco mais de ritmo&#8221; na política portuguesa.</p>
<p>Durante o debate quinzenal, na Assembleia da República, o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, foi o primeiro a fazer uma alusão às palavras do antigo primeiro-ministro social-democrata Pedro Passos Coelho, afirmando de forma irónica que está solidário com Montenegro.</p>
<p>&#8220;Vou-lhe confessar: sou a única pessoa neste Parlamento solidária com o primeiro-ministro. Aqueles que dizem que o senhor não tem ritmo, ai que ritmo que tem: é desmantelamento do Serviço Nacional de Saúde, com os olhos postos na Segurança Social, é o ataque aos direitos, é a falta de resolução para os problemas, tudo é negócio, a habitação, as creches, é o ataque brutal com o pensamento no século XIX, com o pacote laboral,&#8230; Se não houvesse ritmo, então o que é que seria de nós?&#8221;, questionou com ironia.</p>
<p>Na resposta ao líder do PCP, o primeiro-ministro aproveitou para responder também às palavras de Pedro Passos Coelho.</p>
<p>&#8220;Agradeço a sua solidariedade. Quando estamos assim no Governo, somos presos por ter cão e por não ter cão. Há os que dizem que estamos num ritmo demasiado lento ou demasiado rápido. Nós não estamos numa coisa nem noutra, nós estamos no nosso ritmo. Somos corredores com &#8216;endurance&#8217;, somos corredores de fundo, somos corredores que sabem que para chegar ao fim numa maratona não se pode &#8216;sprintar&#8217; nos primeiros tempos, nem se pode ir demasiado devagar e deixá-los fugir e depois não os conseguir alcançar&#8221;, argumentou.</p>
<p>O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho considerou na terça-feira que seria desejável &#8220;um pouco mais de ritmo&#8221; na atividade política, admitindo que os portugueses &#8220;estão impacientes&#8221;, num diálogo com André Ventura à entrada para a apresentação de um livro, em Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768604]]></sapo:autor>
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		<title>IL exige divulgação de relatório sobre o SIRESP e diz que Governo é incapaz de resolver</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/il-exige-divulgacao-de-relatorio-sobre-o-siresp-e-diz-que-governo-e-incapaz-de-resolver/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:25:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SIRESP]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da IL exigiu hoje a divulgação do relatório do grupo de trabalho para uma alternativa ao SIRESP e acusou o Governo de ser "incapaz de resolver" os problemas nas comunicações, avisando que neste verão não haverá desculpas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da IL exigiu hoje a divulgação do relatório do grupo de trabalho para uma alternativa ao SIRESP e acusou o Governo de ser &#8220;incapaz de resolver&#8221; os problemas nas comunicações, avisando que neste verão não haverá desculpas.</P><br />
<P>No debate quinzenal com o primeiro-ministro, Mariana Leitão questionou o líder do Governo sobre se vai ou não partilhar as conclusões do grupo de trabalho criado pelo executivo para encontrar uma alternativa ao SIRESP, apontando para o que considera ter sido uma &#8220;situação caricata&#8221; na apresentação das conclusões deste organismo.</P><br />
<P>&#8220;No dia 05 de maio, o Ministério da Administração Interna fez um evento público para  supostamente apresentar as conclusões do relatório, mas sem publicar o relatório. E, portanto, é mais uma vez propaganda inconsequente e mal feita&#8221;, atirou, acrescentando que não é possível neste momento fazer o devido escrutínio do Governo.</P><br />
<P>Na réplica, Luís Montenegro reiterou que o ministro da Administração Interna, Luís Neves, estará no parlamento para &#8220;prestar todos os esclarecimentos e para partilhar toda a informação&#8221;, assegurando que o relatório em causa ser-lhe-á entregue.</P><br />
<P>Posteriormente, Mariana Leitão voltou a criticar o Governo neste matéria, afirmando que nas conclusões apresentadas não há qualquer referência à ligação &#8216;Starlink&#8217; que tinha sido prometida e que o que se tem atualmente é uma despesa de &#8220;800 milhões de euros por um sistema que falha&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Pagou-se um ano de trabalho a um grupo técnico, o resultado supostamente público é um comunicado de imprensa de 3 páginas e um PowerPoint com meia dúzia delas sobre o programa de investimentos e sobre as conclusões do relatório. O que é que os senhores vão fazer no futuro? Nada, absolutamente nada&#8221;, criticou.</P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;Nós começamos a ficar verdadeiramente cansados de estar a alertar sucessivamente e a tempo para problemas graves que o Governo se mostra sempre incapaz de resolver. Senhor primeiro-ministro, é a terceira vez que eu venho aqui em debates consigo falar deste tema e continuamos a ver o vazio das respostas do Governo&#8221;.</P><br />
<P>A líder da IL disse ainda que, com a chegada do verão e as temperaturas a bater recordes, o país corre riscos com a atual &#8220;capacidade de comunicações admitidamente insuficientes&#8221; e perguntou se há ou não um plano de contigência pensado, alertando que &#8220;não vai haver desculpas desta vez&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro lamentou que a deputada liberal veja que a &#8220;situação está sempre igual&#8221;, argumentando que isso não é verdade.</P><br />
<P>Luís Montenegro apontou que as conclusões do grupo de trabalho sobre o Siresp já foram apresentadas, apesar do atraso, e que no dia 25 de maio foi nomeada uma nova equipa para a gestão do SIRESP.</P><br />
<P>&#8220;A avaliação foi feita e a equipa de gestão está nomeada, está empoderada para poder agora desenvolver o seu trabalho. E o Governo, sobre as conclusões do relatório e da equipa técnica, já decidiu executar mudanças em três fases&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768588]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em baixa numa Europa maioritariamente positiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:24:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em baixa, com o índice PSI a recuar 0,65% para 9.136,10 pontos, numa Europa maioritariamente positiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em baixa, com o índice PSI a recuar 0,65% para 9.136,10 pontos, numa Europa maioritariamente positiva.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o PSI, sete desceram e nove subiram.</p>
<p>A liderar as descidas ficou a Galp, que baixou 3,48% para 18,60 euros.</p>
<p>No resto da Europa, Madrid progrediu 0,49%, Paris 0,43% e Londres 0,13%, enquanto Frankfurt cedeu 0,03%.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768589]]></sapo:autor>
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		<title>A Comissão Europeia promove carros elétricos&#8230; mas a sua própria frota tem dificuldade em chegar a Estrasburgo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:21:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Viagem até ao Parlamento Europeu, com cerca de 440 quilómetros, já demora perto de cinco horas. Mas, quando os carros oficiais precisam de uma paragem de carregamento de 20 a 30 minutos, o percurso torna-se ainda mais longo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia quer acelerar a transição para os carros elétricos, mas a sua própria frota está a expor um problema conhecido por muitos condutores: a autonomia nem sempre chega. O &#8216;POLITICO&#8217; relata que alguns comissários europeus estão irritados por terem de parar numa estação de serviço no Luxemburgo para carregar os veículos elétricos durante as deslocações entre Bruxelas e Estrasburgo.</p>
<p>A viagem até ao Parlamento Europeu, com cerca de 440 quilómetros, já demora perto de cinco horas. Mas, quando os carros oficiais precisam de uma paragem de carregamento de 20 a 30 minutos, o percurso torna-se ainda mais longo, segundo responsáveis de vários gabinetes de comissários citados pelo jornal.</p>
<p>A situação tornou-se motivo de desconforto dentro da própria Comissão, numa altura em que o executivo europeu tem defendido metas ambiciosas para a eletrificação da mobilidade. As queixas internas ecoam críticas já feitas por grupos políticos e pela indústria automóvel, que alertam para a diferença entre os objetivos climáticos definidos em Bruxelas e a realidade da infraestrutura de carregamento disponível.</p>
