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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Fuga de produtos químicos faz vários mortos em fábrica nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 03:28:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias pessoas morreram e outras ficaram gravemente feridas devido a uma fuga de produtos químicos ocorrida numa fábrica de papel no noroeste dos Estados Unidos, anunciaram as autoridades na terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Várias pessoas morreram e outras ficaram gravemente feridas devido a uma fuga de produtos químicos ocorrida numa fábrica de papel no noroeste dos Estados Unidos, anunciaram as autoridades na terça-feira.</P><br />
<P>Um tanque com &#8220;licor branco&#8221;, uma solução química com hidróxido de sódio e sulfureto de sódio utilizada na fabricação de papel, rompeu-se nas instalações da empresa Nippon Dynawave Packaging, de acordo com um comunicado publicado conjuntamente pela empresa e pelos bombeiros de Longview, uma localidade situada a cerca de 210 quilómetros a sul de Seattle, no estado de Washington.</P><br />
<P>A solução é utilizada para decompor as aparas de madeira nas primeiras etapas da produção de papel, a fim de criar a pasta de papel.</P><br />
<P>&#8220;A rutura causou múltiplos ferimentos graves&#8221;, anunciaram as fontes, confirmando também mortes &#8220;relacionadas com este incidente&#8221;.</P><br />
<P>O comunicado indica que não há perigo imediato para a população, mas não fornece quaisquer detalhes sobre a natureza da substância envolvida, nem sobre o número de vítimas.</P><br />
<P>O jornal Seattle Times, citando os bombeiros, relatou a existência de dez feridos: nove funcionários da empresa e um bombeiro. Os ferimentos variam de &#8220;graves a ligeiros&#8221; e incluem queimaduras e lesões por inalação. O comunicado da empresa referiu que houve &#8220;múltiplos feridos em estado crítico&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades, por outro lado, confirmaram a existência de um &#8220;número desconhecido de vítimas mortais neste momento&#8221;. </P><br />
<P>O tanque que se rompeu tem capacidade para cerca de 80 mil galões (cerca de 300 mil litros), segundo as mesmas fontes, e estava cerca de 60% cheio quando ocorreu a explosão. </P><br />
<P>O governador de Washington, Bob Ferguson, afirmou que foram enviados para o local funcionários da agência estadual de ecologia para apoiar as autoridades locais, e manifestou-se &#8220;profundamente triste ao saber que houve vítimas mortais&#8221;, segundo um comunicado.</P><br />
<P>De acordo com a imprensa local, as instalações da Nippon Dynawave Packaging foram anteriormente palco de um grande incêndio em julho de 2023, quando pilhas de madeira no local arderam durante dias.</P><br />
<P>A fábrica produz lenços de papel, papel para impressoras, copos, pratos, caixas de cartão e outros produtos, num total de 8 mil milhões de embalagens individuais por ano, para abastecer clientes na América do Norte, Ásia e em outras regiões do mundo, segundo o site da empresa, que emprega mil pessoas, de acordo com o Departamento de Ecologia do Estado de Washington.</P><br />
<P>A explosão ocorre no dia seguinte à confirmação pelas autoridades da Califórnia de que um tanque de produtos químicos que ameaçava explodir no Condado de Orange foi entretanto colocado em segurança.</P><br />
<P>O tanque em causa contém um produto químico utilizado na fabricação de plástico, e a sua possível explosão levou a uma ordem de deslocação que afetou 50 mil pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768130]]></sapo:autor>
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		<title>China limita deslocações internacionais de profissionais da área da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 02:13:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China está a impor restrições às viagens ao estrangeiro de profissionais de topo da área da inteligência artificial (IA) em empresas privadas como a Alibaba e a DeepSeek, visando proteger tecnologia considerada estratégica, informou hoje a Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China está a impor restrições às viagens ao estrangeiro de profissionais de topo da área da inteligência artificial (IA) em empresas privadas como a Alibaba e a DeepSeek, visando proteger tecnologia considerada estratégica, informou hoje a Bloomberg.</P><br />
<P>Segundo fontes citadas pela agência de notícias, organismos governamentais começaram a impor restrições a indivíduos envolvidos em trabalho avançado de IA considerados estrategicamente importantes para o país, exigindo autorização prévia das autoridades para viagens internacionais.</P><br />
<P>As restrições abrangem fundadores de &#8216;start-ups&#8217;, investigadores e executivos do setor, embora permaneça pouco claro o alcance das medidas, incluindo níveis hierárquicos ou funções específicas visadas.</P><br />
<P>A China já impõe há anos limitações de viagem a investigadores universitários, cientistas ligados ao setor nuclear e executivos de empresas estatais, mas a extensão destas práticas a empresas privadas é considerada invulgar.</P><br />
<P>Segundo as mesmas fontes, as autoridades chinesas passaram também a incluir pessoas nas listas de restrições com base na importância estratégica para o país, e não apenas no cargo ou local de trabalho.</P><br />
<P>As medidas refletem a crescente perceção dos engenheiros de IA como ativos estratégicos para a segunda maior economia do mundo. Grande parte do atual talento chinês na área emergiu após o aparecimento do modelo de IA ChatGPT, sobretudo em gigantes tecnológicas e &#8216;start-ups&#8217; privadas.</P><br />
<P>Contudo, as restrições poderão dificultar o recrutamento e retenção de talento pelas empresas chinesas de IA, além de aumentar preocupações quanto à intervenção do Governo no setor.</P><br />
<P>O tema ganhou maior visibilidade após Pequim exigir à norte-americana Meta, dona do Facebook e Instagram, o cancelamento da aquisição da Manus, uma empresa de IA fundada na China mas transferida para Singapura, num negócio avaliado em dois mil milhões de dólares (1.718 milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo o jornal britânico Financial Times, as autoridades chinesas impediram dois dos cofundadores da Manus de abandonar o país enquanto investigavam a operação.</P><br />
<P>Embora as novas restrições não estejam necessariamente ligadas ao caso Manus, fontes citadas pela imprensa afirmam que a prevenção de fugas tecnológicas continua a ser um objetivo central da política chinesa.</P><br />
<P>Alguns engenheiros de IA do setor privado já eram obrigados a comunicar previamente planos de viagens internacionais às autoridades, embora nem sempre fosse necessária autorização formal antes da deslocação.</P><br />
<P>Em 2025, o jornal Wall Street Journal noticiou que as autoridades chinesas aconselharam fundadores e investigadores de topo da área da IA a evitarem viagens aos Estados Unidos, embora sem impor uma proibição total.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768128]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança das empresas europeias na China melhora, mas persistem desafios &#8212; inquérito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 02:11:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 68% das empresas europeias na China afirmam que fazer negócios no país asiático tornou-se mais difícil em 2025, embora alguns indicadores revelem uma ligeira melhoria após vários anos de deterioração contínua, segundo um inquérito divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 68% das empresas europeias na China afirmam que fazer negócios no país asiático tornou-se mais difícil em 2025, embora alguns indicadores revelem uma ligeira melhoria após vários anos de deterioração contínua, segundo um inquérito divulgado hoje.</P><br />
<P>O Inquérito de Confiança Empresarial 2026, realizado pela Câmara de Comércio da União Europeia na China, com dados recolhidos entre janeiro e abril deste ano, indica que a intensidade da deterioração nas condições de negócio abrandou pela primeira vez desde o fim da política chinesa de &#8220;covid zero&#8221;.</P><br />
