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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>1.500 militares mobilizados a partir desta noite para incêndios em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 15:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um total de 1.500 militares serão mobilizados a partir de hoje à noite para "proteger bens e pessoas" perante os incêndios que assolam França, anunciou o Ministério das Forças Armadas francês, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um total de 1.500 militares serão mobilizados a partir de hoje à noite para &#8220;proteger bens e pessoas&#8221; perante os incêndios que assolam França, anunciou o Ministério das Forças Armadas francês, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Estão a ser destacadas unidades militares, em apoio às forças de segurança interna, para proteger bens e pessoas&#8221;, adianta o ministério, citado pela AFP.</P><br />
<P>Estes militares terão &#8220;a missão de apoiar a retirada das populações que residem nas zonas ameaçadas pelos incêndios&#8221; e &#8220;contribuirão, além disso, para proteger as habitações deixadas sem vigilância&#8221;, detalhou.</P><br />
<P>&#8220;Peritos e meios&#8221; estão também &#8220;a ser mobilizados para a segurança dos locais industriais&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>Até ao momento, foram mobilizados cerca de 1.000 militares.</P><br />
<P>As forças armadas afirmam ainda ter mobilizado &#8220;recursos excecionais&#8221;, como o drone Reaper para realizar &#8220;missões de vigilância&#8221; ou o avião de transporte A400M, que é capaz &#8220;de lançar vinte toneladas de retardador de fogo para conter a propagação das chamas&#8221;.</P><br />
<P>O serviço de saúde militar foi também mobilizado com &#8220;11 equipas médicas&#8221;.</P><br />
<P>Para &#8220;facilitar o trabalho dos bombeiros&#8221;, estão também a ser &#8220;mobilizados tratores para limpar trilhos na floresta&#8221; e &#8220;realizar trabalhos para limitar a propagação dos incêndios&#8221;, acrescentou o ministério.</P><br />
<P>Os incêndios em França e Espanha forçaram já a retirada de mais de 270 mil pessoas das suas casas e localidades, de acordo com balanços das autoridades dos dois países.</P><br />
<P>Em França, o ministro do Interior indicou que desde quarta-feira cerca de 200 mil pessoas foram retiradas nas regiões de Gironde e dos Landes.</P><br />
<P>Em Espanha, os incêndios florestais em curso na Comunidade de Madrid e em Ávila afetam já cerca de 80 mil pessoas, entre as que foram retiradas e as que se encontram confinadas, de acordo com os dados disponíveis por volta das 13:00 locais (menos uma hora em Portugal).</P><br />
<P>Os dois países enfrentam incêndios que permanecem incontroláveis na região de Madrid e nas proximidades da cidade francesa de Bordéus.</P><br />
<P>Tanto em França como em Espanha, estes incêndios são consequência de florestas e vegetação que se tornaram mais inflamáveis devido à seca e às ondas de calor excecionais que se têm sucedido desde junho na Europa Ocidental.</P><br />
<P>Até ao momento, nestes últimos incêndios, não foram registadas mortes, nem em França nem em Espanha.</P><br />
<P>Os dois países ativaram o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e solicitaram meios aéreos de combate a incêndios.</P><br />
<P>A União Europeia mobilizou quatro aviões para Espanha e três para França, informou a Comissão Europeia.</P><br />
<P>Portugal enviou para França duas aeronaves e uma equipa de sete elementos para auxiliar no combate aos incêndios e o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou hoje que o país aceitou o destacamento de mais de 100 elementos portugueses para combater o incêndio na província de Ávila.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793866]]></sapo:autor>
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		<title>O novo truque dos ladrões de telemóveis cabe numa gaveta da cozinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 15:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[telemóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[É um dos objetos mais comuns numa cozinha, mas também está a tornar-se uma ferramenta inesperada nas mãos de quem rouba smartphones]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Papel de alumínio.</p>
<p>É um dos objetos mais comuns numa cozinha, mas também está a tornar-se uma ferramenta inesperada nas mãos de quem rouba smartphones.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, alguns ladrões começaram a envolver os telemóveis roubados neste material para impedir que os dispositivos transmitam a sua localização e, assim, ganhar tempo antes de serem encontrados.</p>
<p>A técnica pode parecer saída de um filme, mas tem uma explicação científica.</p>
<p><strong>Como funciona o truque?</strong></p>
<p>O papel de alumínio consegue criar uma versão rudimentar da chamada gaiola de Faraday, uma estrutura metálica que bloqueia ou reduz a passagem de sinais eletromagnéticos.</p>
<p>Na prática, quando um telemóvel fica completamente envolvido em alumínio, pode deixar de comunicar com a rede móvel, o GPS, o Wi-Fi e o Bluetooth.</p>
<p>&#8220;É física básica&#8221;, explica Hervé Lambert, diretor global de Operações de Consumo da Panda Security.</p>
<p>&#8220;O alumínio conduz eletricidade e, quando envolve totalmente o aparelho, funciona como uma gaiola de Faraday rudimentar, atenuando ou bloqueando os sinais.&#8221;</p>
<p>Foi precisamente este método que chamou recentemente a atenção da polícia espanhola, depois de um suspeito ter sido encontrado num festival em Gandía com cerca de uma dúzia de telemóveis embrulhados em papel de alumínio.</p>
<p><strong>Afinal, o método resulta?</strong></p>
<p>Sim&#8230; mas não é perfeito.</p>
<p>Segundo Lambert, basta uma pequena abertura, uma dobra mal feita ou uma cobertura incompleta para que alguns sinais consigam escapar.</p>
<p>Além disso, o bloqueio é apenas temporário.</p>
<p>Assim que o papel de alumínio é retirado, ou a blindagem deixa de funcionar, o telemóvel pode voltar a ligar-se à rede e executar automaticamente os comandos pendentes, incluindo a atualização da localização.</p>
<p>Por outras palavras, o papel de alumínio pode atrasar a recuperação do equipamento, mas dificilmente a impede para sempre.</p>
<p><strong>O que deve fazer se lhe roubarem o telemóvel?</strong></p>
<p>Para aumentar as hipóteses de recuperar o equipamento — ou, pelo menos, impedir que seja utilizado por terceiros —, os especialistas recomendam agir o mais rapidamente possível.</p>
<p>As principais medidas passam por:</p>
<p>&#8211; Participar imediatamente o roubo às autoridades e fornecer o número IMEI do equipamento.<br />
&#8211; Pedir à operadora o bloqueio do cartão SIM ou eSIM.<br />
&#8211; Manter ativa a conta Google (Android) ou Apple (iPhone), permitindo recorrer às funcionalidades de localização e ao bloqueio de ativação.</p>
<p>Estas medidas dificultam a revenda do equipamento e podem tornar o smartphone praticamente inutilizável para o ladrão.</p>
<p>Como conclui Hervé Lambert, &#8220;o papel de alumínio pode dar algum tempo ao criminoso, mas também pode voltar-se contra ele assim que o telefone voltar a transmitir&#8221;.</p>
<p>No fim de contas, um simples rolo de cozinha pode atrasar a localização de um telemóvel roubado, mas está longe de ser o escudo perfeito que alguns criminosos imaginam.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792206]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tour: Carapaz &#8216;bisa&#8217; e Pogacar ajuda Del Toro a garantir o pódio final no Alpe d&#8217;Huez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 14:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclista equatoriano Richard Carapaz (EF Education-EasyPost) 'bisou' hoje na 113.ª Volta a França, ganhando a penúltima etapa, com final do Alpe d'Huez, onde Tadej Pogacar (UAE Emirates) confirmou virtualmente o triunfo nesta edição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista equatoriano Richard Carapaz (EF Education-EasyPost) &#8216;bisou&#8217; hoje na 113.ª Volta a França, ganhando a penúltima etapa, com final do Alpe d&#8217;Huez, onde Tadej Pogacar (UAE Emirates) confirmou virtualmente o triunfo nesta edição.</P><br />