<p>A Comissão Europeia lançou em 2022 um plano para tornar a sua frota de 128 veículos totalmente livre de emissões até 2027, objetivo reafirmado em dezembro passado. Atualmente, cerca de 80% da frota já é elétrica, de acordo com um porta-voz da instituição.</p>
<p>O problema é que alguns dos modelos usados na frota, incluindo automóveis de grande dimensão da BMW, não serão os mais adequados para viagens longas sem carregamento intermédio. A Comissão não confirmou ao &#8216;POLITICO&#8217; quais os modelos utilizados pelos comissários.</p>
<p>A alternativa a parar para carregar passa por conduzir mais devagar para poupar bateria. Mas essa solução também não convence. Um responsável citado pelo jornal afirmou que “não funciona realmente”, e outro adiantou que, dessa forma, a viagem pode estender-se até sete horas.</p>
<p>A questão terá sido discutida numa reunião do Colégio de Comissários no início deste ano, depois de um comissário se queixar da inconveniência dos veículos elétricos. A resposta terá sido que o assunto deveria ser encaminhado para Piotr Serafin, comissário responsável pelo Orçamento e pela administração.</p>
<p>Apesar das dificuldades, os comissários também não parecem inclinados a optar pelo comboio. Um responsável de outro gabinete explicou que há reservas por motivos de confidencialidade, uma vez que os comissários podem precisar de fazer chamadas sensíveis durante o trajeto. Ao mesmo tempo, há desagrado com as paragens para carregar, especialmente à noite, no final de semanas longas de plenário em Estrasburgo.</p>
<p>Há quem tenha encontrado soluções alternativas. Três responsáveis disseram que Olivér Várhelyi, comissário húngaro, já terá viajado algumas vezes para Estrasburgo numa carrinha com a sua equipa, deixando de lado o carro oficial. O gabinete de Várhelyi não respondeu ao pedido de comentário.</p>
<p>Ursula von der Leyen fica fora deste problema. A presidente da Comissão Europeia viaja num veículo blindado por razões de segurança, e um responsável citado pelo &#8216;POLITICO&#8217; explicou que não existe atualmente um modelo elétrico blindado adequado às suas necessidades.</p>
<p>O episódio surge numa altura politicamente sensível. A Comissão deverá apresentar em julho o seu plano de eletrificação, depois de o pacote ter sido adiado face ao calendário inicial de meados de junho. A proposta deverá incluir uma nova meta ambiciosa para acelerar a eletrificação da economia, da indústria, do aquecimento das casas e da mobilidade.</p>
<p>A ironia política é evidente: enquanto Bruxelas pressiona cidadãos, empresas e fabricantes a acelerarem a transição elétrica, os próprios comissários descobrem, nas viagens oficiais, os limites práticos da autonomia, dos tempos de carregamento e da infraestrutura disponível.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768593]]></sapo:autor>
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		<title>SATA quer que novo processo de venda contribua para sustentabilidade da Azores Airlines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:56:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A SATA Holding disse hoje que com o novo processo de privatização da Azores Airlines pretende assegurar uma operação que "valorize o ativo, atraia investimento qualificado e contribua para a sustentabilidade futura" da companhia aérea açoriana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A SATA Holding disse hoje que com o novo processo de privatização da Azores Airlines pretende assegurar uma operação que &#8220;valorize o ativo, atraia investimento qualificado e contribua para a sustentabilidade futura&#8221; da companhia aérea açoriana.</P><br />
<P>Simultaneamente, o processo visa reforçar &#8220;o papel estratégico da Azores Airlines no desenvolvimento e na coesão territorial da Região Autónoma dos Açores&#8221;, referiu também a empresa em comunicado.</P><br />
<P>A posição da SATA Holding foi assumida a propósito da publicação em Jornal Oficial, na sexta-feira, do caderno de encargos relativo ao processo de alienação de pelo menos 75% do capital social da SATA Internacional/Azores Airlines. </P><br />
<P>Segundo a nota, a operação &#8220;consiste na oportunidade de investimento numa transportadora aérea com relevância estratégica no Atlântico Norte e com um papel central na conectividade da Região Autónoma dos Açores&#8221;.</P><br />
<P>O caderno de encargos publicado &#8220;estabelece as condições da operação, assegurando um enquadramento transparente, concorrencial e aberto à participação de entidades que demonstrem idoneidade e capacidade financeira para desenvolver o projeto empresarial&#8221;, esclarece.</P><br />
<P>Na quinta-feira, a agência Lusa revelou que a proposta de caderno de encargos de privatização da SATA Internacional/Azores Airlines propõe a venda de pelo menos 75% da companhia e impede a extinção de postos de trabalho e despedimentos coletivos durante 30 meses.</P><br />
<P>O caderno de encargos proposto pelo conselho de administração da SATA ao Governo dos Açores estabelece um modelo de &#8220;negociação particular&#8221; para a privatização da companhia aérea, que vai ter de ser concluída até final do ano, segundo o plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia.</P><br />
<P>A venda de pelo menos 75% da empresa representa uma diferença face ao anterior concurso, que previa uma alienação mínima de 51% e máxima de 85%, um procedimento encerrado a 06 de março sem privatização, após o júri e a administração da SATA terem considerado que a proposta do Atlantic Connect Group, a única admitida, apresentava &#8220;riscos inaceitáveis&#8221;.</P><br />
<P>O Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) aprovou na quinta-feira a proposta do caderno de encargos, indicando que o procedimento aprovado se estrutura &#8220;como um processo de negociação particular, incorporando maior flexibilidade e capacidade de adaptação, sem prejuízo da salvaguarda dos princípios de transparência, concorrência e igualdade entre interessados&#8221;.</P><br />
<P>No caderno de encargos definem-se as obrigações mínimas a assumir pelo eventual comprador, designadamente &#8220;a manutenção da sede da empresa na Região Autónoma dos Açores por um período mínimo de 30 meses, a salvaguarda dos postos de trabalho, com a não realização de despedimentos coletivos durante o mesmo período, e a garantia da continuidade das ligações aéreas entre os Açores e os principais destinos nacionais e da diáspora, igualmente por 30 meses&#8221;.</P><br />
<P>O processo contará com o acompanhamento de um supervisor independente, o professor Augusto Mateus, que presidiu ao júri do anterior concurso de privatização, sendo a decisão final sujeita a aprovação do Governo dos Açores.</P><br />
<P>Segundo a nota da SATA, o procedimento agora adotado decorre sob a forma de negociação particular, &#8220;permitindo uma abordagem faseada e mais eficiente na interação com investidores, sem prejuízo dos princípios de transparência, igualdade e concorrência, a uma verificação inicial da idoneidade e capacidade financeira dos interessados.</P><br />
<P>&#8220;Segue-se a apresentação de propostas não vinculativas, seguida de uma fase subsequente de propostas vinculativas com base em diligências aprofundadas&#8221;, é referido.</P></p>
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		<title>PS acusa Governo de teimosia na inflação, Montenegro lembra opções de Costa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:54:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[José Luis Carneiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Estas posições foram trocadas entre José Luís Carneiro e Luís Montenegro no debate quinzenal, no Parlamento, após o líder dos socialistas advertir que Portugal é um dos países da União Europeia que regista maior subida da inflação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS acusou hoje o Governo de teimosia ao não mitigar os efeitos da inflação, mas o primeiro-ministro invocou a necessidade de prudência e que o executivo de Costa demorou um ano para tomar medidas.</p>