<P>O relatório alerta, no entanto, que a confiança empresarial continua frágil e que persistem obstáculos estruturais em áreas como o acesso ao mercado, regulação, concorrência desigual ou controlos às exportações.</P><br />
<P>A percentagem de empresas que afirmou que o ambiente de negócios se tornou mais difícil caiu cinco pontos percentuais face ao relatório anterior, mas representa o quinto ano consecutivo em que a maioria manifesta essa perceção.</P><br />
<P>A Câmara destaca também algumas melhorias parciais. A proporção de empresas que afirmou ter perdido oportunidades de negócio devido a barreiras regulatórias ou de acesso ao mercado caiu nove pontos, para 54%, enquanto a percentagem das que consideram existir igualdade de tratamento face às empresas chinesas subiu quatro pontos, para 60%.</P><br />
<P>Além disso, 17% das empresas mostra-se otimista quanto às perspetivas de rentabilidade nos próximos dois anos, mais cinco pontos do que há um ano, enquanto a percentagem das que consideram que o ambiente se tornou mais politizado recuou para 47%, menos cinco pontos.</P><br />
<P>O grupo empresarial sublinha, porém, que o abrandamento da economia chinesa continua a ser a principal preocupação das empresas europeias: 57% acredita que terá impacto negativo na atividade futura no país.</P><br />
<P>A isto somam-se a concorrência &#8220;insustentável&#8221; em alguns setores, ambiguidades regulatórias, exigências de localização, problemas de propriedade intelectual e dificuldades na transferência de dados ou na descarbonização das operações.</P><br />
<P>O relatório reflete ainda a crescente sensibilidade das empresas às tensões geopolíticas e comerciais. Cerca de 35% prevê afetação pelas tensões entre a China e a União Europeia, enquanto 32% afirma que as empresas ou os fornecedores já sofreram impactos do regime chinês de controlo das exportações.</P><br />
<P>Além disso, 22% receia que mais materiais ou bens fiquem sujeitos a essas restrições.</P><br />
<P>A China foi apontada como um dos três principais destinos globais de investimento atual por 53% dos inquiridos, o valor mais baixo registado por este indicador, enquanto 45% afirmou já ter ajustado ou estar a considerar ajustar a estratégia de investimento no país.</P><br />
<P>A publicação surge num contexto de fricções persistentes entre Pequim e Bruxelas devido ao desequilíbrio comercial, restrições de acesso ao mercado, controlos chineses sobre exportações estratégicas e investigações e medidas comerciais recíprocas em setores considerados sensíveis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768127]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sindicatos da Samsung aprovam acordo salarial para evitar greve na Coreia do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 02:08:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sindicatos dos trabalhadores da fabricante de 'chips' Samsung Electronics aprovaram um acordo salarial que evitou uma greve sem precedentes na Coreia do Sul, de acordo com os resultados de uma votação eletrónica concluída hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os sindicatos dos trabalhadores da fabricante de &#8216;chips&#8217; Samsung Electronics aprovaram um acordo salarial que evitou uma greve sem precedentes na Coreia do Sul, de acordo com os resultados de uma votação eletrónica concluída hoje.</P><br />
<P>O acordo, aprovado por 73,7% dos votos, prevê bónus anuais substanciais ligados aos lucros gerados pela inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A Samsung e a confederação sindical tinham chegado a um acordo na semana passada para evitar uma greve geral, com um compromisso que inclui bónus individuais de até 343 mil euros este ano para 78 mil funcionários da divisão de semicondutores.</P><br />
<P>A votação terminou às 10:00 (02:00 em Lisboa). A participação conjunta dos dois sindicatos com direito de voto tinha atingido os 92,4% já na tarde de terça-feira.</P><br />
<P>Os trabalhadores exigiam a eliminação atual do limite máximo para o bónus de desempenho, fixado em até 50% do salário anual, e pedem a substituição por um sistema que reserve 15% do lucro operacional para incentivos.</P><br />
<P>O acordo preliminar inclui um bónus especial para a divisão Device Solutions, responsável pelo negócio de semicondutores, equivalente a 10,5% do desempenho da empresa e sem limite máximo de pagamento.</P><br />
<P>Os funcionários da divisão poderão receber entre 210 milhões e 600 milhões de won (entre 120 mil e 343 mil euros) em bónus, segundo a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>No entanto, persistem as tensões com outro sindicato &#8211; que representa sobretudo funcionários da divisão de telemóveis, televisores e eletrodomésticos &#8211; que apresentou na terça-feira um pedido de providência cautelar para suspender a votação, alegando ter sido excluído do processo.</P><br />
<P>Em 14 de maio, o Governo da Coreia da Sul tinha pedido uma resolução urgente do conflito laboral na Samsung Electronics e avisou que uma greve poderia comprometer a economia do país.</P><br />
<P>&#8220;Uma greve dos trabalhadores pode representar um risco significativo para o crescimento económico, as exportações e o mercado financeiro&#8221;, afirmou o ministro das Finanças sul-coreano, Koo Yun-cheol, num comunicado divulgado pela Yonhap.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícias local, Koo reuniu-se com as autoridades financeiras para discutir a situação e analisar as potenciais consequências económicas da greve, no meio da crescente procura por chips utilizados em IA.</P><br />
<P>O líder sindical Choi Seung-ho alertou que, se a produção fosse interrompida durante 18 dias, tal teria um impacto para a empresa próximo de 18 biliões de wons (10,4 mil milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com analistas, as perdas de uma paralisação geral para a economia da Coreia do Sul poderiam ultrapassar 40 biliões de won (22,7 mil milhões de euros).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768125]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cuba pede &#8220;contribuição&#8221; da ONU para deter agressão militar dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 01:53:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia cubana, Bruno Rodríguez, solicitou esta terça-feira à ONU a "contribuição para impedir uma agressão militar dos Estados Unidos" contra a ilha, durante a reunião com o secretário-geral da organização, António Guterres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia cubana, Bruno Rodríguez, solicitou esta terça-feira à ONU a &#8220;contribuição para impedir uma agressão militar dos Estados Unidos&#8221; contra a ilha, durante a reunião com o secretário-geral da organização, António Guterres. </P><br />
<P>&#8220;Solicitei a contribuição da ONU para impedir uma agressão militar dos Estados Unidos contra Cuba, que provocaria um banho de sangue, e para que cessem as ameaças de uso da força&#8221;, escreveu Rodríguez nas redes sociais. </P><br />
<P>O ministro das Relações Exteriores cubano, que participou em Nova Iorque numa sessão do Conselho de Segurança da ONU, referiu na mensagem que informou Guterres sobre &#8220;a grave situação humanitária que o povo cubano enfrenta, consequência direta do recrudescimento extremo do bloqueio por parte do Governo dos EUA, com medidas adicionais, sanções secundárias e um cerco energético brutal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Reiterei, apesar disso e da incoerência da contraparte, a disponibilidade de Cuba para continuar as conversações bilaterais com os EUA sem ingerência nos nossos assuntos internos, sistema político ou eleições&#8221;, assinalou.</P><br />
<P>Rodríguez indicou que explicou ao secretário-geral da ONU a &#8220;rejeição da acusação infame, fraudulenta e ilegal&#8221; apresentada pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relativamente ao abate, por forças da ilha, de dois aviões de pequeno porte que causou quatro mortos há trinta anos.</P><br />
<P>O ministro reiterou ainda o &#8220;compromisso de Cuba com a paz e a segurança internacionais, o multilateralismo, a cooperação e o respeito pelo direito internacional&#8221;. </P><br />