<P>Após confirmar que será o &#8216;rei&#8217; da montanha no pódio final no domingo, ao integrar a fuga do dia, Carapaz foi o mais forte no final dos 170,9 quilómetros desde Le Bourg d&#8217;Oisans, que cumpriu em 04:59.39 horas, à frente do belga Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe), segundo a 26 segundos, e do norte-americano Sepp Kuss (Visma-Lease a Bike), que caiu duas vezes na parte final mas foi terceiro, a 31. </P><br />
<P>Pogacar vai, no domingo, consumar a quinta vitória final no Tour, juntando-se aos recordistas Jacques Anquetil, Eddy Merckx, Bernard Hinault e Miguel Induráin, depois de hoje ter ajudado o seu colega Isaac del Toro a garantir o pódio. O mexicano de 22 anos está a 09.42 do seu líder esloveno, que viu Evenepoel reduzir a diferença para 06.26. </P><br />
<P>A 113.ª Volta a França termina no domingo, com a 21.ª e última etapa, encurtada devido aos incêndios, a percorrer 89 quilómetros em Paris, com os ciclistas a cortarem a meta após uma tripla subida à Butte Montmartre, no &#8216;coração&#8217; de Paris. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793858]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PJ detém nos Açores mulher procurada no Brasil para cumprir pena por tortura e rapto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 14:34:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher, na ilha de São Miguel, nos Açores, procurada pelas autoridades judiciárias brasileiras, para cumprir uma pena de prisão por crimes de tortura, rapto agravado e associação criminosa, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher, na ilha de São Miguel, nos Açores, procurada pelas autoridades judiciárias brasileiras, para cumprir uma pena de prisão por crimes de tortura, rapto agravado e associação criminosa, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>Em comunicado, a PJ revela que a mulher de 48 anos, detida pelo Departamento de Investigação Criminal dos Açores, era &#8220;procurada pelas autoridades judiciárias brasileiras para cumprimento de uma pena de 17 anos e seis meses de prisão&#8221;.</P><br />
<P>Tinha sido &#8220;condenada pelos crimes, equivalentes no ordenamento jurídico português, de tortura, rapto agravado e associação criminosa&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a PJ, os factos ocorreram num centro de tratamento e reabilitação de pessoas dependentes de álcool e drogas, no estado de Santa Catarina, no Brasil, entre março de 2012 e agosto de 2014.</P><br />
<P>A detida, que era coproprietária e representante legal da instituição onde decorreram os factos, foi condenada por ter permitido que &#8220;vários utentes fossem privados da liberdade através de confinamento ilegal, por períodos superiores a 15 dias&#8221;.</P><br />
<P>Foi ainda condenada &#8220;por não ter adotado as medidas necessárias para impedir a prática de atos de violência física e psicológica, que causaram sofrimento nos utentes e eram utilizados como forma de ilegítima punição no âmbito de procedimentos disciplinares&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o comunicado, a detida será presente ao Tribunal da Relação de Lisboa para a aplicação de medidas de coação, enquanto aguarda a tramitação do processo de extradição.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793857]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Irão rejeita via militar e apela ao diálogo para pôr fim ao conflito no Iémen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 14:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araqchi, rejeitou hoje a via militar e apelou ao diálogo para pôr fim ao conflito no Iémen, que se agravou à medida que os rebeldes huthis e a Arábia Saudita intensificam a troca de ataques.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araqchi, rejeitou hoje a via militar e apelou ao diálogo para pôr fim ao conflito no Iémen, que se agravou à medida que os rebeldes huthis e a Arábia Saudita intensificam a troca de ataques.</P><br />
<P>&#8220;Consideramos que não existe uma solução militar para a questão do Iémen, do estreito de Bab al-Mandeb e de outras áreas da região&#8221;, afirmou Araqchi numa entrevista ao jornal Iran Daily.</P><br />
<P>Neste contexto, sublinhou que a situação no Iémen &#8220;não pode ser atribuída ao Irão&#8221; e rejeitou qualquer responsabilidade, afirmando que &#8220;o que acontece em Bab al-Mandeb tem raízes antigas, tal como as questões entre o Iémen, a Arábia Saudita e outros países da região&#8221;.</P><br />
<P>As declarações surgem poucos dias depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter responsabilizado o Irão pelos ataques lançados pelos rebeldes huthis contra navios sauditas no mar Vermelho, ameaçando atacar ambas as partes caso a milícia iemenita continue a disparar contra embarcações na passagem de Bab al-Mandeb.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano criticou os ataques dos huthis contra a Arábia Saudita, considerando que reacenderam o conflito entre as duas partes, e apontou diretamente Teerão como responsável por esta escalada.</P><br />
<P>Nas últimas horas, os rebeldes huthis do Iémen reivindicaram a autoria de dois ataques com projéteis contra cidades situadas no sul da Arábia Saudita, realizados depois de um bombardeamento da coligação internacional liderada por Riade contra posições do grupo na cidade iemenita de Hodeida, no oeste do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793856]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estamos mais perto de encontrar o ET? Descoberta histórica numa &#8220;super-Terra&#8221; entusiasma os cientistas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estamos-mais-perto-de-encontrar-o-et-descoberta-historica-numa-super-terra-entusiasma-os-cientistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 14:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[LHS 1140 b]]></category>
		<category><![CDATA[sistema solar]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores detetaram, pela primeira vez, uma atmosfera em torno de um planeta rochoso situado na chamada zona habitável de outra estrela — uma descoberta que está a entusiasmar a comunidade científica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E se o ET tivesse uma morada?</p>
<p>A pergunta pode parecer saída de um filme de Hollywood, mas continua a ser uma das maiores obsessões da ciência. Há décadas que os astrónomos procuram um planeta parecido com a Terra onde a vida possa existir. Agora, acreditam ter encontrado uma das pistas mais promissoras.</p>
<p>Segundo a &#8216;Unilad Tech&#8217;, investigadores detetaram, pela primeira vez, uma atmosfera em torno de um planeta rochoso situado na chamada zona habitável de outra estrela — uma descoberta que está a entusiasmar a comunidade científica.</p>
<p>O planeta chama-se LHS 1140 b, fica a cerca de 48 anos-luz da Terra e é uma &#8220;super-Terra&#8221;: um mundo rochoso cerca de cinco vezes mais massivo do que o nosso e com um diâmetro significativamente maior.</p>
<p>Mas não são as suas dimensões que despertam o interesse.</p>
<p>É o local onde se encontra.</p>
<p><strong>Um planeta onde a vida pode ter uma oportunidade</strong></p>
<p>O LHS 1140 b orbita uma pequena anã vermelha numa região conhecida como Zona Goldilocks. O nome vem do conto infantil da Carochinha Dourada (&#8220;Goldilocks&#8221;), onde tudo tem de estar &#8220;no ponto certo&#8221;. Também aqui acontece o mesmo.</p>
<p>O planeta não está demasiado perto da estrela, onde o calor destruiria qualquer hipótese de vida, nem demasiado longe, onde tudo permaneceria congelado. Está precisamente na faixa onde poderá existir água em estado líquido — um dos ingredientes considerados essenciais para o aparecimento da vida.</p>
<p>Foi precisamente por isso que a descoberta ganhou tanta importância.</p>
<p>Até hoje, os cientistas já tinham encontrado atmosferas em gigantes gasosos, mas nunca num planeta rochoso localizado na zona habitável.</p>
<p>&#8220;É a primeira vez que alguém encontra uma atmosfera num planeta rochoso na zona habitável de outra estrela&#8221;, explicou Collin Cherubim, investigador da Universidade de Harvard.</p>
<p><strong>Então&#8230; há ET?</strong></p>
<p>Ainda não.</p>
<p>E os próprios cientistas fazem questão de travar qualquer entusiasmo excessivo.</p>
<p>Apesar da descoberta da atmosfera, não existe qualquer evidência de vida naquele planeta.</p>
<p>&#8220;O planeta parece reunir os ingredientes essenciais, mas neste momento não temos qualquer prova de que exista vida&#8221;, sublinha Cherubim.</p>
<p>Mesmo assim, a descoberta representa um enorme avanço.</p>
