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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 May 2026 06:19:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Voos domésticos em Moçambique com menos 14% de passageiros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:19:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.</P><br />
<P>De acordo com os dados do IACM, este movimento contrasta com os 1.237.566 passageiros nos voos domésticos registados em 2024, refletindo os constrangimentos operacionais que ao longo de 2025 continuaram a afetar a companhia estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), nomeadamente a indisponibilidade da frota e a redução de frequências em várias rotas.</P><br />
<P>Em termos de aeronaves, o movimento doméstico também recuou 12%, passando de 38.089 movimentos em 2024 para 33.580 em 2025.</P><br />
<P>O documento justifica esta redução do movimento de aeronaves com &#8220;atrasos, cancelamentos e suspensão de rotas&#8221;, reconhecendo ainda que o aumento dos custos de combustível, da manutenção de aeronaves e de outros custos operacionais ao longo de 2025 tornou o transporte aéreo menos viável economicamente.</P><br />
<P>No transporte regional em África, a partir de Moçambique, o número de passageiros transportados em 2025 recuou 5%, para 546.906, enquanto nos voos intercontinentais se registou um crescimento de 7%, para 231.282 passageiros, impulsionado sobretudo pela retoma gradual da procura internacional.</P><br />
<P>No final de 2025 estavam registadas em Moçambique 88 aeronaves, de 14 operadores comerciais, para um total de 12 aeroportos, 256 aeródromos públicos e 21 aeródromos privados, de acordo com dados do Instituto de Aviação Civil de Moçambique.</P><br />
<P>Tal como os anteriores, 2025 voltou a ser marcado pelas dificuldades operacionais da LAM em manter as ligações aéreas domésticas, tendo o Governo avançado em maio com um processo de reestruturação da companhia, que envolveu a chegada de novas aeronaves nos meses seguintes.</P><br />
<P>A LAM detém o monopólio das ligações aéreas domésticas, mas a companhia aérea privada Solenta já prepara a instalação no aeroporto da Beira da sua base de operações internas, com três aeronaves a iniciarem os voos no segundo semestre, foi anunciado anteriormente.</P><br />
<P>A companhia prevê disponibilizar inicialmente três aeronaves com capacidade para 50 passageiros cada, estando o início das operações previsto para o segundo semestre de 2026, com base no centro do país. Enquanto isso, decorre para o efeito o processo de implantação da base no Aeroporto Internacional da Beira.</P><br />
<P>O Instituto de Aviação Civil de Moçambique atribuiu em 17 de dezembro a licença de exploração de transporte aéreo regular em rotas domésticas à companhia aérea privada Solenta.</P><br />
<P>&#8220;A Solenta, efetivamente, concluiu com todas as fases que resultaram no seu licenciamento sem nenhum aspeto que possam não ter cumprido. Eles cumpriram com todos os aspetos que lhes dão o direito de poderem operar no mercado doméstico e no mercado regional&#8221;, disse o presidente do conselho de administração do IACM, Emanuel Chaves, durante a entrega da licença à companhia aérea, em Maputo.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a certificação da Solenta, que surge após avaliações para o seu licenciamento pelo Governo em meados de agosto, atrasou pela necessidade de modernizar a legislação aérea nacional, que já não era adequada, para permitir uma &#8220;concorrência saudável&#8221;.</P><br />
<P>A Solenta referiu anteriormente que conta com quatro aeronaves Embraer 145 para operações domésticas em Moçambique, uma das quais será utilizada pela indústria petrolífera em voos &#8216;charter&#8217; [voos privados não regulares, e as demais em rotas de Maputo para Tete, Beira, Quelimane e Nampula.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761436]]></sapo:autor>
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		<title>Migrações: Malásia procura 14 desaparecidos após naufrágio de embarcação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.</P><br />
<P>&#8220;O alerta para o naufrágio, que ocorreu na segunda-feira de manhã, foi dado por um pescador local que avisou as autoridades para a presença de várias vítimas a flutuar no mar&#8221;, segundo o diretor da Guarda Costeira de Perak, Mohamad Shukri bin Khotob. </P><br />
<P>Após o alerta, foi iniciada uma operação de busca e salvamento, com o apoio da Polícia Marítima, da Marinha Real da Malásia e da comunidade piscatória local, para encontrar os desaparecidos da embarcação, que alegadamente transportava 37 &#8220;migrantes indonésios em situação irregular&#8221;. </P><br />
<P>Um barco de pesca resgatou 23 pessoas, 16 homens e sete mulheres, todos cidadãos indonésios, enquanto as restantes 14 continuam desaparecidas. </P><br />
<P>As autoridades &#8220;vão continuar a intensificar os esforços de busca até que todas as vítimas sejam localizadas&#8221;, segundo Shukri.</P><br />
<P>As investigações preliminares indicam que o grupo partiu no sábado de Kisaran, no norte de Sumatra, na Indonésia, muito perto da costa oeste da Malásia, com destino a cidades malaias como Penang, Terengganu, Selangor e Kuala Lumpur, de acordo com o Quartel-General Marítimo de Perak.</P><br />
<P>As autoridades recuperaram três malas com roupas que se acredita pertencerem às vítimas e estão a realizar procedimentos de identificação com os sobreviventes do naufrágio.</P><br />
<P>As autoridades malaias indicaram que três tripulantes birmaneses operavam a embarcação. </P><br />
<P>Em novembro passado, 27 pessoas morreram quando um barco que transportava migrantes rohingya, uma minoria muçulmana perseguida em Myanmar, se afundou ao largo da costa da Malásia e da Tailândia. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761435]]></sapo:autor>
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		<title>Fátima prepara-se para receber hoje milhares de peregrinos: 300 operacionais e 200 militares por dia no terreno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[peregrinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 300 operacionais integram a “Operação Fátima 2026” da Proteção Civil, montada para garantir assistência e socorro aos peregrinos que se deslocam ao Santuário de Fátima para a peregrinação internacional de 12 e 13 de maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 300 operacionais integram a “Operação Fátima 2026” da Proteção Civil, montada para garantir assistência e socorro aos peregrinos que se deslocam ao Santuário de Fátima para a peregrinação internacional de 12 e 13 de maio.</p>
<p>A operação foi anunciada pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que adianta a participação de mais de 300 operacionais, incluindo 170 elementos de 29 corpos de bombeiros da Região de Lisboa e Vale do Tejo.</p>
<p>A estes meios juntam-se elementos do Serviço Municipal de Proteção Civil de Ourém, da Força Especial de Proteção Civil da ANEPC, do Instituto Nacional de Emergência Médica, da Cruz Vermelha Portuguesa, da Guarda Nacional Republicana e do Corpo Nacional de Escutas.</p>
<p>A operação envolve ainda outras entidades civis e religiosas, entre as quais a Associação de Servitas de Nossa Senhora de Fátima e as unidades locais de Saúde da Região de Leiria e do Médio Tejo.</p>
<p><strong>Posto de comando instalado em Fátima</strong></p>
<p>A coordenação da operação será feita através do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo.</p>
<p>Segundo a ANEPC, esta estrutura vai coordenar os sistemas integrados de operações de proteção e socorro e de emergência médica, assegurando a mobilização, prontidão, empenhamento, pré-posicionamento e gestão dos meios no terreno.</p>
<p>O Posto de Comando Operacional da “Operação Fátima 2026” está instalado no Colégio de São Miguel, na cidade de Fátima, concelho de Ourém, distrito de Santarém.</p>
<p><strong>GNR reforça operação nas estradas</strong></p>
<p>Também a Guarda Nacional Republicana reforçou os alertas aos peregrinos e condutores, numa altura em que vários grupos seguem a pé rumo ao Santuário de Fátima.</p>
<p>A operação “Peregrinação Segura 2026” já está no terreno e mobiliza cerca de 200 militares por dia.</p>
<p>Até às celebrações, a atenção da GNR estará centrada sobretudo nas estradas percorridas pelos peregrinos. Depois, o dispositivo será concentrado na zona do santuário, durante as cerimónias que atraem milhares de fiéis.</p>
<p>A operação contará ainda com o apoio de forças congéneres de Itália e França.</p>
<p><strong>Atenção redobrada nas estradas e nas zonas de menor visibilidade</strong></p>
<p>A GNR alertou para a necessidade de maior cuidado, tanto por parte dos peregrinos como dos condutores, devido às condições meteorológicas e à eventual redução da visibilidade.</p>
<p>“Com as condições climatéricas que se fazem sentir, é importante que todos tenham consciência de que devem, não só os peregrinos a pé estar atentos à estrada e aos veículos, como também os condutores devem ter essa noção nesta altura do ano”, afirmou o tenente-coronel Carlos Canatário, porta-voz da GNR.</p>
<p>O responsável lembrou que, “de repente, depois de uma qualquer lomba ou curva, pode surgir um grupo de peregrinos” e apelou aos automobilistas para circularem com mais cautela.</p>
<p>Carlos Canatário lamentou ainda a morte de um peregrino, em Coimbra, atropelado por um comboio.</p>
<p><strong>GNR desaconselha uso de auriculares</strong></p>
<p>Entre as recomendações da GNR está também o apelo para que os peregrinos evitem usar auriculares durante o percurso.</p>
<p>“Sabemos que é uma distração. Sabemos que é normal as pessoas, muitas vezes, virem cansadas, com dores, e procurarem abstrair-se desse estado físico e emocional”, explicou o porta-voz.</p>
<p>“Mas, muitas vezes, esses instrumentos retiram atenção ao meio envolvente”, acrescentou.</p>
<p>A GNR recomenda ainda que os peregrinos caminhem de forma visível, mantenham contacto com o grupo, tenham o telemóvel carregado e evitem transportar grandes quantias de dinheiro ou bens valiosos.</p>
<p><strong>Drones e capacidade antidrone junto ao santuário</strong></p>
<p>A operação de segurança inclui também o uso de drones para vigilância.</p>