<P>Numa intervenção perante a sessão do Conselho de Segurança, convocada pela China, Rodríguez acusou Washington de estar a levar a cabo um &#8220;ato de guerra e de genocídio&#8221; com o bloqueio energético que impõe à ilha, mas afirmou estar disposto a dialogar com o Governo norte-americano.</P><br />
<P>Desde o início do ano, a Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, tem reforçado a pressão sobre o Governo de Havana, com um bloqueio petrolífero desde há cinco meses e um alargamento das sanções económicas. </P><br />
<P>Além disso, Trump tem ameaçado &#8220;assumir o controlo&#8221; do país e levar por diante uma estratégia assumida com a Venezuela, desde a operação de captura e extração para Nova Iorque do ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas em janeiro.</P><br />
<P>Estas ações, precisamente aliadas à captura de Maduro e ao controlo por Washington da nova liderança do regime venezuelano &#8211; aliado fundamental de Cuba -, agravaram a crise económica e humanitária que assola a ilha, que enfrenta escassez de petróleo e uma grave crise energética.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768124]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 1,75%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 00:22:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,75% para 66.131,51 pontos, 15 minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,75% para 66.131,51 pontos, 15 minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, subia 0,27% para 3.949,21 pontos, às 09:17 locais (01:17 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768123]]></sapo:autor>
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		<title>Investigadores descobrem obstáculos à reciclagem completa de garrafas de plástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma investigação permitiu identificar os mecanismos moleculares que bloqueiam a degradação enzimática de um dos plásticos mais produzidos no mundo, o tereftalato de polietileno (PET), quando este se encontra na sua forma cristalina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma investigação permitiu identificar os mecanismos moleculares que bloqueiam a degradação enzimática de um dos plásticos mais produzidos no mundo, o tereftalato de polietileno (PET), quando este se encontra na sua forma cristalina.</P><br />
<P>Publicado na revista The Journal of Physical Chemistry Letters, o estudo do Instituto de Ciências Marinhas (ICM-CSIC) e do Instituto de Química Avançada da Catalunha (IQAC-CSIC) apontou como principal problema a grande quantidade de energia necessária para a enzima se ligar às cadeias poliméricas quando estas estão extremamente compactadas.</P><br />
<P>Há duas décadas que os cientistas tentam aperfeiçoar enzimas capazes de decompor este material, presente em milhões de toneladas de resíduos, mas a maioria delas atua apenas na sua porção mais flexível, noticiou na terça-feira a agência Efe.</P><br />
<P>No entanto, os produtos comerciais apresentam frequentemente um elevado grau de cristalinidade, com moléculas altamente ordenadas, o que representa um desafio significativo para a degradação biológica.</P><br />
<P>Para realizar o estudo, a equipa científica combinou a análise de dados experimentais sobre o formato das cadeias de plástico com simulações computacionais de alta precisão. </P><br />
<P>Estas simulações permitiram observar como a enzima se liga a pequenos fragmentos de plástico e medir o gasto energético deste processo.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos resultados demonstram que, embora a enzima seja teoricamente capaz de alcançar a posição correta para realizar o corte químico tanto em plástico macio como em plástico cristalino, o custo energético para tal neste último é proibitivo&#8221;, observou o autor principal do estudo, Francesco Colizzi.</P><br />
<P>Ao compreender que a limitação é estrutural e energética, os investigadores podem agora concentrar-se na modificação da arquitetura das enzimas existentes.</P><br />
<P>&#8220;Se conseguirmos conceber enzimas que ultrapassem estas barreiras energéticas, estaremos muito mais próximos de uma verdadeira economia circular, onde as garrafas usadas possam ser transformadas em novas garrafas da mesma qualidade, vezes sem conta&#8221;, realçou a primeira autora do estudo, Ania Di Pede-Mattatelli.</P><br />
<P>Para os cientistas, esta descoberta realça a necessidade de desenvolver novas ferramentas biotecnológicas para um processo de reciclagem circular mais sustentável e independente dos combustíveis fósseis.</P><br />
<P>Os investigadores sublinharam que a colaboração internacional é fundamental para alcançar o objetivo final, de criar um catálogo de biocatalisadores otimizados para diferentes tipos de resíduos plásticos, minimizando a pegada de carbono do processo de reciclagem e oferecendo uma alternativa viável à produção de plástico virgem derivado do petróleo. </P></p>
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		<title>Arena de luta livre em construção na Casa Branca para aniversário de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma arena de luta livre está a ser erguida na Casa Branca, em Washington DC, para uma competição de luta livre no dia 14 de junho, dia do 80º aniversário do Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma arena de luta livre está a ser erguida na Casa Branca, em Washington DC, para uma competição de luta livre no dia 14 de junho, dia do 80º aniversário do Presidente Donald Trump. </P><br />
<P>Enquanto decorrem as obras do futuro salão de baile da Casa Branca, após a demolição do histórico edifício da ala leste, hoje movimentavam-se também guindastes por detrás da icónica residência dos presidentes norte-americanos, montando um gigantesco arco de metal, segundo a AFP. </P><br />
<P>Serão instalados nesta estrutura os refletores que iluminarão os seis combates anunciados pela UFC, a organização dominante no mundo das artes marciais mistas (MMA). </P><br />
<P>De acordo com os planos apresentados pela UFC, também serão instalados a plataforma cercada (octógono) onde estão os lutadores e bancadas. </P><br />
<P>O custo total do evento está estimado em 60 milhões de dólares, segundo informações da imprensa. </P><br />
<P>&#8220;A UFC está a pagar. Não está a ser usado dinheiro público&#8221; para esta instalação, disse um funcionário da Casa Branca à AFP. </P><br />
<P>Um dos combates oporá o francês Ciryl Gane ao brasileiro Alex Pereira pelo título mundial interino de pesos pesados. </P><br />
<P>O evento principal, pelo cinturão dos pesos leves, opõe o espanhol invicto Ilia Topuria, segundo classificado do ranking geral do UFC, ao norte-americano Justin Gaethje. </P><br />
<P>São esperados cerca de 4.500 convidados no relvado sul da Casa Branca, e até 100.000 pessoas poderão assistir aos combates num ecrã gigante num parque adjacente. </P><br />
<P>Dana White, presidente da UFC e aliado próximo de Donald Trump, negou que o evento tenha motivações políticas. </P><br />
<P>&#8220;O que está a acontecer é que estou a gastar uma fortuna para celebrar o 250.º aniversário dos Estados Unidos&#8221;, disse à revista Time. </P><br />
<P>Trump, cuja paixão pelos desportos de combate começou muito antes da sua carreira política, desenvolveu fortes laços com o mundo do MMA e com certos desportos populares entre os jovens brancos, um grupo demográfico que desempenhou um papel crucial na sua vitória em 2024. </P><br />
<P>As comemorações do 250.º aniversário da independência norte-americana incluem também uma corrida de fórmula Indy pelas ruas de Washington, DC.</P><br />
<P>Trump tem também promovido um conjunto de obras monumentais na capital, como um arco triunfal de 76 metros de altura.  </P><br />
<P>O &#8220;Arco da Independência&#8221; foi apresentado em abril, incluindo uma figura semelhante à da Estátua da Liberdade e as inscrições &#8220;Uma Nação Sob Deus&#8221; e &#8220;Liberdade e Justiça para Todos&#8221;, a ouro. Duas águias e quatro leões adornam o monumento, a instalar entre o Memorial Lincoln e o Cemitério Nacional de Arlington.    </P><br />
<P>Os Presidentes norte-americanos recebem geralmente nomes de edifícios ou infraestruturas quando deixam o cargo ou após a sua morte, mas Trump, bilionário do setor imobiliário que é proprietário de uma torre com o seu nome na prestigiada Quinta Avenida de Nova Iorque, tem procurado assegurar desde já a homenagem.    </P><br />