<p>Sem atmosfera, um planeta dificilmente consegue manter condições favoráveis à vida durante milhares de milhões de anos. A confirmação de que um mundo rochoso pode conservar esse invólucro gasoso abre novas possibilidades para encontrar outros candidatos semelhantes.</p>
<p><strong>O início de uma nova caça</strong></p>
<p>O LHS 1140 b está longe de ser uma segunda Terra.</p>
<p>O seu ano dura apenas 25 dias, mostra sempre a mesma face à estrela e a atmosfera parece ser rica em hélio, muito diferente da nossa.</p>
<p>Mas isso não significa que seja um mundo estéril.</p>
<p>A astrofísica Sara Seager, do M.I.T., recorda que algumas formas simples de vida conseguem sobreviver em ambientes muito diferentes daqueles que encontramos na Terra. Para a investigadora, o mais importante é que esta descoberta demonstra que podem existir muitos outros planetas semelhantes ainda por descobrir.</p>
<p>É precisamente essa a esperança da comunidade científica.</p>
<p>Cada novo exoplaneta encontrado ajuda a perceber melhor como se formam mundos parecidos com o nosso e aproxima os investigadores da resposta a uma pergunta que acompanha a Humanidade há séculos.</p>
<p>Estamos sozinhos no Universo?</p>
<p>Ainda ninguém conhece a resposta.</p>
<p>Mas, algures a 48 anos-luz da Terra, poderá estar uma das melhores pistas encontradas até hoje.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792186]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Suspeita de ter ateado fogos em Celorico de Basto fica em prisão preventiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mulher suspeita de ter ateado três incêndios florestais este mês em Celorico de Basto, no distrito de Braga, ficou em prisão preventiva, depois de presente a primeiro interrogatório judicial, adiantou hoje a Polícia Judiciária (PJ).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma mulher suspeita de ter ateado três incêndios florestais este mês em Celorico de Basto, no distrito de Braga, ficou em prisão preventiva, depois de presente a primeiro interrogatório judicial, adiantou hoje a Polícia Judiciária (PJ). </P><br />
<P>Em comunicado, a PJ adiantou que a detida, de 49 anos, é suspeita de ter ateado os fogos a 01, 07 e 23 de julho na freguesia de Ourilhe, em Celorico de Basto. </P><br />
<P>As ignições ocorreram sempre durante o dia e início da noite em dias quentes, secos, com vento e temperaturas altas, especificou. </P><br />
<P>Segundo a PJ, a suspeita terá ateado os incêndios com recursos a um isqueiro e velas. </P><br />
<P>Os locais onde ocorreram os fogos têm condições de propagação à mancha florestal, logo &#8220;risco acentuado&#8221; para a floresta, campos agrícolas e habitações, sublinhou. </P><br />
<P>&#8220;A arguida agiu por motivos do foro pessoal, bem sabendo que a sua conduta era proibida por lei e representava um perigo iminente para a natureza, populações e bens de terceiros&#8221;, reforçou. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793855]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Força especial portuguesa parte para Espanha com 128 operacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) anunciou que vai enviar hoje uma Força Operacional Conjunta (FOCON), que integra 128 operacionais, para ajudar no combate aos incêndios rurais na província de Ávila, em Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) anunciou que vai enviar hoje uma Força Operacional Conjunta (FOCON), que integra 128 operacionais, para ajudar no combate aos incêndios rurais na província de Ávila, em Espanha.</P><br />
<P>Os 128 operacionais, que partem da Guarda às 15:00, são provenientes da estrutura de Comando e da Força Especial de Proteção Civil da ANEPC, dos corpos de bombeiros da Sub-região das Beiras e Serra da Estrela e da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR.</P><br />
<P>&#8220;A missão foi acionada ao abrigo do protocolo em vigor entre a República Portuguesa e o Reino de Espanha sobre ajuda mútua em matéria de Proteção Civil, reforçando a estreita colaboração entre os dois países na resposta a situações de emergência&#8221;, explicou a ANEPC, em comunicado.</P><br />
<P>A FOCON é chefiada pelo comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, David Lobato. O Exército apoiou a missão com 500 rações de combate da sua reserva. </P><br />
<P>A ANEPC lembrou que, nos últimos dias, &#8220;várias regiões de Espanha têm sido assoladas por incêndios rurais de grande dimensão, favorecidos pelas condições meteorológicas adversas, marcadas por temperaturas elevadas, que têm contribuído para a rápida propagação dos incêndios e exigido um reforço dos meios de combate&#8221;.</P><br />
<P>A missão que agora começa &#8220;reflete os laços de solidariedade e cooperação entre Portugal e Espanha, traduzindo o compromisso dos dois países na resposta conjunta a situações de emergência e no apoio mútuo em matéria de proteção civil&#8221;, sublinhou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793854]]></sapo:autor>
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		<title>Curso para formar guardas prisionais é &#8220;essencial&#8221; para encerrar EPL &#8211; Ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:26:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Justiça afirmou hoje que o curso de formação inicial da carreira de guardas prisionais é essencial para o processo de encerramento do Estabelecimento Prisional de Lisboa e espera encerrar uma ala "até ao final deste ano".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Justiça afirmou hoje que o curso de formação inicial da carreira de guardas prisionais é essencial para o processo de encerramento do Estabelecimento Prisional de Lisboa e espera encerrar uma ala &#8220;até ao final deste ano&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de encerramento do &#8220;Curso de Formação Inicial da Carreira de Guarda Prisional de 2025&#8221;, Rita Alarcão Júdice realçou que &#8220;a conclusão deste curso é essencial&#8221; para o plano delineado tendo em vista o encerramento do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL). </P><br />
<P>Segundo a governante, os novos guardas prisionais vão entrar já em funções e, com a respetiva colocação &#8220;nos locais de destino, será iniciado o processo de movimentação&#8221;, para que seja possível &#8220;até ao final deste ano encerrar uma ala no EPL&#8221;. </P><br />
<P>Rita Alarcão Júdice indicou ainda que o objetivo é também que &#8220;no ano seguinte, já com os novos guardas [prisionais]&#8221; seja possível encerrar outra ala. </P><br />
<P> No discurso de encerramento, a ministra da Justiça revelou ainda, que, o concurso para recrutar 200 guardas prisionais aberto no início do mês passado &#8220;registou 575 candidaturas&#8221;, o que segundo a governante, é &#8220;um sinal claro de que é uma carreira que desperta vocação de serviço público&#8221;.</P><br />
<P>Questionada à margem sobre quantas destas candidaturas foram consideradas elegíveis, indicou que estas ainda &#8220;estão a ser analisadas&#8221;, pelo que processo ainda não terminou. </P><br />
<P> Na sessão de encerramento da cerimónia, a governante deixou ainda umas palavras aos 55 novos guardas prisionais, sublinhando que marca &#8220;o início de uma nova etapa de grande responsabilidade&#8221; e exigência, garantindo que o Governo está &#8220;determinado em garantir melhores condições de trabalho, de progressão nas carreiras e de reforço contínuo dos efetivos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A partir de agora, integram o Corpo da Guarda Prisional e assumem de pleno direito uma das funções essenciais para a Justiça, para a segurança e para a defesa do Estado de Direito&#8221;, afirmou, lembrando ainda que &#8220;pertencer ao Corpo da Guarda Prisional é garantir a ordem, mas é também garantir a segurança e a estabilidade indispensáveis para que os estabelecimentos prisionais cumpram plenamente a sua finalidade&#8221;, sem esquecer &#8220;o respeito pelos direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Antes, também o diretor-geral de Reinserção e dos Serviços Prisionais, Orlando Carvalho, tinha sublinhado que o facto de o curso ter começado com 58 candidatos e terminado com 55 formandos, &#8220;é revelador da exigência do processo formativo, mas também da determinação, do empenho e da capacidade de superação daqueles que hoje ingressam&#8221; na carreira.</P><br />