<p>A GNR terá ainda capacidade antidrone, permitindo a deteção e inativação de drones não autorizados a sobrevoar o santuário, explicou o coronel João Santos.</p>
<p>Nas imediações da Basílica da Santíssima Trindade estará também instalado um posto móvel da GNR durante as celebrações.</p>
<p>João Moderno, comandante do Destacamento Territorial de Tomar da GNR, deixou ainda recomendações para prevenir furtos, aconselhando os peregrinos a manterem os bens pessoais protegidos e a terem consigo o contacto de um elemento do grupo.</p>
<p><strong>Mais de 6.300 peregrinos organizados são esperados na Cova da Iria</strong></p>
<p>Nos próximos dias, são esperados na Cova da Iria mais de 6.300 peregrinos organizados em 138 grupos, de acordo com informação avançada pelo jornal ‘Região de Leiria’.</p>
<p>A peregrinação internacional de 12 e 13 de maio é a primeira grande celebração do ano no Santuário de Fátima.</p>
<p>Este ano, será presidida pelo patriarca de Lisboa, Rui Valério, de 61 anos, natural de Urqueira, no concelho de Ourém.</p>
<p>Segundo o santuário, será a primeira vez que Rui Valério preside a uma peregrinação aniversária na Cova da Iria desde que foi nomeado para a Sé Patriarcal, em 2023.</p>
<p><strong>A maior peregrinação do ano em Fátima</strong></p>
<p>A peregrinação de maio evoca a primeira aparição da Virgem às três crianças de Aljustrel e é habitualmente a mais participada do ano em Fátima.</p>
<p>No ano passado, segundo o santuário, acolheu mais de 450 mil peregrinos.</p>
<p>Com milhares de fiéis a caminho e grandes concentrações previstas para os dias 12 e 13 de maio, as autoridades apelam à prudência nas deslocações, à atenção nas estradas e ao cumprimento das indicações das forças de segurança e socorro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761165]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Transporte aéreo movimentou menos 9,3% de passageiros em Moçambique em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O transporte aéreo movimentou quase 1,9 milhões de passageiros em 2025 em Moçambique, menos 9,3%, influenciado pela instabilidade social após as eleições gerais de 2024, segundo dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O transporte aéreo movimentou quase 1,9 milhões de passageiros em 2025 em Moçambique, menos 9,3%, influenciado pela instabilidade social após as eleições gerais de 2024, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>De acordo com dados de um relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM), o transporte aéreo movimentou em 2025 um total de 1.863.772 passageiros, que compara com o recorde de quase 2,05 milhões de passageiros em 2024.</P><br />
<P>A quebra, lê-se, foi &#8220;influenciado pela suspensão e cancelamento dos voos, e a sensibilidade do segmento a fatores externos e políticos&#8221;, aludindo aos protestos que se seguiram às eleições de outubro de 2024, que provocaram nos meses seguintes mais de 400 mortos e a destruição e saque de empresas e instituições públicas.</P><br />
<P>O documento acrescenta que 2025 &#8220;caracterizou-se por um decréscimo de 6,9% em comparação com o igual período de 2024&#8221; em termos de atividade global no setor em Moçambique.</P><br />
<P>Este desempenho está &#8220;associado aos constrangimentos operacionais enfrentados pela companhia aérea Linhas Aéreas de Moçambique (LAM)&#8221;, incluindo as rotas Maputo&#8211;Lisboa, Maputo&#8211;Harare e Maputo&#8211;Lusaka, face à &#8220;indisponibilidade da sua frota de aeronaves, bem como ao contexto de instabilidade social resultante das manifestações pós eleitorais, que se estenderam até fevereiro de 2025&#8221;, bem como os ciclones que atingiram sobretudo o norte do país.</P><br />
<P>Refere também que o movimento de aeronaves no país caiu 10,9%, para 54.495, face aos 61.182 em 2024.</P><br />
<P>&#8220;O manuseamento de carga foi de 7.843,08 toneladas, decrescendo em 28,4% comparando com o ano de 2024, que registou 10.956,72 toneladas. Esse declínio está associado, em grande parte, à introdução da taxa de segurança, que tornou o manuseamento de carga mais oneroso, desencorajando as operações neste setor&#8221;, refere a IACM no documento, avançando que &#8220;medidas e esforços estão a ser implementados para mitigar esse impacto e reverter a tendência de retração&#8221;.</P><br />
<P>O plano anteriormente apresentado pela IACM para o setor estimava que o transporte aéreo deverá movimentar no país, em 2027, mais de 2,9 milhões de passageiros e no ano seguinte 3,1 milhões, crescimento que deverá acompanhar igualmente na carga movimentada, que deverá passar de 18.027 toneladas no ano passado para mais de 21.600 toneladas em 2027.</P><br />
<P>No final de 2025 estavam registadas em Moçambique 88 aeronaves, de 14 operadores comerciais, para um total de 12 aeroportos, 21 aeródromos privados e 256 aeródromos públicos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761434]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal volta a acolher famílias ucranianas marcadas pela guerra: grupo chega esta tarde a Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-volta-a-acolher-familias-ucranianas-marcadas-pela-guerra-grupo-chega-esta-tarde-a-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Choven]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A chegada está prevista para as 16h30, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, no voo TP1205, proveniente de Varsóvia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal recebe esta terça-feira um novo grupo de familiares de vítimas da guerra na Ucrânia, no âmbito do projeto Choven, uma iniciativa de apoio a famílias de militares ucranianos mortos ou desaparecidos em combate.</p>
<p>A chegada está prevista para as 16h30, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, no voo TP1205, proveniente de Varsóvia.</p>
<p>À chegada, a associação HelpUAPT, em parceria com os Ministérios da Defesa e dos Veteranos da Ucrânia, a Fundação Friends of Ukraine e o apoio institucional do Ombudsman da Ucrânia, realiza uma conferência de imprensa para apresentar a iniciativa.</p>
<p><strong>Projeto Choven apoia famílias de militares ucranianos</strong></p>
<p>O projeto Choven tem como objetivo apoiar famílias afetadas diretamente pela guerra na Ucrânia, em particular familiares de militares vítimas do conflito.</p>
<p>A iniciativa está ligada a programas de recuperação emocional, apoio psicológico, integração cultural e acompanhamento social.</p>
<p>A HelpUA.pt tem apresentado o projeto “Choven – Famílias da Guerra” como uma intervenção estruturada e centrada no trauma, combinando apoio individual e de grupo, atividades culturais, componente educativa e reconhecimento institucional. A associação descreve a iniciativa como parte do seu trabalho de recuperação física e emocional de vítimas da guerra.</p>
<p><strong>Portugal já acolheu mães e crianças ucranianas em programas semelhantes</strong></p>
<p>Esta não é a primeira missão humanitária deste tipo em Portugal.</p>
<p>Em janeiro, o Governo português anunciou o acolhimento de 18 crianças e 15 mães viúvas ucranianas, vítimas da guerra, no âmbito de um programa de reabilitação emocional e social em Ourém. A receção decorreu também no Aeroporto Humberto Delgado e a iniciativa foi organizada pela HelpUA.pt, com acolhimento no Centro de Reabilitação Fénix.</p>
<p>Durante essa estadia, as famílias beneficiaram de acompanhamento psicológico, fisioterapia e atividades lúdicas e culturais, num programa orientado para a recuperação emocional.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; noticiou então que o grupo era composto por familiares de soldados ucranianos falecidos ou desaparecidos em combate e que as crianças e mães chegaram a Portugal para três semanas de tranquilidade, depois de viajarem da Ucrânia até à Polónia e daí para Lisboa.</p>
<p><strong>HelpUAPT tem coordenado missões humanitárias em Portugal</strong></p>
<p>A HelpUA.pt – Ukrainian Refugees UAPT é uma associação sediada em Lisboa dedicada ao apoio humanitário, psicológico, social e institucional a pessoas vulneráveis, com especial enfoque em refugiados ucranianos e respetivas famílias em Portugal.</p>
<p>A associação tem desenvolvido respostas nas áreas do acolhimento, acompanhamento social, apoio psicológico especializado, integração cultural e educacional, apoio institucional e jurídico, bem como programas de reabilitação emocional.</p>
<p>No Centro de Reabilitação Fénix, em Ourém, a HelpUA.pt desenvolve também respostas de reabilitação física, fisioterapia, cuidados continuados e acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade social e clínica.</p>
<p><strong>GNR já tinha apoiado missão do projeto Choven</strong></p>
<p>O projeto Choven já teve apoio institucional em Portugal.</p>
<p>Em março, a GNR recebeu uma delegação da HelpUA.pt, entidade responsável pelo projeto “Choven – Famílias da Guerra”, numa visita ao Quartel do Carmo, em Lisboa.</p>
<p>Segundo a própria GNR, a colaboração da força de segurança incluiu o acompanhamento de um grupo humanitário composto por crianças e mulheres ucranianas que visitaram Portugal, garantindo segurança e apoio durante a estadia.</p>
<p>A visita serviu também para uma homenagem institucional em reconhecimento do apoio prestado no âmbito do projeto.</p>
<p><strong>Uma chegada com dimensão humanitária e simbólica</strong></p>
<p>A chegada desta terça-feira tem uma dimensão humanitária, mas também simbólica.</p>
<p>Portugal volta a receber famílias que carregam as consequências diretas da guerra, num programa que procura oferecer acompanhamento, descanso, segurança e algum espaço de recuperação longe do conflito.</p>
<p>Na missão acolhida em janeiro, a então ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, afirmou que Portugal queria proporcionar “conforto, segurança, proteção e, acima de tudo, dignidade” às famílias ucranianas recebidas no país.</p>
<p>A governante sublinhou ainda que o acolhimento era uma afirmação de valores, ligada à defesa dos direitos humanos e à proteção dos mais vulneráveis.</p>
<p><strong>Conferência de imprensa à chegada</strong></p>
<p>A conferência de imprensa desta terça-feira deverá decorrer no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, depois do desembarque do grupo proveniente de Varsóvia.</p>
