Parques de campismo têm cada vez mais moradores sobretudo jovens e idosos

Há cada vez mais pessoas que decidem morar em parques de campismo, impulsionadas pelo elevado preço das casas, pela pandemia, ou pelo simples gosto pela natureza.

Revista de Imprensa

Há cada vez mais pessoas que decidem morar em parques de campismo, impulsionadas pelo elevado preço das casas, pela pandemia, ou pelo simples gosto pela natureza, avança o ‘Jornal de Notícias’ (JN).

Segundo a mesma publicação, idosos e casais jovens com fracos recursos são quem mais procura viver em parques de campismo, uma vez que alguns cobram uma renda de cerca de 100 euros mensais, com água e luz incluídas, como acontece em Vila do Conde.

Mas há ofertas para todos os gostos e bolsos. Um “resort de campismo” em Alfragide disponibiliza um bangalô com três quartos, uma casa de banho, sala e cozinha, por 550 euros. Os hospedes têm acesso à piscina, campo de ténis, campo de minigolfe, restaurante e lavandaria, segundo o jornal.

No Algarve há professores a dividir espaço com turistas nos parques de campismo, por terem sido colocados longe de casa e se depararem com preços inflacionados no arrendamento.

Já em Monsanto, há quase dois anos, o parque recebeu quatro dezenas de presos como medida de proteção para evitar o contágio por covid-19, que se juntaram a três dezenas de profissionais de saúde e elementos da Proteção Civil Municipal e dos bombeiros.

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O jornal adianta ainda que apesar de a lei não permitir o residencialismo nos parques, a falta de campistas devido à covid-19 leva a que esta solução seja adotada um pouco por todo o país.

“Os clubes de campismo estão atentos a essa situação, razão por que, a partir deste mês, em caso de dúvida, é exigida certidão de residência da Autoridade Tributária a quem pretende acampar”, disse João Queiroz, presidente da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, citado pelo ‘JN’.

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