<P>Orlando Carvalho disse ainda esperar que com o novo concurso e com as novas regras introduzidas pelo Governo possa ser possível &#8220;acolher um número significativamente mais elevado de novos formandos&#8221;, tendo em vista &#8220;responder às necessidades do sistema prisional português&#8221;. </P><br />
<P>O EPL tem motivado diversas condenações do Estado português junto do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos pelas más condições deste estabelecimento prisional, que há anos tem o seu encerramento anunciado e por diversas vezes adiado.</P><br />
<P>O último compromisso é de que será encerrado gradualmente até 2028, tendo a ministra da Justiça adiantado no parlamento no final de março que começaria por ser encerrada a ala A, seguida da ala E, &#8220;as duas mais problemáticas&#8221; da cadeia.</P><br />
<P>Para que o encerramento aconteça, estão a ser feitas obras em 11 estabelecimentos prisionais e serão abertos 1.142 lugares para reclusos em outros estabelecimentos até final de 2028 para acomodar a transferência de presos do EPL, que tem atualmente 1.017 reclusos, 409 dos quais preventivos, adiantou a ministra aos deputados.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o Ministério da Justiça anunciou uma verba de 42 milhões de euros para financiar projetos de requalificação das prisões e centros educativos e que cobrem também o processo de encerramento do EPL.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793853]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Síria: Número de mortos em acidente entre dois autocarros subiu para 35</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:11:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos causados pela colisão entre dois autocarros na Síria, numa estrada que atravessa uma zona desértica no centro do país, aumentou para 35, segundo a imprensa estatal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos causados pela colisão entre dois autocarros na Síria, numa estrada que atravessa uma zona desértica no centro do país, aumentou para 35, segundo a imprensa estatal.</P><br />
<P>O acidente, que ocorreu perto de Palmira, na estrada que liga Deir al-Zour a Damasco, fez ainda 30 feridos, referiu. </P><br />
<P>Os passageiros de um dos autocarros pertenciam às forças de segurança interna, enquanto os do outro veículo eram civis, de acordo com o Ministério do Interior sírio.</P><br />
<P>O primeiro balanço indicava a existência de 19 mortos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793852]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Urgência de Obstetrícia de Portalegre encerra entre segunda as 08:00 de quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:08:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do hospital de Portalegre vai estar encerrada entre as 00:00 de segunda-feira e as 08:00 de quarta-feira, disse à agência Lusa fonte da Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do hospital de Portalegre vai estar encerrada entre as 00:00 de segunda-feira e as 08:00 de quarta-feira, disse à agência Lusa fonte da Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo.</P><br />
<P>De acordo com a mesma fonte, o encerramento deve-se à &#8220;falta de médicos obstetras&#8221; para assegurar a escala de serviço nesse período.</P><br />
<P>A mesma fonte da ULS Alto Alentejo indicou que as utentes estão a ser aconselhadas a contactar, previamente, a Linha SNS 24 para referenciação.</P><br />
<P>No decorrer deste período, a mesma fonte disse que a maternidade do hospital de Portalegre vai permanecer em funcionamento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793851]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UNESCO inclui no Património Mundial mais de uma dezena de locais, a maioria na Ásia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:06:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tóquio, 25 de julho (Lusa) - A UNESCO declarou hoje como Património Mundial mais de uma dezena de locais, a maioria dos quais no continente asiático, durante a reunião anual do comité que decorre na cidade sul-coreana de Busan.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Tóquio, 25 de julho (Lusa) &#8211; A UNESCO declarou hoje como Património Mundial mais de uma dezena de locais, a maioria dos quais no continente asiático, durante a reunião anual do comité que decorre na cidade sul-coreana de Busan.</P><br />
<P>Entre as inclusões na lista encontram-se o templo budista Wat Phra Mahathat Woramahawihan, em funcionamento ininterrupto há mais de 1.500 anos na província tailandesa de Nakhon Si Thammarat, ou os complexos funerários de Xiongu, na Mongólia.</P><br />
<P>Durante um evento transmitido em direto, a UNESCO inscreveu também o conjunto sagrado da província cazaque de Mangystau, composto por mesquitas &#8220;subterrâneas únicas&#8221;, e a indústria de porcelana artesanal de Jingdezhen, na China, com uma área de quase 2.000 hectares.</P><br />
<P>A UNESCO deu também &#8220;luz verde&#8221; à declaração de Património Mundial para o antigo templo budista de Sarnath, na Índia, um local sagrado onde se acredita que Buda proferiu o seu primeiro sermão e conheceu os seus primeiros discípulos.</P><br />
<P>No continente africano, acrescentou ao Património Mundial as medinas dos históricos sultanatos das ilhas Comores e a aldeia tunisina de Sidi Bou Said, de frente para o mar Mediterrâneo.</P><br />
<P> No que diz respeito ao Património Natural, a UNESCO incluiu o Refúgio Nacional de Vida Selvagem de Okefenokee (Estados Unidos) e a reserva natural de Wadi Wurayah, nos Emirados Árabes Unidos (EAU).</P><br />
<P>Por sua vez, declarou Património Mundial os fósseis de peixes ósseos de Limfjord, na Dinamarca, por se tratar do local mais antigo e importante no que diz respeito à evolução e diversificação inicial dos peixes ósseos modernos.</P><br />
<P>O sítio arqueológico de Sebastia, na Cisjordânia, e cinco castelos na região de Monte Amel, no Líbano, foram também inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO, apesar das objeções de Israel, que instou a organização a rejeitar as candidaturas.</P><br />
<P>Os membros do comité da UNESCO decidiram inscrever Sebastia e os cinco castelos da região do Monte Amel tanto na lista do Património Mundial como na lista do Património Mundial em Perigo, após terem analisado as candidaturas em regime de urgência, invocando os conflitos em curso no Médio Oriente.</P><br />
<P>A 48.ª reunião do Comité do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) decorre entre 19 e 29 de julho em Busan, na Coreia do Sul, e avalia 30 candidaturas de diferentes países.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793850]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Japão cria um &#8220;frigorífico para pessoas&#8221;: basta entrar durante cinco minutos para escapar ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[frigorífico]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[À primeira vista, parece apenas mais uma máquina de venda automática, iguais às milhares que ocupam as ruas japonesas. Mas quem abrir a porta não vai encontrar refrigerantes nem snacks]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À primeira vista, parece apenas mais uma máquina de venda automática, iguais às milhares que ocupam as ruas japonesas.</p>
<p>Mas quem abrir a porta não vai encontrar refrigerantes nem snacks.</p>
<p>Vai encontrar&#8230; um frigorífico para pessoas.</p>
<p>A ideia, que parece saída de um filme de ficção científica, nasceu no Japão, onde duas empresas desenvolveram uma cabine capaz de baixar rapidamente a temperatura corporal de quem lá entra.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, o equipamento chama-se Do Hiemon e foi criado para ajudar a combater as ondas de calor que, ano após ano, estão a tornar os verões japoneses cada vez mais perigosos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🇯🇵 Japan just introduced a real-life &quot;Human Refrigerator.&quot; 🧊</p>
<p>The Do Hiemon Box is a one-person cooling booth designed to fight extreme heat.</p>
<p>• Cools your body in as little as 5 minutes<br />• 15°C cabin with 5°C airflow directed at your head, neck, shoulders &amp; back<br />• Built for… <a href="https://t.co/4VqRwxxOEH">pic.twitter.com/4VqRwxxOEH</a></p>
<p>&mdash; Tech Ultimatum (@TechieUltimatum) <a href="https://x.com/TechieUltimatum/status/2079471860652384363?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Cinco minutos para recuperar</strong></p>