<p>Estas posições foram trocadas entre José Luís Carneiro e Luís Montenegro no debate quinzenal, no Parlamento, após o líder dos socialistas advertir que Portugal é um dos países da União Europeia que regista maior subida da inflação.</p>
<p>José Luís Carneiro considerou insuficientes as medidas de mitigação da inflação até agora tomadas pelo Governo e apontou dados sobre subidas elevadas dos custos ao nível de bens alimentares não transformados, ou nos setores dos combustíveis (gasóleo e gasolina), rendas ou habitação.</p>
<p>&#8220;Desde que tomou posse, aumentou os impostos sobre os combustíveis e os portugueses estão a pagar as suas decisões. Até quando vai manter esta insensibilidade e esta teimosia?&#8221;, perguntou.</p>
<p>Luís Montenegro respondeu que o último executivo de António Costa também se deparou com uma conjuntura de alta da inflação a partir de 2022, após a pandemia da covid-19 e na sequência da intervenção militar russa na Ucrânia.</p>
<p>&#8220;O Governo socialista, do qual o senhor deputado [José Luís Carneiro] fez parte teve uma taxa de inflação mais do dobro do que a atual e demorou mais de um ano a tomar medidas. Medidas que agora o PS reclama que sejam tomadas numa semana&#8221;, reagiu.</p>
<p>De acordo com Luís Montenegro, esse Governo socialista, como atual, perante este fenómeno da inflação, procuraram responderam com prudência&#8221;.</p>
<p>&#8220;É isso que estamos a fazer com sentido de responsabilidade&#8221;, sustentou</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768575]]></sapo:autor>
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		<title>Super El Niño: se acha que já está calor, prepare-se para o que pode vir a seguir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:41:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O El Niño é um fenómeno climático natural e cíclico associado ao aquecimento das águas superficiais no Pacífico equatorial central e oriental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um possível ‘super El Niño’ pode estar a caminho e os cientistas admitem que o fenómeno poderá ter força recorde, agravando extremos meteorológicos em várias regiões do mundo. O &#8216;The Independent&#8217; cita Adam Scaife, responsável pela previsão de longo prazo do Met Office britânico, que deixou um aviso direto: “Há definitivamente algo a caminho. Estamos muito confiantes disso, e parece que será um grande evento.”</p>
<p>O El Niño é um fenómeno climático natural e cíclico associado ao aquecimento das águas superficiais no Pacífico equatorial central e oriental. Em condições normais, os ventos alísios empurram a água quente da América do Sul em direção à Ásia, permitindo que águas frias subam das profundezas junto à costa americana. Quando o El Niño se instala, esse equilíbrio é alterado: os ventos enfraquecem, as águas quentes deslocam-se para leste e a corrente de jato do Pacífico muda de posição.</p>
<p>As consequências não ficam limitadas ao oceano. O enfraquecimento da subida de águas frias reduz o transporte de nutrientes para a superfície, afetando o fitoplâncton, os peixes e, por arrasto, cadeias alimentares inteiras. Mas o impacto mais visível sente-se no clima: seca em algumas regiões, chuvas intensas noutras, maior risco de cheias, perturbações nas monções e alterações nas temporadas de furacões e tufões.</p>
<p>Nos Estados Unidos e no Canadá, algumas zonas do norte tendem a ficar mais quentes e secas, enquanto a costa do Golfo e o sudeste dos EUA podem enfrentar mais chuva e risco de inundações. No Pacífico tropical, países como Chile e Indonésia também costumam ser fortemente afetados, com maior probabilidade de chuva intensa no primeiro caso e de seca no segundo.</p>
<p>Na Europa, o efeito do El Niño é habitualmente mais indireto, mas pode acentuar extremos. No Reino Unido, por exemplo, o fenómeno pode contribuir para invernos mais frios, sobretudo na parte final da estação, e para verões mais quentes. Bill McGuire, professor emérito de riscos geofísicos e climáticos na University College London, admite que as temperaturas de verão possam ser afetadas, talvez já este ano, mas mais provavelmente no próximo, à medida que o planeta continua a aquecer. “Não ficaria nada surpreendido se víssemos calor acima dos 40 ºC”, afirmou.</p>
<p>A diferença entre um El Niño comum e um ‘super El Niño’ está sobretudo na temperatura da superfície do mar. Segundo Mark Roulston, investigador da Universidade de Lancaster, considera-se que há condições de El Niño quando as temperaturas da superfície do mar naquela zona estão mais de 0,5 ºC acima do normal para a época. Um ‘super El Niño’ costuma ser definido quando esse desvio ultrapassa os 2 ºC.</p>
<p>O aquecimento do oceano acelerou nas últimas semanas e deverá continuar nos próximos meses, com pico previsto para o outono. Embora alguns episódios de El Niño possam prolongar-se até 18 meses, as condições mais extremas associadas a um ‘super El Niño’ tendem a durar menos tempo, entre dois e quatro meses.</p>
<p>As previsões citadas pelo &#8216;The Independent&#8217; apontam para uma probabilidade superior a 85% de condições de El Niño durante o próximo inverno no hemisfério norte, entre dezembro, janeiro e fevereiro, e para cerca de 45% de possibilidade de o fenómeno atingir intensidade suficiente para ser classificado como ‘super El Niño’. A NOAA, agência americana para os oceanos e atmosfera, atribui uma probabilidade de 66% a um El Niño forte ou muito forte no inverno.</p>
<p>Mais de metade dos modelos do Centro Europeu de Previsão do Tempo a Médio Prazo apontam para uma possível subida da temperatura oceânica superior a 2,5 ºC no outono, valor que colocaria o fenómeno em território de ‘super El Niño’. Para McGuire, é possível que o limiar dos 2,5 ºC seja ultrapassado e que o fenómeno se aproxime dos 3 ºC, desafiando o evento extremo de 1877-1878.</p>
<p>Eventos de El Niño significativos ocorrem a cada dois a sete anos, mas os ‘super El Niño’ são raros. Desde o grande episódio de 1877-1878, apenas três ultrapassaram o limiar dos 2 ºC: 1982-1983, 1997-1998 e 2015-2016. O &#8216;The Independent&#8217; lembra que o episódio de 1997-1998 esteve associado à morte estimada de 16% dos recifes de coral do mundo.</p>
<p>O risco agora é que um novo episódio extremo se some a um planeta já mais quente. Um ‘super El Niño’ pode contribuir para que 2027 se torne o ano mais quente já registado e para que a temperatura média global ultrapasse de forma persistente a referência de 1,5 ºC acima dos níveis pré-industriais prevista no Acordo de Paris.</p>
<p>O impacto não seria apenas ambiental. Episódios deste tipo podem agravar secas severas, falhas nas colheitas, escassez alimentar, incêndios florestais e cheias devastadoras. Liz Stephens, professora de risco climático e resiliência na Universidade de Reading, alertou que a redução das colheitas por seca ou inundação pode pressionar ainda mais os preços, com potenciais impactos humanitários significativos.</p>
<p>Os cientistas sublinham ainda que o El Niño não substitui nem contraria as alterações climáticas. Pelo contrário, os seus efeitos são agravados por um planeta em aquecimento. Depois de eventos extremos, pode haver anos ligeiramente menos quentes, o que já foi usado no passado por negacionistas para alegar que o aquecimento global tinha parado. Roulston rejeita essa leitura e chama-lhe uma “ilusão estatística”: a tendência de fundo continua a ser de subida das temperaturas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768545]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Uganda encerra fronteira com RDCongo devido ao aumento de casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:19:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades ugandesas ordenaram hoje o encerramento da fronteira com a República Democrática do Congo (RDCongo), "com efeito imediato", devido ao aumento dos casos de Ébola no país vizinho e ao surgimento de casos suspeitos no próprio território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades ugandesas ordenaram hoje o encerramento da fronteira com a República Democrática do Congo (RDCongo), &#8220;com efeito imediato&#8221;, devido ao aumento dos casos de Ébola no país vizinho e ao surgimento de casos suspeitos no próprio território.</p>