<p>A iniciativa será conduzida pela HelpUAPT, em articulação com os Ministérios da Defesa e dos Veteranos da Ucrânia, a Fundação Friends of Ukraine e o apoio institucional do Ombudsman ucraniano.</p>
<p>O objetivo é assinalar a chegada a Portugal e explicar o enquadramento do projeto Choven, criado para apoiar famílias de militares ucranianos vítimas da guerra.</p>
<p>Para estas famílias, a viagem representa mais do que uma deslocação humanitária.</p>
<p>É uma pausa possível num percurso marcado pela perda, pela incerteza e pela violência de uma guerra que continua a deixar marcas profundas na sociedade ucraniana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761287]]></sapo:autor>
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		<title>Investigadores esperam ano &#8220;particularmente severo&#8221; para incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores alertaram hoje que os incêndios florestais deverão atinjam um nível "particularmente severo" em todo o mundo em 2026, impulsionados pelas alterações climáticas e pelo fenómeno El Niño.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Investigadores alertaram hoje que os incêndios florestais deverão atinjam um nível &#8220;particularmente severo&#8221; em todo o mundo em 2026, impulsionados pelas alterações climáticas e pelo fenómeno El Niño.</P><br />
<P>&#8220;Este ano, a época global de incêndios começou muito forte, com mais 50% de área ardida do que a média para esta altura do ano&#8221;, enfatizou Theodore Keeping, académico da universidade britânica Imperial College London, durante uma apresentação aos jornalistas.</P><br />
<P>A área ardida &#8220;é 20% superior ao recorde anterior estabelecido desde o início da monitorização global em 2012&#8221;, indicou o investigador, prevendo um &#8220;ano particularmente severo&#8221;.</P><br />
<P>A área total ardida em todo o mundo atingiu cerca de 163 milhões de hectares desde o início do ano até 06 de maio, de acordo com os dados do Sistema Global de Informação sobre Incêndios, em comparação com uma média de 110 milhões de hectares no período de 2012 a 2025 até essa data.</P><br />
<P>A tendência é particularmente acentuada em África, onde foi registada a maior área ardida desde 2012, com recordes históricos em países como Gâmbia, Senegal, Guiné-Conacri, Mauritânia, Mali, Gana e Togo.</P><br />
<P>No total, foram queimados 85 milhões de hectares em África este ano, em comparação com o recorde anterior de 69 milhões.</P><br />
<P>Os incêndios na savana nestas regiões têm sido alimentados por um fenómeno conhecido como &#8220;efeito chicote climático&#8221;, que alterna períodos de chuvas fortes, promovendo o crescimento da vegetação, com períodos de seca propícios a incêndios.</P><br />
<P>Os investigadores alertam também para as consequências do esperado regresso do poderoso fenómeno de aquecimento El Niño.</P><br />
<P>Esta é uma fase de um ciclo natural no Oceano Pacífico, que geralmente começa na primavera e afeta gradualmente as temperaturas, os ventos e o clima em todo o resto do globo nos meses seguintes.</P><br />
<P>A Organização Meteorológica Mundial alertou, embora ainda existam algumas incertezas, que o regresso do El Niño é cada vez mais provável de maio a julho, enquanto o fenómeno oposto, La Niña, diminui.</P><br />
<P>Isto agravaria o aquecimento contínuo provocado pelas atividades humanas.</P><br />
<P>&#8220;A probabilidade de incêndios extremos e perigosos pode ser potencialmente a mais elevada da história recente se se desenvolver um El Niño forte&#8221;, afirmou Theodore Keeping.</P><br />
<P>O fenómeno pode tornar &#8220;as condições muito quentes e secas mais prováveis na Austrália, no noroeste dos Estados Unidos e no Canadá, e na floresta amazónica&#8221;, explicou.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que os incêndios extremos estão a aumentar com as alterações climáticas, tanto em termos de emissões como dos seus impactos, tal como os mega incêndios&#8221;, acrescentou Keeping.</P><br />
<P>Friederike Otto, outro investigador do Imperial College, sublinhou ainda que o desenvolvimento de um El Niño forte este ano, combinado com a tendência para as alterações climáticas, resultaria em &#8220;extremos climáticos sem precedentes&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761433]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Milhares de fiéis esperados para a peregrinação de maio ao Santuário de Fátima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de fiéis são esperados hoje e na quarta-feira, no Santuário de Fátima, para a peregrinação internacional de hoje e 13 de maio, presidida pelo patriarca de Lisboa, Rui Valério.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de fiéis são esperados hoje e na quarta-feira, no Santuário de Fátima, para a peregrinação internacional de hoje e 13 de maio, presidida pelo patriarca de Lisboa, Rui Valério.</P><br />
<P>As celebrações, 109 anos após os acontecimentos na Cova da Iria, começam às 21:30 de hoje, com a recitação do terço, na Capelinha das Aparições, seguindo-se a procissão das velas e a Celebração da Palavra, no recinto.</P><br />
<P>Na quarta-feira, após a recitação do terço, às 09:00, na Capelinha das Aparições, começa, uma hora depois, a missa, com a bênção dos doentes e a procissão do adeus, no recinto.</P><br />
<P>&#8220;Esta será a primeira vez que o patriarca de Lisboa assume a presidência de uma peregrinação aniversária, na Cova da Iria, desde que foi nomeado para a Sé Patriarcal, em 2023&#8221;, segundo informação do santuário.</P><br />
<P>Ao jornal Voz da Fátima, propriedade do santuário, Rui Valério, de 61 anos, natural do concelho de Ourém, afirmou que à peregrinação leva o pedido urgente pela paz global e o apelo aos cristãos para irem ao encontro do outro, especialmente de quem vive na tristeza ou no abandono.</P><br />
<P>&#8220;Pedimos que esta paz desça e habite no coração de cada pessoa, de modo particular nos governantes e em todos aqueles que têm a responsabilidade de decidir o rumo das nações&#8221;, afirmou, citado pelo Gabinete de Comunicação do santuário.</P><br />
<P>Até ao início da tarde de segunda-feira, estavam inscritos 170 grupos, num total de 7.550 peregrinos, para esta peregrinação, segundo dados da instituição.</P><br />
<P>Dos 170 grupos, 67 são oriundos de Portugal e 103 do estrangeiro, de 30 países.</P><br />
<P>&#8220;Mantém-se o &#8216;top 5&#8217; dos países estrangeiros de onde provêm mais peregrinos: Polónia, Itália, França, Brasil e México&#8221;, revelou o santuário.</P><br />
<P>Para esta peregrinação, a primeira grande celebração do ano no Santuário de Fátima, a Proteção Civil conta com cerca de 300 operacionais, dos quais 170 provenientes de 29 corpos de bombeiros da Região de Lisboa e Vale do Tejo, para assistência e socorro aos peregrinos.</P><br />
<P>Já o dispositivo da Guarda Nacional Republicana é de cerca de 200 militares em cada um dos dias.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761432]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atenção, contribuintes: nova regra da Segurança Social entra hoje em vigor e pode bloquear acessos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudança pretende reforçar a proteção dos dados dos cidadãos e reduzir o risco de fraude ou acessos indevidos, acrescentando uma segunda camada de validação ao processo de entrada no portal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta terça-feira passa a ser obrigatória a autenticação de dois fatores no acesso ao Portal da Segurança Social para os utilizadores particulares que entram com NISS e palavra-passe.</p>
<p>A mudança pretende reforçar a proteção dos dados dos cidadãos e reduzir o risco de fraude ou acessos indevidos, acrescentando uma segunda camada de validação ao processo de entrada no portal.</p>
<p>Na prática, deixa de bastar introduzir o Número de Identificação da Segurança Social e a palavra-passe. O utilizador passa também a ter de confirmar o acesso através de um código temporário enviado por SMS ou por e-mail.</p>
<p>A Segurança Social já tinha recomendado que a ativação fosse feita antes de 11 de maio, para evitar constrangimentos no dia da entrada em vigor da medida. Quem ainda não tratou do assunto deve fazê-lo esta terça-feira, para garantir que continua a conseguir entrar normalmente na Segurança Social Direta. A alteração consta da informação divulgada pela Segurança Social sobre a atualização de contactos e a autenticação de dois fatores no portal.</p>
<p><strong>O que muda no acesso?</strong></p>
<p>Até agora, muitos utilizadores acediam ao portal apenas com NISS e palavra-passe.</p>
<p>Com a nova regra, passa a ser exigido um código adicional de verificação.</p>
<p>Esse código pode ser enviado para o telemóvel ou para o endereço de e-mail associado à conta, consoante o método definido pelo utilizador.</p>
<p>O objetivo é impedir que terceiros consigam entrar na conta mesmo que tenham acesso à palavra-passe.</p>
<p><strong>Porque é que deve confirmar já os contactos?</strong></p>
<p>O ponto crítico está nos contactos registados na Segurança Social Direta.</p>
<p>Para receber o código de verificação, o utilizador tem de ter um número de telemóvel e um endereço de e-mail válidos associados à conta.</p>
<p>Se o telemóvel estiver errado, desatualizado ou já não estiver em uso, o código pode não chegar.</p>
<p>Se o e-mail estiver incorreto ou inacessível, o mesmo problema pode acontecer.</p>
<p>Nesses casos, o contribuinte pode ficar impedido de concluir o acesso ao portal.</p>
<p><strong>Quem tem de ativar a autenticação de dois fatores?</strong></p>
<p>A medida aplica-se aos particulares que acedem ao Portal da Segurança Social com NISS e palavra-passe.</p>
<p>Quem usa a Chave Móvel Digital não deverá ser afetado da mesma forma, uma vez que esse método já inclui autenticação reforçada.</p>
<p>Para as empresas, este modelo já estava em vigor desde 26 de fevereiro.</p>
<p>Agora, a obrigatoriedade passa também a abranger os utilizadores particulares.</p>
<p><strong>Como atualizar os dados?</strong></p>
<p>O procedimento deve ser feito diretamente na Segurança Social Direta.</p>
<p>O utilizador deve entrar no portal com o NISS e a palavra-passe, aceder à área de perfil e verificar os dados pessoais associados à conta.</p>
<p>Se necessário, deve atualizar o número de telemóvel e o endereço de correio eletrónico.</p>