<p>O funcionamento é simples.</p>
<p>O utilizador entra na cabine de aço inoxidável, senta-se e deixa-se envolver por uma poderosa corrente de ar.</p>
<p>Embora o interior seja mantido a cerca de 15 graus Celsius, um jato de ar a apenas 5 graus é direcionado para a cabeça, pescoço, costas e ombros, as zonas do corpo onde o calor se acumula mais rapidamente.</p>
<p>Segundo os fabricantes, bastam cinco minutos para reduzir significativamente a sensação de calor.</p>
<p>Ao fim de dez minutos, dizem, o equipamento pode ajudar a aliviar os primeiros sintomas de exaustão provocada pelas altas temperaturas.</p>
<p>Para evitar um arrefecimento excessivo, a cabine desliga-se automaticamente ao fim de 20 minutos.</p>
<p><strong>Mais eficiente do que o ar condicionado?</strong></p>
<p>As empresas responsáveis garantem que o sistema consegue arrefecer o corpo mais rapidamente do que um ventilador ou um aparelho de ar condicionado convencional.</p>
<p>Além disso, afirmam que o consumo elétrico é surpreendentemente baixo, rondando o equivalente a poucos cêntimos por hora de funcionamento.</p>
<p>Montado sobre rodas e ligado a uma tomada comum, o equipamento pode ser transportado facilmente para praticamente qualquer local.</p>
<p>O objetivo passa por instalá-lo em obras, explorações agrícolas, escolas, centros comerciais, instalações desportivas ou festivais, permitindo que trabalhadores e visitantes recuperem rapidamente do calor extremo.</p>
<p><strong>Uma resposta a um problema cada vez mais grave</strong></p>
<p>A invenção não surgiu por acaso.</p>
<p>O Japão enfrenta mais um verão marcado por temperaturas próximas dos 40 graus e sucessivos alertas devido ao risco de golpe de calor.</p>
<p>Só nas últimas semanas, milhares de pessoas precisaram de assistência médica por sintomas relacionados com o calor.</p>
<p>Nos últimos anos, o problema agravou-se.</p>
<p>Em 2024, o país registou o verão mais quente desde que existem registos, iniciados em 1898, e as mortes relacionadas com golpes de calor atingiram um máximo histórico.</p>
<p>Atualmente, estima-se que mais de 1.500 pessoas morram todos os anos no Japão devido às consequências das temperaturas extremas.</p>
<p><strong>Uma ideia que pode chegar ao resto do mundo?</strong></p>
<p>Desde que foi colocado à venda, em abril, o &#8220;frigorífico humano&#8221; já começou a aparecer em vários espaços públicos japoneses.</p>
<p>Nas redes sociais, muitos utilizadores elogiaram a ideia, considerando-a particularmente útil para quem trabalha ao ar livre durante os meses de verão.</p>
<p>Por enquanto, os fabricantes ainda não confirmaram se o equipamento será comercializado fora do Japão.</p>
<p>Mas, numa altura em que as ondas de calor se tornam cada vez mais frequentes em várias partes do mundo, é difícil não imaginar que esta curiosa cabine possa acabar por encontrar lugar muito para além das ruas japonesas.</p>
<p>Há poucos anos, a ideia de entrar num frigorífico para recuperar do calor pareceria absurda.</p>
<p>Hoje, pode ser apenas mais uma adaptação a um clima que está a mudar mais depressa do que muitos esperavam.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792213]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Droga apreendida em alto mar terá proveniência na América do Sul &#8211; PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:45:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) disse hoje que as mais de duas toneladas de cocaína apreendidas numa lancha em alto mar a sudoeste do Cabo Espichel serão de "organizações criminosas muito poderosas", com alegada proveniência na América do Sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) disse hoje que as mais de duas toneladas de cocaína apreendidas numa lancha em alto mar a sudoeste do Cabo Espichel serão de &#8220;organizações criminosas muito poderosas&#8221;, com alegada proveniência na América do Sul.</P><br />
<P>&#8220;Por trás destes indivíduos agora detidos, por trás desta droga transportada, há organizações criminosas muito poderosas, isso não temos sombra de dúvida. A investigação procurará ir o mais longe possível, mas relembro que o cerne dessas organizações, digamos assim, não estão cá em Portugal&#8221;, declarou João Oliveira, da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ.</P><br />
<P>João Oliveira falava numa conferência de imprensa na sede da PJ, em Lisboa, juntamente com responsáveis da Marinha e da Força Aérea, instituições que também participaram na operação policial &#8220;Buongiorno&#8221;, que na quinta-feira intercetou e abordou em alto mar, a cerca de 50 milhas náuticas a sudoeste do Cabo Espichel, uma embarcação de alta velocidade que transportava cerca 2.627 quilogramas de cocaína.</P><br />
<P>No âmbito da apreensão desta lancha rápida, a PJ admitiu que poderão ter escapado outras embarcações relacionadas como o tráfico de droga, uma vez que na mesma mancha de mar &#8220;foram detetados movimentos de outras embarcações&#8221;, explicando que foi selecionada a embarcação que à partida tinha indícios de estar carregada de produto estupefaciente.</P><br />
<P>Foram detidos quatro homens de nacionalidade estrangeira, nomeadamente dois espanhóis, um inglês e um albanês, com idades entre os 35 e os 42 anos, adiantou o responsável da PJ, referindo que os suspeitos recolheram às instalações prisionais junto do edifício da PJ e hoje estão no tribunal para serem presentes a primeiro interrogatório judicial.</P><br />
<P>&#8220;Um dos detidos já era alguém referenciado pela Polícia Judiciária como sendo suspeito de estar ligado a estas atividades de tráfico de cocaína por via marítima&#8221;, referiu João Oliveira, sem adiantar qual a nacionalidade deste suspeito.</P><br />
<P>Expondo parte da droga apreendida, o responsável da PJ disse que a rotulagem das embalagens dá pistas sobre a sua proveniência, mas escusou-se a partilhar dados concretos para não prejudicar a investigação: &#8220;É cocaína que vem da América do Sul e os produtores costumam pôr uma marca, um timbre, uma chancela da sua produção.&#8221;</P><br />
<P>Quanto ao valor da droga apreendida, João Oliveira ressalvou que falar de preços &#8220;é sempre altamente subjetivo&#8221;, porque depende de múltiplas variáveis, inclusive o sítio onde é vendida, e adiantou que o grau de pureza da cocaína não está ainda determinado, mas a experiência da PJ, pela forma como vinha embalada, na rota em que estava e o meio empregue para o transporte, aponta para &#8220;um grau de pureza muito elevado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;São muitos milhões, muitos milhões de euros que estão aqui, e quando digo milhões podemos falar de centenas de milhões, preço estimado, tendo em conta aquilo que é a venda final ao consumidor, não nos exatos termos em que foi apreendida&#8221;, expôs.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793848]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique já disponibilizou 65 milhões de euros para apoiar pequenos negócios &#8211; PR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:44:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moçambique disponibilizou desde 2025 um total de 74 milhões de dólares (65 milhões de euros) para financiar micro, pequenas e médias empresas através de dois mecanismos de apoio de âmbito nacional, anunciou hoje o Presidente da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique disponibilizou desde 2025 um total de 74 milhões de dólares (65 milhões de euros) para financiar micro, pequenas e médias empresas através de dois mecanismos de apoio de âmbito nacional, anunciou hoje o Presidente da República.</P><br />
<P>Daniel Chapo, falava em Nacala Porto, na província de Nampula, norte do país, onde fez a entrega de cheques a empresas beneficiárias do Fundo Catalítico para Inovação e Demonstração (FCID), implementado pelas Agências de Desenvolvimento do Vale do Zambeze (AdVZ) e de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN), bem como do Fundo de Recuperação Empresarial, destinado a apoiar empresas afetadas pelos ciclones e pelas manifestações pós-eleitorais.</P><br />
<P>&#8220;Com os cheques que hoje entregamos às empresas contempladas, o nosso Governo já colocou à disposição do setor privado nacional, através de mecanismos de financiamento, cerca de 74 milhões de dólares americanos, com benefícios tangíveis para empresas e pequenos produtores moçambicanos&#8221;, disse Daniel Chapo.</P><br />