<p>A decisão foi tomada por um grupo de trabalho local sobre o Ébola, liderado pela vice-presidente Jesca Alupo, na sequência de um aumento do número de profissionais de saúde ugandeses expostos ao vírus por doentes congoleses que atravessaram a fronteira antes da declaração do surto, em 15 de maio.</p>
<p>O Uganda registou sete casos de Ébola, incluindo uma morte.</p>
<p>Embora o número de casos da doença no Uganda não esteja a aumentar drasticamente, o número de habitantes locais expostos à infeção através dos profissionais de saúde tem vindo a aumentar.</p>
<p>&#8220;Eles têm famílias, e por isso o número tem vindo a aumentar&#8221;, afirmou a secretária do Ministério da Saúde do Uganda, Diana Atwine, referindo-se aos profissionais de saúde.</p>
<p>Até à data, foram identificados 311 contactos para acompanhamento no Uganda.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de casos suspeitos de Ébola no leste da RDCongo aproxima-se dos 1.000, com pelo menos 223 mortes suspeitas.</p>
<p>Esta epidemia também é complexa devido à falta de vacinas e tratamentos aprovados para esta estirpe Bundibugyo do Ébola, e cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50%, segundo a OMS.</p>
<p>O vírus provavelmente começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes de ser declarado então o surto, segundo a OMS, que classificou esta epidemia em 17 de maio como &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</p>
<p>Na passada sexta-feira, a OMS elevou de &#8220;alto&#8221; para &#8220;muito alto&#8221; o risco devido ao surto na RDCongo e em Uganda, enquanto o risco continua &#8220;alto&#8221; ao nível da região da África subsaariana e &#8220;baixo&#8221; a nível global.</p>
<p>Dez países africanos, entre eles Angola, estão em &#8220;alto risco&#8221; de serem afetados pela epidemia na RDCongo e no Uganda, por partilharem fronteira com essas duas nações.</p>
<p>Este é a 17.ª epidemia de Ébola registada na RDCongo desde que o vírus foi detetado pela primeira vez em 1976.</p>
<p>A RDCongo, nação vizinha de Angola, é regularmente afetada por surtos e epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>
<p>O Ébola provoca uma febre hemorrágica mortal, mas o vírus, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768529]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo acusa juristas e consultores de vistos &#8216;gold&#8217; de terem enganado clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:18:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ntónio Leitão Amaro comentou o anúncio de um processo promovido por requerentes de Autorizações de Residência para Investimento (ARI) devido ao alargamento do prazo de acesso à nacionalidade e lamentou as falsas expectativas criadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Presidência acusou hoje juristas e consultores de pedidos de vistos de investimento (vistos &#8216;gold&#8217;) de terem prometido o acesso à nacionalidade aos seus clientes.</p>
<p>Falando na Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, António Leitão Amaro comentou o anúncio de um processo promovido por requerentes de Autorizações de Residência para Investimento (ARI) devido ao alargamento do prazo de acesso à nacionalidade e lamentou as falsas expectativas criadas.</p>
<p>&#8220;Nós tivemos muitos casos de muitos consultores, juristas e financeiros que aconselharam erradamente e geraram falso aconselhamento aos seus clientes&#8221;, dizendo: &#8220;tens ARI, tens visto &#8216;gold&#8217; e tens passaporte&#8221;.</p>
<p>Mas isso &#8220;nunca foi a regra, nem nos governos do PS ou do PSD. Nós sempre recusámos isso&#8221;, disse Leitão Amaro, considerando que &#8220;há quem tenha enganado os seus clientes e agora tenta culpar o Estado&#8221;.</p>
<p>Sobre o chumbo do Tribunal Constitucional à lei que permitia retirar a nacionalidade a cidadãos de origem estrangeira, em resposta a uma pergunta do Chega, Leitão Amaro salientou que a eventual nova discussão do diploma &#8220;cabe aos grupos parlamentares e não ao Governo&#8221;.</p>
<p>No que respeita ao reagrupamento familiar, uma reivindicação dos partidos de esquerda, Leitão Amaro recordou que Portugal aprovava &#8220;20 mil casos por ano&#8221; e apenas &#8220;quando o tribunal mandava&#8221;, porque as &#8220;portas estavam fechadas&#8221; e, só este ano, &#8220;já foram feitos 55 mil agendamentos, com 35 mil atendimentos&#8221; de pedidos.</p>
<p>Num balanço da política migratória e a pedido do PS, Leitão Amaro referiu que metade dos pedidos de asilo eram indeferidos, mas salientou que o &#8220;número relativamente limitado&#8221; (1.991 pedidos em 2022, 2.700 em 2023) resulta do facto de existir a figura de manifestação de interesse.</p>
<p>&#8220;Como Portugal teve um sistema de manifestação de interesse que permitia uma concessão sem controlo, as pessoas não tinham necessidade de pedir asilo&#8221; e, em muitos casos (40 mil), já tinham feito pedidos de proteção noutros países que foram recusados, explicou.</p>
<p>&#8220;Os indeferimentos dos pedidos de asilo andam na ordem dos 50%&#8221; e &#8220;temos muitos indeferimentos porque [os requerentes] estavam em situação irregular e não podemos permitir um efeito de chamada assim&#8221;, explicou, salientando a importância de políticas que resolvam pontos de entrada irregular.</p>
<p>&#8220;Quando estava o portão todo escancarado toda a gente entrava pelo portão escancarado&#8221;, mas &#8220;quando a porta se fecha, tentam entrar pela janela&#8221;, explicou o governante, que abordou também a política de outros países.</p>
<p>&#8220;Nós resolvemos processos e emitimos 500 mil cartões&#8221; e a &#8220;nossa opção não foi anunciar uma chamada&#8221;, como fez o governo espanhol, disse, sem criticar diretamente o executivo vizinho, mas respondendo a uma pergunta do deputado (IL) Rui Rocha, que questionou o ministro sobre o impacto do anúncio de regularização em massa de imigrantes por Madrid.</p>
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		<title>Primeiro-ministro admite suspender novo sistema de controlo de fronteiras &#8220;nas horas críticas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:18:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro voltou hoje a admitir suspender, pelo menos nas "horas críticas", o novo sistema de controlo de fronteiras nos aeroportos para garantir que a economia portuguesa "não é penalizada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro voltou hoje a admitir suspender, pelo menos nas &#8220;horas críticas&#8221;, o novo sistema de controlo de fronteiras nos aeroportos para garantir que a economia portuguesa &#8220;não é penalizada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não queremos chegar ao ponto de suspender procedimentos, mas se o tivermos de fazer, mormente em horas críticas, ao abrigo das regras que os nossos compromissos europeus também permitem, nós fá-lo-emos enquanto todo este mecanismo não tiver um funcionamento absolutamente normal&#8221;, afirmou Luís Montenegro, no debate quinzenal no Parlamento.</P><br />
<P>Em resposta ao líder parlamentar do PSD, Montenegro referiu-se também à polémica com a escolha do responsável do SIRESP, que levou à demissão do secretário-geral adjunto da Administração Interna António Pombeiro, mas atirou as responsabilidades pelo mau funcionamento das comunicações de emergência para o passado.</P><br />
<P>&#8220;O foco aqui é corrigir aquilo que não funcionou no passado e poder fazê-lo com um grau de eficiência que seja o mais intenso, o mais robusto, o mais profundo possível&#8221;, disse, reiterando a disponibilidade já anunciada pelo ministro Luís Neves para dar explicações no Parlamento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768539]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rússia ameaça Arménia com guerra económica devido à aproximação à União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:17:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Arménia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Guerra económica começou, na realidade, há quase dois meses, praticamente ao mesmo tempo que a campanha eleitoral na Arménia - as eleições legislativas realizam-se a 7 de junho -, quando o Kremlin se opôs à reeleição do atual primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinyan]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia deu hoje mais um passo no confronto com a Arménia, em vésperas das eleições legislativas no país, ao ameaçar suspender o fornecimento de petróleo e gás devido à crescente aproximação de Erevan à União Europeia (UE).</p>