<p>Depois da alteração, os contactos devem ser validados para garantir que ficam corretamente associados à conta.</p>
<p>É esta validação que permitirá receber os códigos de autenticação necessários para entrar no portal.</p>
<p><strong>O que acontece se não tiver acesso ao telemóvel ou ao e-mail?</strong></p>
<p>Se o utilizador deixar de ter acesso ao e-mail e ao telemóvel associados à conta, a Segurança Social indica que terá de entrar através do autenticação.gov, usando o Cartão de Cidadão ou a Chave Móvel Digital.</p>
<p>É por isso que a atualização prévia dos contactos é essencial.</p>
<p>O problema pode não estar na palavra-passe, mas sim na impossibilidade de receber o código adicional exigido pelo novo sistema.</p>
<p><strong>Atenção às fraudes</strong></p>
<p>A Segurança Social tem alertado também para tentativas de fraude.</p>
<p>A instituição sublinha que não pede dados bancários, palavras-passe ou códigos de acesso através de ligações enviadas por SMS ou por e-mail.</p>
<p>Qualquer atualização deve ser feita exclusivamente no Portal da Segurança Social.</p>
<p>Este aviso é particularmente relevante numa altura em que a mudança de regras pode ser aproveitada por esquemas de phishing para tentar enganar contribuintes.</p>
<p><strong>Porque é que esta mudança é importante?</strong></p>
<p>A Segurança Social Direta reúne informação sensível sobre contribuições, prestações sociais, carreira contributiva e dados pessoais.</p>
<p>A autenticação de dois fatores acrescenta uma barreira de segurança.</p>
<p>Mesmo que alguém descubra a palavra-passe de um utilizador, não deverá conseguir entrar na conta sem acesso ao código temporário enviado para o contacto associado.</p>
<p>A medida aproxima o portal de práticas já comuns noutros serviços digitais, como bancos, plataformas públicas e contas de correio eletrónico.</p>
<p><strong>O que deve fazer esta terça-feira?</strong></p>
<p>Se costuma aceder à Segurança Social Direta com NISS e palavra-passe, confirme já se tem o telemóvel e o e-mail atualizados.</p>
<p>Se ainda não ativou a autenticação de dois fatores, deve fazê-lo no portal.</p>
<p>Se usa Chave Móvel Digital, o acesso mantém-se com autenticação reforçada.</p>
<p>A regra entra em vigor esta terça-feira, 12 de maio, e pode causar dificuldades a quem deixar a atualização para depois.</p>
<p>Para evitar bloqueios, a recomendação é simples: entrar na Segurança Social Direta, confirmar os contactos e ativar a nova camada de segurança antes de precisar do portal para tratar de qualquer assunto urgente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748211]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PR moçambicano pede aos enfermeiros para humanizarem atendimento hospitalar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente de Moçambique pediu hoje aos enfermeiros para reforçarem a humanização no atendimento hospitalar, prometendo mais esforços para melhorar as condições de trabalho destes profissionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente de Moçambique pediu hoje aos enfermeiros para reforçarem a humanização no atendimento hospitalar, prometendo mais esforços para melhorar as condições de trabalho destes profissionais.</P><br />
<P>Em comunicado referente ao Dia Internacional do Enfermeiro, que se assinala hoje, a Presidência refere que a mensagem do chefe do Estado, Daniel Chapo, exorta os profissionais de enfermagem a reforçarem o compromisso com a humanização dos cuidados de saúde, colocando o paciente no centro da sua atuação e assegurando que ninguém seja deixado para trás.</P><br />
<P>&#8220;O Governo continua empenhado no fortalecimento do setor da saúde, na melhoria gradual das condições de trabalho dos profissionais de saúde, na expansão da formação, na humanização dos serviços e na valorização dos enfermeiros, reconhecendo o papel central que desempenham no desenvolvimento do país&#8221;, lê-se na mensagem da Presidência, que cita o Presidente moçambicano. </P><br />
<P>Na mensagem, o chefe de Estado presta homenagem aos enfermeiros moçambicanos, destacando o &#8220;elevado sentido de missão, entrega e espírito de sacrifício&#8221; destes profissionais, considerados um dos principais pilares do Sistema Nacional de Saúde.</P><br />
<P>&#8220;É uma verdadeira missão de solidariedade, humanidade e compromisso com a vida&#8221;, refere Daniel Chapo, apelando aos profissionais de enfermagem para reforçarem o compromisso com a humanização dos cuidados de saúde e a assistência aos pacientes. </P><br />
<P>Moçambique assinala o dia Internacional do Enfermeiro num contexto de desafios no sistema nacional de saúde, com profissionais do setor a reivindicarem melhores condições laborais, mais formação e reforço dos recursos humanos e infraestruturas hospitalares.</P><br />
<P>O setor da saúde enfrenta, há quatro anos, greves e paralisações convocadas pela Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM).</P><br />
<P>O Sistema Nacional de Saúde moçambicano enfrentou também, nos últimos três anos, diversos momentos de pressão, provocados por greves de funcionários, convocadas pela Associação Médica de Moçambique (AMM) e exigindo melhorias das condições de trabalho.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761431]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Enfermeiros fazem greve hoje e marcham até ao Ministério da Saúde: “O dia 12 de maio é nosso”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/enfermeiros-fazem-greve-hoje-e-marcham-ate-ao-ministerio-da-saude-o-dia-12-de-maio-e-nosso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SEP]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicato espera uma forte adesão nacional e quer assinalar a data com uma mensagem dupla: valorizar o papel dos enfermeiros no sistema de saúde e denunciar o agravamento das condições de trabalho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os enfermeiros fazem esta terça-feira uma greve nacional convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), abrangendo os setores público, privado e social.</p>
<p>A paralisação coincide com o Dia Internacional do Enfermeiro e inclui uma concentração marcada para as 10h30, em Lisboa, entre o Campo Pequeno e o Ministério da Saúde.</p>
<p>O sindicato espera uma forte adesão nacional e quer assinalar a data com uma mensagem dupla: valorizar o papel dos enfermeiros no sistema de saúde e denunciar o agravamento das condições de trabalho.</p>
<p><strong>Greve abrange turnos da manhã e da tarde</strong></p>
<p>A greve nacional foi convocada para os turnos da manhã e da tarde nos setores público, privado e social.</p>
<p>Em Lisboa, os enfermeiros deverão concentrar-se às 10h30 no Campo Pequeno, seguindo depois em direção ao Ministério da Saúde, passando pelo Conselho de Ministros.</p>
<p>Para o SEP, o Dia Internacional do Enfermeiro deve servir para “renovar o reconhecimento do papel imprescindível” destes profissionais em todo o ecossistema da saúde.</p>
<p>O sindicato lembra que os enfermeiros estão presentes em hospitais, clínicas, cuidados de saúde primários, emergência pré-hospitalar, escolas, lares, cuidados domiciliários, saúde ocupacional, investigação, ensino, cuidados continuados, cuidados paliativos e saúde mental.</p>
<p><strong>SEP denuncia falta de profissionais</strong></p>
<p>Uma das principais reivindicações passa pela admissão de mais enfermeiros.</p>
<p>O SEP afirma que há escassez de profissionais em todos os setores e que isso tem impacto direto na prestação de cuidados aos utentes, doentes e famílias.</p>
<p>No comunicado, o sindicato fala na “angústia diária” dos enfermeiros por “não conseguirmos fazer tudo” aquilo que as pessoas precisam e a que têm direito.</p>
<p>A estrutura sindical considera que a falta de profissionais está a aumentar a pressão sobre quem está no terreno e a degradar as condições de trabalho.</p>
<p><strong>35 horas, progressões e fim da precariedade</strong></p>
<p>Entre as exigências apresentadas estão o fim dos contratos precários e a aplicação das 35 horas de trabalho semanal a todos os enfermeiros.</p>
<p>O sindicato reclama também a resolução dos problemas relacionados com a contagem de pontos e o pagamento dos retroativos.</p>
<p>Em causa estão, em particular, os retroativos referentes à progressão entre janeiro de 2018 e dezembro de 2021.</p>
<p>O SEP exige ainda a valorização das carreiras de enfermagem em todos os setores, incluindo público, privado e social.</p>
<p><strong>Horários, concursos e avaliação sem quotas</strong></p>
<p>Os enfermeiros reivindicam horários regulados que permitam uma melhor conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar.</p>
<p>O sindicato pede ainda a abertura de concursos de acesso às categorias da Carreira de Enfermagem e a lugares de direção.</p>
<p>Outra exigência passa por uma avaliação de desempenho considerada justa, objetiva e sem quotas, que tenha em conta o desempenho individual de cada enfermeiro, as suas competências e as funções exercidas.</p>
<p>O SEP defende também a alteração das condições de aposentação, argumentando que a penosidade e o risco existem no exercício da profissão em todos os setores.</p>
<p><strong>Forte oposição ao pacote laboral</strong></p>
<p>A greve desta terça-feira é também marcada pela oposição ao pacote laboral e à proposta de Acordo Coletivo de Trabalho.</p>
<p>O SEP acusa estas propostas de procurarem retirar rendimento aos enfermeiros e agravar problemas já existentes.</p>
<p>O sindicato rejeita em particular a imposição de bancos de horas e regimes de adaptabilidade.</p>
<p>Segundo o SEP, o Ministério da Saúde e o Governo pretendem aplicar estas medidas primeiro aos enfermeiros com contrato individual de trabalho e, posteriormente, alargá-las aos profissionais com contrato de trabalho em Funções Públicas.</p>
<p>A estrutura sindical lembra ainda que os enfermeiros dos setores privado e social nunca quiseram estes mecanismos e exigem a sua revogação nas respetivas carreiras.</p>
<p><strong>Defesa do SNS também está no centro do protesto</strong></p>
<p>O reforço do Serviço Nacional de Saúde é outro dos pontos centrais da mobilização.</p>
<p>O SEP acusa anos de desinvestimento de estarem a contribuir para o desmantelamento gradual do SNS.</p>