<P>O programa FCID &#8211; Connecta Negócios arrancou em 2025 e constitui &#8220;uma iniciativa estruturante&#8221;, dispondo de um orçamento de 100 milhões de dólares (84,4 milhões de euros), financiado pelo Banco Mundial e implementado através do Ministério das Finanças.</P><br />
<P>O objetivo do fundo é reforçar o desempenho das micro, pequenas e médias empresas (MPME) em Moçambique, &#8220;através de ligações económicas e acesso a mercados&#8221;, conforme referiu anteriormente o Governo moçambicano.</P><br />
<P>Já o Fundo de Recuperação Empresarial arrancou com uma dotação de 4,5 milhões de euros, tendo abrangido até ao momento 93 empresas, segundo indicou hoje o chefe de Estado, sendo que as duas iniciativas de financiamento têm como foco as províncias do centro e norte do país.</P><br />
<P>Chapo afirmou que estes financiamentos permitirão às empresas investir na melhoria de infraestruturas, na aquisição de meios circulantes e de insumos, bem como na manutenção e criação de postos de trabalho.</P><br />
<P>&#8220;É nosso objetivo como Governo produzir mais, exportar mais, consumir mais para gerar riqueza não só para os financiados, mas combater a fome no seio do povo moçambicano e aumentar exportações naqueles casos de culturas de rendimento&#8221;, disse o Presidente moçambicano, apelando à celeridade na devolução dos valores financiados.</P><br />
<P>Na ocasião, Chapo elogiou os esforços do Banco Mundial na disponibilização de subvenções para apoiar as micro, pequenas e médias empresas nacionais e prometeu reforçar as ações de impulso ao setor.</P><br />
<P>&#8220;Reiteramos que a nossa viagem a Washington e o privilégio e a honra de termos presidido esse fórum sobre fragilidades, vulnerabilidades e conflitos como único convidado é porque o Banco Mundial é o parceiro do Governo de Moçambique e estes cerca de 74 milhões de dólares norte-americanos para estes jovens que receberam fundos resultam nestas nossas viagens, desta nossa amizade e desta nosso contínua busca de financiamento e os resultados estão aqui à vista&#8221;, disse Chapo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793849]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Neves está &#8220;a gerir processo da melhor forma que sabe&#8221; &#8211; Ministra da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:31:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[es, *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>es, *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Oeiras, 25 jul 2026 (Lusa) &#8211; A ministra da Justiça disse hoje que o ministro da Administração Interna, Luís Neves, está &#8220;a gerir o processo da melhor forma que sabe&#8221;, e considerou que o caso em que está envolvido não belisca a confiança na Polícia Judiciária. </P><br />
<P>Questionada sobre se o caso que envolve o atual ministro da Administração Interna e antigo diretor da Polícia Judiciária (PJ) não afeta a credibilidade da instituição, Rita Alarcão Júdice indicou que &#8220;todos os portugueses confiam na Polícia Judiciária&#8221; e sublinhou que &#8220;o papel e a imagem&#8221; que a instituição têm &#8220;também se deve muito ao trabalho de todos os seus dirigentes anteriores&#8221;, numa alusão indireta a Luís Neves.</P><br />
<P>&#8220;Por isso, não vamos esquecer isto, não vamos esquecer que os portugueses sabem bem a qualidade da Polícia Judiciária (&#8230;) e a ministra da Justiça não deixará, que essa qualidade, que essas características e que essa confiança que existe na Polícia Judiciária seja beliscada&#8221;, defendeu à margem da cerimónia de encerramento do &#8220;Curso de Formação Inicial da Carreira de Guarda Prisional de 2025&#8221;, que decorreu hoje em Caxias, em Oeiras.  </P><br />
<P>Já questionada sobre se a demora das explicações por parte de Luís Neves não poderão adensar as dúvidas sobre o seu mandato como diretor da PJ, a governante defendeu que o atual ministro da Administração Interna &#8220;está a gerir o processo da melhor forma que sabe e pode&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;As instituições competentes estão a fazer as avaliações que são necessárias&#8221;, acrescentou, salientando que não se pronuncia sobre temas que estão abordados na Justiça, mas sublinhando não vai criticar &#8220;ninguém&#8221; por decidir falar quando tem &#8220;todos os elementos reunidos&#8221;.   </P><br />
<P>Na sexta-feira, o ministro da Administração Interna pediu aos jornalistas respeito pelo seu trabalho e reiterou que, a seu tempo, presta esclarecimentos sobre as obras numa sua casa e do atrelado encontrado na empresa do construtor que fez os trabalhos.</P><br />
<P>Já na terça-feira, Luís Neves referia estar a reunir os documentos que considera importantes no âmbito das polémicas que têm sido conhecidas ao longos das últimas semanas, relativas às obras da sua casa em Odemira e do atrelado encontrado em casa do construtor que trabalhou na sua propriedade.</P><br />
<P>Em 17 de julho, a Polícia Judiciária (PJ) anunciou que abriu um inquérito sobre o atrelado apreendido num processo de tráfico de droga que foi encontrado atracado a um camião da empresa Construbarcelos, que fez obras numa propriedade do ministro da Administração Interna.</P><br />
<P>No mesmo dia, a Procuradoria-geral da República (PGR) confirmou &#8220;a existência de um inquérito relacionado com bens apreendidos à ordem do processo designado &#8216;Operação Pacoba'&#8221;.</P><br />
<P>A polémica teve início no dia 10 de julho, quando o semanário Nascer do Sol noticiou que o ministro da Administração Interna contratou para remodelar um imóvel que detém em Odemira uma empresa anteriormente responsável por obras na PJ quando Luís Neves era diretor nacional.</P><br />
<P>Segundo a publicação, entre 2020 e 2025, a empresa Construbarcelos recebeu cerca de 1,9 milhões de euros em contratos públicos, valor confirmado dias depois pelo ministro da Administração Interna, em entrevista à TVI/CNN.</P><br />
<P>Já na semana passada, a Câmara de Odemira disse que está a verificar a legalidade das obras realizadas no imóvel particular de Luís Neves, na freguesia de São Teotónio.</P><br />
<P>Em resposta por escrito a questões colocadas pela agência Lusa, o município esclareceu que &#8220;não está em curso qualquer processo de licenciamento ou comunicação de obras nos prédios&#8221; localizados na freguesia de São Teotónio.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793847]]></sapo:autor>
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		<title>Chegou o caçador de mosquitos: este microdrone caça-os em pleno voo antes de conseguirem picar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mosquitos]]></category>
		<category><![CDATA[Tornyol Systems]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[Há décadas que tentamos mantê-los à distância com repelentes, velas de citronela, redes mosquiteiras ou os tradicionais aparelhos elétricos. Mas uma empresa tecnológica acredita que chegou o momento de mudar completamente de estratégia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão tem muitas vantagens.</p>
<p>Dias mais longos, praia, churrascos, jantares ao ar livre.</p>
<p>E, inevitavelmente&#8230; mosquitos.</p>
<p>Há décadas que tentamos mantê-los à distância com repelentes, velas de citronela, redes mosquiteiras ou os tradicionais aparelhos elétricos. Mas uma empresa tecnológica acredita que chegou o momento de mudar completamente de estratégia.</p>
<p>Em vez de afastar os mosquitos, quer caçá-los.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a startup Tornyol Systems desenvolveu um microdrone autónomo capaz de detetar, perseguir e eliminar mosquitos em pleno voo, recorrendo a um sistema de sensores e inteligência artificial.</p>
<p>O objetivo da empresa é ambicioso.</p>
<p>Acabar com aquele que considera ser um dos maiores inimigos da Humanidade.</p>
<p><strong>O animal que mata mais pessoas do que as guerras</strong></p>
<p>Quando pensamos nos animais mais perigosos do planeta, imaginamos tubarões, leões ou cobras.</p>
<p>Mas o verdadeiro campeão é muito mais pequeno.</p>
<p>Todos os anos, os mosquitos estão associados à morte de mais de 700 mil pessoas, sobretudo devido à transmissão de doenças como a malária, dengue, febre-amarela ou vírus Zika.</p>
<p>Segundo a Tornyol Systems, mais de 700 milhões de pessoas contraem anualmente doenças transmitidas por mosquitos.</p>