<p>A guerra económica começou, na realidade, há quase dois meses, praticamente ao mesmo tempo que a campanha eleitoral na Arménia &#8212; as eleições legislativas realizam-se a 07 de junho -, quando o Kremlin se opôs à reeleição do atual primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinyan.</p>
<p>Moscovo já puniu Erevan com a proibição de exportar para o mercado russo flores, água mineral e, parcialmente, conhaque e vinho, ameaçando fazer o mesmo com frutas e legumes, alegando motivos fitossanitários.</p>
<p>O Kremlin recorreu anteriormente a métodos semelhantes para pressionar outros vizinhos considerados rebeldes que procuravam afastar-se da órbita russa, como a Ucrânia ou a Moldova.</p>
<p>Até agora, Moscovo limitava-se a advertir Pashinyan sobre uma eventual subida dos preços das exportações, mas a Rússia entregou hoje uma carta ao Governo arménio ameaçando suspender os fornecimentos de petróleo, gás e diamantes em bruto.</p>
<p>&#8220;Caso continue o processo de integração da República da Arménia na UE, a parte russa suspenderá ou denunciará unilateralmente o acordo entre os governos da Rússia e da Arménia sobre cooperação no domínio do fornecimento de gás natural, produtos petrolíferos e diamantes em bruto, de 02 de dezembro de 2013&#8221;, explicou Maria Zakharova, porta-voz da diplomacia russa.</p>
<p>A carta é assinada pelo ministro da Energia russo, Serguei Tsiviliov, que, segundo o diário Kommersant, que teve acesso ao documento, argumenta que o aprofundamento das relações entre o país caucasiano e a UE põe em causa décadas de estreita cooperação com Moscovo.</p>
<p>Ao abrigo do acordo assinado em 2013, a Arménia recebe da Rússia &#8220;em condições preferenciais&#8221;, segundo Tsiviliov, 85% das importações de gás, dois terços dos produtos petrolíferos e 50% dos diamantes.</p>
<p>O Presidente russo, Vladimir Putin, já tinha insinuado há algumas semanas que a Arménia poderia deixar de pagar 177 dólares (152 euros) por cada mil metros cúbicos de gás e passar a pagar 600 dólares (515 euros), tarifa aplicada a outros países europeus.</p>
<p>Além disso, advertiu que a intenção da Ucrânia de assinar, em 2013, um Acordo de Associação com a UE foi uma das causas do atual conflito.</p>
<p>O Kremlin tenta influenciar por todos os meios o desenrolar da campanha eleitoral. Para isso, irá levantar na sexta-feira, na cimeira da União Económica Eurasiática (UEE), liderada por Moscovo, a questão do eventual conflito relacionado com a futura integração arménia na UE.</p>
<p>&#8220;Os planos da Arménia não podem deixar de suscitar preocupação nos outros países que cooperam com a Arménia no quadro da UEE&#8221;, explicou Yuri Ushakov, conselheiro de política internacional do Kremlin.</p>
<p>O problema é que, como admitiu o diplomata, não é possível expulsar a Arménia, já que o procedimento não está previsto nos estatutos da organização. Cabe ao próprio país declarar a intenção de suspender a participação &#8220;por uma razão ou outra&#8221;.</p>
<p>Ushakov recordou que a Arménia &#8220;recebe enormes benefícios da cooperação no quadro da UEE&#8221;, uma vez que, desde a adesão, o Produto Interno Bruto (PIB) &#8220;praticamente duplicou&#8221;, passando de 11.600 milhões para 20.200 milhões de dólares (de 9.660 milhões para 1.740 milhões de euros), enquanto os salários aumentaram 50%.</p>
<p>Insistiu que a economia arménia apresenta &#8220;ritmos extraordinários de crescimento&#8221;, de 12,6% em 2022 para 7,2% em 2025, o que demonstra que a Arménia &#8220;recebe enormes benefícios da cooperação no quadro da UEE&#8221;, destino de 38,5% das exportações do país.</p>
<p>O primeiro-ministro arménio respondeu hoje que o povo arménio deve ter alternativas: &#8220;pertencer à UEE ou à UE&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não serei eu a decidir, mas os cidadãos da Arménia. A minha tarefa é que exista uma alternativa e ela existe&#8221;, afirmou Pashinyan, acrescentando que &#8220;os parceiros que respondem a isto com ameaças, mesmo que veladas, agem contra si próprios&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não é lógico ameaçar a Arménia com preços elevados&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Após a Rússia não ter ajudado a Arménia no conflito com o Azerbaijão, em 2023, pelo controlo da região de Nagorno-Karabakh, Pashinyan decidiu congelar a participação na aliança militar pós-soviética e aproximar-se do Ocidente, acolhendo no início deste mês a cimeira da Comunidade Política Europeia e, na terça-feira, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768540]]></sapo:autor>
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		<title>Plano polémico de Trump: americanos expostos ao Ébola podem ser tratados no Quénia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão marca uma mudança face a surtos anteriores, em que americanos expostos ou infetados eram transportados para unidades especializadas nos EUA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Administração Trump estará a preparar um plano para enviar cidadãos americanos expostos ao vírus Ébola para o Quénia, em vez de os repatriar para os Estados Unidos para observação e tratamento, avança o &#8216;The Independent&#8217;, citando uma investigação do ‘The New York Times’. A decisão marca uma mudança face a surtos anteriores, em que americanos expostos ou infetados eram transportados para unidades especializadas nos EUA.</p>
<p>O plano surge numa altura em que a República Democrática do Congo enfrenta um novo surto de Ébola, com casos também detetados no Uganda. A Organização Mundial da Saúde declarou a situação uma emergência de saúde pública de preocupação internacional, o nível mais elevado de alerta formal da organização.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, três fontes com conhecimento dos planos afirmaram que os americanos expostos ao vírus seriam enviados para o Quénia para observação e tratamento. Duas dessas fontes disseram que a intenção seria manter fora dos Estados Unidos cidadãos americanos potencialmente expostos ao Ébola.</p>
<p>A Casa Branca confirmou ao &#8216;The Independent&#8217; que está a criar uma instalação “de última geração” no Quénia, num esforço coordenado entre os departamentos de Estado, Saúde e Serviços Humanos e Defesa. Um responsável da Administração justificou a medida com a necessidade de retirar rapidamente cidadãos americanos da República Democrática do Congo e garantir quarentena sem os riscos de uma longa evacuação médica até aos EUA.</p>
<p>“O tempo é essencial para doentes com Ébola”, afirmou o responsável, defendendo que a instalação permitirá aos americanos na região receber cuidados mais rapidamente, sem um voo de evacuação médica superior a 12 horas. A mesma fonte acrescentou que a unidade deverá ter capacidade para tratar todo o espectro da doença, incluindo necessidades de cuidados críticos.</p>
<p>De acordo com o plano citado, oficiais do Serviço de Saúde Pública dos EUA estão a ser treinados para serem destacados para o Quénia e prestar cuidados médicos a cidadãos americanos considerados em risco elevado de desenvolver Ébola. Inicialmente, a ideia seria monitorizar esses cidadãos no Quénia e transferir para a Europa quem começasse a apresentar sintomas. Agora, a Administração pretende que o tratamento também possa ocorrer naquele país africano.</p>
<p>A opção está a gerar críticas entre especialistas em saúde pública. Tom Inglesby, diretor do Johns Hopkins Center for Health Security, disse ao ‘The New York Times’ que ficou surpreendido com a decisão de não repatriar oficiais do Serviço de Saúde Pública para os EUA, defendendo que existe um compromisso ético forte de lhes garantir os melhores cuidados possíveis em território americano.</p>
<p>Craig Spencer, especialista em saúde pública da Universidade Brown, foi mais duro e considerou que deixar cidadãos americanos em África representa uma “dramática abdicação” daquilo que os Estados Unidos devem aos seus próprios cidadãos. Spencer contraiu Ébola em 2014, depois de tratar doentes na Guiné, e foi assistido durante 19 dias no Bellevue Hospital, em Nova Iorque.</p>