<p>O sindicato critica também soluções apresentadas como temporárias, nomeadamente na reorganização dos serviços de urgência de pediatria e obstetrícia, que considera poderem tornar-se definitivas se não houver contratação, retenção e valorização dos profissionais de saúde.</p>
<p>A estrutura opõe-se ainda ao financiamento crescente dos setores privado e social com dinheiros públicos, apontando exemplos como a recuperação de listas de espera e consultas, a vacinação em farmácias e a externalização de exames complementares de diagnóstico.</p>
<p><strong>Sindicato contesta narrativa do Governo</strong></p>
<p>O SEP contrapõe a realidade vivida pelos profissionais à leitura feita pelo Governo sobre o estado do SNS.</p>
<p>A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, tem defendido que o Serviço Nacional de Saúde está melhor em várias métricas, mas o sindicato considera que essa narrativa é desmentida pela experiência dos trabalhadores no terreno.</p>
<p>Para os enfermeiros, a greve e a manifestação são uma forma de tornar visíveis os problemas que continuam por resolver.</p>
<p>O sindicato quer que a data seja assinalada não apenas como comemoração, mas como momento de reivindicação.</p>
<p><strong>“Comemoramos reivindicando”</strong></p>
<p>A mensagem final do SEP é clara: “O dia 12 de Maio é nosso”.</p>
<p>Em Lisboa, o sindicato promete levar a voz da enfermagem do Campo Pequeno ao Ministério da Saúde, passando pelo Conselho de Ministros.</p>
<p>A palavra de ordem é “comemorar reivindicando” melhores condições de trabalho e de vida, valorização das carreiras, mais profissionais, horários regulados, progressões justas e reforço do SNS.</p>
<p>Para o SEP, o Dia Internacional do Enfermeiro é, este ano, também um dia de greve, protesto e pressão sobre o Governo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759307]]></sapo:autor>
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		<title>Dupla autenticação obrigatória a partir de hoje no portal da Segurança Social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema de autenticação de dois fatores (2FA) passa a ser obrigatório a partir de hoje para aceder ao portal da Segurança Social, sendo que a medida se aplica tanto a cidadãos como a empresas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sistema de autenticação de dois fatores (2FA) passa a ser obrigatório a partir de hoje para aceder ao portal da Segurança Social, sendo que a medida se aplica tanto a cidadãos como a empresas.</P><br />
<P>A autenticação de dois fatores é um método de segurança que exige duas formas de verificação para confirmar a identidade do utilizador antes de conceder o acesso.</P><br />
<P>Deste modo, além da palavra-passe é preciso inserir no portal da Segurança Social um código temporário que será enviado para um dos contactos validados: telemóvel ou e-mail.</P><br />
<P> A nova funcionalidade será aplicada aos utilizadores que acedem ao portal com Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e palavra-passe, passando a ser exigido um código de verificação adicional no processo de autenticação.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada pelo Ministério do Trabalho, esta obrigatoriedade &#8220;não se aplica a quem já acede ao Portal através da Chave Móvel Digital (CMD)&#8221;. </P><br />
<P>Entre as &#8220;principais vantagens&#8221; destacadas pelo instituto sobre nova funcionalidade consta &#8220;a possibilidade de passar a utilizar o seu endereço de e-mail para se autenticar no portal da Segurança Social&#8221;, em alternativa ao NISS. </P><br />
<P>&#8220;Ao configurar o 2FA, deixa de estar dependente da memorização do NISS para aceder aos serviços online, tornando o processo de entrada no Portal mais prático, rápido e memorizável&#8221;, refere a entidade liderada por Pedro Corte Real, numa publicação no seu &#8216;site&#8217;. </P><br />
<P>Segundo a Segurança Social, a introdução desta camada adicional de segurança pretende impedir acessos indevidos às contas, mesmo nos casos em que terceiros tenham conhecimento da palavra-passe. </P><br />
<P>Este modelo de autenticação já estava disponível, de forma opcional, para cidadãos e empresas. </P><br />
<P>  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761430]]></sapo:autor>
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		<title>Tempo muda esta terça-feira: Norte e Centro em alerta para aguaceiros fortes e granizo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da instabilidade, o dia não será sempre cinzento. Estão previstas abertas, sobretudo durante a manhã e nas regiões do Centro e Sul, onde boa parte do dia poderá até decorrer com sol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta terça-feira ficará marcada por um aumento da instabilidade em Portugal continental, com aguaceiros que poderão ser localmente intensos, sobretudo durante a tarde e nas regiões do Norte e Centro.</p>
<p>A previsão da &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta para a possibilidade de fenómenos severos localizados, com destaque para o risco de saraiva ou granizo de dimensão considerável, em especial nas zonas montanhosas e no Interior Norte e Centro.</p>
<p>Apesar da instabilidade, o dia não será sempre cinzento. Estão previstas abertas, sobretudo durante a manhã e nas regiões do Centro e Sul, onde boa parte do dia poderá até decorrer com sol.</p>
<p>Ainda assim, a atmosfera deverá manter-se favorável ao crescimento rápido de nuvens de grande desenvolvimento vertical, capazes de originar aguaceiros fortes, trovoada, rajadas de vento e queda de granizo.</p>
<p><strong>Onde há maior risco de granizo?</strong></p>
<p>O risco mais relevante concentra-se no Norte e Centro, especialmente em regiões do interior e zonas montanhosas.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; refere que os índices de instabilidade poderão ser localmente elevados, permitindo a formação de nuvens muito desenvolvidas, com potencial para granizo de maior dimensão.</p>
<p>Por isso, a recomendação é simples: quem vive em zonas mais expostas deve tentar proteger viaturas, culturas agrícolas e outros bens sensíveis, sobretudo durante a tarde.</p>
<p>A instabilidade deverá ser localizada, o que significa que poderá haver concelhos com aguaceiros fortes e granizo, enquanto outros, relativamente próximos, terão apenas céu nublado ou abertas.</p>
<p><strong>Chuva mais forte à tarde</strong></p>
<p>Em Portugal continental, o céu deverá apresentar períodos de muita nebulosidade, mas também abertas.</p>
<p>Durante a tarde, o tempo deverá tornar-se mais carregado a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, com aguaceiros mais frequentes e intensos.</p>
<p>Esses aguaceiros poderão ser acompanhados por trovoada, rajadas de vento e queda de granizo.</p>
<p>O vento será, em geral, moderado de sudoeste, entre 20 e 30 quilómetros por hora, mas mais fraco na região Norte. Nas terras altas e durante os aguaceiros mais fortes, poderá haver rajadas entre 35 e 45 quilómetros por hora.</p>
<p>As temperaturas não deverão sofrer alterações muito significativas, mas continuam abaixo do normal para esta altura do ano.</p>
<p><strong>Sul com mais abertas, mas temperaturas ainda tímidas</strong></p>
<p>No Sul, a instabilidade deverá ser menos marcada.</p>
<p>Poderá haver períodos de nebulosidade e alguns aguaceiros, mas a tendência aponta para mais abertas e para uma maior presença do sol ao longo do dia.</p>
<p>Ainda assim, o ambiente continuará fresco para maio.</p>
<p>As temperaturas persistem abaixo da média e essa tendência deverá manter-se nos próximos dias, antes de uma recuperação gradual na segunda metade da semana.</p>
<p>Na costa ocidental, a ondulação máxima deverá chegar aos dois metros, com a temperatura da água do mar entre 16 e 17 graus.</p>
<p>Na costa sul do Algarve, as ondas deverão chegar a um metro, com a água do mar em torno dos 18 graus.</p>
<p><strong>Açores com tempo mais estável</strong></p>
<p>Nos Açores, o anticiclone deverá garantir tempo mais estável.</p>
<p>O céu poderá apresentar períodos de muita nebulosidade, mas com boas abertas em todas as ilhas.</p>
<p>Há possibilidade de aguaceiros fracos e pouco frequentes, mas sem sinal de instabilidade relevante.</p>
<p>O vento deverá soprar fraco a moderado, geralmente de norte ou nordeste, entre 15 e 30 quilómetros por hora.</p>
<p>A ondulação deverá variar entre dois e três metros, com a temperatura da água do mar em torno dos 17 graus.</p>
<p><strong>Madeira com nuvens, abertas e algum fresco</strong></p>
<p>Na Madeira, o céu deverá apresentar períodos de muita nebulosidade, com abertas, em particular no Porto Santo.</p>
<p>Poderão ocorrer aguaceiros, geralmente fracos.</p>
<p>O vento será fraco a moderado, de oeste, rodando para noroeste a partir da tarde.</p>
<p>As temperaturas não deverão ter alterações significativas, mantendo-se abaixo do habitual para a época.</p>
<p>Na costa norte das ilhas, as ondas poderão chegar a um a dois metros, com a temperatura da água do mar entre 18 e 19 graus.</p>
<p><strong>E nos dias seguintes?</strong></p>
<p>A instabilidade ainda deverá marcar a primeira metade da semana.</p>
<p>Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a semana começou chuvosa devido à influência de uma depressão fria, mas está prevista uma mudança no estado do tempo com o afastamento dessa depressão e o regresso da influência do anticiclone dos Açores.</p>
<p>Depois de uma terça-feira ainda instável, a quarta-feira poderá voltar a trazer aguaceiros, sobretudo para o Norte e Centro, embora de forma mais irregular.</p>
<p>A partir de quinta-feira, 14 de maio, a tendência muda.</p>
<p>A chuva deverá afastar-se e dar lugar a dias mais secos e soalheiros, ainda que com alguma nebulosidade variável.</p>
<p><strong>Sol regressa, mas manhãs podem ficar mais frias</strong></p>
<p>A melhoria do tempo deverá ser acompanhada por uma subida ligeira e gradual das temperaturas máximas.</p>
<p>Ainda assim, as mínimas poderão descer, aumentando a amplitude térmica entre o dia e a noite.</p>
<p>Isto significa tardes mais agradáveis, mas manhãs e noites ainda frescas.</p>
<p>Até ao final da semana, as máximas poderão aproximar-se dos 25 graus em Lisboa e Beja, podendo ser localmente superiores nas áreas próximas, segundo a tendência avançada pelo &#8216;Tempo.pt&#8217;.</p>