<P>Em dezembro, o conselho de curadores do Kennedy Center &#8211; escolhido pelo Presidente republicano &#8211; votou a renomeação desta prestigiada instituição cultural de Washington como &#8220;Trump Kennedy Center&#8221;.     </P><br />
<P>Foi também anunciado o lançamento de uma nova classe de grandes navios de guerra que terão o nome de Trump.     </P><br />
<P>O Departamento do Tesouro confirmou ainda a existência de um plano para uma moeda comemorativa de um dólar com a imagem de Trump, embora as leis proíbam colocar em notas a imagem de um Presidente em funções ou vivo.     </P></p>
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		<title>Trump eleva limite de refugiados nos EUA para admitir mais sul-africanos brancos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:26:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumentou terça-feira o número limite de refugiados do país para permitir que entrem mais 10.000 pessoas que, segundo disse, devem ser os africânderes da África do Sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumentou terça-feira o número limite de refugiados do país para permitir que entrem mais 10.000 pessoas que, segundo disse, devem ser os africânderes da África do Sul. </P><br />
<P>Com esta decisão, a Casa Branca reconfirma o argumento que tem defendido há meses de que a minoria branca da África do Sul sofre &#8220;violência por motivos raciais&#8221;. </P><br />
<P>Após regressar à presidência dos EUA, em janeiro de 2025, Trump congelou a admissão de refugiados nos Estados Unidos, embora pouco depois tenha aprovado um programa específico para acolher sul-africanos brancos. </P><br />
<P>A decisão de hoje consolida a política migratória desta administração republicana, que prioriza os refugiados de um único país, em detrimento dos critérios habituais do direito internacional, não vinculados a um local, mas às condições de vida. </P><br />
<P>Isto gerou críticas de organismos internacionais de direitos humanos. </P><br />
<P>O Governo de Trump reduziu o limite anual de admissão de refugiados a 7.500 pessoas, o mais baixo da história do programa, após os 150.000 que estavam autorizados durante a administração do anterior presidente democrata Joe Biden. </P><br />
<P>Deste limite de 7.500 refugiados para 2026, foram admitidas aproximadamente 1.651 pessoas, ou seja, cerca de 22% do total autorizado, segundo dados oficiais. </P><br />
<P>Em maio do ano passado, Trump e o presidente da África do Sul tiveram um encontro tenso na Casa Branca, precisamente por causa do suposto &#8220;genocídio branco&#8221; ao qual Washington aponta. </P><br />
<P>Pretória defendia que a decisão de conceder a categoria de refugiado a africânderes por este motivo ignora a &#8220;profunda ferida histórica do &#8216;apartheid&#8217; e nega o contexto de desigualdade estrutural que ainda persiste&#8221; no país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768120]]></sapo:autor>
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		<title>Primeiro veículo elétrico da Ferrari recebido com ceticismo pelo mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:14:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ferrari apresentou na terça-feira o seu primeiro automóvel totalmente elétrico ao Presidente de Itália e ao papa Leão XIV, mas ainda tem de convencer os investidores e o consumidor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ferrari apresentou na terça-feira o seu primeiro automóvel totalmente elétrico ao Presidente de Itália e ao papa Leão XIV, mas ainda tem de convencer os investidores e o consumidor.</P><br />
<P>A fabricante automóvel italiana revelou o Luce EV, mesmo enquanto outros concorrentes do segmento de luxo reduzem os seus ambiciosos planos no campo dos elétricos, num momento de queda da procura em alguns mercados do mundo, noticiou a agência Associated Press (AP). </P><br />
<P>O lançamento foi recebido com ceticismo pelo mercado e pela crítica especializada.</P><br />
<P>John Elkann, presidente da icónica marca, apresentou o novo modelo a Leão XIV na residência de verão do papa em Castel Gandolfo, a sul de Roma.</P><br />
<P>O Luce oferece 1.000 cavalos de potência, atinge os 100 quilómetros por hora em 2,5 segundos e tem uma autonomia de mais de 530 quilómetros. Possui ainda quatro motores elétricos, um para cada roda.</P><br />
<P>De acordo com alguns &#8216;media&#8217;, o preço do Luce em Itália será de 500.000 euros.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos simplesmente a apresentar um novo automóvel, estamos a inaugurar um capítulo que transforma a nossa visão em realidade, fortalecendo a tradição da Ferrari de antecipar e moldar o futuro&#8221;, vincou Elkann, citado num comunicado.</P><br />
<P>A empresa, que também vende veículos híbridos, investiu milhares de milhões de euros para entrar na corrida dos elétricos, mas reduziu o seu objetivo de que 40% da sua linha de produtos fosse totalmente elétrica até 2030 para 20%.</P><br />
<P>Apesar das grandes expectativas do construtor automóvel mais valioso da Europa para o seu primeiro produto elétrico, o mercado não reagiu bem ao veículo e as ações da Ferrari caíram a pique 8,4% na terça-feira, na bolsa de Milão. </P><br />
<P>Na Internet e entre os críticos automóveis, a reação foi negativa, apontando que o Luce se distancia da estética habitual da marca. </P><br />
<P>Robby DeGraff, gestor de &#8216;insights&#8217; de produto e consumidor da empresa AutoPacific, considerou o Luce &#8220;talvez o modelo mais controverso a ostentar o &#8216;Cavallino Rampante&#8217; e questionou se a marca precisa de um veículo tão caro. Mas acrescentou que a Ferrari pode querer manter-se competitiva em mercados com exigências rigorosas de emissões.</P><br />
<P>A empresa está a lançar o veículo elétrico no meio de um mercado global volátil e incerto para este tipo de motorização.</P><br />
<P>As vendas de automóveis elétricos atingiram os 20 milhões a nível global no ano passado, representando um em cada quatro automóveis novos vendidos em todo o mundo como elétricos, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE).</P><br />
<P>As vendas aumentaram mais de 30% na Europa em 2025, segundo a AIE. </P><br />
<P>Mas o mercado automóvel europeu está a tornar-se cada vez mais competitivo devido à entrada de marcas chinesas, que atraem os consumidores com a sua tecnologia avançada a preços mais baixos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768119]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Israel vai continuar ataques no Líbano até obter &#8220;plena segurança&#8221; &#8212; PM</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 22:50:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Israel eliminou desde o início de março 2.500 "terroristas do Hezbollah" no Líbano, adiantou hoje o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantindo que as operações vão continuar até estar garantida a "plena segurança" dos israelitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel eliminou desde o início de março 2.500 &#8220;terroristas do Hezbollah&#8221; no Líbano, adiantou hoje o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantindo que as operações vão continuar até estar garantida a &#8220;plena segurança&#8221; dos israelitas.  </P><br />
<P>O governante referiu na rede social X que desde a &#8216;Operação Rugido do Leão&#8217;, o ataque conjunto com os Estados Unidos contra o Irão, lançado em 28 de fevereiro, foram eliminado cerca de 2.500 &#8220;terroristas do Hezbollah&#8221;, sendo que a morte de 700 destes ocorreu durante o cessar-fogo com o Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Mais do que em toda a Segunda Guerra do Líbano&#8221;, frisou Netanyahu.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita salientou ainda que as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) estão &#8220;a concluir a destruição das infraestruturas terroristas próximas&#8221; das comunidades israelitas.</P><br />