<p>O especialista reconheceu que uma instalação no Quénia poderá ser melhor do que uma unidade na República Democrática do Congo, mas duvidou que consiga igualar rapidamente a capacidade das estruturas americanas especializadas em Ébola, desenvolvidas ao longo da última década.</p>
<p>Os dados do CDC indicavam, a 26 de maio, 906 casos suspeitos e 105 casos confirmados na República Democrática do Congo, além de 223 mortes suspeitas e 10 mortes confirmadas. O Uganda reportava sete casos confirmados e uma morte. O CDC sublinha que, até agora, não foram registados casos associados a este surto nos Estados Unidos e que o risco para a população americana em geral continua baixo.</p>
<p>O surto atual é causado pelo vírus Bundibugyo, uma espécie de Ébola relacionada, mas distinta, do vírus Zaire, responsável pela epidemia de 2013-2016 na África Ocidental. A situação tem sido agravada por conflito, deslocações populacionais, fragilidade das infraestruturas e dificuldades de acesso das equipas de saúde nas zonas afetadas.</p>
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		<title>Cabaz alimentar desce pela terceira semana seguida, mas há produtos com subidas superiores a 10%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da descida semanal, o cabaz continua mais caro do que no início do ano. Desde janeiro, os consumidores precisam de gastar mais 15,51 euros para comprar os mesmos produtos, o que representa uma subida de 6,41%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste voltou a descer esta semana, fixando-se nos 257,33 euros, menos 1,5 euros do que na semana anterior. Esta é a terceira descida consecutiva registada em 2026 no preço do conjunto de 63 produtos essenciais acompanhados pela organização de defesa do consumidor.</p>
<p>Apesar da descida semanal, o cabaz continua mais caro do que no início do ano. Desde janeiro, os consumidores precisam de gastar mais 15,51 euros para comprar os mesmos produtos, o que representa uma subida de 6,41%.</p>
<p>A diferença é ainda mais expressiva quando a comparação recua ao início de 2022, altura em que a DECO PROteste começou esta análise. Há quatro anos, era possível comprar exatamente o mesmo cabaz por menos 69,63 euros, uma diferença de 37,1%.</p>
<p>Face ao mesmo período do ano passado, o cabaz também continua mais caro. Segundo os dados divulgados esta quarta-feira pela DECO PROteste, há um ano os consumidores gastavam menos 18,06 euros para comprar os mesmos 63 produtos, uma diferença de 7,55%.</p>
<p>Entre 20 e 27 de maio, os cereais integrais foram o produto com maior subida percentual, aumentando para 4,10 euros, mais 16% do que na semana anterior. Seguiram-se o carapau, que passou a custar 6,34 euros por quilo, uma subida de 11%, e a alface frisada, que chegou aos 2,56 euros, mais 10%.</p>
<p>Na comparação com o mesmo período do ano passado, as maiores subidas percentuais foram registadas no robalo, que aumentou 35% e custa agora 10,39 euros por quilo; na couve-coração, que subiu 32% para 1,79 euros por quilo; e nos brócolos, que aumentaram 29%, para 3,41 euros por quilo.</p>
<p>Desde o início da análise da DECO PROteste, em 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais continuam a verificar-se em produtos de consumo frequente. A carne de novilho para cozer subiu 125%, para 13,08 euros por quilo; os ovos aumentaram 84%, para 2,10 euros; e a couve-coração encareceu 80%, para 1,79 euros por quilo.</p>
<p>O cabaz acompanhado pela DECO PROteste inclui 63 produtos alimentares essenciais de várias categorias, como carne, peixe, congelados, frutas e legumes, laticínios e mercearia. Entre os produtos monitorizados estão peru, frango, carapau, pescada, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.</p>
<p>A organização disponibiliza ainda uma ferramenta online que permite aos consumidores simular preços e comparar supermercados, ajudando a perceber onde é possível poupar nas compras alimentares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768531]]></sapo:autor>
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		<title>Putin quer bancos e funcionários a abater drones por conta própria em plano insólito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Moscovo enfrenta dificuldades crescentes para proteger infraestruturas estratégicas e locais sensíveis de ataques aéreos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo russo está a pedir aos principais bancos do país que assumam parte da defesa contra drones ucranianos, numa altura em que Moscovo enfrenta dificuldades crescentes para proteger infraestruturas estratégicas e locais sensíveis de ataques aéreos.</p>
<p>De acordo com o &#8216;The Independent&#8217;, o Parlamento russo aprovou uma nova lei que permite a bancos e outras instituições financeiras operar sistemas de defesa contra drones. A medida abrange instituições como o Sberbank, o maior banco da Rússia, e surge num contexto de pressão crescente sobre as defesas aéreas russas.</p>
<p>A legislação prevê que estas entidades possam proteger diretamente as suas instalações, incluindo através da utilização de sistemas de guerra eletrónica e outros meios de defesa. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, citada pelo &#8216;The Independent&#8217;, a medida também permite que funcionários sejam armados para responder a ameaças de drones, sem necessidade de envolvimento direto de forças especiais.</p>
<p>Anatoly Aksakov, presidente da comissão financeira da Duma, afirmou que as instituições terão de suportar os custos destas medidas. Na prática, os bancos e empresas abrangidos deverão comprar e operar os seus próprios sistemas de proteção, aliviando a pressão sobre os recursos militares russos.</p>
<p>A decisão expõe uma vulnerabilidade crescente da Rússia perante a intensificação dos ataques ucranianos com drones. Nos últimos meses, Kiev tem recorrido de forma cada vez mais frequente a drones de longo alcance para atingir refinarias, depósitos de combustível, instalações militares, centros logísticos e outros alvos em território russo.</p>
<p>A dificuldade de Moscovo em proteger todos os pontos considerados críticos levou também o setor empresarial a pedir autorização para reforçar a sua própria segurança. Alexander Shokhin, líder de uma das mais influentes associações empresariais russas, disse esta segunda-feira a Vladimir Putin que as empresas estão dispostas a comprar armamento mais pesado e sistemas de guerra eletrónica para se defenderem de ataques.</p>
<p>A medida representa uma mudança significativa na forma como a Rússia organiza a defesa do seu território. Ao permitir que bancos e empresas operem sistemas de proteção contra drones, Moscovo admite, ainda que indiretamente, que as defesas aéreas tradicionais estão demasiado pressionadas para cobrir todos os alvos potenciais.</p>
<p>Para a Ucrânia, a aposta nos drones tornou-se uma das principais formas de levar a guerra para dentro da Rússia e atingir a capacidade logística, energética e militar de Moscovo. Para a Rússia, a resposta passa agora por descentralizar parte da defesa e envolver instituições civis e económicas numa tarefa até aqui reservada às forças armadas e aos serviços de segurança.</p>
<p>O novo enquadramento legal mostra até que ponto a guerra de drones está a alterar as fronteiras entre defesa militar, segurança empresarial e proteção de infraestruturas críticas. No caso russo, os bancos deixam de ser apenas alvos económicos ou financeiros: passam também a poder integrar a rede de defesa contra ataques ucranianos.</p>
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		<title>DECO quer compensações por atrasos nos aeroportos devido ao controlo de fronteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[controlo de fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Deco]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Deco pediu hoje a criação de um mecanismo de compensação por atrasos nos aeroportos devido ao sistema europeu de controlo de fronteiras, lembrando que se têm somado filas de horas que já levaram à perda de voos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Deco pediu hoje a criação de um mecanismo de compensação por atrasos nos aeroportos devido ao sistema europeu de controlo de fronteiras, lembrando que se têm somado filas de horas que já levaram à perda de voos.</p>