<p>Para já, porém, esta terça-feira exige atenção: haverá abertas e algum sol, mas também condições para aguaceiros fortes, trovoada e granizo localizado, sobretudo no Norte e Centro do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761156]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taiwan quer &#8220;reforçar cooperação&#8221; com Estados Unidos para uma &#8220;dissuasão eficaz&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan manifestou hoje o desejo de "reforçar a cooperação" com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter declarado que a venda de armas a Taipé seria discutida durante uma viagem a Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan manifestou hoje o desejo de &#8220;reforçar a cooperação&#8221; com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter declarado que a venda de armas a Taipé seria discutida durante uma viagem a Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Continuaremos também a reforçar a cooperação com os Estados Unidos e a desenvolver capacidades de dissuasão eficazes para mantermos conjuntamente a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan&#8221;, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Hsiao Kuang-wei, numa conferência de imprensa regular.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Presidente norte-americano afirmou que vai debater com o homólogo chinês a venda de armas dos Estados Unidos a Taiwan durante a viagem que vai realizar a Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Vou ter essa conversa com o Presidente Xi [Jinping]. O Presidente Xi gostaria que não o fizéssemos [vender armas a Taiwan], e terei essa conversa&#8221;, respondeu Donald Trump, quando questionado pela imprensa na Sala Oval da Casa Branca.</P><br />
<P>Trump fez estas declarações apesar de a posição histórica dos Estados Unidos, consagrada na política impulsionada desde a Presidência de Ronald Reagan em 1982 e conhecida como as &#8220;seis garantias&#8221;, estabelecer que Washington não consultará Pequim sobre decisões relativas à venda de armamento defensivo a Taiwan.</P><br />
<P>Donald Trump, que chega na quarta-feira à noite a Pequim, minimizou o risco de uma invasão da ilha pela China.</P><br />
<P>&#8220;Não creio que isso vá acontecer&#8221;, acrescentou a respeito de Taiwan, considerando que a &#8220;ótima relação&#8221; com o homólogo chinês impedirá tal iniciativa por parte de Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Xi Jinping sabe que não quero que isso aconteça&#8221;, disse.</P><br />
<P>O republicano sublinhou, na mesma conferência de imprensa, que tem &#8220;uma excelente relação&#8221; com Xi, com quem disse estar a fazer &#8220;muitos negócios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tenho muito respeito por ele e espero que ele também me respeite. Ele não respeitou o nosso governo anterior, o de Joe Biden&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Espera-se que, entre outros assuntos, os dois líderes abordem a venda de armamento e o apoio norte-americano à ilha, depois de Xi ter instado Trump, em fevereiro, a &#8220;agir com prudência&#8221; no que diz respeito ao envio de armas para Taipé.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma província rebelde e uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês, pelo que não descartou o uso da força para assumir o controlo, algo que o Governo taiwanês condena veementemente.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761429]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estreito de Ormuz no centro da tensão: Reino Unido e França preparam hoje missão naval e Irão ameaça resposta imediata</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estreito-de-ormuz-no-centro-da-tensao-reino-unido-e-franca-preparam-hoje-missao-naval-e-irao-ameaca-resposta-imediata/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião, que decorrerá por videoconferência, juntará representantes de mais de 40 países dispostos a participar numa missão defensiva para proteger a navegação comercial naquela passagem estratégica, segundo anunciou o Governo britânico e noticia o ‘Times of Israel’]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido e a França vão copresidir esta terça-feira uma reunião multinacional de ministros da Defesa para discutir os planos militares destinados a restaurar a circulação comercial no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo.</p>
<p>A reunião, que decorrerá por videoconferência, juntará representantes de mais de 40 países dispostos a participar numa missão defensiva para proteger a navegação comercial naquela passagem estratégica, segundo anunciou o Governo britânico e noticia o ‘Times of Israel’.</p>
<p>O encontro será liderado pelo ministro da Defesa britânico, John Healey, e pela sua homóloga francesa, Catherine Vautrin, e servirá para discutir as “contribuições militares” de cada país para a missão.</p>
<p>O objetivo é preparar uma força multinacional capaz de escoltar e proteger navios mercantes no Golfo, quando as condições no terreno o permitirem.</p>
<p><strong>Londres fala em transformar diplomacia em planos militares</strong></p>
<p>A reunião desta terça-feira surge na sequência de um encontro de dois dias realizado em Londres, em abril, no qual responsáveis militares começaram a definir os detalhes práticos de uma missão liderada pelo Reino Unido e pela França.</p>
<p>“Estamos a transformar o acordo diplomático em planos militares práticos para restaurar a confiança no transporte marítimo através do Estreito de Ormuz”, afirmou John Healey.</p>
<p>O ministro britânico sublinhou ainda que o papel da reunião será garantir que os países envolvidos não se limitam a discutir a situação, mas ficam preparados para agir.</p>
<p>“O nosso papel será garantir que não nos limitemos a falar, mas que estejamos prontos para agir”, afirmou Healey.</p>
<p><strong>Irão ameaça resposta “decisiva e imediata”</strong></p>
<p>O anúncio europeu surgiu poucas horas depois de Teerão ter advertido Londres e Paris contra o envio de navios de guerra para a região.</p>
<p>O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi, avisou que navios britânicos, franceses “ou de qualquer outro país” enfrentariam uma “resposta decisiva e imediata” caso fossem destacados para o Estreito de Ormuz.</p>
<p>“Só a República Islâmica do Irão pode estabelecer segurança neste estreito”, afirmou o responsável iraniano.</p>
<p>A ameaça surge depois de França e Reino Unido terem anunciado o envio de meios militares para o Médio Oriente, embora ambos os países insistam que se trata de um pré-posicionamento e não de uma entrada imediata no estreito.</p>
<p><strong>França e Reino Unido já enviaram navios para a região</strong></p>
<p>O Reino Unido anunciou no sábado o envio do contratorpedeiro &#8216;HMS Dragon&#8217; para o Médio Oriente.</p>
<p>Segundo o Ministério da Defesa britânico, o destacamento faz parte de um “planeamento prudente” para garantir que Londres está pronta para ajudar a assegurar o Estreito de Ormuz quando as condições o permitirem.</p>
<p>A França, por seu lado, enviou para a região o porta-aviões de propulsão nuclear &#8216;Charles de Gaulle&#8217;.</p>
<p>Paris e Londres afirmam que estes movimentos são uma forma de pré-posicionamento antes de uma eventual missão internacional de proteção da navegação comercial.</p>
<p>O Ministério da Defesa britânico indicou ainda que o envio do &#8216;HMS Dragon&#8217; deverá reforçar a confiança do transporte marítimo comercial e apoiar eventuais operações de remoção de minas quando as hostilidades terminarem.</p>
<p><strong>Macron nega destacamento militar no estreito</strong></p>
<p>Apesar do envio do &#8216;Charles de Gaulle&#8217; para a região, o presidente francês, Emmanuel Macron, procurou travar a leitura de que Paris esteja a preparar uma presença militar direta no Estreito de Ormuz.</p>
<p>Macron afirmou este domingo, em Nairobi, que a França nunca “considerou” um destacamento naval no estreito.</p>
<p>O chefe de Estado francês defendeu antes uma missão de segurança “coordenada com o Irão”.</p>
<p>Macron reafirmou também a oposição francesa a qualquer bloqueio, seja de que lado for, e rejeitou a imposição de qualquer portagem para garantir a passagem de navios pela rota marítima.</p>
<p><strong>Missão quer proteger navios mercantes</strong></p>
<p>A ideia de uma missão multinacional já vinha a ser trabalhada desde meados de abril.</p>
<p>Na altura, vários países não diretamente envolvidos no conflito desencadeado a 28 de fevereiro pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão manifestaram disponibilidade para avançar com uma “missão neutra” destinada a proteger o Estreito de Ormuz.</p>
<p>A conferência foi copresidida em Paris por Emmanuel Macron e pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.</p>
<p>O objetivo, explicou então Macron, seria “acompanhar e proteger os navios mercantes que transitem no Golfo”.</p>
<p>Starmer descreveu a força como “pacífica e defensiva”.</p>
<p>Estados Unidos e Irão, partes beligerantes no conflito, não participaram nessas negociações.</p>
<p><strong>Porque é que Ormuz é tão importante?</strong></p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das passagens marítimas mais sensíveis do mundo.</p>
<p>Antes do início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, a 28 de fevereiro, cerca de um quinto do petróleo mundial passava por esta rota.</p>
<p>O bloqueio quase total imposto por Teerão, em retaliação aos ataques americanos e israelitas, abalou o comércio internacional e pressionou os mercados energéticos.</p>
<p>Segundo os dados citados, cerca de 1.500 navios e 20 mil membros de tripulações estão retidos devido à crise.</p>
<p>A situação agravou-se depois de Washington ter imposto, a partir de 13 de abril, o seu próprio bloqueio aos portos iranianos.</p>
<p><strong>Cessar-fogo não eliminou confrontos</strong></p>
<p>Apesar de estar em vigor um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão desde 8 de abril, o Estreito de Ormuz continua a ser um dos principais focos de tensão.</p>
<p>Têm ocorrido confrontos esporádicos na região, enquanto as negociações para pôr fim às hostilidades de forma duradoura permanecem estagnadas.</p>
<p>O bloqueio iraniano à navegação e o bloqueio americano aos portos do Irão criaram uma dupla pressão sobre a circulação marítima, o comércio energético e a economia global.</p>