<p>É precisamente por isso que a empresa acredita que eliminar estes insetos pode ter um impacto muito maior do que simplesmente evitar uma noite de comichão.</p>
<p><strong>Um drone que &#8220;ouve&#8221; os mosquitos</strong></p>
<p>À primeira vista, parece um brinquedo.</p>
<p>Pesa apenas 40 gramas.</p>
<p>Mas esconde uma tecnologia surpreendente.</p>
<p>O microdrone utiliza 380 microfones, originalmente desenvolvidos para smartphones, para captar um som praticamente impercetível: o bater das asas de um mosquito.</p>
<p>Cada espécie produz uma frequência característica e é essa &#8220;assinatura sonora&#8221; que permite ao sistema distinguir um mosquito de outros insetos.</p>
<p>Depois, um modelo tridimensional do espaço envolvente calcula a posição da presa quase em tempo real.</p>
<p>Segundo a empresa, o sistema consegue detetar movimentos da ordem dos 0,1 milímetros.</p>
<p>Quando confirma o alvo, o drone entra em ação.</p>
<p>Persegue o inseto de forma autónoma e elimina-o em pleno voo, podendo operar até cerca de oito metros de altura.</p>
<p><strong>Ainda não está pronto&#8230; mas já pode ser reservado</strong></p>
<p>A Tornyol Systems divulgou um vídeo onde mostra o protótipo a intercetar uma mariposa dentro de um espaço fechado, demonstrando a precisão do sistema.</p>
<p>Apesar disso, a tecnologia continua em desenvolvimento e a empresa trabalha para melhorar a eficácia do drone antes da sua chegada ao mercado.</p>
<p>Ainda assim, já é possível efetuar uma pré-reserva do equipamento.</p>
<p><strong>Ficção científica&#8230; ou o futuro?</strong></p>
<p>Durante muito tempo, combater mosquitos significou usar repelentes, inseticidas ou armadilhas luminosas.</p>
<p>Agora, a inteligência artificial e a robótica querem assumir esse papel.</p>
<p>Ainda é cedo para saber se estes pequenos drones conseguirão cumprir a promessa de reduzir drasticamente a população de mosquitos.</p>
<p>Mas uma coisa parece certa.</p>
<p>Se a tecnologia resultar, talvez o maior inimigo das noites de verão passe, finalmente, a ter um adversário à altura.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Tornyol (<a href="https://x.com/tornyolsystems?ref_src=twsrc%5Etfw">@tornyolsystems</a>) is building micro-drones that kill mosquitoes.</p>
<p>They use smartphone microphones, car park assist sensors, and some clever DSP and control to transform 40-gram toy drones into mosquito killers. <a href="https://t.co/SBqWueq7h7">pic.twitter.com/SBqWueq7h7</a></p>
<p>&mdash; Y Combinator (@ycombinator) <a href="https://x.com/ycombinator/status/1986917284561207783?ref_src=twsrc%5Etfw">November 7, 2025</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792200]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Neste concessionário japonês, até um Ferrari F40 parece vulgar. Será este o melhor stand do mundo?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/neste-concessionario-japones-ate-um-ferrari-f40-parece-vulgar-sera-este-o-melhor-stand-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[BINGO Sports Japan]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[BINGO Sports Japan, perto do aeroporto de Narita, é um dos mais importantes concessionários e fornecedores de automóveis exóticos do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há três Ferrari F40 estacionados no mesmo armazém. Um deles conserva praticamente os quilómetros de entrega. Ao lado estão um F50, um Enzo e um LaFerrari. Do outro lado, um BMW M1 divide o espaço com um M1 Procar que competiu em Le Mans, enquanto um Porsche 935 K3 de 1977 repousa sob outro Porsche de corrida. Num lugar assim, até um Ferrari F40 começa a parecer um automóvel vulgar.</p>
<p>Estas são as instalações da BINGO Sports Japan, perto do aeroporto de Narita, um dos mais importantes concessionários e fornecedores de automóveis exóticos do país. Segundo uma reportagem da revista britânica &#8216;Top Gear&#8217;, este é um lugar onde se encontram algumas das máquinas mais raras do planeta — e onde muitas delas podem estar à venda.</p>
<p>A empresa foi fundada em 2002 por Shinji Takei, inicialmente como um pequeno negócio de compra e venda de carros interessantes em Nagoya. Mas Takei depressa percebeu que os grandes colecionadores não procuravam apenas automóveis impecáveis. Queriam saber quem os conduzira, onde tinham estado, como tinham sido utilizados e que histórias carregavam.</p>
<p>Foi assim que a BINGO Sports deixou de se limitar a vender carros e passou a ajudar os clientes a construir coleções. O trabalho tornou-se uma espécie de caça ao tesouro: localizar um modelo quase desaparecido, chegar ao proprietário e convencê-lo a vender. Quando finalmente encontram aquilo que parecia impossível, a reação é previsível: “Bingo”. É daí que vem o nome.</p>
<p>O armazém de Narita está dividido em oito espaços com temperatura e humidade controladas. Os carros costumam permanecer cobertos e ligados a carregadores de bateria, prontos para serem colocados em funcionamento. Entre eles estão um Porsche 962CR Schuppan e um Lamborghini Diablo GTR, ambos derivados de carros de competição, mas autorizados a circular na estrada.</p>
<p>Há ainda um Ferrari F40 que destoa de todos os outros. Em vez de uma carroçaria brilhante, apresenta-se coberto de sujidade e detritos. O automóvel passou quase uma década abandonado ao ar livre numa zona rural do Japão, até que Takei e a sua equipa localizaram o proprietário e conseguiram comprá-lo.</p>
<p>No espaço de exposição da empresa, no centro de Tóquio, encontram-se outros pesos-pesados: o primeiro Koenigsegg Jesko entregue no Japão, um Pagani Huayra BC e um Lamborghini Miura SVR Jota. Este último é especialmente raro: foi transformado numa versão radical inspirada no Miura Jota original e continua a ser o único exemplar do género no mundo.</p>
<p>Mas são os carros menos óbvios que melhor revelam a forma como Takei olha para o automóvel. A coleção inclui um Citroën SM com um antigo selo fiscal britânico, um Mazda Cosmo de 1967 e até um Honda S2000 prateado com interior vermelho. Este último continua relativamente acessível, mas poderá tornar-se um dos clássicos desejados pelas próximas gerações.</p>
<p>Takei acredita que o mercado do colecionismo está a atravessar uma mudança. Durante décadas, muitos compradores procuraram os carros associados a ídolos como James Dean ou Steve McQueen. Os colecionadores mais jovens, porém, cresceram com outras referências: Nissan Skyline GT-R, Honda NSX, Porsche dos anos 1990 e automóveis descobertos em videojogos.</p>
<p>Os modelos mudam, mas a paixão mantém-se. Um Ferrari F40 poderá fascinar praticamente todas as gerações, mas começa a partilhar o protagonismo com máquinas japonesas e europeias das décadas de 1990 e 2000. Para Takei, o segredo está em comprar aquilo que emociona, e não apenas aquilo que poderá valorizar.</p>
<p>O próprio fundador começou ao volante de um Mazda RX-7 da década de 1980, que acabou por destruir pouco depois de tirar a carta. Mais tarde competiu em campeonatos como a Porsche Carrera Cup e o GT World Challenge Asia. Apesar de já ter conduzido centenas de carros extraordinários, continua a apontar o McLaren F1 e o Ferrari F40 LM como experiências difíceis de igualar.</p>
<p>É impossível provar que a BINGO Sports é realmente o melhor concessionário de automóveis do mundo. Mas há poucos lugares onde três Ferrari F40 convivem com um Porsche de Le Mans legalizado para estrada, um Lamborghini único e um simples Honda S2000 escolhido por poder ser o clássico do futuro. E há ainda menos onde, perante tanta raridade, a única palavra possível parece ser precisamente a que deu nome à empresa: bingo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792224]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rui Rio considera que caso Luís Neves &#8220;abala profundamente&#8221; credibilidade do PSD e do Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rui-rio-considera-que-caso-luis-neves-abala-profundamente-credibilidade-do-psd-e-do-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente do PSD Rui Rio considerou que o caso Luís Neves "abala profundamente" a credibilidade do PSD e do Governo, mas também do PS, considerando que polémicas como esta alimentam partidos populistas como o Chega.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-presidente do PSD Rui Rio considerou que o caso Luís Neves &#8220;abala profundamente&#8221; a credibilidade do PSD e do Governo, mas também do PS, considerando que polémicas como esta alimentam partidos populistas como o Chega.</P><br />