<p>&#8220;Os constrangimentos nos diferentes aeroportos do país associados à implementação do sistema europeu de controlo de fronteiras têm-se somado e as filas de largas horas já levaram à perda de voos. A Deco apela à urgência de garantir maior fluidez nos aeroportos e à criação de um mecanismo de compensação que garante prejuízos causados&#8221;, defendeu, em comunicado.</p>
<p>A associação de defesa do consumidor disse que já tinha alertado anteriores governos para a necessidade de criação de um plano de reforço de meios para o controlo de fronteiras.</p>
<p>Conforme sublinhou, a implementação do sistema europeu de controlo de fronteiras para os cidadãos extracomunitários &#8220;trouxe o caos&#8221;, justificado por razões técnicas.</p>
<p>No entanto, segundo apontou, Bruxelas já esclareceu que os tempos de espera mais longos não estão relacionados com o funcionamento do sistema de entrada/saída e que a fluidez das fronteiras deve ser assegurada por um maior número de polícias e de soluções automatizadas.</p>
<p>&#8220;Apesar de o Governo ter anunciado um reforço dos meios, não foi divulgada nenhuma medida para mitigar os prejuízos dos passageiros&#8221;, assinalou.</p>
<p>A Comissão Europeia disse hoje estar disponível para apoiar Portugal relativamente à implementação do novo Sistema de Entrada/Saída das fronteiras europeias, que substituiu os tradicionais carimbos no passaporte por registos digitais, admitindo dificuldades nalguns Estados-membros da União Europeia (UE).</p>
<p>&#8220;No que diz respeito às fronteiras externas e ao sistema de controlo de fronteiras, existe agora, naturalmente, um novo sistema que tem de ser adotado. Estamos a dar todo o nosso apoio aos Estados-membros que possam estar a enfrentar dificuldades com este novo sistema, mas consideramos que ele é crucial para a nossa segurança&#8221;, afirmou a vice-presidente executiva da Comissão Europeia para a Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia, Henna Virkkunen, em Bruxelas.</p>
<p>Em conferência de imprensa no dia em que propôs um novo regime para serviços móveis por satélite na UE, mas questionada especificamente sobre a situação em Portugal, a responsável admitiu: &#8220;Esta nova legislação entrou em vigor muito recentemente e verificamos que, em alguns Estados-membros, há agora dificuldades na sua implementação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ainda assim, estamos, naturalmente, prontos para apoiar os nossos Estados-membros nesta fase&#8221;, reforçou a responsável pela tutela digital.</p>
<p>Dados da Comissão Europeia enviados à Lusa revelam que, &#8220;na maioria dos Estados-membros, o processamento dos registos de primeira vez demora, em média, pouco mais de um minuto&#8221;.</p>
<p>Desde outubro de 2025, aquando da entrada em vigor, foram registadas quase 66 milhões de entradas e saídas neste novo sistema, bem como mais de 32.000 recusas de entrada, das quais mais de 800 pessoas foram identificadas como representando uma ameaça à segurança da UE.</p>
<p>O EES é um sistema digital para registar eletronicamente a entrada e saída de cidadãos de países terceiros no espaço de livre circulação Schengen, substituindo os carimbos manuais por registos biométricos e digitais.</p>
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		<title>Vistos de migração regulada aumentam &#8220;20 a 30 por cento&#8221; ao mês, revela ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:54:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Vistos de migração regulada]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Presidência afirmou hoje que o protocolo de migração regulada tem tido uma adesão crescente das empresas, com mais 20 a 30 por cento de pedidos por mês e um total de quase seis mil vistos concedidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Presidência afirmou hoje que o protocolo de migração regulada tem tido uma adesão crescente das empresas, com mais 20 a 30 por cento de pedidos por mês e um total de quase seis mil vistos concedidos.</p>
<p>Falando na Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, António Leitão Amaro explicou que, até ao momento, foram feitos 8.435 pedidos de vistos de emprego, ao abrigo do protocolo de migração regulada, que exige resposta em 21 dias.</p>
<p>Destes, foram já concedidos 5.883 vistos em 40 postos consulares, explicou, salientando que cerca de 3.000 correspondem ao setor da agricultura e 1.179 na construção civil, setores tradicionalmente mais carenciados de mão-de-obra.</p>
<p>Num anterior balanço de um ano do protocolo, tinham sido aprovados 3.328 vistos até então, a partir dos pedidos das associações empresariais, segundo o Governo.</p>
<p>O Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada foi uma solução concretizada no ano passado para acelerar a atribuição dos vistos de trabalho a imigrantes nos países de origem, com recurso à rede diplomática portuguesa.</p>
<p>Com o fim da manifestação de interesse, um recurso jurídico que permitia autorização de residência de quem entrasse no país sem visto laboral, o visto de trabalho passou a ser a única forma de estar legal em Portugal através de contratação para um emprego.</p>
<p>Em troca da maior celeridade na atribuição dos vistos, os patrões comprometem-se a assegurar residência e meios de integração dos imigrantes, nomeadamente formação e ensino da língua portuguesa.</p>
<p>No que diz respeito aos números dos vistos de trabalho, o governo registou um aumento total, passando de até 20 mil por ano para 50 mil anuais, o que provocou um aumento total dos vistos consulares para &#8220;60 e tal mil&#8221;, explicou o ministro da Presidência.</p>
<p>Sobre o reagrupamento familiar, uma reivindicação dos partidos de esquerda, Leitão Amaro recordou que Portugal aprovava &#8220;20 mil casos por ano&#8221; e apenas &#8220;quando o tribunal mandava&#8221;, porque as &#8220;portas estavam fechadas&#8221; e, só este ano, &#8220;já foram feitos 55 mil agendamentos, com 35 mil atendimentos&#8221;.</p>
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		<title>Mau tempo: Montenegro considera &#8220;muito válido&#8221; contributo do PR e admite &#8220;aqui ou acolá&#8221; aprimorar coordenação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:50:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Luís Montenegro falava no debate quinzenal na Assembleia da República, em resposta ao líder parlamentar do PSD, Hugo Soares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro considerou hoje &#8220;muito válido&#8221; o contributo do Presidente da República sobre a gestão das tempestades, que diz estar &#8220;quase todo incluído&#8221; no PTRR, mas admite que &#8220;aqui ou acolá&#8221; podem ser aprimoradas &#8220;regras de coordenação&#8221;.</p>
<p>Luís Montenegro falava no debate quinzenal na Assembleia da República, em resposta ao líder parlamentar do PSD, Hugo Soares.</p>
<p>&#8220;Posso reiterar que, tal como consta do relatório da Presidência aberta do Presidente da República, o Governo esteve muito presente, muito próximo&#8221;, afirmou.</p>
<p>No sábado, foi conhecido &#8212; embora ainda não divulgado oficialmente &#8212; o relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades, no qual o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768514]]></sapo:autor>
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		<title>Condução autónoma até 2,7 vezes mais rápida? XPENG lança novo acelerador de IA</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[XPENG]]></category>
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					<description><![CDATA[Solução foi concebida para responder a um dos grandes desafios da próxima geração de condução inteligente: treinar e validar modelos de IA em ambientes virtuais cada vez mais realistas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A XPENG revelou o X-Cache, um novo acelerador de inteligência artificial desenvolvido para aumentar a eficiência dos sistemas de condução autónoma e reduzir os custos computacionais associados à simulação de alta-fidelidade.</p>
<p>A solução foi concebida para responder a um dos grandes desafios da próxima geração de condução inteligente: treinar e validar modelos de IA em ambientes virtuais cada vez mais realistas, sem que a exigência computacional se torne um travão à evolução tecnológica.</p>