<p>É neste contexto que Reino Unido e França procuram preparar uma missão internacional capaz de restaurar a confiança das companhias marítimas e garantir a passagem de navios mercantes pelo Golfo.</p>
<p><strong>Europa tenta evitar nova escalada</strong></p>
<p>A reunião desta terça-feira será, por isso, um teste à capacidade de coordenação entre os países dispostos a participar na missão.</p>
<p>Londres e Paris querem transformar o acordo diplomático já alcançado em planos militares concretos.</p>
<p>Teerão, porém, avisa que qualquer presença militar estrangeira no Estreito de Ormuz será recebida como uma provocação.</p>
<p>O resultado é um equilíbrio delicado.</p>
<p>De um lado, mais de 40 países discutem como reabrir uma rota essencial para o comércio mundial.</p>
<p>Do outro, o Irão insiste que só ele pode garantir a segurança no estreito e ameaça responder de forma imediata à presença de navios estrangeiros.</p>
<p>Para já, o Estreito de Ormuz continua bloqueado, militarizado e no centro de uma crise que ameaça prolongar o impacto da guerra sobre os mercados globais de energia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761178]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel cria tribunal especial e permite pena de morte para ataques de 2023</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-israel-cria-tribunal-especial-e-permite-pena-de-morte-para-ataques-de-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 04:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento de Israel aprovou uma lei que cria um tribunal especial com autoridade para condenar à morte palestinianos considerados culpados de participar nos ataques de 2023, que desencadearam a guerra na Faixa de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento de Israel aprovou uma lei que cria um tribunal especial com autoridade para condenar à morte palestinianos considerados culpados de participar nos ataques de 2023, que desencadearam a guerra na Faixa de Gaza.</P><br />
<P>A medida foi aprovada por 93 votos a favor e zero contra no Knesset, o parlamento israelita, composto por 120 lugares, refletindo o amplo apoio à punição dos responsáveis pelo ataque mais mortífero da história de Israel.</P><br />
<P>Os restantes 27 parlamentares estavam ausentes ou abstiveram-se na votação.</P><br />
<P>Simcha Rothman, um dos patrocinadores do projeto de lei e membro da coligação governamental do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que o consenso a favor do projeto mostra que os deputados podem unir-se &#8220;em torno de uma missão comum&#8221;.</P><br />
<P>Os grupos de defesa dos direitos humanos criticaram a medida, alegando que facilita demasiado a imposição da pena de morte e elimina os procedimentos que garantem o direito a um julgamento justo. </P><br />
<P>Os arguidos podem recorrer das sentenças, mas os recursos devem ser julgados por um tribunal especial e não pelos tribunais comuns.</P><br />
<P>Diversos grupos israelitas &#8212; incluindo Hamoked, Adalah e o Comité Público Contra a Tortura em Israel &#8212; afirmaram na segunda-feira que, embora &#8220;a justiça para as vítimas de 07 de Outubro seja um imperativo legítimo e urgente&#8221;, qualquer responsabilização pelos crimes &#8220;deve ser procurada através de um processo que inclua, em vez de abandonar, os princípios da justiça&#8221;.</P><br />
<P>Como o projeto de lei autoriza um painel de juízes a aplicar a pena de morte por maioria de votos &#8212; e exige que os julgamentos sejam realizados num tribunal de Jerusalém, com transmissão em direto &#8212; tem sido comparado ao julgamento de Adolf Eichmann, um criminoso de guerra nazi, em 1962, que foi transmitido em direto pela televisão.</P><br />
<P>Eichmann foi executado por enforcamento, a última vez que a pena de morte foi aplicada em Israel, embora tecnicamente a pena capital ainda esteja prevista para atos de genocídio, espionagem em tempo de guerra e certos crimes de terrorismo.</P><br />
<P>Os opositores do projeto de lei afirmam ainda que a transmissão em direto dos procedimentos antes da comprovação da culpa corre o risco de transformar os julgamentos num espetáculo. </P><br />
<P>Em março, o parlamento israelita aprovou uma lei que institui a pena de morte por enforcamento para pessoas culpadas de homicídio terrorista que, na prática, aplica-se apenas a palestinianos condenados por ataques ou atentados contra Israel.</P><br />
<P>A guerra começou quando militantes liderados pelo movimento fundamentalista Hamas invadiram Israel a 07 de outubro de 2023, matando cerca de 1.200 pessoas e fazendo 251 reféns.</P><br />
<P>A subsequente e devastadora ofensiva de Israel contra Gaza matou mais de 72.628 palestinianos, incluindo pelo menos 846 mortos desde que o cessar-fogo entrou em vigor, em outubro.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761427]]></sapo:autor>
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		<title>Recuperação pós-pandémica de Macau &#8220;superou expetativas&#8221; &#8211; operadora de casinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 04:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia de Macau superou as expectativas com uma recuperação pós-pandemia impulsionada por "grandes eventos" culturais e desportivos, afirmou hoje o presidente da operadora de casinos Sands China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A economia de Macau superou as expectativas com uma recuperação pós-pandemia impulsionada por &#8220;grandes eventos&#8221; culturais e desportivos, afirmou hoje o presidente da operadora de casinos Sands China.</P><br />
<P>Num discurso na abertura do maior evento de jogo da região, a G2E Asia, o presidente da Sands China, Grant Chum, afirmou que Macau entrou numa &#8220;nova era&#8221;, onde o entretenimento, a cultura e o desporto são agora os principais motores de crescimento.</P><br />
<P>&#8220;A pandemia foi um período realmente desafiante, mas Macau superou-o muito bem e recuperou para além das expectativas de qualquer pessoa&#8221;, disse Chum.</P><br />
<P>Macau, o capital mundial do jogo e o único local na China onde os casinos são legais, foi castigado por anos de restrições de viagem devido à política &#8216;covid-zero&#8217;. </P><br />
<P>No entanto, Chum destacou uma rápida transformação numa &#8220;economia de eventos&#8221; que abrange arte, música e desporto.</P><br />
<P>Macau fechou 2025 com receitas totais de 247,4 mil milhões de patacas (cerca de 26,15 mil milhões de euros), mais 9,1% do que no ano anterior (226,8 mil milhões de patacas ou 24 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A cidade semiautónoma chinesa atingiu também um novo recorde histórico no ano passado, recebendo cerca de 40,1 milhões de visitantes, um aumento de 14,7% em relação a 2024.</P><br />
<P>Apesar do aumento no número de visitantes, os valores gerados pelos casinos locais continuam abaixo dos registados antes da pandemia.</P><br />
<P>Nos últimos anos, as autoridades de Macau têm seguido um política de diversificação económica, ditada pelo Governo central da China, que procura tornar a economia local menos dependente da indústria do jogo, através do desenvolvimento de setores como grande eventos, cultura, finanças ou tecnologia. </P><br />
<P>Apesar desses esforços, de acordo com dados oficiais, o jogo representou quase metade de todo o Produto Interno Bruto (PIB) de Macau em 2025.</P><br />
<P>Operam no território seis concessionárias, MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM, que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes.</P><br />
<P>Na altura, as seis operadoras comprometeram-se a investir mais de 100 mil milhões de patacas (10,4 mil milhões de euros) em elementos não ligados ao jogo.</P><br />
<P>Chum sublinhou que todas as seis operadoras de casinos licenciadas na cidade têm vindo a &#8220;impulsionar proativamente a diversificação&#8221; para remodelar a reputação global do território.</P><br />
<P>Segundo o executivo, a &#8220;economia de eventos está verdadeiramente a florescer&#8221; no território, com novas infraestruturas disponíveis, como a Galaxy Arena e o regresso de espetáculos emblemáticos como o The House of Dancing Water, da rival Melco.</P><br />
<P>Como exemplo da nova direção, Chum apontou o regresso da principal liga de basquetebol do mundo, a norte-americana, a NBA, à China, no ano passado, após uma ausência de seis anos.</P><br />
<P>Os dois jogos de pré-época, em 10 e 12 de outubro, trouxeram a Macau as equipas dos Brooklyn Nets e dos Phoenix Suns e encheram a Venetian Arena, com capacidade para 14 mil pessoas.</P><br />
<P>&#8220;Embora os NBA China Games fossem tradicionalmente realizados em grandes centros do interior da China, como Xangai ou Pequim, a liga escolheu Macau para a sua mais recente série de dois jogos de pré-temporada&#8221; destacou.</P><br />
<P>Em 09 e 11 de outubro deste ano os Houston Rockets irão defrontar, no mesmo local, os Dallas Marevicks, cujo dono é Patrick Dumont, diretor executivo da empresa-mãe da Sands China, a norte-americana Las Vegas Sands.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761426]]></sapo:autor>
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		<title>Autarca do sudoeste dos Estados Unidos acusada de atuar como agente da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da câmara de uma cidade da Califórnia, no sudoeste dos Estados Unidos (EUA) foi acusada de atuar ilegalmente como agente do Governo da China, anunciou o Departamento de Justiça norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da câmara de uma cidade da Califórnia, no sudoeste dos Estados Unidos (EUA) foi acusada de atuar ilegalmente como agente do Governo da China, anunciou o Departamento de Justiça norte-americano.</P><br />
<P>Eileen Wang, de 58 anos, demitiu-se do cargo na segunda-feira, de acordo com o portal na Internet da cidade de Arcadia, de aproximadamente 50 mil habitantes, localizada nos subúrbios de Los Angeles.</P><br />
<P>Segundo o departamento, Wang aceitou declarar-se culpada e pode enfrentar até 10 anos de prisão.</P><br />