<P>&#8220;Grandes contingentes das Forças de Defesa de Israel (IDF) estão a operar bem dentro do território (libanês), assumindo o controlo de áreas e fortificando a zona de segurança&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Netanyahu apontou ainda que Israel não vai &#8220;parar de lutar num único instante&#8221; contra o movimento xiita pró-iraniano Hezbollah até estar garantida &#8220;a plena segurança dos cidadãos de Israel&#8221;.</P><br />
<P>Farhan Haq, porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, salientou hoje que as forças de manutenção da paz da ONU no Líbano detetaram 91 violações do espaço aéreo no dia anterior, o número mais elevado desde a entrada em vigor do acordo.</P><br />
<P>Citou ainda 399 ataques com &#8216;rockets&#8217; atribuídos ao exército israelita e 11 trajetórias de projéteis atribuídas ao Hezbollah.</P><br />
<P>Apesar da trégua, Israel continua os seus ataques e operações no Líbano, afirmando ter como alvo o Hezbollah e as suas infraestruturas, enquanto, ao mesmo tempo, as hipóteses de um acordo rápido entre os Estados Unidos e o Irão parecem estar a diminuir.</P><br />
<P>Os ataques israelitas mataram pelo menos 3.213 pessoas desde o início do conflito, no início de março, segundo os dados mais recentes divulgados hoje pelo Ministério da Saúde libanês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768118]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão relata que 25 navios atravessaram estreito de Ormuz com a sua autorização</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 22:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária iraniana adiantou hoje que um total de 25 navios, incluindo petroleiros, transitaram pelo estreito de Ormuz nas últimas 24 horas "após obterem autorização" da sua Marinha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária iraniana adiantou hoje que um total de 25 navios, incluindo petroleiros, transitaram pelo estreito de Ormuz nas últimas 24 horas &#8220;após obterem autorização&#8221; da sua Marinha.</P><br />
<P>&#8220;Durante as últimas 24 horas, 25 navios, incluindo petroleiros, navios porta-contentores e outras embarcações comerciais, passaram pelo Estreito de Ormuz após obterem autorização e em coordenação e sob a segurança da Marinha da Guarda Revolucionária&#8221;, sublinhou o exército ideológico de Teerão em comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana Tasnim.</P><br />
<P>Os militares sublinharam ainda que o &#8220;controlo inteligente&#8221; desta passagem crucial para o comércio global está a ser realizado &#8220;com autoridade&#8221; e afirmaram que responderão &#8220;com força&#8221; a qualquer agressão.</P><br />
<P>A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico (PGSA), agência criada pelo Irão para gerir o tráfego marítimo no estreito de Ormuz, publicou na semana passada um mapa que delimita os limites da sua jurisdição na área, um dos principais estrangulamentos para o comércio internacional.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou hoje os Estados Unidos de terem violado o frágil cessar-fogo no sul do país, numa declaração divulgada após o anúncio de ataques norte-americanos.</P><br />
<P>O centro de comando dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom) tinha anunciado anteriormente ter atacado durante a noite locais de lançamento de mísseis no sul do Irão, numa operação que Washington classificou como uma ação de &#8220;autodefesa&#8221; destinada a proteger tropas norte-americanas perante ameaças de forças iranianas.</P><br />
<P>Segundo o Centcom, os ataques tiveram como alvo locais de lançamento de mísseis e embarcações iranianas alegadamente envolvidas em tentativas de colocação de minas na zona do Estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o comércio energético mundial.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter abatido um drone norte-americano e disparado contra aviões que tentavam penetrar no espaço aéreo do país.</P><br />
<P>Os ataques ocorrem numa altura em que Estados Unidos e Irão intensificam contactos para tentar alcançar um acordo que permita pôr fim ao conflito, embora ambas as partes tenham reconhecido nos últimos dias que persistem divergências sobre alguns pontos do projeto negociado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768117]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street mostra apetite pelo risco e fecha com recordes do S&#038;P500 e Nasdaq</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 21:51:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, com recordes dos índices Nasdaq e S&#38;P500, sustentada no otimismo quanto a eventuais progressos diplomáticos entre Washington e Teerão, apesar dos novos ataques dos EUA ao Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, com recordes dos índices Nasdaq e S&amp;P500, sustentada no otimismo quanto a eventuais progressos diplomáticos entre Washington e Teerão, apesar dos novos ataques dos EUA ao Irão. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o tecnológico Nasdaq valorizou 1,19% e estabeleceu um recorde nos 26.656,18 pontos, ao passo que o alargado S&amp;P500 subiu 0,61%, para uns inéditos 7.519,12 unidades. Pelo contrário, o seletivo Dow Jones Industrial Average perdeu 0,23%.</P><br />
<P>&#8220;Um clima de apetite pelo risco domina hoje Wall Street&#8221;, alimentado pela esperança de &#8220;um eventual acordo de paz&#8221; entre os EUA e o Irão, apontou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Depois de semanas de bloqueios e ameaças, Washington e divulgaram nos últimos dias avanços nas discussões. Donald Trump deu mesmo a entender a possibilidade de um compromis iminente durante o fim de semana.</P><br />
<P>Mas o Irão acusou hoje os EUA de violação do cessar-fogo, depois dos ataques noturnos norte-americanos.</P><br />
<P>&#8220;Wall Street não parece ter medo de nada. O mercado está em fase de forte crescimento&#8221;, disse Peter Cardillo, da Spartan Capital Securities, m declarações à AFP.</P><br />
<P>Mas Torres relativizou: &#8220;O desempenho dos vários setores é desigual, com a tecnologia e a indústria a assumirem o essencial&#8221;. </P><br />
<P>E hoje ao conglomerado dos semicondutores Micron foi propulsionado, com uma subida de 19,29%, que colocou a sua capitalização bolsista acima do bilião (milhão de milhões de dólares pela primeira vez, depois de o UBS rever em alta o seu preço-alvo. </P><br />
<P>O salto na cotação levou consigo outros nomes do setor, como Broadcom (1,90%), Texas Instrument (+5,07%) e AMD (+7,78%).</P><br />
<P>Na macroeconomia, os investidores minimizaram um índice de confiança dos consumidores, que manteve uma tendência descendente, atribuída &#8220;à intensificação dos impactos inflacionistas da guerra no Médio Oriente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768116]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>I Liga: Treinador João Gião assina pelo Nacional por uma época</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 21:23:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O português João Gião é o novo treinador do Nacional, com contrato por uma temporada, anunciou hoje o presidente Rui Alves, que entra para o último ano de mandato no clube da I Liga portuguesa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português João Gião é o novo treinador do Nacional, com contrato por uma temporada, anunciou hoje o presidente Rui Alves, que entra para o último ano de mandato no clube da I Liga portuguesa de futebol.</P><br />
<P>Em entrevista à RTP Madeira, o dirigente, de 66 anos, explicou que a duração do vínculo do sucessor de Tiago Margarido se fica a dever &#8220;último ano&#8221; do seu mandato, sendo que o objetivo para a próxima época passa por, pelo menos, conseguir a permanência no primeiro escalão.</P><br />
<P>Gião, de 39 anos, vem de uma experiência como treinador principal, a primeira na carreira, no Sporting B, que liderou a edição 2025/26 da II Liga durante a fase inicial e terminou no 13.° lugar, com 42 pontos.</P><br />
<P>A formação insular foi comandada nas últimas três épocas por Tiago Margarido, que manteve o emblema madeirense no primeiro escalão, depois de ter conseguido o seu regresso em 2023/24.</P><br />
<P> </P><br />
<P>RYFA // JP</P><br />
<P>Lusa/Fom</P></p>