<P>Em entrevista à SIC-Notícias, na sexta-feira à noite, Rui Rio disse que, se fosse primeiro-ministro, teria pedido rápidos esclarecimentos ao ministro da Administração Interna e, se não fossem satisfatórios, já o teria demitido.</P><br />
<P>Para o antecessor de Luís Montenegro à frente do PSD, as suspeitas sobre o ministro só se resolvem com rápidas explicações de Luís Neves.</P><br />
<P>Caso contrário, responsabiliza além de Luís Neves, o PSD, o Governo e o PS que, ao permitirem esta demora, estão dar &#8220;um verdadeiro &#8216;filet mignon&#8217; ao Chega&#8221;, partido que já anunciou um inquérito parlamentar ao caso.</P><br />
<P>Sublinhando que &#8220;é a primeira vez&#8221; que faz esta apreciação desde que saiu da liderança do PSD &#8212; em 2022 -, Rui Rio considerou que o caso é &#8220;profundamente nocivo&#8221; para os sociais-democratas, distinguindo-o, por exemplo, dos problemas com os exames nacionais, que diz apenas &#8220;afetaram conjunturalmente&#8221; o ministro da Educação e o Governo.</P><br />
<P>&#8220;Este caso, que é um caso de regime, é um caso ético, está a abalar profundamente a credibilidade do PSD &#8211; e também do PS, mas agora estou preocupado com o PSD&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para Rui Rio, sem explicações, os portugueses percecionam Luís Neves como sendo intocável, quer pelas suspeitas quer pela forma como tem adiado os esclarecimentos.</P><br />
<P>&#8220;Em termos estruturais, preocupa-me que o PSD e o Governo, ao estar a permitir isto, está-se a descredibilizar estruturalmente (&#8230;) Isto é mais uma pazada de terra em cima da democracia e o lado aparece o Chega a usufruir e PS e PSD oferecem isto de bandeja&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Questionado se o tema pode ainda afetar o Presidente da República, Rui Rio admitiu que sim, embora compreenda que António José Seguro não possa falar publicamente sobre esta polémica.</P><br />
<P>&#8220;Espero que o Presidente da República tenha falado com o primeiro-ministro, mas se se isto continua assim em lume brando vai sobrar para o Presidente&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Rio admitiu que, tal como outro antigo líder do PSD Passos Coelho, não concordou com a passagem direta de Luís Neves da Polícia Judiciária (PJ) para o Governo, apesar de não o ter dito publicamente, e criticou igualmente a atitude do PS.</P><br />
<P>&#8220;É intrigante que o PS ataque ferozmente Fernando Alexandre e Ana Paula Martins e depois este caso, que do ponto de vista ético é muitíssimo mais grave, ande com paninhos quentes e passe entre pingos da chuva&#8221;, criticou, dizendo até perceber melhor o pedido de inquérito parlamentar do Chega aos mandatos de Luís Neves na PJ do que o do PS sobre os exames nacionais.</P><br />
<P>Na sexta-feira, Luís Neves reiterou que, a seu tempo, prestará esclarecimentos sobre as obras numa sua casa e do atrelado encontrado na empresa do construtor que fez os trabalhos e disse que &#8220;ainda bem&#8221; que o Chega anunciou uma comissão parlamentar de inquérito aos seus mandatos como diretor da PJ.</P><br />
<P>A 17 de julho, a Polícia Judiciária (PJ) anunciou que abriu um inquérito sobre o atrelado apreendido num processo de tráfico de droga que foi encontrado atracado a um camião da empresa Construbarcelos, que fez obras numa propriedade do ministro da Administração Interna.</P><br />
<P>No mesmo dia, a Procuradoria-geral da República (PGR) confirmou &#8220;a existência de um inquérito relacionado com bens apreendidos à ordem do processo designado &#8216;Operação Pacoba'&#8221;.</P><br />
<P>A polémica teve início no dia 10 de julho, quando o semanário Nascer do Sol noticiou que o ministro da Administração Interna contratou para remodelar um imóvel que detém em Odemira uma empresa anteriormente responsável por obras na PJ quando Luís Neves era diretor nacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793846]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal português declara ilícito despedimento em modelo de contratação internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Juízo do Trabalho do Porto declarou ilícito o despedimento de um trabalhador contratado através de uma estrutura internacional de Employer of Record (EOR), modelo crescentemente utilizado por empresas estrangeiras para contratar trabalhadores em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Juízo do Trabalho do Porto declarou ilícito o despedimento de um trabalhador contratado através de uma estrutura internacional de Employer of Record (EOR), modelo crescentemente utilizado por empresas estrangeiras para contratar trabalhadores em Portugal.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, Eduardo Castro Marques, advogado do trabalhador, destaca que esta decisão &#8211; datada de inícios de julho &#8211; &#8220;confirma que a utilização de estruturas contratuais internacionais não coloca as empresas fora do alcance do direito do trabalho português&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Independentemente da designação adotada pelas partes, importa apurar quem beneficia da atividade do trabalhador, quem dirige o seu trabalho e quem toma as decisões fundamentais relativas à relação laboral&#8221;, enfatiza o advogado da Dower Law Firm.</P><br />
<P>Segundo a fonte, o trabalhador em causa tinha celebrado um contrato sem termo com a Deel Portugal, mas exercia funções exclusivamente para a tecnológica norte-americana Turing Enterprises, tendo o seu despedimento sido fundamentado numa alegada extinção do posto de trabalho.</P><br />
<P>Contudo, o tribunal concluiu que &#8220;os fundamentos apresentados eram genéricos e não permitiam ao trabalhador compreender nem contestar as razões invocadas, nem verificar se existia uma relação entre a alegada reestruturação e a cessação do contrato&#8221;.</P><br />
<P>Como resultado, declarou ilícito o despedimento, determinando a reintegração do trabalhador (sem prejuízo da possibilidade de este optar por uma indemnização) e o pagamento das retribuições vencidas desde novembro de 2024.</P><br />
<P>Eduardo Castro Marques nota que este processo &#8220;coloca em evidência uma realidade cada vez mais frequente no mercado de trabalho internacional&#8221;, podendo a decisão &#8211; proferida em despacho saneador e sem necessidade de julgamento &#8212; &#8220;assumir particular relevância num momento em que o trabalho remoto internacional e a contratação transfronteiriça se tornaram uma prática comum, sobretudo nos setores tecnológico e da inteligência artificial&#8221;.</P><br />
<P>O modelo &#8216;Employer of Record&#8217; é um modelo cada vez mais utilizado por empresas estrangeiras para contratar trabalhadores em Portugal sem constituírem uma entidade empregadora tradicional no país, permitindo que uma empresa celebre formalmente contratos de trabalho em nome de outra entidade que, na prática, organiza, dirige e beneficia da prestação laboral.</P><br />
<P>Nos últimos anos, centenas de empresas internacionais passaram a contratar trabalhadores portugueses para funções remotas através de plataformas especializadas em EOR, permitindo recrutar talento sem necessidade de abrir filiais locais.</P><br />
<P>Apesar da sua crescente utilização por multinacionais, sobretudo no contexto do trabalho remoto, o EOR não constitui uma figura jurídica autonomamente prevista no direito do trabalho português.</P><br />
<P>Para o advogado da Dower Law Firm, a decisão constitui &#8220;um sinal relevante para as empresas que recorrem a estas estruturas internacionais&#8221; e demonstra que a utilização de modelos contratuais internacionais não afasta a aplicação das regras nacionais de proteção no emprego.</P><br />
<P>&#8220;A crescente internacionalização do mercado de trabalho não significa que deixe de existir um empregador para efeitos da legislação portuguesa. Os tribunais continuarão a analisar quem dirige efetivamente o trabalho, quem beneficia da atividade do trabalhador e quem toma as decisões fundamentais sobre a relação laboral&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>À medida que aumenta o recurso a plataformas globais de contratação, Castro Marques prevê que surjam novos litígios sobre a verdadeira configuração destas relações laborais, pelo que este tema &#8220;poderá ganhar crescente relevância nos próximos anos&#8221;.</P></p>
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