<P>Os advogados da autarca, Jason Liang e Brian Sun, disseram em comunicado que esta reconhece a gravidade da acusação e aceita a responsabilidade por &#8220;erros pessoais do passado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ela pede desculpa e lamenta os erros que cometeu na sua vida pessoal&#8221;, disseram os advogados de Eileen Wang, Jason Liang e Brian Sun. &#8220;O seu amor e devoção pela comunidade de Arcádia não mudaram&#8221;, acrescentaram.</P><br />
<P>Em abril, o Ministério Público dos EUA acusou a autarca e um cúmplice de divulgarem propaganda pró-Pequim junto da comunidade de origem chinesa da cidade através do portal de notícias U.S. News Center.</P><br />
<P>O cúmplice, Mike Sun Yaoning, já tem antecedentes criminais e está a cumprir uma pena de quatro anos de prisão. Sun constava também nos registos de campanha como tesoureiro da campanha eleitoral de Eileen Wang em 2022.</P><br />
<P>De acordo com o acordo de confissão, os dois trabalharam como agentes do Governo da China desde o final de 2020 até 2022 para promover os interesses chineses, disseminando propaganda pró-Pequim nos EUA.</P><br />
<P>Em junho de 2021, um funcionário do Governo chinês enviou a Wang um link para uma carta ao editor publicada no jornal norte-americano Los Angeles Times, escrita pelo cônsul-geral da China em Los Angeles.</P><br />
<P>O artigo refutava relatos de perseguição, trabalho forçado e abuso de uigures na província chinesa de Xinjiang, afirmando: &#8220;Nunca houve genocídio em Xinjiang ou trabalho forçado nos campos de algodão da região ou em qualquer outro setor&#8221;.</P><br />
<P>Em poucos minutos, Wang partilhou o link no seu site de notícias.</P><br />
<P>A autarca foi eleita em novembro de 2022 para um conselho municipal de cinco membros, do qual o presidente da câmara da cidade é escolhido rotativamente.</P><br />
<P>O administrador municipal de Arcadia, Dominic Lazzaretto, afirmou em comunicado de imprensa que nenhuma verba ou funcionário da câmara municipal esteve envolvido.</P><br />
<P>&#8220;Queremos deixar claro: esta investigação diz respeito à conduta individual, e as acusações referem-se a condutas que cessaram após a senhora Wang ter tomado posse em dezembro de 2022&#8221;, disse Lazzaretto.</P><br />
<P>A acusação surge dois dias antes do Presidente dos EUA, Donald Trump, viajar até à China para se encontrar com o homólogo chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761425]]></sapo:autor>
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		<title>Acidente com avião da Turkish Airlines com origem no sistema hidráulico</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 03:34:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma falha no sistema hidráulico levou a que fumo saísse do trem de aterragem do avião da Turkish Airlines que pousou num aeroporto nepalês, na segunda-feira, e obrigou à retirada dos passeiros, indicou a companhia aérea.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma falha no sistema hidráulico levou a que fumo saísse do trem de aterragem do avião da Turkish Airlines que pousou num aeroporto nepalês, na segunda-feira, e obrigou à retirada dos passeiros, indicou a companhia aérea.</P><br />
<P>Um funcionário do Aeroporto Internacional Tribhuvan, em Katmandu, disse, anteriormente, que o trem de aterragem direito da aeronave tinha ardido e que a equipa de emergência conseguiu controlar a situação. </P><br />
<P>O funcionário não quis ser identificado por não estar autorizado a falar publicamente aos jornalistas.</P><br />
<P>No entanto, a companhia aérea afirmou em comunicado que não houve incêndio e que uma avaliação preliminar indicou que o fumo que saía do trem de aterragem foi causado por uma falha no equipamento hidráulico. </P><br />
<P>A bordo do Airbus A330, proveniente de Istambul, seguiam 277 passageiros e 11 tripulantes, tendo todos sido retirados em segurança através de escorregas como medida de precaução, informou a companhia aérea.</P><br />
<P>O aeroporto esteve fechado na manhã de segunda-feira, mas reabriu quase duas horas depois, após a aeronave ser retirada para uma área mais segura dentro do aeroporto. Os voos voltaram a operar normalmente nainda a segunda-feira. </P><br />
<P>&#8220;O processo de retirada foi concluído com sucesso e não houve feridos&#8221;, afirmou Yahya Ustun, funcionário da companhia aérea, em comunicado. </P><br />
<P>&#8220;Um voo adicional foi planeado para o retorno, enquanto as nossas equipas iniciaram as inspeções técnicas da aeronave&#8221;, continuou.</P><br />
<P>O Nepal regista acidentes aéreos com relativa frequência, já que o terreno montanhoso e clima variável do país dificultam as condições de voo.</P><br />
<P>Em 2015, um jato da Turkish Airlines que pousava durante um denso nevoeiro em Katmandu saiu da pista escorregadia, obrigando ao encerramento do aeroporto por vários dias. Não houve feridos e o avião foi posteriormente rebocado para fora da infraestrutura aeroportuária e transformado em museu.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761424]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ex-chefes de Estado e Governo pedem destituição de violadores dos direitos humanos na Venezuela</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 03:12:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Trinta e um ex-chefes de Estado e de Governo, reunidos na Iniciativa Democrática da Espanha e das Américas (Grupo IDEA), exigiram a destituição de violadores dos direitos humanos na Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Trinta e um ex-chefes de Estado e de Governo, reunidos na Iniciativa Democrática da Espanha e das Américas (Grupo IDEA), exigiram a destituição de violadores dos direitos humanos na Venezuela.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado segunda-feira, o IDEA condena a morte do preso político Víctor Hugo Quero Navas, sob custódia do Estado, e denunciam que os desaparecimentos forçados e as mortes nas prisões constituem uma grave violação dos direitos humanos e um crime contra a humanidade.</P><br />
<P>&#8220;A esperada estabilidade na Venezuela, num clima de respeito pela dignidade da pessoa humana, só será alcançada com o restabelecimento imediato da democracia, sob a orientação genuína da vontade popular dos venezuelanos (&#8230;). Isso exige a destituição do poder dos que foram identificados como presumíveis responsáveis pelas violações sistemáticas e generalizadas dos direitos humanos, nos relatórios da Missão Independente das Nações Unidas&#8221;, explica o grupo.</P><br />
<P>No documento, o IDE afirma ter recebido com consternação a notícia do desaparecimento forçado e do encobrimento da morte de Quero Navas, algo que só veio a saber-se após a denúncia pública e constante da mãe, através das redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Desde o início da ditadura de Nicolás Maduro e do seu governo, morreram sob custódia do atual regime venezuelano 28 presos políticos&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Segundo os ex-chefes de Estado e de Governo, &#8220;o desaparecimento forçado de pessoas, as torturas a que são submetidas e as suas mortes sob custódia do Estado representam uma perigosa violação dos princípios universais da humanidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os desaparecimentos forçados, que na Venezuela totalizam mais de 750 vítimas entre 2018 e 2020, representam, tal como afirmou a Corte Interamericana de Direitos Humanos, uma violação múltipla, contínua e grave dos direitos humanos que combina a privação de liberdade, a tortura e, frequentemente, a execução extrajudicial, constituindo-se num crime contra a humanidade, imprescritível&#8221;, concluem.</P><br />
<P>O corpo de Quero Navas foi exumado na sexta-feira pelas autoridades venezuelanas, depois de o Governo ter reconhecido na quinta-feira a morte, ocorrida há dez meses.</P><br />
<P>O Ministério do Serviço Penitenciário venezuelano indicou que Quero Navas se encontrava detido na prisão El Rodeo I, perto de Caracas, desde 03 de janeiro de 2025, e foi transferido para um hospital a 15 de julho, após apresentar &#8220;hemorragia digestiva superior e síndrome febril aguda&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o texto oficial, faleceu quase dez dias depois devido a &#8220;insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar&#8221;.</P><br />
<P>O ministério assegurou que, durante o período de detenção, Quero Navas &#8220;não forneceu dados sobre laços familiares e nenhum familiar se apresentou para solicitar uma visita formal&#8221;, apesar de a mãe denunciar constantemente que o filho estava desaparecido.</P><br />
<P>Segundo a imprensa local, o Ministério Público e a Provedoria de Justiça teriam confirmado, há meses, que Quero Navas estava detido no cárcere de Rodeo I.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a líder da oposição venezuelana e Prémio Nobel da Paz María Corina Machado exigiu a libertação de todos os presos políticos no país &#8220;antes que morram mais&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>FPG (VQ/APL/ATR) // VQ</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761423]]></sapo:autor>
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		<title>Distritos de Bragança e Guarda sob aviso amarelo devido à chuva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 02:52:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os distritos de Bragança e Guarda estão sob aviso amarelo face à previsão de aguaceiros por vezes fortes e acompanhados de trovoada, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os distritos de Bragança e Guarda estão sob aviso amarelo face à previsão de aguaceiros por vezes fortes e acompanhados de trovoada, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>De acordo com um comunicado do IPMA, os dois distritos estarão sob aviso amarelo pelo menos até às 06:00 de hoje.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente períodos de céu muito nublado e aguaceiros, mais prováveis no Norte e Centro, diminuindo de intensidade e frequência a partir da tarde.</P><br />
<P>A previsão aponta ainda para vento fraco a moderado de sul/sudoeste, até 30 quilómetros por hora.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 6 graus Celsius (na Guarda) e os 13 (em Lisboa) e as máximas entre os 13 (na Guarda) e os 22 (em Santarém).</P><br />
<P></P></p>
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