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		<title>Real Madrid vai a votos no dia 07 de junho, 20 anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:39:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Real Madrid vai ter em 07 de junho as primeiras eleições em 20 anos para a direção do clube, que serão disputadas pelo atual presidente, Florentino Pérez, e pelo empresário Enrique Riquelme, anunciou hoje a comissão eleitoral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Real Madrid vai ter em 07 de junho as primeiras eleições em 20 anos para a direção do clube, que serão disputadas pelo atual presidente, Florentino Pérez, e pelo empresário Enrique Riquelme, anunciou hoje a comissão eleitoral.</P><br />
<P>O presidente do clube espanhol, Florentino Pérez, anunciou em 12 de maio que iria pedir a convocação de eleições para os órgãos diretivos do Real Madrid e que seria candidato.   </P><br />
<P>&#8220;Tomámos esta decisão porque se criou uma situação absurda para gerar uma corrente de opinião contra os interesses do Real Madrid e sobretudo contra mim&#8221;, disse o Florentino Pérez, de 79 anos.</P><br />
<P>Na mesma conferência, o atual líder disse não ir renunciar e que &#8220;pediu à Comissão Eleitoral que inicie o processo eleitoral para a eleição da direção&#8221;, desafiando naquele dia os críticos a apresentarem uma candidatura.</P><br />
<P>Florentino Pérez considerou ainda que algumas críticas recentes surgiram na sequência de resultados desportivos abaixo das expectativas e defendeu que, &#8220;no desporto, nem sempre se ganha&#8221;, mas alguns setores aproveitam o momento para o atacar pessoalmente. </P><br />
<P>No sábado, último dia possível para se apresentar às eleições do Real Madrid, o empresário espanhol Enrique Riquelme entregou uma candidatura à comissão eleitoral, que foi validada, forçando assim a realização de um escrutínio para os órgãos de direção do clube pela primeira vez em 20 anos.</P><br />
<P>Enrique Riquelme, de 37 anos, é fundador e presidente do Grupo Cox, que opera no setor da energia.</P><br />
<P>O empresário pediu a Florentino Pérez um debate público &#8220;saudável e com respeito&#8221; para os sócios do Real Madrid decidirem que projeto é o melhor para o clube.</P><br />
<P>Riquelme sublinhou que avançou com um projeto que &#8220;não é anti ninguém&#8221;, mas &#8220;a favor do Real Madrid&#8221;.</P><br />
<P>No dia 12 de maio, quando convocou as eleições, o atual presidente do Real Madrid foi questionado sobre a possibilidade de o português José Mourinho ser o próximo treinador do clube espanhol.</P><br />
<P> &#8220;Não estamos nessa fase do processo. Estamos focados em garantir que o Real Madrid continue a pertencer aos seus sócios. Preciso de pôr um fim a esta campanha absurda contra o Real Madrid. Nunca houve um Real Madrid mais glorioso na história. Fui eleito o melhor presidente da história do clube e da história de todos os clubes. Vou defender, não por mim, mas pela instituição&#8221;, respondeu então Florentino Pérez.</P><br />
<P>Dias mais tarde, em 16 de maio, o próprio José Mourinho, atualmente treinador do Benfica, admitiu que o seu agente, Jorge Mendes, tem estado em conversações com responsáveis do Real Madrid.</P><br />
<P>O engenheiro e também empresário Florentino Pérez lidera o Real Madrid desde 2000, com uma interrupção entre 2006 e 2009, período durante o qual o clube conquistou, no futebol, vários títulos nacionais e internacionais, incluindo sete edições da Liga dos Campeões.</P><br />
<P>Em 2025/26, o Real encerrou a Liga no segundo lugar, com 86 pontos, a oito do bicampeão FC Barcelona, diante do qual perdeu na final da Supertaça de Espanha, na Arábia Saudita, por entre as eliminações nos &#8216;oitavos&#8217; da Taça do Rei, frente ao Albacete, do segundo escalão, e nos &#8216;quartos&#8217; da Liga dos Campeões, perante os alemães do Bayern Munique.</P><br />
<P>Os &#8216;merengues&#8217; fecharam uma época sem conquistas pela sexta vez no século XXI e estão sem treinador, face à saída de Álvaro Arbeloa, antigo defesa direito do clube, que foi promovido em janeiro da equipa secundária madridista para render Xabi Alonso, despedido ao fim de quase meio ano.</P></p>
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		<title>Coroas das colunas do Parque Eduardo VII em Lisboa vão ser repostas em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:26:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As coroas de palmas das colunas monumentais do Parque Eduardo VII, em Lisboa, retiradas em 2023 a propósito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), vão ser repostas, após restauro, até ao final de agosto, revelou hoje a Câmara Municipal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As coroas de palmas das colunas monumentais do Parque Eduardo VII, em Lisboa, retiradas em 2023 a propósito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), vão ser repostas, após restauro, até ao final de agosto, revelou hoje a Câmara Municipal.</P><br />
<P>Passado três anos desde a retirada, as coroas de palmas (ou de louros) estão, neste momento, e desde alguns meses, na freguesia de Marvila, concretamente no quartel do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa, indicou a vereadora de Projetos e Obras em Espaço Público, Joana Baptista (independente indicada pelo PSD), na reunião da Assembleia Municipal.</P><br />
<P>No âmbito de uma recomendação da IL pela reposição das coroas de palmas nas colunas monumentais do Parque Eduardo VII, aprovada por unanimidade, Joana Baptista disse que esta foi uma preocupação deste executivo camarário, liderado por PSD/CDS-PP/IL, que foi materializada no orçamento municipal de 2026, com um procedimento lançado e adjudicado para serem restauradas.</P><br />
<P>A vereadora adiantou estão &#8220;devidamente acolhidas e salvaguardadas, sob toda a proteção, e no mês de junho, e no prazo de 90 dias, essas coroas serão reabilitadas, restauradas e, naturalmente, devolvidas ao Parque Eduardo VII e às suas colunas monumentais até ao final do mês de agosto&#8221;.</P><br />
<P>Na apresentação da recomendação, Pedro Bugarin, da IL, afirmou que &#8220;Lisboa atravessa horas graves, não por algum tema de habitação, de transportes, nem sequer eternas obras da cidade, a tragédia que assiste a Pólis, o verdadeiro abalo sísmico na alma dos lisboetas, é o desaparecimento das coroas de palma&#8221;.</P><br />
<P>Por isso, Pedro Bugarin quer que a Câmara Municipal faça &#8220;reaparecer, desde o paradeiro desconhecido onde jazem, essas coroas em bronze, símbolos maiores da genialidade e da coragem que muito justamente traduzem a história de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>A este propósito, a IL lembrou que, em 2022, as colunas monumentais do Parque Eduardo VII se encontravam num avançado estado de degradação, com risco de queda de elementos estruturais de uma delas, o que levou a Câmara Municipal a vedar o respetivo perímetro, para conter eventuais danos de um possível acidente.</P><br />
<P>Já em 2023, por ocasião da JMJ e da instalação do altar da &#8220;Colina do Encontro&#8221;, as colunas foram alvo de uma intervenção de restauro, indicou a IL, referindo que a empreitada se centrou essencialmente na reabilitação estrutural das colunas, na limpeza da pedra do seu revestimento e na melhoria da sua iluminação pública.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com o caderno de encargos, as coroas de palmas que encimam as colunas monumentais do topo do Parque Eduardo VII foram retiradas e depositadas no Cemitério de Carnide, por decisão da Câmara Municipal de Lisboa. Naturalmente, a expectativa seria, presumivelmente, a sua recolocação após a conclusão das referidas obras e de todos os trabalhos necessários à valorização deste património&#8221;, expôs.</P><br />
<P>Para a IL, a ausência das coroas de palmas no topo das colunas monumentais do Parque Eduardo VII &#8220;descaracteriza um dos mais relevantes conjuntos escultóricos do parque e empobrece a leitura estética e simbólica do local&#8221;.</P><br />