<p>Segundo a marca, o X-Cache permite acelerar a inferência entre 2,6 e 2,7 vezes, através de uma abordagem assente na reutilização inteligente de informação visual entre fotogramas consecutivos. Na prática, o sistema identifica elementos do cenário que praticamente não mudam de imagem para imagem — como pavimento, árvores, edifícios distantes ou outros elementos estáveis — e reaproveita cálculos já realizados, evitando processamento redundante.</p>
<p>Esta lógica permite atingir uma taxa de omissão de blocos de 71%, reduzindo significativamente o consumo de recursos e tornando a simulação em larga escala mais eficiente.</p>
<p><strong>Inteligência ‘plug-and-play’ para reduzir custos e acelerar desenvolvimento</strong></p>
<p>Um dos principais argumentos do X-Cache está na sua arquitetura ‘plug-and-play’. Ao contrário de outras soluções que exigem novo treino intensivo dos modelos principais, a tecnologia da XPENG pode ser aplicada diretamente aos modelos existentes, sem necessidade de um processo adicional complexo.</p>
<p>Esta característica permite uma implementação mais leve e rápida, reforçando a capacidade da marca para acelerar ciclos de desenvolvimento, validação e evolução dos seus sistemas de condução autónoma.</p>
<p>A XPENG sublinha que o X-Cache parte de um princípio simples do mundo físico: os cenários visuais evoluem de forma contínua. Ao dividir os vídeos em segmentos temporalmente próximos, o sistema consegue identificar regiões reutilizáveis entre imagens adjacentes e decidir quando é seguro reaproveitar resultados computacionais previamente calculados.</p>
<p><strong>Mais eficiência, mas com mecanismos de segurança integrados</strong></p>
<p>Para evitar que a eficiência comprometa a fiabilidade, a XPENG integrou no X-Cache um mecanismo de segurança baseado numa espécie de ‘impressão digital’ da condução. Este sistema combina ações do veículo, como mudanças bruscas de direção, com informação estrutural da cena analisada, avaliando se a reutilização de dados continua a ser segura.</p>
<p>Em situações críticas — como curvas, mudanças de faixa, cruzamentos ou alterações de semáforos — o X-Cache pode desativar automaticamente a reutilização de dados e regressar ao cálculo completo. O objetivo é prevenir a acumulação de erros e garantir qualidade visual e robustez em cenários complexos.</p>
<p>A marca afirma que a implementação do X-Cache no seu modelo X-World demonstrou estabilidade em ambientes urbanos e de autoestrada, validando a tecnologia para aplicações de escala industrial.</p>
<p><strong>Uma peça no ecossistema de IA da XPENG</strong></p>
<p>O X-Cache passa a integrar a infraestrutura tecnológica da XPENG ao lado de dois outros pilares da marca: o VLA 2.0 e o X-World.</p>
<p>O XPENG VLA 2.0 é responsável pela perceção e tomada de decisão em tempo real. O X-World funciona como motor de simulação, criando ambientes virtuais inferíveis e interativos para treino e validação. O X-Cache assume agora o papel de motor de aceleração, tornando essas simulações mais rápidas, eficientes e economicamente viáveis.</p>
<p>Com esta arquitetura integrada, a XPENG pretende reforçar a evolução contínua dos seus sistemas de condução inteligente, treinando-os de forma intensiva no mundo digital para melhorar a robustez e estabilidade no mundo real.</p>
<p><strong>Da condução autónoma à robótica</strong></p>
<p>Embora o foco imediato esteja na condução autónoma, a XPENG antecipa que o X-Cache possa ter aplicações além do automóvel. A tecnologia poderá ser usada em IA incorporada, robótica e outros sistemas físicos inteligentes, sempre que seja necessário simular interações com o mundo real de forma rápida, eficiente e com custos controláveis.</p>
<p>A empresa considera este avanço mais um passo na sua estratégia de desenvolvimento de IA física, área em que os sistemas digitais não se limitam a interpretar dados, mas passam a aprender, simular e atuar em ambientes físicos complexos.</p>
<p>Com o X-Cache, a XPENG procura assim reforçar a sua posição entre as marcas que estão a transformar o automóvel num sistema inteligente em evolução permanente, onde a condução autónoma depende tanto da estrada como da capacidade de simular milhões de cenários antes de chegar ao mundo real.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768494]]></sapo:autor>
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		<title>Canadá afasta-se dos EUA e escolhe aviões suecos para reforçar defesa aérea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá anunciou esta quarta-feira que pretende adquirir uma frota de aeronaves de alerta antecipado da fabricante sueca Saab, numa decisão que representa um afastamento estratégico da tradicional dependência da indústria de defesa norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Canadá anunciou esta quarta-feira que pretende adquirir uma frota de aeronaves de alerta antecipado da fabricante sueca Saab, numa decisão que representa um afastamento estratégico da tradicional dependência da indústria de defesa norte-americana. O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, confirmou que Ottawa vai avançar com o modelo GlobalEye, desenvolvido pela Saab com base no jato Global 6500 da canadiana Bombardier, deixando para trás a proposta rival da norte-americana Boeing, que concorria com o E-7 Wedgetail.</p>
<p>Segundo a agência Reuters, Mark Carney apresentou a decisão durante uma conferência sobre defesa realizada em Ottawa, sublinhando que a escolha do sistema sueco “reforça a autonomia estratégica do Canadá, cria empregos canadianos e consolida a posição do país como líder global”. O chefe do Governo acrescentou ainda que o GlobalEye “é também a escolha de muitos parceiros do Canadá, incluindo França, Suécia e Emirados Árabes Unidos”.</p>
<p>A opção pelo modelo da Saab surge numa altura em que o Governo liberal canadiano procura reduzir a dependência de equipamento militar norte-americano e aprofundar relações com o sector europeu da defesa. O Boeing E-7 Wedgetail, que esteve em competição direta com o GlobalEye, tem enfrentado problemas relacionados com atrasos de produção e derrapagens orçamentais, fatores que pesaram na avaliação canadiana. Embora Mark Carney não tenha revelado o valor do futuro contrato nem detalhes definitivos sobre a frota, responsáveis militares já tinham indicado anteriormente que o Canadá pretendia adquirir seis aeronaves de alerta antecipado.</p>
<p>Num comunicado divulgado após o anúncio, a Saab confirmou que tenciona investir em atividades de investigação e desenvolvimento no Canadá caso o negócio avance formalmente. A empresa sueca destacou ainda o envolvimento já existente da cadeia de fornecimento canadiana no projeto GlobalEye. Também o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristerson, saudou publicamente a decisão canadiana, afirmando nas redes sociais que o sistema “já está a criar empregos no Canadá” e que a escolha “aproxima ainda mais os dois países”.</p>
<p>A aproximação entre Ottawa e a indústria de defesa europeia não se limita a este programa. A Saab continua igualmente na corrida para fornecer caças Gripen ao Canadá, apesar de o país manter um acordo anterior para a compra de 88 aviões F-35 à norte-americana Lockheed Martin. Contudo, depois de os Estados Unidos terem imposto tarifas sobre produtos canadianos considerados estratégicos, Mark Carney pediu no ano passado às Forças Armadas para avaliarem a possibilidade de reduzir a encomenda dos F-35 e diversificar fornecedores. O primeiro-ministro recusou-se entretanto a esclarecer se o Canadá poderá vir a operar simultaneamente dois modelos diferentes de caças.</p>
<p>A decisão canadiana surge também num contexto de crescente pressão internacional sobre Ottawa para aumentar os investimentos em defesa. Durante anos, os Estados Unidos e outros aliados da NATO criticaram o Canadá por não cumprir as metas de despesa militar definidas pela Aliança Atlântica. Na semana passada, um responsável do Pentágono criticou mesmo o atraso canadiano na decisão sobre os F-35, acusando Ottawa de colocar “a política acima das questões de defesa”, depois de Washington ter suspendido conversações bilaterais planeadas entre os dois países sobre cooperação militar.</p>
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