<P>Do PS, Rodrigo Antunes referiu que, no anterior mandato 2021-2025, os socialistas questionaram, por várias vezes, a retirada e o estado de conservação destas coroas, no contexto das intervenções associadas à JMJ, medida que seria provisória e que passou a &#8220;indefinição permanente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Lisboa não pode aceitar que elementos patrimoniais sejam retirados do espaço público e depois permaneçam esquecidos sem explicação clara e sem responsabilização política&#8221;, declarou o deputado do PS, aproveitando o tema das &#8220;coisas desaparecidas misteriosamente&#8221; na cidade de Lisboa depois da JMJ para questionar a Câmara sobre onde está o palco que esteve instalado no Parque Tejo, &#8220;um equipamento que a cidade tanto investiu e que nunca mais foi usado&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>SSM/MPE // RBF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768109]]></sapo:autor>
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		<title>O carro elétrico barato deixou de ser básico: a China já põe tecnologia de luxo num citadino de baixo custo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:15:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na China, o BYD Seagull arranca nos 10.300 dólares, cerca de 8.850 euros, enquanto a versão com sistema avançado de assistência e LiDAR é anunciada a partir de 11.510 euros. Na Europa, onde é vendido como Dolphin Surf, os preços são bastante mais altos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a Europa habituou-se a olhar para os carros chineses como uma ameaça sobretudo de preço. Eram mais baratos, mais simples, mais rápidos a chegar ao mercado e capazes de pressionar marcas históricas no território onde os construtores europeus mais sofrem: o dos elétricos acessíveis. Mas a nova versão do BYD Seagull mostra que a discussão já não é apenas sobre preço. É também sobre tecnologia.</p>
<p>A &#8216;Carscoops&#8217; escreve que a BYD atualizou o pequeno Seagull, conhecido fora da China como Dolphin Mini ou Dolphin Surf, e passou a disponibilizar uma versão com LiDAR e sistema avançado de assistência à condução DiPilot 300. O detalhe que muda tudo está no preço: o modelo começa nos 10.300 dólares, cerca de 8.850 euros, e a versão com DiPilot 300 é anunciada a partir de 13.400 dólares, cerca de 11.510 euros.</p>
<p>O LiDAR é um sensor usado para medir distâncias através de laser e ajudar o automóvel a ‘ler’ o ambiente à sua volta. Durante anos, foi visto como tecnologia de carros caros, associada a sistemas avançados de condução assistida e a projetos de condução autónoma. A ironia, sublinhou a &#8216;Carscoops&#8217; é precisamente essa: enquanto marcas como BMW e Mercedes-Benz terão recuado no uso desta tecnologia por razões de custo, a BYD está a colocá-la num dos seus elétricos mais baratos.</p>
<p>O Seagull não é um desportivo, nem pretende sê-lo. É um citadino elétrico pequeno, pensado para deslocações urbanas e preço baixo. Segundo a imprensa especializada chinesa, a versão 2026 está disponível na China com preços entre 69.900 e 85.900 yuan, equivalentes a cerca de 10.300 a 12.600 dólares. A gama pode chegar a 405 km de autonomia no ciclo CLTC, mais generoso do que o ciclo europeu WLTP, e conta com motor dianteiro de 55 kW, equivalente a 74 cv.</p>
<p>O ponto principal, porém, não está na potência. Está na mensagem enviada à indústria europeia: a China está a transformar tecnologia que ainda parece premium na Europa em equipamento de carros de entrada. E isso complica a resposta de fabricantes que continuam a tentar baixar o preço dos elétricos pequenos sem perder margem, sem cortar demasiado no equipamento e sem assustar os clientes habituados a padrões europeus de segurança, conforto e qualidade.</p>
<p>Na Europa, o Seagull já chegou com outro nome. A BYD lançou o Dolphin Surf em 2025, apresentado como o seu elétrico mais acessível no mercado europeu. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, o modelo foi anunciado em Berlim com preços entre 22.990 e 24.990 euros, podendo descer temporariamente até 19.990 euros com desconto promocional. Mesmo bastante mais caro do que na China, entrou diretamente na batalha dos pequenos elétricos contra propostas como Dacia Spring, Citroën ë-C3, Fiat Grande Panda elétrica, Renault 5 E-Tech e os futuros modelos acessíveis da Volkswagen.</p>
<p>É aqui que o problema europeu se torna mais evidente. Não basta lançar carros elétricos pequenos. É preciso lançá-los a preços competitivos, com autonomia suficiente, equipamento convincente e margens que não destruam as contas das marcas. A China, por outro lado, beneficia de escala industrial, cadeia de baterias mais integrada e uma velocidade de desenvolvimento que tem deixado muitos construtores tradicionais em posição defensiva.</p>
<p>A BYD é o melhor exemplo dessa mudança. Deixou de ser apenas uma marca chinesa em expansão para passar a ser uma referência global nos veículos eletrificados. A chegada do Dolphin Surf à Europa mostrou que a marca não quer ficar limitada aos SUV familiares ou aos elétricos de gama média. Quer disputar também o segmento de entrada, precisamente aquele que pode tornar o carro elétrico mais acessível a milhões de condutores.</p>
<p>O LiDAR no Seagull não significa que o pequeno BYD seja autónomo, nem que esteja pronto para dispensar o condutor. O próprio sistema DiPilot 300 é descrito como assistência avançada à condução, não como condução autónoma total. Ainda assim, o simbolismo é forte: uma tecnologia que na Europa ainda é tratada como cara e complexa começa a aparecer num elétrico urbano de baixo custo na China.</p>
<p>Para os fabricantes europeus, esta é talvez a parte mais desconfortável da ofensiva chinesa. Durante muito tempo, a resposta passou por dizer que os carros chineses seriam baratos, mas menos sofisticados, menos desejáveis ou menos adaptados ao consumidor europeu. Essa narrativa está a tornar-se mais difícil de sustentar quando as marcas chinesas começam a combinar preço baixo, bateria própria, software, equipamento generoso e tecnologias que muitos rivais ainda reservam para segmentos superiores.</p>
<p>Isto não significa que o Seagull chinês possa ser comparado diretamente, euro por euro, com o Dolphin Surf europeu. Entre homologação, transporte, tarifas, impostos, redes comerciais, garantias, margens e adaptação aos mercados locais, o preço final sobe. Mas a comparação continua a ser útil porque mostra a diferença de base: na China, um elétrico urbano já pode custar o equivalente a menos de 9.000 euros e, por pouco mais, receber tecnologia que na Europa ainda parece distante dos modelos acessíveis.</p>
<p>A pergunta que fica para a indústria europeia é simples: como responder a uma China que já não compete apenas pelo preço, mas também pela perceção de valor? Se um citadino elétrico chinês consegue oferecer autonomia razoável, equipamento moderno e sistemas avançados de assistência por valores que na Europa parecem impossíveis, a pressão sobre Renault, Volkswagen, Stellantis, Citroën, Fiat e Dacia vai aumentar.</p>
<p>O verdadeiro choque não é a existência de mais um elétrico chinês barato. É a velocidade com que o “barato” está a deixar de significar “básico”. E, nesse ponto, o pequeno BYD Seagull pode ser mais do que um citadino: pode ser um aviso sobre o futuro próximo do automóvel europeu.</p>
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		<title>Espanhol Jaime Siles vence 35.º Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:07:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O poeta e filólogo valenciano Jaime Siles venceu o 35.º Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, que tem como finalidade reconhecer a obra poética completa de um autor vivo, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O poeta e filólogo valenciano Jaime Siles venceu o 35.º Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, que tem como finalidade reconhecer a obra poética completa de um autor vivo, foi hoje divulgado. </P><br />
<P>O júri reconheceu um poeta que &#8220;incorpora o ideal renascentista do artista completo&#8221;, representando a experiência poética na intersecção da reflexão filosófica e do pensamento crítico, salientou a presidente do Património Nacional de Espanha, Ana de la Cueva.</P><br />
<P>A decisão, tomada por maioria de votos, enfatiza a capacidade de Siles de &#8220;unir o abstrato e o sensorial, com uma expressão próxima do discurso científico&#8221;, e ainda o facto de &#8220;explorar, através da linguagem, um problema fundamental: a identidade e a sua relação com todos os aspetos da natureza humana&#8221;.</P><br />
<P>Este ano, foram recebidas 65 nomeações de 15 países para o prémio que atribui 42.100 euros.</P><br />
<P>Juan Manuel Corchado, reitor da Universidade de Salamanca, salientou que &#8220;Siles é um dos mais notáveis poetas da poesia espanhola contemporânea, com uma obra que abrange tanto a poesia como a reflexão filosófica e literária&#8221;.</P><br />
<P>O reitor recordou que o premiado foi aluno daquela universidade, onde se doutorou em Filologia e onde, durante um período, exerceu funções de professor temporário de Filologia.</P><br />
<P>A poeta e porta-voz do júri, Raquel Lanseros, descreveu as características da poesia de Siles, incluindo as suas raízes greco-latinas clássicas, e destacou que, no seu caso, &#8220;a Antiguidade não é um ornamento, é uma forma de ver o mundo&#8221;.</P><br />
<P>Lanseros referiu ainda a &#8220;essencialização&#8221; como outra das suas características marcantes, referindo-se ao facto de Siles &#8220;ter reduzido os seus versos ao essencial, com poucos adjetivos e uma elevada concentração de significado em cada poema&#8221;, e a &#8220;metarreflexão linguística&#8221;, porque para ele &#8220;a palavra não é meramente um instrumento comunicativo para descrever a realidade, a palavra é a realidade, a única forma possível de realidade&#8221;.</P><br />
<P>Filólogo, tradutor e professor especializado em línguas clássicas, Siles, que nasceu em Valência em 1951, é um dos mais prestigiados poetas da geração espanhola dos anos setenta e foi reconhecido, entre outros, com o Prémio Nacional de Literatura e o Prémio Internacional Geração de 27.</P><br />
<P>Entre os seus livros contam-se &#8220;Canon&#8221;, &#8220;Música de agua&#8221; e &#8220;Himnos tardíos&#8221;, tendo também publicado ensaios e artigos sobre literatura clássica e poesia contemporânea.</P><br />
<P>A sua poesia é caracterizada pelo refinamento formal e pela influência clássica, e evoluiu do &#8220;culturalismo&#8221; para uma poesia &#8220;mais metafísica&#8221;.</P><br />
<P>O prémio será entregue pela rainha Sofia numa cerimónia no último trimestre do ano e inclui ainda a publicação de uma antologia dos seus poemas, conferências académicas e um estudo da sua obra por um professor da Universidade de Salamanca.</P><br />
<P>Desde a sua criação, em 1992, o prémio já foi atribuído a 34 grandes nomes da poesia em língua espanhola e portuguesa.</P><br />
<P>Em 2021, Ana Luísa Amaral tornou-se a terceira autora portuguesa a receber o prémio, depois de Sophia de Mello Breyner (2003) e Nuno Júdice (2013).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768108]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MAI critica quem quer instalar teoria do caos sobre a segurança em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mai-critica-quem-quer-instalar-teoria-do-caos-sobre-a-seguranca-em-portugal/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:54:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna criticou hoje "quem quer instalar a teoria do caos" sobre a segurança em Portugal, defendendo que o país continua a ser "muito seguro" graças ao trabalho das forças policiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Administração Interna criticou hoje &#8220;quem quer instalar a teoria do caos&#8221; sobre a segurança em Portugal, defendendo que o país continua a ser &#8220;muito seguro&#8221; graças ao trabalho das forças policiais.</P><br />
<P>&#8220;Há alguns que querem instalar a teoria do caos. Tudo é mau. Tudo é terrível. Só criminosos. Os imigrantes são os bandidos. O certo é que Portugal é um país muito seguro&#8221;, afirmou Luís Neves, durante uma cerimónia de assinatura de protocolos na área da segurança no concelho de Cascais.</P><br />
<P>O governante considerou que a perceção de insegurança não corresponde à realidade e sublinhou que o país &#8220;mudou para melhor&#8221; nas últimas décadas em matéria de criminalidade.</P><br />
<P>&#8220;Quem não se lembra do que era a criminalidade há 20 anos, há 15, há 10 anos? Hoje as coisas são diferentes para melhor&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Luís Neves defendeu ainda melhores condições para polícias e militares da GNR, lamentando o estado de degradação de algumas instalações.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém cria brilho e coesão se tiver instalações onde chove, onde há humidade, onde está frio, onde está calor, onde cheira mal&#8221;, afirmou, garantindo que o Governo pretende melhorar as condições das forças de segurança, embora reconhecendo que o processo &#8220;não se vai resolver nem num ano nem dois&#8221;.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna esteve esta tarde no concelho de Cascais, distrito de Lisboa, com o objetivo de conhecer os projetos e o investimento que a autarquia tem previsto para o município.</P><br />
<P>A visita terminou com uma cerimónia nos Paços do Concelho de Cascais, durante a qual foram assinados seis protocolos de cooperação e memorandos de entendimento, no âmbito da Segurança e Socorro.</P><br />
<P>Em causa estão protocolos no âmbito da vigilância aérea, de cooperação com o Centro Europeu de Riscos Urbanos, com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, com os corpos de Bombeiros e com a Associação Humanitária de Segurança e Salvamento Aquático.</P></p>
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		<title>Passos critica políticos postiços que são como &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou hoje os políticos que, para tentarem agradar a todos ainda mais do que os populistas, se tornam postiços, comparando-os a "prostitutos sem caráter".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou hoje os políticos que, para tentarem agradar a todos ainda mais do que os populistas, se tornam postiços, comparando-os a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção de quase 50 minutos na apresentação de um livro, Passos defendeu que a política tem de ter uma dimensão de liderança e criticou o que chamou de &#8220;uma maldição que tomou conta do espaço europeu e também do espaço português&#8221;: &#8220;Os líderes não quererem desagradar a ninguém, o que é uma coisa virtualmente impossível pelo menos durante muito tempo&#8221;.</P><br />
<P>O antigo líder do PSD avisou que quando, com medo do populismo, o político do chamado &#8216;mainstream&#8217; &#8220;lhe veste a casaca para evitar que o populismo chegue com o voto ao palácio e resolve ser mais populista do que o populista, normalmente a história mostra que a coisa não funciona&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que é autêntico e genuíno sempre se manifesta e de uma forma muito mais eficaz do que o que é postiço e então o postiço fica sem nada: fica sem integridade, fica como um prostituto sem caráter, sem reduto de pensamento, simplesmente vendido ao aplauso que o momento lhe possa fornecer&#8221;, afirmou, sem explicitar a quem dirigia o recado, numa apresentação onde esteve sentado ao lado do líder do Chega, André Ventura,</P><br />
<P>E continuou o alerta: &#8220;Mas a mesma multidão que o aplaude o condena passado muito pouco tempo quando o futuro que não é desejado chega&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se não queremos que esse futuro chegue, se não queremos que esta Europa fluida tome conta do nosso espaço normativo e político, é preciso fazer qualquer coisa e qualquer coisa que nos distinga dos outros&#8221;, disse.</P><br />
<P>Passos voltou à ideia que transmitiu quando era primeiro-ministro de quem nem sempre o mais importante é vencer as eleições.</P><br />
<P>&#8220;Há pessoas que não se importam de perder a defender aquilo em que acreditam e o mundo vive disso: o mundo não vive daqueles que só querem ganhar com as ideias dos outros&#8221;, disse.</P><br />
<P>O antigo primeiro-ministro saudou que tenham sido tomadas em Portugal medidas para estancar uma imigração &#8220;considerada excessiva pela generalidade das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao ritmo a que as coisas estavam, qualquer dia estaríamos com certeza a falar não do povo português, nem da cultura portuguesa nem de coisa nenhuma&#8221;, afirmou.</P></p>
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